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QUESTÕES DE PROVA DE DIREITO DAS SUCESSÕES

TJPR/2019 – CESPE

Não houve questão de sucessões.

TJCE/2019 – CESPE

Questão 7. Conforme classificação doutrinária, a herança, antes da


formalização da partilha, pode ser considerada um bem de indivisibilidade

A convencional e uma universalidade de fato.


B convencional e uma universalidade de direito.
C legal e uma universalidade de direito.
D legal e uma universalidade de fato.
E natural e uma universalidade de direito.

TJ/AM / 2016 – CESPE

Questão 9

Em relação ao direito das sucessões, assinale a opção correta.

A Não havendo descendentes ou ascendentes, os herdeiros colaterais do autor


da herança concorrem com o cônjuge sobrevivente. Falso. Herda o cônjuge.

B Em se tratando de casamento sob o regime de comunhão parcial de bens, o


cônjuge supérstite concorrerá com os descendentes do cônjuge falecido
apenas em relação aos bens particulares deste. (V)

C Será rompido o testamento válido se o legatário for excluído da sucessão ou


falecer antes do legante. (F)

D Não goza da igualdade de condições com filho legítimo o filho adotado no


ano de 1980, se a morte do autor da herança tiver ocorrido antes da vigência
da Lei n.º 10.406/2012. (F)

E Tratando-se de sucessão colateral, o direito de representação estende-se ao


sobrinho-neto do autor da herança. (F)

TJPB – 2015/2016

QUESTÃO 7 No que se refere à exclusão da herança por indignidade, assinale


a opção correta.
A) A reabilitação, em testamento ou em outro ato autêntico, é ato
personalíssimo do ofendido.
B) O rol das causas enumeradas na lei civil para exclusão da herança por
indignidade é exemplificativo — numerus apertus.
C) O ato infracional equiparado ao homicídio doloso praticado por menor de
dezoito anos de idade contra ascendente não é causa de indignidade hábil à
exclusão da herança.
D) Como os efeitos da sentença que decreta a indignidade são pessoais, o
excluído terá direito ao usufruto e à administração dos bens que couberem a
seus filhos.
E) O direito de demandar a exclusão do herdeiro extingue-se em quatro anos,
contados a partir da data em que ocorrer o fato objeto da indignidade.

Resposta: A

TJDFT - PROVA 2015/2016

Questão 11
A propósito do direito das sucessões, com fundamento nos dispositivos legais,
na doutrina e no entendimento jurisprudencial pátrio, assinale a opção correta.
A) herança é considerada um bem divisível, antes mesmo da partilha. (F)
B) O filho do autor da herança tem o direito de exigir de seus irmãos a colação
dos bens recebidos por doação, a título de adiantamento da legítima, ainda que
não tenha sido concebido ao tempo da liberalidade. (V)
C) O cônjuge supérstite pode opor o direito real de habitação aos irmãos do
cônjuge falecido, caso eles já fossem, antes da abertura da sucessão,
coproprietários do imóvel em que ela e o marido residiam. (F)
D) O testador só poderá dispor de um terço da herança no caso de haver
herdeiros necessários. (F)
E) O cumprimento de legado de coisa que se determine pelo gênero é
impossibilitado quando a coisa não mais existir entre os bens deixados pelo
testador (F)

Resposta: B

TJRS – 2015

Assinale a alternativa correta a respeito do direito das sucessões no Código


Civil.

(A) O herdeiro não responde por encargos superiores às forças da herança;


incumbe-lhe, porém, a prova do excesso, salvo se houver inventário que a
escuse, demonstrando o valor dos bens herdados.
(B) O direito à sucessão aberta, bem como o quinhão de que disponha o
coerdeiro, não pode ser objeto de cessão por escritura pública.

(C) Somente as pessoas já nascidas no momento da abertura da sucessão


legitimam-se a suceder.

(D) A incapacidade superveniente do testador invalida o testamento, e o


testamento do incapaz se valida com a superveniência da capacidade.

(E) O herdeiro necessário, a quem o testador deixara sua parte disponível, ou


algum legado, perde o direito à legítima.

Resposta: A

TJSP - 2015

08.Acerca do Direito das Sucessões, assinale a alternativa correta.


(A) É eficaz a cessão, pelo coerdeiro, de seu direito hereditário sobre bem da
herança singularmente considerado.
(B) Considera-se imóvel o direito à sucessão aberta, exigindo-se escritura
pública para sua cessão, não se admitindo que a renúncia da herança conste
de termo judicial.
(C) É intransferível ao cessionário de direitos hereditários o direito de
preferência inerente à qualidade de herdeiro.
(D) A morte do responsável cambiário é modalidade de transferência anômala
da obrigação, repassável aos herdeiros, salvo se o óbito tiver ocorrido antes do
vencimento do título.

Resposta: C

09. Assinale a alternativa correta, no que tange ao direito real de habitação,


assegurado ao cônjuge sobrevivente.
(A) Não dá direito aos frutos.
(B) Não é extensível o regime da separação de bens.
(C) É irrenunciável.
(D)Exige registro imobiliário para a sua constituição.

