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54.

úhaÍ2m-se de
uns
cÀPÍrur-o 1rZ
resultou não
=.r..do rnas
-::oÍ bem-estat,
--iedade de um País
Porque favorece o caPitalismo
=::e-
simPatizante das de mercado a demo cracra

: seculo >o( toÍflou-se


- ieçeríamos observar
-j::Lrs <çâ1ses democrá-

i,;f,-( otl deficientes' Na


democráticos' Mas
=,:) pessoas
de mercado são como duas
múto democrá- Â d9m-oç11çi3 -e 9 capitalismo
=jatrs:
]*.. democráticos'23 que é despedaçado pelo conflito
ligadas num câsam-eÍIto.!€mPesryoso
::o da democraciar> foi üô-êãffia,a;;;;iqoé..'t,,,mdosparceirosqueÍSepâfat.sedo
rnrr"áo botânico' ambos existem
ao
-- p,oÍ vezes, retratado' outÍo. Aplicando ^-coínparàçáo
,js sucessos dernocrá- flumâ de simbiose antagôrica'
= "rpé.ltu compücada pelo pro-
,:-' ,iePende da maneira Embora
Um deles' '"1^çAo'"1' ""t'Ã'dinariamente
conlunto de. experiências com
os
==-'' desafios' fuso e constantemente crescente
podemos -3j3f*^9,1g9q-§9.1i-çb§õe!
:-r coÍIsequências contÍa- sistemâs políticos e económicos,
duas neste capínrlo e três no
à seguinte'
. ,.pestos, ê fzvotâ'tel ãrn r*nt*Apresento
nos
r,;:l \-eÍemos Porquê ' t-'t en países clm uma predo'*:-:?
4 nr*or*cia poliárquica uiy&ou a?enas
ir.
'riootko uingoa nam país cLtn ,tma
ec0n071tt'a
capiíattisla'dÍ *rr*do; í i|ini.ia
de mercado'
que não sfa pretdominantemente -: ^

Emboratenhalimitadoestaconclusãoàdemocraciapoliárquica,
nas
populares que se desenvolverâm
apüca-se também âos governos e à evolução
cidades-estado da Grêcia'de Roma e naltâhaMedieval
e ao crescimett:o, d' participação
dos
das instituições representativas
essa história' parte
cidadãos .'o No'tt Europa' Mas vou pôr de lado
da

da qual vimos no capínrlo 1,


dt rnodo ^ fi:3:f-qry:f'Otl--::Xttti:
democracia tepresentativa -
lsto ç' na
nas instituições da Áod""tn
democracia Pgliálqy!çz' . ^_^^6$^i-o^,.írrncô
ineqúvoco' A democracu
Neste câmpo, o registo é espântosâmente
países com economias predominan-
poliátqúca eístiu anicantente em
j-citos no Ànexo C'
190

Ínlcos s
poslcão
lados lu
mrcos- 1

zero,,: §
*-;l; Esta relação estyta exlste pgrque certos a$ectos básicos do catrtitalismo de
modc,- a
mercarlo o tornamJàuoráuel às instituições demonáticas. Inuersamente, ,tgíi
duos. ãr
aspectos básicos de uma economia que nào seja pretlominantemente de mercado .
educaçi
toinam-na priudicial para ds perspeüiuas democráÍicas.
educado
Numa economia capitalista de mercado, as entidades económicas
Oc:
são ou os indiúduos ou as empresas (firmas, quintas e outras) que são
deridi,
propriedade privada de indivíduos ou de grupos, e não, na grande
r

camaci,r
maioria, do Estado. O objectivo principal destas entidades é o lucro _

a auloÍ
económico sob a forma de salários, lucros, juros e rendimentos. Os
do dkei
qr. d.irigem as empÍesâs não têm necessidade de se esforçar por
objectivos amplos, grandiosos e ambíguos como) por exemplq o bem-
ô4§is!d
i4eqr-
-estar geral ou o bem público. Podem gu_?! sg ap-ena! por incentivos
talvez. a
pessoais. E porque o mercado fornece aos patrões, aos administrado-
res, aos trabalhadores e a outÍos grande patte da informação crucial
ery5
mercado
de que necessitam, podem tomâr as suas decisões sem orientação
núno q
centrai. (Isto não significa que possam passar sem leis e regulamentos,
L rna
mas voltarei a esta questão próximo capítulo.)
seiam esr
Contrariamerite âo que â nossâ inruição possa dizer-nos, os mer-
sociedid
cados servem para coordenat e controlar as decisões das entidades
cer. peio
económicas. A experiência histórica mostra, de forma muito conclu-
tiruro pe
siva, que um sistema em que decisões económicas sem conta são
O único
tomadas por inúmeros actores independentes mas competidores, cada
qualguEi
um actuando a partir de interesses bastante estreitos e pessoais e
eqg!omri
guiados pela informaçáo fornecida pelos mercados, produz bens e
serüços muito mais eficientemeflte do que qualquer altetnatfva conhe- ç control
ngçg55,arir
cida. Além disso, fá-lo com uma regularidade e uma ordem que são
o capi-,;l
verdadeiramente espantosas.
coÍrsumo
Como resultado, a longo prazo o capitalismo de mercado conduziu
um piano
ao crescimento económico, e o ctescimento económico é favorâvel à
do gosen
democracia. Para começâr, ao acabar com â imensa pobreza e ao
pela sua e
melhorar os níveis de vida, o crescimento económico ajuda a rcduzir l

