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Índice

1 - Apresentação dos tratores Classic


1.1 - Modelos de tratores .............................................................. 5
1.2 - Placas de identificação ......................................................... 5
1.3 - Demais placas de identificação do trator .............................. 5

2 - Comandos e controles .................................................................. 6


2.1 - Comandos frontais ............................................................... 6
2.2 - Console lateral e controles hidráulicos .................................. 6
2.3 - Posições das alavancas ....................................................... 6
2.4 - Controles junto ao painel ...................................................... 7
2.5 - Posições da chave de Partida: .............................................. 7
2.6 - Posições da chave de luzes giratória: ................................... 7
2.7 - Faróis e sinaleiras ................................................................. 7
2.8 - Painel - Indicadores .............................................................. 8

3 - Operação
3.1 - Diariamente, antes da partida verifique o seguinte: ............... 9
3.2 - Ao dar a partida .................................................................... 9
3.3 - Para economizar combustível ............................................... 10
3.4 - Seleção de marcha e rotação correta .................................... 10
3.5 - Uso correto do bloqueio ....................................................... 11
3.6 - Uso da tração dianteira - TDM .............................................. 11
3.7 - Uso correto dos freios .......................................................... 12
3.8 - Operação do sistema de levante ........................................... 12
3.8.1 - Posições das alavancas ............................................... 12
3.8.2 - Situações de operação .................................................. 13
3.9 - Operação da Tomada de Potência ........................................ 14
3.9.1 - Rotação e potência ....................................................... 14
3.9.2 - Troca do eixo de saída – 540/1000 rpm ....................... 15
3.10 - Operação do controle remoto ............................................. 16

4 - Manutenções
4.1 - Quadro de manutenção periódica ......................................... 17
4.2 - Diária ou a cada 10 horas .................................................... 19
4.3 - A cada 50 horas ................................................................... 20
4.4 - Ao atingir as primeiras 100 horas e a cada 250 horas .......... 20
4.5 - A cada 500 horas ................................................................. 21

Edição 01 - Fev/08 3
4.6 - A cada 750 horas ................................................................. 22
4.7 - 2 anos ou a cada 1250 horas .............................................. 23
4.8 - A cada 2000 horas ............................................................... 23
4.9 - Conforme a necessidade ...................................................... 24

5 - Tabela de lubrificantes e capacidades ........................................... 27

6 - Conservação do trator .................................................................. 27

7 - Sistema elétrico
7.1 - Fusíveis primários ................................................................ 28
7.2 - Fusíveis e relés ..................................................................... 28
7.3 - Aterramento do motor .......................................................... 28

4 Edição 01 - Fev/08
1 - Apresentação dos tratores Classic
1.1 - Modelos de tratores

Trator 6415 Classic 106cv Trator 6615 Classic 121cv

1.2 - Placas de identificação


2
1 - Placa de identificação produto
2 - Placa de identificação do motor
3 - Placa de identificação do número de série
da tração dianteira
2
1.3 - Demais placas de identificação 1
do trator
Veja o manual do operador, “seção 10-05” para
ver a localização das seguintes placas de
identificação:
- Número de série da transmissão 3
- Número de série do diferencial
- Número de série do redutor final traseiro
- Número de série da plataforma do operador

Edição 01 - Fev/08 5
2 - Comandos e controles
2.1 - Comandos frontais
A- Volante de direção.
B- Pedal da embreagem.
C- Interruptor do bloqueio do diferencial. A F
D- Pedais de freio.
E- Pedal do acelerador. B C E
D
F- Trava de união dos pedais.

2.2 - Console lateral e controles


hidráulicos A
A- Alavanca seletora de grupos.
B- Alavanca seletora de marchas.
C- Acelerador manual.
B
D- Tecla da tração dianteira TDM . D
E- Botão de controle da TDP. E
C
F- Alavancas do controle remoto.
G- Alavanca de controle do sistema hidráuli-
co de levante.
F
H - Alavanca de controle de profundidade e G
flutuação. H

2.3 - Posições das alavancas G1 G2


G1 - Curso da alavanca (G), abaixa e levanta os
braços de levante. FLOAT

G2 - Bloqueia a descida dos braços (cadeado). H1 H2 H3 H4


H1 - Posição FLOAT (Flutuação).
H2 - Controle de sencibilidade.
H3 - Sem controle de tração.
H4 - Posição para transporte.