Resposta: A

TJMA 2014/2015

QUESTÃO 8 Acerca do direito das sucessões, assinale a opção correta.


A) O instituto da colação diz respeito, tão somente, à sucessão legítima; assim,
o herdeiro testamentário não tem legitimidade ativa para exigir à colação bem
sonegado por herdeiro necessário.
B) Configura-se o direito de representação quando a lei chama certos parentes
do falecido a suceder em todos os direitos em que ele sucederia se vivo fosse,
sendo titulares desse direito os ascendentes e os descendentes.
C) É nulo, e não ineficaz, o legado de coisa certa que não pertença ao testador
no momento da abertura da sucessão.
D) Constituem hipóteses de deserdação de herdeiros e legatários a ofensa
física, a injúria grave, as relações ilícitas com madrasta e(ou) padrasto.

Resposta: A

TJDFT - Prova de 14.12.2014

Acerca do direito das sucessões, assinale a opção correta.


A) Na hipótese de o herdeiro mais próximo renunciar à herança, poderão seus
filhos recebê-la por direito de representação.
B) Permite-se a substituição fideicomissária em favor de pessoa já concebida
ao tempo da morte do testador.
C) Ao beneficiado pela deserdação incumbe a prova da veracidade da causa
alegada pelo testador, com observância do prazo, que começa a fluir da data
da abertura da sucessão.
D) De acordo com o princípio de saisine, somente em relação aos herdeiros
legítimos ocorre a transmissão automática da herança.
E) Se houver justa causa declarada no testamento, poderá o testador
estabelecer cláusula de inalienabilidade, impenhorabilidade e
incomunicabilidade, ainda que os bens a serem gravados integrem a legítima.
Resposta correta: E

TJDFT - 2013/2014

Questão 7

Assinale a opção correta acerca do direito das sucessões.


A) O direito real de habitação tem por finalidade impedir que os herdeiros
deixem o companheiro sobrevivente sem moradia e ao desamparo, visto que
este não tem qualquer participação na herança do de cujus. (F)
B) Será correta a sentença que, em ação de inventário, homologue a partilha
sem manifestação acerca do direito real de habitação da viúva meeira em
relação ao imóvel em que o casal tenha residido, porquanto, para tanto, exige-
se o ajuizamento de ação própria. (F)
C) Ao cônjuge sobrevivente, assegura-se o direito real de habitação
relativamente ao imóvel destinado à residência da família, desde que seja o
único daquela natureza a inventariar e o regime de bens do casamento tenha
sido o da comunhão universal. (F)
D) O objetivo do legislador, ao criar o instituto do direito real de habitação, foi o
de promover a proteção ao cônjuge supérstite que, desfavorecido de fortuna,
corresse o risco de cair em situação de penúria ou grande inferioridade em
comparação àquela de que desfrutava quando vivo o consorte, de modo que,
mesmo havendo dois imóveis a serem inventariados, pode-se garantir ao
cônjuge supérstite o direito real de habitação por sua utilidade, como fonte de
sobrevivência. (V)
E) O direito real de habitação não pode ser estendido ao companheiro. (F)

Resposta: D

TJSP / 2013

17. Assinale a alternativa correta.


(A) Somente ofensa física que resulte em lesão grave autoriza a deserdação de
herdeiro necessário em testamento.
(B) A deserdação do herdeiro necessário pode ser feita em testamento sem
que o testador declare sua causa, mas, nesse caso, caberá a quem aproveite a
deserda- ção justificá-la.
(C) Uma vez excluído da sucessão por motivo de indignidade determinado
herdeiro, seus descendentes também não sucedem.
(D) A exclusão de herdeiro ou legatário da sucessão nos casos de indignidade
deverá sempre ser declarada por sentença.

Resposta: D

18. Relativamente à ordem da vocação hereditária, assinale a alternativa


correta.
(A) Concorrendo à herança irmãos bilaterais e unilaterais, cada um desses
herdará apenas a metade do que cada um daqueles herdar.
(B) Concorrendo à herança somente um avô materno e dois avós paternos, a
cada um tocará 1/3 (um terço) da herança.
(C) Se concorrerem à herança somente um filho de irmão pré-morto e duas
filhas de irmã pré-morta, àquele tocará metade da herança e a cada uma
destas, 1/4 (um quarto) dela.
(D) Incluem-se na sucessão legítima os colaterais até o terceiro grau.

Resposta: A

TJAM - 2013

02 Renato tem 96 anos de idade e um filho, chamado Daniel. Apesar da idade


avançada, desfruta plenamente de suas faculdades mentais. Após seu
falecimento, Daniel é surpreendido com o aparecimento de um documento,
datado e assinado apenas por seu pai, por meio do qual contempla seu fiel
motorista, de nome Adalberto, com um pequeno crucifixo de madeira, uma
cadeira de balanço, um paletó e a quantia de dez mil reais. Daniel é o único
herdeiro de Renato, que deixou um automóvel e um pequeno apartamento.
Não há dúvidas quanto à autenticidade do documento. Com base no caso
narrado, responda aos itens a seguir.
A) Qual a natureza jurídica do documento deixado por Renato? Indique o
dispositivo legal correspondente.
B) Poderia Daniel invalidar judicialmente, no todo ou em parte, o documento
deixado por seu pai? (As respostas devem ser objetivamente fundamentadas).

