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O TABERNÁCULO DE MOISES

A Bíblia Sagrada em sua amplitude, está baseada na celebração, nas


ordenanças e nas cerimônias que foram dadas pelo Senhor a Israel, quando
ainda na vivencia no deserto e na construção e edificação de seu tabernaculo.

Aliança mosaica, Deus revelou verdades ao seu povo, que se dividem em cinco
áreas principais, sendo elas,

as leis: Moral, Civil e Cerimonial; 

O Sacerdócio: Arônico e Levitico;

Os cinco tipos de ofertas, ou sacrifícios Cerimonias: O Holocausto, A oferta


de cereal, A oferta de comunhão, A oferta pelo pecado e A oferta pela culpa; 

As Três festas principais: Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos; 

O Tabernáculo do Senhor, com suas funções específicas.

 Conceito Inicial:

Por aproximadamente 400 anos, a nação de Israel viveu em função dessa


estrutura. O tabernáculo foi o local aonde Deus escolheu habitar, sendo que,
ali Ele demonstrou de maneira simbólica toda a revelação e conhecimento de
si mesmo.

1 – O Propósito Divino do tabernáculo:

O propósito de Deus para a edificação do tabernaculo, foi o seu desejo de


habitar no meio de seu povo.  Êx 25.8: “E me farão um santuário, e
habitarei no meio deles”.

2 – Os Construtores do tabernáculo:

Inicialmente dois homens foram envolvidos na construção no tabernáculo.

O primeiro era Bezalel (Êx 31.2), o segundo foi Aoliabe (Êx 31.6).

3 – A disposição das tribos no acampamento:

Em Israel havia doze tribos, sendo que estas foram divididas em quatro grupos
com relação a sua disposição em volta do tabernáculo, sendo que cada grupo
de três tribos tinha uma bandeira sob a qual acampavam.

 Assim, apresentavam as seguintes disposições no acampamento:


1 – A Leste, sob a bandeira do Leão se posicionavam as tribos de Judá,
Issacar e Zebulom(Nm 2.3-9);

2 – A Oeste do Tabernáculo, sob a bandeira do Boi, se posicionavam as tribos


de Efraim, Manasses e Benjamim (Nm 2.18-24);

3 – Ao Norte, sob a bandeira da Águia, se posicionavam as tribos de Dã, Aser


e Naftali (Nm 2.25-31);

4 – Ao Sul, sob a bandeira do Homem, se posicionavam as tribos de Rúben,


Simeão e Gade(Nm 2.10-16).

4 – o Tempo gasto na Construção:

Sabemos que nosso Deus é detalhista, sendo que todas as suas ordenanças
expressam sempre algo que ele nos quer revelar ou nos fazer testificar de
suas promessas.

Para traçarmos um firmamento do tempo gasto, precisamos analisar


elementos da tradição judaica, somados a um comparativo dos seguintes
verbetes bíblicos:

Êx 19.1 – “Ao TERCEIRO mês da saída dos filhos de Israel da terra do Egito,
no mesmo dia, vieram ao deserto do Sinai”.

Nm 9.1 – “E falou o Senhor a Moisés no deserto do Sinai, no segundo ano


de sua saída da terra do Egito, no PRIMEIRO mês dizendo:”.

Assim, temos a conclusão de que o tabernáculo levou aproximadamente (9


meses) para ser construído, e após ser habitação de Deus.

5 – A Nuvem de Glória:

Quando foi terminada a edificação do tabernáculo e os utensílios foram


concluídos, os construtores levaram tudo a Moisés para que ele verificasse se
tudo havia sido construído do modo como ordenado.

 Moisés então levanta o tabernáculo, posiciona os móveis nos lugares


divinamente designados, aspergindo tudo com sangue e ungindo com santo
óleo. Tendo assim dedicado o Tabernáculo ao Senhor as escrituras nos dizem
que: “Então, a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor
encheu o tabernáculo,” (Êx 40.34).

Daquele dia em diante a nuvem iria guiar a peregrinação do povo de Israel


pelo deserto: Êx 40.36: “Quando pois, a nuvem de levantava de sobre o
tabernáculo, então, os filhos de Israel caminhavam em todas as suas
jornadas”.

