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DTO DIRETORIA DE

TRIBUTAÇÃO
E ORIENTAÇÃO

GOC GERÊNCIA DE
ORIENTAÇÃO E COMUNICAÇÃO

CONSOLIDAÇÃO
DA LEGISLAÇÃO
TRIBUTÁRIA DO
ESTADO

Decreto nº 14.876, de 12 de março de


1991, e alterações (atualizado até 17.
05. 2010)
EQUIPE RESPONSÁVEL

Elaboração:
Ângela Moreira Carneiro Cunha
Gicélia Maria Viana Campelo de Melo
Holdair Martins Gomes
Maria de Fátima Barbosa e Silva Carvalho
Rosana Matsushita

Índice:
Maria de Fátima Barbosa e Silva Carvalho

Programação Visual:
Vera Iumatti Queiroz

Apoio:
Equipe Técnica da Diretoria de Tributação e
Orientação – DTO

Coordenação:
Paulo Gondim Vaz de Oliveira Filho
GOVERNADOR DO ESTADO
Eduardo Henrique Accioly Campos

SECRETÁRIO DA FAZENDA
Djalmo de Oliveira Leão

SECRETÁRIO EXECUTIVO DA
RECEITA ESTADUAL
Roberto Rodrigues Arraes

DIRETOR DE TRIBUTAÇÃO E
ORIENTAÇÃO
Roldão Alves Paes Barreto

SUPERINTENDENTE JURÍDICO DA
FAZENDA
Antônio Machado Guedes Alcoforado

SUPERINTENDENTE
ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO
Celso Luiz Agra de Sá

GERENTE ADMINISTRATIVO
Clóvis José Sales

GERENTE DA GEOC
Marcos Auto Faeirstein
APRESENTAÇÃO

Este documento, de periodicidade semanal, representa mais uma etapa do trabalho que vem sendo
desenvolvido pela Diretoria de Tributação e Orientação– DTO com o objetivo de facilitar o acesso à
Legislação Tributária Estadual. Os dispositivos normativos deste exemplar estão atualizados até 17 de
maio de 2010.
Esta publicação tem o seguinte conteúdo:
• Lei nº 10.259, de 27 de janeiro de 1989, e alterações, que instituiu o ICMS, atualizada até 17 de
maio de 2010, incluindo as Leis nºs 13. 218, de 11 de abril de 2007 e 13.240, de 29 de maio de 2007.
• Lei nº 11.408, de 20 de dezembro de 1996, e alterações que estabelece normas referentes ao ICMS,
com base na Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996. (atualizada até 17 de maio de
2010, incluindo a Lei nº 13.910, de 18 de novembro de 2009)
• Lei nº 10.654, de 27 de novembro de 1991, e alterações, que dispõe sobre o Processo Administrativo
Tributário - PAT. (atualizada até 17 de maio de 2010, incluindo a Lei nº 13.829, de 29 de junho de
2009)
• Lei nº 11.514, de 29 de dezembro de 1997, e alterações que estabelece normas referentes à aplicação
de PENALIDADES. (atualizada até 17 de maio de 2010, incluindo as Leis n ºs 13.218, de 11 de
abril de 2007 e 13.357, de 13 de dezembro de 2007)
• Decreto nº 14.876, de 12 de março de 1991, e alterações – Regulamento do ICMS.(atualizado até
17 de maio de 2010, incluindo o Decreto nº 34.973, de 10 de maio de 2010)
• Índice Sistemático, desse decreto.
• Anexos 1 a 65, desse decreto.
• Índice Remissivo, que será permanentemente aprimorado, em atendimento às sugestões coletadas
junto a seus usuários.
• Formulário para aprimoramento da edição, que será utilizado como instrumento para sugestões,
sobretudo com relação a itens a serem incluídos no índice remissivo, bem como para demonstração
de erros porventura detectados.
Ao final de cada dispositivo alterado, consta, entre parênteses, o número do ato normativo que lhe deu
nova redação.
A numeração constante em determinados dispositivos encontra a correspondente explicação no final do
ato normativo (em notas, após os anexos) e se refere a esclarecimentos adicionais.
As informações ora apresentadas são atualizadas semanalmente e disponibilizadas via internet, através do
endereço http://www.sefaz.pe.gov.br, onde também se encontra toda a Legislação Tributária Estadual
(Leis, Decretos, Portarias, Ordens de Serviço e Instruções Normativas) para download.
A Legislação Federal, a Legislação Estadual e Informativos Fiscais, também podem ser acessados on-
line, através da INTERNET, na página destinada à Legislação Tributária do site da Secretaria da Fazenda
(http://www.sefaz.pe.gov.br), bem como pela INTRANET.
Para obter maiores informações, contactar a GEOC/DTO, pelo fones: 3183 6018 ou pelo e-mail:
dlo.geoc@sefaz.pe.gov.br

ROLDÃO ALVES PAES BARRETO


Diretor da DTO

MARCOS AUTO FAEIRSTEIN


Gerente da GEOC
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O cidadão consciente,
na compra da mercadoria,
exige o cupom fiscal
pois sabe que o Estado,
para melhorar a saúde,
educação,
segurança,
e tudo mais,
depende da arrecadação!
SONEGAR É CRIME !
CONTEÚDO DA PUBLICAÇÃO
Lei nº 10.259, de 27 de janeiro de 1989 ............................................................... 9
Lei nº 11.408, de 20 de dezembro de 1996 ............................................................... 43
Lei nº 10.654, de 27 de novembro de 1991 ............................................................... 59
Lei nº 11.514, de 29 de dezembro de 1997 ............................................................... 93
Instrução Normativa DAT nº 008, 27 de abril de 1998 ................................................. 114
Lei nº 11.903 de 22 de dezembro de 2000 ............................................................... 115
Portaria SF nº 004, de 07 de janeiro de 2003 ............................................................... 116
Decreto nº 14.876, de 12 de março de 1991
Índice Sistemático ............................................................... 117
Texto ............................................................... 131
Notas ............................................................... 623
Anexos ............................................................... 627
Anexo 1 ............................................................... 627
Anexo 2 ............................................................... 631
Anexo 3 ............................................................... 633
Anexo 4 ............................................................... 654
Anexo 5 ............................................................... 685
Anexo 6 ............................................................... 686
Anexo 7 ............................................................... 687
Anexo 8 ............................................................... 691
Anexo 9 ............................................................... 692
Anexo 10 ............................................................... 741
Anexo 10-A ............................................................... 744
Anexo 10-B ............................................................... 745
Anexo 11 ............................................................... 747
Anexo 12 ............................................................... 748
Anexo 13 ............................................................... 749
Anexo 14 ............................................................... 750
Anexo 15 ............................................................... 755
Anexo 16 ............................................................... 756
Anexo 17 ............................................................... 757
Anexo 18 ............................................................... 758
Anexo 19 ............................................................... 759
Anexo 20 ............................................................... 760
Anexo 21 ............................................................... 775
Anexo 22 ............................................................... 776
Anexo 23 ............................................................... 779
Anexo 24 ............................................................... 780
Anexo 25 ............................................................... 781
Anexo 26 ............................................................... 782
Anexo 27 ............................................................... 783
Anexo 27-A ............................................................... 789
Anexo 28 ............................................................... 793
Anexo 29 ............................................................... 795
Anexo 29-A
Anexo 30 ............................................................... 800
Anexo 30-A ...............................................................

Anexo 31 ............................................................... 805


Anexo 31-A ............................................................... 809
Anexo 32 ............................................................... 815
Anexo 33 ............................................................... 827
Anexo 34 ............................................................... 831
Anexo 35 ............................................................... 832
Anexo 36 ............................................................... 833
Anexo 37 ............................................................... 834
Anexo 38 ............................................................... 837
Anexo 39 ............................................................... 838
Anexo 40 ............................................................... 839
Anexo 41 ............................................................... 850
Anexo 42-A ............................................................... 854
Anexo 42-B ............................................................... 856
Anexo 42-C ............................................................... 865
Anexo 43 ............................................................... 866
Anexo 44 ............................................................... 867
Anexo 45 ............................................................... 868
Anexo 46 ............................................................... 869
Anexo 47 ............................................................... 870
Anexo 48 ............................................................... 872
Anexo 49 ............................................................... 873
Anexo 50 ............................................................... 875
Anexo 51 ............................................................... 877
Anexo 52 ............................................................... 878
Anexo 53 ............................................................... 881
Anexo 54 ............................................................... 882
Anexo 55 ............................................................... 884
Anexo 56 ............................................................... 887
Anexo 56-A
Anexo 57 ............................................................... 889
Anexo 58
Anexo 59
Anexo 60
Anexo 61
Anexo 62
Anexo 63
Anexo 64
Anexo 65

Índice Remissivo ............................................................... 897


Formulário para aprimoramento da publicação ............................................................... 963
LEI Nº 10.259/89
e alterações
(atualizada até 17 de maio de 2010,
incluindo as Leis n°s 13.218 e 13.240/2007)
Lei nº 10.259/1989 e alterações
LEI Nº 10.259, DE 27 DE JANEIRO DE 1989
(alterada pelas Leis nos.10.650/1991, 10.781/1992, 10.935/1993, 10.949/1993, 11.181/1994,
11.188/1994, 11.458/1997, 11.515/1997, 12.027/2001, 13.218/2007 e 13.240/2007)

EMENTA : Institui o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre


Prestações de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação -
ICMS e dá outras providências.
O Governador do Estado de Pernambuco:
Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte lei:
Art. 1º Fica instituído, no Estado de Pernambuco, o Imposto sobre Operações Relativas à
Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e
Intermunicipal e de Comunicação - ICMS.

LIVRO PRIMEIRO
Do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação De Mercadorias e
sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual
e Intermunicipal e de Comunicação – Icms

TÍTULO I
Das Normas Gerais de Tributação

CAPÍTULO I
Da Obrigação Tributária Principal

SEÇÃO I
Da Incidência

Art. 2º O Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações


de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS incide
sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre as prestações de serviços de
transporte, interestadual e intermunicipal, de comunicação e aqueles, quando envolvam
fornecimento de mercadorias, não compreendidos na competência tributária dos municípios.
Parágrafo único. O imposto incidirá também sobre:
I - a entrada de mercadoria importada do exterior, ainda quando se tratar de bem destinado
a consumo, uso ou ativo fixo do estabelecimento;
II - a prestação de serviços de transporte e de comunicação, realizada ou iniciada no
exterior, a estabelecimento situado neste Estado.
Art. 3º Ocorre o fato gerador do imposto:
I - na saída de mercadoria do estabelecimento de contribuinte, inclusive cooperativa, ainda
que para outro estabelecimento do mesmo titular;
II - no fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias nos restaurantes, bares,
cafés e estabelecimentos similares;
III - no recebimento, pelo importador, de mercadoria ou bem importados de exterior; (Lei
10.650/91)

IV - na prestação de serviço, não compreendido na competência tributária dos municípios,


quando houver fornecimento de mercadoria;

Lei nº 10.259/1989 e alterações


V - na prestação de serviços de competência municipal, com fornecimento de mercadoria,
quando prevista a incidência em relação a esta, nos termos de Lei complementar;
VI - na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal, quando do término
da prestação de serviço, podendo haver antecipação do recolhimento do tributo, no caso
de transportador autônomo;
VII - na prestação de serviço de comunicação:
a) no fornecimento de ficha, cartão, selo postal ou qualquer outro instrumento,
necessários à utilização do respectivo serviço de comunicação;
b) na geração ou emissão, transmissão, retransmissão, repetição, ampliação ou
recepção de comunicação de qualquer natureza, por qualquer processo;
VIII - na prestação de serviço de transporte e de comunicação iniciada no exterior, quando
do término da prestação do serviço relativamente a cada beneficiário;
IX - na prestação de serviço de transporte e de comunicação realizada no exterior, no
momento fixado para pagamento do serviço;
X - na arrematação em leilão ou na aquisição em licitação, promovidas pelo Poder Público,
de mercadoria importada e apreendida;
XI - na adjudicação ou arrematação, em hasta pública, de mercadoria de contribuinte;
XII - na entrada, no estabelecimento de contribuinte, de mercadoria oriunda de outra
Unidade da Federação, destinada a uso, consumo ou ativo fixo;
XIII - na utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra
Unidade de Federação e não esteja vinculada à operação ou prestação subseqüente
alcançada pela incidência do imposto;
XIV - na saída de mercadoria de um estabelecimento extrator ou produtor para qualquer
outro estabelecimento, de idêntica titularidade ou não, localizado na mesma área ou em
área contínua ou diversa, para que seja submetida a qualquer operação de tratamento
ou a processo de industrialização, (VETADO)
§ 1º Equipara-se à saída:
I - a transmissão da propriedade de mercadoria, decorrente de alienação onerosa ou
gratuita de título que a represente, ou a sua transferência, mesmo que não haja
circulação física;
II - a transmissão da propriedade de mercadoria estrangeira, efetuada antes de sua entrada
no estabelecimento importador;
III - a transmissão da propriedade de mercadoria, quando efetuada em razão de qualquer
operação, ou a sua transferência, antes de sua entrada no estabelecimento do
adquirente-alienante;
IV - a posterior transmissão da propriedade ou a transferência de mercadoria que, tendo
transitado, real ou simbolicamente, pelo estabelecimento, deste tenha saído sem débito
do imposto;
V - a mercadoria constante do estoque final na data do encerramento da atividade do
contribuinte;
VI - a carne ou subproduto de gado abatido em matadouro:
a) público;
b) particular, não pertencente este a quem tenha promovido a matança;
§ 2º Para o fim do disposto no inciso III, do caput, considera-se recebimento pelo importador:
(Lei 10.650/91)

I - a transmissão de propriedade ou a transferência de mercadoria ou bem sem que estes


transitem pelo estabelecimento importador; (Lei 10.650/91)

Lei nº 10.259/1989 e alterações


II - a retirada da mercadoria ou bem do local de importação ou a remessa destes para
armazenamento, ainda que naquele local. (Lei 10.650/91)
§ 3º Quando a mercadoria for remetida para armazém-geral ou depósito fechado do próprio
contribuinte, neste Estado, considera-se ocorrido o fato gerador:
I - no momento da saída da mercadoria do armazém-geral ou do depósito fechado, salvo se
para retornar ao estabelecimento de origem;
II - no momento da transmissão da propriedade da mercadoria depositada em armazém-
geral ou em depósito fechado.
§ 4º O disposto no inciso III do "caput" aplica-se, inclusive, sobre a entrada, em
estabelecimento importador, de bens importados do exterior por seu titular, com destino a
consumo ou ativo fixo do referido estabelecimento.
Art. 4º Considera-se mercadoria qualquer bem, novo ou usado, não considerado imóvel por
natureza ou acessão física, nos termos da Lei civil, suscetível de avaliação econômica.
Parágrafo único. Compreende-se no conceito de mercadoria a energia elétrica, os combustíveis
líquidos e gasosos, os lubrificantes e minerais do País.
Art. 5º Considera-se local da operação ou da prestação:
I - tratando-se de mercadoria:
a) aquele em que se encontrar a mercadoria no momento da ocorrência do fato gerador;
b) o estabelecimento do adquirente-alienante, na hipótese de a mercadoria ser alienada
ou transferida antes de sua entrada naquele estabelecimento;
c) o estabelecimento remetente-depositante, na hipótese de a mercadoria sair
diretamente do depósito fechado ou armazém-geral, quando estes e o depositante
estiverem situados neste Estado;
d) aquele onde for realizada cada atividade de industrialização, produção ou
comercialização, na hipótese de atividades integradas, observado o disposto no § 7º
do artigo 45; (Lei 10.949/93)
e) o do estabelecimento destinatário ou, na falta deste, o do domicílio do adquirente,
quando se tratar de bem importado do exterior, ainda que destinado a consumo ou a
ativo fixo do estabelecimento;
f) aquele onde se encontrar a mercadoria, se desacompanhada de Nota Fiscal ou
quando, pertencendo a contribuinte de outra Unidade da Federação, nesta ingressar
sem destinatário certo;
g) aquele em que ocorrer arrematação, aquisição ou adjudicação, nas hipóteses do art.
3º, incisos X e XI;
h) o do Estado da situação da respectiva orla marítima, em operações realizadas em
plataforma continental, mar territorial ou zona econômica exclusiva;
i) o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído, em relação à operação em que deixar
de ser considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial;
j) o de desembarque, na hipótese de captura de peixes, crustáceos e moluscos;
l) a sede social do Banco do Brasil S/A., na primeira operação com trigo importado por
este Banco, como executor do monopólio de importação;
II - tratando-se de prestação de serviço de transporte:
a) o do estabelecimento destinatário do serviço, na hipótese do art. 3º, XIII;
b) onde tenha início a prestação, nos demais casos;
III - tratando-se de prestação de serviço de comunicação ocorrida no território nacional;
a) o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de televisão, assim entendido o da

Lei nº 10.259/1989 e alterações


geração, transmissão, emissão, retransmissão, repetição, ampliação e recepção;
b) o do estabelecimento da concessionária ou permissionária que fornecer a ficha,
cartão, selo postal ou qualquer outro instrumento assemelhado, quando a prestação
for efetuada por meio desses instrumentos;
c) o do estabelecimento destinatário do serviço, na hipótese do art. 3º, XIII;
d) onde seja cobrado o serviço, nos demais casos;
IV - tratando-se de serviços de transporte ou de comunicação prestado ou iniciado no
exterior, o do estabelecimento encomendante situado neste Estado.
§ 1º Para efeito do disposto na alínea "i" do inciso I do "caput", o ouro, quando definido como
ativo financeiro ou instrumento cambial, terá identificado o local da extração.
§ 2º Nos casos em que tenha sido atribuída a condição de responsável pelo pagamento do
imposto a terceiros, considera-se como local da operação o do estabelecimento do
contribuinte.
Art. 6º É irrelevante, para a caracterização da incidência:
I - a natureza jurídica da operação relativa à circulação da mercadoria e prestação relativa
ao serviço de transporte interestadual ou intermunicipal e de comunicação;
II - o título jurídico pelo qual o sujeito passivo se encontre na posse da mercadoria que
efetivamente tenha saído do seu estabelecimento;
III - o fato de uma mesma pessoa atuar, simultaneamente, com estabelecimentos de
natureza diversa;
IV - o fato de a operação realizar-se entre estabelecimentos do mesmo titular.

SEÇÃO II
Da Não-Incidência

Art. 7º O imposto não incide sobre:


I - a saída de livros, jornais, revistas, publicações periódicas assim como o papel destinado
à sua impressão;
II - a saída para o exterior de produto industrializado, excluídos os semi-elaborados,
definidos nos termos dos §§ 7º e 8º;
III - outros produtos e serviços indicados em Lei complementar, quando destinados ao
exterior;
IV - a saída decorrente de fornecimento de mercadoria utilizada na prestação de serviços de
competência municipal, especificados em Lei complementar, ressalvados os casos de
incidência ali previstos;
V - a saída de bem enquanto objeto de alienação fiduciária em garantia:
a) na transmissão de domínio feita pelo devedor fiduciante em favor do credor fiduciário;
b) na transferência da posse do bem, enquanto objeto de garantia, em favor do credor
fiduciário e em razão de inadimplemento do fiduciante;
c) no retorno do bem ao estabelecimento devedor fiduciante, em virtude de extinção da
garantia;
VI - a saída de bem em decorrência de comodato, locação ou arrendamento mercantil,
contratados por escrito;
VII - a saída de mercadoria destinada a armazém-geral ou depósito fechado e o retorno ao
estabelecimento remetente, quando situado dentro do Estado;
VIII - as operações interestaduais de:

Lei nº 10.259/1989 e alterações


a) energia elétrica;
b) petróleo;
c) lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo;
IX - o ouro, quando definido em Lei como ativo financeiro ou instrumento cambial.
§ 1º Para os efeitos do inciso I do "caput", não se considera livro:
I - aqueles em branco ou simplesmente pautados, bem como os riscados para escrituração
de qualquer natureza;
II - aqueles pautados de uso comercial;
III - as agendas e todos os livros deste tipo;
IV - os catálogos, listas e outros impressos que contenham propaganda comercial.
§ 2º Nas hipóteses dos incisos II e III do “caput”, tornar-se-á exigível o imposto quando a
mercadoria exportada for reintroduzida no mercado interno.
§ 3º Quando a não-incidência do imposto estiver condicionada à celebração de contrato por
escrito, este produzirá efeitos tributários, apenas quando registrado conforme dispuser
Decreto do Poder Executivo. (Lei nº 10.650/91)
§ 4º A não-incidência relativa ao arrendamento mercantil de que trata o inciso VI do "caput" não
se opera a partir do momento em que a opção de compra prevista no contrato tiver sido
efetivamente exercida pela arrendatária.
§ 5º Considera-se depósito fechado e armazém pertencente ao contribuinte, situado neste
Estado e destinado à recepção e movimentação de mercadoria própria, com simples função
de guarda e proteção, podendo o contribuinte manter quantos depósitos fechados
necessitar.
§ 6º Para fins desta Lei, considera-se armazém-geral o estabelecimento destinado à recepção
e movimentação de mercadoria de terceiros, isolada ou conjuntamente com mercadoria
própria, com a simples função de guarda e proteção.
§ 7º Para efeito do inciso II do “caput”, semi-elaborado será (VETADO):
I - o produto de qualquer origem, que, submetido à industrialização, possa constituir-se em
insumo agropecuário ou industrial, ou dependa, para consumo, de complemento de
industrialização, acabamento, transformação ou aperfeiçoamento;
II - o produto resultante dos seguintes processos, ainda que submetido a qualquer forma de
acondicionamento:
a) abate de animais;
b) abate de árvores e desbastamento, descascamento, esquadriamento,
desdobramento, serragem de toras e carvoejamento;
c) desfibramento, descaroçamento, descascamento, lavagem, secagem, desidratação,
esterilização, prensagem, polimento ou qualquer outro processo de beneficiamento
de produtos extrativos e agropecuários;
d) fragmentação, pulverização, lapidação, classificação, concentração - inclusive por
separação magnética e flotação-, homogeneização, desaguamento - inclusive
secagem, desidratação e filtragem, levigação, aglomeração realizada por
briquetagem, modulação, sinterização, calcinação, pelotização e serragem para
desdobramento de blocos, de substâncias minerais bem como demais processos,
ainda que exijam adição de outras substâncias;
e) resfriamento e congelamento;
f) salga e secagem de produtos animais.
§ 8º Observado o disposto no parágrafo anterior, os níveis de tributação dos produtos semi-
elaborados serão estabelecidos em convênio específico.

Lei nº 10.259/1989 e alterações


§ 9º Considera-se industrialização qualquer operação de que resulte alteração da natureza,
funcionamento, utilização, acabamento, apresentação ou aperfeiçoamento do produto.
§ 10. Ocorrendo duas ou mais operações de circulação com a mesma mercadoria no território
nacional, tendo o exterior como destino final apenas a última será considerada exportação
para efeito de não-incidência do imposto.
§ 11. Excluem-se das disposições do § 7º, inciso II, as peças, partes e componentes, assim
entendidos os produtos que não dependam de qualquer forma de industrialização, além de
montagem, para fazer parte de novo produto.

SEÇÃO III
Da Isenção

Art. 8º São isentas do imposto as operações e prestações assim definidas em convênio


homologado conforme o disposto em legislação específica.

SEÇÃO IV
Da Suspensão

Art. 9º Fica suspensa a exigência do imposto nas operações e prestações assim definidas em
convênio homologado conforme o disposto em legislação específica.
§ 1º Para fins deste artigo, considera-se suspensão da exigência do imposto a situação jurídica
em função da qual deixa de ser exigido o imposto em relação à saída da mercadoria de um
estabelecimento para outro, com o objetivo de retorno, ficando a responsabilidade tributária
pelo respectivo imposto com o primeiro estabelecimento.
§ 2º Interrompe-se a suspensão:
I - quando não ocorrer o retorno da mercadoria;
II - quando vencer o prazo do retorno sem que a mercadoria retorne, se for o caso;
III - quando ocorrer a saída da mercadoria do destinatário para estabelecimento diverso do
remetente.

SEÇÃO V
Do Diferimento

Art. 10. Fica diferido o recolhimento do imposto nas operações e prestações definidas em
legislação específica. (Lei nº 10.781/92)
§ 1º Diferimento é a categoria tributária através da qual o momento do recolhimento do imposto
devido é transferido para outro indicado na legislação tributária.
§ 2º O valor do imposto diferido, a cargo do contribuinte-substituto, será igual àquele que o
contribuinte originário pagaria, não fosse o diferimento.
§ 3º O imposto diferido, salvo disposição em contrário, será recolhido integralmente,
independentemente das situações supervenientes verificadas após a saída da mercadoria
ou prestação do serviço pelo estabelecimento originário.
§ 4º Interrompe o diferimento a ocorrência de qualquer fato que altere o curso da operação ou
da prestação, subordinada a este regime, antes da verificação da época fixada para
recolhimento do imposto diferido.
§ 5º Na hipótese do parágrafo anterior, a responsabilidade pelo recolhimento do imposto
diferido fica atribuída ao contribuinte em cujo estabelecimento ocorra a interrupção.

SEÇÃO VI
Da Base de Cálculo

Lei nº 10.259/1989 e alterações


Art. 11. A base de cálculo do imposto é:
I - nas operações a título oneroso, o valor da operação de que decorrer a saída da
mercadoria;
II - na falta do valor a que se refere o inciso anterior, ressalvado o disposto no inciso XV:
a) o preço corrente da mercadoria, ou de sua similar, no mercado atacadista do local da
operação, caso o remetente seja produtor, inclusive gerador de energia;
b) o preço FOB de estabelecimento industrial à vista, caso o remetente seja industrial;
c) o preço FOB do estabelecimento comercial à vista, nas vendas a outros comerciantes
ou industriais, caso o remetente seja comerciante;
III - na hipótese de fornecimento de mercadoria, juntamente com a prestação de serviço não
incluído na competência tributária do município, o valor total da operação,
compreendendo este o preço da mercadoria empregada, o do serviço prestado e demais
despesas acessórias cobradas ao destinatário;
IV - na hipótese de saída de mercadoria, juntamente com a prestação de serviço de
competência tributária municipal, quando se estabelecer expressamente a incidência
sobre o fornecimento da mercadoria, o preço corrente da mercadoria fornecida ou
empregada;
V - na industrialização efetuada por outro estabelecimento:
a) o valor agregado durante o processo de industrialização, quando a mercadoria for
recebida sem imposto destacado no respectivo documento fiscal, nas hipóteses
legalmente admitidas;
b) o valor total, incluído o da mercadoria recebida e o agregado durante o processo de
industrialização, quando a mercadoria for recebida com imposto destacado no
respectivo documento fiscal;
VI - na entrada de mercadoria conduzida por contribuinte de outra Unidade da Federação,
sem destinatário certo, esgotada, sucessivamente, cada possibilidade:
a) o preço máximo de vendas no varejo, quando este for fixado pela autoridade
competente ou pelo fabricante;
b) o valor no varejo das citadas mercadorias onde se exigir o pagamento do imposto;
c) o valor constante do documento fiscal de origem, inclusive IPI e despesas acessórias,
acrescido, quando for o caso, de percentual indicado no art. 16, I, "b";
VII - na entrada de mercadoria importada do exterior, o valor constante dos documentos de
importação convertido em moeda nacional, à taxa cambial efetivamente aplicada em
cada hipótese, acrescido do valor dos impostos sobre a importação, sobre produtos
industrializados e sobre operações de câmbio e demais despesas aduaneiras devidas;
VIII - na saída de mercadoria para o exterior, o valor da operação, nele incluído o valor dos
tributos, das contribuições e demais importâncias cobradas ou debitadas ao adquirente e
realizadas até o embarque, inclusive;
IX - no fornecimento de alimentação, bebida e outras mercadorias nos bares, restaurantes,
cafés e outros estabelecimentos, o valor da operação, nele incluídos o da mercadoria e
da prestação de serviço;
X - na prestação de serviço de transporte e de comunicação, nas hipóteses do art. 3º, VI,
VII, "b", VIII e IX, o preço do serviço;
XI - no fornecimento do que trata o art. 3º, VII, "a", o valor cobrado;
XII - na arrematação em leilão ou aquisição em concordância, na hipótese do art. 3º, X, o
valor da arrematação ou da aquisição, acrescido do valor do Imposto sobre a
Importação, do IPI e demais despesas cobradas ou debitadas ao interessado;
XIII - na adjudicação ou arrematação, na hipótese do art. 3º, XI, o valor da adjudicação ou

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arrematação, acrescido de outras despesas pagas pelo adjudicante ou arrematante;
XIV - na saída de mercadoria, posta de conta ou à ordem, por anulação de venda, quando
posteriormente destinada a eventual comprador, o valor constante da Nota Fiscal de
origem, acrescido das despesas acessórias, inclusive frete, seguro e IPI, quando houver,
observado, para fim de abatimento, o respectivo crédito fiscal;
XV - na saída de mercadoria para estabelecimento pertencente ao mesmo titular:
a) o valor correspondente à entrada mais recente da mercadoria, tratando-se de
estabelecimento comercial;
b) o custo da mercadoria produzida, assim entendido a soma do custo da matéria-prima,
material secundário, mão-de-obra e acondicionamento, nos demais casos;
XVI - no caso de encerramento de atividade de que trata o art. 3º, § 1º, V:
a) o valor das mercadorias, quando alienadas a contribuinte;
b) o valor das mercadorias inventariadas na data do encerramento;
XVII - na saída de mercadoria desacompanhada de Nota Fiscal, o valor desta no varejo ou,
na sua falta, o valor a nível de atacado da respectiva praça, com os acréscimos relativos
ao imposto antecipado;
XVIII - na hipótese de entrada de mercadoria não escriturada no livro fiscal próprio:
a) relativamente à mercadoria ainda em estoque, o valor da aquisição ou, na
impossibilidade de determiná-lo, o preço da mercadoria ou de sua similar no mercado
atacadista onde se encontrar a mercadoria referida;
b) relativamente à mercadoria que tenha saído, o valor indicado no inciso anterior;
XIX - no arrendamento mercantil, quando o arrendatário exercer a opção de compra, o valor
total da operação, nele incluídos todos os valores devidos em decorrência do contrato;
XX - na redução de base de cálculo, o valor indicado em convênio, homologado conforme o
disposto em legislação específica;
XXI - nas hipóteses do art. 3º, XII e XIII, o valor da operação ou prestação sobre o qual
tenha sido cobrado o imposto no Distrito Federal ou Estado de origem.
§ 1º Integra a base de cálculo do imposto o valor correspondente:
I - a todas as importâncias, despesas acessórias, juros, acréscimos, bonificações ou outras
vantagens a qualquer título, recebidas pelo contribuinte alienante da mercadoria ou
prestador do serviço;
II - a frete, quando o transporte for efetuado pelo próprio remetente.
§ 2º Nas prestações ou operações a crédito, sob qualquer modalidade, incluem-se na base de
cálculo os ônus relativos à concessão do crédito, ainda que cobrados em separado e desde
que exigidos do adquirente da mercadoria ou do tomador do serviço pelo estabelecimento
alienante ou prestador do serviço.
§ 3º Para fins do disposto no inciso II do “caput”, o valor da mercadoria será o valor da última
operação onerosa com a referida mercadoria, realizada até o dia útil imediatamente anterior
àquele em que ocorrer a saída da mercadoria.
§ 4º Para fim do disposto no inciso IV do "caput", considera-se valor da mercadoria o respectivo
preço de venda no varejo ou, na falta deste, o valor de aquisição, incluídas despesas
acessórias e IPI, se houver, acrescido, quando for o caso, do percentual indicado no art. 16,
I, "b", sobre o total.
§ 5º Nas prestações cujo preço não se possa determinar, a base de cálculo é o valor corrente
do serviço na praça onde for prestado.
§ 6º Na hipótese do inciso V do "caput", entende-se por valor agregado o valor total cobrado, a
qualquer título, pelo estabelecimento industrializador ou fabricante de semi-elaborados.

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§ 7º O tratamento tributário previsto no inciso V do “caput” aplica-se também às operações
classificadas como não-industrialização, nos termos do art. 7º, §§ 7º e 8º.
§ 8º Quando o preço declarado pelo contribuinte for inferior ao do mercado, a base de cálculo
poderá ser determinada pela autoridade administrativa, através de ato normativo,
ressalvados os descontos incondicionais;
§ 9º Para fins do disposto no parágrafo anterior, o preço de mercado será, segundo a ordem:
I - produto tabelado ou com preço máximo de venda, fixado pela autoridade competente, ou
pelo fabricante, o respectivo preço;
II - o valor constante em publicações ou correspondência oficial de órgãos ou entidades
privadas;
III - o valor mínimo entre os coletados nas regiões fiscais do Estado.
§ 10. Relativamente ao disposto no parágrafo anterior, observar-se-á:
I - havendo discordância em relação ao valor fixado, caberá ao contribuinte comprovar a
exatidão do valor por ele indicado;
II - o valor real da operação prevalecerá como base de cálculo do imposto, devendo-se
proceder às correções que se fizerem necessárias;
III - nas operações interestaduais, a aplicação do disposto neste artigo dependerá da
celebração de acordo entre as Unidades Federadas envolvidas na operação fixando os
valores ou estabelecendo os critérios.
§ 11. Na hipótese dos incisos VII e XII do “caput”, será observado o seguinte:
I - entendem-se como despesas aduaneiras aquelas definidas em decreto do Poder
Executivo;
II - o valor da taxa cambial será o vigente na data da ocorrência do fato gerador;
§ 12. Sendo desconhecida a taxa cambial da data do pagamento do imposto, nos termos do
inciso II do parágrafo anterior, utilizar-se-á, inicialmente, para efeito de determinação da
base de cálculo, a taxa oficial empregada pela repartição alfandegária para fim de
pagamento do Imposto sobre a Importação.
§ 13. Quando vier a ser conhecido o valor definitivo da taxa cambial aplicável, na hipótese do
parágrafo anterior, o contribuinte recolherá a diferença do imposto porventura devido.
§ 14. Não serão deduzidos do preço os descontos e abatimentos condicionais, como tais
entendidos os que estiverem subordinados a eventos futuros e incertos.
§ 15. Para fim de determinação do preço vigente na praça, quando indicado como base de
cálculo do imposto, tomar-se-á o preço médio em relação, no mínimo, a três
estabelecimentos da mesma natureza e situados na mesma praça e, sempre que possível,
do mesmo porte.
§ 16. Na hipótese do parágrafo anterior, não existindo a quantidade mínima ali referida, a
média dos preços será efetuada em relação à quantidade de estabelecimentos existentes
na praça.
§ 17. Para efeito do disposto no inciso XXI, do “caput”, o imposto a ser recolhido será o valor
correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual.
§ 18. Quando a mercadoria, no caso do parágrafo anterior, entrar no estabelecimento para fim
de industrialização ou comercialização, sendo após destinada para consumo ou ativo fixo do
estabelecimento, acrescentar-se-á, na base de cálculo, o valor do IPI cobrado na operação
de que decorreu a entrada.
§ 19. Para efeito do inciso II do “caput”, observar-se-á:
I - o preço efetivamente cobrado pelo estabelecimento remetente na operação mais recente;
II - na hipótese da alínea “c”, caso o estabelecimento remetente não efetue vendas a outros

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comerciantes ou industriais, a base de cálculo deve ser equivalente a 75% (setenta e
cinco por cento) do preço de venda no varejo, observado o disposto no inciso anterior;
III - caso o estabelecimento remetente não tenha efetuado operações de venda de
mercadoria objeto da operação, aplica-se a regra contida no inciso XV do “caput”.
§ 20. O disposto no inciso XV do “caput” não se aplica às operações com produtos primários,
hipótese em que será observada, no que couber, a norma do inciso II do caput.
§ 21. Na hipótese de energia elétrica, a base de cálculo será o valor total destacado na conta
de fornecimento expedida pela distribuidora.
§ 22. Na hipótese do inciso X do “caput” o preço do serviço será declarado no documento que
instrumentalizar a operação, obedecidas ainda as seguintes normas:
I - se a contraprestação do serviço for ajustada em bens, a base de cálculo será o preço de
custo, para o usuário, dos bens dados em pagamento;
II - incluem-se na base de cálculo o preço do serviço de entrega e coleta de cargas, bem
como os ônus decorrentes de seu financiamento, quando forem objeto do mesmo
contrato de transporte, e outras despesas de qualquer natureza, pertinentes ao
transporte;
III - excluem-se da base de cálculo do imposto as despesas com seguro e pedágio, bem
como as taxas de administração cobradas pelas estações ou outros terminais, desde
que lançadas em parcelas separadas do documento fiscal;
IV - no transporte de pessoas, executado por empresas de turismo, o preço do serviço de
transporte deverá ser lançado no documento fiscal em parcela separada dos valores
referentes aos demais serviços.
§ 23. Na hipótese de transporte de carga própria, para efeito de inclusão do valor do transporte
na base de cálculo da mercadoria serão observadas as tarifas básicas oficialmente
autorizadas para transporte de cargas de terceiros.
§ 24. Quando o estabelecimento exercer, simultaneamente, atividades de comércio e de
indústria, nos termos do § 7º, do artigo 45, o disposto no inciso XV, do caput, será aplicado
em relação a cada atividade. (Lei nº 10.949/93)
Art. 12. O montante do imposto integra a sua base de cálculo, constituindo o respectivo
destaque nos documentos fiscais, quando exigido pela legislação tributária, mera indicação
para fim de controle e não-cumulatividade do imposto.
Art. 13. Na hipótese do art. 38, a base de cálculo do imposto é o valor da mercadoria ou da
prestação, acrescido de percentual de margem de lucro, conforme o disposto no art. 16, I, b.

Art. 14. Nas operações intramunicipais, quando o frete for cobrado por estabelecimento
pertencente ao mesmo titular da mercadoria alienada, ou por outro estabelecimento que
com este mantenha relação de interdependência, na hipótese de o valor do frete exceder os
níveis normais de preços em vigor, no mercado local, para serviço semelhante, constantes
de tabelas divulgadas pelos órgãos sindicais de transporte, em suas publicações periódicas,
o valor excedente será havido como parte do preço da mercadoria.
Parágrafo único. Considerar-se-ão interdependentes duas empresas quando:
I - uma delas, por si, seus sócios ou acionistas, e respectivos cônjuges e filhos menores, for
titular de mais de 50% (cinqüenta por cento) do capital da outra, ou uma delas locar ou
transferir à outra, a qualquer título, veículo destinado ao transporte de mercadoria;
II - uma mesma pessoa fizer parte de ambas, na qualidade de diretor, ou sócio com funções
de gerência, ainda que exercidas sob outra denominação.
Art. 15. Não integra a base de cálculo do imposto o montante do:
I - Imposto sobre Produtos Industrializados, quando a operação, realizada entre
contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização,
configurar fato gerador de ambos os impostos;

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II - Imposto sobre Vendas a Varejo de Combustíveis Líquidos e Gasosos.
Art. 16. Quando o contribuinte for também responsável pelo imposto, na qualidade de
contribuinte-substituto, a base de cálculo do imposto é, segundo a ordem:
I - na substituição pelas saídas, nas operações internas:
a) o preço máximo de venda no varejo, ou único de venda do contribuinte-substituto, no
caso de mercadoria que tenha preço de venda fixado por deliberação do fabricante ou
em razão medida de ordem econômica e social;
b) o valor de saída, nele computados, se incidentes na operação, o IPI e despesas
acessórias, acrescido de percentual sobre o total indicado no Anexo Único desta Lei
ou fixado nos termos de acordo celebrado entre os Estados e o Distrito Federal,
conforme o disposto em legislação específica;
II - na substituição pelas saídas, nas operações interestaduais, o valor indicado pela
Unidade da Federação destinatária, nos termos de acordo celebrado, conforme o
disposto em legislação específica, observado o disposto no Anexo Único desta Lei;
III - quando a responsabilidade pelo imposto, na qualidade de contribuinte-substituto, for:
a) do transportador, nas hipóteses do art. 42, inciso I, alíneas "a" a "e", o valor da
mercadoria ou sua similar na praça em que se der a apreensão ou a entrega da
mercadoria, ou ainda o da pauta fiscal, se houver;
b) do leiloeiro, com relação à mercadoria que vender por conta alheia, o preço de venda;
c) do responsável por armazém-geral, o valor constante do documento fiscal de saída,
emitido pelo depositário da mercadoria;
d) do possuidor, nas hipóteses do art. 42, III, o valor de aquisição ou, se este não puder
ser apurado, o preço de varejo na praça onde se encontrar a mercadoria, ou o da
pauta fiscal, se houver;
Art. 17. Nas operações e prestações entre estabelecimentos de contribuintes, caso haja
reajuste do valor depois da remessa ou da prestação, a diferença fica sujeita ao imposto no
estabelecimento do remetente ou do prestador.
Parágrafo único. Quando nas operações internas o adquirente for responsável pelo imposto
relativo à operação respectiva, na qualidade de contribuinte-substituto, a complementação
de que trata este artigo será por este recolhida.
Art. 18. Quando a fixação do preço ou apuração do valor depender de fato ou condição
verificáveis após a saída da mercadoria, tais como pesagem, medição, análise ou
classificação, o imposto será calculado, inicialmente, sobre o valor da cotação do dia da
saída da mercadoria, ou, na sua falta, sobre o estimado na forma do art. 11, §§ 8º e 9º.
Parágrafo único. Quando da verificação do fato ou condição referidos neste artigo, a diferença
do imposto será recolhida pelo remetente da mercadoria.
Art. 19. O Poder Executivo, através de decreto, poderá fixar percentuais inferiores aos
indicados no art. 16, I, “b”, quando a operação ou a prestação de serviço forem realizadas
por órgãos ou entidades da administração direta ou indireta da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios, bem como fundações por eles instituídas ou mantidas,
cuja política de preços esteja voltada para as classes de baixa renda.
Art. 20. O valor de aquisição de que tratam a alínea “a” do inciso XVIII do art. 11 e a alínea “d”
do inciso III do art. 16, será considerado líquido, devendo ser reconstituído, incluindo-se
neste valor o respectivo imposto e considerando-se interna a operação.
Art. 21. Observado o disposto no art. 28, o imposto devido por contribuinte varejista poderá ser
fixado por estimativa, para determinada categoria econômica, quando verificada uma das
seguintes situações:
I - o contribuinte cujas atividades econômicas sejam de difícil controle por parte da
administração fazendária;

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II - o contribuinte só opere por períodos determinados.
§ 1º Para efeito do disposto no "caput", a autoridade fazendária levará em conta, no período-
base:
I - o valor das entradas e das saídas das mercadorias e das prestações de serviços
ocorridas;
II - o saldo credor inicial e final do imposto;
III - o valor médio do imposto devido.
§ 2º O valor do imposto determinado na forma do parágrafo anterior será havido como devido
nos meses compreendidos no período seguinte objeto da estimativa.
§ 3º O Poder Executivo através de decreto fixará os períodos, base e objeto da estimativa.
Art. 22. A base de cálculo do imposto devido pela empresa concessionária distribuidora de
energia elétrica, responsável pelo pagamento do imposto relativamente às operações
anteriores e posteriores, na condição de contribuinte-substituto, é o valor da operação da
qual decorra a entrega do produto ao consumidor.

SEÇÃO VII
Das Alíquotas
(VER LEIS 10.295/89; 10.78/92; 10.928/93 E 11.211/95; 11.283/95; 11.294/95; 11.306/95; 11.309/95;11.409/96;
11.456/96; 11.457/97; 11.501/97; 11.508/97; 11.695/99;11.919/2000; 12.134/01; 12.135/01; 12.190/02;
13.334/03; 12.335/03; 12.354/03; 12.429/03; 12.472/03; 12.514/03; 12.662/04; 12.718/04; 12.929/05)

Art. 23. As alíquotas do imposto são as seguintes:


I - nas operações internas:
a) 25% (vinte e cinco por cento) para os produtos considerados supérfluos, nos termos
de acordo celebrado entre os Estados, utilizadas as Normas Brasileiras de
Mercadorias - NBM para identificação desses produtos;
b) 17% (dezessete por cento) nos demais casos;
II - 17% (dezessete por cento) ou 25% (vinte e cinco por cento), conforme o disposto no
inciso anterior, nas operações interestaduais, quando a mercadoria ou a prestação não
forem destinadas a produção, comercialização ou industrialização, observado o disposto
no § 2º;
III - 12% (doze por cento) nas operações ou prestações interestaduais que destinem
mercadoria ou serviço a contribuinte para fim de industrialização, fabricação de semi-
elaborado, comercialização ou produção, observado o disposto no § 2º;
IV - 17% (dezessete por cento) ou 25% (vinte e cinco por cento), conforme o disposto no
inciso I, nas operações de importação do exterior;
V - 13% (treze por cento) na exportação de mercadoria ou serviço para o exterior;
VI - 17% (dezessete por cento) nas demais operações.
VII - (VETADO)
§ 1º As alíquotas de que trata o "caput" poderão ser alteradas, mediante Lei Estadual:
I - nas operações internas, atendidos, quando instituídos, os limites mínimos e máximos
fixados pelo Senado Federal, nas hipóteses previstas na Constituição Federal;
II - nas operações internas, quando os Estados e o Distrito Federal, nos termos de Lei
complementar, fixarem alíquotas inferiores à mínima estabelecida pelo Senado.
§ 2º Relativamente às operações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado
em outra Unidade da Federação, será adotada:
I - a alíquota prevista no inciso III do "caput", quando o destinatário for contribuinte do

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imposto;
II - as alíquotas previstas no inciso II do "caput", conforme o caso, quando o destinatário não
for contribuinte do imposto.
§ 3º Na hipótese do inciso I do parágrafo anterior, caberá à outra Unidade da Federação da
localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a
interestadual.
§ 4º A alíquota de 25% (vinte e cinco por cento) prevista no inciso I, a, deste artigo, somente
será aplicada quando Lei Estadual, com base em proposta do Poder Executivo, relacionar
quais os produtos que serão considerados como supérfluos, levando-se em conta,
essencialmente, a sua importância sócio-econômica para o Estado.

SEÇÃO VIII
Do Crédito Fiscal

Art. 24. O contribuinte somente poderá utilizar crédito fiscal, para efeito de compensação do
imposto, na forma prevista nesta Seção.

SUBSEÇÃO I
Do Direito

Art. 25. O imposto será não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação
relativa à circulação de mercadoria ou prestação de serviço com o montante cobrado nas
anteriores pela mesma ou outra Unidade da Federação ou pelo Distrito Federal.
Parágrafo único. É assegurado ao sujeito passivo do imposto, salvo disposição legal expressa
em contrário e o disposto no art. 33, o direito de creditar-se exclusivamente do imposto
devido que tenha sido destacado em documento fiscal idôneo relativo a mercadoria que
tenha entrado em seu estabelecimento ou a serviço de transporte e de comunicação que a
ele tenha sido prestado.
Art. 26. Para fim de compensação do imposto que vier a ser devido, constitui crédito fiscal do
contribuinte, observados os artigos 30 e 32, conforme os critérios estabelecidos no art. 37, §
1º:
I - o valor do imposto relativo à mercadoria e ao serviço de transporte e de comunicação
recebidos no processo de comercialização;
II - o valor do imposto relativo à matéria-prima, produto intermediário, embalagem ou
serviço, para emprego no processo de produção ou industrialização;
III - o saldo do imposto verificado a favor do contribuinte, apresentado na apuração anterior;
IV - o valor do imposto relativo à aquisição de embalagem a ser utilizada na saída de
mercadoria sujeita ao imposto;
V - o valor do imposto relativo à operação, quando a mercadoria for fornecida com serviço
não compreendido na competência tributária do município;
VI - o valor de outros créditos, conforme a legislação específica;
§ 1º O disposto neste artigo aplica-se à mercadoria cuja propriedade haja sido transferida antes
de sua entrada no estabelecimento adquirente.
§ 2º Admitir-se-á, igualmente, o crédito em relação à energia elétrica e outras fontes de
energia, quando utilizadas na produção, industrialização, (VETADO) extração, geração ou
prestação dos serviços de transportes e de comunicação.
§ 3º Para efeito de crédito fiscal, considera-se apenas o valor do imposto, desprezado qualquer
acréscimo.
§ 4º Não será permitida a compensação do imposto não destacado em Nota Fiscal idônea.

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§ 5º Na hipótese de cálculo do imposto em desacordo com as normas legais de incidência, se
for comprovado cálculo a maior, somente será admitido o crédito do valor do imposto
legalmente exigido.
§ 6º Na hipótese prevista no parágrafo anterior, se for verificado cálculo a menor, o contribuinte
deverá creditar-se do valor do imposto destacado no documento fiscal.
§ 7º Mediante convênio homologado conforme o disposto em legislação específica, a
compensação do imposto poderá ser realizada através de uma percentagem fixa a título de
montante do imposto relativamente às operações ou prestações anteriores.
§ 8º Na transferência de mercadoria, qualquer que tenha sido a base de cálculo adotada para o
recolhimento do imposto devido pelo estabelecimento remetente, não será admitido crédito
superior ao valor do tributo calculado sobre a base de cálculo legalmente prevista para a
hipótese.
§ 9º O estabelecimento poderá beneficiar-se, antecipadamente, do abatimento do imposto
ainda não recolhido que deva como contribuinte-substituto, sob a condição de que o
recolhimento venha a ser efetuado no prazo legal.
§ 10. O disposto no parágrafo anterior não se aplica na hipótese de a operação ou a prestação
estar sujeita a diferimento do recolhimento do imposto efetuado através do mesmo
documento de arrecadação do tributo relativo à operação ou prestação de responsabilidade
direta do sujeito passivo.
§ 11. O não-pagamento do imposto de que trata o § 9º acarreta inexistência do respectivo
crédito fiscal.
§ 12. Somente poderá beneficiar-se do crédito fiscal proveniente do recolhimento do imposto o
contribuinte deste.
§ 13. Salvo o disposto no art. 30, § 2º, não é assegurado o direito ao crédito do imposto
destacado em documento fiscal que indique como destinatário estabelecimento diverso
daquele que o tenha registrado.
Art. 27. O saldo credor do imposto existente na data do encerramento das atividades de
qualquer estabelecimento não é restituível ou transferível para outro estabelecimento.
Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de transferência de estoque
de mercadoria, em virtude de fusão, cisão, transformação e incorporação de empresas ou
de transferência de propriedade de estabelecimento.
Art. 28. Na hipótese da estimativa mencionada no art. 21, ao final de cada período, será
efetivada a complementação ou a restituição em moeda ou sob forma de utilização como
crédito fiscal em relação, respectivamente, às quantias pagas com insuficiência ou em
excesso.

SUBSEÇÃO II
Da Vedação do Crédito

Art. 29. Ocorre a vedação da utilização do crédito fiscal quando a causa impeditiva de sua
utilização for conhecida antes do respectivo lançamento fiscal.
Art. 30. Não constituirá crédito fiscal do contribuinte o imposto relativo a operações ou
prestações anteriores:
I - quando a mercadoria recebida tiver por finalidade:
a) integrar o ativo fixo do estabelecimento;
b) ser utilizada ou consumida no próprio estabelecimento, excetuada aquela que se
integrar no processo de comercialização, industrialização, fabricação de semi-
elaborados ou produção;
II - quando as operações ou as prestações posteriores forem beneficiadas por isenção, não-
incidência ou qualquer outra forma de exoneração tributária;

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III - quando as operações ou as prestações estiverem acompanhadas de:
a) documento fiscal inidôneo;
b) documento fiscal que indique como destinatário estabelecimento diverso daquele que
o tenha registrado;
c) via de documento fiscal que não seja a primeira;
IV - quando a mercadoria recebida e a utilizada no processo industrial não seja consumida
ou não integre o produto;
V - quando as mercadorias ou os produtos, utilizados no processo industrial, não sejam
neles consumidos ou não integrem o produto final na condição de elementos
indispensáveis à sua composição;
VI - quando nas operações ou prestações posteriores o imposto for calculado por critérios
substitutivos ao sistema normal de débito e crédito, da operação ou prestação;
VII - quando os serviços de transporte e de comunicação, salvo se utilizados pelo
estabelecimento ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma
natureza, na comercialização de mercadoria ou em processo de produção,
industrialização ou geração, inclusive de energia.
§ 1º Na hipótese do inciso III, "a", do "caput", o crédito será admitido após sanadas as
irregularidades causadoras da inidoneidade do documento fiscal.
§ 2º O disposto no inciso III, "b" do "caput" não se aplica na hipótese de:
I - a aquisição ser realizada através de posta de conta, tal como disciplinada na legislação
tributária estadual;
II - o estabelecimento recebedor da mercadoria, embora diverso do destinatário, pertencer à
mesma pessoa jurídica, ser da mesma natureza do estabelecimento destinatário, situar-
se no mesmo município deste e estar devidamente autorizado pela repartição fazendária
competente.
§ 3º Na hipótese de as mercadorias objeto das operações referidas no inciso II do "caput"
ficarem sujeitas ao imposto por ocasião da saída, o estabelecimento poderá creditar-se, na
mesma proporção da saída tributada do imposto relativo à entrada da mercadoria, caso o
respectivo crédito ainda não tenha sido utilizado, quando admitido.
§ 4º Caso as mercadorias referidas nas alíneas "a" e "b" do inciso I do "caput" e no inciso I,
alíneas "a" e "b", do art. 32 sejam desviadas de suas finalidades, sujeitam-se à incidência
do imposto na saída, podendo o contribuinte creditar-se do valor do imposto constante do
documento fiscal relativo à aquisição das respectivas mercadorias, respeitados os limites
legais admitidos para a alíquota e para a base de cálculo do tributo.
§ 5º O crédito fiscal de que trata este artigo será apropriado nas hipóteses legalmente
admitidas na legislação tributária.

SUBSEÇÃO III
Do Estorno do Crédito

Art. 31. Ocorre o estorno de crédito fiscal quando a causa impeditiva de sua utilização surgir
após o respectivo lançamento fiscal.
Art. 32. O contribuinte procederá ao estorno do imposto de que se tenha creditado:
I - quando a mercadoria adquirida:
a) for integrada ao ativo fixo;
b) for utilizada para consumo do próprio estabelecimento ou para locação, comodato ou
arrendamento mercantil a terceiros;
c) perecer, for objeto de roubo, furto ou extravio, ou, quando deteriorada, tornar-se

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imprestável para qualquer finalidade da qual resulte fato gerador do imposto;
II - quando as operações ou as prestações subseqüentes forem beneficiadas por isenção,
não-incidência ou qualquer outra forma de exoneração tributária;
III - quando as operações ou as prestações subseqüentes forem beneficiadas por redução
de base de cálculo.
§ 1º Quando uma mercadoria adquirida ou um serviço recebido resultar em saída tributada e
não-tributada pelo imposto, o estorno será proporcional à saída ou à prestação não-
tributada.
§ 2º Havendo mais de uma aquisição ou prestação e sendo impossível determinar a qual delas
corresponde a mercadoria ou o serviço, o imposto a estornar será calculado sobre o preço
de aquisição ou prestação mais recente, mediante a aplicação da alíquota vigente para a
respectiva operação.
§ 3º Na hipótese do parágrafo anterior, quando a quantidade de mercadoria relativa à aquisição
mais recente for inferior à quantidade de mercadoria objeto do imposto a ser estornado,
tomar-se-ão tantas aquisições quantas bastarem para assegurar a totalidade da mercadoria
cuja saída tenha determinado o estorno, considerando-se da mais recente para a mais
antiga.
§ 4º Em substituição aos critérios indicados nos §§ 2º e 3º, o sujeito passivo poderá efetuar o
estorno do imposto segundo o sistema em que a primeira mercadoria a entrar será
considerada a primeira a sair.
§ 5º O disposto no inciso II do "caput" não se aplica quando as operações ou prestações
subseqüentes constituírem hipóteses de suspensão ou diferimento do imposto.
§ 6º O estorno de que trata o inciso II do "caput" aplica-se inclusive na hipótese de o
contribuinte utilizar-se de crédito presumido ou outra forma de crédito prevista na legislação
tributária estadual.
§ 7º Na hipótese do inciso III do "caput", o valor do estorno será proporcional à redução da
base de cálculo.
§ 8º Entende-se também como redução da base de cálculo, para efeito do inciso III do "caput",
a saída de mercadoria por preço inferior ao custo, entendido este como o preço da
mercadoria inclusive o respectivo imposto.
§ 9º Na hipótese de estorno ou de pagamento do imposto diferido, decreto do Poder Executivo
poderá dispor sobre definição de parâmetros e percentuais para determinação do imposto a
ser estornado ou a ser pago.
§ 10. O percentual de que trata o parágrafo anterior deverá corresponder à relação existente
entre o imposto a ser estornado ou a ser pago e o respectivo valor tomado como parâmetro
para aplicação do respectivo percentual.
§ 11. O estorno parcial ou integral de crédito ou o pagamento parcial ou integral do imposto
diferido poderá ser efetuado nos termos determinados em Lei complementar ou convênio
homologado conforme dispuser legislação específica.
§ 12. O estorno deverá ser procedido, conforme o caso, de acordo com a correspondente
sistemática de apuração da não-cumulatividade do imposto.
§ 13. Não se exigirá a anulação do crédito relativo às entradas que corresponderem às
operações de que trata o art. 7º, VIII, observados os limites fixados pelo Senado Federal.
§ 14. Não se exigirá a anulação do crédito por ocasião das saídas, para o exterior, dos
produtos industrializados constantes de lista, a ser definida em convênio homologado
conforme dispuser legislação específica.

SUBSEÇÃO IV
Do Crédito Presumido

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Art. 33. Será concedido crédito presumido do imposto, relativamente às operações ou às
prestações nos valores e formas indicados em convênio homologado conforme dispuser
legislação específica.
§ 1º O ato que conceder crédito presumido poderá estabelecer:
I - a proibição de utilização com idêntico benefício já concedido em operações anteriores;
II - a absorção de parte ou da totalidade de outros créditos fiscais;
III - outro crédito presumido em complementação ao concedido;
IV - exigência e instruções específicas a serem observadas pelo beneficiário do crédito
presumido.
§ 2º A inobservância das condições exigidas em convênio constituirá hipótese de perda do
direito do correspondente crédito presumido, aplicando-se as normas de vedação de sua
utilização ou de estorno, conforme o caso.

SUBSEÇÃO V
Da Recuperação

Art. 34. O crédito fiscal não utilizado ou estornado em decorrência de qualquer das causas
impeditivas poderá ser recuperado quando as operações ou as prestações posteriores,
relativamente à mesma mercadoria ou serviço, ficarem sujeitas ao imposto.
§ 1º A utilização do crédito fiscal, recuperado nos termos deste artigo, terá como limite o
imposto que seria devido em operação ou prestação de entrada, caso as mercadorias ou
serviços tivessem sido recebidos para comercialização, industrialização, fabricação de semi-
elaborados ou produção.
§ 2º A recuperação do crédito fiscal, cujas hipóteses serão disciplinadas em decreto do Poder
Executivo, será proporcional às saídas tributadas.

SUBSEÇÃO VI
Da Manutenção

Art. 35. Não constituirão hipóteses de vedação ou de estorno de crédito fiscal, as operações ou
prestações indicadas em Lei complementar ou em convênio homologado conforme
legislação específica, desde que observados os limites constitucionais de competência.

SUBSEÇÃO VII
Do Crédito Acumulado

Art. 36. O crédito acumulado do imposto poderá ser utilizado nas condições e formas indicadas
em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica.

SEÇÃO IX
Da Apuração e dos Prazos de Recolhimento

Art. 37. O imposto a recolher corresponde à diferença a maior entre débitos e créditos fiscais,
segundo o disposto nesta Seção.
§ 1º A apuração do imposto, conforme dispuser decreto do Poder Executivo, poderá ser por:
I - período;
II - mercadoria ou serviço dentro de determinado período;
III - mercadoria ou serviço, à vista de cada operação ou prestação, nas seguintes hipóteses:
a) contribuinte dispensado de escrita fiscal;

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b) contribuinte submetido a sistema especial de fiscalização;
§ 2º Para os efeitos desta Lei, considera-se débito fiscal o valor resultante da aplicação da
alíquota sobre a base de cálculo de cada operação ou prestação passível de cobrança do
imposto;
§ 3º O imposto será apurado e pago na forma, local, prazos e modos determinados em decreto
do Poder Executivo.
§ 4º Ocorrendo saldo credor em cada apuração admitida na legislação tributária do Estado,
poderá o mesmo ser transportado para a apuração seguinte.
Art. 38. O Poder Executivo, mediante decreto, poderá exigir o pagamento antecipado do
imposto, com a fixação, se for o caso, do valor da operação ou da prestação subsequente, a
ser efetuada pelo contribuinte.
Art. 39. O recolhimento irregular do imposto não implicará em novo pagamento.
§ 1º O disposto no “caput” não se aplica em relação às diferenças que vierem a ser apuradas e
às penalidades cabíveis;
§ 2º O disposto no “caput” não se aplica na hipótese de o recolhimento ser efetuado a pessoa
física ou jurídica que não tenha sido autorizada ou credenciada nos termos de decreto do
Poder Executivo.
§ 3º O recolhimento efetuado nos termos do parágrafo anterior será convalidado na hipótese de
a pessoa física ou jurídica recebedora recolher ao Estado o respectivo valor, a partir da data
do respectivo recolhimento.
§ 4º Na hipótese do parágrafo anterior, os valores referentes à diferença devida ao Estado ou
decorrentes do recolhimento intempestivo à conta única do Estado, incluindo-se os
acréscimos legais, serão de responsabilidade do sujeito passivo.

CAPITULO II
Do Sujeito Passivo

SEÇÃO I
Do Contribuinte

Art. 40. Contribuinte é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize operação de circulação
de mercadoria ou prestação de serviço descritas como fato gerador do imposto.
Parágrafo único. Incluem-se entre os contribuintes do imposto:
I - o importador, o arrematante ou o adquirente, o produtor, o industrial e o comerciante de
mercadoria;
II - o prestador de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação;
III - a cooperativa;
IV - a instituição financeira e a seguradora;
V - a sociedade civil de fim econômico;
VI - a sociedade civil de fim não-econômico que explore estabelecimento de extração de
substância mineral ou fóssil de produção agropecuária, industrial ou que comercialize
mercadoria que para esse fim adquirir ou produzir;
VII - os órgãos de a Administração Pública, as entidades da administração indireta e as
fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público que vendam mercadoria que para
esse fim adquirirem ou produzirem;
VIII - a concessionária ou permissionária de serviço público de transporte, de comunicação
e de energia elétrica;

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IX - o prestador de serviços não compreendidos na competência tributária dos municípios,
que envolvam fornecimento de mercadoria;
X - o prestador de serviços compreendidos na competência tributária dos municípios, que
envolvam fornecimento de mercadoria ressalvada em Lei complementar;
XI - o fornecimento de alimentação, bebida e outras mercadorias em restaurantes, bares,
cafés, lanchonetes e em qualquer outro estabelecimento;
XII - qualquer pessoa indicada nos incisos anteriores que, na condição de consumidor final,
adquirir bens ou serviços em operações interestaduais;
XIII - qualquer pessoa, física ou jurídica, de Direito Público ou Privado, que promova
importação de mercadoria ou de serviço do exterior ou que adquira em licitação
mercadoria ou bem importado e apreendido.
Art. 41. Considera-se contribuinte autônomo cada estabelecimento, permanente ou temporário,
comercial, industrial, produtor ou prestador de serviço, de transporte e de comunicação,
ainda que pertencentes ao mesmo titular, (VETADO)
Parágrafo único. Equipara-se a estabelecimento autônomo o veículo utilizado no comércio
ambulante.

SEÇÃO II
Do Responsável

Art. 42. O Poder Executivo, mediante decreto, poderá considerar responsável pelo imposto, na
qualidade de contribuinte-substituto:
I - o transportador, em relação à mercadoria:
a) transportada sem documento fiscal próprio;
b) entregue a destinatário diverso do indicado no documento fiscal, salvo nas hipóteses
admitidas pela legislação tributária;
c) transportada com documento fiscal inidôneo;
d) negociada no Estado durante o transporte;
e) proveniente de outra Unidade da Federação para entrega a destinatário incerto deste
Estado;
II - o armazém-geral, relativamente a:
a) saída ou transmissão de propriedade de mercadoria depositada por contribuinte de
outra Unidade da Federação;
b) entrada, saída ou transmissão de propriedade de mercadoria de terceiro, sem
documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo;
III - o possuidor, a qualquer título, ou o detentor de mercadoria recebida desacompanhada
de documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo;
IV - o comerciante, industrial ou produtor, este quando obrigado a manter escrita fiscal, em
relação à saída de mercadoria efetuada a contribuinte inscrito no regime fonte;
V - as cooperativas de indústrias do açúcar e do álcool, em relação à cana-de-açúcar e seus
derivados, quando as saídas destes derivados forem realizadas, através da cooperativa,
pelas indústrias cooperadas;
VI - o contribuinte destinatário, inclusive nas operações ou prestações com deferimento do
imposto, nas hipóteses legalmente previstas, ou na aquisição de mercadoria ou serviço
prestado por contribuinte não-inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de
Pernambuco - CACEPE; (Lei nº 10.781/92)
VII - o contribuinte que promover a saída de mercadoria sem documentação fiscal própria,
quando obrigado a emiti-la, ou com documento fiscal inidôneo, em relação ao imposto

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devido pelas operações subseqüentes com as mesmas mercadorias;
VIII - o leiloeiro, considerado contribuinte, com relação à saída de mercadoria de terceiros,
exceto as importadas ou apreendidas, alienadas em leilão;
IX - o arrematante, na saída de mercadoria decorrente de arrematação judicial;
X - o distribuidor de combustível e lubrificante em relação ao varejista;
XI - o estabelecimento industrial, suas filiais ou agentes depositários, deste Estado, que
operem com cigarro, fumo desfiado ou picado e papel para cigarro;
XII - o estabelecimento industrial ou revendedor em relação à saída de farinha de trigo,
refrigerante, cerveja, chope, extrato, concentrado ou xarope destinado ao preparo de
refrigerante e cimento;
XIII - o contribuinte indicado em acordo celebrado entre os Estados e o Distrito Federal
interessados, e homologado conforme dispuser legislação específica, nas operações ou
prestações interestaduais;
XIV - o tomador de serviço de transporte e de comunicação, quando o prestador não for
inscrito no CACEPE.
XV - as empresas distribuidoras de energia elétrica, por ocasião da saída do produto de
seus estabelecimentos, ainda que destinado a outra Unidade da Federação, pelo
pagamento do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias incidente
sobre energia elétrica, desde a produção ou importação até a última operação;
§ 1º A responsabilidade tributária de que trata este artigo poderá ser em relação às entradas ou
às saídas de mercadoria, conforme o caso.
§ 2º O contribuinte-substituto sub-roga-se em todas as obrigações do contribuinte-substituído,
relativamente às operações internas.
§ 3º A substituição tributária não exclui a responsabilidade do contribuinte-substituído, na
hipótese de o documento fiscal próprio não indicar o valor do imposto, objeto da
substituição, quando o respectivo destaque for exigido pela legislação tributária.
§ 4º Considera-se transportador, para os efeitos deste Lei, a empresa de transporte, o
proprietário, o locatário, o comodatário, o possuidor, ou o detentor a qualquer título de
veículo utilizado em operação de transporte de mercadoria.
§ 5º O disposto no inciso III do "caput" aplica-se, inclusive, em relação às empresas de
construção civil, de obras hidráulicas e de outras obras semelhantes, adquirentes da
mercadoria.
§ 6º O imposto referido no inciso XV será calculado sobre o preço então praticado na operação
final e assegurado seu recolhimento ao Estado ou ao Distrito Federal, conforme o local onde
deva ocorrer essa operação.
Art. 43. Respondem solidariamente pelo pagamento do débito tributário:
I - o transportador, o adquirente e o remetente:
a) em relação à mercadoria desacompanhada de Nota Fiscal;
b) em relação à mercadoria desviada do seu destino;
II - o armazém-geral e o depositário, a qualquer título, quando receberem mercadoria para
depósito ou quando derem saída a esta sem Nota Fiscal;
III - qualquer pessoa responsável pela entrada de mercadoria importada do exterior, pela
remessa de mercadoria para o exterior ou por sua reintrodução no mercado interno,
assim como as que possuam a qualidade de representante, mandatário ou gestor de
negócios, neste caso quando elencadas pela Lei Estadual;
IV - o contribuinte que receber mercadoria com isenção ou não-incidência, condicionadas,
quando tiver participado do não-implemento da condição;

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V - o estabelecimento gráfico que imprimir documentos fiscais, emitidos por terceiros, se o
débito do imposto tiver origem nos mencionados documentos:
a) quando não houver o prévio credenciamento do referido estabelecimento, sendo este
obrigatório;
b) quando não houver a prévia autorização fazendária para sua impressão, se exigida;
c) quando a impressão for vedada pela legislação tributária.
VI - o contribuinte alienante ou que preste assistência técnica a máquinas, aparelhos e
equipamentos destinados à emissão de documentos fiscais e cujo controle do imposto
devido esteja relacionado com dispositivos totalizadores das operações ou prestações,
quando:
a) a referida alienação, intervenção ou outro fato relacionado com o bem ocorrer sem
observância dos requisitos legalmente exigidos;
b) a irregularidade cometida pelo alienante ou assistente técnico concorrer para a
omissão total ou parcial dos valores registrados nos totalizadores e,
conseqüentemente, para a falta de recolhimento do imposto;
VII - o estabelecimento titular e aquele usuário de máquina, aparelho e equipamento cujo
controle fiscal realize-se através dos seus totalizadores, quando o bem autorizado para
um estabelecimento estiver sendo utilizado em outro, ainda que pertencentes ao mesmo
titular, relativamente aos valores acumulados nos totalizadores de tais bens;
VIII - o adquirente, de estabelecimento, através de contrato particular, em relação ao débito,
constituído ou não, do respectivo alienante.
IX - o locador inscrito no CACEPE, na hipótese de armazenagem de mercadoria de terceiros,
em área comum, mediante contrato de locação e prestação de serviço, relativamente a
entrada, saída e transmissão de propriedade de mercadoria que armazenar de terceiros
sem documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo.(Lei nº 11.188/94)
Parágrafo único. O locador de que trata o inciso IX do “caput” responde solidariamente pelas
demais obrigações fiscais, ali não mencionadas, do contribuinte-locatário, inclusive débito
decorrente de processo administrativo-tributário, relativamente à sistemática de
armazenagem prevista no referido inciso. (Lei nº 11.188/94)

SEÇÃO III
Do Estabelecimento

Art. 44. Considera-se estabelecimento o local onde se encontra a mercadoria e onde for
exercida a atividade geradora da obrigação tributária, ainda que em caráter temporário,
independentemente de sua destinação.
Art. 45. O estabelecimento, quanto à natureza, pode ser:
I - produtor;
II - comercial;
III - industrial;
IV - prestador de serviço de transporte e de comunicação;
§ 1º Quando o estabelecimento estiver situado no território de mais de um município deste
Estado, considera-se o contribuinte domiciliado, para os efeitos fiscais, no município em que
se encontrar localizada a sede da propriedade, desde que em um dos municípios
envolvidos.
§ 2º Caso a sede se situe em município diverso daquele da base territorial do estabelecimento,
considera-se o contribuinte domiciliado no município que possua a maior base territorial do
estabelecimento.
§ 3º Na impossibilidade de determinação do estabelecimento, nos termos do parágrafo anterior,

Lei nº 10.259/1989 e alterações


considerar-se-á como tal, para os efeitos desta Lei, o local onde houver sido efetuada a
operação ou prestação ou encontrada a mercadoria.
§ 4º Caso ainda não seja possível determinar o domicílio tributário, este será imputado pela
legislação tributária do Estado.
§ 5º Os estabelecimentos serão considerados autônomos:
I - quanto à natureza, ainda que pertençam ao mesmo titular se situem no mesmo local e
sejam desenvolvidas atividades integradas de indústria, comércio, produção ou
prestação de serviço de transporte e de comunicação;
II - quando os locais definidos como estabelecimentos forem diversos, ainda que sejam
estes da mesma natureza.
§ 6º Todos os estabelecimentos do mesmo titular, situados dentro do Estado, são considerados
em conjunto, para o efeito de responder por débitos do imposto, acréscimos de qualquer
natureza e multas.
§ 7º Relativamente à autonomia dos estabelecimentos, prevista nos termos do § 5º, o Poder
Executivo, mediante decreto, poderá estabelecer exceções às normas ali contidas,
atendendo a situações específicas. (Lei nº 12.027/2001)
Art. 46. Considera-se:
I - Comerciante - pessoa natural ou jurídica de Direito Público ou de Direito Privado que:
a) pratique a intermediação de mercadoria;
b) forneça mercadoria juntamente com prestação de serviço;
c) forneça alimentação e bebidas;
II - industrial - pessoal natural ou jurídica de Direito Público ou de Direito Privado, inclusive
cooperativa, que pratique operações havidas como de industrialização;
III - produtor - pessoa natural ou jurídica de Direito Público ou Privado, inclusive cooperativa,
que se dedique a produção agrícola, animal ou extrativa, ou captura de peixes, crustáceos e
moluscos.
Parágrafo único. Considera-se comerciante ambulante a pessoa natural ou jurídica, sem
estabelecimento fixo, que conduzir mercadoria própria ou de terceiros, para aliená-la
diretamente a consumidor ou usuário final.

CAPÍTULO III
Das Obrigações Tributárias Acessórias

SEÇÃO I
Do Cadastro De Contribuintes Do Estado De Pernambuco

Art. 47. O Estado de Pernambuco manterá atualizado, relativamente aos contribuintes do


imposto, um cadastro denominado Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco -
CACEPE.
Parágrafo único. O CACEPE, a ser organizado conforme dispuser decreto do Poder Executivo,
conterá, relativamente a cada estabelecimento, dados cadastrais do respectivo titular ou
responsável, bem como do contabilista encarregado da escrituração fiscal ou, em se
tratando de empresa de serviço contábil, do seu responsável técnico, desde que
devidamente habilitados, perante o Conselho Regional de Contabilidade, para o exercício
da profissão. (Lei nº 11.458/97)

SUBSEÇÃO I
Da Inscrição

Lei nº 10.259/1989 e alterações


Art. 48. Serão inscritos no CACEPE todos os contribuintes e responsáveis definidos nos artigos
40 a 42, inclusive o responsável por qualquer obra hidráulica, de construção civil ou
congênere:
§ 1º A inscrição será individualizada por estabelecimento do contribuinte ou por responsável.
§ 2º Relativamente à inscrição de que trata este artigo, será observado o seguinte: (Lei nº
12.027/2001)

I - é vedada a concessão de uma única inscrição a estabelecimentos de natureza diversa,


ainda quando situados no mesmo local e pertencentes ao mesmo titular, mesmo que as
atividades sejam integradas. (Lei nº 10.949/93)
II – o Poder Executivo, mediante decreto, poderá estabelecer exceções à regra prevista no
inciso anterior, atendendo a situações específicas, nos termos do § 7º, do artigo 45. (Lei nº
12.027/2001)

§ 3º A imunidade, a não-incidência ou a isenção não desobrigam os contribuintes e


responsáveis de se inscreverem no CACEPE.
§ 4º O Poder Executivo, mediante decreto, poderá prever casos de dispensa de inscrição no
CACEPE.
Art. 49. O início das atividades será precedido do deferimento do pedido de inscrição.
Art. 50. O sujeito passivo, quando inscrito no CACEPE, somente procederá à mudança de
endereço quando previamente autorizado pela repartição fazendária.
Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de despejo, desabamento,
incêndio ou outras circunstâncias imprevisíveis, desde que devidamente comprovados e
que o respectivo pedido de alteração seja protocolado na repartição fazendária no prazo de
05 (cinco) dias, contados da data da ocorrência.
Art. 51. O contribuinte será inscrito em um dos seguintes regimes:
I - normal;
II – REVOGADO. (Lei nº 11.515/97)
III - microempresa;
IV - outros previstos em decreto do Poder Executivo.
§ 1º REVOGADO. (Lei nº 11.515/97) (VER LEI 10.295, DE 13.07.89)
§ 2º Será inscrito no regime microempresa o contribuinte assim definido, conforme legislação
específica.
Art. 52. Cada estabelecimento inscrito no CACEPE receberá um número de inscrição que
constará obrigatoriamente:
I - dos papéis apresentados às repartições estaduais;
II - dos atos e contratos firmados no País;
III - dos documentos, livros e demais efeitos fiscais;
Art. 53. A inscrição é intransferível.
Parágrafo único. Na hipótese de fusão, cisão, incorporação, transformação, transmissão do
acervo de estabelecimento ou demais modalidades de sucessão, poderá a autoridade fiscal
autorizar, temporariamente, a utilização da inscrição de um dos sucedidos até a expedição
do documento comprobatório da nova inscrição.
Art. 54. É vedado ao contribuinte:
I - não inscrito no CACEPE:
a) realizar o pagamento do imposto com base em escrituração fiscal e mediante a
apresentação de documento de arrecadação específico para contribuinte inscrito;
b) imprimir ou emitir documentos fiscais ou obter autorização para sua impressão;

Lei nº 10.259/1989 e alterações


II - que tenha sua inscrição no CACEPE cancelada:
a) utilizar, para quaisquer fins, Notas Fiscais ainda em seu poder;
b) obter autorização para impressão de documentos fiscais;
c) imprimir documentos fiscais com base em autorização anterior ao cancelamento;
d) obter autenticação de documentos fiscais.
Art. 55. A prova de inscrição no CACEPE far-se-á conforme o disposto em decreto do Poder
Executivo.
Art. 56. O Poder Executivo disporá, mediante decreto, sobre o prazo de validade das inscrições
no CACEPE.

SUBSEÇÃO II
Da Baixa

Art. 57. A baixa da inscrição no CACEPE deverá ser requerida pelo contribuinte ou
responsável inscrito.
Art. 58. Poderá ser concedida baixa da inscrição no CACEPE ainda que o contribuinte possua
débito com a Fazenda Estadual, observado o disposto no parágrafo único e no art. 59. (Lei nº
13.240/2007)

Parágrafo único. A concessão de baixa não implica em quitação de imposto ou exoneração de


qualquer responsabilidade de natureza fiscal para com a Fazenda Estadual.
Art. 59. Quando do pedido de baixa de inscrição no CACEPE, inclusive na hipótese de
transferência de propriedade do estabelecimento, poderá ser exigida a entrega de termo de
responsabilidade pelo respectivo débito fiscal, assinado pelo comprador ou cessionário, se
for o caso. (Lei nº 13.240/2007)
Art. 60. A baixa de inscrição no CACEPE em desacordo com as normas desta Subseção não
terá validade nem produzirá efeitos.

SUBSEÇÃO III
Do Cancelamento

Art. 61. O cancelamento de inscrição no CACEPE dar-se-á de ofício, quando o sujeito passivo:
I - alterar o seu endereço sem a prévia autorização da autoridade fazendária competente,
quando esta for exigida;
II - obter inscrição mediante informações inverídicas;
III - incorrer em outras hipóteses previstas em decreto do Poder Executivo.
§ 1º São nulos os atos praticados pelo sujeito passivo incurso nas hipóteses deste artigo.
§ 2º A nulidade dos atos a que se refere o parágrafo anterior opera-se a partir do momento da
ocorrência da irregularidade determinante do cancelamento da inscrição.

SUBSEÇÃO IV
Da Atualização Cadastral

Art. 62. O Poder Executivo, mediante decreto, instituirá documentos, bem como os
procedimentos necessários à inscrição, alteração de dados, baixas dos contribuintes e
responsáveis no CACEPE, e à emissão de via de documento comprobatório de inscrição.
Art. 63. Aquele que requerer inscrição no CACEPE será responsável pela veracidade dos
dados constantes do pedido e pela autenticidade dos documentos que informarem o
correspondente preenchimento.

Lei nº 10.259/1989 e alterações


§ 1º O disposto no "caput" aplica-se também ao pedido de baixa, de revalidação, de alteração e
de emissão de via de documento comprobatório da inscrição.
§ 2º Aquele que usar dados inverídicos ou documentos adulterados responderá, administrativa,
civil e penalmente perante o Estado.

SEÇÃO II
Dos Livros e Documentos Fiscais

Art. 64. O sujeito passivo fica obrigado a:


I - preencher e apresentar à repartição fazendária documentos de arrecadação estadual e
de informações econômico-fiscais;
II - emitir Nota Fiscal, para o fim de acompanhar o trânsito da mercadoria e servir de base
para o respectivo lançamento nos livros fiscais;
III - possuir e escriturar livros fiscais destinados ao registro de operações, situações ou fatos
sujeitos às normas tributárias do imposto.
§ 1º O Poder Executivo editará normas relativas aos livros e documentos fiscais.
§ 2º É considerada inidônea, para todos os efeitos fiscais, fazendo prova apenas em favor do
Fisco, a Nota Fiscal que:
I - omita indicações;
II - não seja a legalmente exigida para a respectiva operação;
III - contenha declarações inexatas;
IV - esteja preenchida de forma ilegível ou apresente emenda ou rasura que lhe prejudique
a clareza;
V - tenha sido emitida por pessoa não-inscrita na repartição fazendária, salvo as hipóteses
admitidas pela legislação tributária do Estado;
VI - tenha sido emitida através de meios mecânicos, eletrônicos ou similares, sem a
observância dos requisitos específicos, quando exigidos pela legislação tributária do
Estado.
VII - tenha sido impressa sem a autorização da autoridade fazendária competente. (Lei nº
11.181/94)

§ 3º Ocorre a inidoneidade do documento fiscal a partir da data da prática do ato ou da


omissão que tenha dado origem a inidoneidade.
§ 4º A inidoneidade do documento fiscal, desde que observada a condição mencionada no
inciso VII do § 2º, fica condicionada à circunstância de permitir sua reutilização ou de a
operação nele declarada não corresponder à de fato realizada. (Lei nº 11.181/94)
§ 5º Para o fim do disposto nesta Lei, considera-se documento fiscal qualquer documento
instituído ou admitido pela legislação tributária para produzir efeitos fiscais;
§ 6º O acompanhamento e a escrituração, de que trata o “caput”, serão feitos apenas com a 1ª
(primeira) via da Nota Fiscal.
§ 7º Atendendo o interesse da administração fazendária, o Poder Executivo poderá dispensar,
total ou parcialmente, o sujeito passivo das obrigações referidas nos incisos do "caput",
desde que tal dispensa não implique em:
I - retardamento ou diferença a menor do pagamento do imposto devido;
II - divergência entre as operações declaradas no livro ou documento fiscal e as
efetivamente realizadas.
§ 8º Na hipótese da dispensa referida no parágrafo anterior, fica facultado ao Poder Executivo
vedar, relativamente ao contribuinte beneficiário, a emissão de documentos fiscais passíveis
de transferir a terceiros crédito do imposto.
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§ 9º O Poder Executivo poderá condicionar a validade da Nota Fiscal à autenticação, assim
entendida como o ato praticado pela autoridade competente com o objetivo de declarar que
a Nota Fiscal impressa corresponde à autorizada.
§ 10. São de responsabilidade do sujeito passivo as informações por ele prestadas e
constantes de documentos fiscais emitidos pela repartição fazendária.
§ 11. O imposto a recolher, declarado em documento de informação econômico-fiscal, poderá
ser exigível, conforme disposto em decreto do Poder Executivo, independentemente de
procedimento fiscal de ofício ou das respectivas medidas preliminares. (VER LEIS 10.689, DE
23.12.91, E 10.854, DE 29.12.92)

§ 12. Na hipótese de apreensão ou retenção de bens ou mercadorias, quando estes devam ser
conduzidos para local indicado pelo fiel depositário, a emissão de Nota Fiscal ou documento
equivalente, salvo disposição expressa da autoridade fazendária competente, não
acarretará liberação das obrigações assumidas na condição de fiel depositário.
Art. 65. As vias da Nota Fiscal não serão substituídas em suas respectivas funções.
Parágrafo Único. Ocorrendo extravio ou qualquer outro fato que torne a via do documento fiscal
inaproveitável para a finalidade indicada pela legislação tributária do Estado, a sua
substituição poderá ser efetuada nos termos admitidos em decreto do Poder Executivo.
Art. 66. Quando a operação não comportar lançamento do imposto, deverão constar da
respectiva Nota Fiscal as indicações relativas à circunstância e ao dispositivo legal
aplicável.
§ 1º O disposto neste artigo aplica-se também na hipótese de redução de base de cálculo do
imposto.
§ 2º Na hipótese do parágrafo anterior, além das indicações exigidas na legislação tributária do
Estado, a Nota Fiscal deverá conter o valor da operação e o da base de cálculo.
Art. 67. Cada estabelecimento deverá manter livros e documentos fiscais próprios.
Art. 68. A Nota Fiscal, com todos os requisitos legais, deverá ser exigida pelo destinatário da
mercadoria sempre que houver obrigatoriedade de emissão do referido documento fiscal.
Art. 69. Os transportadores não poderão aceitar ou efetuar o transporte de mercadoria que não
esteja acompanhada de Nota Fiscal própria.
Art. 70. As Notas Fiscais só poderão ser impressas mediante prévia autorização das
repartições fazendárias da Unidade da Federação onde se localiza o encomendante e
daquele onde se situa o impressor.
§ 1º Caberá autorização ainda quando:
I - a impressão da Nota Fiscal for realizada em estabelecimento impressor do próprio
usuário;
II - a Nota Fiscal for aprovada através de regime especial nos termos previstos no art. 73.
§ 2º A impressão de Nota Fiscal somente poderá ser efetuada por estabelecimento gráfico
credenciado pela Secretaria da Fazenda na forma estabelecida em decreto do Poder
Executivo.
§ 3º O pedido de credenciamento de que trata o parágrafo anterior somente poderá ser negado
ao estabelecimento gráfico na hipótese de este:
I - imprimir documento fiscal sem a prévia autorização fazendária, quando esta for exigida
pela legislação tributária do Estado;
II - emitir documento fiscal inidôneo;
III - receber mercadoria acompanhada de Nota Fiscal inidônea;
IV - imprimir documento fiscal quando a hipótese for vedada pela legislação tributária do
Estado;
V - imprimir documento fiscal com características diversas das autorizadas pela repartição

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fazendária, quando tal documento não for sujeito à autenticação.
§ 4º Quando o estabelecimento impressor incorrer em qualquer das irregularidades
mencionadas no parágrafo anterior, após o credenciamento, este será revogado.
Art. 71. Os livros e documentos fiscais serão conservados no próprio estabelecimento, para
serem exibidos à autoridade fiscal até que ocorra a prescrição dos créditos tributários
decorrentes das operações a que se referem, salvo se impuser a sua apresentação judicial
ou para exame fiscal, nos termos do disposto em decreto do Poder Executivo.
Parágrafo único. O Poder Executivo poderá autorizar que os livros e documentos fiscais sejam
mantidos em local diferente do respectivo estabelecimento.
Art. 72. Constituem instrumentos auxiliares dos livros e documentos fiscais os livros contábeis
em geral ou quaisquer outros livros ou documentos exigidos pelos Poderes Públicos, ainda
que pertençam a terceiros.
Art. 72-A. As administradoras de cartões de crédito, de débito ou similares deverão informar à
Secretaria da Fazenda os valores relativos a pagamentos efetuados por meio de seus
sistemas de crédito, de débito ou similares, correspondentes a operações e prestações
realizadas por contribuintes do imposto. (Lei nº 13.218/2007)

TÍTULO II
Do Sistema Especial de Emissão e
Escrituração de Livros e Documentos Fiscais

CAPÍTULO I
Do Regime Especial

Art. 73. O Poder Executivo poderá conceder ao sujeito passivo regime especial para emissão
de documentos e escrituração de livros fiscais, assegurados, em qualquer caso, o controle e
a perfeita identificação das operações.
§ 1º A concessão de regime especial deverá obedecer aos seguintes parâmetros:
I - as legendas constantes dos livros e documentos deverão indicar com precisão a
operação ou o fato registrado;
II - será concedido de modo que possa ser adotado por qualquer sujeito passivo, nas
mesmas circunstâncias, quando solicitado;
III - não poderá alterar:
a) o montante do imposto devido;
b) a forma e o período de apuração do imposto;
c) qualquer outra situação relativa ao cumprimento da obrigação tributária principal.
§ 2º O regime especial deverá ser concedido procurando a uniformização de procedimento em
cada situação e convertido em parecer normativo após três (03) concessões isoladas,
conforme o disposto em decreto do Poder Executivo.
§ 3º O regime especial deverá ser publicado no Diário Oficial do Estado, podendo restringir-se
à ementa, desde que esta indique o conteúdo do regime.
§ 4º O Poder Executivo poderá revogar ou alterar o regime especial, hipótese em que deverá
conceder prazo ao sujeito passivo para as devidas adaptações.
§ 5º Ocorrendo alteração na legislação tributária do Estado, continuará em vigor o regime
especial anteriormente concedido, desde que com ela compatível.
Art. 74. Será considerado nulo de pleno direito o regime especial concedido em desacordo com
as disposições deste Capítulo.

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CAPÍTULO II
Da Emissão de Documentos Fiscais e \
Escrituração de Livros Fiscais por Processo Não Manuscrito

SEÇÃO I
Das Disposições Gerais

Art. 75. O Poder Executivo, através de decreto, estabelecerá as condições para a emissão de
documentos fiscais e escrituração de livros fiscais por processo mecânico, eletrônico ou
qualquer outro não manuscrito.

SEÇÃO II
Do Credenciamento, da Suspensão, do Descredenciamento e do
Recredenciamento

SUBSEÇÃO I
Do Credenciamento

Art. 76. O Poder Executivo, através de decreto, estabelecerá as condições de credenciamento


e autorização do equipamento, máquina e ou aparelho.
Art. 77. Quando a máquina, aparelho ou equipamento possuir totalizadores das operações que
possam servir de base para os registros fiscais, os estabelecimentos alienantes, fabricantes,
de conserto ou de assistência técnica deverão ser credenciados pela repartição fazendária.
Parágrafo único. A utilização da máquina, aparelho ou equipamento de que trata o artigo
anterior dependerá de prévia autorização da repartição fazendária.

SUBSEÇÃO II
Da Suspensão

Art. 78. A suspensão do credenciamento será efetuada, nos termos do disposto em decreto do
Poder Executivo, sempre que a empresa credenciada:
I - deixar de manter técnico especializado no equipamento credenciado;
II - deixar de cumprir qualquer formalidade necessária à segurança e ao controle fiscal.

SUBSEÇÃO III
Do Descredenciamento

Art. 79. O descredenciamento será efetuado, nos termos do disposto em decreto do Poder
Executivo, sempre que a empresa credenciada:
I - entregar ao usuário equipamento, máquina ou aparelho que não atenda aos requisitos
previstos na legislação tributária estadual;
II - colaborar com o usuário para o cometimento de infração à legislação tributária que
importe no não-recolhimento do imposto;
III - deixar de recolher débito tributário constituído em razão do que dispõe o art. 43, VI;
IV - contiver um ou mais sócios que participem ou tenham participado de empresa
descredenciada pelo cometimento das irregularidades previstas neste artigo.
Parágrafo único. O Poder Executivo poderá efetuar o descredenciamento quando ocorrer fato
que constitua hipótese para uma segunda suspensão do credenciamento.

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SUBSEÇÃO IV
Do Recredenciamento

Art. 80. O recredenciamento somente será concedido uma vez, observado, quando for o caso,
o seguinte:
I - saneamento das irregularidades que motivaram o descredenciamento;
II - extinção do crédito tributário, em decorrência da prescrição ou decadência;
III - não imposição da penalidade cabível no prazo de 05 (cinco) anos, a contar da data da
infração à obrigação acessória.

