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Emissão Inicial 13/09/2018 - -

MODIFICAÇÃO DATA PROJETISTA DESENHISTA APROVADO

AUTORES DO PROJETO: ART NÚMERO ASSINATURA

OBRA
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HOSPITAL MUNICIPAL DE RIACHO DE SANTANA


ENDEREÇO CLIENTE

Praça Monsenhor Tobias, 321,Centro.


PREFEITURA MUNICIPAL DE RIACHO DE SANTANA
DESENVOLVIMENTO ESPECIALIDADE

INSTALAÇÕES COMBATE E PREVENÇÃO A INCÊNDIO


CODIGO DO DESENHO TITULO DO DOCUMENTO

- MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO TÉCNICO


ESCALA DATA TIPO DE OBRA CLASSE DE PROJETO

- Setembro / 2018 CONSTRUÇÃO LEGAL

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO......................................................................................3
CARACTERÍSTICAS DA EDIFICAÇÃO CONFORME CORPO DE
BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DA BAHIA.................................3
QUADRO RESUMO DE MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA
INCÊNDIO E PÂNICO..........................................................................4
MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO...........4
ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO (conforme IT 06/2016).......4
SEGURANÇA ESTRUTURAL (conforme IT 08/2016)..........................4
CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO (conforme IT
10/2016)................................................................................................4
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA (conforme IT 11/2016).............................6
BRIGADA DE INCÊNDIO (conforme IT 17/2016).................................8
ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA (conforme IT 18/2017)....................9
ALARME DE INCÊNDIO (conforme IT 19/2017)................................10
SISTEMA DE DETECÇÃO (conforme IT 19/2017) - APENAS PARA
SUBSOLO...........................................................................................11
SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA (conforme IT 20/2017).................13
EXTINTORES (conforme IT 21/2017).................................................16
SISTEMA DE HIDRANTES (conforme IT-22/2016)............................17
CÁLCULO DO SISTEMA DE HIDRANTES........................................19
CENTRAL DE GÁS.............................................................................20

INTRODUÇÃO
O presente documento refere-se ao Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio para
regularização do imóvel junto a este órgão, localizado na Praça Monsenhor Tobias, 321, Centro, s/n,
Riacho de Santana – Ba.
O empreendimento é uma edificação a ser construída em estrutura de concreto armado com
fechamento de paredes em alvenaria de bloco cerâmico.
O projeto foi executado obedecendo a lei 12.929 de 27 de dezembro de 2013 que dispõe
sobre a Segurança contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado da Bahia,
obedecendo ao Decreto Nº 16.302, de 27 de Agosto de 2015 Contra Incêndio e Pânico do Corpo de
Bombeiros Militar do Estado da Bahia. Os dimensionamentos dos as sistemas preventivos tiveram por
parâmetro Instruções Técnica – IT do Corpo de Bombeiros Militar do Estado da Bahia, e quando não
se aplicando as IT, foram acatadas as Normas Registradas da Associação Brasileira de Normas
Técnicas - NBR(ABNT).

CARACTERÍSTICAS DA EDIFICAÇÃO CONFORME CORPO DE BOMBEIROS


MILITAR DO ESTADO DA BAHIA.

Tipo de construção:
Estrutura em concreto armado, com vedação em blocos cerâmicos.

Tipo de ocupação:
Local de serviço de saúde e institucional.

Classe de ocupação:
H-3 – Hospital e assemelhados.

Área total construída:


2.113,15 m².

Situação dos pavimentos:


Térreo.

Situação da edificação:
Edificação construída.

Classe de risco:
Baixo até 300Mj/m².

Classificação quanto à altura:


Tipo I – Edificação, estrutura e área de risco térrea – um pavimento.

Central de gás GPL ou similares:


Se aplica – na retaguarda da edificação.

Spda: conforme NBR5419/2015.

QUADRO RESUMO DE MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E


PÂNICO.
Conforme tabela 6F.3 do Decreto Estadual 16.302 de 27/08/2015 do CBMBA
– Acesso de viatura na edificação
– Segurança estrutural contra incêndio
– Controle de materiais de acabamento
– Plano de emergência
– Saídas de emergência
– Brigada de incêndio
– Iluminação de emergência
– Sistema de detecção de incêndio
– Sistema de alarme de incêndio
– Sinalização de emergência
– Extintores
– Sistema de hidrantes e mangotinhos

MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO

ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO (conforme IT 06/2016)

O imóvel onde funciona o hospital está localizado na Praça Monsenhor Tobias, 321,Centro ,
Riacho de Santana – Bahia, o mesmo possui acesso para a parada da viatura podendo ser
estacionada na frente da edificação. Por estar situado em rua de fácil acesso, com curta distância, em
caso de possíveis sinistros, o combate poderá ser realizado por viaturas do Corpo de Bombeiros
Militar diretamente.