2 Co 4.18; 5.1: “não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que
não se veem; porque as que se veem são temporais, e as que não se veem
são eternas. Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste
tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por
mãos, eterna, nos céus”.

Obra – Construir o tabernáculo

Área de ocupação total 300 covados = 46m x 23m.

por sessenta colunas de bronze = fechada com cortinas de linho de 2,3m de


altura

Só o tabernáculo = O tabernáculo era de formato retangular, de uns 13,5


metros de comprimento e 4,5 metros de largura e altura.

POSSUIA QUATRO COBERTURAS:

 Dez cortinas de linho, com desenhos de querubins, e estofos azuis,


púrpura (roxos) e carmesim (escarlates), presas com colchetes de ouro
(capítulo 26:1-6; 36:8-13).
 Onze cortinas de pelos de cabras, presas com colchetes de bronze
(capítulo 26:7-11).
 Uma coberta de peles de carneiros tintas de vermelho (capítulo 25:5;
26:14; 35:7,23; 36:19; 39:34)
 Outra coberta de peles de animais marinhos (uma espécie de foca
que existe no mar Vermelho (capítulo 25:5; 26:14; 35:7,23; 36:19;
39:34)

Ainda teria que ser feito: a arca do Testemunho; o propiciatório; a mesa


para os pães da proposição; um candelabro; o altar do incenso; um altar de
madeira de acácia revestida de bronze e A bacia de bronze

Bezalel

Êx. 31.2 - Eis que eu tenho chamado por nome a Bezalel, o filho de Uri, filho
de Hur, da tribo de Judá,

BEZALEL: UMA VIDA À SOMBRA DE DEUS

– BEZALEL NÃO FICAVA PELA METADE EM SUAS RESPONSABILIDADES – Cap


38 Vs. 22 A.

(Eclesiastes 7:8-10 - Melhor é o fim duma coisa do que o princípio; melhor é o


paciente do que o arrogante.

Não te apresses no teu espírito a irar-te, porque a ira abriga-se no seio dos
tolos.

Não digas: Por que razão foram os dias passados melhores do que estes;
porque não provém da sabedoria esta pergunta.
BEZALEL FEZ BEM FEITO O QUE LHE FOI CONFIADO- Vs. 22 B

Não é só concluir as coisas. Ele fez muito mais do que isso, ele fez bem feito.

Ec 9-10: Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas
forças; porque no Seol, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem
conhecimento, nem sabedoria alguma.

BEZALEL PERMANECEU FIEL À SUA POSIÇÃO - Vs. 22 C

ordenara a Moisés

Mesmo com todos os seus talentos, qualidades e realizações, Bezalel


reconhecia a sua posição diante de Deus. Ele era o mestre de obras, o chefe
da produção, o artista-mor, mas não era o arquiteto.

 Quem era Aoliabe (Êx 31.6a). Seu nome, ‫ָאהֳ לִיָאב‬, significa “a tenda do
Pai”. Era filho de ‫אֲ חִ יסָ מָ ְך‬, Aisamaque (“meu irmão é sustento”). Da
tribo de Dã, foi escolhido por Deus para auxiliar Bezaleel na grande
tarefa da construção dos utensílios do Tabernáculo.
 O que foi dado a Aaoliabe (Êx 31.6b). Foi dado a Aoliabe uma tarefa
aparentemente menor: repassar a outros os ensinamentos recebidos
por ele e Bezaleel. Para isso, seria necessário ser “sábio de coração” (
‫חֲ כַם לֵב‬, chacham-lev). Ser sábio não é tão somente acumular dados e
processá-los como se fosse um eficientíssimo computador. Não basta
racionalidade; é necessário aplicar o coração. E o que é aplicar o
coração? Deixar que Deus nos dirija e nos dê a verdadeira sabedoria. O
verdadeiro sábio, o verdadeiro ensinador recebe isto de Deus como um
dom. Aolaibe recebeu o dom de ensinar. Por isso a Tradução Ecumênica
assim verteu Êxodo 35.34: “infundiu o dom de ensinar em seu
coração”.

