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INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE GAZA

FACULDADE DE AGRICULTURA
CURSO DE ENGENHARIA HIDRÁULICA AGRÍCOLA E ÁGUA RURAL
NÍVEL: 4º ANO; I SEMESTRE

TEMA:

A Microánalise de Superfície e Subsuperfície na Discriminação das Ocorrências


Recorrentes de Erosão, Assoreamento e Danificação do Canal Principal de Rega no
Regadio do Baixo Limpopo

Discente: Código:

Euler Joao Pedro Marapusse 2017535

Orientador:

Engº: Luís Maloa, MSc

Lionde, Outubro de 2021


A Microánalise de Superfície e Subsuperfície na Discriminação das Ocorrências
Recorrentes de Erosão, Assoreamento e Danificação do Canal Principal de Rega no
Regadio do Baixo Limpopo

Tutor: Engº Luís Maloa, MSc.

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INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE GAZA

Protocolo de investigação sobre A Microánalise de Superfície e Subsuperfície na Discriminação


das Ocorrências Recorrentes de Erosão, Assoreamento e Danificação do Canal Principal de Rega
no Regadio do Baixo Limpopo, a ser apresentado ao Curso de Engenharia Hidráulica Agrícola e
Água Rural na Faculdade de Agricultura do Instituto Superior Politécnico de Gaza, como
requisito para o início de actividades de investigação no âmbito do Trabalho de Culminação do
Curso em forma de Monografia em Engenharia Hidráulica Agrícola e Água Rural.

Autor: Euler João Pedro Marapusse

Tutor: Engº Luís Maloa, MSc.

Lionde, Outubro de 2021

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Índice Geral

DECLARACAO...........................................................................................................................iii
LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E ACRONIMAS.........................................................v

INDICE DE FIGURAS................................................................................................................vi

INDICE DE TABELAS...............................................................................................................vi

RESUMO.....................................................................................................................................vii

ANTECEDENTES.....................................................................................................................viii

1 INTRODUÇÃO.......................................................................................................................9

1.1 OBJECTIVOS:................................................................................................................11

1.1.1 Geral:.......................................................................................................................11

1.1.2 Específicos:..............................................................................................................11

1.2 PROBLEMA E JUSTIFICATIVA.................................................................................11

2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA..............................................................................................14

3 METODOLOGIA..................................................................................................................15

3.1 Localização da área de Estudo........................................................................................15

3.1.1 Caracterização edafo-climática do distrito e recursos hídricos...............................15

3.1.2 Topografia e Geologia.............................................................................................16

4 RESULTADOS ESPERADOS.............................................................................................18

5 CONDIÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DO ESTUDO E FACTORES DE RISCO...........19

5.1 Condições Para a Realização do Trabalho......................................................................19

5.1.1 Condições para a implementação do trabalho.........................................................19

5.2 Factores de risco..............................................................................................................19

6 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES................................................................................20

7 PLANO ORÇAMENTAL.....................................................................................................22

8 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................................................................23

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Índice de Tabelas

Índice de Figuras

Figura 1 - Mapa do Distrito de Xai-Xai........................................................................................20

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LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E ACRÔNIMOS

FAO - FoodandAgricultureOrganization

MAE – Ministério da Administração Estatal

MDPD –Ministério Da Planificação e Desenvolvimento

MICOA - Ministério Para A Coordenação Da Acção Ambiental

PNUD –Programa para Nações Unidas para Desenvolvimento

RBL, E.P – Regadio do Baixo Limpopo, Empresa Publica

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INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE GAZA

DECLARAÇÃO

Declaro por minha honra que este Protocolo de Culminação do Curso é resultado da minha
investigação pessoal e das orientações dos meus tutores, o seu conteúdo é original e todas as
fontes consultadas estão devidamente mencionadas no texto, nas notas e na bibliografia final.
Declaro ainda que este trabalho não foi apresentado em nenhuma outra instituição para propósito
semelhante ou obtenção de qualquer grau académico.

