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Curso Técnico em Agronegócio

PLANO DE ESTUDO TUTORADO


COMPONENTE CURRICULAR: AGRICULTURA FAMILIAR E
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.
ESCOLA: ESCOLA ESTADUAL GREGORIANO CANEDO
TURMA: TÉCNICO EM AGRONEGÓCIOS TURNO: NOTURNO
MÊS: MARÇO/ABRIL - 2021 TOTAL DE SEMANAS: 4
NÚMERO DE AULAS POR SEMANA: 4 NÚMERO DE AULAS POR MÊS: 16

ORIENTAÇÕES AOS PAIS E DICA PARA O ALUNO QUER SABER MAIS?


RESPONSÁVEIS
Caro estudante, Anotar é um exercício de
seleção das ideias e de
Para ajudá-lo(a) nesse maioraprendizado, por isso...
períodoconturbado, em que (1)Ao anotar, fazemos um
as aulasforam suspensas a esforçode síntese. Como
fim de evitar resultado,duas coisas
a propagação da COVID- acontecem. Emprimeiro
19,coronavírus, lugar, quem anotaentende
preparamosalgumas mais, pois está
atividades para quevocê semprefazendo um esforço
possa dar continuidade ao de captar oâmago da
seu aprendizado. questão. Repetindo,as notas
são nossa tradução doque
Assim, seguem algumas entendemos do conteúdo.
dicaspara te ajudar:
(2) Em segundo lugar, ao
 Siga uma rotina; anotar,nossa cabeça vaga
 Defina um local de menos. Adisciplina de
estudos; selecionar o queserá escrito
 Tenha equilíbrio; ajuda a manter a
 Conecte com seus atenção no que está sendo
colegas; ditoou lido, com menos
 Peça ajuda a sua divagaçõesou preocupações
família; com outros
 Use a tecnologia a problemas. Quando bate o
seu favor. sonoou o tédio, é a melhor
maneirade retomar a
Contamos com seu esforço atenção.
ededicação para
continuaraprendendo cada Caro(a) aluno(a), busque
dia mais! anotarsempre o que
compreendeu decada
assunto estudado.
SEMANA 5 e 6

CONTEÚDO: Agricultura Familiar e Desenvolvimento Regional Sustentável

OBJETIVO DE CONHECIMENTO: Relação Agricultura Familiar com o Mercado.


HABILIDADE(S): Desenvolver habilidades que envolvam o a Agricultura Familiar e o
Mercado.

ATIVIDADES

1. Fazer a leitura do texto abaixo:


2. Assistir os vídeos
Vídeo 01 – Agricultores familiares produzem 80% da comida do mundo.
https://youtu.be/OGFaTo2qUCY
Vídeo 02 – Agricultura sustentável é caminho para alimentar o mundo.
https://youtu.be/31pTDPbjmyQ
Vídeo 03 – BRFAIR – Associação das Organizações de Produtores FairTrade do Brasil
https://youtu.be/aJbH5r3U8PQ

3. Faça uma síntese dos vídeos.


4. Responda as atividades propostas

Nesta semana vamos aprofundar no conhecimento em busca de informações que agregam


valor na Agricultura Familiar.

Acesso aos mercados:


potencialidades e desafios da
agricultura familiar
A partir dessa análise, buscou-se identificar os pontos de estrangulamento e definir estratégias
comuns de fortalecimento do acesso aos mercados. A ideia também é constituir um espaço
permanente de discussão e articulação das organizações que atuam no território.

Segundo Luciano Silveira, da AS-PTA, uma das estratégias a ser priorizada é o fortalecimento
das feiras livres, circuitos mercantis já presentes há muito tempo na região, mas que hoje
enfrentam alguns problemas. As feiras livres aproximam o produtor do consumidor, que tem a
oportunidade de absorver a diversidade de produtos e, portanto, a diversidade da cultura
alimentar. Então, não se trata só de criar novos canais, mas também valorizar os mercados
tradicionais que são relevantes e estratégicos, como as feiras livres. Mas como fortalecer esse
espaço?

A concorrência dos mercados atacadistas e a forte influência do agronegócio na região foram


levantadas como obstáculos a serem superados para que os agricultores tenham mais
condições de escoar sua produção.

Os atacadistas têm estratégias para atrair os consumidores. Criaram um aspecto parecido com o
das feiras livres, na parte de hortaliças. Isso chama consumidores. Tem que ocorrer o mesmo
com relação às feiras, que têm que ser atrativas, destacou Marenildo Batista, da Arribaçã.

Para Nelson Ferreira, do Polo da Borborema, é preciso também dar mais visibilidade às feiras: O
hábito de ir à feira é diferente daquele de ir ao mercado. As feiras são uma forma rotativa e
solidária de distribuir a produção familiar. São espaços onde os agricultores têm a chance de
negociar. Ter uma comunicação mais expressa com a população talvez seja um caminho. Na
questão da saúde e da alimentação, o trabalho que as mulheres fazem também deve ser
divulgado para a sociedade.