TÍTULO III
Dos Incentivos Fiscais
Art. 81. Os Estados e o Distrito Federal deliberarão, mediante acordo, celebrado nos termos da
legislação específica, sobre a concessão ou revogação de incentivos e benefícios fiscais e
sobre as alíquotas internas, aplicáveis às operações e prestações, quando inferiores às
fixadas pelo Senado Federal para as operações e prestações interestaduais.
§ 1º Consideram-se incentivos e benefícios fiscais todo tratamento tributário que resulte em
devolução, diminuição, eliminação ou qualquer outra vantagem, relativamente ao imposto e
seus acréscimos, ressalvada a política de fixação de alíquotas seletivas.
§ 2º Considera-se também benefício fiscal a concessão de prazo de pagamento superior ao
limite fixado em convênio.
Art. 82. O acordo de que trata o artigo anterior será homologado ou rejeitado, conforme o
disposto em lei complementar.

LIVRO SEGUNDO
Das Disposições Transitórias

Art. 83. Ficam revogados os incentivos fiscais concedidos através de lei complementar,
observado o disposto no art. 40, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e no
art. 155, § 2º, XII, "e", da Constituição Federal.
Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica à saída para o exterior de mercadorias
relacionadas em lei complementar, nos termos do art. 23, § 7º, da Constituição Federal de
1967, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 1, de 17 de outubro de 1969.
Art. 84. Os valores referentes ao Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de
Mercadorias - ICM produzirão seus efeitos na vigência do Sistema Tributário Estadual,
instituído por Lei, sendo havidos como relativos ao ICMS.
Art. 85. Os valores dos impostos únicos recolhidos relativamente às mercadorias existentes em
estoque na data da entrada em vigor do Sistema Tributário Estadual serão havidos como
crédito fiscal do ICMS.
Art. 86. A legislação tributária estadual anterior, relativamente ao ICM, vigorará até esta Lei
iniciar a produção de seus efeitos.
Parágrafo único. Continuará em vigor a legislação tributária, inclusive referente a infrações e
penalidades, que for compatível com esta Lei.
Art. 87. O contribuinte deverá, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da publicação
da presente Lei, submeter regime especial que lhe tenha sido anteriormente concedido à
apreciação da repartição fazendária.
Parágrafo único. A inobservância do prazo de que trata este artigo implica em revogação do
mencionado regime especial.
Art. 88. Sem prejuízo da estrita aplicação da lei e da vigilância indispensável ao bom

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desempenho de suas atividades, os funcionários encarregados da fiscalização e
arrecadação do imposto têm o dever de, mediante solicitação, assistir ao sujeito passivo da
obrigação tributária, ministrando-lhe esclarecimento e orientando-o sobre a correta
aplicação da legislação relativa aos tributos estaduais.
§ 1º A solicitação de que trata este artigo será dirigida à autoridade fazendária indicada em
decreto do Poder Executivo.
§ 2º A autoridade competente, referida no parágrafo anterior, decidirá sobre a oportunidade dos
esclarecimentos solicitados e indicará o funcionário fiscal ou o setor da administração
fazendária incumbidos de prestar as informações solicitadas.
§ 3º A inobservância do disposto neste artigo constitui falta de cumprimento do dever, punível
na forma da legislação aplicável.
§ 4º Ao sujeito passivo da obrigação tributária é facultado reclamar à repartição fazendária
contra a falta de assistência de que trata o “caput”, devendo a autoridade competente adotar
as providências cabíveis.
Art. 89. O responsável por qualquer obra de construção civil, hidráulica ou congênere, é
obrigado a arquivar o projeto e o respectivo contrato na repartição fazendária estadual, se
por qualquer motivo não tiver procedido tal arquivamento no departamento municipal
competente.
Art. 90. Nenhum documento apresentado à repartição fazendária poderá ser por esta
recusado, observando-se, quanto ao encaminhamento, o disposto em decreto do Poder
Executivo.
Art. 91. Nenhum assunto deixará de ter andamento por ter sido dirigido ou apresentado a
autoridade ou setor incompetentes para apreciá-lo, cabendo a estes promoverem o correto
encaminhamento.
Art. 92. O Poder Executivo, através de decreto:
I - expedirá instruções para a fiel execução desta Lei, bem como delegará às autoridades
fazendárias competência para expedir atos normativos complementares;
II - disciplinará a expedição de Pareceres Normativos, ou atos equivalentes, manifestando
interpretação da Legislação Tributária pela administração fazendária.
Art. 93. Às microempresas e às empresas de pequeno porte serão concedidos benefícios
fiscais, conforme disposto em acordo homologado nos termos da Constituição Federal.
Art. 94. Qualquer ato de natureza normativa, proferido pela administração fazendária, será
necessariamente publicado no Diário Oficial do Estado, em extrato ou não, conforme
dispuser decreto do Poder Executivo.
Art. 95. A repartição fazendária não poderá deixar de fornecer o inteiro teor de ato que for
proferido pela autoridade competente, a qualquer pessoa que assim o requeira, desde que
observado o disposto no artigo seguinte.
Art. 96. São a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas, perante a
repartição fazendária:
I - o direito de petição em defesa de direitos ou esclarecimento de situações de interesse
pessoal;
II - a obtenção de certidões para defesa de direitos contra ilegalidade ou abuso de poder.
Art. 97. Todos têm direito a receber da repartição fazendária informações de seu interesse
particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo de 30 (trinta)
dias, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à
segurança da sociedade e do Estado, observados os artigos 197 a 199 da Lei 5.172, de 25
de outubro de 1966.
Art. 98. É vetado à administração fazendária, ainda que com a interveniência de sindicato,
associação ou organização similar, praticar qualquer ato de que possa resultar a
obrigatoriedade de o integrante de determinada categoria associar-se, filiar-se ou
Lei nº 10.259/1989 e alterações
permanecer associado ou filiado à respectiva entidade.
Art. 99. Para os efeitos desta Lei, o conceito de produtor compreende, inclusive, o extrator de
substâncias minerais.
Art. 100. As associações, quando expressamente autorizadas, bem como os sindicatos, têm
legitimidade para representar seus filiados perante a repartição fazendária.
Art. 101. A existência de recolhimento do ICMS relativamente à prestação de serviços de
radiodifusão fica condicionada a Decreto do Poder Executivo.
Art. 102. Permanecem em vigor incentivos, inclusive isenções, concedidos por Convênio
celebrado entre os Estados nos termos da legislação específica, observando-se o disposto
no art. 41, § 3º, do Ato das Disposições Transitórias da Constituição Federal, bem como os
prazos da respectiva fruição previstos nos mencionados convênios.
Art. 103. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação produzindo efeitos 30 (trinta) dias
após essa data, desde que não anterior a 1º de março de 1989.
Art. 104. Ficam revogadas as disposições em contrário.

PALÁCIO DO CAMPO DAS PRINCESAS, em 27 de janeiro de 1989


MIGUEL ARRAES DE ALENCAR
Tânia Bacelar de Araújo

Lei nº 10.259/1989 e alterações


ANEXO ÚNICO
VALOR AGREGADO DE QUE TRATA O ART. 16, I, "b"

PRODUTOS
Farinha de Trigo
- Operações internas 120
- Operações interestaduais: o percentual indicado na legislação do Estado de
destino
Cerveja, Refrigerante, Chope, Concentrado, Xarope, Extrato e Pré-Mix
- Chope 115
- Extrato, Concentrado ou Xarope destinado ao preparo de refrigerante 100
- Refrigerante acondicionado em garrafa com capacidade igual ou superior a 600
40
ml
- Outros 70
Cimento de Qualquer Espécie:
- Sobre o preço praticado pelo distribuidor nas operações com o varejista 20
- Sobre o preço praticado pelo fabricante nas operações com distribuidor não
30
autorizado com Distribuidor não autorizado com varejista
Demais Hipóteses de Antecipação Tributária 30

Lei nº 10.259/1989 e alterações


Lei nº 10.259/1989 e alterações
LEI Nº 11.408/96
e alterações
(atualizada até 17 de maio de 2010,
incluindo a Lei n° 13.910/2009)
Lei nº 11.408/1996 e alterações
LEI Nº 11.408, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996
(alterada pelas Leis nos. 11.518/1997, 11.739/1999, 11.846/2000, 12.026/2001,
12.335/2003, 12.673/2004, 13.110/2006, 13.367/2007 e 13.910/2009)

Estabelece, com base na Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996, normas


referentes ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre
Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação -
ICMS, e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO:
Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º O Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações
de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS incide
sobre :
I - operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação
e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares;
II - prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de
pessoas, bens, mercadorias ou valores;
III - prestações onerosas de serviços de comunicação, por qualquer meio, inclusive a
geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a
ampliação de comunicação de qualquer natureza;
IV - serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior;
V - fornecimento de mercadoria com prestação de serviço não compreendido na
competência tributária dos Municípios;
VI - fornecimento de mercadoria com prestação de serviço sujeito ao imposto sobre
serviços, de competência dos Municípios, quando a lei complementar aplicável à matéria
expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual;
VII - entrada de mercadoria importada do exterior, por pessoa física ou jurídica, para
qualquer finalidade, inclusive, em se tratando de pessoa física ou jurídica titular de
estabelecimento, quando a mercadoria importada se destine ao uso ou consumo ou ativo
permanente do respectivo estabelecimento;
Nota: O disposto nos artigos 1º, VII; 3º, parágrafo único, I e III; 4º, I, "f"; 5º, XI; 17, I, e 18, § 3º, I, da Lei nº
11.408, de 20 de dezembro de 1996, e alterações, aplica-se inclusive a bens, conforme estabelecido na Lei
Complementar Federal nº 114, de 16 de dezembro de 2002. (Art. 2º da Lei n° 12.335/2003)
VIII - entrada, no território do Estado destinatário, de energia elétrica e petróleo, inclusive
lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando não destinados à
comercialização ou à industrialização, decorrente de operações interestaduais, cabendo
o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente.
Parágrafo único. A caracterização do fato gerador do imposto independe da natureza jurídica
da operação ou prestação que o constitua.
Art. 2º O imposto não incide sobre :
I - operações com livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão;
II - operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias, inclusive produtos
primários e produtos industrializados semi-elaborados, ou serviços, equiparando-se às
referidas operações a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação
para o exterior, quando destinada a :
a) empresa comercial exportadora, inclusive “trading” ou outro estabelecimento da
mesma empresa;
b) armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro;
III - operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e
combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando destinados à industrialização ou
à comercialização;
IV - operações com ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento
cambial;

Lei nº 11.408/1996 e alterações


V - operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas
na prestação, pelo próprio autor da saída, de serviço de qualquer natureza definido em
lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços, de competência dos
Municípios, ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar;
VI - operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de
estabelecimento industrial, comercial ou de outra espécie;
VII - operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia, inclusive a operação
efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor;
VIII - operações de arrendamento mercantil, não compreendida a venda do bem arrendado
ao arrendatário;
IX - operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis
salvados de sinistro para companhias seguradoras.
Art. 3º Contribuinte é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com habitualidade ou em
volume que caracterize intuito comercial, operações relativas à circulação de mercadoria ou
prestações de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda
que as operações e as prestações se iniciem no exterior.
Parágrafo único. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que, mesmo sem
habitualidade ou intuito comercial: (Lei nº 12.335/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)
I - importe mercadorias do exterior para qualquer finalidade, inclusive, em se tratando de
pessoa física ou jurídica titular de estabelecimento, quando a mercadoria importada se
destine ao uso ou consumo ou ativo permanente do respectivo estabelecimento;
II - seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no
exterior;
III - adquira em licitação pública mercadoria, inclusive importada do exterior, apreendida ou
abandonada;
IV - adquira, em outro Estado, lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de
petróleo e, a partir de 01 de agosto de 2000, energia elétrica, oriundos de outro Estado,
quando não destinados à comercialização ou industrialização.(15) (Lei nº 11.846/2000 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
Nota: O disposto nos artigos 1º, VII; 3º, parágrafo único, I e III; 4º, I, "f"; 5º, XI; 17, I, e 18, § 3º, I, da Lei nº
11.408, de 20 de dezembro de 1996, e alterações, aplica-se inclusive a bens, conforme estabelecido na Lei
Complementar Federal nº 114, de 16 de dezembro de 2002. (Art. 2º da Lei n° 12.335/2003)
Art. 4º O local da operação ou da prestação, para os efeitos da cobrança do imposto e
definição do estabelecimento responsável, é:
I - tratando-se de mercadoria ou bem:
a) o do estabelecimento onde se encontre no momento da ocorrência do fato gerador;
b) o local onde se encontre, quando em situação irregular, pela falta de documentação
fiscal ou quando com documentação inidônea, nos termos da legislação tributária;
c) o do estabelecimento que transfira a propriedade, ou o título que a represente, de
mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado, não se
aplicando esta regra às mercadorias recebidas em regime de depósito de contribuinte
de Estado que não o do depositário;
d) o do estabelecimento onde ocorrer a entrada física, no caso de mercadoria ou bem
importado do exterior;
e) o do domicílio do adquirente, quando não estabelecido, no caso de mercadoria ou
bem importado do exterior;
f) aquele onde seja realizada a licitação pública, no caso de arrematação de mercadoria,
inclusive importada do exterior, apreendida ou abandonada;
g) o do Estado onde estiver localizado o adquirente, inclusive consumidor final, nas
operações interestaduais com energia elétrica e petróleo, bem como lubrificantes e
combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando não destinados à
industrialização ou à comercialização;
h) o do Estado onde o ouro tenha sido extraído, quando não considerado como ativo
financeiro ou instrumento cambial, devendo, para este efeito, a referida mercadoria

Lei nº 11.408/1996 e alterações


ter sua origem identificada;
i) o do desembarque do produto, na hipótese de captura de peixes, crustáceos e
moluscos;
j) o do estabelecimento destinatário da mercadoria adquirida em outro Estado, destinada
a integrar o respectivo ativo permanente ou ao seu próprio uso ou consumo, para
efeito do pagamento do diferencial de alíquota, nos termos do art. 6º, IX;
II - tratando-se de prestação de serviço de transporte :
a) onde tenha início a prestação;
b) onde se encontre o transportador, quando em situação irregular, pela falta de
documentação fiscal ou quando com documentação inidônea, nos termos da
legislação tributária;
c) o do estabelecimento destinatário do serviço, cuja prestação se tenha iniciado em
outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente, para
efeito do pagamento do diferencial de alíquota, nos termos do art. 6º, IX;
III - tratando-se de prestação onerosa, por qualquer meio, de serviço de comunicação :
a) o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem, assim
entendido o da geração, emissão, transmissão e retransmissão, repetição, ampliação
e recepção;
b) o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ficha,
cartão ou assemelhados com que o serviço é pago;
c) o do estabelecimento destinatário do serviço, cuja prestação se tenha iniciado em
outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente, para
efeito do pagamento do diferencial de alíquota, nos termos do art. 6º, IX;
d) os seguintes locais: (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
1. a partir de 01 de agosto de 2000, o do estabelecimento ou domicílio do tomador do
serviço, quando prestado por meio de satélite; (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.08.2000)
2. onde seja cobrado o serviço, nos demais casos; (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.08.2000)
IV - tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior, o do estabelecimento ou do
domicílio do destinatário.
§ 1º Para efeito desta Lei, estabelecimento é o local, privado ou público, edificado ou não,
próprio ou de terceiro, onde pessoas físicas ou jurídicas exerçam suas atividades em
caráter temporário ou permanente, bem como onde se encontrem armazenadas
mercadorias, observado ainda o seguinte :
I - na impossibilidade de determinação do estabelecimento, considera-se como tal o local
em que tenha sido efetuada a operação ou prestação, encontrada a mercadoria ou
constatada a prestação;
II - é autônomo cada estabelecimento do mesmo titular;
III - considera-se também estabelecimento autônomo o veículo usado no comércio
ambulante ou na captura de pescado;
IV - respondem pelo crédito tributário todos os estabelecimentos do mesmo titular.
§ 2º Quando a mercadoria for remetida para armazém-geral ou para depósito fechado do
próprio contribuinte no mesmo Estado, a posterior saída considerar-se-á ocorrida no
estabelecimento do depositante, salvo se para retornar ao estabelecimento remetente.
§ 3º Na hipótese do inciso III do "caput", tratando-se de serviços não medidos, que envolvam
localidades situadas em diferentes Estados e cujo preço seja cobrado por períodos
definidos, o imposto devido será recolhido em partes iguais para aqueles onde estiverem
localizados o prestador e o tomador. (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
Art. 5º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no momento :
I - da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte, ainda que para outro
estabelecimento do mesmo titular;
II - do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias por qualquer

Lei nº 11.408/1996 e alterações


estabelecimento;
III - da transmissão, a terceiro, de propriedade de mercadoria depositada em armazém-geral
ou em depósito fechado localizado no Estado do transmitente;
IV - da transmissão, a terceiro, de propriedade de mercadoria, ou de título que a represente,
quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente;
V - do início da prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal de
qualquer natureza;
VI - do ato final do transporte iniciado no exterior;
VII - da prestação onerosa de serviço de comunicação, feita por qualquer meio, inclusive a
geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a
ampliação de comunicação de qualquer natureza, observando-se que, quando o serviço
for prestado mediante o pagamento em ficha, cartão ou assemelhados, considera-se
ocorrido o fato gerador do imposto quando do fornecimento desses instrumentos ao
usuário;
VIII - do fornecimento de mercadoria com prestação de serviço :
a) não compreendido na competência tributária dos Municípios;
b) compreendido na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de
incidência do imposto de competência estadual, conforme definido na lei
complementar aplicável à matéria;
IX - do desembaraço aduaneiro da mercadoria ou bem importados do exterior, observando-
se (NR Lei Complementar Federal nº 114, de 16.12.2002): (Lei n° 12.335/2003 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.01.2003)
a) após o desembaraço aduaneiro, a entrega , pelo depositário, de mercadoria ou bem
importado do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo respectivo
desembaraço;
b) o desembaraço referido na alínea anterior somente se fará mediante a exibição do
comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro,
salvo disposição em contrário estabelecida em decreto do Poder Executivo;
c) na hipótese de a entrega da mercadoria ou bem importados do exterior ocorrer antes
do desembaraço aduaneiro, considera-se ocorrido o fato gerador no momento do
mencionado desembaraço, devendo a autoridade responsável, salvo disposição em
contrário estabelecida em decreto do Poder Executivo, exigir a comprovação do
pagamento do imposto (ACR Lei Complementar Federal nº 114, de 16.12.2002); (Lei
n° 12.335/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)
X - do recebimento, pelo destinatário, de serviço prestado no exterior;
XI - da aquisição, em licitação pública, de mercadoria, inclusive importada do exterior,
apreendida ou abandonada;
Nota: O disposto nos artigos 1º, VII; 3º, parágrafo único, I e III; 4º, I, "f"; 5º, XI; 17, I, e 18, § 3º, I, da Lei nº 11.408, de
20 de dezembro de 1996, e alterações, aplica-se inclusive a bens, conforme estabelecido na Lei Complementar
Federal nº 114, de 16 de dezembro de 2002. (Art. 2º da Lei n° 12.335/2003)
XII - da entrada, no território do Estado, de energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes
e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, oriundos de outro Estado, quando não
destinados à industrialização ou à comercialização;
XIII - da utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro
Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente;
XIV - da entrada da mercadoria no estabelecimento do adquirente, quando procedente de
outro Estado e destinada a integrar o respectivo ativo permanente ou ao seu próprio uso
ou consumo.
Art. 6º A base de cálculo do imposto é :
I - na saída de mercadoria prevista nos incisos I, III e IV do “caput” do artigo anterior, o valor
da operação;
II - no fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias por qualquer
estabelecimento, o valor da operação, compreendendo mercadoria e serviço;
III - na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação,

Lei nº 11.408/1996 e alterações


o preço do serviço;
IV - no fornecimento de mercadoria com prestação de serviço :
a) o valor da operação, quando o serviço não estiver compreendido na competência
tributária dos Municípios;
b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada, quando o serviço estiver
compreendido na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de
incidência do imposto de competência estadual, conforme definido na lei
complementar aplicável à matéria;
V - na hipótese de mercadoria ou bem importados do exterior, a soma das seguintes
parcelas (NR Lei Complementar Federal nº 114, de 16.12.2002): (Lei n° 12.335/2003 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)
a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação, observando-
se :
1. o preço da mercadoria expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda
nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do Imposto de Importação,
sem qualquer acréscimo ou devolução posterior, se houver variação da taxa de
câmbio até o pagamento do efetivo preço;
2. o valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do Imposto de
Importação, nos termos da lei aplicável à matéria, substituirá o preço declarado;
b) o Imposto de Importação;
c) o Imposto sobre Produtos Industrializados;
d) o Imposto sobre Operações de Câmbio;
e) quaisquer outros impostos, taxas, contribuições e despesas aduaneiras, assim
consideradas as importâncias devidas às repartições alfandegárias (NR Lei
Complementar Federal nº 114, de 16.12.2002); (Lei n° 12.335/2003 – EFEITOS A PARTIR DE
01.01.2003)
VI - no recebimento, pelo destinatário, de serviço prestado ou iniciado no exterior, o valor da
prestação do serviço, acrescido, se for o caso, de todos os encargos relacionados com a
sua utilização;
VII - na aquisição, em licitação pública, de mercadoria, inclusive importada do exterior,
apreendida ou abandonada, o valor da operação, acrescido do valor do Imposto de
Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados, quando for o caso, e de todas
as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente;
VIII - na entrada, no território do Estado, de energia elétrica e de petróleo, inclusive
lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, oriundos de outro Estado,
quando não destinados à industrialização ou à comercialização, o valor da operação de
que decorrer a entrada;
IX - na hipótese de utilização de serviço com prestação iniciada em outro Estado, que não
esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente, e de aquisição de mercadoria,
também em outro Estado, para o ativo permanente ou uso ou consumo do próprio
adquirente, o valor da prestação ou da operação no Estado de origem, sendo o imposto
a pagar o valor resultante da aplicação do percentual equivalente à diferença entre a
alíquota interna e a interestadual sobre o mencionado valor;
X - na aquisição, pelo arrendatário, do bem objeto de contrato de arrendamento mercantil, o
valor de venda da operação no Estado de origem.
§ 1º Integra a base de cálculo do imposto :
I - o montante do próprio imposto, constituindo o respectivo destaque mera indicação para
fim de controle;
II - o valor correspondente a :
a) seguros, juros e demais importâncias pagas, recebidas ou debitadas, bem como
descontos concedidos sob condição;
b) frete, caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e
ordem e seja cobrado em separado.
§ 2º Não integra a base de cálculo do imposto o montante do Imposto sobre Produtos

Lei nº 11.408/1996 e alterações


Industrializados, quando a operação, realizada entre contribuintes e relativa a produto
destinado à industrialização ou à comercialização, configurar fato gerador de ambos os
impostos.
§ 3º Na saída de mercadoria para estabelecimento localizado em outro Estado, pertencente ao
mesmo titular, a base de cálculo do imposto é :
I - o valor correspondente à entrada mais recente da mercadoria;
II - o custo da mercadoria produzida, assim entendido a soma do custo da matéria-prima,
material secundário, mão-de-obra e acondicionamento;
III - tratando-se de mercadoria não-industrializada, o seu preço corrente no mercado
atacadista do estabelecimento remetente.
§ 4º Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos que não pertençam ao
mesmo titular, caso haja reajuste do valor depois da remessa ou da prestação, a diferença
fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador.
§ 5º Quando o preço declarado pelo contribuinte for inferior ao do mercado, a base de cálculo
poderá ser determinada pela autoridade administrativa, mediante ato normativo,
ressalvados os descontos incondicionais.
§ 6º Para fim do disposto no parágrafo anterior, o preço de mercado será, segundo a ordem:
I - produto tabelado ou com preço máximo de venda, fixado pela autoridade competente, ou
pelo fabricante, o respectivo preço;
II - o valor constante em publicação ou correspondência oficial de órgão ou entidade
privada;
III - o valor mínimo entre os coletados nas regiões fiscais do Estado.
§ 7º Relativamente ao disposto no parágrafo anterior, observar-se-á:
I - quando o valor da operação for superior ao fixado em pauta, prevalecerá aquele como
valor da base de cálculo;
II - quando o valor da operação for inferior ao fixado em pauta, havendo discordância do
contribuinte em relação ao valor da pauta, a ele caberá comprovar a exatidão do valor
que tenha indicado para a operação;
III - efetivada a comprovação prevista no inciso anterior, o valor real da operação
prevalecerá como base de cálculo do imposto, devendo-se proceder às correções que se
fizerem necessárias;
IV - nas operações interestaduais, a aplicação do disposto neste parágrafo e nos §§ 5º e 6º
dependerá da celebração de acordo entre os Estados envolvidos fixando os valores e
estabelecendo os critérios.
Art. 7º Na falta do valor a que se referem os incisos I e VIII do artigo anterior, a base de cálculo
do imposto é :
I - o preço corrente da mercadoria, ou de seu similar, no mercado atacadista do local da
operação ou, na sua falta, do mercado atacadista regional, caso o remetente seja
produtor, extrator ou gerador, inclusive de energia;
II - o preço FOB estabelecimento industrial à vista, caso o remetente seja industrial;
III - o preço FOB estabelecimento comercial à vista, na venda a outros comerciantes ou
industriais, caso o remetente seja comerciante, ou ainda o valor equivalente a 75%
(setenta e cinco por cento) do preço de venda corrente no varejo, nesta hipótese quando
o estabelecimento remetente não efetuar vendas a outros comerciantes ou industriais,
ou, em qualquer caso, quando não houver mercadoria similar.
Parágrafo único. Para aplicação do disposto nos incisos II e III do “caput”, adotar-se-á
sucessivamente :
I - o preço efetivamente cobrado pelo estabelecimento remetente na operação mais recente;
II - caso o remetente não tenha efetuado venda de mercadoria, o preço corrente da
mercadoria ou de seu similar no mercado atacadista do local da operação ou, na falta
deste, no mercado atacadista regional.
Art. 8º Nas prestações sem preço determinado, a base de cálculo do imposto é o valor corrente
do serviço no local da prestação.

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Art. 9º Quando o valor do frete, cobrado por estabelecimento pertencente ao mesmo titular da
mercadoria ou por outro estabelecimento de empresa que com aquele mantenha relação de
interdependência, exceder os níveis normais de preços em vigor, no mercado local, para
serviço semelhante, constantes de tabelas elaboradas pelos órgãos competentes, o valor
excedente será havido como parte do preço da mercadoria.
Parágrafo único. Considerar-se-ão interdependentes duas empresas quando :
I - uma delas, por si, seus sócios ou acionistas, e respectivos cônjuges ou filhos menores,
for titular de mais de 50% (cinqüenta por cento) do capital da outra;
II - uma mesma pessoa fizer parte de ambas, na qualidade de diretor, ou sócio com função
de gerência, ainda que exercidas sob outra denominação;
III - uma delas locar ou transferir à outra, a qualquer título, veículo destinado ao transporte
de mercadoria.
Art. 10. Quando o cálculo do tributo tenha por base, ou tome em consideração, o valor ou o
preço de mercadorias, bens, serviços ou direitos, a autoridade lançadora, mediante
processo regular, arbitrará aquele valor ou preço, sempre que sejam omissos ou não
mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados, ou os documentos expedidos
pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado, ressalvada, em caso de
contestação, avaliação contraditória, administrativa ou judicial.
Parágrafo único. Considera-se atendida a avaliação contraditória o direito de o contribuinte
impugnar o lançamento durante o curso do processo administrativo - tributário.
Art. 11. O imposto é não-cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação
relativa à circulação de mercadoria ou prestação de serviço de transporte interestadual e
intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou
por outro Estado.
Art. 12. Para a compensação a que se refere o art. 1º, é assegurado ao sujeito passivo o
direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha
resultado a entrada de mercadoria, real ou simbólica, no estabelecimento, inclusive a
destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente, ou o recebimento de serviços de
transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação, observando-se: (NR Lei nº
11.846, de 22.09.2000 / NR) (Lei nº 13.110/2006)
I - relativamente a energia elétrica: (ACR Lei nº 11.846, de 22.09.2000) (Lei nº 13.110/2006)
a) no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2010, a respectiva entrada
no estabelecimento somente dará direito a crédito: (ACR Lei nº 11.846, de
22.09.2000 / NR Lei nº 12.335, de 23.01.2003 / NR) (Lei nº 13.110/2006)
1. quando for objeto de operação de saída de energia elétrica; (15) (Lei nº 11.846/2000 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
2. quando consumida no processo de industrialização; (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.08.2000)
3. quando seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior, na
proporção destas sobre as saídas ou prestações totais; (15) (Lei nº 11.846/2000 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)

b) no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000 e a partir de 01 de


janeiro de 2011, o direito ao crédito referido na alínea "a" ocorrerá sem as restrições
ali previstas; (ACR Lei nº 11.846, de 22.09.2000 / NR Lei nº 12.335, de 23.01.2003 /
NR) (Lei nº 13.110/2006)
II - relativamente a serviço de comunicação: (ACR Lei nº 11.846, de 22.09.2000) (Lei nº
13.110/2006)

a) no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2010, a respectiva


utilização pelo estabelecimento somente dará direito a crédito: (ACR Lei nº 11.846, de
22.09.2000 / NR Lei nº 12.335, de 23.01.2003 / NR) (Lei nº 13.110/2006)
1. quando tenham sido prestados ao mencionado estabelecimento na execução de
serviços da mesma natureza; (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
2. quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior,

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na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais; (15) (Lei nº 11.846/2000 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
b) no período de 01 de março de 1989 a 31 de julho de 2000 e a partir de 01 de janeiro
de 2011, o direito ao crédito referido na alínea "a" ocorrerá sem as restrições ali
previstas, observado o disposto em decreto do Poder Executivo; (ACR Lei nº 11.846,
de 22.09.2000 / NR Lei nº 12.335, de 23.01.2003 / NR) (Lei nº 13.110/2006)
III - relativamente a mercadoria destinada a uso ou consumo do estabelecimento
adquirente, o mencionado direito ao crédito ocorrerá no prazo previsto no art. 21, IV
(ACR). (Lei n° 12.335/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)
§ 1º Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes
de operações ou prestações isentas ou não-tributadas ou que se refiram a mercadorias ou
serviços alheios à atividade do estabelecimento.
§ 2º Salvo prova em contrário, presumem-se alheios à atividade do estabelecimento, além de
outras hipóteses, os veículos de transporte pessoal, as aquisições para o ativo permanente-
investimento e os casos que forem definidos em portaria do Secretário de Fazenda.
§ 3º É vedado o crédito relativo à mercadoria que tenha entrado no estabelecimento ou à
prestação de serviço a ele feita:
I - para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural, quando
a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto, bem como
quando a referida operação for beneficiada com redução de alíquota ou de base de
cálculo, hipótese em que a vedação ao crédito é proporcional à mencionada redução,
exceto, em qualquer hipótese, quando se tratar de saída para o exterior;
II - para comercialização ou prestação de serviço, quando a operação ou a prestação
subseqüente não for tributada ou estiver isenta do imposto, bem como quando a referida
operação ou prestação for beneficiada com redução de alíquota ou de base de cálculo,
hipótese em que a vedação ao crédito é proporcional à mencionada redução, exceto, em
qualquer hipótese, quando se tratar de saída para o exterior.
§ 4º O Poder Executivo, mediante decreto, poderá dispor que não se aplique, no todo ou em
parte, a vedação prevista no parágrafo anterior,desde que estabelecida em acordo, na
forma do art. 155, § 2º, XII, “g“, da Constituição Federal.
o
§ 5 Para efeito do disposto no "caput", relativamente aos créditos decorrentes de entrada de
mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente, deverá ser observado o
seguinte: (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
I - até 31 de julho de 2000, além do lançamento em conjunto com os demais créditos, serão
objeto de outro lançamento, em livro próprio ou de outra forma que a legislação
determinar, para aplicação do disposto no artigo 13, §§ 5º, 6º e 7º; (15) (Lei nº 11.846/2000 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
II - a partir de 01 de agosto de 2000: (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
a) a apropriação será feita à razão de um quarenta e oito avos por mês, devendo a
primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento;
(15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
b) em cada período de apuração do imposto, não será admitido o creditamento de que
trata o inciso I, em relação à proporção das operações de saídas ou prestações
isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações
efetuadas no mesmo período; (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
c) para aplicação do disposto nas alíneas "a" e "b", o montante do crédito a ser
apropriado será o obtido multiplicando-se o valor total do respectivo crédito pelo fator
igual a um quarenta e oito avos da relação entre o valor das operações de saídas e
prestações tributadas e o total das operações de saídas e prestações do período,
equiparando-se às tributadas, para fins deste inciso, as saídas e prestações com
destino ao exterior; (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
d) o quociente de um quarenta e oito avos será proporcionalmente aumentado ou
diminuído, "pro rata die", caso o período de apuração seja superior ou inferior a um
mês; (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
e) na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente, antes de decorrido o prazo

Lei nº 11.408/1996 e alterações


de quatro anos contado da data de sua aquisição, não será admitido, a partir da data
da alienação, o creditamento de que trata este parágrafo em relação à fração que
corresponderia ao restante do quadriênio; (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE
01.08.2000)
f) serão objeto de outro lançamento, além do lançamento em conjunto com os demais
créditos, para efeito da compensação prevista neste artigo e no artigo anterior, em
livro próprio ou de outra forma que a legislação determinar, para aplicação do
disposto nos incisos I a V; (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
g) ao final do quadragésimo oitavo mês, contado da data da entrada do bem no
estabelecimento, o saldo remanescente do crédito será cancelado. (15) (Lei nº
11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
§ 6º Operações tributadas ou sem redução de base de cálculo, posteriores às saídas de que
trata o § 3º, dão ao estabelecimento que as praticar direito a creditar-se do imposto cobrado
nas operações anteriores às isentas ou não-tributadas, ou do imposto proporcional, no caso
de redução de alíquota ou de base de cálculo, sempre que a saída isenta, não-tributada ou
com redução de alíquota ou de base de cálculo seja relativa a :
I - produtos agropecuários;
II - outras mercadorias indicadas em decreto do Poder Executivo.
Art. 13. O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado sempre
que o serviço tomado ou a mercadoria que tenha entrado no estabelecimento :
I - for objeto de saída ou prestação de serviço não-tributada, isenta ou beneficiada com
redução de alíquota ou de base de cálculo, sendo o estorno, neste caso, proporcional à
redução, e esta circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da
utilização do serviço;
II - for integrada ou consumida em processo de industrialização, quando a saída do produto
resultante não for tributada, estiver com isenção do imposto ou beneficiada com redução
de alíquota ou de base de cálculo, sendo o estorno, neste caso, propocional à redução.
III - vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento, presumindo-se nestas
condições, salvo prova em contrário, além de outras hipóteses, os veículos de transporte
pessoal, as aquisições para o ativo permanente - investimento e os casos que forem
definidos em portaria do Secretário da Fazenda;
IV - vier a perecer, deteriorar-se ou extraviar-se.
§ 1º Devem ser também estornados os créditos referentes a bens do ativo permanente
adquiridos até 31 de julho de 2000 e alienados antes de decorrido o prazo de 5 (cinco)
anos, contados da data de sua aquisição, hipótese em que o estorno será de 20% (vinte por
cento) por ano ou fração que faltar para completar o qüinqüênio. (15) (Lei nº 11.846/2000 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
§ 2º Não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de
operações ou prestações destinadas ao exterior.
§ 3º O não-creditamento ou o estorno a que se referem o §3º do artigo anterior e o “caput”
deste artigo não impedem a utilização dos mesmos créditos em operações posteriores,
sujeitas ao imposto, com a mesma mercadoria.
§ 4º Em qualquer período de apuração do imposto, se bens do ativo permanente, adquiridos
até 31 de julho de 2000 forem utilizados para produção de mercadorias cuja saída resulte
de operações ou prestações isentas ou não tributadas ou beneficiadas com redução de
alíquota ou de base de cálculo, haverá estorno dos créditos escriturados, conforme o § 5º
do artigo anterior. (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
§ 5º Em cada período de apuração do imposto, o montante do estorno previsto no parágrafo
anterior será o que se obtiver multiplicando-se o respectivo crédito original pelo fator igual a
um sessenta avos da relação entre a soma das saídas e prestações isentas e não-
tributadas e o total das saídas e prestações no mesmo período, observando-se :
I - para efeito do disposto neste parágrafo, as saídas e prestações com destino ao exterior
equiparam-se às tributadas;
II - o quociente de um sessenta avos será proporcionalmente aumentado ou diminuído, “pro
rata die”, caso o período de apuração seja superior ou inferior a um mês.

Lei nº 11.408/1996 e alterações


§ 6º O montante que resultar da aplicação dos §§ 4º e 5º será lançado no livro próprio como
estorno de crédito.
§ 7º Ao fim do quinto ano contado da data do lançamento a que se refere o §5º do artigo
anterior, o saldo remanescente do crédito será cancelado de modo a não mais ocasionar
estornos.
Art. 14. O direito de crédito, para efeito de compensação com débito do imposto, reconhecido
ao estabelecimento que tenha recebido as mercadorias ou para o qual tenham sido
prestados os serviços, está condicionado à idoneidade da documentação e, se for o caso, à
escrituração nos prazos e condições estabelecidos na legislação tributária.
Parágrafo único. O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos 5 (cinco) anos
contados da data de emissão do documento.
Art. 15. O período de apuração do imposto obedecerá ao previsto na legislação tributária,
considerando-se as obrigações vencidas na data em que termina o mencionado período de
apuração e podendo ser liquidadas por compensação ou mediante pagamento em dinheiro,
conforme disposições a seguir :
I - as obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos
escriturados no mesmo período mais o saldo credor de período ou períodos anteriores,
se for o caso;
II - se o montante dos débitos do período superar o dos créditos, a diferença será liquidada
dentro do prazo fixado em decreto do Poder Executivo;
III - se o montante dos créditos do período superar o dos débitos, a diferença será
transportada para o período seguinte.
Parágrafo único. Para os efeitos deste artigo, observar-se-á :
I - os débitos e créditos devem ser apurados: (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE
01.08.2000)
a) até 31 de julho de 2000, em cada estabelecimento do sujeito passivo; (15) (Lei nº
11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
b) a partir de 01 de agosto de 2000, em cada estabelecimento, podendo ser
compensados os saldos credores e devedores entre os estabelecimentos do mesmo
sujeito passivo localizados neste Estado; (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE
01.08.2000)
II - saldos credores acumulados a partir de 16 de setembro de 1996 por estabelecimento
que realize operações e prestações destinadas ao exterior, nos termos estabelecidos no
art. 2º, II, podem ser, na proporção que tais saídas representem do total das saídas
realizadas pelo estabelecimento :
a) imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu localizado neste
Estado;
b) transferidos pelo sujeito passivo, havendo saldo remanescente, para outros
contribuintes deste Estado, mediante a emissão, pela autoridade competente, de
documento que reconheça o crédito, conforme previsto em portaria do Secretário da
Fazenda.
c) alternativamente ao disposto na alínea “b”, esgotando-se sucessivamente, cada
possibilidade e respeitando-se a exigência contida na parte final da mencionada
alínea, utilizados para pagamento:
1. de débito do imposto do próprio contribuinte, objeto de confissão de dívida ou
apurado em procedimento fiscal de ofício, inclusive notificação de débito desde que
transitado em julgado na esfera Administrativa.
2. no respectivo prazo de recolhimento, de débito do imposto de responsabilidade
direta do contribuinte.
3. por contribuinte devidamente credenciado pela Secretaria da Fazenda nos termos da
legislação pertinente, no respectivo prazo de recolhimento de débito do imposto
devido como contribuinte substituto, relativamente às operações com insumos
agropecuários.
Art. 16. Em substituição ao regime de apuração mencionado no artigo anterior, decreto do
Poder Executivo poderá estabelecer :
Lei nº 11.408/1996 e alterações
I - que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço dentro de
determinado período;
II - que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço em cada
operação ou prestação;
III - que, em função do porte ou da atividade do estabelecimento, o imposto seja pago em
parcelas periódicas e calculado por estimativa, para um determinado período,
assegurado ao sujeito passivo o direito de impugná-la e instaurar processo contraditório,
observando-se :
a) ao fim do período, será feito o ajuste, com base na escrituração regular do
contribuinte, que pagará a diferença apurada, se positiva;
b) se a diferença referida na alínea anterior for negativa, será compensada com o
pagamento referente ao período ou períodos imediatamente seguintes;
c) a inclusão do estabelecimento no regime não dispensa o sujeito passivo do
cumprimento de obrigações acessórias.
Art. 17. É responsável pelo pagamento do imposto:
I - o contribuinte do imposto ou depositário, a qualquer título, relativamente a serviços ou
mercadorias, conforme estabelecido em lei específica, hipótese em que assumirá a
condição de contribuinte - substituto;
Nota: O disposto nos artigos 1º, VII; 3º, parágrafo único, I e III; 4º, I, "f"; 5º, XI; 17, I, e 18, § 3º, I, da Lei nº
11.408, de 20 de dezembro de 1996, e alterações, aplica-se inclusive a bens, conforme estabelecido na Lei
Complementar Federal nº 114, de 16 de dezembro de 2002. (Art. 2º da Lei n° 12.335/2003)
II - o contribuinte que realizar operação interestadual com petróleo, inclusive lubrificantes e
combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, em relação às operações
subseqüentes, observado o disposto no § 2º;
III - as empresas geradoras ou distribuidoras de energia elétrica, nas operações internas e
interestaduais, na condição de contribuinte ou de contribuinte-substituto, pelo pagamento
do imposto desde a produção ou importação até a última operação, assegurado seu
recolhimento ao Estado onde deva ocorrer essa operação, observado o disposto nos §§
2º e 5º; (Lei nº 13.367/2007)
IV- terceiros cujos atos ou omissões concorrerem para o não-recolhimento do imposto e
acréscimos devidos pelo contribuinte ou responsável.
§ 1º A adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de
acordo específico celebrado pelos Estados interessados.
§ 2º Nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e
combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, de que tratam os incisos II e III do “caput”,
que tenham como destinatário consumidor final, o imposto total incidente na operação será
devido ao Estado onde estiver localizado o adquirente e será pago pelo remetente.
§ 3º A responsabilidade poderá ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou
mais operações ou prestações, sejam antecedentes, concomitantes ou subseqüentes,
inclusive ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual, nas
operações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado,
que seja contribuinte do imposto.
§ 4º Para efeito de exigência do imposto por substituição tributária, inclui-se como fato gerador
a entrada de mercadoria ou bem no estabelecimento do adquirente ou em outro por ele
indicado.
§ 5º Relativamente ao imposto previsto no inciso III do "caput", nos termos estabelecidos em
decreto do Poder Executivo: (Lei nº 13.367/2007)
I – o respectivo cálculo será efetuado, de forma alternativa, com base: (Lei nº 13.367/2007)
a) no preço praticado na operação final; (Lei nº 13.367/2007)
b) em valor estabelecido nos termos do inciso II, "d", do art. 18; (Lei nº 13.367/2007)
II – será excluída do respectivo cálculo a parcela correspondente às operações isentas do
ICMS destinadas a consumidor final, bem como a parcela relativa a perdas técnicas e
comerciais, inerentes ao processo de distribuição. (Lei nº 13.367/2007)

Lei nº 11.408/1996 e alterações


Art. 18. A base de cálculo, para fins de substituição tributária, será :
I - em relação às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes, o valor da
operação ou prestação praticado pelo contribuinte-substituído;
II - em relação às operações ou prestações subseqüentes, esgotada sucessivamente cada
hipótese :
a) tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor, único ou máximo,
seja fixado por órgão ou entidade competente da Administração Pública, o
mencionado preço;
b) existindo preço final a consumidor, sugerido pelo fabricante ou importador, o
mencionado preço;
c) nos demais casos, observado o disposto na alínea "d", obtida pelo somatório das
parcelas seguintes: (NR) (Lei nº 12.673/2004)
1. o valor da operação ou prestação própria realizada pelo contribuinte-substituto ou
pelo contribuinte-substituído intermediário;
2. o montante dos valores de seguro, de frete e de outros encargos cobrados ou
transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço;
3. a margem de valor agregado, inclusive lucro, relativa às operações ou prestações
subseqüentes, que será estabelecida tomando-se por base os preços usualmente
praticados no mercado considerado, obtidos por levantamento, ainda que por
amostragem ou através de informações e outros elementos fornecidos por
entidades representativas dos respectivos setores, adotando-se a média ponderada
dos preços coletados.
d) em substituição ao disposto na alínea "c", quando a legislação dispuser, o preço a
consumidor final usualmente praticado no mercado considerado, relativamente ao
serviço, à mercadoria ou sua similar, em condições de livre concorrência, adotando-
se para sua apuração as regras estabelecidas no inciso II, "c", 3, do "caput". (ACR Lei
Complementar Federal nº 114, de 16.12.2002) (Lei n° 12.673/2004)
§ 1º Para efeito de determinação da margem de valor agregado, além dos critérios previstos no
inciso II, "c", 3, do "caput", observar-se-á: (Lei nº 13.910/2009) Vejamais[mfbsc1]
I – os percentuais de agregação serão aqueles estabelecidos em decreto do Poder
Executivo, respeitados os limites estabelecidos no Anexo Único desta Lei ou
aqueles fixados em convênios ou protocolos celebrados entre Unidades da
Federação; (Lei nº 13.910/2009)
II – a partir de 01 de outubro de 2009, fica permitido o respectivo ajuste, de forma a
possibilitar que a base de cálculo do imposto antecipado relativo à mercadoria
procedente de outra Unidade da Federação seja equivalente àquela prevista para a
operação interna; (Lei nº 13.910/2009)
III – para efeito do disposto no inciso II, o referido ajuste deve ser obtido mediante
utilização da fórmula MVA ajustada = [(1 + MVA) x (1 – ALQ inter) / (1 – ALQ intra)]
– 1, onde: (Lei nº 13.910/2009)
a) "MVA" é a margem de valor agregado prevista para as operações internas,
prevista em decreto específico; (Lei nº 13.910/2009)
b) "ALQ inter" é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à
operação; (Lei nº 13.910/2009)
c) "ALQ intra" é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações
internas; (Lei nº 13.910/2009)
IV – os limites de que trata o inciso I não se aplicam às margens de valor agregado
obtidas nos termos dos incisos II e III. (ACR) (Lei nº 13.910/2009)

§ 2º O imposto a ser pago por substituição tributária, na hipótese de responsabilidade tributária


em relação às operações ou prestações subseqüentes, corresponderá à diferença entre o
valor resultante da aplicação da alíquota prevista para as operações ou prestações internas

Lei nº 11.408/1996 e alterações


do Estado de destino sobre a respectiva base de cálculo e o valor do imposto devido pela
operação ou prestação própria do contribuinte - substituto.
§ 3º Na hipótese de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações
antecedentes, o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago pelo
responsável quando:
I - da entrada ou recebimento da mercadoria ou do serviço;
II - da saída subseqüente por ele promovida, ainda que isenta ou não-tributada;
III - verificar-se qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante
do pagamento do imposto.
Nota: O disposto nos artigos 1º, VII; 3º, parágrafo único, I e III; 4º, I, "f"; 5º, XI; 17, I, e 18, § 3º, I, da Lei nº
11.408, de 20 de dezembro de 1996, e alterações, aplica-se inclusive a bens, conforme estabelecido na Lei
Complementar Federal nº 114, de 16 de dezembro de 2002. (Art. 2º da Lei n° 12.335/2003)
Art. 19. É assegurado ao contribuinte-substituído o direito à restituição :
I - do valor total do imposto pago por força da substituição tributária, sempre que :
a) o fato gerador presumido não se realizar;
b) a operação ou prestação promovida pelo contribuinte-substituído esteja contemplada
com qualquer espécie de desoneração total do imposto;
II - do valor parcial do imposto pago por força da substituição tributária, proporcionalmente à
parcela que tenha sido retida a maior, quando a base de cálculo da operação ou
prestação promovida pelo contribuinte-substituído for inferior àquela prevista na
antecipação.
§ 1º Na apreciação dos pedidos de restituição, pelo setor competente da Secretaria da
Fazenda, será dada prioridade àqueles formulados em decorrência da substituição
tributária.
§ 2º Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de 90 (noventa)
dias, o contribuinte-substituído poderá creditar-se , em sua escrita fiscal, do valor objeto do
pedido, devidamente atualizado segundo os mesmos critérios aplicáveis ao tributo.
§ 3º Na hipótese do parágrafo anterior, sobrevindo decisão administrativa contrária irrecorrível,
o contribuinte-substituído, no prazo de 15 (quinze) dias da respectiva ciência, procederá ao
estorno dos créditos lançados, também devidamente atualizados, com o pagamento dos
acréscimos legais cabíveis.
Art. 20. As referências feitas aos Estados nesta Lei entendem-se feitas também ao Distrito
Federal.
Art. 21. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos a partir de
01 de novembro de 1996, e, com referência aos dispositivos seguintes, apenas nas datas
respectivamente indicadas :
I - a partir de 16 de setembro de 1996, relativamente :
a) à não-incidência do imposto sobre operações que destinem ao exterior mercadorias,
inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados, bem como
sobre prestações de serviço para o exterior;
b) ao direito de crédito, que não será objeto de estorno, quanto às mercadorias que
entrem no estabelecimento, a partir da mencionada data, para integração ou
consumo em processo de produção de mercadorias industrializadas, inclusive semi-
elaboradas, destinadas ao exterior;
II - a partir de 01 de novembro de 1996, quanto às normas do art.12, relativamente ao direito
de crédito correspondente:
a) à energia elétrica usada ou consumida no estabelecimento, a partir da mencionada
data, observado o disposto no inciso V; (15) (Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE
01.08.2000)
b) à entrada de mercadoria, a partir da mencionada data, destinada ao ativo permanente
do estabelecimento;
c) à entrada de mercadoria, a partir da mencionada data, para a produção de produtos
primários destinados ao exterior;
d) à entrada de mercadoria, a partir da mencionada data, para a prestação que destine

Lei nº 11.408/1996 e alterações


serviço ao exterior;
e) à entrada de serviços relativos a produto primário, produto industrializado, inclusive
semi-elaborado, e a serviço destinados ao exterior;
III - a partir de 01 de janeiro de 1997, relativamente à cobrança do imposto sobre a
prestação de serviço de transporte aéreo;
IV - a partir de 01 de janeiro de 2011, relativamente ao direito de crédito correspondente à
entrada de mercadoria, a partir da mencionada data, destinada ao uso ou consumo do
estabelecimento adquirente; (NR Lei nº 11.518, de 30.12.97 / NR Lei nº 11.739, de
30.12.99 / NR Lei nº 12.335, de 23.01.2003 / NR) (Lei nº 13.110/2006)
V - quanto à extensão do uso do crédito relativo a energia elétrica e serviço de
comunicação: (ACR Lei nº 11.846, de 22.09.2000 / NR Lei nº 12.335, de 23.01.2003) (Lei
nº 13.110/2006)

a) no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000 e a partir de 01 de


janeiro de 2011, sem as restrições previstas no art. 12, I, "a", e II, "a"; (ACR Lei nº
12.335, de 23.01.2003 / NR) (Lei nº 13.110/2006)
b) no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2010, com as restrições
previstas no art. 12, I, "a", e II, "a". (ACR Lei nº 12.335, de 23.01.2003 / NR) (Lei nº
13.110/2006)
Art. 22. Permanecem em vigor as disposições da legislação estadual relativa ao ICMS, em
especial aquelas previstas na Lei nº 10.259, de 27 de janeiro de 1989, e alterações, na
parte não disciplinada na presente Lei.
Art. 23. Revogam-se as disposições em contrário.

PALÁCIO DO CAMPO DAS PRINCESAS, em 20 de dezembro de 1996


MIGUEL ARRAES DE ALENCAR
Governador do Estado
Eduardo Henrique Accioly Campos
Marcelo Augusto Albuquerque Aires da Costa

Nota: O contribuinte que não tenha procedido nos termos desta Lei, no período de 01 de janeiro de
2003 até a data da respectiva publicação, deverá promover o ajuste às disposições contidas nos
artigos 1º e 2º, no prazo de 30 (trinta) dias contados da data da mencionada publicação, sem que
haja incidência de quaisquer acréscimos, inclusive penalidades. (Art. 3º da Lei n° 12.335/2003)

Lei nº 11.408/1996 e alterações


ANEXO ÚNICO DA LEI Nº 11.408/96
Limites Percentuais Máximos de Agregação
(art. 18, § 1º)
Percentual
PRODUTOS
máximo (%)
Açúcar de cana 20
Cerveja, refrigerante, chope, concentrado, xarope, extrato e pré-mix e água
mineral potável ou gelo
Água mineral, potável ou gelo 300
Chope 140
Extrato concentrado ou xarope destinado ao preparo de refrigerante 140
Refrigerante acondicionado em garrafa com capacidade igual ou superior a
140
600ml
Outros 140
Cigarros, outros produtos derivados do fumo e papel de cigarro 50
Cimento de qualquer espécie
30
(Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
Combustíveis
Álcool Hidratado 92,29
Gasolina automotiva e álcool anidro 117,17
Lubrificantes 30
Óleo diesel 13
Demais Produtos 30
Disco fonográfico, fita virgem ou gravata 25
Filmes fotográficos ou cinematográficos e "slides"
40
(Lei nº 11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
Farinha de trigo 200
Madeira, seus derivados e laminados melamínicos 50
Pilhas e baterias elétricas 40
Pneus, câmaras de ar e protetores 45
Produtos farmacêuticos 60,07
Produtos de perfumaria, de higiene pessoal e cosméticos (Lei nº
35
11.846/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2000)
Sorvete 30
Tintas e vernizes 35
Veículos automotores 34
Demais hipóteses de antecipação tributária 30
Aguardente 60
Artefatos de uso doméstico 81
Artigos de papelaria 37,50
Bicicletas e outros ciclos e acessórios 45
Brinquedos 44
Ferramentas 49,47
Instrumentos musicais 62
Material de construção, acabamento, bricolagem e adorno 81,49

Lei nº 11.408/1996 e alterações


Material de limpeza 80
Material elétrico 73,34
Peças, componentes e acessórios para autopropulsados e outros 40
fins
Produtos alimentícios 85,98
Produtos de informática 70
Produtos de perfumaria, cosméticos, artigos de higiene pessoal e de 81,02
toucador
Produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos 70
Produtos óticos
• Lentes de contato 73
• Lentes para óculos 124
• Armações para óculos, artigos semelhantes e suas partes e 135
vidros para lentes corretivas
• Óculos de sol e óculos para correção 147
Sucos de frutas e outras bebidas não alcoólicas 43
Suportes elásticos para cama, colchões, inclusive do tipo box, 65,86
travesseiros e pillow
Bebidas quentes 123,87
(Lei nº 13.910,de 18/11/2009)

Lei nº 11.408/1996 e alterações


PROCESSO ADMINISTRATIVO
TRIBUTÁRIO

LEI Nº 10.654/91
e alterações
(atualizada até 17 de maio de 2010,
incluindo a Lei n° 13.829/2009)
LEI Nº 10.654, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1991
(alterada pelas Leis nos. 10.763/1992, 10.935/1993, 11.289/1995, 11.412/1996, 11.417/1996,
11.903/2000, 12.149/2001, 12.307/2002, 12.526/2003, 12.686/2004, 12.970/2005,
13.358/2007, 13. 628/2008 e 13.829/2009)
EMENTA: Dispõe sobre o processo
administrativo-tributário e dá outras
providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO:
Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:

TÍTULO I
Do Processo Administrativo-Tributário

CAPÍTULO I
Das Disposições Gerais

SEÇÃO I
Das Disposições Preliminares

Art. 1º Esta Lei disciplina a formação, a tramitação e o julgamento do processo administrativo-


tributário.
Art. 2º O processo administrativo-tributário inicia-se: (Lei nº 12.526/2003)
I – de ofício, com a lavratura de Auto de Lançamento de Crédito Tributário, com as
seguintes características: (Lei nº 12.526/2003)
a) Auto de Infração;
b) Auto de Apreensão.
c) Auto de Lançamento sem Penalidade; (Lei nº 12.526/2003)
II - voluntariamente, por meio de: (Lei nº 12.526/2003)
a) impugnação, quando indeferido o pedido de restituição, nos termos do § 4º do artigo
47; (Lei nº 11.903/2000)
b) consulta sobre a legislação tributária aplicável à situação concreta e de interesse do
consulente, vedada a indagação sobre o direito em tese;
c) contestação de reavaliação de bens sujeitos ao Imposto Sobre a Transmissão “Causa
Mortis” e Doação de Quaisquer Bens e Direitos - ICD;
d) impugnação relativa à aplicação de multa regulamentar, nos termos do § 1º, I, "b", e
IV, "a", do art 41; (Lei nº 12.526/2003)
III – por meio de Notificação de Débito ou de Notificação de Débito sem Penalidade, a ser
emitidas, de ofício, pela autoridade fazendária competente, nas seguintes hipóteses: (Lei
nº 12.970/2005)

a) não-recolhimento do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias


e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de
Comunicação - ICMS: (Lei nº 13.358/2007)
1. lançado nos livros fiscais; (Lei nº 13.358/2007)
2. correspondente a montante mensal fixo, de acordo com faixas de valores
estabelecidas para contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de
Pernambuco – CACEPE na condição de microempresa ou de empresa de pequeno
porte; (Lei nº 13.358/2007)
b) não-recolhimento do ICMS declarado pelo contribuinte, inclusive aquele relativo à
substituição tributária: (Lei nº 12.970/2005)
1. em documento de informação econômico-fiscal, nos termos do §11, do artigo 64,
da Lei nº 10.259, de 27 de janeiro de 1989; (Lei nº 11.289/95)
2. em DMI - Desembaraço de Mercadorias Importadas, nos termos da legislação
específica. (Lei nº 11.417/96)
c) não-recolhimento, nos prazos legais, dos demais tributos. (Lei nº 12.970/2005)
§ 1º Na hipótese do inciso III do "caput", será observado o seguinte: (Lei nº 12.526/2003)
I - a ciência da Notificação de Débito ou da Notificação de Débito sem Penalidade será dada
ao sujeito passivo, por meio de publicação de edital no Diário Oficial do Estado, quando
emitidas pela unidade fazendária competente, observando-se que, na hipótese da alínea
"b" do referido inciso, a mencionada ciência terá por base os documentos ali indicados
que tenham sido entregues à respectiva repartição fazendária; (Lei nº 12.970/2005)
II - nos demais casos, a ciência de que trata o inciso anterior dar-se-á na forma prevista no
artigo 19. (Lei nº 11.417/96)
III – a Notificação de Débito sem Penalidade será emitida para constituir o crédito tributário,
sem aplicação de penalidade, quando ocorrer qualquer impedimento, de ordem jurídica
ou judicial, quanto à exigência do mencionado crédito. ( Lei nº 12.686/2004)
§ 2º O contribuinte terá o prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data da ciência da Notificação de
Débito ou da Notificação de Débito sem Penalidade, para efetuar ou iniciar o recolhimento
do crédito tributário objeto da respectiva medida. (Lei nº 12.970/2005)
§ 3º REVOGADO (Lei nº 12.970/2005)
§ 4º Na hipótese do inciso I, "a", do "caput", quando o Auto de Infração for lavrado pela entrega
de documento de informação econômico-fiscal fora do prazo, a respectiva ciência do sujeito
passivo ocorrerá mediante: (Lei n° 12.307/2002)
I – comunicação postal, com contrafé por carta registrada e aviso de recebimento; (Lei n°
12.307/2002)

II - publicação no Diário Oficial do Estado, na hipótese de não-recebimento da comunicação


postal, atestada pelo funcionário responsável pelos correios e telégrafos oficiais. (Lei n°
12.307/2002)

§ 5º No caso de lavratura de Auto de Lançamento de Crédito Tributário de forma simplificada,


com as características de Auto de Infração e de Auto de Apreensão, conforme previstos no
inciso I, "a" e "b", do "caput", a mencionada lavratura será efetuada nas hipóteses e
condições definidas em portaria do Secretário da Fazenda, passando a ter a denominação
de Auto de Lançamento de Crédito Tributário – Simplificado. (Lei nº 13.358/2007)
Art. 3º Na instrução do processo administrativo-tributário, serão admitidos todos os meios de
prova previstos em lei.
Art. 4º A autoridade julgadora, na apreciação das provas, formará sua convicção segundo os
princípios do livre convencimento em decisão fundamentada, consoante razões e
argumentos técnicos e jurídicos.
§ 1º A autoridade julgadora determinará, “ex officio” ou atendendo a pedido da parte
interessada, a realização de diligência e perícia que entender necessárias.
§ 2º As diligências e perícias serão determinadas ou deferidas mediante simples despacho nos
autos, dispensada sua publicação no Diário Oficial do Estado.
§ 3º Na hipótese de determinação, “ex officio”, de perícia, a parte interessada será intimada
para, no prazo previsto no artigo 14, III, formular questões e apresentar assistente técnico.
§ 4º Na hipótese de pedido de diligência, a parte interessada deverá descrever a questão
controvertida que entenda exigir apuração e, nos casos de pedido de perícia, deverá
formular os quesitos a serem respondidos, indicando, se entender necessário, seu
assistente técnico.
§ 5º Deferido o pedido de diligência ou de perícia, a autoridade julgadora administrativa,
quando for necessário à instrução do processo, encaminhará os autos à respectiva unidade
da Secretaria da Fazenda responsável: (Lei nº 12.526/2003)
I – pela execução da ação fiscal realizada no estabelecimento do contribuinte; (Lei nº
12.526/2003)

II - pela execução da ação fiscal no trânsito da mercadoria; (Lei nº 12.526/2003)


III - pelo atendimento ao contribuinte. (Lei nº 12.526/2003)
§ 6º A autoridade julgadora, fundamentadamente, poderá rejeitar o pedido de diligência ou de
perícia.
§ 7º Na hipótese de ser o resultado da perícia contrário ao lançamento efetuado nos autos, o
processo será devolvido ao autuante, para suas considerações, observado o prazo previsto
no artigo 14, II, "c". (Lei nº 11.903/2000)
§ 8º Quando a perícia e a diligência não puderem ser realizadas no Tribunal Administrativo
Tributário do Estado - TATE, o respectivo processo deverá ser remetido à repartição
fazendária competente.
§ 9º A equipe de diligência ou de perícia será integrada, necessariamente, pelo autuante, como
assistente, por parte do sujeito ativo da obrigação tributária e por técnico, nessa qualidade,
indicado, facultativamente, pelo sujeito passivo da autuação.(Lei nº 10.763/92)
§ 10. A autoridade julgadora não poderá deixar de aplicar ato normativo, ainda que sob a
alegação de ilegalidade ou inconstitucionalidade. (Lei nº 11.903/2000)
§ 11. A não-observância do disposto no § 10 ensejará nulidade da decisão, a ser declarada,
sucessivamente: (Lei nº 12.970/2005)
I – pelo Tribunal Pleno, no prazo de 15 (quinze) dias contados da data de publicação da
respectiva decisão; (Lei nº 11.903/2000)
II – pelo Presidente do TATE, na omissão do Tribunal Pleno, no prazo de 10 (dez) dias
contados do termo final do prazo previsto no inciso anterior; (Lei nº 11.903/2000)
III – pelo Secretário da Fazenda, por provocação do Procurador do Estado que funcione
perante o Tribunal ou do Procurador-Chefe da Procuradoria da Fazenda Estadual, no
prazo de 10 (dez) dias contados do termo final do prazo previsto no inciso II, por omissão
da autoridade ali referida. (Lei nº 12.970/2005)
§ 12. O processo cuja decisão seja declarada nula, nos termos do § 11: (Lei nº 12.970/2005)
I – quando se tratar de Auto de Infração, Auto de Apreensão ou Auto de Lançamento
sem Penalidade, deverá ser encaminhado para inscrição em Dívida Ativa; (Lei nº
12.970/2005)

II – quando se tratar de pedido de restituição, nos termos do § 4º do art. 47, não será
mais objeto de reapreciação na esfera administrativa, devendo ser arquivado. (Lei nº
12.970/2005)

§ 13. REVOGADO(Lei nº 12.970/2005)


Art. 5º O julgamento proferido por qualquer instância julgadora produzirá efeitos jurídicos a
partir da data de sua publicação no Diário Oficial do Estado, observado o disposto no artigo
63.
§ 1º Enquanto não interposto o reexame necessário de que trata o art. 75, a decisão não
produzirá efeitos jurídicos. (Lei n° 12.307/2002)
§ 2º Os efeitos jurídicos de que trata este artigo ficarão suspensos com a interposição de
recurso no prazo legal.

SEÇÃO II
Da Formação, Tramitação e Reunião
de Processos Administrativo-Tributários

Art. 6º O processo administrativo-tributário formar-se-á:


I - nos casos de processo de ofício, mediante autuação dos documentos necessários à
apuração da liquidez e certeza do crédito tributário;
II - nos casos de processo voluntário, mediante autuação dos documentos referentes ao
objeto do pedido.
§ 1º O Auto de Infração, o Auto de Apreensão, o Auto de Lançamento sem Penalidade, a
Notificação de Débito, a Notificação de Débito sem Penalidade e os processos voluntários
terão sua formação iniciada em qualquer repartição fazendária, que, de preferência,
disponha de sistema de protocolo de processo. (Lei nº 12.970/2006)
§ 2º O processo administrativo-tributário será organizado, à semelhança dos autos forenses,
com folhas numeradas seqüencialmente e rubricadas, observando-se a ordem de juntada
dos documentos, e autuado em tantos volumes quantos forem necessários, respeitado o
limite máximo de 200 (duzentas) folhas por volume. (Lei nº 11.903/2000)
§ 3º Relativamente à apuração das ações ou omissões contrárias à legislação referente a
tributos estaduais, inclusive o não-pagamento, nos prazos legais, do crédito tributário
devido, e a constituição do crédito tributário sem penalidade, quando promovidas fora do
estabelecimento, os respectivos processos serão iniciados na repartição fazendária onde for
verificada a ocorrência. (Lei nº 12.526/2003)
§ 4º É da responsabilidade da repartição fazendária, onde se formar o processo, iniciar a sua
organização em forma forense, devendo as demais repartições fazendárias, por onde
tramitar o processo, dar continuidade àquela organização.
§ 5º Constitui embaraço à fiscalização dificultar ou impossibilitar, por qualquer meio, a exibição
ou entrega de documentos que interessem à formação do processo. (Lei nº 10.763/92)
§ 6º É vedada a intercalação “a posteriori”, nos autos, de documentos ou informações, bem
como a sua retirada, salvo se esta for legalmente justificada e feita, mediante lavratura de
termo de desentranhamento, por autoridade competente.
§ 7º No recinto da repartição fazendária onde se encontrar o processo e atendendo a pedido
escrito que constará dos autos, a autoridade competente dará vistas à parte interessada ou
seu representante legal durante a fluência dos prazos.
Art. 7º Constatada, no processo, evidência de infração à legislação penal, o julgador a quem
estiver submetido o feito providenciará cópias autênticas das peças relacionadas com a
infração referida, encaminhando-as, em autos apartados, ao Procurador do Estado, que os
remeterá ao Ministério Público, para os fins de direito.
Art. 8º Suspende o prosseguimento do processo administrativo-tributário, nas instâncias
julgadoras, qualquer impedimento de ordem jurídica ou judicial, até decisão definitiva da
autoridade competente, cessação ou suspensão do respectivo impedimento. (Lei nº
12.526/2003)

Parágrafo único. A suspensão prevista no "caput" ocorrerá a partir do termo final estabelecido
no art. 14, I, para apresentação de defesa, quando for o caso. (Lei nº 12.526/2003)
Art. 9º A reunião de processos far-se-á por anexação ou apensação.
Art. 10. A anexação consiste na juntada, em caráter permanente, de dois ou mais processos,
que terão as capas internas dobradas, renumeradas e rubricadas suas folhas.
Parágrafo único. No caso deste artigo, será acrescido à autuação do primeiro processo o
número do processo anexado.
Art. 11. A apensação ocorre toda vez que houver necessidade de se juntar um processo ou
documento avulso a outro processo, em caráter informativo e transitório, devendo o
expediente apensado ser preso ao processo pela sua extremidade superior esquerda,
preservadas as autuações de cada um.
Art. 12. A juntada, separação ou desentranhamento do documento serão objeto de termo
lavrado em processo.
Parágrafo único. No caso de pedido de liberação de mercadorias apreendidas, este será
juntado ao Auto de Apreensão a que se referir, devendo ser aposto o nome do requerente,
na condição de responsável pelo crédito tributário, sem prejuízo do vínculo de sujeição
passiva daquele que figurar como autuado.

CAPÍTULO II
Dos Prazos

Art. 13. Os prazos serão contínuos, excluindo-se, em sua contagem, o dia do início e incluindo-
se o do vencimento.
Parágrafo único. Os prazos só se iniciam ou se vencem em dia de expediente normal na
repartição em que corra o processo ou deva ser praticado o ato.
Art. 14. Os prazos serão de:
I – 30 (trinta) dias para apresentação de defesa e de pedido de revisão dos lançamentos
relativos à Notificação de Débito e à Notificação de Débito sem Penalidade; (Lei nº
12.970/2005)

II - 15 (quinze) dias para: (Lei nº 10.763/92)


a) interposição de recurso; (Lei nº 10.763/92)
b) REVOGADO;. (Lei n° 12.149/2001)
c) informações fiscais em processos de ofício; (Lei nº 10.763/92)
III - 10 (dez) dias para: (Lei nº 10.763/92)
a) atendimento de diligências; (Lei nº 10.763/92)
b) realização de perícias; (Lei nº 10.763/92)
IV - 05 (cinco) dias para; (Lei nº 10.763/92)
a) pedido de vista; (Lei nº 10.763/92)
b) outras hipóteses, cujos prazos não estejam determinados nesta Lei. (Lei nº 10.763/92)
Parágrafo único. O termo inicial para contagem do prazo de impugnação será a data da
ciência, nos termos do artigo 19.
Art. 15. A autoridade julgadora a quem estiver submetido o processo poderá, por meio de
despacho fundamentado, publicado no Diário Oficial do Estado, prorrogar ou reabrir prazos,
atendendo a motivo de alta relevância, causa fortuita, força maior ou de elemento cerceador
do direito de defesa, devidamente comprovados.
§ 1º A prorrogação será concedida, por igual período e uma única vez, quando comprovado o
motivo de alta relevância e for requerida dentro do prazo a ser prorrogado.
§ 2º A reabertura dependerá da comprovação dos motivos de que trata o “caput”, e será
concedida, por igual período, desde que haja sido requerida dentro de 08 (oito) dias,
contados a partir da cessação da causa que tenha motivado o pedido.
§ 3º Considera-se prorrogação o adiamento do termo final do prazo, concedido em atendimento
à solicitação feita antes da ocorrência do referido termo final.
§ 4º Considera-se reabertura a devolução do prazo deferida em atendimento à solicitação feita
após a ocorrência de seu termo final.
§ 5º Somente caberá recurso de ato que indeferir pedido de prorrogação ou reabertura do
prazo, quando este referir-se a recurso de decisão de mérito.
§ 6º Indeferido o pedido de prorrogação ou de reabertura do prazo, a autoridade julgadora
encaminhará os processos, de ofício, se for o caso, à repartição fazendária competente
para inscrição em dívida ativa do crédito tributário apurado.
§ 7º Não havendo impugnação no prazo legal, deverá o autuado efetuado ou iniciar o
pagamento do crédito tributário no primeiro dia útil após o término do referido prazo.
§ 8º Nos demais casos, o pagamento deverá ser efetuado ou iniciado no prazo de 15 (quinze)
dias, contados a partir da data em que ocorrer a preclusão administrativa.
§ 9º Os prazos a que estão obrigadas as autoridades julgadoras, funcionários fiscais ou outros
servidores fazendários poderão ser prorrogados ou reabertos pela autoridade a que
estiverem subordinados, mediante requerimento fundamentado que, após o competente
despacho, deverá ser parte integrante do feito.
Art. 16. O não-cumprimento de qualquer prazo por parte das autoridades julgadoras,
funcionários fiscais ou outros servidores fazendários, inclusive daqueles relativos aos
procedimentos previstos no art. 2º, I, II e III, não implicará nulidade do processo. (Lei nº
12.970/2005)

Art. 17. REVOGADO. (Lei n° 12.307/2002)


Art. 18. Realizado o julgamento pelo TATE, o processo será entregue, no prazo de 03 (três)
dias, à autoridade competente, para a lavratura do acórdão, e devolvido, no mesmo prazo,
para a devida conferência.
Parágrafo único. O acórdão será conferido em sessão normal de julgamento ou especialmente
convocada para esse fim, devendo, no prazo de 03 (três) dias, contados a partir da data da
sua conferência, ser remetido à publicação no Diário Oficial do Estado.

CAPÍTULO III
DA COMUNICAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS

SEÇÃO I
DOS ATOS PRATICADOS POR FUNCIONÁRIOS FISCAIS

Art. 19. A parte interessada será intimada dos atos processuais:


I - pelo funcionário ou comissão fiscal responsável pelo procedimento, ou, na sua
impossibilidade, por outro funcionário fiscal designado para esse fim, por autoridade
competente, comprovada a intimação pela:
a) aposição do “ciente” do sujeito passivo, seu mandatário ou preposto, no documento
de intimação, entregando-se cópia do respectivo documento;
b) referência expressa sobre a recusa, na hipótese de negar-se o sujeito passivo a apor
o “ciente”, ou sobre a não localização, se ocorrer, do sujeito passivo, seu mandatário
ou preposto, com a assinatura do funcionário fiscal e de 02 (duas) testemunhas
qualificadas;
II - pela chefia da repartição fazendária competente, na hipótese de inviabilidade do
cumprimento do disposto no inciso I ou quando o sujeito passivo houver formalizado
pedido de baixa no CACEPE, mediante: (Lei nº 13.358/2007)
a) comunicação postal, com contrafé por carta registrada e aviso de recebimento;
b) publicação no Diário Oficial do Estado, quando:
1. na hipótese de não recebimento da comunicação postal, atestada pelo funcionário
responsável pelos correios e telégrafos oficiais;
2. for considerada irregular ou insuficiente a intimação feita na forma do inciso I;
3. não se exigir forma especial de intimação.
§ 1º A intimação na forma do inciso II deverá ser justificada nos autos pela autoridade que a
determinar.
§ 2º A intimação pessoal, regular e comprovadamente feita, suprirá qualquer outra, por mais
especial que seja.
§ 3º A aposição do “ciente” ou sua recusa não implica em reconhecimento ou agravamento do
fato denunciado.
§ 4º Na hipótese da alínea “b”, do inciso I, quando houver impossibilidade de arrolar
testemunhas, esta circunstância deverá constar do próprio auto.
§ 5º Na hipótese de o contribuinte localizar-se em outra Unidade da Federação, a comunicação
será efetuada na forma prevista no inciso II. (Lei nº 11.417/96)
§ 6º Fica o Poder Executivo autorizado a, mediante decreto, adotar como domicílio fiscal eleito
pelo sujeito passivo, para fim de comunicação de atos processuais, o endereço postal,
eletrônico ou de fax, que ele tenha fornecido à Secretaria da Fazenda, para efeito de
cadastramento, alteração cadastral ou baixa da respectiva inscrição. (Lei nº 13.358/2007)

SEÇÃO II
DOS ATOS PRATICADOS POR AUTORIDADE JULGADORA

Art. 20. As decisões dos órgãos de julgamento serão publicadas no Diário Oficial do Estado,
observado o disposto nos artigos 68 a 70. (Lei n° 12.307/2002)
§ 1o Quando o contribuinte localizar-se em outra Unidade da Federação, a intimação da
decisão será efetuada por comunicação postal, com contrafé por carta registrada e aviso de
recebimento, considerando-se realizada a intimação na data aposta no aviso de
recebimento. (Lei n° 12.307/2002)
§ 2o. Omitida a data no aviso de recebimento de que trata o parágrafo anterior, considerar-se-á
feita a intimação no 8º (oitavo) dia seguinte à data comprovada da postagem. (Lei n°
12.307/2002)

Art. 21. As intimações, para efeito da perícia de que trata o § 3º, do artigo 4º, serão efetuadas
por comunicação postal, com prova de recebimento.
Parágrafo único. Havendo dúvida quanto ao recebimento da intimação por via postal ou na sua
impossibilidade, a comunicação será feita por edital publicado no Diário Oficial do Estado.

CAPÍTULO IV
Das Nulidades

Art. 22. São nulos os atos, termos, despachos e decisões lavrados ou proferidos por pessoa
incompetente ou com preterição do direito de defesa ou, ainda, quando praticados em
desobediência a dispositivos expressos em lei.
§ 1º A nulidade de que trata o “caput” somente prejudica os atos, termos, despachos e
decisões que diretamente dependam ou sejam conseqüência daqueles anulados.
§ 2º Na declaração de nulidade, a autoridade julgadora dirá os atos, termos, despachos e
decisões alcançados e determinará, sempre que possível, as providências necessárias ao
saneamento e regular instrução do processo.
§ 3º A nulidade constitui matéria preliminar ao mérito e deverá ser apreciada de ofício ou a
requerimento da parte interessada.
§ 4º A autoridade julgadora deverá votar, no mérito, mesmo quando vencida quanto à nulidade
argüida.
Art. 23. As irregularidades, incorreções e omissões não previstas no artigo anterior não
importarão em nulidade e serão sanadas, de ofício ou a requerimento da parte, quando
resultarem em prejuízo para o sujeito passivo, salvo se este lhes houver dado causa ou
quando não influírem no julgamento do processo.

CAPÍTULO V
Do Procedimento Administrativo-Tributário De Ofício
(Lei nº 11.903/2000)

SEÇÃO I
Das Disposições Gerais

Art. 24. A apuração das ações ou omissões contrárias à legislação relativa a tributos estaduais,
inclusive o não-pagamento, nos prazos legais, do crédito tributário devido, bem como a
constituição do crédito tributário ocorrerão, de ofício, por meio das seguintes medidas: (Lei nº
12.526/2003)

I – Auto de Infração ou Auto de Apreensão, objetivando identificar a infração e o seu


responsável, apurar o crédito tributário devido e propor a penalidade cabível; (Lei nº
12.526/2003)

II - Auto de Lançamento sem Penalidade, objetivando constituir o crédito tributário, sem


aplicação de penalidade, quando ocorrer qualquer impedimento, de ordem jurídica ou
judicial, quanto à exigência do mencionado crédito. (Lei nº 12.526/2003)
Art. 25. O funcionário fiscal que tomar conhecimento de infração relativa a tributos estaduais
deverá:
I - se competente para iniciar a ação fiscal, lavrar a medida cabível;
II - se incompetente para iniciar a ação fiscal, comunicar o fato à autoridade competente.
§ 1º Na hipótese do inciso I do "caput", o funcionário fiscal competente para iniciar a ação fiscal
e lavrar a medida cabível deverá estar designado, pela Administração Fazendária. (Lei nº
12.526/2003)

I – REVOGADO (Lei nº 12.526/2003)


II – REVOGADO (Lei nº 12.526/2003)
§ 2º Os termos e atos lavrados por funcionário fiscal em desobediência ao disposto neste artigo
são nulos, devendo a autoridade competente determinar nova fiscalização.
§ 3º O processo administrativo-tributário de ofício decorrente do descumprimento de
obrigações acessórias, por parte do contribuinte, terá a correspondente penalidade
regulamentar aplicada pelo respectivo dirigente das unidades da Secretaria da Fazenda
mencionadas no § 5º, I a III, do art. 4º, nos limites da respectiva competência, observado o
seguinte: (Lei nº 12.970/2005)
I – contra a aplicação das multas regulamentares de que trata este parágrafo caberá
impugnação, conforme prevista no art. 41, § 1º, I; (Lei nº 12.970/2005)
II – não havendo impugnação, promover-se-á a inscrição do débito em Dívida Ativa; (Lei nº
11.903/2000)

III – não se aplica o disposto neste parágrafo aos casos de imposição de multas
regulamentares, pelo TATE, no julgamento de processo administrativo-tributário
originariamente relativo ao pagamento do imposto; (Lei nº 11.903/2000)
IV – a competência para aplicação das penalidades de que trata este parágrafo poderá ser
delegada, mediante ato administrativo próprio, a critério do respectivo Diretor, a
funcionário que tenha competência para a lavratura do Auto de Infração por
descumprimento de obrigação acessória. (Lei nº 11.903/2000)
§ 4º O Poder Executivo poderá disciplinar, mediante decreto, os procedimentos relativos ao
disposto neste artigo. (Lei nº 12.526/2003)
Art. 26. Considera-se iniciado o procedimento de apuração das ações ou omissões contrárias à
legislação relativa a tributos estaduais, para o fim único de excluir a espontaneidade do
sujeito passivo da obrigação tributária, respeitado o disposto no art. 19: (Lei nº 12.526/2003)
I - com a intimação escrita para o intimado apresentar livros fiscais, comerciais ou quaisquer
outros documentos solicitados, de interesse para a Fazenda Estadual;
II – com a lavratura de medida preliminar ao Auto de Infração, ao Auto de Apreensão ou ao
Auto de Lançamento sem Penalidade; (Lei nº 12.526/2003)
III - com a lavratura do Auto de Apreensão;
IV – com a lavratura do Auto de Infração e do Auto de Lançamento sem Penalidade; (Lei nº
12.526/2003)

V - com qualquer ato escrito dos funcionários ou autoridades fiscais competentes, o qual
caracterize o inicio do procedimento.
§ 1º A exclusão da espontaneidade de que trata este artigo abrange, tão-somente, o período
identificado em qualquer das medidas indicadas nos incisos do “caput”.
§ 2º A intimação de que trata o inciso I, do “caput”, deverá ser feita, alternativamente:
I - em separado, com a entrega, ao interessado, de cópia da intimação, mediante
comprovante de recebimento;
II - em livros ou documentos fiscais de emissão do estabelecimento do interessado,
mediante lavratura de termo.
§ 3º Presume-se ciente da intimação o sujeito passivo intimado na forma prevista no inciso II,
do parágrafo anterior.
§ 4º Os funcionários ou autoridades fiscais competentes deverão:
I - na hipótese dos incisos I, II, e III, do “caput”, entregar cópia das respectivas medidas ao
interessado;
II - na hipótese do inciso IV, do “caput”, inclusive na respectiva medida preliminar, além da
entrega da cópia da medida, lavrar, sempre que possível, o respectivo termo em livro
fiscal do intimado.
§ 5º Os funcionários ou autoridades fiscais deverão referir, expressamente, no processo, os
motivos que inviabilizarem a lavratura, em livro fiscal do intimado, do termo referido no
inciso II, do parágrafo anterior.
§ 6º Após iniciado o procedimento fiscal, na forma prevista neste artigo, o sujeito passivo que
recolher o crédito tributário sem a multa a que estaria obrigado, se autuado fosse, ficará
sujeito à aplicação da penalidade apurada no respectivo auto, vedadas as reduções
referidas no artigo 42.
§ 7º Iniciada a fiscalização, o funcionário ou autoridade fiscal competente terá, para concluí-la,
o prazo de até 60 (sessenta) dias, contados a partir da ciência da intimação feita na forma
prevista neste artigo.
§ 8º O prazo de que trata o parágrafo anterior não se aplica às hipóteses de contribuinte
submetido a sistema especial de fiscalização.
§ 9º Mediante ato fundamentado, o prazo previsto no § 7º poderá ser prorrogado:
I – pelo gerente do órgão fazendário responsável pela fiscalização tributária, por período de
até 60 (sessenta) dias; (Lei nº 12.970/2005)
II - pelo Secretário da Fazenda, pelo prazo por ele determinado;
§ 10. Esgotado o prazo previsto sem que seja encerrada a fiscalização, cessará a vedação à
espontaneidade referida no “caput”.
Art. 27. Encerrada a fiscalização, deverá o funcionário ou autoridade fiscal competente lavrar o
respectivo termo de encerramento de fiscalização, que conterá, além da data do início e do
encerramento da ação fiscal, a identificação do período fiscalizado: (Lei nº 12.526/2003)
I – na hipótese de apuração de infração, o inteiro teor da denúncia; (Lei nº 12.526/2003)
II – na hipótese de não ser identificada qualquer infração, a declaração desse fato; (Lei nº
12.526/2003)

III – na hipótese de constituição de crédito tributário sem aplicação de penalidade, o inteiro


teor da medida. (Lei nº 12.526/2003)
Art. 28. O Auto de Infração, o Auto de Apreensão, o Auto de Lançamento sem Penalidade, a
Notificação de Débito e a Notificação de Débito sem Penalidade serão lavrados por
funcionário fiscal, a quem a lei tenha atribuído a respectiva competência, com clareza, sem
entrelinhas, emendas ou rasuras, exceto as ressalvadas, e conterá, dentre outros, os
seguintes dados indispensáveis e suficientes à constituição do crédito tributário ou à
caracterização da infração, conforme o caso: (Lei nº 12.970/2005)
I - a descrição minuciosa da infração;
II - a referência aos dispositivos legais infringidos;
III - o montante do crédito tributário apurado e a especificação dos tributos e multas
propostas;
IV - a intimação para apresentação de defesa ou pagamento do crédito tributário apurado;
V – a indicação do local, dia e hora da lavratura, do nome e endereço do sujeito passivo e
testemunhas, se houver, e dos livros e documentos fiscais que tenham servido de base à
constituição do crédito tributário e apuração da infração, quando for o caso. (Lei nº
12.526/2003)

§ 1º O Auto de Apreensão, além dos dados referidos neste artigo, deverá conter:
I - a indicação do objeto apreendido;
II - o termo de depósito ou de fiança, se for o caso, com identificação do depositário ou do
fiador;
III - o termo de liberação, se ocorrer, do objeto apreendido.
§ 2º O funcionário fiscal responsável pela lavratura do auto deverá apor, na inicial, sua
assinatura e matrícula.
§ 3º As irregularidades observadas quanto à indicação do dispositivo legal infringido e da
penalidade proposta não implicarão em nulidade se, pela descrição da infração, a
autoridade julgadora entender qual o dispositivo legal infringido e a penalidade cabível.
§ 4º A denúncia contida na inicial de processo administrativo-tributário de ofício não poderá ser
alterada, ressalvado o direito de lavratura de nova autuação e a hipótese de a Secretaria da
Fazenda, por meio da unidade fazendária competente, proceder à revisão dos lançamentos
relativos à Notificação de Débito e à Notificação de Débito sem Penalidade, nos casos
previstos em ato normativo da mencionada Secretaria. (Lei nº 12.970/2005)
§ 5º Não se considera alteração de denúncia a retificação de erro de cálculo.
§ 6º Na hipótese do parágrafo anterior, o sujeito passivo será intimado na forma prevista no
artigo 19.
§ 7º Na hipótese de Notificação de Débito ou de Notificação de Débito sem Penalidade, a
respectiva assinatura do chefe da unidade da Secretaria da Fazenda responsável pela
emissão poderá ocorrer mediante chancela. (Lei nº 12.970/2005)

SEÇÃO II
Da Medida Preliminar

SUBSEÇÃO ÚNICA
Do Termo de Início de Fiscalização - TIF

Art. 29. Como providência preliminar ao Auto de Infração, ao Auto de Apreensão ou ao Auto de
Lançamento sem Penalidade, a critério do funcionário fiscal, de acordo com a conveniência
verificada em cada caso, poderá ser lavrado o Termo de Início de Fiscalização – TIF, nas
seguintes hipóteses: (Lei nº 12.526/2003)
I - quando o crédito tributário, em uma mesma ação fiscal, independentemente da natureza
da infração, for de valor igual ou inferior a 1.000 (mil) Unidades Fiscais do Estado de
Pernambuco - UFEPE;
II - quando o crédito tributário for superior a 1.000 (mil) UFEPE, nas seguintes hipóteses:
a) documento fiscal que apresente indícios de inidoneidade;
b) identificação de erro de direito em documento fiscal que acoberte mercadoria em
trânsito;
c) contribuinte que, dizendo-se inscrito no CACEPE, não apresente, quando solicitado, o
respectivo comprovante de inscrição;
d) sujeito passivo que não apresente o documento de arrecadação referente a crédito
tributário registrado nos livros fiscais;
e) quando o funcionário fiscal competente entender existir indício:
1. de que a mercadoria que ingresse ou se encontre em estabelecimento inscrito no
CACEPE não esteja acobertada por documentação fiscal;
2. de irregularidade relativa a máquinas, aparelhos, equipamentos e similares,
destinados à emissão de documentos ou escrituração de livros fiscais;
3. de irregularidade relativa a livros, documentos e mercadorias;
f) quando o funcionário fiscal não estiver designado para a ação fiscal, nos termos do
inciso I, do § 1º do artigo 25.
§ 1º Não ocorrendo pagamento do crédito tributário objeto do TIF, ou o respectivo
arquivamento, conforme o disposto em decreto do Poder Executivo, a medida preliminar
será transformada em principal.
§ 2º A Unidade de Referência Fiscal - UFR, instituída por lei, passa a denominar-se Unidade
Fiscal do Estado de Pernambuco - UFEPE.
Art. 30. O TIF deverá conter os mesmos dados do Auto de Infração, do Auto de Apreensão ou
do Auto de Lançamento sem Penalidade, conforme o caso. (Lei nº 12.526/2003)

SEÇÃO III
Do Auto de Apreensão

Art. 31. Será lavrado Auto de Apreensão sempre que forem encontrados em situação irregular:
I - mercadorias;
II - máquinas, aparelhos, equipamentos e similares destinados à emissão de documentos ou
escrituração de livros fiscais.
III - documentos e livros.
§ 1º Considera-se irregular a mercadoria que se encontre em qualquer das seguintes
situações:
I - desacompanhada de documento fiscal próprio;
II - acompanhada de documento fiscal inidôneo, nos termos previstos em lei;
III - em local não inscritos no CACEPE, quando a inscrição for exigida na legislação;
IV - desviada do destino referido no respectivo documento fiscal.
V – destinada a contribuinte não-inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de
Pernambuco-CACEPE ou cuja inscrição se encontre cancelada ou baixada. (Lei nº
12.970/2005)
§ 2º Não deve ser considerada desviada de destino a mercadoria objeto de operação simbólica
prevista na legislação tributária em vigor.
§ 3º Os bens referidos nos incisos II e III, do “caput” são considerados irregulares quando:
I - encontrados sem observação dos requisitos exigidos na legislação tributária;
II - houver vinculação com a infração apurada.

