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Caro aluno

Ao elaborar o seu material inovador, completo e moderno, o Hexag considerou como principal diferencial sua exclusiva metodologia em pe-
ríodo integral, com aulas e Estudo Orientado (E.O.), e seu plantão de dúvidas personalizado. O material didático é composto por 6 cadernos
de aula e 107 livros, totalizando uma coleção com 113 exemplares. O conteúdo dos livros é organizado por aulas temáticas. Cada assunto
contém uma rica teoria que contempla, de forma objetiva e transversal, as reais necessidades dos alunos, dispensando qualquer tipo de
material alternativo complementar. Para melhorar a aprendizagem, as aulas possuem seções específicas com determinadas finalidades. A
seguir, apresentamos cada seção:

incidência do tema nas principais provas vivenciando

De forma simples, resumida e dinâmica, essa seção foi desenvol- Um dos grandes problemas do conhecimento acadêmico é o seu
vida para sinalizar os assuntos mais abordados no Enem e nos distanciamento da realidade cotidiana, o que dificulta a compreensão
principais vestibulares voltados para o curso de Medicina em todo de determinados conceitos e impede o aprofundamento nos temas
o território nacional. para além da superficial memorização de fórmulas ou regras. Para
evitar bloqueios na aprendizagem dos conteúdos, foi desenvolvida
a seção “Vivenciando“. Como o próprio nome já aponta, há uma
preocupação em levar aos nossos alunos a clareza das relações entre
aquilo que eles aprendem e aquilo com que eles têm contato em
teoria seu dia a dia.

Todo o desenvolvimento dos conteúdos teóricos de cada coleção


tem como principal objetivo apoiar o aluno na resolução das ques-
tões propostas. Os textos dos livros são de fácil compreensão, com-
pletos e organizados. Além disso, contam com imagens ilustrativas aplicação do conteúdo
que complementam as explicações dadas em sala de aula. Qua-
dros, mapas e organogramas, em cores nítidas, também são usados Essa seção foi desenvolvida com foco nas disciplinas que fazem
e compõem um conjunto abrangente de informações para o aluno parte das Ciências da Natureza e da Matemática. Nos compilados,
que vai se dedicar à rotina intensa de estudos. deparamos-nos com modelos de exercícios resolvidos e comenta-
dos, fazendo com que aquilo que pareça abstrato e de difícil com-
preensão torne-se mais acessível e de bom entendimento aos olhos
do aluno. Por meio dessas resoluções, é possível rever, a qualquer
momento, as explicações dadas em sala de aula.
multimídia
No decorrer das teorias apresentadas, oferecemos uma cuidadosa
seleção de conteúdos multimídia para complementar o repertório
do aluno, apresentada em boxes para facilitar a compreensão, com áreas de conhecimento do Enem
indicação de vídeos, sites, filmes, músicas, livros, etc. Tudo isso é en-
contrado em subcategorias que facilitam o aprofundamento nos Sabendo que o Enem tem o objetivo de avaliar o desempenho ao
temas estudados – há obras de arte, poemas, imagens, artigos e até fim da escolaridade básica, organizamos essa seção para que o
sugestões de aplicativos que facilitam os estudos, com conteúdos aluno conheça as diversas habilidades e competências abordadas
essenciais para ampliar as habilidades de análise e reflexão crítica, na prova. Os livros da “Coleção Vestibulares de Medicina” contêm,
em uma seleção realizada com finos critérios para apurar ainda mais a cada aula, algumas dessas habilidades. No compilado “Áreas de
o conhecimento do nosso aluno. Conhecimento do Enem” há modelos de exercícios que não são
apenas resolvidos, mas também analisados de maneira expositiva
e descritos passo a passo à luz das habilidades estudadas no dia.
Esse recurso constrói para o estudante um roteiro para ajudá-lo a
apurar as questões na prática, a identificá-las na prova e a resolvê-
conexão entre disciplinas -las com tranquilidade.

Atento às constantes mudanças dos grandes vestibulares, é ela-


borada, a cada aula e sempre que possível, uma seção que trata
de interdisciplinaridade. As questões dos vestibulares atuais não
exigem mais dos candidatos apenas o puro conhecimento dos diagrama de ideias
conteúdos de cada área, de cada disciplina.
Cada pessoa tem sua própria forma de aprendizado. Por isso, cria-
Atualmente há muitas perguntas interdisciplinares que abrangem
mos para os nossos alunos o máximo de recursos para orientá-los
conteúdos de diferentes áreas em uma mesma questão, como Bio-
em suas trajetórias. Um deles é o ”Diagrama de Ideias”, para aque-
logia e Química, História e Geografia, Biologia e Matemática, entre
les que aprendem visualmente os conteúdos e processos por meio
outras. Nesse espaço, o aluno inicia o contato com essa realidade
de esquemas cognitivos, mapas mentais e fluxogramas.
por meio de explicações que relacionam a aula do dia com aulas
de outras disciplinas e conteúdos de outros livros, sempre utilizan- Além disso, esse compilado é um resumo de todo o conteúdo
do temas da atualidade. Assim, o aluno consegue entender que da aula. Por meio dele, pode-se fazer uma rápida consulta aos
cada disciplina não existe de forma isolada, mas faz parte de uma principais conteúdos ensinados no dia, o que facilita a organiza-
grande engrenagem no mundo em que ele vive. ção dos estudos e até a resolução dos exercícios.

