Você está na página 1de 74

PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

REGIMENTO INTERNO

FLORIANÓPOLIS, JANEIRO DE 2010


Prefeitura Municipal de Florianópolis
1

ÍNDICE DAS UNIDADES ORGANIZACIONAIS PRINCIPAIS

Conselho Municipal de Saúde .................................................................................. 7

Secretaria Municipal de Saúde ................................................................................ 8

Gabinete do Secretário ....................................................................................... 18

Assessoria Jurídica .............................................................................................. 19

Assessoria de Comunicação .................................................................................. 19

Assessoria de Vigilância em Saúde ........................................................................ 20

Assessoria Técnica .............................................................................................. 22

Secretaria Adjunta ................................................................................................ 9

Gerência de Controle Interno e Ouvidoria............................................................... 17

Distritos Sanitários ............................................................................................. 10

Unidades Locais de Saúde.............................................................

Policlínicas Municipais...................................................................

Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s).........................................

Diretoria do Fundo Municipal de Saúde e Logística ................................................... 26

Gerencia de Apoio Logistico e Abastecimento .......................................................... 27

Gerência de Programação e Execução Orçamentária ................................................ 30

Gerência de Recursos Humanos........................................................

Gerência Financeira e Contábil..........................................................


Prefeitura Municipal de Florianópolis
2

Gerência de Obras...........................................................................

Gerência de Tecnologia e Informação..................................................

Diretoria de Planejamento, Informação e Captação de Recursos ................................ 31

Gerência de Planos, Metas e Políticas de Saúde ...................................................... 32

Gerência de Contratos e Convênios ....................................................................... 35

Diretoria de Atenção Primária à Saúde.................................................................... 38

Gerência da Atenção Primária ............................................................................... 39

Gerência de Programas Estratégicos ...................................................................... 40

Gerência da Assistência Farmacêutica .................................................................... 41

Diretoria de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar.............................. 43

Gerência de Urgência e Emergência ...................................................................... 45

Gerência dos Serv. de Média e Alta Compl. Amb. e Hospitalar .................................. 47

Diretoria de Regulação, Controle, Avaliação e Auditoria ............................................ 48

Gerência da Regulação ....................................................................................... 49

Gerência de Controle, Avaliação e Auditoria .......................................................... 50

Coordenação das Policlínicas Municipais .................................................................. 53

Coordenação das Unidades de Pronto Atendimento – UPAs ...................................... 53

Diretoria de Vigilância em Saúde ........................................................................... 53

Gerência da Vigilância Sanitária e Ambiental ........................................................... 58

Gerência da Vigilância Epidemiológica..................................................................... 61


Prefeitura Municipal de Florianópolis
3

Gerência do Laboratório de Saúde Pública .............................................................. 64

Gerência do Centro de Controle de Zoonoses........................................................... 66

Diretoria do Bem Estar Animal .............................................................................. 66


4

TÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1º. A Secretaria Municipal de Saúde - SMS, órgão da Administração


Direta, subordinada diretamente ao Chefe do Poder Executivo, fica
organizada nos termos deste Regimento.

Art. 2º. A Secretaria Municipal de Saúde – SMS é titularizada e chefiada por


seu Secretário, superior hierárquico de todas as diretorias e setores,
inclusive gerências, assessorias, departamentos, distritos sanitários e
unidades de saúde próprias que a integram.

Parágrafo 1o. O Secretário Municipal de Saúde tem suas atribuições


definidas conforme o Art. 20 da Lei complementar no 348 de 27 de janeiro
de 2009.

Parágrafo 2o. O Secretário Municipal de Saúde, em conjunto com os


demais setores que compõem a Secretaria, é o responsável pela definição
e avaliação da Política Municipal de Saúde, em consonância com o Plano de
Governo, Plano Municipal de Saúde e diretrizes do Sistema Único de Saúde
- SUS.

Parágrafo 3º. O Secretário Municipal de Saúde chefiará, observada a


subordinação ao Chefe do Poder Executivo, a execução de todas as
competências municipais em matéria de saúde, bem como colaborar com a
estruturação das políticas públicas de saneamento e meio ambiente,
conforme os termos da legislação em vigor.
5

TÍTULO II
DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Art. 3º. A Secretaria Municipal de Saúde é composta pelas seguintes


Unidades Organizacionais:

1. Conselho Municipal de Saúde

2. Secretaria Municipal de Saúde

− SECRETARIA ADJUNTA:

§ Gerência de Controle Interno e Ouvidoria


- Divisão de Controle Interno
- Divisão de Ouvidoria
Distritos Sanitários (Centro, Norte, Sul, Leste, Continente)
- Coordenação das Policlínicas Municipais (04)
Departamento Técnico Administrativo
- Coordenação das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) (02)
Departamento Técnico Administrativo

− GABINETE DO SECRETÁRIO

§ Assessoria Jurídica

§ Assessoria de Comunicação

§ Assessoria de Vigilância em Saúde (13)

§ Assessoria Técnica (03)


6

2.a) Diretoria do Fundo Municipal de Saúde e Logística:

§ Gerência de Apoio Logístico e Abastecimento:


Departamento de Execução do FMS
Departamento de Compras e Abastecimento
Departamento de Controle e Armazenagem
Departamento de Logística e Transporte

§ Gerência Administrativa e Financeira:


Divisão de Prestação de Contas
Departamento de Programação Financeira
Departamento de Contabilidade do FMS
Departamento de Faturamento e Centro de Custos

§ Gerência de Recursos Humanos


Departamento de Administração de Pessoal
Divisão de Folha de Pagamento
Divisão de Movimentação de Pessoal
Departamento de Integração do Ensino e Serviço em Saúde
Departamento de Formação e Qualificação Profissional

§ Gerência de Tecnologia e Modernização


Divisão de Inclusão Digital e Integração ao Governo Eletrônico

§ Gerência de Programação e Execução Orçamentária


Divisão de Programação e Execução Orçamentária
Gerência de Obras
Departamento de Obras e Manutenção Predial
Departamento de Controle Patrimonial e Serviços Gerais

2.b) Diretoria de Planejamento, Informação e Captação de


Recursos:

§ Gerência de Planos, Metas e Políticas de Saúde


Departamento de Projetos e Captação de Recursos
Departamento de Planejamento e Políticas de Saúde
Departamento de Tratamento de Dados e Informações em Saúde
Departamento de Territorialização e Geoprocessamento
7
§ Gerência de Contratos e Convênios
Departamento de Contratos Administrativos
Departamento de Convênios Administrativos

2.c) Diretoria da Atenção Primária à Saúde:

§ Gerência da Atenção Primária


Departamento da Estratégia de Saúde da Família
Departamento do Núcleo de Apoio à Saúde da Família
Departamento de Controle de Doenças Transmissíveis e Não Transmissíveis

§ Gerência de Programas Estratégicos:


Departamento do Capital Criança
Departamento de Saúde do Escolar e Adolescente
Departamento do Capital Adulto
Departamento do Capital Idoso
Departamento de Saúde Bucal
Departamento de Combate ao Tabagismo e Doenças Emergentes

§ Gerência da Assistência Farmacêutica:


Departamento de Logística, Programação e Distribuição de Medicamentos
Departamento de Programas e Atenção Farmacêutica

2.d) Diretoria de Média e Alta Complexidade Hospitalar e


Ambulatorial Gerência das Unidades Locais de Saúde:

§ Gerência de Urgência e Emergência

§ - Divisão do Serviço de Atendimento Médico de Urgência - SAMU

§ Gerência dos Serviços de Média e Alta Complexidade Hospitalar e


Ambulatorial

§ - Departamento de Serviços Ambulatoriais

§ - Departamento de Serviços Hospitalares

2.e) Diretoria de Regulação, Controle, Avaliação e Auditoria:

§ Gerência da Regulação:
Departamento da Regulação de Consultas e Exames
Departamento da Regulação da Alta Complexidade Ambulatorial

§ Gerência de Controle, Avaliação e Auditoria:


8
Departamento de Programação e Controle dos Serviços de Saúde
Departamento de Processamento e Avaliação da Produção
Departamento de Avaliação e Monitoramento
Departamento de Auditoria

2.f) Diretoria de Vigilância em Saúde:


Departamento de Análise de Processos
Departamento Macro Regional em Saúde do Trabalhador - CEREST

§ Gerência da Vigilância Sanitária e Ambiental


Departamento de Análise de Projetos
Departamento de Vigilância Sanitária
Departamento de Vigilância Ambiental

§ Gerência da Vigilância Epidemiológica:


Departamento de Imunização
Departamento de Notificação de Agravos e Doenças
Divisão de Notificação de Infecções nos Serviços de Saúde
Departamento de Vigilância Nutricional e Agravos por Causas Multifatoriais

§ Gerência do Laboratório de Saúde Pública


Departamento de Análises Biomédicas
Departamento de Análises de Produtos e Meio Ambiente

§ Gerência de Controle de Zoonoses


Departamento Técnico Administrativo

§ Gerência de Bem Estar Animal


Departamento Técnico Administrativo

Parágrafo único. A configuração da estrutura organizacional da


Secretaria Municipal de Saúde e suas unidades organizacionais está
representada graficamente no ANEXO I.
9
TÍTULO III
DAS COMPETÊNCIAS

DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE

Art. 4º. O Conselho Municipal de Saúde – CMS, de caráter permanente e


deliberativo, criado pelas Leis Municipais no 3.291/89 e 3.970/93 e em
consonância com a Lei Federal no 8.142 de 28 de dezembro 1990, possui
composição, competências e organização estabelecidas em regimento
próprio, aprovado em plenária popular e em conformidade com as leis
supra citadas.

DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

Art. 5º. À Secretaria Municipal de Saúde – SMS, dotada de autonomia


administrativa, orçamentária e financeira nos termos da legislação vigente,
através do seu Secretário, ocupante de cargo de livre provimento e
exoneração pelo Prefeito, compete:
I. Propor e implementar políticas públicas de gestão e promoção da saúde
no município, de acordo com as diretrizes do Sistema Único de Saúde.
II. Gerir o Sistema Único de Saúde no ambito municipal.
III. Promover o acesso universal da população às ações e serviços de
Atenção e Vigilância em Saúde, observando os princípios estruturantes
do SUS.
IV. Estabelecer, em conjunto com a Câmara Municipal de Vereadores, a
agenda para a realização das audiências públicas previstas em lei.
V. Articular-se e participar dos órgãos de controle social.
VI. Articular-se com órgãos e entidades integrantes e complementares do
Sistema Único de Saúde, com vistas à melhor realização dos seus
objetivos.
VII. assessorar o Prefeito nos assuntos relativos à sua área de atuação.
VIII. Gerir o Fundo Municipal de Saúde.
IX. Promover o processo sistemático de planejar e normatizar a estrutura
da organização.
X. Trabalhar em parceria com as demais Secretarias.
XI. Avaliar e zelar pelos bens públicos municipais disponibilizados à
Secretaria Municipal de Saúde.
XII. Gerir a logística de suprimentos e o sistema de transporte oficial
disponibilizados à Secretaria Municipal de Saúde.
XIII. Zelar pela gestão documental institucional.
10
XIV. Implementar o Sistema de Protocolo oficial da Secretaria Municipal de
Saúde.
XV. Assinar documentos, legislações e normas de competência da Secretaria
Municipal de Saúde, em conjunto com o Prefeito ou com outros
Secretários, conforme a legislação.
XVI. Gerir o processo de programação e orçamentação anual da Secretaria
Municipal de Saúde e os Planos de Aplicação Financeira trimestrais e
anual.
XVII. Firmar acordos, contratos e convênios.
XVIII. Propor, aprovar e encaminhar melhorias da qualidade dos ambientes
de trabalho do servidor.

Art. 6º. Ao Secretário Municipal de Saúde ficam subordinados dois cargos de


Secretária (CC-DASU–3) e dois cargos de Oficial de Gabinete (CC–DASU–
4).

DO GABINETE DO SECRETÁRIO

Art. 7º. Ao Chefe de Gabinete compete:


I. Planejar, coordenar, orientar e supervisionar a execução das atividades
do Gabinete.
II. Preparar e organizar as agendas do Secretário e do Secretário Adjunto,
III. Receber correspondências e documentações remetidas à SMS.
IV. Redigir e enviar as correspondências e documentos oriund os do
Gabinete.
V. Desempenhar outras atribuições que lhe forem designadas pelo
Secretário.
VI. Manter contato e articular-se com as organizações da sociedade civil,
Câmara de Vereadores, Ministério Público e e instituições de interesse
público.

DA ASSESSORIA JURÍDICA

Art. 8º. A Assessoria Jurídica, composta por pelo menos um cargo de


Assessor Jurídico Sênior (CC–DASU-1), tem como finalidade assessorar
tecnicamente o Secretário Municipal de Saúde e a todos os setores da SMS
em matérias de natureza jurídica que envolva este órgão.

Art. 9º. Á Assessoria Jurídica compete:


11
I. assistir o Secretário, Diretores, Assessores e Gerentes:

− no encaminhamento de matérias e questões em geral que envolvam


aspectos jurídicos e legais;

− no exame e elaboração de minutas de atos legais, normativos e


administrativos vinculados às atividades finalísticas da Secretaria Municipal
de Saúde;

− na elaboração de resposta técnica a pleitos vinculados às atividades


finalísticas da Secretaria Municipal de Saúde;

− Colaborar na execução de minutas de editais, termos de contrato,


convênio, de ajuste e de protocolos em geral, a serem firmados pelo
Secretário;

− coordenar programas, atividades e trabalhos especiais de natureza jurídica


de incumbência do Secretário; e

− articular-se nos projetos desenvolvidos e coordenados pela Procuradoria


Geral do Município e da Secretaria Executiva de Assuntos Jurídicos.

DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

Art. 10º. A Assessoria de Comunicação, composta por pelo menos 01


cargo de Assessor de Comunicação Pleno (CC-DASU-2), tem como
finalidade assessorar tecnicamente o Secretário Municipal de Saúde e
todos os setores da SMS nos assuntos relativos à comunicação social,
inclusive na divulgação da informação e relações com a imprensa.

Art. 11º. Compete à Assessoria de Comunicação:


I. Coordenar a definição da política de comunicação social em saúde, em
consonância com as diretrizes estabelecidas pela Secretaria Executiva de
Comunicação.
II. Coordenar a elaboração dos planos de comunicação para as ações da
Secretaria Municipal da Saúde.
III. Zelar pela fidedignidade e eficiência na transmissão da informação.
IV. Coordenar o planejamento das ações estratégicas de divulgação das
ações, campanhas e programas desenvolvidos pela Secretaria Municipal
de Saúde.
V. Programar e coordenar a participação da Secretaria em simpósios,
seminários, congressos, feiras e outros eventos.
VI. Fomentar a rede de comunicação interna da Secretaria, buscando a
integração entre as áreas.
12
VII. Gerenciar o portal eletrônico da SMS na Internet, definindo padrões e
normas para a inserção de conteúdos, de acordo com aquelas
estabelecidas pela Secretaria Executiva de Comunicação.
VIII. Conduzir e supervisionar a elaboração, diagramação, produção e
distribuição de folhetos, folders, livretos, catálogos, banners ou
qualquer outro material gráfico de informação das atividades da
Secretaria Municipal de Saúde.

DA ASSESSORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Art. 12º. A Assessoria de Vigilância em Saúde, composta por 13 cargos de


Assessor de Vigilância em Saúde (FG-FG-Ass), tem como finalidade
assessorar tecnicamente o Secretário Municipal de Saúde e todos os
setores da SMS na coordenação e implementação das ações de saúde, em
especial em vigilância, em consonância com o Plano Municipal de Saúde,
pactuação intergestores e Código de Vigilância em Saúde do Município.

Art. 13º. À Assessoria de Vigilância em Saúde compete:


I. Assessorar na delegação de responsabilidades às Assessorias de
Vigilância em Saúde, Regionais e às Unidades Locais de Saúde,
resguardando como referencial as situações de vulnerabilidade de saúde
da população e a ordem crescente de complexidade no controle de
riscos e agravos.
II. Participar da formulação da política municipal de saúde e atuar no
controle de sua execução, inclusive nos seus aspectos econômicos e
financeiros e nas estratégias para sua aplicação, respeitando as decisões
emanadas das instâncias legais e a programação local e regional
estabelecida anualmente.
III. Promover a integração das ações de vigilância em saúde através de
ações interdisciplinares e descentralizadas, respeitadas suas ações
específicas, de acordo com o Código de Vigilância em Saúde do
Município.
IV. Propor estratégias e coordenar operações no controle de situações de
risco e situações eventuais que possam comprometer as condições de
saúde da população.
V. Responsabilizar-se pela manutenção, encaminhamento de informações e
ajustes de sistemas vinculados ao sistema nacional de informações do
Ministério da Saúde .
VI. Colaborar na coordenação de execução das ações de vigilância sanitária
e de vigilância epidemiológica, em concordância com a condição de
gestão do município.
VII. Colaborar na orientação sobre coleta de dados no campo de vigilância
em saúde, visando o desenvolvimento e confiabilidade do(s) sistema(s)
de informação em saúde.
13
VIII. Investigar, monitorar e analisar a notificação e investigação de
doenças de notificação compulsória, surtos e agravos inusitados, de
acordo com normatização pertinente, especialmente através do Sistema
Nacional de doenças de Notificação - SINAN.
IX. Promover, através das equipes de saúde locais e regionais, a busca
ativa de casos de notificação compulsória nas unidades de saúde,
laboratórios, domicílios, creches e instituições de ensino, entre outros
pertencentes ao seu território.
X. Monitorar e analisar as ações de vigilância epidemiológia desenvolvidas
e as relacionadas com os sistemas de informações vinculados: Sistema
de Informações de Mortalidade - SIM e Sistema de Informações sobre
Nascidos Vivos - SINASC.
XI. Acompanhar as ações de vigilância ambiental para fatores de risco à
saúde humana, incluindo o monitoramento de águas e de contaminantes
relevantes em saúde pública.
XII. Monitorar a qualidade da água para consumo humano, incluindo ações
de coleta e provimento dos exames físico-químico e bacteriológico de
amostras, em conformidade com a normatização e legislações vigentes.
XIII. Acompanhar a execução de ações vacinação, incluindo a vacinação
de rotina e estratégias especiais como campanhas e vacinações de
bloqueio, notificação e investigação de eventos adversos e óbitos
temporalmente associados à vacinação.
XIV. Implementar as ações de vigilância em saúde, de forma complementar à
atuação das Regionais e Unidades Locais de Saúde.
XV. Acompanhar o processo de planejamento das ações de vigilância em
saúde no âmbito do município, observando ênfase na promoção e
prevenção, sob enfoque dos principais problemas de saúde da
população, em coerência com o Plano Municipal de Saúde e com a
pactuação intergestores.
XVI. Participare acompanhar os procedimentos de programação e
orçamentação realizados junto às Regionais e às Unidades Locais de
Saúde.
XVII. Apoiar os procedimentos de coleta de dados, visando o
desenvolvimento e consolidação do(s) sistema(s) de informação em
saúde no que diz respeito à vigilância em saúde.
XVIII. Incentivar e acompanhar análises e estudos epidemiológicos,
sanitários e ambientais provenientes dos sistemas de informação
vinculados à vigilância em saúde.
XIX. Promover a atuação conjunta com os órgãos de defesa do consumidor,
serviços de saúde e entidades profissionais atuantes na área de
vigilância em saúde.
XX. Assessorar e apoiar tecnicamente os distritos sanitários e Unidades
Locais na solução de problemas específicos detectados e na implantação
de programas, projetos e ações relacionadas à vigilância em saúde.
14
XXI. Assessorar os demais setores da Secretaria Municipal de Saúde no
desenvolvimento de planos e projetos experimentais relacionados com a
vigilância em saúde.
XXII. Participar de grupos técnicos específicos para elaboração de
programas, projetos e ações de vigilância em saúde.
XXIII. Fomentar e apoiar sistematicamente, os Conselhos Locais de Saúde,
visando a potencialização do exercício do controle social.
XXIV. Participar das reuniões do Conselho Municipal de Saúde.
XXV. Realizar outras atividades correlatas de acordo com o modelo de
atenção vigente.