SUBSEÇÃO I
Das Disposições Gerais

Art. 32. Havendo prova ou indício fundado de que a mercadoria se encontre em residência
particular ou em dependência de estabelecimento comercial, industrial, profissional ou
qualquer outra, utilizada como moradia, tomadas as necessárias cautelas para evitar sua
remoção clandestina, serão promovidas a busca e a apreensão judicial, se o morador ou
detentor, intimado na forma da lei, recusar-se a fazer a respectiva entrega.
Art. 33. O funcionário fiscal, no âmbito da respectiva competência, poderá determinar o
descarregamento de qualquer veículo sempre que houver indício de nele se encontrar
mercadoria em situação irregular.
Art. 34. Sempre que não for possível efetuar a remoção da mercadoria apreendida, tomadas as
necessárias cautelas, poderá a autoridade fazendária constituir o próprio infrator ou terceiro
como depositário fiel da mercadoria apreendida, mediante termo de depósito.
Parágrafo único. A mercadoria apreendida que estiver depositada ou em poder de contribuinte
ou de terceiro que vier a falir não será arrecadada na massa, mas removida para outro local,
consoante providências adotadas pelo órgão encarregado das execuções fiscais do Estado.
Art. 35. Havendo indício de situação irregular de mercadoria que deva ser expedida ou
desembaraçada em estação de empresa rodoviária, ferroviária, fluvial, marítima ou aérea,
serão tomadas as medidas necessárias à sua retenção.
Parágrafo único. Na hipótese de mercadoria retida nos termos do "caput", observar-se-á: (Lei nº
13.628/2008)

I – o sujeito passivo da obrigação tributária será intimado a comparecer à repartição


fazendária para sanar a irregularidade relativa à mercadoria retida, mediante edital, no
prazo de 30 (trinta) dias contados da respectiva publicação; (Lei nº 13.628/2008)
II - não atendido o disposto no inciso I, a referida mercadoria será considerada abandonada
e a repartição fazendária providenciará a correspondente alienação, nos seguintes termos:
(Lei nº 13.628/2008)

a) o montante relativo às respectivas obrigações tributárias e demais encargos legais será


deduzido do valor arrecadado; (Lei nº 13.628/2008)
b) o saldo remanescente, se houver, ficará à disposição do sujeito passivo para
devolução, nos termos do art. 49, I; (Lei nº 13.628/2008)
III - na hipótese do inciso II, relativamente à mercadoria falsificada, adulterada ou
deteriorada, será aplicada a norma do § 3º do art. 36. (Lei nº 13.628/2008)

SUBSEÇÃO II
Da Liberação da Mercadoria

Art. 36. A mercadoria apreendida será liberada, de acordo com a hipótese, após:
I - o pagamento do tributo e penalidade;
II - o cumprimento da obrigação acessória;
III - o pagamento dos acréscimos legais cabíveis, inclusive correção monetária;
IV - a decisão administrativamente irreformável favorável ao sujeito passivo.
§ 1º Na hipótese deste artigo, considerar-se-á extinto o competente processo.
§ 2º A mercadoria que, depois da decisão definitiva do processo, não for retirada, dentro do
prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da intimação do último despacho, considerar-se-
á abandonada e será vendida em leilão, recolhendo-se o produto deste aos cofres públicos,
ou utilizada na forma prevista no § 4º do artigo 38.
§ 3º A mercadoria falsificada, adulterada ou deteriorada será inutilizada ou destruída, lavrando-
se o competente termo, cuja cópia será encaminhada à Procuradoria Geral do Estado, para
os fins de direito.
§ 4º Ficará retido o que for necessário ao esclarecimento do processo.

SUBSEÇÃO III
Da Liberação da Mercadoria antes da Extinção do Processo

Art. 37. A mercadoria apreendida, obedecido o disposto no § 4º, do artigo anterior, será
liberada antes da extinção do correspondente processo quando atendida uma das seguintes
exigências:
I - forem sanadas as irregularidades que tenham motivado sua apreensão, mediante
requerimento da parte;
II - for efetuado depósito, no órgão arrecadador autorizado ou credenciado pelo Estado,
equivalente ao somatório do valor do imposto e do máximo da multa aplicável e dos
acréscimos legais cabíveis, inclusive atualização monetária;
III - for prestada fiança idônea, a critério da repartição fazendária competente, que dê
cobertura ao somatório dos valores de que trata o inciso anterior;
IV - for apresentado depositário fiel, que poderá ser o infrator ou terceiro, a critério da
repartição fazendária.
§ 1º Aplica-se às quantias depositadas o disposto no “caput”, do artigo 50.
§ 2º Na hipótese de o sujeito passivo da obrigação tributária não efetuar ou iniciar o pagamento
ou não apresentar defesa dentro do prazo legal, serão obedecidas as seguintes normas:
I - a repartição fazendária providenciará edital para o sujeito passivo, em prazo
determinado, retirar as mercadorias apreendidas mediante a adoção das providências
previstas no artigo 36;
II - não atendido o disposto no inciso I, a repartição fazendária providenciará a alienação
das mercadorias na forma prevista nesta Seção.
Art. 38. Tratando-se de mercadoria de fácil deterioração, a apreensão poderá ser dispensada,
consignando-se, minuciosamente, no termo de entrega, com a assinatura do interessado, o
estado da mercadoria e as infrações determinantes da apreensão.
§ 1º Uma vez apreendida mercadoria de fácil deterioração e mediante o atendimento de uma
das condições do artigo anterior, a repartição intimará o interessado a retirá-la, no prazo que
fixar, observado o disposto neste artigo, não se responsabilizando o Estado por eventuais
danos e perdas que venham a ocorrer em face da inobservância do mencionado prazo.
§ 2º Desatendida a intimação de que trata o parágrafo anterior, será a mercadoria
imediatamente arrolada para leilão, procedendo-se, posteriormente, ao julgamento do
processo, se for o caso, sendo conservadas em depósito as importâncias arrecadadas, até
a decisão final.
§ 3º O leilão de que trata o parágrafo anterior será efetuado por leiloeiro, nos termos da lei.
§ 4º Na hipótese do § 2º, a repartição fazendária competente, de acordo com decreto do Poder
Executivo, poderá determinar a utilização, no serviço público, dos bens mencionados neste
artigo, bem como a sua doação a entidades de assistência social, entidades da
Administração Indireta ou, ainda, a fundações instituídas ou mantidas pelo Estado.
§ 5º A doação de que trata o parágrafo anterior será efetuada mediante contrato e será
autorizada por ato da autoridade fazendária competente, nos termos de decreto do Poder
Executivo.
Art. 39. O disposto nos artigos 36, 37 e 38 aplica-se, no que couber, às hipóteses de que
tratam os incisos II e III do artigo 31.

SEÇÃO IV
Do Auto de Infração

Art. 40. Observado o disposto no artigo 29, o Auto de Infração será lavrado para apuração das
infrações à legislação tributária estadual, não objeto de Auto de Apreensão.
§ 1º É vedada a lavratura de Auto de Infração, observado o disposto neste artigo: (Lei nº
11.903/2000)

I - na primeira fiscalização, procedida dentro do prazo de 6 (seis) meses após a inscrição


inicial no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco - CACEPE, de
estabelecimento pertencente a contribuinte do Imposto sobre Operações relativas à
Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual
e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS; (Lei nº 11.903/2000)
II . até 30 de junho de 2009, quando, transcorrido o prazo previsto no inciso I, o funcionário
fiscal, mediante designação específica, realize diligência que tenha o objetivo exclusivo
de monitorização, acompanhamento e orientação ao contribuinte. (Lei nº 13.829/2009)
Vejamais[mfbsc1]

§ 2º Se, em posteriores verificações, for apurada infração, cuja prática date de período anterior
à primeira fiscalização, realizada no prazo de 6 (seis) meses referido no § 1º, I, que não
tenha sido detectada na referida fiscalização, proceder-se-á na forma do mencionado
parágrafo. (Lei nº 11.903/2000)
§ 3º Nas hipóteses a que se referem os parágrafos anteriores, o funcionário fiscal, mediante
termo lavrado em livro fiscal próprio, orientará o contribuinte, indicará as infrações apuradas
e intimará o mesmo a regularizar a situação no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data
do respectivo termo, sob pena de autuação. (Lei nº 11.903/2000)
§ 4º Na hipótese do § 1º, I, não se aplica o disposto nos parágrafos anteriores, quando, ao
apurar-se a infração cometida, ficar constatado: (Lei nº 11.903/2000)
I - falta de renovação de inscrição no CACEPE;
II - emissão de Nota Fiscal em nome de contribuinte não legalizado, inexistente ou de quem
não seja o real adquirente da mercadoria;
III - sonegação de documentos necessários à fixação do valor estimado do imposto, quando
se tratar de contribuinte sujeito ao regime de estimativa;
IV - emissão de Nota Fiscal que não corresponda a operação ou prestação tributadas ou
não, utilizada em proveito próprio ou alheio para a produção de efeitos fiscais;
V - utilização de crédito fiscal inexistente;
VI - ocultação de entradas ou saídas de mercadorias ou de seu preço real;
VII - não recolhimento no prazo legal de imposto devido como contribuinte-substituto;
VIII - recusa do contribuinte para apresentação de livros fiscais ou qualquer outra forma de
embaraço à ação fiscal;
IX - adulteração, rasura não ressalvada expressamente ou qualquer outro meio fraudulento
de falsificação de livros ou documentos fiscais que resultem ou possam resultar em falta
de recolhimento de imposto;
X - mercadoria desacompanhada de Nota Fiscal ou encontrada em local distinto do
especificado no documento;
XI - contribuinte que possua outro estabelecimento neste Estado e que não esteja sujeito às
normas estabelecidas nesta Seção;
XII - infração prevista em legislação específica como crime em matéria tributária.
.§ 5º A partir de 01 de julho de 2009, relativamente ao Auto de Infração lavrado em decorrência
de diligência que tenha o objetivo exclusivo de monitorização, acompanhamento e
orientação ao contribuinte, a multa aplicada, excetuada a multa regulamentar, será
reduzida a 15% (quinze por cento) do valor do ICMS, desde que o pagamento integral do
débito ocorra no prazo de defesa. (Lei nº 13.829/2009)

SEÇÃO V
Da Impugnação pelo Sujeito Passivo

Art. 41. É assegurado, ao sujeito passivo, o direito de impugnação, sendo-lhe permitido, em se


tratando de procedimento de ofício, recolher os tributos, multas e demais acréscimos legais
referentes a algumas das infrações capituladas no procedimento, apresentando suas
razões, apenas, quanto à parte não reconhecida.
§1º Para fim deste artigo, considera-se impugnação: (Lei nº 11.903/2000)
I – defesa dirigida a uma das Turmas Julgadoras do TATE, impugnando lançamentos de
ofício relativos à obrigação tributária, principal ou acessória; (Lei nº 12.970/2005)
a) REVOGADO (Lei nº 12.970/2005)
b) REVOGADO (Lei nº 12.970/2005)
II - recurso, ao Tribunal Pleno do TATE, impugnando: (Lei nº 11.903/2000)
a) acórdão de Turma Julgadora do TATE nas hipóteses previstas nesta Lei; (Lei nº
11.903/2000)

b) despachos da DRT indeferindo pedido de restituição; (Lei nº 11.903/2000)


III – REVOGADO. (Lei nº 11.289/95 - EFEITOS A PARTIR DE 23.12.95)
IV – REVOGADO (Lei nº 12.970/2005)
a) REVOGADO (Lei nº 12.970/2005)

b) REVOGADO. (Lei n° 12.149/2001)


V – pedido de revisão de Notificação de Débito ou de Notificação de Débito sem
Penalidade, dirigido à unidade fazendária que as tenha emitido e que decidirá em
instância única. (Lei nº 12.970/2005)
§ 2º A impugnação de que trata esta Seção será apresentada em repartição fazendária do
Estado, formulada pelo autuado ou seu representante legal ou procurador legalmente
habilitado e dirigida à autoridade julgadora competente.
§ 3º Na hipótese de apresentação da impugnação em repartição diversa da indicada no
parágrafo anterior, a repartição que a receber deverá enviá-la, no prazo de 02 (dois) dias, à
repartição competente.
§ 4º Os aditamentos de impugnação, inclusive pedidos de perícia ou diligência, somente serão
conhecidos se interpostos dentro do prazo previsto no inciso II, “a”, do artigo 14, desde que
protocolizados na repartição fazendária antes da publicação das decisões do órgão julgador
tributário. (Lei nº 10.845/92)
§ 5º REVOGADO (Lei nº 11.903/2000) Vejamais

§ 6º - Na hipótese de constatação, pelo Fisco, de não-localização do contribuinte, quando a ele


houver sido dado, mediante publicação de edital, prazo específico para sanar irregularidade
e esgotando-se o mencionado prazo sem que o saneamento ocorra, serão adotadas as
seguintes providências relativamente aos processos referentes ao contribuinte, que
estiverem em tramitação no TATE: (Lei nº 11.903/2000)
I - será publicado edital estabelecendo o prazo de 30(trinta) dias, contados da respectiva
publicação, para que o contribuinte regularize a sua situação; (Lei nº 11.903/2000)
II - esgotado o prazo previsto no inciso anterior sem que o contribuinte promova a respectiva
regularização, os processos ali referidos serão encerrados, sem julgamento do feito; (Lei
nº 11.903/2000)

III – os débitos decorrentes dos processos mencionados no inciso anterior serão inscritos
em Dívida Ativa. (Lei nº 11.903/2000))
§ 7º REVOGADO. (Lei n° 13.628/2008)

Art. 42. Ao sujeito passivo que reconhecer, total ou parcialmente, a procedência da medida
fiscal e efetuar ou iniciar o recolhimento do crédito tributário será concedida redução do
valor da multa incidente sobre a infração reconhecida, nos seguintes percentuais: (Lei n°
12.149/2001)

I - no período de 28 de novembro de 1991 a 31 de dezembro de 1997, quando o


recolhimento ou início dele ocorrer nas circunstâncias respectivamente indicadas: (Lei n°
12.149/2001)

a) 50% (cinqüenta por cento): no prazo de defesa; (Lei n° 12.149/2001)


b) 30% (trinta por cento): após o transcurso do prazo de defesa, na hipótese de
desistência da defesa interposta;. (Lei n° 12.149/2001)
c) 25% (vinte e cinco por cento): no prazo para interposição de recurso para a Turma; (Lei
n° 12.149/2001).

d) 20% (vinte por cento): após o transcurso do prazo de recurso para a Turma, na
hipótese de desistência do recurso interposto; (Lei n° 12.149/2001)
e) 15% (quinze por cento): no prazo de recurso de acórdão de Turma para o Tribunal
Pleno; (Lei n° 12.149/2001)
f) 10% (dez por cento): após o transcurso do prazo de recurso para o plenário, na
hipótese de desistência do recurso interposto; (Lei n° 12.149/2001)
II – no período de 01 de janeiro de 1998 a 22 de dezembro de 2000: conforme previsto no
Anexo Único da Lei nº 11.514, de 29 de dezembro de 1997; (Lei n° 12.149/2001)
III – a partir de 23 de dezembro de 2000: conforme previsto no Anexo Único desta Lei. (Lei nº
13.628/2008) Vejamais[mfbsc3]

IV – REVOGADO. (Lei n° 11.903/2000)


V – REVOGADO. (Lei n° 11.903/2000)
VI – REVOGADO. (Lei n° 11.903/2000)
§ 1º Relativamente aos juros de mora: (Lei n° 12.149/2001)
I – ficam dispensados: (Lei n° 12.149/2001)
a) no período de 28 de novembro de 1991 a 29 de dezembro de 1992, se o
recolhimento, ocorrendo com redução de multa, nos prazos e nos percentuais
previstos no inciso I do "caput", for efetuado de uma só vez;. (Lei n° 12.149/2001)
b) no período de 30 de dezembro de 1992 a 19 de julho de 1993, na hipótese de redução
de multa em 50% (cinqüenta por cento), conforme prevista no inciso I, "a", do "caput",
se o recolhimento for efetuado de uma só vez;. (Lei n° 12.149/2001)
c) no período de 20 de julho de 1993 a 31 de dezembro de 1997, se o recolhimento for
efetuado de uma só vez, independentemente de se tratar de recolhimento
espontâneo, de processo referente a confissão, notificação ou processo
administrativo-tributário de ofício; (Lei n° 12.149/2001)
d) no período de 01 de janeiro de 1998 a 31 de janeiro de 2000, se o recolhimento for
efetuado de uma só vez; (Lei n° 12.149/2001)
e) no período de 23 de dezembro de 2000 a 31 de dezembro de 2001, na hipótese de
redução de multa, conforme prevista pelo inciso I do Anexo Único da Lei nº 11.903,
de 22 de dezembro de 2001, se o recolhimento for efetuado de uma só vez; (Lei n°
12.149/2001)

II – ficam reduzidos: (Lei n° 12.149/2001)


a) no período de 01de março de 1998 a 31 de janeiro de 2000, em função do número de
meses em que o débito for parcelado, nos seguintes termos: (Lei n° 12.149/2001.

Número de meses do Redução


parcelamento dos juros (%)
1. de 2 a 5 70;
2. de 6 a 10 50;
3. de 11 a 20 30;
4. a partir de 21 ---;
b) no período de 01 de dezembro de 1999 a 31 de janeiro de 2000, na forma prevista na
Lei Complementar nº 26, de 26 de novembro de 1999, cumulativamente com a
redução prevista na alínea anterior, quando o fato gerador tenha ocorrido até 31 de
dezembro de 1998;. (Lei n° 12.149/2001)
c) na hipótese de pagamento integral à vista: (Lei n° 12.149/2001)
1. no período de 01 de fevereiro de 2000 a 22 de dezembro de 2000, no percentual de
50% (cinqüenta por cento) incidente sobre o montante da diferença entre a variação
acumulada da taxa SELIC, aplicada sobre o valor do mencionado crédito, e da
UFIR, aplicada sobre a mesma base, calculada a referida variação no período
compreendido entre o vencimento do débito e a data do recolhimento ; (Lei n°
12.149/2001)

2. a partir de 01 de janeiro de 2002, no percentual de 50% (cinqüenta por cento). (Lei n°


12.149/2001)

§ 2º O reconhecimento total ou parcial da infração, bem como o pedido de parcelamento do


crédito tributário importarão na renúncia ou desistência em relação ao direito de
impugnação, implicando na terminação do processo de julgamento quanto a matéria
reconhecida, ressalvado o direito de ser requerida a restituição, em processo específico, de
quantias indevidamente pagas a título de tributo ou multas.
§ 3º O pedido de restituição de que trata o parágrafo anterior não tem efeito suspensivo
relativamente ao pagamento das prestações vincendas do crédito tributário parcelado.
§ 4º Implica em reconhecimento do crédito tributário e na respectiva terminação do processo de
julgamento:
I - desistência ou renúncia em relação ao direito de impugnação;
II - pedido de parcelamento do crédito tributário;
III - pagamento total ou parcial do crédito tributário;
IV - qualquer ato do contribuinte que implique na extinção legal do crédito tributário.
§ 5º Antes do julgamento da parte impugnada, os autos serão encaminhados à unidade
fazendária competente, para cobrança do valor referente à parte não-impugnada. (Lei nº
12.526/2003)

§ 6º Na hipótese do parágrafo anterior, feitas as anotações, o processo voltará a julgamento.


§ 7º A decisão final do pedido de restituição de que trata o § 2º produzirá efeitos jurídicos
relativamente às prestações vencidas e vincendas. (Lei nº 11.289/95)
§ 8º A decisão final que implicar em indeferimento de restituição de que trata o § 2º importará
na perda do direito às reduções de multas. (Lei nº 11.289/95)
§ 9º A redução de multa prevista nos incisos II e III do Anexo Único desta Lei aplica-se à
hipótese de pagamento, à vista ou parcelado, decorrente de Notificação de Débito. (Lei n°
12.149/2001)

§ 10 Fica facultado ao Poder Executivo, mediante decreto, estabelecer hipóteses em que a


redução prevista no "caput" não se aplicará. (Lei nº 12.526/2003)
Art. 43. Esgotado o prazo e não apresentada impugnação, ou não iniciado o recolhimento do
crédito tributário exigido, encaminhar-se-á o processo, dentro de 10 (dez) dias, à autoridade
competente, para ser inscrito o débito em dívida ativa, independentemente da natureza da
infração nele indicada.

SEÇÃO VI
Da Informação Fiscal em Processo Administrativo-Tributário de Ofício
(LEI Nº 11.903/2000)

Art. 44. Apresentada, tempestivamente, a defesa, deverá cópia da mesma ser encaminhada
para informação fiscal. (Lei nº 11.289/95)
§ 1º REVOGADO (Lei nº 12.526/2003)
§ 2º A unidade da Secretaria da Fazenda responsável pelo arquivo dos processos fiscais
encaminhará cópia da defesa, com comprovação do respectivo recebimento, para o
funcionário fiscal autuante ou outro indicado pela autoridade competente como responsável
pela informação, que deverá ser prestada no prazo de 15 (quinze) dias, contado do
recebimento do mencionado comprovante. (Lei nº 12.526/2003)
§ 3º Decorrido o prazo previsto no parágrafo anterior, o processo seguirá seu trâmite normal,
ainda que a informação fiscal não tenha sido prestada. (Lei nº 10.854/92)
§ 4º No prazo previsto para a informação fiscal, o funcionário poderá solicitar prorrogação, por
idêntico período e uma única vez, à autoridade a que estiver subordinado, nos termos do §
9º do art. 15. (Lei nº 12.526/2003)
§ 5º Na hipótese de apresentação de provas e argumentos novos pelo sujeito passivo quando
da impugnação, deverá ser encaminhada para nova informação fiscal, antes do julgamento
do processo, cópia das razões, observado o disposto nos parágrafos anteriores. (Lei nº
10.854/92)

§ 6º Verificada a intempestividade na apresentação da defesa, o processo será remetido para o


CATE, ficando, nesta hipótese, dispensada a informação fiscal prevista neste artigo. (Lei nº
12.526/2003)

§ 7º - Na hipótese do parágrafo anterior, ocorrendo a concessão de prorrogação ou reabertura


de prazo, pela autoridade julgadora, conforme previstas no artigo 15, o processo deverá ser
encaminhado para a respectiva informação fiscal. (Lei n° 11.903/2000)

CAPÍTULO VI
Do Processo Administrativo-Tributário Voluntário
(Lei n° 11.903/2000)

SEÇÃO I
Do Pedido de Restituição

SUBSEÇÃO I
Do Direito de Pedir

Art. 45. O sujeito passivo tem direito, independentemente de prévio protesto, à restituição de
quantias pagas indevidamente a este Estado, a título de tributo, multa e seus acessórios,
seja qual for a modalidade de seu pagamento, nos seguintes casos:
I - cobrança ou pagamento espontâneo de quantia indevida ou maior do que a devida em
face da legislação tributária aplicável ou de natureza ou circunstância do fato gerador
efetivamente ocorrido;
II - erro na identificação do sujeito passivo, na determinação da alíquota aplicável, no
cálculo do montante do débito ou na elaboração ou conferência de qualquer documento
relativo ao imposto;
III - reforma, anulação, revogação ou rescisão de decisão condenatória;
IV - quando não se efetivar o ato ou contrato sobre que se tiver pago o imposto;
V - quando for declarada, por decisão judicial passada em julgado, a nulidade do ato ou
contrato sobre que se tiver pago o imposto;
VI - quando for posteriormente reconhecida a imunidade, a não-incidência ou a isenção;
VII - quando ocorrer erro de fato.
§ 1º O pedido de restituição será apresentado em qualquer repartição fazendária estadual.
§ 2º A restituição do tributo na forma desta subseção fica subordinada à prova, pelo
contribuinte, de que o respectivo valor não foi recebido de terceiro, observando-se:
I - o terceiro que faça prova de haver pago o tributo ao contribuinte, nos termos deste
parágrafo, sub-roga-se no direito daquele à respectiva restituição;
II - ressalvado o disposto no inciso anterior, considera-se parte ilegítima, para o fim de
requerer restituição, a pessoa cujo nome não coincida com o daquela que tenha
recolhido o imposto em causa, salvo nos casos de sucessão ou quando a mesma estiver
devidamente habilitada por procuração para esse fim ou, ainda, quando for seu
representante legal.

SUBSEÇÃO II
Da Extinção do Direito de Pedir

Art. 46. O direto de pleitear a restituição extingue-se com o decurso do prazo de 05 (cinco)
anos, contados, conforme o caso:
I - da data do recolhimento da quantia paga indevidamente;
II - da data em que se tornar definitiva a decisão administrativa ou passar em julgado a
decisão judicial que reforme ou anule a decisão condenatória.

SUBSEÇÃO III
Da Competência para Conceder Restituição

Art. 47. A concessão de restituição de tributos compete: (Lei nº 12.970/2005)


I – às Turmas Julgadoras, na hipótese em que o pedido de restituição refira-se à terminação
de processo de julgamento de medida fiscal, nos termos do § 2º do art. 42; (Lei nº
12.970/2005)

II – à unidade da Secretaria da Fazenda responsável pelo atendimento ao contribuinte, nas


demais hipóteses, observando o disposto no art. 83, II, "b". (Lei nº 12.970/2005)
§ 1º As quantias relativas ao ICMS, até 1.000 (mil) ufirs, recolhidas indevidamente, poderão ser
restituídas de forma automática, a critério do titular da repetição do indébito, mediante
escrituração do respectivo valor, como crédito fiscal, sob condição resolutória de posterior
homologação, desde que: (Lei nº 11.903/2000)
I - o contribuinte beneficiário comunique previamente o fato à repartição fazendária; (Lei nº
10.763/92)

II - o recolhimento indevido decorra de lançamento ou transposição a maior de valor do


ICMS, nas condições definidas em decreto do Poder Executivo. (Lei nº 11.903/2000)
§ 2º Para fim do disposto no parágrafo anterior, é vedada a divisão de um mesmo valor em
parcelas. (Lei nº 10.763/92)
§ 3º A utilização de crédito fiscal em desacordo com este artigo implica no seu recolhimento
com os acréscimos legais cabíveis à hipótese. (Lei nº 10.763/92)
§ 4º Na hipótese de indeferimento do pedido de restituição, cabe ao requerente o direito de
impugnação previsto no art. 41. (Lei nº 12.526/2003)

SUBSEÇÃO IV
Da Instrução do Pedido

Art. 48. O Pedido de Restituição será instruído, conforme o caso, com qualquer dos seguintes
documentos:
I - originais dos comprovantes do pagamento efetuado, conferidos pela repartição
fazendária, ou, na sua falta:
a) certidão em que conste o fim a que se destina, passada à vista do documento
existente na repartição competente;
b) certidão lavrada por serventuário público em cujo cartório estiver arquivado o
documento;
c) pública forma ou reprodução mecânica do respectivo documento, esta última conferida
pela repartição onde se encontrarem arquivadas outras vias;
II - cópias das folhas dos livros e dos documentos fiscais relativos ao objeto do pedido.
Parágrafo único. Relativamente aos documentos previstos para instrução do Pedido de
Restituição: (Lei nº 13.358/2007)
I – na hipótese de substituição tributária, os documentos mencionados no inciso I do "caput"
poderão ser substituídos pela Nota Fiscal ou documento equivalente; (Lei nº 13.358/2007)
II – na hipótese de o pedido corresponder a valor inferior a R$ 10.000,00 (dez mil reais), que
tenha sido recolhido a título do ICMS, sem computar atualização monetária ou qualquer
outro acréscimo, de responsabilidade direta do requerente, estando este obrigado a
escriturar os livros fiscais por meio de sistema eletrônico de processamento de dados,
conforme o Sistema de Escrituração Fiscal - SEF, ficam dispensados os documentos
mencionados no "caput", comprovando-se os dados neles contidos mediante consulta
aos arquivos do referido SEF. (Lei nº 13.358/2007)
Art. 49. A restituição será efetuada nas formas a seguir indicadas: (Lei nº 12.686/2004)
I – quando se tratar do ICMS e respectivas penalidades pecuniárias, esgotando-se
sucessivamente cada hipótese: (Lei nº 12.686/2004)
a) mediante compensação, quando o contribuinte a quem deva ser restituída a quantia
reclamada tiver débito definitivamente constituído, observando-se, quanto ao saldo,
se houver, as demais formas previstas neste artigo; (Lei nº 12.686/2004)
b) mediante utilização do correspondente valor sob a forma de crédito a ser lançado na
escrita fiscal; (Lei nº 12.686/2004)
c) em dinheiro, sempre que comprovada a impossibilidade de utilização do
correspondente valor sob as formas previstas nas alíneas "a" e "b";(Lei nº 12.686/2004)
II – Na hipótese do inciso I, mediante compensação do correspondente valor com o
montante do imposto não-constituído definitivamente, conforme o disposto em decreto
do Poder Executivo, por opção do contribuinte, em substituição às formas previstas nas
alíneas "b" e "c"; (Lei nº 12.686/2004)
III - quando se tratar dos demais tributos e respectivas penalidades pecuniárias, em
dinheiro. (Lei nº 12.686/2004)
§ 1º REVOGADO(Lei nº 12.686/2004)
§ 2º REVOGADO(Lei nº 12.686/2004)
§ 3º REVOGADO (Lei nº 12.686/2004)
§ 4º REVOGADO(Lei nº 12.686/2004)
§ 5º Na hipótese de a restituição referir-se a quantia que tenha sido recolhida a título do ICMS,
observar-se-á o seguinte: (Lei nº 12.686/2004)
I – o deferimento do pedido decorrente de decisão transitada em julgado, na esfera
administrativa ou judicial, ou de despacho proferido pela unidade da Secretaria da
Fazenda responsável pelo atendimento ao contribuinte, na forma do "caput" do art. 47,
implica a autorização para lançamento imediato do crédito; (Lei nº 12.686/2004)
II – caso a restituição seja deferida quando o contribuinte já não mantenha o
estabelecimento em cujo nome tenha sido formulado o pedido, o valor poderá ser
transferido mediante deferimento do responsável pela unidade da Secretaria da Fazenda
referida no inciso I: (Lei nº 12.686/2004)
a) a outro estabelecimento do mesmo titular; (Lei nº 12.686/2004)
b) ao sucessor, nas hipóteses do art. 132 do Código Tributário Nacional. (Lei nº 12.686/2004)

SUBSEÇÃO V
Da Correção Monetária e dos Juros

Art. 50. Relativamente às quantias restituídas, na forma prevista nesta Seção: (Lei nº 12.970/2005)
I - até 31 de janeiro de 2000, serão corrigidas de acordo com os mesmos índices exigidos
para atualização dos tributos e a respectiva aplicação dos juros não-capitalizáveis
ocorrerá a partir da data em que transitar em julgado a decisão definitiva que determinar
a restituição, observado o disposto nos artigos 86 a 90; (Lei nº 12.970/2005)
II – a partir de 01 de fevereiro de 2000, estarão sujeitas à aplicação da taxa referencial do
Sistema Especial de Liquidação e Custódia – SELIC, fixada para os títulos federais, nela
computada a respectiva atualização. (Lei nº 12.970/2005)
Parágrafo único. A atualização das quantias restituídas e a respectiva aplicação dos juros,
conforme previstas no "caput", são atribuições do órgão fazendário que reconheça
definitivamente o direito do contribuinte à restituição. (Lei nº 12.970/2005)

SUBSEÇÃO VI
Da Vedação da Restituição

Art. 51. Na hipótese de pagamento efetuado voluntariamente pelo contribuinte, não lhe serão
restituídas as quantias correspondentes às taxas, cujos respectivos serviços tenham sido
efetivamente prestados.
Parágrafo único. A restituição será integral quando decorrer de erro dos funcionários
incumbidos da cobrança, ficando estes obrigados a restituir, à Fazenda, o valor das taxas
recolhidas, cujos serviços tenham sido efetivamente prestados.
Art. 52. A decisão administrativa deferindo pedido de restituição relativamente a débito
tributário parcelado somente desobrigará o requerente, quanto às parcelas vincendas, após
transitada em julgado a referida decisão na esfera administrativa.

SUBSEÇÃO VII
Da Prescrição da Ação Anulatória

Art. 53. Prescreve em 02 (dois) anos a ação anulatória da decisão administrativa que denegar
a restituição.
Parágrafo único. O prazo de prescrição é interrompido pelo início da ação judicial,
recomeçando o seu curso por metade a partir da data da intimação, validamente feita ao
representante judicial da Fazenda Estadual.

SUBSEÇÃO VIII
Do Controle Administrativo

Art. 54. Após o trânsito em julgado do deferimento do Pedido de Restituição, será o processo
encaminhado à repartição competente para as devidas anotações.

SEÇÃO II
Do Pedido de Revisão de Reavaliação de Bens

Art. 55. O contribuinte poderá contestar, junto ao Tribunal Pleno, o valor da base de cálculo do
Imposto sobre Transmissão "Causa Mortis" e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos – ICD,
estabelecido em segunda avaliação, nos termos da legislação em vigor, apresentando
defesa, que deverá ser fundamentada em laudo técnico que instruirá o processo, podendo o
Poder Executivo, mediante decreto, disciplinar a matéria, inclusive quanto a hipóteses em
que será exigida a apresentação de mais de 01 (um) laudo. (Lei nº 12.526/2003)
I - REVOGADO. (Lei n° 11.903/2000)
II - REVOGADO. (Lei n° 11.903/2000)
§ 1º Fica assegurado ao sujeito passivo depositar o valor contestado, observado o disposto no
caput, do artigo 50. (Lei nº 11.903/2000)
§ 2º O prazo para a apresentação da defesa será contado a partir da data da ciência do
despacho denegatório do pedido da segunda avaliação.
§ 3º Aplica-se, no que couber, aos pedidos de revisão de reavaliação, o disposto nesta lei.
§ 4º REVOGADO. (Lei n° 11.903/2000)

SEÇÃO III
Da Consulta

SUBSEÇÃO I
Das Condições Gerais

Art. 56. É assegurado ao sujeito passivo da obrigação tributária o direito de consulta sobre a
interpretação e a aplicação da legislação relativa aos tributos estaduais.
§ 1º As entidades representativas de atividades econômicas ou de profissionais, legalmente
constituídas, também poderão formular consulta em seu nome sobre matéria de interesse
da categoria que representem.
§ 2º A consulta será assinada pelo sujeito passivo da obrigação tributária, seu representante
legal ou procurador habilitado.
§ 3º A consulta deverá referir-se a uma só matéria, indicando-se o caso concreto objeto de
dúvida, admitindo-se a acumulação, em uma mesma petição, apenas quando se tratar de
questões conexas, sob pena de arquivamento “in limine” por inépcia da inicial.
Art. 57. A consulta deverá ser formulada com clareza, precisão e concisão, em petição dirigida
ao Tribunal Pleno do TATE, assinada nos termos do § 2º do artigo anterior, e apresentada
em qualquer repartição fazendária estadual.
§ 1º A consulta que não atender ao disposto no “caput” ou apresentada com a evidente
finalidade de retardar o cumprimento da obrigação tributária será liminarmente arquivada.
§ 2º O consulente poderá, a seu critério, expor a interpretação que der aos dispositivos da
legislação tributária aplicáveis à matéria consultada.
Art. 58. Compete, privativamente, ao Tribunal Pleno responder às consultas.
Art. 59. A consulta será respondida no prazo de 60 (sessenta) dias, contados da data da
correspondente distribuição, ao respectivo relator, que deverá, na primeira sessão do Pleno,
subseqüente à mencionada distribuição, submeter a este o acolhimento ou não-acolhimento
da consulta, independentemente da inclusão do processo na pauta de julgamento. (Lei n°
12.149/2001).

Parágrafo único. Para os efeitos desta Lei, a consulta somente será considerada como tal a
partir da data da publicação do extrato da decisão contendo o respectivo acolhimento, que
deverá ocorrer no prazo de 3 (três) dias úteis contados da data da mencionada decisão. (Lei
n° 12.149/2001).

SUBSEÇÃO II
Dos Efeitos da Consulta

Art. 60. Decidindo o Tribunal Pleno pelo acolhimento, nos termos do artigo anterior, a consulta
produzirá os seguintes efeitos, a partir da data da protocolização do processo na Secretaria
da Fazenda: (Lei n° 11.903/2000)
I - suspende o curso do prazo para cumprimento de obrigação tributária, em relação ao caso
sobre o qual se pede a interpretação da legislação tributária aplicável;
II - impede, até o término do prazo legal para que o consulente adote a orientação contida
na resposta, o início de qualquer procedimento fiscal destinado à apuração de fato
relacionado com a matéria consultada;
III - impede, antes da resposta, o aproveitamento do crédito fiscal objeto da consulta.
§ 1º A suspensão do prazo a que se refere o inciso I não produz efeitos relativamente ao
imposto devido sobre as demais operações ou prestações realizadas não objeto da
consulta.
§ 2º Não se operam os efeitos do acolhimento da consulta quando esta for apresentada por
entidade, na forma do §1º do artigo 56. (Lei n° 11.903/2000)
I – REVOGADO. (Lei n° 11.903/2000)
II - REVOGADO. (Lei n° 11.903/2000)
III – REVOGADO. (Lei n° 11.903/2000)
IV – REVOGADO. (Lei n° 11.903/2000)
§ 3º Não será acolhida a consulta formulada nas circunstâncias a seguir indicadas: (Lei nº
12.970/2005)

I – em desacordo com as normas desta Lei; (Lei nº 12.970/2005)


II – com evidente finalidade de retardar o cumprimento da obrigação tributária; (Lei nº
12.970/2005)

III – após o início de processo administrativo-tributário ou procedimento fiscal; (Lei nº


12.970/2005)

IV – versando sobre matéria que tiver sido objeto de resposta proferida em relação ao
consulente ou a qualquer dos seus estabelecimentos; (Lei nº 12.970/2005)
V – alterando a verdade dos fatos; (Lei nº 12.970/2005)
VI – sobre a constitucionalidade ou a legalidade de normas em vigor. (Lei nº 12.970/2005)
§ 4º Quanto ao não-acolhimento da consulta, conforme previsto no § 3º, III, por ter sido
formulada após o início de processo administrativo-tributário ou de procedimento fiscal: (Lei
nº 12.970/2005)

I - ocorrerá apenas em relação à matéria objeto do respectivo processo administrativo-


tributário ou procedimento fiscal, quando específico; (Lei nº 12.970/2005)
II – ocorrerá em relação a todas as matérias compreendidas em determinado período,
quando o respectivo processo administrativo-tributário ou procedimento fiscal
reportarem-se apenas a esse período; (Lei nº 12.970/2005)
III - deixará de ocorrer, relativamente ao procedimento fiscal iniciado, quando vencido o
prazo para encerramento da fiscalização, nos termos do § 7º do art. 26. (Lei nº 12.970/2005)
§ 5º Relativamente ao crédito fiscal objeto da consulta de que trata o inciso III do "caput": (Lei nº
12.970/2005)

I – quando o consulente houver se creditado antes de decidida a consulta, deverá proceder


ao respectivo estorno; (Lei nº 12.970/2005)
II - reconhecido definitivamente pelo órgão julgador, será corrigido monetariamente,
obedecidos os mesmos critérios estabelecidos nos artigos 86 a 89. (Lei nº 12.970/2005)
§ 6º REVOGADO(Lei nº 12.970/2005)
§ 7º REVOGADO (Lei nº 12.970/2005)
Art. 61. A resposta dada pelo Tribunal Pleno aproveita a todos os estabelecimentos situados
neste Estado:
I - pertencentes ao consulente;
II - representados pela entidade de que trata o § 1º, do artigo 56.
§ 1º Para fim do disposto no “caput”, somente se consideram pertencentes ao consulente os
seus estabelecimentos que mantiverem o mesmo nome, denominação ou razão social.
§ 2º A observância, pelo consulente e demais estabelecimentos, como definidos no parágrafo
anterior, da resposta dada à consulta, enquanto prevalecer o entendimento nela
consubstanciado, exime-os de qualquer penalidade e exonera-os do pagamento do imposto
considerado não devido.
Art. 62. A orientação dada ao consulente pelo Tribunal Pleno será modificada:
I - por outra resposta dada ao mesmo consulente;
II - pela legislação tributária superveniente que altere ou revogue normas que tenham
fundamentado a resposta anteriormente prolatada;
III - por súmula do Tribunal Pleno com efeito normativo.
Parágrafo único. Modificada a orientação, esta produzirá efeitos, conforme o caso, a partir:
I - do término do prazo fixado para que o consulente adote a orientação superveniente;
II - da vigência da legislação tributária superveniente;
III - de 30 (trinta) dias, contados da publicação da respectiva súmula.
Art. 63. Decorridos 30 (trinta) dias, contados a partir da publicação do acórdão no Diário Oficial
do Estado, e não tendo o consulente dado cumprimento à obrigação tributária, com os
acréscimos legais, se for o caso, ficará sujeito à instauração do procedimento fiscal-
administrativo cabível.
Parágrafo único. Na hipótese de decisão liminar de arquivamento da consulta, ficará o
consulente sujeito à imediata instauração do procedimento fiscal-administrativo cabível.
Art. 64. Exigir-se-á multa moratória, atualização monetária e juros relativamente ao período
compreendido entre a data do vencimento do prazo de recolhimento e a data do respectivo
pagamento, ainda que a matéria tenha sido objeto de consulta.

CAPÍTULO VII
Dos Órgãos de Julgamento
(Lei n° 12.307/2002)
SEÇÃO I
Das Disposições Gerais

Art. 65. A instrução e o julgamento do processo administrativo-tributário competem, em


primeira instância administrativo-tributária, a uma das Turmas Julgadoras e, em segunda
instância, ao Tribunal Pleno, respeitado o disposto no art. 47, II, relativamente à restituição,
e a competência para aplicação da multa regulamentar, conforme prevista no § 3º do art.
25, ressalvado o que determina o art. 57 com referência à consulta. (Lei nº 12.970/2005)
Parágrafo único - O componente de órgão julgador que tiver ciência, por documento constante
dos autos e a ele trazidos em qualquer fase do processo, que o contribuinte autuado tenha
confessado, no todo ou em parte, o crédito tributário objeto do contraditório deverá, de
ofício, conhecer da matéria, apreciando-a como preliminar do julgamento. (Lei n° 11.903/2000)
Art. 66. O prazo de julgamento suspende-se com a determinação ou deferimento de diligência
ou perícia e nos casos de ausência e impedimento do julgador.
Parágrafo único. O termo inicial da suspensão de que trata o artigo anterior começa a fluir:
I - a partir da data da entrega do processo à repartição competente do Contencioso
Administrativo-Tributário, na hipótese de determinação ou deferimento de diligência ou
perícia;
II - a partir da data do efetivo afastamento das atividades do julgador, na hipótese de sua
ausência ou impedimento.
Art. 67. Se, depois da impugnação do procedimento administrativo-tributário, algum fato
constitutivo, modificativo ou extintivo do direito influir no julgamento do processo, caberá ao
julgador tomá-lo em consideração, de ofício ou a requerimento da parte, no momento de
proferir a decisão.
Art. 68. O sujeito passivo ficará intimado da decisão com a sua publicação no Diário Oficial do
Estado.
Parágrafo único. Quando a decisão se referir a procedimento de ofício e este for julgado
procedente, o sujeito passivo será também intimado, na forma prevista neste artigo, a
recolher, no prazo do § 7º, do artigo 15, o valor da condenação, acrescido da correção
monetária e dos juros de mora, calculados na forma da lei.
Art. 69. Publicada a decisão, ao órgão julgador é vedado alterá-la, exceto para, de ofício, a
requerimento da parte ou da autoridade fazendária competente, corrigir inexatidões ou
retificar erro de cálculo. (Lei n° 11.903/2000)
Parágrafo único. A alteração de que trata o caput será feita pelo Presidente da Turma ou do
TATE, conforme o caso. (Lei n° 11.903/2000)
Art. 70. Publicada a decisão de que trata o artigo anterior, os processos administrativo-
tributários de ofício julgados totalmente procedentes ou procedentes em parte serão
encaminhados à repartição fazendária competente para cobrança e demais providências
cabíveis.
§ 1º Interposto recurso ordinário, a repartição fazendária devolverá ao TATE, juntamente com o
recurso, o respectivo processo. (Lei n° 12.149/2001)
§ 2º Decorrido o prazo de recurso sem que haja ocorrido a sua interposição nem iniciado o
pagamento do débito lançado, a repartição fazendária inscreverá o débito em dívida ativa,
dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contados do encerramento do prazo recursal.
§ 3º Observado o disposto no parágrafo anterior, a repartição fazendária enviará ao TATE os
processos fiscais cuja decisão tenha sido, em parte, objeto de reexame necessário.
§ 4º O processo administrativo-tributário cuja decisão seja apenas objeto de reexame
necessário será encaminhado pela Turma Julgadora, no prazo de 2 (dois) dias, contados da
data da sua decisão, ao Presidente do TATE, na forma disposta em regulamento. (Lei n°
11.903/2000)
SEÇÃO II
Das Turmas Julgadoras
(Lei n° 12.307/2002)

Art. 71. A Turma Julgadora promoverá a instrução e o julgamento do processo administrativo-


tributário, no prazo de 60 (sessenta) dias, contados a partir da data em que receber o feito
em distribuição. (Lei n° 12.307/2002)
Art. 72. As decisões das Turmas Julgadoras serão consubstanciadas em acórdão, de forma
resumida, contendo os seguintes requisitos: (Lei n° 12.307/2002)
I - a identificação do processo e do sujeito passivo ou do requerente e, sendo o caso, do
advogado legalmente habilitado;
II - a fundamentação de fato e de direito como premissas do julgamento;
III - a conclusão, como resultado do julgamento;
IV - a interposição de reexame necessário, quando cabível;
V - o número, a data da decisão e a indicação da Turma Julgadora que a tenha proferido.
(Lei n° 11.903/2000)

SEÇÃO III
Do Plenário
(Lei n° 12.307/2002)

SUBSEÇÃO I
Das Disposições Gerais

Art. 73. O TATE, funcionando em sessão plenária, processará e julgará os recursos e


reexames necessários que lhe forem submetidos, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da
data em que os feitos forem recebidos em distribuição. (Lei n° 12.307/2002)
§ 1º Quando a defesa contiver mais de um fundamento e a Turma Julgadora houver acolhido
um deles, o recurso devolverá também ao Tribunal Pleno o conhecimento dos demais,
observado o disposto no §2º, do artigo 74. (Lei n° 11.903/2000)
§ 2º As decisões do plenário serão consubstanciadas em acórdão cuja publicação no Diário
Oficial do Estado deverá ser resumida, contendo, quando for o caso, os seguintes
requisitos: (Lei n° 12.307/2002)
I - indicação do número do processo originário;
II - identificação do autuado e seu representante legal, se houver;
III - identificação do defendente, na hipótese de ser diverso do autuado;
IV - identificação da decisão recorrida;
V - fundamentação de fato e de direito como premissa de julgamento;
VI - conclusão, como resultado do julgamento;
VII – REVOGADO; (Lei n° 12.307/2002)
VIII - número, data do acórdão e identificação do órgão julgador.

SEÇÃO IV
Do Reexame Necessário e dos Recursos.

SUBSEÇÃO I
Dos Recursos.
Art. 74. São cabíveis os seguintes recursos: (Lei n° 12.149/2001)
I - recurso ordinário; e (Lei n° 12.149/2001)
II - recurso previsto no § 11, III, do art. 4º desta Lei. (Lei n° 12.149/2001)
§ 1º O recurso será protocolizado em repartição fazendária, podendo ser interposto contra toda
a decisão ou parte dela. (Lei n° 12.149/2001).
§ 2º O recurso de parte da decisão implica o reconhecimento da parte não impugnada, que
transitará em julgado, devendo o processo ser enviado à repartição fazendária competente
para a cobrança do respectivo débito. (Lei n° 12.149/2001)
3º Em qualquer hipótese, o recurso devolverá ao órgão competente para o seu julgamento
exclusivamente o conhecimento da matéria impugnada da decisão contra a qual tenha sido
interposto. (Lei n° 12.149/2001)
4º O recurso previsto no inciso II do "caput" visará exclusivamente à declaração, pelo
Secretário da Fazenda, de nulidade da decisão preferida por órgão julgador que tenha por
base a não-aplicação de ato normativo, ainda que sob a alegação de ilegalidade ou
inconstitucionalidade, suprindo assim a omissão do Tribunal Pleno ou do Presidente do
TATE. (Lei n° 12.149/2001)

SUBSEÇÃO II
Do Reexame Necessário

Art. 75. Haverá reexame necessário nos seguintes casos:


I - da decisão não-unânime de Turma Julgadora na hipótese em que: (Lei n° 12.149/2001)
a) seja favorável ao sujeito passivo, quando considerá-lo parcial ou integralmente
desobrigado do pagamento de tributo ou de penalidade pecuniária; (Lei n° 12.149/2001)
b) excluir da ação fiscal qualquer dos autuados; e (Lei n° 12.149/2001)
c) desclassificar a penalidade proposta; (Lei n° 12.149/2001)
II - da decisão que autorizar a restituição de quantias pagas a título de tributo, multa e seus
acessórios. (Lei n° 12.149/2001)
III - REVOGADO. (Lei n° 12.149/2001)
IV - REVOGADO. (Lei n° 12.149/2001)
Parágrafo único. REVOGADO. (Lei n° 12.149/2001)
§ 1º O Poder Executivo poderá estabelecer, mediante decreto, limite de valor para efeito de
não interposição do reexame necessário previsto neste artigo. (Lei n° 12.149/2001)
§ 2º O reexame necessário poderá, nas hipóteses previstas no "caput", abranger toda a
decisão ou parte dela. (Lei n° 12.149/2001)
Art. 76. O reexame necessário será ordenado na própria decisão de primeira instância pelo
JATTE Presidente da Turma Julgadora ou pela autoridade prolatora da decisão, conforme o
caso, sempre mediante expressa declaração no ato em que for proferida a decisão, que
deverá ser remetida para apreciação do Tribunal Pleno do TATE. (Lei n° 12.149/2001)
§ 1º A autoridade que entender ter havido falta da solicitação do reexame necessário
comunicará, por escrito e fundamentadamente, ao Presidente do TATE. (Lei n° 12.149/2001)
§ 2º Ao Presidente do TATE atendendo a comunicação recebida ou por iniciativa própria,
considerando ter havido falta de interposição do reexame necessário, compete avocar a
questão, submetendo-a à apreciação do Tribunal Pleno, que decidirá sobre o cabimento do
mencionado reexame necessário e, caso o admita, o terá como interposto, julgando-o na
forma prevista nesta Lei. (Lei n° 12.149/2001)
§ 3º Nos termos do parágrafo anterior, enquanto não decidido o cabimento ou não do reexame
necessário e, admitido este, enquanto não for ele julgado, a decisão de que for objeto não
produzirá efeito, considerando-se ineficazes os atos praticados antes do pronunciamento do
Tribunal Pleno, decorrentes do processo. (Lei n° 12.149/2001)
§ 4º REVOGADO. (Lei n° 12.149/2001)
§ 5º REVOGADO. (Lei n° 12.149/2001)
Art. 77. O processo administrativo-tributário de ofício em que houver débito que não tenha sido
objeto de reexame necessário, antes de seu encaminhamento ao TATE, será enviado à
repartição fazendária competente para inscrição em dívida ativa da parcela não
questionada, se o contribuinte não der início no pagamento do prazo de lei.

SUBSEÇÃO III
Do Recurso Ordinário.

Art. 78. O recurso ordinário poderá ser, dentro do prazo legal, interposto:
I - pelo sujeito passivo da obrigação tributária, diretamente ou por intermédio de
representante legal, na hipótese de decisão que entenda ter-lhe sido prejudicial; (Lei n°
12.149/2001)

II - pela Fazenda Pública Estadual, por intermédio de Procurador do Estado, com exercício
no TATE. (Lei n° 12.149/2001)
§ 1º Na hipótese prevista no inciso I do "caput", o recurso ordinário somente será admitido se:
(Lei nº 13.358/2007)

I - a decisão recorrida não for unânime; e (Lei n° 12.149/2001)


II - tendo sido a decisão unânime, quando esta divergir de decisão proferida por outra
Turma Julgadora ou pelo Pleno do TATE, cabendo ao recorrente, sob pena de não-
conhecimento do recurso interposto com este fundamento, instruir processo com cópia
das decisões, destacando os trechos que configurem a divergência e mencionando as
circunstâncias que identifiquem ou, pelo menos, assemelhem os casos confrontados. (Lei
n° 12.149/2001)

§ 2º Tendo sido o recurso interposto com fundamento no inciso I do parágrafo anterior, se o


desacordo entre os JATTES da Turma Julgadora for relativo a parte da decisão, o objeto do
recurso restringir-se-á à matéria em que não se tenha verificado a unanimidade. (Lei n°
12.149/2001)

§ 3º O processo administrativo-tributário de ofício decorrente do descumprimento de


obrigações acessórias, por parte do contribuinte, terá a correspondente penalidade
regulamentar aplicada pelo respectivo dirigente das unidades da Secretaria da Fazenda
mencionadas nos incisos I a III do § 5º do art. 4º, nos limites da respectiva competência,
observado o seguinte: (Lei nº 12.526/2003)
I - cabe ao Tribunal Pleno, preliminarmente, decidir sobre o conhecimento ou não do
recurso; e (Lei n° 12.149/2001)
II - não será conhecido quando, em relação à decisão recorrida, houver súmula ou decisões
uniformes e reiteradas do Tribunal Pleno no mesmo sentido da respectiva decisão
recorrida. (Lei n° 12.149/2001)
§ 4º A interposição do recurso previsto no inciso II do "caput" poderá ocorrer em qualquer
situação, a critério do Procurador do Estado com exercício no TATE. (Lei n° 12.149/2001)

SUBSEÇÃO IV
Da Competência do Plenário
(Lei N° 12.307/2002)

Art. 79. Compete ao Tribunal Pleno processar e julgar, em grau de reexame necessário ou de
recurso ordinário, os processos administrativo-tributários decididos pelas Turmas
Julgadoras ou pelas autoridades competentes, conforme o caso. (Lei n° 12.149/2001)
Art. 80. REVOGADO. (Lei n° 12.307/2002)
Art. 81. REVOGADO. (Lei n° 12.307/2002)
Art. 82. O processo administrativo-tributário de ofício, cujo julgamento condenatório, de Turma
Julgadora, seja irrecorrível, será encaminhado, logo após a respectiva publicação do
acórdão, à repartição fazendária competente, para inscrição do débito em Dívida Ativa, caso
o contribuinte não efetue o seu pagamento ou não lhe dê início. (Lei n° 11.903/2000)
Parágrafo único. Cumprido o disposto no caput, quando a condenação for parcial, o processo
será devolvido ao TATE para apreciação do reexame necessário da parte julgada
improcedente. (Lei n° 11.903/2000)
Art. 83. Compete ao Tribunal Pleno: (Lei n° 11.903/2000)
I – processar e julgar, originariamente: (Lei n° 11.903/2000)
a) as consultas formuladas pelas pessoas naturais ou jurídicas sobre a interpretação e
aplicação da legislação tributária do Estado; (Lei n° 11.903/2000)
b) REVOGADO. (Lei n° 12.149/2001)
c) as questões sobre o cabimento ou não de reexame necessário e de recurso ordinário;
(Lei n° 12.149/2001)

d) os conflitos de competência entre Turmas Julgadoras e entre estas e o Tribunal Pleno;


(Lei n° 11.903/2000)

e) pedidos de revisão da jurisprudência sumulada;


f) no prazo de 60 (sessenta) dias do seu recebimento, os processos cuja decisão tenha
sido declarada nula, nos termos do §11 do artigo 4º; (Lei n° 11.903/2000)
g) REVOGADO (Lei nº 12.970/2005)
II – processar e julgar, em grau de recurso ou de reexame necessário: (Lei n° 12.307/2002)
a) os processos administrativo-tributários decididos pelas Turmas Julgadoras e que lhe
sejam submetidos; (Lei n° 11.903/2000)
b) os despachos e acórdãos, concessivos ou denegatórios, proferidos em pedidos de
restituição; (Lei nº 12.970/2005)
c) REVOGADO. (Lei n° 12.149/2001)
III – uniformizar a jurisprudência administrativo-tributária, quando ocorrer divergência na
interpretação da legislação entre as Turmas Julgadoras; (Lei n° 11.903/2000)
IV - sumular semestralmente a jurisprudência dos órgãos julgadores do TATE, que resulte
de decisões tomadas por unanimidade ou que tenham sido proferidas pelo Tribunal
Pleno, reiteradamente, no decorrer de, no mínimo, 12 (doze) meses imediatamente
antecedentes à data da respectiva súmula. (Lei n° 12.149/2001)
V – rever, pela maioria absoluta de seus membros, a jurisprudência administrativo-tributária
sumulada nos termos do inciso anterior; (Lei n° 11.903/2000)
VI – declarar a nulidade de decisão, conforme previsto no §11, do artigo 4º. (Lei n° 11.903/2000)
§ 1º Há conflito de competência quando:
I – duas ou mais Turmas Julgadoras se declarem competentes ou incompetentes para o
mesmo feito; (Lei n° 11.903/2000)
II – entre duas ou mais Turmas Julgadoras surgir controvérsia acerca da reunião ou
separação de processos. (Lei n° 11.903/2000)
§ 2º - O conflito de competência referido no parágrafo anterior será suscitado ao Presidente do
TATE: (Lei n° 11.903/2000)
I – por Presidente de Turma Julgadora; (Lei n° 11.903/2000)
II - pelo Procurador do Estado;
III - pela parte.
§ 3º O conflito deverá ser demonstrado na petição em que for suscitado.
§ 4º O presidente do TATE relatará o conflito, colocando a questão em votação no Tribunal
Pleno.
§ 5º Ao julgar o conflito de competência, o Tribunal Pleno decidirá: (Lei n° 11.903/2000)
I – na hipótese do §1º, I, qual a Turma Julgadora competente, pronunciando-se sobre a
validade dos atos praticados pela Turma Julgadora considerada incompetente, lavrando-
se o respectivo acórdão; (Lei n° 11.903/2000)
II - na hipótese do inciso II, do § 1º, sobre a forma da reunião ou separação dos processos,
lavrando-se o respectivo acórdão.
§ 6º - As súmulas a que se refere o inciso IV do caput poderão ter eficácia normativa a partir de
sua publicação no Diário Oficial do Estado, desde que homologadas pelo Governador do
Estado. (Lei n° 11.903/2000)
Art. 84. São competentes para formular pedidos de revisão da jurisprudência sumulada:
I - o Presidente do TATE;
II - o Procurador do Estado;
III – o Presidente de Turma Julgadora, por deliberação desta. (Lei n° 11.903/2000)
Parágrafo único. Os pedidos de revisão de que trata este artigo deverão, sob pena de não
conhecimento, ser devidamente fundamentados.
Art. 85. A matéria jurídica julgada, quando sumulada pelo TATE e devidamente homologada,
vinculará os órgãos julgadores administrativos na apreciação de processos semelhantes.

CAPÍTULO IX
Da Atualização Monetária

Art. 86. O valor dos tributos estaduais e das respectivas penalidades será atualizado
monetariamente a partir do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador ou do
vencimento do prazo de recolhimento, conforme dispuser decreto do Poder Executivo.
§ 1º Relativamente à atualização referida neste artigo: (Lei nº 12.970/2005)
I - até 31 de janeiro de 2000, será calculada pelo funcionário fazendário competente, com
base na UFEPE; (Lei nº 12.970/2005)
II - a partir de 01 de fevereiro de 2000, com a adoção da taxa referencial do Sistema
Especial de Liquidação e Custódia – SELIC, fixada para os títulos federais, estará
computada na mencionada taxa. (Lei nº 12.970/2005)
§ 2º Os prazos para pagamento de tributos fixados na legislação fiscal serão somente
considerados para efeito do respectivo recolhimento, sem a incidência de penalidade.
Art. 87. Até o termo inicial da aplicação da Lei nº 10.402, de 29 de dezembro de 1989, bem
como da norma prevista no artigo anterior, os débitos tributários serão corrigidos com base
no artigo 6º da Lei nº 9.402, de 23 de dezembro de 1983 e respectiva regulamentação.
Parágrafo único. Para os efeitos deste artigo, será computada a inflação integral ocorrida até o
último dia do mês anterior ao da vigência da nova sistemática de atualização.
Art. 88. O disposto neste Capítulo aplica-se, inclusive, ao período em que o débito tiver sua
cobrança suspensa em decorrência de medida administrativa ou judicial.
Parágrafo único. Enquanto não pago o débito tributário, ainda que na fase inicial, a atualização
monetária incidirá sobre o valor resultante da atualização anterior, até que seja
integralmente satisfeita a obrigação.
Art. 89. Para efeito de ilidir a incidência da atualização monetária, o contribuinte poderá
depositar na instituição financeira detentora da Conta Única do Estado, em favor da
Secretaria da Fazenda, o valor do crédito tributário apurado e seus acréscimos, que estiver
sendo objeto de discussão na esfera administrativa. (Lei n° 12.149/2001)
§ 1º O valor depositado nos termos deste artigo deverá obrigatoriamente ser aplicado da
seguinte forma, a critério da Secretaria da Fazenda: (Lei n° 12.149/2001)
I - certificado de depósito bancário com cláusula de correção;
II - fundo de investimento referenciado, Depósito Interbancário - DI ou Renda Fixa; (Lei n°
12.149/2001)

III - caderneta de poupança;


IV - qualquer outro título reajustável que vier a ser instituído pelo Estado de Pernambuco.
§ 2º Para os efeitos deste artigo, o Poder Executivo, mediante Decreto, poderá credenciar
outras instituições financeiras.
§ 3º Até a liquidação do débito, a entidade financeira onde tiver ocorrido o depósito fica
obrigada a renovar a aplicação, sob pena de responder pelos prejuízos decorrentes da
perda do valor da moeda.
§ 4º Na hipótese de o crédito tributário ser confirmado por decisão do TATE ou ainda por
preclusão administrativa, o montante depositado, devidamente atualizado, será convertido
em renda do Estado de Pernambuco, mediante quitação do respectivo Documento de
Arrecadação Estadual - DAE. (Lei n° 12.149/2001)

CAPÍTULO X
Do Juro de Mora

Art. 90. Serão aplicados juros de mora pelo funcionário ou pela repartição fiscal competente,
relativamente ao débito tributário não integralmente pago no vencimento, acrescido das
multas aplicáveis, que serão equivalentes: (Lei n° 12.149/2001)
I – no período de 28 de novembro de 1991 a 31 de janeiro de 2000, à taxa de 1% (um por
cento) ao mês, corrigido monetariamente o montante do crédito; e (Lei n° 12.149/2001)
II – a partir de 01 de fevereiro de 2000: (Lei n° 12.149/2001)
a) à taxa de 1% (um por cento), relativamente aos créditos tributários objeto de
parcelamento anterior a 01 de fevereiro de 2000, na hipótese de o contribuinte não
optar pela redução específica de multa e de juros prevista em lei para os meses de
dezembro de 1999 e janeiro de 2000, desde que não ocorra perda do parcelamento,
nos termos da legislação pertinente; (Lei n° 12.149/2001)
b) à taxa SELIC, que será acumulada mensalmente, até o mês anterior ao do
pagamento: (Lei n° 12.149/2001)
1. do valor total do crédito tributário, quando o recolhimento for à vista, acrescido de 1%
(um por cento) relativamente ao mês em que ocorrer o mencionado recolhimento; e
(Lei n° 12.149/2001)

2. do valor da quota inicial, e das demais quotas, no caso de parcelamento, acrescido


de 1% (um por cento) em cada mês em que ocorrer o mencionado pagamento. (Lei
n° 12.149/2001)

§ 1º Os juros de mora de que trata este artigo serão aplicados “pro-rata tempore”, a partir do
termo final do vencimento do tributo até a data do efetivo pagamento. (Lei nº 10.935/93)
§ 2º O disposto neste artigo não se aplica na pendência de consulta formulada dentro do prazo
legal para pagamento do débito, ou no período em que o débito, oriundo de procedimento
fiscal de ofício, tenha sua cobrança suspensa por medida administrativa ou judicial.
§ 3º Os juros de mora serão dispensados ou reduzidos nos termos previstos no § 1º do art. 42
desta Lei. (Lei n° 12.149/2001)
TÍTULO II
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 91. A Secretaria da Fazenda poderá realizar, anualmente, por período não superior a 30
(trinta) dias, campanha de orientação ao contribuinte, quando os funcionários fiscais
exercerão função orientadora, vedada a lavratura de qualquer termo relativo a processo
administrativo-tributário de ofício no referido período.
§ 1º As ações fiscais cujo início haja ocorrido antes do período indicado no “caput” ficarão
suspensas enquanto durar o prazo da referida campanha.
§ 2º O disposto neste artigo não se aplica às hipóteses de infração previstas nos incisos I a XII,
do § 4º , do artigo 40.
Art. 92. As disposições desta Lei aplicam-se, a partir de sua vigência, aos processos
pendentes de julgamento.
Art. 93. Serão mantidos os atos e termos processuais praticados antes da vigência desta Lei e
em conformidade com o disposto na Lei nº 7.123, de 21 de junho de 1976, com as suas
alterações.
Art. 94. O não cumprimento das disposições desta Lei, por parte de servidores estaduais,
implica em falta grave, a ser apurada em processos disciplinar.
Art. 95. No julgamento dos feitos perante as turmas Julgadoras e o Tribunal Pleno, as partes,
por intermédio de advogado regularmente habilitado, poderão fazer a sustentação oral dos
seus recursos. (Lei nº 10.763/92)
§ 1º A sustentação oral deverá dar-se logo após o relatório, não poderá ser feita em linguagem
descortês e sua duração não poderá ultrapassar 15 (quinze) minutos. (Lei nº 10.763/92)
§ 2º O advogado das partes poderá, após o voto do Relator, levantar questão de ordem, a ser
deferida pela Presidência, para esclarecimento de matéria de fato ligada ao Julgamento, no
prazo de 5 (cinco) minutos. (Lei nº 10.763/92)
§ 3º A qualquer Julgador Administrativo-Tributário do Tesouro Estadual – JATTE é permitido
solicitar esclarecimento ao advogado previamente constituído no processo, em qualquer
fase do julgamento, sobre matéria de fato ou matéria de direito relacionadas com a causa.
(Lei nº 12.526/2003)

Art. 96. Os valores dos tributos, multas e acréscimos poderão ser expressos, pelo funcionário
fiscal, em quantidades de Unidades Fiscais do Estado de Pernambuco - UFEPEs.
Art. 97. Decreto do Poder Executivo poderá determinar que os valores dos tributos, multas e
acréscimos sejam expressos em quantidades de UFEPE.
Art. 98. REVOGADO (Lei nº 12.526/2003)

CAPÍTULO II
Das Disposições Transitórias

Art. 99. As quantias recolhidas indevidamente a título de ICM serão restituídas como ICMS nas
hipóteses de restituição sob a forma de crédito fiscal.
Art. 100. Os recursos hierárquicos ao Secretário da Fazenda, pendentes de julgamento na
data de vigência desta Lei, serão havidos como Pedidos de Reconsideração e
encaminhados para julgamento ao Plenário do TATE.
Art. 101. Os processos de consulta, pendentes de resposta na data de vigência desta Lei, serão
encaminhados ao TATE.
Art. 102. As despesas decorrentes da presente Lei correrão por conta das dotações
orçamentárias próprias.
Art. 103. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.
Art. 104. Ficam revogadas as disposições em contrário e, especialmente, a Lei nº 10.402, de 29
de dezembro de 1989.
ANEXO ÚNICO

Anexo Único da Lei nº 10.654, de 27 de novembro de 1991 (Lei n° 11.903/2000)


Percentuais de Redução do Valor das Multas
(art. 42)

Pagamento Pagamento
Momento do Pagamento
à vista parcelado
I – no prazo de defesa e no do pagamento de Notificação
70% (setenta por 60% (sessenta
de Débito, Declaração de Mercadoria Importada - DMI,
cento) por cento)
Aviso de Retenção ou Extrato de Notas Fiscais
II – até o 15º (décimo quinto) dia após o transcurso do
50% (cinqüenta 40% (quarenta
prazo de defesa e na hipótese de desistência da defesa
por cento) por cento)
interposta
III – do 16º (décimo sexto) ao 30º (trigésimo) dia após o
transcurso do prazo de defesa ou dentro do prazo para 35% (trinta e 30% (trinta por
interposição de recurso da 1ª para a 2ª instância cinco por cento) cento)
julgadora do TATE
IV – após o transcurso do prazo de recurso da 1ª para a 2ª
25% (vinte e 20% (vinte por
instância julgadora do TATE, na hipótese de desistência
cinco por cento) cento)
do recurso interposto
V – na hipótese de regularização de débito antes de
impetrada ação na esfera judicial ou desistência desta e 15% (quinze por 10% (dez por
desde que não incidente qualquer redução nos termos cento) cento)
deste Anexo
PENALIDADES

LEI Nº 11. 514/97


e alterações
(atualizada até 17 de maio de 2010,
incluindo a Lei nº 13.357/2007)
LEI Nº 11.514, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1997
(alterada pela LC n° 26/1999 e pelas Leis n°s 11.903/2000, 12.149/2001, 12.299/2002 ,
13.218/2007 e 13.357/2007)
Dispõe sobre infrações, penalidades e
procedimentos específicos, na área tributária,
e dá outras providências.
Nota: Observar o art. 2°, da Lei n° 12.299, de 18/12/2002. (Art. 2º. Os valores
estabelecidos nesta Lei, em real, serão utilizados observando-se o disposto no
artigo 2º da Lei nº 11. 922, de 29/12/2000.)
O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO:
Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:

TÍTULO I
Da Infração Tributária
Art. 1º Constitui infração à legislação tributária estadual toda ação ou omissão, voluntária ou
involuntária, que importe inobservância, por parte de pessoa natural ou jurídica, de norma
estabelecida por lei, decreto ou atos administrativos de caráter normativo destinados a
complementá-los, inclusive o não-pagamento de tributos e acréscimos nos prazos legais.
Parágrafo único. Compreendem-se nos acréscimos referidos no “caput” as multas, a
atualização monetária e os juros.
Art. 2º Respondem pela infração, conjunta ou isoladamente, todos os que tenham concorrido,
de qualquer forma, para a sua prática ou que dela se tenham beneficiado.
Art. 3º Salvo disposição expressa em contrário, a responsabilidade por infração independe da
intenção do agente ou do responsável e da efetividade, natureza e extensão dos seus
efeitos.
Art. 4º O decreto e os demais atos administrativos não poderão estabelecer ou disciplinar
obrigação tributária principal nem definir infrações ou cominar penalidades que não estejam
autorizadas ou previstas em lei.
Art. 5º O direito de constituir o crédito tributário extingue-se em 05 (cinco) anos, contados do
primeiro dia do período fiscal seguinte àquele em que o lançamento deveria ter sido
efetuado.
Art. 6º A ação para a cobrança do crédito tributário prescreve em 05 (cinco) anos, contados da
data do lançamento.
§ 1º A prescrição interrompe-se:
I - pela reclamação ou impugnação do lançamento por parte do sujeito passivo ou por quem
a ele aproveite, recomeçando a correr da ciência da decisão irrecorrível na órbita
administrativa ou do decurso de prazo recursal, quando não tenha sido interposto
recurso;
II - pela citação pessoal feita ao devedor;
III - por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor;
IV - por qualquer ato inequívoco, ainda que extrajudicial, que importe em reconhecimento do
débito pelo devedor.
§ 2º Não corre o prazo fixado no “caput” enquanto o processo administrativo-tributário estiver
pendente de decisão.

TÍTULO II
Das Disposições Tributárias Penais
CAPÍTULO I
Das Multas

SEÇÃO I
Das Disposições Preliminares

Art. 7º As infrações à legislação tributária pertinentes ao Imposto sobre Operações Relativas à


Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e
Intermunicipal e de Comunicação - ICMS serão cominadas com pena de multa.
Art. 8º A autoridade fiscal proporá a aplicação da pena de multa partindo da pena básica
estabelecida para a infração, majorando-a em razão das circunstâncias agravantes,
provadas em cada caso.
§ 1º São circunstâncias agravantes gerais:
I - a reincidência;
II - a repetição pura e simples;
III - a adulteração, o vício e a falsificação.
§ 2º As circunstâncias agravantes referidas neste artigo somente serão consideradas na
hipótese de lavratura de Auto de Apreensão e Auto de Infração.
Art. 9º Para os fins desta Lei, considera-se:
I - reincidência - a prática de nova infração a um mesmo dispositivo ou a disposição idêntica
da legislação tributária, pelo mesmo contribuinte, anteriormente responsabilizado em
virtude de decisão administrativa transitada em julgado;
II - repetição pura e simples - a repetição de infração que não constitua reincidência e que
tenha sido anteriormente apurada pela administração fazendária e notificada ao sujeito
passivo.
§ 1º O disposto neste artigo não se aplica:
I - relativamente ao inciso I:
a) quando a prática da nova infração acorrer após 05 (cinco) anos contados do período
fiscal subseqüente ao da verificação da primeira;
b) quando houver extinção integral do crédito tributário.
II - relativamente ao inciso II, quando a matéria estiver pendente de julgamento na esfera
administrativa ou judicial.
§ 2º O disposto neste artigo não se aplica aos casos de inadimplência decorrente de imposto
declarado em documentos de informação econômico-fiscal e não recolhido.

SEÇÃO II
Dos Valores das Multas

Art. 10. O descumprimento das obrigações tributárias, principal e acessórias, instituídas na


legislação do ICMS, sujeita o infrator às seguintes multas:
I - quanto à inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco - CACEPE e
alterações cadastrais:
a) falta de renovação, no respectivo prazo, de inscrição no CACEPE, apurada em
processo administrativo-tributário - 300 (trezentas) UFIRs;
b) falta de comunicação de qualquer ato ou fato que venha a modificar as informações
cadastrais - 500 (quinhentas) UFIRs;
c) mudança de estabelecimento para outro endereço, sem autorização da repartição
fazendária - 1.000 (mil) UFIRs;
d) fornecimento de informações ou documentos inexatos ou inverídicos, por ocasião do
pedido inicial de inscrição no CACEPE, de alteração ou de baixa - 1.500 (mil e
quinhentas) UFIRs;
e) adulteração ou alteração dos dados do documento comprobatório da inscrição - 1.500
(mil e quinhentas) UFIRs;
f) falta de requerimento de baixa da inscrição à repartição fazendária, no prazo de 30
(trinta) dias, contados do encerramento da atividade do estabelecimento:
1. 5% (cinco por cento) do valor das mercadorias existentes em estoque ou
inventariadas, nunca inferior ao valor de 300 (trezentas) UFIRs;
2. 300 (trezentas) UFIRs, quando inexistir estoque ou na impossibilidade de inventariá-
lo, em se tratando de estabelecimento prestador de serviço;
g) falta de informação necessária à alteração do Código de Atividade Econômica do
estabelecimento:
1. 1.000 (mil) UFIRs, se dessa omissão resultar falta ou atraso no recolhimento do
imposto;
2. 500 (quinhentas) UFIRs, nos demais casos.
II - quanto aos livros fiscais:
a) atraso na escrituração:
1. de livros fiscais destinados ao registro de documento fiscal relativo à entrada ou à
saída de mercadoria ou à utilização ou prestação de serviço - 1% (um por cento) do
valor da operação ou da prestação não escriturada, até o limite de 3.000 (três mil)
UFIRs;
2. do livro destinado à escrituração do inventário de mercadorias - 1% (um por cento)
do valor do estoque não escriturado, até o limite de 3.000 (três mil) UFIRs;
3. dos demais livros fiscais - 300 (trezentas) UFIRs por livro;
b) constatação de livro fiscal fora do estabelecimento, em local não autorizado pela
repartição fazendária - 300 (trezentas) UFIRs por livro;
c) utilização de livro fiscal sem prévia autenticação, quando exigida pela repartição
fazendária - 100 (cem) UFIRs por livro;
d) inexistência, extravio, perda ou inutilização de livro fiscal - 1.500 (mil e quinhentas)
UFIRs por livro;
e) rasura ou escrituração ilegível em livro fiscal, desde que comprometa ou possa vir a
comprometer a veracidade do lançamento - 500 (quinhentas) UFIRs por livro;
f) encerramento, sem autenticação da repartição fazendária, quando exigida, de livro
fiscal escriturado por sistema eletrônico de processamento de dados - 100 (cem)
UFIRs por livro;
g) reconstituição da escrita fiscal, sem autorização da repartição fazendária - 1% (um por
cento) do valor das operações ou das prestações a que se referir a reconstituição da
escrita fiscal, até o limite de 3.000 (três mil) UFIRs.
III - quanto à Nota Fiscal ou documento fiscal equivalente:
a) falta de emissão de documento fiscal exigido pela legislação tributária, quando a
operação ou a prestação for isenta ou não-tributada - 4 % (quatro por cento) do valor
da operação ou da prestação, até o limite de 1.000 (mil) UFIRs;
b) confecção para si ou para terceiro, posse ou fornecimento de documento fiscal
impresso em duplicidade ou sem autorização fiscal - 300 (trezentas) UFIRs por
documento;
c) constatação de documento fiscal fora do estabelecimento, em local não autorizado
pela repartição fazendária - 100 (cem) UFIRs por documento, até o limite de 3.000
(três mil) UFIRs;
d) inexistência de série ou subsérie em documento fiscal necessário à operação ou à
prestação de serviço que o estabelecimento realizar - 100 (cem) UFIRs por
documento, até o limite de 3.000 (três mil) UFIRs;
e) extravio, perda ou inutilização de documento fiscal, sem comunicação à repartição
fazendária - 100 (cem) UFIRs por documento;
f) falta de comunicação à repartição fazendária de irregularidade passível de ser
constatada pelo contribuinte na conferência dos documentos impressos pela gráfica -
300 (trezentas) UFIRs;
g) constatação de diferença entre o valor efetivo da operação ou prestação e o
consignado no documento fiscal, em operação ou prestação beneficiada por isenção
ou não-incidência - 10% (dez por cento) do valor da diferença apurada, até o limite de
1.000 (mil) UFIRs;
h) constatação de diferença entre o valor consignado nas respectivas vias do documento
fiscal, em relação à operação ou à prestação beneficiada por isenção ou não-
incidência - 10% (dez por cento) do valor da diferença apurada, até o limite de 1.000
(mil) UFIRs;
i) atraso ou não-emissão do Mapa Resumo de Caixa, Mapa Resumo PDV - Terminal
Ponto de Venda ou Mapa Resumo ECF - Equipamento Emissor de Cupom Fiscal,
quando exigido - 100 (cem) UFIRs por equipamento e por dia de atraso;
j) omissão ou indicação incorreta, em documento fiscal, de inscrição no CACEPE do
remetente ou do destinatário - 100 (cem) UFIRs por documento.
IV - quanto aos demais documentos fiscais:
a) falta de entrega ou substituição de documento de informação econômico-fiscal:
1. com referência à empresa que não tenha funcionado ou tenha encerrado suas
atividades, relativamente aos períodos de não-apresentação - 100 (cem) UFIRs pelo
total dos documentos não apresentados;
2. nos demais casos: R$ 160,00 (cento e sessenta reais) por documento; ( Lei n°
12.299/2002 - EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)

b) omissão ou indicação incorreta de dado em documento de informação econômico-


fiscal - 70 (setenta) UFIRs por documento;
V - quanto ao crédito fiscal apurado mediante processo administrativo-tributário:
a) utilização irregular de crédito fiscal - 100% (cem por cento) do crédito fiscal utilizado;
b) utilização de crédito do imposto antes da entrada da mercadoria no estabelecimento
ou do recebimento do serviço, em hipóteses não permitidas - 5% (cinco por cento) do
valor da operação ou da prestação, tendo como limite o valor do crédito utilizado, sem
prejuízo do pagamento da atualização monetária e dos acréscimos legais em relação
à parcela do imposto que tenha deixado de ser recolhida;
c) utilização de crédito fiscal inexistente - 200 % (duzentos por cento) do crédito fiscal
utilizado;
d) transferência de crédito fiscal do imposto a outro estabelecimento, em montante
superior aos limites autorizados ou em hipóteses não permitidas - 100% (cem por
cento) do crédito fiscal transferido;
e) entrada de mercadoria em estabelecimento diverso do indicado no documento fiscal,
sem prévia autorização fazendária, quando o estabelecimento onde tenha entrado a
mercadoria for da mesma natureza daquele indicado no documento fiscal, estiver
localizado no mesmo município e for de propriedade do mesmo titular - 2% (dois por
cento) do valor consignado no documento fiscal, não podendo ser inferior a 100 (cem)
UFIRs por documento.
VI – quanto ao imposto apurado nas seguintes hipóteses: ( Lei nº 12.299/2002 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.01.2003)

a) falta de recolhimento do imposto relativo à operação ou à prestação cujos documentos


fiscais emitidos tenham sido irregularmente escriturados - 100% (cem por cento) do
valor do imposto;
b) falta de recolhimento do imposto relativo à operação ou à prestação cujos documentos
fiscais emitidos não tenham sido escriturados - 120% (cento e vinte por cento) do
valor do imposto;
c) falta de recolhimento do imposto relativo à operação ou à prestação registrada nos
livros fiscais próprios e cujo documento fiscal não tenha sido emitido - 150% (cento e
cinqüenta por cento) do valor do imposto;
d) falta de recolhimento do imposto relativo à operação ou à prestação não registrada
nos livros fiscais próprios e cujo documento fiscal não tenha sido emitido - 200%
(duzentos por cento) do valor do imposto;
e) falta de recolhimento do imposto fixado por estimativa, quando o valor for estimado:
1. com base em dados da própria administração fazendária ou do contribuinte - 70%
(setenta por cento) do valor do imposto;
2. com base nas informações prestadas pelo contribuinte quando implicar em fixação a
menor do imposto - 90% (noventa por cento) do valor do imposto.
f) falta de recolhimento do imposto devido, quando constarem do respectivo documento
fiscal os destinos da mercadoria a seguir e ocorrerem as circunstâncias indicadas -
200% (duzentos por cento) do valor do imposto:
1. Zona Franca de Manaus e Áreas de Livre Comércio ou o exterior e, por qualquer
motivo, a mercadoria venha a ser reintroduzida no mercado interno;
2. outra Unidade da Federação e, por qualquer motivo, o ingresso da mercadoria no
respectivo destino não seja comprovado;
g) falta de recolhimento do imposto devido, inclusive aquele relativo à diferença de
alíquota, por contribuinte inscrito no regime fonte ou microempresa e demais
contribuintes dispensados da escrituração regular de livros fiscais, quando da
aquisição de mercadorias, desde que acobertada por documento fiscal idôneo - 90%
(noventa por cento) do valor do imposto;
h) falta de recolhimento, no todo ou em parte, do imposto devido, quando este houver
sido retido pelo contribuinte, não lançado nos livros fiscais e nem declarado em
documento de informação econômico-fiscal: 280% (duzentos e oitenta por cento) do
valor do imposto não recolhido; (Lei nº 12.299/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)
1. REVOGADO (Lei nº 12.299/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)
2. REVOGADO (Lei nº 12.299/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)
i) falta de recolhimento do imposto, em razão do não-registro de documentos fiscais nos
livros fiscais próprios, apurando-se a prática de atos fraudulentos, tais como
suprimento de caixa de origem não comprovada, saldo credor de caixa, passivo
fictício ou inexistente, recebimentos ou pagamentos não contabilizados, ou por
qualquer outra forma apurada através de análise da escrita contábil, ou, ainda,
quaisquer outras omissões de receitas tributárias constatadas por meio de
levantamento fiscal, inclusive do quantitativo de estoque - 200% (duzentos por cento)
do valor do imposto;
j) falta de recolhimento do imposto quando o documento fiscal indicar a respectiva
operação ou prestação como isenta, não-tributada, sujeita a suspensão ou a
diferimento, em desacordo com a situação tributária real da operação ou da prestação
- 150% (cento e cinqüenta por cento) do valor do imposto não destacado.
VII - quanto ao recolhimento espontâneo e intempestivo:
a) à vista - 0,25% (vinte e cinco centésimos por cento) do valor do imposto, por dia de
atraso, tendo por limite máximo 15% (quinze por cento);
b) parcelado - 15% (quinze por cento) do valor do imposto.
VIII – quanto à falta de recolhimento do imposto nas seguintes hipóteses: (Lei nº 12.299/2002 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)

a) quando de responsabilidade direta do sujeito passivo: (Lei nº 12.299/2002 – EFEITOS A


PARTIR DE 01.01.2003)

1. exigido em decorrência de Aviso de Retenção ou de Extrato de Notas Fiscais


Relativas a Operações Interestaduais Sujeitas ao ICMS Antecipado: 70% (setenta
por cento) do valor do imposto devido; (Lei nº 12.299/2002 – EFEITOS A PARTIR DE
01.01.2003)

2. declarado em documento de informação econômico-fiscal ou em DMI –


Desembaraço de Mercadorias Importadas e exigido mediante Notificação de Débito:
70% (setenta por cento) do valor do imposto; (Lei nº 12.299/2002 – EFEITOS A PARTIR DE
01.01.2003)

3. lançado regularmente nos livros fiscais e não declarado ou declarado a menor nos
documentos de origem nos casos referidos nos itens 1 e 2: 90% (noventa por cento)
do valor do imposto devido; (Lei nº 12.299/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)
b) quando de responsabilidade indireta do sujeito passivo, na hipótese de o imposto,
retido pelo contribuinte, ter sido lançado nos livros fiscais ou, não lançado, esteja
declarado em documento de informação econômico-fiscal e exigido mediante
Notificação de Débito: 200% (duzentos por cento) do valor do imposto; (Lei nº
12.299/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)

IX - quanto à fiscalização:
a) embaraço à ação fiscal, por qualquer meio, apurado em processo administrativo-
tributário, inclusive quando, por solicitação da fiscalização ou de outra autoridade
fazendária, não forem apresentados livros, talonários, documentos, papéis, inscrição
cadastral e informações ou, apresentados no prazo estipulado pela autoridade
fazendária, contenham informações inverídicas, bem como o impedimento à
verificação fiscal de mercadorias - 2.000 (duas mil) UFIRs;
b) impedimento à verificação fiscal, quando houver desvio dos Postos Fiscais ou de
qualquer outra unidade fiscal, fixa ou volante, sem que seja observada a exigência de
parada obrigatória - 4% (quatro por cento) do valor das mercadorias, até o limite de
1.500 (mil e quinhentas) UFIRs.
c) não-apresentação ou apresentação em desacordo com a legislação, pela
administradora de cartão de crédito, de débito ou similar, de informações relativas a
pagamentos efetuados por meio de seus sistemas de crédito, de débito ou similares,
correspondentes a operações e prestações realizadas por contribuintes do imposto:
R$ 300,00 (trezentos reais) por período fiscal e por contribuinte; (Lei nº 13.218/2007)
X - quanto à mercadoria em situação irregular:
a) circulação, no território do Estado, de mercadoria desacompanhada do respectivo
documento fiscal, acompanhada de documento fiscal inidôneo ou destinada a
adquirente ou local diverso do indicado no documento fiscal - 200% (duzentos por
cento) do valor do imposto;
b) existência, em estabelecimento inscrito no CACEPE ou não inscrito, independente da
obrigatoriedade de inscrição, com inscrição cancelada ou baixada, de mercadoria
desacompanhada de documento fiscal ou acompanhada de documento fiscal
inidôneo - 200% (duzentos por cento) do valor do imposto;
c) circulação ou entrada, no território do Estado, de mercadoria desacompanhada de
documento de arrecadação ou Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais
- GNR, quando houver obrigatoriedade - 3% (três por cento) do valor da mercadoria,
até o limite de 1.000 (mil) UFIRs, sem prejuízo do recolhimento do valor do imposto a
ser retido;
d) circulação, no território do Estado, de mercadoria destinada a estabelecimento que
não seja inscrito no CACEPE ou que esteja com sua inscrição cancelada ou baixada -
200% (duzentos por cento) do valor do imposto;
e) circulação, no território do Estado, de mercadoria, quando o documento fiscal indicar a
respectiva operação como isenta, não-tributada, sujeita a suspensão ou a diferimento,
em desacordo com a situação tributária real da operação ou da prestação - 150%
(cento e cinqüenta por cento) do valor do imposto;
f) circulação, no território do Estado, de mercadoria desacompanhada de Guia de
Acompanhamento de Combustíveis e Lubrificantes ou outro documento de controle,
para outras mercadorias, exigido pela Secretaria da Fazenda - 3% (três por cento) do
valor da mercadoria, até o limite de 1.500 (mil e quinhentas) UFIRs.
XI - quanto aos transportadores:
a) omissão, pela empresa transportadora, de documento fiscal relativamente a
mercadoria conduzida em seus veículos ou não-apresentação de todos os
documentos necessários à conferência da carga, mesmo que posteriormente venham
a ser exibidos - 300 (trezentas) UFIRs por documento;
b) entrega ao proprietário ou a terceiro de mercadoria retida em estabelecimento de
transportadora e à disposição da repartição fazendária - 10% (dez por cento) do valor
da mercadoria entregue, até o limite de 5.000 (cinco mil) UFIRs.
XII - quanto ao uso e intervenção em Máquina Registradora, Terminal Ponto de Venda -
PDV, Equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF ou equipamento similar:
a) utilização do equipamento sem prévia autorização do Fisco ou com autorização
cancelada - 1.500 (mil e quinhentas) UFIRs por equipamento;
b) utilização do equipamento exclusivamente para controle interno, no recinto de
atendimento ao público - 1.000 (mil) UFIRs por equipamento;
c) emissão de Cupom Fiscal, através de máquina registradora que deixe de identificar,
através do departamento, totalizador parcial, a situação tributária da mercadoria
comercializada - 1.000 (mil) UFIRs por equipamento;
d) emissão de Cupom Fiscal, através de PDV ou ECF, que deixe de identificar
corretamente a mercadoria comercializada e a respectiva situação tributária - 1.000
(mil) UFIRs por equipamento;
e) manutenção, no estabelecimento, de equipamento com lacre violado ou cuja forma de
lacração possibilite qualquer intervenção técnica que não fique evidenciada - 1.500
(mil e quinhentas) UFIRs por equipamento;
f) extravio, perda ou inutilização de equipamento - 2.000 (duas mil) UFIRs por
equipamento;
g) utilização de equipamento em estabelecimento diverso daquele para o qual tenha sido
autorizado, ainda que os estabelecimentos pertençam ao mesmo titular - 1.000 (mil)
UFIRs por equipamento;
h) utilização de equipamento com teclas ou funções que permitam interferência nos
valores acumulados ou que impossibilitem acumulação dos valores registrados nos
totalizadores geral ou parcial ou em descumprimento ao que determinem os
pareceres homologatórios do equipamento, quando houver - 1.500 (mil e quinhentas)
UFIRs por equipamento;
i) utilização de programa que possa interferir no “software” básico do equipamento
utilizado para emissão de documento fiscal - 7.000 (sete mil) UFIRs por equipamento;
j) intervenção em equipamento sem o respectivo credenciamento específico, concedido
pela Secretaria da Fazenda, ou durante o período de suspensão do credenciamento -
1.500 (mil e quinhentas) UFIRs por equipamento;
l) utilização de equipamento com finalidade diversa da autorizada - 500 (quinhentas)
UFIRs por equipamento;
m) obtenção de autorização para uso mediante informações inverídicas ou com omissão
de informações - 1.500 (mil e quinhentas) UFIRs por equipamento;
n) não-cumprimento, pelo contribuinte usuário de equipamento, das exigências legais
para a cessação de seu uso - 500 (quinhentas) UFIRs por equipamento;
o) não-emissão do Cupom de Redução “Z” ou emissão deste com indicações ilegíveis ou
com ausência de indicações que tenham repercussão na obrigação tributária principal
- 100 (cem) UFIRs por documento irregularmente emitido ou por cada Cupom de
Redução não emitido;
p) não-utilização de fita-detalhe ou utilização desta com indicações ilegíveis ou com
ausência de indicações que tenham repercussão na obrigação tributária principal -
500 (quinhentas) UFIRs por equipamento;
q) obtenção de credenciamento mediante informações inverídicas - 1.500 (mil e
quinhentas) UFIRs;
r) não-emissão ou emissão de Atestado de Intervenção com irregularidade - 500
(quinhentas) UFIRs por documento;
s) falta de comunicação, pelo credenciado, aos órgãos fazendários, de entrega de
equipamento ao usuário - 300 (trezentas) UFIRs por equipamento;
t) liberação, pelo credenciado, de equipamento que não atenda às exigências legais -
2.000 (duas mil) UFIRs por equipamento.
XIII - quanto ao uso de sistema eletrônico de processamento de dados:
a) uso de equipamento que utilize ou tenha condição de utilizar arquivo magnético ou
equivalente na emissão de documentos fiscais, sem autorização fazendária - 1.000
(mil) UFIRs;
b) falta de arquivo magnético quando exigido - 200 (duzentas) UFIRs por mês;
c) manutenção de arquivo magnético fora das especificações previstas na legislação
tributária - 100 (cem) UFIRs por mês;
d) utilização do sistema em desacordo com a respectiva autorização - 300 (trezentas)
UFIRs por mês;
e) falta de enfeixamento das vias de formulário contínuo, após sua utilização - 100 (cem)
UFIRs por bloco previsto na legislação tributária.
XIV - quanto às infrações relativas ao selo fiscal: (Lei nº 13.357/2007 – EFEITOS A PARTIR DE
01.01.2008)

a) falta de aposição do selo fiscal: (Lei nº 13.357/2007 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2008)


1. no correspondente documento fiscal, pelo estabelecimento gráfico, conforme
estabelecido na Autorização para Impressão de Documentos Fiscais - AIDF - R$
90,00 (noventa reais) por documento irregular; (Lei nº 13.357/2007 – EFEITOS A PARTIR
DE 01.01.2008)

2. em vasilhame que contenha água mineral natural ou água adicionada de sais - R$


90,00 (noventa reais) por vasilhame irregular; (Lei nº 13.357/2007 – EFEITOS A PARTIR
DE 01.01.2008)

b) aposição irregular do selo fiscal - R$ 20,00 (vinte reais) por documento ou vasilhame,
conforme o caso: (Lei nº 13.357/2007 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2008)
1. pelo estabelecimento gráfico, em desacordo com o estabelecido na AIDF; (Lei nº
13.357/2007 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2008)

2. pelo estabelecimento envasador de água mineral natural ou água adicionada de


sais, em desacordo com o estabelecido na legislação específica; (Lei nº 13.357/2007
– EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2008)

c) falta de comunicação ao Fisco estadual, pelo contribuinte, de irregularidade passível


de ter sido constatada na conferência dos documentos selados, recebidos do
estabelecimento gráfico - 200 (duzentas) UFIRs por AIDF;
d) extravio de selo fiscal - R$ 20,00 (vinte reais) por selo; (Lei nº 13.357/2007 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.01.2008)

e) falta de comunicação à repartição fazendária do extravio de selos fiscais - R$


1.650,00 (um mil e seiscentos e cinqüenta reais) por lote; (Lei nº 13.357/2007 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.01.2008)

f) falta de devolução à repartição fazendária de selo fiscal inutilizado - R$ 90,00 (noventa


reais) por unidade danificada; (Lei nº 13.357/2007 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2008)
g) falta de comunicação à repartição fazendária da existência de selo fiscal irregular - R$
330,00 (trezentos e trinta reais) por documento ou vasilhame, conforme o caso: (Lei nº
13.357/2007 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2008)

1. em documento que tenha acobertado aquisição de mercadoria ou utilização de


serviço; (Lei nº 13.357/2007 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2008)
2. em vasilhame que contenha água mineral natural ou água adicionada de sais; (Lei
nº 13.357/2007 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2008)

h) não-adoção das medidas de segurança relativas a pessoal, produto, processo


industrial e patrimônio, na forma disciplinada em decreto do Poder Executivo - R$
2.000,00 (dois mil reais); (Lei nº 13.357/2007 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2008)
i) extravio, pelo contribuinte, ou pelo estabelecimento gráfico, de documento fiscal selado
- 100 (cem) UFIRs por documento extraviado, até o limite de 6.000 (seis mil) UFIRs.
XV – quanto às seguintes infrações: (Lei nº 12.299/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)
a) falta de retenção, no todo ou em parte, do imposto pelo contribuinte-substituto, nas
hipóteses legalmente previstas - 100% (cem por cento) do valor do imposto que
deveria ter sido retido;
b) falta de recolhimento, no prazo previsto, do imposto antecipado devido por
contribuinte inscrito no CACEPE sob o regime normal, nas hipóteses legalmente
admitidas, desde que, comprovadamente, o imposto tenha sido recolhido em
operação de saída subseqüente - 60% (sessenta por cento) do valor do imposto que
deveria ter sido antecipado;
c) operação ou prestação realizada com entrega de cupom, nota de pedido ou
assemelhados, que não correspondam ao documento fiscal exigido - 500
(quinhentas) UFIRs por documento entregue;
d) realização de operação de saída, fornecimento de mercadoria ou prestação de serviço
sem a emissão do documento fiscal correspondente, diretamente a consumidor final -
300 (trezentas) UFIRs por documento não emitido;
e) falta de qualquer documento fiscal ou equipamento emissor de documento fiscal em
estabelecimento inscrito no CACEPE - 700 (setecentas) UFIRs;
f) violação de dispositivo de segurança, inclusive lacre, utilizado pelo Fisco, para
interdição ou controle de estabelecimento, mercadoria em trânsito ou depositada,
bens móveis ou imóveis, equipamentos, livros, documentos, arquivos, papéis de
efeitos comerciais e fiscais - 1.500 (mil e quinhentas) UFIRs;
g) REVOGADO (Lei nº 12.299/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)
XVI – quanto às infrações cuja penalidade não tenha sido prevista nos incisos anteriores:
R$ 74,49 (setenta e quatro reais e quarenta e nove centavos) a R$ 1.596,15 (um mil e
quinhentos e noventa e seis reais e quinze centavos), relativamente ao descumprimento
de obrigação acessória. (Lei nº 12.299/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)
§ 1º Para efeito de aplicação de penalidade, a situação irregular de mercadoria não se
considera corrigida por ulterior apresentação de documento fiscal.
§ 2º Na hipótese da ocorrência de pagamento do ICMS fora dos prazos legais, sem os
acréscimos cabíveis, o valor total recolhido será apropriado proporcionalmente a imposto,
multa e juros.
§ 3º As penalidades previstas neste artigo bem como na legislação tributária estadual, relativas
a mercadorias, aplicam-se igualmente à prestação de serviços alcançada pela incidência do
imposto.
§ 4º As multas serão calculadas tomando-se por base o valor do imposto ou o da operação ou
da prestação ou, quando não fixadas em percentual, indicadas em Unidade Fiscal de
Referência - UFIR.
§ 5º A aquisição, em caráter esporádico, por pessoa natural, quando não seja participante nem
titular de empresa que pratique atividades tributadas pelo imposto, de mercadoria destinada
à comercialização, acompanhada de documento fiscal idôneo, ensejará apenas a cobrança
do imposto relativo às operações subseqüentes, independentemente de penalidades, desde
que o valor da operação não ultrapasse os limites estabelecidos em decreto do Poder
Executivo.
§ 6º Para fim da aplicação das penalidades previstas neste artigo, considera-se:
I - crédito irregular - aquele escriturado com base em imposto regularmente exigido e
destacado no documento fiscal, mas cuja utilização a legislação tributária não admita;
II - crédito inexistente - aquele escriturado com base em imposto não destacado em
documento fiscal ou destacado sem que corresponda ao legalmente exigido ou em Nota
Fiscal inidônea, ressalvada a hipótese em que a legislação em vigor admita o
creditamento independentemente do destaque;
III - documento fiscal regularmente escriturado - aquele relativo às operações de entrada e
de saída de mercadoria ou à utilização ou prestação de serviço, cujos elementos tenham
sido transcritos em sua totalidade nos livros Registro de Entradas e Registro de Saídas e
o respectivo imposto tenha sido efetivamente apurado no Registro de Apuração do ICMS
- RAICMS;
IV - multa regulamentar, formal ou acessória - a pena relativa ao descumprimento de
obrigação tributária acessória.
§ 7º As multas regulamentares serão aplicadas pelas autoridades fazendárias indicadas em
decreto do Poder Executivo e pelas instâncias administrativo-tributárias do Estado.
§ 8º É obrigatória a parada em Postos Fiscais ou qualquer outra unidade fiscal, fixa ou volante,
constituindo impedimento à verificação fiscal a inobservância à referida norma.
§ 9º A multa de que trata o inciso IX “b” do “caput” será aplicada ao transportador da
mercadoria, na condição de responsável, em nome de quem será instaurado o competente
procedimento.
§ 10. Nas hipóteses previstas nos incisos X e XIV, "a", 2, do "caput", será feita a apreensão das
mercadorias, nos termos da legislação específica. (Lei nº 13.357/2007- EFEITOS A PARTIR DE
01.01.2008)

SEÇÃO III
Da Aplicação e Graduação das Multas

Art. 11. Para efeito da majoração prevista no “caput” do art. 8º, a pena básica será acrescida
dos seguintes percentuais sobre a multa aplicável:
I - 50% (cinqüenta por cento), na reincidência;
II - 30% (trinta por cento), na repetição pura e simples;
III - 100% (cem por cento), no caso de adulteração, vício ou falsificação de qualquer livro ou
documento fiscal.
§ 1º As multas serão cumulativas quando resultarem, concomitantemente, do descumprimento
de obrigação tributária principal e acessória, observado o disposto no parágrafo seguinte.
§ 2º A multa pelo descumprimento de obrigação acessória será absorvida pela multa relativa à
obrigação principal sempre que se tratar de cometimento de infração em que o
descumprimento da obrigação acessória presuma o da obrigação principal.
§ 3º As infrações regulamentares cometidas na emissão ou preenchimento de um mesmo
documento ou na feitura de um mesmo lançamento serão consideradas uma única infração
sujeita à penalidade mais grave.
§ 4º Quando, na mesma ação ou omissão, uma infração regulamentar for necessária à
constituição de outra, serão consideradas uma única, sujeita à penalidade atribuída à
infração inicial.
§ 5º Na hipótese dos §§ 3º e 4º, se tiver sido lavrado pela autoridade fiscal mais de um ato,
serão eles reunidos num só processo, a requerimento do interessado, para imposição da
pena.
§ 6º A imposição de multa, salvo nos casos previstos em lei:
I - não dispensa o pagamento do imposto devido e demais acréscimos cabíveis;
II - não exime o infrator da obrigação de reparar os danos resultantes da infração;
III - não prejudica a aplicação cumulativa de penalidades, considerando-se, inclusive, as
circunstâncias agravantes previstas em lei.