TJPA – 2012 – CESPE

Sem questão de sucessões

TJDFT - 2012

Questão 13

Maria, que não tem filhos e é casada com João, falece e deixa pai, mãe e avós
da linha paterna pré-mortos e avós da linha materna vivos. Sobre o direito
sucessório do cônjuge sobrevivente, assinale a assertiva correta.
a) Será deferida a sucessão por inteiro ao cônjuge sobrevivente.
b) Caberá ao cônjuge sobrevivente metade da herança.
c) Caberá ao cônjuge sobrevivente 1/3 da herança.
d) Caberá ao cônjuge sobrevivente 2/3 da herança.

Resposta correta: B

TJAC – 2012 – CESPE

Sem questões de sucessões

TJPI – 2012 – CESPE

Sem questões de sucessões

TJCE – 2012 - CESPE

Questão 9
Suponha que uma pessoa tenha falecido e deixado testamento válido no qual
tenha disposto a propriedade da casa onde residia a sua caseira, ficando o
restante dos seus bens aos herdeiros necessários. Nessa situação,

A tendo sido a casa alienada a terceiros, considera-se revigorado o legado se


for obtida a anulação do negócio por ocorrência de simulação. (F)
B ao contrário do que ocorre com os herdeiros necessários, a caseira somente
adquirirá a propriedade após o encerramento da partilha. Falso. Legatário
recebe propriedade no momento da abertura da sucessão.

C a posse direta do imóvel será conferida à caseira por consentimento dos


demais herdeiros, não lhe sendo lícito obtê-la por sua própria autoridade.
Verdadeiro pelo gabarito.

D o imóvel, por ser bem individualizado e em razão de os legatários não


concorrerem para o resgate de débitos, deverá ser entregue à caseira desde
logo. Falso, toda a herança concorre para pagamento dos débitos.

E se for verificado que, após o testamento, a casa foi demolida e reconstruída


com algumas transformações, estará configurada a caducidade do legado. (F)

TJMT - 2009

07. Em relação ao direito sucessório, indique a alternativa correta.


(A) A ordem de vocação hereditária, após a vigência do Código Civil de 2002,
por ele fica regida, independentemente do tempo do falecimento, excetuando-
se a falta de colaterais.
(B) As cláusulas de inalienabilidade, impenhorabilidade e de
incomunicabilidade, sobre os bens da legítima, não exigem formalização de
justa causa, se o testamento é anterior à vigência do Código Civil de 2002,
independentemente da data da abertura da sucessão.
(C) Para excluir da sucessão os herdeiros colaterais, o testador deve dispor
expressamente sua manifestação de última vontade, caso contrário, aberta a
sucessão, seguirá a linha sucessória.
(D) O herdeiro necessário, a quem o testador deixar a sua parte disponível, ou
algum legado, perderá o direito à legitima, exceto se o testador outra situação
deixar formalizada.
(E) A dispensa de colação, ou seja, o modo de igualar as legítimas dos
descendentes e do cônjuge, pode ser outorgada pelo doador em testamento,
ou no próprio título de liberalidade.

Resposta: A resposta é E.

TJSP - 2009

13. O direito de representação


(A) verifica-se na linha reta descendente e ascendente.
(B) inexiste na linha colateral.
(C) implica divisão por estirpe.
(D) implica divisão por cabeça.

Resposta: C

14. Quanto ao direito sucessório brasileiro, a família matrimonial e a família


fundada na união estável diferem
(A) apenas em relação à participação do sobrevivente na legítima e à influência
do momento de aquisição do bem herdado pelo sobrevivente.
(B) apenas em relação à situação do sobrevivente na ordem de vocação
hereditária, à influência do momento de aquisição do bem herdado pelo
sobrevivente e à concorrência com os demais herdeiros.
(C) apenas em relação à influência do momento de aquisição do bem herdado
pelo sobrevivente e à concorrência com os demais herdeiros.
(D) em relação à participação do sobrevivente na legítima, à influência do
momento de aquisição do bem herdado pelo sobrevivente, à situação do
sobrevivente na ordem de vocação e à concorrência com os demais herdeiros.

Resposta: D

Ano 2006
Defensor/SE – CESPE

Caderno São Cristóvão

José era casado com Clara pelo regime de comunhão parcial de bens. O casal
tinha um único descendente: o filho Tiago, de 2 anos de idade. José tinha como
ascendente vivo seu pai Antônio. Em um acidente de veículo, ocorrido em
dezembro de 2004, faleceram José e Tiago. José deixou um único bem imóvel,
o apartamento onde residia o casal, adquirido na constância do casamento, por
herança de sua mãe.
A respeito dessa situação hipotética, julgue os próximos itens.