 Os sete requisitos para a construção:

Ofertas Voluntárias: (Êx 25.2 - Fala aos filhos de Israel, que me tragam
uma oferta alçada; de todo o homem cujo coração se mover
voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada) Povo havia sido
libertado da escravidão no Egito através do Sangue do Cordeiro Pascoal. Os
bens que os Israelitas possuíam foram conseguidos no Egito. As bênçãos dadas
no Egito não são para enriquecer, mas para serem devolvidas ao Senhor.

Pelo ânimo do Povo: (ÊX 35.21 -  E veio todo o homem, a quem o seu
coração moveu, e todo aquele cujo espírito voluntariamente o excitou, e
trouxeram a oferta alçada ao SENHOR para a obra da tenda da
congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes santas).

 Pela disposição das Pessoas (ÊX 35.5 -Tomai do que tendes, uma oferta
para o SENHOR; cada um, cujo coração é voluntariamente disposto, a
trará por oferta alçada ao SENHOR: ouro, prata e cobre)
A Igreja moderna deve ser constituída de pessoas dispostas, assim como Davi
menciona no Salmo 51. 10-17:

Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.


Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o teu Espírito
Santo.Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um
espírito voluntário.Então ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os
pecadores a ti se converterão.Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da
minha salvação, e a minha língua louvará altamente a tua justiça. Abre,
Senhor, os meus lábios, e a minha boca entoará o teu louvor. Pois não
desejas sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos.

Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração


quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.

Com um coração voluntário: (Êx 36.3 -Estes receberam de Moisés toda a


oferta alçada, que trouxeram os filhos de Israel para a obra do serviço
do santuário, para fazê-la, e ainda eles lhe traziam cada manhã ofertas
voluntárias)

Os Capitulos 35 e 36 do livro do Êxodo, trazem as palavras “Coração” e a


expressão “de todo o coração”, aparecem pelo menos 12 vezes.

Pela sabedoria de Deus: (Êx 36.1 - Assim trabalharam Bezalel e Aoliabe, e


todo o homem sábio de coração, a quem o SENHOR dera sabedoria e
inteligência, para saber como haviam de fazer toda a obra para o serviço do
santuário, conforme a tudo o que o SENHOR tinha ordenado)

Os critérios eram de Deus, os homens são os obreiros. Só se pode construir


uma igreja na atualidade com a sabedoria de Deus.

Pelo espírito de Deus: (Êx 35.31 - E o Espírito de Deus o encheu de


sabedoria, entendimento, ciência e em todo o lavor)

Vivemos hoje no período da dispensação do Espírito, o povo de Deus precisa


estar disponível, disposto a viver na dependência do ministério do Espírito
Santo de Deus. (Zc 4.6 – Não por força nem por violência, mas pelo o meu
Espírito)

De acordo com o Padrão divino: (Êx 25.40 - Atenta, pois, que os faças
conforme o seu modelo, que te foi mostrado no monte)

A leitura do capítulo 39 e 40 do êxodo, revela que por 17 vezes é mencionado


que o tabernáculo foi edificado “como o SENHOR tinha ordenado a
Moises”. Além disso, existem 7 outras passagens para ele fazer as coisas
segundo o padrão de Deus.

Tudo proveio de Deus e não da imaginação do homem, Deus só pode confirmar


com Gloria aquilo que é feito de acordo com o Padrão de sua palavra.
Podemos observar que Moises fez como o Senhor tinha ordenado, (Êx 39.32
– diz que Moises terminou a obra) e (Êx 40.34 – a gloria do Senhor encheu o
tabernáculo)

 Deus somente pode abençoar e encher um lugar com sua glória (Shekinah)
quando este está de acordo com a sua palavra e com o Padrão divino.

Atributos para habitação temporária

A disposição das tribos no acampamento:

‘Acampamento’ – termo militar

Exercito de Cristo

Is 6 – Santo é o Senhor dos Exercitos.

Atualmente nós somos chamados de acampamentos dos Santos (Ap 20.9)

O capitão é Jesus (Hb 2.10)

Os Crentes são os soldados (2 tm 2.3,4)

Deus é um Deus de ordem, e para organizar o exercito, o acampamento


precisa estar em ordem.

A primeira ordem é que o tabernáculo de Deus deveria estar no meio do


acampamento (Nm 2.17)

As bandeiras do acampamento revelam as visões de Ezequiel 1 e Ap 4.5

O Conceito de Cruz precisa estar mantido para sermos abençoados.