ddades .*
os conflitos políticos e sociais. Âlém disso, quando os cónflitos econó- a
191

micos surgem, o crescimento fornece mais recursos que estão à dis-


:a em Palses
posição para um acordo mutuamente satisfatório em que ambos os
:=- Porque foi
lados lucram aigo. §a ausência do crescimento, os conflitos econó-
micos, paru uúl:,zar a linguagem da teoria do jogo, rorna_se ((soma
zeto>>i você perde o que eu ganho, você ganha o que eu
t ..;::Ía/isnto de perco. Deste
-:;.::lttq modo, a coopeÍação é inúti].) o crescimento também dá aos indir,í-
a/gant
duos, grupos e governos uma mais valia de recursos para suportaÍ a
r:.::: ii ruercado
educação de modo a encorajar um corpo de cidadãos instrúdos e
educados.
c- .conómicas
. -=-rs) que são
o capitaüsmo de mercado também é favorável à democracia
devido às suas consequências sociais e políticas.
:l,. na grande Ç-r!1 uma ampla
:,:.. é o lucro
camada média de proprietários que procuram regra gerar a educaçào,'
a autonomta, a lt-b-etdade- p-essoal, os direitos à propriedade, a regra
r::.:':nentos. Os
do direito e a participaçào no go\-erno. As crasses médias, .oÃo.
= .sibrçar poÍ At!s_qó1_ql_eq fqr--q pfip1-ç_!ro__a.f3?g-t
r§.::tPlo, o bem- lqtar, são os aliados naturais das
i{g1as-g instituições democráricas. por fim, e de maior importância,
s incentivos
=-,r talvez, ao*dçsç_e-nt raüzar muitas decisões económicas em indivíduos
:'. -:ininistrado-
e emp..resas relativamente independenres> uma economia capitalista
,-::::rÇào crucial de
mercado evita a necessidade de um gorerno central poderoso, auto-
:c::: orientação
ritârio mesmo.
i e :e{ulamentos,
uma economia de não mercado pode existir onde os recursos
sejam escassos e as decisões económicas poucas e óbvias. Mas, numa
,I-:-:los, os mef-
sociedade mais complexa, para evitar o caos económico e para oferc_
<. i-rs entidades
cer, pelo menos, um nível de r,ida moderado, é necessário um subs_
- ruito conclu-
tituto para a coordenação e o controlo fornecidos peios mercados.
-i conta são
sa:T]
::--::ddores, cada Q. _ú_ruco substituto possível é o gor-erno do Estado. Desre modo,
.qualquer quê fôs§ê á propriêilâde Iegal e formar das empresas numa
.:-s e pessoais e
economia de nào mercado, as suas decisões são, com efeito, tomadas
i. :roduz bens e
,-:=inadr.a conhe- e coruoladas pelo governo. Sem a coordenação do mercado torna-se,
,rrdem que são necessariamente, tarefa do governo atribúr todos os parcos recursos:
' o capital, o trabalho, a maquinari a, a terÍ^, os edifícios, os bens de
consumq a habitação e os outros. para fazê-lo. o goveÍno necessita de
:-:c:ldo conduziu
um plano central detalhado e poli'alente e, deste modo, de membros
:::,: é favorável à
do governo encarregues de elaborar o plano, pôJo em praaca e zelar
.-.-. pobreza e ao
pela sua execução. Trata-se de tarefas prodigiosas que requeÍem quan-
::, aiuda a reduzir
tidades desconcerrantes de informação fidedigna. para obter concoÍ-
conflitos econó-
'
192

dância com as suas directivas, os 4nembros do goveÍno têm de des-


cobrir e aplicar incentivos apropriados, estes podem ir das recompen-
sas, quer legais (como os salários e os bónus), quer ilegais (por exem-
plo, o suborno) até à coerção e ao castigo (por exemplo a execução
por «crimes económicos>). Excepto sob condições raras e transitóriâs,
de que falarei daqui a pouco, nenhum goveÍno se mostrou à alnxa da
tarefa.
Contudq não são as ineficâcias de uma economia plapea{a cçqçr--ql-
mente que são mais injuriosâs pâra as perspectivas democrátiç_?_..rly.s
sim a9, consequências sociais e políticas dessa economia, Uma.,gg-o,gg-
mia centralmente planeada coloca os recursos de toda a economia à
d.isposição dos chefes de governo. Para precâver as consequê!.iãs
prováveis dessa fantástica herança política inesperada, poderíamos
lembrar-nos do aforismo «o poder corrompe, e o poder absoluto
corrompe absolutamente». Uma economia centralment. plrrr.ráã
repÍesentâ um convite aberto aos chefes de governo, escrito em letraq
gordas.' Vocês são liures de usar todos estes recursos económicos para conso/id4r l1
q manler o uosso poder! {
Os líderes políticos teriam de ter uma capacidade sobre-humana de
renúncia para resistir a esta tentação. Infelizmente, o triste registo da
história é claro: governântes com âcesso aos enormes Íecursos forne-
\
cidos por umâ economia centralmente planeada confitmaram todos a
sabedoria do aforismo. Os líderes podem, certâmente, usar o seu
despotismo para bons e mâus fins. A história regista alguns exemplás
de ambos embora, penso eu, os déspot4s tenham realtzzdo müto
-
maior quantidade de mal do que de bem. Em qualqu.t .rrp, -ãi
economias planeadas centralmente foram quase semPre associadas, de
perto, aos regimes autoritários.

