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PARTE |! OSCILACOES E ONDAS Oscilagées 141 Movimento Harmé: Simples 142 Energia no Movimento Harménico Simples 143 Aiguns Sistemas Oscilentes 14-4 oscitapbes Amortecidas 145 Oscitagoas Forgadas o Ressondincia {scutimos, neste capitulo, movimento oscilat6rio. A cinemstica do mo- Vimento com aceleragéo constante € apresentada nos Capitulos 2 e 3, Neste capitulo, a cinematica ea dinamica do movimento com aceleracao proporcional 20 deslocamento a partir do equilibrio ¢ apresentada. A palavra “oscilagio” significa um balango para frente e pata tris. Oscla ‘ao ocorre quando um sistema é perturbado a partir de urna posigao de equilibrio estavel. Muitos exemplos familiares existem: surfistas sober e des- «cem flutuando esperando uma boa onda, pendulos de relégios balangam para Iie para ed, cordas e palhetas dos instrumentos musiais vibram. Outros exemplos, menos familiares, so as oscilagBes das molkculas de ar em | CAMINHOES GIGANTES PODEN PASSAR POR CIMA DE QUASE TUDO, MAS ©. uma onda sonora e as oscilagbes das correntes elétrcas em racos, aparelhos de | Eur EMOrmuneor Bub eres ANE tolevisio e detectores de metal. Existom muitos outros dispositivos quedependem | © MOTOPISTA PARA FORA E SEU de oxcilacées para funcionar, ASSENTO? CAVANMOES GIGANTES POSSUEM ANORTECEDORES GIGANTES, ‘QUE AJUDAM A AMORTECER & Neste capitulo tratemos princivelmente dotipo de movimento osciletério | SSCicAGhO BO YE CULO, REPICANDO mais fundamental — 0 movimento harménico simples. Também conside- (UM DIRIGIR MAIS SUAVE EM TERRENOS: ramos as oscilagdes emortecidase as osclagdes forcadas | cemargast onshore Como qo un meatless qc | Uf sroteceiors os dow intr emumicaminhs lant? ee 0 Paco demninete eminin nmiRpoAMEKiteomen: | PHS mento harmdnico simples, como a de um corpo sto preso a uma mola (Pig I 41), No equilbo, a mola allo éxenceforgaeobre o corpo. Quando corpo é ddeslocado de uma distancia x a partir de sua posigao de equilibrio, a mola exerce Sobre ele ura forga ~tx, dada pela lel de Hooker B= be “a FORCA AESTAURADORA LINEAR onde ké constants de forga da mola, uma medida de sua rides. O sinal negati- ‘yo indka que aforca€ uma forga restauradora; to 6 ela tern o sentido aposto20 do deslocaento a partir da posi de equllbri. Combinando a Equagao 14-4 ‘com a segunda lei de Newton (F, = v,), temos Bailie sts (le end Wynn. eaunA vac) Munsee cn uaa npctiar Som atte. O deslocamento x, medidoa parti da Posie do oqo, ¢ positive sea mala ett cations Ain iia apnta ra Sep Sd Cap: 6 negativo sea mola ests comprsmic, 400 | cariruio 14 Aaaceleragao & proporcional ao deslocamento e o sinal negative indica que a acele- raga e o destocamento possuiem sentidos opostos. Esta relacao é uma caractertstica definitéria e pode ser usada para identificar sistemas que exibem movimento har- m@nico simples: No movimento harmdnico simples, a aceleracdo, portanto, também a forga resultante, sio ambas proporcionais e opostas a0 deslocamento a partir da posigdo de equilbrio. CONDIGOES PARA O MOVIMENTO HARMONICO SIMPLES © tempo que leva para um objeto deslocado executar um ciclo completo de movi- mento oscilatério — de um extremo a0 outro e de volta ao anterior — 6 chamacio de perfodo T. O inverso do periodo ¢ a freqiiéneia , que € 0 niimero de ciclos por unidade de tempor fet us A-unidade da reqhdnea 0 co por segundo (o/s) chamado de here (Hz). Por exemplo, seo tempo para um ciclo completo de oscilagio € 0,25 5, a frogigncia 2401 A es 1E7 poem ome plans epcinenslnens Barrera piss ia unset ple onus Aes ealTs oY x= Acos{oi + 6) 144 POSICAO NO MOVIMENTO HARMONICO SIMPLES onde A,«e@ stoconstantes.O deslocamento méximo x, doequilibrio &cha- mado de amplitude A. 0 argumento da funcao cosseno, w# ~ 3, € a fase do movimento, € a constante 6 a constante de fase, que é igual a fase emt ~ 0. INote que cos(ot + 6) = sen(at + 8 + 1/2); assim, expressar a equacéo como ‘uma fungao cosseno ou como uma funcdo seno depende simplesmente da fase FIG URA (Se temos apenas um sistema oscilante, podemos sempre Pres sist ra mola, ¢opape! € pasado paraa da oscilagioem YYYVYWWVV- fp 2 Ummcaneta marcadoraé escolher # = 0 tal que § = 0, Se temos dois sistemas oscilantes com a mesma Seder. Enquant o pape ssmave com rapidex freqiiéncia mas com fases diferentes, podemos escolher 6 ‘As equagoes para os dois sistemas so, ent A, cos(oi) A, cos(w! + 8) Sea diferenga de fase 60 ou um inteiro vezes 22, entdo se diz. queos sistemas estio en fase. Se a diferenca de fase 67 ou um inteio mpar ve7es 7, entao se diz que os sistemas estéo defasados de 190° Podemos mostrar que a Equacdo 14-4 éuma solugio da Equacio 14-2, derivando "x duas veres em relacio ao tempo. A primeira derivada dex da a velacidade 2, ae Baw, + 5 GE = oA sen(ut + 8) ire VELOCIDADE NO MOVIMENTO HARMONICO SIMPLES Derivando a velocidade em relagao 20 tempo temos a aceleracao: a 4, = GE GET PA coslot +8) 146 Substituindo A cos(ot + 6) por x veja a Equagéo 144), fica 147 ACELERAGAO NO MOVIMENTO HARMONICO SIMPLES constant, acaretatraga 0 deslocamento 3 come para um deles. funsio do tempo . (Aqui, escolhemos x positive , quando mola xt comprimica) Acsilagio do edfcio do Citicorp, em Nova York (EUA), durante grandes ‘ventanias, ¢reduccia por uin amortecedor dermossa mentade emt um andar superior: Ele consiste em um bloco desizante de 400 tonaladas canectado 2 edifico por uma