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Tema: A democracia brasileira e a representação política do povo

Texto 1
O que é política?
Heni Ozi Cukier

A grande maioria das pessoas acha que política é uma atividade relacionada com
governo, partidos políticos, esfera pública, ideologia, políticas públicas, etc. Uma definição
mais formal dessa leitura diria que a política é a pratica da arte ou ciência de dirigir e
administrar estados ou outras unidades políticas. O que tem de errado nessa definição? Muita
coisa! O principal problema é confundir o locus da atividade com a natureza da mesma. Uma
definição de política que retrata apenas o universo governamental não é uma definição de
política, mas uma descrição sobre uma das manifestações da atividade política. Portanto,
aqueles que acham que a política está restrita a esfera governamental ou pública não
entenderam o que é política.
A política não está presente somente na vida pública. A política é uma atividade
humana. Ou seja, onde houver interação haverá política! Existe política dentro de casa? Nos
negócios? Nas empresas? No mundo acadêmico? Entre alunos e professores? Marido e mulher?
A política está presente em todos esses ambientes. A própria análise do risco político
internacional se depara com fórmulas variadas de entendimento da política. Analisar e gerir o
risco político no Brasil demanda monitorar o comportamento dos partidos e dos políticos no
Congresso. Na China devemos olhar para a dinâmica e facções internas do Partido Comunista.
Já na Arábia Saudita a política do estado é familiar. Nesses três modelos a essência da atividade
é a mesma: todos possuem e fazem política. A única diferença é o contexto onde a política
acontece.
Se todo mundo pudesse ter tudo aquilo que quisesse não existiria política. Não preciso
da política quando não me falta nada e sou completamente autônomo. Para obter a maioria das
coisas precisamos nos esforçar, competir, conceder, negociar, persuadir, seduzir e algumas
vezes brigar. Thomas More, na sua obra Utopia, descreve um mundo ideal, com todos os meus
desejos satisfeitos, como uma realidade utópica. O significado da palavra utopia quer dizer o
“não-lugar” ou “lugar que não existe”. Esse “não-lugar” seria um lugar sem política. De forma
similar, se eu vivesse em uma ilha deserta, sem humanos, também não existiria política. Não se
faz política com o coqueiro ou as ondas do mar.
Aristóteles dizia que a política não é meramente uma luta para satisfazer as
necessidades materiais em um contexto de escassez. Portanto, mesmo a noção de satisfação
material plena não eliminaria a existência da política. Em sociedades complexas, diferentes
questões surgem. Por exemplo: quem deve governar? Que autoridade e poder o governante
deve ter?
Para os moralistas, a política deve buscar algum objetivo nobre ou possuir uma
estrutura organizada para proteger certas coisas. Dentro desses objetivos ou valores inseridos
nas estruturas, temos as ideias de justiça, igualdade, liberdade, felicidade, fraternidade,
autodeterminação. Outros pensadores não enxergam a política com ênfase no objetivo moral.
Para os Maquiavélicos e Hobbesianos, a política é sobre poder. Poder é o meio pelo qual os fins
são atingidos. Sem poder, os valores nobres não servem para nada.
Quem está certo, os moralistas ou realistas? Tanto faz. Isso não muda a natureza da
política. Dizer que a política deve ter como objetivo a busca pela “igualdade” não elimina as
divergências (políticas) que surgem dos diferentes entendimentos sobre “igualdade”. A política
é uma combinação de realismo e moralismo. O poder sempre será um fator na política, afinal
ter mais poder ajuda a avançar as minhas vontades e objetivo. Entretanto, poder não o único
elemento em jogo. Valores – como justiça ou liberdade – podem ser ferramentas de poder ao
suscitarem mobilização, atração e empatia.
Disponível em: <http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/risco-politico-global/2015/10/06/o-que-e-a-politica/>.
(Adaptado)
Texto 2
Representação política: três modelos de representação política
Renato Cancian

