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SUMARIO

Prefácio, 9

Introducäo, 13

CAPITULO 1. A ABORDAGEM TEORICA

1.1. ConsideraçOes em tomb do conceito de cultura, 19


1.2. Cultura, Educacao e Desenvolvimento, 23
1.3. Demanda Escolar e Desenvolvimento, 25
1.4. Estruturas do Poder e Organizacao do Ensino, 29

CAPITULO 2. FATORES ATUANTES NA EVOLUcAO DO SISTEMA EDUCACIONAL


BRASILEIRO

2.1. EvolucAo do ensino no Brasil, 33


2.2. Integracao e desintegração de fatores, 45

CAPITULO 3. A EDUCAcAO E 0 DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO APOS 1930

3.1. 0 sinificado da Revolucao de 1930 para o desenvolvimento brasileiro, 47


31.1. Rápido esboco dos fatos ocorridos entre 1930 e 1964, 47
3.1.2; Os vários rompimentos que caracterizaram esse perIodo, 53
3.2. As novas exigências educacionais da industrializacão, 58
3.2.1. A influência da Revolucao Capitalista na expansAo do ensino, 58
3.2.2. Aspectos quantitativos assumidos pela expansão escolar, 61
3.3. 0 crescimento da demanda social da educacão e a expansão do ensino, 66
3.3.1. Os rompimentos na estrutura social e suas repercussoes no quadro das aspiracoes
culturais da sociedade brasileira, 66
3.3.2. As demandas potencial e efetiva e a expansão geral do ensino, 69
POI

3.4. As deficiências quantitativas da expansão do ensino, 80 CAPITULO5. APOL!1


3.4.1. Primeiro aspecto da marginalizaçao educacional: a of' rta insuficiente, 80
3.4.2. Segundo aspecto da marginalizaçAo: o rendimento interno do sistema escolar,88
3.4.3. Terceiro aspecto da marginalizaçAo: a discriminacAo social, 103 5.1 • educacao brasilei
3.5. Deficiências estruturais da expansAo do ensino, 107 5.2 • ajuda internacion
3.5.1. Introducao, 107 5.2.1. A ajuda inte:
3.5.2. 0 caráter das mudancas ocorridas no Brasil e suas repercus - es na evoluçao do sua funciona
sistema educacional, 109 5.2.2. A crise da e
5.2.2.1. Bas
5.2.2.2. Os
1er.
5.2.2.3. A
CAP1TULO 4. A 0RGANIZAcA0 DO ENSINO E 0 CONTEXTO SOCIO-POLITICO 5.3. A Reforma Univeisi
5.3.1. A definicãc
APOS 1930
5.3.2. 0 novo rno.e
5.4. A reforma do ensir:
5.4.1. 0 modelo. 2.
5.4.2. Algumas inc:
4.1. Introducao, 127
4.2. 0 movirnento renovador, 128
4.3. A Reforma Francisco Campos, 1 CAPITULO 6. A GUIS.
4.3.1. IntroducAo, 131
4.3.2. A reforma do ensino superior, 132
4.3.2.1. 0 aparecimento das Universidades no Brasil, 132 BIBLIOGRAFIA. 261
4.3.2.2. 0 Estatuto das Univrsidades Brasileiras, 133
4.3.3. A reforma do ensino secundário, 134
4.3.4. A reforma do ensino comercial, 139
4.3.5. 0 Conselho Nacional de EducacAo, 140
4.3.6. Conclusöes, 141
4.4. As lutas ideológicas em torno da educacao na prirneira fase do novo regime, 142
4.4.1. As lutas ideológicas e o "Manifesto dos Pioneiros da EducacAo Nova", 142
4.4.2. 0 conteüdo do "Manifesto", 145
4.4.2.1. Educacao e desenvolvimento, 145
4.4.2.2. Os fundamentos do movimento renovador, 146
4.4.2.3. Reivindicaçöes contidas no "Manifesto", 147
4.4.2.4. Plano de reconstrucao educacional, 148
4.4.3. 0 significado histórico do "Manifesto", 149
4.4.4. As vitórias e as derrotas do movimento renovador, 151
4.5. As Leis Orgânicas do Ensino, 153
4.5.1. Introduçao, 153
4.5.2. 0 ensino técnico profissional, 154
4.5.3. 0 ensino secundário, 156
4.5.4. 0 ensino primário, 159
4.5.5. 0 ensino normal, 163
4.6. A legislacao complementar das reformas do ensino profissional, 165
4.6.1. A criacao do Servico Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Servico
Nacional de Aprendizagem Cornercial, 165
4.6.2. As reformas e o dualismo do sisterna educacional, 167
4.7. A ConstituicAo de 1946 e as novas lutas ideológicas em tomb das Diretrizes e Bases
da Educacao Nacional, 169
4.7.1. A Constituicao de 1946. 169
4.7.2. 0 reinIcio das lutas ideológicas em torno da organização do sistema educacional:
as polêmicas suscitadas pelo Projeto das Diretrizes e Bases, 171
4.7.3. A Lei 4.024, de 20 de dezembro de 1961, 179
4.7.4. Expectativas e resultados: situacao do ensino aluns anos depois, 183
4.8. A legislaçao escolar e suas relacoes corn o contexto sócio-politico, 187
CAPITULO 5. A POLITICA EDUCACIONAL DOS ULTIMOS ANOS