Herlan Fellini

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© Hexag Sistema de Ensino, 2018
Direitos desta edição: Hexag Sistema de Ensino, São Paulo, 2019
Todos os direitos reservados

Autores
Daniel Angel
Diretor-geral
Herlan Fellini
Coordenador-geral
Raphael de Souza Motta

Responsabilidade editorial, programação visual, revisão e pesquisa iconográfica


Hexag Sistema de Ensino
Diretor editorial
Pedro Tadeu Batista

Editoração eletrônica
Arthur Tahan Miguel Torres
Claudio Guilherme da Silva Souza
Eder Carlos Bastos de Lima
Fernando Cruz Botelho de Souza
Matheus Franco da Silveira
Raphael de Souza Motta
Raphael Campos Silva

Projeto gráfico e capa


Raphael Campos Silva

Foto da capa
pixabay (http://pixabay.com)

Impressão e acabamento
Meta Solutions

ISBN: 978-65-88825-02-0

Todas as citações de textos contidas neste livro didático estão de acordo com a legislação, tendo por fim único e exclusivo o
ensino. Caso exista algum texto, a respeito do qual seja necessária a inclusão de informação adicional, ficamos à disposição
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SUMÁRIO
ENTRE ESPAÑOL Y PORTUGUÉS
Aula 1 - Informação Cultural 6
Aula 2 - Artigos 18
Aula 3 - Regras de Eufonia 28
Aula 4 - Acentuação Gráfica 37

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Competência 1 – Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para
sua vida.
H1 Identificar as diferentes linguagens e seus recursos expressivos como elementos de caracterização dos sistemas de comunicação.
H2 Recorrer aos conhecimentos sobre as linguagens dos sistemas de comunicação e informação para resolver problemas sociais.
H3 Relacionar informações geradas nos sistemas de comunicação e informação considerando a função social desses sistemas.
H4 Reconhecer posições críticas aos usos sociais que são feitos das linguagens e dos sistemas de comunicação e informação.
Competência 2 – Conhecer e usar língua(s) estrangeira(s) moderna(s) (LEM) como instrumento de acesso a informações e a outras
culturas e grupos sociais.
H5 Associar vocábulos e expressões de um texto em LEM ao seu tema.
H6 Utilizar os conhecimentos da LEM e de seus mecanismos como meio de ampliar as possibilidades de acesso a informações, tecnologias e culturas.
H7 Relacionar um texto em LEM, as estruturas linguísticas, sua função e seu uso social.
H8 Reconhecer a importância da produção cultural em LEM como representação da diversidade cultural e linguística.
Competência 3 – Compreender e usar a linguagem corporal como relevante para a própria vida, integradora social e formadora
da identidade.
H9 Reconhecer as manifestações corporais de movimento como originárias de necessidades cotidianas de um grupo social.
H10 Reconhecer a necessidade de transformação de hábitos corporais em função das necessidades cinestésicas.
Reconhecer a linguagem corporal como meio de interação social, considerando os limites de desempenho e as alternativas de adaptação para
H11
diferentes indivíduos.
Competência 4 – Compreender a arte como saber cultural e estético gerador de significação e integrador da organização do mundo e
da própria identidade.
H12 Reconhecer diferentes funções da arte, do trabalho da produção dos artistas em seus meios culturais.
H13 Analisar as diversas produções artísticas como meio de explicar diferentes culturas, padrões de beleza e preconceitos.
H14 Reconhecer o valor da diversidade artística e das inter-relações de elementos que se apresentam nas manifestações de vários grupos sociais e étnicos.
Competência 5 – Analisar, interpretar e aplicar recursos expressivos das linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante
a natureza, função, organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção.
H15 Estabelecer relações entre o texto literário e o momento de sua produção situando aspectos do contexto histórico, social e político.
H16 Relacionar informações sobre concepções artísticas e procedimentos de construção do texto literário.
H17 Reconhecer a presença de valores sociais e humanos atualizáveis e permanentes no patrimônio literário nacional.
Competência 6 – Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da reali-
dade pela constituição de significados, expressão, comunicação e informação.
H18 Identificar os elementos que concorrem para a progressão temática e para a organização e estruturação de textos de diferentes gêneros e tipos.
H19 Analisar a função da linguagem predominante nos textos em situações específicas de interlocução.
H20 Reconhecer a importância do patrimônio linguístico para a preservação da memória e da identidade nacional.
Competência 7 – Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestações específicas.
H21 Reconhecer em textos de diferentes gêneros, recursos verbais e não verbais utilizados com a finalidade de criar e mudar comportamentos e hábitos.
H22 Relacionar, em diferentes textos, opiniões, temas, assuntos e recursos linguísticos.
H23 Inferir em um texto quais são os objetivos de seu produtor e quem é seu público-alvo, pela análise dos procedimentos argumentativos utilizados.
Reconhecer no texto estratégias argumentativas empregadas para o convencimento do público, tais como intimidação, sedução, comoção, chan-
H24
tagem, entre outras.
Competência 8 – Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização
do mundo e da própria identidade.
H25 Identificar, em textos de diferentes gêneros, as marcas linguísticas que singularizam as variedades linguísticas sociais, regionais e de registro.
H26 Relacionar as variedades linguísticas a situações específicas de uso social.
H27 Reconhecer os usos da norma padrão da língua portuguesa nas diferentes situações de comunicação.
Competência 9 – Entender os princípios, a natureza, a função e o impacto das tecnologias da comunicação e da informação na sua vida
pessoal e social, no desenvolvimento do conhecimento, associando-o aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhes dão suporte,
às demais tecnologias, aos processos de produção e aos problemas que se propõem solucionar.
H28 Reconhecer a função e o impacto social das diferentes tecnologias da comunicação e informação.
H29 Identificar, pela análise de suas linguagens, as tecnologias de comunicação e informação.
H30 Relacionar as tecnologias de comunicação e informação ao desenvolvimento das sociedades e ao conhecimento que elas produzem.