O TABERNÁCULO DE MOISES COMO PADRÃO PARA IGREJA

A Entrada do Pátio (Êx 27.16 e Nm3.26)

1 – Só existe uma entrada, todos tinham que vir ao tabernáculo da mesma


forma.

2 – Aqueles que pensavam em pular ou passar por baixo das cortinas, era visto
como assaltante ou ladrão.

Ex: Jo 10. 1-10: Na verdade, na verdade vos digo que aquele que não entra
pela porta no curral das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e
salteador. Aquele, porém, que entra pela porta é o pastor das ovelhas. A este
o porteiro abre, e as ovelhas ouvem a sua voz, e chama pelo nome às suas
ovelhas, e as traz para fora. E, quando tira para fora as suas ovelhas, vai
adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. Mas de
modo nenhum seguirão o estranho, antes fugirão dele, porque não conhecem
a voz dos estranhos. Jesus disse-lhes esta parábola; mas eles não entenderam
o que era que lhes dizia. Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em
verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas. Todos quantos vieram antes
de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram. Eu sou a
porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará
pastagens. O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim
para que tenham vida, e a tenham com abundância.

Mas por uma Porta, uma entrada, aprendemos:

Jesus é o Caminho, uma só entrada, um só salvador.

A Entrada era larga – Todos os homens podiam entrar – o Desejo de Deus é de


que todo homem seja salvo (1 Tm 2.4)

A Entrada era bela – Ex 38.18 - Aquele que buscava refugio no deserto.

A entrada era inconfundível – Era diferente de toda a extensão do muro que


a envolvia.

Êx 38.18:

A Entrada Tinha (9 metros) de comprimento (20 côvados), as cortinas (2,25


mts) de altura (5 côvados)

 Se multiplicarmos 5 côvados x 20 côvados = 100 Côvados quadrados

Ò Entrada do Pátio       = 100 Côvados quadrados (5x20)

Ò Porta do Tabernaculo = 100 Côvados quadrados (10x10)

Ò O Segundo Véu         = 100 Côvados quadrados (10x10)

Total 300 Côvados: Gideão venceu com Trezentos homens (Jz 7.6), 3 grupos
de 100

Enoque, após gerar Metusalem, viveu mais 300 anos e foi transportado para a
Gloria de Deus. (Gn 5.21-24)

Mt 13.23 – Uns 30%, outros 60%, mas Deus quer 100%

A cortina de entrada era segura por quatro colunas (Mateus, Marcos, Lucas e
João)

Como os Cristãos devem entrar (Salmo 100.4)

 Parte do ensino sobre o Tabernáculo de Moíses. Que este breve esboço possa
abençoar sua vida.
O TABERNÁCULO É CONSTRUÍDO
Capítulos 35 a 40

O tabernáculo (do hebreu mishkan, que significa moradia) era um templo portátil que
Moisés construiu para o serviço de Deus, seguindo as instruções que recebeu do
SENHOR no monte Sinai para modelo do tabernáculo, e para modelo de todos os seus
móveis (capítulo 25:9, Hebreus 8:5). Ele era chamado:

 tenda da congregação (capítulo 29:42), ou melhor, de reunião pois ali o SENHOR


desceria para encontrar-se com Moisés e com o povo de Israel (capítulo 29:42-43),
substituindo a tenda que Moisés usara até então (capítulo 33:7).

 tenda do testemunho (capítulo 38:21; Números 1:50, 9:15, 17:8), porque nela era
guardado o Testemunho: as duas tábuas da Lei (capítulo 25:16, 22).

 casa do SENHOR (Deuteronômio 23:18).

 templo do SENHOR (Josué 6:24).

 santuário (capítulo 25:8).

Entre os capítulos 25 e 40 temos detalhes de todos os materiais empregados na


construção do tabernáculo e seu conteúdo, que foram doados espontaneamente pelo
povo.

O SENHOR nomeou:

 Bezalel, a quem o Espírito de Deus encheu de habilidade, inteligência e conhecimento


tornando-o excelente artífice, desenhista, metalúrgico, joalheiro e entalhador.