CAPÍTULO II
Da Espontaneidade

Art. 12. Não serão aplicadas penalidades:


I - àquele que, antes de qualquer procedimento fiscal, procurar, espontaneamente, a
repartição fazendária, para comunicar e sanar irregularidades, salvo nas seguintes
hipóteses:
a) falta de lançamento de documentos fiscais;
b) falta de recolhimento do imposto;
c) apresentação intempestiva, à repartição fazendária, de documentação fiscal, quando
exigida, bem como a sua substituição por outro documento equivalente;
d) irregularidades relativas ao selo de autenticidade.
II - aos que tiverem agido ou pago o imposto com base em:
a) súmula do Tribunal Administrativo-Tributário do Estado - TATE, devidamente
homologada, nos termos da legislação tributária pertinente;
b) decisão de última instância administrativa em processo em que for parte o
interessado;
c) decisão proferida em processo de consulta, nos termos da Lei nº 10.654, de 27 de
novembro de 1991, em que for parte o interessado.
Art. 13. Ao sujeito passivo que reconhecer, total ou parcialmente, o crédito tributário
relativamente ao não-cumprimento das obrigações tributárias, principal e acessória, será
concedida, nos termos de lei específica relativa ao processo administrativo-tributário,
redução no valor da multa incidente sobre a infração reconhecida, salvo as previstas no
artigo 10, VII . (Lei n° 11.903/2000)
Parágrafo único. Os juros de mora serão:
I - dispensados, na hipótese de o recolhimento ocorrer de uma só vez, até o termo final
previsto em decreto do Poder Executivo; (LEI COMPLEMENTAR Nº 026/99)
II – reduzidos: (LEI COMPLEMENTAR Nº 026/99)
a) até o termo final previsto em decreto do Poder Executivo, em função do número de
meses em que o débito for parcelado; (LEI COMPLEMENTAR Nº 026/99)
b) a partir do termo inicial previsto em decreto do Poder Executivo e na forma nele
estabelecida, na hipótese de o recolhimento ocorrer de uma só vez, retirando-se do
respectivo valor o montante correspondente à atualização monetária do imposto. (LEI
COMPLEMENTAR Nº 026/99)

CAPÍTULO III
Da Correção Monetária

Art. 14. Os débitos tributários do ICMS não pagos nos prazos previstos na legislação tributária
serão atualizados a partir do termo final do respectivo período de apuração ou, inexistindo
este, a partir do termo final do respectivo vencimento, sem prejuízo da multa e demais
encargos cabíveis.
Parágrafo único. A partir da adoção da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e
Custódia – SELIC, fixada para os títulos federais, a atualização dos débitos tributários de
que trata este artigo estará computada na mencionada taxa. (LEI COMPLEMENTAR Nº 026/99)

CAPÍTULO IV
Dos Juros
(LEI COMPLEMENTAR Nº 026/99)

Art. 15. O crédito tributário, inclusive o decorrente de multas, quando não integralmente pago
no respectivo vencimento, será acrescido de juros, incidentes a partir do mês subseqüente à
data do mencionado vencimento. (LEI COMPLEMENTAR Nº 026/99)
Parágrafo único. Os juros previstos no “caput” serão equivalentes: (LEI COMPLEMENTAR Nº 026/99)
I – até o termo final previsto em decreto do Poder Executivo, à taxa de 1% (um por cento)
ao mês, corrigido monetariamente o montante do crédito; (LEI COMPLEMENTAR Nº 026/99)
II – a partir do termo inicial previsto em decreto do Poder Executivo: (LEI COMPLEMENTAR Nº
026/99)

a) à taxa de 1% (um por cento), relativamente aos créditos tributários objeto de


parcelamento anterior ao mencionado termo inicial, na hipótese de o contribuinte não
optar pela redução específica de multa e de juros prevista em lei para os meses de
dezembro de 1999 e janeiro de 2000, desde que não ocorra perda do parcelamento,
nos termos da legislação pertinente; (LEI COMPLEMENTAR Nº 026/99)
b) à taxa SELIC, que será acumulada mensalmente, até o mês anterior ao do
pagamento: (LEI COMPLEMENTAR Nº 026/99)
1. do valor total do crédito tributário, quando o recolhimento for à vista, acrescido de 1%
(um por cento) relativamente ao mês em que ocorrer o mencionado recolhimento;
(LEI COMPLEMENTAR Nº 026/99)

2. do valor da quota inicial, e das demais quotas, no caso de parcelamento, acrescido


de 1% (um por cento) em cada mês em que ocorrer o mencionado pagamento. (LEI
COMPLEMENTAR Nº 026/99)

TÍTULO III
Do Cancelamento da Inscrição e da Interdição de Estabelecimento

CAPÍTULO I
Do Cancelamento da Inscrição no CACEPE
Art. 16. A inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco - CACEPE poderá
ser cancelada de ofício nos seguintes casos:
I - alteração de endereço sem a prévia autorização da autoridade fazendária competente;
II - emissão de documento fiscal sem que corresponda a uma operação ou prestação,
tributada ou não, com a utilização, em proveito próprio ou alheio, do mencionado
documento para produção de qualquer efeito fiscal;
III - obtenção de inscrição mediante informações inverídicas;
IV - inscrição de estabelecimento com domicílio fictício;
V - não-apresentação de documentos de informações econômico-fiscais ou apresentação
destes com erro ou de forma incompleta, nos termos de portaria do Secretário da
Fazenda;
VI - não-atendimento a recadastramento determinado pela Secretaria da Fazenda;
VII - outras hipóteses previstas em portaria do Secretário da Fazenda.
§ 1º O cancelamento da inscrição, a ser declarado por meio de edital, será promovido mediante
processo regular devidamente instruído, iniciado pelo funcionário fiscal que constatar a
existência de irregularidades.
§ 2º O cancelamento previsto neste artigo implica considerar-se o contribuinte como não
inscrito no CACEPE, sem prejuízo das penalidades cabíveis.
§ 3º São nulos, para efeitos fiscais, os atos praticados pelo sujeito passivo incurso nas
hipóteses deste artigo.
§ 4º A nulidade dos atos a que se refere o parágrafo anterior opera-se a partir do momento da
ocorrência da irregularidade determinante do cancelamento da inscrição.
§ 5º A inidoneidade declarada em edital, nos termos do § 1º, alcança os documentos fiscais
emitidos pelo contribuinte a partir da data da prática do ato ou da omissão, que, de
conformidade com a legislação em vigor, caracterize a condição de inidoneidade ou, na sua
falta, da data da verificação fiscal que tenha constatado a irregularidade.
§ 6º A inscrição poderá, a pedido do contribuinte, ser reativada nos seguintes casos:
I - quando sanadas as irregularidades que tenham determinado o cancelamento da
inscrição;
II - por ato administrativo, em processo regular devidamente instruído.
§ 7º Poderá a Secretaria da Fazenda, diante dos fatos arrolados no “caput”, exigir garantias
para que o sujeito passivo possa cumprir a obrigação tributária principal ou ainda submetê-
lo ao sistema especial de controle, fiscalização e pagamento, ensejando ao mesmo a
manutenção de sua inscrição.

CAPÍTULO II
Da Interdição de Estabelecimento

Art. 17. O funcionário fiscal, no âmbito da respectiva competência, sempre que constatar a
prática de irregularidade que constitua indício de que a mercadoria está em situação
irregular, poderá providenciar a interdição de estabelecimento, até que a situação esteja
regularizada.

TÍTULO IV
Do Sistema Especial de Controle, Fiscalização e Pagamento
Art. 18. A Secretaria da Fazenda, sem prejuízo da aplicação da pena de multa, poderá sujeitar
ao sistema especial de controle, fiscalização e pagamento, instituído pela Lei nº 10.650, de
25 de novembro de 1991, o contribuinte que:
I - deixar de recolher, por mais de 06 (seis) meses consecutivos, o imposto relativo às suas
operações ou prestações;
II - deixar de recolher, por mais de 03 (três) meses consecutivos, no prazo regulamentar, o
imposto retido em razão de substituição tributária;
III - deixar de emitir, habitualmente, documentos fiscais exigidos para operações ou
prestações realizadas ou emitir documentos fiscais inidôneos;
IV - emitir, habitualmente, documentos fiscais irregulares que resultem em redução ou não-
recolhimento do imposto devido;
V - utilizar, habitualmente, sistema eletrônico de processamento de dados, processo
mecanizado ou equipamento emissor de Cupom Fiscal, inclusive na condição de emissor
autônomo, de que resulte redução ou omissão do recolhimento do imposto devido, bem
como a não-apresentação do equipamento;
VI - praticar operações ou prestações em estabelecimento não inscrito no CACEPE;
VII - deixar de apresentar livros ou documentos fiscais, sob a alegação de desaparecimento,
perda, extravio, sinistro, furto, roubo ou atraso na escrituração;
VIII - incidir em prática de sonegação fiscal, não sendo possível apurar o montante real da
base de cálculo, em decorrência da omissão de lançamento nos livros fiscais ou
contábeis ou de lançamento fictício ou inexato;
IX - recusar-se a exibir documento ou impedir o acesso de agentes do Fisco aos locais onde
estejam depositadas mercadorias e bens relacionados com a ação fiscalizadora.
§ 1º O ato que determinar a aplicação do regime especial de controle, fiscalização e
pagamento especificará o prazo de sua duração e os critérios para sua aplicação, de acordo
com as hipóteses do artigo seguinte, independentemente da fiscalização normal dos
períodos anteriores.
§ 2º De acordo com os resultados obtidos, poderá ser levantado o sistema especial referido
neste artigo ou, caso se tornar conveniente ao interesse do Fisco, ser aplicada a estimativa
ou regime de antecipação tributária, nos termos da legislação pertinente.

Art. 19. O sistema especial de controle, fiscalização e pagamento será determinado por ato
específico do Secretário da Fazenda ou do Diretor da Diretoria de Administração Tributária
da Secretaria da Fazenda e consistirá, segundo as situações enumeradas no artigo anterior,
isolada ou cumulativamente, na obrigatoriedade de:
I - pagamento do ICMS relativo às operações ou às prestações, nos prazos fixados,
inclusive do imposto devido por substituição tributária;
II - pagamento do imposto, por antecipação, na primeira repartição fazendária da fronteira
ou do percurso, quando da entrada, no território deste Estado, de mercadoria
proveniente de outra Unidade da Federação;
III - sujeição à vigilância constante de funcionários do Fisco, inclusive com plantões
permanentes no estabelecimento.
Parágrafo único. Na aplicação do sistema especial de controle, fiscalização e pagamento,
observar-se-ão as normas processuais estabelecidas em decreto do Poder Executivo.

TÍTULO V
Do Arbitramento e da Presunção

CAPÍTULO I
Do Arbitramento

SEÇÃO I
Das Disposições Gerais
Art. 20. Quando o cálculo do imposto tenha por base, ou tome em consideração, o valor ou o
preço de mercadorias, bens, serviços ou direitos, a autoridade fiscal, mediante processo
regular, arbitrará aquele valor ou preço, sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as
declarações ou os esclarecimentos prestados ou os documentos expedidos pelo sujeito
passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado, ressalvada, em caso de contestação,
avaliação contraditória, administrativa ou judicial.
§ 1º Poderão ser arbitrados valores quando o sujeito passivo:
I - regularmente intimado, recusar-se a exibir ao Fisco os elementos necessários à
comprovação do valor da operação, prestação, bens e direitos;
II - for remetente ou adquirente de mercadoria ou prestador ou tomador de serviço
desacompanhados de documento fiscal ou acompanhados de documento fiscal inidôneo;
III - perder ou extraviar documentos ou livros fiscais ou contábeis, desde que fique
impossibilitada a apuração do imposto;
IV - lançar nos documentos e livros, em especial os de natureza fiscal, valores
reiteradamente inferiores ao preço de custo, em se tratando de estabelecimento
industrial ou produtor e ao preço de aquisição, na hipótese de estabelecimento
comercial;
V - não possuir livros ou documentos fiscais, quando obrigado, desde que fique
impossibilitada a apuração do imposto;
VI - emitir Notas Fiscais com valores diversos nas respectivas vias;
VII - utilizar, em desacordo com a legislação tributária, equipamento cujo controle fiscal se
realize através dos respectivos totalizadores.
§ 2º Considera-se atendida a avaliação contraditória, o direito de o contribuinte impugnar o
lançamento durante o curso do processo administrativo-tributário.
§ 3º Referindo-se o contraditório de que trata o parágrafo anterior às hipóteses previstas no art.
25, o correspondente processo administrativo-tributário será instruído com parecer técnico a
ser emitido sob a responsabilidade da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente -
SECTMA, que poderá solicitar a referida emissão a qualquer órgão ou entidade da
administração pública, bem como a entidade privada, observada a legislação pertinente,
correndo todas as despesas por conta do sujeito passivo.
Art. 21. A autoridade fiscal, conforme a hipótese, poderá utilizar qualquer dos processos de
arbitramento previstos neste Título, desde que devidamente autorizado em ato específico do
Secretário da Fazenda ou do Diretor da Diretoria de Administração Tributária da Secretaria
da Fazenda, atendendo solicitação fundamentada do órgão fazendário competente.
Parágrafo único. A situação passível de processo de arbitramento específico não poderá ser
objeto de qualquer outra modalidade de arbitramento.
Art. 22. A utilização do arbitramento não exclui a aplicação das penalidades cabíveis.
Art. 23. Sempre que do arbitramento resultar débito do imposto, este deverá ser objeto de Auto
de Infração ou Auto de Apreensão, conforme a hipótese.
Art. 24. Quando o débito tributário, apurado através de arbitramento, referir-se a um período
compreendido por vários meses, e não houver possibilidade de identificar a parcela do
débito gerado em cada mês, o valor do débito total será rateado pelo número de meses
compreendidos no citado período, segundo os respectivos valores de entrada de
mercadoria acompanhada de documento fiscal.

SEÇÃO II
Do Arbitramento Geral

Art. 25. Utilizar-se-á o arbitramento geral relativamente aos fatos ou situações que não
importem em tratamento específico, nos termos desta Seção, considerando-se os seguintes
parâmetros:
I - natureza do ramo de negócio;
II - preço corrente das mercadorias, bens, serviços ou direitos;
III - valores das mercadorias, bens, serviços ou direitos adquiridos;
IV - valores das mercadorias, bens, serviços prestados ou direitos alienados;
V - valor do estoque, inicial e final, de bens ou mercadorias;
VI - despesas em geral;
VII - capacidade das máquinas e equipamentos;
VIII - número de empregados;
IX - rendimento industrial do estabelecimento e quebras;
X - perdas;
XI - margem de agregação;
XII - consumo de energia elétrica, combustível ou outro produto utilizado pelo
estabelecimento.
§ 1º Os parâmetros referidos neste artigo poderão ser utilizados isolada ou conjuntamente.
§ 2º A natureza do ramo de negócio deverá ser considerada em qualquer arbitramento geral.
§ 3º Para fim do disposto no inciso II do “caput”, o preço corrente das mercadorias, serviços,
bens ou direitos será a média dos preços praticados no local do estabelecimento objeto do
arbitramento, observando-se:
I - havendo três ou mais estabelecimentos na praça, adotar-se-á a média com relação a três
deles, no mínimo;
II - os estabelecimentos pesquisados, sempre que possível, deverão ser de porte igual ou
aproximado ao do estabelecimento objeto do arbitramento;
III - inexistindo outros estabelecimentos na praça do estabelecimento objeto do
arbitramento, adotar-se-á o critério indicado no inciso I do “caput”, em relação aos
estabelecimentos do local mais próximo.
§ 4º A não-comprovação de dívida de responsabilidade do contribuinte presume a sua
liquidação no prazo regular.
§ 5º A aquisição, sem documento fiscal, de matéria-prima e outros produtos empregados na
produção industrial presume, para efeito de apuração das respectivas saídas por período, a
utilização média da capacidade das máquinas e equipamentos.
§ 6º Para fim do disposto no inciso IX do “caput”, observar-se-á que:
I - o índice de rendimento industrial e de quebra inerente ao processo deverá ser fornecido
pelo sujeito passivo;
II - havendo recusa do sujeito passivo para fornecer os índices de que trata o inciso anterior
ou, sendo esses índices comprovadamente inferiores aos verificados em
estabelecimentos similares, a autoridade fiscal utilizará aqueles fornecidos por órgão
técnico mantido ou credenciado pelo Poder Público.
§ 7º O movimento real tributável, realizado pelo sujeito passivo, em determinado período,
poderá ser apurado através de levantamento fiscal, em que se adotará a Taxa de Valor
Agregado - TVA, a ser estabelecida em portaria do Secretário da Fazenda.
§ 8º A aplicação dos parâmetros referidos neste artigo fica condicionada, nos termos de
decreto do Poder Executivo, à supervisão técnica da Secretaria de Ciência, Tecnologia e
Meio Ambiente - SECTMA, diretamente ou por meio de órgãos ou entidades credenciados
para esse fim.
SEÇÃO III
Do Arbitramento por Amostragem

Art. 26. O valor das operações ou prestações realizadas pelo sujeito passivo da obrigação
tributária poderá ser arbitrado por amostragem pela autoridade fiscal, na hipótese de
emissão dos seguintes tipos de Nota Fiscal inidônea:
I - com valores diversos nas respectivas vias;
II - cuja impressão não tenha sido autorizada pelo órgão fazendário competente.
§ 1º Para a aplicação da amostragem de que trata este artigo, serão observados os critérios
utilizados pela Estatística, conforme o disposto em ato normativo do Poder Executivo.
§ 2º A projeção da amostragem será feita para infração da mesma natureza.
Art. 27. Na hipótese de os parâmetros previstos no art. 25 serem insuficientes para o
arbitramento, a autoridade fiscal adotará como referência o movimento diário das operações
ou das prestações realizadas pelo contribuinte.
§ 1º Para efeito de arbitramento do valor das operações no período fiscal correspondente,
serão tomados os valores efetivos das operações ou das prestações, acompanhadas pela
autoridade fiscal, em 05 (cinco) dias alternados desse período, representativos das
variações do movimento do estabelecimento.
§ 2º O valor das operações do período fiscal a ser arbitrado corresponderá à multiplicação do
valor correspondente à média das operações decorrentes de saídas ou prestação
tributáveis apuradas, na forma do parágrafo anterior, pelo número de dias de funcionamento
do estabelecimento no referido período.
§ 3º O valor médio mensal das operações ou das prestações tributáveis será considerado
suficientemente representativo dos valores das operações relativas à circulação de
mercadorias e das prestações de serviço auferidas pelo contribuinte naquele
estabelecimento, podendo ser utilizado, para efeitos fiscais, com o fim de ser determinado o
imposto que presumidamente tenha deixado de ser recolhido nos exercícios anteriores.
§ 4º A diferença positiva, em UFIR, entre o valor arbitrado e o escriturado no período será
considerada como omissão de saída e constituirá a base de cálculo do imposto que tenha
deixado de ser recolhido.
§ 5º Poderá ainda, para cálculo do imposto devido por estimativa, ser adotado o disposto nos
§§ 1º a 3º.
Art. 28. A presunção da irregularidade de que trata esta Seção somente poderá ser elidida
mediante prova inequívoca, por parte do sujeito passivo, da inexistência da irregularidade
presumida.

CAPÍTULO II
Da Presunção

SEÇÃO I
Da Presunção de Omissão de Saída

Art. 29. Presume-se que tenha ocorrido saída de mercadoria ou prestação de serviços
tributáveis desacompanhadas de Nota Fiscal quando:
I - a mercadoria tenha entrado no estabelecimento desacompanhada de documento fiscal
idôneo;
II - o documento fiscal relativo à aquisição de mercadoria não tenha sido escriturado no
livro fiscal próprio, desde que decorrido o prazo de 90 (noventa) dias contados da data
da emissão do mencionado documento fiscal; (Lei nº 12.149/2001) Vejamais
III - o saldo na conta caixa tenha resultado credor;
IV - o suprimento de caixa, se houver, não tenha comprovação da origem e do montante;
V - a origem dos recursos não seja suficiente para provar sua aplicação;
VI - o passivo contenha obrigações já pagas ou inexistentes;
VII - o estoque de selos, relativos ao controle do Fisco Federal sobre determinadas
mercadorias, apresente falta ou excesso.
§ 1º Suspende a exigibilidade do crédito tributário, nas hipóteses dos incisos I e II do “caput”, a
prova de que o destinatário da mercadoria tenha ingressado com ação contra o alienante,
declarando não ter adquirido a referida mercadoria.
§ 2º As hipóteses mencionadas nos incisos III a VI do “caput” presumem, se for o caso,
prestação de serviço desacompanhada do documento fiscal, proporcionalmente ao
montante dos serviços prestados e registrados nos livros fiscais.
§ 3º Elide a presunção de que trata este artigo, conforme o caso, a prova apresentada pelo
sujeito passivo:
I - de que a mercadoria encontra-se em estoque ou de que tenha saído com pagamento do
imposto, nas hipóteses dos incisos I e II do “caput”;
II - de que o numerário respectivo proveio de outra fonte que não a saída de mercadoria
desacompanhada de Nota Fiscal, nas hipóteses dos incisos IV a VI do “caput”.
§ 4º Na hipótese do inciso VII do “caput”, observar-se-á:
I - a falta de selos presume a saída de mercadorias com selo e sem Nota Fiscal;
II - o excesso de selos presume a saída de mercadoria sem selo e sem Nota Fiscal
§ 5º Para fim do parágrafo anterior, será admitida a quebra de selos, conforme previsto na
legislação federal pertinente.
Art. 30. As operações, as prestações e os negócios jurídicos que concorram para que o sujeito
passivo venha a auferir rendimentos sem comprovação serão havidos como fatos geradores
de tantos tributos quantas sejam as atividades econômicas comprovadamente exercidas
pela pessoa detentora de tais rendimentos.
§ 1º Os rendimentos mencionados no “caput”, para fim da respectiva tributação, serão rateados
com as atividades econômicas referidas proporcionalmente às respectivas receitas.
§ 2º A prova do exercício de atividades diversas das sujeitas à tributação estadual cabe ao
sujeito passivo.
§ 3º Não ocorrendo a comprovação de que trata o parágrafo anterior, os rendimentos serão
havidos como provenientes das atividades sujeitas à tributação estadual.
Art. 31. Quando a presunção de saída de mercadoria ou prestação de serviço
desacompanhada de documento fiscal decorrer de exame contábil, procedido em escrita
centralizada, sem que se possa identificar o estabelecimento responsável pelo fato, o valor
desta saída ou prestação será:
I - imputado a qualquer dos estabelecimentos, quando esses se situarem dentro deste
Estado;
II - rateado proporcionalmente com o valor da operação ou prestação pelos
estabelecimentos situados nesta e em outras Unidades da Federação.

SEÇÃO II
Da Presunção de Operações e Prestações Internas Tributáveis

Art. 32. Presumem-se operações e prestações internas tributáveis as realizadas


desacompanhadas de documento fiscal próprio, quando exigido, ou acompanhadas de
documento fiscal inidôneo.
§ 1º Na hipótese de o contribuinte operar com mercadorias tributadas e não tributadas, as
saídas presumidas de que trata este artigo serão rateadas proporcionalmente às
mercadorias adquiridas nas mesmas condições.
§ 2º As mercadorias objeto das operações referidas no “caput” serão havidas como destinadas
a revenda.
§ 3º O valor da receita omitida, apurado em levantamento fiscal, é considerado decorrente de
operação ou prestação tributada e o imposto correspondente será cobrado mediante a
aplicação da alíquota interna preponderante, em relação às operações ou prestações
realizadas pelo sujeito passivo.

SEÇÃO III
Da Presunção do Internamento de Mercadoria no Estado

Art. 33. Presume-se internada, no território do Estado, a mercadoria cujo documento fiscal
indique destinatário localizado em outra Unidade da Federação e este declare não tê-la
adquirido.

SEÇÃO IV
DA PRESUNÇÃO DE VENCIMENTO ANTECIPADO

Art. 34. Nas operações com mercadoria ou nas prestações de serviço desacompanhadas de
Nota Fiscal ou acompanhadas de Nota Fiscal inidônea, considera-se vencido o respectivo
prazo de recolhimento do ICMS na data da constatação da irregularidade, para efeito de
exigência do correspondente imposto, multas e demais acréscimos cabíveis.

TÍTULO VI
Das Disposições Finais
Art. 35. No arbitramento e na presunção, deverá ser considerada a proporcionalidade entre as
operações e prestações internas e interestaduais.
Art. 36. O parcelamento de débitos tributários referentes ao ICM ou ICMS, solicitado no
período de 01 de janeiro a 30 de junho de 1998, poderá ser efetuado em até 96 (noventa e
seis) meses, atendidas as condições estabelecidas em decreto do Poder Executivo e desde
que devidamente autorizado em convênio específico, celebrado nos termos da Lei
Complementar nº 24, de 07 de janeiro de 1975.
Art. 37. Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação, produzindo efeitos a partir de 01 de
janeiro de 1998.
Art. 38. Revogam-se as disposições em contrário.

PALÁCIO DO CAMPO DAS PRINCESAS, em 29 de dezembro de 1997


MIGUEL ARRAES DE ALENCAR
Governador do Estado
Eduardo Henrique Accioly Campos
ANEXO ÚNICO DA LEI Nº 11.514/97

REVOGADO. (Lei n° 11.903/2000)


NOTA: As informações contidas no Anexo Único dessa Lei (revogado pela Lei nº 11.903/2000) se
encontram atualmente no Anexo Único da Lei nº 10.654/1997 (PAT), conforme alteração dada pela
Lei nº 11.903/2000.
INSTRUÇÃO NORMATIVA DAT Nº 008,
DE 27 DE ABRIL DE 1998
O Diretor da Diretoria de Administração Tributária, no uso de suas atribuições, considerando a
necessidade de esclarecer dúvidas quanto à aplicação da Lei nº 11.514, de 29.12.97,
relativamente à redução do valor das penalidades e à dispensa de juros, e do Decreto nº
20.303, de 05 de fevereiro de 1998, relativamente à perda de parcelamento e à determinação
do número de parcelas a ser concedidas na hipótese de reparcelamento, RESOLVE:
I - Respeitadas as condições estabelecidas no Anexo Único da Lei nº 11.514, de 29.12.97, as
reduções de multa ali previstas aplicam-se aos processos de débitos fiscais regularizados a
partir de 01.01.98;
II - Nas hipóteses de desistência de defesa ou de recurso interpostos, as reduções de multa de
que trata o Anexo Único da Lei nº 11.514/97 ficam condicionadas ao reconhecimento do
débito, mediante regularização por pagamento à vista ou parcelamento do débito, até a data
do pedido de desistência de defesa ou recurso;
III - Serão concedidas as reduções de penalidades a seguir mencionadas, nos termos do inciso
VII do Anexo Único da Lei nº 11.514/97, inclusive na hipótese de pagamento de débito
tributário do ICMS que tenha sido anteriormente objeto de pedido de parcelamento, desde
que o citado débito não esteja inscrito em dívida ativa executiva, ou, se inscrito, ainda não
tenha sido objeto de ação na esfera judicial:
1. 10% (dez por cento), na hipótese de pagamento à vista;
2. 5% (cinco por cento), na hipótese de reparcelamento;
IV - As reduções de que trata o inciso anterior incidirão sobre o saldo remanescente do débito a
ser regularizado;
V - A dispensa de juros prevista no art. 13, parágrafo único, I, da Lei nº 11.514/97, aplica-se,
inclusive, na hipótese de liquidação de saldo remanescente de débito que já tenha sido
objeto de qualquer pagamento, com ou sem a formalização de parcelamento, exceto
relativamente à última cota paga no respectivo prazo;
VI - O disposto no art. 14 do Decreto nº 20.303, de 05.02.98, que dispõe sobre a perda de
parcelamento, aplica-se, a partir de 01.03.98, a todos os parcelamentos, inclusive aqueles
formalizados anteriormente à mencionada data e que não tenham sido cancelados;
VII - Na hipótese de solicitação de parcelamento de débitos fiscais em cobrança na esfera
administrativa e na esfera judicial, deverão ser efetuados pedidos distintos, que serão
analisados, isoladamente, de acordo com o que dispõe o art. 11 do Decreto nº 20.303/98;
VIII - No caso de o pedido de parcelamento referir-se a mais de um processo de débito fiscal,
quando houver entre eles a hipótese de reparcelamento, para efeito de fixação do número
de parcelas a ser concedidas, nos termos do art. 15, II, do Decreto nº 20.303/98, será
tomado como referência aquele processo com o número maior de parcelas já utilizadas;
IX- Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus
efeitos:
a) a 01.01.98, relativamente aos inciso I a V;
b) a 01.03.98, relativamente aos incisos VI a VIII;
X - Revogam-se as disposições em contrário.
JOSÉ DA CRUZ LIMA JÚNIOR
Diretor da DAT
LEI Nº 11.903
DE 22 DE DEZEMBRO DE 2000.
EMENTA: Introduz alterações na Lei nº 10.654, de
27 de novembro de 1991, que dispõe sobre o
processo administrativo-tributário, e dá outras
providências.
Art. 1º ...................................................... (altera a Lei nº 10.654/91 que se encontra já consolidada neste adendo)
Art. 2º A Lei nº 11.514, de 29 de dezembro de 1997, que dispõe sobre infrações, penalidades e
procedimentos específicos na área tributária, passa a vigorar com as seguintes
modificações:
I – nova redação para o caput, do artigo 13, conforme se segue:
"Art. 13 - Ao sujeito passivo que reconhecer, total ou parcialmente, o crédito tributário
relativamente ao não-cumprimento das obrigações tributárias, principal e acessória, será
concedida, nos termos de lei específica relativa ao processo administrativo-tributário,
redução no valor da multa incidente sobre a infração reconhecida, salvo as previstas no
artigo 10, VII ."
II – revogação do Anexo Único.
Art. 3º A partir do termo inicial de vigência da Lei que altera a organização e o funcionamento
do Contencioso Administrativo-Tributário do Estado - CATE, relativamente aos processos
em tramitação nos órgãos que o integram, será observado o seguinte:
I – quando dirigidos a Julgador Administrativo-Tributário do Tesouro Estadual - JATTE,
serão encaminhados a Turma Julgadora do TATE, para instrução e julgamento, em
primeira instância, nos termos previstos na Lei nº 10.654, de 27 de novembro de 1991,
com a redação da presente Lei;
Art. 4º O Poder Executivo, no prazo de 90 (noventa) dias, contados da data da publicação da
presente Lei, publicará a Lei nº 10.654, de 27 de novembro de 1991, devidamente
consolidada.
Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 6º Revogam-se as disposições em contrário e, em especial, as alíneas "a" e "b" do inciso I
e o inciso III, do § 1º, e o § 5º, do artigo 41; os incisos I a VI, do caput do artigo 42; os
incisos I e II, do caput do artigo 55 e o seu § 4º; o inciso VII, do § 2º, do artigo 73; e os §§ 1º
e 2º, do artigo 80; todos da Lei nº 10.654, de 27 de novembro de 1991.

PALÁCIO DO CAMPO DAS PRINCESAS, em 22 de dezembro de 2000.


JARBAS DE ANDRADE VASCONCELOS
Governador do Estado
SEBASTIÃO JORGE JATOBÁ BEZERRA DOS SANTOS
PORTARIA SF Nº 004
DE 07 DE JANEIRO DE.2003
O Secretário da Fazenda, considerando a necessidade de uniformizar a aplicação de
penalidades relativas à entrega de documentos de informação econômico-fiscal e de arquivos
magnéticos,
RESOLVE:
I – Na hipótese de descumprimento do prazo de entrega de documento de informação
econômico-fiscal e de arquivo magnético, inclusive para substituição, será aplicada a
penalidade prevista no art. 10, XVI, da Lei nº 11.514, de 29.12.97, e alterações,
observando-se:
a) quando se tratar de documento de informação econômico-fiscal: R$ 101,00 (cento e um
reais) por documento;
b) quando se tratar de arquivo magnético de usuário de sistema eletrônico de
processamento de dados: R$ 254,00 (duzentos e cinqüenta e quatro reais) por mês;
II - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação;
III - Revogam-se as disposições em contrário.

JORGE JATOBÁ
Secretário da Fazenda
DECRETO Nº 14.876/91
e alterações
(atualizado até 17 de maio de 2010)
ÍNDICE SISTEMÁTICO

LIVRO PRIMEIRO
DO SISTEMA GERAL DE TRIBUTAÇÃO
TÍTULO I
DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PRINCIPAL
CAPÍTULO I DA INCIDÊNCIA arts. 2º a 6º

CAPÍTULO II DA NÃO-INCIDÊNCIA art. 7º

CAPÍTULO III DA ISENÇÃO arts. 8º e 9º

CAPÍTULO IV DA SUSPENSÃO arts. 10 e 11

CAPÍTULO V DO DIFERIMENTO arts. 12 e 13

CAPÍTULO VI DA BASE DE CÁLCULO arts. 14 a 24

CAPÍTULO VII DA ALÍQUOTA art. 25

CAPÍTULO VIII DO CRÉDITO FISCAL art. 26

Seção I - Do Direito arts 27 a 30

Seção II - Da Vedação arts. 31 e 32

Seção III - Do Estorno arts. 33 e 34

Seção IV - Do Crédito Presumido arts. 35 a 44

Seção V - Da Recuperação e do Crédito Restituído art. 45

Seção VI - Da Manutenção arts. 46 e 47

Seção VII - Do Crédito Acumulado arts. 48 a 50

CAPÍTULO IX DA APURAÇÃO E DOS PRAZOS DE RECOLHIMENTO

Seção I - Da Apuração do Imposto art. 51

Seção II - Dos Prazos de Recolhimento

Subseção I - Do Imposto de Responsabilidade Direta art. 52

Subseção II - Do Imposto de Responsabilidade Indireta arts. 53 a 55

CAPÍTULO X DO SUJEITO PASSIVO

Seção I - Do Contribuinte arts. 56 e 57

Seção II - Do Responsável arts. 58 e 59

CAPÍTULO XI DO ESTABELECIMENTO

Seção I - Da Natureza arts. 60 e 61

Seção II - Do Código de Atividade Econômica art. 62

TÍTULO II
DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA ACESSÓRIA

CAPÍTULO I DO CADASTRO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE PERNAMBUCO - CACEPE


Seção I - Do Cadastro art. 63
Seção II - Da Inscrição arts. 64 a 72
Seção III - Da Baixa arts. 73 a 76
Seção IV - Do Cancelamento art. 77
Seção V - Da Atualização Cadastral arts. 78 e 79
CAPÍTULO II DOS LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS

Seção única - Das Disposições Comuns arts. 80 a 84

CAPÍTULO III DO DOCUMENTO FISCAL RELATIVO À OPERAÇÃO E À PRESTAÇÃO

Seção I - Das Disposições Comuns

Subseção I - Das Disposições Gerais arts. 85 a 113

Subseção II - Da Nota Fiscal Resumo art. 114

Subseção III - Do Documento Fiscal de Correção arts. 115 e 116

Seção II - Do Documento Fiscal Relativo à Operação

Subseção I - Da Nota Fiscal arts. 117 a 129-A

Subseção II - Da Nota Fiscal de Venda a Consumidor e da Nota Fiscal arts. 130 a 134
Simplificada

Subseção III - Da Nota Fiscal de Entrada arts. 135 a 139

Subseção IV - Da Nota Fiscal de Produtor arts. 140 e 141

Subseção V - Da Nota Fiscal Avulsa art. 142

Subseção VI - Da Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d’Água art. 143

Subseção VI - Da Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica arts. 144 a 147

Subseção VII - Do Aviso de Retenção arts. 148 e 149

Seção III - Do Documento Fiscal Relativo ao Serviço de Transporte

Subseção I - Das Disposições Gerais arts. 150 a 156

Subseção II - Da Nota Fiscal de Serviço de Transporte arts. 157 a 162

Subseção III - Do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas arts. 163 a 168

Subseção IV - Do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas arts. 169 a 175

Subseção V - Do Conhecimento Aéreo arts. 176 a 182

Subseção VI - Do Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas arts. 183 a 187

Subseção VII - Do Bilhete de Passagem Rodoviária arts. 188 a 191

Subseção VIII - Do Bilhete de Passagem Aquaviária arts. 192 a 195

Subseção IX - Do Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem arts. 196 a 199

Subseção X - Do Bilhete de Passagem Ferroviária arts. 200 a 203

Subseção XI - Do Redespacho art. 204

Subseção XII - Do Transporte Intermodal art. 205

Subseção XIII - Do Despacho de Transporte art. 206

Subseção XIV - Do Conhecimento de Transporte Simplificado de arts. 207 e 208


Excesso de Carga
Subseção XV - Da Ordem de Coleta de Cargas art. 209

Subseção XVI - Da Autorização de Carregamento de Transporte arts. 210 a 215

Subseção XVII - Do Resumo de Movimento Diário arts. 216 a 218

Subseção XVIII (ACR) – Do Conhecimento de Transporte Multimodal de art. 219


Cargas

Seção IV - Do Documento Fiscal Relativo à Comunicação

Subseção I - Da Nota Fiscal de Serviço de Comunicação arts. 220 a 226

Subseção II - Da Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações arts. 227 a 230

CAPÍTULO IV DO DOCUMENTO RELATIVO ÀS INFORMAÇÕES

Seção I - Das Disposições Comuns art. 231

Seção II - Dos Documentos

Subseção I - Da Guia de Informação e Apuração do ICMS - GIA art. 232

Subseção II - Da Guia de Informação e Apuração do ICMS art. 233


(Mensal/Anual) –GIAM

Subseção III - Da Guia de Informação das Operações do Município - art. 234


GIOM

Subseção IV - Da Relação de Saída de Mercadorias arts. 235 a 240

Subseção V - Da Relação das Operações por Município -Contribuinte art. 241


substituído – ROM

Subseção VI - Da Relação do ICMS Retido na Fonte arts. 242 e 243

Subseção VII - Do Desembaraço de Mercadorias Importadas art. 244

Subseção VIII - Da Relação de Mercadorias e Bens Adquiridos art. 245

CAPÍTULO V DO DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO

Seção I - Do Documento de Arrecadação Estadual – DAE

Subseção I - Do Documento art. 246

Subseção II - Do Código de Receita art. 247

Subseção III - Da Arrecadação da Receita arts. 248 e 249

Seção II - Da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE arts. 250 e 251

CAPÍTULO VI DOS LIVROS FISCAIS

Seção I - Disposições Comuns arts. 252 a 259

Seção II - Do Registro de Entradas arts. 260 a 262

Seção III - Do Registro de Saídas arts. 263 e 264

Seção IV - Do Registro de Controle da Produção e do Estoque arts. 265 a 269

Seção V - Do Registro de Impressão de Documentos Fiscais art. 270

Seção VI - Do Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de art. 271


Ocorrências

Seção VII - Do Registro de Inventário art. 272

Seção VIII - Do Registro de Apuração do ICMS art. 273


Seção IX - Do Registro de Veículos art. 274

CAPÍTULO VII DAS OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DE SISTEMA ELETRÔNICO


DE PROCESSAMENTO DE DADOS

Seção I - Do Pedido e da Comunicação para Utilização ou Alteração do art. 275


Sistema

Seção II - Das Condições para Uso do Sistema arts. 276 a 278

Seção III - Dos Documentos Fiscais

Subseção I - Das Disposições Com2uns arts. 279 a 281

Subseção II - Da Nota Fiscal arts. 282 a 288

Subseção III - Da Nota Fiscal de Entrada art. 289

Subseção IV - Do Conhecimento de Transporte art. 290

Subseção V - Dos Formulários Destinados à Emissão de Documentos arts. 291 a 293-B


Fiscais

Seção IV - Da Escrita Fiscal

Subseção I - Do Registro Fiscal arts. 294 a 299

Subseção II - Da Escrituração Fiscal arts. 300 a 306

Seção V - Da Fiscalização arts. 307 e 308

Seção VI - Das Disposições Gerais arts. 309 a 312

CAPÍTULO VIII DAS OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DE TERMINAL PONTO DE


VENDA - PDV

Seção I - Das Disposições Gerais

Subseção I - Da Utilização art. 313

Subseção II Das Características arts. 314 e 315

Seção II - Do Credenciamento, da Suspensão, do Descredenciamento e do


Recredenciamento

Subseção I - Das Disposições Comuns art. 316

Subseção II - Do Credenciamento arts. 317 a 323

Subseção III- Da Suspensão art. 324

Subseção IV- Do Descredenciamento art. 325

Subseção V - Do Recredenciamento art. 326

Seção III - Do Uso de Terminal Ponto de Venda - PDV arts. 327 a 328

Seção IV - Da Cessação do Uso de Terminal Ponto de Venda - PDV art. 329

Seção V - Dos Documentos Fiscais

Subseção I - Da Nota Fiscal arts. 330 a 332

Subseção II - Dos Formulários Destinados à Emissão de Notas Fiscais arts. 333 e 334

Subseção III - Do Cupom Fiscal - PDV arts. 335 a 339

Subseção IV- Do Cupom Fiscal PDV - Redução art. 340

Subseção V - Da Listagem Analítica art. 341

Subseção VI - Das Disposições Comuns arts. 342 a 345

Seção VI - Da Escrita Fiscal art. 346


CAPÍTULO IX DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DE MÁQUINA
REGISTRADORA

Seção I - Das Disposições Gerais arts. 347 a 354

Seção II - Das Características da Máquina Registradora art. 355

Seção III - Do Documento Fiscal arts. 356 a 363

Seção IV - Da Entrega a Domicílio art. 364

Seção V - Do Cancelamento do Cupom Fiscal ou de Item arts. 365 e 366

Seção VI - Da Emissão Conjugada de Cupom e de Nota Fiscal art. 367

Seção VII - Da Devolução de Mercadoria art. 368

Seção VIII - Da Operação com Vasilhame art. 369

Seção IX - Da Escrituração Fiscal arts. 370 a 374

Seção X - Do Credenciamento arts. 375 a 380

Seção XI - Da Suspensão do Credenciamento art. 381

Seção XII - Do Descredenciamento art. 382

Seção XIII - Do Recredenciamento art. 383

Seção XIV- Do Pedido de Uso ou para Cessação de Uso de Máquina arts. 384 a 386
Registradora

Seção XV - Da Compensação arts. 387 a 391

Seção XVI - Da Máquina de Uso Não Fiscal art. 392

CAPÍTULO X DAS OPERAÇÕES ATRAVÉS DAS BOMBAS DE COMBUSTÍVEIS

Seção I - Das Características das Bombas de Combustíveis art. 393

Seção II - Do Credenciamento arts. 394 e 395

Seção III - Da Suspensão do Credenciamento arts. 396 a 401

Seção IV - Do Descredenciamento arts. 402 e 403

Seção V - Do Recredenciamento art. 404

Seção VI - Das Disposições Gerais arts. 405 a 410


LIVRO SEGUNDO
DOS SISTEMAS ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO
E DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES ESPECIAIS
TÍTULO I
DOS SISTEMAS ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO
CAPÍTULO I DO SISTEMA RELATIVO À CANA-DE-AÇÚCAR E SEUS DERIVADOS

Seção I - Das Disposições Gerais

Subseção I - Das Disposições Preliminares art. 411

Subseção II - Da Base de Cálculo art. 412

Seção II - Das Operações Realizadas pelo Produtor

Subseção I - Da Saída de Cana-de-açúcar arts. 413 e 414

Subseção II - Do Crédito Fiscal art. 415

Subseção III - Do Recolhimento do Imposto art. 416

Subseção IV - Do Confronto arts. 417 e 418

Subseção V - Da Escrita Fiscal art. 419

Seção III - Das Operações Realizadas pelo Estabelecimento Industrial

Subseção I - Das Disposições Gerais art. 420

Subseção II - Do Crédito Fiscal art. 421

Subseção III - Dos Documentos Fiscais arts. 422 a 429

Subseção IV - Da Escrituração Fiscal art. 430

Seção IV - Das Operações com a Cooperativa arts. 431 a 433

Seção V - Da Venda à Ordem ou Para Entrega Futura art. 434

Seção VI - Do Recolhimento art. 435

Seção VII- Da Perda art. 436

Seção VIII- Da Isenção art. 437

Seção IX - Das Operações Relativas a Aguardente arts. 438 a 442

CAPÍTULO II DO SISTEMA RELATIVO A ALGODÃO, MAMONA, SISAL E MILHO arts. 443 a 454

CAPÍTULO III DO SISTEMA RELATIVO A BRINDE arts. 455 a 462

CAPÍTULO IV DO SISTEMA RELATIVO A FARINHA DE TRIGO, CERVEJA E REFRIGERANTE

Seção I - Das Disposições Comuns arts. 463 a 473

Seção II - Das Operações Relativas a Farinha de Trigo arts. 474 a 478

Seção III - Das Operações Relativas a Cerveja e Refrigerante

Subseção I - Das Operações Internas e de Importação arts. 479 a 488

Subseção II - Das Operações Interestaduais arts. 489 a 491


CAPÍTULO V DO SISTEMA RELATIVO A CIMENTO

Seção I - Da Antecipação Tributária

Subseção I - Do Desconto art. 492

Subseção II - Da Base de Cálculo art. 493

Subseção III - Da Apuração art. 494

Subseção IV - Do Recolhimento art. 495

Subseção V - Da Informação arts. 496 e 497

Subseção VI - Do Credenciamento e do Descredenciamento arts. 498 e 499

Seção II - Do Ressarcimento arts. 500 a 502

Seção III - Do Cimento Proveniente Deste Estado arts. 503 e 504

Seção IV - Do Cimento Proveniente de Outro Estado arts. 505 a 508

Seção V - Da Devolução arts. 509 a 511

Seção VI - Da Mercadoria Não Entregue ao Destinatário arts. 512 a 514

Seção VII - Do Procedimento Relativo ao Estoque arts. 515 e 516

Seção VIII - Dos Livros Fiscais art. 517

Seção IX - Das Disposições Gerais arts. 518 a 521

CAPÍTULO VI DO SISTEMA RELATIVO A VEÍCULO

Seção I - Da Antecipação Tributária

Subseção I - Das Operações Sujeitas à Antecipação Tributária arts. 522 e 523

Subseção II - Da Desoneração art. 524

Subseção III - Do Cálculo arts. 525 a 528

Subseção IV - Do Desfazimento art. 529

Subseção V - Da Devolução art. 530

Subseção VI - Do Ressarcimento arts. 531 e 532

Subseção VII - Da Nota Fiscal arts. 533 a 540

Subseção VIII - Do Livro Fiscal arts. 541 a 545

Subseção IX - Do Ativo Fixo art. 546

Subseção X - Do Recolhimento arts. 547 e 548

Subseção XI - Das Disposições Finais arts. 549 a 554

Seção II - Da Isenção arts. 555 a 565

CAPÍTULO VII DO SISTEMA RELATIVO ÀS OPERAÇÕES COM A COMISSÃO DE FINANCIAMENTO DA


PRODUÇÃO

Seção I - Do Sistema arts. 566 a 569

Seção II - Da Base de Cálculo arts. 570 e 571

Seção III - Dos Documentos Fiscais arts. 572 a 576

Seção IV - Dos Livros Fiscais arts. 577 a 581

Seção V - Do Recolhimento arts. 582 e 583

CAPÍTULO VIII DO SISTEMA RELATIVO A GADO E PRODUTOS DERIVADOS DO RESPECTIVO ABATE,


ARROZ, FEIJÃO E FARINHA DE MANDIOCA

Seção I - Da Saída Interna art. 584

Seção II - Da Saída para Outra UF art. 585

Seção III - Da Saída do Produto Resultante da Industrialização art. 586


Seção IV - Da Saída com Incidência do Imposto Sobre o Valor Real da art. 587
Operação

Seção V - Das Operações com Outros Produtos Resultantes do Abate do art. 588
Gado

Seção VI - Das Disposições Gerais arts. 589 a 592

CAPÍTULO IX DO SISTEMA RELATIVO A LEITE arts. 598 e 599

CAPÍTULO X DO SISTEMA RELATIVO AO COMÉRCIO EXTERIOR

Seção I - Do Sistema Relativo a Importação de Mercadoria

Subseção I - Das Disposições Gerais arts. 600 a 614

Subseção II - Da Admissão Temporária art. 615

Seção II - Do Sistema Relativo a Exportação de Mercadoria

S ubseção I - Das Disposições Gerais art. 616

Subseção II - Da Exportação Indireta de Produto Semi-Elaborado art. 617

CAPÍTULO XI DO SISTEMA RELATIVO A PEIXE FRESCO OU FRIGORIFICADO arts. 618 a 622

CAPÍTULO XII DO SISTEMA RELATIVO A PRODUTO AGROPECUÁRIO art. 623


ADQUIRIDO EM OUTRO ESTADO

CAPÍTULO XIII DO SISTEMA RELATIVO A SORVETE arts. 624 a 627

CAPÍTULO XIV DO SISTEMA RELATIVO A LINGOTES E TARUGOS DE METAIS arts. 628 a 630
NÃO-FERROSOS E A SUCATA

CAPÍTULO XV DO SISTEMA RELATIVO A TRIGO TRITICALE NACIONAIS arts. 631 a 637

CAPÍTULO XVI DO SISTEMA RELATIVO A REVENDEDOR AUTÔNOMO


Seção I - Das Disposições Gerais art. 638

Seção II - Do Pedido art. 639

Seção III - Do Termo de Compromisso e Responsabilidade e da arts. 640 e 641


Inscrição

Seção IV - Do Recolhimento Antecipado arts. 642 e 643

Seção V - Dos Documentos Fiscais arts. 644 a 648

Seção VI - Dos Livros Fiscais arts. 649

Seção VII - Do Sistema a partir de 01 novembro de 2005 arts. 650

TÍTULO II
DOS OPERAÇÕES ESPECIAIS
CAPÍTULO I DAS OPERAÇÕES COM DEPÓSITO FECHADO arts. 651a 654

CAPÍTULO II DAS OPERAÇÕES COM ARMAZÉM-GERAL

Seção I - Das Operações Internas arts. 655 a 662

Seção II - Das Operações Interestaduais arts. 663 a 668

CAPÍTULO III DAS OPERAÇÕES À ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA art. 669

CAPÍTULO IV DAS OPERAÇÕES REALIZADAS FORA DO ESTABELECIMENTO arts. 670 a 673

CAPÍTULO V DA REMESSA PARA INDUSTRIALIZAÇÃO arts. 674 e 675

CAPÍTULO VI DA REMESSA PARA CONSERTO art. 676

CAPÍTULO VII DA DEVOLUÇÃO DE MERCADORIA

Seção I - Das Disposições Gerais arts. 677 e 678


Seção II - Da Devolução Promovida por Contribuinte

Subseção I - Da Operação Interna art. 679

Subseção II - Da Operação Interestadual arts. 680 e 681

Seção III - Da Devolução Promovida por Não-Contribuinte art. 682

Seção IV - Da Devolução por Repartição Pública art. 683

CAPÍTULO VIII DA MERCADORIA NÃO ENTREGUE AO DESTINATÁRIO

Seção I - Da Mercadoria que Tenha Saído do Estabelecimento

Subseção I - arts. 684 e 685

Subseção II - Do Estabelecimento Transportador arts. 686 e 687

Seção II - Da Mercadoria que Não Tenha Saído do Estabelecimento arts. 688 e 689

CAPÍTULO IX DAS OPERAÇÕES PARA A ZONA FRANCA DE MANAUS arts. 690 a 696

CAPÍTULO X DAS OPERAÇÕES RELATIVAS AO COMÉRCIO AMBULANTE arts. 697 a 700

TÍTULO III
DOS REGIMES ESPECIAIS
CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS art. 701

CAPÍTULO II DO REGIME ESPECIAL INOMINADO art. 702

CAPÍTULO III DO REGIME ESPECIAL NOMINADO

Seção I - Do Transporte Aeroviário arts. 703 a 713

Seção II - Do Transporte Ferroviário arts. 714 a 722

Seção III - Do Transporte de Valores arts. 723 a 728

Seção IV - Da Empresa de Serviço de Telecomunicação arts. 729 a 732

Seção V - Da Empresa Prestadora de Serviço de Comunicação art. 733

LIVRO TERCEIRO
DOS INCENTIVOS FISCAIS
arts. 734 e 735

LIVRO QUARTO
DA INFRAÇÃO TRIBUTÁRIA E DAS DISPOSIÇÕES TRIBUTÁRIAS PENAIS
TÍTULO I
DA INFRAÇÃO TRIBUTÁRIA
arts. 736 a 740

TÍTULO II
DAS DISPOSIÇÕES TRIBUTÁRIAS PENAIS
CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS arts. 741 a 744

CAPÍTULO II DOS VALORES DAS MULTAS arts. 745 e 746

CAPÍTULO III DA GRADUAÇÃO DAS MULTAS REGULAMENTARES arts. 747 e 748

CAPÍTULO IV DA APROPRIAÇÃO INDÉBITA art. 749

CAPÍTULO V DA IMPUNIBILIDADE art. 750

DA PROIBIÇÃO DE TRANSACIONAR COM AS REPARTIÇÕES E art. 751


CAPÍTULO VI
OUTRAS ENTIDADES
CAPÍTULO VII DO SISTEMA ESPECIAL DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO art. 752

LIVRO QUINTO
DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA E DOS JUROS DE MORA
TÍTULO I
DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA
arts. 753 a 757

TÍTULO II
DOS JUROS
art. 758

LIVRO SEXTO
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
TÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
arts. 759 a 780

TÍTULO II
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
arts. 1º a 16

ANEXO 1 LISTA DE SERVIÇOS arts. 3º, IV, V e 7º, IV

ANEXO 2 MÁQUINAS E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS art. 9º, XXIV

ANEXO 3 MÁQUINAS, APARELHOS E EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS art. 9º, XXV

ANEXO 4 PRODUTOS SEMI-ELABORADOS

ANEXO 5 VALOR AGREGADO DE QUE TRATA O ART. 19, I, “b” art..19, I “b”

LISTA DOS PRODUTOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 25% DO ICMS,


ANEXO 6 SEGUNDO A NOMENCLATURA BRASILEIRA DE MERCADORIAS – art. 25, I, “a”, 1
NBM/SH

ANEXO 7 art. 47, I, “a”

ANEXO 8 CAE-CÓDIGO DE ATIVIDADE ECONÔMICA art. 62

ANEXO 9 CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP

ANEXO 10 VEÍCULOS art. 522, III, “a”

ANEXO 10-A RELAÇÃO DOS VEÍCULOS art. 522, III, “b”

ANEXO 10-B RELAÇÃO DOS VEÍCULOS SUJEITOS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA art. 522, III, “d”

ANEXO 11 TRATORES art. 523, V

ANEXO 12 FERROVIAS ABRANGIDAS PELAS NORMAS DO ART. 714 art. 714

ANEXO 13 OPÇÃO PELO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA art. 522, § 3º, IV, “a”

RELAÇÃO DE PRODUTOS CONSIDERADOS COMO DE BASE


ANEXO 14 art. 13, XXX, § 14, II
TECNOLÓGICA

ANEXO 15 CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA – CST arts. 92 e 119, II, “d”

ANEXO 16 NOTA FISCAL MODELO 1

ANEXO 17 NOTA FISCAL MODELO 1-A


PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS
ANEXO 18 art. 98, II, “a”
FISCAIS

ANEXO 19 AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS art. 98, II, “b”

ANEXO 20 MANUAL DE ORIENTAÇÃO PREVISTO NO ART. 295 art. 295

ANEXO 21 FERROS E AÇOS NÃO-PLANOS art. 14, XLV

MÁQUINAS, APARELHOS, EQUIPAMENTOS, PARTES, PEÇAS E


ANEXO 22 art. 52, XIX
COMPONENTES

ANEXO 23 PRODUTOS BENEFICIADOS COM CRÉDITO PRESUMIDO art. 36, IX

ANEXO 24 PEDIDO DE CREDENCIAMENTO DE ESTABELECIMENTO GRÁFICO

ANEXO 25 FORMULÁRIO PARA DEVOLUÇÃO DE SELOS FISCAIS

EQUIPAMENTOS OU ACESSÓRIOS DESTINADOS A PESSOA COM


ANEXO 26 art. 9º, CXXVIII, “b”
DEFICIÊNCIA FÍSICA OU AUDITIVA

ANEXO 27 OPERAÇÕES COM MEDICAMENTO PARA TRATAMENTO DA AIDS art. 9º, XC, “c”

PRODUTOS PARA TRATAMENTO DE PORTADORES DO VÍRUS DA


ANEXO 27 -A art. 9º, XC, “c”
AIDS

EQUIPAMENTOS E COMPONENTES PARA O APROVEITAMENTO DA


ANEXO 28 art. 9º, CLVI
ENERGIA SOLAR E EÓLICA

ANEXO 29 VACINAS, IMUNOGLOBULINAS, SOROS, MEDICAMENTOS, art. 9º CLIX


INSETICIDAS E OUTROS PRODUTOS DESTINADOS Á VACINAÇÃO E
AO COMBATE À DENGUE, MALÁRIA E FEBRE AMARELA

ANEXO 29-A VACINAS, IMUNOGLOBULINAS, SOROS, MEDICAMENTOS, art. 9º CLIX


INSETICIDAS E OUTROS PRODUTOS DESTINADOS Á VACINAÇÃO E
AO COMBATE À DENGUE, MALÁRIA E FEBRE AMARELA

EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNIICAÇÃO


ANEXO 30 art. 729
BENEFICÍÁRIAS DE REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO

EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNIICAÇÃO


ANEXO 30-A art. 729
BENEFICÍÁRIAS DE REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO

EQUIPAMENTOS E INSUMOS DESTINADOS À PRESTAÇÃO DE


ANEXO 31 – A art. 9º, CLX
SERVIÇOS DE SAÚDE

PRODUTOS IMPORTADOS POR INDUSTRIA BENEFICIADOS COM


ANEXO 32 art. 13, LI
DIFERIMENTO

PRODUTOS IMPORTADOS POR INDÚSTRIA BENEFICIADOS COM


ANEXO 33 art. 13, LV
DIFERIMENTO

UNIDADES DA FEDERAÇÃO QUE ADOTAM A SUBSTITUIÇÃO


ANEXO 34 TRIBUTÁRIA PARA CERVEJA, REFRIGERANTE E OUTROS “caput” do art. 489
PRODUTOS
art. 489, § 1º, III
UNIDADES DA FEDERAÇÃO QUE ADOTAM A SUBSTITUIÇÃO REVOGADO. (Dec.
ANEXO 35
TRIBUTÁRIA PARA ÁGUA MINERAL OU POTÁVEL 28.323/2005 e Errata, DOE
10/09/2005)

PRODUTOS BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO DESDE QUE


IMPORTADOS POR INDÚSTRIA FABRICANTE DE POLÍMERO, DE
ANEXO 36 FIBRAOU FILAMENTO DE POLIÉSTER, DE ÁCIDO TEREFTÁLICO, art. 13, XL
DE PARAXILENO E DE POLIMERO DE POLIETILENO TEREFTALATO
- PET

RELAÇÃO DOS VEÍCULOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12% DO ICMS,


ANEXO 37 SEGUNDO A NOMENCLATURA BRASILEIRA DE MERCADORIAS - art. 25, I, “e”, 6
NBM/SH

ANEXO 38 MEDICAMENTOS RELACIONADOS NO CONVÊNIO ICMS 140/2001 art. 9º, CLXXV

ANEXO 39 ORGANIZAÇÕES SOCIAIS COM CONTRATO DE GESTÃO COM O art. 9º, CLXIII, “f”
É Ê Á
MINISTÉRIO DA CIÊ.NCIA E TECNOLOGIA BENEFICIÁRIAS

FÁRMACOS E MEDICAMENTOS DESTINADOS A ÓRGÃOS DA


ANEXO 40 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA E INDIRETA FEDERAL, art. 9º, CLXXVIII
ESTADUAL E MUNICIPAL

PRODUTOS IMPORTADOS POR INDÚSTRIA DE EQUIPAMENTO DE


ANEXO 41 art. 13, LXXV
REFRIGERAÇÃO BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO

ANEXO 42-A PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12% art. 25, I, "e", 8

ANEXO 42-B PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 7% art. 25, I, "f", 1.1.2

PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12%, NO


ANEXO 42- C art. 25 , I, “e”, 8.2
PERÍODO DE29/09/2003 A 31/12/2003

ANEXO 43 MEMORANDO - EXPORTAÇÃO art. 7º, § 16, IV

ANEXO 44 GUIA DE TRANSPORTE DE VALORES – GTV art. 728

ANEXO 45 LISTA DOS PRODUTOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 27% DO ICMS art. 25, I, “k”

CONHECIMENTO DE TRANSPORTE MULTIMODAL DE CARGAS -


ANEXO 46 art. 219
CTMC - modelo 26

PRODUTOS IMPORTADOS POR INDUSTRIA DE MATERIAL ELÉTRICO


ANEXO 47 art. 13, LXXVII
COM DIFERIMENTO DO ICMS

DECLARAÇÃO DE DISPONIBILIDADE FINANCEIRA OU art.9º, XCIX e § 57,


ANEXO 48
PATRIMONIAL II, ”c”

AUTORIZAÇÃO PARA AQUISIÇÃO DE VEÍCULO COM ISENÇÃO DO art. 9º, XCIX e § 57,
ANEXO 49
ICMS POR PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSIC’A VII, “c”

ANEXO 50 BENS DESTINADOS À MODERNIZAÇÃO DE ZONAS PORTUÁRIAS art. 9º, CLXXXV

ANEXO 51 PRODUTOS IMPORTADOS BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO art. 13, LXXXII

PRODUTOS PARA FABRICAÇÃO DE GRUPO GERADOR


ANEXO 52 art. 13, LXXXIII
BENEFICIÁDOS COM DIFERIMENTO NA IMPORTAÇÃO

ANEXO 53 DEMONSTRATIVO DE PAGAMENTO art. 733, § 2º, VII

ANEXO 54 EQUIPAMENTOS E PEÇAS PARA UTILIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO DO art. 9º, CXCII


GASODUTO BRASIL - BOLÍVIA
ANEXO 55 art. 13, XC

ANEXO 56 MEDICAMENTOS E REAGENTES QUÍMICOS DESTINADOS A art. 9º, CC


PESQUISAS QUE ENVOLVAM SERES HUMANOS
MEDICAMENTOS E REAGENTES QUÍMICOS DESTINADOS À
ANEXO 56-A PESQUISAS QUE ENVOLVAM SERES HUMANOS art. 9º, CC

ANEXO 57 MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, PARTES E ACESSÓRIOS art. 9º, CCIV


DESTINADOS A EMPRESA DE RADIODIFUSÃO

ANEXO 58 PRODUTOS PARA UTILIZAÇÃO NA FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE art. 13, C


AÇO
ANEXO 59 PRODUTOS PARA UTILIZAÇÃO NA FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS art. 13, CI
ELETRÔNICOS
ANEXO 60 PRODUTOS IMPORTADOS PELA APAE art. 9º, “C”, f
ANEXO 61 INSUMOS E MATÉRIAS-PRIMAS PARA UTILIZAÇÃO NA FABRICAÇÃO art. 13, CII
DE GERADORES EÓLICOS DE ENERGIA
ANEXO 62 MÁQUINAS PESADAS BENEFICIADAS COM REDUÇÃO DE BASE DE
CÁLCULO E CRÉDITO PRESUMIDO DO ICMS art. 14, LXXIII e
art. 36, XXXVI
ANEXO 63 MERCADORIAS IMPORTADAS BENEFICIADAS COM REDUÇÃO DE BASE
DE CÁLCULO E CRÉDITO PRESUMIDO DO ICMS art. 14, LXXIV e
art. 36, XXXVII
ANEXO 64 PRODUTOS IMPORTADOS, PARA UTILIZAÇÃO NO PROCESSO art.13, XXXIX
PRODUTIVO DE “FREEZERS”, BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO DO ICMS
ANEXO 65..........BENS E MERCADORIAS FABRICADOS NO PAÍS.....................................................art. 9º,CCXII, CCXIII e
CCXIV, e art. 24, XXXIII
DECRETO Nº 14.876, DE 12 DE MARÇO DE 1991
Consolida a Legislação Tributária do Estado
O GOVERNADOR DO ESTADO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso IV
do art. 37 da Constituição Estadual,
DECRETA:

DISPOSIÇÃO PRELIMINAR

Art. 1º As normas legais e regulamentares do Estado de Pernambuco que tratam do Imposto


sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de
Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS ficam consolidadas
pelo presente Decreto.
LIVRO PRIMEIRO
Do Sistema Geral de Tributação

TÍTULO I
Da Obrigação Tributária Principal

CAPÍTULO I
Da Incidência

Art. 2º O Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações


de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS incide
sobre: (Dec. 19.527/96)
I - operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação
e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares; (Dec. 19.527/96)
II - prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de
pessoas, bens, mercadorias ou valores; (Dec. 19.527/96)
III - prestações de serviços de comunicação, por qualquer meio, inclusive a geração, a
emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de
comunicação de qualquer natureza, sendo, a partir de 01 de novembro de 1996, apenas
as onerosas; (Dec. 19.527/96)
IV - serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior; (Dec.
19.527/96)

V - fornecimento de mercadoria com prestação de serviço não compreendido na


competência tributária dos Municípios; (Dec. 19.527/96)
VI - fornecimento de mercadoria com prestação de serviço sujeito ao Imposto sobre
serviços, de competência dos Municípios, quando a lei complementar aplicável à matéria
expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual; (Dec. 19.527/96)
VII - entrada de mercadoria importada do exterior, por pessoa física ou jurídica, para
qualquer finalidade, inclusive, em se tratando de pessoa física ou jurídica titular de
estabelecimento, quando a mercadoria importada se destine ao uso ou consumo ou ativo
permanente do respectivo estabelecimento; (Dec. 19.527/96)
VIII - entrada, no território de Pernambuco, de energia elétrica e petróleo, inclusive
lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando procedentes de
outra Unidade da Federação e não destinados à comercialização ou à industrialização,
cabendo o imposto a este Estado. (Dec. 19.527/96)
§ 1°. Relativamente à cobrança do imposto sobre a prestação de serviço de transporte aéreo, o
termo inicial de vigência será 01 de janeiro de 1997. (Dec. 19.527/96)
§ 2º Na hipótese do inciso VIII do "caput", relativamente à energia elétrica, a incidência do
imposto alcança desde a geração ou importação até a última etapa destinada ao consumo
final, aí incluídas a conexão, a conversão, a transmissão, a distribuição e a comercialização.
(Dec. 24.864/2002)

Art. 3º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto: (Dec. 19.527/96)


I - na saída de mercadoria do estabelecimento de contribuinte, inclusive cooperativa, ainda
que para outro estabelecimento do mesmo titular;
II - no fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias em bares, restaurantes,
cafés e outros estabelecimentos; (Dec. 19.527/96)
III - relativamente à importação do exterior: (Dec. 19.112/96)
a) até 25 de novembro de 1991, na entrada, em estabelecimento importador, de
mercadoria importada do exterior pelo titular do estabelecimento; (Dec. 19.112/96)
b) de 26 de novembro de 1991 a 31 de outubro de 1996, no recebimento, pelo
importador, de mercadoria ou bem importados do exterior (Lei nº 10.650, de
25.11.91); (Dec. 19.527/96)
c) a partir de 01 de novembro de 1996, no desembaraço aduaneiro de mercadoria
importada do exterior, observando-se (Lei nº 11.408, de 20.12.96, e Lei nº 12.335, de
23.01.2003): (Dec. 25.350/2003)
1. após o desembaraço aduaneiro, a entrega, pelo depositário, de mercadoria ou bem
importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo
respectivo desembaraço; (Dec. 19.527/96)
2. o desembaraço referido no item anterior somente se fará mediante a exibição do
comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro,
observado o disposto no art. 600, §§ 6º a 8º, e no Decreto nº 19.005, de 15 de
fevereiro de 1996; (Dec. 19.527/96)
3. a partir de 01 de janeiro de 2003, na hipótese de a entrega da mercadoria importada
do exterior ocorrer antes do desembaraço aduaneiro, considera-se ocorrido o fato
gerador no momento do mencionado desembaraço, devendo a autoridade
responsável, salvo disposição em contrário estabelecida em decreto do Poder
Executivo, exigir a comprovação do pagamento do imposto (ACR Lei nº 12.335, de
23.01.2003); (Dec. 25.350/2003)
IV - na prestação de serviço, não relacionado no Anexo 1, quando houver fornecimento
de mercadoria;
V - na prestação dos serviços de competência municipal (Anexo 1), com fornecimento de
mercadoria, quando prevista a incidência em relação a esta, nos termos de lei
complementar;
VI - na prestação dos serviços de transporte interestadual e intermunicipal de qualquer
natureza: (Dec. 19.527/96)
a) até 31 de outubro de 1996, no término da prestação do serviço; (Dec. 19.527/96)
b) a partir de 01 de novembro de 1996, no início da prestação do serviço; (Dec. 19.527/96)
VII - na prestação de serviço de comunicação, feita por qualquer meio, inclusive a
geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a
ampliação de comunicação de qualquer natureza, observando-se: (Dec. 19.527/96)
a) quando o serviço for prestado mediante o pagamento em ficha, cartão, selo postal

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ou assemelhados, a ocorrência do fato gerador se dará no momento do
fornecimento desses instrumentos ao usuário; (Dec. 19.527/96)
b) a partir de 01 de novembro de 1996, a incidência ocorrerá apenas em relação à
prestação onerosa; (Dec. 19.527/96)
VIII - na prestação de serviço iniciada no exterior: (Dec. 19.527/96)
a) até 31 de outubro de 1996, no término da prestação do serviço de transporte ou
comunicação, relativamente a cada beneficiário; (Dec. 19.527/96)
b) a partir de 01 de novembro de 1996, no ato final do serviço de transporte; (Dec.
19.527/96)

IX - na prestação de serviço de transporte e de comunicação realizada no exterior: (Dec.


19.527/96)

a) até 31 de outubro de 1996, no momento fixado para pagamento do serviço; (Dec.


19.527/96)

b) a partir de 01 de novembro de 1996, no recebimento do serviço pelo destinatário; (Dec.


19.527/96)

X - na arrematação em leilão ou na aquisição em licitação, promovidos pelo Poder Público,


de mercadoria, inclusive importada do exterior, apreendida ou abandonada; (Dec.
19.527/96)

XI - na adjudicação ou arrematação, em hasta pública, de mercadoria de contribuinte;


XII - na entrada de mercadoria no estabelecimento do adquirente, quando procedente de
outra Unidade da Federação e destinada a integrar o respectivo ativo permanente ou ao
seu próprio uso ou consumo; (Dec. 19.527/96)
XIII - na utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra
Unidade da Federação e que: (Dec. 19.527/96)
a) até 31 de outubro de 1996, não esteja vinculada a operação ou prestação
subseqüente alcançada pela incidência do imposto; (Dec. 19.527/96)
b) a partir de 01 de novembro de 1996, não esteja vinculada a operação ou prestação
subseqüente; (Dec. 19.527/96)
XIV - na saída de mercadoria de estabelecimento extrator ou produtor para qualquer outro
estabelecimento, de idêntica titularidade ou não, localizado na mesma área ou em área
contínua ou diversa, para que seja submetida a qualquer processo de industrialização;
XV – até 29 de fevereiro de 2000, na hipótese de saída de mercadoria amparada pelo
regime especial aduaneiro de admissão temporária de que trata o Decreto Federal nº
91.030, de 05 de março de 1985, sob a responsabilidade de contribuinte localizado neste
Estado: (Dec. 22.075/2000 - EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)
a) na data em que expirar o prazo concedido para a admissão temporária, com a
permanência da mercadoria em território nacional; (Dec. 22.075/2000 - EFEITOS A PARTIR
DE 01.03.2000)

b) antes de expirado o prazo de que trata a alínea anterior, na ocasião em que a


mercadoria: (Dec. 22.075/2000 - EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)
1. for alienada;
2. perder-se, seja qual for a causa;
XVI - na entrada, no território do Estado, de energia elétrica e petróleo, inclusive
lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, oriundos de outra
Unidade da Federação, quando não destinados à industrialização ou à comercialização.
(Dec. 19.527/96)

§ 1º Equipara-se à saída:
I - a transmissão da propriedade de mercadoria, decorrente de alienação onerosa ou
gratuita de título que a represente, ou a sua transferência, mesmo que não haja

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circulação física;
II - a transmissão da propriedade de mercadoria estrangeira, efetuada antes de sua entrada
no estabelecimento importador;
III - a transmissão da propriedade de mercadoria, quando efetuada em razão de qualquer
operação, ou a sua transferência, antes de sua entrada no estabelecimento do
adquirente-alienante;
IV - a posterior transmissão da propriedade ou a transferência de mercadoria que, tendo
transitado, real ou simbolicamente, pelo estabelecimento, deste tenha saído sem débito
do imposto;
V - a mercadoria constante do estoque final na data do encerramento da atividade do
contribuinte;
VI - a carne ou subproduto de gado abatido existente em matadouro:
a) público;
b) particular, não pertencente este a quem tenha promovido a matança.
§ 2º Para o fim do disposto no inciso III do "caput": (Dec. 19.112/96)
I - até 25 de novembro de 1991, equipara-se à entrada no estabelecimento importador a
transmissão da propriedade ou a transferência de mercadoria, quando esta não transitar
pelo respectivo estabelecimento; (Dec. 19.112/96)
II - a partir de 26 de novembro de 1991, considera-se recebimento pelo importador (Lei nº
10.650, de 25.11.91): (Dec. 19.112/96)
a) a transmissão de propriedade ou a transferência de mercadoria ou bem sem que
estes transitem pelo estabelecimento importador;
b) a retirada da mercadoria ou bem do local de importação ou a remessa destes para
armazenamento, ainda que naquele mesmo local.
§ 3º Quando a mercadoria for remetida para armazém-geral ou para depósito fechado do
próprio contribuinte, neste Estado, considera-se ocorrido o fato gerador:
I - no momento da saída da mercadoria do armazém-geral ou do depósito fechado, salvo se
para retornar ao estabelecimento de origem;
II - no momento da transmissão da propriedade da mercadoria depositada em armazém-
geral ou em depósito fechado.
§ 4º O disposto no inciso III do "caput" aplica-se, inclusive, sobre a entrada, em
estabelecimento importador, de bens importados do exterior por seu titular, com destino a
uso, consumo ou ativo fixo do referido estabelecimento.
§ 5º Até 31 de maio de 2000, o disposto nos incisos XII e XIII do “caput” aplica-se, inclusive,
relativamente às mercadorias e serviços para utilização, em obra própria ou de terceiro, por
empresa de construção civil, obras hidráulicas e outras obras semelhantes, inclusive
serviços auxiliares ou complementares. (13) (Dec. 22.328/2000 – EFEITOS SUSPENSOS ATÉ
30.09.2000, CONFORME Dec. 22.601/2000)

§ 6º O disposto no inciso XIII, “a” do “caput” não se aplica quando a operação ou a prestação
subseqüente for sujeita a isenção, suspensão ou diferimento do imposto. (Dec. 19.527/96)
§ 7º O fato gerador do ICMS, quanto à prestação de serviço de comunicação, conforme
previsto no inciso VII do “caput”, ocorre inclusive em relação àqueles classificados pelas
empresas de telecomunicações sob as denominações a seguir indicadas, devendo a base
de cálculo corresponder ao respectivo preço (Convênio ICMS 02/96): (Dec. 19.337/96)
I - "assinatura de telefonia celular"; (Dec. 19.337/96)
II - “salto”; (Dec. 19.337/96)
III - “atendimento simultâneo”; (Dec. 19.337/96)

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IV - “siga-me”; (Dec. 19.337/96)
V - “telefone virtual”. (Dec. 19.337/96)
Art. 4º Considera-se mercadoria qualquer bem, novo ou usado, não reputado como imóvel por
natureza ou acessão física, nos termos da lei civil, suscetível de avaliação econômica. (Dec.
25.350/2003)

Parágrafo único. Relativamente ao disposto no "caput": (Dec. 25.350/2003)


I - compreendem-se no conceito de mercadoria a energia elétrica, os combustíveis líquidos
e gasosos, os lubrificantes e minerais do País; (Dec. 25.350/2003)
II - para efeito do disposto na legislação tributária estadual: (Dec. 25.350/2003)
a) a referência a bem é utilizada para designar especificamente a mercadoria destinada
a uso, consumo ou ativo fixo do contribuinte ou a não-contribuinte do imposto; (Dec.
25.350/2003)

b) na hipótese de importação, a referência a mercadoria é utilizada para designar


inclusive bem, nos termos da alínea anterior. (Dec. 25.350/2003)
Art. 5º O local da operação ou prestação, para os efeitos da cobrança do imposto e definição
do estabelecimento responsável, é: (Dec. 28.805/2006) Vejamais
I - tratando-se de mercadoria ou bem: (Dec. 19.527/96)
a) o do estabelecimento onde se encontre no momento da ocorrência do fato gerador;
(Dec. 19.527/96)

b) o do estabelecimento que transfira a propriedade, ou o título que a represente, de


mercadoria por ele adquirida e que por ele não tenha transitado, observando-se,
quanto a esta regra: (Dec. 19.527/96)
1. não se aplica às mercadorias recebidas em regime de depósito de contribuinte
localizado em outra Unidade da Federação que não a do depositário; (Dec. 19.527/96)
2. a partir de 01 de novembro de 1996, somente se aplica quando a mercadoria for
adquirida no País; (Dec. 19.527/96)
c) o do estabelecimento remetente-depositante, na hipótese de a mercadoria sair
diretamente do depósito fechado ou armazém-geral, quando estes e o depositante
estiverem situados neste Estado, salvo se para retornar ao estabelecimento
remetente; (Dec. 19.527/96)
d) aquele onde for realizada cada atividade de industrialização, produção ou
comercialização, na hipótese de atividades integradas, observado o disposto no art.
61, § 10; (Dec. 19.527/96)
e) no caso de mercadoria ou bem importado do exterior: (Dec. 19.527/96)
1. até 31 de outubro de 1996, o do estabelecimento destinatário ou, na falta deste, o do
domicílio do adquirente, ainda que destinado a uso ou consumo ou ativo fixo do
estabelecimento; (Dec. 19.527/96)
2. a partir de 01 de novembro de 1996: (Dec. 19.527/96)
2.1. o do estabelecimento onde ocorrer a entrada física; (Dec. 19.527/96)
2.2. o do domicílio do adquirente, quando não estabelecido; (Dec. 19.527/96)
f) aquele onde se encontrar a mercadoria, quando em situação irregular, por estar
desacompanhada de Nota Fiscal ou com documentação inidônea, ou ainda quando,
pertencendo a contribuinte de outra Unidade da Federação, nesta ingressar sem
destinatário certo; (Dec. 19.527/96)
g) aquele em que ocorrer arrematação, aquisição ou adjudicação, nas hipóteses do art.
3º, X e XI;
h) o do Estado da situação da respectiva orla marítima, em operações realizadas em
plataforma continental, mar territorial ou zona econômica exclusiva;

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i) o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído, em relação à operação em que deixar
de ser considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial;
j) o de desembarque, na hipótese de captura de peixes, crustáceos e moluscos;
l) relativamente ao trigo importado sob o regime de monopólio do Banco do Brasil S/A:
1. até 08 de fevereiro de 1990, a sede social do mencionado Banco, na primeira
operação com o produto;
2. a partir de 09 de fevereiro de 1990, o Estado a que se destina o produto;
m) aquele onde se encontrar o estabelecimento remetente, na hipótese de remessa sem
destinatário certo dentro do Estado;
n) o do estabelecimento destinatário da mercadoria adquirida em outra Unidade da
Federação, destinada a integrar o respectivo ativo permanente ou ao seu próprio uso
ou consumo, para efeito do pagamento do diferencial de alíquota, nos termos do art.
3º, XII; (Dec. 19.527/96)
o) o da Unidade da Federação onde estiver localizado o adquirente, inclusive
consumidor final, nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo, bem
como lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando não
destinados à industrialização ou à comercialização; (Dec. 19.527/96)
II - tratando-se de prestação de serviço de transporte ocorrida no território nacional:
a) o do estabelecimento destinatário do serviço, cuja prestação se tenha iniciado em
outra Unidade da Federação e não esteja vinculada a operação ou prestação
subseqüente, para efeito do pagamento do diferencial de alíquota, nos termos do art.
3º, XIII, “a” ou “b”, conforme a hipótese; (Dec. 19.527/96)
b) onde se encontre o transportador, quando em situação irregular, pela falta de
documentação fiscal ou quando com documentação inidônea, nos termos da
legislação tributária; (Dec. 19.527/96)
c) onde tenha início a prestação, nos demais casos; (Dec. 19.527/96)
III - tratando-se de prestação de serviço de comunicação, por qualquer meio, sendo, a partir
de 01 de novembro de 1996, apenas quando onerosa, observado o disposto nos §§ 3º,
7º e 9º: (Dec. 28.805/2006) Vejamais
a) o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem, assim
entendido o da geração, emissão, transmissão e retransmissão, repetição, ampliação
e recepção; (Dec. 19.527/96)
b) o do estabelecimento da concessionária ou permissionária que fornecer a ficha,
cartão, selo postal ou qualquer outro instrumento assemelhado, quando a prestação
for efetuada por meio desses instrumentos;
c) o do estabelecimento destinatário do serviço, cuja prestação se tenha iniciado em
outra Unidade da Federação e não esteja vinculada a operação ou prestação
subseqüente, para efeito do pagamento do diferencial de alíquota, nos termos do art.
3º, XIII, “a” ou “b”, conforme a hipótese; (Dec. 19.527/96)
d) os seguintes locais: (Dec. 23.180/2001) (17)
1. a partir de 01 de agosto de 2000, o do estabelecimento ou domicílio do tomador do
serviço, quando prestado por meio de satélite (ACR Lei nº 11.846, de 22.09.2000);
(Dec. 23.180/2001) (17)

2. onde seja cobrado o serviço, nos demais casos; (Dec. 23.180/2001) (17)
IV - tratando-se de serviço de transporte ou de comunicação prestado ou iniciado no
exterior: (Dec. 19.527/96)
a) até 31 de outubro de 1996, o do estabelecimento encomendante situado neste
Estado; (Dec. 19.527/96)

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b) a partir de 01 de novembro de 1996, o do estabelecimento ou do domicílio do
destinatário. (Dec. 19.527/96)
§ 1º Para efeito do disposto na alínea "i" do inciso I do "caput", o ouro, quando definido como
ativo financeiro ou instrumento cambial, terá identificado o local da extração.
§ 2º Para fim do disposto na alínea “c” do inciso II do “caput”, o início da prestação do serviço
será havido: (Dec. 19.527/96)
I - na hipótese de o transportador ter efetuado coleta de mercadoria para o seu depósito, no
estabelecimento remetente da mercadoria; (Dec. 15.530/92)
II - na hipótese de remessa de vasilhame, sacaria e assemelhados, para retorno com
mercadoria, no local onde tiver início cada uma dessas prestações, a partir de 29 de
dezembro de 1989. (Dec. 15.530/92)
§ 3º Para efeito do disposto na alínea "a" do inciso III do "caput", considera-se radiodifusão
sonora aquela recebida pelo público em geral exclusivamente por meio da propagação do
som.
§ 4º No caso de transporte de passageiros, cuja venda de bilhete de passagem ocorra em
outra Unidade da Federação, o imposto será devido ao Estado ou Distrito Federal onde se
iniciar a prestação.
§ 5º Considera-se local de início da prestação de serviço de transporte de passageiros aquele
onde se iniciar trecho da viagem indicado no bilhete de passagem.
§ 6º Não se aplica o disposto no parágrafo anterior às escalas e conexões no transporte aéreo.
§ 7º Nos casos em que tenha sido atribuída a condição de responsável pelo pagamento do
imposto a terceiros, considera-se como local da operação o do estabelecimento do
contribuinte - substituído.
§ 8º Para fim do disposto na alínea “c” do inciso II do “caput”, quando o transportador sair de
um local para receber carga em outro, considera-se como local da prestação o local onde a
carga tiver sido apanhada. (Dec. 19.527/96)
§ 9º Na hipótese de a prestação do serviço de comunicação, nos termos do inciso III do
"caput", a partir de 01 de agosto de 2000, tratando-se de serviços não-medidos que
envolvam localidades situadas em diferentes Unidades da Federação e cujo preço seja
cobrado por períodos definidos, o imposto devido será recolhido em partes iguais para
aquelas onde estiverem localizados o prestador e o tomador, observando-se o disposto nos
§§ 2º ao 6º do art. 733 (Lei nº 11.846, de 22.09.2000). (Dec. 28.805/2006) Vejanais
Art. 6º É irrelevante, para a caracterização da incidência:
I - a natureza jurídica da operação relativa à circulação da mercadoria e prestação relativa
ao serviço de transporte interestadual ou intermunicipal e de comunicação;
II - o título jurídico pelo qual o sujeito passivo se encontre na posse da mercadoria que
efetivamente tenha saído do seu estabelecimento;
III - o fato de uma mesma pessoa atuar, simultaneamente, com estabelecimentos de
natureza diversa, ainda que se trate de atividades integradas;
IV - o fato de a operação realizar-se entre estabelecimentos do mesmo titular.

