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XXIII SNPTEE

SEMINÁRIO NACIONAL FI/GPL/05


DE PRODUÇÃO E 18 a 21 de Outubro de 2015
TRANSMISSÃO DE Foz do Iguaçu - PR
ENERGIA ELÉTRICA

GRUPO - VII
GRUPO DE ESTUDO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GPL

CONFIABILIDADE GERAÇÃO-TRANSMISSÃO NO ESTUDO DA REPOTENCIAÇÃO DE HIDRELÉTRICAS:


APLICAÇÃO EM CENÁRIO DE EXPANSÃO EÓLICA MASSIVA NA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL

*
M. Morozowski D. Soares Ramos M. Th. Schilling J.A.Oliveira Rosa
WeSee EPUSP UFF CESP

RESUMO
O suprimento da demanda máxima do Sistema Interligado Nacional (SIN) vem registrando problemas desde 2010,
notadamente nos subsistemas Sul e Sudeste. Estes problemas, superados em geral pelo aumento do despacho
termelétrico, se intensificaram a partir de 2014, como resultado da entrada em operação de termelétricas licitadas
no leilão de energia nova de 2008 (LEN A-5). Além disso, o SIN tende a ficar operativamente mais vulnerável
devido à inserção massiva de geração eólica na região Nordeste. Essa inferência, embora intuitiva sob a ótica
qualitativa, é não trivial quando se trata de quantificar os efeitos da expansão eólica no Nordeste sobre o
desempenho do SIN.
Neste artigo, mostra-se a relevância da análise de confiabilidade composta como respaldo ao dimensionamento
do SIN, na medida em que a penetração da fonte eólica acarreta maior vulnerabilidade do sistema a perturbações
que podem colocar em risco o desempenho da rede, além de impor pesados custos aos usuários do sistema.
No âmbito deste estudo, parte integrante de um projeto de P&D desenvolvido pela CESP [1], foi realizada uma
avaliação da confiabilidade do SIN, em horizonte decenal, buscando-se quantificar o benefício potencial da
motorização hidrelétrica adicional, em termos de melhoria dos índices de confiabilidade do SIN. Os resultados
evidenciam o benefício que a motorização adicional e/ou repotenciação de hidrelétricas existentes pode trazer ao
SIN, frente a uma conjuntura de forte expansão eólica em um subsistema (NE). O redespacho de geração é
fundamental para manter o SIN operativo quando à reduzida disponibilidade de vento se superpõem contingências
de transmissão. Nessa situação, a motorização adicional hidrelétrica se configura como solução promissora, ao
proporcionar reserva de potência de rápido acionamento, evitando alívios de carga de grande magnitude.

PALAVRAS-CHAVE: Repotenciação, Confiabilidade, Desempenho, Geração Eólica, Incerteza, Indisponibilidade,


Planejamento, Probabilidade, Risco, Sistema Elétrico Brasileiro.
1.0 - INTRODUÇÃO

O tratamento probabilístico dos aspectos de confiabilidade na gestão do sistema brasileiro foi introduzido nos anos
1980. Neste período, foram desenvolvidos diversos métodos e modelos computacionais, grande parte dos quais
baseados em técnicas de programação matemática. Desde então, estas metodologias, focadas na análise de
confiabilidade composta (geração-transmissão), foram praticamente esquecidas no processo de planejamento da
expansão, com base na crença de que o problema de garantia de suprimento de potência era “automaticamente”
resolvido pela expansão da capacidade de geração de energia.
No entanto, em avaliações da capacidade de suprimento do Sistema Interligado Nacional (SIN) nos períodos de
demanda máxima, o ONS vem registrando, desde 2010, problemas no suprimento de ponta nos subsistemas Sul e
Sudeste. Estes problemas, superados em geral pelo aumento do despacho termelétrico, se intensificaram a partir
de 2014, como resultado da combinação de dois fatores:
Entrada em operação de termelétricas licitadas no leilão de energia nova de 2008 (LEN A-5), que contribuirão
proporcionalmente menos para a capacidade de atendimento da demanda de potência;

(*) WeSee Avenida República Argentina, CEP: 80240-210, Curitiba, PR – Brasil.


