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LÍNGUA PORTUGUESA – RESUMO PROVA DE AFERIÇÃO 6 DE MAIO 2011

HORA A
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Fonemas e Letras

Os fonemas são sons livres em que o ar sai pela boca.

Vogais orais: o ar sai apenas pela boca.

Vogais nasais: o ar sai pela boca e pelo nariz

Exp: Romã; santa

Consoantes: sons que pronunciamos com ajuda das vogais.

Ditongos
São um grupo de duas vogais que s pronunciam como se fosse apenas um som.

Orais: ai, ei, eu …

Nasais: são assinalados por um til ou pela presença de uma vogal seguida de m ou n.

Dígrados
São grupos de letras que representam apenas um som: lh; nh; ch

Translineação
Quando escreves, às vezes, acontece que a palavra não caiba toda no fim da linha.

✔ Dividir a palavra de acordo com as sílabas


✔ Colocar um hífen no final da linha

Quando surge ss, rr, cc, etc., separam-se as duas con

Acentos no português
Há duas ocasiões para pôr um acento no Português:
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Acentuação gráfica - Quando o objectivo do acento é marcar a sílaba tónica (pronunciada
com mais força do que as outras). O Acento Agudo e o Acento Circunflexo desempenham
esta função.

Acentuação fonética - Quando o acento é uma característica da letra, ou seja, quando o


som da letra é modificado por este. O Til, o Acento Agudo, o Acento Grave, o Acento
Circunflexo e o Trema (somente no Brasil) podem desempenhar esta função.

Acentos no Português
Acent
Acento Acento Acento Acento
Voga o
Agudo ( Grave ( Circunflexo ( Trema (
is Til (
´) `) ^) ¨)
~)
A Á À Â Ã -
E É - Ê - -
I Í - - - -
O Ó - Ô Õ -
U Ú - - - Ü

Sinais auxiliares da escrita


São aqueles sinais que, não sendo acentos, de alguma forma tentam aproximar a escrita
da pronúncia.

Hífen e Cedilha

Classificação das palavras quanto ao número de sílabas

Número de sílabas Exemplos

a, é, eu, há, teu,


Monossílabas 1
sim, quais

a-í, me-sa, u-va, ma-


Dissílabas 2
nhã, ru-a, qual-quer
a-ba-no, or-gu-lhar,
Trissílabas 3
ar-tis-ta, fu-ra-cão

Polissílabas mais de 3 so-bre-tu-do, an-ti-


ga-men-te, in-com-
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pre-en-sí-vel

Sílabas Definição Exemplos


Abertas Terminam em vogal apagado
Terminam em
Fechadas altar; optar
consoante

Classificação de palavras quanto à acentuação


• a sílaba tónica: a que se pronuncia com maior intensidade (mais força);
• a(s) silaba(s) átonas: a(s) que se pronuncia(m) com menor intensidade.

Conforme a posição da sílaba tónica, as palavras podem classificar-se em:

Agudas - a sílaba tónica é a ultima. Ex.: avó

Graves - a sílaba tónica é a penúltima. Ex.: lápis

Esdrúxulas - a sílaba tónica é a antepenúltima. Ex.: consciência.

Como usar o dicionário

Para uma correcta utilização do dicionário, convém que domines a ordem


alfabética, o significado das abreviaturas nele utilizadas e a forma como a
informação está estruturada.
Cada página do dicionário tem, na parte superior, duas palavras ou apenas
parte delas: a da esquerda é ou inicia a primeira palavra; a da direita é ou
inicia a última.

Por exemplo: "destruído - desvairar" estão na mesma


página do dicionário. Se procurares a palavra "desunião", sabes que está
nessa página.

Observação: há dicionários que só têm uma palavra em cada página.

Outro exemplo: "isc - ism" - a primeira palavra dessa página começa por
"isc" (isca), a última começa por "ism" (ismaelita".
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Como se organiza um texto

Texto - Conjunto das palavras de algum livro ou escrito; conjunto de palavras que se
citam em apoio de opinião ou doutrina; citação.

Parágrafo - Pequena divisão de um texto escrito, assinalada graficamente por mudança de


linha.

Frase - Reunião de palavras que forma um sentido completo; locução; expressão.

Palavra - Som articulado com uma significação; vocábulo; termo.