—N 5.1. A educacao brasileira após 1964: sIntese dos fatos, 193


5.2. A ajuda internacional para a educaçao brasileira, 198
5.2.1. A ajuda internacional para a educacão no atual estágio da expansao capitalista:
sua funcionalidade, 198
5.2.2. A crise da educacAo brasileira no perIodo 64/68 e a ajuda da AID, 205
5.2.2.1. Bases sociais e econômicas da crise estudantil, 205
5.2.2.2. Os acordos MEC-USAID e a definiçao da politica educacional brasi-
leira, 209
5.2.2.3. A acão do Governo perante a crise, 216
5.3. A Reforma Universitária, 228
5.3.1. A definiçao do modelo, 228
5.3.2. 0 novo niodelo e siia funcionalidade, 230
5.4. A refornia do ensino de 1.0 e 2. 0 graus, 233
5.4.1. 0 modelo, 233
5.4.2. Algumas incoerências da reforma do ensino de I.° e 2. 1 graus, 251

CAPITULO 6. A GUISA DE CONCLUSAO: 0 SENTIDO DA MODERNIZAçAO, 255

BIBLIOGRAFIA, 261
PREFACIO

istoria do Educacao no Brash, de OtaIza de Oliveira Rornanelli, assinal


Jj tréia como cientista social de autora que começa em ponto alto sua carr
livro ora apresentado impöe-se pelo tema importante e atual, como pelo trata
corn o realce da pesquisa e da interpretaçäo. Vern a ser ponto significativo no
dos estudos sobre a matéria, colocando de imediato quem o assina no primeir
entre os especialistas a contribuIrem para a investigaçao profunda e elabora
ginal. Assinale-se mais o inIcio de estudiosa näo so do problerna da educaca
da realidade presente, pois a análise, pela riqueza de elementos e amplituc
interesse para a ciência social, etre cujos investigadores dignos de nota a
professora passa a inscrever-se.
A obra foi incialmente apresentada como tese a Sorbonne, para doutorad
resulta, no entanto, do mero cumprimento de formalidade burocrática - q
o preparo de tese para grau acadêmico -, mas de longa preocupacao de
sempre entregue ao ensino e cuidadosa de refletir sobre sua experiência e
de atuacao, como professora prirnária ou nos nIveis médio e superior. Da
corn o rnagistério e das rniiltiplas leituras de quanto ha sobre a educacao no
passou a pesquisa, aprofundando em documentos oficiais corno relatórios, I
cão e censos estatIsticos o dornInio de assunto que lhe tomava o tempo corno
sional e pessoa preocupada corn seupaIs e sua época. Professora, nao se at
aulas, mas inquietava-se corn os problernas suscitados pela tarefa; daI amj
perguntas e buscas ate vir a ser a conhecedora segura revelada pelo livro,
esclarecendo as próprias dilvidas, mas desvendando problemática a outros
sadores. Este nao é urn livro apenas para satisfazer curiosidade ou inquiet
algo rnais, pois levanta série de questoes, corno estudo abrangente e prov
de quern nao se satisfaz logo corn o que encontra. Está aI uma das marcas
superioridade, provando ser a autora de fato cientista social, pois a cada p
avanco o horizonte de interesse fica rnais dilatado.
0 trabaiho decorre da pesquisa da professora em sua atividade diári
leituras e busca de fontes primárias para o entendimento e seu campo.
dissertacao acadêrnica, no sentido convencional, mas estudo corn o objetivo
claro e prático: na denimncia das distorcOes na educacao está o desejo de ref
ha elementos comprovadores de sua necessidade. A paixão pela carreira esc
o trato diário corn o aluno e suas dificuldades, o desejo de rnudanca da s
cujas faltas aponta, tudo contribui para dar ao texto nota de palpitacao hui
calor patriótico. Foi born, pois, a reelaboracao em português, dedicando-o
pdblico mais amplo que a urn jdri de concurso na Franca. Este pdblico so terá a Seria fácii neprodu
lucrar corn a leitura de trabaiho conduzido corn paciência na procura de elernentos so posslvei por quer
explicativos e corn orientacão cientIfica superior, pela metodologia. 1 do Capltulo I - A
0 marco de 1930 é justificável, se a data é de fato virada na Históriâ do Brasil, res procunados na es
desses momentos raros na vida dos povos quando se assiste a urn processo de mu- tindo ojogo antagOni
danca real, não sO na quantidade como na qualidade. 0 pals, ha rnuito sentindo das pnirneiras, acaba