A importância da higiene nas feiras e do transporte para os agricultores foram outros aspectos
debatidos. Diógenes Fernandes, da EcoBorborema, apresentou uma cronologia das feiras nos
municípios, com número de famílias agricultoras participantes e os dias de feira em cada
município. A partir desses dados, percebeu-se que o número de agricultores não evoluiu muito.

No início das feiras, os agricultores recebiam apoio para transporte. Quando foi cortado esse
apoio, muitos agricultores desistiram, concluiu.

Como proposta de encaminhamento, foi destacada a importância de buscar compreender a


dinâmica do mercado nos municípios que compõem o Território da Borborema. A ideia é fazer
um mapeamento de quais são os que têm feira e por que alguns não têm.

Já as feiras agroecológicas estão abrindo novos mercados na região, embora haja o desafio de
superar a forma seletiva e altamente burocrática com que as normativas regulam esse mercado.
Para enfrentar essa realidade, os participantes discutiram sobre a possibilidade de agricultores
em transição venderem seus produtos ao lado dos produtores agroecológicos. Afinal, é sempre
importante buscar favorecer as famílias que estão integradas em dinâmicas de inovação
agroecológica, sem criar distinções e a elitização desses espaços de comercialização.

Foi também apontada a preocupação de evitar que se estabeleçam relações de dependência


dos agricultores com o mercado. Os plantios de algodão, fumo e hortaliças foram citados como
exemplos. Nesses casos, existe uma pressão por parte do mercado para que a produção seja de
escala, o que incentiva a especialização dos sistemas produtivos. Ao se especializar num único
cultivo, porém, o agricultor familiar perde as vantagens de uma produção diversificada e se torna
vulnerável às oscilações dos preços e eventuais quedas de produção. Nesse sentido, o acesso
aos mercados não contribuiria, mas sim ameaçaria a sustentabilidade da agricultura familiar no
território.

A relação com o mercado tem que ter qualidade, é uma relação também política e de poder. E o
que a gente quer é que a agricultura familiar dessa região mantenha o poder de suas formas de
construir as relações com o mercado na região. Estamos falando do mercado como parte
importante da construção de um projeto de vida, não só da agricultura familiar, mas também da
sociedade do entorno, com consumo saudável e consciente, explicou Luciano Silveira (AS-PTA).

Falar de qualidade na relação com os mercados significa dizer que boa parte das riquezas
geradas deve ser retida pelos agricultores de forma a garantir a sustentabilidade dos sistemas
produtivos a partir da reprodução de sua base ecológica e social. A oficina justamente buscou
apontar a importância de criar estratégias de mercado diversificadas, que promovam a inserção
econômica da família, por meio da democratização do acesso ao mercado pela agricultura
familiar. Algumas questões podem ser levantadas nesse sentido: Quem se apropria da riqueza
produzida pela família? Como ficam os jovens, como ficam as mulheres? Como fazer para
garantir o acesso maior ao núcleo familiar?

Além disso, foi abordada a necessidade de um diálogo mais constante com os órgãos públicos e
fazer um levantamento dos projetos em andamento e sua abrangência. Discutiu-se a importância
de haver um maior protagonismo dos agricultores, assim como estabelecer mecanismos de
controle social para o acompanhamento dos programas, tais como o Programa de Aquisição de
Alimentos da Companhia Nacional de Abastecimento (PAA/Conab), PAA municipal e PAA
estadual. Melchior Batista, da Embrapa Algodão, reforçou que as organizações que representam
as famílias agricultoras devem ser mais atuantes: Acho que o Polo deve se envolver mais, pois
representa a classe dos agricultores. Há inclusive casos de pessoas que utilizam a Declaração
de Aptidão do Pronaf (DAP) de agricultores e se beneficiam do recurso PAA sem ser agricultor.

Esse novo e estratégico mercado institucional também vem cobrando das famílias agricultoras
formas de organização e gestão mais ágeis e adequadas. Trata-se, nesse sentido, de um grande
desafio a ser superado, sobretudo para a assessoria técnica. Esta deve pensar estratégias de
capacitação para os empreendimentos econômicos, de modo a elevar a capacidade das
organizações agricultoras para gerir a burocracia do PAA, organizar os circuitos de oferta e
demanda, atender às exigências dos mercados, avançando no processamento, beneficiamento,
com produtos tratados, selecionados, o que representa um esforço grande por parte das
famílias, organizações agricultoras e associações comunitárias que estão envolvidas em
empreendimentos econômicos.