Âlgumas reservas

Embora as duas conclusões sejam válidas, necessitam de vártas


reservas.
Por um ladq o crescimento económico não é exclusivo dos países i
democráticos, nem a estagnação económica exclusiva das nações não

ü
193
m têm de des- democráticas. Na verdade,
pâfece não- haver correlação
r das recompen- menro entÍe cresci_
e_cp!éfr-ucq g o tipo de_gg@_n9=o_u
regime dãum paísr.
gais (por exem- Aiém dissq .Àu.,T !àT9!*gl,
com uma economia capitaristá
..iú :;.;d;;, em parses
rylo a execução dJmercaào, o crpii^ris'mo à.
z< e transitórias, em pxíê!-na-g deúociátiéôí -.r.rdo
:o'.i." Em nã*; il.;'"'
Taiwan e
ctrou à altura da coreia do sul em particulià,
os facrores que mencionei anterior_
mente, que tendem a acompanhar -, o crescimento
económico e uma
ohneada centrâl- economia de mercadq
F- ---
dudatam, por sua yez, alcançara democra_
:mocrátiq?q ma_s úzação. Nesres dois países, ^
fa..á, autorirários _ cujas políticas aju_
gq Lma.=e-çggg- danm a estimurar o desenvoivimento
de urna economia de mercado
ü a economia à bem sucedida, as indústrias
de exportação, o crescimento
.

§
::.]!"-É

conseque*ç!3§ e uma crasse média numefosa e económico


educada espalharam, também,
rda" poderíanlo.; inadvertidamente, as sementes -
da sua própria destrüção. Âssim,
poder absoluto embora o capitalismo de mercado
e o,
meflte planeada favor,á,..i,àã;-"..;".i;;;;;_*;;:T:T:.,f
LT:JffiI",?;I
_escrito em letraç
irl.i para consolidpr lI ráveis, mesmo completam..rá
a.-o dati.oã Eii .o.,..quência,
à.rrr*
o J::;: :: il :}ff ffi il::
momeniâàeo que se desenrol " :

iobre-humana de
r rdste registo da
t regime não democrático da
democratizantes geradas pelo
ará durante o sécuro >o<l reverará
china irá poder resistir às forças
capitalismo de mercado.
se o

s Íecursos forne- uma economia capitalista de À.r.rdo


não tinha, contudo, de exisú
irmaram todos a somente n^:ú f";;;irrd,rrtli
f^rü;urbana ou pós_industrial do
sDte' usar o sgP século xx. Pode ser. também ^t
- o *.rto menor, fài_o l- ^gri.ol^.
ou, pelo
duns exemplos § c3mo v.imos no capíturo 1, durante
*,x as instituiçoes dão-
r realizado müto cráticas básicas, com excepção
do sufrágio pata asmurheres,
uefguer câsg,_as veram-se em vários países _ desenvol-
nos Estados Unidos, no CÀadá,
»r,e associadas, de Nova Zelânüa e na Ârstrárta na
predominantemente
- -ameicanasob
1790' o primeiro ano da repúbüca
agrícoras. Em
a nova (e ainda em
ügor) constituição, de .rma população
de apenas quâtro milhões de
1
Para uma demonstração impressionante
sobre este ponto, ver Bruce
Russett,
perspective: democracy, ioterdependence,
::":§"i::iian
organlzauons and international
ssitam de várias in buildi
I
lii.:lç,a".1,i,,*,],s,i:;::i,i?::":ü:;,;;,':)Ell;;;,y;:;;r,
cambridgg Cambridge university
p...r,
lusir-o dos países tgqsl e Adam przeworski e Fernando
Limongi, «political ,.qr-..^r^:"i ..orro_,.'g.owrh»,
a das nações não I
n Journal of Econonic
Í
I
194