DA ASSESSORIA TÉCNICA

Art. 14º. A Assessoria Técnica composta por 04 cargos de Assessor


Técnico, tem como finalidade assessorar tecnicamente o Secretário
Municipal de Saúde e demais setores da SMS na definição e
implementação do modelo de atenção à saúde em consonância com as
diretrizes assistenciais estabelecidas na política municipal de saúde.

Art. 15º. À Assessoria Técnica compete:


I. Participar na definição e implementação do modelo de atenção à saúde
de acordo com as diretrizes assistenciais da política municipal de saúde,
propondo e coordenando estratégias para sua operacionalização.
II. Assessorar o secretario municipal de saúde e demais setores da SMS na
coordenação de ações e serviços advindos da atenção básica de saúde e
das ações programáticas estratégicas.
III. Propor e implantar estratégias e ações de atenção à saúde para grupos
prioritários da população, apontados no plano municipal de saúde e
planejamento estratégico.
IV. Participar da formulação da política municipal de saúde e atuar no
controle de sua execução, inclusive nos seus aspectos econômicos e
financeiros e nas estratégias para sua aplicação, respeitando as decisões
emanadas das instâncias legais e a programação local e regional
estabelecida anualmente.
V. Propor e implantar mecanismos operacionais de referência e contra-
referência dos usuários, aplicáveis à condição de gestão do município.
VI. Detectar necessidades de protocolos de atenção que visem a garantia do
acesso, da integralidade, da qualidade e da eqüidade nas ações de
saúde, propondo estudos pertinentes.
VII. Acompanhar o processo de planejamento das ações de saúde no âmbito
do município, observando ênfase na promoção, prevenção, recuperação
e reabilitação sob enfoque dos principais problemas de saúde da
15
população, em coerência com o plano municipal de saúde e com a
pactuação intergestores.
VIII. Atuar em conjunto com a assessoria de vigilância em saúde visando
o desenvolvimento de operações de interesse comum.
IX. Participar da elaboração da programação e orçamento das atividades,
em conjunto com as Unidades Locais e Distritos Sanitários.
X. Realizar outras atividades correlatas ao modelo de atenção vigente.

DA SECRETARIA ADJUNTA

Art. 16º. A Secretaria Adjunta é composta pelas seguintes Unidades:

§ Gerência de Controle Interno e Ouvidoria

§ Distritos Sanitários

Art. 17º. À Secretaria Adjunta compete:


I. Administrar as atividades desenvolvidas pelos Distritos sanitáriuos;
II. Administrar o Contrato de Gestão da Secretaria, apresentando os
resultados obtidos e propor projetos, planos, estratégias e metodologias
para a Secretaria da Receita.
III. Assistir diretamente o Secretário Municipal de Saúde no desempenho de
suas atribuições, realizando a integração política e administrativa dos
representantes das diversas áreas e níveis da Secretaria e substituindo-
o nos seus afastamentos.
IV. Planejar, implantar, executar e controlar as atividades relacionadas à
administração em geral, finanças, tecnologia, modernização e controle
interno e ouvidoria.
V. Acompanhar e apoiar as atividades relacionadas ao Controle Social,
encaminhando suas demandas aos setores competentes, com o objetivo
de assegurar resposta ao mesmo.
VI. Apoiar a Secretaria Executiva do Conselho Municipal de Saúde,
garantindo infraestrutura para seu adequado funcionamento.
VII. Receber, analisar e encaminhar as demandas dos cidadãos,
representações sociais e governamentais em geral.
VIII. Executar trabalhos específicos que lhe sejam destinados pelo
Secretário Municipal de Saúde e acompanhar o cumprimento de tarefas
especiais determinadas aos membros de sua equipe.
IX. Zelar, em conjunto com a Assessoria Jurídica, pela legalidade e
legitimidade dos atos da Secretaria Municipal de Saúde.
16
X. Representar a Secretaria Municipal de Saúde, por delegação do
Secretário.
XI. Realizar outras atividades correlatas.

GERÊNCIA DE CONTROLE INTERNO E OUVIDORIA

Art. 18º. À Gerência de Controle Interno e Ouvidoria, composta pelas


Divisões de Controle Interno e Ouvidoria, compete:
I. Receber e apurar denúncias, reclamações e sugestões sobre atos
praticados por servidores ou por pessoas físicas ou jurídicas que
exerçam funções relacionadas com a Secretaria Municipal de Saúde.
II. Realizar, com prévia autorização do Secretario Adjunto, diligências nas
unidades da Secretaria, sempre que necessário para o desenvolvimento
de suas atividades.
III. Manter sigilo sobre a fonte de denúncias e reclamações.
IV. Disponibilizar serviço de atendimento ao usuário, por meio de telefone
ou Internet, para receber denúncias ou reclamações sobre o Sistema
Municipal de Saúde.
V. Orientar aos órgãos competentes na realização de apurações das
denúncias que possam caracterizar, ao menos em tese, ato lesivo ao
patrimônio público, no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde,
mantendo atualizado arquivo de documentação relativa às reclamações,
denúncias e sugestões recebidas.
VI. apoiar tecnicamente a representação da Secretaria Municipal de Saúde
junto aos Sistemas Administrativos de Ouvidoria e Controle Interno.
VII. Realizar, promover e participar de seminários, pesquisas e cursos sobre
assuntos de interesse da ouvidoria e controle interno.
VIII. Planejar, coordenar e controlar o programa de fiscalização
financeira, contábil, de auditoria interna e avaliação de gestão da
Secretaria Municipal da Saúde.
IX. Assessorar o Secretário Municipal da Saúde:
− na avaliação do cumprimento das metas estabelecidas no Plano
Plurianual, programas de governo e orçamentos;
− na avaliação e comprovação da legalidade dos atos e orçamentos;
− na comprovação da legalidade e avaliação dos resultados, quanto à
eficácia e eficiência das gestões orçamentária, financeira, administrativa
e patrimonial, nos órgãos e nas entidades da administração pública,
bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito
privado;
− no exercício do controle das operações de crédito, avais e outras
garantias, bem como dos direitos e haveres do Poder Público; e
− no apoio ao controle externo no exercício de suas atribuições.
17
X. Colaborar com os gestores da SMS no desempenho de suas funções e
responsabilidades.
XI. Zelar pela qualidade e autonomia do sistema de controle interno.
XII. Realizar inspeções e auditorias das ações e serviços da SMS, verificando
a legalidade e eficiência.

Art. 19º. À Divisão de Controle Interno compete executar as ações de


controle dos atos administrativos e serviços da SMS, zelando pelo seu
registro adequado, cumprimento das exigencias legais e preservação do
bem público.

Art. 20º. À Divisão de Ouvidoria compete executar as ações necessárias


para a resposta adequada às solicitações registradas na ouvidoria
municipal e geração de relatórios periódicos de acompanhando dos
registros.

DOS DISTRITOS SANITÁRIOS

Art. 21º. Os Distritos Sanitários em número de cinco - Distrito Sanitário


Sul, Distrito Sanitário Leste, Distrito Sanitário Centro, Distrito Sanitário
Norte e Distrito Sanitário Continente – possuem base territorial e
epidemiológica regionalizadas e encontram-se vinculados e subordinados
técnico-administrativamente à Secretaria Municipal de Saúde.

Art. 22º. Cada Distrito Sanitário é composto pelo Diretor do Distrito


Sanitário, pelo Supervisor de Atenção Primária, pelo Supervisor de
Média/Alta Complexidade, pelo Assessor Regional de Vigilância em Saúde,
e pelo Assessor Administrativo/Logística.

Art. 23º. Cada Distrito Sanitário será composto por todas as unidades/
serviços de saúde municipais integrantes do seu território de abrangência,
com sua Rede de Saúde hierarquizada a partir dos Centros de Saúde,
porta de entrada preferencial do Sistema de Saúde de Florianópolis,
mantendo a integralidade e a coordenação do cuidado ao longo do ciclo de
vida das famílias.

Art. 24º. As Unidades e serviços de Saúde de Atenção Primária, Média e


Alta Complexidades ficam subordinados técnico-administrativo aos
Distritos Sanitários em que estão localizados, sendo a Gerência dos
distritos responsáveis pela execução das políticas da Secretaria Municipal
de Saúde, garantindo a Hierarquização, a Integralidade e a Gestão do
Cuidado da Atenção a Saúde na Rede de Saúde Municipal.

Art. 25º. As áreas da gestão da Secretaria Municipal de Saúde


responsáveis pela definição das Políticas Públicas Municipais, sob a
18
coordenação do Gestor Municipal, são: Diretoria de Planejamento,
Diretoria do Fundo Municipal de Saúde, Diretoria de Atenção Primária,
Diretoria de Média Complexidade, Diretoria de Alta Complexidade,
Regulação, Controle, Avaliação e Auditoria, Diretoria de Vigilância em
Saúde, Diretoria de Bem Estar Animal e Diretoria Centro de Controle de
Zoonoses;

Art. 26º. Cada Distrito Sanitário se norteará pelas orientações técnicas


definidas pelas Políticas de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde,
conforme abaixo:
I. As ações de Atenção Primária ficam vinculadas a Diretoria de Atenção
Primária em Saúde, incluindo as desenvolvidas nos Centros de Saúde;
II. Os serviços de Média Complexidade ficam vinculados a Diretoria de
Média Complexidade, dentre eles as Policlínicas, Centros de Atenção
Psico-Social, Centros de Especialidades Odontológicas e Unidades de
Pronto Atendimento;
III. Os serviços de Alta Complexidade ficam vinculados a Diretoria de Alta
Complexidade;

Art. 27º. Os Distritos Sanitários terão as seguintes atribuições e


funcionamento:
I. Avaliar, planejar e assessorar as ações de promoção, prevenção e/ou
dar seguimento às de recuperação e reabilitação da saúde para a
população de seu Distrito de abrangência;
II. Avaliar, assessorar e planejar em conjunto com as áreas técnicas da
Secretaria de Saúde a implantação da estratégia de atenção por ciclo de
vida, contribuindo com a consolidação de modelo de atenção integral a
saúde;
III. Avaliar, planejar em conjunto com o geo-processamento e assessorar a
execução da territorialização, dentro de sua área de abrangência em
consonância com a Diretoria de Atenção Primária em Saúde;
IV. Participar do planejamento, execução e avaliação das ações de
matriciamento das Equipes de Núcleos de Atenção a Saúde da Família –
NASF, dentro de seu território de abrangência, de acordo com as
diretrizes traçadas pelas áreas técnicas da Secretaria Municipal de
Saúde;
V. Identificar as necessidades de desenvolvimento profissional e, em
conjunto com as áreas técnicas da Secretaria Municipal de Saúde,
propor atividades de educação continuada e viabilizar sua execução,
visando o aperfeiçoamento profissional dos servidores da saúde, em
consonância com as políticas vigentes;
VI. Participar da construção de políticas e fluxos municipais para serviços de
Média e Alta Complexidade, viabilizando a execução destas nos
dispositivos que se encontrem em seu território;
19
VII. Participar, em consonância com as áreas técnicas da Secretaria de
Saúde, da formulação da Política Municipal de Saúde e do processo de
planejamento das ações de saúde no Distrito, conforme o perfil
epidemiológico local, em coerência com o Plano Municipal de Saúde;
VIII. Propor e realizar estudos sobre os resultados da estratégia de
atenção por ciclo de vida para a saúde de sua população de
abrangência, em conjunto com as áreas de planejamento e informação
da Secretaria Municipal de Saúde;
IX. Facilitar e articular o acesso à população à assistência farmacêutica, em
consonância com a Política Municipal de assistência farmacêutica e de
acordo com o perfil epidemiológico distrital;
X. Assessorar as áreas técnicas da Secretaria de Saúde na elaboração de
protocolos de atenção, de acordo com as Políticas Municipais de Saúde;
XI. Planejar, levantar e participar das necessidades em saúde relativas a
construção, ampliação e reforma de Unidades de Saúde, materiais e
insumos, de acordo com a Política Municipal de Saúde;
XII. Participar da análise e definição dos parâmetros e do perfil qualitativo e
quantitativo do quadro lotacional dos Centros de saúde e serviços de
Média e Alta Complexidade, com a coordenação da respectiva Diretoria
técnica, em consonância com as áreas de gestão e o setor de recursos
humanos;

Art. 28º. A coordenação da construção de Políticas e dos fluxos de Média


ou Alta complexidade que forem de referência municipal ou da Macro-
regional de Florianópolis, será feita pela Diretoria de Média Complexidade
ou Alta Complexidade em conjunto com as áreas técnicas e de gestão,
com a participação de todos os Distritos Sanitários, independente do
território em que os serviços estejam localizados. O Distrito Sanitário e a
Coordenação das Unidades envolvidas ficarão responsáveis pela execução
do que for pactuado.

Art. 29º. Em caso de necessidade de deslocamento ou substituição de


Recursos Humanos entre os serviços de saúde dos Distritos, a Diretoria
técnica responsável coordenará em conjunto com o setor de Recursos
Humanos e com as coordenações de Distritos, a execução das ações,
priorizando as necessidades do Município.
I. Quando solicitado pelas áreas técnicas e de gestão, designar técnicos
para compor comissão de estudo de padrões e especificação de insumos
e materiais necessários ao desempenho das ações das unidades de
saúde;
II. Fomentar a implantação e apoiar, sistematicamente, os Conselhos
Locais de Saúde, visando a potencialização do exercício do controle
social;

Art. 30º. São obrigações dos Distritos Sanitários:


20
I. Organizar e facilitar o acesso universal à assistência em saúde,
zelando pelos princípios de equidade, hierarquização, integralidade e
pela vigilância em saúde, em todos os níveis de atenção e ao longo do
ciclo de vida;
II. Executar a atenção em saúde da população de sua região, coordenando
e supervisionando as equipes locais de saúde;
III. Implementar o modelo de atenção em saúde, de acordo com as
diretrizes assistenciais definidas pela política municipal de saúde,
propondo e coordenando estratégias para sua operacionalização em sua
região;
IV. Executar a Política Municipal de Atenção e Vigilância a Saúde no âmbito
Distrital e das Unidades Locais de Saúde vinculadas, de acordo com as
diretrizes traçadas pelas áreas técnicas da Secretaria Municipal de
Saúde;
V. Cumprir a Política Municipal de Atenção a Saúde, definida pela Portaria
Municipal SS/GAB/nº283/2007, organizando a Atenção Primária como
eixo norteador da Atenção a Saúde no município de Florianópolis;
VI. Fazer cumprir os Termos de Compromisso de Gestão e o Plano de
Metas, de acordo com as diretrizes definidas pela Secretaria Municipal
de Saúde;
VII. Executar as ações de promoção, prevenção e/ou dar seguimento às de
recuperação e reabilitação da saúde para a população de seu Distrito de
abrangência;
VIII. Executar estratégias de atuação loco - regional, através de dados,
indicadores e metas, em conjunto com as áreas afins da Secretaria
Municipal de Saúde;
IX. Coordenar a execução do cumprimento dos protocolos de acesso da
população de sua região aos serviços de apoio diagnóstico, terapia,
assistência ambulatorial e hospitalar nos diferentes níveis de
complexidade, de acordo com a Política Nacional de Regulação, em
conformidade com áreas afins da Secretaria de Saúde;
X. Avaliar a necessidade e solicitar substituição de recursos humanos, de
acordo com o quantitativo pré-definido com a respectiva Diretoria e área
técnica responsável;
XI. Administrar os Recursos Humanos pertinentes aos setores sob sua
coordenação para o melhor desempenho das atividades, seguindo as
Políticas Públicas de Saúde e obedecendo as normas da área de
Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Saúde;
XII. Monitorar situações de risco epidemiológico a fim de que possam ser
definidas ações em tempo hábil de impedir surtos ou calamidades, em
conjunto com a Diretoria de Vigilância em Saúde;
XIII. Realizar reuniões mensais com o colegiado de Coordenadores de
Unidades de Saúde;
XIV. Outras obrigações determinadas pelo Secretario Municipal de Saúde.
21

Art. 31º. Unidade Local de Saúde é o estabelecimento de saúde onde se


realizam as ações de atenção primária, de forma programada ou não,
incluindo as especialidades básicas, assistência odontológica e a integração
com os demais serviços e níveis de atenção à saúde.

