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Programa de Pós Graduação em Sociologia

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas


Universidade Federal de Minas Gerais

Disciplina: SEA: Organizações, Trabalho e Mudança Econômica.

Forma de Avaliação

A avaliação da disciplina será feita a partir da soma da nota de dois diferentes


tipos de produtos, a saber:
1- Os alunos deverão apresentar seminários que serão pontuados. A apresentação
dos seminários terá um peso de 40 pontos na nota final.
2- Os alunos deverão elaborar 3 ensaios cobrindo a literatura dos tópicos
escolhidos. Estes papers devem ter caráter analítico-comparativo com 7 a 10
pagínas (espaço 1,5). Os papers serão entregues e apresentados na seção
seguinte à do seminário do tema escolhido pelo aluno. Cada ensaio terá peso de
20 pontos na nota final.
Os seminários deverão ser conduzidos por um aluno – com levantamento de
problemas e não com apresentação dos textos – e participação obrigatória de todos
os alunos.
Cada tópico terá, além do seminário, uma seção de apresentação dos papers
pelos alunos que escolheram aquele tema.

Programa e Bibliografia Básica

1- Introdução

2- Racionalidade, Preferências e Estrutura Social

ANDERSEN, Elizabeth. “Unstrapping the Straitjacket of ‘Preference’: A Comment


on Amartya Sen’s Contributions to Philosophy and Economics”. Economics and
Philosophy, Vol. 17, pp. 21-38, 2001.

ARROW, Kenneth. “Rationality: Individual and Social”. In: ARROW, Kenneth;


The Limits of Organization. Nova York: W. W. Norton & Company, 1974, pp. 13-
30.

BECKER, Gary. “The Economic Approach to Human Behavior”. In: BECKER,


Gary; The Economic Approach to Human Behavior. Chicago-IL: The University of
Chicago Press, 1976, pp. 3-14.

BOURDIEU, Pierre. “A Social Critique of the Judgement of Taste”. In:


BOURDIEU, Pierre; Distinction: A Social Critique of Judgement of Taste. Londres:
Routledge & Kegan Paul, 1986, pp. 9-96.
GOLDTHORPE, John. “Rational Action Theory for Sociology”. In:
GOLDTHORPE, John; On Sociology: Numbers, Narratives, and the Integration of
Research and Theory. Oxford: Oxford University Press, 2000, pp. 115-136.

GRANOVETTER, Mark. “Economic Action and Social Structure: The Problem of


Embeddedness”. In: BIGGART, Nicole (org.); Readings in Economic Sociology.
Malden-MA: Blackwell Publishers, 2002, pp. 69-93.

MARCH, J.G e SIMON, A.H. Teoria das Organizações, cap. 6. Rio de Janeiro,
Editora da FGV, 1975.

SEN, Amartya. “Rational fools: a critique of the behavioral foundations of


Economic Theory”. Philosophy and Public Affairs, v. 6, p. 317-344, 1977.

SMITH, Vernon. Behavioral economic research and the foundations of Economics.


The Journal of Socio-Economics, V. 34, pp. 135-150, 2005.

STIGLER, George e BECKER, Gary. “De Gustibus Non Est Disputandum”.


American Economic Review, 1977, Vol. 67, pp. 76-90.

3- Organizações e Instituições

BECKERT, Jens. “Agency, Entrepreneurs and Institutional Change. The Role of


Strategic Choice and Institutionalized Practices in Organizations”. Organization
Studies, Vol. 20, No. 5, 1999, pp. 777-799.

CROZIER, Michel. O Fenômeno Burocrático. Brasília: Editora Universidade de


Brasília, 1981, pp. 209-303.

ELSTER, Jon. “Instituições Sociais”. In: ELSTER, Jon; Peças e Engrenagens das
Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994, pp. 174-186.

HALL, Peter e TAYLOR, Rosemary. “As Três Versões do Neo-Institucionalismo”.


Lua Nova, N. 58, 2003, pp. 193-223.

LIPSKY, Michael. Street-level Bureaucracy: Dilemmas of the Individual in Public


Services. Nova York: Russell Sage Foundation, 1980.