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GRAMÁTICA: Incidência do tema nas principais provas

Dentre os temas abordados neste caderno, o As maiores ocorrências no vestibular da Fuvest


de maior incidência no ENEM é o uso de tem- são regência verbal e normas padrão e colo-
pos verbais. Os demais temas são de aplicação quial. É comum que a prova exija do candidato
bastante esporádica. conhecimentos sobre aspectos morfossintáticos.
Convém atentar-se sobre advérbios, tempos e
vozes verbais.

Como uma prova transversal, a exigência de Vê-se maior incidência de temas que se Bastante objetivo, o vestibular da Unesp exige
conhecimentos tende a se alargar a outros orientam sobre os processos de formação de domínio acerca dos sentidos denotativos e
assuntos. Dessa maneira, é compreensível que palavras e a utilização das vozes verbais. No conotativos que uma palavra pode ter em
se veja os significados textuais que a mudança mais, assuntos como a aplicação de classes determinado contexto, além da compreensão
de classes de palavras, a pontuação ou de palavras em determinados contextos de classes gramaticais. Tempos verbais e
mesmo aspectos coesivos podem surgem com frequência. suas aplicações também são
provocar no texto. frequentes.

Nesse vestibular, aspectos semânticos de um Os temas de maior incidência estão a Concordâncias verbal e nominal, regência e Bastante direto e objetivo, o vestibular da San-
termo dentro de seu contexto são o ponto compreensão conotativa e denotativa de aspectos sintáticos na dinâmica de um texto ta Casa faz exigências de compreensão sobre
de partida para a resolução das questões. termos no âmbito de determinado texto e aparecem com frequência nas provas. De igual vozes verbais e classes gramaticais. É seguro,
Também, poderá ser exigido do candidato o uso das pontuações para a construção de modo, as diferentes situações que conduzem então, entender os procedimentos textuais que
compreender as possibilidades de variação sentido. Além disso, temas que atravessam a pontuação também aparecem com configuram as especificidades destes temas.
linguística. conhecimentos a respeito das frequência. Também, a atenção à pontuação
classes gramaticais. é uma constante.

UFMG

A prova da UEL cobra conhecimentos grama- a Semântica é trabalhada em contexto, Questões que exigem conhecimentos sobre
ticais apenas na segunda fase. Questões que sempre em comparação e por relações de elementos coesivos e figuras de linguagem, bem
associam a semântica à interpretação de textos equivalência. Além disso, questões objetivas como aspectos semânticos que podem aparecer
literários são comuns, além de um trabalho mais que abordem a Morfologia do português em um texto, seja por expressões denotativa ou
direcionado à formação de palavras e às classes podem, também, aparecer com uma grande conotativa.
gramaticais (substantivo, adjetivo incidência.
e verbo).

O uso de vozes verbais e os processos de Os temas de maior incidência são classes de Essa prova é bastante flexível no que diz
formação de palavras. Igualmente, o sentido palavras e pontuação. Por isso, compreender respeito aos temas que aborda. Faz exigências
de determinado tempo verbal na dinâmica aspectos morfológicos e recursos coesivos é sobre tempos e modos verbais, elementos
textual, bem como os prejuízos que a mudan- essencial para a resolução de suas questões. coesivos e funções sintáticas. Apesar disso,
ça de um modo verbal a outro pode provocar de modo geral, suas questões são bastante
a um texto. objetivos.