101 Se o laudo pericial não puder identificar quem morreu primeiro, José ou
Tiago, a herança de José deverá ser divida em partes iguais entre Clara e
Antônio, sendo que Clara terá direito à sua meação mais metade do
apartamento, ficando para Antônio 25% do referido bem imóvel. Falso. Ao
final Clara terá 75% do imóvel e não a meação (50%) e mais metade do
apartamento (50%)

102 No caso de o laudo pericial comprovar que houve premoriência de José, a


esposa Clara deverá receber toda a herança de José, ficando proprietária
exclusiva do apartamento. O gabarito diz Verdadeiro, mas a questão
contém uma impropriedade técnica. Em face do regime da comunhão
parcial de bens, a esposa será herdeira em concorrência com os
descendentes nos bens particulares. Ainda que, ao final, receba toda a
herança com a morte do filho, não será a herança de José, mas a herança
de José e de Thiago.

103 O cônjuge ocupa a terceira classe dos sucessíveis, na ordem da vocação


hereditária, depois dos descendentes e dos ascendentes. Assim, a herança
deverá ser recolhida pelo pai de José, sendo assegurado a Clara o direito real
de habitação. Falso. O cônjuge sempre concorre com os ascendentes.
Ano 2007
Defensor/CE – CESPE

Não houve questão de sucessões

Ano 2009
Defensor/MT – FCC

40. Sobre o Direito das Sucessões, é correto afirmar:


(A) Havendo herdeiros necessários, o testador só poderá dispor de um terço da
herança. (F) Pode dispor de metade.
(B) Regula a sucessão e a legitimação para suceder a lei vigente ao tempo da
abertura do testamento ou do início do inventário. (F) Lei vigente na abertura
da sucessão (morte).
(C) A companheira ou companheiro participará da sucessão do outro, quanto a
todos os bens adquiridos na vigência da união estável, sendo certo que se
concorrer com filhos comuns, terá direito a uma quota equivalente à que por lei
for atribuída ao filho. (F) Participará da sucessão apenas em relação aos
bens particulares se concorrer com descendente e se o regime de bens
for o da comunhão parcial.
(D) O co-herdeiro poderá ceder a sua quota hereditária a pessoa estranha à
sucessão, se nenhum co-herdeiro a quiser, tanto por tanto. (V)
(E) O co-herdeiro, a quem não se der conhecimento da cessão, poderá,
depositado o preço, haver para si a quota cedida a estranho, se o requerer até
cento e oitenta dias após a abertura da sucessão. (F) 180 dias após a
transmissão (art. 1794)

Defensor/AL – CESPE

Acerca das sucessões em geral, julgue os itens subsequentes.

44 A sucessão hereditária assenta-se, entre outras, em razão de ordem ética,


na medida em que se presume a afeição do morto ao herdeiro, motivo pelo
qual o neto que foi autor da denúncia que redundou na condenação do avô
pelo crime de apropriação indébita não faz jus à herança deste. (F) Não é
hipótese nem de indignidade, nem de deserdação.

45 Considere que, com o falecimento de João, tenha restado a seus dois


únicos herdeiros, como herança, dois apartamentos de dois quartos localizados
no mesmo andar de um prédio residencial. Nessa situação, mesmo
considerando a possibilidade de divisão cômoda do acervo, é ineficaz a cessão
onerosa do direito à sucessão de um desses imóveis a terceiro, se realizada
por qualquer dos co-herdeiros antes da partilha. (V) Art. 1793, § 3º CC
Defensor/PI – CESPE

Questão 45

João era casado com Maria e teve com ela três filhos.
O filho mais velho faleceu e deixou dois descendentes. Abalado pelo fato, João
sucumbiu ao saber da notícia, após mal súbito.
Durante o sepultamento, a família teve outra notícia trágica: o filho mais novo
do casal, no caminho para a cerimônia, morreu em um acidente de trânsito,
deixando descendentes.
Considerando a situação hipotética acima, assinale a opção correta.
A Os descendentes do filho mais velho de João herdam por direito de
representação, fazendo jus a cota igual à que caberia ao seu único tio vivo. (F)
No momento em que os descendentes do filhos mais velho herdaram,
havia dois tios vivos.
B Caso João e seu filho mais novo tivessem falecido no mesmo instante, a
comoriência não afastaria o direito de representação dos descendentes deste
último. (V)
C O direito de representação dos netos de João, entre outros efeitos, acarreta
o desaparecimento da concorrência com o cônjuge sobrevivo. (F) Não
acarreta.
D De igual modo que seus primos, filhos do tio mais velho, os descendentes do
filho mais novo de João herdam por direito de representação. (F) Na verdade,
quem herdou foi o filho mais novo, pois morreu depois. O quinhão dele
será dividido a título de herança entre os seus filhos.
E Não se daria a sucessão por direito de representação na hipótese de o filho
mais velho ter-se tornado indigno, até porque não se representa pessoa viva.
(F) O indigno é considerado como se pré-morto fosse. Art. 1816