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Sinais de Pontuação
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Sinal Utilização
Usa-se no final do período, indicando que o sentido está completo e
Ponto (.)
nas abreviaturas (Dr., Exa., Sr.); marca uma pausa absoluta
Marca uma pequena pausa. É usada para separar: o oposto; o vocativo;
o atributo; os elementos de um sintagma não ligados pelas
conjunções e, ou,nem; as coordenadas assindéticas não ligadas por
Vírgula (,)
conjunções; as orações relativas; as orações intercaladas; as orações
subordinadas e as adversativas introduzidas
por mas, contudo, todavia e porém.
Sinal intermédio entre o ponto e a vírgula que indica que a frase não
está finalizada. Usa-se: em frases constituídas por várias orações,
Ponto e algumas das quais já contêm uma ou mais vírgulas; para separar
vírgula (;) frases subordinadas dependentes de uma subordinante; como
substituição da vírgula na separação da oração coordenada
adversativa da oração principal.
Dois pontos Marcam uma pausa e anunciam: uma citação; uma fala; uma
(:) enumeração; um esclarecimento; uma síntese
Ponto de
Usa-se no final de uma frase interrogativa directa e indica uma
interrogação
pergunta
(?)
Ponto de
Usa-se no final de qualquer frase que exprime sentimentos, emoções,
exclamação
dor, ironia e surpresa
(!)
Reticências Marcam uma interrupção na frase indicando que o sentido da oração
(...) ficou incompleto
Usam-se para delimitar citações; para referir títulos de obras; para
Aspas ("...")
realçar uma palavra ou expressão
Parênteses
Marcam uma observação ou informação acessória intercalada no texto
(...)
Constitui cada uma das secções de frases de um escrito; começa por
Parágrafo (§) letra maiúscula, um pouco além do ponto em que começam as outras
linhas.
Marca o início e o fim das falas, no diálogo para distinguir cada um dos
Travessão (-) interlocutores; as orações intercaladas; as sínteses no final de um
texto. Substitui os parênteses.
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Relações de significado e de forma entre as palavras

Relação de significado
Palavras sinónimas – têm significado idêntico

Palavras antónimas – têm significado diferente

Relação de forma
Palavras homónimas – escrevem-se do mesmo modo e lêem-se do mesmo modo, mas têm
significado diferente

Palavras homógrafas – escrevem-se do mesmo modo mas lêem-se de forma diferente.

Palavras homófonas – lêem-se do mesmo modo mas escrevem-se de forma diferente.

O texto narrativo

O Texto Narrativo é aquele através do qual um narrador conta uma «história» em que
entram personagens que se envolvem numa acção, situada num determinado tempo e
num determinado espaço.
O Texto Narrativo pode ser em prosa ou em verso, escrito ou oral (narrativa de tradição
oral).
1. Categorias ou Elementos do Texto Narrativo
1.1 Acção – Conjunto dos acontecimentos que constituem a «história». Estes
acontecimentos são
considerados principais ou secundários, conforme o seu grau de importância. Assim:
• Acção Central – constituída pelo(s) acontecimento(s) principal(ais).
• Acção Secundária – constituída pelos acontecimentos menos importantes que,
normalmente, completam e esclarecem a acção central.
– Organização das acções
A Acção pode ser constituída por várias acções, sempre relacionadas entre si. A relação
entre as acções pode fazer-se: por encadeamento (as acções organizam-se
diacronicamente), por encaixe (uma acção insere-se dentro de outra) ou
por alternância (as acções desenrolam-se alternadamente).
– «Momentos» (ou Partes) da Acção
Uma narrativa fechada organiza-se, em regra, em três «momentos» ou partes:
• Situação inicial (introdução);
• Peripécias e ponto culminante (desenvolvimento);
• Desenlace (conclusão).
– Acção Fechada e Acção Aberta
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• Fechada (o desenlace é conhecido);
• Aberta (a «história» não apresenta desenlace, cabe ao leitor/ouvinte imaginar o que
entender e várias hipóteses podem ser equacionadas).
1.2 Espaço – Lugar onde decorre a acção.
1.3 Tempo – Momento em que ocorre a acção.
1.4 Personagens – Agentes ou intervenientes na acção.
– Relevância
• Principal ou protagonista — Desempenha o papel de maior importância.
• Secundária – Desempenha papéis de menor relevo.
• Figurante – Não desempenha qualquer papel específico, embora a sua existência
seja importante para a compreensão da acção.
– Caracterização (Modos ou Processos de)
As características das personagens podem ser:
• Fornecidas ao leitor, pela fala do narrador ou das personagens – caracterização directa.
• Deduzidas, pelo leitor, a partir do comportamento das personagens – caracterização
indirecta.