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AULA Informação cultural
1
Competência: 2 Habilidade: 7

1. Informação Cultural 1.2. Alfabeto Gráfico


A fonética da língua castelhana (ou espanhola) é familiar
¿ESPAÑOL O CASTELLANO? aos falantes de português. Entretanto, é necessário co-
¿Hay diferencia? ¿Quiénes hablan el uno y quiénes hablan el nhecer cada uma das letras do alfabeto e sua respectiva
otro? Estas son algunas de las preguntas que comúnmente pronúncia, a fim de memorizá-las corretamente, evitando,
dessa maneira, erros que ocorrem com bastante frequência
escuchamos de aquellos que deciden iniciarse en el estudio
devido à semelhança entre ambos os idiomas.
del español.
O Alfabeto Gráfico ou Ortográfico Castelhano possui 29
El castellano es el idioma del latín vulgar que se impuso en
letras, que são:
España durante el proceso de unificación, en la lucha contra
la dominación de los árabes. Sin embargo, además del caste- A B C CH D E F G H I J K L LL M
llano, en España se hablan otros idiomas: el catalán, el galle- a b c ch d e f g h i j k l ll m
go y el vascuence. La Constitución Española de 1978 declara N Ñ O P Q R S T U V W X Y Z
la cooficialidad de esas lenguas y del castellano en sus res-
nñ o p q r s t u v w x y z
pectivas regiones. O sea, el castellano, en España, pero en las
regiones donde hay un idioma propio este también disfruta Comparando-o com o Alfabeto Português, pode-se afirmar
ahí de valor oficial. Por ser castellano el idioma oficial para que há unicamente três letras diferentes, que são:
España, es también llamado de español. CH – LL – Ñ
Por increíble que pueda parecer, toda esa multiplicidad
de lenguas existente en España no llegó a arraigarse Nota: os grupos ll e ch foram recentemente incorporados
en Hispanoamérica. Sólo el castellano se impuso. Por às letras l e c, respectivamente. Dessa forma, o Alfabeto
supuesto que hay variaciones en el modo de hablar de Ortográfico Castelhano conta hoje com 27 letras apenas.
los diferentes pueblos latinoamericanos que fueron co-
lonizados por España, pero nada que pueda hacernos 1.2.1. Vocales (Vogais)
considerar cualquiera de esas variantes como un idioma
aparte. En suma, podemos decir que los términos espa- A E I O U
ñol y castellano son sinónimos usados para referirse al § A – a: pronuncia-se sempre como o a aberto do
mismo idioma. Português.
Ex.: amada/cama/pata/ala (amada/cama/pata/asa)
1.1. Países onde o espanhol § E – e: pronuncia-se sempre como o e fechado do
é o idioma oficial Português.
§ Na Europa: Espanha, incluindo seus territórios no Mar Ex.: elefante/pelo/mecánica (elefante/pelo/mecânica)
Mediterrâneo, no Oceano Atlântico e no Norte da África. § I – i: pronuncia-se sempre como o i agudo do
§ Na América do Norte: México. Português.
§ Nas Antilhas: Cuba, República Dominicana e Porto Rico. Ex.: ilustre/ilícito/ídolo (ilustre/ilícito/ídolo)
§ Na América Central: Guatemala, El Salvador, Hondu- § O – o: pronuncia-se sempre como o o fechado do
ras, Nicarágua, Costa Rica e Panamá. Português.
§ Na América do Sul: Colômbia, Venezuela, Equador, Ex.: Homero/obrero/obra (Homero/obreiro/obra)
Perú, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai e Argentina. § U– u: pronuncia-se sempre como o u agudo do
§ Na África: Guiné Equatorial. Português.

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Ex.: uva/humo/tubo (uva/fumaça/tubo) § M – m (eme): pronuncia-se como o m do Português.
Ex.: mamá/madera/melón (mãe/madeira/melão)
Nota: O a, o e e o o são chamados Vocales Fuertes (Vogais
Fortes). O i e o u são chamados Vocales Débiles (Vogais Fracas). § N – n (ene): pronuncia-se como em Português.
Ex.: nube/naranja/negocio (nuvem/laranja/negócio)
1.2.2. Consoantes (Consonantes) § Ñ – ñ (eñe): tem som igual ao nh do Português.
§ B – b (be larga o be labial): pronuncia-se como em Ex.: niño/pequeño/sueño/dueño (criança/pequeno/
Português: sonho/dono)
Ex.: bala/bomba/broma (projétil/bomba/piada) § P – p (pe): pronuncia-se como em português.
§ C – c (ce): na América e em algumas regiões da Es- Ex.: pato/perro/pileta (pato/cão/pia/piscina)
panha, tem o mesmo som do s e do z. Na pronúncia § Q – q (cu): usa-se somente com e ou i e sempre com
acadêmica tem um som similar ao do th inglês, como um u no meio, que é mudo.
em truth, three, etc. Mas nos países do Cone Sul de fala Ex.: queso/quiero/quieto (queijo/quero/quieto)
castelhana e em algumas regiões da Espanha, não se
faz diferença entre o c, o s e o z e todos se pronunciam As formas quo e qua não existem. Nesses casos é
como o ç ou ss do Português. sempre usado o c.
Ex.: cena/cepillo/cielo/cine (jantar/escova/céu/cinema) Ex.: cuadrado/cuota/acuarela (quadrado/prestação/
aquarela)
§ CH – ch (che o ce-hache): pronuncia-se como o ch
inglês de children ou o c italiano de certo. § R – r (ere): tem som igual ao r do Português. No meio
Ex.: cheque/coche/chileno (cheque/carro/chileno) de palavra tem um som suave de ere.
Ex.: arena/aroma/pera (areia/aroma/pera)
§ D – d (de): em final de palavra pronuncia-se muito
suavemente, quase mudo. Em início de palavra, tem som forte como erre.
Ex.: Madrid/Usted(usté) (Madri/o Sr.) Ex.: rosa/río/rama (rosa/rio/galho)