Lionde, _______de __________________de _____________


_______________________________________

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ANTECEDENTES

As cheias registadas no vale do Rio Limpopo causaram danos nas infraestruturas hidráulicas no
Regadio do Baixo Limpopo, como por exemplo valas submersas numa extensão de mais de 144
km, 11 rombos com cerca de 1 km cada, ao longo do dique de proteção, destruição de 5
comportas, e 4 pontecas destruídas.

viii
1 INTRODUÇÃO
A agricultura é uma das actividades mais praticadas em todo o mundo, mas ultimamente com a
variação dos factores climáticos a agricultura de sequeiro tornou-se numa actividade de risco e
não viável, isso faz com que se procure mecanismos para reduzir a alta dependência pêlos
factores climáticos, e infra-estruturas de armazenamento e condução de água para o uso agrário.

A água possui inúmeras utilidades, dentre elas, se destacam o consumo humano, dessedentação
animal, agricultura, irrigação, produção de energia, uso industrial, navegação, dentre outros. Para
seu proveito, alguns de seus usos empregam como forma de condução da água, canais artificiais,
visando sua transposição de uma cota altimétrica à outra (Silva, 2019).

De acordo com Caputo (1998), na construção dessas infra-estruturas um dos maiores riscos que
se pode correr no campo de Engenharia de Construções, é iniciar uma obra sem um
conhecimento tão perfeito do terreno (rocha ou solo) de fundação. Porque todas as obras de
Engenharia assentam sobre o terreno e inevitavelmente requerem que o comportamento do solo
seja devidamente considerado.

Canais sem revestimento, também chamados de canais de terra, são aqueles em que a condução
da água se dá na superfície de solo natural em que o canal foi escavado (LUNA, 2013). De
maneira simples, os canais artificias se configuram como valas abertas no terreno de forma a
conduzir o fluido em sua calha, afim de não utilizar fontes externas de energia, tendo o próprio
fluxo, capacidade de locomoção por meio do gradiente altimétrico (ROBINSON 1990, citado por
Silva 2019).

Os canais podem ser elaborados por meio dos próprios recursos locais, do material retirado in
situ sem qualquer tipo de retrabalhamento do mesmo, ou elaborados a partir de materiais
provindos de outras regiões, caracterizando assim, uma gama variada de configurações de canais
artificias (Silva, 2019).

Segundo Silva (2019) mencionando Einstein (1956), Chow (1959) e Rodrigues & Souza (1991),
a superfície e forma do canal operam sob o design do canal interferindo na efectividade de seu
transporte e comportamento. Esses factores actuam na maneira que a água irá interagir com a
superfície e sua velocidade (que são definidas pela inclinação e rugosidade do canal) ainda
considerando a infiltração e exfiltração (de drenagem ou transporte) o próprio deve ser

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implementado evitando transbordamentos (JAMES 1993; KOUCHAKZADEH; MARASHI,
2005). Geralmente, perda de água por infiltração excessiva não é um problema em canais
escavados em solos de textura entre média e fina; embora, erosão e sedimentação podem ocorrer
se o solo for erosivo (USDA, 1997).

Segundo INFANTE & SEGERER (2010), ao se iniciar a operação nesses canais, ocorre um
pouco de erosão e sedimentação até que se chegue a uma situação de equilíbrio, a partir disso, os
canais se tornam bem estáveis.

De acordo com Silva (2018), É importante também considerar eventos anômalos, como as
interrupções de fluxos, rompimento das calhas, sobrecargas, fissuras, proliferação de ervas
daninhas, conexões com os escoamentos das vertentes, desenvolvimento de formas erosivas,
entre outros, podendo nestas situações comprometer seu desempenho (LUNA, 2013). Essas
situações citadas modificam difusão de fluxos, sedimentação e velocidades levando ainda a
possíveis desequilíbrios ao ambiente (Silva, 2019).

Em grande parte dos casos, as patologias em canais ocorrem por falta de manutenção e/ou
operação adequadas, podendo também ser por erros no projeto e/ou na execução do mesmo.
Dentre os principais problemas que podem ser encontrados em canais, podem ser citados: As
perdas de água, que podem ser por infiltração excessiva, evaporação, transbordamento e por
vazamento, o assoreamento e a erosão do canal (Luna, 2013).

A erosão é um processo físico que consiste na degradação, transporte do solo, pela água ou pelo
vento. De acordo com Garcia (2008) o transporte de sedimentos depende de suas propriedades,
das características do fundo, propriedades do fluido e do escoamento. A quantidade de sedimento
em suspensão depende muito da granulometria do material transportado.