1.5 Narrador – Aquele que conta a «história».


• O narrador pode estar presente na acção como personagem principal ou secundária
– narrador participante.
Neste caso, a narração é feita na 1.ª pessoa.
• O narrador pode estar ausente e não desempenhar qualquer papel na acção – narrador
não participante.
Neste caso, a narração é feita na 3.ª pessoa.
• O narrador pode ser parcial – narrador subjectivo.
• O narrador pode ser absolutamente imparcial – narrador objectivo.
2. Modos de «Apresentação»
2.1 Narração – Apresentação de acções e acontecimentos reais ou imaginários.
2.2 Descrição – Apresentação das personagens, dos objectos, dos ambientes, etc.
Integra-se na narração.
2.3 Diálogo – Conversa entre personagens. Dá à «história» mais vivacidade e
autenticidade.
2.4 Monólogo – A personagem «fala» consigo própria.

Adjectivação, comparação e personificação

Adjectivação: Recurso estilístico que consiste no uso mais ou menos abundante de


adjectivos.
Comparação: Recurso estilístico que estabelece uma relação entre duas realidades
contextualmente semelhantes, ligando os dois termos através de um elemento
comparativo (como, parece, semelhante, dir-se-ia, ou outro equivalente).
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Personificação: É uma figura de estilo que consiste em atribuir, a seres irracionais ou
inanimados, sentimentos e acções próprios de pessoas.

O texto informativo
Recado
É uma mensagem curta, escrita normalmente à pressa. Contém apenas ideias principais
em poucas palavras.

Convite
Um convite pode ser mais cerimonioso ou mais descontraído. Serve para convidar alguém
ou um grupo de pessoas para um evento.

Carta

(Localidade e data)
Local e Data - Odivelas, 10 de Novembro de 1999

Carta registada com aviso de recepção

(Descrição sucinta do assunto da carta)


Assunto: demora na entrega de sofá.

Exmo(s). Senhor(es), (saudação inicial)

(Antecedentes: descrição sucinta dos factos que levaram ao envio da carta)

No passado dia 16 de Outubro, dirigi-me ao seu estabelecimento, sito na morada


acima indicada, com a intenção de adquirir um sofá. Após escolher o modelo que
me interessava, assinei a nota de encomenda e paguei o sinal exigido, no valor de
20.000$00 (vinte mil escudos). No dia 21, foi-me entregue o sofá encomendado,
mas, após breve análise, percebi que o mesmo tinha um defeito: um dos pés
estava rachado!

(Caracterização da situação actual)

Perante tal facto, recusei o sofá, solicitando que me fosse entregue outro
exemplar, em bom estado, o mais depressa possível. No entanto, apesar de me
dizerem que não haveria problema e que a entrega seria feita, o mais tardar, até
ao final do mês, ainda continuo à espera.

(Exposição clara do que se pretende)


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Como é evidente, o atraso na resolução do problema tem trazido diversos
transtornos à minha família. Por isso, venho exigir que o sofá me seja entregue,
sem falta, dentro dos próximos 8 dias. Caso contrário, tenciono anular a referida
encomenda e exigir a devolução do sinal.

(Fecho)
Sem outro assunto de momento,

(Assin
atura)

António Luís Guimarães

Classes de palavras
O Vocabulário / Léxico é o conjunto de todas as palavras (= vocábulos) pertencentes a
uma determinada língua falada ou escrita. Estas palavras pertencem a diferentes classes
gramaticais. Há dez classes gramaticais:

Classes Abertas:
São constituídas por um número potencialmente ilimitado de palavras e à qual a evolução
da língua acrescenta constantemente novos membros. É praticamente impossível
enumerar todos os membros de uma classe aberta de palavras num dado momento da
evolução da língua.
Nomes de pessoas, animais, objectos, ideias, sentimentos,
Nomes qualidades.
Ex.: João, rapaz, baralho, ideia, amor.
Palavras que indicam acções, qualidades ou estados de um sujeito.
Verbos Ex.: ele aplaude (acção); ele é simpático (qualidade); ele está doente
(estado).
Palavras que caracterizam os nomes.
Adjectivos
Ex.: o rapaz capaz, uns alunos inteligentes, a ideia genial.
Têm uma função exclusivamente emotiva, por isso o valor de cada
interjeição depende do contexto de enunciação e corresponde a uma
atitude do falante ou enunciador.
Interjeições
Ex.: De alegria: ah!, oh!, .../ De animação: eia!, vamos!, .../ De
aplauso: bravo!, viva!, .../ De desejo: oh!, oxalá!, .../ De dor: ai!,
ui!, ...
Palavras que caracterizam os verbos, adjectivos ou outros advérbios.
Advérbios
Ex.: aplaudir fortemente; dar pouco; muito bem.
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Classes Fechadas:
São constituídas por um número limitado (normalmente pequeno) de palavras e à qual a
evolução da língua só muito raramente acrescenta novos membros. É normalmente fácil
enumerar todos os membros de uma classe fechada de palavras.
Palavras que estabelecem ligação entre duas palavras (dois
Preposições substantivos, um substantivo e um verbo, dois verbos).
Ex.: poço de petróleo; salto em altura; ir à praia.
Palavras que estabelecem ligação entre duas orações (podem estar
entre as duas orações, mas também podem estar no início da frase).
Conjunções
Ex.: A mulher fala e os homens ouvem. / Joana despede-se do
amigoporque o pai está à sua espera.
Palavras que estão sempre à esquerda de um nome e têm o mesmo
Determinantes género e número desse nome.
Ex.: o João, outro rapaz, uns lápis.
Palavras que substituem os nomes, evitando a sua repetição
Pronomes contínua.
Ex.: este, ele, aquele.
Palavra ou locução cujo significado expressa informação relacionada
com número, quantidade ou parte. Os quantificadores podem ser
ainda usados para expressar informação de natureza quantitativa
Quantificadores sobre expressões que não denotam entidades, mas sim situações.
Ex.: Todos os livros foram vendidos./A maioria dos livros foi vendida.
Comprei um litro de leite. (a expressão “um litro de” quantifica sobre
o nome “leite”, fazendo uma medição) / Fumo poucas vezes.

Nestas dez classes de palavras existem palavras variáveis, ou seja, cuja forma varia. As
palavras podem variar em género, número, grau, tempo, etc. Aspalavras invariáveis têm
sempre a mesma forma. A variação da forma das palavras chama-se flexão.

Classes de Palavras Variáveis Classes de Palavras Invariáveis


§ Nome § Advérbio
§ Determinante § Preposição
§ Pronome § Conjunção
§ Adjectivo § Interjeição
§ Verbo
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§ Quantificador

Classificar morfologicamente as palavras é indicar a classe gramatical a que pertencem.


Ex.: O pardal ladino não saía do ninho.

O determinante artigo definido, masculino, singular;

pardal nome comum, masculino, singular;

ladino adjectivo no grau normal, masculino, singular;

não advérbio;

saía verbo “sair” na 3ª p. do sing., no Pret. Imperf. do Ind.;

do contracção da preposição de com o det. art. def. o;

ninho nome comum, masculino, singular.

Tipos e formas de frases


Qualquer frase representa um tipo, de acordo com a intenção de quem a usa.

Existem quatro tipos de frases:

Declarativa - serve para darmos uma informação (quando declaramos ou informamos


alguma coisa).

Interrogativa - tem como intenção formular uma pergunta (quando perguntamos ou


interrogamos).

Imperativa - tem como função dar uma ordem, um conselho, fazer um pedido (quando
damos uma ordem).

Exclamativa - serve para transmitirmos sentimentos, sensações (quando mostramos


admiração ou exclamamos algo).

A cada um dos tipos de frase corresponde um ou mais sinais de pontuação. Este sinal de
pontuação corresponde, na oralidade, à entoação com que a dizemos.

Ao tipo interrogativo corresponde o «?», ao imperativo corresponde o «.» ou o «!», ao


exclamativo corresponde o «!» e ao declarativo corresponde o «.» ou o «!».
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Cada frase só pode pertencer a um tipo, mas cada tipo de frase pode ter uma das
seguintes formas:

Forma afirmativa - quando afirmamos alguma coisa (ex.: A Joana canta bem.).

Forma negativa - quando negamos alguma coisa (ex.: A Joana não canta bem.).

O substantivo
Concretos
designam nomes de coisas, animais, pessoas e instituições, ou seja, tudo o que tem
existência propriamente dita.
EXº
Isabel, rapaz, Igreja, Paris, porção, árvore

Abstractos
designam acções, noções, qualidades e estados, ou seja, representações do nosso
pensamento.
EXº
Estado, justiça, saúde, inteligência, profundidade

Próprios
designam uma pessoa, animal ou coisa de forma individual, ou seja, um indivíduo de uma
dada espécie.
EX
João, Portugal, Porto, Tejo

Comuns
designam todas as pessoas, animais ou coisas de uma espécie ou de um grupo.
EXº
homem, país, cidade, rio, casa, gato

Colectivos
substantivos comuns que, embora estando no singular, designam um conjunto de seres
ou coisas da mesma espécie.
EXº
alcateia, batalhão, bando, cardume, exército, enxame, horda, magote, moda, multidão,
vara (ver tabela dos substantivos colectivos).