Antes de vogal pronuncia-se como em Português. § RR – rr(erre): tem som forte.


Ex.: dado/dedo/divino/dinero (dado/dedo/divino/ Ex.: hierro/carreta/parroquia (ferro/carroça/paróquia)
dinheiro) Nunca se usa no início de palavra, nem depois de n
§ F – f (efe): foneticamente igual ao f português. ou s, mas se pronuncia de igual forma.
Ex.: Frederico/feo/feliz (Frederico/feio/feliz) Ex.: ratón/rato/remar/enredadera (rato/momento/
remar/trepadeira)
§ G – g (ge): seguido de e ou i se pronuncia como um .
Ex.: género/genio/imagen (gênero/gênio/imagem) § S – s (ese): na América e em algumas regiões da Espa-
nha se pronuncia igual ao c (antes de i) ou ao z. Isto é,
Nos demais casos, pronuncia-se como em Português. não há diferença de pronúncia na linguagem corrente.
Ex.: garganta/gracias/guitarra (garganta/obrigado/ Tem o som do ç ou ss do Português.
violão) Ex.: casa/mesa/asado (casa/mesa/churrasco)
§ H – h (hache): é totalmente mudo. Atenção, não aspirá-lo! § T – t (te): tem um som suave.
Ex.: hogar/hotel/horario (lar/hotel/horário) Ex.: típico/técnico/tamaño (típico/técnico/tamanho)
§ J – j (jota): tem um som gutural, fortemente aspirado, § V – v (ve corta o labiodental): pronuncia-se como o v
como o ch do alemão em Bach, Acht e similar ao do rr no Português ou como um b suave, dependendo do falante
do carioca. Ex.: vela/vaca/verano (vela/vaca/verão)
Ex.: jefe/juez/caja/rojo (chefe/juiz/caixa/vermelho)
§ W– w (doble ve): originalmente não pertencia ao
§ K - k (ka): tem som igual ao k do Inglês. Alfabeto Castelhano. Introduziu-se com as palavras to-
Ex.: kimono/kilómetro (quimono/quilômetro) madas de outras línguas estrangeiras. Tem som de gu
§ L – I (ele): tem som igual ao I do Português. em espanhol
Ex.: lindo/luna/lámina (lindo/lua/lâmina) Ex.: week-end/winchester/windsurf
§ LL – II (elle): tem som igual ao lh do Português. De- § X – x (equis): pronuncia-se como ks.
pendendo do país e do falante, possui variáveis, poden- Ex.: extranjero/exquisito/examen (estrangeiro/deli-
do ter som de i, x, j e dj. cioso/exame)
Ex.: llegar/calle/allí/llave/silla (chegar/rua/ali/chave/ § Y – y (y griega o ye): pronuncia-se como o i no Por-
cadeira) tuguês, como no caso de praia.

7
Ex.: yo/playa/leyes (eu/praia/leis)
1.3. Fonética
Quando está sozinho, com função de conjunção,
§ Ler devagar pronunciando cuidadosamente cada pala-
pronuncia-se como a vogal i.
vra: el/jefe/baja/ligero.
Ex.: Juan y Pedro/Agua y vino (João e Pedro/Água
e vinho)

Quando colocado em final de palavra, pronuncia-se


como um i.
Ex.: hoy/Paraguay/muy (hoje/Paraguai/muito)
Um núcleo de sul-americanos (argentinos, uru-
guaios) pronuncia o y como um j no Português.
Ex.: playa/yo/yacaré
Pronúncia: (plaja/jo/jacaré) (praia/eu/jacaré)
§ Z – z (zeta): na América e em algumas regiões da Es-
panha, pronuncia-se igual ao c ou s. Não há diferença
de pronúncia na linguagem corrente.
Ex.: zoológico – zebra – zapato (zoológico/zebra/
sapato) Jamás dejes la jabonera sin jabón.