- As vias devem suportar viaturas com peso de 25.000 Kgf.

SEGURANÇA ESTRUTURAL (conforme IT 08/2016)

Todo o imóvel existente, é constituído com vigas e pilares em concreto armado com
fechamento em blocos cerâmico, conforme IT- 08/2016.
Toda a edificação possui ventilação permanente nas fachadas principais, áreas de circulação
e nas áreas do fundo, providas por janelas e portas de acesso aos ambientes, conforme IT-08/2016.
O tempo de resistência ao fogo dos elementos da construção é de 30 minutos, conforme
tabela A da IT-08/2016.

CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO (conforme IT 10/2016)

Classe dos materiais a serem utilizados considerando o grupo/divisão da ocupação/uso em


função da finalidade do material (conforme IT-10/2016 do ANEXO B, Tabela B.1):

FINALIDADE DO MATERIAL PARA A CLASSIFICAÇÃO F-8

Piso (Acabamento1 / Revestimento) Classe I, II-A, III-A ou IV-A

Parede e divisória (Acabamento2 / Revestimento) Classe I ou II-A

Teto e forro (Acabamento / Revestimento) Classe I ou II-A

Notas específicas:

1. Incluem-se aqui cordões, rodapés e arremates;


2. Excluem-se aqui portas, janelas, cordões e outros acabamentos decorativos com área inferior a
20% da parede onde estão aplicados;
10. Exceto para revestimentos que serão Classe I ou II-A.
Notas genéricas:

• Os materiais de acabamento e de revestimento das fachadas das edificações devem


enquadrar-se entre as classes I a II-b;
• Os materiais de acabamento e de revestimento das coberturas de edificações devem
enquadrar-se entre as classes I a II-B, exceto para os grupos/divisões C, F5, I-2, I-3, J-3, J-4,
L-1, M-2 e M-3 que devem enquadrar-se entre as classes I a II-B;
• Os materiais isolantes termo acústicos não aparentes, que podem contribuir para o
desenvolvimento do incêndio, como por exemplo: espumas plásticas protegidas por materiais
incombustíveis, lajes mistas com enchimento de espumas plásticas protegidas por forro ou
revestimentos aplicados diretamente, forros em grelha com isolamento termo acústico
envoltos em filmes plásticos e assemelhados; devem enquadrar-se entre as classes I a II-A
quando aplicados junto ao teto/forro ou paredes, exceto para os grupos/divisões A2, A3 e
condomínios residenciais que será classe I, II-A ou III-A quando aplicados nas paredes;
• Os materiais isolantes termo acústicos aplicados nas instalações de serviço, em redes de
dutos de ventilação e ar-condicionado, e em cabines ou salas de equipamentos, aparentes ou
não, devem enquadrar-se entre as classes i a II–A;
• Componentes construtivos onde não são aplicados revestimentos e/ou acabamentos em
razão de já se constituírem em produtos acabados, incluindo-se divisórias, telhas, forros,
painéis em geral, face inferior de coberturas, entre outros, também estão submetidos aos
critérios da tabela “B”;
• Determinados componentes construtivos que podem expor-se ao incêndio em faces não
voltadas para o ambiente ocupado, como é o caso de pisos elevados, forros, revestimentos
destacados do substrato devem atender aos critérios da tabela “B” para ambas as faces;
• Materiais de proteção de elementos estruturais, juntamente com seus revestimentos e
acabamentos devem atender aos critérios dos elementos construtivos onde estão inseridos,
ou seja, de tetos para as vigas e de paredes para pilares;
• Materiais empregados em subcoberturas com finalidades de estanqueidade e de conforto
termo – acústico devem atender os critérios da tabela “B” aplicados a tetos e a superfície
inferior da cobertura, mesmo que escondidas por forro;
• Coberturas de passarelas e toldos, instalados no pavimento térreo, estarão dispensados do
CMAR, desde que não apresentem área superficial superior a 50,00 m² e que a área de
cobertura não possua materiais incombustíveis;
• As circulações (corredores) que dão acesso às saídas de emergência enclausuradas devem
possuir CMAR classe I ou classe II – A (tabela “A”) e as saídas de emergência (escadas,
rampas etc.), classe I ou classe II – A, com dm ≤ 100 (tabela “A”);
• Os materiais utilizados como revestimento, acabamento e isolamento térmico-acústico no
interior dos poços de elevadores, monta-cargas e shafts, devem ser enquadrados na classe I
ou classe II – A, com dm ≤ 100 (tabela “A”);
• Materiais enquadrados na categoria II, por meio da NBR 9442, ou que não sofrem a ignição
no ensaio executado de acordo com a UBC 26-3, podem ser incluídos na classe II - A,
dispensando a avaliação por meio da ASTM E662, desde que sejam submetidos
especialmente ao ensaio de acordo com a UBC 26-3 e, nos primeiros 5 minutos deste ensaio,
ocorra o desprendimento de todo o material do substrato ou se solte da estrutura que o
sustenta e que, mesmo nesta condição, o material não sofra a ignição.