indiúduos só 5 oÁ viviam
em lr
restanrese5o/oviviam._á;;J?i:;,;Lffi
vorta de 1g20, quando ,*:Í,*.1.i;nn:: ,:1.L-:TI
as instituiçõàs dr'd.;;:. _: , §:€t
@ranca e mascurina) já estavamsoüdamente
acia poüárqutca
lação de menos de dezmithões
.rtrb.l.odns, numa popu-
de pessoas, * - --_ _:1 ,
üviam' ainda, em áreas rurais. -rr*.-rrr". em cada d,ez :.: : .-:-ç
Nas vésperr. d, G,r.rra
tinha mais de trinta mrihà".
civil de 1g60, .:_-: _,]l(l
,r:;:f;.:aís o. nro,á"rtes, oiro em cada '
t'-,:-- -,=-rc
a.ro.q,..,li:::J':.T:JJjT\:;:;;,:;,;:'à#ií;:;,i::; :e l..s
industrial' Âs empresas ;-_._-
na âreada economi, a...""rr.iedade -:_- Ctt
efâm' sem dúvida, essencialmente agrária
i:_I,ü -:ll.trI
quintas, propdedade
por agricultores individuais de e dirigidas
e suas famrlias. Â maic)Í parte r;i;-l"rle
produziam era usado para do que
o seu próprio consumo. crlÍt_{aüif€13
O ponto mais importante, Esu;re
confudq é que a econc er
menre descentralizrdà
induitniltzaçào); dava
1mris,mesmo,
)". La.r.
ao qú. *" r]ffi#i::#r; cenrralizad
r-oh-Er. _l
-recuÍsos...,"í'"-,ér;;i;"ii;:i"*-:"t+:f mai-s r;jc-il.
c

ârtamente favotável roã.r.r.roivimento :iá::::?;::,:X: sobre os or


da república de Thomas
d.mo.ãti.o. Mesmo na visão
Jeff.rson, a base .r...rra.iu à democracia Esrdr,a:t
uma sociedade agrátia era rnsnnicões-
constitúda por agricur,"r.r-
Estas oriçns pré-industriais -;"*".racias
independentes.
nunca Í-oi Í
d.
antigas serão irrerevantes "lg.r-"". d^
para os países
mais consequênci
Esse con;'unto de experiê.r.i",
na erapós-industrial? Não.
,.for* um ponro crucial: qgalquer E ela_. nada
que
\-ô
' - .á";r*-aãI,óirim.,ri; :'
o' mi a
iiii.TI';'"TlXi: fãlffi:u,'*'i!d-.!"sd9!t9f o d es çe3 ;a
""', "
alàment.
ru,.o-
q',. tar-orárel
enren
as

ticas.
. a À;l-t,e$"1*d3:tlg3§ões

democrá-
ratal que renl
cias protund
.,âpoucq mencionei «condiçôes capín:io.
Íatas etransitórias» sob as
os govefnos a)cançanm quais
eficientemente o planeame
Mais ainda' os governos eÍam nto centtaüzado. "l
democrático.. Er,., efam os govefnos
em tempos de guerra
da Grã-Bre tanha eao, grtrà*
ú-ao, duranre
a Primeira Guerra Mundiar
e, de modo ainda mais
..rar.o durante
Mundial. Mas, nestes.casos,
:ir"ff:: 3:,"., o praneamenro e a
assesuraÍ*.,]:::.:ffi ã:;ffi:.,r.:]:'r,",xT.,,X1*,H.r:r
neo com o fornecimento
básico de bens . ,.*ri".^ol*
os civis. os
195
O0 habitantes; os
obiectivos da guerra foram amplamente
e em qúntas. por apoiados. Embora se desen_
volvessem ,$: mercados negros, não eramtão
racia poliárquica grandes que dimi_
nússem a eficâcia do sistema "centartzado
idas, numa popu- de dotação de recursos e
controlo de preços. Finalmente,
ore em cadadez o sistema foi desmantelado depois
se alcançar a p'"z' como resurtado, de
ra Civil de 1860, os Iíderes poJíticos foram privados
n"' teriam gozadop"'
req oito em cada
erica que ÂIexis
:::"ffiYff:: 1: o seu paper
"pro'arem
'era agrátia, não
," 0,..r,,ffiJ:.1'Ti,ãTT.'',.*oo âs econo- de guerra,
mias centrakzadas só exisúam
ociedade agráia em países em que os líderes eram
fundamentarmente antidemocráticos.
le de e dirigidas Âssim, não podemos destrinçar
facilmente as consequências
,r parte do que antidemocráticas da ordem económica
consequências antidemo crâicas das
das conücções dos ríderes. Lenine
E'staline etam tão hostis à e
,mia es-tava alta- democracia que, com ou sem
cenffaltzada, teriam impedido economia
as instituiçõàs democráticas
.ornar-se com â de se desen_
volver' Â economia centakzada
,CCSSO AOS SCUS
tornou, simplesmente, a sua tarcfa
mais fácil ao fornecer-rhes
maiores fecuÍsos para impor
>res. Foi, assim, sobre os outros.. a sua vontade
lÍesmo na visão
E s tri tamente falando, entãq,
democracia era ."p gi-.-lgi1*!!sjqlrça
institu-rsr9!9 -quq c om bina as
com
.xBÇffiiàã"^Êã.-*iÍ -
-49mocráticas
independentes. nunça-,f,q! "-^ ..ço.ãógx,-'."- ..ntàriz^du
-;.--:.:'! de paz
nocracias mais
ndustrial? Não.
cons e quências provávei s s
u nada auguram de bo*
ão, s egunü ;'.T;.ffi #11 i ji]í;.l;
-L gualquer que :1T frm a democracia.
M: e::anto, âpesâr d. o .rpitrlismo
ntraüàd='a que f .- demercado ser muito mais
às,instituiçõ.. d.-o..áticas
Itamente favo- \.?l:.*.,
que tenha existido até
do que qualquer economia es_
cões democrá-
\tatal agota,ere tem também argumas
consequên_
desfavoráveis. Examiná-tas-áos
no próximo
,]!|f,t..i::-ndamente
»)sob as quais iL-"---' .
t centtakzado. ,,1
!i)'l'"' il,;,,
".,j,.. ...,
v i
''l- " í- y,,' ,,, 1..;,: .t
.lt'i " . "'-
, ,';:,
n os govefnos -, .i ''1r{l tlt.tT i
i
;i.i_