insuficiências, amadureceu sua realidade e passa a enfrentá-la corn decisão: a data zação do sisterna edu
é o coroamento de longa trajetória de perguntas, perpiexidades e lutas e o inlcio cessidades do desen
de uma nova polltica, que se traduz em todos os planos - social, econOrnico, inte- humanos". Está aI a
lectual. 0 crescimento da populacao, a diversidade de classes a adquirir consciên- análise, acentuando
cia de seus lirnites e direitos, o mundo após a guerra, corn novos sistemas, ideolo- fonça da expiicaçao
gias opostas e crises econômicas, tudo leva as tentativas de superar a velha ordern pollticas e econOmica
formada desde os primeiros anos do domlnio português, cristalizando-se em traços enfoque do aspecto c
anacrônicos de diflcil remocao, pela rotina, cornodismo ou interesses. Depois de dade, de acordo corn
uma abordagem teórica, ha a sIntese dos fatores evolutivos do aparelho educacio- cáo escolar e suas rd
nal: passa então, emtrês longos capltulos, a desenvolver o quadro de 1930 a nossos Esse contexto é se
dias. E impressionante yen a subsistência de elementos negativos ao longo de tao mente, mas no quadr
largo periodo: mesmo corn os males apontados, difusa ou sisternaticamente, por au- como interesse de gr
toridades ou estudiosos, muitos deles ainda existem, corno se pode ver nos erros use do rnovimento d
persistentes. IV, notadamente 4.3
Querernos realcar no texto a objetividade. Tudo é devidamerite comprovado, Brasil, a contar do m
corn niimeros, quadros, informacOes. Do prisrna técnico, a autora faz enunciados cáo, assumiu, a noss
claros e demonstra-os por urna análise de lOgica severa, corn os argumentos es- sentido o estudo sob
clarecedores de sua perspectiva. Este nao é urn livro impressionista, corn juizos e estabelecidos (todo c
opiniOes scm base, mas estudo rigoroso, sempre escudado na realidade. A autona corn as diferencas na
mantém-se fiel, ao longo de todas as páginas, a forrnacao cientifica recebida, confi- comprovam o fato. T
guradora do texto. Valoriza ainda o trabaiho a atencäo corn o presente. A pesquisa "é impossIvel imagir
vem ate os dias atuais, como se ye no item 5 - A polItica educacional dos Oltimos no interior do Arnazc
anos. Destaque-se aI a ajuda internacional para a educacao, corn a referéncia a base estatlstica a se
acordos, como os farnosos MEC-USAID: faz-se o estudo da natureza e substân- quanto afirma.
cia do significado real desses convênios, as vezes enganosos nos termos, pois fre- Ao lado do aspect
qüentemente a ajuda não chega a existir. A abrangência do terna escolhido e seu sOes tiradas de texto
enfoque corn sentido critico, baseado em inforrnacao ampla e em forrnulaçoes capaz de realizar a an
modernas, como a teoria da dependência, tao elaborada hoje no Brasil e ern outras entre outros). Para e
partes do mundo, são a marca da obra ora apresentada. Fernando Azevedo. i
Certo nao vamos tentar neste prefácio o resumo do livro: ele al está para sen lido. em maténia de ensino
Devemos apenas indicar as razöes de seu êxito. A nosso yen, a maior é ojusto sen- sional. Ora, como rec
tido do social, caracterIstico da autora, seja em sua atualidade, seja na perspecti- como ensino destina<
va histórica. De fato, cia se revela socióloga e historiadora e, se naoo fosse, o escrito princlpios dernocráti
não tenia tanta amplitude e densidade. Seu poder explicativo procede exatamente social, através da esc
da sOlida base histOrica da escritona - não so no CapItulo sobre o processo evoluti- Dispondo do neces
vo do ensino, rnas em todo o livro, como ao captar o significado da nevolucao de procurou ver o ensrn(
crever obra valiosa so
1930 e em outras partes, no correto enquadramento do Estado Novo, da Constitui-
cáo de 1946, no episOdio de 1964, nos dias atuais. Também digno de nota é o sentido interpretativc
niam muito espaço. L
sentido sociológico da realidade, responsive] por sua exata apreensão, como se ye
sOlida, já os grandes
ao longo das páginas. essencial. Por dltirno,