A união de duas vogais (uma forte com uma fracal, ou duas El hijo de José es joven y bajo.
fracas) em uma sílaba se chama ditongo. El reloj se rompió rápidamente.
Ex.: peine/hoy/deuda/cigüeña (pente/hoje/dívida/ Reconoce que Ramón tiene razón.
cegonha).
El rato reaccionó con rabia y rencor.
Existem catorze combinações de vogais para formar os ca-
torze ditongos do idioma español:

Ai – ei – oi – au – eu – ou – ia ie
– io – ua – ue – uo – iu – ui

A união de três vogais em uma mesma sílaba se chama


tritongo.
Uma das três vogais deve ser forte e estar entre duas
vogais fracas.
Ex.: Averiguáis, Paraguay.

Existem quatro combinações de modo que a vogal forte


esteja entre as duas vogais fracas:

iai – iei – uai – uei

Quando a vogal fraca é acentuada, ela se converte em


uma vogal forte e imediatamente o ditongo ou o tritongo
é desfeito.
Ex.: Sofía, baúl, tío, frío, raíz.
So-fí-a, ba-úl, tí-o, frí-o, ra-íz.

Obs.: A Real Academia recomenda que os verbos termina-


dos em UIR não desfaçam o ditongo.
Ex.: huir, atribuir, sustituir.

8
§ Ler cuidadosamente cada palavra: § domingo (domingo)
§ antes (antes)
Ella llega tarde a causa de la lluvia. Por la noche
§ ahora (agora)
deja el coche en la cochera. El niño se hizo daño
§ después (depois)
con la uña.
§ ayer (ontem)
§ hoy (hoje)
§ mañana (amanhã)
§ pasado mañana (depois de amanhã)
Nota: Os dias da semana são do gêno masculino.
El yacaré estaba en la playa. El payaso ya se fue. Ex.: El lunes, el martes, el día.

1.5. Los meses del año


(Os meses do ano)
§ Leia: La chica trae la cuchara y el cuchillo. Ese dicho no § enero (janeiro)
está bien dicho. § febrero (fevereiro)
Hay una cucaracha en el techo. María Chucena y su § marzo (março)
choza techaba. § abril (abril)
§ mayo (maio)
§ Ler cada uma das palavras abaixo dando atenção à
§ junio (junho)
pronúncia:
§ julio (julho)
jarra jefe agenda gerencia carreta riqueza cheque
§ agosto (agosto)
chinchulín gente jarabe jirafa dirijo choza dirigir
§ septiembre (setembro)
argentina gesto
§ octubre (outubro)
§ noviembre (novembro)
Aplicação do conteúdo § diciembre (dezembro)
1. Preencher as letras que faltam nas seguintes palavras:
R ou RR?
_____oca pa_____oquia _____atón
a_____iba en_____edadera _____ama
G ou J?
_____eranio _____ente a_____itar
diri_____ir _____imnasio _____ulio
_____inete _____arra _____u_____o
Y ou LL? multimídia: vídeo
_____uvia pa_____aso _____erba Fonte: Youtube
Aprender español: Dias meses y estaciones
_____ora _____acaré _____ama
del año
ga_____ina

1.4. Los días de la semana 1.6. Signos de puntuación


(Os dias da semana) (Sinais de pontuação)
§ lunes (segunda-feira) Os sinais de pontuação têm o mesmo uso que em portu-
§ martes (terça-feira) guês. No entanto, é preciso salientar que unicamente em
§ miércoles (quarta-feira) castelhano os sinais de interrogação (¿?) e de exclamação
§ jueves (quinta-feira) (¡!) se abrem e se fecham. Lembre-se disso! Aprenda e
§ viernes (sexta-feira) pratique o desenho (¿), pois será necessário usá-lo quando
§ sábado (sábado) escrever em castelhano.