CAPÍTULO II
DA NÃO-INCIDÊNCIA

Art. 7º O imposto não incide sobre:


I - operações com livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão; (Dec.
19.527/96)

II - relativamente à exportação para o exterior: (Dec. 19.527/96)


a) até 15 de setembro de 1996, saída de produto industrializado, excluídos os semi-

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elaborados definidos nos termos dos §§ 2º e 3º; (Dec. 19.527/96)
b) a partir de 16 de setembro de 1996, observado o disposto nos §§ 15 e 16, operações
e prestações que destinem ao exterior mercadorias, inclusive produtos primários e
produtos industrializados semi-elaborados, ou serviços, equiparando-se às referidas
operações, a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para
o exterior, quando destinada a (Convênio ICMS 113/96): (Dec. 19.942/97)
1. empresa comercial exportadora, inclusive “trading” ou outro estabelecimento da
mesma empresa; (Dec. 19.527/96)
2. armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro; (Dec. 19.527/96)
III - operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas
na prestação, pelo próprio autor da saída, de serviço de qualquer natureza definido em
lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços, de competência dos
Municípios, especificados na lista constante do Anexo 1, ressalvadas as hipóteses de
incidência previstas na mesma lei complementar e indicadas no referido Anexo; (Dec.
19.527/96)

IV - saída de bem em decorrência de comodato ou locação, contratados por escrito; (Dec.


19.527/96)

V - operações de arrendamento mercantil, contratado por escrito, observado o disposto no §


5º; (Dec. 19.527/96)
VI - saída de mercadoria destinada a armazém-geral, frigorífico ou depósito fechado e o
retorno ao estabelecimento remetente, quando situados dentro deste Estado; (Dec.
19.527/96)

VII - operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e


combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando destinados à industrialização ou
à comercialização; (Dec. 19.527/96)
VIII - operações com ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento
cambial; (Dec. 19.527/96)
IX - a saída de mercadoria que tenha entrado em estabelecimento de empresa
transportadora, exclusivamente para fim de transporte, desde que tenha sido enviada
para o destinatário indicado na documentação fiscal que a acompanhe;
X - a saída de veículos, novos ou usados, do estabelecimento do contribuinte, desde que
decorrente de operação de simples agenciamento ou corretagem, comprovada com os
seguintes documentos:
a) documento de propriedade do veículo;
b) contrato escrito de agenciamento da venda do veículo, onde estejam fixados o preço e
as condições, devidamente firmado pelo proprietário do veículo e pelo agente;
c) autorização expressa do proprietário do veículo para que este, sob sua inteira
responsabilidade, permaneça na posse do agente ou vendedor, em exposição ou em
trânsito;
XI - a saída de mercadoria para análise laboratorial ou operação semelhante, desde que
comprovado seu resultado, mediante laudo escrito;
XII - a extração e remoção de terras e rochas, simplesmente escavadas, transferidas ou
compactadas durante a execução das obras de construção e conservação de estradas
de rodagem, pistas de aeroportos, túneis, portos, barragens e outras obras semelhantes;
XIII - a partir de 01 de novembro de 1996, operações decorrentes de alienação fiduciária em
garantia, inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento
do devedor; (Dec. 19.527/96)
XIV - a partir de 01 de novembro de 1996, operações de qualquer natureza de que decorra
a transferência de propriedade de estabelecimento industrial, comercial ou de outra
espécie; (Dec. 19.527/96)

Decreto nº 14.876/91
XV - a partir de 01 de novembro de 1996, operações de qualquer natureza de que decorra a
transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. (Dec.
19.527/96)

§ 1º Para os efeitos do inciso I do "caput", não se considera livro:


I - aqueles em branco ou simplesmente pautados, bem como os riscados para escrituração
de qualquer natureza;
II - aqueles pautados de uso comercial;
III - as agendas e todos os livros deste tipo;
IV - os catálogos, listas e outros impressos que contenham propaganda comercial.
§ 2º Para efeito do inciso II, “a” do “caput”, semi-elaborado é: (Dec. 19.527/96)
I - o produto de qualquer origem, que, submetido à industrialização, possa constituir-se em
insumo agropecuário ou industrial, ou dependa, para o consumo, de complemento de
industrialização, acabamento, transformação ou aperfeiçoamento;
II - o produto resultante dos seguintes processos, ainda que submetido a qualquer forma de
acondicionamento:
a) abate de animais;
b) abate de árvores e desbastamento, descascamento, esquadriamento,
desdobramento, serragem de toras e carvoejamento;
c) desfibramento, descaroçamento, descascamento, lavagem, secagem, desidratação,
esterilização, prensagem, polimento ou qualquer outro processo de beneficiamento
de produtos extrativos e agropecuários;
d) fragmentação, pulverização, lapidação, classificação, concentração - inclusive por
separação magnética e flotação - homogeneização, desaguamento - inclusive
secagem, desidratação e filtragem - levigação, aglomeração realizada por
briquetagem, modulação, sinterização, calcinação, pelotização e serragem para
desdobramento de blocos, de substâncias minerais bem como demais processos,
ainda que exijam adição de outras substâncias;
e) resfriamento e congelamento;
f) salga e secagem de produtos animais.
§ 3º Excluem-se das disposições do parágrafo anterior, inciso I, as peças, partes e
componentes, assim entendidos os produtos que não dependam de qualquer forma de
industrialização, além de montagem, para fazer parte de novo produto.
§ 4º Na hipótese do inciso II do “caput”, tornar-se-á exigível o imposto quando a mercadoria
exportada for reintroduzida no mercado interno. (Dec. 19.527/96)
§ 5º A não-incidência relativa ao arrendamento mercantil de que trata o inciso V do “caput” não
se opera: (Dec. 19.527/96)
I - até 31 de outubro de 1996, a partir do momento em que a opção de compra prevista
no contrato tiver sido efetivamente exercida pelo arrendatário; (Dec. 19.527/96)
II - a partir de 01 de novembro de 1996, em qualquer hipótese, em relação à venda do
bem arrendado ao arrendatário, inclusive mediante o exercício da opção de compra
prevista no respectivo contrato. (Dec. 19.527/96)
§ 6º Para o fim do disposto no inciso X do "caput", considera-se operação de agenciamento
aquela promovida por estabelecimento devidamente regularizado perante a prefeitura do
Município de sua localização.
§ 7º Considera-se depósito fechado o armazém pertencente ao contribuinte, situado neste
Estado e destinado à recepção e movimentação de mercadoria própria, com simples função
de guarda e proteção, podendo o contribuinte manter quantos depósitos fechados
necessitar.

Decreto nº 14.876/91
§ 8º Para efeito do disposto no parágrafo anterior, o depósito fechado deverá ser vinculado a
um dos estabelecimentos do contribuinte, situados no Estado.
§ 9º Poderá ser admitido um depósito fechado único, para estabelecimentos do mesmo titular,
sem a vinculação de que trata o parágrafo anterior, desde que observado o disposto em
portaria do Secretário da Fazenda.
§ 10. Para o fim desde Decreto, considera-se armazém-geral o estabelecimento destinado à
recepção e movimentação de mercadoria de terceiros, isolada ou conjuntamente com
mercadoria própria, com a simples função de guarda e proteção.
§ 11. Para os efeitos deste Decreto, considera-se industrialização qualquer operação de que
resulte alteração da natureza, funcionamento, utilização, acabamento, apresentação ou
aperfeiçoamento do produto, tais como:
I - transformação - a que, exercida sobre a matéria-prima ou produto intermediário, resulte
na obtenção de espécie nova;
II - beneficiamento - a que importe em restaurar, aperfeiçoar ou, de qualquer forma, alterar o
funcionamento, a utilização, o acabamento ou a aparência do produto;
III - montagem - a que consista na reunião dos produtos, peças ou partes, de que resulte
obtenção de um novo produto ou unidade autônoma;
IV - acondicionamento - a que importe em alterar a apresentação do produto quanto ao seu
acondicionamento, mediante colocação de embalagem ou substituição da original, salvo
quando a embalagem colocada se destine apenas ao transporte da mercadoria;
V - renovação ou recondicionamento - a que, exercida sobre partes remanescentes de
produtos deteriorados ou inutilizados, os renove ou lhes restaure a utilização.
§ 12. Quando a não-incidência do imposto estiver condicionada à celebração de contrato por
escrito, este somente produzirá efeitos tributários: (Dec. 16.717/93)
I - até 31 de março de 1993, quando registrado em cartório; (Dec. 16.717/93)
II - a partir de 01 de abril de 1993, quando contiver reconhecimento de firma das partes
contratantes. (Dec. 16.717/93)
§ 13. Ocorrendo duas ou mais operações de circulação com a mesma mercadoria no território
nacional, tendo o exterior como destino final, apenas a última será considerada exportação
para efeito de não-incidência do imposto, ressalvado o disposto na parte final da alínea “b”
do inciso II do “caput”. (Dec. 19.527/96)
§ 14. A não-incidência de que trata o inciso I do "caput" aplica-se, inclusive, ao imposto
complementar referido no art. 3º, XII.
§ 15. Na hipótese do inciso II, “b”, do “caput”, serão observadas, até 07 de janeiro de 1997, as
normas previstas nos §§ 37 a 42 do art. 9º. (Dec. 19.942/97)
§ 16. A partir de 08 de janeiro de 1997, relativamente ao inciso II, "b", do "caput", observar-se-á
(Convênios ICMS 113/96, 54/97, 34/98, 107/2001 e 61/2003): (Dec. 25.995/2003)
I - na saída da mercadoria para empresa comercial exportadora, inclusive “trading” ou outro
estabelecimento da mesma empresa do remetente, o estabelecimento que realizar a
operação deverá emitir Nota Fiscal contendo, além dos requisitos exigidos pela
legislação, no campo “Informações Complementares”, a expressão “Remessa com fim
específico de exportação”; (Dec. 19.942/97)
II - ao final de cada período fiscal, o estabelecimento referido no inciso anterior encaminhará
à repartição fazendária do seu domicílio as informações contidas na Nota Fiscal, em
meio magnético, conforme o Manual de Orientação previsto no art. 295, nos termos do
Anexo 20, podendo as referidas informações, em substituição ao meio magnético, ser
apresentadas em listagem; (Dec. 19.942/97)
III - o estabelecimento destinatário, quando da emissão da Nota Fiscal destinada ao
exterior, fará constar, no campo “Informações Complementares”, a série, o número e a
data de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento remetente; (Dec. 19.942/97)

Decreto nº 14.876/91
IV - relativamente às operações de que trata o "caput", o estabelecimento destinatário
deverá emitir o documento denominado "Memorando-Exportação", em 3 (três) vias,
contendo, no mínimo, as seguintes indicações, observado, a partir de 01 de janeiro de
2002, o modelo previsto no Anexo 43 (NR Convênio ICMS 107/2001): (Dec. 25.995/2003)
a) denominação: “Memorando-Exportação”; (Dec. 19.942/97)
b) número de ordem e número da via; (Dec. 19.942/97)
c) data da emissão; (Dec. 19.942/97)
d) nome, endereço e número de inscrição, estadual e no CGC, do estabelecimento
emitente; (Dec. 19.942/97)
e) nome, endereço e número de inscrição, estadual e no CGC, do estabelecimento
remetente da mercadoria; (Dec. 19.942/97)
f) série, número e data da Nota Fiscal do estabelecimento remetente e do destinatário
exportador da mercadoria; (Dec. 19.942/97)
g) número do Despacho de Exportação, data de seu ato final e número do Registro de
Exportação, que, a partir de 01 de janeiro de 2002, será indicado por Estado
produtor/fabricante, devendo este ser identificado individualizadamente no mencionado
Registro de Exportação (NR Convênio ICMS 107/2001): (Dec. 25.995/2003)
h) número e data do Conhecimento de Embarque; (Dec. 19.942/97)
i) discriminação do produto exportado; (Dec. 19.942/97)
j) país de destino da mercadoria; (Dec. 19.942/97)
l) data e assinatura de representante legal do emitente; (Dec. 19.942/97)
V - o estabelecimento exportador encaminhará ao estabelecimento remetente, até o último
dia do mês subseqüente ao da efetivação do embarque da mercadoria para o exterior, a
1ª (primeira) via do Memorando-Exportação, que será acompanhada de cópia do
Conhecimento de Embarque, referido na alínea “h” do inciso anterior, e do comprovante
de exportação, emitido pelo órgão competente: (Dec. 19.942/97)
VI - a 2ª (segunda) via do Memorando-Exportação, de que trata o inciso IV, será anexada à
1ª (primeira) via da Nota Fiscal do remetente ou à sua cópia reprográfica, ficando estes
documentos no estabelecimento exportador, para exibição ao Fisco, devendo, ainda, o
referido estabelecimento encaminhar, à repartição fazendária do seu domicílio, a 3ª
(terceira) via do memorando, que poderá ser apresentada em meio magnético; (Dec.
19.942/97)

VII - nas saídas para feiras ou exposições no exterior, bem como nas exportações em
consignação, o estabelecimento que promover a exportação somente emitirá o
Memorando-Exportação após a efetiva contratação cambial e até o último dia do mês
subseqüente ao da referida contratação, conservando os comprovantes da venda,
durante o prazo de 5 (cinco) anos; (Dec. 19.942/97)
VIII - o estabelecimento remetente recolherá o imposto devido, monetariamente atualizado,
com os acréscimos previstos na legislação, a contar da saída por ele promovida, nos
casos de não se efetivar a exportação: (Dec. 19.942/97)
a) após decorrido o prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da data da referida
saída, quando se tratar de produto industrializado; (Dec. 19.942/97)
b) após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias, contado da data da referida saída,
quando se tratar de produto primário ou industrializado semi-elaborado, exceto, a
partir de 14 de julho de 1998, quanto aos classificados no código NBM/SH 2401,
hipótese em que o mencionado prazo poderá ser de 180 (cento e oitenta) dias, a
critério do Fisco do Estado do remetente; (Dec. 21.110/98)
c) em razão da perda da mercadoria, qualquer que seja a causa; (Dec. 19.942/97)
d) em virtude da reintrodução da mercadoria no mercado interno; (Dec. 19.942/97)

Decreto nº 14.876/91
IX - os prazos estabelecidos nas alíneas “a” e “b” do inciso anterior poderão ser
prorrogados, uma única vez, por igual período, a critério do Fisco do Estado do
remetente; (Dec. 19.942/97)
X - na hipótese de devolução da mercadoria, o estabelecimento remetente ficará
dispensado do recolhimento do imposto nos prazos previstos nas alíneas “a” e “b” do
inciso VIII; (Dec. 19.942/97)
XI - o estabelecimento remetente ficará exonerado do cumprimento da obrigação prevista
no inciso VIII, caso o adquirente haja efetuado o recolhimento do imposto ao Estado de
origem da mercadoria; (Dec. 19.942/97)
XII - os procedimentos previstos nos incisos VIII a X aplicam-se também às operações que
destinem mercadoria a armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro, exigindo os
referidos depositários, para a liberação das mercadorias, na hipótese de não se efetivar
a exportação, o comprovante do recolhimento do imposto; (Dec. 19.942/97)
XIII - para efeito do disposto em ato normativo do Ministério da Indústria, do Comércio e do
Turismo, em especial a Portaria nº 280, de 12 de julho de 1995, a Diretoria de
Administração Tributária da Secretaria da Fazenda, relativamente a operações de
comércio exterior, comunicará ao referido Ministério as situações seguintes em que o
exportador esteja enquadrado: (Dec. 19.942/97)
a) se está respondendo a processo administrativo; (Dec. 19.942/97)
b) se tiver sido punido em decisão administrativa, relativamente aos últimos 5 (cinco)
anos, por infringência à legislação fiscal de âmbito estadual; (Dec. 19.942/97)
XIV - relativamente às operações que destinem mercadorias a outras Unidades da
Federação, observar-se-á: (Dec. 19.942/97)
a) as Secretarias de Fazenda, Finanças ou Tributação das Unidades da Federação
envolvidas prestarão assistência mútua para a fiscalização daquelas operações; (Dec.
19.942/97)

b) poderão, ainda,as referidas Secretarias, mediante acordo prévio, designar


funcionários para exercerem atividades de interesse da Unidade da Federação junto
às repartições da outra; (Dec. 19.942/97)
XV - entende-se como empresa comercial exportadora (NR Convênio ICMS 61/2003): (Dec.
25.995/2003)

a) no período de 08 de janeiro de 1997 a 28 de julho de 2003, aquela que estiver inscrita


como tal no Cadastro de Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio
Exterior - SECEX, do Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo,
denominação alterada para Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior, a partir de 29 de julho de 1999; (Dec. 25.995/2003)
b) a partir de 29 de julho de 2003: (Dec. 25.995/2003)
1. aquela classificada como "trading company", nos termos do Decreto-Lei nº 1.248, de
29 de novembro de 1972, que estiver inscrita como tal, no Cadastro de
Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio Exterior - SECEX, do
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; (Dec. 25.995/2003)
2. as demais empresas comerciais que realizem operações mercantis de exportação,
inscritas no registro do sistema da Receita Federal – SISCOMEX. (Dec. 25.995/2003)
XVI – a partir de 12 de julho de 2007, quando se tratar de exportação direta em que o
adquirente da mercadoria, situado no exterior, determinar que a referida mercadoria seja
remetida diretamente para outra empresa, situada em país diverso daquele do referido
adquirente, será observado o seguinte (Convênio ICMS 59/2007): (Dec. 30.978/2007) (24)
a) por ocasião da exportação da mercadoria, o estabelecimento exportador deverá emitir
Nota Fiscal em nome do adquirente, situado no exterior, fazendo constar do
documento: (Dec. 30.978/2007)

Decreto nº 14.876/91
1. no campo natureza da operação: "Operação de exportação direta";(Dec. 30.978/2007)
2. no campo do CFOP: o código 7.101 ou 7.102, conforme o caso; (Dec. 30.978/2007)
3. no campo "Informações Complementares":(Dec. 30.978/2007)
3.1. o número do Registro de Exportação - RE do Siscomex - Sistema Integrado do
Comércio Exterior; (Dec. 30.978/2007)
3.2. demais obrigações definidas na legislação; (Dec. 30.978/2007)
b) por ocasião do transporte, o estabelecimento exportador deverá emitir Nota Fiscal em
nome da empresa situada em país diverso daquele do adquirente, fazendo constar do
documento: (Dec. 30.978/2007)
1. no campo natureza da operação: "Remessa por conta e ordem";(Dec. 30.978/2007)
2. no campo do CFOP: o código 7.949 - Outras Saídas de Mercadorias Não-
Especificadas; (Dec. 30.978/2007)
3. no campo "Informações Complementares":(Dec. 30.978/2007)
3.1. o número do Registro de Exportação - RE do Siscomex - Sistema Integrado do
Comércio Exterior, bem como o número, a série e a data da Nota Fiscal citada
na alínea "a";(Dec. 30.978/2007)
3.2. demais obrigações definidas na legislação; (Dec. 30.978/2007)
c) uma cópia da Nota Fiscal prevista na alínea "a" deverá acompanhar o trânsito da
mercadoria até a transposição da fronteira do território nacional. (Dec. 30.978/2007)
§ 17. Para efeito do disposto no inciso II do "caput", a partir de 01 de setembro de 2009,
considera-se exportação as operações de vendas de pedras preciosas e semipreciosas,
metais preciosos, suas obras e artefatos de joalheria, a não-residentes no País, realizadas
no mercado interno com pagamento em moeda estrangeira, observado o cumprimento dos
seguintes requisitos, sob condição resolutória da respectiva cobrança do ICMS com os
acréscimos legais cabíveis: (Dec. 33.894/2009 - EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009)

I –comprovação da saída efetiva das mercadorias do território nacional no prazo de 180


(cento e oitenta) dias, contados da data da correspondente alienação; (Dec. 33.894/2009 -
EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009)

II –efetivação do cadastro da pessoa jurídica alienante no Registro de Exportadores e


Importadores – REI da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; (Dec. 33.894/2009 - EFEITOS A PARTIR DE
01/09/2009)

III –manutenção dos seguintes documentos para exibição à fiscalização, quando


solicitado: (Dec. 33.894/2009 - EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009)

a) comprovantes de exportação, fornecidos pelo Sistema Integrado de Comércio


Exterior - Siscomex, contendo a relação dos Registros de Exportação - RE ou,
conforme o caso, do Registro de Exportação Simplificado - RES ou da Declaração
Simplificada de Exportação - DSE, bem como das Notas Fiscais respectivas,
concernentes ao mês-base; (Dec. 33.894/2009 - EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009)

b) resumo dos Extratos de Declaração de Despacho Aduaneiro, dele constando,


obrigatoriamente, o regime aduaneiro utilizado e o valor das operações em moeda
estrangeira realizadas no mês-base; (Dec. 33.894/2009 - EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009)

c) relação das Notas Fiscais emitidas no mês-base, especificando os valores expressos


em moeda nacional e estrangeira e os números dos Registros de Exportação
concernentes às Notas Fiscais relacionadas; (Dec. 33.894/2009 - EFEITOS A PARTIR DE
01/09/2009)

Decreto nº 14.876/91
d) cópia do passaporte dos adquirentes das mercadorias, com o respectivo visto,
quando for o caso. (Dec. 33.894/2009 - EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009)

CAPÍTULO III
Da Isenção

Art. 8º As isenções do imposto com relação às operações e prestações serão definidas em


convênio homologado conforme o disposto em legislação específica.
Art. 9º A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas neste artigo,
são isentas do imposto: (Dec. 23.940/2002)
I - até 30 de junho de 1991, as saídas de máquinas, aparelhos e equipamentos, bem como
de suas peças e partes destinadas ao mercado interno e produzidas em estabelecimento
industrial como resultado de concorrência internacional, com participação de indústria do
País, contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis provenientes de
financiamento a longo prazo de instituições financeiras internacionais ou entidades
governamentais estrangeiras;
II - as saídas, de estabelecimento de empreiteiro de construção civil, obras hidráulicas e
outras obras semelhantes, inclusive serviços auxiliares ou complementares, de
mercadoria adquirida de terceiro e destinada às construções, obras ou serviços
referidos, a cargo do remetente;
III - até 30 de abril de 1989, as saídas de amônia, ácido nítrico, nitrato de amônia e de suas
soluções, ácido sulfúrico, ácido fosfórico, fosfato de amônia, fosfato natural bruto e
enxofre dos estabelecimentos fabricantes ou importadores para:
a) estabelecimento onde sejam industrializados adubos, simples ou compostos,
fertilizantes e fosfato bicálcio destinado à alimentação animal;
b) estabelecimento produtor agrícola;
c) qualquer estabelecimento do mesmo titular daquele onde se tiver processado a
industrialização;
d) quaisquer estabelecimentos com fim exclusivamente de armazenagem;
IV - até 30 de abril de 1989, as saídas promovidas entre si, na hipótese do inciso anterior,
pelos estabelecimentos referidos nas alíneas do inciso anterior, bem como as saídas, a
título de retorno, real ou simbólico, da mercadoria remetida para fim de armazenagem;
V - até 30 de abril de 1989, as saídas dos seguintes produtos:
a) destinados exclusivamente ao uso na pecuária, avicultura e agricultura: inseticidas,
fungicidas, formicidas, herbicidas, sarnicidas e vacinas contra febre aftosa;
b) adubos simples ou compostos e fertilizantes;
c) destinados exclusivamente ao uso na pecuária e avicultura: rações para animais,
concentrados e suplementos fabricados por indústria de ração animal, de
concentrado ou de suplemento, desde que:
1. esteja registrada no órgão competente do Ministério da Agricultura e o número do
registro seja indicado no documento fiscal;
2. haja o respectivo rótulo ou etiqueta identificando o produto;
VI - as saídas dos seguintes produtos, nas operações internas e interestaduais, estas
quando tenham por origem ou destino os Estados das Regiões Norte e Nordeste:
a) farinhas de peixe, ostra, carne, osso ou sangue, sendo, nas operações interestaduais,
até 30 de abril de 1989;
b) farelo e torta de soja, de amendoim, de algodão, de linhaça, de milho, de trigo, de
babaçu, de mamona e de farelo estabilizado de arroz, assim entendido o produto

Decreto nº 14.876/91
obtido através do processo de extração do óleo contido no farelo de arroz integral por
meio de solvente, sendo, nas operações interestaduais, até 30 de abril de 1989;
c) farelo de casca e de semente de uva, sendo, nas operações interestaduais, até 30 de
abril de 1989;
d) milho e sorgo, quando destinados à fabricação de ração ou alimentação animal,
sendo: (Dec. 15.530/92)
1. nas operações internas, até 31 de maio de 1989; (Dec. 15.530/92)
2. nas operações interestaduais, até 28 de fevereiro de 1989; (Dec. 15.530/92)
VII - as saídas de algaroba, ainda que triturada, e seus derivados: (Dec. 15.813/92)
a) nas operações internas; (Dec. 15.813/92)
b) nas operações interestaduais realizadas no período de 24 de abril de 1992 a 30 de
abril de 1999 (Convênios ICMS 03/92, 124/93, 121/95 e 23/98); (Dec. 20.677/98)
VIII - as operações internas e interestaduais com: (Dec. 16.417/93)
a) sêmen resfriado ou congelado (Convênios ICMS 70/92 e 36/99): (Dec. 21.739/99)
1. até 16 de agosto de 1999, apenas bovino; (Dec. 21.739/99)
2. a partir de 17 de agosto de 1999, bovino, caprino e ovino; (Dec. 21.739/99)
3. a partir de 09.04.2002, bovino, caprino, ovino ou suíno (Convênio ICMS 27/2002);
(Dec. 24.267/2002)

b) embrião: (Dec. 21.739/99)


1. no período de 16 de julho de 1992 a 16 de agosto de 1999, apenas de bovino; (Dec.
21.739/99)

2. a partir de 17 de agosto de 1999, de bovino, de caprino ou de ovino; (Dec. 21.739/99)


3. a partir de 09.04.2002, de bovino, caprino, ovino ou suíno (Convênio ICMS 27/2002);
(Dec. 24.267/2002)

IX - até 30 de abril de 1989, as saídas dos seguintes produtos:


a) sementes certificadas ou fiscalizadas, destinadas à semeadura, desde que produzidas
sob o controle de entidade certificadora ou fiscalizadora, bem como as importadas,
atendidas as disposições da Lei Federal nº 6.507, de 19 de dezembro de 1977,
regulamentada pelo Decreto nº 81.771, de 07 de junho de 1978, e as exigências
estabelecidas pelos órgãos do Ministério da Agricultura ou por outros órgãos e
entidades da Administração Federal, dos Estados, do Distrito Federal ou dos
Territórios que mantiverem convênio com aquele Ministério;
b) semente não limpa ou não beneficiada, do campo de produção com destino à Unidade
de Beneficiamento de Sementes - UBS, localizada em outra Unidade da Federação,
desde que venha a ser identificada como semente a que se refere a alínea anterior;
X - a partir de 01 de novembro de 1990, as saídas internas dos seguintes produtos:
a) sementes e mudas de plantas certificadas ou fiscalizadas, bem como as importadas,
destinadas à semeadura e plantio, desde que produzidas sob controle de entidade
certificadora ou fiscalizadora, cumpridas as exigências do Ministério da Agricultura, ou
de outros órgãos e entidades da Administração Federal ou dos Estados, do Distrito
Federal ou dos Territórios que mantiverem convênio com aquele Ministério;
b) semente não limpa ou não beneficiada, do campo de produção com destino à Unidade
de Beneficiamento de Semente - UBS, desde que venha a ser identificada como
semente a que se refere a alínea anterior;
XI - no período de 01 de janeiro de 1990 a 31 de julho de 1991, as saídas de batata-
semente; (Dec. 15.013/91);
XII - as saídas de mudas de plantas: (Dec. 15.421/91)

Decreto nº 14.876/91
a) até 31 de dezembro de 1989; (Dec. 15.421/91)
b) a partir de 17 de outubro de 1991, nas operações internas, excetuadas as mudas de
plantas ornamentais; (Dec. 15.421/91)
XIII - até 31.12.91, as saídas internas e interestaduais, a partir de 01.01.92, as saídas
internas e, a partir de 01.12.2002, as operações de importação dos seguintes produtos
hortifrutícolas em estado natural, observado o disposto nos §§ 12, 61 e 62 (Convênios
ICM 44/75 e ICMS 68/90, 17/93 e 124/93): (Dec.24.950/2002)
a) abóbora, abobrinha, acelga, agrião, aipim, aipo, alface, almeirão, alcachofra, araruta,
alecrim, arruda, alfavaca, alfazema, aneto, anis, azedim;
b) batata-doce, berinjela, bertalha, beterraba, brócolis e: (Dec. 20.097/97)
1. até 24 de maio de 1993, broto de bambu, broto de feijão e broto de samambaia; (Dec.
20.097/97)

2. a partir de 25 de maio de 1993, broto de vegetais; (Dec. 20.097/97)


c) cacateira, cambuquira, camomila, cará, cardo, catalonha, cebolinha, cenoura, chicória,
chuchu, coentro, couve, couve-flor, cogumelo, cominho;
d) erva-cidreira, erva-doce, erva-de-santa-maria, ervilha, espinafre, escarola, endívia,
aspargo;
e) folhas usadas na alimentação humana, frutas frescas nacionais ou provenientes dos
países-membros da Associação Latino-Americana de Integração - ALADI, exclusive
tomate, funcho, amêndoa, avelã, castanha, noz, pêra, maçã;
f) gengibre, gobo, hortelã, inhame, jiló, losna;
g) mandioca, milho verde, manjericão, manjerona, maxixe, moranga, macaxeira,
mostarda;
h) nabo, nabiça, palmito, pepino, pimentão, pimenta;
i) quiabo, rabanete, repolho, repolho chinês, rúcula, raiz-forte, ruibarbo, salsa, salsão,
segurelha;
j) taioba, tampala, tomilho, vagem; (1)
XIV - até 4 de outubro de 1990, as saídas interestaduais de caju "in natura", embalado e
acondicionado;
XV - até 4 de outubro de 1990, as saídas, para dentro do Estado, de caroá, rami, malva,
uácima, kenaf e respectivas fibras;
XVI - as operações com os seguintes produtos, nos respectivos períodos, observado o
disposto no § 12 (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90, 78/91 e 124/93): (Dec. 20.096/97)
a) até 30 de junho de 1992, nas saídas interestaduais de ovos, aves e produtos
resultantes de sua matança, quando em estado natural, congelados ou simplesmente
resfriados; (Dec. 20.096/97)
b) até 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994, nas saídas internas de
ovos; (Dec. 20.096/97)
c) nas saídas internas de aves e produtos resultantes de sua matança, em estado
natural, congelados ou simplesmente resfriados, excetuando-se deste benefício, a
partir das datas respectivamente indicadas, frangos e produtos resultantes de sua
matança: (Dec. 25.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.09.2003)
1. 01 de novembro de 1997, quando congelados; (Dec. 25.930 /2003– EFEITOS A PARTIR DE
29.09.2003)

2. 29 de setembro de 2003, quando resfriados; (Dec. 25.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE


29.09.2003)

XVII - as saídas de pintos de um dia: (Dec. 15.558/92)

Decreto nº 14.876/91
a) até 31 de dezembro de 1991, nas saídas internas e interestaduais; (Dec. 15.558/92)
b) no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1992, nas saídas internas; (Dec.
15.558/92)

XVIII - até 31 de maio de 1989, as saídas de peixe fresco, desde que promovidas por
produtor, quando destinado diretamente a consumidor final, observado o disposto nos
arts. 618 a 622;
XIX - as operações internas com pescado, desde que não enlatado ou cozido (Convênios
ICM 26/89 e ICMS 25/89, 117/89, 95/90, 60/91, 148/92, 121/95 e 23/98): (Dec. 21.049/98)
a) até 30 de setembro de 1991, em estado natural, resfriado, congelado, seco,
eviscerado, filetado, postejado ou defumado para conservação, observado o disposto
no § 14; (Dec. 19.122/96)
b) no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1998, observado o
disposto no § 14; (Dec. 21.120/98)
XX - as seguintes operações com rapadura (Convênios ICMS 74/90, 124/93, 22/95, 20/97,
48/97, 67/97, 121/97, 23/98, 05/99, 10/2001, 48/2003, 10/2004, 48/2007, 76/2007,
106/2007, 117/2007, 124/2007, 148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009,
119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.615/2010) Vejamais[mfbsc4] Vejamais[mfbsc5] Vejamais[mfbsc6]
Vejamais[mfbsc7] Vejamais Vejamais Vejamais Vejamais

a) até 31 de dezembro de 1997, as saídas para dentro do Estado, bem como para os
Estados das Regiões Norte e Nordeste, quando destinada diretamente a consumidor
final; (Dec. 20.330/98)
b) nos períodos de 01 de janeiro de 1998 a 30 de abril de 2003 e de 13 de junho de 2003
a 31 de dezembro de 2012, as saídas internas, bem como as interestaduais com
destino aos Estados das Regiões Norte e Nordeste, ficando convalidadas as operações
realizadas nestas condições no período de 01 de maio a 12 de junho de 2003
(Convênios ICMS 48/2003, 10/2004, 48/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007, 124/2007,
148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010); (Dec. 34.615/2010)
Vejamais[mfbsc12] Vejamais[mfbsc13] Vejamais[mfbsc14] Vejamais[mfbsc15] Vejamais Vejamais
Vejamais Vejamais

XXI - as saídas de leite nas seguintes hipóteses: (Dec. 18.813/95)


a) nas operações com leite fresco destinado a consumo final, internas e interestaduais,
estas quando o produto for engarrafado ou envasado em embalagem inviolável,
observando-se (Convênios ICM 07/77 e ICMS 43/90, 78/91 e 124/93): (Dec. 18.813/95)
1. até 31 de janeiro de 1993, sendo o produto pasteurizado ou não, esterilizado ou
reidratado; (Dec. 18.813/95)
2. a partir de 01 de fevereiro de 1993, sendo o produto pasteurizado ou não ou
reidratado, excluído o leite esterilizado ou tipo longa vida; (Dec. 18.813/95)
b) a partir de 19 de julho de 1993, apenas nas operações internas, nas condições da
alínea anterior e seu item 2; (Dec. 18.813/95)
c) quando se tratar de leite de cabra: (Dec. 23.940/2002)
1. a partir de 01.10.95: além da hipótese contida na alínea anterior, nas operações
internas (Convênios ICM 56/86 e ICMS 25/95); (Dec. 23.940/2002)
2. no período de 25 de outubro de 2000 a 31 de dezembro de 2012: as saídas para os
Estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Maranhão,
Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte (Convênios ICMS 63/2000,
21/2002, 30/2003, 10/2004, 48/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007, 124/2007,
148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010); (Dec.
34.615/2010) Vejamais [mfbsc20] Vejamais[mfbsc21] Vejamais[mfbsc22] Vejamais[mfbsc23]
Vejamais Vejamais Vejamais Vejamais

XXII - as saídas de reprodutor ou matriz de animal vacum, ovino, suíno ou bufalino, puros
de origem ou por cruza ou, a partir de 19 de outubro de 2004, de livro aberto de vacuns,

Decreto nº 14.876/91
desde que possuam registro genealógico oficial (Convênios ICM 35/77 e 9/78 e ICMS
78/91, 124/93, 86/98 e 74/2004): (NR) (Dec. 27.926/2005) Vejamais
a) até 09 de novembro de 1993, quando destinados a estabelecimento agropecuário
devidamente registrado nos cadastros de contribuintes dos Estados; (Dec. 17.046/93)
b) a partir de 10 de novembro de 1993, quando destinados a produtor agropecuário,
dispensada a respectiva Nota Fiscal para acobertar o trânsito do mencionado gado,
desde que esteja este acompanhado do respectivo Certificado de Registro, definitivo
ou provisório; (Dec. 17.046/93)
c) a partir de 15 de outubro de 1998, quando destinados a produtor agropecuário,
observando-se: (Dec. 21.109/98)
1. a condição de produtor agropecuário deverá ser comprovada através da inscrição no
Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda ou no Cadastro do
Imposto Territorial Rural, sendo admitido outro tipo de comprovante, a critério da
repartição fazendária; (Dec. 21.109/98)
2. fica dispensada a respectiva Nota Fiscal para acobertar o trânsito do mencionado
gado, desde que este esteja acompanhado do respectivo Certificado de Registro,
definitivo ou provisório; (Dec. 21.109/98)
3. a partir de 28 de abril de 2004, o benefício também se aplica ao animal que ainda
não tenha atingido a maturidade para reproduzir (Convênio ICMS 12/2004); (Dec.
26.808/2004)

XXIII - até 31 de julho de 1991, as saídas de tratores classificados nos códigos 87.01.02.00
a 87.01.09.00, bem como de máquina apanhadora e carregadora de cana,
autopropelida, classificada no código 84.22.99.01, todos da Nomenclatura Brasileira de
Mercadorias - NBM/SH; (Dec. 15.013/91)
XXIV - até 31 de julho de 1991, as saídas de máquinas e implementos agrícolas produzidos
no País, conforme relação constante do Anexo 2; (Dec. 15.013/91)
XXV - até 31 de julho de 1991, as saídas de máquinas, aparelhos, equipamentos industriais
de produção nacional, que estejam relacionados para gozar de crédito relativo ao IPI,
conforme relação constante do Anexo 3, excluídas em qualquer hipótese: (Dec. 15.013/91)
a) máquinas e aparelhos de uso doméstico;
b) partes e peças que não estejam citadas nominalmente no referido Anexo;
XXVI - as saídas de veículos, máquinas, aparelhos e equipamentos produzidos pelos
estabelecimentos fabricantes e adquiridos exclusivamente com recursos provenientes de
divisas conversíveis doadas por organismos ou entidades internacionais ou estrangeiras
ou governos estrangeiros para o programa de combate às drogas de abuso, desde que
aprovado pelo Conselho Federal de Entorpecentes (Convênios ICM 10/87 e ICMS
148/92 e 124/93): (Dec. 17.424/94)
a) até 31 de dezembro de 1993; (Dec. 17.424/94)
b) no período de 01 de janeiro de 1994 a 31 de dezembro de 1995; (Dec. 17.424/94)
XXVII - até 31 de março de 1989, as saídas de veículos automotores nacionais que se
destinarem a uso exclusivo de paraplégicos ou de pessoas portadoras de defeitos
físicos, os quais fiquem impossibilitados de utilizar os modelos comuns, nos termos da
Lei Complementar nº 53, de 19 de dezembro de 1986;
XXVIII - a partir de 4 de outubro de 1990, as saídas de automóveis de passageiros
destinados a motoristas profissionais, nos termos dos arts. 555 a 565; (NR) (Dec.
29.626/2006) Vejamais

XXIX - as saídas de produto confeccionado em casa residencial, sem utilização do trabalho


assalariado, por encomenda direta do consumidor ou usuário;
XXX - até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995, as saídas de
produto típico de artesanato regional, quando confeccionado na residência do artesão,

Decreto nº 14.876/91
sem utilização de trabalho assalariado (Convênios ICM 32/75 e ICMS 40/90, 103/90,
80/91 e 151/94); (Dec. 18.326/95)
XXXI - as saídas de obra de arte, como tal considerado o objeto resultante de processo
artesanal, assinado pelo autor e não reproduzido em série: (Dec. 15.477/91)
a) até 30 de setembro de 1991, quando efetuadas pelo autor ou por estabelecimento
que a tenha recebido diretamente dele em consignação; (Dec. 15.477/91)
b) no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de
janeiro de 1995, apenas quando efetuadas pelo autor, observado o disposto no art.
36, V (Convênios ICMS 59/91, 148/92 e 151/94); (Dec. 18.326/95)
XXXII - as saídas de mercadorias de produção própria, promovidas por instituição de
assistência social ou de educação, sem finalidade lucrativa, cujas rendas líquidas sejam
integralmente aplicadas na manutenção de suas finalidades assistenciais ou
educacionais no País, sem distribuição de qualquer parcela a título de lucro ou
participação e cujas vendas, no ano anterior, não tenham ultrapassado o equivalente
(Convênios ICM 38/82, 56/85, 47/89 e ICMS 52/90, 80/91, 124/93 e 121/95): (Dec.
20.262/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)

a) até 31 de dezembro de 1997, ao quantitativo de 4.600 (quatro mil e seiscentas)


UFIRs, pelo valor vigente no mês de janeiro do mencionado ano anterior; (Dec.
20.262/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)

b) a partir de 01 de janeiro de 1998, ao valor previsto na legislação como limite máximo


de receita bruta para o contribuinte inscrever-se no CACEPE na condição de
microempresa, vigente no mencionado ano anterior, convertido pelo valor de janeiro
do mesmo ano, na hipótese de o referido limite não estar expresso em moeda
corrente; (Dec. 20.262/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)
XXXIII - as saídas de amostra grátis, de diminuto ou nenhum valor comercial, a título de
distribuição gratuita, em quantidade necessária para dar a conhecer sua natureza,
espécie e utilização, inclusive o retorno da referida mercadoria ao estabelecimento de
onde tenha saído, desde que contenha a indicação, em caracteres bem visíveis, da
expressão "distribuição gratuita";
XXXIV - até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995, as saídas de
mercadoria em decorrência de doação às entidades governamentais ou às entidades
assistenciais reconhecidas de utilidade pública e que atendam aos requisitos do art. 14
do Código Tributário Nacional, para assistência às vítimas de calamidade pública,
declarada esta por ato expresso da autoridade competente (Convênios ICM 26/75 e
ICMS 80/91 e 151/94); (Dec. 18.326/95)
XXXV - até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995, as saídas de
produtos farmacêuticos realizadas entre órgãos ou entidades, inclusive fundações, da
Administração Pública Federal, Estadual ou Municipal, direta ou indireta, bem como
destes órgãos ou entidades para consumidor final, por preço não superior ao custo do
produto (Convênios ICM 40/75 e ICMS 41/90, 80/91 e 151/94); (Dec. 18.326/95)
XXXVI - até 31 de dezembro de 1996 e a partir de 01 de janeiro de 1997, as saídas de
embarcações construídas no País, excetuando-se aquelas (Convênios ICM 33/77, 43/87
e 59/87, e ICMS 18/89, 44/90, 80/91, 148/92, 151/94 e 102/96): (Dec. 19.841/97)
a) que tenham menos de 3 (três) toneladas brutas de registro, salvo as de madeira
utilizadas na pesca artesanal, que se incluem no benefício qualquer que seja a sua
tonelagem; (Dec. 18.326/95)
b) recreativas e esportivas de qualquer porte; (Dec. 18.326/95)
c) classificadas sob a posição 8905.10.0000 da NBM/SH; (Dec. 18.326/95)
XXXVII - até 31 de dezembro de 1996 e a partir de 01 de janeiro de 1997, a aplicação de
peças, partes e componentes utilizados no reparo, conserto e reconstrução de
embarcações de que trata o inciso anterior (Convênios ICM 33/77, 43/87 e 59/87, e
ICMS 18/89, 44/90, 80/91, 148/92, 151/94 e 102/96); (Dec. 19.841/97)

Decreto nº 14.876/91
XXXVIII - até 31 de julho de 1989, as saídas de indústria de construção e reparos navais,
quando promovidas por empresa existente em 28 de fevereiro de 1967, cuja instalação
tenha sido implantada por projeto aprovado pelo extinto Grupo Executivo da Indústria
Naval - GEIN, absorvido posteriormente pela Comissão de Marinha Mercante;
XXXIX - até 31 de dezembro de 1997, as saídas, internas e interestaduais, realizadas pela
Fundação Legião Brasileira de Assistência Social - LBA, dos seguintes produtos
(Convênios ICM 34/77 e 37/77 e ICMS 80/91 e 151/94): (Dec. 18.326/95)
a) SOO3 - Mistura Enriquecida para Sopa;
b) GH 3 - Mistura Láctea Enriquecida para Mamadeira;
c) MO 2 - Mistura Láctea Enriquecida com Minerais e Vitaminas;
XL - até 31 de dezembro de 1993, (Convênio ICMS 148/92); as saídas de cartões de Natal e
respectivos envelopes, produzidos no Estado de São Paulo, sob encomenda da LBA, e
a comercialização subseqüente desses cartões, efetuada pela própria LBA ou por
terceiros em seu nome; (Dec. 16.445/93 - EFEITOS A PARTIR DO DIA 01.01.93)
XLI - as saídas de vasilhame, recipiente e embalagem, inclusive sacaria, quando não
cobrados do destinatário ou não computados no valor das mercadorias que
acondicionam, desde que retornem ao estabelecimento remetente ou a outro do mesmo
titular: (Dec. 15.558/92)
a) até 31.12.91; (Dec. 15.558/92)
b) a partir de 01.01.92; (Dec. 15.558/92)
XLII - as saídas de vasilhame, recipiente e embalagem, inclusive sacaria, em retorno ao
estabelecimento remetente ou a outro do mesmo titular ou depósito em seu nome,
observado o disposto no § 56: (Dec. 15.558/92)
a) até 31.12.91; (Dec. 15.558/92)
b) a partir de 01.01.92; (Dec. 15.558/92)
XLIII - as saídas de impressos personalizados promovidas por estabelecimento gráfico com
destino a usuário final;
XLIV - até 31 de maio de 1989, as saídas de mercadoria e prestações de serviço de
transporte e comunicação realizadas por microempresa, observados os requisitos e
condições mencionados no art. 67, § 2º; (Dec. 15.530/92)
XLV - até 31 de dezembro de 1994, as saídas decorrentes de compra realizada por missão
diplomática, repartição consular, representação de órgão internacional e seus
integrantes, desde que preencham, cumulativamente, os seguintes requisitos: (Dec.
15.558/92)

a) a aquisição se efetue em substituição ao direito de importar mercadorias com a


isenção prevista no art. 15 do Decreto - Lei Federal nº 37, de 18 de novembro de
1966;
b) a saída esteja isenta de IPI;
XLVI - as saídas de produto siderúrgico importado para complementar a produção nacional,
nos termos do art. 1º da Resolução nº 2215, de 21 de agosto de 1974, do Conselho de
Política Aduaneira, com a nova redação dada pelo art. 1º da Resolução nº 2249, de 24
de setembro de 1974, quando promovidas pelo respectivo importador, com destino a
empresa que tenha obtido isenção do Imposto de Importação do mesmo produto, nos
limites das quantidades constantes dos projetos aprovados pelo órgão governamental
próprio;
XLVII - as saídas de estabelecimento de concessionária de serviços públicos de energia
elétrica (Convênios AE-5/72 e ICMS 33/90, 100/90, 80/91,151/94 e 136/2004): (Dec.
27.818/2005) Vejamais

a) até 31 de dezembro de 1994 e no período de 01 de janeiro de 1995 a 17 de abril de

Decreto nº 14.876/91
2005, de bem destinado à utilização em suas próprias instalações ou guarda em
outro estabelecimento da mesma empresa; (Dec. 27.818/2005) Vejamais
b) até 31 de dezembro de 1994, de bem destinado à utilização por outra empresa
concessionária dos mesmos serviços públicos de energia elétrica, desde que os
mesmos bens ou outros de natureza idêntica devam retornar ao estabelecimento da
empresa remetente; (Dec. 18.326/95)
XLVIII - relativamente ao fornecimento de energia elétrica:
a) para consumo residencial, nas seguintes hipóteses (Convênios ICMS 20/89, 80/91 e
151/94): (Dec. 23.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2001)
1. até 31 de dezembro de 1994 e no período de 01 de janeiro de 1995 a 31 de maio de
2001, até a faixa de consumo de 100 kwh/mês, quando gerada por fonte
termoelétrica; (Dec. 23.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2001)
2. quando gerada por outras fontes: (Dec. 29.724/2006) Vejamais
2.1. até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995, até a faixa de
consumo de 30 KWh/mês (trinta quilowatts-hora por mês); (Dec. 29.724/2006)
2.2. quando se tratar de consumidor residencial de baixa renda, nos termos da Lei
Federal nº 10.438, de 26 de abril de 2002: (Dec. 30.404/2007) Vejamais
2.2.1. a partir de 09 de outubro de 2006, até a faixa de consumo de 50 KWh/mês
(cinqüenta quilowatts-hora por mês); (Dec. 30.404/2007)
2.2.2. a partir de 01 de junho de 2007, independentemente da faixa de consumo;
(Dec. 30.404/2007)

b) até 31 de dezembro de 1989, o fornecimento rural de energia elétrica, excluídas as


granjas, clubes e outras propriedades destinadas ao lazer;
c) energia produzida para consumo próprio e uso exclusivo;
d) a partir de 01 de janeiro de 1992, para consumo em estabelecimento de produtor
rural, desde que, a partir de 14 de abril de 1998, a empresa fornecedora repasse este
benefício ao consumidor, mediante redução no valor da operação, dispensado o
estorno de crédito previsto no art. 34, II, nos termos do art. 47, XXVII (Convênios
ICMS 76/91 e 08/98); (Dec. 20.677/98)
e) no período de 01 de maio de 1996 a 23 de outubro de 2005, observado o disposto no
inciso CLXXXII, nas operações internas destinadas a consumo por órgão da
Administração Pública Estadual Direta e suas fundações e autarquias, mantidas pelo
Poder Público Estadual e regidas por normas de Direito Público, devendo o benefício
ser transferido aos beneficiários, mediante a redução do valor da operação, no
montante correspondente ao imposto dispensado (Convênios ICMS 107/95 e
101/2005); (Dec. 28.727/2005) Vejamais
f) a partir de 01 de junho de 2001, para consumo no Distrito Estadual de Fernando de
Noronha; (Dec. 23.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2001)
XLIX – no período de 01 de junho de 1989 a 31 de maio de 2001, as saídas de energia
elétrica fornecida por sistema gerador constituído de usina termoelétrica; (Dec. 23.246/2001
– EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2001)

L - no período de 01 de março de 1989 a 30 de junho de 1999 e a partir de 01 de julho de


1999, o fornecimento de água natural por meio de serviço público de captação,
tratamento e distribuição, prestado pela Companhia Pernambucana de Saneamento -
COMPESA para os consumidores em geral, independentemente do nível de consumo e
do destinatário (Convênios ICMS 98/89, 07/91, 67/92 e 151/94); (Dec. 21.660/99 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.07.99)

LI - até 30 de abril de 1989, as saídas de álcool carburante promovidas por distribuidores,


por varejistas e pela Petrobrás S.A.;
LII - as seguintes operações e produtos:

Decreto nº 14.876/91
a) até 30 de abril de 1989, as saídas de óleo diesel para concessionárias de geração de
energia termoelétrica;
b) até 30 de abril de 1989, as saídas de óleo diesel e óleos lubrificantes utilizados pelas
embarcações de navegação de cabotagem;
c) até 30 de abril de 1989, as saídas de óleo diesel e óleos lubrificantes utilizados pelas
embarcações de navegação de longo curso;
d) até 30 de abril de 1989, as saídas de óleo diesel utilizado por embarcação de pesca
exportadora de pescado;
e) as saídas de combustíveis e lubrificantes adquiridos diretamente pela Itaipu
Binacional, para seu uso próprio; (Dec. 15.530/92)
f) até 30 de abril de 1989, os óleos lubrificantes refinados, produzidos a partir de óleos
lubrificantes usados através de destilação, refinação e filtragem;
g) até 30 de abril de 1989, o óleo lubrificante básico, derivado do petróleo, destinado a
matéria-prima para produção de óleos brancos;
h) até 30 de abril de 1989, veículos de embaixadas estrangeiras, registrados no
Itamarati;
i) até 31 de dezembro de 2012, as saídas de óleo lubrificante usado ou contaminado
para estabelecimento rerrefinador ou coletor revendedor, autorizado pelo
Departamento Nacional de Combustível - DNC, substituído pela Agência Nacional do
Petróleo – ANP, devendo o trânsito das mercadorias até o mencionado
estabelecimento ser acompanhado por Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, emitida pelo
destinatário, como operação de entrada, dispensado o estabelecimento remetente da
emissão de documento fiscal e observado o disposto no art. 2º, III, do Decreto nº
18.294, de 28 de dezembro de 1994 (Convênios ICMS 03/90, 80/91, 151/94, 76/95,
121/97, 23/98, 05/99, 10/2001, 30/2003, 18/2005, 124/2007, 148/2007, 53/2008,
71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010); (34.629/2010) Vejamais[mfbsc35]
Vejamais[mfbsc36] Vejamais[mfbsc37] Vejamais[mfbsc38] Vejamais Vejamais Vejamais

j) saídas de combustível e lubrificante utilizados por embarcações nacionais ou afretadas


com as prerrogativas de bandeira brasileira, que operam na navegação de
cabotagem, fluvial e lacustre;
LIII - no período de 31 de dezembro de 1990 até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01
de janeiro de 1995, as saídas de combustíveis e lubrificantes para abastecimento de
embarcações e aeronaves nacionais com destino ao exterior (Convênios ICMS 84/90,
80/91,148/92 e 151/94); (Dec. 18.326/95)
LIV - até 31 de dezembro de 1992, as saídas de mercadorias destinadas a Itaipu Binacional,
desde que a entrega fique efetivamente comprovada, dentro de 180 (cento e oitenta)
dias, contados da data da saída, através de apresentação do "Certificado de
Recebimento", emitido pela mencionada entidade, ou por qualquer outro documento que
por ela venha a ser instituído para o mesmo fim, contendo tal documento, no mínimo,
referência ao número, data e valor da respectiva Nota Fiscal; (Dec. 15.558/92)
LV - até 30 de abril de 1989, as saídas de substâncias minerais para utilização como
matéria-prima na indústria de adubo, fertilizante e defensivos agrícolas ou na agricultura
como corretivo de solo;
LVI - até 30 de abril de 1989, as saídas, subseqüentes à primeira operação tributada pelo
imposto, de areia, pedra britada e seixos destinados à construção civil, bem como de
água mineral e sal de cozinha;
LVII - até 30 de abril de 1989, as saídas de calcário destinado a uso exclusivo na agricultura
como corretivo de solo;
LVIII - até 31 de outubro de 1996, a saída de bem enquanto objeto de alienação fiduciária
em garantia, observado o disposto no art. 7o, XIII; (Dec. 19.527/96)
LIX - até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995, o fornecimento de

Decreto nº 14.876/91
refeição por preço inferior ao custo, em refeitório próprio de (Convênios ICM 1/75 e ICMS
80/91 e 151/94): (Dec. 18.326/95)
a) estabelecimento industrial, comercial ou produtor, diretamente aos empregados;
b) agremiação estudantil, instituição de educação ou assistência social, sindicato e
associação de classe de assalariados, diretamente a seus empregados, associados,
professores, alunos ou beneficiários, conforme o caso;
LX - até 30 de abril de 1989, o fornecimento de mercadoria com prestação de serviço de
que trata o art. 3º, V, realizado por empresa devidamente homologada pelo Centro
Técnico Aeroespacial e que se dedique aos trabalhos de lubrificação, conserto e
recondicionamento de aeronaves, seus motores, peças e componentes;
LXI - relativamente à comunicação:
a) até 31 de março de 1989, as chamadas locais originadas de telefones públicos e
semipúblicos;
b) até 31 de março de 1989, a telefonia, quando prestada em localidade servida
unicamente por posto de serviço público ou por centrais locais de até 500 terminais;
c) até 31 de dezembro de 1989, a televisão e radiodifusão sonora;
d) até 31 de março de 1989, os serviços interiores de telegrama;
e) até 31 de março de 1989, os correios e telégrafos;
f) até 31 de dezembro de 1996 e a partir de 01 de janeiro de 1997, os serviços locais de
difusão sonora (Convênios ICM 51/89 e ICMS 08/89, 113/89, 93/90, 80/91, 151/94 e
102/96); (Dec. 19.840/97)
g) nas seguintes hipóteses, quando o serviço for utilizado por órgão da Administração
Pública Estadual Direta e suas autarquias e fundações mantidas pelo Poder Público
Estadual e regidas por normas de Direito Público, devendo o benefício ser transferido
aos beneficiários, mediante a redução do valor da prestação, no montante
correspondente ao imposto dispensado (Convênios ICMS 107/95 e 44/96): (Dec.
28.727/2005) Vejamais

1. no período de 01 de maio a 25 de junho de 1996, quando se tratar de prestação de


serviço de comunicação na modalidade de telefonia (Convênio ICMS 107/95); (Dec.
19.337/96)

2. no período de 26 de junho de 1996 a 23 de outubro de 2005, observado o disposto


no inciso CLXXXII, quando se tratar de prestação de serviço de telecomunicação
(Convênios ICMS 44/96 e 101/2005); (Dec. 28.727/2005) Vejamais
LXII – até 31 de agosto de 1999, os serviços de telecomunicação efetuados a partir de
equipamentos terminais instalados em dependências de operadora, inclusive da
Telecomunicações Brasileiras S.A. - TELEBRÁS, na condição de usuárias finais
(Convênios ICM 04/89 e ICMS 126/98); (Dec. 21.676/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.09.99)
LXIII – até 31 de agosto de 1999, as saídas de estabelecimento de operadora de
telecomunicação (Convênios ICM 04/89 e ICMS 126/98): (Dec. 21.676/99 – EFEITOS A PARTIR
DE 01.09.99)

a) de bens destinados à utilização em suas próprias instalações ou à guarda em outro


estabelecimento da mesma empresa;
b) de bens destinados à utilização por outra operadora, desde que esses bens ou outros
de natureza idêntica devam retornar a estabelecimento da remetente;
c) dos bens referidos na alínea anterior, em retorno ao estabelecimento de origem;
LXIV - no período de 01 de outubro de 1990 a 30 de setembro de 1991, as sucessivas
saídas de produtos do estoque regulador do Governo Federal, administrado pela
entidade federal competente - CFP/CNA, destinados à doação às populações da região
Nordeste do País atingidas pela estiagem prolongada; (Dec. 15.013/91)

Decreto nº 14.876/91
LXV - relativamente a transporte:
a) até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995, as prestações de
serviço de transporte intermunicipal de passageiros, desde que com características
de transporte urbano ou metropolitano (Convênios ICMS 37/89, 80/91 e 151/94); (Dec.
18.326/95)

b) até 31 de março de 1989, o transporte de produtos hortifrutigranjeiros realizado ou


contratado pelo produtor, das zonas de produção diretamente para o primeiro local de
comercialização, industrialização ou beneficiamento, nas operações internas;
c) até 31 de março de 1989, transporte de leite "in natura", nas operações internas;
d) até 31 de março de 1989, transporte de gado em pé, nas operações internas;
LXVI - até 30 de abril de 1989, a prestação do serviço de transporte aéreo de passageiro;
LXVII - a partir de 14 de novembro de 1989, os serviços de transporte rodoviário de
passageiros realizados por veículos registrados na categoria de aluguel (táxi);
LXVIII - até 31 de julho de 1989, as saídas de produto industrializado para fim de
exportação, do estabelecimento fabricante ou de seus depósitos com destino:
a) a empresas comerciais que operem exclusivamente no ramo de exportação;
b) a armazéns alfandegados e entrepostos aduaneiros;
c) aos entrepostos industriais de que trata o Decreto-Lei Federal nº 37, de 18 de
novembro de 1966;
d) a empresas comerciais exportadoras, localizadas neste Estado, em decorrência de
operação realizada na forma e condições previstas no Decreto-Lei Federal nº 1.248,
de 29 de dezembro de 1972;
e) a empresas exportadoras;
LXIX - a partir de 01 de setembro de 1989, obedecidas as normas constantes dos §§ 35 a
43, as saídas de produto industrializado para fim de exportação, promovidas pelo
estabelecimento fabricante ou por suas filiais, estendendo-se o benefício, a partir de 16
de setembro de 1996, relativamente às alíneas “d” e “e”, à saída dos produtos primários
e semi-elaborados, com destino a (Convênios ICMS 88/89, 127/93 e 73/94 e Lei no
11.408, de 20 12.96): (Dec. 19.527/96)
a) empresa comercial: (Dec. 18.108/94)
1. até 30 de abril de 1994: empresa comercial exportadora, inclusive "trading
company"; (Dec. 18.108/94)
2. de 01 de maio de 1994 a 30 de novembro de 1994: empresa comercial que opere
exclusivamente no comércio exterior ou empresa comercial exportadora
enquadrada nas disposições do Decreto-Lei Federal nº 1.248, de 29 de novembro
de 1972; (Dec. 18.108/94)
3. no período de 01 de dezembro de 1994 a 15 de setembro de 1996: empresa
comercial exportadora; (Dec. 19.527/96)
b) até 15 de setembro de 1996, armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro; (Dec.
19.527/96)

c) até 15 de setembro de 1996, outro estabelecimento da mesma empresa; (Dec. 19.527/96)


d) consórcio de exportadores, observando-se: (Dec. 19.942/97)
1. no período de 01 de setembro de 1989 a 07 de janeiro de 1997, relativamente a
produtos industrializados; (Dec. 19.942/97)
2. no período de 16 de setembro de 1996 a 07 de janeiro de 1997, relativamente a
produtos primários e semi-elaborados; (Dec. 19.942/97)
e) consórcio de fabricantes formado para fim de exportação, observando-se os itens 1 e

Decreto nº 14.876/91
2 da alínea anterior; (Dec. 19.942/97)
LXX - as saídas e os retornos do açúcar e do álcool, conforme o disposto no art. 437;
LXXI - as saídas de açúcar e álcool promovidas por estabelecimento industrial ou
cooperativa, para estabelecimento industrializador, observado o disposto no art. 437;
LXXII - até 31 de dezembro de 1993 e a partir de 01 de janeiro de 1994, as saídas de
produto industrializado de origem nacional, para embarcação ou aeronave de bandeira
estrangeira, aportada no País, qualquer que seja a finalidade do produto a bordo,
podendo destinar-se ao consumo da tripulação ou passageiro, ao uso ou consumo
durável da própria embarcação ou aeronave, observadas as seguintes condições
(Convênios ICM 12/75 e ICMS 124/93): (Dec. 17.424/94)
a) que a operação seja efetuada ao amparo de guia de exportação, na forma das normas
estabelecidas pelo Conselho Nacional de Comércio Exterior - CONCEX, devendo
constar do documento, como natureza da operação, a indicação: "Fornecimento para
consumo ou uso de embarcação e aeronave de bandeira estrangeira";
b) que o adquirente tenha a sede de seus negócios no exterior;
c) que haja comprovação do embarque pela autoridade competente;
d) que o pagamento seja efetuado em moeda estrangeira conversível, através de uma
das seguintes formas:
1. pagamento direto, mediante fechamento do câmbio em banco devidamente
autorizado;
2. pagamento indireto, a débito da conta de custeio mantida pelo agente ou
representante do armador adquirente do produto;
LXXIII - até 15 de setembro de 1996, as saídas para o exterior dos seguintes produtos
(Convênios ICMS 67/90, 124/93 e 12/94 e Lei nº 11.408, de 20.12.96): (Dec. 19.527/96)
a) abóbora, alcachofra, batata-doce, berinjela, cebola, cogumelo, gengibre, inhame,
pepino, pimentão, quiabo, repolho, salsão, vagem;
b) abacate, ameixa, banana, caqui, figo, laranja, limão, mamão, manga, melão, melancia,
morango, nectarina, pomelo, tangerina, uvas finas de mesa;
c) flores e planta ornamental;
d) ovos; (Dec. 18.106/94)
e) pintos de um dia; (Dec. 18.106/94)
LXXIV - até 31 de dezembro de 1990, as saídas para o exterior de pescado;
LXXV - até 15 de setembro de 1996, as saídas de produtos manufaturados de fabricação
nacional, quando promovidas por fabricantes e destinadas às empresas nacionais
exportadoras dos serviços relacionados na forma do art. 1º do Decreto-Lei Federal nº
1.633, de 09 de agosto de 1978, observando-se o disposto no inciso IV do art. 47 e ainda
(Convênios ICM 4/79 e ICMS 124/93 e Lei nº 11.408, de 20.12.96): (Dec. 19.527/96)
a) a isenção somente se aplica aos produtos a serem exportados em decorrência de
contratos de prestação de serviços no exterior e que constam da relação a que alude
o inciso II do art. 10 do mencionado Decreto-Lei;
b) as empresas nacionais exportadoras de serviços devam estar registradas, a esse
título, junto aos Estados e ao Distrito Federal, comprovado o atendimento aos
requisitos estabelecidos no art. 7º do referido Decreto-Lei;
LXXVI - as saídas de produto industrializado de origem nacional, com destino à Zona
Franca de Manaus, nos termos do disposto nos arts. 690 a 696;
LXXVII - as transferências de equipamentos, maquinarias, ferramentas, peças
sobressalentes, materiais de andaime e de construção, de propriedade de empreiteiros
de obras hidráulicas e de construção civil, de entidades, inclusive cooperativas, que se

Decreto nº 14.876/91
dediquem à construção de sistemas de produção, transformação, transmissão ou
distribuição de energia elétrica, provenientes de almoxarifado e destinados à respectiva
obra e vice-versa, ou de obra para obra, desde que não se destinem a incorporar-se à
referida obra e sejam acompanhadas do respectivo documento fiscal;
LXXVIII - as transferências, para estabelecimento da mesma natureza e pertencente à
mesma empresa, de matérias-primas, importadas por estabelecimento industrial, cuja
entrada seja isenta nos termos dos incisos LXXXII e LXXXIII, condicionada a isenção,
nas operações interestaduais, à reciprocidade de tratamento no Estado de destino,
constante de norma legal vigente; (Dec. 15.530/92)
LXXIX – até 30 de setembro de 2007, as transferências de bens do ativo fixo de um
estabelecimento para outro do mesmo contribuinte, dentro do Estado (Convênios ICMS
70/90 e 81/2007); (Dec. 30.850/2007) Vejamais
LXXX - as transferências de material de uso ou consumo de um estabelecimento para outro
do mesmo titular, desde que esse material não se destine a utilização ou consumo em
processo de comercialização ou de industrialização, excetuando-se, a partir de 18 de
julho de 1991, aquelas destinadas a outras Unidades da Federação; (Dec. 15.154/91)
LXXXI - as saídas internas destinadas à incorporação, ao ativo fixo de pessoa jurídica, de
máquinas, equipamentos, instalações, móveis e utensílios, desde que em pagamento de
capital social subscrito, e, até 31 de outubro de 1996, em decorrência da incorporação,
fusão ou cisão de sociedade e provenientes do ativo fixo da pessoa jurídica subscrita,
incorporada, fusionada ou cindida, observado o disposto no art. 7o, XIV; (Dec. 19.527/96)
LXXXII - as entradas:
a) no período de 01 de abril de 1989 até 31 de agosto de 1990, de mercadoria cuja
importação estiver isenta do Imposto de Importação e amparada por Programas
Especiais de Exportação (Programa BEFIEX) aprovados até 28 de fevereiro de 1989,
observado o disposto no § 48;
b) a partir de 01 de setembro de 1990, de mercadoria estrangeira, desde que a
respectiva importação esteja, simultaneamente:
1. isenta do Imposto de Importação de produtos estrangeiros, de competência da
União;
2. amparada por Programas Especiais de Exportação (Programa BEFIEX) aprovados
até 28 de fevereiro de 1989;
c) a partir de 02 de janeiro de 1995, de máquina, equipamento, aparelho, instrumento ou
material, ou seus respectivos acessórios, sobressalentes ou ferramentas, nas
seguintes hipóteses (Convênios ICMS 130/94 e 130/98): (Dec. 21.342/99)
1. quando a mercadoria for importada do exterior, desde que: (Dec. 18.326/95)
1.1 a operação esteja amparada por programa especial de exportação - Programa
BEFIEX - aprovado até 31 de dezembro de 1989; (Dec. 18.326/95)
1.2 o adquirente da mercadoria seja empresa industrial; (Dec. 18.326/95)
1.3 a operação esteja beneficiada com isenção do Imposto de Importação; (Dec.
18.326/95)

1.4 a mercadoria destine-se a integrar o ativo fixo da empresa industrial adquirente


e, a partir de 07 de janeiro de 1999, a ser utilizada exclusivamente na sua
atividade produtiva; (Dec. 21.342/99)
2. nas aquisições no mercado interno, observadas as seguintes condições: (Dec.
18.326/95)

2.1 o adquirente da mercadoria deverá ser empresa industrial; (Dec. 18.326/95)


2.2 a mercadoria será destinada a integrar o ativo fixo da empresa industrial
adquirente e, a partir de 07 de janeiro de 1999, utilizada exclusivamente na sua
atividade produtiva; (Dec. 21.342/99)

Decreto nº 14.876/91
2.3 a isenção não prevalecerá quando a mercadoria adquirida puder ser importada
com o benefício previsto no art. 14, XXXVIII, hipótese em que a base de cálculo
será reduzida em idêntico percentual; (Dec. 18.326/95)
2.4 o fornecedor deverá manter comprovação de que o adquirente preenche a
condição do item 1.1; (Dec. 18.326/95)
LXXXIII - as entradas em estabelecimento do importador (Convênios ICMS 27/90, 77/91 e
94/94): (Dec. 18.812/95)
a) até 31 de agosto de 1990, de mercadoria importada do exterior sob regime de
"drawback";
b) a partir de 01 de setembro de 1990, de mercadoria importada do exterior sob o regime
de "drawback", observado o disposto no § 50, bem como, dentro do Estado, as
saídas e retornos dos produtos importados com destino à industrialização por conta e
ordem do importador; (Dec. 18.812/95)
LXXXIV - até 31 de dezembro de 1993 e a partir de 01 de janeiro de 1994, as entradas, em
estabelecimento comercial ou produtor, decorrentes de importação do exterior pelo titular
do estabelecimento, de reprodutor ou matriz de animal vacum, ovino, suíno e bufalino,
puros de origem ou por cruza, observando-se (Convênios ICM 35/77 e 9/78 e ICMS
78/91, 124/93 e 12/2004): (Dec. 26.808/2004) Vejamais
a) os animais devem ter condições de obter no País registro genealógico oficial; (Dec.
26.808/2004)

b) a partir de 28 de abril de 2004, o benefício também se aplica ao animal que ainda não
tenha atingido a maturidade para reproduzir (Convênio ICMS 12/2004); (Dec.
26.808/2004)

LXXXV - até 30 de junho de 1991, as entradas de mercadoria em estabelecimento


importador, quando importada do exterior, destinada à fabricação de máquinas,
aparelhos e equipamentos, bem como de suas peças e partes, para o mercado interno,
como resultado de concorrência internacional com participação de indústria do País,
contra pagamento com recurso proveniente de divisa conversível, oriunda de
financiamento a longo prazo de instituição financeira internacional ou entidade
governamental estrangeira;
LXXXVI - as entradas em estabelecimento do importador de 60.000.000 (sessenta milhões)
de doses de vacina contra poliomielite, a serem importadas pela PETROBRÁS -
Comércio Internacional S.A. - INTERBRÁS e as subseqüentes saídas para a CEME -
Central de Medicamentos do Ministério da Previdência e Assistência Social, desde que
destinadas a campanhas de vacinação pública;
LXXXVII - até 12 de outubro de 1989, as entradas, em estabelecimento do importador, de
ácido fosfórico e fosfato natural bruto, provenientes do Marrocos, observado o disposto
no art. 614;
LXXXVIII - as entradas decorrentes de importação das seguintes mercadorias:
a) frisa, filme, chapas e demais matérias-primas e produtos intermediários importados do
exterior por empresas jornalísticas e editoras de livros, quando destinados a emprego
no processo de industrialização de livros, jornais e periódicos;
b) matérias-primas e demais insumos destinados à fabricação de papel de imprensa;
LXXXIX - as entradas de equipamentos gráficos importados do exterior, destinados à
impressão de livros, jornais e periódicos, vinculados a projetos aprovados, até 31 de
março de 1989, pela Secretaria Especial de Desenvolvimento Industrial;
XC - as operações com medicamentos para tratamento de portador do vírus da AIDS e com
produtos destinados à fabricação dos referidos medicamentos, observadas as seguintes
condições: (Dec.25.074/2003)
a) até 15 de outubro de 1992, as entradas do exterior e as saídas internas e
interestaduais do medicamento de uso humano denominado "RETROVIR" (AZT),

Decreto nº 14.876/91
desde que a respectiva importação tenha sido feita com alíquota zero do Imposto de
Importação; (Dec. 16.417/93)
b) no período de 16 de outubro de 1992 a 25 de julho de 1994 (Convênios ICMS 130/92
e 23/93): (Dec. 18.231/95)
1. o recebimento pelo importador dos seguintes produtos destinados à fabricação do
fármaco-AZT, desde que a importação do exterior tenha sido beneficiada com
isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação: (Dec. 16.814/93)
1.1. Thimidina, classificada no código NBM/SH 2933.59.9900; (Dec. 16.814/93)
1.2. Zidovudina, classificada no código NBM/SH 3003.90.0301, a partir de 25 de
maio de 1993; (Dec. 16.814/93)
2. As saídas internas e interestaduais do fármaco-AZT, código NBM/SH 3003.90.0301,
destinado à produção do medicamento de uso humano, para o tratamento da AIDS;
(Dec. 16.417/93)

3. as saídas internas e interestaduais do medicamento de uso humano, classificado no


código NBM/SH 3003.90.0300 - fármaco-AZT encapsulado, que tenha o fármaco-
AZT como princípio ativo básico, destinado ao tratamento da AIDS (Convênio ICMS
130/92); (Dec. 16.417/93)
c) que o produto esteja beneficiado com isenção ou alíquota zero do Imposto de
Importação e do IPI, no período de 26 de julho de 1994 a 01 de janeiro de 1995, e de
um ou do outro imposto, a partir de 02 de janeiro de 1995, nos termos do Anexo 27,
e, a partir de 09 de abril de 2002, nos termos do Anexo 27-A (Convênios ICMS 51/94,
164/94, 46/96, 88/96, 24/97, 42/98, 114/98, 66/99, 96/99, 13/2000, 59/2000, 95/2000,
21/2001, 141/2001 e 10/2002); (Dec.25.074/2003)
XCI - as entradas de mercadoria importada do exterior a ser utilizada no processo de
fracionamento e industrialização de componentes e derivados do sangue, ou de sua
embalagem, acondicionamento ou recondicionamento, desde que a importação seja
realizada por órgão ou entidade de hematologia e hemoterapia do governo federal,
estadual ou municipal, sem fins lucrativos, com alíquota zero ou isenção do Imposto de
Importação, de competência da União, nos seguintes períodos (Convênios ICMS 24/89,
87/89, 110/89, 90/90, 80/91, 124/93, 121/95, 05/99, 10/2001, 30/2003, 18/2005, 53/2008,
71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010): (34.629/2010)Vejamais[mfbsc46]
Vejamais[mfbsc47] Vejamais[mfbsc48] Vejamais[mfbsc49] Vejamais

a) de 01 de março a 30 de maio de 1989; (Dec. 17.424/94)


b) de 01 de agosto 1989 a 31 de dezembro de 2012; (34.629/2010)Vejamais [mfbsc51]
Vejamais[mfbsc52] Vejamais[mfbsc53] Vejamais[mfbsc54] Vejamais

XCII - a partir de 01 de junho de 1989, as entradas decorrentes de importação de


mercadoria doada por organizações internacionais ou estrangeiras ou países
estrangeiros, para distribuição gratuita em programas implementados por instituição
educacional ou de assistência social relacionados com suas finalidades essenciais;
XCIII - as saídas decorrentes da distribuição gratuita prevista no inciso anterior;
XCIV - as entradas de equipamentos importados do exterior, destinados à implementação
de melhorias no setor elétrico do Estado, adquiridos pela Companhia Energética de
Pernambuco - CELPE, com recursos financiados por instituições financeiras
internacionais ou organizações e países estrangeiros, desembarcados no território do
Estado até 31 de outubro de 1989 e contratados até 28 de fevereiro de 1989;
XCV - a partir de 01 de novembro de 1989, a entrada de equipamentos do exterior, efetuada
pela Companhia Energética de Pernambuco - CELPE, destinados à implementação de
melhorias do setor elétrico do Estado, adquiridos com recursos financiados por
instituições financeiras internacionais ou organizações e países estrangeiros,
contratados em 24 de janeiro de 1983, sob o nº 2138-BR-BIRD-ELETROBRÁS, no
Ministério da Fazenda, e sob o nº ECR 198/82, na ELETROBRÁS, desde que as
aquisições daqueles equipamentos tenham sido contratadas até 31 de dezembro de

Decreto nº 14.876/91
1991, observado o disposto no § 54; (Dec. 15.421/91)
XCVI - a importação do exterior dos seguintes produtos, sem similar produzido no País,
realizada diretamente por órgãos ou entidades da administração pública, direta ou
indireta, bem como fundações ou entidades beneficentes ou de assistência social que,
até 30 de abril de 1999, preencham os requisitos previstos no art. 14 do Código
Tributário Nacional, e, a partir de 01 de maio de 1999, sejam portadoras do Certificado
de Entidade de Fins Filantrópicos, fornecido pelo Conselho Nacional de Serviço Social,
obedecido o disposto no § 55: (Dec. 26.809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.2004) Vejamais
a) no período de 14 de novembro de 1989 a 31 de dezembro de 2012, aparelhos,
máquinas, equipamentos e instrumentos médico-hospitalares ou técnico-científicos
laboratoriais (Convênios ICMS 104/89, 124/93, 121/95, 20/99, 07/2000, 21/2002,
10/2004, 24/2007, 124/2007, 148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009,
119/2009 e 01/2010); (Dec. 34.615/2010) Vejamais[mfbsc57] Vejamais[mfbsc58]
Vejamais[mfbsc59] Vejamais[mfbsc60] Vejamais Vejamais Vejamais Vejamais

b) no período de 01 de março de 1997 a 31 de dezembro de 2012, o medicamento


albumina (Convênios ICMS 104/89, 95/95, 121/95, 20/99, 07/2000, 21/2002, 10/2004,
24/2007, 124/2007, 148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e
01/2010); (Dec. 34.615/2010) Vejamais[mfbsc65] Vejamais[mfbsc66] Vejamais[mfbsc67]
Vejamais[mfbsc68] Vejamais Vejamais Vejamais Vejamais

XCVII - REVOGADO a partir de 20.12.91; (Dec. 15.506/91)


XCVIII - no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1995, as saídas
promovidas por produtor, devidamente cadastrado, de bulbos de cebola, certificados ou
fiscalizados, destinados à produção de sementes, conforme o disposto em portaria do
Secretário da Fazenda (Convênios ICMS 58/91, 148/92 e 151/94); (Dec. 18.326/95)
XCIX - as saídas de veículo automotor que se destinar a uso exclusivo do adquirente,
paraplégico ou com deficiência física, impossibilitado de utilizar o modelo comum: (Dec.
30.316/2007) Vejamais

a) até 31 de março de 1989, nos termos do inciso XXVII; (Dec. 16.417/93)


b) no período de 27 de agosto a 31 de dezembro de 1991, relativamente a veículo
nacional, observadas as normas dos §§ 57 a 59 (Convênio ICMS 40/91); (Dec.
17.513/94)

c) no período de 01 de janeiro de 1992 a 31 de dezembro de 1993, relativamente a


veículo nacional, observadas as normas dos §§ 57 a 59 (Convênios ICMS 80/91,
44/92 e 148/92); (Dec. 17.513/94)
d) no período de 22 de abril a 31 de dezembro de 1994, observando-se (Convênio ICMS
43/94): (Dec. 17.513/94)
1. serão cumpridas as normas contidas no inciso II nos §§ 57 a 59; (Dec. 17.691/94)
2. o laudo de perícia médica referido no inciso II, "b", do § 57 será fornecido pelo
Departamento de Trânsito do Estado – DETRAN ou por outro Órgão, a critério de
cada Estado, onde residir em caráter permanente o interessado; (Dec. 18.231/94)
e) no período de 01 de janeiro a 30 de junho 1995, nos termos da alínea anterior, apenas
em relação àqueles que tenham requerido e se habilitado à fruição do benefício até a
data de 31 de março de 1995, o que não autoriza a restituição ou compensação de
importâncias já recolhidas. (Convênio ICMS 16/95); (Dec. 18.812/95)
f) no período de 19 de julho de 1995 a 30 de abril de 1999 e a partir de 17 de agosto de
1999, observando-se (Convênios ICMS 43/94, 46/95, 121/95, 20/97, 48/97,67/97,
102/97, 121/97, 23/98, 35/99, 71/99, 93/99, 29/2000, 84/2000 e 85/2000): (Dec.
26.808/2004) Vejamais

1. serão cumpridas, no que couber, as normas contidas nos §§ 57 a 59; (Dec. 18.812/95)
2. o laudo de perícia médica referido no § 57, II, "b", será fornecido pelo Departamento
de Trânsito do Estado - DETRAN ou por outro órgão, a critério de cada Estado,
onde residir em caráter permanente o interessado; (Dec. 18.812/95)

Decreto nº 14.876/91
3. a partir de 02 de janeiro de 1998, não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às
aquisições do remetente, nos termos do art. 47, XXV; (Dec. 21.342/99)
4. a partir de 17 de agosto de 1999, o mencionado benefício: (Dec. 22.015/2000)
4.1 somente se aplicará a veículo novo: (Dec. 22.015/2000)
4.1.1. até 05 de janeiro de 2000, com até 1.000 (um mil) cilindradas de potência
(Convênio ICMS 35/99); (Dec. 22.015/2000)
4.1.2. no período de 06 de janeiro de 2000 a 08 de janeiro de 2001, com até
1.600 (um mil e seiscentas) cilindradas de potência (Convênio ICMS 93/99);
(Dec. 23.391/2001)

4.1.3. a partir de 09 de janeiro de 2001, com até 127 (cento e vinte e sete) HP de
potência bruta-SAE (Convênio ICMS 85/2000); (Dec. 23.391/2001)
4.2 a partir de 01 de junho de 2002, alcançará os pedidos que tenham sido
protocolizados na Secretaria da Fazenda até 31 de outubro de 2004 e cuja saída
do veículo ocorra até 31 de dezembro de 2004 (Convênios ICMS 35/99, 71/99,
84/2000, 21/2002 e 40/2004); (Dec. 27.263/2004) Vejamais Vejamais
g) relativamente a veículo novo, respectivamente especificado, obedecidas as normas
contidas nos §§ 57 a 59, alcançando o benefício os pedidos que tenham sido
protocolizados na Secretaria da Fazenda, observando-se: (Dec. 33.896/2009)
Vejamais[mfbsc77] Vejamais Vejamais

1. de 01 de novembro de 2004 a 31 de janeiro de 2007: veículo com até 127 HP de


potência bruta (SAE), cuja saída ocorra a partir do referido termo inicial até 31 de
maio de 2007 (Convênios ICMS 77/2004, 150/2006 e 07/2007); (Dec. 30.316/2007)
2. veículo com preço de venda ao consumidor sugerido pelo fabricante, incluídos os
tributos incidentes, igual ou inferior aos valores respectivamente indicados, cuja saída
ocorra a partir das seguintes datas até 30 de abril de 2011 (Convênios ICMS 03/2007,
138/2008, 158/2008 e 52/2009): (Dec. 33.896/2009) Vejamais[mfbsc80] Vejamais[mfbsc81]

2.1. de 01 de fevereiro de 2007 a 27 de julho de 2009: R$ 60.000,00 (sessenta mil


reais); (Dec. 33.896/2009)

2.2. 28 de julho de 2009: R$ 70.000,00 (setenta mil reais); (Dec. 33.896/2009)

C - no período de 01 de janeiro de 1992 a 31 de dezembro de 2012, as entradas dos


seguintes remédios, sem similar nacional, importados diretamente pela Associação de
Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE (Convênios ICMS 41/91, 80/91, 148/92, 124/93,
121/95, 05/99, 10/2001, 30/2003, 18/2005, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009,
119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.615/2010) Vejamais[mfbsc82] Vejamais[mfbsc83] Vejamais[mfbsc84]
Vejamais[mfbsc85] Vejamais[mfbsc86] Vejamais Vejamais2

a) Milupa PKV 1 ........................... 21.06.90.9901;


(Dec. 15.558/92)

b) Milupa PKV 2 ........................... 21.06.90.9901;


(Dec. 15.558/92)

c) no período de 01 de janeiro de 1991 a


19 de outubro de 2008, Kit de ........................... (Dec. 33.226/2009)
radioimunoensaio; Vejamais[mfbsc89]

d) Leite especial sem fenillamina ........................... 21.06.90.9901;


(Dec. 15.558/92)

e) Farinha hammermuhle; ........................... (Dec. 15.558/92)

f) a partir de 20 de outubro de 2008,


........................... (Dec. 33.226/2009)
relacionados no Anexo 60;
CI - as seguintes operações relativas ao comércio exterior (Convênios ICMS 89/91, 18/95,
60/95, 106/95 e 56/98): (Dec. 21.110/98)

Decreto nº 14.876/91
a) no período de 27 de dezembro de 1991 a 26 de abril de 1995, o recebimento, pelo
respectivo exportador, em retorno, de mercadoria exportada que não tenha sido recebida
pelo importador localizado no exterior, observado o disposto no § 60; (Dec. 18.812/95)
b) a partir de 27 de abril de 1995: (Dec. 18.812/95)
1. o recebimento, pelo respectivo exportador, em retorno, de mercadoria exportada
que: (Dec. 18.812/95)
1.1 não tenha sido recebida pelo importador localizado no exterior; (Dec. 18.812/95)
1.2 tenha sido recebida pelo importador, localizado no exterior, contendo defeito
impeditivo de sua utilização; (Dec. 18.812/95)
1.3 tenha sido remetida para o exterior a título de consignação mercantil e não
tenha sido comercializada; (Dec. 18.812/95)
1.4. a partir de 14 de julho de 1998, tenha sido remetida com destino a exposição ou
feira, para fins de exposição ao público em geral, desde que o retorno ocorra
dentro de 60 (sessenta) dias contados da data da saída para o exterior; (Dec.
21.110/98)

2. o recebimento, pelo respectivo importador, de mercadoria remetida pelo exportador


localizado no exterior, para fins de substituição de mercadoria importada que tenha
sido devolvida por conter defeito impeditivo de sua utilização, nos termos do item
5.1, desde que o imposto relativo à importação original tenha sido pago; (Dec.
18.812/95)

3. o recebimento de bens do exterior, contidos em encomendas aéreas internacionais


ou remessas postais, destinados a pessoas físicas, de valor FOB não superior a U$
50,00 (cinqüenta dólares dos Estados Unidos da América) ou equivalente em outra
moeda; (Dec. 18.812/95)
4. o recebimento de medicamentos importados do exterior por pessoa física; (Dec.
18.812/95)

5. até 15 de setembro de 1996, as saídas de mercadoria para o exterior não oneradas


pelo Imposto de Exportação: (Dec. 19.527/96)
5.1 promovidas pelo respectivo importador, em devolução de mercadoria importada
que tenha sido recebida com defeito impeditivo de sua utilização; (Dec. 18.812/95)
5.2 promovidas pelo respectivo exportador, para efeito de substituição de
mercadoria que tenha recebido em devolução de importador localizado no
exterior, em face de defeito impeditivo de sua utilização, nos termos do item 1.2,
desde que o imposto relativo à primeira saída para o exterior tenha sido pago;
(Dec. 18.812/95)

5.3 relativas a amostras comerciais de produtos nacionais, sem valor comercial,


representadas por quantidade, fragmentados ou partes de qualquer mercadoria,
estritamente necessários para dar a conhecer a sua natureza, espécie e
qualidade; (Dec. 18.812/95)
6. a diferença existente entre o valor do imposto apurado com base na taxa cambial
vigente no momento da ocorrência do fato gerador e o valor do imposto apurado
com base na taxa cambial utilizada pela Secretaria da Receita Federal para
cálculo do imposto federal na importação de mercadorias ou bens sujeitos ao
regime de tributação simplificada; (Dec. 18.812/95)
c) a partir de 02 de janeiro de 1996, o recebimento de mercadorias ou bens importados
do exterior que estejam isentos do Imposto de Importação e também sujeitos ao
regime de tributação simplificada; (Dec. 19.122/96)
CII - o recebimento, mediante importação do exterior: (Dec. 18.812/95)
a) no período de 27 de dezembro de 1991 a 26 de abril de 1995, de amostras comerciais
sem valor comercial, representadas por quantidade, fragmentos ou partes de qualquer
mercadoria, estritamente necessários para dar a conhecer a sua natureza, espécie e

Decreto nº 14.876/91
qualidade, bem como de remessas postais sem valor comercial, observado o disposto
no § 60 (Convênio ICMS 89/91); (Dec. 18.812/95)
b) a partir de 27 de abril de 1995, de amostra sem valor comercial, tal como definida pela
legislação federal que outorga a isenção do Imposto de Importação (Convênio ICMS
60/95); (Dec. 18.812/95)
CIII - o ingresso de bens procedentes do exterior integrantes de bagagem de viajante
(Convênios ICMS 89/91 e 18/95): (Dec. 18.812/95)
a) no período de 27 de dezembro de 1991 a 26 de abril de 1995, desde que isentos do
Imposto de Importação ou aos quais se aplique o regime de tributação simplificada
em que não haja obrigatoriedade de apresentação da Declaração de Importação,
observado o disposto no § 60; (Dec. 18.812/95)
b) a partir de 27 de abril de 1995, independentemente da restrição prevista na alínea
anterior; (Dec. 18.812/95)
CIV - nos períodos de 01 de fevereiro de 1992 a 30 de setembro de 1997 e de 01 de janeiro
de 1998 a 31 de dezembro de 2012, as saídas internas realizadas com os seguintes
produtos de uso exclusivo, conforme o caso, na avicultura, pecuária e agricultura,
observado o disposto no § 63 (Convênios ICMS 36/92, 41/92, 148/92, 124/93, 29/94,
68/94, 151/94, 22/95, 21/96, 20/97, 48/97, 67/97, 100/97, 05/99, 10/2001, 58/2001,
21/2002, 106/2002, 152/2002, 25/2003, 57/2003, 93/2003, 16/2005, 18/2005, 149/2005,
150/2005, 54/2006, 93/2006, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 156/2008, 69/2009, 119/2009
e 01/2010): (Dec. 34.629/2010) Vejamais[mfbsc90] Vejamais[mfbsc91] Vejamais[mfbsc92]
Vejamais[mfbsc93] Vejamais[mfbsc94] Vejamais[mfbsc95] Vejamais Vejamais1 Vejamais2 Vejamais3

a) adubos e fertilizantes; (Dec. 15.612/92)


b) acaricidas, bactericidas, carrapaticidas, espalhante adesivo, formicidas, fungicidas,
herbicidas, inseticidas, sarnicidas, vermicidas ou vermífugos; (Dec. 15.612/92)
c) medicamentos, soros e vacinas, todos exclusivamente de uso veterinário; (Dec.
15.612/92)

d) rações para animais, concentrados e suplementos, bem como, a partir de 01 de


agosto de 2006, aditivos e premix ou núcleo, todos fabricados pelas respectivas
indústrias, sendo a referida fabricação, no período de 01 de agosto a 30 de outubro
de 2006, realizada apenas por indústria de ração animal, devendo as mencionadas
indústrias, nos dois casos, estar devidamente registradas no Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento - MAPA, desde que: (Dec. 30.061/2006) Vejamais Vejamais1
1. os produtos estejam registrados no órgão competente do referido Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA e o número do registro seja indicado
no documento fiscal; (Dec. 30.061/2006) Vejamais Vejamais1
2. haja o respectivo rótulo, etiqueta ou impressão, identificando o produto; (Dec.
15.612/92)

e) sementes, conforme especificadas na alínea "e" do inciso XLI do art. 14; (Dec.
27.926/2005) Vejamais

f) calcário e, a partir de 01 de janeiro de 1998, gesso, utilizados como corretivo ou


recuperador de solo; (Dec. 20.296/98 - EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)
g) farinhas de peixes, de ostras, de carnes, de osso, de penas, de sangue e de vísceras;
(Dec. 15.612/92)

h) destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal: (Dec.