MARSH, James e OLSEN, Johan. “Neo-Institucionalismo: Fatores Organizacionais


na Vida Política”. Revista de Sociologia e Política, V. 16, N. 31, 2008, pp. 121-142.

MEYER, J. W. e ROWAN, R. “Institucionalized organizations: Formal Structure as


Myth and Ceremony”, in: The new institucionalism in Organizational Analysis.
Chicago: University of Chicago Press, 1991.

OSTROM, Elinor e AHN, T. K. “Una Perspectiva Del Capital Social Desde las
Ciencias Sociales y Acción Colectiva”. Revista Mexicana de Sociologia, Vol. 65,
No. 1, pp. 155-233, 2003.

PERROW, C. Complex Organizations: a critical essay, cap. 4, McGraw-Hill, 1993.


POWELL, W. W. e DiMAGGIO, P. J. “The Iron Cage Revisited: Isomorphism and
Collective Rationality” in: The new institucionalism in Organizational Analysis,
Chicago: University of Chicago Press, 1991.

PRATES, A. A. P., “Organização e Instituição no Velho e Novo Institucionalismo”,


in: Novas Perspectivas na Administração de Empresas, Rodrigues Suzana, B. e
Cunha, Miguel (orgs). SP. Ed. iglu, 2000.

REZENDE, Flávio. “Da Exogeneidade ao Gradualismo: Inovações na Teoria da


Mudança Institucional”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, Vol. 27, No. 78,
2012, pp. 113-194.

REZENDE, Flávio. “Convergências e Controvércias sobre a Mudança Institucional:


Modelos Tradicionais em Perspectiva Comparada”. Revista de Sociologia e Política,
Vol. 20, No. 41, pp. 37-51, 2012.

SCOTT, W. Richard. 2001. Institutions and Organizations. Thousand Oaks, CA:


Sage.

THÉRET, Bruno. “As Instituições entre as Estruturas e as Ações”. Lua Nova, N. 58,
2003, pp. 225-254.

4- Organizações, Estados e Mudança Socioeconômica

AMSDEM, Alice. “The State and Taiwan’s Economic Development”. In: EVANS,
Peter; RUESCHEMEYER, Dietrich e SKOCPOL, Theda (orgs.). Bringing the State
Back In. Cambridge: Cambridge University Press, 1986, pp. 78-106. (Livro
disponível em: http://catdir.loc.gov/catdir/samples/cam034/85004703.pdf)

COSTA, Luciana e NEVES, Jorge Alexandre. “Insulamento Burocrático,


Autonomia do Estado e Inserção Social: Um Estudo do Ministério da Saúde”.
FAFICH/UFMG, 2012 (artigo ainda não publicado).

ESPING-ANDERSEN, Gosta. Politics Against Markets: The Social Democratic


Road to Power. Princeton: Princeton University Press, 1985.

ESPING-ANDERSEN, Gosta. The Three Worlds of the Welfare Capitalism.


Princeton: Princeton University Press, 1990.

ESPING-ANDERSEN, Gosta. “As Três Economias Políticas do Welfare State”.


Lua Nova, No. 24, pp. 85-116, 1991.

ESPING-ANDERSEN, Gosta. “O Futuro do Welfare Stare na Nova Ordem


Mundial”. Lua Nova, No. 35, pp. 73-111, 1995.

ESPING-ANDERSEN, Gosta (org.). Welfare States in Transition: National


Adaptation in Global Economies. Londres: Sage, 1996.
EVANS, Peter. “The State as Problem and Solution: Predation, Embedded
Autonomy, and Structural Change”. In: HAGGARD, Stephan e KAUFMAN,
Robert (orgs.). The Politics of Economic Adjustment. Princeton: Princeton
University Press, 1992, pp. 139-181.

EVANS, Peter. Autonomia e Parceria: Estados e Transformação Industrial. Rio de


Janeiro: Editora da UFRJ, 2004.