SAÍDAS DE EMERGÊNCIA (conforme IT 11/2016)

Cálculo conforme IT 11.

A largura das saídas deve ser calculada segundo a fórmula apresentada na IT 11 na página 05.
P
N=
C
Onde:

N = número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro;


P = população, conforme coeficiente da tabela 1 do Anexo A da IT 11.
C = capacidade da unidade de passagem, conforme tabela 1 do Anexo A

Assim teremos:

Acessos e descargas: N = XXX / 100 x 0,55 → N = xxx m


Escadas e rampas: N = xxx / 75 x 0,55 → N = xxx m
Portas: N = xxx / 100 x 0,55 → N = xxx m

O cálculo será apresentado para o pavimento subsolo e pavimento mezanino separadamente:

Pavimento mezanino

1. Quanto à ocupação: H – 3 = Hospital.


2. Classificação da altura conforme Artigo 3º, item I do Decreto Nº 16.302: H ≤ 6 metros.
3. Área do pavimento: 2.113,15 m².
4. População ANEXO A tabela 01 para grupo H-3: Uma pessoa por 7 m².
5. População para cálculo:
Grupo H – Hospital
Área total: 2.113,15 m²
População grupo H: 302 Pessoas
População total H = 302 Pessoas
6. Número de saídas no pavimento: 6.
7. Tipo de escada ANEXO C: Não se aplica.
8. Distância máxima a ser percorrida ANEXO B:
60 m – piso de descarga
45 m – demais andares
9. Porta corta fogo: Não se aplica.
10. Dimensões: ver plantas.
11. TRF dos elementos estruturais dos pavimentos: 30 minutos conforme TABELA A do Anexo A
da IT-08/2016.
13. Número de escadas: Não se aplica.

Cálculo:

Acessos e descargas: N = 302 / 30 x 0,55 → N = 6,05 m


Escadas e rampas: N = 302 / 22 x 0,55 → N = 7,70 m – não se aplica
Portas: N = 302 / 30 x 0,55 → N = 6,05 m

OBS:
Largura mínima de saída a serem adotadas conforme ITEM 5.4.2 estabelecido pela IT- 11/2016:
As larguras mínimas das saídas, em qualquer caso, devem ser as seguintes:
a) 1,10 m, correspondendo a duas unidades de passagem e 55 cm, para as ocupações em
geral, ressalvado o disposto a seguir;
b) 2,20 m, para permitir a passagem de macas, camas, e outros, nas ocupações do grupo H,
divisão H-3.

Conforme ITEM 5.5.4.3 da IT 11 CBMBA - A largura vão livre ou “luz” das portas, comuns ou corta-
fogo, utilizadas nas rotas de saída de emergências, devem ser dimensionadas como estabelecido no
item 5.4. As portas devem ter as seguintes dimensões mínimas de luz:
a. 80 cm, valendo por 1 unidade de passagem;
b. 1 m, valendo por 2 unidades de passagem;
c. 1,5 m, em duas folhas, valendo por 3 unidades de passagem;
d. 2 m, em duas folhas, valendo por 4 unidades de passagem.
Onde existir portas de enrolar ou de correr, as mesmas ficaram permanentemente abertas
durante o horário de funcionamento, servindo como saída de emergência, por serem utilizadas com a
finalidade de segurança patrimonial da edificação.

BRIGADA DE INCÊNDIO (conforme IT 17/2016)

Dimensionamento:

No empreendimento constam um quadro fixo de funcionários, desse afetivo deverá ser calculada a
composição da Brigada de Incêndio conforme TABELA A1 da IT 17/2016, dividida por turno.

Brigadista Nível I

Classificação = H–3: Hospital.


População fixa até 10 pessoas = 02 brigadistas (Tabela A.1).
Quando a população fixa de um pavimento, compartimento ou setor for maior que 10 pessoas, será
acrescido mais um brigadista para cada grupo de até 20 pessoas para risco baixo.
Na divisão H-3, em se tratando de UTIs e centros cirúrgicos, toda população fixa deve ser brigadista.
População fixa = 40 pessoas

Total de brigadistas nivel I = 4 brigadistas por pavimento + toda população fixa das UTIs e
Centros Cirúrgicos com nivel de treinamento básico.

Brigadista Nível II

F: Restaurante (divisão H-3 – risco baixa)


Área total: 2.113,15 m².
Número de brigadistas nível II = Isento.