Podem variar quanto ao:


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• género: masculino ou feminino
• numero: singular ou plural
• grau: normal, aumentativo ou diminutivo

Os determinantes
Palavra pertencente a uma classe fechada, que especifica um nome, precedendo-o, e que
contribui para a construção do seu valor referencial, com informações sobre propriedades
sintácticas e semânticas dos objectos ou entidades designados.

Os determinantes têm um comportamento sintáctico distinto dos quantificadores e


classificam-se em duas subclasses: a dos artigos (i) e a dos
determinantes demonstrativos (ii) e possessivos (iii).

São artigos definidos:

o / os a /as

São artigos indefinidos:

um / uns uma / umas

São determinantes demonstrativos:

este / estes / esta / estas

esse / esses / essa / essas

aquele / aqueles / aquela / aquelas

São determinantes possessivos:

Um possuidor:

meu, minha, meus, minhas

teu, tua, teus, tuas

seu, sua, seus, suas

Vários possuidores:

nosso, nossa, nossos, nossas


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vosso, vossa, vossos, vossas

seu, sua, seus, suas

Artigos

Palavra pertencente a uma subclasse dos determinantes e que tem duas subclasses: a
dos artigos definidos (i) e a dos artigos indefinidos (ii).

Os artigos têm uma distribuição diferente dos determinantes, sendo que o artigo precede
sempre o determinante possessivo (iii) e não pode co-ocorrer com o
determinante demonstrativo (iv).

São artigos definidos:

o / os

a /as

São artigos indefinidos:

um / uns

uma / umas

Artigo definido vs indefinido

Os artigos definidos e os indefinidos ocorrem indistintamente nos grupos nominais com a


função de sujeito ou de complemento directo, conforme (i) e (ii).

O artigo definido exprime um valor de referência definida e, por essa razão, alguns nomes
próprios, que exprimem referentes únicos, não admitem a presença de artigo definido (iii).
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Pelo contrário, o artigo indefinido exprime um valor de referência indefinida, pelo que a
sua co-ocorrência com nomes próprios está em geral excluída (iv).

Exemplos:

(i) O rapaz comeu o bolo.

(ii) Um rapaz comeu um bolo.

(iii) Portugal / *O Portugal é um país europeu.

(iv) *Um Afonso é o meu filho.

Determinante demonstrativo

Determinante que admite variação em género e número e que tem um valor deíctico, na
medida em que estabelece a sua referência através de um mecanismo de localização que
toma como ponto de referência as pessoas da enunciação (i).

Ao contrário dos pronomes demonstrativos, os determinantes demonstrativos co-ocorrem


com nomes, em posição pré-nominal, especificando-os (ii).

O determinante demonstrativo não pode co-ocorrer com o artigo, conforme (iii), e, em


caso de co-ocorrência com o determinante possessivo, precede-o obrigatoriamente (iv).

Os determinantes demonstrativos podem ser precedidos de certos quantificadores (v).

São determinantes demonstrativos:

este / estes / esta / estas

esse / esses / essa / essas

aquele / aqueles / aquela / aquelas

tal / tais
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Exemplos:

(ii)

(a) Este carro é o melhor. ("este" é um determinante)

(b) Este é o melhor. ("este" é um pronome)

(iii) * O este / *Este o aluno chega sempre atrasado.

(iv) Este meu / *Meu [este] aluno chega sempre atrasado.

(v) Todos estes alunos chegaram atrasados.

Os determinantes demonstrativos também são denominados "adjectivos demonstrativos".

Determinante nulo

Determinante sem realização lexical que ocorre em grupos nominais e cujo núcleo é
um nome comum não contável no singular, como em (i), ou um nome comum contável no
plural, como em (ii).

A aceitabilidade de (iii) deve-se a uma leitura do nome como "parte qualitativa de areia"
(ver "nome não contável").

Exemplos:

(i)

(a) Quero [-] areia para construir a minha casa.

(b) *Quero [a] areia para construir a minha casa.

(ii) Quero [-] flores bonitas. =/= Quero as flores bonitas.

(iii) Quero [essa] areia para construir a minha casa. (=quero essa parte da areia para
construir a minha casa.).

Determinante possessivo
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Determinante que admite variação em pessoa, género e número e que tem um valor
deíctico, na medida em que estabelece a sua referência através de um mecanismo de
localização que toma como ponto de referência os participantes do discurso tomados
como possuidores (i).

Ao contrário dos pronomes possessivos, os determinantes possessivos co-ocorrem


com nomes, em posição pré-nominal, especificando-os (ii).

