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AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA

INFANTIL
(IDADE PRÉ ESCOLAR)

Natalie Helene van Cleef Banaskiwitz


Doutoranda em Psicologia – IPUSP
Mestre em Ciências – FMUSP
Especialista em Neuropsicologia pelo CFP
Objetivos da avaliação neuropsicológica nos
transtornos do neurodesenvolvimento
 Identificar crianças que possam apresentar fatores de risco para o
desenvolvimento;

 Diagnosticar a presença e a extensão de um problema no


desenvolvimento;

 Associar os resultados com variáveis ambientais ou com características


maternas (ansiedade);

 Avaliar o impacto de condições biológicas (prematuridade, baixo


peso), comparando com grupo sem esta condição (controle);

 Identificar habilidades específicas de uma criança;

 Determinar estratégias apropriadas de intervenção.


 Diagnóstico

 Diagnóstico nosológico e diferencial (DSM-5)


 Diagnóstico funcional: Identificação de déficits e
habilidades preservadas
 Compreensão do perfil neuropsicológico e comportamental
 Análise do impacto dos transtornos no contexto familiar

 Intervenção
 Planejamento de estratégias de intervenção nos contextos
terapêutico (reabilitação cognitiva)
 Acompanhamento: reavaliações sequenciais, definição de
novas metas de intervenção
Desenvolvimento Infantil

• Processo que se inicia desde a vida intra-uterina e envolve múltiplas


aquisições, tais como o crescimento físico, maturação neurológica e a
construção de habilidades relacionadas ao comportamento, habilidades
cognitivas, sociais e afetivas da criança.
Sigolo e Aiello, 2011

• É o resultado da interação entre fatores genéticos, biológicos e ambientais.


Brito et al., 2011

Processo complexo, estrutural e emocional, associado ao


crescimento, maturação e aprendizado.
DNPM Adequado
Crescimento X Desenvolvimento

• Crescimento - está relacionado ao aumento físico do corpo, medido em


centímetros ou gramas.

• Desenvolvimento – capacidade do ser de realizar funções cada vez mais


complexas.
Formação do Sistema Nervoso Central
Formação do Sistema Nervoso Central
Vetores do Desenvolvimento

- Não linear

- Póstero-anterior
(sensação → ação)
Princípios básicos do Neurodesenvolvimento

– Direção céfalo-caudal: sentido cabeça para os pés. Um bebê vê um


objeto antes de poder alcancá-lo com as mãos, controla a cabeça
antes de controlar o tronco, e faz muitas coisas com as mãos antes
de andar;

– O desenvolvimento parte do geral para o específico, dos grandes


para os pequenos músculos (exemplo: preensão);

– Prossegue do simples para o complexo;

– Linguagem: choro, após balbucia, depois palavras, e depois frases.


Maturação Cerebral

Lancet 2007; 369: 60–70


Período Características

0 a 6 meses -Fortalecimento e desenvolvimento gradual dos músculos e SNC;


- Controle completo da cabeça por volta dos 4 meses;
- Perto dos 4 meses, o controle das mãos é mais fino;
- Entre os 4 e 6 meses utiliza os membros para se movimentar;
-Desenvolve seu próprio padrão de alimentação e sono;
- Desenvolvimento progressivo da visão e audição.

6 a 12 meses -Desenvolvimento da motricidade;


- A partir dos 8 meses consegue arrastar-se ou engatinhar;
- Por volta dos 9 meses pode começar a dar os primeiros passos com apoio;
-Entre os 6 e 8 meses ocorre o desenvolvimento da preensão manual.
Período Características

1 a 2 anos -Começa a andar;


-A partir dos 16 meses, o bebê já é capaz de caminhar e manter-se de pé em
segurança;
- Melhora da motricidade fina devido à prática.

2 a 3 anos -A criança é capaz de pular ou pular de um pé para outro quando está


correndo ou andando;
- Maior facilidade para manipular e utilizar objetos com as mãos;
- Inicia-se gradualmente o controle esfíncteriano.
Período Características
3 a 4 anos - Grande atividade motora;
- Veste-se sozinha razoavelmente bem;
- É capaz de comer sozinha com garfo ou colher;
- Cada vez mais independente quanto sua higiene pessoal.
4 a 5 anos - Rápido desenvolvimento muscular;
- Maior controle dos movimentos;
- Consegue escovar os dentes, vestir-se e pentear-se com pouca ajuda.
5 a 6 anos -Estabelecimento da preferência manual;
- Capacidade para vestir-se e despir-se sozinha adequadamente;
-Consegue realizar sua higiene pessoal com autonomia e de
forma adequada.
Período Características

0 a 6 meses -A aprendizagem se dá através dos sentidos;


- Vocaliza espontaneamente;
- A partir dos 4 meses começa a imitar sons à sua volta;
-Perto dos 6 meses compreende algumas palavras que lhe são familiares,
virando a cabeça quando a chamam.

6 a 12 meses -A aprendizagem se faz principalmente através da boca;


- Inicia-se o desenvolvimento da noção de permanência do objeto;
- Ocorrem vocalizações;
- O bebê gosta que objetos sejam nomeados e, então, começa a reconhecer
palavras familiares;
-A partir dos 10 meses, a noção de causa-efeito encontra-se
bem desenvolvida;
- Há progressiva melhora da capacidade de atenção e concentração;
-A primeira palavra pode surgir por volta dos 10 meses.
Período Características

1 a 2 anos -Maior desenvolvimento da memória, através da repetição das atividades;


- A criança exibe maior curiosidade;
-Compreende ordens simples, inicialmente acompanhadas por gestos e, a
partir dos 15 anos, sem necessidade dos mesmos;
- A linguagem começa a adquirir tons de voz diferentes;
- Reconhece a função de alguns objetos;
- Entre os 20 e 24 meses, torna-se capaz de brincar de faz-de-conta.

2 a 3 anos -Fase de grande curiosidade;


- É capaz de produzir regularmente de 3 a 4 palavras;
- Desenvolvimento da consciência sobre si;
- Aumento da capacidade de concentração e da memória;
-A criança começa a formar imagens mentais das coisas, o que facilita a
compreensão dos conceitos;
-Começa a apreender o conceito de sequências numéricas simples e
diferentes categorias.
Período Características
3 a 4 anos - Compreende a maior parte do que ouve e seu discurso é compreensível
para os adultos;
- Utiliza a imaginação;
- Sabe o nome, sexo e idade;
- Copia figuras geométricas simples;
- Bastante curiosa e investigadora.
4 a 5 anos - Já possui amplo vocabulário;
- Sabe a diferença entre fantasia e realidade;
- Começa a reconhecer padrões entre os objetos;
- Compreende conceitos de número e espaço.
5 a 6 anos -Fala fluentemente, utilizando corretamente o plural, pronomes e tempos
verbais;
- Segue instruções e aceita supervisão;
- Conhece cores, números;
- Capacidade de memorizar histórias e repeti-las.
Período Características

0 a 3 meses -Vocalizações (repetições de vogais e sons guturais) não linguísticas.


Essas produções têm pouca influência da língua-mãe.
- Sorriso reflexo.
- Apresenta movimentos corporais bruscos ou acorda ao ouvir estímulo
sonoro.
- Aquieta-se com a voz da mãe.
- Procura fonte sonora com movimentos oculares

3 a 6 meses -As vocalizações começam a adquirir algumas características


de linguagem, ou seja, entonação, ritmo e inicia-se a
modulação de ressonância.
-A fase de lalação aparece por volta dos 3 a 4 meses e se distingue por
sua fonação lúdica . A criança sente prazer em balbuciar (brincar com os
órgãos fono-articulatórios).
- Pára de chorar ao ouvir música.
- Começa a voltar à cabeça em direção a um som lateral e próximo.
Período Características

6 a 9 meses -Pré-conversação. A criança vocaliza principalmente durante os intervalos em


que é deixada livre pelo adulto, e também encurta suas vocalizações para dar
lugar as respostas do adulto.
- Localiza diretamente a fonte sonora lateralmente e indiretamente para
baixo.
- Responde quando chamada.
- Repete sons para escutá-los.
9 a 12 meses -Localiza diretamente a fonte sonora para baixo.
- Reage paralisando a atividade quando a mãe fala "não".
- Vocaliza na presença de música.
- Compreende algumas palavras familiares, por ex.: "mamãe, "papai", "nenê".
- Compreende ordens simples, por ex.: "bate palmas" e dar "tchau".
-Vocalizações mais precisas e melhor controladas quanto a altura tonal e a
intensidade. Agrupa sons e sílabas repetidas a vontade.
- Pede, recebe objetos e oferece-os de volta.
- Usa gestos indicativos.
- Surge a primeira palavra, muitas vezes não inteligível.
Período Características
12 a 18 meses -Surgem as primeiras palavras funcionais que, em geral, se dá
um prolongamento semântico, por ex.: chama "cachorro" a
todos os animais.
- Crescimento quantitativo de compreensão e produção de palavras.
- Localiza fonte sonora indiretamente para cima.
- Gosta de música.
-Compreende verbos que representam ações concretas (dá, acabou,
quer).
- Identifica objetos familiares através de nomeação.
- Identifica parte do corpo em si mesma.
-Utiliza-se de palavra-frase (usa uma palavra que corresponde a um
enunciado completo).
- Repete palavras familiares.
- Tenta contar.
Período Características

18 a 24 meses - Surgimento de frases de dois elementos.


- Localiza fonte sonora em todas as direções.
- Presta atenção e compreende estórias.
- Identifica parte do corpo no outro.
- Inicia o uso de frases simples.
- Usa gesto representante.
- Usa o próprio nome.
2 a 3 anos -Iniciam-se sequências de três elementos, por ex.: "nenê come pão“
- Aponta gravura de objeto familiar descrito por seu uso.
- Identifica objetos familiares pelo nome e uso.
- Aponta cores primárias quando nomeadas (vermelho, azul, amarelo...)
- Compreende o "Onde?” "Como?"
- Pergunta o que?
- Nomeia ações representadas por figuras.
- Refere-se a si mesmo na 3ª pessoa.
- Combina objetos semelhantes.
-Constitui frase gramatical simples ( com verbos, preposições, adjetivos e advérbio
de lugar).A partir dos três anos aumenta extraordinariamente o número de
vocábulos da criança e espera-se que até os cinco anos ela tenha domínio de todos
os fonemas da língua.
Período Características

0 a 6 meses -Distingue a figura cuidadora das demais pessoas com quem se relaciona;
- Fixa os rostos e sorri;
- Por volta dos 4 meses, já é capaz de reconhecer as pessoas mais próximas;
- Distingue pessoas conhecidas de estranhas, revelando a preferência por
rostos familiares.

6 a 12 meses -O bebê está mais sociável, procurando interagir ativamente com as


pessoas a seu redor;
- Manifesta comportamentos de imitação;
-A partir dos 10 meses demonstra maior interesse pela interação com
outros bebês.
Período Características

1 a 2 anos -Aprecia a interação com adultos que lhe sejam familiares;


- Maior autonomia;
- Suas interações com outras crianças ainda são limitadas;
- Por volta dos 20 a 24 meses, inicia o desenvolvimento da empatia.

2 a 3 anos -A mãe ainda é uma figura muito importante para a segurança da criança,
não gostando de estranhos;
-A partir dos 32 meses a criança já começa a reagir melhor quando é
separada da mãe para ficar com outra pessoa;
- Imita e tenta participar de comportamento dos adultos;
-É capaz de participar em atividades com outras crianças, por exemplo,
ouvir histórias.
Período Características
3 a 4 anos -A criança é bastante sensível aos sentimentos dos que a rodeiam;
- Tem dificuldade em cooperar e compartilhar;
-Preocupa-se em agradar os adultos que lhe são significativos, sendo
dependente da sua aprovação e afeto;
- Começa a perceber as diferenças entre homens e mulheres;
-Passa a se interessar mais pelos outros e integrar-se em atividade de grupo
com outras crianças.