Observações:

A brigada de incêndio deve levarem conta a participação de pessoas de todos os setores, com uma
quantidade mínima calculada de brigadistas.
O atestado de brigada de incêndio será exigido quando da solicitação da vistoria.
O atestado de brigada de incêndio deve ser renovado quando houver alteração de 50% dos seus
membros.
Anualmente deve ser realizada reciclagem para os brigadistas já formados, com a emissão de
atestado de brigada de incêndio.
ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA (conforme IT 18/2017)

Luminárias com blocos autônomos


Em caso de falta de energia as luminárias com blocos
autônomos entrarão automaticamente em funcionamento e terão autonomia mínima de duas horas.
A tubulação bem como a fiação, deverá ser independente de outras instalações da edificação.
Toda a tubulação deverá ser em tubo de polivinila rígida antichama, com diâmetro mínimo de
13mm.
As luminárias deverão ser instaladas a uma altura mínima de 2,30m e deverão ter a tensão
máxima de 30V, e a distância entre elas seja no máximo de 4 vezes a altura de instalação. As
luminárias de emergência utilizadas nos pavimentos da edificação terão a capacidade de 3 lux e as
luminárias de emergência das escadas terão a capacidade de 5 lux.
As luminárias serão do tipo bloco autônomo que terão duas lâmpadas de 8w fluorescente
cada ou LED, com autonomia para duas horas.
As luminárias de emergências deverão atender aos seguintes requisitos, conforme NBR-
10.898, itens 4.3.1 á 4.3.5.
a – resistência a temperatura.
b – possuir anteparo translúcido de forma a evitar o ofuscamento nas pessoas durante o seu
deslocamento.
c – proteção contra fumaça, quando utilizado anteparo.
d – não pode propagar as chamas e as partes metálicas devem ser protegidas contra
corrosão.
e – o invólucro deverá ter IP-20 (quando instalado em áreas onde não seja previsto combate
a incêndio com água) e IP-23 ou IP-43 (quando instalado em áreas onde seja previsto combate a
incêndio com água ou em instalações na intempérie.
Altura do ponto de luz em Intensidade máxima do Iluminação ao nível
relação ao piso - m ponto de luz cd do piso
cd/m2
2,5 4 6
Tipo de luminárias 0 (G-light)
Luminária 30 leds 4
Tipo de lâmpadas LED
Potênciaem watts 1,2 W
Tensãoem volts 110 / 220 V
Fluxo luminoso nominal, em lumens 105 lm
Ângulo de dispersão 45°
Vida útil do elemento gerador de luz 6.000 horas
De acordo com itens 4.7.2, 4.7.5 e Tabela 1 da NBR 10898/1999 da ABNT

Luminárias tipo Farol – 2200 lumens 2 faróis LED de alta intensidade


As luminárias tipo Farol utilizadas no empreendimento, não foram locadas em escadas ou em
desnível, evitando sombra ou ofuscamento para não ocasionar acidentes, conforme NBR-
10898/2013.
A tubulação bem como a fiação, deverá ser independente de outras instalações da edificação.
Toda a tubulação deverá ser em tubo de polivinila rígida antichama, com diâmetro mínimo de 13mm.
As luminárias deverão ser instaladas a uma altura mínima de 4,50m e deverão ter a tensão máxima
de 30 V.
As luminárias de emergência terão a capacidade de 3 lux
As luminárias serão do tipo bloco autônomo que terão duas lâmpadas/faróis de LED de alta
intensidade com 2200 lumens ou 55w cada, com autonomia mínima de duas horas e área de
abrangência de 201m² a400m².
Área: GARAGENS

Altura do ponto de luz em Intensidade máxima do Iluminação ao nível do


relação ao piso - m ponto de luz cd piso cd/m2
4,5 400 64
Tipo de luminárias Luminária Bloco Autônomo (Segurimax)
Tipo de lâmpadas Faróis em LED de alta intensidade
Potência em watts 55 W
Tensão em volts 110 / 220 V
Fluxo luminoso nominal, em 2200 lm
lumens
Ângulo de dispersão 45°
Vida útil do elemento gerador 6.000 horas
de
De luz
acordo com itens 4.7.2, 4.7.5 e Tabela 1 da NBR 10898/1999 da ABNT

ALARME DE INCÊNDIO (conforme IT 19/2017)

Tipo do sistema utilizado - Sistema de detecção endereçável


Sistema composto por um ou mais circuitos de detecção. Cada dispositivo de detecção recebe um
endereço que permite à central identificá-lo individualmente.
Quando atuado um dispositivo de detecção, a central identifica a área protegida e o dispositivo em
alarme.
Acionador manual

O acionador manual deve ser instalado em local de trânsito de pessoas em caso de emergência,
como saídas de áreas de trabalho, áreas de lazer, corredores, saídas de emergência para o exterior
etc.
Deve ser instalado a uma altura entre 0,90 m e 1,35 m do piso acabado, na forma embutida ou de
sobrepor, na cor vermelho segurança.
A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa, de qualquer ponto da área protegida até o
acionador manual mais próximo, não pode ser superior a 30m.
Nos edifícios com mais de um pavimento, cada pavimento da edificação deve possuir pelo menos um
acionador manual. Os mezaninos só estarão dispensados desta exigência se a distância percorrida
por uma pessoa, do ponto mais desfavorável do mezanino até o acionador manual mais próximo, for
inferior a 30m.