6 Edição 01 - Fev/08
2.4 - Controles junto ao painel
A- Alavanca do pisca direcional.
H
B- Seletor de luz Alta e Baixa.
C- Interruptor giratório das luzes.
A
D- Interruptor do pisca-alerta.
E- Chave de partida. B G
F- Interruptor da buzina (Se equipado).
C D E F
G- Interruptor do farol de serviço traseiro.
H- Painel de Instrumentos.

2.5 - Posições da chave de Partida:


A
A- Acessórios
B- Desligado B
C- Ligado C
D- Partida
D

2.6 - Posições da chave de luzes


giratória:
1- Desligado 1 2
2- Luzes de estacionamento ligadas 3
3- Faróis de estrada dianteiros ligados 4
4- Faróis e luzes de serviço de campo ligados.

2.7 - Faróis e sinaleiras B


A - Faróis frontal.
B - Piscas direcionais e luzes de presença.
C - Faróis traseiros, do freio e dos piscas di-
recionais.
A
D - Farol de campo (se equipado).

C
C D

Edição 01 - Fev/08 7
2.8 - Painel - Indicadores
A- Indicador do nível de combustível A D
B
B- Tacômetro (Contagiros)
E F G K L M
C- Horímetro. C
D- Indicador da temperatura do motor.
E- Superaquecimento do óleo hidráulico. H I J N O

F- Baixa pressão do óleo do motor. K- Tração dianteira acionada.


G- Baixa pressão do óleo da transmissão. L- Faróis de trabalho acesos
H- Baixa carga do alternador. M- Luz Alta selecionada
I- Restrição excessiva do filtro de ar. N- Tomada de Potência – TDP acionada
J- Restrição excessiva do filtro de óleo da O- Bloqueio do diferencial acionado.
transmissão.

8 Edição 01 - Fev/08
3 - Operação
3.1 - Diariamente, antes da partida
verifique o seguinte:
a - Níveis de óleo e líquido de arrefecimento.
b - Nível de óleo hidráulico da transmissão e hi-
dráulicos.
d - Calibragem dos pneus.
e- Se os diversos sistemas do trator estão pre-
parados para a tarefa a executar: ajuste de
bitolas, lastreamento, sistema de levante, barra
de tração, etc.
f - Aperto de parafusos das rodas e outros pon-
tos.
c - Drene a água e sedimentos na base dos fil-
tros de combustível, soltando os respectivos
bujões pela base.
g - Lubrifique com graxa os pontos recomenda-
dos para “Cada 10 horas ou Diariamente”.

3.2 - Ao dar a partida A


Cuidado:
Nunca deixe o motor funcionando em lo- B
cal fechado, sem ventilação ou exaustão
de ar. Perigo de asfixia! C B
Somente acione a partida a partir do as- D

sento do operador. D
a - Certifique-se de que a TDP está desligada.
b - Posicione a alavanca de grupos (A) em “N” f- Verifique o nível de combustível, pelo in-
(Neutro) e a alavanca de marchas (B) em “P” dicador. Abasteça sempre após cada jor-
(Park). nada de trabalho. Isso evita a
c - Posicione o acelerador manual (C) a 1/3 da condensação de água no tanque durante
aceleração. a noite.
d - Posicione o comando do levante hidráulico em g - Dê a partida no motor, girando a chave
abaixar. para a posição “D”. Nunca acione o mo-
e - Gire a chave de partida (D) para a posição “B”. tor de partida por mais de 30 segundos.