nidos durante -. r:
ãticq durante Ú y'l,tt.i':r1',''
neamento e a
Ênid6 qus g12
s em simultâ-
a os civis. Os

il

f;
cAPÍruLo 13
Porque prejudi ca o capjtallsmo
de mercado a demo ctacia

se analisarmos o capitarismo de mercado


de um ponto de vista
d-gg9;ra-qço descobriÃôffiáããõ
óbservamos de pertq que apresenra
d'uz1s faces' Tal como a efíg.e
do deus grego Jano, orham em direcções
opostas' lJma, uma cara simpáti r^,
para ademocracia ; ontra,
vma cara hostil, aponta para o outro ^pàn ^ ^
lado.

3' A democracia
e o 1lp1l,risno tre mercado estão
-"'"" nam
fecbados "" confrito
persistenÍe eru qar- i, àoaL1u, e linità o oatio.-!--
cnií
Por volta de 1g40, estavâ perfeitamente
instalada em Inglaterfa uma
economia de mercado com mercados
auto-reguladores no trabalho, na
teff^ e na moeda. o capitalismo de
mercado triunfara sobre os seus
inimigos em todas as frentes: não só
na teoria e na prâacaeconómicas,
mas também na porítica, na rei, nas
ideias, na firosofia e na ideol0gia.
Os seus opositores, ao que parecia,estavam
completamente desttoça_
dos. No entanto, num país onde
as pessoas têm voz, como dnham
em
Inglaterra' mesmo nessas épocas
pré-democr âtcas, uma vitória tão
completa não poderia durarl. comosempre
acontece, o capitarismo de
mercado ftouxe lucros para alguns,
judicou outros. -rr, como sempfe acontece, pfe_

ro relator clássico é Ierl polanyi, Tbe


Great Trarsfornmrion, Nova Iorque,
Fatrar and Rinehart, 1944.polanyiera
um exilado a, a"roir.'aíH',r'ig.iu q,r...
mudou para Inglaterra e, mais tarde,
ensinou nos Estados unidos.
198

Embora o sufrágio fosse artamente restrito,


as ourÍas instituições E__
políticas do governo representativo 4!-- !<4
estavam ampramente instaradas.
E, em devido tempo 1g67 e de novo em 1gg4 _, o sufrágio
--, r-.----., --n

foi alargado; a parar de 1g84, a maioria -:-,-.a : ,, --a,


dos homens podia vorar.
Âssim, o sistema porítico dava oportunidades --ç -aLii'_
\
à e"pressão efectiva da
oposição ao capitalismo de mercado
não reguramentado. pedindo
ajuda aos ,deres políticos e governamentais, -.-,-Li .= C,:,:11
os que se sentiram pre- l
judicados pelos mercados não -:-;
*** ---
_: I
reg,ramentrdo, prà.uaram protecção. -<._
-
os opositores à economia do <,aissez-faire, encontravam -]=
u! a:-_
<a=á.
__
-l
1

