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Índice

Introdução........................................................................................................................................1

Objectivos........................................................................................................................................1

Geral................................................................................................................................................1

Específicos.......................................................................................................................................1

Metedologia....................................................................................................................................1.

1. Textos funcionais administrativos...............................................................................................2

1.1. Tipos de textos funcionais administrativos...............................................................................2

1.2. Acta...........................................................................................................................................3

1.2.1. Organização da acta...............................................................................................................4

1.2.2. Estrutura de uma acta.............................................................................................................4

1.2.3. Técnicas de elaboração de uma acta......................................................................................5

1.2.4.A linguagem/Escrita...............................................................................................................6

1.3. Currículo vitae..........................................................................................................................7

1.3.1. Orientações pontuais do curriculum......................................................................................7

1.3.2. Tipos de currículo..................................................................................................................8

Conclusão........................................................................................................................................9

Bibliografia....................................................................................................................................10
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Introdução

O presente trabalho, da cadeira de Técnicas de expressão de língua portuguesa versaremos em


torno dos textos funcionais administrativos, especialmente da acta e o curriculum vitae. Para
compreendermos melhor sobre o tema, em primeiro lugar temos que saber, o que deve vir ser
textos funcionais administrativos? É de salientar que textos funcionais administrativos é nada
mais do que uma espécie de textos que se destinam a ajudar o leitor a realizar uma tarefa. são
textos formais, que devem ser escritos com clareza e objetividade, não se pode usar ambiguidade
e deve-se utilizar somente as palavras necessárias. Este tipo de texto visa informar, convocar,
solicitar, etc.

OBJECTIVOS:

Geral:

 Dar menção a respeito dos textos funcionais, mas concretamente a acta e o curriculum
vitae.

Específicos:

 Definir e Caracterizar a acta;


 Definir e Caracterizar o curriculum vitae;
 Descrever as sua funções e importância dos mesmos;

Metodologia

De salientar que, para elaboração deste trabalho em grupo, recorreu-se a metedologia de


consulta de obras Bibliograficas que versam sobre o tema nelas inclinadas e que tas obras estão
refereciadas na lista bibliografica, e com auxílio de alguns métodos, tais como:

 Analise (para analisar a essência da acta, e currículo vitae);


 Debate (consistiu na discussão e síntese dos assuntos tratados acerca da acta, e currículo
vitae);
 Elaboração Conjunta (consiste na unificação das nossas contribuições para um senso
comum
1. Textos funcionais administrativos

Segundo Geraldo Ferando Vunguire (s.d. Pag. 87) diz que os textos funcionais administrativos
são aqueles que se destinam a ajudar o leitor a realizar uma tarefa. Eles são chamados funcionais,
pois ajudam a executar uma função satisfatoriamente. os textos administrativos ou funcionais são
textos que se usam dentro das mesmas instituições ou entre instituições diferentes, daí a
designação de textos institucionais.

Textos funcionais administrativos, são textos formais, que devem ser escritos com clareza e
objetividade, não se pode usar ambiguidade e deve-se utilizar somente as palavras necessárias.
Este tipo de texto visa informar, convocar, solicitar, etc.

Vunguire ( sd. Pag. 75) avança dizendo que a escrita administrativa também chamada funcional é
institucional. Vem-se afirmando, entre nós, desde os anos 60, com o desenvolvimento do sector
dos serviços. A mudança de tipo de comunicação dentro da empresa é um outro factor a explicar
esse crescimento: a uma comunicação interpessoal, individualizada e subjectiva substituiu-se
uma comunicação formal, tipologizada e objectiva, numa palavra impessoal.

Uma tipologia de textos surge, assim, no horizonte das instituições e organizações, remetendo-se
a sua aprendizagem para uma prática tão aprofundada e variada quando as necessidades o
exigem. Este facto explica a diversidade de modelos para o mesmo texto, em diferentes
instituições, a existência de uma teorização incipiente para alguns deles e a relutância de muitos
funcionários em aceitarem escrever alguns desses textos, por não terem modelos ou padrões de
referência. Exemplo disto é a dificuldade em encontrar alguém que em determinadas situações
aceite, de bom grado, elaborar uma Acta, um Curriculum vitae, uma reclamação, um relatório ou
até um simples memorando.

