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11/12/2021 20:46 ARBITRAGEM, DOUTRINA, LEGISLAÇÃO, JURISPRUDÊNCIA E PRÁTICA: DESPACHO 24.894.

275-2021 MUDANÇA DE…

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cesarvenancioarbitrocjc@gmail.com
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Design

ARBITRAGEM, DOUTRINA, LEGISLAÇÃO,


JURISPRUDÊNCIA E PRÁTICA

Redececuinespec Inespec


 
 
       11dezembro-de-2021          
 
 

Protocolo 17.151.048 – 2021.


26 de junho de 2021, as 10:30:57
Análise da web de classe empresarial.
Apresentada na plataforma de nível internacional
do Google.

sábado, 11 de dezembro de 2021 RÁDIO INESPEC

DESPACHO 24.894.275-2021
MUDANÇA DE CLASSE PROCESSUAL
ARBITRAL INVENTÁRIO

   
EXTRAJUDICIAL HOMOLOGAÇÃO DE
ACORDO PELA VIA ARBITRAL. Sentença n º 17.461.988/2021
CLASSE: ARROLAMENTO SUMÁRIO. Sentença Arbitral Sentença n º 17.461.988/2021 Homologatória de
Expediente ON LINE, Cidade de Ação Declaratória de Sucessão de Posse by COMISSÃO DE
JUSTIÇA E CIDADANIA JUSTIÇA Arbitral on Scribd
Fortaleza, Ceará, 11 de dezembro de 2021,
as 18:12.
 

DESPACHO
24.894.275-2021 MUDANÇA DE CLASSE
PROCESSUAL ARBITRAL
INVENTÁRIO
EXTRAJUDICIAL HOMOLOGAÇÃO DE
ACORDO PELA VIA ARBITRAL.
CLASSE:
ARROLAMENTO SUMÁRIO.
Expediente ON LINE, Cidade de Fortaleza, Ceará, 11 de dezembro
de 2021,
as 18:12.

INSTITUTO DE ENSINO, PESQUISA,


EXTENSÃO E CULTURA -
INESPEC – ENTIDADE DE UTILIDADE PÚBLICA
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https://leismunicipais.com.br/a/ce/f/fortaleza/lei-
ordinaria/2014/1017/10162/lei-ordinaria-n-10162-2014-declara-de-
utilidadepublica-o-institutode-ensino-pesquisa-extensao-e-cultura-
inespec?q=INESPEC Millions of books, audiobooks, magazines, documents, sheet music, and more
 

for free.
DESPACHO 24.894.275-2021

https://wwwjuizoarbitralcjc.blogspot.com/

ALTERAÇÃO DE CLASSE
PROCESSUAL
ARBITRAL –
INVENTÁRIO EXTRAJUDICIAL –
ARROLAMENTO SUMÁRIO.

Rh.

PROCESSO ARBITRAL
5.991.234.APACivil/2019.

EMENTA: AÇÃO DE INVENTÁRIO


EXTRAJUDICIAL COM
HOMOLOGAÇÃO DE ACORDO DE PARTILHA DE BENS.
INEXISTÊNCIA DE
MENORES DE 18 ANOS OU PORTADORES
DE DEFICIÊNCIA IMPEDITIVA PARA MANIFESTAÇÃO DE
VONTADE. EXISTÊNCIA DE CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA E
CLÁUSULA ARBITRAL “CHEIA”.
ADMISSIBILIDADE DE
PROCEDIMENTO EM FACE DE FUNDAMENTAÇÃO LEGAL
PELA VIA
ARBITRAL. EXISTÊNCIA DE DIREITOS DISPONÍVEIS
QUE PODEM SER RECONHECIDO PELA VIA
DA ARBITRAGEM.

Registrar evolução de classe na


Arbitragem.

A evolução de classe processual na


Arbitragem pode acontecer quando
um processo arbitral, originalmente vinculado
a uma classe processual,
tem a classe alterada, mantendo-se o número do
processo, anterior, e
pode receber um novo número para controle gerencial. Essa
prática é 1 de 22  
mais convencional na arbitragem institucional, porém pode ser
utilizada
na Arbitragem “Ah doc”, quando acontecer, o sistema de controle de
procedimento arbitral deve permitir a identificação da classe originária CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA
do
processo, bem como das posições processuais originárias.

Nova Classe Arbitral: Arrolamento


Sumário Art. 659 CPC-2015-

ARROLAMENTO SUMÁRIO.
ARTIGO 659 CPC-2015. A partilha
amigável, celebrada entre partes capazes, nos termos da
lei, será
homologada de plano pelo juiz(*),
com observância dos arts. 660 a
663. § 1º O disposto neste artigo aplica-se,
também, ao pedido de SEEU - Sistema Eletrônico de Execução Unificado
adjudicação, quando houver herdeiro único. § 2º Transitada
em julgado
a sentença de homologação de partilha ou de adjudicação, será
lavrado
o formal de partilha ou elaborada a carta de adjudicação e, em seguida, PESQUISA DIRECIONADO DE CONTEÚDO NESTE LINK
serão expedidos os alvarás referentes aos bens e às rendas por ele
Pesquisar
abrangidos,
intimando-se o fisco para lançamento administrativo do
imposto de transmissão e
de outros tributos porventura incidentes,
conforme dispuser a legislação tributária,
nos termos do § 2º do art. SISTEMA PENAL NO ESTADO DO CEARÁ
662.

NOTA(*) - Art. 17. Os árbitros, quando no


exercício de suas funções ou
em razão delas, ficam equiparados aos funcionários
públicos, para os
efeitos da legislação penal. Art. 18. O árbitro é juiz de
fato e de direito,
e a sentença que proferir não fica sujeita a recurso ou a
homologação
pelo Poder Judiciário. LEI FEDERAL Nº 9.307, DE 23 DE
SETEMBRO DE
1996. Dispõe sobre a arbitragem. “CAPÍTULO IV-B -
DA CARTA ARBITRAL - Art.
22-C. O árbitro ou o tribunal arbitral
poderá expedir carta arbitral para que o
órgão jurisdicional nacional
pratique ou determine o cumprimento, na área de
sua competência
territorial, de ato solicitado pelo árbitro. Parágrafo único.
No
cumprimento da carta arbitral será observado o segredo de justiça, SISTEMA DE AGENDAMENTOS JURÍDICOS
desde que
comprovada a confidencialidade estipulada na
arbitragem.”.  LEI FEDERAL Nº 13.129, DE 26 DE MAIO DE 2015.
Altera a Lei nº 9.307, de 23 de setembro de 1996, e a Lei nº 6.404, de MALOTE PARA INTERNO NO SISTEMA PENAL DO ESTADO DO
CEARÁ
15 de
dezembro de 1976, para ampliar o âmbito de aplicação da
arbitragem e dispor
sobre a escolha dos árbitros quando as partes
recorrem a órgão arbitral, a interrupção
da prescrição pela instituição
da arbitragem, a concessão de tutelas cautelares
e de urgência nos
casos de arbitragem, a carta arbitral e a sentença arbitral,
e revoga
dispositivos da Lei nº 9.307, de 23 de setembro de 1996”

O Conselheiro César Augusto Venâncio


da Silva, investido das funções de Árbitro/Juiz, junto a COMISSÃO DE
JUSTIÇA E
CIDADANIA, unidade departamental dentro da
organização do INSTITUTO DE ENSINO,
PESQUISA, EXTENSÃO E
CULTURA, entidade com fins de desenvolver ações de
arbitragem,
mediação e conciliação, reconhecida como entidade de Utilidade
Pública na cidade de Fortaleza, através da Lei Municipal nº 10.162, DE
27 DE
FEVEREIRO DE 2014(DECLARA DE UTILIDADE
PÚBLICA O INSTITUTO DE ENSINO,
PESQUISA, EXTENSÃO E
CULTURA-INESPEC) nos termos da LEI
FEDERAL Nº 9.307, DE 23
DE SETEMBRO DE 1996 – Artigos 1o , § 4o ; 17, 18(Art.
17. Os
árbitros, quando no exercício de suas funções ou em razão delas,
ficam
equiparados aos funcionários públicos, para os efeitos da
legislação penal.
Art. 18. O árbitro é juiz de fato e de direito, e a
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sentença que proferir não
fica sujeita a recurso ou a homologação
pelo Poder Judiciário);  19, §
1o; 23, § 1º e § 2o; 26, I, II, III, IV -
Parágrafo único; 27 e 30 e Parágrafo
único (O árbitro ou o tribunal
arbitral decidirá no prazo de 10 (dez) dias ou
em prazo acordado com as
partes, aditarão a sentença arbitral e notificará as
partes na forma do art.
29.” -NR).