Edição 01 - Fev/08 9
3.3 - Para economizar combustível
Regras e cuidados para obter o menor consumo
de combustível por área trabalhada: A
✔ Dimensione corretamente o implemento para
o trator.
✔ Dimensione corretamente a quantidade e a
distribuição do lastro.
✔ Verifique o estado e a calibragem dos pneus.
✔ Utilize a marcha, rotação e velocidade corre-
tas.
✔ Cumpra a freqüência de manutenção reco-
mendada no manual, em especial, óleo lubri-
ficante, filtros de combustível e filtros de ar.
✔ Utilize combustível de boa qualidade e lubrifi-
cantes recomendados pela John Deere.
✔ Use somente peças Originais John Deere.
A - Filtro de ar
B - Filtros de combustível
C - Filtro de óleo B C

3.4 - Seleção de marcha e rotação


correta
✔ A regra básica é: conduza o trator na marcha
mais elevada possível, porém, sem sobre-
carregar o motor.
✔ A carga (solicitação) correta é quando a ro-
tação cai de 150 a 250 rpm ao acionar a Trabalho leve
carga.
✔ A sobrecarga pode ser constatada também
quando, ao acelerar, o motor não responder
com aumento de rotação.
✔ Para trabalhos de carga leve:
- Utilize rotação menor que 2000 rpm.
Trabalho pesado
- Use uma marcha superior e rotação menor,
economizando combustível e reduzindo o Importante:
desgaste. Evite trabalhar por um longo período
✔ O trator pode operar em qualquer marcha com velocidades abaixo de 6 km/h na
com rotação do motor entre 1600 e 2400 situação de lastreamento e potência
rpm, podendo ser submetido a carga plena. máximos do motor.

10 Edição 01 - Fev/08
3.5 - Uso correto do bloqueio
Bloqueio do diferencial traseiro:
O bloqueio é acionado pelo interruptor (A) e
desativado com um leve acionamento de um dos
pedais de freio (B) ou comprimindo novamente
o botão (A).
Ao acionar o bloqueio, acenderá uma luz de aviso
no painel. A B
Importante:
Evite fazer curvas fechadas com o blo-
queio do diferencial acionado.
Não acione o bloqueio quando uma roda
está girando e a outra está completamen-
te parada.

Bloqueio do diferencial dianteiro:


A atuação deste ocorre de forma automática
sempre que necessário, pela ação de um
mecanismo dentro do diferencial, veja
ilustração.

3.6 - Uso da tração dianteira - TDM


A tração dianteira pode ser ligada e desligada
em qualquer marcha e velocidade, com ou sem
carga. Para isso, use a tecla (A).
Ao conduzir por superfícies lisas ou com
cascalho solto, o uso da TDM contribui para
melhorar o controle do trator. Contudo, pratique
velocidade compatível e certifique-se de que o
trator está corretamente lastreado e com os freios
em bom estado.
Para aumentar a vida útil dos pneus dianteiros,
acione a TDM somente em trabalhos que
requerem esforço de tração.
Ao conduzir o trator em estrada de chão firme,
concreto ou asfalto, mantenha a TDM desligada.
A

Edição 01 - Fev/08 11
3.7 - Uso correto dos freios
Ao conduzir o trator por vias públicas e em
transporte dentro da fazenda, trave os pedais B
(A) com a trava de união (B).
Use os pedais (A) de forma individual para
facilitar a execução de curvas fechadas.
Para parar o trator, pise sempre em ambos
os pedais.
Nunca dirija com o pé apoiado sobre os
pedais. A
Reduza a velocidade da carga rebocada Não aplique os freios de forma brusca.
quando esta pesar mais que o trator e o Tenha muito cuidado ao rebocar cargas em
reboque não possuir freios próprios. aclives ou declives e em curvas.

3.8 - Operação do sistema de C A


levante
Controle de Posição: para transporte de
implementos ou cargas e para implementos que
trabalham acima da superfície do solo, como
roçadeiras, pulverizadores, etc.
Controle de Tração: para implementos de
preparo de solo, como arados, subsoladores, etc.
A - Alavanca de controle: levanta e abaixa os B
braços de levante.
B - Alavanca seletora: Flutuação – Controle de C - Batentes limitadores das alavancas.
Tração – Sem Controle de Tração.