Tel.: 41 3018-1317 – marciano@wesee.eng.br
2

Ausência de incentivos à instalação de capacidade adicional nas hidrelétricas, devido à “socialização” dos
resultados destes investimentos no âmbito do MRE.
Estes fatos indicam a importância de incentivar investimentos em capacidade instalada adicional, considerando
que o SIN tende a ficar operativamente mais vulnerável com a inserção massiva de geração eólica na região
Nordeste. Essa inferência, embora intuitiva sob a ótica qualitativa, é absolutamente não trivial quando se trata de
quantificar os efeitos da expansão eólica no Nordeste sobre o dimensionamento elétrico e energético do SIN.
Nessa perspectiva, o trabalho proposto, oriundo da pesquisa associada a um Projeto de P&D [1], foi norteado pela
necessidade de se desenvolver um arcabouço metodológico para ampliar o escopo dos estudos elétricos e
econômicos que conformam o processo de planejamento, contribuindo para avançar o estado da arte neste tema.
A metodologia em uso poderia dar origem a “soluções” que, embora atendendo aos requisitos técnicos, podem se
tornar dispendiosas à sociedade que, em última análise, assume o custo da expansão do SIN.
Neste artigo, apresenta-se a análise de confiabilidade como ferramenta para dimensionamento do SIN na nova
conjuntura setorial, onde a viabilização econômica da fonte eólica se reflete em maior vulnerabilidade do sistema a
perturbações que, se não forem devidamente diagnosticadas e mitigadas por medidas corretivas adequadas,
podem colocar em risco o desempenho da rede elétrica e acarretar pesados custos aos usuários do sistema.
Nesta abordagem, no âmbito do estudo a ser reportado, foi realizada uma avaliação da confiabilidade do SIN, em
horizonte decenal, buscando-se quantificar o benefício potencial da motorização hidrelétrica adicional, em termos
de melhoria dos índices de confiabilidade do SIN.
Os resultados mostram os benefícios que a motorização adicional e/ou repotenciação de plantas hidrelétricas
existentes podem trazer ao SIN em face da expansão eólica concentrada em um subsistema (NE, no caso
brasileiro), ao proporcionar reserva de potência de rápido acionamento em caso de superposição de momentos de
reduzida disponibilidade de vento em alguns sites importantes e contingências de transmissão. Nessas condições,
o redespacho de geração é fundamental e a motorização adicional hidrelétrica se configura como solução bastante
promissora manter o SIN operativo sem apelar para alívios de carga de grande magnitude.
Este artigo reflete a experiência acumulada no setor elétrico do Brasil, relacionada à avaliação probabilística da
confiabilidade do SIN nos últimos 46 anos (1969-2015), como documentado nas referências [2]-[50]. Como tal, o
texto apresenta os resultados inéditos de uma investigação sobre os impactos da retirada de uma injeção de 4 123
MW de geração eólica na malha de transmissão do sistema elétrico brasileiro planejado para o horizonte de 2022
e uma avaliação preliminar do benefício sistêmico de motorização adicional importante em usinas hidrelétricas
existentes [51].
2.0 - SISTEMA INVESTIGADO

O sistema investigado corresponde ao cenário Norte Importador, carga pesada, ano de 2022, oriundo do PDE
2022 (Empresa de Pesquisa Energética). São analisadas várias configurações, quais sejam: (i) a original (PDE
2022) ajustada para incorporar 4123 MW de geração eólica adicional; (ii) configuração anterior, considerando o
mesmo ponto de operação, porém com montante eólico restrito a 258 MW (258 eólicas gerando 1 MW cada), com
o intuito de rastrear os coeficientes de sensibilidade nas barras de injeção eólica, sem ajuste operativo; (iii)
configuração idêntica à anterior porém com fluxo de potência do caso-base ajustado para novo ponto de operação
inicial (condição normal), de modo a compensar a redução da geração eólica; (iv) configurações com as eólicas
gerando valores intermediários e ajustes de fluxo de potência para as configurações de geração plena e reduzida;
(v) configurações com eólicas reduzidas, com 6 máquinas de 527 MW adicionais em Xingó (2ª Casa de Força) e 4
máquinas de 250 MW em Itaparica (Luiz Gonzaga), totalizando instalação adicional de 1000 MW nessa usina.
3.0 - HIPÓTESES DE MODELAGEM