4 a 5 anos - Gosta de brincar com outras crianças;


- Gosta de imitar as atividades dos adultos;
- Começa a aprender a compartilhar, aceitar regras e respeitar a vez do
outro.
5 a 6 anos -A mãe ainda é o centro do mundo da criança;
- Copia os adultos;
- Brinca de forma independente;
- Gosta de conversar durante as refeições.
Período Características

0 a 6 meses - Manifesta sua excitação através dos movimentos do corpo;


- O choro é sua principal forma de comunicação;
- Apresenta medo perante barulhos altos ou inesperados.

6 a 12 meses - Formação de forte laço afetivo com a figura materna;


-Presença de ansiedade de separação;
- O bebê mostra-se ansioso na presença de estranhos;
- A partir dos 8 meses, tem maior consciência de si próprio.

1 a 2 anos -Observa-se grande reatividade ao ambiente emocional em que vive;


-Desenvolve o sentimento de posse às suas coisas, sendo
difíceis compartilhá-las;
-Embora esteja normalmente bem disposta, às vezes exibe alterações de
humor (“birras”);
- É bastante sensível à aprovação e desaprovação dos outros.
Período Características

2 a 3 anos -O leque de emoções é bastante variado, desde o puro prazer até a raiva
frustrada;
- As birras são uma das formas mais comuns de chamar a atenção.

3 a 4 anos -É capaz de se separar da mãe durante curtos períodos de tempo;


-Começa a desenvolver certa independência e autoconfiança;
- Pode manifestar medo frente a estranhos, animais ou do escuro;
-Começa a reconhecer seus próprios limites, pedindo ajuda
quando necessário;
- Imita os adultos.
Período Características
4 a 5 anos - Os pesadelos são comuns nesta fase;
- Tem amigos imaginários e grande capacidade em fantasiar;
- Procura frequentemente testar o poder e os limites dos outros;
- Exibe muitos comportamentos desafiantes e opositores.
5 a 6 anos -Pode apresentar alguns medos, como do escuro, de cair, entre outros;
-Se a criança estiver cansada, nervosa ou chateada, poderá apresentar
alguns dos seguintes comportamentos: roer as unhas, piscar
repetidamente os olhos;
- Maior sensibilidade às necessidades e sentimentos dos outros;
- Envergonha-se facilmente.
Transtornos do neurodesenvolvimento

Alterações no desenvolvimento do sistema nervoso


central

 Pré-natais – condições geneticas, malformações do SNC


 Peri-natais – anoxia, prematuridade
 Pós-natais – TCE, quadros infecciosos, neoplasias etc
Queixas comuns em Neuropsicologia Infantil

❖ Atraso no Desenvolvimento Neuropsicomotor (DNPM)


❖ Dificuldades de socialização/ interação social
❖ Dificuldade de aprendizagem
❖ Sintomas de hiperatividade e desatenção
Transtornos do neurodesenvolvimento

•Transtornos descritos no DSM-5


 Deficiência intelectual
 T. da Aprendizagem
 T. do Espectro Autista
 T. Déficit de Atenção e/ou Hiperatividade (TDAH)
 T. neuropsiquiátricos: T de oposição Desafiante/ Conduta, T.
da Ansiedade; T. do humor
Atraso no Desenvolvimento
Neuropsicomotor
Indicadores de risco de atraso no DNPM
Indicadores de risco para o desenvolvimento da
Linguagem

1º ano de vida 2º ano de vida

Até 6 meses: Até os 18 meses:


❖ Não fixa o olhar, não gira a ❖ Não reconhece nomes de objetos
cabeça em direção ao som, não presentes, não entende palavras
balbucia, não varia volume de voz, simples, não produz palavras
dificuldade para movimentos de inteligíveis, não produz verbos, não
língua e para deglutir alimentos faz gestos como “tchau”e “aqui”
Até 12 meses: Até os 24 meses:
❖ Não se reconhece pelo nome ou ❖ Não compreende frases de 2

apelidos, não diz “mama”, “dada, palavras, não se refere a objetos


não imita sons da fala, não sem vê-los, não produz 20-50
demonstra intenção comunicativa palabras, não produz frases de 2
palavras e não faz perguntas
Transtornos Psiquiátricos da Infância

❖ Tiques nervosos, movimentos abruptos com mãos,


ruídos vocais.
❖ Comporta-se como estivesse ouvindo vozes, vendo
coisas que não existem ou sentindo coisas.
❖ Possui ideias recorrentes e incomuns para a faixa
etária.
❖ Parece obcecada por algum assunto, objeto, animal e
tem pensamentos recorrentes
❖ Não modula a voz
Fatores de Risco para o Desenvolvimento de TDAH

❖Uso de tabaco durante a gestação


❖Uso de drogas ilícitas, álcool e psicotrópicos

❖Baixo peso e prematuridade

❖Sintomas depressivos maternos

❖Baixo nível educacional dos pais

❖Presença de comportamentos antisociais

❖Educação coercitiva

❖Família disfuncional e comportamentos de

superproteção

Arch Gen Psychiatry. 2011;68(12):1267-1275


Fatores de Risco para o Desenvolvimento de Autismo

❖Diabetes gestacional
❖Uso de psicotrópicos (aumenta 68% a chance)

❖Sangramento gestacional

❖Baixo peso ao nascer (<2500 kg)

❖Período gestacional diminuido (<35 semanas)

❖Hipoxia (< Apgar)

❖Sofrimento Fetal

❖Idade dos pais

Arch Pediatr Adolesc Med. 2007,161(4):326-33.


Desenvolvimento infantil atípico e Autismo

Antes dos 12 meses:


❖ ↓ atenção e interação social (sorriso social, contato

visual, expressões faciais apropriadas)


❖ ↓ comunicação

Ao longo do desenvolvimento:
❖Atraso no desenvolvimento sensório-motor

❖ Ausência de atividades sociais: apontar, mostrar e

compartilhar objetos e interesses


❖ Ausência de jogo simbólico

❖Regressão do desenvolvimento aos 2 anos (15 a 30%)


Tópicos relevantes na Anamnese
História do desenvolvimento e condições médicas

❖ Gravidez e parto
a. Duração da gravidez
b. Idade corrigida para prematuros (até 2 anos)
c. Duração do parto: no. de horas do início das
dores do parto até o nascimento
d. Idade da mãe
e. Peso da criança ao nascer
Condições pré-natais: durante a gravidez

a. Sangramento
b. Ganho de peso excessivo (>15 kilos)
c. Pré-eclampsia
d. Incompatibilidade de fator Rh
e. Náuseas ou vômitos
f. Uso de medicação controlada
g. Uso de drogas ilegais
h. Uso de bebidas alcoólicas e cigarro
i. Uso de fórceps
Condições perinatais: primeiros dias de vida

a. Lesão durante o parto


b. Sofrimento cardiopulmonar durante o parto
c. Parto com circular de cordão
d. Problemas respiratórios
e. Precisou de oxigênio
f. Ficou cianótico (azulado)
g. Ficou ictérico (amarelado)
h. Apresentou: infecções ou convulsões
i. Apresentou defeito congênito
j. Ficou mais de sete dias hospitalizado
Condições pós-natais: primeiro ano de vida

a. Dificuldade para amamentar


b. Dificuldade para dormir
c. Cólicas
d. Dificuldade de estabelecer horários
e. Temperamento alerta
f. Alegre e afetivo
g. Sociável
h. Fácil de confortar
i. Dificuldade em mantê-lo ocupado, movia-se
constantemente
j. Teimoso ou desafiador
Condições pós-natais: marcos desenvolvimentais
iniciais

a. Sentar sem ajuda


b. Engatinhar
c. Andar sozinho
d. Dizer palavras isoladas (“mamá, papá)
e. Juntar duas ou mais palavras (“nenê dodói”, “me dá”)
f. Controle de esfíncteres diurno e noturno
Entrevista com os pais: preocupações sobre a criança

✓ O que mais o preocupa em relação ao filho que


fez procurar avaliação?

1. Detalhar a queixa apresentada


2. Início da queixa
3. Frequência que ocorre e qual a gravidade
4. O que tentaram fazer para lidar com a queixa
Instrumentos para avaliação do Desenvolvimento
Infantil

 Escala Bayley de Desenvolvimento Infantil


 Inventário Portage Operacionalizado
 SON – R
 Perfil Sensorial
 ABAS II – Escala de Avaliação do Comportamento Adaptativo
 7 figuras 7 palavras
 Columbia
 Teste de Nomeação Infantil
 Teste de Discriminação Fonológica
ESCALAS BAYLEY DE
DESENVOLVIMENTO
INFANTIL
 A Bayley – III é um instrumento de administração
individual.

 Avalia o desenvolvimento de bebês e crianças


jovens entre 16 dias e 43 meses e 15 dias.
 A Bayley é usada por profissionais de áreas
diferentes de especialização:
- Requisitos básicos incluem:
 Familiaridade com procedimentos de avaliação de crianças pequenas
 Familiaridade com princípios básicos de mensuração/avaliação.
 Familiaridade com desenvolvimento infantil.

 Pode ser administrada por técnicos, enfermeiros,


profissionais de estimulação precoce e ser
interpretado por profissionais treinados (fono,
T.O., fisio, psicólogo).
 Amostra nacional americana estratificada por idade,
sexo, raça/etnia, educação parental e região
geográfica;

 Estudos de validade com grupos clínicos;

 Estudos comparativos com os testes mais importantes.

 VERSÃO BRASILEIRA PREVISÃO 1º SEM 2018


 Ajuste para prematuridade até os 24
meses de idade cronológica:

- Duas etapas:

 Subtraia a data de nascimento da criança da data prevista para o


nascimento. Insira o número de meses e dias na linha intitulada Ajuste
para Prematuridade.

 Subtraia o ajuste para prematuridade da idade da criança para


obter a Idade Ajustada.
 Ponto de partida
 Regra Reversa
- A regra reversa para as escalas Cognitiva, de
Linguagem e Motora é idêntica:

- Escore 1 nos primeiros três itens consecutivos no ponto de


partida da idade cronológica = siga em frente (isto é,
alcançou o nível basal).

 Se escore 0 em qualquer dos três primeiros itens, volte para o ponto de partida
da idade anterior.
 A regra reversa se aplica ao novo ponto de partida. Continue a aplicar a regra
até que a criança acerte os três primeiros itens de um ponto de partida.
 Administre os itens até que a regra de interrupção seja atendida.
 Não readministre nenhum item.
 Regra de Interrupção

- Interrompa a administração quando a criança


receber escores 0 (zero) em cinco itens
consecutivos (isto é, o teto foi atingido).
 Composta por 91 itens que avaliam:
- Desenvolvimento Sensório motor
- Exploração e manipulação
- Relação entre objetos
- Formação de conceitos
- Memória
Composta por itens de Comunicação Receptiva e
Expressiva;
Completa por 49 itens que avaliam:
- Comportamentos pré-verbais;

- Desenvolvimento de vocabulário, como na


identificação de objetos e figuras;
- Desenvolvimento morfológico relacionado ao
vocabulário, tais como pronomes e preposições, uso
de tempos verbais e de possessivos;
- Itens que avaliam a compreensão social.
Completa por 48 itens que avaliam:
- Comportamentos pré-verbal como o balbucio, gestos,
atenção compartilhada e troca de turnos;
- Desenvolvimento de vocabulário, tais como a nomeação de
objetos e figuras, atributos (cor, tamanho);
- Desenvolvimento morfo-sintático como o uso de frases de
duas palavras, plurais e tempos verbais.
Completa por 66 itens que avaliam habilidades
como:
- Preensão;
- Integração percepto-motora;
- Planejamento e velocidade motora;
- Tracking Visual;
- Busca/alcance do objeto;
- Segurar e manipular o objeto;
- Habilidades manuais funcionais e resposta a informação
tátil.
Completa por 72 itens que avaliam:
- Movimentos do tronco e membros;
- Posicionamento estático (sentado, em pé);
- Movimento dinâmico (locomoção e coordenação);
- Equilíbrio;
- Planejamento motor.
Itens que avaliam:
- Auto-regulação e interesses no mundo;
- Comunicação e necessidades;
- Engajando o outro e estabelecendo relacionamentos;
- Usando emoções de maneira interativa e com meta;
- Usando sinas ou gestos emoconais para resolver problemas.
INVENTÁRIO PORTAGE
OPERACIONALIZADO
INVENTÁRIO PORTAGE OPERACIONALIZADO

 580 comportamentos distribuídos em 5 áreas, separados por


faixa etária de zero a seis anos e uma área específica para
bebês de zero a seis anos.

