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Economia do México

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A Economia do México é, atualmente, a 13a


maior do mundo por PIB nominal, bem como a
Economia do México
11a maior por Poder de Compra, e a segunda
economia da América Latina, atrás do Brasil, a
4a economia da América. Porém, se
considerarmos sua Paridade de Poder de
Compra, a economia mexicana torna-se a 3ª.
Depois da independência do México, produtos
como algodão, café, sisal e cana-de-açúcar
destinados ao consumo interno passaram a ser
parte importante da economia mexicana.

Índice Setor industrial na cidade de Monterrey.

História Moeda Peso mexicano


Milagre mexicano Ano fiscal Ano calendário
Antecedentes Blocos OMC, APEC, NAFTA, OCDE, Aliança
comerciais do Pacífico e outras
Agricultura e pecuária
Estatísticas
Pesca e recursos florestais
Bolsa de Bolsa Mexicana de Valores
Mineração valores
Energia PIB $ 1,199 trilhões (2018) (12º lugar)[1]
Indústria Variação do 2% (2017)[2]
Finanças e comércio PIB

Exportações PIB per $ 10,021 (2018)


capita
Turismo PIB por agricultura 3,6%, indústria 36,6%,
Transporte e comunicação setor comércio e serviços 59,8% (2013)
Outras informações Inflação 4,9% (2013)
(IPC)
Referências
População
42,3% (2013)[3]
Notas abaixo da
linha de
pobreza
História Força de 53,6 milhões (2017)
trabalho
total
O crescimento econômico médio anual entre
1876 e 1910 foi de 3,3%. A repressão política, a Desemprego 3,44% (2017)
reeleição repetida de Díaz, e a enorme Principais alimentos e bebidas, tabaco, produtos
desigualdade de renda exacerbada pelo sistema indústrias químicos, mineração, ferro e aço,
petróleo, têxteis, roupas, produção de
de distribuição de terras em grandes carros, bens de consumo duráveis,
propriedades que empregavam milhares de turismo
camponeses em condições precárias foram as Exterior
principais causas que levaram à Revolução Exportações $ 406,5 bilhões (2017)
Mexicana (1910-1917) conflito armado que
Produtos manufaturados, petróleo e derivados,
transformou radicalmente a estrutura política e exportados prata, frutas, verduras e legumes,
a econômica. café, algodão

Durante a década de 1940, a estabilidade Principais Estados Unidos 78% (2011)


parceiros de
política, os recursos naturais e a influência de exportação
capitais americanos, possibilitaram o
Importações $ 417,3 bilhões (2017)
crescimento da economia mexicana, juntamente
com crescimento da população é a intervenção Produtos máquinas industriais, produtos de
estatal no sistema produtivo. Na década de 1960 importados aço, equipamentos agrícolas,
elétricos, autopeças, aviões e peças
são estatizados setores como o do petróleo de aviação
(explorado pela PEMEX, estatal criada em 1938)
e o da energia elétrica. A partir da década de Principais Estados Unidos 49,7%, República
parceiros de Popular da China 14,9%, Japão 4,7%
1970, os maiores componentes das exportações importação (2011), Canadá, Japão, Espanha,
passaram a ser: petróleo, gás natural e seus Brasil
derivados. O crônico déficit comercial do país foi Dívida $ 341 bilhões (2010)[4]
revertido a partir de 1982. externa
bruta
O presidente de la Madrid foi o primeiro a
Finanças públicas
implementar reformas de caráter neoliberais,
seu governo recorreu a desvalorizações, o que Receitas $234,3 bilhões (2010)[4]
resultou em inflação alta, que chegaram a Despesas $ 263,8 bilhões (2010)[4]
159,7% ao ano em 1987. Alguns efeitos das
políticas neoliberales de seu governo foram o Fonte principal: [[5] The World Factbook]

Salvo indicação contrária, os valores estão em US$


aumento do déficit e endividamento crônico.[6]
Durante o governo do presidente Carlos Salinas
de Gortari, 1988 -1994, o gasto fiscal aumentou para níveis recordes, enquanto o peso mexicano foi
sobrevalorizada. O elevado déficit reduziu o fluxo de investimentos e geração de empregos.