Avisadores sonoros e/ou visuais

Os avisadores sonoros e/ou visuais devem ser instalados em quantidades suficientes, nos locais que
permitam sua visualização e/ou audição, em qualquer ponto do ambiente no qual estão instalados,
nas condições normais de trabalho deste ambiente, sem impedir a comunicação verbal próximo do
local de instalação.
Devem ser instalados avisadores sonoros e avisadores visuais em locais de trânsito de pessoas em
caso de emergência, como áreas de trabalho, corredores, saídas de emergência para o exterior etc.
Avisadores devem ser supervisionados pela central, com relação a rompimento de fios e cabos em
suas ligações.
Os avisadores sonoros e/ou visuais devem ser instalados a uma altura entre 2,20 m a 3,50 m, de
forma embutida ou sobreposta, preferencialmente na parede.
Em locais com nível sonoro acima de 105 dBA, além dos avisadores sonoros, devem-se prever
avisadores visuais.
Em locais onde as pessoas trabalham com protetores auriculares, além dos avisadores sonoros,
devem-se prever avisadores visuais.

SISTEMA DE DETECÇÃO (conforme IT 19/2017).


Detectores pontuais de fumaça

São detectores de incêndio utilizados para monitorar basicamente todos os tipos de ambientes
contendo materiais, cuja característica no início da combustão é a geração de fumaça.
Em ambientes com presença de vapor, gases ou muitas partículas em suspensão, onde os
detectores de fumaça estariam sujeitos a alarmes indesejáveis, alternativas com outros tipos de
detectores de incêndio devem ser analisadas pelo projetista.
A máxima área de cobertura para um detector pontual de fumaça, instalado em um ambiente livre e
desobstruído, a uma altura de até 8 m, em teto plano ou com vigas de até 0,20 m, e com até oito
trocas de ar por hora, é de 81 m². Essa área pode ser considerada um quadrado de 9 m de lado,
inscrito em um círculo, cujo raio seja igual a 6,30 m.
Para proteção de áreas retangulares, os retângulos correspondentes a essas áreas devem estar
contidos nesse círculo.

DESCRIÇÃO E CÁLCULO DO SISTEMA

O sistema disporá de detectores de fumaça, acionadores e avisadores, que serão ligados a central de
alarme endereçável situado no pavimento no caixa. O sistema de detecção de fumaça foi
dimensionado de acordo a NBR 17240/2014. Cada detector de fumaça cobre uma área de
aproximadamente 71,00 m², mas devido aos ambientes compartimentados houve a necessidade de
colocar mais detectores.
A ligação projetada é tipo A, a qual a fiação tem retorno a central.
Área de cobertura é definida de acordo com o insuflamento de ar nos ambientes para o hospital foi
analisado os valores de insuflamento dos projeto de ar utilizando como parâmetro o valor de 10m³/h o
que reduz a área de cobertura do detector de 81m² para 71m², consultando-se a figura 11 da NBR
17240/2010.
Cálculo da troca de AR no ambiente:

SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA (conforme IT 20/2017)

Os materiais utilizados para confecção das placas de sinalização devem atender às seguintes
características:

Possuir resistência mecânica;


Possuir espessura suficiente para que não sejam transferidas para a superfície da placa possíveis
irregularidades das superfícies onde forem aplicadas;
Não propagar chamas;
Resistir a agentes químicos e limpeza;
Resistir à água;
Resistir ao intemperismo.

Sinalização básica
Sinalização de proibição

A sinalização apropriada deve ser instalada em local visível e a uma altura mínima de 1,80 m, medida
do piso acabado à base da sinalização. A mesma sinalização deve estar distribuída em mais de um
ponto dentro da área de risco, de modo que pelo menos uma delas seja claramente visível de
qualquer posição dentro da área, e devem estar distanciadas entre si em no máximo 15,0 m.

Sinalização de alerta

A sinalização apropriada deve ser instalada em local visível e a uma altura mínima de 1,80 m, medida
do piso acabado à base da sinalização, próxima ao risco isolado ou distribuída ao longo da área de
risco generalizado. Neste último caso, cada sinalização deve estar distanciada entre si em no máximo
15,0 m.