As democracias extraem sua legitimidade a partir da realização de eleições periódicas,


em que os eleitores escolhem os seus representantes que ocuparão os cargos políticos nas
instituições que compõem as várias esferas de poder. O governo representativo está inserido
num contexto histórico bastante peculiar e se diferencia de outras formas de exercício do
poder político.
Por um lado, o governo representativo se diferencia do modelo de democracia direta
que foi o sistema de governo que existia nas cidades-estados gregas da antiguidade e no qual
teoricamente não havia distinção entre governantes e governados. Por outro lado, também se
diferencia dos sistemas autocráticos de governo nos quais os súditos não têm acesso e nem
controle sobre as decisões políticas como no caso dos regimes absolutistas.
Com base nessas considerações, conclui-se que o princípio da representação política
está associado a uma modalidade de controle regular do poder governamental por parte
daqueles que não podem exercê-lo pessoalmente, transferindo para outros essa tarefa.
Existem basicamente três modelos interpretativos sobre a representação política que
problematizam os aspectos já mencionados.

1) Delegação ou mandato imperativo

Confere ao representante eleito a função de executor das determinações daqueles


que o elegeu. Podemos comparar o mandato político imperativo com as funções de um
embaixador, que recebe instruções permanentes e obrigatoriamente tem que cumpri-las,
caso contrário seu mandato pode ser revogado.
Essa concepção de representação tem raízes nas instituições políticas do período
medieval e por um determinado período chegou a influenciar as instituições do governo
representativo moderno. Atualmente, o mandato imperativo permanece como sendo o
modelo característico das relações e instituições internacionais.

2) Representação como relação de confiança

Confere ao eleito um mandato que se caracteriza como sendo autônomo, cujo campo
de atuação política é abrangente, mas sempre voltada para defesa dos interesses dos eleitores
em sua totalidade. Ou seja, o eleito representa o povo e tem a prerrogativa de agir livremente
para os interesses do povo.
Essa concepção é utópica e pode ser considerada um desdobramento da ideologia da
soberania nacional (ou vontade popular). Inúmeros ideólogos e filósofos políticos eram
defensores dessa concepção e consideravam a função do representante político como um
"trabalho de razão e de juízo" a serviço do "bem comum".

3) Representação como espelho (ou sociológica)

É historicamente mais recente e sem dúvida mais realista em comparação com o


modelo anterior. De certo modo, este modelo deriva da crise do sistema de representação
como relação de confiança que se assentava no princípio de soberania nacional (ou vontade
popular).
A representação concebida como espelho enxerga a sociedade como dividida entre
variados grupos de interesses ou classes sociais. A ideia de bem comum gradualmente cedeu
lugar ao princípio de pluralismo e conflito de interesses. Desse modo, as instituições
representativas acabariam por "espelhar" politicamente a heterogeneidade de interesses
presentes numa sociedade.
A escolha de representantes por meio da adoção do voto proporcional representou o
primeiro passo na direção de um sistema representativo com base na concepção de
representação política do tipo sociológica. As ideias em torno do voto proporcional
começaram a ser discutidas na Inglaterra, no final do século 19, embora nunca tenha chegado
a ser aplicado naquele país.
Disponível em: <http://educacao.uol.com.br/disciplinas/sociologia/representacao-politica-tres-modelos-de-
representacao-politica.htm>.

Texto 3
Representação política na democracia brasileira contemporânea
Eurico Antônio Gonzales C. dos Santos