Art. 32º. À Coordenadoria das Unidades Locais de Saúde compete:


I. Coordenar a equipe local de saúde.
II. Assessorar a Coordenação Regional de Saúde, nas atividades de sua
competência, em sua área de abrangência.
III. Responsabilizar-se pela execução da atenção e da vigilância em saúde
da população de sua área de abrangência, coordenando e
supervisionando a(s) equipe(s) local (ais) de saúde.
IV. Implementar o modelo de atenção, de acordo com as diretrizes
assistenciais definidas pela política municipal de saúde, propondo e
coordenando estratégias para sua operacionalização na Unidade Local de
Saúde.
V. Viabilizar estratégias de gestão que garantam a execução da política
municipal de saúde no âmbito da Unidade Local de Saúde.
VI. Propor e desenvolver projetos experimentais de atenção à saúde
relacionados com os problemas priorizados em sua área de abrangência.
em conjunto com sua equipe e anuência da Regional de Saúde.
VII. Viabilizar anualmente, em conjunto com a Assessoria de Planejamento,
os procedimentos de planejamento, programação e orçamentação das
ações de saúde para sua área de abrangência, observando ênfase na
promoção, prevenção, recuperação e reabilitação, sob enfoque dos
principais problemas de saúde locais.
VIII. Disponibilizar anualmente, em conjunto com a Regional de Saúde e
a Diretoira de Planejamento, os procedimentos de planejamento,
programação e orçamentação das ações de saúde para sua área de
abrangência, observando ênfase na promoção, prevenção, recuperação
e reabilitação, sob enfoque dos principais problemas de saúde locais.
IX. Colaborar com a Regional de Saúde no monitoramento da qualidade dos
dados e na análise das informações geradas no âmbito local, visando
procedimentos sistemáticos de avaliação de políticas, ações e meios e a
difusão fidedigna da informação.
X. Emitir, à Regional de Saúde, os relatórios de necessidades sobre
quantitativo e perfil de pessoal, sobre educação permanente e processos
assemelhados.
XI. Realizar reuniões mensais com a equipe local de saúde, utilizando
orientações para planejamento, avaliação de resultados no âmbito local.
22
XII. Solicitar apoio técnico à Coordenação Regional, sempre que detectada
a necessidade para desenvolvimento das ações de atenção e vigilância
em saúde.
XIII. Identificar os problema do acesso da população de sua área de
abrangência aos recursos de apoio diagnóstico, apoio terapêutico,
assistência ambulatorial e hospitalar nos diferentes níveis de
complexidade, promovendo a resolubilidade, integralidade e eqüidade
nas ações de saúde e encaminhar aos setores competentes.
XIV. Acompanhar as ações desenvolvidas pelos agentes comunitários de
saúde, agentes da dengue e outros que vierem a atuar na área de
abrangência da Unidade Local de Saúde.
XV. Agilizar o acesso da população à assistência farmacêutica, em
conformidade com o perfil epidemiológico regional e com a política
municipal de medicamentos.
XVI. Monitorar os serviços da Unidade Local de Saúde com os serviços de
apoio diagnóstico, se disponíveis em sua unidade ou região, e coordenar
as atividades de marcação de consultas e exames especializados em sua
Unidade encaminhando avaliação a Regional de Saúde.
XVII. Articular os serviços da Unidade Local de Saúde com a equipe de
referência em saúde mental de sua região e os Centros de Apoio
Psicosocial.
XVIII. Apoiar e organizar a realização de estágios curriculares dos cursos
de ciências da saúde e correlatos, aprovados pelo Departamento de
Saúde Pública, com a anuência da Regional de Saúde.
XIX. Apoiar e colaborar para a realização de pesquisas/investigações
autorizadas pela Secretaria Municipal de Saúde/ Departamento de
Saúde Pública.
XX. Gerir a Unidade Local de Saúde, zelando pelo provimento de suporte
técnico e de insumos, pelo controle de infecções, pelo adequado
desempenho da(s) equipe(s) de saúde e pela solução de problemas
específicos detectados.
XXI. Apoiar a participação da sociedade organizada no processo de
planejamento e gestão dos serviços, assessorando na solução de
demandas do controle social.
XXII. Fomentar e apoiar sistematicamente, os Conselhos Locais de Saúde,
visando a potencialização do exercício do controle social.
XXIII. Participar das reuniões do Conselho Local de Saúde. prévia
autorização da regional de saúde.
XXIV. Participar de reuniões convocadas pelas chefias e de grupos
específicos de trabalho, sempre que solicitado.
XXV. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 33º. À Coordenadoria dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPSs)


compete:
23
I. Coordenar a equipe local de saúde.
II. Assessorar a Coordenação Regional de Saúde, nas atividades de sua
competência, em sua área de abrangência.
III. Implementar o modelo de atenção, de acordo com as diretrizes
assistenciais definidas pela política municipal de saúde, propondo e
coordenando estratégias para sua operacionalização na Unidade de
Saúde.
IV. Colaborar com a Regional de Saúde no monitoramento da qualidade dos
dados e na análise das informações geradas no âmbito local, visando
procedimentos sistemáticos de avaliação de políticas, ações e meios e a
difusão fidedigna da informação.
V. Emitir, à Regional de Saúde, os relatórios de necessidades sobre
quantitativo e perfil de pessoal, sobre educação permanente e processos
assemelhados.
VI. Realizar reuniões mensais com a equipe local de saúde, utilizando
orientações para planejamento, avaliação de resultados no âmbito local.
VII. Articular os serviços do Centro de Apoio Psicosocial com as equipes das
Unidades Locais de Saúde.
VIII. Gerir a Unidade de Saúde, zelando pelo provimento de suporte
técnico e de insumos, pelo controle de infecções, pelo adequado
desempenho da(s) equipe(s) de saúde e pela solução de problemas
específicos detectados.
IX. Participar de reuniões convocadas pelas chefias e de grupos específicos
de trabalho, sempre que solicitado.
X. Realizar outras atividades correlatas.

DA DIRETORIA DAS POLICLÍNICAS MUNICIPAIS

Art. 34º. À Diretoria da Policlínica Municipal compete:


I. Programar, coordenar e controlar as atividades administrativas e
técnicas realizadas na Policlínica Municipal.
II. Promover a atuação da Policlínica Municipal como referência regional em
consultas e exames especializados.
III. Promover a contrarreferência às Unidades Locais de Saúde do município.
IV. Realizar outras atividades correlatas.

DA DIRETORIA DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO

Art. 35º. Às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) compete:


24
I. Atuar como estruturas de complexidade intermediária entre as
Unidades Básicas de Saúde e as portas de urgência hospitalares.
II. Prestar atendimento resolutivo aos pacientes acometidos por quadros
agudos ou crônicos agudizados.
III. Prestar atendimento médico hospitalar e odontológico, de urgência e
emergência, 24 horas/dia.
IV. Promover transporte adequado para a rede hospitalar.
V. Realizar outras atividades correlatas.

DA DIRETORIA DO FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E LOGÍSTICA

Art. 36º. A Diretoria do Fundo Municipal de Saúde e Logística é composta


pelas seguintes Gerências:
Gerência de Apoio Logístico e Abastecimento
Gerência de Programação e Execução Orçamentária
Gerência de Recursos humanos
Gerência Financeira e Contábil
Gerência de Obras
Gerência de Tecnologia e Informação

Art. 37º. À Diretoria do Fundo Municipal de Saúde e Logística compete:


I. Gerenciar o Fundo Municipal de Saúde de acordo com os preceitos legais
e princípios da Administração Pública.
II. Controlar o repasse de recursos financeiors oriundos do Ministério da
Saúde e Secretaria de Estado da Saúde.
III. Promover a elevação de recursos financeiros obtidos junto ao Ministério
da Saúde e Secretaria de Estado da Saúde.
IV. Supervisionar o controle e conservação dos bens públicos sob guarda da
SMS.
V. Elaborar e gerenciar suporte logístico de suprimentos e a frota oficial da
SMS.
VI. Gerenciar o arquivamento e publicação de documentos oficiais, Leis e
Atos do Governo.
VII. Gerir o sistema oficial de protocolo.
VIII. Administrar os serviços de infra-estrutura de copa, portaria, limpeza
e vigilância.
25
IX. Executar a política relativa à gestão de recursos materiais e
patrimônio, estabelecendo normas para os demais setores e unidades da
Secretaria Municipal de Saúde, com apoio da Assessoria de
Planejamento.
X. Gerir o uso e movimentação de materiais, insumos e bens móveis das
unidades da Secretaria Municipal de Saúde, observadas as diretrizes
emanadas pelas Unidades Locais e pelos Distritos Sanitários.
XI. Elaborar normas e controlar a logística de suprimento da Secretaria
Municipal de Saúde.
XII. Gerenciar recebimento de materiais de consumo e permanente,
providenciando sua classificação e a codificação.
XIII. Coordenar a elaboração da programação física e financeira do Plano
Municipal de Saúde, utilizando o planejamento estratégico da Secretaria
Municipal de Saúde.
XIV. Estudar e analisar os programas e atividades anuais e plurianuais
apresentadas pelas diversas unidades e setores da Secretaria Municipal
de Saúde, visando incorporação às propostas orçamentárias gerais, de
acordo com as instruções normativas pertinentes.
XV. Coordenar a elaboração dos planos anuais e plurianuais de
investimentos, bem como o orçamento anual e os créditos adicionais
necessários ao desempenho da Secretaria Municipal de Saúde.
XVI. Controlar e avaliar a execução dos programas e projetos orçamentários.
XVII. Integrar, executar, controlar e avaliar as atividades de Tecnologia e
Modernização, Gestão Administrativa e Financeira, Controle Interno e
Ouvidoria da Secretaria de Receita.
XVIII. Representar a Secretaria Municipal de Saúde junto aos Sistemas
Administrativos de Gestão de Tecnologia e Informação, Administração
Financeira, Controle Interno, Gestão de Materiais e Serviços, Gestão
Organizacional, Gestão de Pessoas, Informações Estatísticas,
Planejamento e Orçamento, Serviços Jurídicos, Gestão Patrimonial,
Gestão Documental e Publicação Oficial e Ouvidoria, com o apoio das
gerências executivas
XIX. Realizar outras atividades correlatas.

DA GERÊNCIA FINANCEIRA E CONTÁBIL

Art. 38º. A Gerência Financeira e Contábil é composta pelos seguintes


departamentos e divisões:
Divisão de Prestação de Contas
Departamento de Programação Financeira
Departamento de Contabilidade do FMS
26
Departamento de Faturamento e Centro de Custos

Art. 39º. Compete à Gerência e Financeira Contábil:


I. Supervisionar, coordenar e avaliar a execução das atividades relativas à
execução da despesa.
II. Realizar anualmente o inventário contábil dos bens patrimoniais da
Secretaria.
III. Manter atualizados os controles relacionados à movimentação
patrimonial da Secretaria.
IV. Disponibilizar os recursos dos adiantamentos bancários e diretos da
Secretaria, quando for o caso.
V. Cuidar dos adiantamentos diretos e das prestações de contas da
Secretaria.
VI. Organizar e divulgar informações sobre normas, rotinas e manuais de
procedimentos da área de execução orçamentária e financeira da
Secretaria.
VII. Orientar, coordenar e avaliar as ações de mapeamento e racionalização
de processos de trabalho de Execução Orçamentária e Financeira.
VIII. Manter atualizadas as informações gerenciais relacionadas à sua
área de atuação.
IX. Processar os atos e fatos de natureza econômica, financeira e gerencial
do Fundo Municipal de Saúde.
X. Elaborar o fluxo de caixa, projetando o cronograma anual das receitas e
desembolsos, seu acompanhamento e reprogramação mensal.
XI. Acompanhar a execução orçamentária do Fundo Municipal de Saúde.
XII. Responsabilizar-se pela manutenção e encaminhamento do banco de
dados referente ao SIOPS na Secretaria Municipal de Saúde,
articulando-se ao banco central de dados.
XIII. Gerenciar todos os recursos financeiros disponibilizados pelo Fundo
Municipal de Saúde e acompanhar a rentabilidade no mercado
financeiro.
XIV. Assessorar a elaboração do orçamento anual do Fundo Municipal de
Saúde.
XV. Planejar e controlar as políticas de gestão de pessoas e do trabalho,
estabelecendo normas para os setores e unidades da Secretaria
Municipal de Saúde.
XVI. Prestar orientação, acompanhar e encaminhar procedimentos dos
servidores em benefício previdenciário.
XVII. Realizar vistoria no ambiente de trabalho e acompanhamento das
tarefas desenvolvidas pelo servidor reabilitado.
XVIII. Encaminhar ao setor competente na Secretaria Municipal de
Administração as avaliações e pedidos de alta médica definitiva do
27
servidor com o objetivo de readaptá-lo em função compatível com
suas limitações, se indicado.
XIX. Definir, em conjunto com os setores finalísticos, o perfil necessário para
compor o quadro lotacional geral e específicos por setores e unidades de
saúde.
XX. Criar e manter o Banco de Talentos, em concordância com as
estratégias, demandas e objetivos da política municipal de saúde.
XXI. Gerir e acompanhar os programas, projetos e atividades relacionadas ao
processo de inclusão de novos servidores na Secretaria Municipal de
Saúde.
XXII. Estabelecer diretrizes, acompanhar e avaliar procedimentos e
instrumentos referentes à avaliação de desempenho dos trabalhadores
da Secretaria Municipal de Saúde.
XXIII. Colaborar no estudo e estabelecimento das normas para o
afastamento de pessoas para realização de cursos, congressos,
seminários, conferências e similares.
XXIV. Participar da articulação das atividades regionais de Educação
Permanente.
XXV. Participar de reuniões colegiadas através de representação sempre
que convocado, colaborando para a solução de problemas pertinentes à
sua área.
XXVI. Manter organizado e seguro o arquivo de documentos contábeis e
financeiros do Fundo Municipal de Saúde.
XXVII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 40º. À Divisão de Prestação de Contas compete:


I. Efetuar o pagamento, controle e gerenciamento de diárias.
II. Efetuar a prestação de contas referentes aos pagamentos realizados
pelo FMS aos diversos órgãos de controle, de acordo com as
determinações do Gerente Administrativo e Financeiro.
III. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 41º. Ao Departamento de Programação Financeira compete:


I. Processar os atos e fatos de natureza econômica, financeira e gerencial
do Fundo Municipal de Saúde.
II. Elaborar o fluxo de caixa, projetando o cronograma anual das receitas e
desembolsos, seu acompanhamento e reprogramação mensal.
III. Acompanhar a execução orçamentária do Fundo Municipal de Saúde.
IV. Permitir o conhecimento da composição patrimonial do Fundo Municipal
de Saúde para análise qualitativa e quantitativa.
V. Demonstrar e permitir a interpretação dos resultados econômicos e
financeiros da gestão do Fundo Municipal de Saúde.
28
VI. Disponibilizar aos órgãos de controle e fiscalização as informações do
Fundo Municipal de Saúde, através de suas demonstrações contábeis e
financeiras.

Art. 42º. Ao Departamento de Contabilidade do FMS compete:


I. Permitir o conhecimento da composição patrimonial do FMS para analise
qualitativa e quantitativa.
II. Elaborar as demonstrações contábeis e financeiras, com informações da
situação financeira e econômica do FMS e o cumprimento das metas
previstas.
III. Demonstrar e permitir a interpretação dos resultados econômicos e
financeiros do FMS.
IV. Disponibilizar aos órgãos de controle e fiscalização as informações do
Fundo Municipal de Saúde, através de suas demonstrações contábeis e
financeiras.
V. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 43º. Ao Departamento de Faturamento e Centro de Custos compete:


I. Implantar o Centro de Custos para todos os setores e unidades da SMS.
II. Permitir o conhecimento dos custos dos serviços mantidos pela
entidade, a fim de orientar decisões na fixação de preços e correções de
desvios detectados.
III. Manter atualizadas mensalmente as planilhas com indicadores dos
custos de todos os setores e unidades da SMS.
IV. Acompanhar e controlar os pagamentos efetuados com recursos
disponibilizados pelo Fundo Municipal de Saúde.
V. Promover, em conjunto com a Diretoria do Fundo Municipal de Saúde e
Logística, o acompanhamento do gerenciamento do Fundo Municipal de
Saúde, observando a perfeita legalidade dos atos e a eficaz utilização
dos recursos.
VI. Buscar, em conjunto com a Diretoria do Fundo Municipal de Saúde e
Logística, recursos financeiros disponibilizados pelo Ministério da Saúde
para investimento e manutenção das ações e serviços de saúde.

Art. 44º. A Gerência de Apoio Logístico e Abastecimento é composta pelos


seguintes Departamentos:
Departamento de Compras e Abastecimento
Departamento de Controle e Armazenagem
Departamento de Logística e Transporte
Departamento de Controle Patrimonial e Serviços Gerais
29
Art. 45º. À Gerência de Apoio Logístico e Abastecimento compete:
I. Prestar serviços de apoio logístico aos setores da Secretaria Municipal de
Saúde nos três níveis de atuação.
II. Planejar e realizar as entregas de materiais, observando Normas de
manuseio, embalagem e armazenamento, definidas pela Divisão de
Material e Patrimônio.
III. Implementar rotinas administrativas de manutenção preventiva da frota
bem como a manutenção da regularidade dos documentos de
licenciamento dos veículos oficiais.
IV. Providenciar medidas necessárias no caso de acidente e abalroamento
que envolva veículos oficiais e registrar as ocorrências e avarias.
V. Controlar o número de deslocamentos, viagens, itinerários,
quilometragem e desempenho dos veículos sob sua responsabilidade,
providenciando relatório de custos por veículo e por unidade solicitante.
VI. Executar a política relativa à gestão de recursos materiais e patrimônio,
estabelecendo normas para os demais setores e unidades da Secretaria
Municipal de Saúde.
VII. Gerir o uso e movimentação de materiais, insumos e bens móveis das
unidades da Secretaria Municipal de Saúde, observadas as diretrizes
emanadas pelas Unidades Locais e pelos Distritos Sanitários.
VIII. Elaborar normas e controlar a logística de suprimento da Secretaria
Municipal de Saúde
IX. Gerir os sistemas informatizados de controle de estoques de materiais e
equipamentos.
X. Contribuir na elaboração de projetos para construção e/ou reformas de
Unidades da rede municipal de saúde.
XI. Acompanhar, controlar e fiscalizar a execução de obras tanto de
reformas quanto novas edificações, buscando compatibilidade com os
projetos aprovados.
XII. Promover os processos de compras diretas da SMS.
XIII. Acompanhar a tramitação dos processos de compras junto à
Secretaria da Administração.
XIV. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 46º. Ao Departamento de Compras e Abastecimento compete:


I. Executar a política relativa à aquisição de bens e serviços através da
compra direta, sempre que necessário em observância à Lei 8.666/83.
II. Receber e encaminhar documentos referentes aos processos licitatórios
da SMS junto à Secretaria da Administração e outros órg]ãos afins.
III. Acompanhar sistematicamente a tramitação de processos licitatórios
junto à Secretaria da Administração, elaborando realtórios e planilhas
gere nciais.
30
IV. Gerir os sistemas informatizados de controle de estoques de materiais
e equipamentos.
V. Zelar pela organização física, sinalização do ambiente e procedimentos
de estocagem e descarte de itens, observando prazos de armazenagem
dos produtos, segundo as Normas de Manuseio, Embalagem e
Armazenamento e Legislações vigentes.
VI. Elaborar programação, definir datas de ressuprimento e controlar
estoque.
VII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 47º. Ao Departamento de Controle Patrimonial e Serviços Gerais


compete:
I. Executar a política relativa à gestão de recursos materiais e patrimônio,
estabelecendo normas para os demais setores e unidades da Secretaria
Municipal de Saúde.
II. Instruir processo administrativo para promover alterações patrimoniais.
III. Participar das “comissões de acompanhamento e controle” físico do
patrimônio mobiliário operantes nas unidades da Secretaria Municipal de
Saúde.
IV. Gerir o uso e movimentação de materiais, insumos e bens móveis das
unidades da Secretaria Municipal de Saúde, observadas as diretrizes
emanadas pelas Unidades Locais e pelos Distritos Sanitários.
V. Gerenciar recebimento de materiais de consumo e permanente,
providenciando sua classificação e a codificação.
VI. Gerenciar recebimento de materiais de consumo e permanente,
conferindo de acordo com suas especificações e características
constantes na Autorização de Fornecimento e na Nota Fiscal.
VII. Efetuar o registro, controle, avaliação e conservação dos bens públicos
municipais disponibilizados para a SMS.
VIII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 48º. Ao Departamento de Logística e Transporte compete:


I. Administrar os serviços de infra-estrutura de copa, portaria, limpeza e
vigilância.
II. Prestar serviços de apoio logístico aos setores da Secretaria Municipal de
Saúde nos três níveis de atuação.
III. Gerir fluxo de documentos destinados ou recebidos pela Secretaria
Municipal de Saúde.
IV. Controlar o fluxo de veículos e manutenção da frota da Secretaria
Municipal de Saúde.
31
V. Coordenar as atividades da Central de Veículos, otimizando tempo e
custo e elaborando escala de atendimentos aos setores e unidades
solicitantes.
VI. Implementar rotinas administrativas de manutenção preventiva da frota
bem como a manutenção da regularidade dos documentos de
licenciamento dos veículos oficiais.
VII. Receber e encaminhar as Notificações de Infração de Trânsito relativas à
frota ao Chefe do Departamento Administrativo e Financeiro.
VIII. Supervisionar e controlar em pátios próprios, a guarda de veículos
oficiais locados e cedidos.
IX. Providenciar medidas necessárias no caso de acidente e abalroamento
que envolva veículos oficiais e registrar as ocorrências e avarias.
X. Receber e supervisionar relatórios diários referentes à movimentação de
veículos oficiais no atendimento às demandas da Secretaria Municipal de
Saúde.
XI. Providenciar a substituição de veículos que apresentem problemas
mecânicos ou outros, após verificação da necessidade, desde que haja
disponibilidade.
XII. Recepcionar os veículos oficiais, vistoriando as condições físicas ao final
do expediente, inclusive
XIII. Manter controle das carteiras de habilitação dos motoristas de
veículos, de acordo com legislação vigente.

Art. 49º. Ao Departamento de Controle e Armazenagem compete:


I. Gerir o sistema de movimentação de materiais, insumos e bens móveis
da Secretaria Municipal de Saúde.
II. Gerenciar recebimento de materiais de consumo e permanente,
providenciando sua classificação e a codificação.
III. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 50º. À Gerência de Programação e Execução Orçamentária compete:


I. Propor as diretrizes, coordenar e acompanhar a programação e
orçamentação anual da Secretaria Municipal de Saúde.
II. Manter informações precisas e atualizadas, visando agilidade na
disponibilização para eventuais consultas e auditorias externas do SUS.
III. Coordenar a elaboração da programação física e financeira do Plano
Municipal de Saúde.
IV. Estudar e analisar os programas e atividades anuais e plurianuais
apresentadas pelas diversas unidades e setores da Secretaria Municipal
de Saúde, visando incorporação às propostas orçamentárias gerais, de
acordo com as instruções normativas pertinentes.
32
V. Coordenar a elaboração dos planos anuais e plurianuais de
investimentos, bem como o orçamento anual e os créditos adicionais
necessários ao desempenho da Secretaria Municipal de Saúde.
VI. Controlar e avaliar a execução dos programas e projetos orçamentários.
VII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 51º. À Divisão de Programação e Execução Orçamentária compete:


I. Elaborar a programação orçamentária anual da SMS.
II. Elaborar a programação física e financeira do Plano Municipal de saúde.
III. Articular-se com os diversos setores da SMS para elaboração dos
projetos e atividades necessários ao orçamento anual.
IV. Acompanhar a execução das diposições da Lei Orçamentária Anual e Lei
das Diretrizes Orçamentárias no âmbito da SMS e da Prefeitura.
V. Analisar e providenciar os bloqueios orçamentários necessários a todos
os processo de compras da SMS.
VI. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 52º. A Gerência de Recursos Humanos é formada pelas seguintes


unidades:

§ Departamento de Administração de Pessoal:

§ Divisão de Folha de Pagamento

§ Divisão de Movimentação de Pessoal

§ Departamento de Integração do Ensino e Serviço em Saúde

§ Departamento de Formação e Qualificação Profissional

Art. 53º. À Gerência de Recursos Humanos compete:


I. Executar as políticas relativas à gestão de pessoas, estabelecendo
normas para os setores e unidades da Secretaria Municipal de Saúde.
II. Acompanhar e executar processos referentes à folha de pagamento dos
servidores lotados na Secretaria Municipal de Saúde.
III. Elaborar e avaliar periodicamente as normas pertinentes a servidores
ativos da Secretaria Municipal de Saúde, em consonância com a
Secretaria Municipal de Administração e demais Instituições
participantes do SUS.
IV. Operacionalizar os processos de admissão, provimento, movimentação,
ampliação, redução e transferências, planejados em conjunto com o
Departamento de Saúde Pública e com a Assessoria de Desenvolvimento
Institucional.
33
V. Orientar os servidores sobre seus direitos e deveres, em consonância
com as normas oriundas da Secretaria Municipal de Administração e
demais instituições participantes do SUS.
VI. Gerir sistemas informatizados relativos a servidores lotados na
Secretaria Municipal de Saúde.
VII. Estabelecer diretrizes, orientar e acompanhar as atividades de
admissão, movimentação, alteração, ampliação, redução e transferência
de cargos e funções.
VIII. Implementar e acompanhar a base de dados com perfis funcionais
dos servidores, atualizando-a anualmente.
IX. Estabelecer as normas de afastamento para realização de cursos,
congressos, seminários, conferências e similares.

Art. 54º. À Divisão de Folha de Pagamento compete realizar todas as


atividades referentes a:
− Licenças: prêmio, sem vencimentos, acompanhamento, tratamento de
saúde, participação em curso de pós-graduação, maternidade,
amamentação, paternidade, e outras licenças.
− Férias
− Insalubridade
− Encaminhamento para INSS
− Readaptação de função
− Vale-transporte
− Auxílio combustível
− Unimed
− Gratificação de chefia
− Gratificação de responsabilidade técnica
− Declarações em geral
− Ampliação de jornada
− Plano de saúde
− Alimentação do SIGRH
− Laboração da folha de pagamento do PSF
− Elaboração do relatório do auxílio combustível
− Elaboração da folha de pagamento dos estagiários
− Revisóes de pagamento
− Controle das horas extraordinárias
− Gfip – inss e fgts
− Comparações mensais do gasto com folha de pagamento
− Projetos de lei
− Impacto financeiro
− Adicional noturno
− Quadro de produtividade da vigilância
34
− Auxílo alimentação ou lanche de servidores de outras esferas
− Intereface com a sadm
− Conferência da folha de pagamento
− Prévia da folha de pagamento para financeiro

Art. 55º. Divisão de Movimentação de Pessoal compete realizar todas as


atividades referntes a:
− Admissão e exoneraçãode servidores efetivos e temporários
− Admissão e exoneração de estagiários
− Admissão e exoneração de empregados públicos
− Estágio probatório
− Cedências: estado e ms
− Inclusões e excluões do psf
− Cadastramento
− Concursos públicos
− Processos seletivos
− Renovação de contratos
− Alimentar SIGRH
− Interface com a SADM
− Estágio probatório
− Avaliação dos empregados públicos
− Ponto eletrônico
− Atualização do joaquina e sigrh
− Verificação dos raf´s
− Controle de frequência
− Controle dos servidores com afastamento superior a trinta dias
− Relatório de movimentação
− Organização e manutenção das fichas de frequência

Art. 56º. Ao Departamento de Formação e Qualificação Profissional


compete:
I. Planejar, elaborar estudos, pesquisas e projetos, propor, coordenar,
supervisionar e executar a política de educação permanente no âmbito
da Secretaria Municipal de Saúde, em consonância com a política
municipal de saúde.
II. Participar de estudos e pesquisas visando o desenvolvimento
institucional nos aspectos pertinentes à gestão de pessoas.
III. Formular propostas e estratégias para a política municipal de educação
permanente, visando o constante aprimoramento do processo,
35
observadas as necessidades e prioridades estabelecidas pela política
municipal de saúde.
IV. Criar e manter o Banco de Talentos, em concordância com as
estratégias, demandas e objetivos da política municipal de saúde.

Art. 57º. Ao Departamento de Integração do Ensino e Serviço em Saúde


compete:
I. Estabelecer diretrizes, acompanhar e avaliar procedimentos e
instrumentos referentes à avaliação de desempenho dos trabalhadores
da Secretaria Municipal de Saúde.
II. Articular e participar das relações interinstitucionais e intrainstitucionais
de integração ensino-serviços.
III. Participar da articulação de trabalho do Pólo de Educação Permanente.
IV. Participar de reuniões colegiadas, através de representação, sempre que
convocado, colaborando para a solução de problemas pertinentes á sua
área.
V. Promover a integração ensino, pesquisa e extensão, serviço e
comunidade, favorecendo a ampliação da atenção à saúde de qualidade
e propiciando a formação dos profissionais da saúde voltada para os
princípios dos SUS.
VI. Colaborar na formação e capacitação de profissionais no âmbito da
saúde, através de programas articulados entre a SMS e Instituições de
Nível Superior.

Art. 58º. À Gerência de Tecnologia e Modernização, composta pela


Divisão de Inclusão Digital e Integração ao Governo Eletrônico, compete:
I. Implementar as políticas de modernização administrativa, de
documentação, de informação e de informática da Secretaria Municipal
de Saúde em consonância com as orientações, normas e diretrizes
baixadas pelo Secretário Municipal de Saúde.
II. Normalizar e compatibilizar as ações de modernização, informação e
informática da Secretaria.
III. Apoiar e prestar consultoria técnica e normativa às unidades da
Secretaria, na definição e implementação de programas, projetos e
atividades de racionalização administrativa, qualidade e produtividade,
comunicação e segurança de dados, desregulamentação, adequação e
desenvolvimento institucional e de processamento de dados.
IV. Coordenar, estimular e promover a realização de estudos e pesquisas,
visando ao desenvolvimento e à absorção de novas tecnologias e de
instrumentos de modernização administrativa, especialmente nas áreas
36
de informática, informação, desenvolvimento institucional, métodos e
procedimentos.
V. Estabelecer as diretrizes para as aquisições de equipamentos de
informática, de software e de novas tecnologias, bem como fazer as
especificações técnicas para as aquisições e aprovar tecnicamente os
processos pertinentes, no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde.
VI. Emitir parecer técnico sobre a contratação de consultorias externas
específicas para atuar nas áreas de modernização, de informação e de
informática, no âmbito da Secretaria.
VII. Coordenar e supervisionar a política de documentação e informação no
âmbito da Secretaria.
VIII. Aprovar projetos básicos para aquisição de bens e serviços de
tratamento de informação e informática, modernização administrativa,
biblioteca e arquivo.
IX. Apoiar tecnicamente o Secretario Adjunto na representação da
Secretaria Municipal de Saúde junto ao Sistema Administrativo de
Gestão de Tecnologia de Informação
X. Analisar e instruir processos para contratação de bens e serviços de
informática, observando as políticas, diretrizes, normas e padrões do
Conselho Municipal de Informática e da própria Secretaria.
XI. Analisar e acompanhar a execução orçamentária dos contratos atinentes
aos projetos sob sua responsabilidade.
XII. Administrar os recursos de informática existentes na Secretaria,
alocando-os conforme as diretrizes e as necessidades de cada órgão da
Secretaria.
XIII. Coordenar o acesso dos usuários internos aos dados e aos sistemas
informatizados da Secretaria.
XIV. Propor a auditoria e a análise de riscos e de vulnerabilidade dos
ambientes e sistemas informatizados.
XV. Administrar a utilização da rede de comunicação de dados da Secretaria.
XVI. Prestar assistência aos usuários de produtos e serviços de informática.
XVII. assessorar na elaboração de editais e na celebração de contratos e
convênios relacionados à sua área de atuação, inclusive para
intercâmbio de informações com outras esferas de Governo.

Art. 59º. À Divisão de Inclusão Digital e Integração ao Governo Eletrônico


compete:
I. Coordenar o desenvolvimento de programas e projetos de racionalização
de sistemas de informação, de tratamento eletrônico de documentos e
de organização institucional, métodos e processos de trabalho.
II. Coordenar o desenvolvimento de sistemas corporativos de informação,
no ambito da Secretaria, incluindo a migração de dados.
37
III. Definir e implementar políticas, normas e níveis de segurança para o
acesso de usuários internos e externos aos dados e aos sistemas
informatizados da Secretaria, complementarmente às políticas e normas
estabelecidas pelo Governo Municipal.

Art. 60º. À Gerência de Obras, composta pelos Departamentos de Obras e


de Manutenção Predial, compete:
I. Elaborar projetos para construção e/ou reformas, ampliações e
adequações de todas as Unidades da rede municipal de saúde.
II. Acompanhar, controlar e fiscalizar a execução de obras tanto de
reformas, ampliações e adequações quanto novas edificações, buscando
compatibilidade com os projetos aprovados.
III. Providenciar reparos, reformas e adequações em todas as unidades da
SMS, mantendo-as sempre em plenas condições de funcionamento.
IV. Gerenciar os contratos de obras e manutenção firmados pela SMS.
V. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 61º. À Gerência de programação e Execução Orçamentária compete:


I. Submeter ao Secretário a minuta da proposta orçamentária destinada à
manutenção administrativa da Secretaria Municipal de Saúde e a de
outras ações que estejam sob sua responsabilidade.
II. Proceder a execução orçamentária e financeira da Secretaria.
III. Articular-se com os órgãos setoriais dos sistemas de orçamento,
programação financeira e contabilidade, visando o desempenho
adequado das funções orçamentárias, sob a sua responsabilidade.
IV. Realizar, controlar e acompanhar a execução orçamentária dos
programas que compõem as ações da Secretaria.
V. Articular-se com a Gerência Administrativa e Contábil para efetuar o
acompanhamento e controle das receitas, despesa e gastos da
Secretaria.
VI. Responsabilizar-se com os demais órgãos da Prefeitura pela elaboração
e acompanhamento da LOA, LDO e outros instrumentos orçamentários.
VII. Realizar outras atividades correlatas.

DA DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, INFORMAÇÃO E CAPTAÇÃO DE


RECURSOS

Art. 62º. A Diretoria de Planejamento, Informação e Captação de Recursos


é composta pelas seguintes Gerências:
Gerência de Planos, Metas e Políticas de Saúde
38
Gerência de Contratos e Convênios

Art. 63º. À Diretoria de Planejamento, Informação e Captação de Recursos


compete:
I. Elaborar projetos para captação de recursos financeiros destinados ao
investimento e custeio do sistema municipal de saúde, encaminhando
aos diversos organismos financiadores nacionais e internacionais.
II. Elaborar projetos estruturantes para o fortalecimento e execução das
políticas de saúde.
III. Articular-se com os diversos órgãos e entidades externos, como Câmara
de Vereadores, Comissão Intergestores Bipartite, Conselho Municipal de
Saúde, entre outros, discutindo, representando a Secretaria Municipal
de Saúde nos processos de articulação e gestão interinstitucionais afins.
IV. Realizar o planejamento para execução da política municipal de saúde,
em cumprimento aos princípios, diretrizes e normas do SUS, prestando
informações de saúde e da gestão dos serviços, regulando e
normalizando ações e procedimentos dos serviços próprios e
contratados e conveniados, programando sua operacionalização pelo
estabelecimento de metas físicas e financeiras e avaliando
sistematicamente seus resultados.
V. Propor a política de saúde do município, resguardando as diretrizes
emanadas do Colegiado da Secretaria Municipal de Saúde, da política
nacional de saúde e do controle social, de acordo com a legislação
pertinente ao SUS e com as Leis Municipais 5.817/01, 3.291/89 e
3.970/93.
VI. Coordenar a execução o Termo de Compromisso firmado em função do
Pacto pela Saúde, zelando pelo seu cumprimento.
VII. Articular com o Ministério da Saúde e Secretaria de Estado da Saúde
para a execução do Termo de Compromisso do Pacto pela Saúde.
VIII. Desenvolver e coordenar o processo planejamento estratégico de
ações e serviços de saúde em todos os níveis e setores da Secretaria
Municipal de Saúde de forma ascendente e descentralizada, em
articulação com áreas finalísticas e outras Assessorias afins.
IX. Executar avaliação sistemática das ações e das políticas de saúde
implantadas na Secretaria Municipal de Saúde, monitorando a execução
do Plano Municipal de Saúde e produzindo análises diagnósticas de
situação trimestrais e anuais, capazes de orientar os ajustes necessários
e subsidiar novas políticas, planos e projetos.
X. Definir as prioridades e a proposta de gestão componentes do Plano
Municipal de Saúde, observando as diretrizes emanadas do
planejamento estratégico, do controle social e da gestão municipal.
XI. Coordenar a elaboração de Planos Municipais de Saúde, dos Relatórios
de Gestão, das Agendas Municipais de Saúde e de outros instrumentos
de gestão, além de planos e projetos gerais de operacionalização e/ou
ajuste da política municipal de saúde.
39
XII. Implantar e coordenar a comissão de acompanhamento e avaliação do
planejamento descentralizado e das “salas de situação” na Secretaria
Municipal de Saúde.
XIII. Observar o adequado cumprimento de prazos internos para entrega
dos instrumentos de gestão, visando o encaminhamento ao controle
social e às demais instâncias gestoras do SUS.
XIV. Elaborar os instrumentos legais, visando a compra de serviços de saúde
na rede complementar ao SUS.
XV. Propor, desenvolver e acompanhar as políticas de informação da
Secretaria Municipal de Saúde
XVI. Propor e coordenar estratégias de gestão da informação para a
Secretaria Municipal de Saúde.
XVII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 64º. A Gerência de Planos, Metas e Políticas de Saúde é composta


pelos seguintes Departamentos:

§ Departamento de Planejamento e Políticas de Saúde

§ Departamento de Projetos e Captação de Recursos

§ Departamento de Territorialização e Cadastramento

§ Departamento de Tratamento de Dados e Informações em Saúde

Art. 65º. À Gerência de Planos, Metas e Políticas de Saúde compete:


I. Interpretar resultados estatísticos relevantes para a análise da situação
e tendências em saúde, utilizando banco de dados próprio da Secretaria
Municipal de Saúde e bancos de dados externos vinculados à situação
demográfica, sócio-econômica, educacional, habitacional e
administrativa do município.
II. Atualizar anualmente o perfil sócio-epidemiológico e de serviços do
município de Florianópolis, utilizando as informações disponíveis.
III. Desenvolver, propor e coordenar as estratégias de planejamento
descentralizado e “salas de situação” em todos os níveis e setores da
Secretaria Municipal de Saúde, no que se refere a elaboração de
diagnósticos nas Unidades Locais de Saúde, nas respectivas Regionais e
nos demais setores do nível central da Secretaria Municipal de Saúde.
IV. Monitorar o desenvolvimento do Termo de Compromisso firmado em
função do Pacto pela Saúde.
V. Coordenar o processo de seleção de indicadores de interesse da política
municipal de saúde.
VI. Coordenar o processo de avaliação trimestral de indicadores, em todas
as instâncias da Secretaria Municipal de Saúde, propondo diretrizes para
seu ajuste.
40
VII. Coordenar a elaboração, responsabilizando-se especialmente pelo
diagnóstico situacional dos Plano Municipal de Saúde e da proposta de
gestão
VIII. Avaliar o desempenho de execução dos serviços de saúde
contratados e conveniados em complementação ao SUS municipal.
IX. Coordenar anualmente e em articulação com a Área de Gestão de
Informação, com o Departamento de Saúde Pública e com o
Departamento Administrativo e Financeiro , a elaboração da Agenda
Municipal de Saúde, considerando as prioridades da gestão, a pactuação
de metas intergestores (CIB e/ou CIR) e a pactuação junto ao controle
social.
X. Identificar os fatores críticos de sucesso e agregar indicadores e metas
selecionados para programas, processos e atividades da Secretaria
Municipal de Saúde, definindo os meios de controle e avaliação dos
mesmos sugerindo, quando pertinente, modificações aos setores
cabíveis.
XI. Coordenar a elaboração de Relatórios Executivos Anuais, contendo a
análise descritiva dos principais indicadores de gestão e da situação de
saúde, com série histórica comparativa de 10 (dez) anos.
XII. Coordenar a elaboração de Projetos estruturantes e de investimentos,
promovendo os devidos encaminhamentos e acompanhamento.
XIII. Propor estratégias para a gestão da informação que venham a
contribuir com a orientação da política, de planos e de projetos de saúde
para o município.
XIV. Gerir e acompanhar a política de informação da Secretaria Municipal de
Saúde.
XV. Coordenar o processo de territorialização e geoprocessamento da SMS.
XVI. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 66º. Ao Departamento de Planejamento e Políticas de Saúde compete:


I. Efetuar estudos estatísticos relevantes para a análise da situação e
tendências em saúde, utilizando banco de dados próprio da Secretaria
Municipal de Saúde e bancos de dados externos vinculados à situação
demográfica, socioeconômica, educacional, habitacional e administrativa
do município.
II. Atualizar anualmente o perfil sócio-epidemiológico e de serviços do
município de Florianópolis, utilizando as informações disponíveis.
III. Promover o planejamento descentralizado e “salas de situação” em
todos os níveis e setores da Secretaria Municipal de Saúde, no que se
refere a elaboração de diagnósticos nas Unidades Locais de Saúde, nas
respectivas Regionais e nos demais setores do nível central da
Secretaria Municipal de Saúde.
IV. Selecionar indicadores de interesse da política municipal de saúde.
41
V. Promover o processo de avaliação trimestral de indicadores, em todas
as instâncias da Secretaria Municipal de Saúde, propondo diretrizes para
seu ajuste.
VI. Elaborar relatórios descritivos trimestrais sobre indicadores avaliados,
contemplando os três níveis e os demais setores dos serviços municipais
de saúde.
VII. Implementar o Sistema de Planejamento do SUS – PLANEJASUS na
SMS.
VIII. Promover a elaboração do Plano Municipal de Saúde, bem como sua
revisão anual.
IX. Monitorar os indicadores de saúde estabelecidos no Pacto pela Saúde e
outros pactuados com as demais instâncias do SUS.

Art. 67º. Ao Departamento de Projetos e Captação de Recursos compete:


I. Identificar órgãos e instituições nacionais e estrangeiros financiadores
de projetos de desenvolvimento na área da saúde.
II. Elaborar projetos de desenvolvimento, promovendo o encaminhamento
e acompanhamento aos órgãos e instituições financiadores.
III. Acompanhar a execução dos projetos aprovados pelas áreas afins,
zelando pelo seu fiel cumprimento.
IV. Elaborar projetos estruturantes para a SMS que permitam a inserção na
rede de serviços de novos programas e ações de saúde, buscando os
recursos financeiros para implantação e manutenção.
V. Gerir o cadastramento de projetos junto ao Fundo Nacional e Saúde.

Art. 68º. Ao Departamento de Territorialização e Geoprocessamento


compete:
I. Criar e codificar as áreas e microáreas de abrangência, desenho,
redesenho e readequação territorial na modelagem Estratégia Saúde da
Família (ESF) e Agentes Comunitários de Saúde (ACS).
II. Classificar as Unidades Locais de Saúde por Distritos Sanitários, Áreas,
Modelo e Atenção, número de microáreas e população.
III. Elaborar mapas e plotagem dos mapas nos níveis: Município, Distritos
Sanitários, Áreas de Abrangência, Microáreas de Saúde.
IV. Elaborar mapas temáticos.
V. Elaborar Atlas Saúde com a publicação dos mapas da territorialização na
saúde, atualização 2008.
VI. Realizar outras atividades correlatas.
42

Art. 69º. Ao Departamento de Tratamento de Dados e Informações em


Saúde compete:
I. Propor estratégias para a gestão da informação que venham a contribuir
com a orientação da política, de planos e de projetos de saúde para o
município.
II. Gerir e acompanhar a política de informação da Secretaria Municipal de
Saúde.
III. Gerenciar, a partir do banco de dados central, as informações
produzidas pelos sistemas de informações em saúde em vigor na
Secretaria Municipal de Saúde e de bancos de dados secundários,
disponibilizando-as aos demais setores da SMS e da Prefeitura Municipal
de Florianópolis.
IV. Elaborar relatórios trimestrais de informações gerenciais (indicadores de
processo), contemplando os três níveis de atuação municipais de saúde,
encaminhando-os à Área de Avaliação de Ações e Políticas de Saúde.
V. Elaborar relatórios trimestrais de informações de saúde (indicadores de
resultado), contemplando os três níveis de atuação municipais de saúde,
encaminhando-os à Assessoria de Avaliação de Ações e Políticas de
Saúde.
VI. Alimentar mensalmente o banco de dados do sistema municipal de
informações e do sistema nacional de informações em saúde relativos à
produção de serviços, responsabilizando-se pela remessa ao Ministério
da Saúde nos prazos previstos.
VII. Manter disponíveis e atualizados os cadastros de unidades públicas e de
instituições credenciadas, conveniadas ou contratadas pelo SUS no
município de Florianópolis.
VIII. Avaliar, em conjunto com a Área de Avaliação de Ações e Políticas
de Saúde e outros setores produtores de informação, os dados para a
produção, armazenamento e difusão da informação de interesse
institucional.
IX. Analisar e selecionar dados destinados à divulgação intra e inter
institucional por meio eletrônico ou impresso.
X. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 70º. A Gerência de Contratos e Convênios é composta pelo


Departamento de Contratos Administrativos e Departamento de Convênios
Administrativos.

Art. 71º. À Gerência de Contratos e Convênios compete:


I. Elaborar termos de contratos decorrentes de processos licitatórios e
“Chamada Pública”, homologados pela Diretoria de Licitações, Contratos
e Convênios/Secretaria Municipal da Administração.
43
II. Elaborar os termos aditivos referentes às alterações contratuais
necessárias e devidamente aprovadas pela Diretoria de Licitações,
Contratos e Convênios/Secretaria Municipal da Administração.
III. Organizar e manter atualizado o banco de dados dos contratos e
convênios da Secretaria Municipal de Saúde, com as informações
necessárias ao gerenciamento (número contrato, nome da empresa,
objeto, valor do contrato, prazo de vigência, nome do gestor fiscal,
etc.).
IV. Acompanhar a execução dos contratos administrativos.
V. Articular-se com as unidades da Secretaria visando o acompanhamento
e avaliação dos convênios e contratos administrativos.
VI. Acompanhar e avaliar a execução físico/financeira dos convênios
estaduais e federais.
VII. Assessorar as diversas áreas da Secretaria na elaboração de planos de
trabalho padronizados pelo Governo do Estado e Ministério da Saúde,
visando a captação de recursos destinados ao custeio e investimentos
das unidades de saúde da Secretaria.
VIII. Coordenar as atividades relacionadas com os convênios celebrados
com o Governo do Estado, Ministério da Saúde e outros órgãos.
IX. Articular a adequação orçamentária referente a recurso financeiro
relacionados aos contratos e convênios junto à Gerência de
Programação e Execução Orçamentária.
X. Articular junto à Assessoria Jurídica da Secretaria a legalidade dos
convênios e contratos firmados com as entidades privadas sem fins
lucrativos.
XI. Fornecer à Gerência de Programação e Execução Orçamentária dados
suficientes para a elaboração do orçamento, visando a inclusão das
contrapartidas de convênios federais e estaduais e a previsão dos
recursos federais e estaduais.
XII. Zelar pelo fiel cumprimento de acordos, contratos e convênios.
XIII. Participar de reuniões colegiadas, através de representação, sempre
que convocado, colaborando para a solução de problemas pertinentes á
sua área.
XIV. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 72º. Ao Departamento de Contratos Administrativos compete:


I. Elaborar termos de contratos decorrentes de processos licitatórios
homologados pela Diretoria de Licitações, Contratos e
Convênios/Secretaria Municipal da Administração.
II. Elaborar termos de contratos decorrentes de “Chamada Pública”
elaborada pela Comissão de Contratualização dos Prestadores de
Serviços de Saúde desta Secretaria.
44
III. Encaminhar a minuta do contrato para análise e parecer da Assessoria
Jurídica desta Secretaria.
IV. Providenciar a numeração dos contratos, a assinatura das partes em 03
(três) vias e a respectiva publicação na Imprensa Oficial.
V. Acompanhar a publicação do extrato dos termos de contrato, termos
aditivos, erratas e rescisões na Imprensa Oficial/Diário Oficial do Estado.
VI. Encaminhar as vias originais dos contratos, juntamente com cópia da
publicação na Imprensa Oficial, para a empresa contratada, para a
Diretoria de Licitações, Contratos e Convênios/Secretaria Municipal da
Administração para ser arquivada junto ao respectivo processo
licitatório.
VII. Arquivar 01 (uma) via original do contrato juntamente com cópia do
processo licitatório encaminhada pela Diretoria de Licitações, Contratos
e Convênios/Secretaria Municipal da Administração.
VIII. Encaminhar cópia dos contratos, juntamente com cópia da
publicação na Imprensa Oficial, para a Gerência de Administração e
Finanças e para o gestor fiscal do contrato designado em cláusula
específica.
IX. Encaminhar as solicitações de alteração contratual, que se fizerem
necessárias no decorrer da vigência dos mesmos, e rescisões à Diretoria
de Licitações, Contratos e Convênios/Secretaria Municipal da
Administração para análise e emissão de parecer.
X. Elaborar os termos aditivos referentes às alterações contratuais
necessárias e devidamente aprovadas pela Diretoria de Licitações,
Contratos e Convênios/Secretaria Municipal da Administração.
XI. Organizar e manter atualizado o banco de dados dos contratos
administrativos, com as informações necessárias ao gerenciamento
(número contrato, nome da empresa, objeto, valor do contrato, prazo
de vigência, nome do gestor fiscal, etc.).
XII. Acompanhar a execução dos contratos administrativos.
XIII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 73º. Ao Departamento de Convênios Administrativos compete:


I. Elaborar e avaliar minutas de convênios, acordos e instrumentos
congêneres que gerem obrigações ou direitos à Secretaria Municipal de
Saúde.
II. Encaminhar convênios, acordos e instrumentos congêneres para análise
e parecer da Assessoria Jurídica desta Secretaria.
III. Providenciar a numeração dos convênios nos quais a Secretaria
Municipal de Saúde figura como concedente de recursos, a assinatura
das partes em 03 (três) vias e a respectiva publicação na Imprensa
Oficial.
45
IV. Acompanhar a publicação do extrato dos convênios, termos aditivos,
erratas e rescisões na Imprensa Oficial/Diário Oficial do Estado.
V. Encaminhar as vias originais dos convênios, juntamente com cópia da
publicação na Imprensa Oficial, para a entidade convenente, para a
Diretoria de Licitações, Contratos e Convênios/Secretaria Municipal da
Administração.
VI. Arquivar 01 (uma) via original do convênio junto do projeto, plano de
trabalho e documentação encaminhada pela entidade convenente.
VII. Encaminhar cópia dos convênios, juntamente com cópia da publicação
na Imprensa Oficial, à Gerência de Administração e Finanças e à
Diretoria de Atenção Primária à Saúde para avaliação das ações
desenvolvidas.
VIII. Analisar e, se for o caso, providenciar as alterações que se fizerem
necessárias no decorrer da vigência dos convênios através da
elaboração de termos aditivos.
IX. Providenciar os documentos necessários para habilitação da Prefeitura
Municipal e do Fundo Municipal de Saúde junto aos órgãos federais,
procedimento indispensável para assinatura de convênios.
X. Coordenar e acompanhar a execução das metas constantes do Plano de
Trabalho, bem como os prazos de vigência, dos convênios em que a
Secretaria Municipal de Saúde figura como convenente.
XI. Auxiliar, prestar informações e disponibilizar os documentos necessários
à Gerência de Administração e Finanças no que tange à elaboração das
prestações de contas dos convênios celebrados com órgãos estaduais e
federais.
XII. Organizar e manter atualizado o banco de dados dos convênios
administrativos, com as informações necessárias ao gerenciamento dos
mesmos (número convênio, nome da entidade, objeto, valor do
convênio, prazo de vigência, etc.).
XIII. Acompanhar a execução dos convênios administrativos.
XIV. Realizar outras atividades correlatas.

DA DIRETORIA DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

Art. 74º. A Diretoria da Atenção Primária à Saúde é composta pelas


seguintes Gerências:

§ Gerência da Atenção Primária

§ Gerência de Programas Estratégicos

§ Gerência da Assistência Farmacêutica

Art. 75º. A Diretoria da Atenção Primária à Saúde compete:


46
I. Implementar o modelo de atenção à saúde em consonância com as
diretrizes assistenciais definidas pela política municipal de saúde,
propondo e coordenando estratégias para sua operacionalização.
II. Coordenar ações e serviços advindos da atenção primária de saúde e
das ações programáticas estratégicas.
III. Implantar estratégias e ações de atenção à saúde para grupos
prioritários da população, apontados no Plano Municipal de Saúde e
Planejamento Estratégico.
IV. Participar da formulação da política municipal de saúde e atuar no
controle de sua execução
V. Coordenar a execução das ações de promoção, prevenção e/ou dar
seguimento às de recuperação e reabilitação da saúde para a população
de Florianópolis, de acordo com as competências assumidas junto às
instâncias de pactuação.
VI. Coordenar o planejamento, execução e controle dos programas
estratégicos da SMS.
VII. Coordenar o planejamento, execução e controle da estratégia do saúde
na família como eixo norteador da política municipal de saúde.
VIII. Realizar outras atividades correlatas.
47

Art. 76º. A Gerência da Atenção Primária é composta pelos seguintes


Departamentos:

§ Departamento da Estratégia de Saúde da Família

§ Departamento do Núcleo de Apoio à Saúde da Família

§ Departamento de Controle de Doenças Transmissíveis e Não


Transmissíveis

Art. 77º. À Gerência da Atenção Primária compete:


I. Responsabilizar-se pelo conjunto de ações, de caráter individual ou
coletivo, situadas no primeiro nível de atenção nos sistemas de saúde,
voltadas para a promoção de saúde, prevenção de agravos, o
tratamento e a reabilitação.
II. Programar, coordenar e controlar as ações da Estratégia de Saúde da
Família no município;
III. Propor ações de enfrentamento das doenças transmíssíveis e não
transmíssíveis em parceria com a Vig Epidemiológica – DT e DANTs; e
IV. Realizar outras atividades correlatas

Art. 78º. Ao Departamento da Estratégia de Saúde da Família compete:


I. Implementar a Estratégia de Saúde da Família no município.
II. Acompanhar e controlar as atividades das equipes de saúde da família e
dos agentes comunitários de saúde.
III. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 79º. Ao Departamento do Núcleo de Apoio à Saúde da Família


compete:
I. Ampliar a abrangência e o escopo das ações da atenção básica, bem
como sua resolubilidade, apoiando a inserção da Estratégia de Saúde da
Família na rede de serviços e o processo de territorialização e
regionalização a partir da atenção primária.
II. Implantar os NASF vinculados à Estratégia Saúde da Família obedecendo
aos mecanismos de adesão e ao fluxo de credenciamento, implantação e
expansão definidos na legislação.
III. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 80º. Ao Departamento de Controle de Doenças Transmissíveis e Não


Transmissíveis compete:
I. Propor ações de prevenção e assistência às doenças transmíssíveis,
especialmente as mais prevalentes tais como HIV/AIDS, Hepatites,
Hanseníase e Tuberculose.
48
II. Propor ações de prevenção e assistência às doenças não
transmíssíveis, especialmente nos grupos de Acidentes Externos,
Violência, Câncer, Hipertensão Arterial e Diabetes.
III. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 81º. A Gerência de Programas Estratégicos é composta pelos


seguintes Departamentos:

§ Departamento do Capital Criança

§ Departamento de Saúde do Escolar e Adolescente

§ Departamento do Capital Adulto

§ Departamento do Capital Idoso

§ Departamento de Saúde Bucal

§ Departamento de Combate ao Tabagismo e Doenças Emergentes

Art. 82º. À Gerência de Programas Estratégicos compete planejar,


coordenar e controlar as ações técnicas e administrativas dos Programas
de Saúde Bucal, Capital Criança, Capital Adulto, Capital Idoso, de Combate
ao Tabagismo e Doenças Emergentes e da Saúde do Escolar e
Adolescentes, em articulação com a Gerência da Atenção Primária e
Gerência Regional de Unidades Básicas de Saúde.