Defensor/ES – CESPE

74 Os direitos reais sobre imóveis e as ações que os asseguram, bem como o


direito à sucessão aberta, são considerados bens imóveis para os efeitos
legais, de acordo com o Código Civil. (V)

84 A posse precária adquirida pelo de cujus não perde esse caráter quando
transmitida mortis causa aos seus sucessores, ainda que estes estejam de
boa-fé. (V)

89 Um avô, quando doa bem imóvel a um de seus netos, não precisa


esclarecer que a liberalidade saiu de sua metade disponível. Um pai, porém,
quando doa a um de seus filhos, necessita esclarecer a origem do bem, sob
pena de o descendente ficar obrigado à colação do bem, na hipótese do
superveniente falecimento do ascendente. (V) A doação ao neto, contudo,
pode eventualmente precisar ser colacionada se o neto, no momento da
doação, já era herdeiro.
Ano 2010
Defensor/GO – 2010 – Instituto Cidades

62 – A cessão da herança é negócio jurídico aleatório; por esta razão, nela o


cedente responde

a) por sua qualidade de herdeiro e a quantidade da herança transmitida,


independentemente de disposição expressa sobre isso.

b) pela evicção, tendo em vista que se obriga pela quantidade de bens,


independentemente de disposição expressa sobre isso.

c) perante os credores do espólio, se a cessão se deu sem a ciência destes,


tendo em vista a disposição de lei. (V) Cuida-se de hipótese de novação
subjetiva por delegação, Art. 360, II, Código Civil, segundo Luiz Paulo
Vieira de Carvalho e Maria Helena Diniz. Segundo Arnaldo Rizzardo, a
responsabilidade existe ainda que não tenha havido notificação aos
credores. Em verdade, o herdeiro auferiu lucro com a venda e deve,
portanto, responder nas forças daquilo que herdou e foi cedido.

d) pela perda da coisa na cessão gratuita, independentemente de disposição


expressa sobre isso.

e) pela quantidade de bens na cessão onerosa, independentemente de


disposição expressa sobre isso.

Ano 2011
Defensor/AM – 2011 – Instituto Cidades

28. O direito brasileiro disciplina as questões sucessórias, estabelecendo


possibilidades de transações e garantias aos herdeiros. Assim, é correto
afirmar que pode o herdeiro

a) demandar o reconhecimento de seu direito sucessório, para obter a


restituição da herança, ou parte dela, contra quem, na qualidade de herdeiro,
ou mesmo sem título, a possua. (V)

b) ceder parte da herança e como cedente responde pela quantidade da


herança transmitida e não pela sua qualidade de herdeiro, independentemente
de disposição expressa sobre isso. Falso, não responde por aquilo que o
cedente efetivamente receber. Responde apenas pela qualidade de
herdeiro.

c) reclamar seu direito sucessório e a ele não se transmitem obrigações em


razão da sucessão, o que impede que lhe seja transmitida a obrigação
alimentar do devedor/ autor da herança. As obrigações serão transmitidas
nas forças da herança.

d) obter a restituição da herança e ceder parte dela. Como cedente, responde


pela perda da coisa na cessão gratuita, independentemente de disposição
expressa sobre isso. Não responde pela perda da coisa. Arnaldo Rizzardo
ressalta que o alienante não está obrigado a garantir que existam bens ao
final. Ressalta, todavia, que, se a cessão envolve um único bem,
individuado e específico, com a demonstração de sua existência, e
restritamente em relação à pessoa do cessionário, pode-se aceitar a
evicção, que será uma garantia para a seriedade do negócio.

e) obter a restituição da herança, não havendo possibilidade de ceder parte


dela. Falso, o herdeiro pode ceder seu quinhão hereditário.

Defensor/MA – 2011 - CESPE

Questão 48

De acordo com o direito das sucessões,

A) o indivíduo com mais de dezesseis anos de idade pode dispor de seus bens por ato de
última vontade, desde que judicialmente autorizado, uma vez que não possui capacidade
testamentária plena. (F) Pode fazer testamento, sem a participação do assistente.
B) o testamento cerrado terá de ser aberto pelo tabelião, na presença de, pelo menos,
três testemunhas. (F) Não há lei prevendo a abertura de testamento em cartório,
mas há Projeto de Lei para isso.
C) a partilha, uma vez julgada, só será anulável pelos vícios e defeitos que invalidem,
em geral, os negócios jurídicos e desde que observado o prazo decadencial de quatro
anos. (F) Há muita discussão a respeito disso.
D) o cônjuge sobrevivente está em segundo lugar na ordem de vocação hereditária; e, se
forem cinco os filhos comuns do casal, caberá a ele, ascendente dos herdeiros, uma
quarta parte da herança, sendo o restante dividido em partes iguais pelos filhos. (F) O
cônjuge está em terceiro lugar na ordem de vocação hereditária. Não herdará
porque é ascendente dos herdeiros e somente herdeira em concorrência a depender
do regime de bens.
E) os descendentes do herdeiro excluído por indignidade sucedem por estirpe, como se
ele estivesse morto antes da abertura da sucessão. (V)

Ano 2012

Defensor/AC – 2012 – CESPE

Não houve questão de sucessões.