EVANS, Peter (org.). State-Society Synergy: Government and Social Capital in


Development. Berkeley: University of California Press, 1997 (livro disponível
eletronicamente em: http://escholarship.org/uc/item/8mp05335).

HELAL, Diogo e NEVES, Jorge Alexandre. “Burocracia e Inserção Social: Uma


Proposta para Entender a Gestão das Organizações Públicas no Brasil”. Sociologias,
No. 25, 2010, pp. 312-340.

HUBER, Evelyne e STEPHENS, John D. Development and Crisis of the Welfare


State: Parties and Policies in Global Markets. Chicago: The University of Chicago
Press, 2001.

LAMBA, Amrita. “Strong State Society Synergy: A Novel Approach to Governance


for Ameliorating Poverty in India”. Transition Studies Review, Vol. 17, 2010, pp.
456-463.

LOUREIRO, Maria Rita e ABRÚCIO, Fernando. “Política e Burocracia no


Presidencialismo Brasileiro: O Papel do Ministério da Fazenda no Primeiro
Governo Fernando Henrique Cardoso”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, Vol.
14, No. 41, 1999, pp. 69-89.

MOE, Terry. “The Politics of Structural Choice: Toward a Theory of Public


Bureaucracy”. In: Williamson, Oliver (org.), Organization Theory: From Chester
Barnard to the Present and Beyond. Oxford: Oxford University Press, 1995, pp.
116-153.

MOE, Terry. “Politics and the Theory of Organization”. The Journal of Law,
Economics, & Organization, Vol. 7, pp. 106-129, 1991.

OLIVIERI, Cecília. “Política, Burocracia e Redes Sociais: As Nomeações para o


Alto Escalão do Banco Central do Brasil”. Revista de Sociologia e Política, No. 29,
2007, pp. 147-168.

REZENDE, Flávio. “Organizações e Respostas Institucionais a Políticas de Reforma


do Estado: Um Estudo de Caso na Administração Direta do Executivo Federal
Brasileiro”. Revista de Sociologia e Política, No. 14, 2000, pp. 119-138.

RUESCHEMEYER, Dietrich e EVANS, Peter. “The State and Economic


Transformation: Toward an Analysis of the Conditions Underlying Effective
Intervention”. In: EVANS, Peter; RUESCHEMEYER, Dietrich e SKOCPOL,
Theda (orgs.). Bringing the State Back In. Cambridge: Cambridge University Press,
1986, pp. 44-77. (Livro disponível em:
http://catdir.loc.gov/catdir/samples/cam034/85004703.pdf)

SKOCPOL, Theda. “A Autonomia Potencial do Estado”. In: SKOCPOL, Theda.


Estado e Revoluções Sociais: Análise Comparativa de França, Rússia e China.
Lisboa: Editorial Presença, 1985, pp. 37-45.

SKOCPOL, Theda. “Bringing the State Back In: Strategies of Analysis in Current
Research”. In: EVANS, Peter; RUESCHEMEYER, Dietrich e SKOCPOL, Theda
(orgs.). Bringing the State Back In. Cambridge: Cambridge University Press, 1986,
pp. 3-43. (Livro disponível em:
http://catdir.loc.gov/catdir/samples/cam034/85004703.pdf)

STEPAN, Alfred. “State Power and the Strength of Civil Society in the Southern
Cone of Latin America”. In: EVANS, Peter; RUESCHEMEYER, Dietrich e
SKOCPOL, Theda (orgs.). Bringing the State Back In. Cambridge: Cambridge
University Press, 1986, pp. 317-346. (Livro disponível em:
http://catdir.loc.gov/catdir/samples/cam034/85004703.pdf)

WEIR, Margaret e SKOCPOL, Theda. “State Structures and the Possibilities for
‘Keynesian’ Responses to the Great Depression in Sweeden, Britain, and the United
States”. In: EVANS, Peter; RUESCHEMEYER, Dietrich e SKOCPOL, Theda
(orgs.). Bringing the State Back In. Cambridge: Cambridge University Press, 1986,
pp. 107-168. (Livro disponível em:
http://catdir.loc.gov/catdir/samples/cam034/85004703.pdf)

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