Recebo nesta data os autos


PROCEDIMENTO ARBITRAL de
ordem 5.991.234.APACivil.2019,
Volume I; Volume II; Volume III; Volume IV; Volume
V e Volume VI
para fins de conclusão e julgamento. Considerando a deliberação
de 30
de novembro de 2021, em Audiência Arbitral, as partes, todos
habilitados
e representados decidiram alterar a Classe Processual para
ARROLAMENTO SUMÁRIO.
Assim, recebendo os autos determino
que as folhas:

1.     
0004-0119;

2.     
0326-0342.E;

3.     
0344-0384; Sistema de Emissão de Senha para Visitantes Atenção para todas as
medidas preventivas contra a COVID19!
4.     
0462-0482;

5.     
0494-0502; SAP CEARÁ - AGENDAMENTO DE VISITAS SISTEMA PENAL DO
ESTADO DO CEARÁ
6.     
0513-0517;

7.     
0518-0520;

8.     
0551-0568;

9.     
0577-0584;

10.  0618-0646;

11.  0648-0653;

12.  0654-0670;

13.  0777-0785;

14.  0795-0800;

15.  0671-0678 O visitante deverá OBRIGATORIAMENTE comparecer à unidade de


máscara e permanecer com ela durante todo o período de visitação; O
16.  0682-0716;­ visitante deverá OBRIGATORIAMENTE realizar a higienização das
mãos com álcool a 70 % na entrada da unidade; O visitante deverá
17.  0789-0793; OBRIGATORIAMENTE realizar triagem de saúde com verificação de
temperatura; Está vetada a entrada de crianças, gestantes, idosos e
18.  0803-0819;
demais pessoas do grupo de risco para COVID-19; A emissão de senha
19.  0820-0837; só será efetuada após o visitante concordar com os seguintes termos:
"Declaro que estou ciente das recomendações das autoridades de saúde
20.  0846-0883; acerca da prevenção da COVID-19" e "Declaro que não faço parte do
grupo de risco para COVID-19"
21.  0884-0855;

22.  0887-0892; INSTITUTO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA


ASSOCIAÇÃO DE PESSOAS - UNIDADE DE SUPORTE
23.  0916-0920;

24.  0929-0927;

25.  0939-1160;

26.  0941-0950;

27.  1008-1010;

28.  1114-1129 – (APENSO PROCESSO


6.052.501);

29.  1185-1191;

30.  1244-1246;

31.  1247-1252;

32.  1259-1268;

33.  1272-1298;
DIREITO PREVIDENCIÁRIO
34.  1299-1312;

35.  1313-1345; CERTIFICAÇÃO EM DIREITO PROCESSUAL - TÍTULO DE


ESPECIALISTA DO ÁRBITRO CÉSAR A V DA SILVA
36.  1346-1350;
CERTIFICAÇÃO EM DIREITO PROCESSUAL CIVIL - 720 HORAS
37.  1356-1370; FAVENI by COMISSÃO DE JUSTIÇA E CIDADANIA JUSTIÇA Arbitral
on Scribd
38.  1383-1418;

39.  1441-1443;

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11/12/2021 20:47 ARBITRAGEM, DOUTRINA, LEGISLAÇÃO, JURISPRUDÊNCIA E PRÁTICA: DESPACHO 24.894.275-2021 MUDANÇA DE…
(...)Sejam desentranhadas para compor o PROCEDIMENTO
ARBITRAL
HOMOLOGAÇÃO DE ACORDO EM ARROLAMENTO
DE BENS DE INVENTÁRIO.
Millions of books, audiobooks, magazines, documents, sheet music, and more
 

Na audiência de 30 de novembro de 2021, que ocorreu as 19:00 horas, for free.


na
Cidade de Nova-Russas-Ceará, as partes abaixo relacionadas foram
representadas,
e decidiram pelas seguintes medidas extrajudiciais a Credenciamento: Portaria Ministerial nº 2378, de 22 de agosto DE 2002, publicado no D.O.U, 26 de agosto de 2002
Recredenciamento: Portaria MEC nº 780, de 26 de junho de 2017, publicado no D.O.U, 27 de junho 2017

serem ordenadas pelo


árbitro: Credenciamento EaD: Portaria Ministerial nº 31, de 10 de Janeiro de 2020, publicado no D.O.U, 13 de Janeiro de 2020

A FACULDADE VENDA NOVA DO IMIGRANTE , mantida pelo INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SÉCULO


 XXI, confere o presente certificado de conclusão do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu:  
1º. Comunicar o falecimento dos irmãos da De cujus, e por  DIREITO PROCESSUAL CIVIL - 720 HORAS
consequência
apontar os sobrinhos da “De cujus” que irá representar os   Área de Conhecimento: NEGÓCIOS, ADMINISTRAÇÃO E DIREITO
A
irmãos falecidos, com
autorização dos demais sucessores dos herdeiros CESAR AUGUSTO VENANCIO DA SILVA
falecidos.
Nacionalidade: Brasileira, Natural do estado:Ceará,
Nascido(a) em 25 de Setembro de 1961, RG: 20082049402/CE.
Venda Nova do Imigrante - ES, 20 de Maio de 2021.  

2º. Considerando as informações patrimoniais apresentadas pelo


inventariante, decidem que o Procedimento pode evoluir para
SHEILA VALQUÍRIA GOMES TIMÓTEO
Arrolamento
Sumário, observando as regras do Código de Processo DIRETOR(A)

Civil.

3º. Deve-se instaurar um PROCEDIMENTO ARBITRAL DE


ARROLAMENTO SUMÁRIO e
providenciar a conclusão do processo  

com o julgamento do feito. O curso cumpriu todas as disposições da Resolução


CNE/CES 001, de 06 de Abril de 2018.
PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM DIREITO PROCESSUAL CIVIL - 720 HORAS
DISCIPLINA
METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
NF
10,0
DOCENTE
DSc. ANA PAULA RODRIGUES
CH
40
Certificado assinado pela Diretora SHEILA RECURSOS EM ESPÉCIE II 9,0 Esp. JONATHAN PIO BOREL 50
VALQUÍRIA GOMES TIMÓTEO. AÇÃO RESCISÓRIA E RECLAMAÇÃO 9,0 Esp. ELIANE MARIA STEDILE 50

4º. Dos irmãos da De cujus, que se encontram vivos, serão A Pós-Graduação Lato Sensu foi iniciada no dia 18
de Novembro de 2019 e concluída em 13 de Maio de
LINHAS GERAIS DO NOVO CPC
PRECEDENTES JUDICIAIS E DEMANDAS
REPETITIVAS
10,0
9,0
MSc. FREDERICO RODRIGUES SILVA
MSc. FREDERICO RODRIGUES SILVA
60
50

representados
por si ou por terceiro, podendo ser Procuração Pública ou 2021. PROVAS
RECURSOS EM ESPÉCIE I
10,0
10,0
Esp. RITA DE CACIA ZAVARIZE
MSc. FREDERICO RODRIGUES SILVA
60
50
FACULDADE VENDA NOVA DO IMIGRANTE
Procuração nos autos
do Processo Arbitral.
SENTENÇA E COISA JULGADA 10,0 MSc. FREDERICO RODRIGUES SILVA 40
TUTELA PROVISÓRIA 10,0 MSc. FREDERICO RODRIGUES SILVA 60
Registro n° 96839 Livro 646
ESTRUTURA E DINÂMICA DO PROCESSO DE
10,0 MSc. ALZENIRA SHWAMBACH VELTEN 60
CONHECIMENTO
Folha 89 Data 20/05/2021
ALTERAÇÕES REFERENTES AO LITISCONSÓRCIO E
9,0 Esp. JONATHAN PIO BOREL 60
ÀS FORMAS DE INTERVENÇÃO DE TERCEIROS
5º. O filho do herdeiro falecido se for único não precisa de procuração Ykaro Oliveira Salles
Secretário Acadêmico
CUMPRIMENTO DA SENTENÇA
EXECUÇÃO FUNDADA EM TÍTULO EXTRAJUDICIAL 9,0
8,0 MSc. MONICA OLIVEIRA COSTA
MSc. SABRINA PEREIRA ULIANA
60
50

de terceiros; todavia, se for mais de um irmão este deve outorgar


PIANZOLI
Tema do Trabalho Final:   Arbitragem: Jurisdição e TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 10,0 DSc. ANA PAULA RODRIGUES 30
processo legal. CARGA HORÁRIA TOTAL 720

procuração a
quem vai representar o herdeiro falecido no Processo de
Professor(a) Orientador(a):  DSc. ANA PAULA O(a) aluno(a) cumpriu a exigência mínima de 75% da frequência em todos os componentes curriculares.
RODRIGUES
Conceito Final: 10,0

Arrolamento Sumário
pela via Arbitral.