3.8.1 - Posições das alavancas


A1 - Curso da alavanca (A) de abaixar e levantar os braços de levante.
A2 - A descida dos braços é bloqueada (cadeado): use para transporte.
B1 - Posição FLOAT (Flutuação): sistema hidráulico não apresenta rea-
ção e o implemento copia as ondulações do solo (“flutua”).
B2 - Use para controle de Tração. Quanto mais para frente for posiciona-
da a alavanca, maior será a reação do hidráulico na correção da
profundidade do implemento.

12 Edição 01 - Fev/08
B3 - Posição neutra sem controle de tração, use com o controle de
posição. A marca vermelha serve de referência para ajuste do con-
trole de tração do sistema de levante.
B4 - Sem controle de tração, os braços do levante se meantêm eleva-
dos. Use para transporte.

A1 A2
C1
A D

FLOAT
B

B1 B2 B3 B4

3.8.2 - Situações de operação


1 - Transporte de implementos ou cargas.
Mova a alavanca (A) totalmente para trás, na
posição “cadeado - A2”, ou seja, atrás da trava
de segurança (D).
Mova a alavanca seletora (B) também
totalmente para trás, ou seja, na posição “B4”
(para amortecimento de solavancos).
2 - Controle de Posição
Mova a alavanca (A) para uma posição dentro
da faixa “A1”, conforme a altura “H” desejada
para o implemento. Definida a posição,
posicione o batente (C1) para referência.
Mova a alavanca seletora (B) para a posição H
“B3”, onde a reação do controle de Tração
não atua.
3 - Controle de Tração
Mova a alavanca (A) totalmente para frente,
dentro da faixa “A1”. Para limitar a penetração
do implemento no solo, deixe-a em posições
intermediárias “1 à 12”, usando o batente (C1)
para referência.
Mova a alavanca seletora (B) para a faixa “B2”:
quanto mais para frente dentro dessa faixa,
maior será a reação frente a mudanças na
textura do solo e variações de carga impostas
ao trator.

Edição 01 - Fev/08 13
3.9 - Operação da Tomada de
Potência
✔ Sempre utilize cardans com proteção. A
✔ Ao utilizar o trator pela primeira vez num
dado implemento, verifique a folga entre
o tubo e a barra, especificada pelo fabri-
cante do implemento.
✔ Inclinação máxima do cardan em funcio- B
namento: normalmente recomenda-se
como limite 30º. Se ultrapassar esse va-
C
lor, desligue a TDP.
✔ No caso de implementos de arraste, ob-
serve a inclinação do cardan durante as
manobras e também possíveis interferên- A - Proteção do cardan
B - Inclinação máxima
cias com os pneus.
C - Folga

3.9.1 - Rotação e potência


A
Nota:
Para obter a rotação nominal no eixo de
saída (540 ou 1000* rpm), o motor deve
estar a 2124 rpm.
*Se equipado.
✔ Nunca ultrapasse a rotação de trabalho re-
comendada para cada implemento.
✔ Não utilize a TDP a 540 rpm para potências B
superiores a 75 cv.
✔ O eixo para 540 rpm possui 6 estrias e o eixo A - Eixo de saída
para 1000 rpm possui 21 estrias. B - Capa de proteção do eixo

14 Edição 01 - Fev/08
3.9.2 - Troca do eixo de saída – 540/
1000 rpm
Para trocar a rotação, retire e inverta o eixo
de saída:
✔ Com o lado de 6 estrias para fora, a TDP
libera 540 rpm*. A
✔ Com o lado de 21 estrias para fora, ob-
tém-se 1000 rpm*
*Com o motor na rotação nominal.
Procedimento de troca
a - Gire as extremidades do anel elástico (A)
para alinhá-lo com a superfície plana do eixo 21 Estrias
de saída (B). B
b - Retire o anel elástico (A) e puxe o eixo (B)
para fora.
c - Limpe o eixo e lubrifique as estrias com gra-
xa HD Non-Clay da John Deere.
d - Reinstale o eixo no alojamento, com o lado
correto de acordo com a rotação desejada.
e - Reinstale o anel elástico (A) no sulco para
reter o eixo na posição. Alinhe as extremi-
dades do anel com a superfície plana do
eixo, facilitando a montagem do anel. 6 Estrias

