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- CANTIGAS DE AMIGO –

As cantigas de amigos sã o resultantes da tradiçã o nortenha de Portugal. Assim sendo,


estas sã o de origem Peninsular. 

Nas cantigas de amigo, o sujeito poético retrata os sentimentos e as expriências dos


encontros amorosos entre a donzela e o seu amigo.

Saudade, má goa, angú stia, ansiedade e felecidade sã o as temá ticas desta cantiga.

Em tom de desabafo, a dozenla faz de confidente a sua mã e e a Natureza. A Natureza


aparece, na sua grande maioria , com o papel de melhor amiga.

As cantigas de amigo obedecem a uma estrutura de Paralelilismo. (90 palavras)

- CANTIGAS DE AMOR –
As cantigas de amor sã o de origem provençal. Trata-se de um eu-lírico masculino.
O trovador personifica um homem completamente apaixonado por uma mulher,
geralmente, casada.
As cantigas de amor representam um tipo de amor inantigível, um amor plató nico, um
amor-vassalagem. Nesta cantiga é bastante comum o homem fazer-se de vassalo ou seja,
submeter-se à s ordens da sua dona.
A mulher é caracterizada como um ser quase divino, sem defeitos.
O sujeito poético fala do sofrimento causado pelo amor: perda de apetite, doenças, morte –
morrer de amor. (90 palavras)

- CANTIGAS DE ESCÁRNIO –
As cantigas de escá rnio têm origem autó cne. O sujeito poético é o trovador ou o jogral. Nã o
apresentam uma estrutura formal. O ambiente retrata o quotidiano da sociedade
peninsular no final da Idade Média.
As cantigas de escá rnio, como o nome sugere, sã o cantigas que têm como objetivo apontar
defeitos, problemas ou simplesmente criticar alguém. Além da intençã o crítica estas
cantigas ganham um propó sito có mico. Conclui-se que as cantigas procuram, sempre,
omitir o alvo da crítica. (76 palavras)

- CANTIGAS DE MAL DIZER –


As cantigas de maldizer têm origem autó cne. O sujeito poético é o trovador ou o jogral.
Nã o apresentam uma estrutura formal. O ambiente representado na cantiga retrata o
quotidiano da sociedade peninsular no final da Idade Média.
As cantigas de maldizer distinguem-se das cantigas de escá rnio devido à agressividade e à
clareza que sã o proclamadas. Assim sendo, as cantigas de maldizer pretendem ofender
alguém em específico ou seja, a identidade do alvo nã o é protegida. (75 palavras)
- AMOR DE PERDIÇÃO –
O livro “Amor de Perdiçã o” retrata um amor proibido entre Teresa de Albuquerque e
Simã o Botelho. O romance entre os jovens é considero como proibido devido à s querelas
por parte de ambas as famílias. A descoberta deste amor é mal vista pelos parentes dado
que, para separa los Tadeu de Albuquerque, pai de Teresa, envia-a para um convento.
Ao longo do livro, o amor físico entre os jovens complica se visto que Simã o é condenado
por ter assasinado o primo de Teresa. Este crime fora cometido por fruto de ciú mes e
raiva.
Os jovens apaixonados, em grande parte do livro, comunicam-se por cartas. A
entermediaria é a mendiga ou Mariana, uma jovem completamente apaixonada por Simã o
que faz de tudo para vê-lo bem de sáude.
O livro apresenta um final trá gico e triste.

- FUNÇÕES SINTÁTICAS –

1. SUJEITO SIMPLES – oraçã o subordinada substantiva relativa (quem, quanto, como, onde...);
substituível pelos pronomes pessoais (apenas singular);

2. SUJEITO COMPOSTO – substituível pelos pronomes pessoais (apenas plural); presente a conjuçã o “e”
3. SUJEITO SUBENTENDIDO – identificar o sujeito através da pessoa e do nú mero da forma verbal
4. SUJEITO NULO – verbo na terceira pessoa seguido de «se» (ex: conta-se....)
5. PREDICADO – pode corresponder só ao verbo ou ao verbo e os seus respetivos complementos e/ou
predicativos referidos

6. PREDICATIVO DO SUJEITO – vem a seguir a um verbo copulativo:” ser, estar, permanecer, ficar”
7. PREDICATIVO DO COMPLEMENTO DO COMPLEMENTO DIRETO – verbo transitivo; faz
duas vezes a pergunta “ o quê”

8. COMPLEMENTO DIRETO – faz a pergunta: “o quê” e “quem”; os pronomes pessoais sã o: “o, a, os, as”
9. COMPLEMENTO INDIRETO – faz a pergunta: “a quem”; os pronomes pessoais sã o: “lhe, lhes”
10. COMPLEMENTO OBLÍQUO – introduzido por uma preposição; assume um valor de movimento, de
necessidade, de duraçã o, de carência

11. COMPLEMENTO DO NOME – nomes de grau de parentesco; nomes que designam uma atividade ou
profissã o

12. COMPLEMENTO AGENTE DA PASSIVA - verbo na passaiva; tem na frase: “pelo, pela; por”
13. COMPLEMENTO DO ADJETIVO – o que vem depois do adjetivo (normalmente à direita)
14. MODIFICADOR APOSITIVO DO NOME – pode-se retirar da frase; com vírgulas
15. MODIFICADOR RESTRITIVO DO NOME – pode-se retirar da frase; sem vírgulas
16. MODIFICADOR DO GRUPO VERBAL – indica o tempo e modo
17. MODIFICADOR DA FRASE – indica uma opinião do emissor
NOME + QUE = ORAÇÃO
18. VOCATIVO – chamamento/ordem de algú em; pode estar entre vírgulas
SUBORDINADA ADJETIVA
RELATIVA

VERBO + QUE= ORAÇÃO


SUBORDINADA
SUBSTANTIVA COMPLETIVA
- ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS –
TÃO/TANTO/ TAL + QUE=
ORAÇÃO SUBORDINADA
1. ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL TEMPORAL – quando, ADVERBIAL CONSECUTIVA
apenas, enquanto, tendo, à medida que, logo que

2. ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CAUSAL – porque, pois,


dado que, uma vez que, portanto

3. ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONSECUTIVA – de tal modo que, tanto....que, tã o que


4. ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONCESSIVA – embora, conquanto, ainda que, se bem
que

5. ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL FINAL – para, para que, a fim de que


6. ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL COMPARATIVA – como, segundo, conforme, assim
como, mais do que

7. ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONDICIONAL – se, salvo que, exceto se, a nã o ser que,
constanto que, desde que

- ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS RELATIVAS –

1. ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA RELATIVA RESTRITIVA – desempenha a funçã o de


modificador (sem vírgulas)

2. ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA RELATIVAA EXPLICATIVA – desempenha a funçã o de


modificador (com vírgulas)

- ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS –

1. ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS RELATIVAS – constituídas por noma pelas


palavras: “quem, quanto, onde, como”

2. ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS COMPLETIVAS – Verbo + que

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