6º. Por tratar-se de Arrolamento Sumário, decidiram os herdeiros que


deve se constituir um PERITO PARA AVALIAR OS BENS 1 de 2  
apresentados, e empós definir
sobre a partilha, e pagar os tributos que
são de lei.

7º. Instituir uma linha telefônica com o PROGRAMA WhatsApp como Procedimento Arbitral - Julgamento Virtual - União Estável
meio
para as intimações procedimentais em Arbitragem. Em petição
dirigida ao árbitro
os herdeiros devem aderir ao Procedimento, pois, não
é compulsório, e não é
obrigado, precisa autorizar, autorizar, ai sim, é ARBITRAGEM PROCESSO Fortaleza, 25 de julho de 20
válido sem contestação.

8º. A audiência de 30 de novembro de 2021 deve ser sustentada pelo


inventariante conforme decisão publicada e anuída. Ver link:

Mantem – se o
despacho em relação “As despesas para esta
diligência processual correm por conta
do espólio.  Fixo em 60%
sobre o valor do Salário Mínimo as despesas para os fins  aqui
designados a serem arcadas pelo espólio, ou pelas partes,
indicadas.    Tomo como base a Norma Legal  LEI FEDERAL Nº
14.158,
DE 2 DE JUNHO DE 2021, Conversão da Medida Provisória
nº 1.021, de 2020. Dispõe
sobre o valor do salário-mínimo a vigorar a
partir de 1º de janeiro de 2021(Medida Provisória nº 1.021, de 2020,
que o Congresso Nacional aprovou, C\C
o art. 62 da Constituição
Federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional
nº 32,
combinado com o art. 12 da Resolução nº 1, de 2002-CN - Art. 1º
 A
Pesquisar este blog
partir de 1º de janeiro de 2021, o salário-mínimo será de R$ 1.100,00
(mil e cem reais -  Este texto não substitui o publicado no DOU de Pesquisar
4.6.2021 - Edição extra).
 https://wwwjuizoarbitralcjc.blogspot.com/

NOTA
ARBITRAL: 01.21.24.894.280. Página inicial

De início, é importante definir do que se trata um mandato para atuação


em Processo Arbitral que resultará em uma decisão de mérito. Atento, Quem sou eu
pois, de
acordo com a lei: “sentença arbitral é o comando privado
emitido por árbitro ou
tribunal arbitral constituído legitimamente e com Arbitragem, doutrina e legislação
jurisdição para prolação da
decisão. O artigo 29 da Lei de arbitragem Visualizar meu perfil completo
("LA") optou por dar um
sentido finalístico ao conceito de sentença
arbitral: depois de proferida a
sentença pelo árbitro, estaria exaurida a
arbitragem. Sobre a sentença
arbitral, deve-se atinar que a mesma se Denunciar abuso
encontra em pé de igualdade com a
sentença judicial, o que importa
dizer que ambas formam títulos executivos judiciais
que se não
cumpridos espontaneamente ensejam a necessidade de procedimento de Arquivo do blog
cumprimento de sentença. A sentença arbitral, que segundo prescreve o
artigo 26
da LA e o artigo 458 Código de Processo Civil ("CPC"), tem Dezembro 2021 (1)
os mesmos
requisitos que a sentença judicial, deve ser fundamentada, Novembro 2021 (37)
sob pena de
nulidade. Isso se dá pela interpretação sistemática do artigo Outubro 2021 (12)
93, IX da
Constituição Federal de 1988 ("CF/88"). Anteriormente, pelo
Código
Processo Civil de 1939, classificava-se a sentença em ser Setembro 2021 (16)
terminativa ou
definitiva. Ultrapassada essa definição pois, classifica- Agosto 2021 (8)
se, hoje, a sentença
em com resolução de mérito e sem resolução de Julho 2021 (97)
mérito.

Por fim a Procuração nos autos, em uma breve definição, é um contrato


em espécie, pelo qual o herdeiro na linha de sucessão sobrinho
(outorgante)
outorgará poderes, para atuação no Processo Arbitral, para
o representante dos
demais herdeiros, pode ser advogado ou não

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11/12/2021 20:47 ARBITRAGEM, DOUTRINA, LEGISLAÇÃO, JURISPRUDÊNCIA E PRÁTICA: DESPACHO 24.894.275-2021 MUDANÇA DE…
profissional do direito(outorgado).
Um importante detalhe é que essa
outorga pode ser feita de forma escrita em Cartório,
Procuração Pública
(instrumentalizada pela "procuração") ou pela
forma verbal em juízo
arbitral, tomado a termo e juntado nos autos. O início do
mandato para
atuação em Juízo Arbitral pode se dar em dois momentos. O início
do
mandato se dará com a assinatura do instrumento de outorga de
poderes, ou
seja, com a assinatura da procuração. De forma facultativa a
parte pode
solicitar que o procurador seja nomeado, ou seja o árbitro
nomeia o procurador para
representar o herdeiro em Juízo Arbitral, o
mandato terá início no ato da
nomeação. ATENÇÃO: Tal procedimento
tem custas.

NOTA
ARBITRAL: 02.21.24.894.281.

OBSERVAÇÃO:

Embora a Arbitragem não esteja submetida a fiscalização do CNJ, fica


decidido que neste expediente se utilizará como parâmetros as
instruções
recomendadas ao Judiciário Nacional(exclusivamente) onde
“(...)O Conselho
Nacional de Justiça (CNJ) aprovou por unanimidade a
utilização do aplicativo
WhatsApp como ferramenta para intimações em
todo o Judiciário. A decisão foi
tomada durante o julgamento virtual do
Procedimento de Controle Administrativo
(PCA) 0003251-
94.2016.2.00.0000, ao contestar a decisão da Corregedoria do
Tribunal
de Justiça de Goiás (TJGO), que proibira a utilização do aplicativo no
âmbito do Juizado Civil e Criminal da Comarca de Piracanjuba/GO.  O
uso da ferramenta de comunicação de atos
processuais pelo WhatsApp
foi iniciado em 2015 e rendeu ao magistrado
requerente do PCA,
Gabriel Consigliero Lessa, juiz da comarca de Piracanjuba,
destaque no
Prêmio Innovare, daquele ano. O uso do aplicativo de mensagens como
forma de agilizar e desburocratizar procedimentos judiciais se baseou
na
Portaria n. 01/2015, elaborada pelo Juizado Especial Cível e
Criminal de
Piracanjuba em conjunto com a Ordem dos Advogados do
Brasil daquela cidade”. A
possibilidade de intimação por meio
eletrônico depende de lei específica que
regule a matéria. Atualmente, a
Lei de Informatização do Processo Judicial (lei
11.419/06) autoriza o
uso de meio eletrônico na "tramitação de processos
judiciais,
comunicação de atos e transmissão de peças processuais" (art.
1º). O
aplicativo WhatsApp parece se adequar ao conceito jurídico de "meio
eletrônico" previsto em lei (CPC, art. 246, inc. V; lei 11.419/06, art.
1º,
§ 2º, I). Surge então a dúvida: seria possível a comunicação de atos
processuais por WhatsApp? Ainda não é possível responder de forma
categórica,
mas há decisões que indicam uma tendência favorável ao
uso do aplicativo para
esse fim. Recente decisão do STJ, proferida em
21/11/2019, no julgamento da HDE
2.935, de relatoria do min. Mauro
Campbell Marques, é um marco relevante a
favor da prática. O Tribunal
proferiu decisão homologatória de sentença
estrangeira, proferida em
Portugal, na qual entendeu não haver nulidade na
citação feita por
WhatsApp e, portanto, não haver óbice à homologação. Para
proferir a
decisão, o STJ levou em consideração o teor da certidão positiva de
citação, bem como o fato de que o patrono do devedor não alegou vício
de
citação em sua contestação. Como diz o princípio, "pas de nullité
sans
grief": como o devedor não demonstrou prejuízo efetivo decorrente
da sua
citação via WhatsApp, não haveria nulidade no ato. O mesmo
princípio foi
aplicado pelo TJ/SP em julgamento recentíssimo, para
negar a alegação de nulidade
em citação via WhatsApp. No entanto, o
tema não é imune a controvérsias: há
também decisões em sentido
oposto. Em geral, o raciocínio contrário à prática
se funda na ausência
de regulação legal que autorize expressamente o uso do
aplicativo, ao
menos para fins de citação na Justiça Comum. Essa já foi a
posição
expressada em decisões também recentes do TJ/SP e do TJ/MG. O
TJ/SP já
foi mais rígido com o uso do WhatsApp em processos
judiciais: por meio do
comunicado CG 2.265/17, o tribunal
expressamente comunicou que se absteria de
fazer uso do aplicativo
para efetuar intimações. No entanto, com a eclosão da
pandemia do
coronavírus, foram editadas novas resoluções que flexibilizam essa
vedação, a exemplo dos comunicados CG 249/20 e 262/20, que
passaram a permitir
a utilização do WhatsApp pelo oficial de justiça
para realizar intimações no
âmbito da Lei Maria da Penha  (lei
11.340/06). À luz das decisões judiciais
já proferidas, podem ser
extraídas algumas conclusões preliminares de ordem
prática para
aqueles que queiram se valer da ferramenta. Para facilitar a
intimação
judicial pelo aplicativo, inclusive a citação, vale avaliar a
inclusão do
número do WhatsApp já na qualificação da parte contrária na petição
inicial - ainda que a citação efetiva seja pessoal, o aplicativo pode ser
utilizado
para ajudar o oficial de justiça na localização da parte. Além
disso, na
tentativa de intimação pelo aplicativo, é importante transmitir
cópia integral
do ato processual a que se pretende dar ciência e reunir
provas de que a
mensagem foi acessada pela parte: prints da
visualização da mensagem (mudança
da cor do símbolo de "checked"
para azul), de resposta posterior
referente ao conteúdo enviado, de foto
e nome de perfil que identifiquem a
parte etc. Se a parte comparecer em
juízo e não impugnar a intimação pelo
aplicativo, a intimação poderá
ser aceita como válida, em linha com as decisões
já citadas.  Embora o
uso do aplicativo
ainda suscite dúvidas, a possibilidade de intimação em
Processo Arbitral se
autorizado pelas partes na cláusula
compromissória, inclusive citação, via
WhatsApp vai se tornar
realidade. As restrições impostas pela pandemia de
covid-19 aceleraram

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significativamente esse processo. Dada a relevância da
prática e de suas
consequências, vale acompanhar de perto a evolução do tema
nos
tribunais. A comunicação veio se desenvolvendo de maneira muito
rápida nos
últimos anos, especialmente devido aos avanços da internet,
bem como de
diversos dispositivos e aplicativos para sua utilização. 
Nesta nova realidade que é impulsionada pela
tecnologia, foram
desenvolvidas diversas ferramentas de comunicação como
WhatsApp,
Telegram, Mensseger, Instagram, Viber, entre outros, visando
especialmente a comunicação e interação social entre pessoas de forma
extremamente fácil e acessível. Para isso é apenas necessário ter um
celular (e
nem precisa ser o mais moderno), um número de telefone ou
uma conexão de
internet. Pois bem, então é certo que os celulares se
tornaram itens
obrigatórios e que os meios de comunicação através dos
celulares, se
popularizam ao ponto da grande maioria das pessoas
estarem 100% conectadas na
maior parte do tempo. Então, a pergunta
que se faz é: Por que o Judiciário não
utiliza esse meio de comunicação
para citar ou intimar as pessoas envolvidas
nos processos para
responder por seus atos? 
Na realidade, o Código de Processo Civil em
vigor (lei 13.105/2015)
trouxe importantes inovações sobre a "Prática
Eletrônica de Atos
Processuais", estabelecendo entre os artigos 193 a
199 algumas premissas
sobre a utilização pelo Poder Judiciário desse
meio de comunicação. Destacamos,
a redação do artigo 193 do CPC:
"Art. 193. Os atos processuais podem ser
total ou parcialmente digitais,
de forma a permitir que sejam produzidos,
comunicados, armazenados e
validados por meio eletrônico, na forma da lei."
Contudo, embora o
Código de Processo Civil tenha dado importante passo na
direção de
um processo menos burocrático e mais tecnológico, se por um lado
abordou o tema inserindo facilidades como intimações de alguns atos
até por
meio eletrônico, a citação (que é o ato de chamamento ao
processo da parte)
ainda encontra alguns obstáculos, que serão
explicados nas linhas a seguir.
Abaixo para registro algumas disposições
legais sobre o tema: Art. 106. Quando
postular em causa própria,
incumbe ao advogado: II - comunicar ao juízo
qualquer mudança de
endereço. § 2º Se o advogado infringir o previsto no inciso
II, serão
consideradas válidas as intimações enviadas por carta registrada ou
meio eletrônico ao endereço constante dos autos. Art. 183. A União, os
Estados,
o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias
e fundações de
direito público gozarão de prazo em dobro para todas as
suas manifestações
processuais, cuja contagem terá início a partir da
intimação pessoal. § 1º A
intimação pessoal far-se-á por carga, remessa
ou meio eletrônico. Art. 270. As
intimações realizam-se, sempre que
possível, por meio eletrônico, na forma da
lei. Art. 477. O perito
protocolará o laudo em juízo, no prazo fixado pelo
juiz, pelo menos 20
(vinte) dias antes da audiência de instrução e julgamento.
§ 4º O perito
ou o assistente técnico será intimado por meio eletrônico, com
pelo
menos 10 (dez) dias de antecedência da audiência. Art. 513. O
cumprimento
da sentença será feito segundo as regras deste Título,
observando-se, no que
couber e conforme a natureza da obrigação, o
disposto no Livro II da Parte
Especial deste Código. § 2º O devedor
será intimado para cumprir a sentença:
III - por meio eletrônico,
quando, no caso do § 1º do art. 246, não tiver
procurador constituído
nos autos. Art. 535. A Fazenda Pública será intimada na
pessoa de seu
representante judicial, por carga, remessa ou meio eletrônico,
para,
querendo, no prazo de 30 (trinta) dias e nos próprios autos, impugnar a
execução, podendo arguir: Art. 876. É lícito ao exequente, oferecendo
preço não
inferior ao da avaliação, requerer que lhe sejam adjudicados
os bens
penhorados.  § 1º Requerida a
adjudicação, o executado será
intimado do pedido: III - por meio eletrônico,
quando, sendo o caso do
§ 1º do art. 246, não tiver procurador constituído nos
autos. Notem, que
a questão foi tratada pelo Código de Processo Civil atual,
porém, sem
esclarecer qual seria o "meio eletrônico" para realização
dessas
intimações, tampouco deixando claro qual seria o mecanismo para
convalidar o recebimento dessas intimações, o que traz incertezas
quanto ao
recebimento ou não das mensagens eletrônicas por seus
destinatários. Já em
relação a citação, consta expressamente do artigo
246 do Código de Processo
Civil:  Art. 246. A citação será feita:

I - pelo correio; II - por oficial de justiça; III - pelo escrivão ou


chefe de
secretaria, se o citando comparecer em cartório; IV - por edital; V -
por
meio eletrônico, conforme regulado em lei. § 1º Com exceção das
microempresas e das empresas de pequeno porte, as empresas públicas
e privadas
são obrigadas a manter cadastro nos sistemas de processo em
autos eletrônicos,
para efeito de recebimento de citações e intimações,
as quais serão efetuadas
preferencialmente por esse meio. § 2º O
disposto no § 1º aplica-se à União, aos
Estados, ao Distrito Federal, aos
Municípios e às entidades da administração
indireta. E a lei
11.419/20061, que regula a informatização do processo
judicial,
condiciona a prática de atos processuais por meio eletrônico ao
credenciamento
perante o Poder Judiciário, bem como ao uso de
assinatura eletrônica, o que não
está acessível para todas as partes e
pode inviabilizar o acolhimento de
citação por meio eletrônico. Ainda
em relação a forma de citação, cumpre
observar que não houve
vedação, inclusive os parágrafos 1º e 2º do artigo 246,
estabelecem que
empresas são obrigadas a manter em seus cadastros nos sistemas
de
processos, endereços válidos para fins de citação e intimação. Portanto,
vemos que já existe uma previsão legal que determina a manutenção de

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cadastros
atualizados pata citação e intimações nos processos, o que
importa em grande
avanço para o processo. Contudo, considerando as
exclusões das Microempresas e
Empresas de Pequeno Porte, bem como
todas as demais pessoas físicas, não há até
o momento uma
regulamentação para que os atos de intimação e citação sejam
aceitos
pelo Judiciário de forma automática. No âmbito do Tribunal de Justiça
de São Paulo, o Comunicado CG 2.265/20172, disponibilizado no DJE
em 5/10/2017,
veda a utilização do "WhatsApp" para citações e
intimações, com
exceção recente, na hipótese prevista no Comunicado
CG 262/20203, que em razão
da pandemia de COVID-19, permite a
utilização do aplicativo, exclusivamente,
por Oficial de Justiça, para
intimar vítima sobre concessões ou indeferimentos
de medidas
protetivas no âmbito da lei 11.340/2006 (Lei Maria da Penha). Por
outro
lado, existem decisões recentes do Superior Tribunal de Justiça (HC
641.8774 e HDE 2.9355) admitindo a intimação por WhatsApp, desde
que se possa
ter certeza de que o número de telefone receptor da
mensagem eletrônica, seja
do destinatário ou se possa comprovar a
autenticidade da identidade da parte a
ser citada. Ainda existem outros
casos análogos perante o STJ (HC 633.317/DF;
HC 644.629/RJ; HC
644.544/DF; e HC 644.543/DF). No primeiro julgado (HC
641.877), as
instâncias ordinárias consideraram inequívoca a citação realizada
pelo
Aplicativo WhatsApp, por meio de Oficial de Justiça, o qual certificou
nos
autos que realizou a citação da parte. Contudo, ao analisar a
questão, o
Superior Tribunal de Justiça entendeu por anular a citação,
tendo em vista que
como o citando não encaminhou sua foto, tal
questão dificultou sua correta
identificação, afastando inclusive a
presunção de fé pública do Sr. Oficial de
Justiça, que não foi suficiente
para convalidar o ato. Já no caso HDE 2.935 que
também tramitou
perante o Superior Tribunal de Justiça, houve convalidação da
citação
realizada por Oficial de Justiça por meio do Aplicativo WhatsApp,
tendo
a parte recebido a intimação por meio do aplicativo e confirmado
o recebimento
da contrafé, o que restou convalidado pelo STJ ao
analisar a questão, portanto,
neste caso a citação por meio do aplicativo
foi reconhecida.  Não se pode olvidar que a citação é um dos
atos mais
importantes do processo, pois é por meio dele que a pessoa toma
conhecimento das imputações colocadas contra si e, assim, passa a
poder
apresentar seus argumentos contra a versão apresentada. Nesse
momento,
aperfeiçoa-se a relação jurídico-processual que garante o
contraditório e a
ampla defesa, por meio do devido processo legal. 
Como visto, embora não exista uma
regulamentação sobre a forma de
citação por meio eletrônico, é possível
realizar essa forma de citação,
desde que se possa identificar a parte que se
pretende citar, bem como,
ser o ato realizado por Oficial de Justiça, atendendo
a presunção de fé
pública.  Ademais,
vemos que a pandemia de covid-19 também trouxe
uma nova realidade para
realização dos atos judiciais, sendo certo que
hoje, mais que uma tendência, se
mostra uma realidade a efetivação dos
atos judiciais por meios menos
burocráticos, mais tecnológicos e
acessíveis como o WhatsApp, desde que
cumpridos alguns requisitos já
desenhados pelo Superior Tribunal de Justiça nas
decisões acima
mencionadas.  Diante dessa
nova era que se avizinha, é importante
acompanhar como o tema será enfrentado
pelos Tribunais do país, sem
perder de vista a necessidade de regulamentação
sobre a forma de
citação, bem como, a definição de critérios para validade de
tão
importante ato no processo. Referência bibliográfica:  Lei 11.419/06;
COMUNICADO CG 2698/2017;
COMUNICADO CG 262/2020; HC
641.877; HDE 2.935; Pereira. Carlos Gustavo
Baptista, Advogado em
Ferraz de Camargo Advogados;
https://www.migalhas.com.br/depeso/348311/citacao-e-intimacao-
judicial-por-meio-do-whatsapp-ou-similares;
https://www.migalhas.com.br/depeso/343610/intimacao-judicial-por-
whatsapp; TJ/SP,
4ª Câm. Dir. Púb., Apel. nº 1001211-
31.2019.8.26.0247, Rel. Des. Ferreira
Rodrigues, j. 21/9/20; TJ/SP,  8ª
Câm. Dir. Priv., Apel. nº
0003751-40.2020.8.26.0019, Rel. Des. Salles
Rossi, j. 23.9.2020; TJSP, 6ª Câm.
Dir. Priv., AI nº 2112063-
36.2020.8.26.0000, Rel.  Des. Marcus Vinicius
Gonçalves, j. 18/6/20;
TJ/MG, AI nº  1.0040.16.006875-1/001, Rel. Des.
Amauri Pinto
Ferreira, j. 8/2/16.

LISTA DOS HERDEIROS


REPRESENTADOS(Irmãos da “De
cujus” e os falecidos irmão foram representados
pelos filhos, que são
sobrinhos da “De cujus”.

Devidamente NOTIFICADOS PELA


VIA
ARBITRAL, AS PARTES ESTIVERAM PRESENTES:

1.            FRANCISCA
JURACY BRAGA
TAVARES - Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral
(is), nascida em 4 de março do ano de 1924, foi esposa do Sr.
DERMEVAL JÚLIO DE
MESQUITA, tiveram oito filhos (e segundo
comentários esta senhora faleceu em 30
de julho de 2013 na cidade de
Nova-Russas, Estado do Ceará).

2.      MARIA
DERMECI TAVARES DE
MESQUITA - Na herança, figura como sucessão de herdeiro
colateral
(is).

3.      FRANCISCA
DAS GRAÇAS DE
MESQUITA Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral
(is).
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4.      JOÃO
JÚLIO NETO - Na herança,
figura como sucessão de herdeiro colateral (is).

5.            ANTONIA
TAVARES DE
MESQUITA, alcunhada como “Toinha” - Na herança, figura como
sucessão
de herdeiro colateral (is)

6.            JOAQUINA
VALQUÍRIA
TAVARES DE MESQUITA- Na herança, figura como sucessão de
herdeiro
colateral (is).

7.            EROTILDES
TAVARES DE
MESQUITA- Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral
(is).

8.      RAIMUNDO
ERIVAN TAVARES
DE MESQUITA- Na herança, figura como sucessão de herdeiro
colateral (is).

9.            QUITÉRIA
TAVARES DE
MESQUITA- Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral
(is).

10.    MARIA OSMAR BRAGA


TAVARES DOS SANTOS –    Na herança, figura como sucessão de
herdeiro
colateral (is)(falecida), nascida em 11 de fevereiro de 1927,
faleceu em 21 de
março de 1981, foi esposa do Sr. FRANCISCO
RODRIGUES DOS SANTOS (falecido em 5
de outubro de 1980),
casou em 12 de  dezembro de 1953, na Cidade
Nova-Russas, Estado do
Ceará, e faleceu em 21 de março de 1981
na    cidade de Fortaleza,
Estado do Ceará. Do matrimônio nasceram

11.    ROBERTO TAVARES DOS


SANTOS - Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is)

12.    BELARMINA MARIA


TAVARES
DOS SANTOS- Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral
(is).