Edição 01 - Fev/08 15
3.10 - Operação do controle remoto A
✔ Os terminais de acoplamento são de en-
gate rápido e autovedantes. Desta forma,
os terminais das mangueiras hidráulicas B
podem ser conectados e desconectados
sem perda de óleo.
✔ Antes de conectar as mangueiras, veja se
os terminais estão todos limpos.
✔ Para conectar os terminais, empurre as
mangueiras com firmeza contra os termi-
nais do trator. A - Válvula de retenção


B - Tampão de proteção
Nota:
Se os terminais não se encaixam, é
possível que exista pressão residual
nas mangueiras. Neste caso, compri-
ma a válvula de retenção (A) contra
uma superfície limpa, protegendo-se
do jato de óleo que pode resultar.

Para desconectar os terminais:


Não havendo pressão residual nas mangueiras,
basta puxá-las.
Havendo pressão residual, os terminais das
mangueiras estarão presos. Neste caso, alivie C
a pressão, desligando o motor e movimentando
as alavancas de controle em ambos os sentidos
até o final do curso.
✔ Após desconectar, proteja todos os termi-
nais (do trator e do implemento) com os
tampões (C), evitando contaminação do C - Tampões de proteção das válvulas de
óleo da transmissão. controle remoto “VCR”
✔ Se o implemento desacoplar-se aciden-
talmente do trator, as mangueiras serão
desconectadas sem sofrer danos.
✔ Procure orientações adicionais no manu-
al do implemento sobre a forma correta
de uso do controle remoto.

16 Edição 01 - Fev/08
4 - Manutenções A cada 250 horas

4.1 - Quadro de manutenção Troque:


periódica - O óleo do motor, com o motor ainda quente.
- O Filtro de óleo do motor.
Diariamente ou a cada 10 horas
- O filtro final de combustível.
verifique
- Nível do óleo no cárter do motor. Verifique:
- Correia do alternador - Nível do óleo hidráulico da transmissão, com
- Nível do líquido de arrefecimento. o motor frio.
- Nível do óleo da Transmissão/Sistema hidrá- - Nível do óleo do eixo da tração dianteira.
ulico. - Os freios Hidráulicos.
Se o trator trabalha em condições adversas, - O filtro final e pré-filtro de combustível.
lubrifique também: - O nível de óleo da redução final da tração dian-
- Eixo dianteiro e traseiro. teira.
- Engate de três pontos. - O funcionamento do circuito de segurança de
- Engate hidráulico para reboque. partida.
- Eixo da TDP (se o trator for equipado com - Lubrifique o eixo da TDP.
eixo reversível). - Lubrifique o engate de 3 pontos.

A cada 50 horas A cada 500 horas


- Lubrifique o eixo dianteiro e o eixo cardan; - Troque o pré-filtro de combustível.
- Inspecione a bateria, (Consulte o manual do - Lubrifique os rolamentos da transmissão
operador). traseira.
- Verifique o estado do cardan, do motor à
Nas primeiras 100 horas transmissão.
Durante as Primeiras 100 horas de trabalho: - Verifique as conexões das mangueiras de
- Verifique periodicamente as braçadeiras admissão de ar.
das mangueiras de admissão de ar e as
braçadeiras das mangueiras hidráulicas. Nas primeiras 750 horas
Ao Atingir as Primeiras 100 Horas - Ajuste as folgas das válvulas do motor.
- Troque o óleo do motor.
- Troque os filtros de óleo do motor.
- Inspecione as mangueiras da admissão de ar.
- Troque os filtros da Transmissão/Sistema hi-
dráulico.
- Troque o óleo do diferencial e dos redutores do
eixo dianteiro.