Após seis anos de reformas econômicas neoliberais, políticas Consenso Washigton levou à crise
econômica no México, em 1994. Ele foi causado pela falta de reservas internacionais, fazendo com que
a desvalorização do peso mexicano, durante os primeiros dias da presidência de Ernesto Zedillo.[7]

Ao longo da última década o crescimento econômico do México manteve-se abaixo de 1 por cento,
menos de metade da média da região, desde o ano 2000. México teve uma taxa de pobreza de 52,3
por cento em 2012, mantendo-se no mesmo nível registrado em 1994 (52,4 por cento).[8] A balança de
pagamentos ainda é fortemente pressionada pelo serviço da dívida externa, uma das maiores do
mundo.

Milagre mexicano

O Milagre mexicano é um termo utilizado para se referir a uma série de reformas econômicas e
sociais no México, que produziram um sustentável crescimento econômico de 3 a 4% e modestos 3%
de inflação anualmente entre as décadas de 1940 e 1970.
Antecedentes
Este crescimento foi sustentado pelo aumento do compromisso do governo à educação básica para a
população em geral no final de 1920 através da década de 1940. As taxas de inscrição dos jovens do
país triplicou durante este período e, por conseguinte, quando esta geração foi utilizado na década de
1940 sua produção econômica foi mais produtivo. Além disso, o governo promoveu o
desenvolvimento das indústrias de bens de consumo voltados para mercados internos, impondo altas
tarifas protecionistas e outros obstáculos à importação. A quota das importações sujeitas a
licenciamento passou de 28 por cento em 1956 para uma média de mais de 60 por cento durante os
anos 1960 e cerca de 70 por cento em 1970. A indústria foi responsável por 22 por cento da produção
total em 1950, 24 por cento em 1960, 29 por cento em 1970. A quota de produção total resultante da
agricultura e outras atividades primárias diminuiu durante o mesmo período, enquanto serviços
manteve-se constante. O governo promoveu a expansão industrial através de investimento público na
agricultura, energia e infraestrutura de transporte. As cidades cresceram rapidamente durante estes
anos, refletindo a mudança de emprego da agricultura para a indústria e serviços. A população urbana
aumentou a um ritmo elevado depois de 1940 (ver Urban Society, cap. 2). Crescimento da força de
trabalho urbana ultrapassou até mesmo a taxa de crescimento do emprego industrial, com os
trabalhadores excedentários, tendo o pagamento do serviço de empregos de baixa.

Agricultura e pecuária
O México tem uma agricultura extremamente desenvolvida e
diversificada, estando na lista dos 10 maiores produtores
mundiais de vários produtos, muito em parte devido às suas
parcerias comerciais com o resto do mundo. Em 2018 o país
produziu 56,8 milhões de toneladas de cana-de-açúcar (6º maior
produtor do mundo), 27,1 milhões de toneladas de milho (8º
maior produtor do mundo), 4,7 milhões de toneladas de laranja
(4º maior produtor do mundo), 4,5 milhões de toneladas de Milho, o cultivo mais tradicional do
tomate (9º maior produtor do mundo), 4,5 milhão de toneladas México
de sorgo (6º maior produtor do mundo), 3,3 milhões de toneladas
de pimenta chili (2º maior produtor do mundo), 2,5 milhão de toneladas de limão (2º maior produtor
do mundo), 2,2 milhões de toneladas de manga (5º maior produtor do mundo), 2,1 milhões de
toneladas de abacate (maior produtor do mundo), 1,15 milhão de toneladas de coco (6º maior
produtor do mundo) e 1 milhão de toneladas de mamão (3º maior produtor do mundo). Além destes,
o México também produziu em 2018: 2,9 milhões de toneladas de trigo, 2,3 milhões de toneladas de
banana, 1,8 milhão de toneladas de batata, 1,5 milhão de toneladas de cebola, 1,4 milhão de toneladas
de melancia, 1,2 milhão de toneladas de feijão, 1 milhão de toneladas de abacaxi, 1 milhão de
toneladas de cevada, 1 milhão de toneladas de pepino/picles, 983 mil toneladas de óleo de palma,
além de produções menores de outros produtos agrícolas. [9]