9
§ , → la coma (a vírgula) lle-gar (chegar)
§ ; → el punto y coma (o ponto e vírgula) pa-rro-quia (paróquia)
§ : → los dos puntos (os dois pontos)
Los números cardinales (Os números cardinais)
§ . → el punto (o ponto)
0(cero) 20(veinte) 101(ciento uno)
§ ... → los puntos suspensivos (as reticências)
§ ¿ → el principio de interrogación (não há em portu- 1(uno) 21(veintiún/ 129(ciento
veintiuno) veintinueve)
guês) 2 (dos) 22(veintidós) 158(ciento cin-
§ ? → el final de interrogación (sinal de interrogação) cuenta y ocho)
§ ¡ → el principio de admiración o exclamación (não há 3(tres) 23(veintitrés) 200(doscientos)
em português) 4(cuatro) 24(veinticuatro) 300(trescientos)
§ ! → el fin de admiración o exclamación (sinal de ex- 5(cinco) 25(veinticinco) 400(cuatrocientos)
clamação) 6(seis) 26(veintiséis) 500(quinientos)
Os principais sinais auxiliares são: 7(siete) 27(veintisiete) 600(seiscientos)
§ ( ) → el paréntesis (o parênteses) 8(ocho) 28(veintiocho) 700(setecientos)
§ “ “ → las comillas (as aspas) 9(nueve) 29(veintinueve) 800(ochocientos)
§ - → el guión (o hífen) 10(diez) 30(treinta) 900(novecientos)
§ — → la raya (o travessão)
11(once) 31(treinta y uno) 1.000(mil)
Nota: Em castelhano os sinais de interrogação e exclama- 12(doce) 40(cuarenta) 2.000(dos mil)
ção podem abrir-se na metade de uma oração. 13(trece) 41(cuarenta y uno) 10.000(diez mil)
14(catorce) 50(cincuenta) 100.000(cien mil)
Ex.: Dime, María ¿olvidaste las llaves?
15(quince) 60(sesenta) 1.000.000(un millón)
Alcánzame aquel libro y ¡rápido!
16(dieciséis) 70(setenta) 10.000.000(diez
millones)
Diálogos usando sinais de pontuação:
17(diecisiete) 80(ochenta) 100.000.000(cien
Ex.: -Hola, ¿cómo estás? millones)
-Muy bien, gracias. Aprobé el examen de Contabili- 18(dieciocho) 90(noventa) 1.000.000.000(mil
dad. millones)
-¡Te felicito! ¿Fue muy difícil? 19(diecinueve) 100(cien / ciento) 10.000.000.000(diez
mil millones)
-Bueno, mira ...
-¡Cuenta, cuenta!
Los números ordinales (Os números ordinais)
-El profesor era joven, simpático...
1.° Primero 2.° segundo
-¡Ya sé, te resultó fácil conquistarlo!
3.° tercero 4.° cuarto
5.° quinto 6.° sexto
7.° séptimo 8.° octavo
9.° noveno 10.° décimo
11.° undécimo 12.° duodécimo
13.° decimotercero 14.° decimocuarto
15.° decimoquinto 16.° decimosexto
17.° decimoséptimo 18.° decimoctavo
19.° decimonoveno 20.° vigésimo
30.° trigésimo 40.° cuadragésimo

multimídia: vídeo
50.° quincuagésimo 60.° sexagésimo
70.° septuagésimo 80.° octagésimo
Fonte: Youtube 90.° nonagésimo 100.° centésimo
Espanhol para iniciantes - aula 02 - Números 200.° ducentésimo 300.° tricentésimo
em espanhol 400.° cuadringentésimo 500.° quingentésimo
600.° sexcentésimo 700.° septingentésimo
Separación en sílabas (Separação de sílabas) 800.° octingentésimo 900.° noningentésimo
1000.° milésimo
Em geral, as sílabas das palavras são separadas como em
português, mas II e rr NUNCA podem separar-se. § De 1 a 30 todos os números cardinais são escritos com
Ex.: ca – rre – ta (carroça) llu-via (chuva) apenas uma palavra.

10
§ O Y é usado somente entre a unidade e a dezena, des- Ej.: Una sola risa borra CIEN lágrimas.
de que nenhuma das duas seja zero.
§ Os cardinais BILLÓN, TRILLÓN, CUATRILLÓN, etc. não
Millón equivalem a “bilhão”, “trilhão”, “quadrilhão”. O “bi-
centena decena Y Unidad lhão”, em espanhol, é “mil millones”; o “trilhão” é
“billón; o ‘‘quadrilhão” é “mil billones”.
18.037.456.862.401.401.654.999 = dieciocho
4 y 1 trillones treinta y siete mil cuatrocientos cincuenta y
3 6 y 7 seis billones ochocientos sesenta y dos mil cuatro-
cientos un millones seiscientos cincuenta y cuatro
Millar (Milhar) mil novecientos noventa y nueve.
centena decena Y Unidad

3 y
1
4
2. Generalidades
0 8 y 7 § Os ordinais concordam em gênero e em número com
5 4 0 o nome:
La segunda alumna también fue aprobada..
Unidad Simple
centena decena Y Unidad Na linguagem oral, os ordinais são usados apenas até o déci-
9 9 y 9 mo; a partir do décimo é usado o cardinal correspondente:
0 8 y 7 Durante el siglo doce se construyeron muchos castillos.
5 6 y 1
7 0 8 Numerales Multiplicativos
Simple Doble Triple
Sobre os números: Cuádruple Quíntuple Múltiple
§ A conjunção Y só é usada entre a dezena e a unidade,
desde que nenhuma das duas seja zero. Numerales Fraccionarios
Ex.: 793.342 = setecientos noventa Y tres mil trescien- 1/2 medio 1/3 un tercio 1/4 un cuarto
tos cuarenta Y dos. 1/5 un quinto 1/6 un sexto 1/7 un séptimo

§ O UNO, seja simples ou faça parte de um cardinal com- 1/8 un octavo 1/9 un noveno 1/10 un décimo

posto (veintiún, ciento uno), perde a letra O final diante 1/11 un onceavo 1/12 un doceavo 1/13 un treceavo

de substantivo masculino, ainda que entre o numeral e 1/14 un catorceavo 1/15 un quiceavo
o substantivo se interponha um adjetivo.
Ej.: UN hombre con pereza es Un reloj sin cuerda. UN buen
libro es UN gran amigo.
§ O CIENTO perde a sílaba final diante de substantivo
masculino ou feminino, ainda que entre o numeral e o
substantivo se interponha um qualificativo.