 Cognição
 Linguagem
 Desenvolvimento Motor
 Socialização
 Autocuidado
Aplicação
 Avaliam-se todas as cinco áreas.

 Avalia-se a área “estimulação infantil” (específica


para bebês de 0 a 4 meses) somente se:
a) A criança apresentar faixa etária menor do que
um ano
b) Se ela tiver apresentado erros em um ou mais
comportamentos listados na primeira metade de
itens da faixa de 0 a 1 ano para todas as áreas.
Aplicação
 Que faixa etária começar a avaliar??

Iniciar por uma faixa etária inferior à que a criança se


encontra.

À medida em que se constatar que o desempenho da


criança está insuficiente, retrocede-se a faixa etária.

O critério para parar de retroceder envolve a


ocorrência de pelo menos quinze itens consecutivos em
que a criança apresente acertos.
Aplicação
 Quando encerrar?
Após 15 respostas erradas consecutivas

Como registrar uma resposta?


(V) Para os itens em que a criança apresentar o
comportamento, tendo sido observado pelo avaliador,
indiretamente pelo relato ou entrevista do mediador.
(X) Para os itens que a criança não apresente o
comportamento
(O) Para os itens que forem anulados (por exemplo “falar
ao telefone” quando a família não tem telefone).
Linguagem
Cognição
Socialização
Desenvolvimento Motor
Autocuidado
Estimulação Infantil
SON - R
O QUE AVALIA??
 SON-QI
Avalia as habilidades de raciocínio para resolver
problemas novos, que não podem ser executados
automaticamente, e a capacidade de adaptação às
situações novas, pouco estruturadas.

Pretende medir a inteligência fluida, compreendida


como a habilidade de aprender e resolver problemas
sem usar conhecimento prévio.
O QUE AVALIA??
 SON – EE
Avalia as habilidades espaciais, viso-motoras e de
execução.

Indivíduos com alta habilidade espacial possuem aguda


sensibilidade para detalhes visuais, esboçam ideias
graficamente e facilmente se orientam no espaço
tridimensional.

Indivíduos com altos escores tendem a ter um bom


desempenho escolar em matemática, ciência e tecnologia.
O QUE AVALIA??
 SON – ER
Avalia as habilidades relacionadas ao raciocínio concreto
e abstrato.

O raciocínio é a capacidade cognitiva exigida na


resolução de problemas simples e complexos, tanto de
ordem intelectual como de situações do dia-a-dia.

Crianças com altos escores tendem a ter habilidades


verbais e vocabulário altamente desenvolvidos.
 O teste SON-R enfatiza habilidades viso-motoras e
perceptuais, habilidade espacial e a habilidade de
raciocinar de uma maneira abstrata e concreta.

 Isso corresponde aos fatores “inteligência fluida” e


“Percepção Visual Ampla” da classificação de Carroll
(1993).

 Memória, conhecimento e habilidades de linguagem


possuem uma associação indireta com o desempenho no
teste, mas a mensuração não é baseada nessas
habilidades.
 O teste SON-R é menos dependente de fatores
socioeconômicos do que testes verbais de
inteligência, e pode ser melhor definido como um
teste não-verbal de inteligência geral com ênfase
na “inteligência fluida” e “percepção visual”.
 O teste pode ser utilizado em crianças mais velhas
ou adultos, que são portadoras de deficiência
intelectual.

 O teste é menos apropriado para crianças


portadoras de deficiências visuais e motoras.
Idades
 Foi planejado para a faixa etárias de 2 anos e
meio a 7 anos. No entanto, as normas do teste
foram construídas para a faixa etária de 2 a 7
anos e 11 meses.

 2 a 2 anos e meio
Pode ser usado experimentalmente. Ocorrem efeitos
de solo (muitas crianças apresentam escore zero).
Motivação e concentração frequentemente
insuficientes para concluir o teste.
Idades
 2 anos e 6 meses - 2 anos e 11 meses
Pode ser usado neste grupo.
Efeitos moderados de solo.

 3 anos - 5 anos e 11 meses


Teste pode ser usado com bons resultados.
Efeitos de solo e teto raramente ocorrem.
Idades
 6 anos – 6 anos e 11 meses
Adequados para esta idade.
Possui ligeiros efeitos de teto

 7 anos - 7 anos e 11 meses


Efeitos teto claramente ocorrem, os quais podem não
ser um problema para crianças com um nível cognitivo
abaixo de sua faixa etária.
Idades
 De 8 anos para acima

A partir desta idade não existem mais escores


normatizados. Contudo, para crianças de 8 anos ou
mais, que possuem um nível cognitivo muito baixo, o
SON-R pode ser mais interessante do que um teste
que corresponda à idade cronológica da criança.
Descrições de resultado
Idade de referência
 Os resultados dos testes também podem ser apresentados
por idade de referência.

 Similarmente aos escores padronizados, a idade de


referência baseada no resultado total do teste é o escore
mais confiável, estável e generalizável, sendo, portanto, o
melhor a ser utilizado.

 Para crianças e adultos acima de 8 anos, a idade de


referência é a única informação padronizada disponível.

 Para crianças até 8 anos, a idade de referência pode ser


utilizada como uma informação adicional.
Descrição dos subtestes
 MOSAICOS
 CATEGORIAS
 SITUAÇÕES
 PADRÕES

 Esta é a sequencia em que os subtestes devem ser


administrados.
Descrição dos subtestes
 MOSAICOS
 CATEGORIAS
 SITUAÇÕES
 PADRÕES

 Podem ser agrupados em dois tipos:


 Testes de raciocínio
 Testes de execução
Descrição dos subtestes
 Cada subteste consiste em duas partes que diferem
nos materiais e nas instruções.

 Primeira parte: os exemplos são incluídos nos itens.

 Segunda parte: exceto no subteste Padrões, é


precedida por um exemplo e os itens subsequentes
são completados independentemente.
Testes de raciocínio e testes espaciais

 TESTES DE RACIOCÍNIO

 Habilidades de raciocínio têm sido consideradas


tradicionalmente como a base da função de
inteligência (Carroll, 1993).

 Testes de raciocínio são centrais na maioria dos


testes de inteligência e podem ser divididos em
testes de raciocínio concreto e abstrato.
Testes de raciocínio e testes espaciais

 TESTES DE RACIOCÍNIO

 Categorias: teste de raciocínio abstrato, se baseia


no relacionamento entre conceitos que são
abstratos, isto é, os que não são determinados pelo
tempo ou espaço. Nos testes de raciocínio abstrato,
um princípio de ordem precisa ser derivado do
material que foi apresentado como estímulo e ser
aplicado ao material novo.
Testes de raciocínio e testes espaciais

 TESTES DE RACIOCÍNIO

 Situações: teste de raciocínio concreto, o objetivo é


criar uma conexão real de tempo-espaço entre
pessoas e objetos.
Testes de raciocínio e testes espaciais

 TESTES ESPACIAIS

 São similares aos testes de raciocínio concreto


porque, em ambos os casos, um relacionamento
dentro de um todo espacial precisa ser construído.
A diferença está no fato de que os testes de
raciocínio concreto dizem respeito a uma relação
de sentido entre partes de uma figura e os testes
espaciais se referem a uma relação de “forma”
entre partes de uma figura (Carroll, 1993)
Instruções gerais de aplicação
 Aplicação individual

 As instruções podem ser dadas verbalmente, não-


verbalmente utilizando gestos, ou usando uma
combinação dos dois.
Instruções gerais de aplicação
 INSTRUÇÕES

Um exemplo é incluído na aplicação do primeiro item


de cada subteste, e instruções detalhadas são dadas
para todos os primeiros itens.

Na segunda parte, com exceção do Padrões, um


exemplo é dado antes. Se a criança entende, ela
pode fazer os itens subsequentes independentemente.
Instruções gerais de aplicação
 FEEDBACK

O examinador dá um feedback após cada item.


O examinador indica se a solução foi correta ou
incorreta, e caso tenha sido incorreta, também demonstra
a solução correta para a criança. O examinador não
explica porque foi incorreta.

Entretanto o item só é pontuado como correto caso a


criança o tenha completado independentemente.
Instruções gerais de aplicação
 PROCEDIMENTO DE ENTRADA

De acordo com o a idade e, quando possível, com o nível


cognitivo estimado da criança.

O início é feito com o primeiro, terceiro ou quinto item.

Foi criado para assegurar que os primeiros itens que a criança


pula teriam sido resolvidos corretamente. Se depois, o nível no
qual a criança começou aparenta ser difícil demais, o
examinador pode voltar para um nível mais baixo.
Instruções gerais de aplicação
 PROCEDIMENTO DE ENTRADA

 Item de entrada 1: crianças com 2 ou 3 anos

 Item de entrada 2: crianças com 4 ou 5 anos


(pré=escola)

 Item de entrada 3: crianças com 6 a 7 anos (1º e


2º ano escolar)
Instruções gerais de aplicação
 REGRA PARA DESCONTINUAÇÃO

 Um subteste é interrompido quando um total de 3


itens for resolvido incorretamente. Não é necessário
que sejam consecutivos.

 Os subtestes de execução também são


interrompidos quando dois erros consecutivos na
segunda parte.
Instruções gerais de aplicação
 REGRA PARA DESCONTINUAÇÃO

Regra A: Quando um total de 3 respostas incorretas


forem dadas.
Regra B: A aplicação do Mosaicos e Padrões é
também interrompida quando dois itens consecutivos
forem pontuados como sendo incorretos na parte II.
Regra C: Quando a criança se recusa a fazer dois
itens consecutivos.
Instruções gerais de aplicação
 COMEÇAR E VOLTAR PARA ITENS ANTERIORES

 Item de entrada 3: Quando o item 3 ou 4 é


resolvido incorretamente, volte ao item 1 e
apresente ambos os itens, 1 e 2.

Neste caso, abandonar o critério de entrada e os


subtestes seguintes são iniciados pelo item 1.
Instruções gerais de aplicação
 COMEÇAR E VOLTAR PARA ITENS ANTERIORES

 Item de entrada 5: Quando o item 5 ou 6 é pontuado


como incorreto, volte ao item 3, e aplicar o 3 e 4.

 Quando os itens 3 e 4 são corretos, continue com os


itens mais difíceis.

 Quando os itens 3 e 4, ou ambos, são pontuados como


incorretos, volte ao item 1 e faça o item 1 e também o
2.
Instruções gerais de aplicação
 TEMPO

 Limite de tempo somente na segunda parte dos


subtestes de execução (Mosaicos e Padrões).

 2,5 minutos ou 150 segundos por item.

 Duração da aplicação: em média 30 minutos.


MONTAGEM
Instruções verbais e não-verbais
 As sentenças escritas em letra MAIUSCULA na
coluna da esquerda representam o texto falado e
o texto em itálico na coluna do direita representa
as instruções não-verbais.
Pontuação

+ Item não apresentado


1 Item correto
0 Item incorreto
- Item recusado
Recusa
 A aplicação do subteste é interrompida quando
dois itens consecutivos são recusados.

 Neste caso, o subteste não é pontuado, nem


interpretado.
Mosaico
Materiais

 Caderno aplicação; Parte I: itens 1-6; Parte II: itens 7-15

 Duas molduras cinzas

 Caixa com 3 compartimentos e tampas individuais

 Conj de quadrados: oito vermelhos, oito amarelos e nove


vermelho/amarelos

 Cronômetro
Mosaicos Parte I
 Tarefa

É solicitado à criança que reproduza o modelo


mostrado no caderno de aplicação, utilizando-se da
moldura e de três, quatro ou cinco quadrados
vermelhos.
Mosaicos Parte I
 Posicionar o caderno de aplicação sobre a mesa, com a
página do título virada para a criança;

 A moldura do examinador posicionada ao lado do


modelo ilustrado;

 Esse posicionamento permanece nos itens em que o


examinador copia os modelos na moldura como exemplo
(itens 1-3).