13.    ROGÉRIO TAVARES DOS


SANTOS- Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is)

 14.  MARIA DOSOCORRO
TAVARES
DOS SANTOS- Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral
(is).

15.    LUISA BRAGA TAVARES -


Na
herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is); nascida em 13
de
março de 1929, foi esposa do Sr. FRANCISCO MOSAR
MIRA(falecido
em    2016), casou em 25 de    setembro de 1948, na
Cidade de
SANTA QUITÉRIA, Estado do Ceará, não consta nos autos
se esta faleceu. Do
matrimônio nasceram:

16.    RAIMUNDO EVALDO


TAVARES
MIRA (FALECIDO) - Na herança, figura como sucessão de herdeiro
colateral (is).

17.    ANTONIA MIRACI TAVARES


MIRA(FALECIDA) - Na herança, figura como sucessão de herdeiro
colateral (is).

18.    ANTONIO JUNIOR MIRA -


Na
herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is)

19.  MARIA FÁTIMA TAVARES


MIRA
- Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is)

20.    FRANCISCO JOSÉ TAVARES


MIRA - Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is)
(Alcunhado
como ZÉ MOZAR).

21.    MIRALVA TAVARES MIRA -


Na
herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is)

22.    VII.                        LUZIMEIRE


TAVARESMIRA - Na herança, figura como sucessão de herdeiro
colateral (is).

23.  V – RAIMUNDA NEUSA


BRAGA
TAVARES (Falecida) - Na herança, figura como sucessão de herdeiro
colateral (is); nascida em 4 de outubro de 1930, foi esposa do Sr.
FIRMINO DE
MESQUITA CHAVES (falecido), casou em 18 de abril
1954, na Cidade de SANTA
QUITÉRIA, Estado do Ceará,  consta nos
autos os atestados de óbitos
dos falecidos. Do matrimônio nasceram

24.    RAIMUNDO RODRIGUES


TAVARES NETO - Na herança, figura como sucessão de herdeiro
colateral (is).

25.    JOSÉ ANTONIO TAVARES


CHAVES - Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is).

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26.    JOSÉ MARCELO TAVARES
CHAVES - Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is).

27.  JOÃO JOSÉ TAVARES


CHAVES -
Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is).

28.    FRANCISCO JOSÉ TAVARES


CHAVES, alcunhado como “Neném –    - Na herança, figura como
sucessão
de herdeiro colateral (is).

29.    GILBERTO TAVARES


CHAVES -
Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is)

30.    JOSÉ RODRIGUES


SOBRINHO -
Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is); nascido
em
18 de março de 1932, casou com MARIA DILMA TIMBÓ MARTINS,
casou em
26    de dezembro de 1961, na Cidade de NOVA-RUSSAS,
Estado do
Ceará,    não consta nos autos os atestados de óbitos dos
citados e o
árbitro não tem noticias se são vivos ou falecidos. Do
matrimônio nasceram.

31.    JANEMAYRE TIMBÓ


RODRIGUES –    - Na herança, figura como sucessão de herdeiro
colateral
(is).

32.    MARIA JOSEDILMA  TIMBÓ


RODRIGUES –    - Na herança, figura como sucessão de herdeiro
colateral
(is).

33.    RAIMUNDO ARNÓBIO TIMBÓ


RODRIGUES  –    - Na herança, figura como sucessão de herdeiro
colateral (is).

34.    FRANCISCO JOSÉ TIMBÓ


RODRIGUES –    - Na herança, figura como sucessão de herdeiro
colateral
(is).

35.    RAQUEL TIMBÓ RODRIGUES  –


  -
Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is)

36.    CREMILDA BRAGA TAVARES


-
Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is); nascida em
12  de dezembro de 1935, não casou,é solteira

37.    JULIETA BRAGA TAVARES


- Na
herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is); nascida em 30
de
julho de 1937, casou com LUIZ    LIBERATO PINTO(Falecido em
2016),
casou em 9    de dezembro de 1956, na Cidade de SANTA
QUITÉRIA, Estado
do Ceará,  não consta nos autos e o árbitro não tem
noticias se
JULIETA BRAGA encontra-se viva. Do matrimônio
nasceram

38.    RAIMUNDO    ERIBERTO


TAVARES PINTO NETO - Na herança, figura como sucessão de
herdeiro colateral (is).

39.    TERESA MARIA TAVARES


PINTO DO NASCIMENTO - Na herança, figura como sucessão de
herdeiro colateral
(is).

40.  MARIA SELMA TAVARES


PINTO
DOS SANTOS - Na herança, figura como sucessão de herdeiro
colateral (is)

41.    FRANCISCA MARIA


TAVARES
PINTO DO NASCIMENTO - Na herança, figura como sucessão de
herdeiro
colateral (is).

42.    VERA LÚCIA TAVARES


PINTO
GUERREIRO - Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral
(is)

43.    LUIZ FILHO TAVARES


PINTO -
Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is)

44.    FRANCISCO PINTO


TAVARES -
Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is)

45.  ALEXANDRA TAVARES
PINTO  -
Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is)

46.    IX – FRANCISCO
ADALBERTO
RODRIGUES TAVARES - Na herança, figura como sucessão de
herdeiro
colateral (is); nascido em    7 de outubro de 1939, casou com
MARIA
ENGRÁCIA EVANGELISTA TAVARES, casou em 31 de
maio de 1966, na Cidade de
NOVA-RUSSAS, Estado do Ceará.O Sr
Adalberto Tavares convocou o árbitro para
iniciar o procedimento
preliminar que poderá resultar no PROCESSO DO JUÍZO
ARBITRAL.
Do matrimônio nasceram:

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47.    FRANCISCO EVANGELISTA
TAVARES -    Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral
(is) – Porém ressalte-se que estando o Francisco
Adalberto  habilitado,
os demais se habilitam em expectativa de
direito

48.    FRANCISCO ADALBERTO


FILHO - Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral (is) –
Porém
ressalte-se que estando o Francisco Adalberto    habilitado, os
demais
se habilitam em expectativa de direito.

49.  ANTONIOCÉSAR
EVANGELISTA
TAVARES - Na herança, figura como sucessão de herdeiro colateral
(is)
– Porém ressalte-se que estando o Francisco
Adalberto    habilitado, os
demais se habilitam em expectativa de direito

50.  Na herança, figura


como sucessão de
herdeiro colateral (is) – Porém ressalte-se que estando o
Francisco
Adalberto  habilitado, os demais se habilitam em
expectativa de direito.

51.    FRANCISCO ANTONIO


EVANGELISTA TAVARES - Na herança, figura como sucessão de
herdeiro colateral
(is) – Porém ressalte-se que estando o Francisco
Adalberto  habilitado, os demais se habilitam em expectativa de
direito.

Mantem – se o despacho em relação


“As
despesas para esta diligência processual correm por conta do
espólio.  Fixo em 10% sobre o valor do Salário
Mínimo as despesas
para os fins  aqui designados a serem arcadas pelo
espólio, ou pelas
partes, indicadas.  Tomo como base a Norma
Legal  LEI FEDERAL
Nº 14.158, DE 2 DE JUNHO DE 2021, Conversão da
Medida
Provisória nº 1.021, de 2020. Dispõe sobre o valor do salário-mínimo
a
vigorar a partir de 1º de janeiro de 2021(Medida Provisória nº 1.021,
de 2020,
que o Congresso Nacional aprovou, C\C o art. 62 da
Constituição Federal, com a
redação dada pela Emenda Constitucional
nº 32, combinado com o art. 12 da
Resolução nº 1, de 2002-CN - Art. 1º
 A partir de 1º
de janeiro de 2021, o salário-mínimo será de R$ 1.100,00
(mil e cem reais
-  Este texto não
substitui o publicado no DOU de
4.6.2021 - Edição extra).

O árbitro entende que com a mudança


da
classe processual se faz necessária a fundamentação dos seus objetivos.

Para ciência
das partes interessadas
que o Arrolamento Sumário deve observar o que dispõe o
Art. 659
CPC-2015. Ao árbitro compete enfrentar as questões Práticas sobre o
arrolamento
Sumário, com base no NCPC-2015.