De modo geral, o país é o maior produtor mundial de abacate, um dos 5 maiores produtores mundiais
de pimenta, limão, laranja, manga, mamão, morango, toranja, abóbora e aspargos, e um dos 10
maiores produtores mundiais de cana-de-açúcar, milho, sorgo, feijão, tomate, coco, abacaxi, melão e
mirtilo.[10]

Na pecuária, o México foi, em 2018, o 6º maior produtor do mundo de carne bovina (1,9 milhões de
toneladas), o 6º maior produtor do mundo de carne de frango (3,3 milhões de toneladas), o 9º maior
produtor de mel (64,2 mil toneladas), o 13º maior produtor do mundo de leite de vaca (12 bilhões de
litros) e o 15º maior produtor do mundo de carne suína (1,4 milhões de toneladas), entre outros.[11]
A aridez torna improdutiva grande parte do território mexicano, o
restante tem relevo demasiadamente irregular para o
aproveitamento agrícola. As zonas que permitem o cultivo não
ultrapassam 15% do território.

Os cultivos são cana de açúcar, milho, sorgo, trigo, laranja,


tomate, banana, feijão, batata, uva, algodão nas planícies
costeiras do Golfo do México (cana-de-açúcar) e nas terras
temperadas e quentes de Vera Cruz e no sul do país, o café.
Criação bovina no México
Nas cercanias das grandes cidades se desenvolve a produção
leiteira. Segue-se em importância econômica a criação de suínos,
e em menor escala de ovinos.

No final do século XX a agricultura absorvia um terço de mão de obra, mas seu produto bruto era
muito inferior da indústria e dos serviços. Os cultivos irrigados são produzidos em médias e grandes
extensões de terra, nas quais seus donos podem livremente aproveita com tudo quem tem.

Pesca e recursos florestais


"A pesca marítima se desenvolveu na segunda metade do século
XX, com destaque, pelo volume de captura, para os postos da
baixa Califórnia. Quase todas as empresas pesqueiras se
desenvolveram com estes volumes de captura de peixe pois era
necessária mão de obra, de preferência barata. As espécies mais
abundantes são os tunídeos, a sardinha e a anchovinha na costa
da Califórnia, enquanto no golfo da Califórnia, no litoral sul do
pacífico e em algumas zonas do Golfo do México se pescam
México - Agricultura e Pecuária
camarões, em grande parte destinadas a exportação.

Grande parte da cobertura arbórea, sobre tudo no México central, foi desmatada em excesso, com as
sequelas de erosão, perda de solo e deterioração dos micro climas locais. Há extensos bosques de
pinheiros e cedros, entre outras madeiras nas partes altas das cerras Madri, e bosques tropicais, com
abundantes madeiras de lei, em Yúcatan, techauante pecuária e no sudeste do país. As principais
madeiras exploradas são: o pinho e o cedro, porém o México importa pasta para papel, pois a sua
produção é insuficiente."

Mineração
O México é um grande produtor mineral, tendo sido, em 2019, o
maior produtor mundial de prata[12], o 9º maior produtor
mundial de ouro[13], o 8º maior produtor mundial de cobre[14], o
5º maior produtor mundial de chumbo [15], o 6º maior produtor
mundial de zinco[16], o 5º maior produtor mundial de molibdênio
[17], o 3º maior produtor mundial de mercúrio [18], o 5º maior

produtor mundial de bismuto [19], o 13º maior produtor mundial


de manganês [20] e o 23º maior produtor mundial de fosfato. [21]
Mineração no México
Também é o 8º maior produtor mundial de sal.[22] São também
explorados comercialmente: enxofre, minério de ferro, níquel e outros. Entretanto o extrativismo
mineral tem diminuído de importância relativa com o desenvolvimento da indústria e da
agropecuária.

Energia
A produção comercial de petróleo começou em 1901, e em 1988 o
México ocupava o quinto lugar como produtor mundial. As
reservas estimam-se em 54 bilhões de barris.