O determinante possessivo é obrigatoriamente precedido pelo artigo definido ou pelo


demonstrativo (iii), a não ser em contextos em que o grupo nominal tem a função de
vocativo (iv) ou de modificador apositivo nominal (v).

Os determinantes possessivos podem ser precedidos de certos quantificadores (vi).

São determinantes possessivos:

Um possuidor:

meu, minha, meus, minhas

teu, tua, teus, tuas

seu, sua, seus, suas

Vários possuidores:

nosso, nossa, nossos, nossas

vosso, vossa, vossos, vossas

seu, sua, seus, suas

Exemplos:

(ii)

(a) O meu carro é o melhor. ("meu" é um determinante)

(b) O meu é o melhor. ("meu" é um pronome)

(iii)
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(a) {Este / O} [meu] aluno chega sempre atrasado.

(b) *[Meu] {este / O} aluno chega sempre atrasado.

(iv) Meu filho, vem comer a sopa.

(v) ...a D. Afonso Henriques, D. Sancho I, seu filho primogénito, sucedeu-lhe.

(vi) Todos {estes / os } meus alunos chegaram atrasados.

Os determinantes possessivos também são denominados "adjectivos possessivos".

Família de palavras
Uma FAMÍLIA DE PALAVRAS é um conjunto de palavras que derivam de uma só palavra, a
que se dá o nome de palavra primitiva. A partir da sua raiz ou radical podem formar-se
novas palavras.

Campo – campinho – camponês

Formação de palavras
DERIVAÇÃO:
Mas agora quero falar-te de outro tipo de formação de palavras , a DERIVAÇÃO .
Podes formar várias palavras a partir de uma palavra primitiva, acrescentando apenas
alguns elementos à mesma, os quais designamos por afixos.
Os afixos dividem-se em prefixos (acrescentam-se antes da palavra primitiva)
e sufixos acrescentam-se depois da palavra primitiva). Há ainda palavras que contêm os
dois afixos.

Exemplos: Palavra primitiva: feliz


Palavra derivada por prefixação : in feliz
Palavra derivada por sufixação : feliz mente
Palavra derivada por sufixação e prefixação : in feliz mente

COMPOSIÇÃO:
Existe ainda outro processo de formação de palavras, denominado COMPOSIÇÃO .
Quando ligamos as palavras por meio de um hífen ( - ) , sem as alterar, formamos novas
palavras compostas por justaposição .
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Exemplo: couve-flor (couve + - + flor)

Ao ligarmos as palavras, modificando a sua forma inicial, formamos palavras compostas


por aglutinação (as palavras unem-se completamente).

Exemplo: fidalgo (filho de algo)

O adjectivo

Grau normal
O Rabanete é alto.
Grau comparativo
inferioridade
A Valéria é menos alta do que o pato.
igualdade
A árvore é tão alta como o pato.
superioridade
A árvore é mais alta do que a Valéria.
Grau superlativo

Relativo
inferioridade
A Valéria é a menos alta.
superioridade
O Rabanete é o mais alto.
Absoluto
sintético
O Rabanete é altíssimo.
analítico
O Rabanete é muito alto alto.

Tempos e modos verbais


O MODO INDICATIVO é o modo da realidade, das certezas, em relação ao presente,
passado e futuro.

O Presente do Indicativo refere factos actuais:


Ex. Faço; ponho; dou;

O Pretérito Imperfeito pode traduzir uma acção que durava ou que era habitual; (usa
mentalmente a expressão
“antigamente eu...” para colocar o verbo nesse tempo)
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Ex. Fazia; punha; dava;

O Pretérito Perfeito traduz uma acção pontual passada; (usa mentalmente a expressão
“ontem eu...”, e não
esqueças de confirmar se a terminação da 2ª pessoa do singular é –ste – repara no
exemplo...)
Ex. Fiz/ fizeste; pus /puseste; dei /deste;

O Pretérito mais-que-perfeito só se usa para traduzir uma acção anterior a outra,


também passada e o tempo
simples pertence a um nível de língua cuidado. ( a sua terminação é sempre em – ra;
Ex. fizera; pusera; dera;

O Futuro Simples usa-se para exprimir uma acção posterior ao momento da fala ou da
escrita, muitas vezes é
substituído pelo Presente (a sua terminação é sempre em – rão);
Ex. farão; porão; darão;

O MODO CONJUNTIVO exprime, não a realidade, mas a possibilidade, o desejo ou a


dúvida e normalmente integra uma
oração subordinada.