Nosso país debate hoje a crise de sua representação política. Muito são os diagnósticos,
outras tantas as propostas de solução, mas o fato sobre o qual todos estão de acordo é o do
distanciamento entre o eleitor e os seus representantes. Como reaproximá-los? A melhor
solução, a meu ver, é partir da constatação de que nossas habilidades como eleitores estão
sendo mal preparadas. Nosso treinamento para a democracia poderia, e deveria, ser muito
melhor. Mas como?
A democracia, diferentemente da aristocracia (governo dos nobres) ou da hierocracia
(governo dos religiosos), não pode ser aprendida com o estudo de doutrinas e o treinamento nos
bancos escolares. Ela não é teórica. A democracia só pode ser aprendida na prática. Mas o voto
que elege representantes (hoje sentido pela maioria dos eleitores como a emissão de um cheque
em branco) não precisa ser a única prática democrática capaz de ensinar os brasileiros a guiar-
se pelos meandros da democracia. Não.
O eleitor pode, e deve, ser chamado de modo regular (ou vai-se à escola apenas
esporadicamente?) para decidir diretamente sobre questões públicas diversas (não apenas as
muito decisivas e relevantes), de modo a sentir, na prática, o peso da responsabilidade das
decisões de interesse público. Tal prática, e apenas ela, pode gerar o cidadão realmente
competente, que sabe, por experiência própria, a dificuldade de produzir boas decisões e
percebe, pela força da necessidade, que só bem formado e informado pode tomar decisões boas
para si e para os outros. Note-se que a exclusividade da representação desonera o cidadão de
aprender com a força da necessidade. Mau método...
É nesse sentido que argumento pelo uso mais frequente, e, principalmente, sistemático,
de institutos como o plebiscito e, com ainda melhor razão, o referendo.
Como é sabido, no plebiscito o eleitorado pronuncia-se antes da feitura, pelos
representantes, da lei em questão. Não se foge muito da lógica do cheque em branco, embora
haja um envolvimento mais sério e real com o processo. Mas no referendo o eleitor acompanha,
via imprensa, toda a discussão, realizada por seus representantes, acerca do tema, mas quem
decide, afinal, é ele. Ele não é mero espectador do debate, mas seu fiador último e, assim,
interessado nele de outra maneira, muito mais consistente e densa.
Disponível em: <http://www.campograndenews.com.br/artigos/representacao-politica-na-democracia-brasileira-
contemporanea>.

Texto 4
O analfabeto político
Bertold Brecht

O pior analfabeto é o analfabeto político.


Ele não ouve, não fala, não participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe, da farinha
do aluguel, do sapato e do remédio
depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que
se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política.
Não sabe o imbecil,
que da sua ignorância nasce a prostituta,
o menor abandonado,
o assaltante e o pior de todos os bandidos
que é o político vigarista,
pilanta, o corrupto e o espoliador
das empresas nacionais e multinacionais.

Texto 5
Democracia
Tom Zé

Democracia que me engana


na gana que tenho dela
cigana ela se revela, aiê;
democracia que anda nua
atua quando me ouso
amua quando repouso.

É o demo o demo a demó


é a democracia
é o demo o demo a demó
é a democracia....