10
Seria fácil reproduzir passagens confirmadoras desse entendirnento, em análise
sd possIvel por quern tern forrnacao e sentido da Sociologia. Assim, logo no item
1 do CapItulo I - A abordagem teórica: "a herança cultural, atuando sobre os valo-
res procurados na escola pela dernanda social da educacao, e o poder politico, refle-
tindo o jogo antagônico de forcas conservadoras emodernizadoras, corn predominio
das primeiras, acabararn por orientar a expansão do ensino e por controlar a organi-
zação do sisterna educacional de forma defasada em relacaoàsnovas e crescentesne-
cessidades do desenvolvirnento econôrnico, este cada vez rnais carente de recursos
humanos". Está ala exata colocacao do problerna, em idéia a ser dernonstrada pela
análise, acentuando o desencontro entre o pals moderno e a educacao instituida. A
forca da explicacao está em serem levadas na devida conta as variáveis sociais,
politicas e econômicas, a educacao aparecendo como parte de urn todo, não simples
enfoque do aspecto estrito, mas como interpretaçao em que o real é visto na totali-
dade, de acordo corn a moderna ciência social. Dal todo urn tltulo sobre "a legisla-
cáo escolar e suas relaçOes corn o contexto sociopolltico" (4.8).
Esse contexto é sempre tido em conta: a cientista não ye a educacao abstrata-
mente, mas no quadro geral. 0 caráter ideológico do ensino, o sentido das reformas
corno interesse de grupos, tudo é bern apreendido: Veja-se, como exemplo, a aná-
use do movirnento da Escola Nova, corn o "Manifesto dos Pioneiros" (Capitulo
IV, notadarnente 4.3 e 4.4). Dal a afirrnativa do item 3.4.3: "a luta pela escola no
Brasil, a contar do momento em que passou a crescer a demanda social de educa-
cao, assumiu, a nosso ver, o caráter de verdadeira luta de classes". Ainda nesse
sentido o estudo sobre a Lei de Diretrizes e Bases, cuja gênese e significado são
estabelecidos (todo o subtitulo 4.7). 0 cuidado corn a exatidão irnpoe o regional,
corn as diferenças nas areas de pals de tao variada forrnaçao. Quadros estatisticos
comprovam o fato. Tratando de uma reforma, no nlvel secundário, pode escrever:
"é impossivel imaginar esse sistema funcionando corn o mesmo grau de eficiência
no interior do Amazonas e na capital de São Paulo" (4.3.2.3). A escritora dá boa
base estatlstica a seus raciocinios, corn tabelas e elernentos comprovadores de
quanto afirma.
Ao lado do aspecto quantitativo, destaque-se o qualitativo, corn firmes conclu-
sOes tiradas de textos legais, as vezes da simples letra do documento, por alguém
capaz de realizar a análise de conteddo (caso do Manifesto da Escola Nova - 4.4.2,
entre outros). Para exemplo de sutileza, lembre-se a contestacão a afirmativa de
Fernando Azevedo, no julgamento como "a mais democrática das Constituiçoes,
em matéria de ensino", a de 1937, por causa de sua compreensão do ensino profis-
sional. Ora, como recorda, "nao observou que, oficializando o ensino profissional,
como ensino destinado aos pobres, estava o Estado cornetendo urn ato lesivo aos
princlpios dernocráticos: estava o Estado instituindo oficialmente a discriminacão
social, através daescola" (4.4.4).
Dispondo do necessário instrumental para elaborar os dados, corn pesquisa que
procurou ver o ensino no seu todo, foi possivel a Otalza de Oliveira Romanelli es-
crever obra valiosa sobre a educaçao. Procurou-se destacar aqui apenas seu correto
sentido interpretativo. Outros aspectos de natureza técnica e mais exemplos toma-
riarn muito espaço. Lernbre-se rnais a limpidez da exposiçao; a estrutura do livro é
sdlida, jA os grandes lineamentos revelando a lucidez do escritor na apreensão do
essencial. For dltimo, relernbre-se o afirmado no inlcio: esta não é obra cbnvencio-

11
nalmente acadêmica, simples exercIcio, mas a análise de problema feita corn inteli-
géncia e amor, estudo de uma realidade e dendncia de distorçoes no processo edu-
cacional que afetam o processo da naçao no seu conjunto. Tern, pois, significado
prático e deverá ser lida e meditada nao so por educadores, mas pelos responsáveis
pela vida publica, no Executivo e no Legislativo. Eles tern muito a aprender neste
Iivro hicido e patriótico. Corn sua ediçao, a professora da Universidade Federal de
Minas Gerais se qualifica como conhecedora de urn assunto, para o qual abre
perspectivas aos estudiosos de temas brasileiros empenhados nao sO pelo seu I NITRJDL
exame como pelo correto encaminhamento das solucoes de desvios.