Para colocares o verbo no Presente do Conjuntivo, usa mentalmente a expressão


“queres que eu hoje...” e
colocarás o verbo nesse tempo)
Ex. faça; ponha; dê;

O Pretérito Imperfeito do Conjuntivo escreve-se sempre com ss (e encontra-lo se


mentalmente usares a expressão
“ se eu ontem...”)
Ex. fizesse; pusesse; desse...

O Futuro do Conjuntivo coloca a acção como muito provável, ou com valor condicional.
(Se mentalmente usares a
expressão “Quando eu...” transporás o verbo para esse tempo)
Ex. fizer; puser; der.

O MODO IMPERATIVO é usado para formular um pedido ou dar uma ordem.


Só possui duas pessoas verbais (tu / vós ) e vai buscar ao Presente do Conjuntivo as
pessoas verbais que não
possui ( Faça! Façamos! Façam!)
Ex. Faz!; Põe! ; Dá!

O MODO CONDICIONAL é usado para traduzir a possibilidade de realização de uma


LÍNGUA PORTUGUESA – RESUMO PROVA DE AFERIÇÃO 6 DE MAIO 2011

HORA A
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acção sob condição, concretizada ou
não. ( Reconhece-lo facilmente pela terminação em – ria)
Ex. faria; poria; diria;

Há e à
Já vimos de onde surgiu a palavra à. No entanto, ela é facilmente confundida com a sua
homófona há. Ora, este segundo vocábulo, é uma forma do presente do indicativo (3.ª
pessoa do singular) do verbo haver. Este verbo tem várias significações e uma das formas
de termos a certeza de que se trata da forma verbal, é substitui-la por um sinónimo, como
"existe".

Exemplificando: Ele disse que há/ à um acento na palavra


Ele disse que existe um acento na palavra

= Ele disse que há um acento na palavra.

O exemplo tenta demonstrar, que sendo possível substituir-se a palavra pela forma verbal
"existe", ficamos a saber que devemos utilizar a forma do verbo haver, ou seja, "há".

Veja-se outro exemplo:


O João vai à/há escola.
O João vai existe escola (não faz sentido) = O João vai à escola.

O resumo
Características de um bom resumo

Brevidade: só contém as ideias principais;

Rigor e clareza: exprime as ideias fundamentais do texto de uma forma coerente, clara e
que

respeite o pensamento do autor;

Linguagem pessoal: não se copia frases do texto, exprime-se as ideias por palavras
nossas.

Para fazeres um bom resumo, deves:

1 Ler o texto
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HORA A
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➔ Ler calmamente todo o texto;

➔ Reler uma ou mais vezes o texto, sublinhando frases ou palavras importantes;

➔ Distinguir ideias principais de informações acessórias ou exemplos;

➔ Fazer o resumo de cada parágrafo, porque cada um apresenta uma ideia

diferente.

2 Redigir o resumo

 Escrever o resumo, respeitando sempre o conteúdo do texto e o pensamento do

autor;

 Procurar não incluir pormenores desnecessários;

 Substituir ideias repetidas ou semelhantes por uma que as englobe;

 Utilizar termos genéricos em vez de listas;

 Utilizar uma linguagem pessoal;

 Respeitar as indicações quanto ao tamanho do resumo. Se não houver indicações nesse

sentido, o resumo deve corresponder a um quarto do texto;

3. Ler o resumo

Verificar se:

contém as ideias principais;

foram respeitadas as ideias do autor;

não há pormenores nem repetições;

as ideias ficaram bem interligadas;

o texto se percebe bem;

4. Conclusão

Fazer resumos é uma estratégia fundamental:

–facilita uma melhor compreensão e assimilação dos textos de qualquer matéria;

–permite que treines a tua capacidade de síntese;

–exercita a tua capacidade de comunicar com mais rigor.


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Pronomes pessoais
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Funções sintácticas
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HORA A
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Classificação morfológica
O Ricardo ofereceu uma linda rosa à Sónia.

O – determinante, artigo definido, masculino, singular


Ricardo – nome, próprio, masculino, singular
ofereceu – verbo, transitivo directo e indirecto, modo indicativo, pretérito perfeito,
3ªpessoa singular
uma – determinante, artigo indefinido, feminino, singular
linda – adjectivo, biforme quanto ao género e ao número, feminino, singular, grau normal.
rosa – nome, comum, feminino, singular, grau normal.
à – contracção da preposição a com o determinante artigo definido a.