1.1. Tipos de textos funcionais administrativos

Vunguire (s.d.) afirma a existência de uma variedade de textos funcionais administrativos


nomeadamente: Acta, Convocatória, Requerimento, Relatório e Currículo vitae, mas o caso aque
em concreto, importanos referir apenas, a Acta, e o Curriculum vitae, como nos foi solicitado.
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1.2 Acta

É a reprodução de factos, decisões e opiniões reportados a assembleias, reuniões ou conselhos...é


o relato oficial de tudo o que se passou durante a reunião de uma instituição, departamento,
secção, conselho ou grupo de trabalho. Costuma fazer-se a distinção entre Projecto de Acta e a
Acta propriamente dita, coincidindo a passagem do primeiro à segunda com o momento da sua
aprovação. (Geraldo Ferando Vunguire. s.d. Pag. 87)

Para Jonas (1998) “, acta é um registo escrito dos factos e das decisões tomadas uma reunião de
uma dada instituição”.

Gonçalves (2009), por sua vez, diz que “acta é o relato escrito, em livro próprio, do que foi dito,
deliberado numa reunião ou assembleia da empresa, associação”.

Em nosso entender, Acta é um texto relativamente longo, elaborado como consequência de uma
sessão/reunião, que procura fixar com toda a fidelidade os aspectos essenciais dos factos
ocorridos na sessão.
É na acta onde se faz um relato fiel do que se passou numa reunião destinada a discutir um ou
vários assuntos e a tomar decisões sobre o que se discutiu. Em suma, acta é uma narração
sintética ou circunstanciada do que ocorreu numa sessão ou cerimónia, ou resumo dos actos
deliberativos dum corpo colectivo.

Este documento é elaborado pelo secretário da reunião que tem a ingrata, difícil e a penosa tarefa
de, ao longo dela, recolher os apontamentos indispensáveis à sua elaboração posterior do
projecto de acta. Mais tarde, com a ajuda do presidente, em caso de necessidade, ordená-los-á e
redigirá uma primeira versão. O projecto de acta é escrito no livro de actas, cujas folhas devem
estar rubricadas e numeradas – as folhas, não as páginas, pois cada folha tem duas páginas – pelo
presidente da Mesa da Assembleia Geral, o mesmo acontecendo com os termos de abertura e A
redacção deve ser simples, concisa e clara; não deve haver abreviaturas e os números tal como as
datas escrevem-se por extenso; intervalos em branco, interlinhas e rasuras são eliminados.
Enquanto o projecto de acta, ou minuta, não for aprovado em Assembleia Geral, é pertença de
quem o elaborou, que pode fazer as alterações que achar para a sua compreensão e fidelidade.
Nela são relatadas todas as intervenções dos participantes da reunião. A sua redacção obedece a
uma fórmula fixa de introdução e fecho, começando-se do seguinte modo: (aos nove dias, do
mês de Junho de dois mil e sete, nas instalações da Faculdade de Educação e Comunicação,
realizou-se uma reunião, que obedeceu à seguinte ordem de trabalhos/ ou cuja agenda encontra-
se em anexo.

1.1.1. Organização da acta

 Quanto a fórmula de abertura:

Gonçalves (2009, pag 93), afirma que para elaboração de uma acta, e indispensável os seguintes
aspectos:

 Data e horas exactas;

 Local da reunião;

 Natureza da reunião;

 Pessoas convocadas (presentes e ausentes) e sua função; e

 Agenda do trabalho.

 Quanto a fórmula de enceramento:

 Hora do término; e

 Assinatura dos responsáveis.