mola. A constant de orga Gescethida de forma a que a freincia natural do sistem rmola-bloco sj 2 mesma que a frequoncia natural de oscilagio do prio. Postos a ‘Se moverem pelos ventes, 0 pret #0 amortecedor oscllam defesads de 180" lentes que redua significativamentea ovelagao. Comparandoa, = ~w'r (Equagao 14-7) coma, = ~(k/ mx (Equacao 14-2), vemos que x= Aces(ot + 5) 6 uma solugao de dx/df! = ~(k/m)x (Equacao 14-2) se 148 ‘Amplitude A ea constante de fase 6 podem ser determinadas a partir da posigio inicial x, e da velocidade inicial ,. do sistema, Fazendo t = 0 em x = A coset +5), tomes cosé “9 In/dt = ~Aw sen(w! + 8), emos. De maneira similar, fazendo t = Oem z, yy = ~Awsens a0 Usando estas equagies, pociemos determinar A es em termos de yt €w. ‘Operfodo T €o menor intervalo de tempo que satisfazd relagio ai) =xt+ 7) ubstituindo x) = A costa + 6) (Equagio 14-4) nesta relagio, fea Acoslat +8) = Acaslait +1) + 4 = Acos(ot +8 + wf) A fungao cosseno (assim como 0 seno) recupera o valor quando a fase é aumentada de 2ze, portanto, para todo f, wile sini, as wte() Aco hanads de pn ng, a pss te de are Ait Sees chee copa cameo ee poee TSR asudafr sun opr da/ Fa Bane es s~den{and 8) Podiemos ver. por inspesio, que cada vez que o tempo t aumenta de T, a racio t/T aumenta de 1, fase aumenta de 2re um ciclo do movimento é completado. ‘A freqiiéncia se relaciona com a freqiiéncia angular da forma 1 @=2n7 nf wen Como w = JZ, a freqiéncia e o periodo de urn corpo preso a uma mola se rela- ionam com a constante de forga tea massa nda forma 14 fk ale 1 [k ue I= Tan {Afreqatneta aumenta com o aumento de (rgidez da mola) ¢ diminul com o x= tonto da maces, A Equagio 14-12 forece urna taneira de se media maeea incl dle um astronauta cm um ambiente “sem gravidade” | PROBLEMA PRATICO 14-1 | Um corpo spss uma mola quem uma constants do forg = 400m ()Detn- mine a froqdacia eo periodo do movimento do corpe quando ele ¢ deslocado do expili- brio ¢ largado.(b) Repita a Parte (2), agora com um corpo de 1.6 kg preso 8 mela, em vez <0 corpo de O80 hg, Dice: Ren prineio 9 Exemplo Td ESTRATEGIA PARA SOLUCAO DE PROBLEMAS Resolvendo Problemas de Movimento Harménico Simples SITUAGAO Fscotha a origem do eixo + na posicao de equilibri. Para uma mola, escolha a orientagao +x do forma que x seja positive quando a mola es- 15 distendida. Oscilacoes 467 a Veja ‘© Tutorial Matematico para mais informacdes sobre Trigonometria iy) THIN ori (astronauts Alan L Bean mede sua massa corporal durante 2 seguncls miss do ‘Shyab, seman em um assento preso 3 ‘uma mola eosclando para frentee para tris. A massa tot de astronasta mais sesento est relacionada 8 freqaéncia de ‘ibragto pla Equa 14-12-(NASA) ass | caniruco 1 SOLUGAO Nao use as equacces cinemticas para aceleracdo constant. Voce dleve usar as equagdes desenvolvidas para o movimento harménico simples. CHECAGEM Certifique-se de que sua calculadora esti no modo apropriado e seus argumentos, (greus ou radianos) ao calcular fungdes trigonometricas Surfando ‘Voce esté sentado na prancha de surfe, que sobe e desce ao utuar sobre algumas endas, © dlesocamento vertical da prancha y & dado por y= Cameo tors 2) (Determine a ample, fina angular, constants de ae raquo periado Ao mocimento. (Onde estas prancha emt = 10s?) Determine a elacidae ea clr {o, come funcies do temp.) Determine os vals iad os, da valoda © da aeeteraio da prancha Sc1UAGRO he genet i rin cit sepa Suantconentone sag y= oanvedst1+2) nti nn mpi pana Sachsen so1ucko taf SE a cqsly Aint Pitman diva. sS0antn( Asis) daue \s 4 -[iaa] » [soma] = [Fre] Ate pes drab apse O20 soe a = [OOH 1 =e = (013501 = 10spnra deteminara pogo da praca acima donvel médio y= (12 myeo{(os0eag'y409) +=] = [Dem om ma 7 ‘ wid (© Avcocitatecaoeceresto sto bide ervandoeaponxtocm relatos, =“ = 44 cont + 8)] = ~wA sao! +8) '20 tempo: and = (050 oa/,2 mjsen (0.50 rad/s) += =| -(0s0 aysjen(s0eag/91 +=] "= A wAsenlat +) =~ Aconet +8) ~(0 3024/9432 me O80 a4/91 + 2] ~] -1020aysyesfos0 cade + ay Faga! = 0 paradeteminary 6634 y= C2mesE= 10 = [im Sy ~ (060 m/s)sen = = [“O30m/5 ay = “(0.30 m/s)eos% = [=a26 me orsitesees | 469 CHECAGEM Podemos checar a plausibilidade dos resultados da Parte (i) usando o, (Equacio 14-7) em ~ 0,comy = 1,04 m ew ~ 0,30 rad/s Substtuindo na Equagéo +7, ob- “ur yy = ~(050 1a4/s7(1,04 m) = ~0,26 m/s',0 mesmo que oterceiro resultado [A Figura 14-3 mostra duas massas idénticas preses a mo= las idénticase colocadas sobre ama superficie horizontal sam W)eee arito, A mola presa a0 corpo 2 esté distendida de 10.em e a We ‘ vy ‘mola presa aocorpo 1 esta distendida de 5cm.Se elas siolibe- radas 20 mesmo tempo, qual dos dois corpos chega primeito 8 posigio de equilibrio? De acordo com a Equacio 14-2, 0 perfodo depende apenas Equitiie <= de fe de m,e nao da amplitude. Como kent s80 os mesmos = Lf ppara os dois sistemas, os periocios S40 iguais. Assim, os corpos —*inem Atingem a posigao de equilibrio ao mesmo tempo. O segundo corpo percorte o debro da distincia para chegar a0 ponte de IGUMA 14-3, Dois sistemas masce-mola idéicos equilibrio, mas ele também terd o dobro da velocidade, em cada instante. A Figura 14-4 mostra um esboco das funcoes ‘posigio dos dois corpos, Este esboso ilustra uma importante propriedade geral do movimento harménico simples: A freqiéncia (e, portanto, também o periodo) do movi- ‘mento harmonica simples ¢ independente da