Para as configurações analisadas definiu-se um conjunto de premissas para fins de comparação de resultados, as
quais são comentadas a seguir.
Solução inicial da rede pelo método de Newton-Raphson sob condição de carga pesada, usando todos os
recursos de controle disponíveis, buscando minimizar violações1;
Definidas condições de relaxamento de limites de tensão em barras da rede de distribuição (tensões inferiores a
230 kV), barras representativas de terciários de trafos de 3 enrolamentos, barras fictícias para modelar derivações
em linhas de transmissão (tapes), barras com reatores limitadores e barras associadas a capacitores série. Esses
relaxamentos tornaram exequível o cálculo probabilístico da confiabilidade;
Admitida a flexibilização de limites de carregamento de linhas e trafos, para viabilizar processamento de situações
com muitas violações iniciais, mormente na denominada rede não básica2;

1
Algumas violações iniciais foram toleradas, considerando-as abonadas pela representatividade do caso base.
2
Condição sine qua non para obter resultados em regiões com rede de subtransmissão subdimensionada.
3

Configuração do parque gerador com máquinas individualizadas e incertezas desabilitadas, possibilitando as


seguintes flexibilidades: (i) variação de potência ativa mínima e máxima por máquina, (ii) indicação de máquinas
não despacháveis (geração ativa e reativa fixadas), (iii) variação de fatores de potência, (iv) variação de modelos
de incertezas das máquinas etc. Por opção conservativa, o maior conjunto possível de máquinas foi tratado como
despachável. Fator de potência adotado em situações sem definição de 0,85;
Parque gerador (G) tratado de forma determinística, ou seja, espaço de estado probabilístico restrito à rede básica
(RB) e, em algumas investigações, a rede não básica (RNB). Premissa adotada para (i) obter maior capacidade
discriminatória e precisão dos índices de confiabilidade calculados; (ii) reduzir tempo de processamento; (iii)
superar dificuldade prática de modelagem de 258 unidades eólicas adicionais;
Monitoração de carregamentos dos ramos do sistema por potência ativa (MW);
Monitoração de níveis de tensão em barramentos de carga, considerando valores admissíveis em condições
normais ou de emergência. No caso de referência adotou-se limites normais e de emergência distintos, consoante
critérios adotados pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) para barramentos com carga [46];
Uso de medidas corretivas para eliminar violações através de fluxo de potência ótimo, contemplando, entre outras,
otimização da tensão de unidades geradoras, posição de tapes de transformadores, redespacho de potência ativa.
Foram testadas diversas combinações de medidas corretivas disponíveis, incluindo redespacho de potência ativa,
relevante nesta investigação3;
Todas as áreas elétricas do SIN ativadas para fins de controle e monitoração de violações;
Atribuição de taxas de falha e tempos médios de reparo para cada linha, transformador ou gerador por critério de
representatividade estatística, conforme Procedimentos de Rede [46]. Atribuição de incertezas às linhas de
transmissão baseada na estimação de comprimento, de acordo com valores da Tabela 1. A estimação do
comprimento das linhas de transmissão (km) realizada por meio da expressão ℓ = 7,8 (X.B)1/2, onde X é a
reatância da linha em % e B é a susceptância da linha em MVAr. Atribuição de incertezas a transformadores
baseada na tensão mais elevada do equipamento, de acordo com a Tabela 1;
Conjunto de relaxamento de restrições adotado similar para todas as configurações estudadas, buscando
comparação não tendenciosa entre sistema com geração eólica plena (4.123 MW) e residual (258 MW);
Hardware e software disponibilizados pela CESP: sistema operacional Windows 7.0, 64 bits, processador Intel (R)
Core i7, 2.8 GHz e 6 GB RAM, logiciário do cálculo numérico da confiabilidade [39].