FRANCISCO IGLESIAS
RIGINOU-SE o
0 ender a trama das r
educacional e responde
tornado consciência des
tdrio superior, sentirnos
sarmos no magistério s
primário e tentávarnos.
revelada em face das ii
elementar. E certo que.
pectos purarnente peda
tInhamos sofrido tantas
escolares atuantes no si
deficiências da escola pr
cas de urn bairro pobre
de que, eliminando as
aspectos internos da esc
A experiência teve algui
nIvel de entusiasmo. Ma
Dal nossa conclusão d
variáveis que fogern ao c
Essas variáveis pod
a sociedade. Dentre ela
se estrutura 0 sisterna ec
dez dos sistemas de aval
leis, decretos, regulame
da adrninistracao do ensi
As incursOes pelo cam
cidar alguma coisa. Ern
se mudou na forma de ei
pudemos verificar que F
dado o contexto sócio-cu
Mas, tambérn verificarn
tava 0 sistema, assirn co:
rido contexto. A partir d
fatores dessa defasagen'

12
INTRODUçAO

0 RIGINOU-SE o presente trabaiho de uma antiga preocupacao nossa de compre-


ender a trarna das relacOes existentes entre os fatores que atuam no sistema
educacional e respondern pela rnaioria de seus problemas. Embora so tenharnos
tornado consciência dessa preocupaçao assirn que começamos a militar no magis-
tério superior, sentimos hoje claramente que ela já existia antes mesmo de ingres-
sarmos no magistério secundário, isto é, desde quando exercIarnos o rnagistério
primário e tentávamos, a duras penas, lutar contra a maré-montante da inércia,
revelada em face das inovaçOes, e o tradicionalismo, emperrante de nossa escola
elernentar. E certo que, àquela altura, nossa insatisfacao se voltava contra os as-
pectos purarnente pedagógicos da escola. E era talvez por isso que naquele perIodo
tInhamos sofrido tantas decepcoes: nao nos dávamos conta de que os fatores extra-
escolares atuantes no sistema escolar brasileiro respondiam pela major parte das
deficiências da escola primária. Chegamos ate a tentar uma experiência corn crian-
ças de urn bairro pobre de Curitiba, onde então residIarnos, na ingênua pretensão
de que, elirninando as variáveis intervenientes no processo educativo ligadas aos
aspectos internos da escola, resolverIamos todos os problernas da educacao escolar.
A experiência teve algurn êxito, enquanto o corpo docente conseguiu rnanter certo
nIvel de entusiasmo. Mas os fatores externos acabaram falando mais alto.
DaI nossa conclusão de que o êxito da inovacão pedagógica está condicionado a
variáveis que fogern ao controle da experiência em si.
Essas variáveis podem sintetizar-se, grosso modo, na forma como se estrutura
a sociedade. Dentre elas, sobressaem as referentes a forma como se organiza e
se estrutura o sistema educacionál. Em nossas vas tentativas de romper corn a rigi-
dez dos sistemas de avaliacao, por exemplo, sernpre tropeçamos corn urn acervode
leis, decretos, regulamentos, pareceres e normas baixados pelos órgãos superiores
da administracao do ensino.
As incursöes pelo campo da História da Educacao Brasileira ajudaram-nos a elu-
cidar alguma coisa. Ern princIpio, descobrimos que, substancialmente, pouca coisa
se rnudou na forma de encarar a educacao que nos foi legada pelos jesuItas. Depois,
pudemos verificar que houve tempos em que essa visao tinha urna razão de ser,
dado o contexto sócio-cultural em que estava inserta a instituiçao escolarbrasileira.
Mas, também verificamos que, em perIodos recentes, toda a ideologia que alimen-
tava o sistema, assim como sua própria estrutura, começava a chocar-se corn o refe-
rido contexto. A partir daI nossa preocupaçao tern consistido em descobrir possIveis
fatores dessa defasagern.