Edição 01 - Fev/08 17
A cada 750 horas A cada 2000 horas
- Troque os filtros do óleo da Transmissão/ - Troque o líquido de arrefecimento.
Hidráulico. - Troque a válvula termostática.
- Troque o óleo das reduções finais do eixo - Ajuste as folgas das válvulas do motor.
da tração dianteira.
- Troque o óleo do eixo dianteiro 4x4. Conforme a necessidade
- Faça as regulagens do sistema hidráulico. - Limpe o elemento primário do filtro.
- Verifique as rotações máxima e mínima - Troque o elemento secundário (de Seguran-
do motor. ça).
- Limpe o filtro do respiro do tanque de - Limpe a grade do radiador.
combustível. - Faça a sangria dos freios.
- Limpe a linha de respiro do cárter. - Lubrifique os pontos de engraxamento.
- Teste o líquido de arrefecimento e adicio- - Limpe a bateria.
ne condicionador. - Substitua a correia do motor.
- Verifique se existem folgas nos rolamen- - Teste a abertura da válvula termostática.
tos das rodas. - Substitua a correia do alternador.
- Verifique o funcionamento das luzes de traba-
2 anos ou a cada 1250 horas
lho, faróis, piscas direcionais, do painel, etc.
- Troque o óleo da Transmissão/Sistema Hi-
- Verifique o filtro final e pré-filtro de combustível.
dráulico.
- Verifique e regule o freio de estacionamento.
- Troque o filtro de óleo da transmissão e
- Verifique a pressão de inflação dos pneus.
filtro hidráulico.
- Revise o funcionamento dos bicos injetores.
- Revise o funcionamento do sistema de ar
condicionado.
- Substitua a válvula termostática.

A cada 1500 horas


- Teste os bicos injetores.
- Revise o tensor automático da correia do
motor.

18 Edição 01 - Fev/08
4.2 - Diária ou a cada 10 horas
- Verifique o nível do óleo no cárter do motor
através da vareta (1), se o nível estiver baixo
1
adicione óleo através do bocal de
abastecimento (2).
2

- Com o motor frio, verifique o líquido de 3


arrefecimento. Se o nível estiver abaixo da
marca “Min”, adicione água + aditivo na
proporção adequada pelo bocal de
abastecimento (3).

- Verifique o nível do óleo da Transmissão /


Sistema hidráulico através da vareta (4), se
o nível estiver baixo adicione óleo através do
bocal de abastecimento (5).
4

- Reaperte as porcas de fixação (6) e (7) das


rodas traseiras.
7
6

Edição 01 - Fev/08 19
- Drene os filtros de combustível inicial (8) e
o final (9), conforme o procedimento descrito
no manual do operador “seção 105”.

8
9

4.3 - A cada 50 horas


Lubrifique os pontos (1) do eixo dianteiro e
eixo cardan.

1
1

4.4 - Ao atingir as primeiras 100 1


horas e a cada 250 horas
- Troque o óleo do motor. Drene o óleo através
do bujão (1) e adicione óleo novo pelo bocal de
abastecimento (2).
- Troque o filtro de óleo do motor.


2
Nota:
O intervalo da troca pode ser estendido
de 250 para 375 horas se for utilizado 3
o óleo JD Plus-50, ou óleos ACEA Clas-
sificações E4, E5, E6 e E7.

20 Edição 01 - Fev/08
- Troque os filtros de combustível inicial (4) e o
final (5), conforme o procedimento descrito
no manual do operador “seção 110”.

4
5

Nível de óleo do eixo da tração dianteira


- Remova o bujão de nível (6).
- O óleo deve chegar até o orifício do bujão.
- Se for necessário drenar o óleo remova o
bujão (7).

6 7

Nível do óleo da redução final


- Gire a roda para que o bujão de dreno (8)
fique na horizontal com o centro da roda.
- Remova o bujão. O nível do óleo deve chegar
até o orifício do bujão.


8
Nota:
Se for necessário acrescentar óleo por
motivo de vazamento, retire todo o óleo
do eixo, e acrescente óleo novo.

4.5 - A cada 500 horas


1
- Lubrifique os rolamentos do eixo traseiro
através da graxeira (1) em ambos os lados.
- Verifique o eixo cardan do motor à transmissão
quanto a folgas nos parafusos (2).
Caso exista folga, procure o seu concessionário
mais próximo.

Edição 01 - Fev/08 21
4.6 - A cada 750 horas 1
- Troque os filtros do óleo da transmissão /
hidráulico (1).