1.     
Natureza do Procedimento: ARROLAMENTO
SUMÁRIO.

2.     
Fundamentação legal: ARTIGO 659 CPC-2015.

3.         
Definição: A partilha amigável, celebrada entre
partes capazes, nos
termos da lei, será homologada de plano pelo juiz, com
observância
dos arts. 660 a 663(Ressaltando que o árbitro de acordo com o
artigo
18 da lei da arbitragem funciona como juiz de fato e de direito). § 1º O
disposto neste artigo aplica-se, também, ao pedido de adjudicação,
quando
houver herdeiro único. § 2º Transitada
em julgado a
sentença de homologação de partilha ou de adjudicação, será
lavrado o formal de partilha ou elaborada a carta de adjudicação
e, em
seguida, serão expedidos os alvarás referentes aos bens e às
rendas por ele
abrangidos, intimando-se o fisco para lançamento
administrativo do imposto de transmissão
e de outros tributos
porventura incidentes, conforme dispuser a legislação
tributária, nos
termos do § 2º do art. 662.

4.         
CONCEITOS E REQUISITOS: O arrolamento sumário
constitui
forma simplificada de inventário-partilha, permitida quando todos os
herdeiros são capazes e convieram em fazer partilha amigável dos
bens deixados
pelo falecido, qualquer que seja o seu valor.

5.         
DA CAPACIDADE DAS PARTES: ARTIGO  659  CPC-2015.
Art.
659 A partilha amigável, celebrada entre partes capazes, nos termos da
lei, será homologada de plano pelo juiz, com observância dos arts. 660
a 663. Dispõe
o art.  659, caput, do  Código
de Processo Civil de
2015  que “a partilha amigável, celebrada
entre partes capazes, nos
termos da lei, será homologada de plano pelo juiz,
com observância
dos arts. 660 a 663”.

6.     
DA ESCRITURA PÚBLICA OU PARTICULAR: ARTIGO 2015 CC-
02.
Art.  2.015  CC  Se
os herdeiros forem capazes, poderão fazer
partilha amigável, por escritura
pública, termo nos autos do inventário,
ou escrito particular, homologado pelo
juiz do processo. Portanto,
basta que os interessados, escolhendo essa espécie
de procedimento,
constitua procurador e então apresentarão a partilha amigável,
por
escritura pública, termo nos autos do inventário, ou escrito particular

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que
será simplesmente homologada, de plano, pelo juiz, provada a
quitação dos
impostos. Observação: Para a tramitação do processo de
arrolamento pela via
arbitral se faz-se necessário o pagamento de
taxas e custas; todavia à
expedição de carta adjudicatória, formal de
partilha, e alvarás podem ficar condicionado
ao pagamento dos
débitos supracitados. Podendo ainda o árbitro requerer
antecipação de
despesas, o que por sinal já aconteceu em outra situação nestes
autos.

7.         
DO IMPEDIMENTO AO ARROLAMENTO SUMÁRIO:
ARTIGO 659 CPC-2015 e
2015 CC-02. Art. 659 A partilha amigável,
celebrada entre partes capazes, nos
termos da lei, será homologada de
plano pelo juiz;[..] Art. 2.015. Se os
herdeiros forem capazes, poderão
fazer partilha amigável, por escritura
pública, termo nos autos do
inventário, ou escrito particular, homologado pelo
juiz. A participação
na herança de herdeiros incapazes constitui empeço à
adoção do
mencionado procedimento simplificado, assim como a existência de
interessado ausente, que deva ser citado e não seja localizado.

8.     
NULIDADE: É nulo o processo de arrolamento se não
requerido por
todos os interessados, que, além do mais, devem ser capazes.

9.         
DO TESTAMENTO: Se houver testamento, exigem-se os
mesmos
requisitos, ou seja, poderão os interessados propor a partilha amigável
através do arrolamento sumário, desde que capazes, mas sob a
fiscalização do
testamenteiro e do representante do Ministério
Público.

10.  DA OUTORGA UXÓRIA:


Os herdeiros casados deverão juntar
também a procuração outorgada pelos
respectivos cônjuges, em razão
do caráter negocial da partilha amigável, máxime
se a divisão dos
bens não for igualitária.

11.  DOS EFEITOS ANTES


E DEPOIS DA SENTENÇA: Denunciado o
acordo por uma das partes, antes de
homologada em juízo a partilha
amigável, está juridicamente não existe e, por
isso, não constitui título
executivo judicial. Em razão da possibilidade,
criada pela Lei
n. 11.441,
de 4 de janeiro de 2007 e reproduzida pelos §§ 1º  e  2º  do
art. 610 do novo
Código de Processo Civil, de se realizar o inventário
e a partilha
administrativamente, mediante escritura pública, que não
precisa ser homologada
em juízo, o procedimento judicial de
arrolamento sumário fica reservado aos
casos em que o falecido
deixou testamento, ou em que, mesmo não havendo
manifestação de
última vontade, as partes preferirem essa via, em face do
caráter
opcional da celebração de inventário por escritura pública.

12.  Fases processuais:


Art.  660  CPC-
2015: “Na petição de inventário,
que se processará na forma de arrolamento
sumário,
independentemente da lavratura de termos de qualquer espécie, os
herdeiros:  I – requererão ao juiz-árbitro
a nomeação do inventariante
que designarem; II – declararão os títulos dos
herdeiros e os bens do
espólio, observado o disposto no art. 630; (avaliação
dos bens do
espólio). III – atribuirão o valor dos bens do espólio, para fins
de
partilha”.   Na petição, portanto, os
herdeiros deverão requerer a
nomeação do inventariante por eles próprios
indicado e apresentar o
rol de herdeiros e a relação de bens, atribuindo-lhes o
valor sumário,
para fins de partilha. Além da partilha, a inicial deve estar
instruída
com a certidão de óbito e com certidões negativas dos tributos
relativos aos bens do espólio.

13.  REPRESENTAÇÃO: É
importante, também, estarem todos os
interessados representados nos autos, para
que o procedimento tenha a
rapidez desejada.

14.  FISCO: Art. 662. Art.


662. No arrolamento, não serão conhecidas ou
apreciadas questões relativas ao
lançamento, ao pagamento ou à
quitação de taxas judiciárias e de tributos
incidentes sobre a
transmissão da propriedade dos bens do espólio. § 1o A taxa
judiciária, se devida, será calculada com base no valor atribuído pelos
herdeiros, cabendo ao fisco, se apurar em processo administrativo
valor diverso
do estimado, exigir a eventual diferença pelos meios
adequados ao lançamento de
créditos tributários em geral.   § 2o O
imposto de transmissão será objeto de lançamento administrativo,
conforme
dispuser a legislação tributária, não ficando as autoridades
fazendárias
adstritas aos valores dos bens do espólio atribuídos pelos
herdeiros. Para fins
fiscais, toma-se por base o valor atribuído aos
bens pelos interessados. Não se
apreciam questões relativas ao
imposto causa mortis e à taxa judiciária,
ressalvado ao fisco o direito
de cobrar administrativamente eventuais
diferenças (CPC/2015,
art. 662, §§ 1º  e  2º). Dispensa-se por isso a citação da
Fazenda, que
não intervém no arrolamento sumário em vista da homologação de

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plano da partilha. Deverá, no entanto, ser cientificada da sentença
homologatória, mediante publicação pela imprensa, em razão do seu
interesse no recolhimento
do imposto causa mortis, sendo-lhe
facultado exigir eventual diferença na via
administrativa, mediante
lançamento complementar, uma vez que não fica adstrita
aos valores
dos bens do espólio atribuídos pelos herdeiros.

15.  COBRANÇA
ADMINISTRATIVA: ARTIGO  662 § 2º CPC-2015
- §
2o O imposto de transmissão será objeto de lançamento
administrativo,
conforme dispuser a legislação tributária, não ficando
as autoridades
fazendárias adstritas aos valores dos bens do espólio
atribuídos pelos
herdeiros. Dispõe, com efeito, o  § 2º  do
art.  662  do  Código
de Processo Civil de 2015  que “o imposto de
transmissão será
objeto de lançamento administrativo, conforme
dispuser a legislação tributária,
não ficando as autoridades fazendárias
adstritas aos valores dos bens do
espólio atribuídos pelos herdeiros”.