O acesso aos mercados pela agricultura familiar é um assunto de grande relevância, uma vez
que o escoamento da produção não beneficia apenas as famílias agricultoras, mas também a
população consumidora, tanto aquela que frequenta as feiras como aquela que recebe, por
intermédio de programas do governo, produtos produzidos nas unidades familiares. As feiras
agroecológicas apresentam ainda um diferencial. Nelas, pode-se conhecer quem produz e como
produz, estabelecendo uma relação de confiança mútua e de reconhecimento do importante
papel que as famílias agricultoras desempenham na produção de alimentos saudáveis, na
geração de riqueza e de empregos

Referências:

https://aspta.org.br/2010/07/25/acesso-aos-mercados-potencialidades-e-desafios-da-
agricultura-familiar/

Responda:

1- Cite uma das maneiras que o “Agricultor Familiar” pode acessar o mercado com mais
facilidade.

2- Quais são as ferramentas que o produtor rural pode usar, para agregar valor no seu
produto final?
SEMANA 7 e 8

CONTEÚDO: Agricultura Familiar e Desenvolvimento Regional Sustentável

OBJETIVO DE CONHECIMENTO: Aspectos econômicos da atividade familiar.


HABILIDADE(S): Desenvolver habilidades que envolvam o entendimento sobre a
participação da atividade familiar na economia.

ATIVIDADES

1. Fazer a leitura dos textos abaixo:


2. Responda as atividades propostas

Agricultura familiar movimenta a economia no país


Para garantir que a cadeia produtiva permaneça ativa, é necessário que o trabalho
com terra e a manutenção destas propriedades sejam feitas com ferramentas que
mantenham o padrão dos atributos exigidos.
A agricultura familiar é um dos principais setores que fomentam o crescimento
econômico do Brasil. Dados mais recentes do Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento apontam que existem 4,4 milhões de famílias agricultoras no país, o
que faz com que o cultivo de alimentos em pequena escala já seja responsável pela
produção de metade do que é consumido por brasileiros. Ainda de acordo com o
último Censo Agropecuário, a agricultura familiar é considerada a atividade principal
da economia de municípios com até 20 mil habitantes, além de ser fonte de renda
para 40% da população brasileira e 70% das ocupações de trabalho.

Este cenário, cada vez mais otimista para quem decide empreender no campo, tem
gerado um comportamento social específico nestas duas primeiras décadas do
século XXI. Criou um movimento totalmente contraditório ao êxodo rural que se
concentrou na segunda metade do século passado, quando os processos de
urbanização e industrialização do país motivaram a saída de jovens do campo para
os grandes centros.

O início do século tem sido marcado pela sucessão e permanência de jovens no


meio rural. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a
escolha dos jovens em permanecer nas propriedades se dá pela perspectiva de
oportunidades, pelo gosto com a atividade e pela questão familiar. Segundo
levantamento do Ipea, a taxa de permanência das pessoas no campo aumentou
significativamente na última década.

De acordo com o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de


2010, existiam cerca de 8 milhões de jovens vivendo no campo. Se considerarmos o
intervalo de tempo de quase uma década desde o levantamento, paralelamente ao
aumento da agricultura familiar, é possível que os números tenham aumentado
ainda mais.

Além disso, o cultivo de alimentos orgânicos em pequena escala também incentiva a


agricultura familiar e contribui para uma dieta saudável, indo ao encontro de novos
hábitos alimentares. Esta última década, inclusive, tem sido marcada pelo
surgimento de movimentos que exaltam a iniciativa de apreciar e degustar o
alimento, além de relacioná-lo à forma como as pessoas interagem com o mundo
que as rodeia. Um bom exemplo é o movimento slow food, contrário ao fast-food,
cujo princípio básico é encontrar prazer na alimentação, consumindo produtos
artesanais, gerados pela prática saudável da agricultura, que altera a lógica da
produção, armazenamento e transporte, reduzindo a emissão de gases e
substâncias nocivas, respeitando assim o meio ambiente e também valorizando
quem produz esses alimentos.
Agricultura Familiar
A agricultura familiar é um tipo de agricultura desenvolvida em
pequenas propriedades rurais. Recebe esse nome, pois é realizada por
grupos de famílias (pequenos agricultores e alguns empregados).
A colheita dos produtos serve de alimentos para eles e ainda, para o
consumo de parte da população.

A importância da agricultura familiar


Ainda que seja uma atividade muito importante para o sustento de
diversas famílias que vivem na zona rural, dados apontam que cerca de
70% dos alimentos consumidos no Brasil são fruto da agricultura familiar.

Vale frisar que, nesse processo, técnicas de cultivo e extrativismo que


englobam práticas tradicionais e conhecimento popular estão presentes.

Além disso, as famílias vivem da venda de produtos que plantam.