Em 2020, o país era o 14º maior produtor de petróleo do mundo,


extraindo 1,7 milhão de barris / dia. [23]

Em 2015, o México foi o 21º maior produtor mundial de gás Refinaria da Pemex
natural. [24]

Em 2020, o México era o 14º maior produtor de energia eólica do mundo, com 8,1 GW de potência
instalada, e o 20º maior produtor de energia solar do mundo, com 5,6 GW de potência instalada. [25]

Indústria
O Banco Mundial lista os principais países produtores a cada ano,
com base no valor total da produção. Pela lista de 2019, o México
tinha a 12ª indústria mais valiosa do mundo (US $ 217,8 bilhões),
a maior da América Latina, até mesmo à frente do Brasil, que
havia sido a 13ª neste ano. [26]

A produção industrial mexicana começou a sair da fase artesanal


no fim do século XIX. O desenvolvimento do setor manufatureiro, Sede do Grupo Bimbo, empresa
ocorreu na década de 1940, quando a Segunda Guerra Mundial alimentícia mexicana
impôs uma política de substituição das importações de bens de
consumo.

As indústrias têxteis e alimentícias se seguiram, na segunda metade do século XX, grandes indústrias
químicas, petroquímicas, siderúrgicas, mecânicas e outras dedicadas a fabricação de bens de consumo
duráveis, como automóveis e eletrodomésticos. A excessiva concentração industrial na cidade do
México, em Monterrey e Guadalajara, levaram o governo a criar núcleos de desenvolvimentos em
outras áreas. Durante o ano de 2012, o montante de investimento estrangeiro diminuiu 34,9 por cento
do que registrado no mesmo período de 2011[27]

Aproveitando-se da sua privilegiada prosição geográfica (vizinho dos Estados Unidos e com portos
nos Oceanos Atlântico e Pacífico, podendo realizar facilmente exportações para a Europa, China e
Japão, entre outros) e dos tratados de livre-comércio assinados ao longo do tempo, a indústria
mexicana cresceu exponencialmente. Em 2019, o México foi o 6º maior produtor mundial de veículos,
com quase 4 milhões de veículos produzidos. [28] O país também foi o 15º maior produtor mundial de
aço neste ano.[29][30]. Em 2018, foi o 4º maior produtor do mundo de cerveja (á base de cevada). [31]
Outras indústrias importantes no México são a Cemex, o terceiro maior conglomerado de cimento do
mundo; as indústrias de bebidas, que incluem o Grupo Modelo, e o conglomerado FEMSA, o segundo
maior engarrafador de Coca Cola do mundo; a empresa Gruma maior produtora mundial de farinha
maior engarrafador de Coca-Cola do mundo; a empresa Gruma, maior produtora mundial de farinha
e tortilha, com operações na China; e outros como Bimbo, Telmex e Televisa. A indústria maquiladora
tornou-se o setor industrial mais conhecido do comércio
mexicano. A indústria maquiladora também se beneficiou do
NAFTA, já que o salário real do setor aumentou 15,5% desde
1994, embora o salário real do restante das indústrias não
maquiladoras tenha crescido mais rápido. Os produtos
maquiladores de fronteira podem entrar nos Estados Unidos com
isenção de impostos desde o acordo industrial de 1960. Outros
setores se beneficiaram do livre comércio, e a porcentagem das
exportações de estados não fronteiriços aumentou nos últimos
anos, enquanto a porcentagem das exportações da zona Planta da CEMEX em Monterrey
maquiladora fronteiriça diminuiu.