Defensor/SP – 2012 - FCC


40. Fernando, casado com Laura pelo regime da comunhão parcial de bens,
falece sem ter tido filhos, deixando um único imóvel adquirido na constância do
casamento. Sabendo-se que os pais de Fernando ainda são vivos, e que
Fernando não deixou dívidas, após a partilha do único bem, a fração total do
imóvel que caberá à Laura será de
(A) 2/3.
(B) 5/6.
(C) 3/4.
(D) 3/5.
(E) 1/2.

É soma de 1/2 (meação) mais 1/6 (1/2 da herança dividido em partes iguais
entre Laura, a mãe e o pai).

Defensor/PR – 2012 – FCC

46. Sobre o Direito das Sucessões, é correto afirmar:


(A) É eficaz a cessão, pelo co-herdeiro, de seu direito hereditário sobre bem
singularizado que compõe a herança ainda não partilhada. Falso. Art. 1792, §

(B) Nos termos da lei civil, a companheira do falecido participará da sucessão


quanto aos bens adquiridos onerosamente na constância da união estável e,
concorrendo apenas com dois descendentes só do autor da herança, caberá à
companheira quota equivalente a que couber a cada um dos filhos do de cujus.
Essa questão agora precisa ser interpretada à luz da decisão que
declarou a inconstitucionalidade do artigo 1790

(C) Credor de herdeiro, que vem a ser prejudicado pela renúncia de seu
devedor à herança pode, mediante autorização judicial, vir a aceitar a herança
pelo renunciante. Verdadeiro. Art. 1803

(D) Para renunciar à herança, o herdeiro deve o fazer expressamente, por meio
de termo judicial ou instrumento público ou particular. Falso. A renúncia não
pode ser feita por instrumento particular porque a herança é considerada
direito real. Art. 1806

(E) A herança responde pelo pagamento das dívidas do falecido, mas após a
partilha por este débito responderão os herdeiros, independente da proporção
recebida de herança por cada qual, cabível o posterior direito de regresso.
Falso. Nenhum herdeiro responde além daquilo que recebeu.

Ano 2013
Defensor/DF – 2013 - CESPE

Em relação a direito de família e sucessões, julgue os itens subsequentes.


88 O espolio tem legitimidade para postular indenização pelos danos materiais
e morais experimentados pelos herdeiros, inclusive sob a alegação de que os
referidos danos teriam decorrido de erro médico de que fora vítima o falecido.
(F) O espólio somente teria legitimidade para o ajuizamento de ação para
obter danos materiais e morais do falecido. Não é uma possibilidade de
substituição processual.

Defensor/AM – 2013 – FCC

39. No inventário
(A) admite-se instrução probatória para apuração de débitos do espólio. Falso.
Se demandar instrução, é questão de alta indagação
(B) incumbe ao inventariante a administração dos bens do espólio.
(C) julga-se a partilha independentemente do pagamento do ITCMD. Falso. No
inventário, o CPC prevê o pagamento do imposto e depois o julgamento
da partilha.
(D) não cabe nomeação de perito para avaliação dos bens. Falso. Há previsão
sim.
(E) será nomeado inventariante, preferencialmente, o filho mais velho do
falecido. Falso. Em primeiro lugar, o cônjuge/companheiro que ao tempo
do falecimento ainda vivia com o autor da herança. Art. 617 CPC

Defensor/SP – 2013 – FCC

40. Considere as assertivas abaixo sobre direito de família e sucessões.

I. Na vigência do Código Civil, o bem imóvel adquirido na constância da união


estável sem contrato escrito comunica-se entre os companheiros, bastando
demonstrar a existência da união à época da aquisição do imóvel,
independentemente da prova de esforço comum. (Pelo gabarito, é falsa, mas
está em desacordo com a jurisprudência e o próprio artigo 1725 CC. Se não
houver contrato escrito, o regime é da comunhão parcial de bens, o que exime
o companheiro de demonstrar o esforço comum, eis que esse é legalmente
presumido).
II. Na impossibilidade de guarda compartilhada, a guarda unilateral da criança
deve ser atribuída àquele que possuir melhores condições para exercê-la,
verificadas no caso concreto, fixando-se o direito de visitas ao outro genitor a
fim de preservar os vínculos familiares. (Pelo gabarito, é falsa, mas considero
verdadeira pela aplicação dos artigos 1586 e 1589 CC)
III. A campanha de desqualificação da figura de um dos genitores fere o direito
fundamental da criança de convivência familiar saudável e configura ato de
alienação parental previsto na Lei no 12.318/10 (Alienação parental), podendo
acarretar, dentre outras medidas, a sujeição do alienador a acompanhamento
psicológico, a inversão da guarda e a suspensão da autoridade parental. (V)
IV. De acordo com o Código Civil, o companheiro sobrevivente não participa da
sucessão dos bens adquiridos onerosamente na constância da união estável,
cabendo exclusivamente aos descendentes, ascendentes e colaterais, nessa
ordem, os direitos sucessórios do companheiro falecido. (O art. 1790 foi
declarado inconstitucional. A sucessão do companheiro dá-se nos termos
da sucessão do cônjuge. Assim, se só houver bens comuns (sem
contrato, o regime é o da comunhão parcial), o companheiro apenas
herdará se concorrer com os ascendentes. Herdará, ainda, se não houver
descendentes ou ascendentes. A questão é falsa)
V. O cônjuge supérstite casado no regime da comunhão parcial de bens
concorre com os descendentes independentemente da existência de bens
particulares deixados pelo falecido. (Pelo gabarito é verdadeira, mas o cônjuge
apenas concorre com os descendentes nos bens particulares do falecido se o
regime for o da comunhão parcial de bens. Deve-se lembrar que a
jurisprudência do STJ firmou-se em 2015.)
Está correto APENAS o que se afirma em
(A) III, IV e V.
(B) I, II e III.
(C) I, III e IV.
(D) II, III e IV.
(E) II, III e V.