 A moldura do examinador é retirada a partir do item 4.


Mosaicos Parte I
 Moldura da criança posicionada diretamente em
frente à criança, abaixo do caderno de aplicação.

 O examinador retira os quadrados vermelhos e os


posiciona empilhados sobre a mesa.

 É dado à criança o número exato de quadrados


necessários para cada item.
Mosaicos Parte I
 Quando está demonstrando os mosaicos, o
examinador deve aderir às seguintes regras:

- Iniciar a demonstração pelas extremidades;


- Trabalhar da direita para a esquerda;
- Trabalhar de baixo para cima.
Mosaicos Parte I
 Instruções 1-3

AGORA EU VOU FAZER UM IGUAL A ESTE


(Aponte para o modelo – caderno de aplicação – e
depois para a moldura do examinador)
Mosaicos Parte I
 Instruções 1-3
Pegue o número de quadrados vermelhos necessários
e coloque-os no modelo de mosaico (do examinador).
O examinador aponta para os locais, no modelo, que
correspondem aos locais na moldura nos quais os
quadrados devem ser colocados, enquanto os coloca
na moldura.

OLHE, ESTA PEÇA FICA AQUI, E AQUELA OUTRA FICA


ALI E... (Acene afirmativamente: sim)
Mosaicos Parte I
 Instruções 1-3

O exemplo feito pelo examinador permanece em sua


moldura. Dê à criança o número exato de quadrados
vermelhos necessários para completar o item.

AGORA VOCÊ PODE FAZER


(Aponte para a moldura da criança, depois para o
modelo e novamente para a moldura. Faça um gesto de
questionamento)
Mosaicos Parte I
 Instruções 1-3

Quando a criança terminar, os quadrados são


retirados da moldura e empilhados ao lado desta.
Mosaicos Parte I
 Instruções 4-6

Remova a moldura do examinador.


Dê à criança o número exato de quadrados vermelhos,
necessários para completar o mosaico. Aponte para o
modelo do caderno de aplicação.

AGORA VOCÊ PODE FAZER UM IGUAL A ESTE

(Aponte para a criança, depois para o modelo no caderno


de aplicação, finalmente para a moldura e faça um gesto
de questionamento)
Mosaicos Parte I
 Instruções 4-6

Quando a criança terminar, os quadrados são


retirados da moldura e empilhados ao lado desta.
Possíveis Reações - Mosaicos Parte I

A criança completa o mosaico corretamente

MUITO BEM, ESTÁ CORRETO


(Acene afirmativamente, ou utilize um gesto similar)

Depois a criança é encorajada a retirar os


quadrados da moldura e empilhá-los junto a esta.
Possíveis Reações - Mosaicos Parte I

A criança não reage, apesar de ter sido encorajada

AGORA, TENTE VOCÊ


(Aponte para a criança, depois para a moldura e
novamente para a criança. Faça um gesto de
questionamento.)
Possíveis Reações - Mosaicos Parte I

A criança constrói o mosaico incorretamente

NÃO ESTÁ COMPLETAMENTE CERTO, VAMOS


CONSERTÁ-LOS JUNTOS.
(Aponte para a moldura e acene com a cabeça: Não)

O examinador retira os quadrados da moldura e


posiciona um deles no local correto. Depois, encoraja a
criança a posicionar os outros e, se necessário, aponta os
locais onde ela deve coloca-los.
Possíveis Reações - Mosaicos Parte I

A criança constrói o mosaico incorretamente

AGORA ESTA CORRETO


(Acene afirmativamente: Sim)

Quando somente um quadrado é colocado


incorretamente, o examinador o corrige.

OLHE, ESTA PEÇA FICA AQUI


(Aponte para a mudança e acene afirmativamente: Sim)
Possíveis Reações - Mosaicos Parte I

A criança para antes de terminar


A primeira coisa é retirar todos os quadrados colocados
incorretamente. Depois, dá um quadrado para a criança
e diga:

TERMINE, VÁ EM FRENTE.
(Aponte para os espaços vazios na moldura, depois para o
exemplo, balance a cabeça: não)

Depois disso, aponte novamente para a moldura.


Mosaicos Parte II
Tarefa

É solicitado à criança que copie diferentes padrões


de mosaico, utilizando os quadrados vermelhos,
amarelos e vermelhos/amarelos.
Mosaico Parte II
Mosaicos Parte II
EXEMPLO A e itens 7-8

É dada à criança a caixa contendo os quadrados, sendo


que somente os compartimentos que contêm os vermelhos
e amarelos devem estar abertos.

O terceiro compartimento fica fechado.

Nos itens 9-15, os quadrados vermelho/amarelos são


também utilizados e os 3 compartimentos são abertos.
Mosaicos Parte II
Tempo Limite 2 minutos e meio
Mosaicos Parte II
INSTRUÇÕES EXEMPLO A
Mostre os quadrados vermelhos e amarelos. Pegue
um quadrado amarelo:

AGORA NÓS USAREMOS ESTE TAMBÉM.


(Mostre ambos os lados do quadrado)
Mosaicos Parte II
INSTRUÇÕES EXEMPLO A
Posicione dois quadrados amarelos na extremidade
direita inferior

OLHE (aponte para a moldura). É O MESMO QUE


TEM AQUI (aponte para o modelo)
(Aponte para o exemplo que foi posicionado na
moldura depois para o modelo no caderno de
aplicação. Acene afirmativamente: sim)
Mosaicos Parte II
INSTRUÇÕES EXEMPLO A
Retire os quadrados da moldura e os recoloque na caixa.

AGORA VOCÊ PODE FAZER.


(Aponte para o modelo, depois para a moldura e
novamente para a criança e faça um gesto: agora você
pode fazer)

O examinador deixa a criança completar o exemplo e


ajuda, se necessário. Quando ela terminar, os quadrados
são colocados novamente na caixa.
Mosaicos Parte II
INSTRUÇÕES ITENS 7-15

AGORA VOCÊ PODE FAZER ISTO SOZINHO.


(Aponte para a criança, para o caderno de aplicação e
para a moldura. Faça um gesto: agora você pode
fazer))

O examinador deixa a criança terminar o item


enquanto cronometra.
Mosaicos Parte II
INSTRUÇÕES ITENS 7-15

A partir do item 9, os quadrados vermelho/amarelos


também são utilizados. O examinador apresenta os
quadrados mostrando ambos lados.

AGORA, USAREMOS ESTES TAMBÉM. VOCÊ PODE


USAR TODAS AS PEÇAS AGORA.
(Faça um gesto indicando que todas as peças podem
ser usadas).
Possíveis Reações - Mosaicos Parte II

A criança completa o mosaico corretamente

MUITO BEM, ESTÁ CORRETO


(Acene afirmativamente, ou utilize um gesto similar)

Depois a criança é encorajada a retirar os


quadrados da moldura e empilhá-los junto a esta.
Possíveis Reações - Mosaicos Parte II

A criança não reage, apesar de ser encorajada

O examinador posiciona um quadrado na moldura.

TERMINE, VÁ EM FRENTE.
(Aponte para a criança, depois para a moldura e
novamente para a criança. Faça um gesto de
questionamento)
Possíveis Reações - Mosaicos Parte II
A criança constrói o mosaico incorretamente

Quando mais de um quadrado esta posicionado


incorretamente.

NÃO ESTÁ COMPLETAMENTE CORRETO, VAMOS FAZÊ-


LOS JUNTOS?
(Aponte para a moldura e balance a cabeça: Não)

Examinador retira os quadrados e os recoloca no lugar


correto. Depois encoraja a criança a completar os outros
quadrados e, se necessário, aponta os locais certos.
Possíveis Reações - Mosaicos Parte II

A criança constrói o mosaico incorretamente

OLHE, AGORA ESTÁ CORRETO.


(Aponte para a moldura e acene afirmativamente: Sim)

Quando somente um quadrado estiver incorreto, o


examinador o corrige.

OLHE, ESTE FICA AQUI.


(Aponte para o quadrado reposicionado e acene
afirmativamente: Sim)
Possíveis Reações - Mosaicos Parte II

A criança para antes de terminar

A primeira coisa a ser feita é retirar os quadrados


posicionados incorretamente. Depois, o examinador
dá um quadrado para a criança:

TERMINE, VÁ EM FRENTE
(Aponte para a moldura, depois para o modelo,
balance a cabeça: Não. Dê para a criança um
quadrado e aponte mais uma vez para a moldura)
Categorias
Materiais

 Caderno aplicação; Parte I: itens 1-7; Parte II:


exemplo A, itens 8-15

 Cartolina amarela

 Caixa de cartões
Categorias Parte I
Tarefa

A criança deve classificar quatro ou seis cartões,


baseada na categoria a que eles pertencem.
Categorias Parte I
Categorias Parte I
Instruções Item 1

Direcione a atenção da criança para as figuras no


caderno de aplicação.

OLHE ESTAS FIGURAS


(Aponte para todas as figuras, uma a uma)
Categorias Parte I
Instruções Item 1

Aponte para as figuras de uma página:

ESTAS PERTENCEM AO MESMO GRUPO


(Gesto.: juntas)

Aponte para as figuras da outra página:

E ESTAS OUTRAS TAMBÉM PERTENCEM AO MESMO


GRUPO
(Gesto: juntas)
Categorias Parte I
Instruções Item 1

Pegue o cartão 1.

EU TENHO OUTRA FIGURA AQUI


(Mostre o cartão 1 para a criança)

Coloque o cartão na categoria errada.

ELE DEVE FICAR COM ESTES AQUI? NÃO, AQUI NÃO.


(Faça um gesto de questionamento. Balance a cabeça: Não)
Categorias Parte I
Instruções Item 1

Depois posicione o cartão 1 no local correto.

SIM, ESTE DEVE FICA COM ESTES.


(Acene afirmativamente: Sim)
Categorias Parte I
Instruções Item 1

Quando a criança entender a natureza da tarefa, ela


pode ser ativamente envolvida na decisão de qual
categoria o cartão 2 pertence. Mostre o cartão 2,
posicionando-o na parte superior central do caderno de
aplicação:

E ESTE AQUI?
(Faça um gesto de questionamento)
Categorias Parte I
Instruções Item 1

Caso a criança ainda não tenha compreendido a


tarefa, o examinador posiciona o cartão 2 usando as
mesmas instruções do cartão 1.

Aponte para as figuras de uma página:

VEJA, ESTAS PERTENCEM AO MESMO GRUPO


(Gesto: Juntas)
Categorias Parte I
Instruções Item 1

Aponte para as figuras de outra página:

E ESTAS TAMBÉM PERTENCEM AO MESMO GRUPO


(Gesto: Juntas)

O examinador pega os cartões 3-6 na sequencia correta e os


posiciona na parte superior central do caderno de aplicação. Os
cartões são dados um a um para a criança:

E ESTE AQUI? (aponte para os espaços vazios nas páginas,


depois os cartões e faça um gesto de questionamento)
Categorias Parte I
Instruções Item 2

O examinador demonstra os cartões 1 e 2 da mesma


forma que no item 1. Quando possível, a criança pode
apontar para o local em que os cartões 1 e 2 devem
ficar. É solicitado à criança que posicione os cartões 3-8
na fileira correta, que corresponde à categoria correta.
Categorias Parte I
Instruções Itens 3-5

O examinador novamente demonstra os cartões 1 e 2


da mesma forma que no item 1. Quando possível, a
criança deve ser solicitada a apontar onde o cartão
deve permanecer. Dê à criança os cartões 3-8 na
sequencia correta.

VOCÊ PODE FAZER ESTES AQUI


(Aponte para os espaços vazios nas páginas (um a um),
para os cartões e faça um gesto de questionamento)
Categorias Parte I
Instruções Itens 6-7

A partir do item 6, o examinador deve interromper as


demonstrações. O examinador aponta para as figuras impressas nas
páginas, uma a uma.