13
2. A expansão do en
A bibliografia levantada e consultada levou-nos a certas constataçOes teóricas. A seu aspecto quantitativc
primeira delas é a de que a forma corno evolui a economia interfere na evolucao da Quanto ao aspecto qu
organização do ensino, já que o sistema econômico pode ou nao criar urna demanda
de recursos humanos que devern ser preparados pela escola. a) falta de oferta sufi
A segunda constataçao relaciona-se corn a evoluçao da cultura, sobretudo da cul- b) baixo rendirnento
tura letrada. A herança cultural influi sobre os valores e as escolhas da populacao c) discrirninacao soci.
que procura a escola. Os objetivos perseguidos na escola por essa dernanda social Quanto ao aspecto esi
de educaçao estão diretamente relacionados corn o conteddo que a escola passa a de urn tipo de escola qu
oferecer. necessidades sociais e e
A terceira constatação tern irnplicacOes corn o sisterna politico. A forma como se zação.
organiza o poder tambérn se relaciona diretarnente corn a organizaçao do ensino, Manifestou-se ento i
ern princIpio porque o legislador é sempre o representante dos interesses politi- e a expansäo econôrnica
cos da carnada ou faccao responsável por sua eleicao ou norneacao e atua, naquela brasileira, de outro. E e
organização, segundo esses interesses ou segundo os valores da camada que ele o desenvolvimento brasi
representa.
Por dltimo, resta-nos verificar que o conteddo dessas três constataçöes são fato- 3. A rnanutencao e
res que podern atuar de forma integrada on não na organizacão do ensino. Na pri- relacionados corn as co
meira hipótese, o sistema educacional resultante responde as reais necessidades do vários setores das cam
contexto. Na segunda, ele opera sempre de forma defasada e desequilibrada, obe- torna evidente na orgai
decendo aojogo de forcas que esses fatores mantêm entre si. modo que se pode percc
A partir dessas constataçoes, pudernos definir rnais objetivarnente o que nós nos ora a predominância de
havIarnos proposto como tema de esfudo. A nossa exploracao bibliográfica nos rnos- con servadoras.
trara que a crise do sisterna educacional brasileiro se manifestou a contar do A predorninância dos
momento em que os fatores acima descritos deixaram de atuar harmonicamente. E responsável por duas for
isso se deu por volta dos anos 20. Ate aI, nenhuma reforma de caráter nacional
havia sido ernpreendida. Reformas desse teor corneçararn corn as Leis Francisco a) o controle quanrita
Campos. Isso rnotivou a escolha da época a ser estudada e a ausência de estudos na estrutura de ensino rigid
area veio reforçar a nossa escolha. Aliada a tudo isso estava também nossa preo- b) o controle qualitat
cupacão de compreender on apreender o alcance da atual polftica educacional. expansão do ensino de
Como todo principiante, não pudernos, pois, fugir a tentaçao de explorar urn tema técnico.
arnplo. 4. As rnudancas que
Veio ao encontro de nossa pretensão o fato de terrnos vislurnbrado que as rnudan- 1964, atingiram o setor e
ças ocorridas no sistema educacional nos iIltirnos anos são rnais urn desfecho de As reforrnas efetuad
rnudancas que corneçaram a acelerar-se a contar de 1930. adequacao rnaior do sis
0 trabalho, portanto, se inicia corn algurnas reflexoes de ordern teórica. Segue- Nesse sentido, ganhou ir
se-lhes uma sintese do comportarnento da escola brasileira, ate a década de 1920. to tivesse relacão corn
Corn isso quisernos reafirrnar nossas constataçoes medidante a descricao rápida de pré-capitalista, e Os tern
fatos e suas relacOes corn o contexto social. Na terceira, quarta e quinta partes ideológico.
encontra-se, então, o resultado da pesquisa que fizemos. Orientando-a, estão algu-
mas hipdteses que formulamos nos seguintes terrnos: O levantamento dessa
a constataçao da veraci
1 - A contar de 1930, o ensino expandiu-se fortemente, por causa do cresci-
mos, de forma algurna. r
mento sensIvel da dernanda social de educacao.
0 crescirnento da demanda foi, por sua vez, o resultado de dois fatores concomi- 1. Como se tern cara
tantes: o crescirnento dernográfico e a intensificaçao do processo de urbanizacao. corno se cornportou o de
O primeiro é responsável pelo crescirnento da dernanda potencial de educacao e 2. Como tern sido uti
o segundo, pela evoluçao dessa demanda, que se torna aos poucos demaida efeti- rnanutençao das vigas rn
va.

14

"IWW'
2. A expansão do ensino, todavia, apesar de grande, foi deficiente, tanto em
seu aspecto quantitativo, quanto em seu aspecto estrutural.
Quanto ao aspecto quantitativo, registrararn-se três tipos de deficiência:
a) falta de oferta suficiente de escolas;
b) baixo rendimento do sistema escolar;
c) discrirninacao social acentuada.
Quanto ao aspecto estrutural, as deficiências se mostraram através da expansão
de urn tipo de escola que, existindo antes, já nao correspondia, no entanto, as novas
necessidades sociais e econôrnicas da sociedade brasileira, em vias de industriali-
zaçäo.
Manifestou-se então uma inadequacao entre o sistema educacional, de urn lado,
e a expansão econômica e as rnudancas sócio-culturais por que passava a sociedade
brasileira, de outro. E esta inadequacao que define a defasagem entre a educacao e
o desenvolvimento brasileiro após 1930.
3. A rnanutençao e o aprofundarnento dessa defasagern, por seu lado, estão
relacionados corn as contradicoes polIticas ocasionadas pela luta existente entre
vários setores das camadas dominantes na estrutura do poder. Essa relacao se
torna evidente na organizaçao do ensino que evoluiu, refletindo aquela luta, de
modo que se pode perceber, nessa evolucao, ora a conciliacao das faccoes opostas,
ora a predominância de uma dela, sendo a tendência geral favorável as faccoes
conservadoras.
A predorninância dos interesses da faccao conservadora, por seu lado, tornou-se
responsável por duas formas de controle da expansão do ensino:
a) o controle quantitativo, feito através de dispositivos legais que criaram uma
estrutura de ensino rIgida, seletiva e discriminante, socialrnente falando;
b) o controle qualitativo, que se exerceu pelos dispositivos que favoreciam a
expansão do ensino de tipo acadêrnico e prejudicavarn a expansão do ensino
técnico.
4. As mudancas que se processaram no desenvolvirnento brasileiro, a contar de
1964, atingiram o setor educativo.
As reformas efetuadas durante esse perIodo visaram, teoricamente, a uma
adequacao major do sistema educativo ao modelo do desenvolvimento adotado.
Nesse sentido, ganhou irnportâncla a necessidade de afastar do sisterna tudo quan-
to tivesse relacao corn a velha concepção de educacao própria da mentalidade
prd-capitalista, e os terrnos "eficácia" e "produtividade" adquiriram urn conteddo
ideológico.
o levantarnento dessas hipóteses tern quase a marca do óbvio. No entanto, sem
a constatação da veracidade delas através de seu referencial empIrico, nao pode-
rnos, de forma alguma, responder a questöes básicas como:

1. Como se tern caracterizado as relacoes entre a educacao escolar e a forma


corno se cornportou o desenvolvimento brasileiro, após 1930?
2. Como tern sido utilizada, nessas relacOes, a educacao escolar corn vistas a
rnanutençao das vigas mestras do tipo de desenvolvirnento em questão?

15
As hipóteses aventadas a respeito do perIodo 1930/1964, que sugerem urn ao periodo escoihido.
aumento de defasagem entre educacao e desenvolvimento econômico, serão pri- sistema educativo. Al
meiro averiguadas, grosso modo, e, depois, recolocadas na tentativa de se dar urna caracterizassem as 1ut
resposta a questao de se saber se essa defasagem nao teria sido funcional, tanto da politica educacional
para 0 sistema econômico, quanto para o sistema politico. Esses dados não sac
Já a hipótese relativa ao perIodo posterior a 1964 tern objetivos semelhantes aos evoluçao dos acontecir
do anterior, quais os de constatar urna situacão dada. Urna tal hipótese se constitui, na-la no tempo, de for
porém, no pré-requisito que julgarnos indispensável a proposição de questOes acer- possIvel, cuidamos em
ca do significado das inovaçöes no sistema educacional ocorridas nesse periodo. do que a que ele realrr
via, acrescentar algum
1. Teriam os pretensos objetivos de eliminar ou reduzir essa defasagem, ou ade- Em prirneiro lugar
quar o modelo educacional ao modelo econôrnico em expansao, contado apenas corn quanto a estatIstica. as
a variável econômica na delimitação da nova polItica? dados sobre a mão-de-
2. Como se tern comportado o setor politico nesse processo de redefinicao da a ocupaçao do pessoal
polItica educacional? sionais do nosso sisterr
3. Quais os objetivos e o significado dessa redeflnicao, na atual conjuntura poll- qualificada pelo SENA
tica e econôrnica do Brasil? de dados registrados e
do todo o levantamenic
Naturalmente, tudo isso exigiu de nós urn duplo esforco de caráter rnetodológico: contar corn o material
o de registrar os fatos e, ao mesmo tempo, o de tentar interpretá-los. Esse caminho çãø da Embaixada do
foi o escoihido porque, honestamente, ternernos, em princIpio, a adocao de uma ou especial, pelo apoio e
mais teorias interpretativas, sern d dorninio do necessário referencial empIrico. longe, obtertodas as in
Nossa experiência exigia-nos uma certa dose de cautela que diminuIsse os riscos de Em segundo lugar.
uma reducao da verdade histórica a deterrninados esquernas teóricos de interpre- do sistema educaciona
tacao. Por outro lado, a mera descricao dos fatos nao tern, para nos, qualquer co, nós nos valemos.
sentido, se eles não receberem urn esforço de compreensão que evidencie seus economistas e socidlog
significados. Assim, pois, nern descricao pura, nern reducionisrno teórico. A teoria vernos na discussao da
da interpretaçao comecou a delinear-se, para nós, de forma algo mais clara, na cornpetência. Ao dem
medida em que caminhamos ao longo da evolucao dos fatos e do estudo dos dados dessa discussão em urn
e do contexto em que aqueles se deram. E nas conclusoes do trabaiho que flea rnais mos, asim, nossa posi
clara a nossa posicão teórica. organizaçäo dos thdo
Dessa forma, seguimos quase o caminho inverso daquele que se segue comu- encontravam algumas
mente na forrnulacao dos projetos de pesquisa: as constataçOes ernpIricas e as feitas por aqueles esp
interpretaçOes periódicas constituIram arcaboucos para uma sintese que nos fize- estudos feitos por eles.
ram vislumbrar que a teoria da dependéncia, come , atualmente vem sendo formula- nossa escola.
da, esclarece pontos básicos para a evoluçao do sistema educacional brasileiro, Finalmente, entende
sobretudo para a redeflniçao que ele sofreu no perIodo posterior a 1964. Conquanto sido possIvel sem o es
exploracla na interpretaçao desse perIodo, que corresponde a parte final de nosso Romanelli, que fez a r€
trabalho, essa teoria não contradiz a forma como nos conduzirnos na elaboraçao das taçao aojLIri da Sorboni
partes iniciais. Isto porque predominou, em nossas preocupaçöes, a compre- tese, corn vistas ao doi
ensão de como se cornportou o setor interno da politica e da economia na delimita- a quem não cabe. evide
cão da polItica educacional. Por outro lado, é tarnbém importante ressaltar que as Iho, nosso carinhoso e r
conexOes corn o setor externo, no que tange a educacao, ficaram muito mais eviden- Sornos igualmente
tes, sobretudo quando a ajuda da A.I.D. se fez sentir maciçamente, através dos Gerais, peIa entusiásti
chamados acordos MEC-USAID. especialmente o Prof. F
Na argumentação em favor das teses iniciais, utilizamo-nos de dados estatIs- e fez titeis sugestoes.
ticos para mostrar como evoluIram a expansão do ensino e a legislacao concernente generosas palavras con