A indústria eletrônica do México cresceu enormemente nas


últimas duas décadas. O México tem a sexta maior indústria de
eletrônicos do mundo, depois da China, Estados Unidos, Japão,
Coréia do Sul e Taiwan. O México é o segundo maior exportador
de produtos eletrônicos para os Estados Unidos, onde exportou
US $ 71,4 bilhões em produtos eletrônicos em 2011. A indústria
eletrônica mexicana é dominada pela fabricação e design OEM de
televisores, monitores, computadores, telefones celulares, placas
de circuito, semicondutores, aparelhos eletrônicos, equipamentos Computador produzido pela
de comunicação e módulos LCD. A indústria eletrônica mexicana empresa mexicana Meebox
cresceu 20% entre 2010 e 2011, ante sua taxa de crescimento
constante de 17% entre 2003 e 2009. Em 2015, os eletrônicos representam 30% das exportações do
México. O projeto e a fabricação de TVs de plasma de tela plana, LCD e LED foi o maior setor
individual da indústria eletrônica mexicana, representando 25% da receita de exportação de
eletrônicos do México. Em 2009, o México ultrapassou a Coreia do Sul e a China como o maior
fabricante de televisores, com a Sony, Toshiba,  Samsung,  Sharp (por meio da Semex), Zenith, LG,
Lanix, TCL, RCA, Phillips, Elcoteq,Tatung, Panasonic e Vizio fabricando televisores CRT, LCD, LED e
plasma no México. Devido à posição do México como o maior fabricante de televisão, é conhecido
como a capital mundial da televisão na indústria eletrônica. Em 2015, o México era o terceiro maior
fabricante de computadores do mundo com empresas nacionais como Lanix,  Texa, Meebox,  Spaceit,
Kyoto e empresas estrangeiras como Dell , Sony, HP, Acer, Compaq, Samsung e Lenovo  fabricando
vários tipos de computadores em todo o país. A maioria dos computadores fabricados no México são
de empresas estrangeiras. O México é o maior produtor de eletrônicos e eletrodomésticos da América
Latina.[32]

Finanças e comércio
O sistema financeiro mexicano é comandado pelo Banco Central do México, que regula a política
monetária e de financiamento. Funcionam, além disso, numerosas instituições de crédito
especializadas. Em meio a uma crise financeira, foram estatizados os bancos privados, em 1982.
A medida foi suavizada em meados da década, quando se autorizou a propriedade privada de
um terço do capital.

O principal fornecedor do México, e o maior mercado de produtos mexicanos é os Estados Unidos. Há


uma grande dependência econômica dos Estados Unidos apesar das restrições impostas pelo governo
aos investimentos estrangeiros em setores estratégicos e do permanente esforço para manter o país
livre de influências estrangeiras.
Mais de 90% do comércio mexicano está sob acordos de livre
comércio (TLC) com 44 países, incluindo os paises da União
Europeia, Japão, Israel, e grande parte da América Central e
América do Sul. O TLC mais influente é o Acordo Norte-Americano
de Livre Comércio (NAFTA), que foi assinado em 1992 pelos
governos dos Estados Unidos, Canadá e México, e entrou em vigor
em 1994. O país faz parte de uma cooperação chamada SMB (Asia-
Pacific Economic Cooperation), um bloco econômico que tem por
objetivo transformar o Pacífico numa área de livre comércio e que
engloba economias asiáticas, americanas e da Oceania. México
aderiu à OCDE em 1994.

Exportações
A Bolsa Mexicana de Valores no
Paseo de la Reforma, no centro
da Cidade do México.
Em 2020, o México foi o 10º
maior exportador do mundo (US
$ 472 bilhões), 2,5% do total
mundial. Mais de 75% das exportações do país vão para os
Estados Unidos. Outros dos maiores parceiros comerciais do país
são: Canadá, China, Alemanha e Brasil. [33][34] Porto de Manzanillo, o mais
movimentado do México
Turismo
O turismo no México é uma atividade econômica importante para
o país, classificado no décimo lugar ao nível mundial em termos
de chegadas de turistas internacionais, com 23,4 milhões de
visitantes em 2011, e a rankea no primeiro lugar dentro da
América Latina. As receitas advindas do turismo internacional
alcançaram USD 11,869 bilhões em 2011.[35]

Em 2018, o México foi o sétimo país mais visitado do mundo,


com 41,4 milhões de turistas internacionais (e receitas de US $ Cancún
22,5 bilhões), boa parte deles pela fronteira com os Estados
Unidos. [36]

Com 31 sítios, 27 cultural e 4 natural, o México tem o maior número de locais designados pela
UNESCO como Patrimônio da Humanidade de qualquer país das Américas, e está em sexto lugar no
mundo.[37] As principais atrações turísticas do México são as ruínas arqueológicas das culturas
Mesoamericanas, as cidades coloniais e os complexos turísticos de praia.