Tabela 1- Características de Linhas de Transmissão e Transformadores no Brasil [37,41]


Linhas de transmissão Transformadores
Reatância Tempo Tempo
Taxa de Taxa de falha
Tensão média LTs médio médio
falha λ λ
(kV) (%/km em 100 de reparo de reparo
(oc./km.ano) (oc./km.ano)
MVA) (h) (h)
69 0,6334 3,1949 1,0142 0,2494 0,7835
138 0,2608 0,0399 1,0144 0,6142 8,4360
230 0,0740 0,0232 1,0114 0,7207 12,5366
345 0,0316 0,0228 0,9107 0,7368 16,1616
440 0,0166 0,0144 3,3770 0,5000 12,7187
500 0,0127 0,0183 2,3547 0,5945 53,6546
525 0,0127 0,0183 2,3547 0,5945 53,6546
765 0,005786 0,0102 1,6525 0,3712 100,3958
4.0 - RESULTADOS

A Tabela 2 resume os resultados da análise de confiabilidade composta (G+T)) por meio de enumeração simples
de contingências de transmissão em condição de carga pesada, considerando o Cenário Norte Importador da
configuração do SIN prevista para 2022, em duas versões: uma com eólicas gerando a potência nominal conjunta
de 4123 MW e a outra com cada planta eólica gerando apenas 1 MW, totalizando 258 MW, sem ajustes de fluxo
de potência. Uma terceira configuração, idêntica à anterior, foi ajustada para compensar a redução da geração
eólica. Nesta configuração, o SIN tem 7.500 barras, 10.519 circuitos e 1757 usinas com 2.013 máquinas.
A barra de referência (swing) adotada foi a de Ilha Solteira (2041). A modelagem da carga considerou patamar
único (carga pesada), com probabilidade unitária (sem incerteza). Na solução do caso base de fluxo de potência

3
Procedimentos de Rede [46] do ONS inibem redespacho de potência ativa na operação de curto prazo.
4

(Newton CA) para a rede sem contingências, foram usados todos os controles disponíveis (redespacho ativo e
reativo, tapes de transformadores). Na solução inicial, foram observadas 196 violações de limites de carregamento
e 175 de limites de tensão, todas liberadas manualmente no caso base de fluxo de potência. Novas violações
foram detectadas quando da ativação da geração eólica residual, cujo relaxamento foi igualmente implementado
nas duas configurações analisadas.
Foram atribuídas incertezas a todos os ramos (linhas e transformadores) da malha de transmissão, em todos os
sistemas, a partir de 69 kV (inclusive). Com isso, a composição aproximada e o porte do espaço probabilístico sob
análise inicial, considerando a malha de transmissão até 69 kV, tem 8.780 componentes com incertezas (5.594 LT
+ 2.594 TR2 + 592 TR3 + zero G), ou seja, um espaço de estados com 28780= 102.643 estados.
Na monitoração dos limites de carregamento, em condição de contingência, foi observado o protocolo ANEEL [46],
ou seja, limites de emergência iguais aos limites normais. Os níveis de tensão foram monitorados considerando
condições de emergência modeladas para as barras com cargas. Todas as áreas elétricas do SIN foram
monitoradas e liberadas para eliminar violações de fluxos, geração reativa, geração ativa na barra de referência,
monitoração da tensão de barras de carga com carga (barras de carga com representação de carga não nula).
As contingências de transmissão incluíram todos os ramos eletricamente significativos do SIN, incluindo linhas
aéreas, cabos e transformadores na Rede Básica. Não foram solicitadas contingências para unidades geradoras
do SIN. No fluxo de potência ótimo, todos os recursos disponíveis como medidas operativas foram incluídos no rol
de medidas corretivas.
Foram utilizados os índices de confiabilidade preconizados em [46], calculados consoante [39], quais sejam:
IS: Índice de Severidade (min/ano);
LOLP: Probabilidade de Perda de Carga (%);
LOLF: Frequência de Perda de Carga (vezes/ano);
LOLD: Duração de Perda de Carga (h);
LOLE: Expectância de Perda de Carga (h/ano)
EENS: Expectância de Energia Não Suprida (MWh/ano)
EPNS: Expectância de Potência não Suprida (MW)
A severidade é dada pela divisão da expectância da energia não suprida (MWh) por uma base de potência (MW),
usualmente a ponta de carga do sistema, com a classificação indicada na Tabela 2.
Tabela 2 - Classificação de Riscos por Severidade