Preposições
Palavras invariáveis que exprimem relações entre duas partes de uma oração que dependem uma da outra.

em
com except por
conforme o salvo
a
contra entre sem
ante
consoante median segundo
após
de te sob
até
desde para sobre
durante perant trás
e

As preposições podem contrair-se e formar preposições contraídas (ex.: a+a = à). Existem ainda
Locuções Prepositivas (abaixo de, acerca, de, diante de, à volta de, em vez de...).

Advérbios
São palavras invariáveis que servem para determinar ou intensificar o sentido de
verbos, adjectivos ou outros advérbios.
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• Advérbios de Lugar: abaixo, acima, acolá, adiante, aí, além, algures, ali, antes, aqui...
• Advérbios de Tempo: agora, ainda, amanha, anteontem, antes, cedo, tarde, hoje...
• Advérbios de Modo: assim, bem, como, depressa, devagar, mal, bem, sobretudo,
simplesmente, bruscamente (e outros com o sufixo –mente, os quais nunca levam
acentuação!)
• Advérbios de Intensidade ou Quantidade: bastante, bem, demasiado, muito, pouco,
tanto...
• Advérbios de Afirmação: já, sim, certamente, efectivamente, também...
• Advérbios de Negação: jamais, nunca, não...
• Advérbios de Inclusão: ainda, também, mesmo...
• Advérbios de Exclusão: apenas, somente, só, unicamente...
• Advérbios de Dúvida: acaso, porventura, possivelmente, talvez
• Advérbios de Designação: eis
• Advérbios Interrogativos: onde, quando, porque, porquê

Locuções Adverbiais (preposição + nome/advérbio): à antiga, a cada, de manhã, de novo,


em breve, por vezes...

Subordinação/Coordenação

• Orações Subordinadas – Estas orações exigem sempre a existência de uma oração


subordinante ou coordenada na frase e são introduzidas por locuções ou locuções
conjuncionais. Principais relações de subordinação:

- Sub. Causais: Relação de causa (visto que, porque, dado que);

- Sub. Temporais: Relação de tempo (quando, assim que);

- Sub. Condicionais: Relação de condição (se);

- Sub. Finais: Relação de fim, de objectivo (a fim de que, para que);

- Sub. Comparativas: Relação de comparação (bem como, tal como, assim como);

- Concessivas: Indicam uma circunstância que se opõe à acção, mas não a impede
(ainda que, mesmo que);

- Sub. Consecutivas: Introduzem uma consequência (de maneira que, de forma


que);

- Sub. Completivas: Completam o sentido da oração anterior (que);

- Sub. Relativas Restritivas: Limitam o significado da oração anterior (que – no


interior da frase);
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HORA A
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- Sub. Relativas Explicativas: Introduzem uma ideia adicional (que – separado
por virgulas).

• Orações Coordenadas – Estas orações têm sentido mesmo sem oração subordinante,
embora algumas peçam a presença de outra oração coordenada. Principais relações de
coordenação:

- Cood. Copulativas: Ideia de adição (e, nem, também, não só... como também,
tanto... como ).

- Cood. Adversativas: Ideia de oposição (mas, porém, no entanto, contudo, apesar


disso, ainda assim)

- Cood. Disjuntivas: Ideia de alternativa (nem...nem, ou...ou, ou)

- Cood. Conclusivas: Ideia de conclusão (logo, por isso, então, portanto)

Conjunções
Palavras invariáveis que servem para relacionar orações dentro da frase.

Coordenativas

- Copulativas

- Adversativas

- Disjuntivas

- Conclusivas

Subordinativas

- Causais

- Temporais

- Condicionais

- Finais

- Comparativas

- Concessivas
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- Consecutivas

- Completivas/Integrantes

Discurso Directo e Indirecto


Discurso Directo Discurso Indirecto
Sinais de pontuação: o dois Geralmente, o ponto final (.).
pontos (:), o travessão (-),
as aspas ("…"), o ponto de
esclamação (!) e o ponto
final (.).
Verbos intrudutórios: dizer, Verbos Intrudutórios: dizer, afirmar, declarar,
afirmar, declarar, contar, acrescentar, responder, inquirir, pedir,
acrescentar, responder, perguntar… seguidos de "que" ou "se"
inquirir, pedir, perguntar…
seguidos de ":" e um "-"
Tempos Verbais: Tempos Verbais:
Presente do Indicativo Pretérito Imperfeito do Indicativo
Pretérito Perfeito Pretérito Mais-Que-Perfeito Indicativo
Futuro do Indicativo Condicional
Presesnte do Conjuntivo Pretérito Imperfeito Conjuntivo
Modo Imperativo Pretérito Imperfeito Conjuntivo/Infinitivo