Sinalização de orientação e salvamento

A sinalização de saída de emergência apropriada deve assinalar todas as mudanças de direção ou


sentido, saídas, escadas etc., e deve ser instalada segundo sua função, a saber:
A sinalização de portas de saída de emergência deve ser localizada imediatamente acima das portas,
no máximo a 0,10 m da verga; ou na impossibilidade desta, diretamente na folha da porta,
centralizada a uma altura de 1,80 m, medida do piso acabado à base da sinalização;
A sinalização de orientação das rotas de saída deve ser localizada de modo que a distância de
percurso de qualquer ponto da rota de saída até a sinalização seja de no máximo 7,5 m.
Adicionalmente, esta sinalização também deve ser instalada de forma que no sentido de saída de
qualquer ponto seja possível visualizar o ponto seguinte, distanciados entre si em no máximo 15,0 m.
A sinalização deve ser instalada de modo que a sua base esteja no mínimo a 1,80 m do piso
acabado;
A sinalização de identificação dos pavimentos no interior da caixa de escada de emergência deve
estar a uma altura de 1,80 m, medida do piso acabado à base da sinalização, instalada junto à
parede, sobre o patamar de acesso de cada pavimento;
Se existirem rotas de saída específicas para uso de deficientes físicos, estas devem ser sinalizadas
para tal uso.

Sinalização de combate a incêndio

A sinalização de equipamentos de combate a incêndio deve estar a uma altura mínima de 1,80 m,
medida do piso acabado à base da sinalização e imediatamente acima do equipamento sinalizado e:
Quando houver, na área de risco, obstáculos que dificultem ou impeçam a visualização direta da
sinalização básica no plano vertical, a mesma sinalização deve ser repetida a uma altura suficiente
para a sua visualização;
Quando o equipamento se encontrar instalado em uma das faces de um pilar, todas as faces visíveis
do pilar devem ser sinalizadas;
Quando existirem situações onde a visualização da sinalização não seja possível apenas com a
instalação da placa acima do equipamento, deve-se adotar:
O posicionamento para placa adicional em dupla face perpendicularmente à superfície da placa
instalada na parede ou pilar;
A instalação de placa angular, afixada na parede ou pilar, acima do equipamento

DESCRIÇÃO DAS SINALIZAÇÕES

Distância de
visibilidade/Dimen
Símbolo/Código Significado Forma e cor Aplicação
sões

Símbolo: retangular Para 10metros


Fundo: verde Indicação da Tamanho
Saída de saída de
Emergência Pictograma emergência H=158mm
Cod. S12 fotoluminescente L=316mm

Símbolo: retangular Indicação do Para 10metros


Indicação de sentido (esquerda Tamanho
Fundo: verde ou direita) de uma
Saída de
saída de H=158mm
Emergência Pictograma
Cod.S1 emergência L=316mm
fotoluminescente
Indicação do Para 10metros
Símbolo: retangular
Indicação de sentido (esquerda Tamanho
Fundo: verde
Saída de ou direita) de uma
Pictograma saída de H=158mm
Emergência
Cod.S2 fotoluminescente emergência L=316mm

Símbolo: retangular Indicação do Para 10metros


Fundo: verde sentido de fuga no Tamanho
Escada de
emergência Pictograma: interior das H=158mm
fotoluminescente escadas
Cod. S9 L=316mm

Símbolo: retangular Indicação do Para 10metros


Fundo: verde sentido de fuga no Tamanho
Escada de
emergência Pictograma: interior das H=158mm
fotoluminescente escadas
Cod. S8 L=316mm

Símbolo: retangular Nas paredes, Para 16metros


Tamanho
Direção da rota Fundo: verde próximas ao piso,
de saída Pictograma: e/ou nos pisos de H=253mm
Cod. C1 fotoluminescente rotas de saída
L=506mm

Indicação do abrigo
Símbolo: Quadrado
Abrigo de de mangueiras de
Fundo: vermelho Para 14 metros
mangueira de incêndio com ou
Pictograma sem hidrante no seu Tamanho L=313mm
hidrante
fotoluminescente interior.

Cod. E7

Símbolo: quadrado Indicação de


Extintor de Fundo: vermelho Localização dos Para 12 metros
Incêndio Pictograma: extintores de
Tamanho L=268mm
fotoluminescente incêndio.
Cod. E5

Comando Símbolo: quadrado


Ponto de Para 14 metros
manual de Fundo: vermelha
acionamento de
alarme de Pictograma:
alarme de incêndio Tamanho L=313mm
incêndio fotoluminescente

Cod.E2
Símbolo: quadrado
Indicação do local Para 08 metros
Fundo: vermelha
Alarme sonoro de acionamento do
Pictograma:
alarme de incêndio Tamanho L=272mm
fotoluminescente
Cod.E1

Símbolo: triangular
Próximo a
Cuidado, risco Fundo: amarela
instalações elétricas Para 08 metros
de choque Pictograma: preta
que ofereçam risco
elétrico Faixa triangular: Tamanho L=272mm
de choque
preta
Cod. A5
Símbolo: triangular Próximo a Para 08
Fundo: amarela materiais ou
Pictograma: preta áreas com metros
Cuidado, risco Faixa triangular: presença de
de incêndio preta Tamanho
produtos
altamente L=272mm
Cod. A2 inflamáveis

EXTINTORES (conforme IT 21/2017)

Risco da edificação: Anexo A IT 14/2017.