1.1.2. Estrutura de uma acta

 Do ponto de vista icónico

Acta é um texto relativamente longo, apresentado graficamente em três conjuntos/blocos, sendo:

1. Cabeçalho: contém o título da acta de reunião, seguido de número de ordem;

2. Corpo/desenvolvimento: parte mais longa e detalhada, na qual se resumem todos os


factos ocorridos numa reunião;
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3. Fecho: parte que contém as assinaturas do Presidente e do Secretário e, possivelmente, se


previamente acordado pelos intervenientes, outras individualidades presentes na sessão
assinam a acta.

 Do ponto de vista Discursivo

O Corpo da acta divide-se em três partes, das quais destacam-se:

 Introdução:

As entidades responsáveis pela sessão, os participantes convocados, a indicação das ausências e


os motivos dessas mesmas faltam o resumo da agenda da sessão a que se refere a acta.

Ex: O primeiro parágrafo do texto em estudo.

 Desenvolvimento:

Nesta parte faz-se o relato fiel dos conteúdos fundamentais abordados no encontro, empregando-
se o discurso indirecto e o texto assume, assim, uma estrutura narrativa.

Ex: O segundo e terceiro parágrafos do texto em análise.

 Conclusão:

Nesta parte haverá sempre uma fórmula fixa que antecede as assinaturas, podendo,
eventualmente, indicar-se a hora em que se encerrou a sessão.

Ex: O último parágrafo do texto.

1.1.3. Técnicas de elaboração de uma acta

Ao longo da elaboração da acta, há formas próprias de introdução das intervenções/falas dos


participantes da reiunião, como os actos de fala que a seguir alistamos:
 referindo-se à questão do…ele teria dito que…
 usando da palavra, o Sr, Mahulana, afirmou que…disse que…realçou o facto de que…
 apelou aos presentes para que…
 questionou o facto de…
A acta obedece a uma fúrmula fixa do fecho, que é: (não havendo mais a tartar, a reunião foi
encerrada (dada por terminada), da qual foi lavrada/ (se lavrou) a presente acta, que, depois de
lida, será assinada pelo Presidente (ou…) e por mim que secretariei a reunião.
 Os espaços em branco, na acta, devem ser trancados de forma a evitarem-se acréscimos
posteriores…
 Os espaços em branco, na acta, devem ser trancados de forma a evitarem-se acréscimos
posteriores…
 Em caso de falha ao longo da redacção da acta, esta não deve ser rasurada nem borrada,
devendo-se, nestes casos, acrescentar-se a palavra digo, logo depois da falha e colocando
a palavra correcta pretendida.

Elementos Discursivos Uso da voz passiva e das formas do particípio passado (relativamente ao
ponto número três, foi dito que…ficou acordado que…decidiu-se que as reuniões serão feitas…),
Uso do discurso indirecto (ele disse que…) Uso do Pretérito perfeito, mas também das formas do
imperfeito… (ele teria dito que…), coube a vez a Fernando Sumabane que interveio para
questionar sobre se não haveria espaço para mais um ponto na agenda.

1.1.4. A linguagem/Escrita

 Numa acta deve utilizar-se uma linguagem clara e objectiva.

 Escrever por extenso todos números;

 Enganando-se, não se apaga, não se rasura, nem se risca o erro, escreve-se a palavra
“digo” seguida da forma correcta;

 Riscam-se todos os espaços em branco.


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1.2. Currículo vitae

O Curriculum Vitae (CV) ou Currículo, como preferir, é o documento que contém, em resumo,
todos os dados da formação escolar e profissional de uma pessoa. É um texto que precisa dar ao
leitor informações precisas para uma análise preliminar do candidato e desenvolver um processo
de seleção eficaz. Como já é sabido pela maioria, um bom currículo não garante um emprego
para ninguém; todavia, um mau currículo pode fazer com que se perca uma boa oportunidade.
(SILVA & Pedro. 2010, pag. 21)

Embora existam manuais nas bancas de jornais, livros escritos, páginas nos sites de empregos e
muitas palestras e seminários sobre o assunto, o tema currículo sempre foi importante,
especialmente em tempos de crise. Entende-se, assim, o papel de orientação quanto a um modelo
de currículo – apenas para facilitar a vida de quem procura emprego num mercado de trabalho
cada vez mais exigente.