amplitude. CO fato de a freqiiéncia no movimento harménico simples ser independente da amplitude leva a importantes consequiéncias, ‘em muitos campos. Em misica, por exemplo, ele significa que ‘quando uma nota étocacla no piano, a altura (que corresponde A freqiiéncia) no depende da intensidade com que 2 nota & tocada (que corresponcle a amplitude." Se variagdes de ampli tude produzissem um grande efeito sobre a freqténcia, entio ‘0s instrumentos musicals nao seriam de utilidade. URA 14-4 Grificos de rr para or sistemas da Figura SAS. Aibosstngon sus posites de ols so tte tro. Oscilando Um corpo oscila com uma freqéacia angular w = 80 rad/s. Em {= 0,0 corpo esté em 3 = 40cm com una velocidade nical ¢, ~ ~25.can/s.e) Determine a amplitude ea constante de fase do movimento. (6) Escreva x come fungdo do ternpo. 'SITUAGAO A posicio ea velcidadeiniciis nos de duasequagtes que res permitem de- terminar a amplitude A ea constane de fase 6. ‘soLucAo G@) 1. Aposicioea velocidade iniclalsestao eacionadascoma amplitudeeacons- = Acesiot +8) © tante de fase. posigdo é dada pela Equacio 14-4. Avelocidede € determinada = derivando-se a posi em selagao ao tempo: 8, Fm a senfat +) 2. Emi-= 0. posigio ea velocidade sie: y= Acos © my, > ~wAsend 3, Divida esas equagies para eliminar A: 7 Rasmus isirmenion mas xt ve opened ei com apie Ain pte ‘dete a or ewempl. uo eesaanesteharmaenorpies as sun ara depen levee eee de ‘Sor tects soe rcorsie por at mune ables 470 | carituto v4 4. Atribuindo-se os valores numéricos, eos; =2em/s__ | Badnanen) ‘ %___40em 5. Aamplitude pode rer determinada usando-setanto 3 equagiopara x,quanto A ~ [rea] iglane wanes ai wuss” Bis) (6) Uma comparagio com a Equagio 14-4 nos leva a x= [Bt emeosll605 0 + 0681 CHECAGEM Para verse vresultado da Pate (t) (x ~ 6,1 em) cox{(30s-"} + 0,66))éplaustve, fazemos igual a zero e verficamosse x = 40cm. Isto ¢,x = (,L em) cos) + 0,56] = 40 em. Assim, o resultado da Parte (b)¢ plausivel. Se aconstante de fase § €0, os Equagies M-4, 145.146 se tornam an Acosut Wie oA sen ut 14-135 a, = “oF A cos wt Ase Estas fungSes sio plotadas na Figura 145, Flauna + come fungee do tempo f para 1 = O.Eme=0,edeslocamentoe maximo, velocidadeezeroeaaceleragio 4, ¢ negativa eiguala oA, A velocidade ¢ negativa enquantoo corpo Se move de volta sua posto de equilbrio. Apos um quarto de perio (7/4) ocr esté em equilerio, x~ 0,0, = 0a velecidade tom sea ‘valor minime dew Em = T/2, 0 eslecamento A, veloidade rnovamente zee a sccleraqloé 407d. Emé = 31/1,x—0,4,~ Det, = a) Um Bloco em uma Mola Tente Vocé Mesmo Um bloco de 2,00 kg esti preso a uma mola, como na Figura 14-1. A constante de forca da ‘mola € = 196 N/m, O bloco ¢ afastada 5,00 cin de sua poskao de equilbro e iberado em £0. (a) Determine a freqincia angular w, a freqléncla fe 0 periodo T.(b) Excreva x como fangao dovempo. SITUAGAO Para a Parte (a), use as Equactes 14 8¢ 1412. Para.a Parte use a Fquagio 144. ‘soLucho Cobra. oluna da delta etente porstsé antes de otha as respons. Pass Rept (0). Caeslew dew = (TF. o -[ponnals 2. snared para dateinee fe. p- [se] + - Dee 3. Dalermine Ao das codigos nis. An Som §=000 (2 Bacveva i) wean ses revlon parm A, +-[Emarmione a Oscilacses CHECAGEM 0 bioco foi largado do repouso, logo esperamos que a velocidade em # = 0 seja zero. Para verficar quo nosso resultado da Parte (#)¢ corto, derivamos a expressiio 1x = (500 em) cos{(9,90 st] ecalculamos o resultado em {= 0, Isto, (0) = dx/at = ~(495 ‘em/2) son| (090 5"}!). Para # = 0, ito vale 2(0) = ~(4,95 m/s) sen), como esperado. Rapidez © Aceleragao de um Corpo em uma Mola an Sela um corpo em uma mola, cam a posica0 dada po 0 cm) c0s.905"').(#) Qual 6a rapidez maxima do corpo? (#) Quando, depois de = 0, esta rapidez maxima ocorre pela pr- ‘moira ve7? (c) Qual 6a aceleracio maxima do corpo? (é) Quando, depais det = 0, ocorre pela primeira vez uma aceleraca0 de magnitude méxima? SITUAGAO Como corpo € largaco do repouso, = 0, ¢a pesigan, a velocidade ea aceera- ‘0 sho dacias pelas Equacces 14-137, Bec ‘SOLUCAO G1. Akguagie 14-134, com 5 = 0, fornecea posicio. A vlecidade éobtida x= AcDs at leriwando-se a posigao em relaca0 20 tempo: ds logo ~wAsnat 2. Arapider minima ocorre quando fen ull = 1 = olsen at Logo Pay A ~ (8,90 rad/3)(500 em) - [Bias ()1. sen ail = 1 ocorre pela primeira vex quando wt = 1/2: 2. Resolva para t quando o! = =/2: (61. Determinomos a accleragio derivando a velocidad, obtida no passe 1 dda Parte (@) 2. Aaceleragio mixima correspond a cos ot = —1: Pian Ta () A magnitude da aceleragao € mdxima quando cos utl = 1,0 que ocorre quando @t = 0, ¥, 25, CHECAGEM speramos que|e|atinjao primelro maximo, apés t = 0, quando x atingir sea primero minimo,e esperamos que x atinja seu prlmeizo méximo um meio clo apts Ube Tagio do corpo. Isto €,esperamos i maximo quando = +T. onde T 60 periode. O perfodoe 4 fregiiincia angular estdo relacionados por o = 2af= 22/T (Equacdo 14-11). Substtuindo © or 2a/T em nosso resultado da Pane (a), a/Qn/T) = +1, como esperado. MOVIMENTO HARMONICO SIMPLES E MOVIMENTO CIRCULAR Existe uma relag3o entre o movimento harménico simples e 9 movimento circular de rapidez.constante. Imagine uma particula se movendo com rapiciez constante vem um circulo de raio A (Figura 14-62). Seu deslocamento angular em relagao & orientacao +x € dada por On atts wad ‘onde 8 é 0 deslocamento angular no tempo t = 0ew = v/A 6a rapidez