 Aoliabe, que aprendeu, com Bezalel, toda a obra de artesanato, de bordado e de


tecelagem.

A eles se juntaram todos os homens hábeis que se ofereceram livremente para construir
o tabernáculo e o seu conteúdo.

Todo o material foi doado espontaneamente pelo povo, e a sua generosidade foi tal, que
Moisés precisou proibi-los de trazer mais, pois o que trouxeram não só era suficiente,
mas sobejava.
O tabernáculo era de formato retangular, de uns 13,5 metros de comprimento e 4,5
metros de largura e altura. As paredes dos dois lados e do fundo eram feitos de tábuas
de madeira de acácia, colocadas verticalmente sobre bases de prata e encaixadas entre
si, e cinco travessas da mesma madeira, que passavam por argolas nas tábuas; as
tábuas e travessas eram cobertas de ouro, e as argolas eram de ouro (capítulo 26:15-
29).

As paredes e travessas de madeira formavam uma armação sobre a qual colocavam as


quatro coberturas:

 Dez cortinas de linho, com desenhos de querubins, e estofos azuis, púrpura (roxos) e
carmesim (escarlates), presas com colchetes de ouro (capítulo 26:1-6; 36:8-13).

 Onze cortinas de pelos de cabras, presas com colchetes de bronze (capítulo 26:7-
11).

 Uma coberta de peles de carneiros tintas de vermelho (capítulo 25:5; 26:14;


35:7,23; 36:19; 39:34)

 Outra coberta de peles de animais marinhos (uma espécie de foca que existe no


mar Vermelho (capítulo 25:5; 26:14; 35:7,23; 36:19; 39:34)

Por dentro, era dividido em dois aposentos separados por um véu, o exterior chamado
lugar santo ou santuário (Hebreus 9:2); o interior era chamado o Santo dos Santos, ou
segundo tabernáculo (Hebreus 9:3,7).

O véu (véu do reposteiro) era uma cortina dupla de estofo azul, púrpura e carmesim, e
de linho fino retorcido, adornado com figuras de querubins, presa com colchetes de
ouro (capítulo 26:31-33) a quatro colunas de madeira de acácia, cobertas de ouro.

À entrada do santuário havia também um reposteiro de estofo azul e púrpura e


carmesim, e de linho fino retorcido, pendurado com colchetes de ouro de cinco colunas
de madeira de acácia, cobertas de ouro, sobre bases de bronze (capítulo 26:36,37).

Dentro do Santo dos Santos, que era um recinto em forma de cubo com 4,5 metros de
lado, ficavam:

 a arca do Testemunho, uma caixa de 1,15m x 69 cm x 69 cm, que veio a conter as


tábuas da lei, um pote de maná e a vara de Arão (Hebreus 9:4).
 o propiciatório, em forma de bandeja, com dois querubins de ouro em cada
extremidade, que ficava sobre a arca (capítulo 25:10-22).

Dentro do Santuário havia:

 a mesa para os pães da proposição, de madeira, coberta de ouro puro, medindo


um 90 cm de comprimento, 32 cm de largura e 68 cm de altura, e alguns utensílios
(capítulo 25:23-30).

 um candelabro composto de uma haste vertical, e seis hastes, três de cada lado. Tudo
era feito de ouro puro, e o candelabro completo pesava entre 26 e 36 quilos (capítulo
25:31 a 40).

 o altar do incenso, que ficava perante o véu que dava entrada ao Santo dos Santos.
Era de madeira de acácia, coberta com ouro, medindo 45 cm. de comprimento e largura
e 90 cm de altura (capítulo 30:1-10).

Cercando o tabernáculo havia um átrio, medindo 46m x 23m. Sua periferia era fechada
com cortinas de linho de 2,3m de altura, suportadas por sessenta colunas de bronze,
assim como suas bases (capítulo 27:9-19). Dentro do átrio estavam:

 um altar de madeira de acácia revestida de bronze, medindo 2,25m x 2,25m x


1,35m, com chifres (pontas erguidas) em cada canto para amarrar os animais do
sacrifício (capítulo 27:1-8).

 A bacia de bronze, onde os sacerdotes obrigatoriamente tinham que lavar as mãos e


os pés antes de entrar no tabernáculo (capítulo 30:17-21).

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