20.296/98 - EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)

1. farelos e tortas de algodão, de babaçu, de cacau, de amendoim, de linhaça, de


mamona, de milho, de soja, de trigo e raspa de mandioca e, a partir de 01 de
dezembro de 1994, farelo de glúten de milho e glúten de milho (Convênio ICMS
29/94); (Dec. 20.296/98 - EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)
2. farelos de arroz, de casca e semente de uva e resíduos industriais; (Dec. 20.296/98 -

Decreto nº 14.876/91
EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)

3. a partir de 01 de janeiro de 1998, sorgo, sal mineralizado, calcário calcítico, caroço


de algodão, farelo de polpa cítrica, feno, farelo e torta de canola; (Dec. 20.296/98 -
EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)

4. a partir de 14 de julho de 1998, alho em pó (Convênio ICMS 40/98); (Dec. 21.095/98)


5. a partir de 01 de janeiro de 2000, farelo de girassol (Convênio ICMS 97/99); (Dec.
21.998/2000)

i) a partir de 01 de janeiro de 1998: (Dec. 20.296/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)


1. ácido nítrico, ácido sulfúrico, ácido fosfórico, fosfato natural bruto e enxofre, que
tenham saído dos estabelecimentos extratores, fabricantes ou importadores para:
(Dec. 20.296/98 - EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)

1.1. estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos,


fertilizantes e fosfato bicálcio destinados à alimentação animal; (Dec. 20.296/98 -
EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)

1.2. estabelecimento produtor agropecuário; (Dec. 20.296/98 - EFEITOS A PARTIR DE


01.01.98)

1.3. quaisquer estabelecimentos com fins exclusivos de armazenagem; (Dec.


20.296/98 - EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)

1.4. outro estabelecimento da mesma empresa daquela onde se tiver processado


a industrialização; (Dec. 20.296/98 - EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)
2. amônia, uréia, sulfato de amônia, nitrato de amônia, nitrocálcio, MAP (mono-
amônio-fosfato), DAP (di-amônio-fosfato), cloreto de potássio, DL metionina e seus
análogos; (Dec. 20.296/98 - EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)
3. enzimas preparadas para decomposição de matéria orgânica animal, classificadas
no código NBM/SH 3507.90.4; (Dec. 20.296/98 - EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)
4. parasiticida, germicida, nematicida, raticida, desfolhante, dessecante, estimulador e
inibidor do crescimento (reguladores), esterco animal, girino e alevino; (Dec. 20.296/98
- EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)

5. até 02.05.2002, sêmen, congelado ou resfriado, e embrião, observada a isenção


prevista no inciso VIII; (Dec. 24.280/2002)
j) a partir de 14 de outubro de 2002, gipsita britada destinada ao uso na agropecuária ou
à fabricação de sal mineralizado (Convênio ICMS 106/2002); (Dec. 25.589/2003).
k) a partir de 01 de julho de 2003, casca de coco triturada para uso na agricultura
(Convênio ICMS 25/2003); (Dec. 28.291/2005) Vejamais
l) a partir de 01 de setembro de 2003, milheto, quando destinado a produtor, a
cooperativa de produtores, a indústria de ração animal ou a órgão ou entidade oficial de
fomento e desenvolvimento agropecuário vinculada a Estado ou Distrito Federal
(Convênio ICMS 57/2003); (Dec. 28.291/2005) Vejamais
m) a partir de 03 de novembro de 2003, vermiculita para uso como condicionador e
ativador de solo (Convênio ICMS 93/2003); (Dec. 26.181/2003)
n) a partir de 09 de janeiro de 2006, aveia e farelo de aveia; (Dec. 28.877/2006)
o) a partir de 09 de janeiro de 2006, sojas desativadas e seus farelos; (Dec. 28.877/2006)
p) a partir de 01 de janeiro de 2009, extrato pirolenhoso decantado, piro alho, silício
líquido piro alho e bio bire plus; (Dec. 33.204/2009)
CV - no período de 01 de janeiro a 30 de junho de 1992, as operações interestaduais de
ovos, aves e produtos de sua matança, em estado natural, congelados ou simplesmente
resfriados. (Dec. 15.612/92)
CVI - as saídas decorrentes de destroca de botijões vazios (vasilhames), destinados ao
acondicionamento de gás liquefeito de petróleo - GLP (Convênios ICMS 88/91, 10/92 e

Decreto nº 14.876/91
103/96): (Dec. 19.841/97)
a) no período de 01 de janeiro de 1992 a 07 de janeiro de 1997, quando promovidas por
distribuidores de gás ou seus representantes; (Dec. 19.841/97)
b) a partir de 08 de janeiro de 1997, quando promovidas por distribuidor de gás, como tal
definido pela legislação federal específica, seus revendedores credenciados e
estabelecimentos responsáveis pela destroca dos botijões; (Dec. 19.841/97)
CVII - no período de 27 de abril a 30 de junho de 1992, a entrada de máquinas, aparelhos,
equipamentos e respectivas partes e peças, sem similar nacional, importados do
exterior por empresa de energia elétrica, como resultado de concorrência internacional,
com participação de indústrias do País, contra pagamento com recursos oriundos de
divisas conversíveis, provenientes de financiamento a longo prazo, concedidos por
instituições financeiras internacionais ou entidades governamentais estrangeiras,
observado o disposto no § 65; (Dec. 15.813/92)
CVIII - nos períodos de 27 de abril de 1992 a 01 de janeiro de 1998 e de 01 de setembro de
1999 a 30 de abril de 2001, a importação do exterior de máquinas, equipamentos,
aparelhos, instrumentos e suas respectivas partes, peças e acessórios, sem similar
nacional, efetuada por empresa (Convênios ICMS 53/91, 19/92, 21/95, 121/97, 26/98,
131/98, 44/99, 90/99, 7/2000, 58/2000 e Decreto nº 21.985/99): (Dec. 23.247/2001)
a) jornalística ou editora de livros, destinados a emprego exclusivo no processo de
industrialização de livros, jornal ou periódico; (Dec. 21.739/99)
b) de radiodifusão, para emprego exclusivo na geração, emissão, recepção, transmissão,
retransmissão, repetição ou ampliação de sinais de comunicação; (Dec. 21.739/99)
CIX - no período de 27 de abril de 1992 a 31 de dezembro de 2012, as entradas,
decorrentes de importação do exterior, quando efetuada diretamente por produtor, de
reprodutores e matrizes caprinos de comprovada superioridade genética, na forma
estabelecida pela Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária (Convênios ICMS 20/92,
121/95, 05/99, 10/2001, 30/2003, 18/2005, 124/2007, 148/2007, 53/2008, 71/2008,
138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010); (Dec. 34.615/2010) Vejamais[mfbsc107]
Vejamais[mfbsc108] Vejamais[mfbsc109] Vejamais[mfbsc110] Vejamais Vejamais Vejamais Vejamais2

CX - a partir de 27 de abril de 1992, as saídas internas de veículos quando adquiridos pelo


Estado, por meio da Secretaria de Defesa Social, vinculados ao Programa de
Reequipamento Policial da Polícia Militar, ou por meio da Secretaria da Fazenda, para
reequipamento da fiscalização estadual (Convênios ICMS 34/92 e 56/2000); (Dec.
23.247/2001)

CXI - a partir de 27 de abril de 1992, as saídas de trava-blocos para a construção de casas


populares, vinculadas a programas habitacionais para a população de baixa renda e
promovidas por Municípios ou por associações de Municípios e por órgãos ou entidades
da administração pública, direta ou indireta, estadual ou municipal, inclusive fundações;
(Dec. 15.813/92)

CXII - a partir de 16 de julho de 1992, as saídas internas e interestaduais das mercadorias


constantes das posições NBM/SH 8444 a 8453, em razão de doação ou cessão, em
regime de comodato, efetuadas por indústria de máquinas e equipamentos, para os
Centros de Formação de Recursos Humanos do Sistema SENAI, visando o
reequipamento destes centros (Convênio ICMS 60/92); (Dec. 16.417/93)
CXIII - no período de 16 de julho de 1992 a 31 de dezembro de 1994, as entradas das
mercadorias abaixo relacionadas, importadas diretamente do exterior do país, sem
similar nacional, para integrar o ativo imobilizado do importador adquirente (Convênio
ICMS 62/92): (Dec. 16.417/93)

CÓDIGO
MERCADORIA
NBM/SH
Máquina para cortar rocha com água e alta pressão 8464.10.9900

Decreto nº 14.876/91
(Dec.16.417/93)

Máquina automática seqüenciada para flamear, apicoar e jotear peças 8464.90.9900


de granito (Dec.16.417/93)

Máquina automática copladora para produção, acabamento e


8464.90.9900
execução de furos e bordas não retas de pias, lavatórios, mesas e
(Dec.16.417/93)
afins de granito
Esticador hidráulico para tensionamento de lâminas de aço para serrar 8464.90.9900
granito (Dec.16.417/93)

Lixadeira pneumática de lixa diamantada 8464.90.9900


(Dec.16.417/93)

Equipamento para abertura de rocha granítica por perfuração térmica 8464.90.9900


(Dec.16.417/93)

8464.90.9900
Encunhador hidráulico para abrir rocha granítica e mármore
(Dec.16.417/93)

Almofadas expansoras pneumáticas para abrir cortes em rocha 8464.90.9900


(Dec.16.417/93)

Equipamento a fio diamantado para corte de rocha em pedreira 8464.90.9900


(Dec.16.417/93)

Máquina para acionamento do fio diamantado para corte de rocha 8464.90.9900


(Dec.16.417/93)

Linha automática seqüencial e simultânea para produção de lajotas de


granito de baixa espessura, constituída de talha-blocos multidisco
com ciclo programável, cortadora multidisco, lustradeira de esteira 8464.90.9900
para tiras de espessura até 20 mm e largura até 61 cm, calibradora (Dec.16.417/93)
de espessura com sistema eletrônico de leitura digital, biseladora e
retificadora de esteira
8508.20.9900
Motosserras para abertura de mármore em pedreiras
(Dec.16.417/93);

CXIV - no período de 21 de agosto de 1992 a 31 de dezembro de 2012, as saídas internas e


interestaduais de mercadorias, doadas por contribuinte do imposto à Secretaria de
Educação, para distribuição, também por doação, à rede oficial de ensino (Convênios
ICMS 78/92, 124/93, 22/95, 20/97, 48/97, 67/97, 121/97, 23/98, 05/99, 10/2001, 30/2003,
18/2005, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010); (Dec.
34.615/2010)Vejamais[mfbsc115] Vejamais[mfbsc116] Vejamais[mfbsc117] Vejamais[mfbsc118] Vejamais
Vejamais2

CXV - no período de 16 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 1994, as entradas das


mercadorias abaixo relacionadas, importadas diretamente do exterior do país, sem
similar nacional, para integrar o ativo imobilizado do importador adquirente, desde que
isentas do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados ou
tributadas pelos referidos impostos com alíquota zero (Convênio ICMS 92/92): (Dec.
16.417/93)

CÓDIGO
MERCADORIA
NBM/SH
Máquina para aplainar com mais de 4 eixos, microajustamento de 8465.92.9900
cabeçote e indicação eletrônica de largura e espessura de trabalho (Dec.16.417/93)

Lixadeira para madeira com unidade de fitas para bordas fresadas e 8465.93.0100
perfis e unidades de lixamento de ângulos (Dec.16.417/93)

Máquina troncadeira eletrônica, automática, com serra circular e mesa 8465.96.9900


com alimentador giratório (Dec.16.417/93)

Decreto nº 14.876/91
Linha especial para laminação de toras, composta entre outras de
máquina para laminação de toras de madeira, com dispositivo de 8465.99.9900
centralização, laminadora rotativa, guilhotina e inversora de lâminas (Dec.16.417/93)
em 180 graus
CXVI - no período de 01 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 1994, as entradas dos
produtos classificados no código NBM/SH 8445.19.0299, utilizados para beneficiamento
do algodão, sem similar nacional, quando importados diretamente do exterior, para
integrar o ativo imobilizado do importador adquirente, desde que isentas do Imposto de
Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados ou tributados pelos referidos
impostos com alíquota zero (Convênio ICMS 118/92); (Dec. 16.417/93)
CXVII - no período de 16 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 2012, as operações
internas e interestaduais com pós-larva de camarão (Convênios ICMS 123/92, 148/92,
121/95, 20/97, 48/97, 67/97, 121/97, 23/98, 05/99, 10/2001, 30/2003, 18/2005, 124/2007,
148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010); (Dec.
34.615/2010)Vejamais[mfbsc121] Vejamais[mfbsc122] Vejamais[mfbsc123] Vejamais[mfbsc124] Vejamais
Vejamais Vejamais Vejamais [mfbsc128]

CXVIII - as operações relativas à importação do exterior de máquinas, equipamentos,


aparelhos, instrumentos e seus respectivos acessórios, para a fiação e tecelagem de
fibras de sisal, que não tenham similar nacional e quando destinados a integrar o ativo
fixo da empresa industrial (Convênios ICMS 66/91, 148/92 e 44/93): (Dec. 17.424/94)
a) no período de 01 de janeiro a 30 de junho de 1993; (Dec. 17.424/94)
b) no período de 01 de julho de 1993 a 30 de abril de 1994; (Dec. 17.424/94)
c) a partir de 01 de maio de 1994, neste caso desde que os produtos objeto da
importação estejam isentos do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos
Industrializados ou contemplados com alíquota zero desses tributos; (Dec. 17.424/94)
CXIX - as prestações internas de serviço de transporte, nas modalidades a seguir
especificadas: (Dec. 25.928/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.09 2003)
a) a partir de 01 de junho de 1993, serviço de transporte rodoviário de carga; (Dec.
25.928/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.09 2003)

b) no período de 29 de setembro de 2003 a 31 de agosto de 2006, serviço de transporte


ferroviário de cargas, observado o disposto no inciso CXCIV, a partir de 01 de
setembro de 2006; (Dec. 32.194/2008) Vejamais[mfbsc129] Vejamais

CXX - a partir de 01 de julho de 1993, as saídas internas de máquinas, aparelhos e


equipamentos integrantes do ativo fixo do estabelecimento, promovidas a título de
doação, com destino a órgãos da administração direta do Estado de Pernambuco, suas
autarquias ou fundações; (Dec. 16.773/93)
CXXI - a partir de 01 de agosto de 1993, as operações internas, inclusive de importação,
realizadas com combustível e lubrificante destinados exclusivamente ao abastecimento
de aeronave ou embarcação em viagem internacional, observado o disposto no § 73;
(Dec. 16.819/93)

CXXII - no período de 13 de setembro de 1993 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de


abril de 1994, as saídas internas de cebola, observado o disposto nos §§ 12 e 61,
adotando-se, inclusive, o que este prevê para as operações interestaduais (Convênios
ICM 44/75 e ICMS 68/90, 78/91 e 124/93); (Dec. 17.440/94)
CXXIII - a partir de 01 de outubro de 1993, as saídas dos produtos mencionados no inciso
LXXIII, quando tiverem como destinatários, para fim de exportação, aqueles relacionados
no inciso LXIX, observado, no que couber, o disposto nos §§ 35 a 43; (Dec. 16.982/93)
CXXIV - as saídas de embalagem, necessária à exportação, quando promovidas pelo
respectivo fabricante ou, a partir de 01 de outubro de 2004, por estabelecimento
comercial do mesmo titular, que tenha recebido, em transferência, o referido produto do
mencionado fabricante: (Dec. 27.237/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.2004) Vejamais Vejamais2

Decreto nº 14.876/91
a) no período de 01 de outubro de 1993 a 31 de maio de 2004, observado, no que
couber, o disposto nos §§ 35 a 43: (Dec. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2004)
1. dos produtos industrializados de que trata o inciso LXIX para: (Dec. 26.728/2004 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2004) Vejamais
1.1. o fabricante dos produtos industrializados e respectivas filiais; (Dec.
26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2004) Vejamais
1.2. os destinatários relacionados no referido inciso LXIX; (Dec. 26.728/2004 – EFEITOS
A PARTIR DE 01.06.2004) Vejamais
2. dos produtos mencionados no inciso LXXIII para: (Dec. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR
DE 01.06.2004) Vejamais

2.1. o produtor agrícola ou avicultor, observadas as condições indicadas em ato


normativo da Secretaria da Fazenda; (Dec. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE
01.06.2004) Vejamais

2.2. os destinatários relacionados no inciso LXIX; (Dec. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR


DE 01.06.2004) Vejamais
b) a partir de 01 de junho de 2004, apenas quando as mencionadas saídas forem
internas, independentemente do produto acondicionado e do destinatário, ressalvando-
se que: (Dec. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2004)
1. quando a exportação não se efetivar, o imposto incidente sobre as referidas saídas
deverá ser recolhido pelo adquirente, comprovada a não-ocorrência da exportação,
em razão de a embalagem vir a ser: (Dec. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2004)
1.1. utilizada para fim diverso de exportação; (Dec. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE
01.06.2004)
1.2. objeto de perda, qualquer que seja a causa; (Dec. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR
DE 01.06.2004)
1.3. reintroduzida no mercado interno; (Dec. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE
01.06.2004)

2. o valor do imposto a ser recolhido, nos termos do item 1, deverá ser atualizado,
computando-se ainda os acréscimos previstos na legislação, calculados a partir do
momento em que tenha ocorrido qualquer das hipóteses ali indicadas; (Dec. 26.728/2004
– EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2004)

c) a partir de 01 de outubro de 2004, quando a saída for do estabelecimento comercial,


observado o disposto na alínea "b";(Dec. 27.237/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.2004)
CXXV - a partir de 10 de novembro de 1993, as saídas internas, para produtor
agropecuário, dos seguintes subprodutos, quando destinados à alimentação animal ou à
fabricação de ração: (Dec. 17.046/93)
a) bagaço de cana-de-açúcar "in natura" ou hidrolisado; (Dec. 17.046/93)
b) levedura seca do álcool; (Dec. 17.046/93)
c) ponta ou palha da cana-de-açúcar, inclusive fenada ou filada; (Dec. 17.046/93)
CXXVI - no período de 01 de junho a 30 de setembro de 1994, as aquisições, em outra
Unidade da Federação, de bens para o ativo fixo de estabelecimento industrial ou
agropecuário e de empresa de serviço de diversão pública, relativamente à diferença de
alíquota devida a este Estado, nos termos do art. 3º, XII (Convênio ICMS 55/93); (Dec.
17.937/94)

CXXVII - a partir de 26 de julho de 1994, as saídas internas de produtos resultantes do


trabalho de reeducação dos detentos promovidas pelos estabelecimentos do sistema
penitenciário do Estado (Convênio ICMS 85/94); (Dec. 18.231/94)
CXXVIII - relativamente a operações com equipamentos ou acessórios destinados a
portador de deficiência física ou auditiva: (Dec. 19.946/97)
a) no período de 24 de outubro de 1994 a 01 de janeiro de 1995, as saídas, e, no
período de 02 de janeiro de 1995 a 30 de junho de 1997, as operações com os
produtos a seguir indicados, classificados na posição, subposição ou código da

Decreto nº 14.876/91
Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado NBM/SH (Convênios
ICMS 98/94, 137/94, 121/95 e 20/97): (Dec. 19.946/97)
1. cadeira de rodas e outros veículos para deficientes físicos, classificados na posição
8713; (Dec. 19.946/97)
2. prótese femural e outras próteses articulares, classificadas na subposição 9021.11;
(Dec. 19.946/97)

3. braços, antebraços, mãos, pernas, pés e articulações artificiais para quadris ou


joelhos, classificados no código 9021.30.9900; (Dec. 19.946/97)
b) a partir de 16.06.97, as operações com os produtos relacionados no Anexo 26, com
os respectivos códigos da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema
Harmonizado-NBM/SH (Convênio ICMS 47/97); (Dec. 23.940/2002)
CXXIX - a partir de 02.01.95, as saídas de produtos alimentícios considerados "perdas", com
destino aos estabelecimentos do Banco de Alimentos (Food Bank) e, a partir de 22.10.2001,
do Instituto de Integração e de Promoção da Cidadania (INTEGRA), sociedades civis sem
fins lucrativos, em razão de doação que seja feita às referidas sociedades, com a finalidade,
após a necessária industrialização ou recondicionamento, de distribuição a entidades,
associações e fundações que os entregue a pessoas carentes, considerando-se "perdas",
para efeito do benefício, os produtos que estiverem (Convênio ICMS 136/94 e ACR
Convênio ICMS 99/2001): (Dec. 23.887/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 22.10.2001)
a) com a data de validade vencida; (Dec. 18.326/95)
b) impróprios para comercialização; (Dec. 18.326/95)
c) com a embalagem danificada ou estragada; (Dec. 18.326/95)
CXXX - a partir de 02.01.95, as saídas dos produtos recuperados, de que trata o inciso anterior,
promovidas (Convênio ICMS 136/94 e ACR Convênio ICMS 99/2001): (Dec. 23.887/2001 –
EFEITOS A PARTIR DE 22.10.2001)

a) pelos estabelecimentos do Banco de Alimentos (Food Bank) e, a partir de 22.10.2001, do


Instituto de Integração e de Promoção da Cidadania (INTEGRA), com destino a
entidades, associações e fundações, para distribuição a pessoas carentes; (Dec.
23.887/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 22.10.2001)

b) pelas entidades, associações e fundações, em razão de distribuição a pessoas carentes,


a título gratuito; (Dec. 18.326/95)
CXXXI - no período de 02.01.95 a 31.03.99 e a partir de 01.04.99 (Convênios ICMS 158/94,
90/97 e 34/2001): (Dec. 23.720/2001)
a) as seguintes prestações e operações destinadas a Missões Diplomáticas, Repartições
Consulares e Representações de Organismos Internacionais, de caráter permanente, e,
a partir de 21.10.97, aos respectivos funcionários estrangeiros indicados pelo Ministério
das Relações Exteriores, condicionando-se o benefício à comprovada existência de
acordo de reciprocidade de tratamento tributário, declarada, anualmente, pelo
mencionado Ministério: (Dec. 23.720/2001)
1. serviço de telecomunicação; (Dec. 23.720/2001)
2. fornecimento de energia elétrica; (Dec. 23.720/2001)
3. a partir de 09.08.2001, saída de mercadoria destinada à ampliação ou reforma de
imóveis de uso das mencionadas entidades, podendo a Secretaria da Fazenda
estabelecer mecanismos de controle relativamente às respectivas operações; (Dec.
23.720/2001)

b) as saídas de veículos nacionais adquiridos pelos órgãos referidos na alínea anterior e


respectivos funcionários estrangeiros, desde que o veículo esteja isento do IPI ou
contemplado com redução para zero da alíquota desse imposto; (Dec. 18.405/95)
c) as entradas de mercadorias adquiridas diretamente do exterior pelos órgãos referidos na
alínea "a" e respectivos funcionários estrangeiros, desde que a mercadoria esteja isenta

Decreto nº 14.876/91
do Imposto de Importação e do IPI ou contemplada com a redução para zero da alíquota
desses impostos; (Dec. 18.405/95)
CXXXII - no período de 27 de abril de 1995 a 30 de abril de 1997, o recebimento, por doação,
de produtos importados do exterior, diretamente por órgãos ou entidades da administração
pública, direta ou indireta, bem como fundações ou entidades beneficentes ou de
assistência social que preencham os requisitos previstos no art. 14 do Código Tributário
Nacional, observando-se (Convênios ICMS 20/95 e 80/95): (Dec. 18.964/96)
a) a fruição do benefício fica condicionada a que:
1. não haja contratação de câmbio;
2. a operação de importação não seja tributada ou tenha tributação com alíquota
reduzida a zero do Imposto de Importação e do IPI;
3. os produtos recebidos sejam utilizados na consecução dos objetivos-fins do
importador;
b) o benefício será concedido caso a caso, mediante despacho da Diretoria de
Administração Tributária, em face de requerimento do interessado;
CXXXIII - as seguintes operações relativas à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária -
EMBRAPA: (Dec. 21.110/98)
a) a partir de 19 de julho de 1995, a importação do exterior de aparelhos, máquinas e
equipamentos, instrumentos técnico-científicos laboratoriais, partes e peças de reposição,
acessórios, matérias-primas e produtos intermediários, destinados à pesquisa científica e
tecnológica, realizada diretamente pela EMBRAPA, com financiamentos de empréstimos
internacionais, firmados pelo Governo Federal, dispensado o exame de similaridade
(Convênio ICMS 64/95); (Dec. 21.110/98)
b) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012, a saída de bens do ativo
imobilizado e de uso ou consumo de estabelecimento da EMBRAPA para outro
estabelecimento da mesma empresa ou para estabelecimento de empresa estadual
integrante do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (Convênios ICMS 47/98,
51/2001, 69/2003, 123/2004, 148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e
01/2010); (34.629/2010)Vejamais[mfbsc139] Vejamais[mfbsc140] Vejamais[mfbsc141]
Vejamais[mfbsc142] Vejamais Vejamais

c) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012, relativamente ao


diferencial de alíquotas, a aquisição interestadual pela EMBRAPA de bens do ativo
imobilizado e de uso ou consumo (Convênios ICMS 47/98, 51/2001, 69/2003, 123/2004,
148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010);
(34.629/2010)Vejamais[mfbsc145]
Vejamais[mfbsc146] Vejamais[mfbsc147] Vejamais[mfbsc148] Vejamais Vejamais

d) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012, a remessa de animais


para a EMBRAPA, para fins de inseminação e inovulação com animais de raça, e
respectivo retorno (Convênios ICMS 47/98, 51/2001, 69/2003, 123/2004, 148/2007,
53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010); (34.629/2010) Vejamais[mfbsc151]
Vejamais[mfbsc152] Vejamais[mfbsc153] Vejamais[mfbsc154] Vejamais Vejamais

CXXXIV - as entradas de bens destinados à implantação de projeto de saneamento básico,


pela Companhia Pernambucana de Saneamento - COMPESA, importados do exterior,
desde que isentos do Imposto de Importação e do IPI ou por estes tributados com alíquota
zero, como resultado de concorrência internacional com participação de indústria do País,
contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis provenientes de
(Convênios ICMS 42/95, 61/98, 34/99, 84/00, 21/2002, 10/2004, 48/2007, 76/2007,
106/2007, 117/2007, 124/2007, 148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009
e 01/2010): (Dec. 34.615/2010) Vejamais[mfbsc157] Vejamais[mfbsc158] Vejamais[mfbsc159]
Vejamais[mfbsc160] Vejamais Vejamais Vejamais Vejamais

a) no período de 19 de julho de 1995 a 13 de julho de 1998, contrato de financiamento a


longo prazo, celebrado entre o Brasil e o Banco Mundial; (Dec. 21.095/98)

Decreto nº 14.876/91
b) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012, contrato de empréstimo a
longo prazo, celebrado entre o Brasil e entidades financeiras internacionais; (Dec.
34.615/2010) Vejamais[mfbsc165] Vejamais[mfbsc166] Vejamais[mfbsc167] Vejamais[mfbsc168]
Vejamais Vejamais Vejamais Vejamais

CXXXV - no período de 01.10.95 a 31.12.2002, as saídas de gado ovino e dos produtos


comestíveis resultantes do seu abate (Convênio ICMS 24/95); (Dec.25.058/2003-EFEITOS A
PARTIR DE 01.01.2003)"

CXXXVI - a partir de 02 de janeiro de 1996, as saídas interestaduais, promovidas pela Empresa


Brasileira de Telecomunicações S/A - EMBRATEL, de equipamentos de sua propriedade,
nos seguintes casos: (Dec. 18.987/96)
a) quando destinados à prestação de seus serviços, junto aos respectivos usuários,
devendo os referidos bens retornarem ao estabelecimento remetente ou a outro da
mesma empresa; (Dec. 18.987/96)
b) quando do retorno de que trata a alínea anterior; (Dec. 18.987/96)
CXXXVII - nos períodos de 05 de março a 31 de dezembro de 1996, de 21 de agosto de 1997
a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012, as
operações de entrada decorrente de importação e de saída de Coletores Eletrônicos de
Voto - CEV, suas partes, peças de reposição e acessórios, quando adquiridos diretamente
pelo Tribunal Superior Eleitoral - TSE, observando-se (Convênios ICMS 01/96, 75/97,
05/99, 10/2001, 55/2001, 163/2002, 124/2004, 01/2007, 05/2007, 48/2007, 76/2007,
106/2007, 117/2007, 124/2007, 148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009
e 01/2010): (34.629/2010) Vejamais[mfbsc173] Vejamais[mfbsc174] Vejamais[mfbsc175]
Vejamais[mfbsc176] Vejamais Vejamais Vejamais Vejamais Vejamais

a) o benefício fica condicionado a que: (Dec. 23.721/2001)


1. o produto esteja beneficiado com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação
ou do IPI; (Dec. 23.721/2001)
2. a partir de 01.01.2002, a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações
previstas neste inciso esteja desonerada das contribuições para os Programas de
Integração Social - PIS e de Formação do Patrimônio do Servidor Público - PASEP e
para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS (ACR Convênio ICMS
55/2001); (Dec. 23.721/2001)
b) fica assegurada a manutenção do crédito relativamente às aquisições dos insumos,
partes, peças e acessórios destinados à produção dos mencionados coletores, nos
termos do art. 47, XXXIX; (Dec. 23.721/2001)
CXXXVIII - a partir de 26 de junho de 1996, as prestações de serviço de transporte ferroviário
de carga vinculadas a operações de exportação e importação de países signatários do
Acordo sobre o Transporte Internacional, desde que ocorram, cumulativamente, as
seguintes situações (Convênio ICMS 30/96): (Dec. 19.332/96)
a) seja emitido o Conhecimento - Carta de Porte Internacional - TIF/ Declaração de Trânsito
Aduaneiro - DTA, conforme previsto no Decreto nº 99.704, de 20 de novembro de 1990,
e na Instrução Normativa nº 12, de 25 de janeiro de 1993, da Secretaria da Receita
Federal; (Dec. 19.332/96)
b) o transporte internacional de carga por ferrovia seja efetuado na forma prevista no
Decreto nº 99.704, de 20 de novembro de 1990; (Dec. 19.332/96)
c) verifique-se a inexistência de mudança no modal de transporte, exceto a transferência da
carga de vagão nacional para vagão de ferrovia de outro país e vice-versa; (Dec. 19.332/96)
d) a empresa transportadora contratada esteja impedida de efetuar, diretamente, o
transporte ao destinatário, em razão da existência de bitolas diferentes nas linhas
ferroviárias dos países de origem e de destino; (Dec. 19.332/96)
CXXXIX - a partir de 01 de janeiro de 1996 (Convênio ICMS 91/91): (Dec. 19.337/96)
a) as saídas de produtos industrializados promovidas por lojas francas (“free-shops”)

Decreto nº 14.876/91
instaladas nas zonas primárias dos aeroportos de categoria internacional e autorizadas
pelo órgão competente do Governo Federal; (Dec. 19.337/96)
b) as saídas dos mencionados produtos, destinados à comercialização, para os
estabelecimentos referidos na alínea anterior, quando promovidas pelo próprio
fabricante; (Dec. 19.337/96)
c) as entradas de mercadoria importada do exterior pelos estabelecimentos referidos na
alínea “a”, quando destinada à comercialização; (Dec. 19.337/96)
CXL - a partir de 01 de junho de 1996, as operações internas com cana-de-açúcar,
observando-se (Decretos nº 19.114, de 14.05.96, e alterações, e nº 21.314, de 03.03.99, e
Convênios ICMS 02/97 e 34/97): (Dec. 34.780/2010) Vejamais[mfbsc182]

a) o produto deve se destinar: (Dec. 34.780/2010)

1. à fabricação do álcool por usina ou destilaria deste Estado, exceto, a partir de 01 de


fevereiro de 1999, na hipótese de álcool etílico hidratado combustível; (Dec. 34.780/2010)

2. a partir de 01 de abril de 2010, à produção de aguardente e rapadura (Dec. 34.780/2010)

b) o benefício também se aplica: (Dec. 34.780/2010)

1. às operações internas com melaço e mel rico com a destinação mencionada na


alínea "a", 1; (Dec. 34.780/2010)

2. a partir de 01 de agosto de 1997, às operações interestaduais, quando se tratar de


fabricação de álcool etílico hidratado combustível; (Dec. 34.780/2010)

c) deve ser demonstrada, no corpo da respectiva Nota Fiscal, a exclusão do ICMS do valor
da operação; (Dec. 34.780/2010)

CXLI - relativamente ao álcool: (Dec. 19.979/97)


a) a partir de 01 de junho de 1996, as seguintes operações com álcool, anidro e hidratado,
este até 31 de julho de 1997, exceto quando o importador ou o destinatário da
mercadoria for estabelecimento industrial que a utilize para integrar, como insumo, o
respectivo processo de fabricação de produto diverso do álcool (Decreto nº 19.114, de
14.05.96, e alterações): (Dec. 19.979/97)
1. entradas do produto importado do exterior; (Dec. 19.979/97)
2. saídas internas do produto, sendo, em relação ao hidratado, até 31 de julho de 1997,
inclusive se adquirido em outra Unidade da Federação ou importado do exterior,
promovidas pelo respectivo fabricante, hipótese em que: (Dec. 19.979/97)
2.1 deverá ser demonstrada, no corpo da respectiva Nota Fiscal, a exclusão do ICMS
do valor da operação; (Dec. 19.979/97)
2.2 à opção do contribuinte, poderá não ocorrer a isenção, relativamente às
mercadorias adquiridas até 31 de maio de 1996, em outra Unidade da Federação,
mediante operação de venda à ordem ou para entrega futura; (Dec. 19.979/97)
b) REVOGADO. (Dec. 21.314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.02.99)
CXLII - a partir de 01 de outubro de 1996, as saídas promovidas por distribuidora de
combustível, como tal definida pelo Departamento Nacional de Combustíveis - DNC e desde
que devidamente credenciada pela Secretaria da Fazenda, para o fornecimento de óleo
diesel a ser consumido por embarcação pesqueira nacional que esteja registrada no órgão
controlador ou responsável pelo setor, observando-se (Convênio ICMS 58/96): (Dec.
34.528/2010) Vejamais[mfbsc183]

a) a implementação do benefício fica condicionada à celebração de protocolo pelas


Unidades da Federação para o estabelecimento das condições e mecanismos de

Decreto nº 14.876/91
controle; (Dec. 19.337/96)
b) fica o benefício condicionado ainda ao aporte de recursos do Governo Federal em valor
equivalente à isenção concedida, de forma a possibilitar a equiparação do preço do
produto ao preço com que são abastecidos os barcos pesqueiros estrangeiros; (Dec.
19.337/96)

CXLIII - no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 2011, as operações


internas, bem como, no período de 01 de setembro de 2008 a 31 de dezembro de 2011, as
operações de importação, com veículos automotores, máquinas e equipamentos, quando
adquiridos pelos Corpos de Bombeiros Voluntários, devidamente constituídos e
reconhecidos de utilidade pública, através de lei municipal, para utilização nas respectivas
atividades específicas, observando-se (Convênios ICMS 32/95, 21/96, 20/97, 48/97, 67/97,
121/97, 23/98, 05/99, 07/2000, 21/2002, 10/2004, 48/2007, 72/2007 e 76/2007): (Dec.
32.231/2008) Vejamais[mfbsc184] Vejamais Vejamais

a) fruição do benefício fica condicionada a que: (Dec. 32.231/2008) Vejamais[mfbsc187]


1. a operação esteja isenta do IPI; (Dec. 32.231/2008)
2. a partir de 01 de setembro de 2008, relativamente à operação de importação, a
mercadoria não possua similar produzido no país, observado o disposto na alínea “d”;
(Dec. 32.231/2008)

b) nas operações amparadas pelo benefício de que trata este inciso, não será exigido o
estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente, conforme prevê o art. 34,
III; (Dec. 19.337/96)
c) o benefício será concedido caso o caso, mediante despacho da Diretoria de
Administração Tributária da Secretaria da Fazenda, em petição do interessado; (Dec.
19.337/96)

d) a comprovação da inexistência de produto similar produzido no país deve ser efetuada


por meio de laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas,
aparelhos e equipamentos com abrangência em todo território nacional, ou por órgão
federal especializado; (Dec. 32.231/2008)
CXLIV - no período de 01.01.96 a 31.03.99 e a partir de 01.04.99, o recebimento de mercadoria
importada do exterior, sem similar nacional, por órgãos da Administração Pública Estadual
Direta e suas autarquias e fundações, destinada a integrar o respectivo ativo imobilizado ou
para seu uso ou consumo, observando-se, a partir de 23.07.2002 (Convênios ICMS 48/93 e
55/2002): (Dec. 24.664/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 23.07.2002)
a) a comprovação da inexistência de similaridade deverá ser feita por laudo emitido por
entidade representativa do setor produtivo de máquinas, aparelhos e equipamentos com
abrangência nacional ou por órgão federal especializado; (Dec. 24.664/2002 – RETROAGINDO
SEUS EFEITOS A 23.07.2002)

b) ficam dispensadas da apresentação do atestado de inexistência de similaridade nacional


de que trata a alínea "a" as importações beneficiadas com as isenções previstas na Lei
Federal n° 8.010, de 29.03.90; (Dec. 24.664/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 23.07.2002)
CXLV - a partir de 01 de outubro de 1996, as operações internas com medicamentos
quimioterápicos usados no tratamento de câncer, condicionada a fruição do benefício ao
cumprimento, pelo beneficiário, de sua obrigação tributária principal, quando for o caso
(Convênio ICMS 34/96). (Dec. 19.385/96)
CXLVI - no período de 01 de janeiro de 1997 a 30 de abril de 2005, as operações internas com
veículos e equipamentos, quando adquiridos pelo Corpo de Bombeiros Militar (Convênios
ICMS 62/96, 20/97, 48/97, 67/97, 121/97, 23/98, 05/99, 10/2001 e 30/2003); (Dec. 26.854/2004
– EFEITOS A PARTIR DE 01.05.2004) Vejamais

CXLVII - no período de 08 de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2005, as operações com


mercadorias, bem como as prestações de serviços de transporte a elas relativas, destinadas
ao Programa de Fortalecimento e Modernização da Área Fiscal, adquiridas através de
licitações ou contratações efetuadas dentro das normas estabelecidas pelo Banco
Interamericano de Desenvolvimento-BID (Convênios ICMS 94/96, 20/97, 48/97, 67/97,

Decreto nº 14.876/91
121/97, 23/98, 05/99, 10/2001, 21/2002, 120/2003 e 123/2004); (Dec. 27.926/2005) Vejamais
Vejamais2

CXLVIII - no período de 01 de junho de 1997 a 12 de maio de 1999, as operações de saída de


veículos de bombeiros, destinados a equipar os aeroportos nacionais, observando-se
(Convênios ICMS 96/96 e 13/99): (Dec. 21.556/99)
a) os referidos veículos serão adquiridos pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura
Aeroportuária - INFRAERO, através de licitação, na modalidade Concorrência
Internacional nº 011/DADL/SEDE/96; (Dec. 19.840/97)
b) o benefício previsto neste inciso estende-se às operações de saída e à importação do
exterior de chassis e componentes de superestrutura, quando destinados a integrar os
mencionados veículos. (Dec. 19.840/97)
CXLIX - a partir de 21 de agosto de 1997, as importações e as saídas internas de mercadorias
destinadas à ampliação do Sistema de Informática da Secretaria da Fazenda do Estado de
Pernambuco, desde que o contribuinte apresente planilha de custos na qual comprove a
efetiva desoneração do ICMS no preço final do produto, observando-se (Convênio ICMS
61/97): (Dec. 20.424/98)
a) o benefício será reconhecido mediante requerimento à Diretoria de Administração
Tributária - DAT, da Secretaria da Fazenda; (Dec. 20.424/98)
b) o requerimento de que trata a alínea anterior deverá ser instruído com a planilha a que se
refere este inciso; (Dec. 20.424/98)
CL - nos períodos de 21 de outubro de 1997 a 31 de dezembro de 1998 e de 07 de janeiro de
1999 a 31 de dezembro de 2011, as operações com preservativo, classificado no código
NBM/SH 4014.10.00, desde que seja abatido do preço da mercadoria o valor equivalente ao
imposto que seria devido se não houvesse a isenção, observando-se (Convênios ICMS
89/97, 23/98, 60/98, 85/98, 116/98, 90/99, 10/2001, 51/2001, 127/2001, 119/2003 e
40/2007): (Dec. 30.860/2007) Vejamais Vejamais
a) o mencionado abatimento deverá constar expressamente no respectivo documento fiscal;
(Dec. 20.104/97)

b) as indústrias fabricantes e os importadores do produto deverão entregar à repartição


fazendária a que estiverem vinculados, até 31 de outubro de 1998, demonstrativo que
contenha, no mínimo, as seguintes indicações, sendo dispensada esta condição a partir
de 07 de janeiro de 1999: (Dec. 21.342/99)
1. a quantidade de preservativos vendidos por mês e o seu valor unitário em 21 de
outubro de 1997; (Dec. 20.104/97)
2. a quantidade de preservativos vendidos por mês a partir de 22 de outubro de 1997, e
o seu valor unitário; (Dec. 20.104/97)
c) a partir de 01 de janeiro de 2004, fica assegurada a manutenção do crédito nas
operações amparadas pelo benefício de que trata este inciso, nos termos do art. 47,
XLVI (Convênio ICMS 119/2003); (Dec. 26.596/2004)
CLI - no período de 21 de outubro de 1997 a 31 de dezembro de 2012, as operações com os
seguintes produtos e equipamentos utilizados em diagnóstico em imunohematologia,
sorologia e coagulação, classificados nos respectivos códigos NBM/SH, desde que
destinados a órgãos ou entidades da administração pública, direta ou indireta, bem como
suas autarquias e fundações (Convênios ICMS 84/97, 05/99, 14/2001, 30/2003, 55/2003,
18/2005, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.615/2010)
Vejamais[mfbsc193] ) Vejamais[mfbsc194] Vejamais[mfbsc195] Vejamais[mfbsc196] Vejamais

a) reagentes, painéis de hemácias e diluentes destinados à determinação dos grupos ou


dos fatores sangüíneos pela técnica Gel-Teste, NBM/SH 3006.20.00; (Dec. 20.264/97)
b) reagentes para diagnóstico: (Dec. 25.905/2003)
1. de enfermidades transmissíveis, pela técnica ID-PaGIA, NBM/SH 3822.00.00; (Dec.
25.905/2003)

Decreto nº 14.876/91
2. a partir de 03 de maio de 2001, de malária, em qualquer suporte, NBM/SH
3822.00.90; (Dec. 25.905/2003)
3. a partir de 29 de julho de 2003, de malária e leishmaniose, pelas técnicas de Elisa,
Imunocromatografia ou em qualquer suporte, NBM/SH 3822.00.90; (Dec. 25.905/2003)
c) reagentes para diagnóstico de coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA,
NBM/SH 3006.20.00; (Dec. 20.264/97)
d) centrífugas para diagnóstico em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas
de Gel-Teste e ID-PaGIA, NBM/SH 8421.19.10; (Dec.25.074/2003)
e) incubadoras para diagnósticos em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas
técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA, NBM/SH 8419.89.99; (Dec.25.074/2003)
f) readers (leitor automático) para diagnósticos em imunohematologia/sorologia/coagulação
pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA, NBM/SH 8471.90.12; (Dec.25.074/2003)
g)samplers (pipetado rautomático) para diagnósticos em
imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA,
NBM/SH 8479.89.12; (Dec.25.074/2003)
CLII - no período de 02 de janeiro de 1998 a 30 de abril de 1999, as operações internas com
veículos automotores tipo ônibus, classificados no código NBM/SH 8702.10.00, quando
adquirido por órgão da administração pública direta e destinado ao uso exclusivo de
transporte escolar (Convênios ICMS 117/97 e 23/98); (Dec. 20.677/98)
CLIII - a importação do exterior dos equipamentos de informática a seguir discriminados,
destinados à Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, adquiridos através de
Concorrência Internacional - Projeto Nordeste II - Banco Mundial: (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A
PARTIR DE 13.05.99)

a) a partir de 14 de abril de 1998 (Concorrência Internacional 02/97 - Convênios ICMS 19/98


e 15/99): (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.99)
1. 25 (vinte e cinco) servidores de rede; (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.99)
2. 556 (quinhentos e cinqüenta de seis) microcomputadores; (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A
PARTIR DE 13.05.99)

3. 32 (trinta e dois) "hubs"; (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.99)


4. 388 (trezentos e oitenta e oito) impressoras; (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE
13.05.99)

b) a partir de 13 de maio de 1999 (Concorrência Internacional 01/98 – Convênio ICMS


15/99): (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.99)
1. 47 (quarenta e sete) "hubs"; (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.99)
2. 41 (quarenta e uma) impressoras; (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.99)
3. 03 (três) "scanners"; (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.99)
4. 25 (vinte e cinco) "racks"; (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.99)
5. 39 (trinta e nove) servidores de rede; (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.99)
6. 46 (quarenta e seis) estações de trabalho; (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.99)
7. 10 (dez) "notebooks"; (Dec. 21.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.99)
CLIV - no período de 01 de maio de 1998 a 31 de dezembro de 2012, as saídas de mercadoria
em decorrência de doação a órgãos e entidades da administração direta e indireta da
União, dos Estados e dos Municípios ou às entidades assistenciais reconhecidas de
utilidade pública e que atendam aos requisitos do art. 14 do Código Tributário Nacional,
para assistência às vítimas de situação de seca nacionalmente reconhecida, observando-
se (Convênios ICMS 57/98, 117/98, 05/99, 10/2001, 30/2003, 18/2005, 53/2008, 71/2008,
138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010): (34.629/2010)Vejamais[mfbsc198] Vejamais[mfbsc199]
Vejamais[mfbsc200] Vejamais[mfbsc201] Vejamais

Decreto nº 14.876/91
a) o benefício previsto neste inciso não se aplica às saídas promovidas pela Companhia
Nacional de Abastecimento-CONAB; (Dec. 23.721/2001)
b) fica assegurada a manutenção relativa às entradas da mencionada mercadoria, nos
termos do art. 47, XL; (Dec. 23.721/2001)
CLV - no período de 25 de julho de 1997 a 31 de dezembro de 2001 e a partir de 01 de janeiro
de 2002, as saídas internas de queijo de coalho e queijo de manteiga, fabricados
artesanalmente, quando promovidas por produtor ou cooperativa de produtores, observado
o disposto no art. 36, XIX (Lei nº 11.464, de 24.07.97, Decretos nº 20.734, de 14.07.98, nº
21.985, de 30.12.99, e nº 23.668, de 09.10.2001, e Convênio ICMS 46/2006); (Dec.
29.593/2006)Vejamais

CLVI - no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012, as operações com os


equipamentos e componentes para o aproveitamento da energia solar e eólica,
classificados no respectivo código ou posição da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias -
NBM/SH, relacionados no Anexo 28, desde que isentos ou tributados com alíquota zero do
IPI, ficando assegurada a manutenção do crédito fiscal relativo às aquisições do
remetente, nos termos do art. 47, XXVI (Convênios ICMS 101/97, 23/98, 46/98, 05/99,
07/2000, 61/2000, 93/2001, 21/2002, 10/2004, 46/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007,
124/2007, 148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010);
(34.629/2010) Vejamais[mfbsc204] Vejamais[mfbsc205] Vejamais[mfbsc206] Vejamais[mfbsc207] Vejamais
Vejamais Vejamais Vejamais

CLVII - no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012, as operações com


equipamentos didáticos, científicos e médico-hospitalares, inclusive peças de reposição e
os materiais necessários às respectivas instalações, desde que observadas as seguintes
condições (Convênios ICMS 123/97, 23/98, 05/99, 10/2001, 56/2001, 31/2003, 18/2005,
124/2007, 148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010):
(34.629/2010)Vejamais[mfbsc212] Vejamais[mfbsc213] Vejamais[mfbsc214] Vejamais[mfbsc215] Vejamais
Vejamais Vejamais

a) os produtos devem ser contemplados com isenção ou com redução a zero das alíquotas
dos impostos federais e destinados ao Ministério da Educação e do Desporto - MEC,
para atender ao Programa de Modernização e Consolidação da Infra-Estrutura
Acadêmica das Instituições Federais de Ensino Superior e Hospitais Universitários
instituído pela Portaria nº 469, de 25 de março de 1997, do Ministério da Educação e do
Desporto, ou às instituições beneficiadas, quando da respectiva distribuição pelo MEC;
(Dec. 21.342/99)

b) o fornecedor ou importador deste Estado solicitará o reconhecimento do benefício


mediante requerimento à Diretoria de Administração Tributária - DAT, devendo este ser
instruído com cópia do empenho relativo à aquisição; (Dec. 21.342/99)
c) a respectiva Nota Fiscal deverá conter, no campo “Dados Adicionais – Informações
Complementares”, o número do despacho concessivo referente ao requerimento de que
trata a alínea anterior. (Dec. 21.342/99)
d) a partir de 01.01.2002, a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações
previstas neste inciso deverá estar desonerada das contribuições do PIS/PASEP e
COFINS (ACR Convênio ICMS 56/2001); (Dec. 23.721/2001)
CLVIII - nos períodos de 01 de novembro de 1998 a 31 de dezembro de 1999 e de 01 de
janeiro de 2000 a 31 de março de 2003, as saídas de formulário contínuo produzido
mediante encomenda direta de consumidor final, promovida por estabelecimento gráfico,
excluída, em qualquer hipótese, aquela destinada à comercialização ou industrialização ou
em que o produto participe, de alguma forma, de etapas seguintes de circulação de
mercadoria; (Dec. 25.303/2003)
CLIX - no período de 15 de outubro de 1998 a 31 de dezembro de 2011, as importações do
exterior, realizadas pelas entidades a seguir indicadas, de vacinas, imunoglobulinas,
soros, medicamentos, inseticidas e outros produtos relacionados no Anexo 29 e, a partir
de 12 de novembro de 2008, no Anexo 29-A, observados os respectivos termos iniciais
de vigência ali especificados, quando destinados a campanhas de vacinação, Programas
Nacionais de combate à dengue, malária, febre amarela e outros agravos, promovidos

Decreto nº 14.876/91
pelo Governo Federal (Convênios ICMS 95/98, 78/2000, 97/2001,127/2001, 79/2002,
108/2002, 120/2003, 47/2004, 147/2005, 40/2007 e 129/2008):(Dec. 33.226/2009)
Vejamais[mfbsc219] Vejamais Vejamais Vejamais2

a) Fundação Nacional de Saúde; (Dec. 28.877/2006)


b) a partir de 09 de janeiro de 2006, Ministério da Saúde, por meio da Coordenação-Geral
de Recursos Logísticos, CNPJ base 00.394.544, ou qualquer de suas unidades; (Dec.
28.877/2006)

CLX - no período de 26 de março de 1999 a 31 de dezembro de 2011, as operações com


equipamentos e insumos destinados à prestação de serviços de saúde, com a respectiva
classificação na NBM/SH, conforme relação constante do Anexo 31, e, a partir de 23 de
julho de 2002, do Anexo 31-A, condicionada a fruição do benefício, desde 26 de março de
1999, à concessão de isenção ou alíquota zero do IPI e do Imposto de Importação,
observado o disposto no art. 47, XXIX, e, ainda (Convênios ICMS 01/99, 05/99, 55/99,
90/99, 84/2000, 127/2001, 80/2002, 149/2002, 30/2003, 10/2004 e 40/2007): (Dec. 30.860/2007)
Vejamais Vejamais

a) fica dispensado o recolhimento do ICMS relativo às operações realizadas no período de


26.12.2001 a 22.07.2002 com os equipamentos e insumos relacionados no Anexo 31-A
não constantes do Anexo 31; (Dec. 24.891/2002)
b) o disposto na alínea anterior não autoriza a restituição ou compensação das importâncias
já pagas relativas ao imposto ali referido; (Dec. 24.891/2002)
CLXI - a partir de 17 de agosto de 1999, doação de microcomputador usado para escolas
públicas especiais e profissionalizantes, associações destinadas a portadores de deficiência
e comunidades carentes, efetuadas diretamente por empresas fabricantes ou suas filiais
(Convênio ICMS 43/99); (Dec. 21.739/99)
CLXII - no período de 01 de dezembro de 1999 a 31 de dezembro de 2012, as operações
realizadas pela Fundação Pró-TAMAR com produtos que tenham por objetivo a divulgação
das atividades preservacionais vinculadas ao Programa Nacional de Proteção às Tartarugas
Marinhas (Convênios ICMS 55/92, 25/93, 05/99, 10/2001, 30/2003, 18/2005, 53/2008,
71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010); (Dec. 34.615/2010)Vejamais[mfbsc225]
Vejamais[mfbsc226] Vejamais[mfbsc227] Vejamais[mfbsc228] Vejamais Vejamais2

CLXIII - a partir de 17 de novembro de 1999, as operações decorrentes da importação do


exterior de aparelhos, máquinas, equipamentos e instrumentos, suas partes e peças de
reposição e acessórios, e de matérias-primas e produtos intermediários, observando-se
(Convênios ICMS 93/98, 41/99, 77/99, 96/2001, 43/2002, 141/2002, 111/2004 e 57/2005):
(Dec. 28.623/2005) Vejamais Vejamais2

a) a importação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de


Importação ou do Imposto sobre Produtos Industrializados; (Dec. 27.818/2005) Vejamais
b) as mercadorias mencionadas neste inciso devem destinar-se a atividades de ensino e
pesquisa científica ou tecnológica; (Dec. 27.818/2005) Vejamais
c) o benefício deve ser concedido: (Dec. 31.441/2008) Vejamais Vejamais

1. pelos órgãos da Secretaria da Fazenda a seguir indicados, em petição do interessado,


mediante despacho: (Dec. 31.441/2008) Vejamais
1.1 até 31 de janeiro de 2002, da Diretoria de Administração Tributária – DAT; (Dec.
31.441/2008)

1.2 no período de 01 de fevereiro de 2002 a 31 de maio de 2003, do Coordenador de


Administração Tributária; (Dec. 31.441/2008) Vejamais
1.3. no período de 01 de junho de 2003 a 29 de fevereiro de 2008, da Gerência Geral
da Administração Tributária - GAT ou da Gerência de Legislação e Orientação
Tributárias - GLO; (Dec. 31.441/2008) Vejamais
2. a partir de 01 de março de 2008, pela unidade da Secretaria da Fazenda responsável
pelo controle das operações de importação e de exportação, após análise dos
documentos necessários para a concessão do benefício, apresentados pelo

Decreto nº 14.876/91
contribuinte juntamente com o Desembaraço de Mercadorias Importadas – DMI,
ficando dispensado pedido específico; (Dec. 31.441/2008)
d) além da hipótese referida na alínea "a", a importação deve estar amparada por outras
isenções previstas na Lei Federal nº 8.010, de 29 de março de 1990; (Dec. 27.818/2005)
Vejamais

e) a partir de 22 de outubro de 2001, o benefício estende-se à importação de artigos de


laboratório, desde que não possuam similar produzido no País, devendo essa condição
ser atestada (Convênios ICMS 96/2001 e 111/2004): (Dec. 28.623/2005) Vejamais Vejamais2
1. no período de 22 de outubro de 2001 a 17 de abril de 2005, por órgão federal
competente; (Dec. 27.818/2005)
2. a partir de 18 de abril de 2005, por órgão federal competente ou por entidade
representativa do setor produtivo de máquinas, aparelhos e equipamentos com
abrangência em todo o território nacional ou, ainda, por órgão ou entidade
relacionados em portaria do Secretário da Fazenda; (Dec. 27.818/2005)
f) relativamente às organizações sociais com contrato de gestão com o Ministério da Ciência
e Tecnologia, indicadas neste inciso, e respectivas fundações ou associações sem fins
lucrativos, o benefício somente se aplicará àquelas constantes do Anexo 39 (Convênio
ICMS 43/2002); (Dec. 27.818/2005) Vejamais
g) a concessão do benefício somente deve ocorrer quando houver credenciamento prévio
das instituições pela fundação estadual de amparo à pesquisa ou entidade equivalente
(Convênio ICMS 43/2002); (Dec. 27.818/2005) Vejamais
h) as disposições previstas neste inciso aplicam-se: (Dec. 27.818/2005) Vejamais
1. no período de 17 de novembro de 1999 a 16 de abril de 2002, quando a importação
for realizada por universidades federais ou estaduais ou por intermédio das respectivas
fundações de apoio ao ensino e pesquisa; (Dec. 28.623/2005) Vejamais
2. a partir de 17 de abril de 2002, quando a importação for realizada por: (Dec. 28.623/2005)
Vejamais

2.1. universidades federais ou estaduais; (Dec. 27.818/2005)


2.2. institutos de pesquisa federais ou estaduais; (Dec. 27.818/2005)
2.3. institutos de pesquisa sem fins lucrativos instituídos por leis federais ou estaduais;
(Dec. 27.818/2005)

2.4. organizações sociais com contrato de gestão com o Ministério da Ciência e


Tecnologia; (Dec. 27.818/2005)
2.5. fundações sem fins lucrativos das instituições referidas neste item, que, a partir de
18 de abril de 2005, atendam aos requisitos previstos no art. 14 do Código
Tributário Nacional, para o estrito atendimento de suas finalidades estatutárias de
apoio às mencionadas entidades; (Dec. 27.818/2005)
2.6. no período de 08 de janeiro de 2003 a 17 de abril de 2005, associações sem fins
lucrativos das instituições referidas neste item, ficando convalidados os
procedimentos adotados pela Administração Fazendária, até 07 de janeiro de 2003,
que tenham resultado em dispensa do ICMS incidente na importação de que trata
este item realizada pelas mencionadas associações; (Dec. 27.818/2005)
2.7. a partir de 01 de novembro de 2005, pesquisadores e cientistas credenciados e no
âmbito de projeto aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico
e Tecnológico – CNPq, observando-se (Convênio ICMS 57/2005): (Dec. 28.623/2005)
2.7.1. o interessado deverá anexar comprovante da aprovação do projeto junto ao
CNPq; (Dec. 28.623/2005)
2.7.2. após a conclusão do projeto, o bem importado passará a integrar o patrimônio
da entidade à qual o pesquisador ou cientista estiverem vinculados; (Dec. 28.623/2005)
CLXIV - a partir de 01 de março de 2000, as operações de importação amparadas pelo regime

Decreto nº 14.876/91
especial aduaneiro de admissão temporária, previsto na legislação federal específica,
observando-se o seguinte (Convênios ICMS 58/99 e 09/2005): (Dec. 28.188/2005) Vejamais
Vejamais2

a) o disposto neste inciso somente se aplica quando o respectivo desembaraço aduaneiro


for efetuado sem o pagamento dos impostos federais, nos termos da mencionada
legislação; ( Dec. 25.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2003)
b) a partir de 01 de julho de 2003, a isenção prevista neste inciso não se aplica às
operações realizadas com álcool; (Dec.25.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2003)
c) a partir de 01 de dezembro de 2004, a isenção prevista neste inciso aplica-se às
operações amparadas por regime aduaneiro especial de depósito afiançado - DAF,
atendendo-se ao que dispõe a alínea ‘d";(Dec. 28.188/2005)
d) a partir de 01 de agosto de 2005, a isenção prevista neste inciso aplica-se às operações
de importação, cuja exigência do imposto tenha sido objeto de suspensão, nos termos
do art. 11, XV, de materiais sem cobertura cambial, destinados à manutenção e ao
reparo de aeronave pertencente a empresa autorizada a operar no transporte comercial
internacional, e utilizada nessa atividade para estocagem no regime aduaneiro especial
de depósito afiançado - DAF, administrado pela Secretaria da Receita Federal, desde
que (Convênio ICMS 09/2005): (Dec. 28.188/2005)
1. tenham sido cumpridas as condições para admissão da mercadoria ou bem no DAF;
(Dec. 28.188/2005)

2. a mercadoria tenha sido utilizada para o fim previsto no regime mencionado no item 1;
(Dec. 28.188/2005)

CLXV - a partir de 07 de novembro de 2000, nas operações de saída de veículos de


bombeiros, destinados a equipar os aeroportos nacionais, adquiridos pelo Ministério da
Defesa, representado pelo Comando da Aeronáutica, através da Diretoria de Engenharia da
Aeronáutica, por meio de licitação na modalidade da Concorrência nº 006/DIRENG/2000,
observando-se (Convênio ICMS 76/2000): (Dec. 23.247/2001)
a) o benefício previsto neste inciso: (Dec. 23.247/2001)
1. somente se aplica aos produtos contemplados com isenção ou alíquota zero do IPI;
(Dec. 23.247/2001)

2. estende-se às operações de saída e aos recebimentos decorrentes de importação do


exterior de chassis e componentes de superestrutura, sem similar produzido no País,
quando destinados a integrar os veículos referidos neste inciso; (Dec. 23.247/2001)
b) na hipótese da importação prevista no item 2 da alínea anterior, a inexistência de produto
similar produzido no País será atestada por órgão federal competente; (Dec. 23.247/2001)
c) o valor correspondente à desoneração de que trata este inciso deverá ser demonstrado,
pelo beneficiário, na respectiva composição do preço. (Dec. 23.247/2001)
CLXVI - a partir de 07 de novembro de 2000, as operações com veículos adquiridos pelo
Departamento de Polícia Federal, no âmbito do Fundo para Aparelhamento e
Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal, instituído pela Lei Complementar
Federal nº 89, de 18 de fevereiro de 1997, e regulamentado pelo Decreto Federal nº 2.381,
de 12 de novembro de 1997, observando-se que (Convênio ICMS 75/2000): (Dec. 23.391/2001)
a) os veículos devem estar, cumulativamente, contemplados (Convênio ICMS 75/2000):
(Dec. 23.391/2001)

1. no processo de licitação nº 05/2000-CPL/CCA/DPF, realizada no âmbito federal; (Dec.


23.391/2001)

2. com isenção ou alíquota zero do IPI; (Dec. 23.391/2001)


b) fica assegurada a manutenção do crédito fiscal relativo à aquisição das mercadorias que
venham a ser objeto do benefício, nos termos do art. 47, XXXVII; (Dec. 23.391/2001)
c) o valor correspondente ao incentivo deverá ser deduzido do preço de aquisição dos
respectivos veículos. (Dec. 23.391/2001)

Decreto nº 14.876/91
CLXVII – no período de 19.06.2001 a 31.10.2001, as operações realizadas com os produtos a
seguir relacionados, observada a classificação nos respectivos códigos NBM/SH
(Convênios ICMS 27/2001 e 70/2001): (Dec. 23.650/2001)
a) lâmpadas fluorescentes de descarga em baixa pressão, de base única, com ou sem
reator eletrônico incorporado, com eficiência superior a 40 (quarenta) lúmens por W -
código NBM/SH 8539.31.00; (Dec. 23.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19.06.2001)
b) lâmpadas de vapor de sódio, de alta pressão - código NBM/SH 8539.32.00. (Dec.
23.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19.06.2001)

CLXVIII - a partir de 01.09.2001, as saídas internas de óleo diesel para empresa produtora de
energia elétrica, a ser utilizado, diretamente pela própria empresa adquirente, na produção
da mencionada energia elétrica, por sistema gerador, observando-se: (Dec. 23.601/2001 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.09.2001)

a) o contribuinte que, tendo adquirido, neste Estado, óleo diesel com recolhimento
antecipado do ICMS, promover a saída da mencionada mercadoria com a isenção
prevista neste inciso, poderá proceder ao ressarcimento do imposto recolhido
antecipadamente junto ao respectivo fornecedor, que tenha efetuado a referida retenção,
mediante emissão de Nota Fiscal de ressarcimento; (Dec. 23.601/2001 – EFEITOS A PARTIR DE
01.09.2001)

b) a Nota Fiscal de ressarcimento de que trata a alínea anterior será visada pela repartição
fazendária da jurisdição do contribuinte, mediante requerimento específico instruído com
demonstrativo do valor a ser ressarcido junto ao fornecedor e cópia das Notas Fiscais
referentes às vendas efetivadas com a isenção prevista neste inciso; (Dec. 23.601/2001 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.09.2001)

c) para efeito do benefício previsto neste inciso, somente será considerada empresa
produtora de energia elétrica aquela que, atendendo à condição estabelecida em
instrução normativa da Diretoria de Administração Tributária – DAT da Secretaria da
Fazenda, seja reconhecida como tal mediante ato específico idêntico. (Dec. 23.601/2001 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.09.2001)

CLXIX - as operações de saída de veículos destinados à Polícia Rodoviária Federal, de acordo


com o previsto no Plano Anual de Reaparelhamento da Polícia Rodoviária Federal,
observando-se: (Dec. 26.596/2004) Vejamais
a) a isenção prevista neste inciso tem como termo inicial de vigência as datas
respectivamente indicadas no item 1, produzindo efeitos, relativamente ao subitem 1.2,
após a celebração e enquanto vigorar o Convênio ICMS 112/2003, de cooperação
mútua, celebrado entre as Secretarias de Fazenda, Tributação, Economia, Finanças ou
Gerências de Receitas dos Estados signatários e o Departamento de Polícia Rodoviária
Federal – DPRF, devendo as respectivas operações estar contempladas
cumulativamente: (ACR Convênio ICMS 69/2001 e NR Convênio ICMS 122/2003) (Dec.
26.596/2004) Vejamais

1. nos seguintes processos de licitação: (Dec. 26.596/2004) Vejamais


1.1 nº 05/2000-CPL/DPRF: 09 de agosto de 2001 (Convênio ICMS 69/2001); (Dec.
26.596/2004)

1.2 nº 08650.001237/2003-16 (aquisição de veículos caracterizados), nº


08650.001894/2003-63 (aquisição de veículos caracterizados tipo caminhonete
4x4), nº 08650.001895/2003-16 (aquisição de veículos caracterizados tipo
camioneta), nº 08650.001896/2003-52 (aquisição de motocicletas caracterizadas) e
nº 08650.001982/2003-65 (aquisição de veículos caracterizados tipo microônibus):
06 de janeiro de 2004 (ACR Convênio ICMS 122/2004); (Dec. 26.596/2004)
2. com isenção ou alíquota zero do IPI; (Dec. 23.721/2001)
3. com a desoneração das contribuições para o PIS/PASEP e COFINS, incidentes sobre
a receita bruta resultante das operações decorrentes do processo de licitação previsto
no subitem 1.1, e, até 17 de fevereiro de 2004, dos processos de licitação
mencionados no subitem 1.2 (NR Convênio ICMS 01/2004); (Dec. 26.596/2004) Vejamais

Decreto nº 14.876/91
b) o valor correspondente à desoneração do ICMS deverá ser deduzido do preço dos
respectivos veículos, contidos nas propostas vencedoras do processo licitatório indicado
na alínea "a" ; (Dec. 23.721/2001)
c) fica assegurada a manutenção do crédito relativo à entrada da mercadoria no
estabelecimento que promover a respectiva saída, nos termos do art. 47, XLI; (Dec.
23.721/2001)

CLXX - a partir de 09.08.2001, as operações de devolução obrigatória de embalagens vazias


de agrotóxicos e respectivas tampas, realizadas sem ônus para o fornecedor destinatário;
(Dec. 23.625/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 09.08.2001 – ERRATA EM 23.02.2002)

CLXXI - a partir de 10.01.2002, as operações que destinem ao Ministério da Saúde os


equipamentos médico-hospitalares, a seguir relacionados, com a respectiva classificação
NBM/SH, para atender ao Programa de Modernização Gerencial e Reequipamento da Rede
Hospitalar, instituído pela Portaria nº 2.432, de 23.03.98, do Ministério da Saúde (
Convênios ICMS 77/2000 e 126/2001): (Dec. 24.126/2002)
a) 1 (uma) Processadora Automática Filme Convencional Mamografia - Código NBM/SH
8442.30.00; (Dec. 24.126/2002)
b) 1 (uma) Mamografia com dispositivo biópsia estereotaxia - Código NBM/SH 9022.14.11;
(Dec. 24.126/2002)

CLXXII - a importação de microcomputadores, destinados à Secretaria de Educação do Estado,


observando-se:
a) a partir de 10 de janeiro de 2002, 204 (duzentos e quatro) microcomputadores, adquiridos
através da Concorrência Internacional 02/2001, conforme convênio celebrado com o
Fundo de Fortalecimento da Escola - FUNDESCOLA (Convênio ICMS 134/2001);
(Dec.25.073/2003)

b) a partir de 08 de janeiro de 2003, 3750 ( três mil setecentos e cinqüenta)


microcomputadores, adquiridos através da Concorrência Internacional 11/2001
(Convênio ICMS 164/2002); (Dec.25.073/2003)
CLXXIII - a partir de 09.04.2002, as importações, realizadas pelo Laboratório Farmacêutico do
Estado de Pernambuco - LAFEPE, dos seguintes medicamentos, adquiridos através do
Processo Licitatório nº 104/01(Convênio ICMS 36/2002): (Dec. 24.280/2002)
MEDICAMENTO CÓDIGO NBM/SH
a) 12.000 (doze mil) caixas de CAPTOPRIL 25mg 3003.90.49 (Dec. 24.280/2002)
b) 12.000 (doze mil) caixas de CEFALEXIN 500 mg 3003.20.52 (Dec. 24.280/2002)
c) 12.000 (doze mil) caixas de METHYLDOPA 500 mg 3003.90.45 (Dec. 24.280/2002)
CLXXIV - no período de 09.04.2002 a 31.12.2002, as operações com motocicletas, caminhões,
helicópteros e outros veículos automotores adquiridos pelo Departamento de Polícia Federal
e pelo Departamento de Polícia Rodoviária Federal, observando-se o disposto no art. 47,
XLII, e as seguintes condições (Convênio ICMS 25/2002): (Dec. 24.267/2002)
a) que as referidas operações estejam, cumulativamente, contempladas: (Dec. 24.267/2002)
1. com isenção ou tributação com alíquota zero pelo Imposto de Importação ou pelo IPI;
(Dec. 24.267/2002)

2. com desoneração das contribuições para os Programas de Integração Social e de


Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e da Contribuição para o
Financiamento da Seguridade Social (COFINS) incidentes sobre a receita bruta
decorrente das operações previstas neste inciso; (Dec. 24.267/2002)
b) que as aquisições sejam realizadas: (Dec. 24.267/2002)
1. com recursos oriundos das transferências voluntárias da União a partir do Fundo
Nacional de Segurança Pública – FNSP; (Dec. 24.267/2002)
2. no âmbito do Fundo de Reaparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da

Decreto nº 14.876/91
Polícia Federal, instituído pela Lei Complementar nº 89, de 18.02.97; (Dec. 24.267/2002)
3. no âmbito do Programa Segurança das Rodovias Federais, constante do Plano
Plurianual 2000/2003; (Dec. 24.267/2002)
c) que o valor correspondente à isenção do ICMS seja deduzido do preço dos respectivos
produtos contido nas propostas vencedoras do correspondente processo licitatório. (Dec.
24.267/2002)

CLXXV - no período de 15 de janeiro de 2002 a 31 de dezembro de 2002 e de 20 de fevereiro


de 2003 a 31 de dezembro de 2012, as operações realizadas com os medicamentos
relacionados no Anexo 38, classificados nos respectivos códigos NBM/SH, desde que, no
período de 01 de setembro de 2002 a 30 de setembro de 2002, estejam isentas ou
tributadas à alíquota zero das contribuições para os Programas de Integração Social e de
Formação do Patrimônio do Servidor Público - PIS/PASEP e para o Financiamento da
Seguridade Social - COFINS, e a partir de 01 de outubro de 2002, a parcela relativa à
receita bruta decorrente das operações realizadas com os referidos medicamentos esteja
desonerada das mencionadas contribuições, observando-se (Convênios ICMS 140/2001,
49/2002, 119/20, 04/2003, 18/2005, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e
01/2010): (Dec. 34.629/2010) Vejamais[mfbsc254] Vejamais[mfbsc255] Vejamais[mfbsc256]
Vejamais[mfbsc257] Vejamais

a) fica convalidada nos períodos indicados a isenção prevista neste inciso, nas operações
realizadas com os referidos medicamentos, ainda que não atendida a condição nele
estabelecida, com termo inicial de vigência fixado em 01 de maio de 2002 (Convênio
ICMS 140/2001), prorrogado para 01 de setembro de 2002 (Convênio ICMS 49/2002) e
para 01 de outubro de 2002 (Convênio ICMS 119/2002): (Dec.25.074/2003)
1. 01 de maio de 2002 a 02 de junho de 2002;
2. 01 de setembro de 2002 a 13 de outubro de 2002;
b) o disposto nas alíneas "a" e "c" não autoriza a restituição ou compensação das
importâncias já pagas (Convênios ICMS 49/2002 e 119/2002); (Dec. 25.371/2003 – EFEITOS A
PARTIR DE 20.02.2003)

c) ficam convalidadas as operações realizadas com a isenção prevista neste inciso no


período de 01 de janeiro de 2003 a 19 de fevereiro de 2003 (Convênio ICMS 04/2003);
(Dec. 25.371/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 20.02.2003)
CLXXVI - no período de 10 de janeiro de 2002 a 31 de dezembro de 2012, as operações de
importação de obras de arte destinadas ao acervo das fundações, museus ou centros
culturais, conforme relacionados em portaria do Secretário da Fazenda, observando-se
(Convênios ICMS 125/2001, 30/2003, 10/2004, 48/2007, 76/2007, 106/2007, 117/2007,
124/2007, 148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010): (Dec.
34.615/2010) Vejamais[mfbsc259] Vejamais[mfbsc260] Vejamais[mfbsc261] Vejamais[mfbsc262] Vejamais
Vejamais Vejamais Vejamais Vejamais

a) o benefício previsto neste inciso somente se aplica: (Dec. 24.650/2002 – RETROAGINDO SEUS
EFEITOS A 10.01.2002)

1. às importações realizadas pelas próprias entidades culturais ou por suas instituições


mantenedoras; (Dec. 24.650/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 10.01.2002)
2. às obras de arte que se destinam à exposição pública; (Dec. 24.650/2002 – RETROAGINDO
SEUS EFEITOS A 10.01.2002)

b) a partir de 08.04.2002, o descumprimento das condições estabelecidas na alínea anterior


implicará a perda do benefício nela previsto e a exigibilidade do imposto não pago
(Convênio ICMS 35/2002); (Dec. 24.650/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 08.04.2002)
CLXXVII - a partir de 01.07.2002, a saída interna de programas de computador ("software") não
personalizado, quando o produto for destinado a empresa que desenvolva o mencionado
programa ou a prestadora de serviço de informática, observando-se (Lei nº 12.234, de
26.06.2002): (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002)
a) considera-se, para efeito do benefício: (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002)

Decreto nº 14.876/91
1. programa de computador ("software") não personalizado: o suporte informático e a
licença de uso; (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002)
2. suporte informático: a mídia magnética onde o "software" é gravado - CD-ROM, DVD,
disquete e outros; (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002)
3. licença de uso: a permissão para uso do "software", fornecida pela empresa que
desenvolva o respectivo programa; (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002)
b) o benefício não se aplica: (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002)
1. ao programa de computador ("software") não personalizado, instalado sem a devida
comprovação de licenciamento ou cessão de uso; (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR
DE 01/07/2002)

2. ao programa de computador pré-gravado em processadores, "eproms", placas,


circuitos magnéticos ou similares; (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002)
c) a utilização do benefício não deve implicar diminuição da arrecadação do ICMS relativa
aos segmentos beneficiários, sendo de responsabilidade da Secretaria da Fazenda, no
caso de ocorrer a mencionada diminuição: (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE
01/07/2002)

1. identificar as respectivas causas; (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002)


2. na hipótese de ser constatada como causa a utilização do benefício, promover, a partir
do mês subseqüente ao da constatação, a suspensão, total ou parcial, do referido
benefício, passando a ser adotada a carga tributária vigente em 30.06.2002. (Dec.
24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002)

CLXXVIII – até 31 de dezembro de 2012, as operações realizadas com os fármacos e


medicamentos relacionados no Anexo Único do Convênio ICMS 87/2002, e alterações, nos
termos ali indicados, destinados a órgãos da Administração Pública Direta e, a partir de 14
de outubro de 2002, a entidades da Administração Pública Indireta, incluídas suas
fundações, Federal, Estadual e Municipal, observado o disposto no § 85, condicionando-se
a fruição do benefício a que (Convênios ICMS 87/2002, 118/2002, 126/2002, 18/2005,
53/2008, 71/2008, 82/2008, 113/2008, 138/2008, 54/2009, 69/2009, 119/2009 e 01/2010):
(Dec. 34.629/2010) Vejamais[mfbsc268] Vejamais[mfbsc269] Vejamais[mfbsc270] Vejamais[mfbsc271]
Vejamais[mfbsc272] Vejamais

a) os fármacos e medicamentos estejam beneficiados com isenção ou alíquota zero do


Imposto de Importação e do IPI; (Dec. 24.891/2002)
b) a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso esteja
desonerada das contribuições do PIS/PASEP e da COFINS; (Dec. 24.891/2002)
c) o contribuinte abata do preço da mercadoria o valor equivalente ao imposto que seria
devido se não houvesse a isenção, indicando expressamente o mencionado abatimento
no respectivo documento fiscal; (Dec. 24.891/2002)
d) não haja redução no montante de recursos destinados ao co-financiamento dos
Medicamentos Excepcionais constantes da Tabela do Sistema de Informações
Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde - SIA/SUS, repassados pelo Ministério da
Saúde às Unidades da Federação e aos Municípios. (Dec. 24.891/2002)
CLXXIX - no período de 01 de junho de 2002 a 31 de outubro de 2002, as saídas de 150.000
(cento e cinqüenta mil) CDs (compact discs) contendo gravações do Hino de Pernambuco
em diversas versões, realizadas por empresas jornalísticas, observando-se (Convênio ICMS
110/2002): (Dec.25.073/2003)
a) os CDs serão vendidos ao preço de R$ 3,00 (três reais) cada unidade; (Dec.25.073/2003)
b) a totalidade da receita advinda da comercialização dos CDs será destinada às seguintes
instituições filantrópicas: (Dec.25.073/2003)
1. Instituto Materno-Infantil de Pernambuco - IMIP;
2. Núcleo de Assistência à Criança com Câncer - NACC;

Decreto nº 14.876/91
3. Associação de Assistência à Criança Deficiente - AACD;
CLXXX - no período de 27 de maio de 2003 a 31 de dezembro de 2012, as saídas de
mercadorias, internas e interestaduais, a título de doação, destinadas ao atendimento do
Programa Fome Zero, bem como as prestações de serviço de transporte para distribuição
das referidas mercadorias, observando-se o seguinte (Convênios ICMS 18/2003, 148/2007,
53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010 e Ajuste SINIEF 02/2003): (Dec.
34.629/2010) Vejamais[mfbsc274] Vejamais[mfbsc275] Vejamais [mfbsc276] Vejamais[mfbsc277] Vejamais
Vejamais

a) as mercadorias objeto das operações e prestações de que trata este inciso devem ser
identificadas, no respectivo documento fiscal, com a indicação: "Mercadoria destinada ao
Programa Fome Zero"; (Dec. 25.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27.05.2003)
b) o disposto neste inciso aplica-se apenas às operações e prestações em que estejam
envolvidas entidades assistenciais, reconhecidas como de utilidade pública nos termos
do art. 14 do Código Tributário Nacional - CTN, e os Municípios participantes do
mencionado Programa; (Dec. 25.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27.05.2003)
c) a isenção prevista neste inciso exclui a utilização de quaisquer outros benefícios
fiscais; (Dec. 25.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27.05.2003)
d) as condições, os mecanismos de controle e os procedimentos relativos às operações e
prestações de que trata este inciso, conforme previstas no Ajuste SINIEF 02/2003,
observarão o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. (Dec. 25.528/2003 – EFEITOS A
PARTIR DE 27.05.2003)

e) a distribuição das referidas mercadorias deve envolver estabelecimento credenciado pelo


mencionado Programa; (Dec. 26.370/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 27.05.2003)
CLXXXI - a partir de 01 de julho de 2004, a parcela da subvenção da tarifa de energia elétrica,
estabelecida pela Lei Federal nº 10.604, de 17 de dezembro de 2002, no respectivo
fornecimento a consumidores residenciais de baixa renda, de acordo com as condições
fixadas por resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, ficando este
benefício (Lei Complementar nº 062, de 15.07.2004): (Dec. 27.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE
01.07.2004)

a) limitado, mensalmente, ao montante da subvenção relativo ao Estado de Pernambuco,


indicado no Despacho da ANEEL nº 520, de 30 de junho de 2004; (Dec. 27.038/2004 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.07.2004)

b) condicionado à manutenção da alíquota estabelecida para o fornecimento de energia


elétrica em percentual não inferior a 25% (vinte e cinco por cento). (Dec. 27.038/2004 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.07.2004)

CLXXXII - a partir de 01 de janeiro de 2005, as operações com mercadorias ou bens ou as


prestações de serviço, internas ou de importação, com destino a órgãos da Administração
Pública Estadual Direta e respectivas fundações e autarquias, observado o disposto nos §§
82 e 83, ficando a fruição do benefício condicionada (Convênio ICMS 73/2004): (Dec.
29.642/2006) Vejamais Vejamais2

a) ao desconto, no preço dos referidos bens, mercadorias ou serviços, do valor equivalente


ao imposto dispensado, devendo este valor ser indicado no respectivo documento fiscal;
(Dec. 27.541/2005)

b) até 30 de junho de 2006, à comprovação de inexistência de similar produzido no país,


atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo
da mercadoria ou do bem com abrangência em todo o território nacional, na hipótese de
as mencionadas operações ocorrerem com mercadoria ou bem que tenham sido
importados do exterior. (Dec. 29.507/2006) Vejamais
CLXXXIII - no período de 18 de abril de 2005 a 31 de dezembro de 2012, as saídas de bens e
mercadorias, recebidos em doação, promovidas pela organização não-governamental
"Amigos do Bem – Instituição Nacional contra a Fome e a Miséria no Sertão Nordestino",
com CNPJ/MF nº 05.108.918/0001-72, bem como as prestações de serviço de transporte
para distribuição das referidas mercadorias, nesse caso quando a responsabilidade pelo
pagamento do imposto seja atribuída à mencionada organização, ficando a isenção

Decreto nº 14.876/91
condicionada (Convênios ICMS 129/2004, 148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009,
119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.615/2010) Vejamais[mfbsc283] Vejamais[mfbsc284] Vejamais[mfbsc285]
Vejamais[mfbsc286] Vejamais

a) à caracterização da operação ou prestação como integrantes de ações da beneficiária


para melhoria da situação alimentar e nutricional de famílias em situação de pobreza nas
regiões do Norte e Nordeste do País; (Dec. 27.818/2005)
b) ao atendimento, pela beneficiária, dos requisitos previstos no art. 14 do Código Tributário
Nacional – CTN. (Dec. 27.818/2005)
CLXXXIV – a partir de 01 de agosto de 2005, a importação do exterior de tratores agrícolas de
quatro rodas e de colheitadeiras mecânicas de algodão, classificados, respectivamente, nos
códigos da NBM/SH 8701.90 e 8433.59, sem similar produzido no país, observando-se
(Convênios ICMS 77/93 e 24/2005): (Dec. 28.188/2005)
a) os produtos importados deverão ser integrados ao ativo imobilizado do estabelecimento
importador e destinados ao uso exclusivo na respectiva atividade agrícola; (Dec.
28.188/2005)

b) a importação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de


Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI; (Dec. 28.188/2005)
c) a inexistência de produto similar produzido no país deve ser atestada por órgão federal
competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas, aparelhos e
equipamentos, com abrangência em todo o território nacional; (Dec. 28.188/2005)
CLXXXV – as operações especificamente indicadas, realizadas com os bens relacionados no
Anexo 50, quando destinados a integrar o ativo imobilizado do adquirente, empresa
beneficiada pelo Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da
Estrutura Portuária – REPORTO, instituído pela Lei Federal n° 11.033, de 21 de dezembro
de 2004, para utilização exclusiva em portos, na execução de serviços de carga, descarga e
movimentação de mercadorias, observadas as seguintes normas (Convênios ICMS 28/2005
e 03/2006): (Dec. 29.313/2006) Vejamais
a) no período de 01 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2012, o benefício se aplica às
operações de importação, ficando condicionado (Convênios ICMS 28/2005, 148/2007,
53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.615/2010)
Vejamais[mfbsc289] Vejamais[mfbsc290] Vejamais[mfbsc291] Vejamais[mfbsc292] Vejamais Vejamais

1. à integral desoneração da operação de importação do Imposto sobre Produtos


Industrializados - IPI, da contribuição para o PIS/PASEP, da Contribuição para o
Financiamento da Seguridade Social - COFINS e do Imposto de Importação, em
razão de suspensão, isenção ou alíquota zero, nos termos e condições estabelecidos
pela Lei referida neste inciso; (Dec. 28.188/2005)
2. à permanência pelo prazo mínimo de 5 (cinco) anos: (Dec. 28.188/2005)
2.1. da integração do bem ao ativo fixo do importador, ressalvada a hipótese de
transferência de propriedade, a qualquer título, autorizada pela Secretaria da
Receita Federal, nos termos da Lei referida neste inciso; (Dec. 28.188/2005)
2.2. do efetivo uso do bem em porto localizado neste Estado na execução dos serviços
previstos neste inciso; (Dec. 28.188/2005)
3. a que o desembaraço aduaneiro seja efetuado diretamente pelo importador; (Dec.
28.188/2005)

4. à comprovação de inexistência de similar produzido no país, que deverá ser efetuada


mediante apresentação, à Gerência Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal
– GPC, de laudo emitido por órgão federal especializado ou por entidade
representativa do setor produtivo, com abrangência em todo território nacional; (Dec.
28.188/2005)

b) a inobservância das condições previstas na alínea "a" acarretará a obrigação do


recolhimento do imposto acrescido de multa de mora e de juros moratórios; (Dec.
28.188/2005)

Decreto nº 14.876/91
c) no período de 18 de abril de 2006 a 31 de dezembro de 2012, o benefício se aplica às
saídas internas, ficando condicionado (Convênios ICMS 03/2006, 148/2007, 53/2008,
71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.615/2010) Vejamais[mfbsc295]
Vejamais[mfbsc296] Vejamais[mfbsc297] Vejamais[mfbsc298] Vejamais

1. à integral desoneração da operação dos impostos federais, em razão da suspensão,


isenção ou alíquota zero, nos termos e condições estabelecidas na da Lei referida
neste inciso; (Dec. 29.313/2006)
2. à integração do bem ao ativo imobilizado da empresa adquirente e seu efetivo uso na
execução dos serviços referidos neste inciso; (Dec. 29.313/2006)
d) a inobservância do disposto na alínea "c", inclusive a não-conversão, por qualquer
motivo, da suspensão do IPI em isenção, acarretará a obrigação do recolhimento do
imposto acrescido de multa de mora e de juros moratórios, nos termos das normas
específicas em vigor; (Dec. 29.313/2006)
CLXXXVI – a partir de 25 de abril de 2005, as saídas de pilhas e baterias usadas, após seu
esgotamento energético, que contenham em sua composição chumbo, cádmio, mercúrio e
seus compostos e que tenham como objetivo sua reutilização, reciclagem, tratamento ou
disposição final ambientalmente adequada, observando-se (Convênio ICMS 27/2005): (Dec.
28.186/2005)

a) fica dispensado o estorno de crédito previsto no art. 33, em relação às operações


beneficiadas com a isenção prevista neste inciso; (Dec. 28.186/2005)
b) o contribuinte deverá emitir diariamente Nota Fiscal para documentar: (Dec. 28.186/2005)
1. a entrada, no estabelecimento, dos produtos mencionados neste inciso, quando o
remetente não for contribuinte obrigado à emissão de documento fiscal, consignando
no campo "INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES": "Produtos usados isentos do
ICMS coletados de consumidores finais – Convênio ICMS 27/2005";(Dec. 28.186/2005)
2. a remessa dos produtos coletados aos respectivos fabricantes ou importadores ou a
terceiros repassadores, consignando no campo "INFORMAÇÕES
COMPLEMENTARES": "Produtos usados isentos do ICMS nos termos do Convênio
ICMS 27/2005".(Dec. 28.186/2005)
CLXXXVII – as saídas do sanduíche "Big Mac" promovidas por estabelecimentos integrantes
da Rede McDonald’s que participarem do evento "Mc Dia Feliz", observadas as seguintes
condições para a fruição do benefício (Convênios ICMS 84/2005, 75/2006, 85/2007,
69/2008 e 60/2009): (Dec. 33.793/2009) Vejamais[mfbsc300] Vejamais[mfbsc301] Vejamais[mfbsc302]
(Vejamais) Vejamais

a) as saídas discriminadas neste inciso serão efetuadas nas datas do aludido evento,
conforme a seguir relacionadas, devendo os referidos estabelecimentos comprovarem,
junto à Secretaria da Fazenda, a doação do total da receita líquida, auferida com as
mencionadas saídas, às entidades respectivamente indicadas: (Dec.32.209/2008)
Vejamais[mfbsc305] Vejamais

1. 27 de agosto de 2005: Núcleo de Apoio à Criança com Câncer - NACC - CNPJ:


10.554.426/0001-40 (Convênio ICMS 84/2005); (Dec. 29.593/2006)
2. 26 de agosto de 2006: NACC, conforme identificado no item 1 (Convênio ICMS
75/2006); (Dec. 29.593/2006)
3. 25 de agosto de 2007: NACC, conforme identificado no item 1 (Convênio ICMS
85/2007); (Dec. 30.723/2007)
4. 30 de agosto de 2008: NACC, conforme identificado no item 1 (Convênio ICMS
69/2008); (Dec.32.209/2008)
5. 29 de agosto de 2009 (Convênio ICMS 60/2009): (Dec. 33.793/2009) Vejamais[mfbsc307]
5.1. NACC, conforme identificado no item 1; (Dec. 33.793/2009)
5.2. Instituto do Câncer Infantil do Agreste – ICIA – CNPJ nº 06.061.422/0001-53;
(Dec. 33.793/2009)

Decreto nº 14.876/91
b) os referidos estabelecimentos deverão informar, no arquivo digital relativo ao Sistema de
Escrituração Fiscal – SEF, a quantidade e o valor total das mencionadas saídas, bem
como o montante do respectivo crédito do ICMS a ser estornado, fazendo constar, no
referido arquivo digital, referência a este dispositivo e ao Convênio ICMS correspondente
à hipótese; (Dec. 29.593/2006) Vejamais
CLXXXVIII – a partir de 22 de julho de 2005, a saída de produtos farmacêuticos, bem como, a
partir de 25 de julho de 2008, de fraldas geriátricas, promovida pela Fundação Oswaldo
Cruz – FIOCRUZ com destino às farmácias que façam parte do "Programa Farmácia
Popular do Brasil", instituído pela Lei Federal nº 10.858, de 13 de abril de 2004, e saída
interna promovida pelas mencionadas farmácias, quando os referidos produtos forem
destinados a pessoa física, consumidor final, devendo ser atendidas as seguintes condições
para a fruição do benefício (Convênios ICMS 56/2005 e 81/2008): (Dec.33.226/2009)
Vejamais[mfbsc309]

a) a entrega do produto ao consumidor deve ocorrer pelo valor de ressarcimento à


FIOCRUZ, correspondente ao custo de produção ou aquisição, distribuição e
dispensação; (Dec. 28.335/2005 – ERRATA DOE 02.11.2005 )
b) a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso deve
estar desonerada das contribuições do PIS/PASEP e COFINS, nos termos do Decreto
Federal nº 3.803, de 24 de abril de 2001, e alterações; (Dec. 28.335/2005 – ERRATA DOE
02.11.2005 )

c) a FIOCRUZ deve disponibilizar, via INTERNET, a relação de farmácias que façam parte
do Programa referido na alínea "a";(Dec. 28.335/2005 – ERRATA DOE 02.11.2005))
d) a partir de 25 de julho de 2008, as farmácias integrantes do referido Programa que
comercializarem exclusivamente os produtos de que trata este inciso (Convênio ICMS
81/2008): (Dec.33.226/2009)
1. deverão: (Dec.33.226/2009)
1.1. ser inscritas no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco – CACEPE;
(Dec.33.226/2009)

1.2. ser usuárias do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF, nos termos da
legislação específica; (Dec.33.226/2009)
1.3. apresentar anualmente a Guia de Informação e Apuração do ICMS – GIA-ICMS;
(Dec.33.226/2009)

1.4. arquivar, em ordem cronológica, pelo prazo decadencial previsto na legislação, os


documentos fiscais de entradas, por estabelecimento fornecedor, e de saídas;
(Dec.33.226/2009)

1.5. escriturar o livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de


Ocorrência, modelo 6, e o livro Registro de Entrada, modelo 1 ou 1-A, para
apresentação à Secretaria da Fazenda, quando solicitado; (Dec.33.226/2009)
2. ficam dispensadas: (Dec.33.226/2009)
2.1. da entrega do Sistema de Escrituração Fiscal - SEF; (Dec.33.226/2009)
2.2. do cumprimento das demais obrigações acessórias; (Dec.33.226/2009)
CLXXXIX – no período de 22 de julho de 2005 a 30 de setembro de 2010, as operações com
mercadorias e as prestações de serviços de transporte a elas relativas, destinadas ao
Programa de Fortalecimento e Modernização das Áreas a seguir indicadas, contratadas no
âmbito das normas estabelecidas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID
(Convênios ICMS 79/2005 e 132/2005); (Dec.28.877/2006) Vejamais
a) áreas de gestão, planejamento e controle externo do Estado; (Dec.28.877/2006)
b) a partir de 09 de janeiro de 2006, área fiscal; (ACR) (Dec.28.877/2006)
CXC – a partir de 22 de julho de 2005, as saídas de selos destinados ao controle fiscal federal,
promovidas pela Casa da Moeda do Brasil, ficando a fruição do benefício condicionada à
desoneração dos impostos e contribuições federais (Convênio ICMS 80/2005). (Dec.