Art. 83º. Ao Departamento do Capital Criança compete:


I. Promover atenção integral à criança.
II. Articular-se com as demais instituições que prestam atendimento, nos
seus diferentes níveis de complexidade à criança.
III. Monitorar a taxa de mortalidade infantil no município e os indicadores de
acompanhamento da saúde da criança.
IV. Promover a implantação do Protocolo de atenção à saúde da criança.
V. Monitorar os nascimentos nas maternidades, estabelecendo os critérios
de risco junto à Vigilância Epidemiológica.
VI. Garantir a vacinação dos recém-nascidos nas maternidades para a 1ª
dose da Hepatite B e BCG.
VII. Promover e coordenar as ações do Comitê de Prevenção do Óbito
Infantil e Fetal de Florianópolis, em parceria com as demais Instituições
de Saúde e Setores desta Secretaria.
VIII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 84º. Ao Departamento de Saúde do Escolar e Adolescente compete:


49
I. Promover a avaliação das condições de saúde, envolvendo estado
nutricional, incidência precoce de hipertensão e diabetes, saúde bucal,
acuidade visual e auditiva e, ainda, avaliação psicológica dos educandos.
II. Promover o combate às diferentes expressões de violência, consumo de
álcool, tabaco e outras drogas.
III. Propor e implantar a Política Municipal de Saúde do Adolescente em
parceria com os setores afins.
IV. Monitorar e avaliar os indicadores da saúde do adolescente.
V. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 85º. Ao Departamento Capital Adulto compete:


I. Elaborar, planejar, coordenar e avaliar a atenção integral (promoção,
prevenção, assistência e reabilitação) individual e coletiva através de
ações específicas voltadas ao homem e a mulher.
II. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 86º. Ao Departamento Capital Idoso compete:


I. Promover a atenção integral (promoção, prevenção, assistência e
reabilitação) individual e coletiva através de ações específicas voltadas à
população com 60 anos de idade ou mais.
II. Planejar e implantar uma política de atenção integral a saúde do idoso.
III. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 87º. Ao Departamento de Saúde Bucal compete:


I. Promover a atenção integral em saúde bucal (promoção, prevenção,
assistência e reabilitação) individual e coletiva a todas as famílias,
indivíduos e grupos específicos, segundo programação.
II. Zelar pela conservação dos equipamentos odontológicos, providenciando
a devida manutenção em conjunto com a Diretoria do FMS e Logística.
III. Acompanhar, apoiar e desenvolver atividades referentes à saúde bucal
com os demais membros da equipe de Saúde da Família, buscando
aproximar e integrar ações de saúde de forma multidisciplinar.
IV. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 88º. Ao Departamento Combate ao Tabagismo e Doenças Emergentes


compete:
I. Promover ações de prevenção, controle e combate ao tabagismo e
outras doenças emergentes, em articulação com a Gerência da
Vigilância Epidemiológica.
II. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 89º. A Gerência da Assistência Farmacêutica é composta pelos


50
seguintes Departamentos:

§ Departamento de Logística, Programação e Distribuição de


Medicamentos.

§ Departamento de Programas e Atenção Farmacêutica.

Art. 90º. À Gerência de Assistência Farmacêutica compete:


I. Identificar ações voltadas à Assistência Farmacêutica junto ao Plano
Municipal de Saúde, às demandas do controle social e da rede básica.
II. Promover, de forma sistemática, através de “Comissão Permanente de
Farmácia e Terapêutica”, a seleção/padronização de medicamentos
essenciais à assistência farmacêutica municipal, de acordo com critérios
de racionalidade e custo.
III. Favorecer o Ciclo de Assistência Farmacêutica, contribuindo para
práticas mais racionais no que se refere à seleção, aquisição,
dispensação e prescrição de medicamentos.
IV. Garantir a adequação das áreas físicas das farmácias da rede,
favorecendo a atuação profissional dos farmacêuticos e a manutenção
da integridade dos medicamentos.
V. Organizar em conjunto com a rede os processos de trabalho dos
farmacêuticos, considerando os diversos níveis de atuação.
VI. Estabelecer e revisar periodicamente as normas e critérios relacionados
à Assistência Farmacêutica para a rede municipal de saúde.
VII. Estabelecer os mecanismos de acompanhamento, controle e avaliação
das ações básicas de Assistência Farmacêutica no município,
contribuindo nas avaliações sistematizadas.
VIII. Estimular a implantação e acompanhar as ações relacionadas à
Assistência Farmacêutica dos programas governamentais gerenciados
pelo município.
IX. Estimular o desenvolvimeto da Farmacovigilância na rede municipal de
saúde.
X. Promover, em parceria com Instituições formadoras, a capacitação de
pessoal necessária à área de Assistência Farmacêutica.
XI. Promover educação em saúde na área de Assistência Farmacêutica no
âmbito municipal, visando o uso racional de medicamentos.
XII. Colaborar com a resolução das necessidades detectadas quanto à
situação dos profissionais farmacêuticos em relação ao quadro lotacional
da SMS,
XIII. Promover a interface entre a Secretaria Municipal de Saúde, a
Secretaria Estadual de Saúde e o Ministério da Saúde mediante
pactuações e colaborações técnicas que se fizerem necessárias.
XIV. Promover a dispensação de medicamentos como ato profissional
farmacêutico relacionado à responsabilidade técnica do estabelecimento
51
farmacêutico, à orientação sobre a terapia farmacológica e à
supervisão dos demais profissionais que colaboram com as atividades
das farmácias da rede municipal de saúde.

Art. 91º. Ao Departamento de Logística, Programação e Distribuição de


Medicamentos compete:
I. Assessorar a Gerência da Assistência Farmacêutica no âmbito de suas
atribuições.
II. Participar dos processos de normatização das atividades relativas ao seu
âmbito de atuação.
III. Elaborar a programação de aquisição de medicamentos e insumos
farmacêuticos, conforme padronização da Comissão Permanente de
Farmácia e Terapêutica.
IV. Coordenar e acompanhar os processos de compras de medicamentos e
insumos farmacêuticos.
V. Coordenar as atividades relacionadas ao recebimento, conferência,
guarda, conservação e distribuição dos medicamentos e insumos
farmacêuticos na Central de Abastecimento Farmacêutico.
VI. Supervisionar os processos de controle físico e contábil dos estoques de
medicamentos e insumos farmacêuticos.
VII. Desenvolver estudos de farmacoeconomia direcionados ao perfil da rede
municipal de saúde, facilitando o estabelecimento de indicadores e a
abordagem de critérios de custo-benefício e custo-efetividade.

Art. 92º. Ao Departamento de Programas e Atenção Farmacêutica


compete:
I. Assessorar a Gerência da Assistência Farmacêutica no âmbito de suas
atribuições.
II. Desenvolver estratégias, políticas, programas e ações que visem
garantir o uso racional de medicamentos.
III. Implantar a Atenção Farmacêutica na Rede Municipal de Saúde de
Florianópolis.
IV. Disseminar a Farmacovigilância, estimulando notificações de Reações
Adversas a Medicamentos e/ou Queixas Técnicas.
V. Apoiar a divulgação de informação sobre medicamentos, participando de
atividades educativas sobre o uso adequado de medicamentos.
VI. Coordenar o acesso a medicamentos da REMUME e de Programas de
Saúde Governamentais, articulando com as demais esferas de governo.
VII. Estabelecer os mecanismos de acompanhamento, controle e avaliação
das ações básicas da Assistência Farmacêutica no município,
contribuindo nas avaliações sistematizadas.
52
DA DIRETORIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE AMBULATORIAL
E HOSPITALAR

Art. 93º. A Diretoria de Média e alta Complexidade Hospitalar e


Ambulatorial é composta pelas seguintes Gerências:

§ Gerência de Urgência e Emergência

§ Gerência De Serviços de Alta e Média Complexidade Hospitalar e


Ambulatorial

Art. 94º. À Diretoria de Média e Alta Complexidade Hospitalar e


Ambulatorial compete:
I. Implementar o modelo de atenção à saúde em consonância com as
diretrizes definidas pela política municipal de saúde, emitindo parecer
sobre normas para sua operacionalização.
II. Planejar, executar, controlar e acompanhar os serviços de média e alta
complexidade e especializados.
III. Promover o acesso universal à assistência em saúde, zelando pelos
princípios de eqüidade e integralidade e pela consolidação da vigilância
em saúde.
IV. Participar da formulação da política municipal de saúde e atuar no
controle de sua execução, inclusive nos seus aspectos econômicos e
financeiros e nas estratégias para sua aplicação, respeitando as decisões
emanadas das instâncias legais e a programação local e regional
estabelecida anualmente.
V. Viabilizar estratégias de gestão que garantam a execução da política
municipal de saúde no âmbito dos Distritos Sanitários e Unidades de
Saúde.
VI. Garantir os procedimentos de coleta de dados, subsidiando o sistema de
informação como apoio à gestão e ao gerenciamento da política
municipal de saúde.
VII. Promover o acesso da população aos recursos ambulatoriais, de apoio
diagnóstico - terapêutico e à assistência hospitalar, nos seus diferentes
níveis de complexidade.
VIII. Promover a elaboração de protocolos de atenção em média
complexidade e serviços especializados.
IX. Articular-se com os demais níveis de gestão do SUS, assim como com
outros Órgãos e Secretarias Municipais, com a finalidade de cooperação
mútua e estabelecimento de estratégias comuns para garantir a
promoção e a prevenção dos riscos à saúde.
X. Cooperar com para a consecução dos compromissos contratuais com o
SUS, apoiando e participando do diagnóstico e planejamento e
53
programação estratégicos, os Planos de Saúde e a elaboração dos
instrumentos anuais de acompanhamento e avaliação da gestão.
XI. Colaborar nos procedimentos de diagnóstico tecnológico e organizacional
para definição e desenvolvimento da política de desenvolvimento
institucional, de desenvolvimento de pessoas e de comunicação e
marketing.
XII. Acompanhar o processo de desenvolvimento e incorporação científica e
tecnológica na área de saúde, visando a observação de normas sobre
ética e bioética nas pesquisas implementadas nos serviços sob gestão
municipal de saúde.
XIII. Promover a instalação e acompanhar comissões e comitês de
interesse da política municipal de saúde e do SUS.
XIV. Participar das reuniões do Conselho Municipal de Saúde.
XV. Realizar interfaces com órgãos técnicos, setores governamentais e não
governamentais de interesse da atenção de média complexidade e
serviços especializados, representando a Secretaria Municipal de Saúde
nos processos de articulação e gestão interinstitucionais afins.
XVI. Gerenciar os serviços de alta e média complexidade hospitalar.
XVII. Realizar outras atividades correlatas ao modelo de atenção vigente.

Art. 95º. À Gerência da Atenção às Urgências e a Divisão do Serviço de


Atendimento Médico de Urgência (SAMU) competem:
I. Estruturar a Política Nacional de Atenção às Urgências na rede
municipal, assegurando o acesso à assistência da urgência e
emergência, nos níveis de complexidade absorvidos pela SMS.
II. Coordenar o serviço de atenção às urgências no âmbito pré-hospitalar
básico, respeitando as pactuações e níveis de complexidade absorvidos
pela SMS.
III. Planejar, coordenar e executar as atividades do Serviço de Atendimento
Médico de Urgência (SAMU).
IV. Coordenar e executar a regulação das Autorizações de Internação
Hospitalar – AIH, seguindo o Plano Diretor de Regionalização e a
Programação Pactuada e Integrada – PPI Hospitalar.
V. Participar do desenvolvimento de todas as ações que visem estruturar a
política de Atenção às Urgências para o município de Florianópolis.
VI. Coordenar o desenvolvimento das ações referentes aos mutirões de
cirurgias eletivas, bem como proceder as prestações de contas à SES.
VII. Acompanhar a PPI da Assistência (ambulatorial e hoospitalar).
VIII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 96º. À Gerência De Serviços de Alta e Média Complexidade Hospitalar


54
e Ambulatorial, através dos Departamentos de serviços ambulatorial e
hospitalar, compete:
I. Planejar, coordenar e executar as atividades das Unidades de Alta
Complexidade, em especial as unidades hospitalares que venham a ser
geridas pela SMS.
II. Planejar, coordenar e executar as atividades e serviços de média
complexidae no ãmbito do município e da regional da grande
Florianópolis,
III. Executar a regulação das Autorizações de Internação Hospitalar – AIH,
seguindo o Plano Diretor de Regionalização e a Programação Pactuada e
Integrada – PPI Hospitalar.
IV. Planejar e coordenar a execução dos serviços especializados no âmbito
do município.
V. Tralizar outras atividades correlatas.

DA DIRETORIA DE REGULAÇÃO, CONTROLE, AVALIAÇÃO E


AUDITORIA

Art. 97º. A Diretoria de Regulação, Controle, Avaliação e Auditoria é


composta pelas seguintes Gerências:

§ Gerência de Regulação

§ Gerência de Controle e Avaliação

Art. 98º. À Diretoria de Alta Complexidade, Regulação, Controle, Avaliação


e Auditoria compete:
I. Definir a programação anual de atividades da Diretoria de acordo com
as diretrizes do Plano Municipal de Saúde e encaminhar para aprovação.
II. Realizar análise técnica e legal dos atos administrativos de natureza
orçamentária, financeira e patrimonial e dos atos profissionais dos
servidores e prestadores de serviços do SUS.
III. Monitorar sistematicamente o desenvolvimento dos processos, produtos
e ações realizadas na esfera municipal do SUS, verificando a
conformidade ao plano municipal, requisitos técnicos e regulamentação
vigente.
IV. Participar do estabelecimento de medidas corretivas preventivas para
adequação dos processos, produtos e ações realizadas na esfera
municipal do SUS.
V. Estruturar e coordenar a implantação do sistema de controle e avaliação
dos serviços de saúde próprios e contratados pela Secretaria Municipal
de Saúde.
55
VI. Zelar pela capacitação permanente dos servidores lotados nesta
Diretoria, habilitando-os para o desempenho das atividades de controle,
avaliação, regulação e auditoria.
VII. Coordenar a pactuação anual dos termos do Pacto pela Saúde e da
programação integrada com os municípios da macrorregião de
Florianópolis,
VIII. Emitir relatórios trimestrais de suas atividades.
IX. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 99º. A Gerência da Regulação é composta pelos seguintes


Departamentos:

§ Departamento da Regulação de Consultas e Exames

§ Departamento da Regulação da Alta Complexidade Ambulatorial

Art. 100º. À Gerência da Regulação compete:


I. Elaborar, executar e gerenciar os processos de trabalho necessários
para a regulação do acesso aos serviços de saúde, de forma a garantir a
equidade aos usuários do Sistema Único de Saúde, em todos os níveis
de atenção.
II. Coordenar a elaboração e implantar os protocolos clínicos e de acesso
de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde para organizar a
rede municipal e otimizar a capacidade de oferta dos serviços de saúde
de maior complexidade.
III. Acompanhar a Programação Pactuada e Integrada da Assistência
ambulatorial e hospitalar.
IV. Participar do desenho da rede municipal de assistência a saúde e suas
referências, de forma a facilitar o acesso e a equidade.
V. Participar da formulação da política municipal de saúde e atuar no
controle de sua execução, inclusive nos seus aspectos econômicos e
financeiros e nas estratégias para sua aplicação, respeitando as decisões
emanadas das instâncias legais e a programação local e regional
estabelecida anualmente.
VI. Organizar todas as ações referentes à realização de mutirões de
consultas e exames especializados em parceria com a Gerência de
Controle e Avaliação.
VII. Coordenar a ação regulatória e dar providências as
solicitações/processos das demandas geradas nas autarquias solicitantes
(Promotoria de Justiça, Defensoria Pública, Ministério Público, Conselho
Tutelar e outros).
VIII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 101º. Ao Departamento de Regulação de Consultas e Exames compete:


56
I. Coordenar todas as ações que visem garantir o acesso da população
aos serviços especializados em saúde.
II. Regular a assistência à saúde de maneira que a garantia do acesso seja
oferecida com equidade no Sistema Único de Saúde.
III. Programar e coordenar as Centrais de Regulação de Consultas e exames
e Alta Complexidade ambulatorial, através do SISREG.
IV. Planejar, coordenar e executar as atividades do Programa de
Tratamento Fora do Domicílio – TFD.
V. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 102º. Ao Departamento de Regulação da Alta Complexidade


Ambulatorial compete:
I. Em conjunto com o Controle e Avaliação, planejar a assistência a saúde
de Florianópolis e suas referências, seguindo o princípio da equidade e
garantia de acesso.
II. Desenvolver ações de regulação das Autorizações de Procedimentos
Ambulatoriais - APAC, de acordo com a Programação Pactuada e
Integrada da Assistência – PPI Ambulatorial.
III. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 103º. A Gerência de Controle e Avaliação é composta pelos seguintes


Departamentos:

§ Departamento de Programação e Controle dos Serviços de Saúde

§ Departamento de Processamento e Avaliação da Produção

§ Departamento de Avaliação e Monitoramento

§ Departamento de Auditoria

Art. 104º. À Gerência de Controle e Avaliação compete:


I. Desenvolver, implantar e coordenar ações de Controle e Avaliação da
rede própria, conveniada e contratada, a fim de assegurar a qualidade
da assistência e o cumprimento da programação anual estabelecida.
II. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 105º. Ao Departamento de Programação e Controle dos Serviços de


Saúde compete:
I. Gerenciar o cadastro das unidades de saúde próprias, conveniadas e dos
prestadores de serviços complementares para Florianópolis.
II. Planejar e executar as ações de Programação em Saúde – FPO do
sistema municipal de saúde de Florianópolis.
57
III. Colaborar no planejamento e implantação do sistema de avaliação dos
serviços próprios e contratados, baseado na utilização de indicadores e
vinculado ao sistema de informações da Secretaria Municipal de Saúde.
IV. Organizar e manter atualizada uma base de dados, integrada ao banco
central de dados da Secretaria Municipal de Saúde.
V. Propor medidas de intervenção no sistema de saúde e de coordenação
da integração dos sistemas municipais, com vistas a adequar a relação
entre a oferta e a demanda das ações e serviços de saúde e obter
resultados superiores, do ponto de vista social, para viabilizar o acesso
de forma equânime, integral e qualificado aos serviços e ações de
saúde.
VI. Planejar e executar o desenvolvimento das ações previstas na
programação pactuada e integrada – PPI Ambulatorial e Hospitalar.
VII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 106º. Ao Departamento de Processamento e Avaliação da Produção


compete:
I. Realizar ações que visem garantir o processamento de toda a produção
ambulatorial e hospitalar (SIA/SIH) sob gestão municipal.
II. Monitorar os tetos físicos e financeiros produzidos por cada unidade de
saúde, própria ou contratualizada, visando otimizar os recursos do SUS.
III. Avaliar os processos de trabalho, tendo como base a produção dos
serviços realizados versus a produção dos serviços registradas pelas
unidades de saúde.
IV. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 107º. Ao Departamento de Avaliação e Monitoramento compete:


I. Avaliar trimestralmente o cumprimento da execução do Plano Municipal
de Saúde quanto a destinação de recursos às ações e serviços de saúde
através dos Relatórios de Gestão.
II. Avaliar a estrutura dos processos aplicados e dos resultados alcançados,
para aferir sua adequação aos critérios e parâmetros de eficiência,
eficácia e efetividade estabelecidos.
III. Avaliar a produção dos serviços do SUS próprios, conveniados e
contratados, propondo medidas para adequação e otimização da oferta
ao Sistema Municipal de Saúde.
IV. Realizar outras atividades correlatas

Art. 108º. Ao Departamento de Auditoria compete:


I. Realizar ações de auditoria analítica e operacional nas entidades
prestadoras de serviços de saúde cadastradas, de acordo com a
legislação que regulamenta o SNA;
58
II. Programar, supervisionar e executar ações de auditoria na área de
saúde, verificando sua conformidade com os padrões estabelecidos na
programação anual e/ou detectando situações que exijam maior
aprofundamento.
III. Auditar e emitir relatório e parecer conclusivo quanto a regularidade dos
procedimentos técnicos, contábeis, financeiros e administrativos
praticados por pessoas físicas e jurídicas no âmbito de competência da
Secretaria Municipal de Saúde.
IV. Propor medidas preventivas e corretivas, em interface com outras áreas
afins, para o pleno exercício das atribuições da Secretaria Municipal de
Saúde.
V. Sistematizar e padronizar ações de auditoria no âmbito de competências
da Secretaria Municipal de Saúde, considerando diretrizes, normas e
procedimentos técnicos.
VI. Encaminhar as conclusões obtidas com o exercício das atividades, a fim
de serem consideradas na formulação do planejamento e na execução
de ações e serviços de saúde.
VII. Encaminhar relatórios específicos aos órgãos de controle interno e
externo, em caso de irregularidade sujeita à sua apreciação. ao
Ministério Público, se verificada a prática de crime e, ao chefe do órgão
em que tiver ocorrido a infração disciplinar, praticada por servidor
público, que afete as ações e serviços de saúde.
VIII. Investigar causas de distorções constatadas na prestação da
assistência e sugerir às autoridades competentes, medidas corretivas,
saneadoras e se indicado, punitivas.
IX. Apoiar as atividades de controle social e prestar as informações
possíveis quando solicitado.
X. Organizar e manter atualizado o banco de dados referente à sua área de
atuação, articulando-se ao banco central de dados da Secretaria
Municipal de Saúde.
XI. Realizar outras atividades correlatas.

DA DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Art. 109º. A Diretoria de Vigilância em Saúde é composta pelas seguintes


Gerências e Departamentos:

§ Departamento de Análise de Processos

§ Departamento Macro Regional em Saúde do Trabalhador - CEREST

§ Gerência da Vigilância Sanitária e Ambiental:

§ Departamento de Análise de Projetos


59
§ Departamento de Vigilância Sanitária

§ Departamento de Vigilância Ambiental


Gerência de Vigilância Epidemiológica:

§ Departamento de Imunização

§ Departamento de Notificação de Agravos e Doenças

§ Divisão de Notificação de Infecções nos Serviços de Saúde

§ Departamento de Vigilância Nutricional e Agravos por Causas


Multifatoriais
Gerência do Laboratório de Saúde Pública:

§ Departamento de Análises Biomédicas

§ Departamento de Análises de Produtos e Meio Ambiente


Gerência de Controle de Zoonoses

§ Departamento Técnico Administrativo

Art. 110º. À Diretoria de Vigilância em Saúde compete:


I. Executar as ações básicas, de média e alta complexidade, de acordo
com as diretrizes e determinações do Sistema Nacional de Vigilância
Sanitária (SNVS), atendendo à legislação em vigor e em especial a Lei
Complementar Municipal 239/2006.
II. Exercer o poder de polícia administrativa no desenvolvimento das ações
de promoção e proteção da saúde humana e animal, controle de
doenças e agravos à saúde, preservação do meio ambiente, inclusive o
de trabalho, e defesa da vida.
III. Promover medidas capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à
saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes das atividades
humanas, inclusive do trabalho, produção e circulação de bens.
IV. Desenvolver atividades que proporcionem o conhecimento, detecção ou
prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e
condicionantes da saúde individual e coletiva, com a finalidade de adotar
ou recomendar medidas de prevenção e controle das doenças e agravos
à saúde, ao meio ambiente e ao trabalhador.
V. Planejar, implantar e avaliar ações de Vigilância em Saúde visando a
plena promoção da saúde da população de forma pactuada com os
demais gestores do SUS e em consonância com o Plano Municipal de
Saúde e legislação vigente.
60
VI. Desenvolver atividades de licenciamento e concessão dos respectivos
alvarás sanitários para estabelecimentos industriais, comerciais e
prestadores de serviços de saúde e de interesse da saúde.
VII. Desenvolver atividades de análise de fluxo para estabelecimentos de
saúde e de interesse da saúde, aprovação de projetos hidrossanitários e
habite-se sanitário para as edificações.
VIII. Realizar ações de Vigilância em Saúde de acordo com a Legislação
Federal, Estadual e Municipal vigentes, inclusive a Consolidação das Leis
do Trabalho (CLT), relacionadas direta ou indiretamente à saúde do
trabalhador, nos ambientes de trabalho públicos e privados,
estabelecendo a cooperação técnica com os municípios da macrorregião
de Florianópolis, através do Centro de Referência em Saúde do
Trabalhador.
IX. Executar ações de inspeção em ambientes de trabalho, visando ao
cumprimento da legislação sanitária vigente, incluindo a análise dos
processos laborais que possam colocar em risco a saúde dos
trabalhadores e investigação dos acidentes e doenças relacionadas ao
trabalho, estabelecendo o nexo causal e controle de riscos.
X. Receber, analisar e julgar, em primeira instância, os processos
administrativos gerados por ações de fiscalização da Vigilância em
Saúde.
XI. Desenvolver atividades de registro e informações de interesse da saúde,
na sua área de competência.
XII. Gerenciar o provimento, uso, manutenção e conservação de materiais,
insumos e bens móveis necessários ao desenvolvimento das ações de
Vigilância em Saúde.
XIII. Gerenciar os Recursos Humanos lotados na Vigilância em Saúde.
XIV. Planejar, executar e monitorar as atividades constantes das Planilhas de
Ações Básicas, de Média e Alta Complexidade da PAP – VISA e PAP – VS,
ou outro documento que venha a complementá-las ou substituí-las.
XV. Assessorar na delegação de responsabilidades às Assessorias de
Vigilância em Saúde, às Regionais e às Unidades Locais de Saúde,
resguardando como referencial as situações de vulnerabilidade de saúde
da população e a ordem crescente de complexidade no controle de
riscos e agravos.
XVI. Promover a integração das ações de Vigilância em Saúde através de
atividades interdisciplinares e descentralizadas, respeitadas suas ações
específicas, de acordo com o Código de Vigilância em Saúde do
Município.
XVII. Participar da formulação da política municipal de saúde e atuar no
controle de sua execução, inclusive nos seus aspectos econômicos e
financeiros e nas estratégias para sua aplicação, respeitando as decisões
emanadas das instâncias legais e a programação local e regional
estabelecida anualmente.
61
XVIII. Coordenar a execução das ações de Vigilância em Saúde, em
concordância com o modelo de gestão do município.
XIX. Propor estratégias e coordenar operações para o controle de situações
de risco e situações eventuais que possam comprometer as condições
de saúde da população.
XX. Orientar sobre coleta de dados no campo de Vigilância em Saúde,
visando o desenvolvimento e confiabilidade dos sistemas de informação
em saúde.
XXI. Responsabilizar-se pela manutenção, encaminhamento de informações e
ajustes de sistemas vinculados ao sistema nacional de informações do
Ministério da Saúde e Sistema Nacional de Vigilância em Saúde.
XXII. Monitorar e analisar a notificação e investigação de doenças de
notificação compulsória, surtos e agravos inusitados, de acordo com
normatização pertinente, especialmente através do Sistema Nacional de
doenças de Notificação – SINAN, dentre outros.
XXIII. Promover, através das equipes de saúde locais e regionais, a busca
ativa de casos de notificação compulsória nas unidades de saúde,
laboratórios, domicílios, creches e instituições de ensino, entre outros
pertencentes ao seu território.
XXIV. Monitorar e analisar as ações de Vigilância em Saúde desenvolvidas
e as relacionadas com os sistemas de informações vinculados: Sistema
de Informações de Mortalidade - SIM e Sistema de Informações sobre
Nascidos Vivos – SINASC, dentre outros.
XXV. Desenvolver as ações de vigilância ambiental para fatores de risco à
saúde humana, incluindo o monitoramento de águas e de contaminantes
relevantes em Saúde Pública.
XXVI. Monitorar a qualidade da água para consumo humano, incluindo
ações de coleta e provimento dos exames físico-químico e bacteriológico
de amostras, em conformidade com a normatização e legislações
vigentes.
XXVII. Promover, executar e monitorar as ações de vacinação, incluindo a
vacinação de rotina e estratégias especiais como campanhas e
vacinações de bloqueio, notificação e investigação de eventos adversos
e óbitos temporalmente associados à vacinação.
XXVIII. Implementar as ações de Vigilância em Saúde, de forma
complementar à atuação das Regionais e Unidades Locais de Saúde.
XXIX. Acompanhar o processo de planejamento das ações de Vigilância em
Saúde no âmbito do município, com ênfase na promoção e prevenção,
sob enfoque dos principais problemas de saúde da população, em
coerência com o Plano Municipal de Saúde e com a pactuação
intergestores.
XXX. Participar e acompanhar os procedimentos de programação e
orçamentação realizados junto às Regionais e Unidades Locais de Saúde.
62
XXXI. Promover os procedimentos de coleta de dados, visando o
desenvolvimento e consolidação do(s) sistema(s) de informação em
saúde no que diz respeito à Vigilância em Saúde.
XXXII. Incentivar, acompanhar e executar análises e estudos
epidemiológicos, sanitários e ambientais provenientes dos sistemas de
informação vinculados à Vigilância em Saúde.
XXXIII. Promover a atuação conjunta com os órgãos de defesa do
consumidor, serviços de saúde e entidades profissionais atuantes na
área de Vigilância em Saúde.
XXXIV. Apoiar tecnicamente as Unidades Locais e Distritos Sanitários na
solução de problemas específicos detectados e na implantação de
programas, projetos e ações relacionadas à Vigilância em Saúde.
XXXV. Assessorar os demais setores da Secretaria Municipal de Saúde no
desenvolvimento de planos e projetos relacionados com a Vigilância em
Saúde.
XXXVI. Participar de grupos técnicos específicos para elaboração de
programas, projetos e ações de Vigilância em Saúde.
XXXVII. Fomentar e apoiar sistematicamente os Conselhos Locais de Saúde,
visando a potencialização do exercício do controle social.
XXXVIII. Participar das reuniões do Conselho Municipal de Saúde.
XXXIX. Planejar, viabilizar e executar a capacitação técnica do profissionais
da Vigilância em Saúde e da Atenção à Saúde municipal, conforme
necessidade, para a melhoria crescente na qualidade dos serviços de
prevenção e intervenção à saúde da população.
XL. Intermediar convênios com instituições de caráter científico como rede
complementar, atendendo aos interesses da Saúde Pública do Município
e da Macrorregião.
XLI. Fomentar e viabilizar a pesquisa nas diversas áreas de interesse da
Vigilância em Saúde do Município, servindo de referência ao
planejamento municipal e estadual, como também para divulgação dos
trabalhos com interesse à saúde pública do país.
XLII. Realizar outras atividades correlatas de acordo com o modelo de
atenção vigente.

Art. 111º. Ao Departamento de Análises de Processos compete:


I. Receber, analisar e elaborar parecer para julgamento em primeira
instância, dos processos administrativos gerados por ações de Vigilância
em Saúde.
II. Fundamentar técnica e juridicamente todas as decisões dos processos
administrativos relacionados com as ações da Vigilância em Saúde.
III. Receber, analisar, responder e encaminhar às instâncias pertinentes os
documentos pertinentes ao Ministério Público e do Poder Judiciário,
relacionados com as ações da Vigilância em Saúde.
63
IV. Acompanhar técnicos e representantes da Vigilância em Saúde nas
perícias de contraprova de produtos apreendidos para análise
laboratorial de controle da regularidade sanitária.
V. Elaborar e propor normas técnicas, instruções normativas, resoluções,
portarias, decretos, projetos de lei e outros atos complementares à
legislação em vigor, visando garantir a eficaz atuação das áreas
específicas da Vigilância em Saúde em situações de normalidade ou em
situações de emergência e calamidade pública.
VI. Desenvolver atividades de registro e informações de interesse de sua
área de competência necessários aos julgamentos das instâncias
recursais.
VII. Encaminhar para publicação nos meios de comunicação apropriados as
penalidades aplicadas aos infratores do Código Sanitário, quando estes
se encontrarem em lugar ignorado, incerto, desconhecido, não sabido ou
inacessível.
VIII. Desenvolver atividades correlatas ao serviço.

Art. 112º. Ao Departamento Macro Regional em Saúde do Trabalhador –


CEREST compete:
I. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do corpo
técnico e da Rede Básica, conforme necessidade, visando melhoria
crescente na qualidade dos serviços de prevenção e intervenção à saúde
da população.
II. Articular, em nível de macrorregião, ações educativas e fiscalizadoras na
área de Saúde do Trabalhador, visando prevenir e controlar as doenças
e agravos relacionados ao trabalho.
III. Desenvolver atividades que proporcionem o conhecimento, a detecção
ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e
condicionantes da saúde individual e coletiva, com a finalidade de adotar
ou recomendar medidas de prevenção e controle das doenças e agravos
à saúde do trabalhador.
IV. Realizar ações de Vigilância em Saúde de acordo com a Legislação
Federal, Estadual e Municipal vigentes, inclusive a Consolidação das Leis
do Trabalho (CLT), relacionadas direta ou indiretamente à saúde do
trabalhador, nos ambientes de trabalho públicos e privados,
estabelecendo cooperação técnica com os municípios da macrorregião
de Florianópolis, através do Centro de Referência em Saúde do
Trabalhador.
V. Executar ações de inspeção em ambientes de trabalho para o
cumprimento da legislação sanitária vigente, incluindo a análise dos
processos laborais que possam colocar em risco a saúde dos
trabalhadores e investigação dos acidentes e doenças relacionadas ao
trabalho, estabelecendo o nexo causal e controle de riscos.
64
VI. Intermediar convênios com instituições de caráter científico como rede
complementar, atendendo aos interesses da Saúde Pública do Município
e da Macrorregião.
VII. Fomentar e viabilizar a pesquisa nas diversas áreas de interesse da
Vigilância em Saúde do Município, servindo de referência ao
Planejamento Municipal e Estadual, como também para divulgação dos
trabalhos com interesse à saúde pública do País.
VIII. Administrar os Recursos Humanos pertinentes ao setor sob sua
coordenação para o melhor desempenho das atividades.
IX. Desenvolver atividades de registro e informações de interesse de sua
área de competência.
X. Realizar outras atividades correlatas ao serviço.