angular da particula. A componente x da posigao da particula (Figura 14-6b) x= Acos = Acos(ut +8) {que é a mesma Equagao 14-4 para o movimento harménico simples, 47a | carituto 14 ‘Quando uma partcula se move com rapidez constante em um circulo, sua projegio scbre um diietro do crculo descreve um movimento harménico simples (vejaa Figura 14-6) A rapider de uma particula que se move em um efrculo & re, onde r 6.0 raio. Para a particula da Figura 14-b, r = A, logo sua rapide € Av. A projecio do vetor veloci= dade sobre 0 eixox & 0, = ~v sen 8, Substituindo ve A, temos, 2, —Ds0n0 = —wA senlat + 3) ‘que éa mesma Equagio 14-5 para © movimento harménico simples. A relagdo entre ‘o movimento circular eo movimento harmdnico simples é mostiada de forma muito bonita pela tritha de bolhas produzida por uma hélice de barco, ‘Quando um corpo em uma mela executa um movimento harmdnice simples, a ener- ‘gia potencial ea energia cinética do sistema variam com o tempo. Sua soma, aenergia ‘mecanica total E = K + U, € constante. Seja um corpo distante x do equilibrio, sob a agio de uma forca restauradora kr. A energia potencial do sistema 6 Us tee Esta 6a Equacio7-4. Para o movimento harménico simples, x= A cos(at +). Subs- tituindo, fica U = 1kA costa + 8) a5 ENERGIA POTENCIAL NO MOVIMENTO HARMONICO SIMPLES. ‘A energla cinética do sistema & ‘onde nr éa massa do compo e v€ sua rapicez. Para o movimento harménico simples, 2, = “oA sen (ot + 6), Substituindo, fea K = Lut a? sentet + 8) Entao, usando w* = k/m, Ska sen'(ot + 6) 1416 ENERGIA CINETICA NO MOVIMENTO HARMONICO SIMPLES ‘Acnergia mecénica total E 6a soma das energjas potencial cinétie: B= U+K= {kA costal +8) + 4k A sertet + 6) kAcos'(ut + 8) + serXot + 6)] Como sen'(at +8) + cosi(ut + 8) = 1, EmU+K= heat M7 NERGIA MECANICA TOTAL NO MOVIMENTO HARMONICO SIMPLES Esta equagio revela uma importante propriedade goral do movimento harménico simples: A energia meciinica total no movimente harménico simples é proporcional a0 quadrado da amplitude. Para um corpo em seu deslocamento maximo, a energia total 6 toda ela energia pote= cial. Amediga quo corpose move pata sta posk lode equiliiro, a energia cineca FIQURA 14-6 Uma partici semove | er uma tree ceular com rapide constant. a) Acomponente x da posse a poricula desreve um movimento | harmonic simples, ¢() acompenentex da. | velocdade da parila 4 velocidade do ‘um mewimento harmenice simples. 474 | cariruto 14 y= tn(22)' = tent ( 22 Javon Le ta(22)' #=4o0t0(22)ianin 3, Suibstitua os valores dados para determinar E = 237x107) = [245107 eae 7 Tike 7 26mm/9~ [IS mvs (0) Paraencontrar ty. fase a enengiacindtictguel&energia total Jom, = E ce resolva para o” logo», (0.1. Aconservagio da energa elaciona a poscho x com ari pider 2. Suhstitua 0 = 49,2, ¢ resclva para 1, E corweniente on ide) + Yee} = e+ fey contrat xem termos de Ee, depois escrever E= KA? Joey Mend =e |= I ‘pra abter uma expresso de rem temas de A: ie Agee CCHEGAGEM Como esperado,o resultado do passo2 da Parte (c) tem dois valores. um coma ‘mola distendida,o outrocom a mola camprimida. Tambem, esperamos que eses valores sjam, Sguats, a menos do sinal. Alem disso, 0 resultado postive é menor do que 40cm (aamplitade vale 40cm), coma se dove espera. PROBLEMA PRATICO 14-2 Calculowpara este evemploe determine v,.a pari de yu. ~ A, PROBLEMA PRATICO 14-3 Umcorpo de 2,00 kgcle mass sti presoa uma mel que em uma constante de forge igual a 400N/m. O corpo se move a25,dem/s quando passa pela posi ‘ equilibrio, ) Qual € a cnergia total do corpo? (#) Qual é amplitude do movimento? *MOVIMENTO GERAL PROXIMO DO EQUILIBRIO U])\,—Pardbolaqueseaproxima de U ‘Omovimento harmdnico simples oorretipicamente quando uma par- Resist ae ticula éligeiramente deslocada de sua posicio de equilbrio estivel. A Figura 14-96 um gréfico da energia potencial LI como fungaode x para ‘uma forga que tem uma posicSo de equilbrioestavel e uma posicao de cequilibcioinstével. Comodiseutido no Capitulo 7,0 maximo de ppotencial em x; na Figura 149, corresponde a um equilibro instével, enquantoo minimoem x, corespondea um equilforioestivel. Muitas ccurvas suaves, com um minimo como oda Figura 14-9, podem serbem aproximadas, proximo ao minimo, por uma parabola. Acurva tracjada nesta figura é uma curva parabolica que coincide aproximadamente ‘com U préximo do ponio de equilibrio. Aequacio eral para uma pa- ribola que tem tum minimo no ponto x, pode ser escrita como ede hensp 11g P@URA i400 Grificode U wees para uma ova qu H soul ma pongo eel stele ua psig ‘onde A e Bsio constantes. A constante A Go valorde Uno pontode Yeequltrisinativd fa) ‘euilibrio x = x. forge se relacone com a curva de energia poten Fanciers Gal através de F, = ~dU/ds. Entao, Uy) poi au po He -ane- 5) Se fazemos 2B = k, esta equasio se reduza Mae n--B--tw-s) 1420 De acordo com a Equasio 14-20 a orga 6 proporcional ao deslocamento doequiiprio © orientada no sentido opost, de forma que o movimento &harmdnico simples. A Figura 14-9 mostra um gréfico da fungao energia potencial, U(x), para um sistema com uma posigao de equilfori estavel em = x. Figura 14-10 mostra uma fungio. a energa potencial que om uma poskio de equilbriaestivelem r= 0, Osistema, TlQUGA ta-10 Grice Unmr pamesta Fungo, 6 uma pequena parca oecllando para font w paratrésmofunda Peta Peas paula cela {ie tim recipient eaférico sem atito. oa eo Oscilagses 475 CORPO