Decreto nº 14.876/91
28.335/2005)

CXCI – a partir de 01 de janeiro de 2004, as saídas internas de gás natural termoelétrico a ser
utilizado por usina termoelétrica para geração de energia elétrica (Lei nº 12.556, de
07.04.2004). (Dec. 28.828/2006)
CXCII - no período de 18 de abril de 2006 a 31 de dezembro de 2012, a transferência dos bens
constantes do Anexo 54, no território nacional, promovida pela Transportadora Brasileira
Gasoduto Bolívia-Brasil - TBG, quando destinados à manutenção do Gasoduto Brasil-
Bolívia, observando-se (Convênios ICMS 09/2006, 148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008,
69/2009, 119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.629/2010) Vejamais[mfbsc311] Vejamais[mfbsc312]
Vejamais[mfbsc313] Vejamais[mfbsc314] Vejamais

a) o benefício previsto neste inciso fica condicionado: (Dec. 29.313/2006)


1. à comprovação do efetivo emprego dos bens na manutenção do Gasoduto Brasil-
Bolívia; (Dec. 29.313/2006)
2. a outros controles específicos previstos pela legislação tributária deste Estado; (Dec.
29.313/2006)

b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente, na


transferência contemplada com o benefício previsto neste inciso, nos termos do art. 47,
XLVII. (Dec. 29.313/2006)
CXCIII - no período de 01 de setembro de 2006 a 31 de dezembro de 2012, a importação, no
período de 09 de maio de 2007 a 31 de dezembro de 2012, a saída interestadual
subsequente, e, no período de 01 de setembro de 2008 a 31 de dezembro de 2012, a
saída interna subsequente, efetuadas por empresa concessionária de serviço de
transporte ferroviário de cargas, de locomotiva do tipo dieselelétrico, com potência máxima
superior a 3.000 (três mil) HP, e de trilho para estrada de ferro, classificados,
respectivamente, nos códigos da NBM/SH 8602.10.00 e 7302.10.10, sem similar
produzido no País, observando-se (Convênios ICMS 32/2006, 45/2007, 64/2007,
138/2008, 69/2009 , 119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.615/2010) Vejamais[mfbsc316]
Vejamais[mfbsc317] Vejamais[mfbsc318] Vejamais[mfbsc319] Vejamais

a) os produtos beneficiados com a isenção devem ser utilizados na prestação de serviço de


transporte ferroviário de cargas; (Dec. 29.593/2006)
b) a comprovação da inexistência de produto similar produzido no país deve ser efetuada
por meio de laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas,
aparelhos e equipamentos, com abrangência em todo o território nacional, ou por órgão
federal especializado; (Dec. 29.593/2006)
c) a importação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de
Importação e, no período de 01 de setembro de 2006 a 08 de maio de 2007, das
contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do
Servidor Público - PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade
Social – COFINS (Convênio ICMS 45/2007); (Dec. 30.860/2007) Vejamais
d) não será exigido do adquirente localizado em Pernambuco o recolhimento do ICMS
relativo à diferença de alíquota na aquisição feita em outra Unidade da Federação,
desde que a respectiva saída interestadual tenha sido alcançada por benefício idêntico
àquele previsto neste inciso (Convênio ICMS 45/2007); (Dec. 30.860/2007)
CXCIV - no período de 01 de setembro de 2006 a 31 de dezembro de 2012, a prestação
interna de serviço de transporte ferroviário de cargas, desde que o remetente e o
destinatário da mercadoria sejam contribuintes estabelecidos neste Estado e regularmente
inscritos no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco - CACEPE (Convênios
ICMS 35/2006, 148/2007, 53/2008, 71/2008, 138/2008, 69/2009, 119/2009 e 01/2010);
(Dec. 34.615/2010) Vejamais[mfbsc322] Vejamais[mfbsc323] Vejamais[mfbsc324] Vejamais[mfbsc325]

CXCV - no período de 31 de julho de 2006 a 31 de dezembro de 2012, a operação de


circulação de mercadoria caracterizada pela emissão e negociação do Certificado de
Depósito Agropecuário - CDA e do Warrant Agropecuário - WA, instituídos pela Lei
Federal nº 11.076, de 30 de dezembro de 2004, nos mercados de bolsa e de balcão, como

Decreto nº 14.876/91
ativos financeiros, observando-se (Convênios ICMS 30/2006, 104/2006, 48/2008, 69/2009,
119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.629/2010)Vejamais[mfbsc326] Vejamais[mfbsc327] Vejamais[mfbsc328]
Vejamais

a) o benefício não se aplica à operação relativa à transferência de propriedade da


mercadoria ao credor do CDA, quando houver a retirada da referida mercadoria do
estabelecimento depositário; (Dec. 29.641/2006)
b) fica dispensada a emissão de Nota Fiscal; (Dec. 29.641/2006)
c) o endossatário do CDA que requerer a entrega do produto: (Dec. 29.641/2006)
1. recolherá o ICMS em favor da Unidade da Federação onde estiver localizado o
depositário, observando-se: (Dec. 29.641/2006)
1.1. para o cálculo do imposto, será aplicada a alíquota correspondente à operação
interna ou interestadual, de acordo com a localização do estabelecimento
destinatário; (Dec. 29.641/2006)
1.2. nos casos de compensação financeira por diferenças de qualidade e quantidade
pagas pelo depositário ao depositante, bem como nas situações em que o
depositante receber valores de seguro sobre os bens depositados, será observado
disciplinamento específico a ser previsto na legislação tributária estadual; (Dec.
29.641/2006)

2. entregará ao depositário, além do CDA, juntamente com o WA ou com o documento


comprobatório do depósito consignado, uma via do Documento de Arrecadação
Estadual - DAE que comprove o recolhimento do ICMS devido; (Dec. 29.641/2006)
3. anexará à Nota Fiscal referida na alínea "d", 1, o DAE original, para circular junto com
a mercadoria, único documento hábil para o aproveitamento do crédito
correspondente; (Dec. 29.641/2006)
d) considera-se depositário a pessoa jurídica apta a exercer as atividades de guarda e
conservação dos produtos de terceiros e, no caso de cooperativa, de terceiros e de
associados, devendo o referido depositário: (Dec. 29.641/2006)
1. emitir Nota Fiscal modelos 1 ou 1-A : (Dec. 32.039/2008) Vejamais[mfbsc330]
1.1. para o endossatário do CDA, com destaque do ICMS, observando-se: (Dec.
32.039/2008)

1.1.1. deverá constar no campo Informações Complementares a observação: "ICMS


recolhido nos termos do Convênio ICMS 30/2006"; (Dec. 32.039/2008)
1.1.2. a partir de 16 de maio de 2008, a base de cálculo será o preço corrente da
mercadoria ou de seu similar no mercado atacadista do local do armazém geral
ou, na sua falta, no mercado atacadista regional; (Dec. 32.039/2008)
1.2. a partir de 16 de maio de 2008, para o depositante original, sem destaque do
imposto, observando-se: (Dec. 32.039/2008)
1.2.1. deverá constar no campo Informações Complementares a observação: "Nota
Fiscal emitida para efeito de baixa do estoque do depositante";(Dec. 32.039/2008)
1.2.2. o valor da operação deverá ser o mesmo adotado como base de cálculo nos
termos do subitem 1.1.2; (Dec. 32.039/2008)
1.2.3. a Nota Fiscal emitida nos termos deste subitem, devidamente registrada ou
arquivada, pelo depositante, conforme o caso, comprova a baixa do estoque da
mercadoria; (Dec. 32.039/2008)
2. anexar à via fixa da Nota Fiscal, a via do DAE entregue pelo endossatário do CDA,
para apresentação ao Fisco, quando solicitado; (Dec. 29.641/2006)
3. somente fazer a entrega do produto requerido mediante cumprimento do disposto na
alínea "c", 2, passando a ser solidariamente responsável pelo pagamento do ICMS
devido quando agir de forma diversa; (Dec. 29.641/2006)

Decreto nº 14.876/91
CXCVI - a partir de 31 de julho de 2006, as saídas de medidores de vazão e condutivímetros,
bem como de aparelhos para o controle, registro e gravação dos quantitativos medidos, que
atendam às especificações fixadas pela Secretaria da Receita Federal, quando adquiridos
por estabelecimentos industriais fabricantes dos produtos classificados nas posições 2202 e
2203 da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados - TIPI, aprovada
pelo Decreto Federal nº 4.542, de 26 de dezembro de 2002, observando-se que o benefício
fica condicionado a que os produtos sejam desonerados das contribuições para os
Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público -
PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS
(Convênio ICMS 69/2006).(Dec. 29.641/2006)
CXCVII – a partir de 01 de fevereiro de 2007, as operações internas com farinha de mandioca
(Convênio ICMS 162/2006). (Dec. 30.108/2006)
CXCVIII – a partir de 08 de janeiro de 2007, a importação do exterior do medicamento
anfotericina lipossomal (ambisome), classificado no código da NBM/SH 3004.20.99
(Convênio ICMS 161/2006); (Dec. 30.272/2007)
CXCIX – na hipótese de substituição de peça em virtude de garantia, a remessa da peça
defeituosa, desde que ocorra no prazo de até 30 (trinta) dias contados do vencimento da
garantia constante do respectivo certificado: (ACR) (Dec. 30.745/2007)
a) a partir de 08 de janeiro de 2007, quando promovida por estabelecimento concessionário
ou por oficina autorizada e destinada a fabricante de veículo (Convênios ICMS 129/2006
e 28/2007); (Dec. 30.745/2007)
b) a partir de 01 de maio de 2007, quando promovida por oficina autorizada ou credenciada
e destinada a fabricante de mercadoria diversa de veículo (Convênio ICMS 27/2007);
(Dec. 30.745/2007)

CC – no período de 01 de setembro de 2007 a 31 de dezembro de 2012, as operações


internas, interestaduais e de importação com os medicamentos e reagentes químicos,
relacionados, até 24 de julho de 2008, no Anexo 56 e, a partir de 25 de julho de 2008, no
Anexo 56-A, kits laboratoriais e equipamentos, bem como suas partes e peças, destinados a
pesquisas que envolvam seres humanos, objetivando o desenvolvimento de novos
medicamentos, inclusive em programas de acesso expandido, observando-se o seguinte
(Convênios ICMS 09/2007, 62/2008, 27/2009 e 78/2009): (Dec. 34.528/2010) Vejamais[mfbsc331]
Vejamais[mfbsc332]

a) a isenção prevista neste inciso fica condicionada a que: (Dec. 30.860/2007)


1. a pesquisa e o programa sejam registrados pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária - ANVISA/MS ou, se estes estiverem dispensados de registro na
mencionada Agência, tenham sido aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa -
CEP da instituição que for realizar a pesquisa ou o programa; (Dec. 30.860/2007)
2. a respectiva importação seja contemplada com isenção, alíquota zero ou não seja
tributada pelo Imposto de Importação e pelo Imposto sobre Produtos Industrializados
- IPI; (Dec. 30.860/2007)
3. os produtos sejam desonerados das contribuições para os Programas de Integração
Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público - PIS/PASEP e da
Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS; (Dec. 30.860/2007)
b) na hipótese de importação de equipamentos, suas partes e peças, o benefício somente
se aplica se não houver similar produzido no País, observando-se que a comprovação
da não-similaridade deverá ser feita mediante apresentação de laudo emitido por
entidade representativa do setor produtivo de máquinas, aparelhos e equipamentos com
abrangência em todo o território nacional ou por órgão federal especializado; (Dec.
30.860/2007)

c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente, nos termos
do art. 47, L; (Dec. 30.860/2007)
d) a partir de 25 de julho de 2008, na hipótese de as mencionadas mercadorias constarem
da lista da Tarifa Externa Comum – TEC, a isenção somente se aplica se a importação

Decreto nº 14.876/91
for contemplada com isenção ou alíquota zero ou não for tributada pelos Impostos de
Importação ou sobre Produtos Industrializados (Convênio ICMS 62/2008).
(Dec.33.226/2009)

CCI – no período de 23 de abril de 2007 a 31 de dezembro de 2012, a saída de reagente para


diagnóstico da doença de Chagas pela técnica de enzimaimunoesai (ELISA) em
microplacas, utilizando uma mistura de antígenos recombinantes e antígenos lisados
purificados, para detecção simultânea qualitativa e semiquantitativa de anticorpos IgG e IgM
antitrypanosoma cruzi em soro ou plasma humano, classificado no código da NBM/SH
3002.10.29, quando destinado a órgão ou entidade da administração pública direta, suas
autarquias e fundações, observando-se o seguinte (Convênios ICMS 23/2007, 138/2008,
69/2009, 119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.629/2010) Vejamais[mfbsc333] Vejamais[mfbsc334]
Vejamais[mfbsc335]

a) a isenção prevista neste inciso fica condicionada: (Dec. 30.860/2007)


1. ao desconto, no preço, do valor equivalente ao imposto dispensado; (Dec. 30.860/2007)
2. à indicação, na Nota Fiscal, do valor do desconto; (Dec. 30.860/2007)
b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente, nos termos
do art. 47, LI; (Dec. 30.860/2007)
CCII – no período de 06 de junho de 2007 a 31 de dezembro de 2012, as operações com
ônibus, microônibus e embarcações, destinados ao transporte escolar, quando adquiridos
pelo Estado ou pelos Municípios, no âmbito do Programa Caminho da Escola, do Ministério
da Educação – MEC, instituído pela Resolução FNDE/CD nº 003, de 28 de março de 2007,
observando-se (Convênios ICMS 53/2007, 119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.629/2010)
Vejamais[mfbsc336]

a) a operação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação,
do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI e das contribuições para os Programas
de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público - PIS/PASEP e
da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS; (Dec. 30.860/2007)
b) a aquisição dos mencionados produtos deverá ser efetuada por meio de Pregão de
Registro de Preços realizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação –
FNDE; (Dec. 30.860/2007)
c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente, nos termos
do art. 47, LII; (Dec. 30.860/2007)
d) o valor equivalente à desoneração dos tributos previstos na alínea "a" deverá ser
deduzido do preço dos respectivos produtos, mediante indicação expressa no
documento fiscal relativo à operação; (Dec. 30.860/2007)
CCIII – a partir de 06 de junho de 2007, a importação de equipamentos realizadas pelo
Ministério da Justiça para a Secretaria Nacional de Segurança Pública, por meio da
Coordenação-Geral de Logística da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e
Administração da Secretaria Executiva do Ministério da Justiça, com CNPJ/MF nº
00.394.494/0013-70, para utilização no âmbito dos XV Jogos Pan-americanos e dos III
Jogos Parapan-americanos, destinados a desenvolver ações nos diversos ambientes físicos
onde se realizarão os eventos esportivos e por onde circularão as delegações, autoridades
brasileiras e estrangeiras, objetivando a segurança, a prevenção e a repressão à violência,
observando-se (Convênio ICMS 56/2007): (Dec. 30.860/2007)
a) a operação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação
e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do
Patrimônio do Servidor Público - PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da
Seguridade Social - COFINS; (Dec. 30.860/2007)
b) o benefício somente se aplica às aquisições realizadas com o objetivo de viabilizar as
ações de segurança dos mencionados Jogos, que serão realizados na cidade do Rio de
Janeiro – RJ, nos meses de julho e agosto de 2007. (Dec. 30.860/2007)

Decreto nº 14.876/91
CCIV – no período de 23 de abril de 2007 a 31 de dezembro de 2012, a importação de
máquinas, equipamentos, aparelhos, instrumentos, suas respectivas partes, peças e
acessórios, constantes do Anexo 57, sem similar produzido no País, efetuada por empresa
concessionária da prestação de serviços públicos de radiodifusão sonora e de sons e
imagens de recepção livre e gratuita, observando-se (Convênios ICMS 10/2007, 68/2007,
119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.615/2010) Vejamais[mfbsc337]
a) a operação deve estar desonerada do Imposto de Importação e das contribuições para os
Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público -
PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS;
(Dec. 31.099/2007)

b) a comprovação da inexistência de produto similar produzido no País deve ser atestada


por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de
máquinas, equipamentos, aparelhos e equipamentos, com abrangência em todo o
território nacional; (Dec. 31.099/2007)
CCV - a partir de 01 de abril de 2008, as aquisições por adjudicação de mercadorias que
tenham sido oferecidas à penhora, efetuadas por órgão ou entidade da Administração
Pública, direta ou indireta, do Poder Executivo Estadual, observando-se o disposto no § 84
e ainda (Convênio ICMS 57/2000): (Dec. 31.641/2008)
a) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às operações decorrentes das referidas
aquisições; (Dec. 31.641/2008)
b) ficam convalidadas as operações realizadas com a isenção prevista neste inciso, no
período de 25 de outubro de 2000 a 31 de março de 2008, com a observância das
normas contidas no Convênio ICMS 57/2000. (Dec. 31.641/2008)
CCVI – a partir de 01 de setembro de 2008, a saída de óleo comestível usado destinado à
utilização como insumo industrial (Convênio ICMS 144/2007). (Dec. 32.231/2008)
CCVII - no período de 04 de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2012, as operações com
computadores portáteis educacionais, classificados nos códigos NBM/SH 8471.30.12,
8471.30.19 e 8471.30.90, e com "kit" completo para a respectiva montagem, adquiridos no
âmbito do Programa Nacional de Informática na Educação – ProInfo, instituído pela
Portaria nº 522, de 09 de abril de 1997, do Ministério da Educação, em seu Projeto
Especial "Um Computador por Aluno – UCA", observando-se (Convênios ICMS 147/2007,
119/2009 e 01/2010): (Dec. 34.629/2010)Vejamais[mfbsc338]
a) o benefício previsto neste inciso somente se aplica: (Dec. 32.255/2008)
1. à operação que esteja contemplada com a desoneração: (Dec. 32.255/2008)
1.1. das contribuições para o Programa de Integração Social e de Formação do
Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e da Contribuição para o
Financiamento da Seguridade Social – COFINS; (Dec. 32.255/2008)
1.2. do Imposto de Importação, na hipótese da importação do "kit" referido no
"caput";(Dec. 32.255/2008)
2. à aquisição realizada por meio de pregão de registro de preços ou de outros
processos licitatórios realizados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da
Educação – FNDE; (Dec. 32.255/2008)
b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal, nos termos do art. 47, LIV; (Dec. 32.255/2008)
c) o valor equivalente à desoneração dos tributos previstos na alínea "a", 1, deverá ser
deduzido do preço dos respectivos produtos, mediante indicação expressa no
documento fiscal relativo à operação. (Dec. 32.255/2008)
CCVIII – a partir de 01 de outubro de 2008, a prestação de serviço de comunicação referente
ao acesso à INTERNET e à conectividade em banda larga, no âmbito do Programa Governo
Eletrônico de Serviço de Atendimento do Cidadão – GESAC, instituído pelo Governo
Federal, observando-se, relativamente ao crédito fiscal, o disposto no inciso LV do art. 47
(Convênio ICMS 141/2007). (Dec. 32.413/2008)

Decreto nº 14.876/91
CCIX – no período de 01 de fevereiro de 2009 até 31 de julho de 2014, as operações com
mercadorias e bens destinados a construção, ampliação, reforma ou modernização de
estádios a serem utilizados na Copa do Mundo de Futebol de 2014, observando-se: (Dec.
32.932/2009)

a) na hipótese de importação do exterior, a isenção somente se aplica a produto importado


sem similar produzido no país, devendo a não-similaridade ser atestada por órgão federal
competente ou por entidade representativa do setor produtivo com abrangência em todo o
território nacional; (Dec. 32.932/2009)
b) para efeito de fruição do benefício, o seguinte: (Dec. 32.932/2009)
1. as operações devem ser, cumulativamente, contempladas: (Dec. 32.932/2009)
1.1. com isenção ou tributação com alíquota zero pelo Imposto de Importação ou IPI;
(Dec. 32.932/2009)

1.2. com desoneração das contribuições para os Programas de Integração Social e de


Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e para a Contribuição
para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS); (Dec. 32.932/2009)
2. deve ser comprovado o efetivo emprego das mercadorias e bens, adquiridos com
isenção, nas obras mencionadas no "caput";(Dec. 32.932/2009)
3. outras condições ou controles previstos em portaria da Secretaria de Fazenda; (Dec.
32.932/2009)

c) na hipótese de revenda de bem adquirido com o benefício previsto neste inciso, o


imposto será devido integralmente, com os acréscimos legais cabíveis. (Dec. 32.932/2009)
CCX – a partir de 25 de julho de 2008, as operações e prestações, inclusive de importação,
realizadas ou destinadas à Alcântara Cyclone Space - ACS, inscrita no CNPJ sob o n°
07.752.497/0001-43, no âmbito do Tratado Binacional Brasil-Ucrânia, com mercadorias,
bens ou serviços destinados a desenvolver ações necessárias ao aparelhamento da sede
e à construção do Centro de Lançamento de Alcântara e do Sítio de Lançamento Espacial
do Cyclone-4, abrangendo, também, a infraestrutura necessária ao seu funcionamento,
observando-se o seguinte: (Dec. 33.931/2009)

a) o disposto neste inciso aplica-se às seguintes operações ou prestações: (Dec. 33.931/2009)

1. saídas de mercadorias ou bens, inclusive energia elétrica, material de uso e


consumo e ativo fixo, destinadas à ACS; (Dec. 33.931/2009)

2. entradas decorrentes de importação do exterior de mercadorias ou bens destinados


à ACS, inclusive material de uso e consumo e ativo fixo; (Dec. 33.931/2009)

3. prestações de serviço de transporte das mercadorias ou bens beneficiados com a


isenção de que trata este inciso, destinados à ACS; (Dec. 33.931/2009)

4. prestações de serviços de comunicação contratadas pela ACS; (Dec. 33.931/2009)

5. aquisições destinadas às edificações ou às obras previstas no Tratado Binacional,


realizadas indiretamente, mediante contrato específico de empreitada; (Dec.
33.931/2009)

6. que destinem insumos, matérias-primas, componentes, veículos, máquinas,


equipamentos, aparelhos, instrumentos, suas respectivas partes, peças e
acessórios à sede da ACS, em Brasília-DF, à construção do Centro de Lançamento
de Alcântara e ao Sítio de Lançamento Espacial do Cyclone-4, em Alcântara-MA,
quando realizadas com o objetivo de: (Dec. 33.931/2009)

6.1. viabilizar as ações contidas no Tratado de Cooperação de Longo Prazo na


Utilização do Veículo de Lançamentos Cyclone-4, no Centro de Lançamento de
Alcântara, firmado entre a República Federativa do Brasil e a Ucrânia, em 21 de
outubro de 2003; (Dec. 33.931/2009)

Decreto nº 14.876/91
6.2. aparelhar a sede da ACS em Brasília-DF; (Dec. 33.931/2009)

6.3.construir as edificações ou as obras necessárias à ACS, visando ao


cumprimento do Tratado de que trata o subitem 6.1; (Dec. 33.931/2009)

b) nas saídas de mercadorias, bens ou serviços destinados à ACS, o contribuinte


deverá indicar na respectiva Nota Fiscal: (Dec. 33.931/2009)

1. que a operação é isenta do ICMS nos termos do Convênio ICMS 84/2008;


(Dec. 33.931/2009)

2. o valor correspondente ao imposto não recolhido, que deverá ser deduzido do


preço das respectivas mercadorias, bens ou serviços; (Dec. 33.931/2009)

c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal, nos termos do art. 47, LVII; (Dec.
33.931/2009)

d) o benefício previsto neste inciso fica condicionado a que as operações e


prestações estejam contempladas com isenção, alíquota zero ou não sejam
tributadas pelos impostos de competência da União. (Dec. 33.931/2009)

CCXI - no período de 01 de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2014, as operações e


prestações, inclusive asimportações do exterior, promovidas pela Fédération
Internacionale de Football Association - FIFA ou a ela destinadas, desde que vinculadas à
realização da Copa das Confederações da FIFA de 2013 e da Copa do Mundoda FIFA de
2014, observando-se: (Dec. 34.450/2009)
a) o benefício previsto neste inciso, somente se aplica: (Dec. 34.450/2009)
1. às operações e prestações que, cumulativamente, estejam desoneradas do Imposto
de Importação ou do Imposto sobre Produtos Industrializados e das contribuições
para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor
Público-PIS/PASEP e para a Contribuição para o Financiamento da Seguridade
Social-COFINS; (Dec. 34.450/2009)
2. às importações do exterior, quando efetuadas sob amparo do Regime Especial
Aduaneiro de Admissão Temporária previsto na legislação federal específica,
observando-se: (Dec. 34.450/2009)
2.1. na hipótese de haver cobrança proporcional, pela União, dos impostos federais,
observar-se-á, relativamente à base de cálculo do ICMS, o disposto no art. 14,
LXXV(Dec. 34.450/2009)
2.2. o inadimplemento das condições do Regime Especial aqui mencionado tornará
exigível o ICMS com os acréscimos legais estabelecidos na legislação tributária;
(Dec. 34.450/2009)

b) os bens, produtos ou equipamento técnicos destinados ao uso nos centros de


treinamento, ou de outra forma relacionados às competições, inclusive quando
importados sob amparo de Regime Especial Aduaneiro de Admissão Temporária,
poderão ser doados, sem incidência do ICMS, para: (Dec. 34.450/2009)
1. entidade desportiva ou outra pessoa jurídica, reconhecia como sem fins lucrativos,
cujo objeto social seja relacionado à prática de esportes e desenvolvimento social; (Dec.
34.450/2009)

2. órgãos e entidades da Administração Pública direta e indireta; (Dec. 34.450/2009)


3. instituições filantrópicas, reconhecidas como tais pelas autoridades brasileiras; (Dec.
34.450/2009)

c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal nos termos do art. 47, LVIII; (Dec. 34.450/2009)
CCXII – no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020, as operações de
importação de bens ou mercadorias, constantes do Anexo 65, classificados nos
respectivos códigos da NBM/SH, realizadas sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial

Decreto nº 14.876/91
de Admissão Temporária, para aplicação nas instalações de exploração de petróleo e gás
natural, nos termos das normas federais específicas que regulamentam o Regime
Aduaneiro Especial de Exportação e de Importação de Bens Destinados às Atividades de
Pesquisa e de Lavra das Jazidas de Petróleo e de Gás Natural - REPETRO, observado o
disposto no § 86; (Dec. 34.545/2010)
CCXIII - no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020, as operações
antecedentes à saída, destinada a pessoa sediada no exterior, dos bens e mercadorias
fabricados no País que venham a ser subsequentemente importados com os benefícios
previstos no inciso CCXII e no art. 24, XXXIII, sob o amparo do Regime Aduaneiro
Especial de Admissão Temporária, para utilização nas atividades de exploração e
produção de petróleo e de gás natural, dentro ou fora do Estado onde se localiza o
fabricante, observando-se o disposto no § 86 e o seguinte: (Dec. 34.545/2010)
a) a saída isenta dos bens e mercadorias previstos neste inciso, inclusive aquela
destinada à exportação ficta, não dará direito à manutenção de créditos do ICMS
referentes às operações que a antecederem; (Dec. 34.545/2010)
b) o disposto neste inciso aplica-se também: (Dec. 34.545/2010)
1. aos equipamentos, máquinas, acessórios, aparelhos, peças e mercadorias,
utilizados como insumos na construção e montagem de sistemas flutuantes e de
plataformas de produção ou perfuração, bem como de suas unidades modulares a
serem processadas, industrializadas ou montadas em unidades industriais; (Dec.
34.545/2010)

2. aos cascos e módulos, quando utilizados como insumos na construção, reparo e


montagem de sistemas flutuantes e de plataformas de produção ou perfuração; (Dec.
34.545/2010)

3. às operações realizadas sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de


Drawback, na modalidade suspensão do pagamento, no que se refere à
comprovação do adimplemento, nos termos da legislação federal específica; (Dec.
34.545/2010)

c) para os efeitos da alínea "a", os bens deverão ser de propriedade de pessoa sediada
no exterior e importados, sem cobertura cambial, por pessoa jurídica: (Dec. 34.545/2010)
1. detentora de concessão ou autorização para exercer, no País, as atividades de que
trata o art. 1º da Lei Federal nº 9.478, de 6 de agosto de 1997; (Dec. 34.545/2010)
2. contratada, pela concessionária ou autorizada, para a prestação de serviços
destinados à execução das atividades objeto da concessão ou autorização, bem
assim a subcontratada; (Dec. 34.545/2010)
3. importadora autorizada pela contratada, na forma do item 2, quando esta não for
sediada no País; (Dec. 34.545/2010)
CCXIV – no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020, as operações de
importação de bens ou mercadorias constantes do Anexo 65, classificados nos
respectivos códigos da NBM/SH, bem como das máquinas e equipamentos
sobressalentes, das ferramentas e aparelhos e de outras partes e peças destinadas a
garantir a operacionalidade dos mencionados bens, observando-se o disposto no § 86 e o
seguinte: (Dec. 34.545/2010)
a) os equipamentos deverão ser utilizados exclusivamente na fase de exploração de
petróleo e gás natural; (Dec. 34.545/2010)
b) as plataformas de produção devem estar em trânsito para sofrerem reparos ou
manutenção em unidades industriais; (Dec. 34.545/2010)
c) os equipamentos de uso interligado às fases de exploração e produção devem
ingressar no território nacional para realizar serviços temporários no País por um
prazo de permanência inferior a 24 (vinte e quatro) meses. (Dec. 34.545/2010)
§ 1º Relativamente aos incisos I e LXXXV do "caput", serão observadas as seguintes normas:

Decreto nº 14.876/91
I - do conceito de equipamentos ficam excluídos tubos, manilhas e postes;
II - no período de 01 de janeiro de 1990 a 31 de dezembro de 1990, a fruição da isenção
somente ocorrerá com as operações contratadas até 31 de dezembro de 1989, mediante
prévio reconhecimento da Secretaria da Fazenda;
III - no período de 01 de janeiro de 1991 a 30 de junho de 1992, a fruição da isenção
somente ocorrerá com as operações contratadas por empresas de energia elétrica até
31 de dezembro de 1991, mediante prévio reconhecimento da Secretaria da Fazenda.
(Dec. 15.813/92)

§ 2º Relativamente aos produtos estrangeiros, a isenção de que tratam os incisos III, IV e V, "b"
do “caput”, só se aplica se a respectiva importação estiver isenta do Imposto de Importação.
(Dec. 15.530/92)

§ 3º Para efeito da aplicação do benefício constante do inciso V, "c" do “caput”, entende-se por:
I - RAÇÃO ANIMAL - qualquer mistura de ingredientes capaz de suprir as necessidades
nutritivas para manutenção, desenvolvimento e produtividade dos animais a que se
destina;
II - CONCENTRADO - a mistura de ingredientes que, adicionada a um ou mais alimentos
em proporções adequadas e devidamente especificadas pelo seu fabricante, constitua
uma ração animal;
III - SUPLEMENTO, a mistura de ingredientes e, a partir de 09.04.2002, o ingrediente
capazes de suprir a ração ou concentrado em vitaminas, aminoácidos ou minerais,
permitida a inclusão de aditivos (Convênios ICMS 100/97 e 20/2002); (Dec. 24.280/2002)
IV - INGREDIENTES - qualquer matéria-prima simples e livre de mistura utilizada na
alimentação animal.
§ 4º O benefício de que trata o inciso V, "c" do “caput” não se estende ao alimento, inclusive
farinhas e farelos, ingredientes, sal mineralizado, aditivo e componente grosseiro,
ressalvadas as isenções de que tratam os incisos VI e VII do "caput".
§ 5º Nas operações com os produtos de que trata o inciso V, "c" do “caput”, em que figurem
como Estados remetentes Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso
do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, a isenção
ficará condicionada à celebração de protocolo entre o Estado de origem e o de destino da
mercadoria.
§ 6º Nas operações interestaduais, as isenções de que tratam as alíneas "a" e "b" do inciso VI
do "caput" vigorarão até 30 de abril de 1989.
§ 7º Não será exigido o recolhimento do imposto quando diferido ou suspenso, relativamente
às matérias-primas empregadas na produção dos produtos referidos no inciso VI, "a", "b" e
"d" do “caput”.
§ 8º A isenção mencionada no inciso VI do "caput" não prevalecerá se as mercadorias forem
posteriormente objeto de saída para o exterior, hipótese em que se exigirá o pagamento do
imposto correspondente às etapas anteriores, sem direito a crédito do tributo, limitado, para
os produtos mencionados nas alíneas "a" e "b" do referido inciso, ao estabelecido nos §§ 13
e 14 do art. 34, assegurada a faculdade ali prevista.
§ 9º A partir de 01 de março de 1989, a isenção de que trata a alínea "d" do inciso VI do "caput"
somente se aplica às operações internas.
§ 10. Quanto ao disposto no inciso IX do "caput", é de se observar o seguinte:
I - nas operações interestaduais, a isenção não prevalecerá se a semente não satisfizer aos
padrões estabelecidos para o Estado de destino pelo órgão competente, ou, ainda que
atendendo aos padrões, tenha a semente outro destino que não seja a semeadura;
II - a fruição do benefício previsto na alínea "b" do referido inciso IX fica condicionada à
celebração de protocolo entre os Estados interessados, no qual serão definidas as
condições para a concessão do favor.

Decreto nº 14.876/91
§ 11. Fica dispensado o estorno do crédito fiscal ou o recolhimento do imposto diferido ou
suspenso, relativamente às entradas, em Unidades de Beneficiamento de Sementes - UBS,
de sementes não limpas ou não beneficiadas produzidas em campos próprios ou de
cooperantes, localizados na mesma Unidade da Federação, que vierem a ser aprovadas
como sementes nos termos do inciso IX do "caput".
§ 12. As isenções de que tratam os incisos XIII, XVI e XXI do “caput” não se aplicam aos
produtos neles relacionados, quando destinados: (Dec. 20.096/97)
I - ao exterior, observada a isenção prevista no inciso LXXIII e, a partir de 16 de setembro
de 1996, a hipótese de não-incidência de que trata o art. 7º, II; (Dec. 20.096/97)
II - à industrialização, nos termos do art. 13, IX e X. (Dec. 20.096/97)
§ 13. A isenção prevista no inciso XXXII do "caput" abrange a transferência da mercadoria do
estabelecimento que a tenha produzido para o estabelecimento varejista da mesma
entidade. (Dec. 15.530/92)
§ 14. O disposto no inciso XIX do "caput" não se aplica:
I - a operação que destine o pescado à industrialização; (Dec. 19.122/96)
II - a molusco, hadoque, bacalhau, merluza e salmão; (Dec. 20.343/98)
III - a rã, a partir de 01 de janeiro de 1990; (Dec. 19.122/96)
IV - a pirarucu, a partir de 01 de outubro de 1991; (Dec. 19.122/96)
V - relativamente a peixe seco: (Dec. 19.631/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.97)
a) no período de 01 de maio de 1996 a 28 de fevereiro de 1997, a qualquer peixe seco,
desde que com grau de umidade inferior a 35% (trinta e cinco por cento); (Dec.
19.631/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.97))

b) a partir de 01 de março de 1997, a qualquer peixe seco, independentemente do grau


de umidade. (Dec. 19.631/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.97))
VI - a crustáceo, exceto, no período de 20 de janeiro a 31 de março de 1998, relativamente
a camarão. (Dec. 20.343/98)
§ 15. A isenção prevista nos incisos XXIII a XXV do "caput" não se aplica aos Estados das
Regiões Sul e Sudeste, bem como, a partir de 30 de dezembro de 1987, a Roraima, Distrito
Federal, Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, observado
o disposto no inciso XIII do art. 24.
§ 16. As isenções de que tratam os incisos XXIII a XXV do "caput" aplicam-se aos produtos
neles relacionados, ainda que as respectivas posições tenham sido alteradas pela
autoridade competente.
§ 17. A fruição da isenção prevista no inciso XXVI fica condicionada:
I - à aquisição da mercadoria efetuada diretamente do estabelecimento fabricante, pelo
Governo Federal, por intermédio do Ministério da Justiça;
II - à concessão de igual benefício, pelo Governo Federal, com referência ao IPI;
III - à observância das normas previstas no Protocolo ICM 06/87, publicado no Diário Oficial
da União de 02 de julho de 1987;
IV - ao reconhecimento prévio do direito à isenção, pela Secretaria da Fazenda, conforme o
disposto em portaria do Secretário da Fazenda.
§ 18. A isenção prevista no inciso XL é limitada ao número de 10 (dez) milhões de cartões por
ano, que conterão, obrigatoriamente, em lugar bastante visível, a indicação de que se trata
de promoção da LBA.
§ 19. Para efeito do inciso XLIII, considera-se usuário final a pessoa física ou jurídica que
adquira, sob encomenda, diretamente do estabelecimento gráfico, o produto personalizado,
para seu uso exclusivo.

Decreto nº 14.876/91
§ 20. O disposto no inciso XLIII não se aplica à saída de impressos destinados à
comercialização, à industrialização ou à distribuição a título gratuito.
§ 21. Fica dispensado o recolhimento do imposto devido por consumidores residenciais de
água, relativamente a fatos geradores ocorridos entre 01 de março e 14 de novembro de
1989.
§ 22. Nas hipóteses de que tratam os incisos L, LXVII e XCVI do "caput", fica dispensado o
recolhimento do imposto devido em função de fato gerador ocorrido entre 01 de março de
1989 e a data de concessão do benefício prevista no respectivo inciso.
§ 23. O contribuinte que se beneficiar da isenção prevista no inciso LIX está obrigado a manter
registro das operações realizadas, nas colunas próprias dos livros Registro de Entradas e
Registro de Saídas, fazendo remissão, na coluna "Observações", ao dispositivo citado,
sendo-lhe facultado:
I - emitir uma única Nota Fiscal de Entrada, quando couber, correspondente às entradas
verificadas no respectivo período fiscal;
II - emitir uma única Nota Fiscal - modelo 1, totalizando o valor correspondente ao
fornecimento de refeições ocorrido no respectivo período fiscal.
§ 24. As isenções previstas no inciso LXI, alíneas "c" e "f" do “caput”, ficam condicionadas à
divulgação, pelo beneficiário, sem ônus para o Erário, de matéria aprovada pelo CONFAZ -
Conselho de Política Fazendária relativa ao imposto, para informar e conscientizar a
população, visando o combate à sonegação desse imposto.
§ 25. A isenção de que trata o inciso LXIV do "caput" não prevalecerá nas saídas com destino a
outra Unidade da Federação, para beneficiamento ou industrialização, hipótese em que se
concederá redução de 80% (oitenta por cento) na base de cálculo.
§ 26. A isenção a que se refere o inciso LXIV do "caput" abrangerá os seguintes produtos e
quantitativos globais:
I - arroz em casca. 329.000 toneladas;
II - milho em grão 56.000 toneladas;
III - farinha de mandioca 28.000 toneladas.
§ 27. Incluem-se na isenção prevista no inciso LXIV do "caput" os produtos resultantes da
industrialização objeto da doação indicada.
§ 28. Para os efeitos do disposto no inciso LXV, "a" do “caput”, entende-se por:
I - transporte com características urbanas, aquele que atender, cumulativamente, aos
seguintes requisitos:
a) destine-se a transporte coletivo popular: (Dec.22.636/2000)
1. mediante concessão do Poder Público, no período de 01 de março de 1989 a 31 de
agosto de 2000; (Dec.22.636/2000)
2. mediante permissão do Poder Público, a partir de 01 de setembro de 2000;
(Dec.22.636/2000)

b) obedeça a linha regular, com itinerário e horário previamente estabelecidos e viagens


de freqüência contínua, intermitente ou mista: (Dec.22.636/2000)
1. entre municípios vizinhos, dentro do Estado, no período de 01 de março de 1989 a
30 de dezembro de 1999; (Dec.22.636/2000)
2. entre municípios limítrofes, dentro do Estado, no período de 31 de dezembro de
1999 a 31 de agosto de 2000; (Dec.22.636/2000)
3. entre dois ou mais municípios do Estado, a partir de 01 de setembro de 2000;
(Dec.22.636/2000)

c) seja realizado por veículo que tenha, no mínimo: (Dec.22.636/2000)

Decreto nº 14.876/91
1. no período de 01 de março de 1989 a 31 de agosto de 2000, 02 (duas) portas,
exclusive a de emergência, e lotação permitida não inferior a 30 (trinta) passageiros
sentados; (Dec.22.636/2000)
2. a partir de 01 de setembro de 2000: (Dec.22.636/2000)
2.1. corredor central; (Dec.22.636/2000)
2.2. no mínimo 02 (duas) portas, exclusive a de emergência, com lotação permitida
não inferior a 25 (vinte e cinco) passageiros sentados e seja caracterizado como
veículo padrão urbano ou; (Dec.22.636/2000)
2.3. apenas 01 (uma) porta, exclusive a de emergência, desde que com entre-eixo
inferior a 5 (cinco) metros, e lotação permitida não inferior a 21 (vinte e um) e menor
que 36 (trinta e seis) passageiros sentados. (Dec.22.636/2000)
II – transporte com características metropolitanas, o que for realizado dentro da área
metropolitana, constituída dos Municípios de Abreu e Lima, Cabo de Santo Agostinho,
Camaragibe, Igarassu, Ilha de Itamaracá, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes,
Moreno, Olinda, Paulista, Recife, São Lourenço da Mata e, a partir de 07 de janeiro de
1994, Ipojuca (Lei Complementar Federal nº 14, de 08.06.73, Lei nº 9.222, de 17.02.83,
e Lei Complementar nº 10, de 06.01.94). (Dec. 31.001/2007) Vejamais
§ 29. O estabelecimento fabricante deverá recolher o imposto relativo à saída de que trata a
alínea "d" do inciso LXVIII do “caput”, acrescido de juros de mora e atualização monetária
cabível, observado, quanto à base de cálculo, o disposto no inciso I do “caput” do art. 14, na
hipótese de a exportação não se efetivar:
I - após decorrido o prazo de 01 (um) ano, contado da data do depósito;
II - em razão de revenda do produto no mercado interno;
III - em virtude de perda do produto, qualquer que seja a causa.
§ 30. A isenção de que trata o inciso LXVIII aplica-se também na saída do produto de filial do
estabelecimento fabricante, observado o seguinte:
I - quando a saída for promovida por filial situada na mesma Unidade da Federação onde se
localize o estabelecimento fabricante, será dispensado o estorno do imposto creditado
por ocasião da entrada da mercadoria;
II - quando a filial estiver situada em Unidade da Federação diversa daquela onde se
localize o estabelecimento fabricante, será exigido o estorno do imposto creditado por
ocasião da entrada da mercadoria, devendo o fabricante, por sua vez, estornar o imposto
debitado quando da transferência da mercadoria para a filial;
III - nas hipóteses deste parágrafo, o estabelecimento fabricante efetuará, quando for o
caso, o estorno de que trata o inciso IV do “caput” do art. 34;
IV - o disposto nos incisos anteriores aplicar-se-á também às exportações efetuadas pela
filial do fabricante.
§ 31. Para aplicação do disposto no inciso LXVIII e no parágrafo anterior, a empresa
exportadora estabelecida neste Estado deverá:
I - obter regime especial junto à Secretaria da Fazenda, para efeito de controle das
operações efetuadas;
II - entregar, ao fornecedor das mercadorias, dentro de um ano, contado do respectivo
recebimento, documentos comprobatórios da efetiva exportação, sem prejuízo das
demais obrigações estabelecidas no regime especial de que trata o inciso anterior.
§ 32. A falta de comprovação da exportação no prazo fixado no inciso II do parágrafo anterior
ou a reintrodução da mercadoria no mercado interno implica em cassação do benefício
fiscal, exigindo-se do contribuinte o recolhimento do imposto, reajustado monetariamente e
com os acréscimos previstos na legislação, aplicando-se ainda as sanções cabíveis, se não
ficar caracterizada a espontaneidade do sujeito passivo. (Dec. 15.530/92)

Decreto nº 14.876/91
§ 33. Na hipótese do parágrafo anterior, admitir-se-á efeito liberatório ao pagamento efetuado
pela empresa exportadora a favor da Unidade da Federação à qual seja devido o imposto.
§ 34. Relativamente a operações interestaduais, a aplicação das normas contidas na alínea "e"
do inciso LXVIII do "caput" e nos §§ 30 a 33 dependerá da celebração, entre os Estados
interessados, de protocolo, que poderá, inclusive, condicionar a concessão do benefício ao
exame de cada caso concreto.
§ 35. Para fim do disposto no inciso LXIX do "caput": (Dec. 17.424/94)
I - os destinatários indicados nas alíneas "a", "c", ”d” e "e" do mencionado inciso deverão
requerer a adoção de regime especial à Secretaria da Fazenda, que será concedido
desde que as operações estejam beneficiadas por isenção ou suspensão do IPI e os
referidos destinatários assumam, cumulativamente: (Dec. 17.424/94)
a) a responsabilidade solidária pelo recolhimento dos débitos fiscais, quando for o caso;
(Dec. 17.424/94)

b) a obrigação de comprovar, em relação a cada estabelecimento fabricante, que as


mercadorias foram efetivamente exportadas; (Dec. 17.424/94)
II - a partir de 01 de maio de 1994, o estabelecimento remetente, fabricante ou suas filiais,
deverá possuir autorização mediante regime especial; (Dec. 17.424/94)
III - a partir de 01 de maio de 1994, os contribuintes mencionados nos incisos anteriores
deverão observar outras condições ou mecanismos de controle estabelecidos na
legislação de cada Unidade da Federação envolvida na operação. (Dec. 17.424/94)
§ 36. Até 15 de outubro de 1992, a isenção prevista no inciso LXIX do "caput" não se aplica a
operações cuja posterior exportação seja realizada em moeda nacional (Convênio ICMS
93/92); (Dec. 16.417/93)
§ 37. O estabelecimento remetente, de que trata o inciso LXIX, recolherá o imposto devido,
monetariamente atualizado, com os acréscimos previstos na legislação, a contar da saída
referida no citado inciso, nos casos de não se efetivar a exportação:
I - após decorrido o prazo de 1 (um) ano contado da data da saída para os destinatários
mencionados nas alíneas "a", "c", "d" e "e" daquele inciso;
II - após decorrido o prazo de 1 (um) ano, contado da data de entrada da mercadoria em
armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro a que se refere a alínea "b" daquele
inciso;
III - em razão de perda da mercadoria, qualquer que seja a causa;
IV - em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno, ressalvado o disposto no
parágrafo seguinte.
§ 38. O recolhimento do imposto de que trata o parágrafo anterior não será exigido nas
seguintes hipóteses:
I - devolução da mercadoria ao estabelecimento fabricante ou aos destinatários
mencionados no inciso LXIX;
II - transmissão da propriedade dos produtos depositados sob regime aduaneiro de
exportação efetuada pelo estabelecimento fabricante, para qualquer dos destinatários
arrolados no inciso LXIX.
§ 39. O armazém alfandegado e o entreposto aduaneiro, se for o caso, exigirão, para liberação
da mercadoria, sempre que ocorrerem as hipóteses previstas no inciso LXIX do "caput", o
comprovante do recolhimento do imposto.
§ 40. Admitir-se-á efeito liberatório ao pagamento efetuado pelos destinatários indicados no
inciso LXIX do "caput" a favor da Unidade da Federação à qual seja devido o imposto.
§ 41. Admitir-se-á que a mercadoria seja transferida de um entreposto aduaneiro para outro,
ainda que situado em outra Unidade da Federação, desde que administrado pela mesma
pessoa jurídica e precedida a transferência de comunicação à Unidade da Federação de

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origem da mercadoria, mantidos os benefícios previstos no inciso LXIX. (Dec. 15.530/92)
§ 42. O disposto no parágrafo anterior aplica-se também a mercadoria importada, quando
estiver depositada em entreposto aduaneiro de importação, nos termos da legislação em
vigor.
§ 43. Relativamente às remessas interestaduais, a aplicação das normas das alíneas "a", "c",
"d" e "e" do inciso LXIX do "caput" depende da celebração de convênio que, além de dispor
sobre condições e mecanismos de controle, poderá condicionar a concessão ao exame de
cada caso concreto.
§ 44. No caso dos incisos LXX e LXXI, quando houver modificação da destinação final do
açúcar e do álcool, a isenção deixará de subsistir, exigindo-se, porém, a recomposição
apenas da última operação isenta, com emissão de Nota Fiscal complementar, com
destaque do imposto calculado pela alíquota aplicável à hipótese sobre o valor total desta
operação da qual tenha decorrido a reintrodução da mercadoria para consumo interno.
§ 45. A isenção prevista nos incisos LXXIII e LXXIV do "caput" aplica-se também às saídas dos
produtos primários nele relacionados para exportação com destino:
I - a estabelecimentos localizados na mesma Unidade da Federação, que operam
exclusivamente no comércio exterior;
II - a armazéns alfandegados e entrepostos aduaneiros situados na mesma Unidade da
Federação.
§ 46. A isenção prevista no inciso LXXVIII poderá, a critério da Secretaria da Fazenda, ser
estendida às saídas de matéria-prima importada em regime de consórcio autorizado pelo
Conselho de Política Aduaneira com destino a estabelecimento de empresas integrantes do
consórcio.
§ 47. O disposto no inciso LXXXII não se aplica às mercadorias importadas livres do Imposto
de Importação.
§ 48. A partir de 01 de maio de 1989, a isenção prevista no inciso LXXXII aplica-se
exclusivamente às máquinas, equipamentos, aparelhos, instrumentos e materiais, e seus
respectivos acessórios, sobressalentes e ferramentas, destinados a integrar o ativo
imobilizado de empresa industrial.
§ 49. Para gozo do benefício previsto no inciso LXXXIII, "a" do “caput”, serão observadas as
seguintes normas:
I - a outorga do benefício fica condicionada:
a) à concessão de suspensão do pagamento do Imposto de Importação e do IPI;
b) à entrega, pelo importador, até 10 (dez) dias após a liberação da mercadoria pela
repartição federal competente, de uma cópia da correspondente Declaração de
Importação - DI;
II - a Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil S/A - CACEX - encaminhará à
Secretaria da Fazenda cópia do relatório dos importadores localizados neste Estado, por
ela considerados inadimplentes, até 45 (quarenta e cinco) dias do vencimento do prazo
do ato concessório;
III - a inadimplência a que se refere o inciso anterior implicará na exigência do imposto
atualizado monetariamente e dos acréscimos legais, calculados da data do vencimento
do prazo de recolhimento do imposto devido pela importação, sem prejuízo da aplicação
das penalidades cabíveis. (Dec. 15.530/92)
§ 50. Para gozo do benefício da importação de mercadoria sob o regime "drawback", previsto
no inciso LXXXIII, "b", do "caput", serão observadas as seguintes regras: (Dec. 25.558/2003 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.07.2003)

I - a isenção somente se aplica quando, cumulativamente: (Dec. 15.530/92)


a) as mercadorias sejam beneficiadas com suspensão do Imposto de Importação e do
IPI; (Dec. 15.530/92)

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b) das mercadorias resultem, para exportação, produtos industrializados, sendo, até 10
de outubro de 1996, apenas os semi-elaborados, conforme relacionados no Anexo 4
(Convênio ICMS 65/96); (Dec. 19.538/97)
c) a partir de 01 de julho de 2003, a mercadoria importada não seja álcool; (Dec.
25.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.07.2003)

II - fica condicionado à efetiva exportação, pelo importador, do produto resultante da


industrialização da mercadoria importada, comprovada mediante a entrega, à repartição
a que estiver vinculado, da cópia da Guia ou Declaração de Exportação, conforme o
caso, ou, a partir de 16 de abril de 1996, da Declaração de Despacho de Exportação -
DDE, devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior, até 45
(quarenta e cinco) dias após o término do prazo de validade do ato concessório do
regime ou, na inexistência deste, de documento equivalente, expedido pelas autoridades
competentes (Convênios ICMS 27/90, 77/91 e 16/96); (Dec. 19.332/96)
III - o importador deverá entregar na repartição fazendária do seu domicílio, até 30 (trinta)
dias após a liberação da mercadoria importada, pela repartição federal competente,
cópias da Declaração de Importação, da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato
Concessório do regime ou, na inexistência deste, de documento equivalente, em
qualquer caso com a expressa indicação do bem a ser exportado;
IV - o importador deverá proceder à entrega, à repartição fazendária do seu domicílio, de
cópias dos seguintes documentos, no prazo de 30 (trinta) dias, contados da respectiva
emissão:
a) Ato Concessório Aditivo, emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade
originalmente estipulado;
b) novo Ato Concessório resultante da transferência dos saldos de insumos importados
ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias
exportadas;
V - nas operações que resultem em saídas, inclusive com a finalidade de exportação, de
produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados na
forma deste parágrafo, tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal,
consignando-se também o número do correspondente Ato Concessório do regime de
"drawback";
VI - a inobservância das condições impostas neste parágrafo para a isenção prevista na
alínea "b" do inciso LXXXIII do "caput" acarretará a exigência do imposto devido,
resultando na descaracterização do benefício ali previsto, devendo o respectivo imposto
ser recolhido com a atualização monetária, multa e demais acréscimos legais, calculados
a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento, ou do recebimento
ou das saídas, conforme o caso, e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter
sido recolhido, caso a operação não fosse realizada com a isenção;
VII - a Secretaria da Fazenda enviará ao Departamento do Comércio Exterior - DECEX do
Ministério da Economia, Fazenda e Planejamento relação mensal dos contribuintes que,
tendo descumprido a legislação do imposto em operações de comércio exterior:
a) respondam a processos administrativos ou judiciais que objetivem a cobrança de
débito fiscal;
b) tenham sido punidos em processos administrativos ou judiciais instaurados para
apuração de infração de qualquer natureza à legislação do imposto;
VIII - o Departamento de Comércio Exterior - DECEX deverá encaminhar à Secretaria da
Fazenda:
a) uma via do Ato Concessório do regime de "drawback" e de seus aditivos, no prazo de
10 (dez) dias da concessão;
b) relação de importadores inadimplentes das obrigações assumidas nos respectivos
Atos Concessórios, no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias, contados da data da
inadimplência;

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IX - com base nas informações de que tratam as alíneas "a" e "b" do inciso VII deste
parágrafo, o DECEX deverá aplicar aos respectivos infratores as penas de suspensão ou
cancelamento, conforme o caso, de sua inscrição no Cadastro de Exportadores e
Importadores, e informar o fato, até 10 (dez) dias, contados da efetivação da medida, à
Secretaria da Fazenda.
§ 51. As disposições do inciso LXXXIII aplicam-se, no que couber, às importações efetuadas
através do Programa Especial de Exportação - PROEX, administrado pela SUFRAMA.
§ 52. Caracterizado, a qualquer tempo, o emprego das mercadorias referidas no inciso
LXXXVIII em finalidade diversa daquela ali prevista, tornar-se-á devido o imposto, a ser
cobrado com reajuste monetário e demais acréscimos legais cabíveis, tomando-se como
referência a data do fato gerador.
§ 53. Nas hipóteses de isenção decorrente de exportação para o estrangeiro, caso os
respectivos produtos sejam reintroduzidos no mercado interno do País, o imposto será
devido a partir do ato da reintrodução.
§ 54. Relativamente ao disposto no inciso XCV do "caput", fica dispensado o crédito tributário
relativo às importações efetuadas nas condições ali mencionadas e realizadas no período
de 31 de março de 1989 a 17 de outubro de 1991. (Dec. 15.421/91)
§ 55. Relativamente à isenção prevista no inciso XCVI do "caput": (Dec. 21.556/99)
I - somente se aplica na hipótese de as mercadorias se destinarem a atividades de ensino,
pesquisa ou prestação de serviços médico-hospitalares;
II - estende-se aos casos de doação, ainda que exista similar nacional do bem importado;
III - será concedida individualmente, mediante requerimento à Secretaria da Fazenda.
IV - na hipótese da alínea “b”, está condicionada a ser o medicamento contemplado com
isenção ou alíquota reduzida a zero do Imposto de Importação ou do IPI. (Dec. 19.952/97)
V – no que se refere à inexistência de produto similar produzido no País: (Dec. 27.818/2005)
Vejamais

a) no período de 01 de maio de 1999 a 23 de abril de 2000 e a partir de 18 de abril de


2005, a mencionada inexistência será atestada por órgão federal competente ou por
entidade representativa do setor produtivo de máquinas, aparelhos e equipamentos
com abrangência em todo o território nacional, observando-se o seguinte a partir de
18 de abril de 2005: (Convênio ICMS 110/2004): (Dec. 27.818/2005) Vejamais
1. na hipótese de partes, peças e reagentes químicos, sendo inaplicável o disposto
nesta alínea, a referida inexistência: (Dec. 29.620/2006) Vejamais
1.1. até 31 de agosto de 2006, será atestada por órgão relacionado em portaria do
Secretário da Fazenda; (Dec. 29.620/2006)
1.2. a partir de 01 de setembro de 2006, será atestada ou dispensada, nos termos
da legislação aduaneira específica relativa à cobrança dos impostos federais
incidentes na importação dos mencionados produtos; (Dec. 29.620/2006)
2. o atestado emitido nos termos do item 1.1 terá a validade máxima de 06 (seis)
meses; (Dec. 29.620/2006) Vejamais
b) fica dispensada a apresentação do atestado de que trata a alínea "a": (Dec. 29.620/2006)
Vejamais

1. a partir de 24 de abril de 2000, nas importações beneficiadas pela Lei Federal nº


8.010, de 29 de março de 1990, realizadas pelo Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e por entidades sem fins
lucrativos por ele credenciadas para fomento, coordenação e execução de
programas de pesquisa científica e tecnológica ou de ensino (Convênio ICMS
24/2000); (Dec. 29.620/2006)
2. no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2006, nas importações realizadas
diretamente por universidade federal situada neste Estado. (Dec. 29.620/2006)

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§ 56. Na hipótese do inciso XLII, o trânsito da mercadoria será acobertado por via adicional da
Nota Fiscal relativa à operação de que trata o inciso XLI. (Dec. 15.558/92)
§ 57. Relativamente à isenção de que trata o inciso XCIX do "caput": (Dec.28.063/2005) Vejamais

I - o veículo será adquirido: (Dec. 30.316/2007) Vejamais Vejamais

a) com a necessária adaptação e características especiais indispensáveis ao uso do


adquirente, excluídos, no período de 27 de agosto de 1991 a 15 de julho de 1992, os
acessórios opcionais que não sejam equipamentos originais, observado o disposto
nos incisos III e VIII, "b", 2 (Convênios ICMS 40/91, 44/92, 43/94, 35/99 e 77/2004);
(Dec. 30.316/2007)

b) a partir de 01 de fevereiro de 2007, com as características específicas para ser


dirigido por motorista com deficiência física (Convênio ICMS 03/2007); (Dec.
30.316/2007)

II - o adquirente domiciliado neste Estado deverá solicitar prévio reconhecimento da isenção


à Diretoria Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da
Fazenda, instruindo seu pedido com (Convênios ICMS 35/99, 77/2004, 29/2005 e
03/2007): (Dec. 30.316/2007) Vejamais Vejamais
a) até 31 de outubro de 2004, declaração expedida pelo vendedor, da qual conste o
número de inscrição do interessado no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da
Fazenda - CPF, no sentido de que: (Dec.28.063/2005) Vejamais
1. o benefício será repassado ao adquirente; (Dec. 16.417/93)
2. o veículo se destinará a uso do adquirente, paraplégico ou deficiente físico,
impossibilitado de fazer uso do modelo comum; (Dec. 16.417/93)
b) laudo de perícia médica, fornecido pelo Departamento de Trânsito do Estado -
DETRAN, onde estiver domiciliado o requerente, que, além de especificar o tipo de
deficiência física: (Dec. 30.316/2007) Vejamais Vejamais
1. até 31 de janeiro de 2007, ateste sua completa incapacidade para dirigir veículos
convencionais e sua aptidão para fazê-lo naqueles especialmente adaptados,
indicando as adaptações necessárias; (Dec. 30.316/2007)
2. a partir de 01 de fevereiro de 2007, discrimine as características específicas
necessárias para que o motorista com deficiência física possa dirigir o veículo; (Dec.
30.316/2007)

c) nos seguintes períodos, os documentos respectivamente indicados: (Dec. 30.316/2007)


Vejamais Vejamais

1. no período de 17 de agosto de 1999 a 31 de janeiro de 2007, comprovação de sua


capacidade econômico-financeira, que se configurará, a partir de 01 de novembro
de 2004, na Declaração de Disponibilidade Financeira ou Patrimonial, apresentada
diretamente ou por intermédio de representante legal, na forma do Anexo 48,
devendo a referida disponibilidade ser compatível com o valor do veículo a ser
adquirido; (Dec. 30.316/2007)
2. a partir de 01 de fevereiro de 2007, além da Declaração contida no Anexo 48,
comprovação de disponibilidade financeira ou patrimonial suficiente para fazer
frente aos gastos com a aquisição e a manutenção do veículo a ser adquirido,
podendo a referida disponibilidade ser da pessoa com deficiência física ou,
sucessivamente, de seu cônjuge, ascendentes ou descendentes; (Dec. 31.125/2007)
Vejamais

d) a partir de 01 de novembro de 2004: (Dec.28.063/2005)


1. cópia autenticada da Carteira Nacional de Habilitação, na qual constem as restrições
referentes ao condutor e as adaptações necessárias ao veículo; (Dec.28.063/2005)
2. cópia autenticada da autorização expedida pela Secretaria da Receita Federal para
aquisição do veículo com isenção do IPI; (Dec.28.063/2005)
3. até 24 de abril de 2005, declaração de isenção ou certidão negativa de débitos

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emitidas pelo Instituto Nacional da Seguridade Social – INSS; (Dec.28.063/2005)
4. comprovante de residência; (Dec.28.063/2005)
III – no período de 16 de julho de 1992 a 31 de outubro de 2003 e, no caso da alínea "g", 2,
do mencionado inciso XCIX, a partir de 01 de fevereiro de 2007, a isenção poderá
ocorrer sem a exigência prevista no inciso I deste parágrafo, hipótese em que o
adquirente deverá, além de observar o disposto no seu inciso II (Convênios ICMS 44/92
e 03/2007): (Dec. 30.316/2007) Vejamais
a) no requerimento referido no inciso anterior, informar a circunstância da aquisição sem
adaptação, bem como o local onde esta será efetuada; (Dec. 16.417/93)
b) comparecer ao DETRAN, no prazo de 15 (quinze) dias, contados da data do
recebimento do veículo, para que o referido órgão faça a vistoria e comprove a
autenticidade da adaptação, emitindo declaração, em 3 (três) vias, que terão a
seguinte destinação: (Dec. 16.417/93)
1ª via - DETRAN; (Dec. 16.417/93)
2ª via - Diretoria de Administração Tributária - DAT da Secretaria da Fazenda; (Dec.
16.417/93)

3ª via - requerente; (Dec. 16.417/93)


IV – a partir de 26 de julho de 1994, ressalvados os casos excepcionais em que ocorra a
destruição completa do veículo ou seu desaparecimento, o beneficiário somente poderá
usufruir da isenção uma única vez, restringindo-se essa limitação, a partir de 17 de
agosto de 1999, ao período de 3 (três) anos da data da aquisição (Convênios ICMS
83/94 e 35/99); (Dec. 22.015/2000)
V – a partir de 17 de agosto de 1999, o laudo previsto no inciso II, "b", somente será aceito
se contiver, detalhadamente, todos os requisitos ali exigidos (Convênio ICMS 35/99).
(Dec. 22.015/2000)

VI – conforme previsto no mencionado inciso XCIX, "f", 3, do "caput", a partir de 02 de


janeiro de 1998, não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do
remetente, nos termos do art. 47, XXV; (Dec.28.063/2005)
VII – a partir de 01 de novembro de 2004 (Convênio ICMS 77/2004): (Dec.28.063/2005)
a) as operações de saída do veículo, especialmente adaptado para ser dirigido por
motorista portador de deficiência física, incapacitado para dirigir veículo convencional
(normal), devem estar amparadas por isenção do IPI, nos termos da legislação
federal vigente; (Dec.28.063/2005)
b) quando o interessado necessitar do veículo com adaptação ou característica especial
para obter a Carteira Nacional de Habilitação, poderá adquiri-lo com isenção do ICMS
sem a apresentação da respectiva cópia autenticada de que trata o inciso II, "d", 1,
observado o disposto no § 58, IV; (Dec.28.063/2005)
c) deferido o pedido, a autoridade competente, para que o interessado adquira o veículo
com isenção do ICMS, emitirá autorização, conforme modelo previsto no Anexo 49,
em 04 (quatro vias), que terão a seguinte destinação: (Dec.28.063/2005)
1. a 1ª (primeira) via deverá permanecer com o interessado; (Dec.28.063/2005)
2. a 2ª (segunda) via será entregue à concessionária, que deverá remetê-la ao
fabricante; (Dec.28.063/2005)
3. a 3ª (terceira) via deverá ser arquivada pela concessionária que tenha efetuado a
venda ou intermediado a sua realização; (Dec.28.063/2005)
4. a 4ª (quarta) via ficará com a GPC; (Dec.28.063/2005)
d) a isenção somente se aplica se o adquirente não tiver débito perante o sistema de
débitos fiscais da Secretaria da Fazenda. (Dec.28.063/2005)
VIII – o adquirente do veículo deverá apresentar à DPC, nos prazos a seguir indicados,

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contados da data da aquisição do veículo constante da respectiva Nota Fiscal, cópia
autenticada dos documentos respectivamente indicados (Convênios ICMS 77/2004 e
03/2007): (Dec. 30.316/2007)
a) a partir de 01 de novembro de 2004, até 15 (quinze) dias úteis: Nota Fiscal relativa à
aquisição; (Dec. 30.316/2007)
b) até 180 (cento e oitenta) dias: (Dec. 30.316/2007)
1. a partir de 01 de novembro de 2004: Carteira Nacional de Habilitação mencionada
no inciso II, "d", 1 ; (Dec. 30.316/2007)
2. a partir de 01 de fevereiro de 2007: Nota Fiscal referente à colocação do acessório
ou da adaptação efetuada pela oficina especializada ou pela concessionária
autorizada, caso o veículo não tenha saído de fábrica com as características
específicas discriminadas no laudo previsto no inciso II, "b";(Dec. 30.316/2007)
IX – a partir de 28 de julho de 2009, a autorização de que trata o inciso VII, "c" poderá ser
disponibilizada em meio eletrônico, no endereço www.sefaz.pe.gov.br, da Secretaria da
Fazenda, na INTERNET, mediante fornecimento, ao interessado, de senha de acesso
para a obtenção da referida autorização (Convênio ICMS 74/2009). (Dec. 33.896/2009)

§ 58. Relativamente à isenção de que trata o inciso XCIX do "caput", o adquirente do veículo
deverá recolher o imposto dispensado, com atualização monetária e acréscimos legais, a
contar da data da respectiva aquisição, constante da correspondente Nota Fiscal, nos
termos da legislação vigente e sem prejuízo das sanções penais cabíveis, na hipótese de
(Convênios ICMS 35/99, 77/2004 e 03/2007): (Dec. 30.316/2007) Vejamais Vejamais
I – transmissão do veículo, a qualquer título, dentro do prazo de 3 (três) anos da data da
aquisição, a pessoa que não faça jus ao mesmo tratamento fiscal, exceto quando se
tratar das seguintes hipóteses: (Dec. 30.316/2007) Vejamais Vejamais
a) a partir de 01 de novembro de 2004, alienação fiduciária em garantia; (Dec. 30.316/2007)
b) a partir de 01 de fevereiro de 2007, transmissão para a seguradora no caso de roubo,
furto ou perda total do veículo; (Dec. 30.316/2007)
c) a partir de 01 de fevereiro de 2007, transmissão do veículo em virtude do falecimento
do beneficiário; (Dec. 30.316/2007)
II - modificação das características do veículo, para retirar-lhe o caráter de especialmente
adaptado; (Dec.28.063/2005) Vejamais
III - emprego do veículo em finalidade que não seja a que tenha justificado a isenção;
(Dec.28.063/2005) Vejamais

IV – não-apresentação dos documentos previstos no § 57, VIII, nos prazos e condições ali
indicados (Convênio ICMS 03/2007). (Dec. 30.316/2007) Vejamais
§ 59. Relativamente à isenção de que trata o inciso XCIX do "caput", o estabelecimento que
efetuar a operação isenta deverá (Convênios ICMS 40/91, 43/94, 35/99, 77/2004 e
03/2007): (Dec. 30.316/2007) Vejamais Vejamais
I – fazer constar na Nota Fiscal de venda do veículo o número do CPF/MF do adquirente,
bem como, a partir de 01 de novembro de 2004: (Dec. 30.316/2007) Vejamais Vejamais
a) o valor correspondente ao imposto não recolhido, com o respectivo demonstrativo da
redução desse valor do preço do veículo, nos termos do inciso III; (Dec.28.063/2005)
b) a declaração de que: (Dec.28.063/2005)
1. a operação é isenta do ICMS nos termos do Convênio ICMS 77/2004 ou 03/2007,
conforme a hipótese; (Dec. 30.316/2007) Vejamais
2. nos primeiros 3 (três) anos, contados da data da aquisição, o veículo não poderá ser
alienado sem autorização do Fisco; (Dec. 28.063/2005)
II – até 31 de outubro de 2004, entregar, à repartição fazendária a que estiver vinculado, até

Decreto nº 14.876/91
o 15º (décimo quinto) dia útil, contado da data da operação, cópia reprográfica da 1ª
(primeira) via do respectivo documento fiscal, devendo a referida entrega ser efetuada, a
partir de 01 de novembro de 2004, pelo respectivo adquirente do veículo, à DPC,
conforme mencionado no § 57, VIII, ‘a"; (Dec. 30.316/2007) Vejamais Vejamais
III – transferir o benefício ao adquirente do veículo, mediante redução do seu preço
(Convênio ICMS 77/2004). (Dec. 30.316/2007) Vejamais
§ 60. Relativamente aos incisos CI a CIII do “caput”, serão adotadas as seguintes normas: (Dec.
15.558/92)

I - a isenção somente se aplicará quando não tenha havido contratação de câmbio e, nas
hipóteses dos incisos CI e CII, não haja incidência do Imposto de Importação; (Dec.
15.558/92)

II - o benefício previsto nos incisos CII e CIII fica condicionado ao reconhecimento, pelo
Fisco Federal, da desoneração do Imposto de Importação ou da aplicação do regime de
tributação simplificada. (Dec. 15.558/92)
§ 61. No período de 01 de janeiro de 1992 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de
1994, relativamente às operações realizadas com os produtos hortifrutícolas, mencionados
nos incisos XIII e CXXII do “caput”, serão adotadas as seguintes normas (Convênios ICM
44/75 e ICMS 68/90, 17/93 e 124/93): (Dec. 20.097/97)
I - as operações internas ficam isentas do ICMS, exceto: (Dec. 15.573/92)
a) até 31 de dezembro de 1997, quando realizadas por comerciante para consumidor
final, observando-se, a partir de 01 de novembro de 1997, o disposto no art. 24, XXIX;
(Dec. 20.097/97)

b) quando destinadas à industrialização, hipótese em que o imposto fica diferido, nos


termos do inciso X do art. 13; (Dec. 15.573/92)
II - nas operações interestaduais, haverá tributação integral, observado o seguinte: (Dec.
15.573/92)

a) fica concedido crédito presumido de valor correspondente ao montante do débito do


imposto devido pela saída, computados todos os créditos fiscais relativos às
operações anteriores; (Dec. 15.573/92)
b) a escrituração deverá ser feita de forma idêntica àquela prevista para operações
isentas; (Dec. 15.573/92)
III - fica a Diretoria de Administração Tributária, da Secretaria da Fazenda, autorizada a
editar as normas complementares que se fizerem necessárias à implementação e ao
controle do disposto neste parágrafo; (Dec. 15.573/92)
IV - no período de 25 de maio de 1993 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de
1994, os produtos relacionados na alínea "b" do referido inciso XIII são os seguintes:
batata-doce, berinjela, bertalha, beterraba, brócolis e broto de vegetais (Convênios ICM
44/75 e ICMS 68/90, 17/93 e 124/93); (Dec. 17.424/94)
V - a norma prevista na alínea "a" do inciso I não se aplica quando, cumulativamente, o
destinatário for Secretaria de Educação, estadual ou municipal, e a mercadoria destinar-
se a merenda escolar e estiver acompanhada, além do respectivo documento fiscal, de
documento expedido pela Secretaria adquirente; (Dec. 17.870/94)
§ 62. Ficam convalidadas, no período de 01 a 06 de janeiro de 1992, as operações de saída
dos produtos hortifrutícolas discriminados no inciso XIII do “caput”, realizadas com isenção
do ICMS. (Dec. 15.573/92)
§ 63. Relativamente ao inciso CIV do “caput”, serão adotadas as seguintes normas: (Dec.
15.612/92)

I - na hipótese da alínea "d" do mencionado inciso: (Dec. 29.641/2006) Vejamais


a) deve ser adotado o conceito de ração, de concentrado e de suplemento de que trata o §
3º, considerando-se ainda, a partir de 01 de agosto de 2006, para efeito da fruição do
benefício: (Dec. 29.641/2006) Vejamais

Decreto nº 14.876/91
1. ADITIVO - substâncias e misturas de substâncias ou microorganismos adicionados
intencionalmente aos alimentos para os animais que tenham ou não valor nutritivo,
e que afetem ou melhorem as características dos alimentos ou dos produtos
destinados à alimentação dos animais (Convênio ICMS 54/2006); (Dec. 29.641/2006)
2. PREMIX ou NÚCLEO - mistura de aditivos para produtos destinados à alimentação
animal ou mistura de um ou mais destes aditivos com matérias-primas usadas como
excipientes que não se destinam à alimentação direta dos animais (Convênio ICMS
54/2006); (Dec. 29.641/2006)
b) o benefício aplica-se, ainda, à ração animal, preparada em estabelecimento produtor,
na transferência a estabelecimento produtor do mesmo titular ou na remessa a outro
estabelecimento produtor em relação ao qual o titular remetente mantiver contrato de
produção integrada; (Dec. 15.612/92)
II - a isenção não se aplica aos agrotóxicos do grupo químico organoclorado nem ao melaço
destinado à alimentação animal; (Dec. 15.612/92)
III - a Secretaria da Fazenda expedirá as normas complementares que se fizerem
necessárias à execução e ao controle do benefício. (Dec. 15.612/92)
IV - a redução prevista no item 1 da alínea "i" estende-se: (Dec. 20.296/98 - EFEITOS A PARTIR DE
01.01.98)

a) às saídas promovidas entre si pelos estabelecimentos referidos em seus itens; (Dec.


20.296/98 - EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)

b) às saídas, a título de retorno, real ou simbólico, da mercadoria remetida para fim de


armazenagem, conforme previsto no seu subitem 1.3; (Dec. 20.296/98 - EFEITOS A PARTIR
DE 01.01.98)

V - a partir de 01 de janeiro de 1998, nas hipóteses das alíneas "b" a "i", exceto seu item 2,
o benefício concedido às saídas dos produtos destinados a pecuária e avicultura
estende-se às remessas com destino a apicultura, aqüicultura, cunicultura, ranicultura e
sericultura. (Dec. 20.296/98 - EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)
VI – a partir de 18 de abril de 2005, a isenção concedida às sementes referidas na alínea
"e" do mencionado inciso CIV estende-se à saída interna do campo de produção, desde
que (Convênios ICMS 99/2004, 16/2005 e 63/2005): (Dec. 28.291/2005) Vejamais Vejamais2
a) o campo de produção seja registrado: (Dec. 28.291/2005) Vejamais
1. no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005, na Secretaria de Produção
Rural e Reforma Agrária ou em órgão equivalente (Convênio ICMS 99/2004); (Dec.
28.291/2005)

2. a partir de 01 de setembro de 2005, no Ministério da Agricultura, Pecuária e


Abastecimento ou em órgão por ele delegado (Convênio ICMS 63/2005); (Dec.
28.291/2005)

b) o destinatário seja: (Dec. 28.291/2005) Vejamais Vejamais2

1. no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005, Usina de Beneficiamento de


Sementes, inclusive, a partir de 01 de agosto de 2005, do próprio produtor,
registrada na Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária ou em órgão
equivalente e no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Convênios
ICMS 99/2004 e 16/2005); (Dec. 28.291/2005)
2. a partir de 01 de setembro de 2005, beneficiador de sementes inscrito no Ministério
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ou em órgão por ele delegado
(Convênio ICMS 63/2005); (Dec. 28.291/2005)
c) a produção de cada campo não exceda à quantidade estimada pelos seguintes
órgãos, devendo a respectiva estimativa ser mantida, à disposição do Fisco, pelo
prazo de 5 (cinco anos): (Dec. 28.291/2005) Vejamais
1. no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005, Secretaria de Produção Rural
e Reforma Agrária ou órgão equivalente (Convênio ICMS 99/2004); (Dec.