Nesse âmbito de hipóteses, foram desenvolvidos os casos listados na Tabela 3, contemplando:


Processamento do protocolo ANEEL com redespacho de potência ativa permitida;
Processamento do protocolo ANEEL com redespacho de potência ativa permitida e inibição de restrições de
tensão (emula análise de confiabilidade via fluxo de potência CC e redespacho de potência ativa);
Aferição do efeito da motorização adicional das usinas de Xingó (5 máquinas a mais em Xingó, barra #89,
totalizando 10 x 527 = 5.270 MW e limite inferior de geração de potência ativa sem restrição) e Itaparica -Luiz
Gonzaga, barras # 33, 34- (4 máquinas a mais em Itaparica, totalizando 6 x 250 + 4 x 250 = 2 500 MW e limite
inferior de potência ativa sem restrição), considerando a configuração com geração eólica unitária reduzida a 1
MW.
5

Tabela 3 - Confiabilidade Composta, Enumeração Simples, Sistema (RB) Referência: SIN (NOI22P), Ano 2022,
Carga Pesada, Norte Importador (Horário Tradicional) Fonte: EPE (Carga monitorada = 116 985 MW, Assinatura
(RB) = 3,687243 %)
Eficácia
Eventos
Eventos c/ Eventos Casos Medidas Severidade
Caso c/ Diagnóstico
problemas c/ corte Retirados Corretivas (min/ano)
solução
(%)
A - Geração eólica
plena com caso-
base ajustado
Risco sem
para geração
3206 1102 331 28 73,39 3,2879 eólica
eólica plena.
superior ao
Protocolo ANEEL,
risco com
porém com
geração
redespacho ativo.
eólica.
B - Geração eólica
Motivo:
reduzida com
capacidade
caso-base
de controle de
ajustado para
sobrecargas
geração eólica 3212 3194 3166 22 0,86 7,7815
via
reduzida.
redespacho.
Protocolo ANEEL,
porém com
redespacho ativo.
C -Geração eólica
reduzida com
caso- base
ajustado para
geração eólica
Risco caso C
reduzida. 3212 3194 3164 22 0,92 6,1431
inferior ao do
Protocolo ANEEL,
caso B.
porém com
Motivo:
redespacho ativo e
recursos
motorização de
adicionais no
Xingó e Itaparica.
sistema
D - Geração eólica
(motorização).
reduzida com
Risco caso D
caso-base
inferior ao do
ajustado para
caso C.
geração eólica
Motivo:
reduzida.
restrições de
Protocolo ANEEL, 3215 927 324 19 72,28 3,4510
tensão
porém com
ignoradas.
redespacho ativo,
motorização de
Xingó e Itaparica e
sem restrições de
tensão.
E - Geração eólica Caso E
plena com caso- compatível
base ajustado com caso A e
para geração com caso F.
eólica plena. Comparação
3211 994 307 23 75,70 3,3585
Protocolo ANEEL, casos E vs. F
porém com emula
redespacho ativo e avaliação de
sem restrições de risco via
tensão. fluxos CC.
F - Geração eólica Caso F sem
reduzida com eólica com
caso-base 3213 913 325 21 71,67 5,1377 risco superior
ajustado para ao caso E
geração eólica com eólica.
6

reduzida.
Protocolo ANEEL,
porém com
redespacho ativo e
sem restrições de
tensão.
G - Geração eólica
intermediária com
caso-base
ajustado para
geração eólica 3211 1105 341 23 72,13 4,2025
plena. Protocolo
ANEEL, porém
com redespacho
ativo
H - Geração eólica
Caso G
intermediária com
compatível
caso-base
com caso I e
ajustado para
caso H
geração eólica 3211 3197 3194 23 0,07 6,4337
compatível
reduzida.
com caso J.
Protocolo ANEEL,
porém com
Comparação
redespacho ativo.
de pares de
I - Geração eólica
casos (G, H)
intermediária com
e (I, J)
caso-base
indicam a
ajustado para
grande
geração eólica
dependência
plena. Protocolo 3214 994 312 20 75,37 2,9615
do nível de
ANEEL, porém
risco em
com redespacho
relação ao
ativo e sem
ponto de
restrições de
operação
tensão.
inicial do caso
J - Geração eólica
base.
intermediária com
caso-base
ajustado para
geração eólica
reduzida. 3216 1033 215 18 75,96 3,3376
Protocolo ANEEL,
porém com
redespacho ativo e
sem restrições de
tensão.