Os sedimentos podem ser transportados de várias maneiras, sendo predominantes as formas pelas
quais os agentes são a força gravitacional, o vento e a água. A mobilização e a remoção do
sedimento a partir do local em que se encontrava depositado são chamadas de erosão
(VAN RIJN, 1993). Neste contexto, a utilização de recursos hídricos nas diversas actividades
humanas promovem alterações na dinâmica hidrológica das bacias com respostas nas formas e
processos superficiais e em subsuperfície.

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Diante disso com o presente trabalho pretende-se analisar as causas da danificação do canal
principal de rega do Regadio do Baixo Limpopo, decorrente dos casos de erosão e assoreamento
ao longo da sua extensão. Sendo assim, conhecer o comportamento destas feições se mostra de
extrema importância na discriminacao da ocorrencia desses eventos, no reparo e manutenção e,
para o bom funcionamento desta por um periodo de vida longo. Prespectiva-se ainda com este
trabalho fazer a analise e caracterização do solo e sedimentos na superfície e subsuperfície do
canal, afim de trazer informação sobre as propriedades e comportamento do solo e sedimentos no
canal, consequentemente com o intuito de trazer ainda directrizes, especificações e
recomendações para a mitigação e resolução dos problemas.

1.1 OBJECTIVOS:
1.1.1 Geral:
 Avaliar as causas da danificacao do canal principal de rega do Regadio do Baixo
Limpopo, devido a ocorrencia de erosao e assoreamento na estrutura.

1.1.2 Específicos:
 Identificar os pontos de ocorrencia de erosao e assoreamento no canal principal de rega
do Regadio do Baixo Limpopo;
 Mapear as feicoes/cortes e pontos degradados pela erosao e assoreamento no canal;
 Analisar o substrato do solo da superficie e subsuperficie do canal;
 Fazer Avaliacao sedimentologica e Caracterizacao do solo do canal ;
 Avaliar a estabilidade dos taludes do canal;

1.2 PROBLEMA E JUSTIFICATIVA


Segundo Carvalho (2010), os processos de degradação do solo constituem atualmente um grave
problema à escala mundial, com consequências ambientais, sociais e económicas significativas.
A erosão do solo agrícola tem se caracterizado como um dos mais preocupantes problemas
causados pela agricultura tanto da perspectiva dos efeitos ambientais quanto dos problemas
causados a própria produção agrícola.

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O Regadio do Baixo Limpo a quanto da sua história passou por varias dificuldades que
culminaram na sua falência, com isso muitas infra-estruturas foram danificadas, sendo
assim houve necessidade de se criar uma empresa gestora RBL E.P. com objectivo de
fazer a operação e manunteção do sistema.

Dentre os principais problemas que podem ser encontrados em canais, podem ser citados As
perdas de água, que podem ser por infiltração excessiva, evaporação, transbordamento e por
vazamento, o assoreamento e a erosão do canal (Luna, 2013). Em grande parte dos casos, as
patologias em canais ocorrem por falta de manutenção e/ou operação adequadas, podendo
também ser por erros no projeto e/ou na execução do mesmo.

O canal principal de rega do Regadio do Baixo Limpopo vem apresentando danificações ao


longo de sua extensão, provenientes de erosão e assoreamento. Essa danificação é proveniente do
movimento de terra, pois a estrutura do solo não é consistente, ou seja, firme e com a velocidade
de escoamento de água para a rega que é grande, contribui também para o assoreamento e erosão
dos taludes do canal principalmente nas curvas, para além de que o uso de herbicidas para a
limpeza da vegetação no canal, tem causado danos aos taludes do canal corroendo o solo devido
aos químicos presentes no material usado para a retirada da vegetação na limpeza do canal, pois
estes não só retiram a vegetação, como também desestabilizam a estrutura do solo dos taludes do
canal.

Para tanto são de fundamental importância estudos que avaliem a suscetibilidade dos diferentes
tipos de solo aos processos erosivos, as taxas com que esses processos ocorrem, suas
consequências nas estruturas de conducao de agua para irrigacao, além do conhecimento dos
prováveis fatores desencadeadores, possibilitando uma melhor gestão das práticas de uso e
conservacao desenvolvidas ao nível da estrutura.