Texto 6
Festa estranha, gente esquisita
Gregório Duvivier

Você também já deve ter se perguntado: “Por que o Congresso brasileiro é tão
conservador?”. Eduardo Cunha costuma responder pra você e pra quem quiser ouvir que o
Congresso foi eleito pelo povo, logo o conservadorismo do Congresso reflete o
conservadorismo do povo. Imagino que ele só tenha enviado milhões não declarados para a
Suíça porque é isso que todo brasileiro faz. A culpa é do povo, sempre.
Cunha: tira o povo dessa roubada. Se tem alguém que não está presente no Congresso
nacional (além dos deputados que, de modo geral, preferem trabalhar de casa) é o povo
brasileiro.
As mulheres são quase 52% da população. No entanto, você consegue encontrar mais
mulheres jogando rúgbi do que na Câmara dos Deputados. O povo brasileiro se declara, em sua
maioria, negro ou pardo (53%). O Senado brasileiro tem menos negros que o Senado da Suécia
(não é uma expressão, é um fato). Quanto aos jovens, melhor procurar num jogo de bocha.
Jovens com até 34 anos são 39% do eleitorado e 10% do Congresso.
O mesmo vale para os gays: apenas um deputado entre os 513 se declara gay. Já os
transexuais e a população indígena não tem a mesma sorte. Nenhuma das duas minorias tem
sequer um deputado federal ou senador. Em compensação, os empresários, apenas 4% da
população, são 43% dos deputados. Sim: proporcionalmente, a Câmara dos Deputados tem dez
vezes mais empresários do que o Brasil.
Muito se fala sobre a tal festa da democracia. Que festa estranha com gente esquisita.
Eu não tô legal. O Congresso brasileiro para o salão de jogos do Country Club: uma versão
mais masculina, mais branca, mais hétero, mais velha e mais empresária do Brasil. Mas por
quê? Será que o brasileiro só confia em homem branco hétero velho empresário?
Uma rápida pesquisa revela que eleger um deputado custa, em média, R$ 6 milhões.
Uma rápida pesquisa revela que quem tem R$ 6 milhões no Brasil é homem branco hétero
velho empresário. O Congresso brasileiro não é a cara do Brasil. Ele é a cara da elite do Brasil.
Não é o povo brasileiro que é conservador. É o dinheiro brasileiro que é conservador.
Pense no lado bom: talvez o Brasil não seja um país intrinsecamente corrupto ou reacionário.
Ou talvez seja. Isso a gente ainda não sabe. Pra isso seria preciso uma coisa inédita:
democracia. Por enquanto, pra participar da festa, só com pulseirinha VIP de R$ 6 milhões
(mas relaxa que tem consumação).
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2015/12/1721414-festa-estranha-gente-
esquisita.shtml>.

Texto 7
Na política, mesmo os crentes precisam ser ateus
Eliane Brum

Não se constrói um projeto político com crentes. Mas a angústia, no Brasil de hoje, se
dá também pela vontade de acreditar que algo é verdadeiro num cotidiano marcado por
falsificações. O perigo é que, quando o roteiro dos dias parece ter sido escrito por marqueteiros,
não cabe razão nesse acreditar. Exige-se fé. Quando a política demanda adesão pela fé, é
preciso ter muito cuidado. Os partidos que estão aí, puxando para um ou outro credo, podem
acreditar que lhes é favorável ter uma população de crentes legitimando seus projetos de poder.
Mas a adoração, rapidamente, pode se deslocar para outro lugar, como alguns já devem ter
começado a perceber depois das manifestações do domingo, 13 de março. Ou pior, para um
ídolo de barro qualquer. Rebaixar a política nunca é uma boa ideia para o futuro. Quem acha
que controla crentes, com suas espirais de amor e de ódio, não aprendeu com a história nem
entende o demasiado humano das massas que gritam.
Há uma enorme descrença nos políticos e nos partidos tradicionais, este já é um lugar
comum. Mas é importante perceber que a esta descrença se contrapõe não mais razão, mas uma
vontade feroz de crença. Quando os dias, as vozes e as imagens soam falsas, e a isso ainda se
soma um cotidiano corroído, há que se agarrar em algo. Quando se elege um culpado, um que
simboliza todo o mal, também se elege um salvador, um que simboliza todo o bem. A adesão
pela fé, manifeste-se ela pelo ódio ou pelo amor, elimina complexidade e nuances, reduz tudo a
uma luta do bem contra o mal. E isso, que me parece ser o que o Brasil vive hoje, pode ser
perigoso. Não só para uma ditadura, como é o medo de alguns, mas para que se instale uma
democracia de fachada, como já vivemos em alguns aspectos.
Uma democracia demanda cidadãos autônomos, adultos emancipados, capazes de se
responsabilizar pelas suas escolhas e se mover pela razão. O que se vê hoje é uma vontade de
destruição que atravessa a sociedade e assinala mesmo pequenos atos do cotidiano. O
linchamento, que marca a história do país e a perpassa, é um ato de fé. Não passa pela lei nem
pela razão. Ao contrário, elimina-as, ao substituí-las pelo ódio. É o ódio que justifica a
destruição daquele que naquele momento encarna o mal. Isso está sendo exercido no Brasil
atual não apenas na guerra das redes sociais, mas de formas bem mais sofisticadas. Isso tem
sido estimulado. Quem acha que controla linchadores, não sabe nada.
Talvez o mais importante, neste momento tão delicado, seja resistir. Resistir a aderir
pela fé ao que pertence ao mundo da política. Fincar-se na razão, no pensamento, no
conhecimento que se revela pelo exercício persistente da dúvida. É mais difícil, é mais lento, é
menos certo e sem garantias. Mas é o que pode permitir a construção de um projeto para o
Brasil que não seja o da destruição. Quem sofre primeiro e sofre mais com a dissolução em
curso são os mais pobres e os mais frágeis. É preciso resistir também como um imperativo
ético.
Na política, mesmo os crentes precisam ser ateus.
Mas nunca, desde a redemocratização, pelo menos, foi tão difícil vencer esse paradoxo:
à enorme descrença se contrapõe uma enorme vontade de crença. Uma vontade desesperada de
fé. E isso vale para todos os lados.
Disponível em: <http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/14/opinion/1457966204_346156.html>.