5.0 - CONCLUSÕES

O expressivo aumento da oferta eólica proveniente de parques eólicos no Nordeste apresenta grandes desafios
para a operação do SIN. A concentração de projetos eólicos traz consigo alto grau de dependência do regime de
ventos regional. Parques eólicos costumam ser instalados em locais próximos em cada região, em função das
características topográficas favoráveis. Os parques eólicos assim localizados apresentam alto fator de capacidade
e produção espacialmente correlacionada, ou seja, assim como um “período eólico favorável” determina produção
elevada em todos os parques, um “período eólico crítico” afeta toda a geração eólica regional.
Em ambos os casos, a solução técnica mais indicada é o reforço do sistema de transmissão, localmente ou entre
regiões. Ocorre, porém, que a frequência e/ou severidade das situações de estresse são em geral insuficientes
para justificar economicamente os reforços em troncos de interligação. Por outro lado, a condição crítica de
atendimento em geral ocorre no horário de ponta de carga, a motorização adicional de hidrelétricas existentes
constitui uma alternativa interessante. Em síntese, as alternativas de solução consistem em:
• Repotenciar hidrelétricas existentes com poços disponíveis;
• Reforçar interconexões e redes locais estratégicas;
7

• Regionalizar a oferta em leilão de eólicas.


Em caso contrário, corre-se o risco de haver, em algumas situações operativas, alguma região exportadora com
sobra de energia que não pode ser exportada para as demais regiões e, na falta momentânea de ventos, tornar a
operação do sistema insegura. Com base nos resultados apresentados, evidencia-se um benefício para o SIN no
sentido da redução de riscos quando da inserção da geração eólica. Fica evidenciada também a necessidade de
grande cautela quando da fixação do despacho do sistema, pois uma escolha desfavorável do despacho inicial
poderá degradar os níveis de risco do sistema, a despeito da presença da geração eólica. Um dos possíveis
motivos está na dificuldade de eliminar violações em radiais e na malha de baixas tensões.
Neste sentido, a análise levada a termo permite concluir que a motorização adicional de plantas hidrelétricas
existentes pode se constituir em antídoto eficaz contra uma possível deterioração do desempenho do SIN, em
termos de confiabilidade de atendimento, frente à inserção massiva de geração eólica no SIN, já em curso no
horizonte do plano decenal de expansão (PDE).Com base nos resultados apresentados, evidencia-se o benefício,
para o SIN, no sentido da redução de riscos quando da inserção da geração eólica. Fica evidenciada também a
necessidade de grande cautela quando da fixação do despacho do sistema, dado que uma escolha desfavorável
do despacho inicial poderá degradar os níveis de risco do sistema, a despeito da presença da geração eólica. Um
dos possíveis motivos desse fenômeno pode ter origem na dificuldade de eliminar violações em radiais e na malha
de média tensão. Os resultados obtidos demonstram que a opção entre alternativas de difícil escolha pode ser
seguramente amparada com base na análise probabilística de confiabilidade, desde que essa especialidade de
aferição continue sendo praticada no setor elétrico brasileiro, em bases amplas e regulares [49].