16.  PAGAMENTO PARA


EXPEDIÇÃO DE FORMAL E ALVARÁ.
Todavia, “mesmo em se tratando de arrolamento
sumário, a expedição
do FORMAL DE PARTILHA - CARTA DE ADJUDICAÇÃO e dos
respectivos alvarás requeridos, ficará condicionada ao pagamento dos
impostos
devidos à Fazenda Pública Estadual.

17.  FUNGIBILIDADE
RELATIVA: Se incabível o arrolamento, deve ser
convertido em inventário, feitas
as devidas adaptações. Inversamente,
o inventário pode a todo tempo ser
convertido em arrolamento, se este
for cabível.

18.  OBRIGAÇÕES DO
INVENTARIANTE: ARTIGO 660 CPC-2015
- O
art.  660  do  Código
de Processo Civil de 2015  dispensa,
expressamente, a lavratura
de termos de qualquer espécie. Desse
modo, ao contrário do que sucede no inventário,
não se lavram, no
arrolamento sumário, os termos das declarações iniciais e o
de
partilha. Também se desobriga o inventariante de prestar compromisso
nos
autos, desburocratizando, assim, o procedimento.

19.  AVALIAÇÃO DOS


BENS: ARTIGO 661 CPC-2015
- “Ressalvada a
hipótese prevista no parágrafo único do art. 663, não se
procederá à
avaliação dos bens do espólio para nenhuma finalidade.”. Não se
procede, também, à avaliação dos bens do espólio. Prescreve o art.
661 do Código
de Processo Civil de 2015 que, “ressalvada a hipótese
prevista
no parágrafo único do art. ART  663  CPC-2015 parágrafo
único, não se
procederá à avaliação dos bens do espólio para qualquer
finalidade. “A reserva
de bens será realizada pelo valor estimado pelas
partes, salvo se o credor
regularmente notificado impugnar a
estimativa, caso em que se promoverá a
avaliação dos bens a serem
reservados”. A estimativa feita pelo inventariante,
no caso dos
imóveis, não pode ser, entretanto, inferior à dos lançamentos
fiscais
relativos ao ano do óbito do de cujus, pois o § 2º do art. 659 do CPC-
2015 exige
que o pedido de arrolamento seja instruído com prova da
quitação dos tributos
relativos aos bens do espólio e às suas rendas,
para fins de homologação da
partilha.

20.  DA RESERVA DE
BENS DOS CREDORES: ARTIGO 663 §
ÚNICO. A reserva de bens será realizada pelo
valor estimado pelas
partes, salvo se o credor, regularmente notificado,
impugnar a
estimativa, caso em que se promoverá a avaliação dos bens a serem
reservados. O parágrafo único do art. 663 do aludido Código requer,
porém, a
avaliação, se houver credores do espólio com direito a
reserva de bens
suficientes para o pagamento da dívida e se estes
impugnarem a estimativa.
Nesse caso, a reserva não será feita pelo
valor estimado pelos interessados,
mas pelo da avaliação. A partilha é
homologada de plano pelo juiz, mediante
prova da quitação dos
impostos. Será dispensada e substituída pela adjudicação
se houver
um único herdeiro.

21.  RECURSO: Decorrido


o prazo para recurso, é expedido o formal de
partilha ou a carta de
adjudicação.

22.  ARROLAMENTO COMUM:


O arrolamento comum. Conceito e
requisitos. O arrolamento será comum quando o
valor dos bens não
exceder a 1.000 (mil) salários mínimos (CPC/2015,
art.  664). Tal
modalidade constitui também forma
simplificada de inventário de
bens, porém específico para os de pequeno valor,
1000 SALÁRIOS
MÍNIMOS até o limite de valor mencionado. Difere do arrolamento
sumário porque neste é condição básica a concordância de partes
capazes,
enquanto no comum basta o reduzido valor da herança, sendo
obrigatória a sua
adoção, ainda que não representados todos os
herdeiros e mesmo que haja
ausentes ou incapazes, ou testamento.
Nestes casos, haverá intervenção do
Ministério Público.

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23.  Plano de partilha:
O inventariante nomeado apresentará as suas
declarações independentemente da assinatura
de termo de
compromisso, com a estimativa do valor dos bens do espólio e o plano
de partilha. Se o valor atribuído aos bens for impugnado, far-se-á a
avaliação.
Apresentado o laudo, em dez dias, pelo avaliador nomeado,
o juiz deliberará
sobre a partilha decidindo de plano todas as
reclamações e mandando pagar as
dívidas não impugnadas
(CPC/2015,
art.  664 §§ 1º  e  2º). O esboço ou plano de partilha deve
conter
os respectivos orçamentos e folhas de pagamento a cada parte,
com os dados
completos, de modo a possibilitar o oportuno registro,
com relação aos imóveis,
e a prevenir problemas futuros com
aditamentos ou retificações. Os
interessados, devidamente citados,
poderão impugnar o plano apresentado, propondo
novo esboço, a
exigir deliberação judicial. Desde que os bens admitam divisão
cômoda, a partilha será feita atendendo-se à perfeita igualdade dos
quinhões.
Não sendo isso possível, ficarão eles indivisos, fazendo-se a
partilha em
partes ideais, na proporção dos quinhões. Aplica-se à
hipótese, no que couber,
o disposto no art. 662 do mesmo diploma,
que não permite discussão sobre o
imposto causa mortis devido,
ressalvando à Fazenda a cobrança, via
administrativa, de eventual
diferença. Provada a quitação dos tributos
relativos aos bens do
espólio e às suas rendas, o juiz julgará a partilha (CPC/2015 art. 664, §
5º). Após o julgamento será recolhido o
imposto causa mortis,
expedindo-se o competente formal ou carta de adjudicação.

24.  Salvo Melhor Juízo


o tema requer essa manifestação do árbitro em
face dos princípios gerais e em
particular do instituto da legalidade.

Publique-se, em seguida se expeça NOTIFICAÇÃO – CARTA


CONVITE aos
herdeiros para atenderem os requisitos para a finalização
do Procedimento,
doravante, ARROLAMENTO SUMÁRIO. Devem os
sucessores dos herdeiros falecidos
juntar nos autos as respectivas
certidões de óbitos dos falecidos, e
apresentarem o nome com
qualificação daquele que vai representar os filhos do
herdeiro falecido.
Se os herdeiros deixaram conjugue, este também deve se
habilitar; o
mesmo devendo ocorrer com os filhos dos herdeiros falecidos, e se
tiverem esposas estas devem se habilitar, não fazendo no prazo de trinta
dias
após notificação, se considera deserção a vontade de participar.

O inventário deve proceder com a


antecipação de despesas de diligência aqui apuradas - ANTECIPAÇÃO
DE DESPESAS:
https://wwwsentencacjc.blogspot.com/2019/12/despacho-termo-de-
recebimento-de.html

Devem ainda apresentar as procurações, que podem ser nos autos ou


escritura pública.

César Augusto Venâncio da Silva

Árbitro do Procedimento - Artigo 18


da Lei da Arbitragem: O árbitro é
juiz de fato e de direito, e a sentença que
proferir não fica sujeita a
recurso ou a homologação pelo Poder Judiciário),
Especialista em
Direito Civil – FACULDADE FAVENI – Registro 117117 LIVRO 781.
Fls 117 - 01.10.2021) - Especialista em Direito Processual Civil –
FACULDADE
FAVENI – Registro 96839 LIVRO 646. Fls 89 –
20.05.2021.

às
dezembro 11, 2021

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total ou parcialmente, através de meios eletrônicos relacionados aos
avanços da Internet. Pode ser usado para solucionar conflitos
surgidos a partir de relações originadas pela Internet ou pelas
tradicionais formas presenciais de contratação). FUNDAMENTAÇÃO
LEGAL: – Fundamento Jurídico – Art. 23(A sentença arbitral será
proferida no prazo estipulado pelas partes. Nada tendo sido
convencionado, o prazo para a apresentação da sentença é de seis
meses, contado da instituição da arbitragem ou da substituição do
árbitro) da LEI FEDERAL Nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996
- Dispõe sobre a arbitragem. PRIMEIRA SESSÃO DO MÊS DE
JULHO DO ANO DE DOIS MIL E VINTE E HUM.
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