expressão
efectiva das suas queixas affavésdos :cOUa[,:: fiai
ríderes poríticos, dos movimentos,
dos partidos, dos pÍogÍamas, das ideias, t-t ')r1t
^*..,,.
\:
tL
:-.
lL
das firosofias, das ideologias,
dos üvros, dos jornais e, mais importante, {ç>pe:,r-c._. r
dos votos
o recém-formado partido Trabarhista cenrÍava-se nae das eleições. _-;eeder [,s =.1
condição das t:r--,-, \=
classes trabalhadoras. 1^r =-,
Embora alguns opositores se propusessem
âpenas regulamentar o
cornpet:";.. I
capitalismo de mercadq ouúos desejavam Qualcr, ,:,,
abori-lo .oÃpl.tr-".rt".
E' alguns estabeleceram um compromisso: e DOr re:c-c
vamos regüumentá-lo
agota, disseram, e eliminá-lo a.pálr. O pre,:,t2,;, ;r3
Os que propuseram abolir o
capitalismo nunca alcançaram os seus iicancac,:, st::l
objectivos. ô, qrr. exigiam a
intervenção e a reguramentação -rtâ pre" -:zr-_,
do governo conseguiram-no mútas 3!
vezes. habirualnel:e
Tal como na Grã-Bretarrrta,o mesmo ; mglhr-,i ;,,,^';ç
aconteceu na Europa ociden-
tal e nouúos países de iíngua inglesa. Em Como de.,-e::=n
qualqu., pXi onde os cue meios se i
€-qyernos podiam ser influenciados peloi _oürrr..rto. p"p"frr., J" í,t
descontentamenro, o ,.aissez_faire» f. OD\lCi C:(
não podia ser _^r,i".ã;;;,;
lismo de mercado sem a intervençào eÉgr quesiôcs r
. u ..grrlr*entação do gove-rno
era impossívei num país democrâaco +te Procuril: I
por, f,.to *.""r,-arrr;;ã.
primeiro lugar, as próprias instituições -La e OO àfr;ü
básicas do capitaüsmo
de mercado Íequerem a :vasta intervenção :nter\-Ir nu.ü- e
e a regr,rlamentação do
Os mercados competitivos, a propriedade -er-entualmenre «

9o".:'ro. de entidades
econoÍilcas, o cumprimento dos Je os ctd;se(
contratos, a prevenção de monopó_
Iios' a protecçào dos direitos de '
propriedade .r,"r'.
rrenir depeqd
âspecros do capitarismo de mercado -i,]ro. orrrro, ielatirzs dos :.1r
àependem completamente de leis, 1-
de poiíticas, de ordens e de ouffas ;OOOS OS patsE: I
medidas revadas a cabo peros
governos. Uma economia de mercado
não é,e não pode ser, comple_
tamente auto-fegulâdora. rE
em nl-*::.s
.c'-ii. é com e: :-l
199
::.:-s rnsdtuicôes
L:-. - :t:L- instaladas.
Em sesundo lugar, sem a inter

:.::-: rodia rotar.


s()\rern o, um a ec ono m a e
clanos
i
-..."0,1'::to1;":
cr

a algumas pessoas, e os que


#;:yj:!ffi?;i:
sào prejuclicados c)u esperam
prcjr-rclicados solicitaràr, a ser
t: i :-i, r etcctit,a c.la
intcn.cncrir r
--:._:-1do.
: r: icndÍam
Pcdind<r
mi co s ffi' ffi :Tl;r*
mo tiv acr o s-
.levar cm conta o bem dos "
:: '
ff ;:*' i:::::1 :T;
outros; pel., cont.ário, têm fbrtes
pt:e_ incenlivos
para ignorar
o bem dos outros ,.,
-:-::-1:lt prOteCçãO. fazê_lo,"i., pr.prios deixarem
--:.-.--1ni e\pressão de ganhar' Â consciência é ",,
fac,menre acalmada por esta justificacão
sedutora para infltgrem danos
: a :lto\-imentos, a ourfos: «se eu não fizeristo,
outros
.,. i-.s ideoiogias, --o-farão Se eu não permitir que a minh, *;.r';;.;;""
desperdrcios no rio e o seu os seus
,: : CrlS eleiçôes. ,r_o no tr. ulrtros o thrào. ;.
; ;;
1: --,rndição das -vencler os meus produtos, mesmo que possam
nào ser seguros, outros
o fatão. Se eu não... outros o farão,r.
Numa economia mais ou men()s
compedti'a, é l'irtualmcnte
-: :=Jjamentar o certo que, de fàcto, outros
Quando o dano resulra .re .recisàes crererminadas
, farão.
-- ::pletamente. peia crmpeução
i e por mercacios desrcguracios,
:r_-rlamentá_lo é naturar clue se ,..-ont.- cluestões.
() prejuízo pode ser elirninaclo
--:,:.iilt abolir o rerluzido? Se assim for, pode
r.rr-r
ser
alcancado sem custos excessirrrs
: .' -c c\iqiam a em reracã' a.s bcnefíci.rri
ha prejttízn pa' arguns inciirícluos errrrd.,
*-:.:n-no muitas e benefícios para olrrros, c()mo
habitualmente acor
amerhorsorução?I;:::JH.,"T:í:I;:;;ff
:, ..:,tpa C)ciden-
Como deveriam ser tomadas ,.i.xJ"j:.:l#:,;
_ *'-L\ Onde OS estas decis_
como e por
que meios se fazem cumprir
,. :opulares de ,, d..iro.lHil;.t"em?
::jo. O capita- E óbvio que estas não sào apenas
.lúm
_ questões económicas. São tam_
questões morais e polrucas.
:., do gorleÍno f r_'p_, democrático,
r_rs cidadàos
que pfocufam respostas grar-itarào
.. Cuas razões. iner-itavermente em torno
da poJí_
tica e do governo. O candidato mais
:,r capiralismo ,