Texto 8
Democracia, liberdade, libertinagem ou má educação?
Virgínia Dias

Desengane-se se pensa que vamos falar de política – nada disso – pensamos que meio
mundo crê que sabe tudo sobre esse assunto e expressa-se como tivesse mestrado e isso já
chega quanto baste; no entanto achamos que o assunto está melhor entregue aos politólogos já
que quanto aos políticos depende... de resto, os politólogos andaram mesmo a “queimar as
pestanas” para perceber do assunto – pena que muitos estejam à partida inclinados para um lado
ou para outro dando assim opiniões pessoais em vez de oferecer teses objectivas e isentas de
inclinações, mas adiante!
Tem-se confundido muito o viver sem liberdade de expressão política com outras
coisas que nada têm a ver. Baralha-se tudo no mesmo saco. É a confusão total para quem não
viveu esses tempos!
Quem os viveu e não tinha, já na altura, qualquer interesse em falar de política não lhe
fez mossa nenhuma, porque na verdade o que fez alguma diferença ou prejuízo para alguns, foi
o facto do regime ditador de então, causar atraso no desenvolvimento do país – ponto final
paragrafo e posto de uma forma simplista e directa de uma jovem que viveu esses tempos.
Entretanto tanta água passou debaixo da mesma ponte que o leito já começa a ficar
gasto e desgasto de tanto se falar e deliberar sobre a liberdade, e em grande velocidade vai
escorrendo deliberadamente, a quem lhe convém (claro está), para a libertinagem, desaguando
num pântano de má educação, de quem nunca a teve e não reconhece como um bem essencial
de uma sociedade que se diz democrática.
Se por um lado viver em democracia é algo positivo porque dá direito a cada cidadão
de votar e expressar a sua opinião sobre os mais variados assuntos que envolvem a política e
políticos, a libertinagem move-se por objectivos meramente egoístas, egocêntricos e
mesquinho-pessoais em conjunto com uma má formação pessoal – vulgo má educação = má
criação, ou até vulgo muita falta de chá - é algo altamente tóxico e corrói a sociedade, que a
bel-prazer da globalização vai-se multiplicando como se de um vírus se tratasse.
Interesses? – Sempre – os deles, os libertinos olham apenas para o seu umbigo e
esquecem ou não querem saber que viver em sociedade democrática não basta apregoar umas
quantas teses sobre ser-se de esquerda, de direita ou de centro - é preciso bem mais que isso – é
preciso e urgente ser-se uma sociedade civilizada.
Disponível em: <http://sotaodagina.blogspot.com.br/2015/07/democracia-liberdade-libertinagem-ou-ma.html>.

Texto 9

Disponível em: <http://democraciapolitica.blogspot.com.br/2016/01/o-papel-da-democracia-na-atual-crise.html>.

Texto 10

Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-69092012000200003>.

PROPOSTA DE REDAÇÃO
Redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema: “A democracia brasileira e a
representação política do povo”.

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