Também têm importância o turismo cultural, dirigido de preferência a capital, a seus museus e
arredores, do Pacífico.

Transporte e comunicação
Na segunda metade do século XX foi construída uma rede rodoviária que interliga as grandes e
médias cidades de todo o México. A malha rodoviária do México tem uma extensão de 366.095 km,
dos quais 116 802 km são pavimentados; Destes 10 474 km são rodovias duplicadas: 9 544 km são
dos quais 116.802 km são pavimentados; Destes, 10.474 km são rodovias duplicadas: 9.544 km são
rodovias de quatro pistas e o restante tem 6 ou mais pistas. [38][39]
Já a rede básica de ferrovias sofreu poucas mudanças desde a
época que foi construída, nas 2 últimas décadas do século XIX.
Fortemente centralizada na capital do país, consta de 3 linhas
fundamentais que a liga ao norte e outra que dirige para o sul.

Cerca da metade do comércio exterior é feita por via marítima.


Também e importante o carregamento de petroleiros diretamente
das plataformas da baia de Compeche. Uma extensa rede de
gasoduto e oleodutos une os centros produtores, processadores e
consumidores. Os quatro principais portos marítimos que
Autopista Puebla-Orizaba, no
concentram cerca de 60% do tráfego de mercadorias no México
México
são Altamira e Veracruz no Golfo do México, e Manzanillo e
Lázaro Cárdenas no Oceano Pacífico. Considerando toda a
América Latina, os 10 maiores portos em termos de movimentação são: Colón (Panamá), Santos
(Brasil), Manzanillo (México), Bahía de Cartagena (Colômbia), Pacífico (Panamá), Callao (Peru),
Guayaquil ( Equador), Buenos Aires (Argentina), San Antonio (Chile) e Buenaventura (Colômbia). [40]

O transporte aéreo é muito desenvolvido. Os primeiros serviços


de passageiros e correio foram criados em 1921. Além da capital,
as principais cidades e núcleos turísticos dispõem de aeroportos
internacionais, quase todas as cidades de alguma importância
estão ligadas entre si por vôos regulares. Do México se pode voar
diretamente para vários países da América e da Europa. Existem
1.834 aeroportos no México, o terceiro maior número de
aeroportos por país no mundo. [41] Os sete maiores aeroportos,
que absorvem 90% das viagens aéreas, são (por ordem de tráfego
aéreo): Cidade do México, Cancún, Guadalajara, Monterrey, Aeroporto Internacional da Cidade
Tijuana, Acapulco e Puerto Vallarta. Considerando toda a do México
América Latina, os 10 aeroportos mais movimentados em 2017
foram: Cidade do México (México), São Paulo-Guarulhos (Brasil), Bogotá (Colômbia), Cancún
(México), São Paulo-Congonhas (Brasil), Santiago (Chile ), Lima (Peru), Brasília (Brasil), Rio de
Janeiro (Brasil) e Tocumen (Panamá). [42]

As maiores cidades mexicanas são servidas por modernos sistemas de telecomunicações


internacionais e nacionais.

Outras informações
Pecuária e pesca: bovinos, suínos, caprinos, ovinos, equinos, camarão, sardinha, anchova.

Mineração: petróleo, gás natural, carvão, ferro, cobre, zinco, chumbo, manganês, prata, ouro, enxofre
e urânio.