EM MOLA VERTICAL (Quando um corpo ¢ pendurado em uma mola vertical existe uma forga mg, para baixo, além da forga da mola (Figura 14-11). Sees ccolhemaso sentido de y positivo para balxo, entaoa forsa da mola sobre 0 corpo é—ky, ondey é a distens’o da mola. A forga resul- tante sobre 0 corpo é, entio, EF = ky + mg 421 Podemos simplificar esta equacto mudando para uma nova va ridvel y' = y ~ Yo onde y, = mg/ké 0 quanto a mola é distendida quancio o corpo esté em equilibrio. Substituindo y por y’ + Yu fica BF, = ky’ ty) + mg Mas ky, ~ mg, de modo que Posigto de equitiorio a peer one eee Sa paras _ ale Basia a Sa es [emo Py / dt? = dy /dB, de modo que eee eo Fama sa ene nty = mote ‘movimento de una mazes em uana mola vertical égrondemente # ay lees ioe nese casnal gon Rearranjando, ee = at ky eo pact omen que aguas 102, imo lamne sey tear NE ae Aconot +8) onde w = (Kn. ‘Assim, 0 efeito da fora gravitacional mig € meramente o de deslocar a posicao de equilforio de y = 0 para y’ = 0. Quando o cozpo é deslocado dey’ de sua posigho de equilbrio, a forga resultante & ~hy’. O corpo ecila em tome desta posighe de equillbrio com uma freqiéncia angular w = J/i7n, « mesma freqdencia angular de um corpo em uma mola horizontal. Uma forga & conservativa so o trabalho que ola realiza ¢ independiente do cami- ho. Tanto 6 forga da mola quento a forge da grevidade sio conservativas, € a so- rma destas forgas (Equagdes 14-21 e 14-22) também é conservativa. A funcao energia potencial 1 associada a'soma destasforgas 60 negativo do trabalho realizado mais tama constante arbitra. Isto 6, u==[-wray =o + onda contanedeinegrigto U6 valor det na posgto de equi (0). Assim, U=hy?+u, 1423 476 | carituto +4 Molas de Papel Rico em Contexto ‘oe esta ensinando suas sobrinhas a fazer molas de papel para a decoracio de festas. Uma das sobrinhas faz uma mola de papel. A mola € cistendia de Sem e tom suspensa apenas ‘uma folha colorida de papel. Voce deseja que as decoraghos oscilem a aproximadamente 1 ‘clo/s. Quanta folhas colors de papel devem ser usadas nessa mola decorativa para que ‘oscllagdo sea de 1,0 ciclo/s? SITUAGAO A frequénca depende da tazao ene constant defor a massa suspensa (Equagdo 4-12) mas oot no conor nenhun des dts. No enfant, ae de Hooke (Equaedo 11-1 pode ser usada para se determina a razdo desejoda, a partir dos dades inormaces SOLUGAO iF I face fegdncin cm emesda orate deforakeda mana M Equa f= So 1 [E gho 14-12}, onde M éa massa de N folhas. Precisamos determinar N: eae kaka amecear y= sveinansamcimmnaaenntieee, sig tage suspen: mh 3. A massa de N folhes gual a N vezes a massa de una dic flhe 4. Usando os resultados dos passos2¢ 3, resolva para k/M: ‘ 1 1 fe 5, Substitua 0 resultado do passo 4 no resultado do passo 1 ¢ explicit -svaruvee Sub tade do passe 4 no sesultado do passo 1 ¢ expicte Ns fran a ne 8 98 myst eso N= Bey seo Tin0.550a5 ~ 97 [Bee necessaris Ws fothas CHECAGEM Trés ou mais folhasce papel decorative parece plausivel.Cingientacucemfo- OO thas provavelmente destririam uma mola de pap. INDO ALEM Note que ndo procisamos ublizaro valor de mou dok neste exemplo, pore a froqiéncia doponde da razdo 4/7, que ¢ igual ag/y- Além diss, desprezamos a massa da propria mola. Fsta massa provavelmente nio@ desprezivel, em comparacio cam a massa de algunas folhas de papel decorativa de modo que nosso resultado co passa 5 € apenas apeo- vamade. PROBLEMA PRATICO 14-4 De quanto ¢ distendica a mola de papel quando ts folhas de papel decorativo so suspensas nea, ficanco em equilbrio? Uma Bolinha sobre um Bloco LUmbloco, pres firmomante a uma mola, oscilavetialments com ma fregidnsia de 4,00 Hz ‘cuuma amplitude de7,00 em. Uma belinha écolocada em cima do bloc osclante acim que ole ‘hoga a0 ponto mais iso. Suponha que a massa ca bolinha sea tho pequena que eu efits sobro10 movimento do bloc sea dosprezivel. Para qual deslocamente, a partir da posigio de ‘quilori, a balinha perde contato.com 0 bioca? SITUAGAO As forcas sobre a boli sto seu peso mg, para bisa, ea forsa normal, para ci- ma, exereca pelo blaco. A magnitude desta fora normal varia com a acsloragto. Enguanto bleco Se move para cima, « partir do epultio, sa aceleacio ea acceracao da bolinka apon- ‘am puna fxg e aumentam de magnitude. Quande a accleragao chegat a, parabsalxo,aforea normal sea zero. Se a aceleracao do bloco, para bait se tomnar igetramente maior abolinha bandana Bloc, SOLUGAO 1. Foca um ecb do sstema (Figur 14-12), Incas um eno coordenado y com a origeri nt panko deere econo selido postvo para bax e » 2, Procurmosovalordey quando aceleragho€ pare baixe. 