O estudo, portanto, se justifica na necessidade de estudar as causas da danificacao e analisar a


estabilidade do solo dos taludes do canal principal de rega do Regadio do Baixo Limpopo, visto
que seu conhecimento poderá contribuir com a compreensão de sua dinâmica e como se
conectam com a erosao e assoreamento sofrido no canal, permitindo a inserção de iniciativas de
manejo sustentáve que poderão afetar positivamente, de forma direta e indireta, seus usuários.

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Sendo assim, conhecer o comportamento destas feições se mostra de extrema importância, uma
vez que a alteração da geometria do canal, promove modificações ao longo de toda estrutura e
consequentemente da velocidade de escoamento da agua. Desta forma, conhecer os processos
envolvidos e suas consequências, possibilita a compreensão da danificacao por erosao e
assoreamento no canal principal de rega do Regadio do Baixo Limpopo. Pois a falta de um
sistema de rega bem dimensionado no perímetro irrigado, pode limitar a capacidade dos
produtores de pequeno e médio pórter, assim como a Empresa RBL na realização com
regularidade e qualidade das actividades de produção agrícola.

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2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

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3 METODOLOGIA
3.1 Localização da área de Estudo
O Distrito de Xai-Xai, situa-se a sul da Província de Gaza, entre as latitudes 25º Norte e 25º 10’
Sul e entre as Longitudes 45º 29’ Este e 33º 30’ Oeste. Tem uma altitude Máxima de 96m e
ocupa uma superfície de 1.908 Km². É limitado, a norte pelos Distritos de Chibuto (Posto
Administrativo de Malehice) e Chókwè, a sul pelo Oceano Indico, a este pelo Distrito de
Manjacaze e a Oeste pelo Distrito de Bilene. (PNUD e FAO. 2010).

A cidade de Xai-Xai localiza-se no sul do Distrito de Xai-Xai, na Província de Gaza,


apresentando como limites, o Posto administrativo de Chicumbane a Norte,a Sul o Oceano
Indico, Oeste Zongoene e, a Este Chongoene.

Figura 1: Mapa do Distrito de Xai-Xai.

Fonte: Projecto de Avaliação Ambiental Estratégica da Zona Costeira - Moçambique (MICOA,


Junho 2012).

3.1.1 Caracterização edafo-climática do distrito e recursos hídricos


Segundo Reddy (citado por Marques, et al 2006), o clima do distrito de Xai-Xai é do tipo sub-
húmido, caracterizado por grandes variações pluviométricas ao longo do ano e entre os anos, por

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conseguinte com uma agricultura de sequeiro de baixo a moderado risco. A precipitação média
anual ronda os 1000 mm, ocorrendo, essencialmente, de Novembro a Março e a
evapotranspiração de referência média anual varia entre 1200 e 1500 mm.

De acordo com Reddy (citado por Marques, et al 2006), a temperatura média anual variaentre
22.5oC e 24oC, e o risco de ocorrência de geadas é nulo, mesmo durante a época fria. O distrito
de Xai – Xai estende-se por dois grandes tipos fisiográficos que são a planície aluvionar do rio
Limpopo (vale) e um planalto circundante arenoso (serra) de origem eólica. A transição entre os
dois tipos é feita por encostas declivosas, onde ocorre a formação de solos hidromórficos. Os
tipos de solos mais predominantes são os argilosos nas baixas e os solos arenosos nas serras.

O Limpopo é o principal rio permanente. A qualidade da água varia com a precipitação recebida
a Norte da bacia hidrográfica e,na estação seca a sua água é salgada devido à intrusão salina. O
rio Lumane, permanente, drena a agua doce do lago PAVE no rio Limpopo. Os outros 3 rios
(Munhuana, Chégua e Nhancuchuane) são sazonais, mas mantem uma certa quantidade de agua
permanente disponível (MAE, 2005).

3.1.2 Topografia e Geologia


A cidade de Xai-Xai situa-se na zona das planícies costeiras da Província de Gaza com altitude a
diminuir suavemente da costa para o interior da cidade, interrompido pelo vale do Rio Limpopo.
A cidade tem altitudes máximas inferiores a 200m, a costa tem áreas contíguas com menos de
5m de altitude (o que corresponde a cerca de 5% da área total do Distrito de Xai-Xai), com a
principal classe altimétrica sendo da classe dos 50 aos 100m, com 35% da área do Distrito
(MICOA, 2012).