16

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11
ao perlodo escoihido, para se ter uma idéia das mudanças ocorridas na estrutura do
sistema educativo. Além disso, procuramos servir-nos de documentos que bern
caracterizassem as lutas ideológicas e as posiçOes tomadas pelo Governo na adocao
da polItica educacional, em cada uma das fases do perIodo.
Esses dados nao são apreciados fora do seu contexto global e a apresentacão da
evoluçao dos acontecirnentos obedeceu a uma interpretação que procurou relacio-
na-la no tempo, de forma que a continuidade pudesse ser percebida. E, o melhor
possIvel, cuidamos em não atribuir ao setor educativo irnportância major ou menor
do que a que ele realmente tern para o conjunto da vida brasileira. Cumpre, toda-
via, acrescentar algumas observacoes quanto a metodologia adotada.
Em primeiro lugar, queremos esclarecer que nem sempre pudemos obter,
quanto a estatIstica, as inforrnacOes de que carecIarnos. E o caso, por exernplo, dos
dados sobre a rnão-de-obra empregada no setor terciário e sua qualificacão, e sobre
a ocupação do pessoal que recebeu e recebe a formacao dada pelas escolas profis-
sionais do nosso sistema. Faltaram-nos também os dados referentes a rnão-de-obra
qualificada pelo SENAI e pelo SENAC. Essa faiha se deveu, em parte, a ausência
de dados registrados e catalogados, mas, principairnente, ao fato de termos realiza-
do todo o levantarnento de dados quando estávamos em Paris. Por isso, so pudemos
contar corn o material que nos foi colocado a disposicão pelo Servico de Documenta-
cão da Embaixada do Brasil, na Franca, a qual endereçamos urn agradecirnento
especial, pelo apoio e atencao que nos dispensou. Nem sempre, pudemos, pois, de
longe, obter,todas as informaço&s que se faziam necessárias.
Em segundo lugar, queremos registrar que, na tentativa de análise da evolucão
do sistema educacional brasileiro e suas relacOes corn o contexto politico e econOmi-
co, nós nos valemos, para a interpretaçao dos fatos, dos estudos realizados por
economistas e sociólogos, cuja autoridade nos pareceu incontestável. Não nos deti-
vernos na discussão das posiçoes por eles assumidas, já que, para tanto, nos falta
competéncia. Ao demais, não se justificaria, a nosso ver, que nos ocupássemos
dessa discussão em urn trabalho que se limita a area da educacao escolar. Justifica-
mos, asirn, nossa posição acentuando que, na medida em que caminhávamos na
organizaçao dos dados da legislacao e da estatIstica, faziarnos indagacoes que
encontravam algumas respostas possIveis nas interpretaçOes da realidade social
feitas por aqueles especialistas. Essa, pois, a razão pela qual nos servimos dos
estudos feitos por eles, para tentar uma interpretaçao da evolucao da estrutura de
nossa escola.
Finalrnente, entendemos ser de nosso dever salientar que este trabalho nao teria
sido possIvel sern o estImulo, o apoio e a ajuda de men marido, Prof. Rubens C.
Romanelli, que fez a revisão, primeiro do texto original frances, para sua apresen-
tacão aojüri da Sorbonne, perante o qual este trabalho foi defendido sob a forma de
tese, corn vistas ao doutorado de 3.° ciclo, e, depois, do texto português. A ele,
a quem não cabe, evidentemente, nenhurna responsabilidade pelas faihas do traba-
Iho, nosso carinhoso e profundo agradecimento.
Somos igualmente grata a alguns colegas da Universidade Federal de Minas
Gerais, peld's entusiásticas e encorajadoras expressöes corn que acolherarn o texto,
especialrnente o Prof. Francisco Iglésias, pela boa vohtade com que leu Os Originais
e fez titeis sugestOes, para melhoria dos mesmos, assim como pelas honrosas e
generosas palavras corn que se dignou de prefaciar esta obra.

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