☞ Nota:
Sempre troque os dois filtros (3) quan- Localizado na frente 1
do for fazer manutenção. Nunca troque da transmissão
somente um. Localizado na traseira do
trator

- Troque o óleo das reduções finais do eixo da


tração dianteira, para isso gire a roda até que o
bujão de dreno (2) esteja na parte inferior.
Retire o bujão de dreno (2) e drene o óleo.
Gire a roda a 180º e abasteça o reservatório
2
com a quantidade especificada de óleo novo.

- Limpe a linha de respiro do cárter (3).

22 Edição 01 - Fev/08
4.7 - 2 anos ou a cada 1250 horas 3 2
- Troque o óleo da transmissão / sistema
hidráulico, para isso remova os bujões de dreno
(1).
Troque o filtro de óleo da transmissão e filtro
hidráulico, veja “manutenção a cada 750 horas”.
1
Remova o tampão (2), retire a malha de
Para mais
aspiração e lave-a.
informações, veja o
Retire também o tubo de sucção de óleo da manual do operador 4
transmissão (3) e limpe possíveis limalhas. “Seção 125”
Acrescente óleo pelo bocal de abastecimento (4).

4.8 - A cada 2000 horas


- Troque o líquido de arrefecimento, para isso
solte o tampão de dreno (1) no bloco do 2
motor, solte a braçadeira (2) da mangueira
1
do radiador.
Adicione água + aditivo na proporção
3
adequada pelo bocal de abastecimento (3)
Para mais
até atingir o nível “Mín”. informações, veja o
manual do operador
“Seção 135”

- Troque a válvula termostática (4), para isso


procure o seu concessionário mais próximo.
OBS: Os tratores 6415 possuem uma válvula
termostática e os tratores 6615 possuem
duas válvulas termostáticas.

☞ Nota:
Sempre troque a válvula termostática
ao fazer a limpeza do radiador.

Edição 01 - Fev/08 23
4.9 - Conforme a necessidade
- Limpe o elemento filtrante primário (1)
quando a luz de aviso de restrição do filtro 1
de ar acender durante o funcionamento.

☞ Nota:
O elemento primário pode ser limpa-
do até cinco vezes .
Para mais informações, veja o manual do
operador “Seção 140”

- Troque o elemento filtrante secundário (de


segurança) (2) em caso de dano, ou a cada
cinco trocas do elemento primário (1), ou o
mais tardar após 2 anos de operação. 2

☞ Nota:
Não limpe o elemento secundário (de
segurança) (2), substitua-o.

- Limpe o radiador (3) e cuidadosamente


conserte as aletas tortas.
- Limpe semanalmente a bateria (4), com
uma escova, aplique vaselina nos terminais 3
e cabos, examine os respiros das tampas.
Para mais informações, veja o manual do
operador “Seção 140”
4

- Lubrifique o sistema de levante de 3 pontos,


conforme indicado ao lado, com graxa
universal John Deere.

24 Edição 01 - Fev/08
- Verifique o estado da correia (5), se a mesma 5
apresentar desgaste efetue a troca seguindo
o procedimento descrito no manual do
operador na “seção 140”.

- Verifique o estado do amortecedor do


Virabrequim - somente tratores 6615

☞ Nota:
O conjunto amortecedor do
6
virabrequim (6) não é reparável e deve
ser trocado a cada 5 anos ou 4500
horas, o que ocorrer primeiro.
Para isso procure o seu concessionário mais
próximo.

Correias e polias
A
A - Alternador
B - Ventilador B
C - Tensor automático da correia
D - Bomba d’água
E - Correia Poli-V C
F - Polia do virabrequim D
E
F

Verificação a convergência das rodas


dianteiras
- Alinhe as rodas com o trator.
D
- Meça a distância traseira “T” e a Dianteira
“D”, entre as bordas internas dos aros na altura
do eixo (centro da roda).
- Convergência = Medida “T” – Medida “D”.
- Convergência recomendada para trator 4x4: T
0,5 a 3,5 mm, positiva, ou seja, as rodas
devem ficar mais “fechadas” na frente.