OLHE PARA ESTAS FIGURAS, ELAS PERTENCEM AO MESMO GRUPO


(Gesto : Juntas)

Dê para a criança os cartões 1-6 na sequencia correta.

VOCÊ PODE TERMINAR ESTES


(Apontar para os espaços vazios nas páginas, para os cartões e faça
um gesto de questionamento)
Possíveis Reações - Categorias Parte I

A criança termina o tem corretamente:

BOM, AS FIGURAS ESTÃO TODAS NO LUGAR CERTO


(Acene afirmativamente ou faça um gesto similar)
Possíveis Reações - Categorias Parte I

Quando a criança está indecisa

Aponte mais uma vez para ambas as colunas

ESTA FIGURA DEVE FICAR AQUI OU DEVE FICAR AQUI?


COLOQUE-A NA COLUNA ONDE ELA DEVE FICAR.
(Aponte enfaticamente para ambas as colunas e faça um
gesto de questionamento)
Possíveis Reações - Categorias Parte I

A criança não reage, apesar de ter sido encorajada

O examinador aponta a coluna correta para o primeiro


cartão da criança.

OLHE, ESTE DEVE FICAR AQUI. AGORA TENTE VOCÊ,


NOVAMENTE.
(Aponte para o cartão e, depois, para a coluna correta.
Acene afirmativamente: Sim)
Possíveis Reações - Categorias Parte I
A criança comete um erro

O examinador espera até que a criança termine de posicionar os cartões.

NÃO ESTÃO TODOS NO LUGAR CERTO.


(Aponte para o cartão posicionado incorretamente e balance a cabeça: Não)

O examinador corrige o cartão.

OLHE ESTE DEVE FICAR AQUI


(Acene afirmativamente: Sim)

Deixe a criança corrigir os outros cartões indicando onde todos devem ficar.
Possíveis Reações - Categorias Parte I

A criança para antes de terminar de posicionar os


cartões

VÁ EM FRENTE, TERMINE
(Aponte para as figuras e faça um gesto de
questionamento)

Se necessário, o examinador deve colocar os cartões nas


colunas certas.
Categorias Parte II
Tarefa

Três figuras na página à direita têm algo em comum. A


criança é solicitada a escolher duas figuras da página à
esquerda que pertencem à mesma categoria das figuras
da página à direita.
Categorias Parte II
Categorias Parte II
Instruções Exemplo A

AGORA VAMOS FAZER UM POUCO DIFERENTE. OLHE


PARA ESTAS FIGURAS, ELAS PERTENCEM AO MESMO
GRUPO. AQUI TEM DOIS ESPAÇOS VAZIOS, ALGUMAS
FIGURAS DEVEM FICAR AQUI, TAMBÉM.

(Aponte para as três figuras da página do lado direito,


uma a uma, e faça o gesto: mesmo grupo. Aponte para os
dois espaços vazios e faça um gesto de questionamento)
Categorias Parte II
Instruções Exemplo A

Posicione os cartões 1-5 na coluna da página à


esquerda, de cima para baixo:

DUAS DESTAS FIGURAS DEVEM FICAR AQUI (aponte


para as alternativas
Categorias Parte II
Instruções Exemplo A

Pegue o cartão 1: o lápis. Coloque-o próximo às três figuras da página à


direita.

NÃO, ESTE NÃO DEVE FICAR AQUI


(balance a cabeça: Não)

Posicione o cartão 1 novamente na página à esquerda e pegue o cartão 2.


Coloque-o próximo às três figuras da página à direita. Coloque o cartão 2 no
espaço vazio.

SIM, ESTE DEVE FICAR AQUI.


(acene afirmativamente: Sim)
Categorias Parte II
Instruções Exemplo A

Siga os mesmos procedimentos do cartão 1 para os cartões 3 e 4. O mesmo


procedimento do cartão 2 deve ser repetido com o cartão 5. Aponte para as cincos
figuras da página à direita:

TODOS ESTES PERTENCEM AO MESMO GRUPO


(Gesticule: Juntos)

O examinador coloca os cartões 2 e 5 de volta na página à esquerda.

AGORA VOCÊ PODE FAZER


(Aponte para a criança, depois para as figuras e os espaços vazios. Depois, aponte
para os cartões e indique “dois” mostrando os dois dedos)

Deixe a criança escolher e posicionar os dois cartões.


Categorias Parte II
Instruções para os itens 8-15

A partir do item 8, a criança deve escolher os cartões e


posicioná-los na categoria correta sem a ajuda do
examinador.

Nos itens 10-11, as alternativas a serem escolhidas estão


impressas na página à esquerda. Estas devem ser
encobertas no início do item com a cartolina amarela.
Categorias Parte II

NÓS VAMOS MUDAR MAIS UMA VEZ (Direcione a


atenção da criança para a página à direita). OLHE,
TODOS ESTES PERTENCEM AO MESMO GRUPO.

(Aponte para as três figuras da página à direita, uma a


uma, e faça o gesto: Juntas. Aponte para os dois espaços
vazios e indique “dois” mostrando os dois dedos)
Categorias Parte II

Retire a cartolina amarela e aponte para todas as


alternativas, uma a uma.

E AGORA VOCÊ PODE APONTAR PARA AS FIGURAS DESTA


PÁGINA QUE DEVEM FICAR NOS ESPAÇOS VAZIOS.
(Aponte para os espaços vazios, depois aponte para as
alternativas uma a uma e indique “dois” mostrando os dois
dedos. Depois, faça um gesto de questionamento)

Nos itens 12-15 a cartolina amarela não é utilizada.


Possíveis reações - Categorias Parte II

Retire a cartolina amarela e aponte para todas as


alternativas, uma a uma.

E AGORA VOCÊ PODE APONTAR PARA AS FIGURAS DESTA


PÁGINA QUE DEVEM FICAR NOS ESPAÇOS VAZIOS.
(Aponte para os espaços vazios, depois aponte para as
alternativas uma a uma e indique “dois” mostrando os dois
dedos. Depois, faça um gesto de questionamento)

Nos itens 12-15 a cartolina amarela não é utilizada.


Possíveis Reações - Categorias Parte II

A criança termina o tem corretamente:

ISSO, MUITO BEM


(Acene afirmativamente ou faça um gesto similar)
Possíveis Reações - Categorias Parte II
A criança não reage, apesar de ser encorajada

O examinador aponta para os espaços vazios e, depois,


para as alternativas. Depois, o examinador aponta uma das
alternativas corretas.

ACHO QUE ESTA DEVE FICAR AQUI. VOCÊ SABE QUAL É A


OUTRA?

(Aponte para a alternativa correta e acene afirmativamente:


Sim. Depois, aponte para o outro espaço vazio e faça um gesto
de questionamento, em seguida para as alternativas)
Possíveis Reações - Categorias Parte II
A criança comete um ou mais erros
O examinador espera até que a criança termine de escolher as
alternativas.

NÃO ESTÁ COMPLETAMENTE CORRETO (aponte para as figuras


erradas)
(Aponte para a figura escolhida incorretamente e balance a
cabeça: Não)

O examinador corrige os cartões.

AGORA ESTÁ CORRETO


(Acene afirmativamente: Sim)
Possíveis Reações - Categorias Parte II

Quando a criança aponta apenas uma figura

VOCÊ PRECISA ESCOLHER MAIS UMA.


(Aponte para o espaço vazio, gesticule que falta uma
figura mostrando um dedo e faça um gesto de
questionamento)

Quando necessário, o examinador posiciona o segundo


cartão ou aponta a segunda figura correta.
Situações Parte I
Materiais

 Caderno aplicação; Parte I: itens 1-6; Parte II:


exemplo A, itens 7-14

 Cartolina amarela para cobrir a página da direita

 Caixa de cartões
Situações Parte I
Tarefa

 O examinador posiciona a metade faltante de uma


das figuras na sua posição correta. Em seguida, a
criança é solicitada a completar as outras três
figuras.
Situações Parte I
Situações Parte I
Instruções para os itens 1-6

Chame a atenção da criança para as figuras

OLHE, AQUI TEM VÁRIAS FIGURAS, MAS ALGUMAS


PARTES ESTÃO FALTANDO. VAMOS ENCONTRAR
ESTAS PARTES.
(Aponte para todas as figuras pela metade e, depois,
para os espaços vazios)
Situações Parte I
Instruções para os itens 1-6

Pegue o cartão 1 e aproxime-o da parte inferior das


figuras. Trabalhe da direita para a esquerda.

ESTE CARTÃO FICA AQUI? NÃO FICA. E AQUI? NÃO,


TAMBÉM NÃO É AQUI.
(Quando a metade não se encaixa na figura, o
examinador balança sua cabeça: Não)
Situações Parte I
Instruções para os itens 1-6

Quando o examinador aproxima o cartão da figura


correta:

SIM, VEJA¹ ESTE DEVE FICAR AQUI.


(Acene afirmativamente: Sim)
Situações Parte I
Instruções para os itens 1-6

Posicione o cartão 1 no espaço correto. Se possível, o examinador


deixa a criança participar ativamente na decisão de onde
posicionar corretamente os cartões.

Nos itens 1 e 2 os cartões são dados um a um. Nos itens 3-6 o


examinador entrega os cartões numerados de 2-4 na sequencia
correta para a criança (Quando isto for desconfortável para a
criança, os cartões podem ser dados um a um)

AGORA VOCÊ PODE FAZER ESTES. ENCONTRE O LUGAR


CORRETO DESTES CARTÕES.
(Aponte para as figuras e faça um gesto de questionamento)
Possíveis Reações - Situações Parte I

A criança termina o item corretamente

SIM, MUITO BEM


(acene afirmativamente ou faça um gesto similar)
Possíveis Reações - Situações Parte I

A criança não reage, apesar de ter sido encorajada

OLHE, ESTE DEVE FICAR AQUI, COLOQUE OS OUTROS


CARTÕES NO LUGAR CERTO
(Acene afirmativamente: Sim. Aponte para os outros
cartões e faça um gesto de questionamento)
Possíveis Reações - Situações Parte I
A criança comete um erro

O examinador espera até que a criança termine de


posicionar os cartões.

NÃO ESTÃO TODOS NO LUGAR CORRETO.


(Aponte para os cartões e balance a cabeça: Não)

O examinador corrige os cartões.

OLHE, AGORA ESTÁ CERTO


(acene afirmativamente: Sim)
Possíveis Reações - Situações Parte I

A criança para antes de terminar de posicionar os


cartões

VÁ EM FRENTE, TERMINE.
(Aponte para as figuras e faça um gesto de
questionamento)
Situações Parte II
Tarefa

Uma ou duas peças são retiradas de uma figura. A


criança deve selecionar as peças corretas de cinco a seis
alternativas e posicioná-las no lugar correto ou apontar
as alternativas corretas, dependendo do item.
Situações Parte II
Situações Parte II
Instruções para o exemplo A

Aponte para o desenho e para o espaço em branco na página à


direita.
OLHE, UMA PEÇA ESTÁ FALTANDO AQUI.
(faça um gesto de questionamento)

Posicione os cartões 1-5 nos espaços vazios da página à esquerda.

OLHE, UM DESTES CARTÕES COMPLETA A FIGURA. Qual?


(Aponte para os cartões um a um e faça um gesto de questionamento)
Situações Parte II
Instruções para o exemplo A

Posicione o cartão 1 ao lado do espaço vazio da página à


direita.

É ESTE? NÃO
(Balance negativamente: Não)
Faça o mesmo com os cartões 2-3. Quando o cartão 4 é
posicionado ao lado do espaço vazio na página à direita:

SIM, ESTE É O CERTO


(Acene afirmativamente: Sim)
Situações Parte II
Instruções para o exemplo A

Posicione o cartão 4 no espaço vazio. Depois coloque-o de


volta na página à esquerda.

