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LABORATÓRIO DE MECÂNICA

EXPERIÊNCIA 01 – VIGA EM FLEXÃO

Nome: Flávio Felicio da Silva Junior N°:171320591 Turma: 511 Data:08/09/21


Nome: João Victor Rezende Barreto da Silva N°:161323162 Turma: 511
Nome: Marcelo Prudente dos Santos N°:141325265 Turma: 511

1. TÍTULO
DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DAS TENSÕES DE FLEXÃO EM UMA VIGA.
2. OBJETIVOS
● Obter as tensões de flexão experimentalmente na superfície de uma seção de uma viga através da utilização
de extensômetros elétricos de resistência.
● Comparar os valores experimentais com os valores teóricos.

3. INTRODUÇÃO
Para a determinação experimental das tensões será utilizada a viga mostrada na Figura 1. As cargas serão
aplicadas no ponto A, enquanto que as deformações serão medidas no ponto B.
Dados:
Material: alumínio
L = 250 mm
d = 230 mm
b = 25,4 mm
h = 3,2 mm
E = 69 GPa

Figura 1 – Viga para determinação experimental das tensões de flexão.

A estrutura é levada ao "Módulo de Resistência dos Materiais", o qual consiste de um quadro rígido utilizado
para a fixação da estrutura e aplicação de cargas.
A foto (figura 2) ilustra a viga utilizada e a aplicação das cargas através de pesos colocados sobre um
suporte. A foto (figura 3) ilustra os extensômetros. São quatro extensômetros, sendo dois na parte superior da
viga e dois na inferior, paralelos aos anteriores. As resistências dos extensômetros são todas iguais a 120 Ω. Os
fatores k dos extensômetros são também todos iguais a 2,1.

Figura 2 - Viga e aplicação das cargas Figura 3 – Detalhe dos extensômetros Figura 4 – Equipamento de aquisição
de dados HBM MX1615B.

O sinal de saída dos extensômetros é capturado em um sistema de aquisição mostrado na figura 4. Os


extensômetros deverão ser ligados num circuito em ponte completa e meia ponte segundo os esquemas ilustrados
na figura 5 e para realizar tais ligações o manual do equipamento indica como devem ser montados os conectores
para a realização de tais medições, as configurações dos conectores se encontram na figura 6.
Ligação 1 – Ponte Completa Ligação 2 – Meia Ponte
Figura 5 - Esquemas de ligação dos extensômetros

Figura 6 – Configurações de conectores do


equipamento MX1615B para leitura de a) ponte completa e b) meia ponte

Após a montagem de cada um dos esquemas anteriores, as cargas são aplicadas através da colocação
cumulativa de pesos no suporte na ordem da esquerda para a direita da figura 7 e o software após ser configurado
com os dados dos extensômetros retorna os valores de deformação em [µm/m]. Estes valores deverão ser
registrados nas TABELAS 1 e 2.

Figura 7 – Pesos utilizados no carregamento com massas de a) 228,5, b) 449,0 e c) 230,4 gramas.
4. RESULTADOS EXPERIMENTAIS
Valores de deformação (ε) para os esquemas de ligação 1 e 2 da Figura 5.
TABELA 1- Leitura com circuito em TABELA 2 - Leitura com circuito em Meia
Ponte Completa Ponte

P [g] ε [µm/m] P [g] ε [µm/m]


0 -0,1198 0 0,2008
228,5 -189,2 228,5 -187,64
677,5 -560,2 677,5 -557,27
907,9 -750,3 907,9 -747,18

5. RESULTADOS

TABELA 3 - Tensões Teóricas e Experimentais e as Variações Percentuais


P [g] ⌠teó. [MPa] ⌠exp. [MPa] ⌠exp. [MPa]
⊗⌠PC [%] ⊗⌠MP [%]
Ponte Meia Ponte
Completa
0 0 -0,00501 100 0,0153 100

228,5 11,89 -13,05 8,88 -12,94 8,11

677,5 34,74 -38,65 3,59 -38,45 8,29

907,9 46,26 -51,77 8,73 -51,55 8,34

6. RELATÓRIO: a) Apresentar os cálculos para a obtenção das tensões experimentais e teóricas para ponte completa e meia
ponte. b) Fazer um gráfico tensão X carga, plotando a curva de tensão teórica e os valores experimentais para ponte completa.
c) Comparar os resultados obtidos e d) realizar uma análise crítica dos resultados.
7. Análise dos resultados:

Comparando os resultados da meia ponte e ponte completa podemos perceber que os valores foram bem
próximos sendo que no gráfico eles ficaram sobrepostos, mostrando o quão próximos eles ficaram. Já os resultados
teóricos ficaram ligeiramente menores que os valores obtidos pelos extensômetros (porcentagem de erros menores
que 10%), isso pode ter sido gerado pela desconsideração do valor da massa do suporte dos pesos para o cálculo
da tensão teórica ou por possíveis arredondamentos que o software fez para realizar os cálculos.

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