O gabarito é letra A, mas eu discordo.

Ano 2014
Defensor/PB – 2014 – FCC

14. Francisco faleceu deixando R$ 10.000,00 em dívidas no Banco Bom


Pagador e R$ 8.000,00 em bens. A partilha foi feita, em partes iguais, a seus 4
filhos. Realizada a partilha, o Banco Bom Pagador ajuizou ação de cobrança
contra os filhos de Francisco, que
(A) respondem, solidariamente, até R$ 8.000,00.
(B) não respondem pelas dívidas deixadas pelo pai, cuja personalidade se
extinguiu com o falecimento.
(C) respondem, individualmente, até o montante de R$ 2.500,00 cada.
(D) respondem, solidariamente, até R$ 10.000,00.
(E) respondem, individualmente, até o montante de R$ 2.000,00 cada.

Defensor/RS – 2014 – FCC

29. Sobre o Direito das Sucessões no ordenamento jurídico brasileiro é correto


afirmar:

(A) A partilha amigável, feita por escritura pública quando as partes forem
maiores, capazes e concordes com os respectivos termos, deverá ser levada à
homologação judicial em processo de arrolamento ou inventário para constituir
título hábil ao registro imobiliário. Falso. Pode ser feita extrajudicialmente,
sem necessidade de homologação. Vide Resolução 35/CNJ

(B) O Código Civil de 2002 prevê que a sucessão legítima defere-se,


sucessivamente, aos descendentes, em concorrência com o cônjuge
sobrevivente, aos ascendentes, aos colaterais, e, por fim, ao cônjuge
sobrevivente. Falso, o cônjuge figura na terceira posição.

(C) A cessão de direitos hereditários é um negócio jurídico translativo inter


vivos, podendo ser celebrado mesmo antes da abertura da sucessão. Falso,
ninguém pode transacionar com herança de pessoa viva.

(D) Na sucessão legítima, a quota-parte do herdeiro renunciante transmite-se


aos herdeiros deste. Assim, se o de cujus tinha vários filhos e um deles
renuncia à herança, o quinhão do renunciante passará para seus filhos. Falso,
ninguém sucede por representação herdeiro renunciante.

(E) A sucessão por direito de representação só se verifica na linha reta


descendente, nunca na ascendente. Além disso, na linha colateral, ocorrerá em
favor dos filhos de irmãos do falecido, quando com irmãos deste concorrerem.

Resposta: E

Ano 2015
Defensor/PE – 2015 – CESPE

Considerando que Luciana e Carlos sejam casados em regime de comunhão


parcial de bens há dez anos e tenham um filho, julgue os seguintes itens.

15 Se Carlos falecer sem deixar bens particulares, Luciana terá direito a uma
quota equivalente à que por lei for atribuída ao filho. (F) Só concorre nos bens
particulares. (Aparentemente foi anulada)

Ano 2016
Defensor/MT – 2016 – CESPE

Questão 5
Segundo o Código Civil de 2002, em relação à ordem da vocação hereditária
na sucessão legítima, assinale a assertiva INCORRETA.
(A) A sucessão legítima defere-se ao cônjuge sobrevivente, casado no regime
de comunhão parcial de bens, em concorrência com os descendentes do
cônjuge falecido somente quando este tiver deixado bens particulares. A
referida concorrência dar-se-á exclusivamente quanto aos bens particulares
constantes do acervo hereditário do de cujus. (V)
(B) No regime de separação convencional de bens, o cônjuge sobrevivente
concorre na sucessão causa mortis com os descendentes do autor da herança.
(V)
(C) No regime de separação legal ou obrigatória de bens, o cônjuge
sobrevivente não tem direito à sucessão causa mortis em concorrência com os
descendentes do autor da herança. (V)
(D) O Código Civil assegura ao cônjuge sobrevivente, casado sob o regime da
comunhão universal de bens, o direito à herança do de cujus em concorrência
com os descendentes do falecido. (F)
(E) Na falta de descendentes, são chamados à sucessão os ascendentes, em
concorrência com o cônjuge sobrevivente. (V)