AGORA VOCÊ PODE FAZER


(Aponte para a criança. Depois para os cartões e para o
espaço vazio. Depois, faça um gesto de questionamento)
Situações Parte II
Instruções para os itens 7-14

Nos itens 7-8 o examinador mostra o desenho e aponta para o


espaço em vazio. Depois, posiciona os cartões nos espaços
vazios à direita. A criança deve escolher o cartão certo.

ACHE A FIGURA CORRETA E COLOQUE NO ESPAÇO VAZIO.


(Aponte para o espaço vazio, para os cartões e novamente para
o espaço vazio. Depois, faça um gesto de questionamento)
Situações Parte II
Instruções para os itens 7-14

A partir do item 9, as alternativas passam a ser impressas na


página à esquerda. A criança deve apontar para a figura
correta. As alternativas são, inicialmente, cobertas com a
cartolina. O examinador, em seguida, aponta para o desenho e
para os espaços vazios do desenho. Depois, mostra as
alternativas.

AGORA VOCÊ PODE APONTAR PARA A FIGURA CORRETA.


(Faça um gesto de questionamento, aponte para a criança e para
as alternativas)
Situações Parte II
Instruções para os itens 7-14

A partir do item 11, a cartolina é descartada.


A partir do item 12, duas figuras devem ser apontadas.
O examinador aponta enfaticamente para os dois espaços
vazios.

AGORA VOCÊ DEVE APONTAR DUAS


(aponte enfaticamente para os dois espaços vazios e mostre
dois dedos)
Possíveis Reações - Situações Parte II

A criança termina o item corretamente

SIM, MUITO BEM


(acene afirmativamente ou faça um gesto similar)
Possíveis Reações - Situações Parte II

A criança não reage, apesar de ter sido encorajada

O examinador aponta para a alternativa correta. Nos


itens 7 e 8, o examinador posiciona o cartão no lugar
correto.

OLHE, ESTE DEVE FICAR AQUI


(Acene afirmativamente: Sim)
Possíveis Reações - Situações Parte II
A criança comete um erro

O examinador espera até que a criança termine de escolher os


cartões.

NÃO ESTÁ COMPLETAMENTE CERTO


(Balance negativamente: Não)

O examinador aponta para a alternativa correta. Nos itens 7 e 8,


o examinador posiciona no espaço vazio o cartão correto.

OLHE, AGORA ESTÁ CERTO


(Aponte para a alternativa correta e para o espaço vazio. Acene
afirmativamente: Sim)
Padrões Parte I
Materiais

 Caderno aplicação; Parte I: itens 1-10; Parte II: itens


11-16
 2 lápis grossos
 Cartolina amarela
 Borracha
 Cronômetro
Padrões Parte I
Tarefa

Cada item consiste de um desenho impresso. A partir do


item 3 (exceto item 5), os itens devem ser conectados um
ao outro. A criança deve copiar o desenho. O desenho é,
principalmente, demonstrado pelo examinador no
espaço superior à esquerda.

Preste atenção para a direção na qual você desenha.


Desenhe as figuras com linhas separadas para conectar
os pontos.
Padrões Parte I
Padrões Parte I
O examinador escreve o nome da criança na capa do
caderno de aplicação e o deixa de forma que a criança
possa lê-lo. A numeração pode ser lida na perspectiva
do examinador. O examinador posiciona a cartolina
embaixo da página com os itens impressos para garantir
que os outros itens não venham a se destacar e para que
a criança não faça marcas com o lápis nos itens
seguintes.
Padrões Parte I
Instruções para os itens 1-10

Chame atenção da criança para o modelo desenhado.

OLHE, VOU DESENHAR UM IGUAL A ESTE.


(O examinador aponta para si e depois para o modelo desenhado)

Copie o desenho no espaço à esquerda do modelo desenhado. O


examinador deve copiar o desenho na direção correta.

AGORA VOCÊ PODE DESENHAR UM TAMBÉM (Aponte para o espaço


abaixo do modelo desenhado)
(Aponte primeiramente para a criança. Aponte para o modelo desenhado, o
espaço abaixo dele e faça um gesto de “desenhar/escrever)
Possíveis Reações - Padrões Parte I
A criança termina o item corretamente

SIM, MUITO BEM


(Acene afirmativamente ou faça um gesto similar)

Quando o desenho está correto, mas está torto, chame


a atenção da criança para isto. A criança pode tentar
melhorar o desenho fazendo-o novamente no espaço à
esquerda do seu primeiro desenho.
Possíveis Reações - Padrões Parte I
A criança não reage, apesar de ter sido encorajada

O examinador aponta para os espaços abaixo do modelo


desenhado.

VAMOS TENTAR JUNTOS, EU AQUI (espaço na parte inferior à


esquerda do modelo desenhado) E VOCÊ AQUI (aponte para o
espaço à direita abaixo do modelo)

(O examinador aponta para si e para o espaço ao lado


do modelo desenhado e depois para a criança e o espaço à direita)

Comece a desenhar e encoraje a criança a também desenhar.


Possíveis Reações - Padrões Parte I
A criança comete um erro

Algumas vezes, a criança indicará que o desenho


não está correto e deseja tentar novamente. O
examinador deixa a criança fazê-lo novamente no
espaço à esquerda abaixo do modelo desenhado.
O examinador pode, também, apagar o erro para
a criança. O novo desenho é pontuado.
Possíveis Reações - Padrões Parte I
A criança comete um erro

Quando o desenho está incorreto e a criança não indica isso, o


examinador aponta para o erro no desenho da criança.

NÃO ESTÁ COMPLETAMENTE CERTO.


(Balance negativamente: Não)

O examinador pode corrigir o desenho ou desenhá-lo novamente


com a criança. Aponte para o desenho corrigido.

OLHE, AGORA ESTÁ CERTO


(Acene afirmativamente: Sim)
Possíveis Reações - Padrões Parte I
Fazendo uma segunda tentativa

A meta de ter criança repetindo o desenho é:

1- dar feedback, mostrando claramente onde o erro foi


cometido e como este poderia ter sido desenhado. Os
erros podem também ser mostrados no desenho
incorreto e serem corrigidos apagando-os.

2- ensinar a criança a desenhar mais claramente, pois


isso pode ser importante para os itens mais difíceis.
Padrões Parte II
Tarefa

Cada item consiste em um desenho. Os itens são


compostos por pontos que devem ser conectados um ao
outro. A criança deve copiar o modelo desenhado.
Padrões Parte II
Padrões Parte II
Tempo Limite

2 minutos e meio

Instruções para os itens 11-16

AGORA VOCÊ PODE FAZER TODOS OS DESENHOS SOZINHO (aponte


para o modelo e depois para o espaço abaixo dele)

(Aponte para o modelo, depois para o espaço abaixo dele e faço um gesto de
“desenhar/escrever”. Faça o gesto para a criança: Agora faça)

Inicie a contagem de tempo.


Possíveis Reações - Padrões Parte II
A criança termina o item corretamente

SIM, MUITO BEM


(Acene afirmativamente ou faça um gesto similar)

Quando o desenho está correto, mas está torto, chame


a atenção da criança para isto. A criança pode tentar
melhorar o desenho fazendo-o novamente no espaço à
esquerda do seu primeiro desenho.
Possíveis Reações - Padrões Parte II
A criança não reage, apesar de ter sido encorajada

O examinador aponta para os espaços abaixo do modelo


desenhado.

VAMOS TENTAR JUNTOS, EU AQUI (espaço na parte inferior à


esquerda do modelo desenhado) E VOCÊ AQUI (aponte para o
espaço à direita abaixo do modelo)

(O examinador aponta para si e para o espaço ao lado


do modelo desenhado e depois para a criança e o espaço à direita)

Comece a desenhar e encoraje a criança a também desenhar.


Possíveis Reações - Padrões Parte II
A criança comete um erro

Algumas vezes, a criança indicará que o desenho


não está correto e deseja tentar novamente. O
examinador deixa a criança fazê-lo novamente no
espaço à esquerda abaixo do modelo desenhado.
O examinador pode, também, apagar o erro para
a criança. O novo desenho é pontuado.
Possíveis Reações - Padrões Parte II
A criança comete um erro

Quando o desenho está incorreto e a criança não indica isso, o


examinador aponta para o erro no desenho da criança.

NÃO ESTÁ COMPLETAMENTE CERTO.


(Balance negativamente: Não)

O examinador pode corrigir o desenho ou desenhá-lo novamente


com a criança. Aponte para o desenho corrigido.

OLHE, AGORA ESTÁ CERTO


(Acene afirmativamente: Sim)
Correção computadorizada
 São oferecidas informações extras que não se
encontram na tabela

 Erros no cálculo dos escores normatizados são evitados

 Torna-se possível calcular o SON-QI quando um dos


subtestes não foi administrado

 Os resultados são mais precisos pois têm base na idade


exata e não são arredondadas para escores e
intervalos mais próximos
Correção computadorizada
7 FIGURAS 7 PALAVRAS
7 Figuras 7 Palavras

Reconhecimento
Estímulos
7 Figuras 7 Palavras
7 Figuras 7 Palavras
7 Figuras 7 Palavras
7 Figuras 7 Palavras
7 Figuras 7 Palavras
ESCALA DE MATURIDADE
MENTAL COLUMBIA
Escala de Maturidade Mental Columbia
Escala de Maturidade Mental Columbia

Fornece uma estimativa da capacidade de raciocínio


geral de crianças (3 anos e 6 meses a 9 anos e 11
meses).

Avalia, especialmente, capacidades que são


importantes para o sucesso na escola, principalmente
as capacidades para discernir as relações entre os
vários tipos de símbolos.
Escala de Maturidade Mental Columbia
Escala de Maturidade Mental Columbia
Escala de Maturidade Mental Columbia

Instruções Específicas:

Começar apresentando o Exemplo 1:

Olhe essas figuras. Veja, uma das figuras não faz parte deste
grupo. Aponte o desenho que não deve ficar com os outros.
Mostre-me a figura que é diferente.

Se a criança errar, fornecer a resposta correta:

Estes dois são patos (apontar), eles são iguais, assim eles formam
um grupo. Essa é uma xícara(apontar), assim ela não deve ficar
com as outras figuras, ela não é deste grupo.

Aplicar os 3 exemplos em todas as idades! Sempre que ela der uma


resposta errada, fornecer a resposta correta.
Escala de Maturidade Mental Columbia

Instruções Específicas:

Á medida que o cartão é apresentado, a criança deve apontar a “figura que não
faz parte do grupo”. Use qualquer uma das seguintes frases:

Aponte, ou mostrem-se.... ponha o seu dedo em.... não é do grupo, ou é


diferente..... não deve ficar com as outras.... não combina com as outras...
não tem um par... deve ficar fora..... não é parecido..... não é igual....

A criança pode demorar o tempo que for necessário para fazer uma escolha.

Se a criança não responder depois de 20 a 25 segundos, o Examinador deve


encorajá-la: “Qual você acha que é?

Conforme os itens vão ficando mais difíceis, as instruções podem ser repetidas.
Escala de Maturidade Mental Columbia

Se houver dúvida em relação a compreensão da criança,


dizer:

Lembre-se de apontar a que não faz parte do grupo, a


que não tem uma igual.

Verificar que a criança está olhando para todas as figuras.


Se a criança apontar a figura na mesma posição, em
cartões sucessivos, dizer:

Olhe TODAS as figuras e então mostre a que não é do


grupo.
Escala de Maturidade Mental Columbia

Se durante o teste a criança procurar se certificar, perguntando se a sua


resposta está correta a ada item, deve-se encorajá-la dizendo:

Você está indo muito bem.

NÃO indicar de nenhum modo se sua resposta está correta ou não.

Se a criança apontar mais de uma figura, dizer:

Aponte apenas a que não é do grupo, a que não tem outra igual. Só
uma.
Escala de Maturidade Mental Columbia

CORREÇÃO

Fornece dois escores:

RPI (Resultado Padrão de Idade) → Esse é um escore padrão dentro de um


grupo de idade, que indica desvio do escore “típico” ou médio para crianças
de uma idade cronológica específica.