Risco baixo 300MJ/m²: tabela A Cargas de incêndio especificas por ocupação
Capacidade extintora: 2-A / 20-B
Distância máxima a percorrer: – tabelas 01 – distância máxima adotada 25m

A proteção feita por extintores utilizará os seguintes tipos de extintores:

 Extintor de pó ABC: capacidade de 2-A / 20-B:C; 4KG

As sinalizações dos extintores deverão atender aos requisitos do item IT/20 deste memorial
(Sinalização de Emergência);
Os extintores portáteis deverão ser afixados em locais com boa visibilidade e acesso desimpedido;
Os extintores portáteis deverão ser afixados de maneira que nenhuma de suas partes fique acima de
1,60 metros do piso acabado ou o fundo deve estar no mínimo a 0,10 m do piso acabado, mesmo que
apoiado em suporte.
Os extintores devem estar lacrados, com pressão adequada e possuir selo de conformidade
concedida por órgão credenciado pelo Sistema Brasileiro de Certificação (Inmetro).
Para efeito de vistoria do Corpo de Bombeiros, o prazo de validade da carga e a garantia de
funcionamento dos extintores deve ser aquele estabelecido pelo fabricante, se novo, ou pela empresa
de manutenção certificada pelo Inmetro, ser carregado.

SISTEMA DE HIDRANTES (conforme IT-22/2016)

Com referência pela norma vigente atual (IT-22), o sistema foi enquadrado para áreas das edificações
e área de risco como TIPO 2. E conforme tabela 2 o sistema tipo 2 deve atender a uma pressão de
15 mca no ponto mais desfavorável, uso de 2 pontos simultâneo com vazão de 125 l/min cada.

Conforme tabela 3- IT22

De forma que qualquer ponto da área a ser protegida possa ser alcançado, com relação à
localização, pressão mínima, diâmetro do esguicho e requinte, diâmetro e comprimento da
canalização e acondicionamento.
Todos os pontos de hidrantes devem receber sinalização de modo a permitir sua rápida localização.
A automatização da bomba principal ou de reforço deve ser executada de maneira que, após a
partida do motor, seu desligamento seja somente manual no seu próprio painel de comando,
localizado na casa de bombas.
Não é recomendada a instalação de bombas de incêndio com pressões superiores a 100mca.
Pelo menos um acionamento manual para as bombas principal ou de reforço deve ser instalado em
um ponto seguro da edificação e que permita fácil acesso.
O funcionamento automático é iniciado pela simples abertura de qualquer ponto de hidrante da
instalação.
As chaves elétricas de alimentação das bombas de incêndio devem ser sinalizadas com a inscrição
“ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE INCÊNDIO - NÃO DESLIGUE”.
Os fios elétricos de alimentação do motor das bombas de incêndio, quando dentro da área protegida
pelo sistema de hidrantes, devem ser protegidos contra danos mecânicos e químicos, fogo e
umidade.
Quando o reservatório atender a outros abastecimentos, as tomadas de água desses devem ser
instaladas de modo a garantir o volume que reserve a capacidade efetiva para o combate, conforme
ITEM B.1.1 da IT 22.
A capacidade efetiva do reservatório deve ser mantida permanentemente, conforme ITEM
B.1.2 da IT 22.
Quando o abastecimento é feito por bombas de incêndio, deve possuir pelo menos duas, sendo uma
elétrica e outra de combustão interna ou duas elétricas ligadas a um grupo moto geradoras, devendo
ser utilizadas para este fim, conforme ITEM C.1.1 da IT22.
As bombas de incêndio devem atingir pleno regime em aproximadamente 30s após a sua partida,
conforme ITEM C.1.9 da IT 22.
A alimentação elétrica das bombas de incêndio deve ser independente do consumo geral, de forma a
permitir o desligamento geral da energia, sem prejuízo do funcionamento do motor da bomba de
incêndio, conforme ITEM C.2.7 da IT 22.
As bombas de incêndio devem ter condição de operar a plena carga, no local onde forem instaladas,
durante 6 h ininterruptas, sem apresentar quaisquer avarias, conforme ITEMC.3.2 da IT 22.