intervir .rráu economia de m


.--.rentação do ercado, o."lrtjo'" ", Tri:';:ffi::;i;
.eventualmente dano e"' o go\rerno do Estado'
= ie entidades Se os cidadão,
. - de monopó- d,t''
:::uitos outros
intervir,creperlde,;;,l]:l.:':i"1"1"ff
reladvas dos ar\tagonistas.
; jJ;::"^:?:;^-,rffi
:^:
:-1:t-lL-nte dc leis, Conruclo, o arquivo histórico
todos os parses cjemocráticos, e clar,: em
.. cabo pelos o prejuízocausado, ou esperado, pelos
i; SeÍ, comple-
2
Il em muitos países nào democráticos
tar
ac1ui, é com as ."r^çô". entre crcmocr^.,"
" .rril"Ír-:":: ;:.:x,o*rcupação,
200

mefcados desregurados revou


o governo a intervir de modo
medida que' de ouüo modo, a arteta_
iria causar al,o , arguni
;,üd;:
Num país famoso pelo seu com
mercadq os Estados ú;",, ;, ;;:.#::jffi,:.3t'#'[.1;
intervêm na economia de
rantas -i'.r.ir^ que
apenas arguns exempros: r é- dific,
-^rv! enumerá-ras.
vrrur. Eis

. subsídio de desemprego;
. pensões de terceira idade;
' porítica fiscar para evitar
a inflaçào e a recessão económica; :'---
. segurança: altmentaçãq
medicamentos, Iinhas aéteas,caminhos-
_de_ferrq esffadas;
' saúde púbüca, controro
de doenças infecciosas, vacinação
gatoria de crianças em idade obri-
escolar;
. seguro de saúde; !-*
. educação;
..:-i
' venda de acções, obrigações
e outros valores; ;::f,i o
. divisão em zonas: comércio, J.,-,S. \ I
residência, etc.;
. p;arunúa da concorrência liSC:,1,S
de mercadq prevenção de
monopólios
:'.-:',:c,ls:
. ;o:','ãi':1:ffi#":."ff11'J; ouôiâ c,.,--^*- 5e::s e c
. ücenciamenro de médico s, d.,d;,::""'j;"x:jlllÍ,1Íft i: i::i:,1.
outros profissionais; s ras e
::t:,rr:LtC
. estabelecimer e manutenção dos parques
estaduais e nacionais, - _:^ - qe
---ç-,_,: ,

...r:::
áreas de c-:de :::=<
. regurame",^r;:;:'ff,::';TH,,mpedir != -i.!LU!
-,-i--
-
ou reparar os danos
ambientais; e, tardiamente, ser isiri
. regulamentação da venda -\ou:o ii
de tabacq de modo a
quência do úciq do cancro a fue_
rcduzk
ndir:cir:o
e ouffas consequências malignas.
. E etc., etc., etc. reuejdade
-{ mai
Resumindo: em nenhum búda por
país democrático existe uma
capitalista de mercado (nem economia
provavelmente poderá existir capireli56
muito tempo) sem uma regulament duranre
DTO\-OCâÍ
ação e intervenção amplas
goveÍnq a fim de altetat os do riqueza- c
seus efeitos nefastos.
organizac
201
::odo a
^lten- No entanto' se num país a existência
l,r:ro a alguns cráticas af ecta, de modo signifi
de instiruições políticas demo-
cati'o, o funciona-.., ro' do.ipitoli
de mercado' a existência ão smo
c..piraiismo de capit"tir-,, cle mercado afectamüto
funci,namento das instituições o
políucas democráticas. Â seta
=.:-:.dual e local por assim dizer. dâ para os dois causal,
::::nerá-ias. Eis lados: da porítica para aeconomia
da economi a para a poltúca. e

4' Dado que o capitalisma c/e ntercat/o ,ia inetirat,e/tuenre rresigaa/dades,


limita o porencial detnacruitico tra
r/entocrana pa/iárqrica aa gerdr deugualdades
t'ta §/./a distribuiçao dos recttrsos
':
:: eCOnOmlCâ;
po/ílicas.

:-.-:s. caminhos_

- .crnação PAIA\4IAS ÂCERC,\ DE P,l.LÂ\/RÂS


obd_

Os recarcot palíticos incluem


rucio aquilo a que um indir.,rduo
ou um grupo têm acesso, que podem usar para
influenciar,
directa ou indirect o comportamento de outros indivi
cluos. Varia.Oo .o,n-.nte,