Portanto, a agricultura é uma importante fonte de renda familiar, a qual
surge do trabalho em equipe realizado no campo.

A agricultura familiar colabora para a geração de renda e emprego no


campo e ainda, melhora o nível de sustentabilidade das atividades no
setor agrícola. Sendo assim, a qualidade dos produtos é superior aos
outros convencionais.

Agricultura familiar no Brasil


No Brasil, a agricultura familiar está presente em quase 85% das
propriedades rurais do país. Cerca de metade desse percentual está
concentrado na região nordestina. O nordeste é responsável por cerca de
1/3 da produção total.

Agricultura
familiar por regiões (Dados do Embrapa)
No entanto, as dificuldades enfrentadas por esses pequenos agricultores e
a expansão do agronegócio tem levado a inúmeros problemas de ordem
social e econômica.

A mecanização, por exemplo, é um fator determinante e que tem levado


ao êxodo rural de diversas famílias. Ela tem diminuído consideravelmente
as taxas de emprego no campo.

Sem muitas perspectivas, infraestrutura e imensa desigualdade social, as


famílias se vem obrigadas a abandonar o campo em busca de melhores
condições nas cidades.

Isso gera também um “inchaço” nos grandes centros e


consequentemente, a marginalização de muitas pessoas.

Além da mecanização, o agronegócio apresenta um modelo de produção


baseado sobretudo, no lucro. Assim, o uso de agrotóxicos e a monocultura
em grandes propriedades tem sido agravante para os problemas das
famílias que residem no campo.

Entretanto, a resistência das muitas famílias ainda têm sido essencial para
diminuir o impacto ambiental causado pelos sistemas modernos.

Em 2006, a Lei n.º 11 326 foi considerada um avanço na definição de


políticas públicas para o setor.

Dentre outras coisas, ela estabelece conceitos, princípios e diretrizes para


a criação de uma política nacional consistente e eficiente ligada a
agricultura familiar e aos empreendimentos familiares rurais.

“Art. 4: “A Política Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos


Familiares Rurais observará, dentre outros, os seguintes princípios:

I - descentralização;
II - sustentabilidade ambiental, social e econômica;
III - eqüidade na aplicação das políticas, respeitando os aspectos de gênero,
geração e etnia;
IV - participação dos agricultores familiares na formulação e implementação da
política nacional da agricultura familiar e empreendimentos familiares rurais.”

Produtos cultivados na agricultura familiar


A principal característica da agricultura familiar está associada à
policultura, ou seja, o plantio de diversos tipos de produtos.

Em todos os biomas do país, encontram-se produtos que são


comercializados pela agricultura familiar.

Destacam-se as frutas, legumes, verduras e animais, sendo que os


principais são o milho, café, mandioca, feijão, arroz, trigo, leite, carne
suína, bovina e de aves.

Agricultura familiar e
sustentabilidade
Visto priorizar práticas tradicionais de cultivo e de baixo impacto
ambiental, a agricultura familiar tem sido grande aliada da
sustentabilidade e da responsabilidade socioambiental.

De tal modo, ela adota práticas de cultivo mais sustentáveis com a


produção de alimentos orgânicos.

No entanto, o avanço da mecanização tem sido um agravante para o meio


ambiente, as populações e ainda, a fauna e flora do local.

O uso de agrotóxicos e o desmatamento para o cultivo de produtos (como


a soja, por exemplo) tem causado grande impacto ambiental em diversos
ecossistemas.

Poluição, empobrecimento do solo e desertificação tem sido gerado pelo


sistema atual do agronegócio.

Gradualmente, ele tem dominado o cenário de agricultura no país e


desestabilizando e afetando diretamente o ambiente.
Portanto, programas e projetos do governo tem sido primordial para atuar
na resistência das famílias colaborando com a qualidade de vida dessas
pessoas, e sobretudo dos produtos cultivados em menor escala.

Destacam-se o PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da


Agricultura Familiar), o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae)
e o Programa Garantia Safra.

Você Sabia?
Em 2011, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2014 como o
"Ano Internacional da Agricultura Familiar". Esse foi um grande passo para
o reconhecimento da importância da agricultura familiar no mundo.

Referências:

LANDI, Cris. Agricultura familiar movimenta a economia do país. Grupo Cultivar, 2019.
Disponível em: <https://bit.ly/345Q8fw>. Acesso em: 20, Abril, 2021.

AGRICULTURA FAMILIAR. Toda Matéria. Disponível em:


<https://www.todamateria.com.br/agricultura-familiar/>. Acesso em: 20, Abril, 2021.

Responda:

1- Qual é o principal incentivo financeiro para a Agricultura Familiar?

2- Quais são os principais produtos produzidos pela Agricultura Familiar? Cite 4 exemplos.

3- Qual região do país possui um maior numero de Agricultores Familiares?

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