Defensor/BA – 2016 – FCC

55. No direito das sucessões, o droit de saisine


(A) se aplica ao Município quando ele é sucessor em razão da vacância da
herança, conforme entendimento do Superior Tribunal de Justiça. (F)
(B) determina que a herança será transmitida, desde logo, tanto aos herdeiros
legítimos como aos testamentários, no exato momento da morte,
independentemente de quaisquer outros atos. (V)
(C) permite que o herdeiro ceda qualquer bem da herança considerado
singularmente antes da ultimação da partilha. (F) Artigo 1793, § 2º CC
(D) estabelece que os herdeiros legítimos adquirem a posse da herança no
exato momento em que tomam ciência do falecimento do autor da herança. (F)
(E) não foi incorporado ao direito brasileiro, uma vez que é necessária a
aceitação da herança para que seja transferida a propriedade e a posse dos
bens herdados. (F)

62. Haroldo foi casado com Rita. Juntos, tiveram dois filhos. Entretanto,
estavam separados de fato há dois anos, por mútuo consenso, quando Haroldo
passou a conviver com Lúcia como se casados fossem. Haroldo e Rita nunca
chegaram a se divorciar.
Depois de coabitar com Lúcia por pouco mais de um ano, veio a falecer. De
acordo com o Código Civil, na hipótese:
(A) a herança deverá ser dividida em partes iguais somente entre os filhos do
autor da herança; Rita não terá qualquer direito em relação à herança de
Haroldo, pois não apresentava condição de herdeira no momento da abertura
da sucessão, e Lúcia, por ser herdeira facultativa, não concorre com os
descendentes do autor da herança. (F) Com o julgamento do STF que
declarou a inconstitucionalidade do artigo 1790, CC, o companheiro
passa a ser herdeiro necessário.
(B) Lúcia não terá qualquer direito em relação à meação dos bens adquiridos
durante o relacionamento e também quanto à herança de Haroldo, pois o
relacionamento havido entre eles não pode ser considerado união estável,
levando-se em consideração que Haroldo ainda era casado; mas Rita, que
apresentava condição de herdeira no momento da abertura da sucessão pois
ainda era casada, poderá concorrer com os filhos do autor da herança. (F) É
plenamente possível o reconhecimento de união estável entre Lúcia e
Haroldo, pois estava separado de fato da mulher. Se houver bens
adquiridos na constância da união estável, terá direito a eles.
(C) Rita e Lúcia deverão concorrer, em igualde de condições, com os filhos do
autor da herança, uma vez que ambas ostentavam a condição de herdeiras no
momento da abertura da herança, diante da existência de relações paralelas de
casamento e união estável. (F) Aplica-se o artigo 1830 CC

(D) Rita não terá qualquer direito em relação à herança de Haroldo, pois não
apresentava condição de herdeira no momento da abertura da sucessão, mas
Lúcia, além da meação quanto aos bens adquiridos onerosamente na
constância da união estável, ainda concorrerá com os filhos do autor da
herança em relação a tais bens. (V – Para o gabarito) Esse era o
entendimento com a aplicação do artigo 1790, CC. Agora, como a
concorrência se dá nos mesmos termos que a do cônjuge, somente
ocorrerá nos bens particulares. Atualmente, a assertiva seria falsa.

(E) Rita não terá qualquer direito em relação à herança de Haroldo, pois não
apresentava condição de herdeira no momento da abertura da sucessão, e
Lúcia tem apenas direito à meação dos bens adquiridos onerosamente na
constância da união estável, mas não concorre com os filhos do autor da
herança. (F)

Ano 2017

Ano 2018

Defensor/PE – 2018 – CESPE

Questão 14

Joaquim, que era casado com Sônia no regime de comunhão parcial de bens,
faleceu deixando apenas uma casa adquirida onerosamente quando do
casamento. O falecido não deixou bens particulares. O casal residia no imóvel
e não teve filhos, mas Joaquim tinha um filho de relacionamento anterior.
Acerca dessa situação hipotética e dos direitos sucessórios, assinale a opção
correta.
A) Por ter sido o imóvel adquirido onerosamente na constância do casamento,
o filho de Joaquim não concorre na sucessão legítima, sendo Sônia a única
herdeira do imóvel. (F) Somente o filho herda.
B) Sônia concorre na sucessão legítima com o filho de Joaquim, mas não terá
direito à sua cota-parte do imóvel decorrente do regime de bens do casamento.
(F) Tem meação, mas não tem herança.
C) Tendo sido a casa adquirida na constância do casamento, Sônia concorre
na sucessão legítima com o filho de Joaquim, inclusive com o direito de
habitação. (F)
D) Sônia não concorre na sucessão legítima com o filho de Joaquim, mas tem
o direito real de habitação. (V)
E) Conforme jurisprudência do STJ, Sônia somente tem o direito real de
habitação se proceder ao registro no cartório de imóveis. (F) Direito real de
habitação não precisa de registro para ser reconhecido.

Últimas provas do CESPE

MP/PI/2019 – CESPE

Não houve questão de sucessões

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