Velocidade da Água na Tubulação

A velocidade da água no tubo de sucção das bombas de incêndio não deve ser superior a 3 m/s,
enquanto que a velocidade máxima da água na tubulação de recalque não deve ser superior a 5 m/s,
a qual foi calculada pela equação:
V=Q/A
Para da área deve ser considerado o diâmetro interno da tubulação onde:
V é a velocidade da água, em m/s;
Q é a vazão de água, e mm³/s;
A é a área interna da tubulação, e mm².

RESERVA TÉCNICA DE INCÊNDIO – RTI (Conforme tab. 3 da IT22 e NBR 10897/2014)

Tipo de material: Reservatório de concreto armado.


Tipo da RTI: Reservatório enterrado (inferior).
Volume da RTI Hidrantes (litros): 8.000,00
Volume pra consumo (litros): 2.000.00
Volume total do reservatório(litros): 10.000,00

Das Mangueiras de Incêndio

Especificação das mangueiras de incêndio conforme tabela 15.5 da NBR 11861.

TIPO PRESSÃO MÁXIMA CARACTERÍSTICAS UTILIZAÇÃO

Mangueira com reforço têxtil e tubo


Destina-se a edifícios
interno de borracha, plástico ou
2 1.370 kPa (14 kgf/cm²) comerciais e industriais ou
outro material flexível. Maior
Corpo de Bombeiros.
resistência à abrasão.

Dos Esguichos

Serão utilizados esguichos jato regulável de diâmetro de 40mm.

Dos Abrigos

Os abrigos terão forma paralelepipedal com as dimensões mínimas de 70 cm de altura, 50 cm de


largura e profundidade igual ou maior que 18 cm.
Cada abrigo deverá dispor de mangueiras de incêndio, esguicho de jato regulável, conforme o risco, e
chaves de mangueira.
Os abrigos devem ser em cor vermelha, possuindo apoio ou fixação própria, independente da
tubulação que abastece o hidrante.
Os abrigos não devem ter outro uso além daquele indicado nesta Norma.

No seu interior cada abrigo deve possuir os seguintes equipamentos:


02 Linhas de Mangueira de 15m, tipo 2 (Diâmetro de40mm);
01 Esguicho Jato Regulável (Diâmetro de40mm);
01 Chave STORZ de Mangueira Dupla.
Da Canalização Preventiva

A canalização preventiva contra incêndio será executada em tubos de ferro ou aço galvanizado, na
cor vermelha, resistente a uma pressão mínima de 18 kgf/cm2 com diâmetro mínimo de 2 ½” (65
mm), tudo de acordo com as normas da ABNT.
Os materiais termoplásticos (tipo - PVC), na forma de tubos e conexões, somente devem ser
utilizados enterrados e fora da projeção da planta da edificação, satisfazendo a todos os requisitos de
resistência à pressão interna e esforços mecânicos necessários ao funcionamento da instalação.

Cálculo das perdas no hidrante mais desfavorável

Para o dimensionamento, foi considerado o uso simultâneo dos dois jatos de água mais
desfavoráveis hidraulicamente os hidrante mais desfavoráveis, para esse cenário foram utilizados
para cálculo os hidrantes respectivos do pavimento mezanino e o hidrante do Térreo obtendo-se
assim, uma vazão de 125l/min em cada ponto, e vazão total do sistema de 250 l/min.

Dos hidrantes de recalque

Os recalques deverão possuir inscrição HIDRANTE.


Em coluna ou enterrado, junto a via de acesso de veículos ou via de circulação interna, de modo que
permita fácil localização e acesso de viaturas do Corpo de Bombeiros. O hidrante de recalque está
localizado próximo a urgência adulta próximo ao acesso a edificação.
CÁLCULO DO SISTEMA DE HIDRANTES
O sistema de bombas deve atender ao sistema de hidrante:

Modelo centrífuga horizontal de sucção frontal e turbina vertical

Vazão(m³/h) Pressão(mca)
Ponto 1 15,00 35,00

Os pontos de regulagem dos pressostatos devem atender a:


LIGA DESLIGA
  mca kgf/cm² mca kgf/cm2
Bomba 1 32,00 3,20 Manual -
Bomba 2 (Combustão) 29,00 2,90 Manual -

HIDRANTE MAIS DESFAVORAVEL


Pressão mínima exigida: 15 MCA (IT22)
Pressão no Hidrante: 15,33 MCA
Pressão máxima na canalização: 35,00 MCA
Localização do hidrante mais desfavoravel: (HD-06) pavimento térreo.

CENTRAL DE GÁS

(Pavimento Garagem/Subsolo)
Utiliza GLP (Gás liquefeito de petróleo).
Utiliza central de gás GLP.

Dados Gerais
Localização: Pavimento Térreo, de superfície.
Proteção por extintores
Tipo: Pó Químico - ABC Capacidade 2A- 20-BC - Quantidade: 2

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