Índice de Mturidade (IM) → Esse índice designa o grupo etário de


padronização mais semelhante ao da criança, em termos de desempenho no
teste. O IM pode ser compreendido como um indicador de estágio de
desenvolvimento.
Escala de Maturidade Mental Columbia

CORREÇÃO

O RPI é um escore padrão que varia de um número mínimo de 50 a


um máximo de 150, com a média de 100 e desvio padrão de 16
unidades para cada grupo de idade cronológica.

O RPI pode ter uma interpretação mais concreta sendo convertido em


um percentil.
Escala de Maturidade Mental Columbia
Escala de Maturidade Mental Columbia

Erro Padrão: Dependendo do nível padrão de medida,


dependendo do nível administrado, de acordo com as
normal brasileiras:

Níveis Idades Erro Padrão de Medida do RPI


A 3-6 a 3- 6 pontos
11
B 4-0 a 5-5 5 pontos
C-H 5-6 a 9- 6 pontos
11

Se uma criança de 4 anos e meio, testada com o nível B, obteve um RPI de


105, as chances são de cerca de 2 em 3 de que seu RPI “verdadeiro” esteja
entre 105 ± 5 pontos (100 – 110) e cerca de 19 em 20 que esteja entre 105 ±
10 pontos (95 – 115).
Escala de Maturidade Mental Columbia

Tabelas:

• População Geral

• Escola Particular

• Escola Pública
Exemplo: Criança de 5 anos e 3 meses, com pontuação bruta de 16 → RPI = 81
RPI = 81

Percentil entre 11-22


RPI = 81

Percentil 12
Escala de Maturidade Mental Columbia

CORREÇÃO

O IMM são indicadores com um número e uma letra que mostram a qual dos
13 grupos de padronização do Columbia o desempenho da criança mais se
assemelha.

O escore da criança é igualado com o escore típico ou médio de um dos


grupos de idade de 6 meses entre 3 ½ e 9 ½ anos.

Os números 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 designam os grupos correspondentes aos


anos;
A letra I acrescentada designa os 6 meses inferiores (0-5 meses), enquanto
a letra S designa os 6 meses superiores (6-11).

Exemplo: “6S” = designa o grupo normativo composto por crianças de 6


anos e 6 meses até 6 anos e 11 meses.
Escala de Maturidade Mental Columbia

Tabelas:

• População Geral

• Escola Particular

• Escola Pública
Exemplo: Criança de 5 anos e 3 meses (grupo B), com
pontuação bruta de 16 possui um índice de maturidade
equivalente ao das crianças do grupo 3S (3 anos e 6 meses
e 3 anos e 11 meses)
PERFIL SENSORIAL
Versões
 Bebê (nascimento até 6 meses)
 Criança Pequena (7 a 35 meses)
 Criança (3 anos a 14 anos e 11 meses)
 Abreviado (3 anos a 14 anos e 11 meses)
 Acompanhamento Escolar(3 anos a 14 anos e 11
meses)
 Cada questionário possui combinação de pontuações
do sistema sensorial, comportamental e padrão
sensorial:

 Pontuações do padrão sensorial: geral, auditivo, visual,tato, movimento,


posição do corpo, oral.
 Pontuações comportamentais: comportamental, conduta, socioemocional,
atenção.
 Pontuação de padrão sensorial: exploração/criança exploradora,
esquiva/criança que se esquiva, sensibilidade/criança sensível,
observação/criança observadora
 Pontuações de fator escolar: suporte, consciência, tolerância, disponibilidade
Finalidade
 Conjunto de ferramentas padronizadas para avaliar
os padrões de processamento sensorial da criança no
contexto da vida cotidiana.

 Determina como processamento sensorial pode estar


contribuindo ou interferindo com relação à
participação.
Questões
 A primeira parte de cada questionário contém itens para descrever as
respostas da criança às experiências sensoriais diárias nos contextos de
casa, comunidade e escola.

 Cuidadores ou professores preenchem indicando a frequência de respostas


da criança a diversas experiências sensoriais, usando uma escala de 5
pontos.
 Quase sempre:5
 Frequentemente: 4
 Metade do tempo: 3
 Ocasionalmente: 2
 Quase nunca: 1

 Quando a classificação de 1 a 5 não é aplicável, uma sexta opção está


disponível:
 Não se aplica: 0
Pontuação
 Uma área para registrar informações demográficas

 Tabela de pontuação para resumir as pontuações


das crianças (com exceção do Perfil Sensorial do
Bebe)

 Uma área para traçar os totais de pontuação bruta


em categorias de desempenho que refletem onde as
respostas da criança se situam, em comparação com
seus pares
Pontuação
 Um espaço para documentar equivalentes da faixa
de percentil, a fim de permitir uma comparação
significativa com outras medidas padronizadas

 No Perfil Sensorial Acompanhamento Escolar, uma


tabela para resumir as pontuações da criança em
áreas específicas relativas a preocupações dos
professores na sala de aula, juntamente com uma
área para traçar totais de pontuações brutas em
categorias de desempenho que indicam onde as
respostas da criança se situam, em comparação com
seus pares.
Sistema de Classificação
Conceitos teóricos
 Limiares neurológicos referem-se à quantidade de
estímulos necessários para uma resposta de um
neurônio ou de um sistema neuronal.

 Quando o sistema nervoso responde muito


rapidamente a um estímulo sensorial, dizemos que há
um limiar baixo;

 Quando responde muito lentamente, há um limiar


elevado.
Conceitos teóricos
 Manter um equilíbrio entre os limiares baixos e
elevados permite que as pessoas percebam as coisas
de modo suficiente para estarem cientes e atentas,
mas não tantas coisas de modo que fiquem
sobrecarregadas com informações e sintam-se
distraídas.

 Ambas as ações são consideradas como


aprendizagem no SNC
Conceitos teóricos

 Nas extremidades do limiar neurológico encontram-se


a habituação (relacionada a limiares elevados) e a
sensibilização (relacionada a limiares baixos).
Conceitos teóricos
 Habituação: processo de reconhecimento de estímulos familiares que não
requerem atenção adicional

Para as crianças pequenas, a habituação é fundamental para que elas


possam concentrar a atenção na atividade em questão.

Sem habituação as crianças seriam distraídas continuamente por cada estímulo


novo, inclusive a sensação de suas roupas, os sons no corredor, as flores
movidas pela brisa fora da janela, etc.

Os serem humanos precisam da habituação a fim de focar sua atenção nas


tarefas que estão sendo realizadas.

Quando se tem dificuldade de habituação, as pessoas podem parecer


distraídas, agitadas ou desatentas. Seus sistemas nervosos continuam
interrompendo o desempenho em andamento a fim de perceber cada estímulo
novo que venha a ocorrer.
Conceitos teóricos
 Sensibilização: processo que aumenta a consciência de estímulos
importantes.

Ela é significativa para o desenvolvimento, pois permite que a criança


permaneça atenta ao ambiente enquanto está envolvida em uma brincadeira
ou outra aprendizagem.

Alguns estímulos requerem atenção imediatamente, embora possam ser


familiares, como em casos onde se possa antecipar danos ou perigos
associados ao estímulo.

Uma vez que o SNC identifica um estímulo como um que requer maior
atenção, mais neurônios são recrutados para tornar a mensagem mais potente.

As crianças desenvolvem a sensibilização a medida que crescem.


Conceitos teóricos
A capacidade de modular (organizar/equilibrar as
informações de todas as fontes) as respostas do sistema
nervoso (ou seja, equilíbrio entre habituação e
sensibilização) permite que as crianças gerem respostas
apropriadas ao estímulos do ambiente.
Conceitos teóricos
Crianças cujos limiares são elevados, tendem a ser
hiporresponsivas (bastante estímulo é necessário para
atingir o limiar, como quando não respondem a pistas
ao seu redor).

Crianças cujos limiares são muito baixos, tendem a ser


hiperresponsivas (muito pouco estímulo é preciso para
atingir o limiar, como quando são distraídas por cada
estímulo recebido).
Conceitos teóricos
Autorregulação e comportamento

As crianças têm interesse, habilidades e preferências


sobre como usar o seu tempo. Essas questões não são
apenas operações do sistema nervoso, senão todas se
comportariam de maneira exatamente igual.

A autorregulação é a maneira como as pessoas se


comportam para controlar as suas próprias
necessidades.
Conceitos teóricos
Autorregulação e comportamento

Em uma das extremidades desse contínuo, as crianças


respondem passivamente em relação aos seus limiares, com
tendência a deixar as coisas acontecerem e depois
responderem.

Em outro extremo do contínuo comportamental, as crianças


respondem ativamente em relação aos seus limiares,
trabalhando para controlar a quantidade e o tipo de
estímulo sensorial que recebem.
Conceitos teóricos
Por exemplo....

Crianças com estratégias de autorregulação ativa


podem murmurar, assobiar, pular ou esfregar as mãos
na parede, conforme elas andam pelo corredor. São
estratégias para adicionar o estímulo sensorial à
experiência. No entanto, uma outra maneira de
controlar é se afastar para reduzir ativamente o
estímulo sensorial disponível.
Conceitos teóricos
Por exemplo....

Crianças com autorregulação passiva podem achar que


estão sobrecarregadas e começam a reclamar sobre o
estímulo sensorial desagradável, ao invés de se
retirarem ou se afastarem.
Outras crianças com autorregulação passiva podem
deixar de notar completamente as pistas ao redor
delas.
Conceitos teóricos
O Perfil Sensorial caracteriza comportamentos que as
crianças exibem como padrões de processamento sensorial.

Se baseia em uma estrutura conceitual que propõe uma


interação entre limiares neurológicos e respostas
comportamentais de autorregulação.

A interação entre esses dois contínuos proporciona um


método para explicar como as crianças processam as
informações sensoriais.
Estrutura do Processamento Sensorial
de Dunn
Padrões de Processamento
OBSERVAÇÃO/CRIANÇAS OBSERVADORAS

Limiares neurológicos elevados com autorregulação passiva.

São crianças descontraídas; uma vez que elas perdem mais


estímulos do que os outros, são menos propensas a serem
incomodadas po o que ocorre ao redor delas. Deixarão de
notar sinais sensoriais que as outras percebem com
facilidade; elas podem não notar o professor chamando seu
nome ou podem não notar que sua roupa está ao contrário
em seu corpo.
Padrões de Processamento
EXPLORAÇÃO/ CRIANÇAS EXPLORADORAS

Limiares neurológicos elevados, com autorregulação


ativa.

Irão tocar coisas, batucar com seus lápis, ou querem


mastigar coisas, que são todas maneiras de obter mais
estímulo sensorial e permanecerem alertas.
Padrões de Processamento
SENSIBILIDADE/ CRIANÇAS SENSÍVEIS

Limiares neurológicos baixos e uma estratégia de


autorregulação passiva.

São muito discernidoras e pode-se confiar nelas para


detectar erros ou padrões que outras podem não notar.
Pedirão que os outros fiquem quietos, colocam suas
mãos sobre suas orelhas em uma reunião, ou são
extremamente exigentes com relação à alimentação.
Padrões de Processamento
ESQUIVA/CRIANCA QUE SE ESQUIVA

Limiares neurológicos baixos e uma estratégia de


autorregulação ativa.

São muito boas pra criar rotinas e ordem, porque elas


precisam de “uniformidade” para reduzir o estímulo
sensorial imprevisto. Se afastarão de atividades ou
poderão optar por trabalharem sozinhas.
Criança
Criança
Criança
Criança
Criança
Criança
Criança
Criança
Criança
Tabela Criança
Sugestões de Intervenções
ESCALAS DE AVALIAÇÃO DO
COMPORTAMENTO ADAPTATIVO
Definição de Comportamento Adaptativo

Conjunto de habilidades conceituais, sociais e práticas


adquiridas pela pessoa para corresponder às
demandas da vida cotidiana. (Luckasson et al, 2002)
Linguagem
Leitura e escrita
Conceitos sobre dinheiro, tempo e
Habilidades Conceituais números
aprendizagem

Relação interpessoal
Responsabilidade social
Comportamento Adaptativo

Auto-estima Ingenuidade
Seguimento de regras e normas
Evitar situações de risco
Habilidades Sociais Resolução de problemas sociais
relacionamentos

Auto-cuidado
Habilidades Práticas
maturação Habilidades ocupacionais
Uso de dinheiro / Saúde e segurança
Uso de transporte
Rotinas e uso de telefone
Como avaliar a existência de uma habilidade adaptativa?