4, ~~ay Use Equagho 147 ae riguma 14.12 3. Substitua w por 2xfeexplicite y: satis r(t00 Ha = Oscitacces | 477 ~0155 m = [=issen CHECAGEM Abolinha abandina o bloco quando y é negativo,o que ocorre quando ela est acima da posigio de equilibrio, que « orientegdo escolhida coino positiva & para baino. Isto fra de se esperar O PENDULO SIMPLES Um péndulo simples conssteem um fio de comprimento Lpreso a um peso de mas- sa Quando 0 peso ¢ largado de um Angulo incial com a vertical, ele balan pata li e para ci, com um perfodo T. As unidades de comprimento, massa ¢ 30 mm kg.em/st, respectivamente. Se dividiemes L por s,s metros cancelam eficatnos Goin a aaleda ie agitate tea raged a oore Ua ome Cacao Sh franula do periodo contivesse a masse, enldo a unidade kg deveria ser cancelada por alguma Gutra randeza, Mas nagexiste combinagiode Le g que cancele unida- Aes de massa, Entho,o periodo nio pode dependes da massa do corpo pendurado a0 i, Como o angulo inial 4, Gadimensioral, nko podemos dizer se ele ¢, ou no um faor do petiodo. Veremos, segult, que, pata d, pequeno, 0 periodo € dado port =27/U/s ’As forces sobre o corpo pendurado sto seu peso mg ea tensto do fo F (Figura 1413). A um Angulo 6 com a vertical, peso tem companentes mg cos @, a0 Tongo do fio, eng son 6, tangente a0 arco circular e apentando no sentido da diminuigho de . Usando componentes tangenciais, a segunda lei de Newton (ZF, ~ ria) é es- crita como gt ming sen = mS 424 onde © comprimento de arco s se relaciona com o angulo ¢ através des = Lé. Deri- vando duas vezes 0s dois lados des = Ld, temos #5 fo ae ae Substituindo ds /dé, na Equagio 14-24, por Li? /a# ¢ rearranjando, fica 14.25 Note que a massa m nio aparece na Equagio 14-25 — 0 movimento de um pér- dulo ndo depende desua massa. Para d pequeno,sen d= de oat 14.26 CHECAGEM Cotesia Devemos esperar que 0 period de um péndulo simples dependa de sue messa nt ede seu compri- ‘mento I, da aceleragao da gra- vidade g e do angulo inicial dy. Encontre uma combinacdo sim- piles de algumas ou de todas es- tas grandezas que tenha as di- mensies comretas do periodio. ‘Um péndlo de Foucault, na universidade smericena de Louisville Em 1851, Leon Foucault susperscu um péndilo de 67 m Ade comprimento do teto do Pantcon em Paris. Devide & rotagS0 da Terra om torno Ae seu eico, Panteon grace torno do péndulo, (Seo Pantecn estivease no polo forte ele compara urna woltaa.cada 24 hhorat) Avbeorvasio do prédio girando lem toma.do piann.do pendula spiro 2 Imaginagao do mundo. " ! ‘A Equacio 14-26 tem a mesma forma que 2 EquagSo 14-2 para um corpo em G \ tama mola. Entéo, o movimento de um péndulo se eproxime do movimento ! peseb reine espa emerge dare | \ TA Repinelb 1406 pa ser Secria coe, ' £6. 036, ondeat=£ a7 ' \ a be L ' O pericdo do movimento & entéo, ! 1 an . so Lee rat ara pequenas oscil wae “Sse. oy “2 (para peg 6s) 4 t PER/ODO DE UM PENDULO SIMPLES ‘ A soluio da Equagdo 14-27 & 6 = d,cos(e! +8) Frouna va-13 Forgessobre a masse onde #, 60 deslocamento angular maximo. eum péndulo 47a | cariruco v4 De acordo com a Equagio 14-28, quanto maior o comprimento do péndulo, maior serio periodo, o que & consistente coma observacio experimental. O perfode e tam- bbém, portanto, a freqiiéncia sfo independentes da amplitude de oscilacdo (desde que amplitude sea pequena), Esta afirmativa 6 uma caracteristica geral do movimento ‘harménico simples PROBLEMA PRATICO 14.5, Determine o pericdo de um pérdulo simples de 1,00 de comprimento que executa peque- has oscilacbes. A aceloragio da gravidade pode ser medida usando-se um péndulo simples des- crevenclo pequenas oscilagdes, Precisamos, apenas, medi 0 comprimento Le 0 pe- riodo T do péadulo,¢, usando a Equasdo 14-28, resolver para g. (Para medis T, usu- almente medimos o tempo de n oscilagdes e depois dividimos por, ogue mininmiza erros de medida.) UIs Cronometrando uma Descida Conceitual Line Bruno devem medi, em uma experiéncia de cinemética,o tempo que leva para que um dealizador largado do repouso percorta varias distincas diferentes, oo descer um trilho dear inclinado que tem um comprimento de 20 m. (Vax tilho de ar €virtualmente um tilho sem atrito) Ble inclinam otrilho colocando um caderno de 20 em de espessura sob uma de suas extremicades. Eesliberem o deslizador do meio do tie e verificam que tempo pare que cleacelere ao longo de metade do comprimenio do trilho 648s. Depos,eleslargam o desl zar lor da parte mais alta do tal e verfcam que o temo que ele eva para acelerar aolongo de texioo comprimento do trlho £48 s—o mesmo tempo que ele levou acelerando aolongo de _metadedo trilho. Argumentando que os tempos para as dua distincias ndo podem ser iguais, cles repetem as duas medias, ras oblém os mesmies resultados. Confusos, eles pedem una ‘explcasio ao professor. Vee’ pode persar em uma explicagio plausivel? [SITUAGAO Soo trilho for perfeitamonte rot, aacceragho sera mesma em todos os pontos de sua etenséo, eo tempo para o deslizadoracclerar 20 Jenga de todo cemprimente do tilho, | parts do repouso, sera maioe do que o tempo para cle acelerar apenas ao longo de metade do trilho, No entanto so trilho se erquesr,apresentando uma poquena depressio, endo a {aceleragdo seré maior no ponto mais alto do trilho, onde a iclinagdo seré mais acentuada. O {que prevG.a suposigio do trilho arqueado? ‘SOLUGAO 1. Suponha que. tilho tonha uma love dopressio, deforma a formarumarco Seo trlho se curva como suposte, ention destizador se ‘ercular com o centro de curvatura direlamente acima de sua extremidade movericomoo peso de um péndulo simples decompr- interior: monto = 8 onde R60 rato decurvatars do trio, 2. O periodo T de um péndulo 6indepenconte da amplitude, para pequenas Os tempos medides por Lia e Bruno equivalem a j do amplitudes: periodo T do pondule, dado pola Equacao 14.28 Como 6 period de tim péndilo sndependonteda amplitide (para pequenas amplitudes), expera-se que es tempos ‘medicos por Ha @ Brano sejam igus ‘CHECAGEM Amplitude do péndulo ¢ sufcientemente pequena, quando odeslizador larga~ dodaextremidade maisaltadotrilho? Sim, seri se R formu maior do que 20 m. AEquacto 14-28 nos diz que o comprimento do pénduloé dado por L = ¢T"/(4r"),Asubsituige