Decreto nº 14.876/91
28.291/2005)

2. a partir de 01 de setembro de 2005, Ministério da Agricultura, Pecuária e


Abastecimento ou órgão por ele delegado, por ocasião da aprovação da inscrição
do referido campo (Convênio ICMS 63/2005); (Dec 28.291/2005)
d) a semente satisfaça o padrão estabelecido: (Dec. 28.291/2005) Vejamais
1. no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005, pelo órgão estadual
competente (Convênio ICMS 99/2004); (Dec. 28.291/2005)
2. a partir de 01 de setembro de 2005, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Convênio ICMS 63/2005); (Dec. 28.291/2005)
e) a semente não tenha outro destino que não seja a semeadura. (Dec. 27.818/2005)
§ 64. No período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1992, a isenção prevista no inciso
XXXVII do “caput” somente ocorrerá na hipótese de a aplicação de peças, partes e
componentes utilizados no reparo, conserto e reconstrução de embarcações ser efetuada
pela indústria naval. (Dec. 15.813/92)
§ 65. Para efeito da isenção prevista no inciso CVII do “caput”, serão observadas as seguintes
normas: (Dec. 15.813/92)
I - ficam excluídos do conceito de equipamento os tubos, as manilhas e os postes; (Dec.
15.813/92)

II - a fruição do benefício fica condicionada a reconhecimento prévio da Diretoria de


Administração Tributária, da Secretaria da Fazenda, em pedido do interessado,
discriminando os produtos a serem adquiridos; (Dec. 15.813/92)
III - para fim do reconhecimento mencionado no inciso anterior, deverá haver manifestação
da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo sobre a inexistência de produto
similar nacional, à vista de consulta específica da Secretaria da Fazenda de
Pernambuco. (Dec. 15.813/92)
§ 66. O disposto no inciso LXIX aplica-se também em relação à embalagem necessária à
exportação dos respectivos produtos. (Dec. 16.146/92)
§ 67. A partir de 16 de julho de 1992, o disposto no inciso XXXIV do "caput" aplica-se também
às prestações de serviços de transporte das mercadorias ali referidas (Convênio ICMS
58/92). (Dec. 16.417/93)
§ 68. O disposto no inciso CXVI do "caput" também se aplica às operações de entrada
decorrentes de contrato de arrendamento ou subarrendamento mercantil - "leasing", quando
o estabelecimento arrendador ou subarrendador esteja sediado em território de país
estrangeiro e a mercadoria se destine ao uso próprio do arrendatário ou subarrendatário
(Convênio ICMS 118/92). (Dec. 16.417/93)
§ 69. Para os efeitos do inciso CXVI do "caput", considera-se arrendamento ou
subarrendamento mercantil - "leasing" a operação realizada com estrita observância da
legislação federal específica (Convênio ICMS 118/92). (Dec. 16.417/93)
§ 70. A partir de 05 de janeiro de 1993, ficam excluídas da relação contida no inciso CXIII do
"caput" as seguintes mercadorias (Convênio ICMS 135/92): (Dec. 16.762/93)
MERCADORIA CÓDIGO NBM/SH
Esticador hidráulico para tensionamento de lâminas de aço para
8464.90.9900
serrar granito
Linha automática seqüencial e simultânea para produção de
lajotas de granito de baixa espessura, constituída de talha-
blocos, multidisco com ciclo programável, cortadora
multidisco, lustradeira de esteira para tiras de espessura até 8464.98.9900
(Dec. 16.762/93)
20 mm e largura até 61 cm, calibradora de espessura com
sistema eletrônico de leitura digital, biseladora e retificadora
de esteira

Decreto nº 14.876/91
§ 71. A partir de 05 de janeiro de 1993, fica excluída da relação contida no inciso CXV do
"caput" a seguinte mercadoria (Convênio ICMS 138/92): (Dec. 16.762/93)
MERCADORIA CÓDIGO NBM/SH
Máquina para aplainar com mais de 4 eixos, microajustamento
de cabeçote e indicação eletrônica de largura e espessura 8465.92.9900
(Dec. 16.762/93)
de trabalho
§ 72. A partir de 05 de janeiro de 1993, relativamente à isenção prevista no inciso CIV do
"caput", o estabelecimento vendedor deverá deduzir do preço da mercadoria o valor
correspondente ao imposto dispensado, demonstrando-se na Nota Fiscal a respectiva
dedução (Convênio ICMS 144/92). (Dec. 16.762/93)
§ 73. Relativamente ao disposto no inciso CXXI do “caput”, será observado o seguinte: (Dec.
16.819/93)

I - uma vez comprovada destinação diversa do produto, o contribuinte deverá recolher o


ICMS devido, atualizado monetariamente a partir do momento do desvio, com acréscimo
de juros e das penalidades cabíveis; (Dec. 16.819/93)
II - o contribuinte deverá manter, à disposição do Fisco, documentação comprobatória das
operações realizadas, onde se encontre evidenciada a quantidade de combustível e
lubrificante, por espécie, fornecida em cada mês, nas condições do mencionado inciso,
com identificação das empresas proprietárias das aeronaves e embarcações,
destinatárias dos produtos. (Dec. 16.819/93)
§ 74. Na hipótese do inciso CXIV do "caput", a isenção ali prevista fica condicionada, a partir de
01 de maio de 1994, à comprovação, junto à Diretoria de Administração Tributária da
Secretaria da Fazenda, pelo remetente da mercadoria, da destinação da mercadoria,
mediante documento expedido pela Secretaria de Educação beneficiada com a doação.
(Dec. 17.424/94)

§ 75. Para fim do disposto no inciso CXXVI do "caput", consideram-se bens do ativo fixo as
partes e peças destinadas à reposição e à montagem de máquinas, aparelhos e
equipamentos para uso do próprio adquirente das referidas partes e peças. (Dec. 17.937/94)
§ 76. Na hipótese do inciso CXXXI: (Dec. 18.405/95)
I - a isenção ali referida será reconhecida mediante ato da Diretoria de Administração
Tributária, à vista de requerimento da parte interessada; (Dec. 18.405/95)
II - quando a importação se referir a veículo e for realizada por funcionário estrangeiro dos
órgãos ali referidos, a isenção condiciona-se à observância do disposto na legislação
federal aplicável . (Dec. 18.405/95)
III - relativamente ao benefício previsto na alínea "a", 3, do referido inciso: (Dec. 23.720/2001)
a) somente se aplica à mercadoria isenta do IPI ou com a alíquota do mencionado
imposto reduzida a zero; (Dec. 23.720/2001)
b) fica convalidada a isenção relativa às saídas realizadas no período de 01.05.2001 a
08.08.2001. (Dec. 23.720/2001)
§ 77. O disposto na alínea "b" dos incisos CI, CII e CIII do "caput" e na alínea "c" do referido
inciso CI somente se aplica quando não tenha havido contratação de câmbio e, exceto no
caso do inciso CI, “b", 5 e 6, quando a operação não tenha sido onerada pelo Imposto de
Importação, observando-se (Convênios ICMS 18/95 e 106/95):" (Dec. 19.122/96)
I - ocorrendo a hipótese prevista no inciso CI, "b", 1.3, o consignante se creditará do ICMS
pago em decorrência da exportação, no montante correspondente à mercadoria que
houver retornado; (Dec. 18.812/95)
II - na hipótese do inciso CI, “b", 3, e "c", fica dispensada a apresentação da Declaração de
Exoneração do ICMS na Entrada de Mercadoria Estrangeira. (Dec. 19.122/96)
§ 78. Relativamente ao benefício previsto no inciso CVIII: (Dec. 21.673/99)

Decreto nº 14.876/91
I - a partir de 27 de abril de 1995, a isenção somente alcança as empresas cuja atividade
preponderante seja a prestação de serviço de radiodifusão ou a industrialização de
livros, jornal ou periódico (Convênio ICMS 21/95); (Dec. 21.673/99)
II - a partir de 01 de setembro de 1999, a inexistência de produto similar produzido no país
será atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor
produtivo de máquinas, aparelhos e equipamentos, com abrangência em todo o território
nacional (Convênio ICMS 131/98). (Dec. 21.673/99)
§ 79. Relativamente à isenção prevista no inciso CLXVII do "caput": (Dec. 23.373/2001 – EFEITOS A
PARTIR DE 19.06.2001)

a) não será exigido o estorno do crédito referente às respectivas entradas, nos termos do
art. 47, XXXVIII; (Dec. 23.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19.06.2001)
b) não se aplica às operações de saída dos produtos ali mencionados com destino: (Dec.
23.650/2001)

1. no período de 19.06.2001 a 08.08.2001, ao Estado do Paraná; (Dec. 23.650/2001)


2. a partir de 19.06.2001, ao Estado de Roraima; (Dec. 23.650/2001)
3. a partir de 09.08.2001, ao Estado do Amazonas. (Dec. 23.650/2001)
§ 80. Para efeito da fruição do benefício previsto no inciso XIII do "caput": (Dec. 25.246/2003 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2003)

I - não se considera produto em estado natural aquele submetido a qualquer operação


havida como industrialização, inclusive as mencionadas no § 2º do art. 7º (Decreto nº
16.859, de 19.08.93); (Dec. 25.246/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2003)
II - a partir de 01 de março de 2003, fica excluído da condição de industrializado o produto
hortifrutícola em estado natural, mencionado no citado inciso, submetido a qualquer dos
processos de resfriamento ou congelamento, previstos no § 2º, II, "e", do art. 7º, quando
necessários à respectiva conservação ou transporte." (Dec. 25.246/2003 – EFEITOS A PARTIR
DE 01.03.2003)

§ 81. a partir de 01 de dezembro de 2004, a isenção prevista no inciso CLXIV também se aplica
às operações amparadas por regime aduaneiro especial de depósito afiançado - DAF,
observado o disposto no art. 615 e, a partir de 01 de agosto de 2005, na alínea "d" do
referido inciso; (Dec. 28.188/2005) Vejamais
§ 82. Relativamente aos incisos XXXV, XLVIII, LXI, XCVI, CXI, CXLVI, CLI, CLIV, CLXXVIII e
CLXXXII, as referências feitas à Administração Pública somente se aplicam ao Poder
Executivo Estadual e, quando for o caso, ao Federal ou ao Municipal. (Dec. 27.541/2005)
§ 83. A partir de 01 de setembro de 2006, na aquisição de veículos automotores novos em
outra Unidade da Federação, efetuada por meio de faturamento direto ao consumidor, nos
termos do Decreto nº 23.217, de 23 de abril de 2001, e alterações, quando a destinação for
aquela indicada no inciso CLXXXII, aplica-se a isenção ali prevista, relativamente à parte do
imposto que cabe a este Estado. (Dec. 29.642/2006)
§ 84. Para efeito da avaliação das mercadorias adjudicadas, o benefício previsto no inciso CCV
deverá ser considerado para obtenção do correspondente valor, que não poderá ser
superior à média do respectivo preço de venda no mês anterior. (Dec. 31.641/2008)
§ 85. O benefício de que trata o inciso CLXXVIII não se aplica às operações realizadas com o
Distrito Federal, relativamente aos fármacos fumarato de formoterol diidratado +
budesonida e ciclosporina, constantes do Anexo Único do Convênio ICMS 87/2002
(Convênios ICMS 36/2008 e 54/2009). (Dec. 34.050/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01/08/2009)
Vejamais[mfbsc382]

§ 86. Relativamente ao disposto nos incisos CCXII, CCXIII e CCXIV do "caput" observar-se-á:
(Dec. 34.545/2010)

a) a fruição dos benefícios ali previstos é opcional e fica condicionada: (Dec. 34.545/2010)
1. à formalização de pedido específico do contribuinte dirigido à Diretoria Geral de
Planejamento da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda; (Dec. 34.545/2010)

Decreto nº 14.876/91
2. a que as respectivas operações sejam desoneradas dos impostos federais, em razão
de isenção, suspensão ou alíquota zero; (Dec. 34.545/2010)
3. a que, sem prejuízo das demais exigências, seja colocado à disposição da
Secretaria da Fazenda sistema informatizado de controle contábil e de estoques,
que possibilite realizar o acompanhamento da aplicação do REPETRO, bem como
da utilização dos bens na atividade para a qual foram adquiridos ou importados, a
qualquer tempo, mediante acesso direto; (Dec. 34.545/2010)
b) não ocorrendo a formalização de que trata a alínea "a", 1, prevalecerá o regime
normal de tributação; (Dec. 34.545/2010)
c) a inobservância das condições ali estabelecidas tornará exigível o ICMS com os
acréscimos legais cabíveis. (Dec. 34.545/2010)
§ 87. O disposto no inciso CLXIV do "caput" não se aplica às operações com mercadorias
abrangidas pelo REPETRO, disciplinado no Capítulo XI do Decreto Federal nº 4.543, de
26 de dezembro de 2002 (Convênio ICMS 130/2007). (Dec. 34.545/2010)

CAPÍTULO IV
Da Suspensão

Art. 10. A suspensão da exigência do imposto nas operações e prestações será definida em
convênio homologado conforme o disposto em legislação específica.
§ 1º Para fim deste artigo, considera-se suspensão da exigência do imposto a situação jurídica
em função da qual deixa de ser exigido o imposto em relação à saída da mercadoria de um
estabelecimento para outro, com o objetivo de retorno, ficando a responsabilidade tributária
pelo respectivo imposto com o primeiro estabelecimento.
§ 2º Interrompe-se a suspensão:
I - quando não ocorrer o retorno da mercadoria;
II - quando vencer o prazo do retorno sem que a mercadoria retorne, se for o caso;
III - quando ocorrer a saída da mercadoria do destinatário para estabelecimento diverso do
remetente.
Art. 11. A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas, fica suspensa
a exigência do imposto:
I - na saída de gado destinado a exposição realizada em outra Unidade da Federação,
desde que retorne ao estabelecimento de origem;
II - na saída de mercadoria remetida a outro estabelecimento do mesmo contribuinte ou de
terceiro, desde que o produto final retorne ao estabelecimento de origem: (Dec. 17.905/94)
a) até 30 de setembro de 1994, quando a saída ocorrer dentro do Estado, inclusive com
destino a trabalhador autônomo ou avulso que preste serviço pessoal, para fim de
industrialização; (Dec. 17.905/94)
b) a partir de 01 de outubro de 1994, inclusive com destino a trabalhador autônomo ou
avulso, para fim de industrialização ou prestação de serviço relacionado no Anexo 1;
(Dec. 17.905/94)

III - até 31 de dezembro de 1994, na saída interna e interestadual de mercadoria, quando


promovida por órgão da administração pública, empresa pública, sociedade de economia
mista e empresa concessionária de serviços públicos, para fim de industrialização, desde
que o produto retorne ao remetente; (Dec. 15.558/92)
IV - na saída interestadual de produto destinado a conserto, reparo ou industrialização: (Dec.
22.977/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 30.10.2000)

a) até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995, desde que o

Decreto nº 14.876/91
mencionado produto retorne ao estabelecimento de origem, no prazo de 180 (cento e
oitenta) dias, contados da data da respectiva saída, prorrogável por mais 180 (cento e
oitenta) dias, admitindo-se excepcionalmente uma segunda prorrogação de igual prazo,
a critério da autoridade fiscal competente, sendo atribuído o valor que conste da
contabilidade do remetente, na hipótese de bem de ativo fixo (Convênios ICM 18/78,
32/78, 25/81 e 35/82 e ICMS 80/91 e 151/94); (Dec. 22.977/2001 – EFEITOS A PARTIR DE
30.10.2000)

b) nas seguintes hipóteses específicas, em que o destino seja a industrialização, desde


que o retorno do produto resultante, ao estabelecimento de origem, ocorra nos prazos
respectivamente indicados, prorrogáveis por igual período, contados da data da
remessa promovida pelo estabelecimento autor da encomenda, mediante autorização
expressa da Secretaria da Fazenda do Estado de localização do mencionado autor da
encomenda: (Dec. 29.809/2006) Vejamais
1. a partir de 30 de outubro de 2000, quando o autor da encomenda estiver localizado no
Estado da Bahia, o produto que remeter seja grão de soja, para ser industrializado
por estabelecimento localizado neste Estado de Pernambuco, e os produtos
resultantes da industrialização, objeto do retorno, real ou simbólico, sejam óleo bruto
e farelo de soja: 90 (noventa) dias (Protocolo ICMS 44/2000); (Dec. 29.809/2006) Vejamais
2. a partir de 01 de novembro de 2003, quando o autor da encomenda seja
estabelecimento industrial localizado neste Estado de Pernambuco, os produtos que
remeter sejam resíduos industriais de cobre e, a partir de 01 de maio de 2004, de
latão, classificados como sucata, para ser industrializados por estabelecimento
localizado no Estado de São Paulo, e o retorno dos produtos resultantes da
industrialização seja efetivo: 90 (noventa) dias (Protocolos ICMS 17/2003 e 09/2004);
(Dec. 29.809/2006) Vejamais Vejamais1

3. a partir de 14 de julho de 2006, quando o autor da encomenda estiver localizado no


Estado da Paraíba, os produtos que remeter sejam matérias-primas, para
industrialização por estabelecimento localizado neste Estado de Pernambuco, e os
produtos resultantes da industrialização, objeto do retorno, real ou simbólico, sejam
adubos simples ou compostos e fertilizantes: 180 (cento e oitenta) dias, restringindo-
se as referidas matérias-primas às seguintes (Protocolo ICMS 22/2006): (Dec.
29.809/2006)

Código da
Matéria-prima
NBM/SH
3.1. uréia 3102.10.0200
3.2. nitrato de amônio 3102.30.0000
3.3. nitrato de cálcio 2834.29.0300
3.4. sulfato de amônio 3102.21.0000
3.5. fosfato natural bruto 2510.20.0000
3.6. superfosfato simples 3103.10.0100
3.7. superfosfato triplo 3103.10.0200
3.8. diidrogeno-ortofosfato de amônio - MAP 3105.40.0000
3.9. cloreto de potássio 3104.20.0200
3.10. enxofre 2503.10.0100
c) na hipótese da alínea "b", será observado o seguinte, a partir das datas indicadas nos
respectivos itens: (Dec. 29.809/2006) Vejamais
1. no retorno dos produtos resultantes da industrialização, será devido ao Estado de
localização do estabelecimento industrializador apenas o imposto incidente sobre o valor
total cobrado pelo industrializador ao estabelecimento autor da encomenda; (Dec.
26.182/2003)

Decreto nº 14.876/91
2. a adoção da suspensão da exigência do imposto prevista na alínea "b" fica condicionada
à prévia autorização, mediante regime especial, da Secretaria da Fazenda do respectivo
Estado onde esteja localizado o estabelecimento autor da encomenda e o
industrializador; (Dec. 26.182/2003)
3. não ocorrendo o retorno nos termos previstos na alínea "b", o autor da encomenda
deverá recolher, até o 1º (primeiro) dia útil subseqüente ao vencimento do prazo para o
referido retorno ou da respectiva prorrogação, o valor atualizado do imposto com
exigência suspensa, com os acréscimos moratórios, incidentes a partir da remessa da
mercadoria para industrialização; (Dec. 26.182/2003)
4. na hipótese de perecimento ou desaparecimento das mercadorias remetidas para
industrialização, seja qual for a causa, o imposto com exigência suspensa nos termos da
alínea "b" será recolhido em favor do Estado onde se localizar o autor da encomenda;
(Dec. 26.182/2003)

5. na remessa da mercadoria para o estabelecimento industrializador, o estabelecimento


encomendante emitirá Nota Fiscal, sem destaque do valor do imposto, contendo, além
dos requisitos exigidos na legislação em vigor, a expressão "Suspensão do ICMS -
Protocolo ICMS ____"; (Dec. 26.182/2003)
6. na saída dos produtos resultantes da industrialização, em retorno ao estabelecimento
encomendante, o industrializador deverá emitir Nota Fiscal, contendo, além dos
requisitos exigidos na legislação em vigor: (Dec. 26.182/2003)
6.1. número, série e data da Nota Fiscal de remessa das mercadorias recebidas para
industrialização, bem como nome, endereço e número de inscrição, estadual e no
CNPJ/MF, do respectivo emitente; (Dec. 26.182/2003)
6.2. valor da mercadoria recebida para industrialização e valor total cobrado do autor da
encomenda, destacando deste o das mercadorias empregadas no respectivo
processo produtivo; (Dec. 26.182/2003)
6.3. destaque do valor do imposto calculado sobre o valor total da encomenda; (Dec.
26.182/2003)

7. o pagamento do imposto obedecerá à forma, prazo e condições estabelecidos na


legislação da Unidade da Federação à qual for devido; (Dec. 26.182/2003)
8. será observada a legislação tributária da Unidade da Federação de localização do
estabelecimento, em especial quanto à escrituração de livros, emissão de documentos
fiscais e imposição de penalidades; (Dec. 26.182/2003)
9. os documentos fiscais emitidos na forma desta alínea deverão conter a indicação do
respectivo Protocolo ICMS; (Dec. 26.182/2003)
10. na hipótese da alínea "b", 1 e 3, ocorrendo a remessa dos produtos resultantes da
industrialização, pelo estabelecimento industrializador, por conta e ordem do
encomendante, com destino a outro estabelecimento, será emitida Nota Fiscal, por
ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias (Protocolos ICMS 44/2000 e
22/2006): (Dec. 29.809/2006) Vejamais
10.1. pelo estabelecimento encomendante, com destaque do imposto, quando devido,
em nome do destinatário das mercadorias, consignando-se, além dos requisitos
exigidos, como natureza da operação, "Saída simbólica de produto industrializado por
encomenda", nome do titular, endereço e número de inscrição, estadual e no
CNPJ/MF, do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias; (Dec.
26.182/2003)

10.2. pelo estabelecimento industrializador: (Dec. 26.182/2003)


10.2.1. em nome do destinatário, para acompanhar o transporte das mercadorias, sem
destaque do valor do imposto, na qual, além dos requisitos exigidos, constará, como
natureza da operação, "Remessa por conta e ordem de terceiros", número, série,
subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item 10.1, bem como o nome,
endereço e número de inscrição, estadual e no CNPJ/MF, do seu emitente; (Dec.

Decreto nº 14.876/91
26.182/2003)

10.2.2. em nome do estabelecimento encomendante, com destaque do imposto,


quando devido, na qual, além dos requisitos exigidos, constará, como natureza da
operação, "Retorno simbólico de produto industrializado por encomenda", número,
série, subsérie da Nota Fiscal prevista no item 10.1, e ainda: (Dec. 29.809/2006) Vejamais
10.2.2.1 nome do titular, endereço e número de inscrição, estadual e no CNPJ/MF, do
estabelecimento destinatário para o qual for efetuada a remessa dos produtos; (Dec.
29.809/2006)

10.2.2.2. dados identificadores do documento fiscal, e do seu emitente, pelo qual foi a
mercadoria recebida em seu estabelecimento para industrialização; (Dec. 29.809/2006)
10.2.2.3. valor da mercadoria recebida para industrialização e valor adicionado; (Dec.
29.809/2006)

10.2.2.4. destaque do valor do imposto, que será calculado sobre o valor adicionado;
(Dec. 29.809/2006)

V - na saída de produto destinado a conserto ou reparo, dentro do Estado, desde que


retorne ao estabelecimento de origem, no prazo de 90 (noventa) dias, sendo atribuído ao
mesmo o valor que conste da contabilidade do remetente, na hipótese de bem do ativo
fixo;
VI - na saída de bem integrado ao ativo fixo, de um estabelecimento para outro, desde que
retorne ao estabelecimento de origem, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contados
da data da saída: (Dec. 17.905/94)
a) até 30 de setembro de 1994, a fim de ser utilizado exclusivamente na elaboração de
produto encomendado pelo remetente; (Dec. 17.905/94)
b) a partir de 01 de setembro de 1994, a fim de ser utilizado na elaboração de produto ou
na prestação de serviço relacionado ao Anexo 1, encomendados pelo remetente; (Dec.
17.905/94)

VII - na saída de máquina, veículo, ferramenta ou utensílio, para serem utilizados pelo
remetente no fornecimento de trabalho a usuário ou consumidor final, desde que
retornem ao estabelecimento de origem;
VIII - na saída de produto primário, em bruto ou submetido a beneficiamento elementar,
remetido de um para outro estabelecimento produtor, do mesmo contribuinte ou de
terceiro, localizado neste Estado, desde que retorne ao estabelecimento de origem, no
prazo de 90 (noventa) dias, prorrogável por mais 30 (trinta) dias, a critério da autoridade
fiscal competente;
IX - pelos prazos especificamente indicados, contados da data da saída, prorrogável, a
critério da autoridade fazendária competente, nos seguintes casos: (Dec. 20.265/97)
a) 90 (noventa) dias, até 31 de dezembro de 1994, quando a mercadoria destinar-se a
exposição, feira ou demonstração a não-contribuinte, exclusivamente dentro deste
Estado; (Dec. 20.265/97)
b) 60 (sessenta) dias, a partir de 01 de janeiro de 1998: (Dec. 20.265/97)
1. quando a mercadoria destinar-se a exposição, feira, demonstração, leilão ou
qualquer outro evento similar que se realize em local diverso do estabelecimento
remetente, observado, a partir de 01 de agosto de 2008, o disposto no § 10, I,
deste artigo e no § 23 do art. 119; (Dec. 32.652/2008) Vejamais[mfbsc390]
2. quando, na hipótese do item anterior, a saída for de bens do ativo fixo e uso ou
consumo do remetente que se destinarem à montagem e funcionamento de
ambiente destinado à realização do evento; (Dec. 20.265/97)
X - nas saídas de gado bovino fêmeo e reprodutor para os Estados do Ceará, Paraíba, Piauí
e Rio Grande do Norte, desde que se destinem exclusivamente a "recurso de pasto”, no
período de 30 de maio de 1990 a 31 de março de 1991;
XI - na saída de mercadoria de que trata este artigo, em retorno ao estabelecimento de

Decreto nº 14.876/91
origem, ressalvada a hipótese do valor agregado, no retorno de remessa para
industrialização, nos termos do disposto no art. 14, V; (Dec. 20.265/97)
XII - a partir de 18 de julho de 1991, as saídas interestaduais de moldes, matrizes,
gabaritos, padrões, chapelonas, modelos e estampas, para fornecimento de serviços
fora do estabelecimento ou com destino a outro estabelecimento inscrito como
contribuinte, para serem utilizados na elaboração de produtos encomendados pelo
remetente e desde que devam retornar ao estabelecimento de origem no prazo de 180
(cento e oitenta) dias contados da saída efetiva; (Dec.15.154/91)
XIII - relativamente ao gado destinado a "recurso de pasto": (Dec. 20.608/98)
a) no período de 01 de outubro de 1991 a 30 de junho de 1992, nas saídas destinadas
aos Estados da Paraíba, Ceará, Alagoas, Bahia, Sergipe, Piauí e Rio Grande do
Norte, observado o disposto no § 5º; (Dec.16.614/92)
b) no período de 01 de julho de 1992 a 30 de julho de 1994, nas saídas destinadas aos
Estados da Paraíba, Ceará, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte
(Protocolo nº 20/92) e Alagoas, este a partir de 01 de abril de 1993 (Protocolo nº
05/93), observado o disposto nos §§ 5º e 6º; (Dec.16.614/92)
c) desde que ocorra o respectivo retorno ao estabelecimento de origem no prazo de até
180 (cento e oitenta) dias, prorrogável, a critério do Fisco, mediante requerimento do
interessado (Protocolos ICMS 14/94, 2/95, 22/95, 13/98, 08/99, 45/2000 e 11/2002):
(Dec. 24.682/2002)

1. por até mais 90 (noventa) dias, nas saídas destinadas aos Estados de Alagoas,
Bahia, Paraíba, Piauí e Sergipe, nos períodos de 01.10.94 a 30.09.2000 e de
30.10.2000 a 30.09.2001; (Dec. 24.682/2002)
2. por até mais 90 (noventa) dias, nas saídas destinadas aos Estados do Ceará e do
Rio Grande do Norte, nos períodos de 10.04.95 a 30.09.2000 e de 30.10.2000 a
30.09.2001; (Dec. 24.682/2002)
3. por até mais 02 (dois) períodos de até 90 (noventa) dias, nas saídas destinadas aos
Estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, no
período de 01.05.2002 a 30.04.2003; (Dec. 24.682/2002)
XIV – a partir de 01 de dezembro de 1994, na saída de mostruário de mercadoria promovida
por contribuinte inscrito no CACEPE, observando-se, a partir de 01 de agosto de 2008:
(Dec. 32.652/2008) Vejamais[mfbsc391]

a) a mercadoria deverá retornar ao estabelecimento de origem no prazo de 90 (noventa)


dias, observado o disposto no § 10, II, deste artigo e no § 23 do art. 119; (Dec.
32.652/2008)

b) o prazo previsto neste inciso poderá ser prorrogado, por igual período, a critério da
autoridade fazendária competente; (Dec. 32.652/2008)
XV – a partir de 01 de agosto de 2005, nas operações de importação de materiais, sem
cobertura cambial, destinados à manutenção e ao reparo de aeronave pertencente a
empresa autorizada a operar no transporte comercial internacional e utilizada para
estocagem no regime aduaneiro especial de depósito afiançado - DAF, administrado
pela Secretaria da Receita Federal, observando-se (Convênio ICMS 09/2005): (Dec.
28.188/2005)

a) a aplicação do disposto neste inciso depende de prévia habilitação da empresa


intereressada no DAF, junto à Secretaria da Receita Federal; (Dec. 28.188/2005)
b) a exigência do ICMS incidente na operação, com recolhimento no desembaraço
aduaneiro, ficará suspensa por período idêntico ao previsto no regime aduaneiro
especial administrado pela Secretaria da Receita Federal, no qual o contribuinte
esteja habilitado; (Dec. 28.188/2005)
c) o cancelamento da habilitação prevista na alínea "b":(Dec. 28.188/2005)
1. implica a exigência do ICMS devido, com o acréscimo de juros e de multa de mora,

Decreto nº 14.876/91
calculado a partir da data da admissão das mercadorias no regime, relativamente ao
estoque de mercadorias que não forem, no prazo de 30 (trinta) dias, contado da
data de publicação do ato de cancelamento, reexportados ou destruídos; (Dec.
28.188/2005)

2. no caso de haver eventual resíduo economicamente utilizável da respectiva


destruição, este deverá ser despachado para consumo como se tivesse sido
importado no estado em que se encontre, sujeitando-se ao pagamento do ICMS
correspondente; (Dec. 28.188/2005)
d) findo o prazo estabelecido para a permanência das mercadorias no regime: (Dec.
28.188/2005)

1. o ICMS suspenso incidente na importação, correspondente ao estoque, deverá ser


recolhido pelo beneficiário, com o acréscimo de juros e multa de mora, calculados a
partir da data de registro da correspondente declaração de admissão no regime;
(Dec. 28.188/2005)

2. na hipótese prevista nesta alínea, para efeito de cálculo do imposto devido, as


mercadorias constantes do estoque serão relacionadas às declarações de admissão
no regime, com base no critério contábil Primeiro que Entra Primeiro que Sai –
PEPS; (Dec. 28.188/2005)
e) cumpridas as condições para admissão da mercadoria ou bem no DAF e sendo a
mercadoria ou bem utilizados para o fim estabelecido no regime, a suspensão se
converterá em isenção, conforme previsto no art. 9º, CLXIV, "d";(Dec. 28.188/2005)
f) não sendo cumpridas as condições necessárias para a conversão da suspensão em
isenção do imposto, o beneficiário responde pelo ICMS devido, acréscimos e
penalidades cabíveis, inclusive em relação ao extravio, avaria ou acréscimo de
mercadorias admitidas no DAF; (Dec. 28.188/2005)
g) em relação à mercadoria ou ao bem importados sob o amparo DAF, será exigível o
ICMS, com os acréscimos legais estabelecidos na legislação, sempre que houver
cobrança, pela União, dos impostos federais, podendo haver, na hipótese de
cobrança proporcional, redução da base de cálculo, de tal forma que a carga tributária
seja equivalente àquela praticada pela União; (Dec. 28.188/2005)
§ 1º Não ocorrendo o retorno nos prazos estabelecidos neste artigo, o contribuinte deverá
recolher o imposto correspondente à operação, no prazo de recolhimento que suceder ao
período fiscal em que deveria ter havido o retorno.
§ 2º Na saída de que trata o inciso I do "caput", deverá ser lavrado termo de responsabilidade
na repartição fazendária do domicílio do remetente.
§ 3º O disposto no inciso IV do "caput" não se aplica à saída de sucata e de produtos primários
de origem animal e vegetal, salvo se a remessa e o retorno se fizerem nos termos de
protocolo celebrado entre os Estados interessados.
§ 4º O prazo de que trata o inciso X do "caput" poderá ser prorrogado por mais 90 (noventa)
dias, mediante portaria do Secretário da Fazenda, observando-se:
I - a suspensão do imposto estende-se às crias:
a) acompanhantes, em fase de lactação;
b) eventualmente geradas no período de suspensão do imposto, devendo, nesse caso,
sua quantidade ser consignada na observação referida no inciso IV, observado o
disposto no inciso V;
II - no ato da expedição da Nota Fiscal para acobertar o trânsito do gado será assinado
"Termo de Compromisso", com a seguinte destinação:
a) a 1ª via será retida pela repartição fazendária da circunscrição fiscal do produtor;
b) a 2ª via acompanhará o trânsito e será entregue à repartição da circunscrição fiscal do
destinatário, até 10 (dez) dias após o ingresso do gado no Estado destinatário;

Decreto nº 14.876/91
c) a 3ª via será entregue ao produtor para fim de controle e arquivamento;
III - a suspensão do imposto será requerida à repartição fazendária da localidade de
jurisdição do produtor;
IV - para retorno do gado ao Estado de origem, a repartição fazendária do Estado onde o
mesmo se encontra em "recurso de pasto" emitirá a respectiva Nota Fiscal, na qual fará
constar a seguinte observação: "Gado em retorno, recebido para recurso de pasto,
conforme Nota Fiscal nº _______, de ___/___/___, e a quantidade de _____ crias";
V - ultrapassado o prazo do "recurso de pasto" e não retornado o gado, caberá à repartição
fazendária dos Estados remetente e destinatário a cobrança do imposto devido e seus
acessórios;
VI - na hipótese do inciso anterior, a exigência do imposto pelos Estados remetente e
destinatário aplica-se também na ocorrência de descumprimento do disposto na alínea
"b" do inciso II, hipótese em que a repartição fazendária do Estado destinatário ficará
desobrigada de fornecimento da Nota Fiscal de retorno;
VII - ocorrendo a venda do gado no Estado destinatário, caberá à repartição fazendária de
destino exigir o respectivo pagamento do imposto e comunicar, à repartição fazendária
de origem, a referida ocorrência.
§ 5º Para efeito da suspensão referida no inciso XIII do "caput", será observado o seguinte:
(Dec. 18.477/95)

I - sua concessão será feita exclusivamente ao gado pertencente ao produtor devidamente


credenciado; (Dec.18.477/95
II - serão adotadas as normas previstas na alínea "b" do inciso I, quando houver
reciprocidade de tratamento, bem como nos incisos II, III, IV e VII, todos do parágrafo
anterior, observando-se ainda: (Dec.18.477/95)
a) na hipótese do inciso VII do parágrafo anterior, caberá ao Estado de origem a parcela
do tributo relativa à aplicação da alíquota interestadual, que será recolhida pelo
produtor na repartição fiscal do Estado onde tenha ocorrido o "recurso de pasto";
(Dec.18.477/95)

b) a base para o cálculo do imposto de que trata a alínea anterior será o valor da pauta
fiscal, não podendo ser inferior àquela estabelecida pelo Estado de destino. (Dec.
15.558/92)

III - ficam convalidados os procedimentos adotados no período de 01 a 29 de outubro de


2000, nas saídas de gado para os Estados ali referidos, bem como no seu retorno a este
Estado, com observância do disposto no mencionado inciso XIII, "c" (Protocolo ICMS
45/2000); (Dec. 23.128/2001)
IV - a convalidação de que trata o inciso anterior não autoriza restituição ou compensação
de importâncias já pagas. (Dec. 23.128/2001)
§ 6º Na hipótese do inciso XIII do "caput": (Dec. 18.477/95)
I - ultrapassando o prazo do "recurso de pasto" e não retornando o gado, caberá ao Estado
remetente a cobrança do ICMS, com base nos valores vigentes na data do encerramento
do prazo concedido; (Dec. 16.614/93)
II - o Termo de Compromisso referido no inciso II do § 4º conterá as seguintes indicações:

TERMO DE COMPROMISSO
(Suspensão do ICMS sobre saída de gado para recurso de pasto)
IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE .
NOME:
CPF: CGC:

Decreto nº 14.876/91
IDENTIDADE: PROCEDÊNCIA .
NOME DA PROPRIEDADE:
DISTRITO
MUNICÍPIO: DESTINO:
NOME DA PROPRIEDADE:
DISTRITO:
MUNICÍPIO:
QUANTIDADE:
VACAS:
CRIAS DE LACTAÇÃO:
REPRODUTORES:
O gado constante da Nota Fiscal nº......., da qual este documento, expedido em 03 (três) vias,
passa a ser parte integrante, será transferido para o local acima, devendo retornar dentro de .......
dias. Não ocorrendo o retorno dentro deste prazo, responsabilizo-me pelo recolhimento do ICMS
devido, cuja base de cálculo será o valor da operação ou o da pauta então vigente.
..............., ... de ........de l99.....
VISTO:
CHEFE DA REPARTIÇÃO FISCAL
1ª via - repartição fiscal de origem / 2ª via - repartição fiscal de destino / 3ª via - produtor. (Dec. 16.614/93)

III - relativamente ao gado cuja saída tenha sido promovida com a suspensão prevista no
mencionado inciso, serão observadas as normas referentes ao respectivo retorno, ainda
que este ocorra após o termo final de vigência da suspensão. (Dec. 24.682/2002)
§ 7º A partir de 01 de janeiro de 1998 ou das datas expressamente indicadas, relativamente às
hipóteses de suspensão previstas no "caput", quando ocorrerem operações interestaduais,
será observado o seguinte: (Dec. 20.265/97)
I - na remessa deste Estado para outra Unidade da Federação - UF, quando contemplada
com suspensão da exigência do imposto: (Dec. 20.265/97)
a) se a saída da UF de destino, em retorno a este Estado, estiver igualmente
contemplada com a suspensão, o imposto só será cobrado, se for o caso, na saída
subseqüente do estabelecimento deste Estado; (Dec. 20.265/97)
b) se a saída da UF de destino, em retorno a este Estado, não estiver contemplada com
a suspensão, será observado o seguinte: (Dec. 20.265/97)
1. a partir de 28 de setembro de 1994, conhecendo-se previamente que, na saída em
retorno da UF de destino, haverá tributação normal, a remessa deste Estado já
deverá ocorrer igualmente com tributação normal, observada a mesma carga
tributária do mencionado retorno (Decreto nº 18.048, de 11.11.94); (Dec. 20.265/97)
2. desconhecendo-se o regime de tributação na saída em retorno da UF de destino,
tendo ocorrido a operação de remessa deste Estado com suspensão e retornando a
mercadoria da outra UF com tributação normal do imposto, o contribuinte deste
Estado deverá emitir Nota Fiscal complementar, relativa ao respectivo valor do
imposto, no mesmo período fiscal em que tenha ocorrido a remessa; (Dec. 20.265/97)
3. na hipótese do item anterior, se a Nota Fiscal ali referida for emitida fora do período
fiscal, já tendo ocorrido o termo final do prazo de recolhimento do respectivo
imposto, o tributo deverá ser recolhido em DAE específico com a correspondente
multa de mora; (Dec. 20.265/97)
II - na remessa deste Estado para outra UF, quando não contemplada com suspensão da
exigência do imposto, quando a saída da outra UF, em retorno a este Estado, constituir-

Decreto nº 14.876/91
se hipótese de suspensão, o remetente deste Estado poderá promover o estorno do
respectivo débito; (Dec. 20.265/97)
III - na remessa de outra UF com destino a este Estado: (Dec. 20.265/97)
a) quando contemplada com suspensão da exigência do imposto: (Dec. 20.265/97)
1. se a saída deste Estado, em retorno à outra UF de origem, estiver também
contemplada com a suspensão, o imposto só será cobrado, se for o caso, na saída
subseqüente do estabelecimento da mencionada UF de origem; (Dec. 20.265/97)
2. se a saída deste Estado, em retorno à outra UF de origem, não estiver contemplada
com a suspensão, ainda assim a referida operação deverá ocorrer sob o mesmo
regime de suspensão da exigência do imposto; (Dec. 20.265/97)
b) quando não contemplada com suspensão da exigência do imposto, o retorno poderá
ocorrer com a mesma carga tributária que tenha sido adotada na referida operação
de remessa: (Dec. 20.265/97)
1. a partir de 01 de dezembro de 1994, relativamente às operações com mostruário de
mercadorias promovidas por contribuinte inscrito no CACEPE, conforme inciso XIV
do "caput" (Decreto nº 18.048, de 11.11.94); (Dec. 20.265/97)
2. a partir de 01 de janeiro de 1998, nos demais casos; (Dec. 20.265/97)
IV - na remessa deste Estado para outra Unidade da Federação, quando a mercadoria
destinar-se a revenda, não haverá suspensão da exigência do imposto, devendo o
retorno do saldo, se houver, ocorrer com a mesma carga tributária da mencionada
remessa. (Dec. 20.265/97)
§ 8º As disposições contidas nos §§ 5º e 6º manterão seus efeitos para regular o retorno do
gado, quando este ocorrer após o encerramento do prazo previsto no inciso XIII, “c" do
“caput”. (Dec.18.477/95)
§ 9º No que se refere à hipótese prevista no inciso IX do "caput", as operações ali indicadas, no
período de 01 de janeiro de 1995 a 31 de outubro de 1997, ficam sujeitas ao sistema normal
de tributação. (Dec. 20.265/97)
§ 10. A partir de 01 de agosto de 2008, relativamente às hipóteses de suspensão previstas nos
incisos IX e XIV do "caput", considera-se: (Dec. 32.652/2008)
I – demonstração: a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros, em
quantidade necessária para se conhecer o produto; (Dec. 32.652/2008)
II – operação com mostruário: a remessa de amostra de mercadoria, com valor comercial, a
empregado ou representante, inclusive aquela a ser utilizada em treinamentos sobre o
seu respectivo uso, observando-se: (Dec. 32.652/2008)
a) não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com
características idênticas, tais como, cor, modelo, espessura, acabamento e
numeração diferente; (Dec. 32.652/2008)
b) na hipótese de produtos formados por mais de uma unidade, tais como meias,
calçados, luvas, brincos, somente será considerado como mostruário quando
composto por apenas uma unidade das partes que o compõem; (Dec. 32.652/2008)

CAPÍTULO V
Do Diferimento

Art. 12. O diferimento do recolhimento do imposto nas operações e prestações será definido
em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica.
§ 1º Diferimento é a situação tributária através da qual, cumulativamente:
I - transfere-se para o adquirente ou tomador, conforme dispuser a legislação tributária
específica, a responsabilidade pelo imposto devido em determinada operação ou

Decreto nº 14.876/91
prestação;
II - adia-se, para outro momento, indicado na legislação tributária específica, o termo inicial
do prazo de recolhimento do imposto devido.
§ 2º O valor do imposto diferido, a cargo do contribuinte-substituto, será igual àquele que o
contribuinte originário pagaria, não fosse o diferimento.
§ 3º O imposto diferido, salvo disposição em contrário, será recolhido integralmente,
independentemente das situações supervenientes verificadas após a saída da mercadoria
ou prestação do serviço efetuado pelo estabelecimento originário.
§ 4º Interrompe o diferimento a ocorrência de qualquer fato que altere o curso da operação ou
da prestação, subordinada a este regime, antes da verificação da época fixada para
recolhimento do imposto diferido.
§ 5º Na hipótese do parágrafo anterior, a responsabilidade pelo recolhimento do imposto
diferido fica atribuída ao contribuinte em cujo estabelecimento ocorra a interrupção.
Art. 13. A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas, fica diferido o
recolhimento do imposto: (Dec.25.101/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2003)
I - na transferência de estoque de mercadorias, em virtude de fusão, incorporação e cisão
total ou parcial de empresas ou de transferência de propriedade de estabelecimento,
conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda;
II - na saída de mercadoria do estabelecimento produtor para estabelecimento de
cooperativa de que faça parte, situada neste Estado;
III - nas saídas internas de mercadoria: (Dec. 20.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.97)
a) de estabelecimento de cooperativa de produtores para estabelecimento da própria
cooperativa, de cooperativa central ou de federação de cooperativas de que a
cooperativa remetente faça parte; (Dec. 20.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.97)
b) a partir de 01 de novembro de 1997, de estabelecimento de cooperativa industrial, em
retorno ao estabelecimento industrial encomendante, relativamente ao ICMS
incidente sobre o valor agregado na operação, nos termos do art. 14, V, "a",
observando-se: (Dec. 20.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.97)
1. relativamente ao ICMS devido pelo estabelecimento industrial encomendante, o
disposto no art. 11, II, "b"; (Dec. 20.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.97)
2. se a mercadoria transitar por mais de um estabelecimento industrializador, antes de
ser entregue ao estabelecimento industrial encomendante, o disposto no art. 675;
(Dec. 20.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.97)

IV - na saída de cana-de-açúcar do estabelecimento produtor, nos termos dos arts. 411 a


442;
V - na saída de gado bovino, suíno, caprino ou ovino, nos termos dos arts. 584 a 597;
VI - na saída de triticale de produção nacional, nos termos dos arts. 631 a 637;
VII - na saída do trigo de produção nacional, nos termos dos arts. 631 a 637;
VIII - na saída interna de: (Dec. 29.887/2006) Vejamais
a) algodão em rama, bagas de mamona e sisal, nos termos dos arts. 443 a 454,
observado o disposto na alínea "b"; (Dec. 29.887/2006)
b) no período de 01 de dezembro de 2006 a 30 de novembro de 2008, algodão,
classificado nos códigos 5201.00.10, 5201.00.20 e 5203.00.00 da NBM/SH, e fios de
algodão, classificado nas posições 5205 e 5206 da NBM/SH, adquiridos diretamente
por estabelecimento industrial de fiação e tecelagem, com a finalidade de integrar o
respectivo processo produtivo; (Dec. 29.887/2006)
IX - na saída de leite destinado à industrialização, neste Estado, nos termos dos arts. 598 e
599;

Decreto nº 14.876/91
X - nas saídas internas dos seguintes produtos quando destinados à industrialização: (Dec.
20.096/97)

a) hortifrutícolas relacionados no inciso XIII do art. 9º; (Dec. 20.096/97)


b) ovos; (Dec. 20.096/97)
c) até 31 de outubro de 1997, aves e produtos resultantes de sua matança, em estado
natural, congelados ou simplesmente resfriados; (Dec. 20.096/97)
d) a partir de 01 de novembro de 1997, aqueles referidos na alínea anterior, sempre que do
respectivo processo de industrialização resultar produto deles diverso; (Dec. 20.096/97)
XI - na saída, dentro do Estado, de tomate, quando destinado à industrialização;
XII - na saída de sucata e de lingotes e tarugos de metais não-ferrosos, nos termos dos arts.
628 a 630;
XIII - na saída de mercadoria destinada a estabelecimento da mesma natureza, pertencente ao
mesmo titular, dentro do mesmo Município;
XIV - na saída de mercadoria de estabelecimento industrial para estabelecimento comercial,
pertencentes à mesma pessoa jurídica titular, dentro do mesmo município, desde que este
último estabelecimento comercialize exclusivamente os produtos de fabricação do primeiro
estabelecimento, dispensada, a partir de 01 de janeiro de 1998, esta condição relativa à
exclusividade da comercialização, quando, no que concerne ao estabelecimento comercial,
forem cumulativamente atendidas as seguintes condições: (Dec. 20.294/98 – EFEITOS A PARTIR
DE 01.01.98)

a) o valor total das saídas, promovidas pelo estabelecimento comercial, tendo como objeto
mercadorias produzidas pelo estabelecimento industrial, seja superior ao valor total das
saídas, promovidas pelo estabelecimento comercial, tendo como objeto outras
mercadorias; (Dec. 20.294/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)
b) as mercadorias não produzidas pelo estabelecimento industrial, cuja saída for promovida
pelo estabelecimento comercial, sejam acessórios necessários ao uso das mercadorias
produzidas pelo estabelecimento industrial; (Dec. 20.294/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.98)
XV - na saída de milho em grão destinado à industrialização, nos termos dos arts. 443 a 454;
XVI - na entrada de milho importado e na saída deste do estabelecimento importador,
relativamente ao produto cuja importação tenha sido contratada até 31 de dezembro de
1991: (Dec. 15.558/92)
a) até 31.12.91; (Dec. 15.558/92)
b) no período de 01.01 a 29.02.92; (Dec. 15.558/92)
XVII - na saída de substância mineral para estabelecimento industrial, neste Estado, aplicando-
se, no que couber, o disposto nos arts. 628 a 630;
XVIII – no fornecimento de energia elétrica, nas operações internas para: (Dec. 21.678/99 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.09.99)

a) as respectivas empresas de distribuição; (Dec. 21.678/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.09.99)


b) os estabelecimentos industriais: (Dec. 21.678/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.09.99)
1. até 31 de agosto de 1999, independentemente do nível de consumo; (Dec. 21.678/99 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.09.99)

2. no período de 01 de setembro de 1999 a 31 de janeiro de 2001, cujo nível de


consumo mensal seja superior a 50.000 (cinqüenta mil) quilowatts-hora; (Dec.
22.971/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.02.2001) (14)

c) as respectivas empresas de distribuição, até 31.12.2017, quando o fornecimento for


efetuado por usina termoelétrica, observado o disposto no § 8º, IV; (Dec. 24.705/2002 –
RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.03.2002)

XIX - a partir de 01 de setembro de 1989, na saída de açúcar, melaço, mel rico e álcool para
empresa comercial exportadora, inclusive "trading company", situada neste Estado;

Decreto nº 14.876/91
XX – relativamente às operações a seguir indicadas: (Dec. 22.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE
01.04.2000)

a) na saída, dentro do Estado, de matéria-prima e produtos intermediários para ser


empregados na fabricação dos seguintes produtos, quando destinados à exportação
para o exterior: (Dec. 22.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.04.2000)
1. no período de 01 de julho de 1990 a 31 de dezembro de 1993: baterias; (Dec.
22.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.04.2000)

2. a partir de 01 de janeiro de 1994: baterias e grupos geradores; (Dec. 22.133/2000 –


EFEITOS A PARTIR DE 01.04.2000)

b) a partir de 01 de abril de 2000, na importação de célula selada para bateria,


classificada no código NBM/SH 8507.90.90, realizada diretamente pelo respectivo
estabelecimento industrial, desde que destinada à fabricação de bateria para
telecomunicação; (Dec. 22.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.04.2000)
XXI - na subcontratação de serviço de transporte intermunicipal e interestadual, desde que as
partes contratantes situem-se neste Estado;
XXII - REVOGADO a partir de 01 de janeiro de 1992; (Dec. 15.612/92)
XXIII - nas operações internas e de importação de máquinas, aparelhos e equipamentos,
excluídos, em qualquer hipótese, os relacionados com as atividades administrativas do
adquirente, nestes incluídos os meios de transporte que trafeguem fora do estabelecimento,
observados os §§ 8º e 9º: (Dec. 21.997/2000 –EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2000))
a) no período de 01 de fevereiro de 1992 a 31 de maio de 1994, quando destinados a
integralizar o ativo fixo de estabelecimento industrial adquirente; (Dec. 17.937/94)
b) no período de 01 de junho a 30 de setembro de 1994, quando destinados a integralizar o
ativo fixo do estabelecimento adquirente industrial, agropecuário e de empresa de
serviço de diversão pública; (Dec. 17.937/94)
c) no período de 01 de outubro de 1994 a 31 de outubro de 1997, quando destinados a
integralizar o ativo fixo do estabelecimento adquirente industrial, produtor e de empresa
de serviço de diversão pública; (Dec. 20.147/97)
d) quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento adquirente: (Dec.
24.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.2002)

1. a partir de 01.11.97, industrial, produtor, de empresa de serviço de diversão pública e


de concessionária de serviço de telecomunicação por telefonia móvel celular; (Dec.
24.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.2002)

2. a partir de 01.01.2000, de empresa prestadora de serviço de movimentação de cargas


nos portos deste Estado; (Dec. 24.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.2002)
3. a partir de 01.05.2002, de empresa relacionada no Anexo 30 que possua concessão
ou autorização para prestar serviço de telecomunicação por telefonia móvel; (Dec.
24.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.2002)

e) no período de 01.03.2002 a 31.12.2017, quando destinados a integrar o ativo fixo de


usina termoelétrica; (Dec. 24.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.03.2002)
XXIV - no período de 01 de dezembro de 1992 a 30 de novembro de 1998, nas operações de
transferência de combustíveis e lubrificantes, quando o estabelecimento destinatário
promover saídas exclusivamente para embarcação ou aeronave; (Dec. 21.094/98)
XXV - nas operações internas e interestaduais, realizadas no período de 01 de janeiro a 31 de
dezembro de 1993, e nas operações de importação do exterior, realizadas no período de 01
de fevereiro a 31 de dezembro de 1993, por contribuinte enquadrado como empresa de
base tecnológica, observado o disposto no parágrafo 10; (Dec. 16.718/93)
XXVI - na importação dos seguintes produtos, nos períodos respectivamente indicados,
observado o disposto no § 11: (Dec.29.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.11.2006) Vejamais
a) no período de 01 de fevereiro de 1993 a 30 de junho de 1999, Gás Liquefeito de Petróleo

Decreto nº 14.876/91
- GLP, quando a importação for realizada por distribuidor desse produto; (Dec. 21.532/99 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.07.99)

b) quando a importação for realizada por base de refinaria de petróleo localizada neste
Estado: (Dec.29.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.11.2006) Vejamais
1. no período de 01 de julho de 1999 a 31 de dezembro de 2002, combustíveis derivados
de petróleo; (Dec.29.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.11.2006)
2. a partir de 15 de novembro de 2006, os seguintes produtos classificados nas
respectivas posições da NBM/SH: (Dec.29.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.11.2006)
2.1. propano liquefeito em bruto - 2711.12.10; (Dec.29.851/2006 – REPUBLICADO DOE
28.11.2006)

2.2. outro propano liquefeito - 2711.12.90; (Dec.29.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.11.2006)


2.3. butano liquefeito - 2711.13.00; (Dec.29.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.11.2006)
2.4. gás liquefeito de petróleo (GLP) - 2711.19.10; (Dec.29.851/2006 – REPUBLICADO DOE
28.11.2006)

XXVII - nas operações de importação do exterior, respeitado o disposto no § 12: (Dec. 17.391/94)
a) por estabelecimento industrial, para a fabricação de seus produtos: (Dec. 17.391/94)
1. de algodão em pluma, no período de 15 de abril de 1993 a 30 de junho de 1995, e a
partir de 01 de maio de 1997; (Dec. 19.794/97)
2. de desperdícios de algodão: (Dec. 22.761/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.2000)
2.1. classificados no código NBM/SH 5202, no período de 10 de janeiro de 1994 a 30
de junho de 1995; (Dec. 22.761/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.2000)
2.2. classificados no código NBM/SH 5202.99.00, a partir de 01 de novembro de 2000;
(Dec. 22.761/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.2000)

3. de algodão em rama e em caroço, no período de 01 de abril de 1994 a 30 de junho de


1995; (Dec. 17.391/94)
4. de fibra de linho, a partir de 01 de maio de 1997; (Dec. 19.794/97)
b) por estabelecimento comercial, de algodão em pluma, em rama e em caroço, no período
de 01 de abril de 1994 a 30 de junho de 1995; (Dec. 17.391/94)
c) por estabelecimento comercial, de algodão em rama e em pluma, no período de 01 de
janeiro de 1995 a 30 de abril de 1997, quando observadas as seguintes condições
(Decreto nº 18.308/94): (Dec. 19.794/97)
1. que o estabelecimento comercial seja constituído como subsidiário integral de
estabelecimento industrial controlador; (Dec. 19.794/97)
2. que o algodão importado seja fornecido exclusivamente para o estabelecimento
industrial de que trata o item anterior; (Dec. 19.794/97)
3. que os estabelecimentos envolvidos na operação sejam inscritos no CACEPE; (Dec.
19.794/97)

4. que seja observada, como termo inicial do prazo para recolhimento do imposto
diferido, a saída dos produtos derivados do algodão, promovida pelo estabelecimento
industrial; (Dec. 19.794/97)
XXVIII - a partir de 01 de maio de 1993, nas operações internas, inclusive de importação do
exterior, de aparelhos, máquinas, equipamentos e instrumentos médico-hospitalares,
radiológicos ou técnico-científico laboratoriais, sem similar nacional, realizadas diretamente
por hospitais, laboratórios, clínicas, bancos de sangue e demais estabelecimentos
congêneres referidos nos itens 2 e 3 do Anexo 1, com destino à integralização ao respectivo
ativo fixo, observado, no que couber, o disposto nos §§ 8º e 9º; (Dec. 16.642/93)
XXIX - a partir de 01 de maio de 1993, nas operações de importação do exterior de peças e
componentes, realizadas diretamente pelo estabelecimento industrial, para utilização no

Decreto nº 14.876/91
processo produtivo de bicicletas, triciclos e motonetas, bem como respectivas correntes,
respeitado o disposto no § 13; (Dec.16.654/93)
XXX - nas operações internas e interestaduais, realizadas no período de 01 de janeiro a 31 de
dezembro de 1994, e nas operações de importação do exterior, realizadas no mesmo
período, por contribuinte enquadrado como empresa de base tecnológica, observado o
disposto no § 14; (Dec. 17.669/94)
XXXI - nos períodos de 28 de março de 1994 a 31 de março de 2001 e de 01 de abril de 2001
a 31 de dezembro de 2003, na importação de matérias-primas, insumos e produtos
intermediários destinados à utilização no processo produtivo do importador, quando este for
indústria do setor automobilístico ou de fabricação de bens de capital; (Dec.25.303/2003)
XXXII - no período de 01 de abril a 31 de dezembro de 1994,na entrada, neste Estado, de gado
bovino fêmeo; (Dec. 17.906/94 - NÚMERO DO INC. RETIFICADO DE XXVII PARA XXXII, NO DOE DE
01.10.94)

XXXIII - a partir de 01 de abril de 1994, na importação de chumbo destinado ao processo de


fabricação do importador; (Dec. 17.473/94)
XXXIV - a partir de 01 de novembro de 1994, na saída interna de castanha de caju "in-natura",
observadas, no que couber, as normas do "caput" do art. 628 e do seu § 3º, I e II; (Dec.
18.060/94)

XXXV - no período de 19.07.95 a 31.12.2002, nas operações com mercadorias doadas pelo
Programa Mundial de Alimentos-PMA, destinadas ao Programa Comunidade Solidária, para
fins de distribuição gratuita ou comercialização por intermédio da CONAB (Convênios ICMS
63/95, 102/96, 05/99 e 10/2001); (Dec. 23.721/2001)
XXXVI - na importação dos seguintes produtos classificados nos respectivos códigos NBM/SH:
(Dec. 21.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.99)

a) a partir de 01 de junho de 1997: (Dec. 21.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.99)


1. placa porcelâmica e artefato de granito artificial para uso em revestimento de piso -
NBM/SH 6810.19.00; (Dec. 21.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.99)
2. material abrasivo para polir - NBM/SH 6805.30.90; (Dec. 21.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE
01.10.99)

3. matéria diamantificada industrial - NBM/SH 8202.99.90; (Dec. 21.966/99 – EFEITOS A


PARTIR DE 01.10.99)

b) a partir de 01 de outubro de 1999: (Dec. 21.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.99)


1. aglomerados com resina - NBM/SH 6804.22.11; (Dec. 21.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE
01.10.99)

2. material diamantificado sintético em forma de disco - NBM/SH 6804.21.90; (Dec.


21.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.99)

3. ornamento de cerâmica para revestimento – NBM/SH 6905.90.00; (Dec. 21.966/99 –


EFEITOS A PARTIR DE 01.10.99)

c) a partir de 01 de agosto de 2008: (Dec. 32.137/2008)


1. placa porcelâmica não vidrada nem esmaltada - NBM/SH 6907.90.00; (Dec. 32.137/2008)
2. placa porcelâmica vidrada ou esmaltada - NBM/SH 6908.90.00; (Dec. 32.137/2008)
XXXVII - nas seguintes operações e condições, relativamente aos produtos elencados no art.
9º, CIV, devendo o ICMS diferido ser recolhido juntamente com aquele incidente sobre a
saída subseqüente: (Dec. 23.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.04.2001)
a) atendidas as condições previstas no mencionado art. 9º, CIV: (Dec. 24.494/2002 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.07.2002)

1. no período de 01.10.97 a 31.12.97, nas operações internas e sendo a referida saída


subseqüente aquela promovida pelo produtor adquirente (Convênio ICMS 100/97);
(Dec. 24.494/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.07.2002)

Decreto nº 14.876/91
2. a partir de 01.07.2002, nas operações de importação; (Dec. 24.494/2002 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.07.2002)

b) a partir de 01 de abril de 2001, nas operações de importação, na hipótese de se tratar de


adubos simples ou compostos e fertilizantes, sendo a referida saída subseqüente aquela
promovida pelo importador; (Dec. 23.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.04.2001)
c) nas hipóteses previstas nas alíneas anteriores, nas condições ali indicadas e observando-
se ainda: (Dec. 23.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.04.2001)
1. relativamente à saída tributada, o ICMS diferido já se encontra incluído no valor do
imposto normal; (Dec. 23.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.04.2001)
2. relativamente à saída não tributada, bem como na impossibilidade de ocorrer a saída
dos produtos mencionados, fica dispensado o recolhimento do ICMS diferido. (Dec.
23.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.04.2001)

XXXVIII - a partir de 01 de novembro de 1997, na importação de matérias-primas, insumos e


produtos intermediários destinados ao processo de fabricação, pelo importador, de aparelho
de telefone celular, desde que: (Dec. 20.147/97)
a) o mencionado importador seja estabelecimento industrial de empresa concessionária de
serviço de telecomunicação por telefonia móvel celular; (Dec. 20.147/97)
b) a base de cálculo do imposto, na saída do produto, não seja inferior ao valor do
respectivo custo; (Dec. 20.147/97)
XXXIX - na importação, realizada diretamente por estabelecimento industrial para utilização no
seu processo produtivo de .freezers., dos seguintes produtos, classificados nos
correspondentes códigos da NBM/SH, bem como, no período de 01 de agosto de 2009 a
31 de março de 2010, daqueles relacionados no Anexo 64, no valor resultante da
aplicação dos percentuais respectivamente indicados sobre o montante do ICMS
incidente na operação: (Dec.33.712/2009) Vejamais[mfbsc395] Vejamais

PERCENTUAL
PRODUTO NBM/SH PERÍODO DE VIGÊNCIA
DO ICMS
a partir de 01.12.1997 (Dec.
a) tampa de vidro 7007.29.00 100%
30.094/2006) Vejamais
a partir de 01.12.1997 (Dec.
b) compressor 8414.30.19 100%
30.094/2006) Vejamais
a partir de 01.12.1997 (Dec.
c) tubo oco galvanizado 7306.90.90 100%
30.094/2006) Vejamais
a partir de 01.12.1997 (Dec.
d) perfil de alumínio 7604.29.20 100%
30.094/2006) Vejamais
a partir de 01.12.1997(Dec.
e) chapa metálica 7314.50.00 100%
30.094/2006) Vejamais
a partir de 01.12.1997(Dec.
f) microventilador 8414.59.10 100%
30.094/2006) Vejamais
g) outras partes de a partir de 01.12.1997) (Dec.
8418.99.00 100%
refrigerador e congelador 30.094/2006) Vejamais
h) tubos de cobre não no período de 01.01.2007 a
7411.10.10 75%
aletados nem ranhurados 31.12.2008 (Dec. 30.094/2006)
no período de 01.01.2007 a
i) rodízios 8302.20.00 75%
31.12.2008 (Dec. 30.094/2006)
no período de 01.01.2007 a
j) partes de microventiladores 8414.90.20 75%
31.12.2008 (Dec. 30.094/2006)
no período de 01.01.2007 a
k) isocianato 3909.30.20 75%
31.12.2008 (Dec. 30.094/2006)

Decreto nº 14.876/91
l) laminados planos de ferro
no período de 01.01.2007 a
de largura igual ou superior 7210.70.10 75%
31.12.2008 (Dec. 30.094/2006)
a 600 mm, pintados
m) laminados planos de ferro
no período de 01.01.2007 a
de largura inferior a 600 7212.30.00 75%
31.12.2008 (Dec. 30.094/2006)
mm, galvanizados
no período de 01.01.2007 a
n) compressor 8414.30.11 75%
31.12.2008 (Dec. 30.094/2006)
XL - na importação, por estabelecimento industrial, dos produtos relacionados no Anexo 36,
classificados conforme códigos da NBM/SH, observados os períodos de vigência constantes
do mencionado Anexo, desde que destinados à fabricação, pelo importador, de ácido
tereftálico e de polímero ou fibra de poliéster, bem como, a partir de 01 de novembro de
2005, de paraxileno, de filamento de poliéster e de polímero de polietileno tereftalato - PET;
(Dec. 28.514/2005) Vejamais

XLI - na importação das seguintes matérias-primas destinadas à fabricação de baterias


automotivas: (Dec. 30.110/2006) Vejamais

PRODUTO NBM/SH PERÍODO DE VIGÊNCIA


a partir de 01.05.1998
a) Liga cálcio/ alumínio 2805.12.00
(Dec. 30.110/2006) Vejamais
b) Polipropileno sem carga em forma a partir de 01.05.1998
3902.10.20
primária (Dec. 30.110/2006) Vejamais
a partir de 01.05.1998
c) Prata 7106.91.00
(Dec. 30.110/2006) Vejamais
a partir de 01.05.1998
d) Outras formas brutas de chumbo refinado 7801.10.90
(Dec. 30.110/2006) Vejamais
a partir de 01.05.1998
e) Chumbo com antimônio 7801.91.00
(Dec. 30.110/2006) Vejamais
8507.90.10
(01.05.1998 a
Separadores para acumuladores 27.12.2006) (Dec. ........................................
elétricos; 30.849/2007)
Vejamais
Vejamais
f) 3920.10.91
3920.10.99
Lâminas ou folhas de polímero de (a partir de .......................................
etileno; (Dec. 30.849/2007) 28.12.2006)
(Dec.
30.849/2007)
g) Recipientes para acumuladores elétricos a partir de 01.05.1998
8507.90.20
de plástico, suas tampas e tampões (Dec. 30.110/2006) Vejamais
h) Desperdício e resíduo de acumuladores a partir de 01.05.1998
8548.10.10
elétricos (Dec. 30.110/2006) Vejamais
a partir de 01.08.2005
i) Chumbo eletrolítico em lingotes 7801.10.11
(Dec. 30.110/2006)
j) Outros chumbos contendo antimônia como
a partir de 01.08.2005
segundo elemento predominante em 7801.99.00
(Dec. 30.110/2006)
peso

XLII - na importação de milho, realizada diretamente por estabelecimento industrial, desde que

Decreto nº 14.876/91
destinado, pelo importador, à fabricação neste Estado de: (Dec. 27.665/2005) Vejamais
a) amido, xaropes de glicose e maltose, glucose e seus subprodutos: (Dec. 27.665/2005)
Vejamais

1. nos períodos de 01 de maio de 1998 a 31 de março de 2003, no valor total do ICMS


incidente sobre a respectiva importação; (Dec. 27.665/2005)
2. no período de 01 de abril a 31 de dezembro de 2003, no valor resultante da aplicação
de 75% (setenta e cinco por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a
respectiva importação; (Dec. 27.665/2005) Vejamais
b) pipoca para microondas classificada no código NBM/SH 1005.90.90, no valor resultante
da aplicação de 75% (setenta e cinco por cento) sobre o montante do imposto incidente
sobre a respectiva importação, tendo o correspondente milho importado a mesma
classificação, com vigência no período de 01 de março de 2005 a 28 de fevereiro de
2007; (Dec. 27.665/2005)
XLIII - no período de 01 de junho a 31 de agosto de 1998, nas operações de importação do
exterior de leite em pó, observando-se que o recolhimento do imposto diferido deverá
ocorrer: (Dec. 20.750/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.98)
a) até o 4º (quarto) período fiscal subseqüente ao da importação, independentemente de a
saída subseqüente do produto estar ou não sujeita ao pagamento do tributo, observada,
no mencionado período fiscal, a data-limite prevista para o referido contribuinte; (Dec.
20.750/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.98)

b) mediante Documento de Arrecadação Estadual - DAE específico. (Dec. 20.750/98 – EFEITOS


A PARTIR DE 01.06.98)

XLIV - a partir de 01 de junho de 1998, na importação do exterior de aparelhos, máquinas,


equipamentos e instrumentos médico-hospitalares ou técnico-científicos laboratoriais, com
similar nacional, realizada diretamente por órgãos e entidades da administração pública
estadual ou federal, observando-se : (Dec. 20.749/98 – EFEITOS DE 01.06.98 A 31.03.99)
a) estende-se o diferimento aos casos em que a importação decorra de doação do bem;
(Dec. 20.749/98 – EFEITOS DE 01.06.98 A 31.03.99)
b) o diferimento somente se aplica na hipótese de as mercadorias se destinarem a
atividades de ensino, pesquisa ou prestação de serviços médico-hospitalares; (Dec.
20.749/98 – EFEITOS DE 01.06.98 A 31.03.99)

c) comprovação de destinação diversa do bem obriga o contribuinte ao recolhimento do


imposto diferido, acrescido de juros e atualização monetária, sem prejuízo das
penalidades cabíveis. (Dec. 20.749/98 – EFEITOS DE 01.06.98 A 31.03.99)
XLV - a partir de 01 de agosto de 1998, na importação de polipropileno, classificado no código
NBM/SH 3902.10, realizada diretamente por estabelecimento industrial, para utilização no
processo produtivo de saco para embalagem e tecido. (Dec. 20.881/98 – EFEITOS A PARTIR DE
01.08.98)

XLVI – REVOGADO. (Dec. 21.120/98)


XLVII - no período de 01 de março a 30 de junho de 1999, na importação de produtos,
classificados nos códigos NBM/SH 8302.20.00 e 8302.42.00, realizada diretamente por
estabelecimento industrial, para utilização na fabricação de corrediças para móveis; (Dec.
21.423/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.99)

XLVIII - na importação, realizada diretamente por estabelecimento industrial, dos seguintes


produtos, classificados nos respectivos códigos da NBM/SH, para utilização no
correspondente processo produtivo de detergente em pó, glicerina, fralda descartável,
sabão em barra amarelo e, a partir de 01 de outubro de 1999, de sabão em barra azul e
sabão em barra translúcido: (Dec. 28.871/2006) Vejamais
a) no período de 01 de maio de 1999 a 30 de junho de 2000 e a partir de 01 de julho de
2000: (Dec. 21.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.99)
1. sulfato de sódio anidro - NBM/SH 2833.11.10; (Dec. 21.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE

Decreto nº 14.876/91
01.10.99)

2. tripolifosfato de sódio - STPP - NBM/SH 2835.31.00 ou 2835.31.10 e 2835.31.90; (Dec.


29.607/2006) Vejamais

3. carbonato dissódico anidro - NBM/SH 2836.20.10; (Dec. 21.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE


01.10.99)

4. poliacrilato de sódio - NBM/SH 3906.90.44; (Dec. 21.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.99)


5. pasta química de madeira ao sulfato - NBM/SH 4703.21.00; (Dec. 21.742/99 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.10.99)

b) a partir de 01 de outubro de 1999, sebo bovino – NBM/SH 1502.00.11 e 1502.00.12; (Dec.


22.017/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.99)

c)a partir de 01.10.2001, na falta do produto mencionado na alínea anterior, óleo de


estearina - NBM/SH 1503.00.00; (Dec. 23.667/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.2001)
d) nos períodos de 01 de março de 2002 a 31 de março de 2003 e de 01 de fevereiro de
2006 a 31 de dezembro de 2009, hidróxido de sódio (soda cáustica) - NBM/SH
2815.11.00; (Dec. 32.015/2008) Vejamais[mfbsc420] Vejamais
XLIX - na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial de bebida alcoólica,
para utilização no seu processo produtivo, em unidade de fabricação instalada neste
Estado, dos seguintes produtos classificados nos respectivos códigos NBM/SH, nos
períodos de 01 de julho de 1999 a 31 de março de 2003 e de 01 de julho de 2003 a 31 de
março de 2012, no valor total do ICMS incidente sobre a respectiva importação, e no
período de 01 de abril a 30 de junho de 2003, no valor resultante da aplicação de 75%
(setenta e cinco por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva
importação: (Dec. 34.691/2010) Vejamais[mfbsc422] Vejamais[mfbsc423] Vejamais
a) destilado alcóolico chamado uísque de malte "Malt Whisky" - NBM/SH 2208.10.0101;
(Dec. 21.499/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.99)

b) destilado alcóolico chamado uísque de cereais "Grain Whisky" - NBM/SH 2208.100102;


(Dec. 21.499/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.99)

c) outras preparações próprias para elaboração de uísque - NBM/SH 2208.10.0199; (Dec.


21.499/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.99)

d) álcool etílico para fabricação de run - NBM/SH 2208.90.0100; (Dec. 21.499/99 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.06.99)

L - na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial, dos seguintes produtos


classificados nos respectivos códigos da NBM/SH, desde que destinados à fabricação,
neste Estado, de arroz beneficiado branco, parboilizado ou integral: (Dec. 21.902/99 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.12.99)

a) a partir de 01 de maio de 1999: (Dec. 21.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.99)


1. arroz com casca - NBM/SH 1006.10.91 e 1006.10.92; (Dec. 21.902/99 – EFEITOS A PARTIR
DE 01.12.99)

2. arroz descascado não parboilizado (não estufado) - NBM/SH 1006.20.20; (Dec. 21.902/99
– EFEITOS A PARTIR DE 01.12.99)

3. arroz parboilizado, semibranqueado, não glaceado - NBM/SH 1006.30.19; (Dec.


21.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.99)

4. arroz não parboilizado, semibranqueado, não glaceado - NBM/SH 1006.30.29; (Dec.


21.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.99)

b) a partir de 01 de dezembro de 1999, arroz quebrado (trinca de arroz) - NBM/SH


1006.40.00; (Dec. 21.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.99)
c) a partir de 01 de outubro de 2005, arroz parboilizado descascado - NBM/SH 1006.20.10;
(Dec. 28.367/2005)

LI – até 31 de julho de 2005, a partir das datas indicadas no Anexo 32 na importação, realizada
diretamente por estabelecimento industrial, dos produtos relacionados no mencionado
Anexo, classificados conforme códigos da NBM/SH, para utilização no processo produtivo

Decreto nº 14.876/91
do importador; (Dec. 25.779/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.09.2003)

LII - na importação de meias e artefatos semelhantes, classificados nos códigos da NBM/SH


6115.11.00, 6115.12.00, 6115.19.20, 6115.20.10 e 6115.20.90, para o último dia do 2º
(segundo) mês subseqüente ao da saída do produto do estabelecimento importador,
observando-se: (Dec. 22.113/2000)
a) relativamente às operações realizadas até o período fiscal de dezembro de 1999, o
recolhimento do respectivo imposto será efetuado juntamente com o ICMS normal; (Dec.
22.113/2000)

b) relativamente às operações realizadas nos períodos fiscais de janeiro e fevereiro de


2000, o recolhimento do imposto será efetuado mediante Documento de Arrecadação
Estadual – DAE específico; (Dec. 22.113/2000)
c) relativamente às operações realizadas a partir do período fiscal de março de 2000, o
recolhimento do imposto será efetuado na forma da alínea "a", desde que os produtos
importados se destinem ao processo de transformação industrial; (Dec. 22.113/2000)
LIII – na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial, dos seguintes
produtos, classificados nos respectivos códigos da NBM/SH, desde que destinados à
fabricação, pelo importador, neste Estado, de óleo de soja e gordura vegetal de soja,
observado o disposto no § 18: (Dec. 22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)
a) a partir de 01 de julho de 1999: (Dec. 22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)

Produto NBM/SH

1. óleo bruto de soja 1507.10.00


(Dec. 22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)

2. até 31 de maio de 2000, óleo 1511.10.00


bruto de dendê (Dec. 22.439/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2000)

3. óleo bruto de girassol 1512.11.10


(Dec. 22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)

4. óleo bruto de algodão 1512.21.00


(Dec. 22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)

5. óleo bruto de palmiste 1513.21.10


(Dec. 22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)

6. rótulos 3920.20.19
(Dec. 22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)

7. tampas 3923.50.00
(Dec. 22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)

b) a partir de 01 de março de 2000: (Dec. 22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)


Produto NBM/SH

1. terra ativada 3802.90.40


(Dec. 22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)

2. catalisador (substância ativa: 3815.11.00


níquel) (Dec. 22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)

c) a partir de 01 de junho de 2000, óleo refinado de palma - NBM/SH 1511.90.00; (Dec.


22.439/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2000)

LIV – a partir de 01 de janeiro de 2000, na saída interna de couro e pele, em estado fresco,
salmourado ou salgado, bem como dos demais produtos não-comestíveis resultantes do
abate do gado, observado o disposto nos §§ 19 e 20, para o momento: (Dec. 22.016/2000)
a) da saída, do estabelecimento industrial, do produto resultante da industrialização; (Dec.
21.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2000)

Decreto nº 14.876/91
b) da saída para outra Unidade da Federação; (Dec. 21.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2000)
c) da saída para consumidor final; (Dec. 21.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2000)
d) da saída para o exterior; (Dec. 21.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2000)
LV – a partir de 01 de dezembro de 1999, na importação, realizada diretamente por
estabelecimento industrial, das mercadorias relacionadas no Anexo 33, classificadas
conforme códigos da NBM/SH, para utilização no respectivo processo produtivo dos
seguintes produtos: (Dec. 21.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.99)
a) lâmpadas automotivas – NBM/SH 8539.21.10; (Dec. 21.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.99)
b) canhões eletrônicos – NBM/SH 8540.91.90; (Dec. 21.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.99)
c) tubos de descargas – NBM/SH 8539.90.90; (Dec. 21.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.99)
d) resistores de fio – NBM/SH 8533.21.10; (Dec. 21.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.99)
e) resistores de filme – NBM/SH 8533.21.90; (Dec. 21.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.99)
LVI – na importação dos produtos a seguir relacionados, observada a classificação nos
respectivos códigos NBM/SH, quando destinados à utilização no processo produtivo do
fabricante de latas e tampas para bebidas carbonatadas, desde que a importação seja
realizada diretamente pelo mencionado fabricante: (Dec. 24.665/2002 – EFEITOS A PARTIR DE
01.09.2002)

a) a partir de 01 de março de 2000, no valor total do ICMS incidente sobre a respectiva


importação: (Dec. 27.339/2004) Vejamais
1. chapas de ligas de alumínio – NBM/SH 7606.12.10; (Dec. 24.665/2002 – EFEITOS A PARTIR
DE 01.09.2002)

2. outras chapas e tiras de alumínio: (Dec. 27.339/2004) Vejamais


2.1. até 31 de outubro de 2004: NBM/SH 7606.92.00; (Dec. 27.339/2004)
2.2. a partir de 01 de novembro de 2004: NBM/SH 7606.12.90; (Dec. 27.339/2004)
b) no período de 01.09.2002 a 31.08.2003, lingotes - NBM/SH 7601.10.00, no valor
resultante da aplicação de 90% (noventa por cento) sobre o montante do imposto
incidente sobre a respectiva importação, observando-se: (Dec. 24.665/2002 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.09.2002)

1. a partir de 01.03.2003, a continuidade do benefício fica condicionada, ao resultado da


avaliação a ser efetuada pela Coordenadoria Geral de Benefícios Fiscais e Relações
com Municípios - CBM da Secretaria da Fazenda, relativamente à manutenção do
nível de arrecadação do ICMS proporcionalmente ao faturamento das empresas
beneficiárias; (Dec. 24.665/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.09.2002)
2. a avaliação prevista no item anterior deverá ocorrer até 28.02.2003. (Dec. 24.665/2002 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.09.2002)

LVII - no período de 01 de maio a 30 de setembro de 2000 e a partir de 01 de outubro de 2000,


na importação de partes e acessórios para motocicleta, classificados no código NBM/SH
8714.19.00, realizada diretamente por estabelecimento industrial, para utilização no seu
processo produtivo; (Dec. 22.721/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.2000)
LVIII – a partir de 01 de maio de 2000, na importação, realizada diretamente por
estabelecimento industrial, das seguintes matérias-primas classificadas nos respectivos
códigos NBM/SH, para utilização no seu processo produtivo de embalagens: (Dec. 22.247/2000
– EFEITOS A PARTIR DE 01.05.2000)

a) polietileno - NBM/SH 3901.10.92 e 3901.20.29; (Dec. 22.247/2000 – EFEITOS A PARTIR DE


01.05.2000)

b) polipropileno - NBM/SH 3902.10.20; (Dec. 22.247/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.2000)


c) pigmentos tipo rutilo - NBM/SH 3206.11.11 e 3206.11.19; (Dec. 22.247/2000 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.05.2000)

Decreto nº 14.876/91
LIX – a partir de 01 de janeiro de 2001, no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por
cento) do ICMS devido na importação de rodas brutas de alumínio, classificadas no código
NBM/SH 8708.70.90, realizada diretamente por estabelecimento industrial, para fabricação
de rodas de alumínio; (Dec. 22.938/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2001)
LX – no período de 01 de janeiro de 2001 a 31 de agosto de 2003, no valor correspondente a
75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação de molas, classificadas no
código NBM/SH 7320.90.00, realizada diretamente por estabelecimento industrial, para
utilização no respectivo processo de fabricação de cadeados e fechaduras; (Dec. 25.779/2003 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.09.2003)

LXI - a partir de 01.01.2001, na importação dos seguintes produtos, não acabados, semi-
manufaturados, destinados à industrialização final, com corte e costura de acabamento,
pelo importador industrial localizado neste Estado: (Dec.23.580/2001 –EFEITOS A PARTIR DE
01.07.2001)

PRODUTO NBM/SH
calcinhas de malha de fibras sintéticas ou artificiais
6108.22.00
(Dec. 22.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2001)
outros vestuários de malha de fibras sintéticas ou artificiais
6114.30.00
(Dec. 22.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2001)
sutiãs e "bustiers" de fibras sintéticas ou artificiais
6212.10.00
(Dec. 22.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2001)
camisas, camisetas e camisolas de malha, de matéria têxtil diversa do algodão
6109.90.00
(Dec. 22.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2001)
linhas para costura de filamentos sintéticos ou artificiais acondicionadas para
5401.10.12
venda a retalho (Dec. 22.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2001)
etiquetas, emblemas e artefatos semelhantes, não bordados, de tecido
5807.10.00.
(Dec. 22.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2001)
LXII - na importação dos produtos discriminados a seguir, nos correspondentes percentuais do
valor do ICMS devido na mencionada operação, realizada diretamente por estabelecimento
industrial, para utilização no processo produtivo dos produtos respectivamente indicados:
(Dec. 34.582/2010) Vejamais[mfbsc427] Vejamais[mfbsc428] Vejamais Vejamais2 Vejamais3

% DO
ICMS PRODUTO
PRODUTO IMPORTADO /
PERÍODO FABRICADO /
CÓDIGO DA NBM/SH DIFE- CÓDIGO DA NBM/SH
RIDO
de 01.04.2001 a 31.05.2002 e
de 01.09.2002 a
31.03.2012(Dec. 34.582/2010) 75% perfil plástico
Vejamais[mfbsc432]

tubos prediais para infra-


de 01.03.2005 a 28.02.2007 e estrutura 3917.23.00
a) policloreto de vinila 3904.10.10 de 01.06.2007 a tubos geomecânicos
31.03.2012(Dec. 8421.21.00
34.582/2010)Vejamais 75%
tubos de irrigação -
[mfbsc433] 8424.81.29
composto de PVC -
3904.22.00
filme de PVC extensível
de 01.01.2009 a 31.12.2010 50%
3920.43.90
b) plastificantes de sais e ésteres - filme de PVC extensível
de 01.01.2009 a 31.12.2010 50%
2917.12.20 3920.43.90
c) plastificantes compostos para filme de PVC extensível
de 01.01.2009 a 31.12.2010 50%
borracha e plástico 3812.20.00 3920.43.90
d) outras preparações filme de PVC extensível
de 01.01.2009 a 31.12.2010 50%
antioxidantes e outros 3920.43.90

Decreto nº 14.876/91
estabilizantes e compostos para
plástico 3812.30.29

LXIII – a partir de 01 de maio de 2001, no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por
cento) do ICMS incidente na importação de polipropileno termoplástico (PROLEN) e
composto de polipropileno com master branco, classificados no código NBM/SH 3902.10.20
e 9403.70.00, respectivamente, quando a referida importação for realizada diretamente por
estabelecimento industrial que utilize os mencionados produtos como matéria-prima no
processo de fabricação de: (Dec. 23.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.2001)

Produto Código NBM/SH


(Dec. 23.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.2001)

a) cadeira de plástico 9401.80.00;


(Dec. 23.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.2001)

b) mesa de plástico 9403.70.00.


(Dec. 23.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.2001)
LXIV - no período de 01.06.2001 a 31.12.2017, na saída interna e na importação de gás natural
com destino a usina termoelétrica para a produção de energia elétrica, observando-se,
quanto ao referido imposto diferido, o que determina o § 8º, IV, e ainda: (Dec. 24.705/2002 –
RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.03.2002)

a) será recolhido, observando-se o disposto no § 8º, I, quando a saída subseqüente: (Dec.


24.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.03.2002)

1. for tributada; (Dec. 24.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.03.2002)


2. não for tributada, na hipótese do art. 9º, XLVIII, "c", em que se destina a energia
elétrica ao próprio consumo e uso exclusivo da usina termoelétrica, tomando-se por
base de cálculo aquela que seria adotada na mencionada operação, se tributada
fosse; (Dec. 24.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.03.2002)
b) será dispensado quando o fornecimento subseqüente da energia elétrica: (Dec. 24.705/2002
– RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.03.2002)

1. não for tributado, quando ocorrer hipótese diversa daquela prevista na alínea "a", 2;
(Dec. 24.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.03.2002)
2. for beneficiado com diferimento do recolhimento do imposto; (Dec. 24.705/2002 –
RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.03.2002)

LXV – nos períodos de 01 de julho de 2001 a 31 de março de 2005 e de 01 de janeiro a 31 de


março de 2006, no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento), e no período de
01 de abril de 2006 a 31 de março de 2011, no valor correspondente a 100% (cem por
cento) do imposto relativo à importação dos seguintes produtos, classificados nos
respectivos códigos da NBM/SH, destinados à utilização como matéria-prima no respectivo
processo de fabricação do estabelecimento importador localizado neste Estado: (Dec.
31.642/2008) Vejamais Vejamais Vejamais2

PRODUTO NBM/SH
Butadieno 1.2 (Dec. 23.413/2001 – EFEITOS a partir de 01.07.2001) 2901.29.00
Butadieno 1.3 (Dec. 23.413/2001 – EFEITOS a partir de 01.07.2001) 2901.24.10
Estireno (Dec. 23.413/2001 – EFEITOS a partir de 01.07.2001) 2902.50.00
Hexano comercial (Dec. 23.413/2001 – EFEITOS a partir de 01.07.2001) 2710.00.91
Cicloexano (Dec. 23.413/2001 – EFEITOS a partir de 01.07.2001) 2902.11.00
Extrato Aromático (Dec. 23.413/2001 – EFEITOS a partir de 01.07.2001) 2707.99.00
2710.00.99, no período de
Óleo Parafínico 01.07.2001 a 31.12.2002
(Dec. 30.534/2007) Vejamais

Decreto nº 14.876/91
2710.19.99, a partir de
01.01.2003 (Dec. 30.534/2007)
N-Butil Lytium (Dec. 23.413/2001 – EFEITOS a partir de 01.07.2001) 2931.00.90
2920.90.19, no período de
01.07.2001 a 31.03.2002;
(Dec. 31.642/2008)

2920.9013, no período de
01.03.2002 a 31.03.2005;
Éster de Ácido Fosforoso do tipo trinonil fenil fosfito – TNPP (Dec. 31.642/2008)
(Dec. 28.769/2005) Vejamais
2920.90.15, no período de
01.01.2006 a 31.03.2008;
(Dec. 31.642/2008)

2920.90, no período de
01.04.2008 a 31.03.2011
(Dec. 31.642/2008)

Irganox 1076 (Dec. 23.413/2001 – EFEITOS a partir de 01.07.2001) 2918.29.50


Filme de poliestireno (Dec. 25.448/2003 – EFEITOS A PARTIR DE a partir de
3919.90.00
01.04.2003) 01.04.2003
LXVI – relativamente a veículos automotores: (Dec. 32.467/2008) Vejamais[mfbsc439]
a) a partir de 01 de junho de 2001, na importação dos veículos classificados nos códigos
NBM/SH 8703.21.00, 8703.22.10 e 8703.23.10, realizada diretamente por
estabelecimento comercial atacadista para revenda; (Dec. 32.467/2008)
b) a partir de 01 de outubro de 2008, observado o disposto nos §§ 24 e 25: (Dec. 32.467/2008)
1. na importação realizada: (Dec. 32.467/2008)
1.1. por estabelecimento comercial atacadista, credenciado nos termos de portaria da
Secretaria da Fazenda; (Lei nº 13.484, de 29.06.2008) (Dec. 32.467/2008)
1.2. por pessoa jurídica importadora situada neste Estado, por conta e ordem do
estabelecimento indicado no subitem 1.1; (Dec. 32.467/2008)
2. na operação subseqüente àquela referida no subitem 1.2, com destino ao respectivo
estabelecimento encomendante; (Dec. 32.467/2008)
LXVII – no período de 25.10.2001 a 31.10.2001, na importação de lingote de alumínio,
classificado no código da NBM/SH 7601.10.00, desde que destinado à fabricação, pelo
estabelecimento industrial importador, de tarugo de alumínio; (Dec. 23.727/2001)
LXVIII - na importação, realizada diretamente por estabelecimento industrial, dos seguintes
produtos, classificados nos respectivos códigos da NBM/SH, quando destinados a integrar o
respectivo processo de fabricação de telha e caixa d'água, desde que o importador não
utilize benefício do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco - PRODEPE:
(Dec. 29.912/2006) Vejamais

a) a partir de 01 de junho de 2002, fio cortado de álcool polivinílico - PVA, NBM/SH


5503.90.90; (Dec. 25.926/2003)
b) no período de 29 de setembro de 2003 a 30 de setembro de 2005, "tontisses", nós e
bolotas de matérias têxteis, exceto de aramida, NBM/SH 5601.30.90; (Dec. 25.926/2003)
c) nos períodos de 01 de outubro de 2004 a 30 de setembro de 2006 e de 01 de dezembro
de 2006 a 31 de março de 2012, pasta química de madeira, à soda ou ao sulfato, exceto
pasta para dissolução: (Dec. 34.582/2010) Vejamais[mfbsc441] Vejamais[mfbsc442] Vejamais
1. crua de coníferas – 4703.11.00; (Dec. 27.236/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.2004)
2. semibranqueada ou branqueada de conífera - 4703.21.00; (Dec. 27.236/2004 – EFEITOS A
PARTIR DE 01.11.2004)

Decreto nº 14.876/91
LXIX - a partir de 01.08.2002, na saída de pescado promovida pelo respectivo produtor com
destino a estabelecimento industrial , observando-se relativamente à saída subseqüente:
(Dec. 24.493/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2002)

1. quando tributada, o ICMS diferido já se encontra incluído no valor do imposto normal;


(Dec. 24.493/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2002)

2. quando não tributada, fica dispensado o recolhimento do ICMS diferido. (Dec. 24.493/2002 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.08.2002)

LXX - no período de 01 de agosto de 2002 a 31 de dezembro de 2009, no valor correspondente


a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação dos seguintes produtos
não-acabados, classificados nos respectivos códigos da NBM/SH, destinados à
industrialização final, pelo importador industrial localizado neste Estado: (Dec. 32.015/2008)
Vejamais[mfbsc444] Vejamais

a) luvas para procedimento estéril semi-acabadas - NBM/SH 4015.19.00;


b) luvas cirúrgicas semi-acabadas - NBM/SH 4015.11.00;
c) luvas de procedimentos semi-acabadas - NBM/SH 4015.19.00.
LXXI - a partir de 01.09.2002, nas operações entre contribuintes estabelecidos nos Estados da
Paraíba e de Pernambuco com cana-de-açúcar própria ou de terceiros, oriunda de unidade
autônoma localizada em área não-contígua e utilizada como insumo em atividade integrada,
observando-se (Protocolos ICMS 35/2001 e 10/2002): (Dec. 24.682/2002)
a) o recolhimento será feito através de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos
Estaduais - GNRE, até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente ao da saída do produto;
(Dec. 24.682/2002)

b) para fim de controle, as usinas ou destilarias que receberem cana-de-açúcar nestes


termos, deverão: (Dec. 24.682/2002)
1. elaborar relação mensal da quantidade efetivamente recebida, em 2 (duas) vias, por
Estado de origem e por fornecedor, contendo especificação do produto e quantidade;
(Dec. 24.682/2002)

2. entregar, até o 10º (décimo) dia útil de cada mês, à Secretaria da Fazenda ou
Finanças da Unidade da Federação de origem do produto, uma via da relação
mencionada no item 1, referente ao mês imediatamente anterior, retendo a segunda
via como comprovante de entrega, podendo a referida relação ser apresentada por
meio magnético; (Dec. 24.682/2002)
c) relativamente ao disposto neste inciso, ficam convalidadas as operações realizadas de
acordo com a sistemática nele prevista, que tenham sido efetuadas no período de
01.08.2001 a 31.08.2002, ressalvando-se que somente a partir de 01.08.2002 ficam
incluídas, na mencionada sistemática, as operações com cana-de-açúcar de terceiros;
(Dec. 24.682/2002)

d) o recolhimento do imposto nos termos deste inciso fica dispensado enquanto vigente a
sistemática para as operações com cana-de-açúcar e produtos resultantes de sua
industrialização, com a concessão de crédito presumido, conforme prevista no Decreto
nº 21.755, de 08.10.99, e alterações, ou outra similar que vier a substituí-la. (Dec.
24.682/2002)

Obs.: Com a publicação da Errata do Decreto 24.950, de 03/12/2002, publicada no DOE de


06/02/2003, identificamos que foi suprimido erroneamente o conteúdo abaixo indicado do
inciso LXXII constante do Adendo de Outubro de 2002, pois o Decreto 24.950
modificava o referido inciso. Porém, a errata nos evidencia que a pretensão era a criação
do novo inciso LXXIII.
LXXII - a partir de 01.07.2002, na saída interna de flores em estado natural, promovida pelo
respectivo produtor ou cooperativa de produtores localizados em Pernambuco, para
estabelecimento comercial atacadista ou varejista, para o momento da saída subseqüente
da mercadoria, observando-se (Lei nº 12.241, de 28.06.2002): (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A
PARTIR DE 01/07/2002)

Decreto nº 14.876/91
a) quando a mencionada saída subseqüente não for tributada, fica dispensado o
recolhimento do referido imposto; (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002)
b) quando a mencionada saída subseqüente estiver sujeita ao pagamento do imposto,
considera-se aí incluído aquele objeto do diferimento; (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR
DE 01/07/2002)

c) a utilização do benefício não deve implicar diminuição da arrecadação do ICMS relativa


aos segmentos beneficiários, ficando facultado à Secretaria da Fazenda, no caso de
ocorrer a mencionada diminuição, adotar os procedimentos previstos nos itens 1 e 2 da
alínea "c" do inciso CLXXVII do "caput" do art. 9º. (Dec. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE
01/07/2002)

LXXIII no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na
importação dos seguintes produtos, classificados nos respectivos códigos da NBM/SH,
realizada diretamente por estabelecimento industrial, para utilização no respectivo processo
produtivo de tecido tipo índigo: (Dec. 25.926/2003 – ERRATA DOE 11.10.2003)
a) no período de 01 de dezembro de 2002 a 31 de dezembro de 2009, índigo blue, segundo
Colours Index 73000 - NBM/SH 3204.15.10; (Dec. 32.015/2008) Vejamais[mfbsc446] Vejamais
b) no período de 29 de setembro de 2003 a 30 de setembro de 2005, ditionitos ou
sulfoxilatos de sódio estabilizados - NBM/SH 2831.10.11; (Dec. 28.663/2005) Vejamais
c) no período de 29 de setembro de 2003 a 31 de dezembro de 2009, algodão não-cardado
e não-penteado, simplesmente debulhado - NBM/SH 5201.00.20; (Dec. 32.015/2008)
Vejamais[mfbsc449]

LXXIV – no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na
importação dos produtos a seguir indicados, classificados nos respectivos códigos NBM/SH,
realizada diretamente por estabelecimento industrial, para utilização no seu processo
produtivo de bisnaga para acondicionamento de pasta dentifrícia: (Dec. 28.176/2005) Vejamais
a) no período de 01 de abril de 2003 a 31 de julho de 2005: bobina de folha laminada,
código da NBM/SH 7607.20.00; (Dec. 28.176/2005)
b) a partir de 01 de agosto de 2005: bobina de folha de plástico com suporte ou reforço,
código da NBM/SH 3921.90.20; (Dec. 28.176/2005)
LXXV - no período de 01 de setembro de 2003 a 31 de agosto de 2005, na importação,
realizada diretamente por estabelecimento industrial, dos produtos relacionados no Anexo
41, classificados conforme código da NBM/SH, para utilização no processo produtivo do
importador, quando este for indústria de equipamento de refrigeração. (Dec. 25.779/2003 –
EFEITOS A PARTIR DE 01.09.2003)

LXXVI - nos períodos de 29 de setembro de 2003 a 30 de setembro de 2005 e de 01 de


dezembro de 2006 a 30 de novembro de 2008, no valor correspondente a 75% (setenta e
cinco por cento) do imposto relativo à importação dos seguintes produtos, classificados nos
respectivos códigos da NBM/SH, realizada diretamente por estabelecimento industrial
localizado neste Estado, para utilização no respectivo processo produtivo: (Dec. 29.912/2006)
Vejamais

a) pele de ovino: (Dec. 25.926/2003)


1. em bruto, não-depilada (com lã), salgada - NBM/SH 4102.10.00; (Dec. 25.926/2003)
2. em bruto, depilada, "piclada" - NBM/SH 4102.21.00; (Dec. 25.926/2003)
3. depilada, simplesmente curtida ao cromo ("wet blue") - NBM/SH 4105.10.21; (Dec.
25.926/2003)

4. depilada, no estado seco ("crust") - NBM/SH 4105.30.00; (Dec. 25.926/2003)


b) couro ou pele de caprino: (Dec. 25.926/2003)
1. em bruto, salgados - NBM/SH 4103.10.00; (Dec. 25.926/2003)
2. depilados, simplesmente curtidos ao cromo ("wet blue") - NBM/SH 4106.21.21; (Dec.
25.926/2003)

Decreto nº 14.876/91
3. depilados, curtidos, no estado úmido - NBM/SH 4106.21.90; (Dec. 25.926/2003)
4. depilados, no estado seco ("crust") - NBM/SH 4106.22.00. (Dec. 25.926/2003)
LXXVII - no período de 01 de junho de 2004 a 31 de maio de 2006, na importação, realizada
diretamente por estabelecimento industrial de material elétrico, dos produtos relacionados
no Anexo 47, classificados conforme código da NBM/SH e destinados à utilização no
processo produtivo do importador, para obtenção dos produtos indicados no mencionado
Anexo. (Dec. 26.799/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2004)
LXXVIII – na saída interna de mel de abelha: (Dec. 30.109/2006) Vejamais
a) a partir de 01 de novembro de 2004, para estabelecimento industrial, quando o produto
final destinar-se à exportação; (Dec. 30.109/2006)
b) a partir 01 de fevereiro de 2007, quando promovida pelo respectivo produtor; (Dec.
30.109/2006)

LXXIX - no período de 22 de novembro de 2004 a 30 de novembro de 2006, correspondente a


75% (setenta e cinco por cento) do respectivo valor, na importação realizada diretamente
por estabelecimento industrial de alimento, de polpa de tomate, classificada no código da
NBM/SH 2002.90.90 e destinada à utilização no processo produtivo do importador para a
fabricação de extrato de tomate, polpa de tomate, base de tomate, molho de tomate e
"catchup". (Dec. 27.366/2004)
LXXX - na importação de ácido acético, classificado no código 2915.21.00 da NBM/SH,
realizada diretamente por estabelecimento industrial, para utilização no respectivo processo
produtivo de acetato de vinila, classificado no código 2915.32.00 da NBM/SH: (Dec.
27.604/2005 e 28.366/2005)

a) no período de 01 de fevereiro a 30 de setembro de 2005, no valor correspondente a


29,41% (vinte e nove vírgula quarenta e um por cento) do ICMS devido na mencionada
importação; (Dec. 28.366/2005 – ERRATA DOE 02.11.2005)
b) no período de 01 de outubro de 2005 a 31 de janeiro de 2009, no valor correspondente a
75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na mencionada importação; (Dec.
28.366/2005 – ERRATA DOE 02.11.2005)

LXXXI - no período de 01 de setembro de 2005 a 31 de dezembro de 2009, no valor


correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação, realizada
diretamente por estabelecimento industrial, dos produtos a seguir relacionados,
classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados, para utilização no
processo de fabricação, pelo importador, de filmes, rótulos e sacos: (Dec. 32.015/2008) Vejamais
[mfbsc453]a) polipropileno terpolímero - NBM/SH 3902.30.00; (Dec. 28.231/2005)
b) outras chapas, folhas, películas, tiras e lâminas de polímero de propileno,
biaxialmente orientados - NBM/SH 3920.20.19; (Dec. 28.231/2005)
LXXXII - no período de 01 de setembro de 2005 a 31 de dezembro de 2009, no valor
correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação, realizada
diretamente por estabelecimento industrial, das merc