De acordo com o MICOA (2012) todas rochas do distrito incluindo da Cidade de Xai-Xai são
sedimentares, sendo a sua formação geológica resultado da sedimentação de rochas do
quaternário, dominada pelas dunas interiores e aluviões recentes. Na zona costeira ocorrem as
areias de dunas costeiras e grés costeiro com aluviões recentes, a norte e sul do Município de
Xai-Xai, é ocupado por dunas interior de areia vermelha eólica, e o vale do Rio Limpopo é
dominado pelos aluviões recentes.

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4 RESULTADOS ESPERADOS

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5 CONDIÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DO ESTUDO E FACTORES DE RISCO
5.1 Condições Para a Realização do Trabalho
As condições necessárias para a realização do trabalho consistem basicamente, na obtenção de
informações concisas e reais, e identificação das

5.1.1 Condições para a implementação do trabalho


A implementação deste trabalho está relacionada com a disponibilidade das seguintes condições:

5.2 Factores de risco


As dificuldades que podem interferir ou inviabilizar o trabalho e o alcance dos objectivos do
mesmo são:

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6 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES
Tabela 3: Plano de atividades de execução do trabalho.

Ano de 2021/2
Novembro Dezembro Janeiro Fevereiro
Actividades
1ª 2ª 3ª 4ª 1ª 2ª 3ª 4ª 1ª 2ª 3ª 4ª 1ª 2ª 3ª 4ª

Reconhecimento do local de
estudo
Recolha de informação:

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7 PLANO ORÇAMENTAL
Tabela 4: Custos de orçamentação do trabalho.

N/O DESIGNANAÇÃO QUANTIDADE P. UNITARIO TOTAL


1 COMPUTADOR 1 18.499,00 MZN 18.499,00 MZN
2 GPS* 1 2.500,00 MZN 2.500,00 MZN

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3 INTERNET (Moden da movitel) 1 5000,00MZN 5000,00 MZN
4 TRANSPORTE 15 3000,00 MZN 3000,00 MZN
5 BLOCO DE NOTAS 1 100,00 MZN 100,00 MZN
6 ESFEROGRAFICA 2 10,00 MZN 20,00 MZN
7
8
SUBTOTAL
TOTAL

8 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CAPUTO, H. P., 1998. Mecânica Dos Solos E Suas Aplicações. 6 ed. Rio de Janeiro: (L TC);
Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.

INFANTE, Patricia S; SEGERER, Carlos D. Guía de Estúdio “Obras Hidráulicas I”.


UNIVERSIDAD NACIONAL DE CUYO – FACULTAD DE INGENIERIA. 2010.

JAMES, L.G. Principles of Farm Irrigation System Design. London: Krieger Pub Co. UK. 1993.

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KOUCHAKZADEH, S.; MARASHI, A. End sill impact on water surface profile in nonprismatic
side channels: a design guideline. Irrigation and Drainage. v. 54, p. 91-101, 2005.
https://doi.org/10.1002/ird.156

LUNA, H. A. Manutenção em canais de irrigação revestido em concreto/ Hugo de Andrade


Luna. - Recife: O Autor, Fevereiro 2013.

PRUSKI, F. F. Conservação de solo e água: práticas mecânicas para o controle da erosão


hídrica.1ª reimp. Viçosa: UFV, 2008. 240 p.

SILVA, L. L. Canais Artificiais: Uma Contribuição Geográfica Ao Estudo De Suas


Multifuncionalidades. Universidade Federal de Uberlândia: Instituto De Geografia, Uberlândia –
MG, 2019.

SILVA, R. E. Assinaturas topográficas humanas (ATH´S) no contexto dos canais derivados


multifuncionais e suas repercussões hidrogeomorfológicas. 2018. 266 f. Tese (Doutorado em
Geografia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2018.

USDA – United States Department of Agriculture. Irrigation Guide. National Engineering


Hanbook. 1997.

VAN RIJN, L. C. Principles of Sediment Transport in Rivers, Estuaries and Coastal Seas.
Amsterdã: Aqua Publications, 1993.

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