de T por 45483) eve aR = L ~ $2, jusificand a suposicao de que as amplitudes so pequenas. Péndulo em um referencial acelerado \ Figara 14-1aa mostra um pindiso sim- ples suspenso de um teto de um vagio que tem uma aceleragso a, em relagto 30 chio, para a direita, com @ sendo a aceleragio do peso em relacio ocho. Aplicando 1 segunda lei de Neveton ao peso, temos EP = T+ mg =n 14.29 ‘Seo peso permanece em repouso em relacao 20 vagao, eniao d=, & ZF, = T gen 9, = may ZF, = T cos, — mg =0 osciiagors | 479 GFIFFTSFTSOCOGRGRS, FHF TIT TS SUC CU ® ® FlaURA 14-44 (@)Péndul simplen ‘onde 0, €0 Angulo de equilibrio. Logo, @ € dado por tan, = ay/¢.Seo pesose move eerie aparente em um vagho fem telagio ao vagio, entao d= d ~ d,, onde a’ 6 aceleracao do peso em relagaoao $shtado. As forcas so ae que slo vista ‘vagiio. Substituindo a na Equagio 14-29, temos ‘Diawoneic casita do erect acelerado, Acresontar 8 pscudoferga I, €omesmo que substtuir i dos dois lades desta equacdo ¢ rearranjando, pod. 3B = T+ ng = ma +a) Subtraindo: B+ ng = ma" onde g’ ~ § ~a.Assim, substituindo g por f’ed pora’ na Equagio 14-29, podemos resolver o movimento do peso em relacdo ao vagdo. Os vetores T e mg’ sd0 mostra dos na Figura 14-14b. Se o fio se rompe fazendo.com que T = 0, entio nossa equacio fomece a’ ~ g', oque significa que g a aceleracéo de queda livre no referencial do ‘vagao. Se o peso for levemente deslocado do equilfbrio, ele oscilaré com umn pesiodo T dado pela Equagio 14-28 com g substituido por g’ PROBLEMA PRATICO 18-6 108 J} Ui peso simples, de',00 mide comptiment, et em wm vekcuo que || posta clea honzontal a= 30 n/s-Dtemine eo perodo 15 j 108 Oscilegées de grande amplitude Quandoa amplituse das oscilacdes 1/7, ddeum péndulo se torna grande, seu movimento conta sendo perio= M3 ico, mas nfomasharménicosimples, Para uma amplitude angular yg pode se mostrar que 0 periodo & dado por 101 au ayan r= nt + peers, + (2) setts +~] re Betas Z zt ecu a_i PERIODO DE OSCILACOES DE GRANDES AMPLITUDES Ample dy ad HounA Wnts Nina eave me onde Ty = 217g € 0 periodo para amplituces muito pequenas. A Fi- (eecal viam de 1 i Eov uma ai devalones de 6 gra 14-15 mostra T/T, em fungio da amplituce eas DB ad at? period vara cas de por cesta. Um Relégio de Péndulo Tente Vocé Mesmo Um roldgio de pinduio simples esti ajustado para dar a hora corta com uma amplitude $y = 100°, Quandoa.amplitude ciminui para valores muito pequence, arelégio adiants ou atrasa? De quanto 0 reldgio adiantars ou atrasari om im dia, sea amplitude permanccor mute poquena? SITUAGAO Para calcula o porfodo quando a amplitude angular 610 rtenba apenas opr meio trmo de corregio da Equagio 1430. lato, use 1 owe rer[t+ heats] Esta equagdo nos di ume precisto suficlente, porque 10° ¢ uma amplitude razoavelmente pe- «quena. A amplitude do péndulo diminui lentarnente em razao do arraste do ar. 480 | carituLo 14 SoLucAO (Cubra a coluna da drcita¢tente pors s6 antes de olhar as respostas Passos Respostas 11, Usea Bqungio 14-30 para detorminar co, maior oumenorde que T. _Tdiminui quando ¢h diminsi loge [orlogioadiant 2, Use a Equnsio 14-30 para detorminar a variasio percentual [(T--T)/T] 0.190% 100%, para = 10°, Use apenas o primeit terme de corres, 3. Determine omimero de minutos om um di. HS 1440 minutos eo um dia 4. Combine os pessos 23 pare determinar avariasSo no mimersdeminates Oadisntamente é de Amv enum dia. CHECAGEM Oprimsio temo de corre da Equasio 1450 € jen(0,0%72) = 1,90 ¥ 10°, loge T = 1001307, ¢ (T ~ T,)/T = (001907, ~T,)/101907, = 0.00190. Este valor concorda com resultado do passo2" INDO ALEM Para cvitar este dessjuste, ox mecanismos de raligios de pindulo so projlacos ‘para mantorom a amplitude rigorosamente constante. *O PENDULO DE TORCAO ‘Um sistema que realiza oscilagdesrotactonais, em uma variante do movimento har- _mdnico simples, ¢ chamaco de pendulo de tor;io. A Figura 14-l6mostra um pendiulo de torgio, consistindo em um disco macico suspenso por um fio de ago. Se 0 deslo- ‘camento angular do disco, a parti da posigio de equilibrio, € , entao o fio exerce sobreo disco um torque restaurador linear + dado por r= Kb 1431 ‘onde x é a constante de torca0 do fio. Substituinda + por ~x¢ na equacao) (Gegunda lei de Newton para © movimento de rotace), fica Ie =nb= la ‘onde a aceleragdo angular a = d'¢/d:, Substituinde a por @6/d? e rearranjando, fica es ae (© que é idéntico a Equacio 14-2, exceto por lestar no lugar de m, x estar no lugar de ed estar no lugar de x. Assim, a solugdo da Equagio 14-32 pode ser diretamente ‘escrta por substituigdo na Equagao 4-4. Fazendo isto, tem-se = d,cosol +9) 1433 onde w = J/x/I 6a freqdéncia angular — e nfo rapidez angular — do movimento, Operiodo é entio, 1432 1434 PERIODO DE UM PENDULO DE TORGAO *O PENDULO FISICO ‘Um corpo rigido, livre para girarem tomo de um eixo horizontal que nao passa pelo seu centro de massa, i oscilar quando deslocado do equilibio. Tal sistema 6 cha- mado de péndulo fisico. Seja uma figura plana com um eixo de rotagio distante D de seu centro de massa e deslocado do eauilibrio de um angulo ¢ (Figura 14-17).0. torque em relagao ao eixo tem uma magnitude MgD sen 6. Para valores suficiente- _mente pequenos de ¢, podemos simplificar nossa expressao para o torque usando, a aproximagio de angulos pequenos (sen # = ). Assim, para angulos pequenos 9 torque é um torque restaurador linear, dado por