6.0 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] CESP Projeto P&D ANEEL PD-0061-0017/2011; “Metodologia para Avaliação Integrada da Ampliação da
Capacidade Instalada em Centrais Hidrelétricas: Enfoques Sistêmico e Empresarial – Relatório Final”, São
Paulo SP 30.06.2014. (141p).
[2] A.B. Lopes, Confiabilidade em sistemas elétricos: análise e controle de interrupção de serviço, IV Seminário
Nacional de Distribuição (SENDI), Brasília, 1969.
[3] J.A. Cipoli, W. Marques, Confiabilidade de sistemas, V SENDI, CEEE, Porto Alegre, 1971.
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Paulo, Abril, 1972.
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[7] J.C.G. Praça, M.Th. Schilling, Planejamento e análise de confiabilidade, Mundo Elétrico, pp. 28-29,
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[8] M.Th. Schilling (Editor) et alii, Confiabilidade de sistemas eletroenergéticos: bibliografia disponível no Brasil
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[11] R.P. d’Araujo (Coordenador, Furnas), Relatório Final, Comissão para Estudo do Custo do Déficit,
Eletrobrás/GCPS/ SEC/CDEF/001.88, Rio de Janeiro, Julho, 1988.
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Applied to Power Systems (PMAPS), Session 2B, Oakland, USA, Ed.by CEA, EPRI, Ontario Hydro, pp. 1-
10, September 20-23, 1988.
[13] M.Th. Schilling, R.N. Fontoura, J.C.G. Praça et al., Aplicação prática de critérios probabilísticos, X SNPTEE,
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Fontoura, Development of a composite system reliability program for large hydrothermal power systems –
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[20] J.C.O. Mello, A.C.G. Melo, G.C. Oliveira, S.P. Romero, R.N. Fontoura, A composite reliability evaluation model
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de Maio, 2014.

7.0 - DADOS BIOGRÁFICOS

Marciano Morozowski Filho Dorel Soares Ramos - Graduação


(Curitiba, 06/03/1948), Eng. (1975), mestre (1988) e doutor em
Eletricista (UFPR, 1970), M.Sc. em Engenharia Elétrica pela USP (1996). Foi
Eng. Elétrica (UFRJ, 1973), D.Sc. em Diretor do Grupo EDP Energias do Brasil.
Engenharia de Sistemas e É Professor Doutor do Departamento de
Computação (UFRJ, 1995). Foi Engenharia de Energia e Automação
Engenheiro da Eletrosul, Pesquisador no Cepel, Elétrica da Escola Politécnica da USP.
Professor Titular do Departamento. de Engenharia Atuação em planejamento de sistemas elétricos, regulação
Elétrica da UFSC, Assessor da Presidência na EPE. do setor elétrico, comercialização de energia e análise de
Consultor em planejamento de sistemas elétricos, riscos, geração de energia e modelagem institucional do
regulação de mercados de energia, modelagem e setor elétrico. Publicou mais de 200 artigos e dois livros na
simulação de sistemas. Tem um livro e mais de 150 sua área de atuação.
artigos publicados. (c-ele: Dorel.ramos@poli.usp.br)
(c-ele: marciano@wesee.eng.br).
Marcus Theodor Schilling (Rio de José Antonio de Oliveira Rosa - Graduado em
Janeiro, 18/07/1951), graduação Engenharia Elétrica pela Escola de Engenharia Mauá
(PUC/RJ,1974), M.Sc. (1975), especialização em Controle de Sistemas de
(COPPE/UFRJ,1979), Potência pela Universidade Federal de Santa Catarina
D.Sc.(COPPE/UFRJ,1985), P.-Eng. (1987) e em Confiabilidade de Sistemas de Potência pela
(Canadá,1988), FIEEE (2005). Foi Engenheiro da Fundação de Pesquisa e Assessoramento à Industria
Eletrobrás, Ontario Hydro e Professor Titular do (1980), entre outras. Atualmente é Engenheiro Especialista
a
Departamento de Eng . Elétrica da Universidade e Gerente de Projetos na Companhia Energética de São
Federal Fluminense (UFF), especialsta em Paulo - Geração Paraná. Tem experiência na área de
confiabilidade de sistemas de potência. Engenharia Elétrica, com ênfase em Sistemas Elétricos de
(c-ele: theodor@vm.uff.br) Potência.
(c-ele: antonio.rosa@cesp.com.br)

8.0 - AGRADECIMENTOS

Registra-se ainda que a investigação encetada contou com os auspícios do CNPq.

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