Foco no desempenho típico da pessoa:

 Não consegue fazer, não aprendeu


 Sabe/ saberia fazer, mas nunca faz ou faz com dificuldade
 Sabe fazer, mas faz apenas algumas vezes
 Faz sempre que preciso e sozinho
Habilidades Conceituais
Comunicação

 Olhar para o rosto da pessoa que está falando

 Modular tom de voz para expressar sentimentos e chamar atenção

 Falar o nome de pessoas conhecidas, cumprimentar as pessoas

 Apontar para objetos, nomear objetos conhecidos

 Repetir palavras, formar frases curtas, usar verbos no passado, fazer plural de palavras
irregulares

 Falar com clareza e boa dicção, contar atividades preferidas, puxar conversa sobre
assunto de interesse dos outros
Comunicação

 Conversar sobre projetos futuros, emitir opiniões e usar informações atualizadas para discutir
assuntos do momento

 Dizer número de telefone e o endereço de casa, fazer telefonemas locais

 Seguir instruções simples e dar instruções que envolvam dois passos

 Falar com clareza e boa dicção, contar atividades preferidas, puxar conversa sobre assunto de
interesse dos outros

 Revezar a fala com outro, terminar a conversa de modo apropriado

 Conversar sobre projetos futuros, emitir opiniões e usar informações atualizadas para discutir
assuntos do momento

 Dizer número de telefone, fazer telefonemas locais, dizer o endereço de casa


Habilidades Acadêmicas Funcionais

 Aponta para figuras de livros


 Segura o lápis com a ponta para baixo
 Diz a idade quando perguntado
 Conta até 3 objetos, até 10 sem os dedos
 Tenta imitar desenhos simples
 Nomeia seis cores e quatro formas geométricas
 Diz os dias da semana na ordem e diz qual dia vem antes do outro
 Nome: identifica 2 letras, reconhece o nome impresso, escreve o nome e o sobrenome
 Mantém um placar do jogo
 Localiza datas importantes no calendário
 Dá o dinheiro exato para pagar compra, verifica o troco
 Usa régua, se pesa, sabe ver horas em relógio de ponteiro
 Escreve mensagem, bilhetes
 Lê placas de sinalização, segue instruções para montar alguma coisa
 Lê cardápio, anúncio, contrato
 Controla dinheiro para cobrir gastos durante uma semana
Auto-Direcionamento

 Demonstra interesse por brinquedo olhando e apontando para ele


 Entretém-se no berço ao acordar e permanece 5 minutos sem chamar a atenção
 Obedece à ordem de parar ou cumpre regras simples
 Escolhe roupas, comidas ou bebidas
 Trabalha com independência e pede ajuda só quando necessário
 Discute formas de solucionar conflitos com os amigos
 Controla-se quando alguém tira o brinquedo de suas mãos ou discorda do amigo
 Controla o humor quando discorda dos amigos, quando alguém quebra a regra do jogo,
quando não consegue o que quer
 Interrompe a atividade sem reclamar quando lhe é dito que o tempo acabou
 Realiza uma atividade em tempo suficiente, mantém se na mesma atividade pelo menos por
quinze minutos, planeja tempo suficiente para a realização das tarefas
 Persiste em tarefas difíceis ou desagradáveis
 Pontualidade, avisa motivo da saída e horário de retorno, retorna para casa no momento
estipulado, avisa falta antecipada
 Evita mentira, situações de conflito na rua
Habilidades Sociais
Lazer

 Brinca sozinho com um brinquedo por, pelo menos, 1-5 minuto


 Brinca com pares, observa os pares brincando, convida os pares para brincar
 Brinca de “achou”, brinca em um parquinho, brinca na casa de outras pessoas, brinca
com outras crianças sem a supervisão de um adulto
 Participa de atividades de lazer de forma rotineira
 Espera sua vez em jogos, segue as regras do jogo
 Escolhe programas de TV de sua preferência, coloca em canais de agrado aos
familiares
 Planeja com antecedência lazer de finais de semana, feriado e férias; reserva e compra
ingressos antecipadamente
 Organiza sozinho um jogo ou festa para um grupo de amigos
 Coleciona coisas, cultiva um hobby
 Decide sozinho participar de atividades de lazer
Vida Social

 Sorri quando vê um dos pais, demonstra relacionamento mais íntimo com os pais, estranha
pessoas desconhecidas, corre para receber parentes
 Levanta os braços para ser pego no corpo; relaxa o corpo quando é pego
 Gargalha quando está feliz, demonstra senso de humor, ri de piadas
 Abraça e beija as pessoas, corre para recebe-las
 Imita ação de adultos
 Compartilha brinquedos, diz “obrigado”quando ganha presente
 Cumprimenta outras pessoas, identifica sentimento nos outros, demonstra empatia
 procura fazer amizade com outras crianças da mesma idade, tem amigos e mantém grupo de
amigos estáveis
 oferece ajuda
 Expressa seus sentimentos, pede desculpa quando magoa alguém
 Evita falar coisas que possam magoar ou envergonhar, mantém distância confortável ao
conversar com os outros
 Seleciona bem os amigos e tem expectativas razoáveis nas relações com os amigos
Habilidades Práticas
Uso Comunitário

 Reconhece e nomeia locais específicos [casa, escola, drogaria]


 Controla-se para não falar alto em público, permanece sentado durante serviço religioso, não
toca em objetos dentro da loja
 Identifica as tarefas exercidas por certo trabalhadores
 Pede para ir à lanchonete, solicita sua própria comida
 Olha para os 2 lados antes de atravessar a rua
 Encontra banheiro em lugares públicos
 Segue instruções para chegar a lugares próximos, saber dar referência do lugar, sabe dizer
o horário de funcionamento de uma loja
 Tem autonomia para usar transporte público sozinho
 Encontra produto em seção do mercado, pede informações antes de comprar um produto, faz
compras para familiares
 Chama técnico para consertar produto, pede pizza por telefone, chama resgate se alguém
está passando mal
Vida no ambiente domiciliar

 Tira biscoito do pacote, pega comida no armário


 Liga e desliga TV, mexe no interruptor
 Se preocupa ao derramar algo, tenta secar
 Mostra onde as roupas estão guardadas, pega própria roupa no armário
 Ajuda a guardar brinquedos, faz tarefas simples quando solicitado, oferece ajuda,
ajuda na faxina, retira mês após refeição
 Coloca roupa suja no lugar certo, sabe dobrar roupa limpa e arrumar a cama
 Sabe usar eletrodomésticos
 Sabe lavar banheiro de modo apropriado
 Usa fogão para esquentar comida e preparar bolo
 Sabe lavar, estender e fazer pequenos consertos em roupa
Saúde e Segurança

 Chora,avisa e aponta quando não se sente bem ou está machucado


 Engole remédio
 Evita bater-se nas paredes, evita mexer com fogo, colocar mão na tomada, tocar em objetos
perigosos
 Deixa cuidarem de um machucado
 Em lugar público, não sai da vista dos pais
 Segue regras de segurança em playgrounds
 Percebe mudança na temperatura, coloca e tira roupa
 Carrega objetos frágeis com cuidado
 Coloca cinto de segurança, mantém regras de trânsito
 Cuida de pequenos machucados
 Chama ajuda quando alguém se machucou
 Toma remédio prescrito sozinho e compra remédios sem prescrição
Auto-cuidado

 Engole líquidos sem dificuldade, mama e bebe com vontade


 Dorme a maior parte da noite
 Come sozinho biscoitos, salgadinhos. Bebe na xícara
 Ergue os braços para auxiliar a se vestir e despir
 Seleciona roupas apropriadas para dias frios e quentes
 Lava-se e limpa quando está suja
 Aponta e pede comida quando está com fome
 Avisa quando precisa ir ao banheiro, usa banheiro sem ajuda,
 Veste-se, abotoa a própria roupa
 Toma banho sozinho, sabe lavar o cabelo, verifica se a água está quente
 Mantém o cabelo arrumado ao longo do dia
 Corta carne, pizza no tamanho certo para comer
 Corta unha, faz barba, corta o cabelo regularmente
Variáveis que afetam o Comportamento Adaptativo

Contexto ambiental
Desempenho em relação ao contexto típico
estimativa de comportamento

Oportunidades Aspecto sociocultural


Participação na vida comunitária Expectativa sobre o comportamento depende das
Desenvolvimento de habilidades oportunidades
Julgamento clínico

Comportamento
Adaptativo
Instrumentos disponíveis para avaliação do
Comportamento Adaptativo*

Vineland Adaptative Behavior Scales (VABS)


Adaptative Behavior Assesment System (ABAS)
AAMR Adaptative Behavior Scales (ABS)
Scales of Independent Behavior (SIB-R)
Comprehensive Test of Adaptative Behavior-Revised(CTAB-R)

*Nenhum com padronização ou estudos brasileiros

COMPORTAMENTO ADAPTATIVO x CULTURA


Escala de Comportamento Adaptativo ABAS II

 Pode ser respondido por pais/professores e pelo próprio sujeito

 Avalia o comportamento adaptativo em 10 domínios (AIDD,2002):


1. Comunicação
2. Uso Comunitário
3. Acadêmico funcional
4. Vida Doméstica
5. Saúde e Segurança
6. Lazer
7. Auto-cuidados
8. Auto-direcionamento
9. Vida Social
10. Desenvolvimento Motor/ Trabalho

 Divide-se em protocolos por faixa etárias:


0-5 anos *5-21 anos *16-89 anos

 Ponto de início: itens iniciais do domínio.


 Critério de interrupção: não há. Aplicar toda a escala.
Escala de Comportamento Adaptativo ABAS II

 Scores:
3- faz frequentemente, sempre que necessário
2- faz às vezes ocasionalmente
1- não faz, mas saberia fazer
0 – não consegue fazer sozinho

 Estimativa sobre o comportamento “chute”

 Avaliação do comportamento em relação ao esperado para a


faixa etária (anos e meses)
Avaliação do Comportamento Adaptativo

Avaliação do
Comportamento Adaptativo
desenvolvimento
neuropsicomotor

Foco no desempenho máximo Foco no desempenho típico


Instrumentos
Três Escalas:

 0 a 5 anos
 5 a 21 anos
 16 a 89 anos
Padrão de resposta do sujeito (supervalorização)

Padrão de resposta do familiar (desvalorização)


Teste de Discriminação Fonológica TDF

Objetiva verificar se a criança discrimina auditivamente


palavras que diferem em apenas um fonema.

• Público: crianças de 3 a 6 anos.

• Aplicação: individual.

• Tempo médio de aplicação: 10 minutos.


Teste de Discriminação Fonológica TDF

• Instruções para a aplicação:

– 23 pares de figuras.

– A criança deverá apontar a figura que o avaliador nomear.

– 1 ponto para cada acerto.


Teste de Discriminação Fonológica TDF
Teste de Discriminação Fonológica TDF
Teste de Discriminação Fonológica TDF
Exemplo: Menino de 4 anos
Pontuação: 18
Pontuação Padrão: 77
Teste Infantil de Nomeação TNI

Avalia a habilidade linguística de nomeação.

Relacionada ao desenvolvimento de vocabulário, prediz fluência da leitura.

• Público: crianças de 3 a 14 anos.

• Aplicação: individual.

• Tempo médio de aplicação: 15 minutos.

• Instruções para a aplicação:


– A criança deverá dizer o nome de cada figura apresentada, em voz alta.
– 1 ponto para cada acerto. Sinônimos são aceitos como acertos.
– Pontuação máxima de 60 pontos.
Teste Infantil de Nomeação TNI
Teste Infantil de Nomeação TNI
Exemplo: Menino de 4 anos
Pontuação: 18
Pontuação Padrão: 117
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