Edição 01 - Fev/08 25
Ajuste da convergência das rodas dianteiras 7
- Solte as contraporcas (7) em ambos os lados
da barra de direção.
- Ajuste ambos os lados de modo igual,
girando o terminal (8) conforme necessário,
ou seja, obter a convergência especificada.
OBS: cada volta, de cada um dos terminais
8
de ajuste (8) altera a convergência em
aproximadamente 1,5 mm.
- Reaperte as contraporcas.

Ajuste dos limitadores de esterçamento


10
- Solte as contraporcas (9) em ambos os
lados do eixo dianteiro e ajuste o
comprimento do parafuso batente (10)
conforme indicado abaixo:

Ângulo da Curva Comprimento


do Parafuso mm
52° ....................................................... 42 9
47° ....................................................... 52
42° .................................................... 61.5
38° ....................................................... 71
34° ....................................................... 80
30° ....................................................... 89
25° .................................................. 100.5

26 Edição 01 - Fev/08
5 - Tabela de lubrificantes e capacidades
Aplicação Produtos recomendados Capacidade - l
Cárter do motor, com John Deere PLUS-50 ou óleos que atendam as 6415 = 12,0
filtro normas ACEA E4, E5, E6 e E7 ou Norma API CH-4, 6615 = 19,5
CI-4 ou CJ-4.

Sistema de John Deere COOL-GARD ou John Deere COOL- 6415 = 20


arrefecimento GARD Coolant Concentrate. 6615 = 24

Transmissão Óleo John Deere Hygard ou óleos que atendam 62,0


SyncroPlus e uma das Normas JDM 20C ou JDM 20D.
hidráulicos
Diferencial dianteiro John Deere SAE 90 (API GL-5) ou MIL-L2105 D. 6,70
Redutores dianteiros Idem ao diferencial. 0,75
Pontos graxeiros John Deere HD LITHIUM COMPLEX GREASE. ------
John Deere HD WATER RESISTANT GREASE.
John Deere GREASE-GARD.TM

6 - Conservação do trator
A “conservação” do trator consiste de uma série de cuidados visando sua
proteção contra os agentes naturais como chuva, sol, frio, sujeira e outros.
Para isso, além de seguir o cronograma de manutenção, observe as
seguintes recomendações:
A - Limpeza do trator: a freqüência para as lavagens depende essencial-
mente do tipo de aplicação. Em caso de aplicação arrozeira, uma lava-
gem após cada jornada de trabalho é recomendável.
B - Armazenagem: quando não em operação, o trator deve permanecer em
local limpo, seco e arejado.
Em caso do trator permanecer inativo por longos períodos
(entressafra):
C - Alívio da carga sobre os pneus: apóie os eixos sobre cavaletes, evi-
tando a deformação dos pneus.
D - Proteja a entrada do escapamento, do filtro de ar e tubo-respiro, evi-
tando entrada de insetos ao filtro de ar e até ao motor.
E - Remova ou desconecte a bateria. Mantenha-a carregada.
F- Faça o motor funcionar pelo menos uma vez por semana, durante
15 minutos. Não esqueça de remover as proteções nesse período.

Edição 01 - Fev/08 27
7 - Sistema elétrico F1 F2
7.1 - Fusíveis primários
Os fusíveis de proteção geral (ou fusíveis
primários) estão localizados na frente do trator.
Ambos os fusíveis, F1 e F2, são de 60
Ampères, e sempre que precisar trocar algum
fusível, utilize outro de mesma capacidade.

7.2 - Fusíveis e relés 1


O quadro de fusíveis (F) e relés (R) localiza-se
no lado esquerdo da plataforma de operação.
Sob a tampa (1) do quadro há um desenho
com a identificação de todos os fusíveis e relés. F
Para a identificação descritiva dos
componentes, veja o manual do operador
“seção 140”.
R

F
R

Identificação dos fusíveis e relés

7.3 - Aterramento do motor


Revise periodicamente o aperto e o estado
do cabo de aterramento do motor nos pontos
indicados ao lado.

28 Edição 01 - Fev/08
Anotações
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