Indústrias: máquinas e equipamento de transporte, máquinas elétricas, alimentos e bebidas, produtos


químicos, tecidos, metalurgia, papel, calçado.

|Pauta de exportação
|maquinaria e equipamento de transporte, manufaturas, petróleo e derivados,
alimentos, minerais.
|-
|Pauta de importação
|maquinaria e equipamento de transporte, manufaturas,
minerais, alimentos, matérias-primas.
Referências
1. «Report for Selected Countries and Subjects – Mexico» (http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2
018/01/weodata/weorept.aspx?pr.x=56&pr.y=15&sy=2017&ey=2018&scsm=1&ssd=1&sort=countr
y&ds=.&br=1&c=273&s=NGDPD%2CPPPGDP%2CNGDPDPC%2CPPPPC&grp=0&a=).
International Monetary Fund. Abril de 2018
2. http://www.elfinanciero.com.mx/economia/pib-de-mexico-crece-en-2013-por-debajo-de-las-
estimaciones.html
3. http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/cash/17-7517-2014-03-09.html
4. «Mexico. Secretary of Hacienda and Public Credit (exchange rate from cia factbook)» (https://web.
archive.org/web/20110722225159/http://www.apartados.hacienda.gob.mx/estadisticas_oportunas/
esp/index.html). Apartados.hacienda.gob.mx. Consultado em 16 de abril de 2011. Arquivado do
original (http://www.apartados.hacienda.gob.mx/estadisticas_oportunas/esp/index.html) em 22 de
julho de 2011
5. CIA. «The World Factbook» (https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/mx.h
tml). Consultado em 10 de abril de 2013
6. Crandall R (2004). "Mexico's Domestic Economy", in Mexico's Democracy at Work: Political and
Economic Dynamics, Crandall, Paz and Roett (editors) Lynne Reiner Publishers, United States
7. A. Gazol, "Diez Años del TLCAN", Economía Unam, México DF, Diciembre, 2004.
8. http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/cash/17-7517-2014-03-09.html
9. Mexico production in 2018, by FAO (http://www.fao.org/faostat/en/#data/QC/)
10. Produção Mexicana (http://www.fao.org/faostat/es/#data/QC/)
11. Produção da pecuária do México em 2018, pela FAO (http://www.fao.org/faostat/en/#data/QL/)
12. USGS Silver Production Statistics (https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2021/mcs2021-silver.pdf)
13. USGS Gold Production Statistics (https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2021/mcs2021-gold.pdf)
14. USGS Copper Production Statistics (https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2021/mcs2021-copper.
pdf)
15. USGS Lead Production Statistics (https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2021/mcs2021-lead.pdf)
16. USGS Zinc Production Statistics (https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2021/mcs2021-zinc.pdf)
17. USGS Molybdenum Production Statistics (https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2021/mcs2021-m
olybdenum.pdf)
18. USGS Mercury Production Statistics (https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2021/mcs2021-mercur
y.pdf)
19. USGS Bismuth Production Statistics (https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2021/mcs2021-bismut
h.pdf)
20. USGS Manganese Production Statistics (https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2021/mcs2021-ma
nganese.pdf)
21. USGS Phosphate Production Statistics (https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2021/mcs2021-phos
phate.pdf)
22. USGS Salt Production Statistics (https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2021/mcs2021-salt.pdf)
23. Annual petroleum and other liquids production (https://www.eia.gov/international/data/world/petrol
eum-and-other-liquids/annual-petroleum-and-other-liquids-production)
24. CIA. The World Factbook. Natural gas - production. (https://www.cia.gov/library/publications/the-w
orld-factbook/rankorder/2249rank.html)
25. RENEWABLE CAPACITYSTATISTICS 2021 (https://www.irena.org/-/media/Files/IRENA/Agency/P
ublication/2021/Apr/IRENA_RE_Capacity_Statistics_2021.pdf)
26 Fabricação valor agregado (US $ corrente) (https://data worldbank org/indicator/NV IND MANF C
26. Fabricação, valor agregado (US $ corrente) (https://data.worldbank.org/indicator/NV.IND.MANF.C
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27. http://www.sdpnoticias.com/economia/2013/03/07/2012-fue-un-mal-ano-para-la-inversion-
extranjera-en-mexico
28. Produção mundial de veículos, OICA, 2019 (http://www.oica.net/category/production-statistics/201
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Notas
↑ Arquivo em PDF (http://siteresources.worldbank.org/DATASTATISTICS/Resources/GNI.pdf)

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