T= —MgDe. 1435 MeURA 14-16 Fae pene de forgo corast em um disco macigo sSispenso por um fo de aga, “Todos 0 welégios mecanicns furcionam [orgue o perieco a parte do mecanismo ‘que oxi permanece cantante © periodo ‘dequlque: pesdulo usa se a aryplitede ‘muds. Nontanto, 2 parte do mecaime ‘que controls um selogie de pindulo sontim a ampltide som um calor constants, FIGURA 14-17 Umpindul fico Oseitacoes ast Comparanda isto com 7 = ~Ké (Equacao 14-31) pademos ver que, para pequenos deslocamentos angulares, o péndulo fisico 6 um péndulo de torgio com uma cons- lante de torgdo dada por «= MD Logo, 0 movimento do péndulo & descrito pela Equagio 14-33 com x = MgD. O pe- lode é, portanto, 1 O periodo de um péndlulo fisico depende da distribuicao de massa, mas nao da massa total M.O momento de inércia 1 é proporcional aM, de modo que a razio I/M é independente de M. 1436 PERIODO DE UM PENDULO FiSICO ndes amplitudes, o perfodo € dado pela Equagdo 14-30, com T, dado pel Equacio 14-36, Para um péndulo simples de comprimento L, 0 momento de in Mle D = L. Logo, a Equacio 14-36 da T = 2, MEAMgL) = 2r J/g, 0 mesmo que a Equagao 1428. ‘Num Ritmo Confortavel Rico em Contexto \Voed alega que o ritmo de uma caminhada confortavel pode ser calculado se voe@ usa um ‘modelo de pénclulofisco para cada perna. Sea professor se mostra cticoe pede para voce se justificns Sta alegagho.écorreta? SITUAGAO Um modelo simples para cada perna 60 dowuma barra homogenca articulada em tama das extremidades. Cada pera oscila pata frente para tris uma ve7 a cada dois passos, lo modo queo tempo necessirio para dar 10 passos é ST, onde T & 0 periedo do “péndulo” ‘Quanto tempo levari para vooé dar 10 passos om um ritmo tranqiilo, se sua alegasio ore 1? Use como modelo de perna uma barra homoggnes de 0,90 m de comprimento,aticulada {em torno de um eixo que passa por uma das extremidades. SOLUCAO 1. Desenho urna barra homogénea articulada em ma das estromidades (Figura 14-18); Figo 2. O perfodo de um péndulo fisico € dade por 2m T/MgD (Equacao 14-36). 3. Lemtoeno da extromidade, éencontradona Tabola 5-1 e Dé metade do comprimento da barra: 4. Substitua as exproseges dee de D para determinar Tr: ; . oe 5. Ocomprimeno = 090me0 tempo para pas 57 tor i cone eo eae | 6. [Apter tm masta © pone de ancdasio wd cna deS0onacinado do cotmmpopun| -«RIGURA 44-70 dar 10 pasoos sem pressa € de67 s. A metade superior da perma é mais massiva do que a metade A distneia entre © inferior, logo 0 modelo da pera como uma barra homogenea nao & completamente apropriado. Sede mndoce ‘Alem disso, 0 que € um ritmo confortével é questéo sujeite& interpretagio. Sea CHECAGEM Animals pemnalias, como elefantese girafes, parecem caminhar em un ritmo lento, pesado, e animals de pernas curtas, como camundorigos © alguns insetos, caminhuam tem ritmo rapido, Isto pode ser explicado por este modelo, porque o perfodo de um pendulo longo é maior do.que o de um pendulo curt. inte ‘Uma barra hiomogénea de massa M e comprimento esi livre para gitar em tomo de um ei- xo horizontal que passa, perpendicularmente, a uma distincia x de seu centro. Determine 9 periodo de oscilacdo da barra, para pequencs desiocamentos angulares. 482 | carituio 1 SITUAGAO O perc ¢ dado pela Equacho 1436. centro de massa esti no centto da barra, Togo a distancia do centro de masse a0 eo de rtacdo € (Figura 14-19). momento de ine- {ia de usa barra homogfnea pode ser clculado com oteorema dos eos paaleles = [+ ‘MO* equacan8-13), onde. pode se encontrado na Tabla 1. so.ucéo ‘O periodo & dado pela Equagao T= 27. asst: Figuma 16-194, Gistinca entre o ine de roth eo centro de masses, 2 D=x,c0 momenta de inercia © dado pelo tworema dos eixos pparalslos. O momenta de inéreia ‘em relagio 2 um eixo paralelo que pasea polo centro do masea éen- ‘ontrado na Tabela 9-1: figanz + me) 2 Subnet bss pane T= tf ae aM ME) terminar 7: i ft +2) 2 = CCHECAGEM 7 =quandox—+0, como eperado. (Seo vino de rxagaoda barra [asea pelo sau contro de massa ndoesperaros que a gravidade eerga morgue Festaurador) Tambor, sex = 1/2, cbteros I = 2=,/21/3g, 0 mesmo restitado tencontzado no paste Udo Exemplo 1-10 Aldm dss s0 > L, aenpressSopars 0 periodo se aprexima de T= 2/3/g, que Ga expresso para o periodo dé umn ‘andl simples de comprimento + (EquogSo 1428) INDO ALEM O periodo T versus a distancia x a0 centro de massa, para 9 ‘uma barra de 1,00 m de comprimento, ¢ mostrado na Figura 14-20. PROBLEMA PRATICO 14-7 Mostre quea expressio do passo 3parao per FIGURA 14-20 Grificodo periedo versis iodo da, para x = L/6, o mesmo resultado que para x = L/2. Sstincla do porve de suspense vento mass. apace te que parax= Li Paras 030 pontode swperoo eit clim da cctremidadeda Wr. Ea A Barra Oscilante Revisitada Tente Vocé Mesme Determine o valor de 2; no Exemplo 14-11, para 9 qual 0 period & msnimo. SITUAGAO No valor dex pata o qual 7 miriam, d7/ds soLUGAO ‘Cubra. coluna de diests etente por si a6 antes de olhar as respostas, Passos Respostas 1. Operiodo, dado pelo resultado do Exemplo 14-11, 6T - 25,27, ondeZ ~ (EL + s*)/x Determine a periedo quando x tende a zero e quando x tende a infinit, onde Z Quando x0, 2+, e T+ Quandox—=,Z—+%,eT +>. 2. Operiodo vata infinito quando x tende a 2ero.e quando x lende a infinito, Em algum pon. toda regiéo 0 < x < ~ o periedo tem que ser minimo, Para determinar o minim, calcule ATs, igualo-o a zero eresolva paras.