Art. 113º. A Gerência da Vigilância Sanitária e Ambiental é composta pelos


seguintes Departamentos:
Departamento de Análise de Projetos
Departamento de Vigilância Sanitária
Departamento de Vigilância Ambiental

Art. 114º. À Gerência da Vigilância Sanitária e Ambiental compete:


I. Promover ações de fiscalização, acompanhamento e monitoramento em
estabelecimentos e veículos destinados precipuamente à promoção,
proteção da saúde, prevenção das doenças, recuperação e reabilitação
da saúde, visando o controle e eliminação do risco sanitário.
II. Assegurar condições adequadas de qualidade na produção, transporte,
armazenamento, manipulação, comercialização e consumo de bens,
produtos e serviços de interesse à saúde, incluídos procedimentos,
métodos e técnicas que as afetem realizados em estabelecimentos
destinados precipuamente à promoção, proteção da saúde, prevenção
das doenças, recuperação e reabilitação da saúde.
III. Desenvolver ações de Educação em Saúde e Meio Ambiente.
IV. Monitorar e controlar a qualidade da água, solo e ar.
V. Desenvolver os programas ministeriais Vigiquim e Vigidesastres.
VI. Desenvolver ações de fiscalização, controle e gerenciamento referentes
ao saneamento do meio ambiente.
VII. Gerenciar os resíduos de serviços de saúde, de interesse da saúde e
outros estabelecimentos afins.
VIII. Efetuar o gerenciamento do Risco Sanitário em estabelecimentos de
pequeno, médio e grande porte que desenvolvem ações básicas, de
média e alta complexidade.
IX. Desenvolver ações de controle de medicamentos.
65
X. Desenvolver ações de controle de produtos de saúde e de interesse de
saúde.
XI. Proceder a análise de projetos hidrossanitários e de fluxos de
procedimentos de estabelecimentos prestadores de serviços de saúde.
XII. Desenvolver os programas de Tecnovigilância, Hemovigilância,
Farmacovigilância e Toxicovigilância.
XIII. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do
corpo técnico e da Rede Básica, conforme necessidade, visando melhoria
crescente na qualidade dos serviços de prevenção e intervenção à saúde
da população.
XIV. Administrar os Recursos Humanos pertinentes aos setores sob sua
coordenação para o melhor desempenho das atividades.
XV. Realizar outras atividades correlatas

Art. 115º. Ao Departamento de Análise de Projetos compete:


I. Proceder a análise de projetos para licenciamento e concessão dos
respectivos habite-se sanitários para estabelecimentos industriais,
comerciais e prestadores de serviços de saúde e de interesse da saúde.
II. Proceder a análise do Projeto Básico Arquitetônico e fluxos funcionais de
estabelecimentos de saúde e de interesse da saúde, aprovação de
projetos hidrossanitários e concessão de habite-se sanitário para
funcionamento.
III. Proceder o registro e informações de interesse da saúde, na sua área de
competência.
IV. Proceder a análise de projetos hidrossanitários, análise de projetos de
estabelecimentos de saúde e de interesse da saúde, análise de plantas
industriais, comerciais, de lazer, de edificações unifamiliares e
multifamiliares, entre outros.
V. Propor, elaborar e analisar projetos para implantação de melhorias
sanitárias nas comunidades.
VI. Realizar avaliação técnica de projetos cuja atividade esteja sob controle
da Vigilância em Saúde, objetivando verificar se o referido projeto
atende às legislações sanitárias e ambientais federal, estadual e
municipal vigentes, executada por profissional credenciado pelo
Conselho de Classe respectivo.
VII. Fomentar e viabilizar a Pesquisa nas diversas áreas de interesse à
Vigilância em Saúde do Município, servindo de referência ao
Planejamento Municipal e Estadual, como também para divulgação dos
trabalhos com interesse à saúde pública do País.
VIII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 116º. Ao Departamento de Vigilância Sanitária compete:


66
I. Assegurar condições adequadas de qualidade na produção, transporte,
armazenamento, manipulação, comercialização e consumo de bens,
produtos e serviços de interesse à saúde, incluídos procedimentos,
métodos e técnicas que as afetem realizados em estabelecimentos
destinados precipuamente à promoção, proteção da saúde, prevenção
das doenças, recuperação e reabilitação da saúde.
II. Promover ações de fiscalização, acompanhamento e monitoramento em
estabelecimentos e veículos destinados precipuamente à promoção,
proteção da saúde, prevenção das doenças, recuperação e reabilitação
da saúde, visando o controle e eliminação do risco sanitário.
III. Conceder alvará sanitário para estabelecimentos da saúde e de interesse
da saúde mediante critérios técnicos a serem definidos pela comissão
técnica normativa.
IV. Desenvolver os programas de Tecnovigilância, Hemovigilância,
Farmacovigilância e Toxicovigilância.
V. Receber e atender denúncias ou reclamações oriundas dos serviços
públicos e população em geral.
VI. Gerenciar o risco sanitário em estabelecimentos prestadores de serviços
de saúde ou de interesse da saúde, realizar inspeção sanitária em
ambientes de trabalho de qualquer natureza.
VII. Efetuar o controle das infecções nos estabelecimentos prestadores de
serviços em saúde de pequeno, médio e grande porte.
VIII. Realizar o controle sanitário de medicamentos, alimentos, correlatos,
produtos saneantes e domissanitários, reativos, inflamáveis, corrosivos,
explosivos, biocidas, mutagênicos, genotóxicos, transgênicos,
irradiados, químicos, psicoativos, radioativos, carcinogênicos, e outros.
IX. Participar em investigação de surtos de doenças transmitidas por
alimentos.
X. Realizar investigações de lançamentos irregulares de efluentes sanitários
para o meio ambiente, controle da produção, manuseio,
armazenamento, transporte, comercialização, uso e destino final de
todos os produtos acima descritos.
XI. Fiscalizar a gestão dos resíduos de serviços de saúde, de interesse da
saúde e outros estabelecimentos afins.
XII. Fiscalizar o controle das radiações ionizantes.
XIII. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do
corpo técnico e da Rede Básica, conforme necessidade, visando melhoria
crescente na qualidade dos serviços de prevenção e intervenção à saúde
da população.
XIV. Administrar os Recursos Humanos pertinentes aos setores sob sua
coordenação para o melhor desempenho das atividades.
XV. Realizar outras atividades correlatas.
67
Art. 117º. Ao Departamento de Vigilância Ambiental compete:
I. Promover ações de fiscalização em estabelecimentos de saúde ou de
interesse da saúde, visando o controle de efluentes sólidos, líquidos ou
gasosos, industrial ou não, que não apresentem tratamento adequado
previsto em normas técnicas e legislação vigente.
II. Assegurar condições adequadas de monitoramento da qualidade do meio
ambiente, desenvolvendo as ações necessárias ao enfrentamento dos
problemas ambientais e ecológicos, de modo a serem prevenidos,
sanados ou minimizados a fim de não apresentarem risco à saúde e a
vida, levando em consideração aspectos da economia, da política, da
cultura e da ciência e tecnologia, com vistas ao desenvolvimento
sustentável, como forma de garantir a qualidade de vida e a proteção ao
meio ambiente, inclusive o do trabalho.
III. Promover ações de preservação da natureza, protegendo a flora e as
faunas benéficas ou inócuas, em relação à saúde individual ou coletiva e
evitando destruição indiscriminada e/ou extinção das espécies.
IV. Desenvolver os programas ministeriais do controle de qualidade da
água, do ar, do solo, de desastres e de produtos químicos.
V. Realizar investigações de lançamentos irregulares de efluentes sanitários
para o meio ambiente, controle da produção, manuseio,
armazenamento, transporte, comercialização, uso e destino final de
todos os produtos acima descritos, controle sanitário da qualidade do
solo, do ar e da água e controle de vetores de importância sanitária.
VI. Propor, elaborar e analisar projetos para implantação de melhorias
sanitárias nas comunidades.
VII. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do corpo
técnico e da Rede Básica, conforme necessidade, visando melhoria
crescente na qualidade dos serviços de prevenção e intervenção à saúde
da população.
VIII. Administrar os Recursos Humanos pertinentes aos setores sob sua
coordenação para o melhor desempenho das atividades.
IX. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 118º. A Gerência da Vigilância Epidemiológica é composta pelos


seguintes Departamentos e Divisão:
Departamento de Imunização
Departamento de Notificação de Agravos e Doenças
Divisão de Notificação de Infecções nos Serviços de Saúde
Departamento de Vigilância Nutricional e Agravos por Causas Multifatoriais

Art. 119º. À Gerência da Vigilância Epidemiológica compete:


I. Promover o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer
mudança nos fatores determinantes e condicionantes da saúde
68
individual e coletiva, com a finalidade de adotar ou recomendar
medidas de prevenção e controle das doenças e agravos à saúde, ao
meio ambiente e ao trabalhador.
II. Desenvolver através de métodos científicos, mediante pesquisas,
monitoramento através da análise da situação, mapeamento de pontos
críticos, estabelecimento de nexo causal e controle de riscos.
III. Monitorar e analisar as ações de vigilância epidemiológica e aquelas
relacionadas com os sistemas de informações vinculados: Sistema de
Informações de Mortalidade - SIM e Sistema de Informações sobre
Nascidos Vivos – SINASC, dentre outros.
IV. Promover ações visando o controle de doenças, agravos ou fatores de
risco de interesse à saúde.
V. Proceder a execução e a coordenação de medidas visando à prevenção e
ao controle das doenças transmissíveis e agravos por causas
multifatoriais de interesse de Saúde Pública, em conjunto com órgãos
afins.
VI. Exigir e executar investigações, inquéritos e levantamentos
epidemiológicos, junto a indivíduos e grupos populacionais
determinados, sempre que julgar oportuno, visando a proteção à saúde.
VII. Promover o controle das doenças transmissíveis e agravos por causas
multifatoriais, crônicas e agudas.
VIII. Realizar sistematicamente campanhas de imunização.
IX. Promover o controle de notificações e outros procedimentos
epidemiológicos.
X. Fomentar e viabilizar a Pesquisa nas diversas áreas de interesse à
Vigilância em Saúde do Município, servindo de referência ao
Planejamento Municipal e Estadual, como também para divulgação dos
trabalhos com interesse à saúde pública do País.
XI. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do corpo
técnico e da Rede Básica, conforme necessidade, visando melhoria
crescente na qualidade dos serviços de prevenção e intervenção à saúde
da população.
XII. Administrar os Recursos Humanos pertinentes aos setores sob sua
coordenação para o melhor desempenho das atividades.
XIII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 120º. Ao Departamento de Imunização compete:


I. Coordenar e executar dos programas de imunização de interesse da
saúde pública;
II. Desenvolver ações de vacinação, incluindo a vacinação de rotina e
estratégias especiais como campanhas e vacinações de bloqueio,
notificação e investigação de eventos adversos e óbitos temporalmente
associados à vacinação;
69
III. Acompanhar a cobertura vacinal no município, mantendo-a dentro dos
parâmetros estabelecidos, propondo e executando ações para corrigir
eventuais distorções;
IV. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do corpo
técnico e da Rede Básica, conforme necessidade, visando melhoria
crescente na qualidade dos serviços de prevenção e intervenção à saúde
da população;
V. Administrar os Recursos Humanos pertinentes aos setores sob sua
coordenação para o melhor desempenho das atividades;
VI. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 121º. Ao Departamento de Notificação de Agravos e Doenças, compete:


I. Coordenar e executar as ações referentes à doenças e agravos de
notificação compulsória no âmbito do município observando as normas
técnicas específicas, em consonância com o estabelecido na legislação
federal, estadual e municipal.
II. Monitorar e analisar a notificação e investigação de doenças de
notificação compulsória, surtos e agravos inusitados, de acordo com
normatização pertinente, especialmente através do Sistema Nacional de
doenças de Notificação - SINAN.
III. Promover, através das equipes de saúde locais e regionais, a busca
ativa de casos de notificação compulsória nas unidades de saúde,
laboratórios, domicílios, creches e instituições de ensino, entre outros
pertencentes ao seu território.
IV. Promover ações e monitorar a situação de doenças endêmicas no âmbito
do município.
V. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do corpo
técnico e da Rede Básica, conforme necessidade, visando melhoria
crescente na qualidade dos serviços de prevenção e intervenção à saúde
da população.
VI. Administrar os Recursos Humanos pertinentes aos setores sob sua
coordenação para o melhor desempenho das atividades.
VII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 122º. À Divisão de Notificação de Infecções nos Serviços de Saúde


compete:
I. Propor Protocolos à rede pública e privada sobre biossegurança,
Procedimentos Operacionais Padrões, Acreditação Hospitalar e outros.
II. Receber, monitorar, investigar e acompanhar os casos de infecções nos
serviços de saúde, públicos e privados do município.
III. Monitorar e analisar a notificação e investigação de doenças de
notificação compulsória, surtos e agravos inusitados, de acordo com
70
normatização pertinente, especialmente através do Sistema Nacional
de doenças de Notificação - SINAN.
IV. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do corpo
técnico e da Rede Básica, conforme necessidade, visando melhoria
crescente na qualidade dos serviços de prevenção e intervenção à saúde
da população.
V. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 123º. Ao Departamento de Vigilância Nutricional e Agravos por Causas


Multifatoriais compete:
I. Promover o controle da alimentação e nutrição em estabelecimentos de
ensino e grupos populacionais específicos.
II. Promover e monitorar as ações de vigilância alimentar e nutricional,
desenvolvendo atividades continuadas e rotineiras de observação, coleta
e análise de dados que podem descrever as condições alimentares e
nutricionais da população.
III. Monitorar e controlar os distúrbios nutricionais e alimentares de doenças
associadas à alimentação e nutrição.
IV. Fornecer subsídios para as políticas de saúde, auxiliar no planejamento,
no monitoramento e no gerenciamento de programas relacionados com
a melhoria dos padrões de consumo alimentar e do estado nutricional da
população.
V. Realizar o monitoramento das doenças não transmissíveis e de seus
fatores de risco e de proteção, através da análise dos sistemas de
informações vinculados e inquéritos populacionais.
VI. Monitorar e analisar a notificação e investigação de doenças não
transmissíveis e causas externas de notificação compulsória.
VII. Coordenar o Núcleo de Prevenção de Violências e Promoção da Saúde,
de acordo com a Portaria MS 936/04.
VIII. Fomentar e viabilizar a Pesquisa nas diversas áreas de interesse à
Vigilância em Saúde do Município, servindo de referência ao
Planejamento Municipal e Estadual, como também para divulgação dos
trabalhos com interesse à saúde pública do País.
IX. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do corpo
técnico e da Rede Básica, conforme necessidade, visando melhoria
crescente na qualidade dos serviços de prevenção e intervenção à saúde
da população.
X. Administrar os Recursos Humanos pertinentes aos setores sob sua
coordenação para o melhor desempenho das atividades.
XI. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 124º. A Gerência do Laboratório de Saúde Pública de Florianópolis, é


composta pelos seguintes Departamentos:
71
Departamento de Análises Biomédicas
Departamento de Produtos e Meio Ambiente

Art. 125º. À Gerência do Laboratório de Saúde Pública compete:


I. Coordenar os serviços pertinentes ao Diagnóstico Laboratorial de
Agravos da Área Biomédica, da Área Ambiental, Análise de Produtos e
Alimentos e correlatos, relacionados à Saúde Pública do Município de
Florianópolis, objetivando a excelência do serviço à saúde da população.
II. Promover ações de Vigilância em Saúde na área laboratorial,
desenvolvendo e viabilizando análises e testagens Laboratoriais de
interesse da Saúde Pública.
III. Contribuir para a descoberta, identificação e controle de agentes
etiológicos e de fatores de risco para a saúde da comunidade.
IV. Viabilizar procedimentos à análise laboratorial destinadas a deflagrar
processos de investigação e/ou pesquisa e aplicação de métodos
apropriados para a promoção, proteção e recuperação da saúde.
V. Coordenar e viabilizar o desenvolvimento de análises laboratoriais
relacionadas às áreas de Imunologia, Virologia, Microbiologia, Biologia
Celular e Biologia Molecular de interesse à Saúde Pública do Município e
da região de abrangência epidemiológica.
VI. Coordenar e viabilizar o desenvolvimento de análises laboratoriais
relacionadas às áreas de produtos, água para consumo humano,
balneabilidade, esgotamento sanitário, solo e vetores de importância
sanitária.
VII. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do corpo
técnico sob sua Gerência e à Rede Básica, conforme necessidade,
visando melhoria crescente na qualidade dos serviços de prevenção e
intervenção à saúde da população.
VIII. Intermediar Convênios com Instituições de caráter científico, como
rede complementar, atendendo aos interesses da Saúde Pública do
Município e da Macrorregião.
IX. Fomentar e viabilizar a Pesquisa nas diversas áreas de interesse à
Vigilância em Saúde do Município, em especial na área laboratorial,
servindo de referência ao Planejamento Municipal e Estadual, como
também para divulgação dos trabalhos com interesse à saúde pública do
País.
X. Coordenar atividades correlatas ao bom desempenho dos serviços
destinados ao Diagnóstico Laboratorial pertinentes a esta Gerência,
como participar ativamente do provimento de reagentes e
equipamentos, em conformidade com a preconização do Ministério da
Saúde.
XI. Analisar e encaminhar a necessidade de ampliação e/ou reestruturação
da área física para desenvolvimento de novos serviços.
72
XII. Analisar e encaminhar a necessidade de ampliação e substituição do
quadro funcional para desenvolvimento dos serviços.
XIII. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do
corpo técnico e da Rede Básica, conforme necessidade, visando melhoria
crescente na qualidade dos serviços de prevenção e intervenção à saúde
da população.
XIV. Coordenar e desenvolver atividades correlatas ao serviço sob
responsabilidade desta Gerência.

Art. 126º. Ao Departamento de Análises Biomédicas compete:


I. Coordenar o desenvolvimento de análises laboratoriais relacionadas às
áreas Imunologia, Virologia, Microbiologia, Biologia Celular e Biologia
Molecular e outras áreas relacionadas.
II. Assessorar no planejamento, coordenação e execução das ações do
Laboratório, tanto nos aspectos administrativos como técnicos,
relacionados a sua área.
III. Viabilizar e preservar o ambiente de trabalho sob sua coordenação,
dentro dos aspectos sanitários e de biossegurança exigidos pela
natureza das análises, cumprindo as normatizações sanitárias e de
segurança à saúde do trabalhador e do meio ambiente.
IV. Administrar os Recursos Humanos pertinentes aos setores sob sua
coordenação para o melhor desempenho das atividades.
V. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do corpo
técnico e da Rede Básica, conforme necessidade, visando melhoria
crescente na qualidade dos serviços de prevenção e intervenção à saúde
da população.

Art. 127º. Ao Departamento de Análise de Produtos e Meio Ambiente


compete:
I. Coordenar o desenvolvimento de análises laboratoriais relacionadas às
áreas de produtos, água para consumo humano, balneabilidade,
esgotamento sanitário, solo e vetores de importância sanitária.
II. Assessorar no planejamento, coordenação e execução das ações do
Laboratório, tanto nos aspectos administrativos como técnicos,
relacionados a sua área.
III. Viabilizar e Preservar o ambiente de trabalho, sob sua coordenação,
dentro dos aspectos sanitários e de biossegurança exigidos pela
natureza das análises, cumprindo as normatizações sanitárias e de
segurança à saúde do trabalhador e do meio ambiente.
IV. Administrar os Recursos Humanos pertinentes aos setores sob sua
coordenação para o melhor desempenho das atividades.
V. Planejar, viabilizar e executar Capacitação Técnica profissional do corpo
técnico e da Rede Básica, conforme necessidade, visando melhoria
73
crescente na qualidade dos serviços de prevenção e intervenção à
saúde da população.

Art. 128º. À Gerência de Controle de Zoonoses compete:


I. Responsabilizar-se pelo controle de agravos e doenças transmitidas por
animais (zoonoses), através do controle da população de animais
domésticos (cães, gatos e animais de grande porte) e animais
sinantrópicos (morcegos, pombos, ratos, mosquitos, abelhas e outros
vetores).
II. Promover pesquisas de doenças transmitidas por animais.
III. Desenvolver atividades de vigilância em Saúde descentralizadas, para a
formação, qualificação profissional, desenvolvimento de estudos e
pesquisas científicas na área ambiental e animal.
IV. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 129º. À Diretoria do Bem Estar Animal, composta por uma Gerência
Técnica compete:
I. Promover o controle de animais abandonados na cidade;
II. Combater os maus tratos e abandono de animais;
III. Gerenciar o canil municipal.
IV. Promover e difundir o tratamento ético e respeitoso aos animais.
V. Promover campanhas educativas e de conscientização acerca do
tratamento aos animais.
VI. Envolver a comunidade e a iniciativa privada no combate aos animais
abandonados pela cidade.
VII. Realizar outras atividades correlatas.

Art. 130º. As Coordenações das Policlínicas Municipais, UPAs e Gerência de


Controle de Zoonoses,contarão, cada uma, com um Departamento Técnico
Adminitrativo cuja finalidade será assessorar os respectivos Diretores no
desenvolvimentos das atribuições, tanto nos aspectos técnicos como
administrativos.

Art. 131º. O Secretário da Saúde poderá editar normas complementares


necessárias à aplicação deste Regimento Interno.

Você também pode gostar