r- monopóüos
aspectos do,o.i"a[: JHn;: j:::: :;,,ffi ""fffi : ::
políticos: a força Íisica, o armarnento,
o dinheiro, a riqueza, <_rs
bens e os serr,iços, os recursos
-.^:^-
__-_rLd(Jr produtivos, o rendimento, o
estaruto, a honra, o respeito.
:,,rrabilisras e
o afecto, o carisma, o presugio,
informação, o conhecimento, a
.drá, - a
" çao' comunicação,
meios de comunice - os
,rs e nacionais,
dade jurídic,,".",;111;T,"j:#ff ?T;1.1"j.íL?J,:;"",,:1,
e mütos outÍos. Num limite
:reÍ os danos teórico, um recurso político
ser distribúdo, tal como os voros podia
nos países democráticr_rs.
Noufto iimite teórico, podia estar
:eduzir a fre- concentrado nas mãos de um
indivíduo ou de um gÍupo. E
:.-. malignas. as distribüções possíveis entre
igualdade e concenrração total
são infinitas.
 maioria dos recursos que acabei de
enumerar está distri_
burda.por toda a parte cle modo
r:.1 economiâ altamenre clesigual. Embora
capitalismo de mercado não o
istir durante sela a única causa, é importante
provocar uma distribüção desigual ao
r emplas do riqueza, o rendimen
de muito, ,....r.o. chave: a
a inrorma ção, a
orgarização. u .a.,."-1"-:"'::;:?,;.11:::n"'
202

Deüdo às
desiguardades de recursos poríticos,
arguns cidadãos
conseguem uma influência mais
significativa do que oloo. sobre as
i
poiíticas' as decisões.e os actos a :rri
do governo. Estas violações, tnfe,z-
mente' não são triüais' Em consequência, -zi
os cidadãos não são iguais
poüticamente longe disso :e: a
"r.i-, o fundamento moral da
à,
-
democracia, a igualdade porítica- eÍrtre os cidadãos, é gravemente
r§!
lado. vio_
=I::,t
-- - t

5. o capitalisno jtr

#íííí,;*/W
/e-_ruer1qdofuusrer.q. mai49. desenaolaimento da democracia
alrí ao níue/ da de. 9
,:;,, ;' ; ;,;* ;,1;,, : ;': ::i;
para além do níael aa pibfiÇ;;^
--
Pelàs tazões avançadas anteriormente,
o capitarismo de mercado é
um solvente poderoso dos regimes
autoritários. euando ffansforma
sociedade de senhores d^ t rr^e a
camponeses em paftões, empregados
e trabalhadores; de massas rurais
sem instruçào, dificilmente capzzes
de sobrevivência, e mütas vezes
tanre s urb ano s, moderad
flem Í tIl*3,
quase todos os re(
am..r,. r.*ro r'l
lJlJili:ff ::
dirigente,numa.#,:;T:l'.:::TJ'íÍ"lr:i?"T'.::i11.J
tema em que a maioria pouco
pode fazer para impedir o domínio
govefno por,ma minoria num do
sistema em que a muonapode,
tivamente, reunir os seus recursos efec-
(e também os seus votos) e,
influenciar o governo para agr âssim,
a seu favor quando ajuda a rearuar
vezes o fez- e contin uatá, a fzzer
estas mudanças como mútas
mütos parses com economias em em
vias de desenvorvim..r,l
como um veículo de uma ffansfofmação ,..r..
revoluc -"--E-ra
ionânada "h
u4 sociedade
r
+ e da política.
Quando os govemos autoritários em países menos
t modernizados
t resolvem desenvolver runâ economia
de mercado dinâmica, então,
provavelmente, irão as sementes da sua destrüçao ultima.
Mas' uma vez que 'ançat
a sociedade e a poriicasão transforladas
capitalismo de mercado e que pelo
as insituições democráticas
acção, o panoÍama muda
estão em
completamente. Âgora, as desigualdrd.,
recufsos que o capitarismo .ro.
de mercado agita produr.-
políticas sérias entre os cidadãos ã.rigraldades
I
a
203
-.-=-*.:ns cidadãos
se e como o casamento cra democracia
poJrárquica e do capitalismo
-.:ros sobrc as de mercado pode ser tornado mais
far-orár-er a uma maior cremocra-
. -...cr'res, infeliz- azação da poliarquia, é uma questão
. :.io protlndamente difícil para a <1ual
são iguais não existem respostas faceis nem,
1--.':ra.r moral da
."r,^,,"r,,., bre'es. r\ relação entre
um sisrema político democrático de
um país e o ser-r sistema econó-
::-.'.-emente vio- mico não clemocrático representou um
cresatlo enorme e persistente
Pafa os objectivos e práticas democráticos duranre o
sécuro ,xx.
O desafio continuará, seguramente, no seculo
- :' td deruocracia LV.
.' .;: ;onseqaências
' .i,i dettonacia

. :e mercado é
: :Í:lnsfofmâ a
-
-:. emPfegaclos
,. ---,::tente capazes
:--:r rrrís de habi-
. ' ::tonopólio de
.---,.:: -rirr ou classe
.::--:--:': de um sis-
: i": domínio do
'r,
=-. .-l pode, efec-
-. -.--,:oS) e, assim,
: -.^' ,da a reakzaÍ
: ..:-i a fazet em
' --::---:rio. ela serve

-:-, dr sociedade
: . :rodernizados
: ::-rmica, então,
:::::-iicào última.
::-.:,trmadas pelo
::-1:Cr1S eStãO em
:,.:+ddades nos
.::-- desigualdades

.::-
_

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