1.2.1. Orientações pontuais do curriculum

Segundo JONES, A., Reed, R. (1998), consagra algumas orientações a saber:

 O currículo funciona como um cartão de visita ampliado que serve como um “abre-
portas”, induzindo o leitor a querer saber mais. Funciona como um “marketing” de si
mesmo. Depois de elaborado, deve ser revisto para verificação de eventuais erros de
português.
 Um currículo de duas páginas é o que se usa hoje em dia. Três é demais. Deve ser
apresentado em papel branco, tamanho A-4. Não se usam mais os papéis coloridos para
diferenciar currículos na pilha do leitor.
 Digitar em tipo de letra comercial e em tamanho fácil de ser visualizado. Evitar o excesso
de criatividade na sua formatação, esquecendo as caixas, grifos, asteriscos e setinhas.
 O currículo, quando impresso, pode ser enviado em um envelope ofício, dobrado em três
partes. Não colocar o currículo em pastas de plástico de qualquer gênero e nem em
envelope pardo grande.
 Currículo não se data, para que não fique antigo (mas sempre terá que ser atualizado);
não se assina, pois não é uma correspondência; e não são feitas averbações/anotações à
margem do mesmo para não alterar a sua limpeza e ordem ou para não se complicar o
entendimento do conteúdo.

Com o curriculum, você deve comunicar, informar, fazer-se conhecer, despertar interesse e
necessidade de que nos selecionem. É importante destacar que o objetivo imediato do curriculum
não é obter um emprego, mas uma entrevista.

1.2.2. Tipos de currículo

 Cronológico: os dados são colocados cronologicamente, dos mais antigos ao mais


recentes.
 Invertido: é o oposto do cronológico. São dados mais recentes aos mais antigos. Este
tipo é o que as empresas atualmente requerem, principalmente na área profissional,
portanto é o que devemos fazer.
 Funcional: relacionam-se as atividades ou funções independentes uma das outras,
separadas por um título. É o modelo mais usual e de fácil leitura, pois rapidamente
seleciona os dados mais relevantes para a empresa.
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Conclusão

Feitas as leituras e buscas face ao tema sobre textos funcionais administrativo (a Acta, e
Currículo vitae) o grupo concluiu que:

A Acta é um texto relativamente longo elaborado como consequência de uma sessão / reunião
que procura fixar com toda fidelidade os aspectos essenciais de factos ocorridos na sessão.

Não há possibilidade de o texto ser preenchido em impresso/formulário previamente instituído


(manuscrito ou impresso). No caso das Actas manuscritas em livros oficiais, para os erros
detectados no momento da redacção, emprega-se a palavra rectificativa “digo” (no interior do
texto), não sendo permitidas rasuras nem entrelinhas.

No que tange o curriculum vitae, É uma espécie de texto que precisa dar ao leitor informações
precisas para uma análise preliminar do candidato e desenvolver um processo de seleção eficaz.
Bibliografia

 Geraldo Ferando Vunguire - Técnicas de Expressão em Língua Portuguesa.


 GONÇALVES, Sara et all, Convocatórias Actas & Relatórios, ESG-De Paços De
Ferreira 2009.

 Jones, A., Reed, R. and Weyers, J., – “Pratical Skills in Biology”. 2nd edition.Longman
Scientific & Technical (ed), New York. 1998.

 JUNIOR, Ernesto Luís Guimino et all; RELATORIO; in: Tecnicas de Expressão em


Língua Portuguesa; Edição: SL; Cidade de publicação: Maputo; Editora: Anilda Ibrahimo
Khan; Volume: SL; Ano da publicação: SL; Pp: 103-107.
 JONES, A., Reed, R. et all.“Pratical Skills in Biology” 2nd edition.Longman Scientific &
Technical (ed), New York. 1998.

 SILVA, Pedro et all, Expressões, Porto Editora, 2010.

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