VIVENCIANDO

Paralelamente ao aprendizado de uma língua estrangeira, é fundamental conhecer a cultura e os fatos históricos,
bem como a origem do idioma que se está aprendendo.

11
multimídia: livros
Prefiero Español 1
multimídia: sites
“Prefiero Español” é uma coleção em três
níveis, dirigida à formação global do estu- www.soespanhol.com.br/
dante iniciante, com ênfase no desenvol- www.elcastellano.org
vimento de suas habilidades de leitura e www.duolingo.com/course/es/pt/Aprenda-
escrita em língua espanhola. -Espanhol-On-line

CONEXÃO ENTRE DISCIPLINAS

O domínio de uma língua estrangeira sempre vai favorecer o estudante no sentido de abranger mais possibilidades em ou-
tras disciplinas. Dessa forma, o estudante poderá, por exemplo, ler livros de medicina em espanhol, entre outros assuntos.

12
Aplicando para aprender (a.p.a) 2. Con relación al estructuralismo como corriente de pen-
samiento y su aplicación a la lingüística, según las infor-
maciones que aparecen en el texto, es correcto decir que:
La reflexión sobre el lenguaje
I. El término estructuralismo no da pie a diversas y dife-
La reflexión sobre el lenguaje natural es algo que nos resulta rentes interpretaciones.
a la vez muy próximo y muy remoto: todos lo dominamos y lo
II. Una teoría estructural debería constituir el cimiento
usamos, pero al usarlo miramos siempre más allá, a los obje- de todas las investigaciones sobre el lenguaje.
tos de que hablamos, a lo que significamos. Hacia el lenguaje
III. El estructuralismo representaría un primer momento
en sí mismo, la atención se dirige primariamente bajo puntos
en el camino hacia una ciencia empírica.
de vista que le son extraños: al filósofo le interesa el papel
del lenguaje en el proceso cognoscitivo y su relación con la IV. EL estructuralismo transformó de modo decisivo la
metodología lingüística.
lógica, al psicólogo la relación entre el lenguaje y el pensa-
miento y el proceso de aprendizaje del habla, al teorizante V. Algunos principios del estructuralismo aplicados al len-
de la estética su función en la literatura. Cuando en el siglo guaje levantan recelos en algunos sectores intelectuales.
XIX la investigación lingüística se constituyó como disciplina Son correctas:
científica, no estudió los lenguajes, sino el parentesco entre a) I, II, III y IV solamente
ellos y su evolución histórica. El hecho de que el lenguaje en b) I, II, III, IV y V
sí mismo, o sea, cada lengua particular y la totalidad de las c) II, III, IV y V solamente
lenguas, puede ser objeto de una teoría sistemática y empíri- d) I, II, III y V solamente
camente verificable, no es ni siquiera hoy una noción familiar e) II, III y IV solamente
y difundida. Y, sin embargo, una tal teoría, tendría que ser el 3. En el último párrafo del texto aparece la siguiente ex-
primer fundamento seguro de todas las demás inquisicio- presión: “No pocos lingüistas y filósofos […]”. En ella,
nes. Tendría que describir exactamente, según la instituici- la expresión “no pocos” podría ser sustituida, sin cam-
ón UFAL – 2011 – 2.° ANO 18 apuntada por Marx, qué es biar el sentido que posee en el texto, por:
ese algo que se crea en el desarrollo del hablante, y a partir a) algunos
de qué y mediante qué ocurre eso, dando una explicación b) ciertos
precisa del fenómeno. Es cierto que las lenguas y dialectos c) pequeños
naturales, con sus irregularidades, sus significados ricos en d) varios
e) muchos
matices y adaptados a toda situación, y su gran flexibilidad,
parecen escapar por su propia naturaleza a toda descripci- 4. En el tercer párrafo del texto, aparece el siguiente
ón y explicación sistemáticas. No pocos lingüistas y filósofos fragmento: “[...] qué es ese algo que se crea en el de-
consideran que semejante empresa no es sólo desesperada, sarrollo del hablante [...]”. Con relación a la forma que
sino también perversa, inadecuada a su objeto. A pesar de aparece destacada, “qué”, es correcto afirmar que:
tales recelos, durante casi seis decenios se forjó el armazón I. Se trata de un pronombre.
de una teoría del lenguaje exacta y empírica. El desarrollo II. Va acentuada porque es un pronombre.
hacia una ciencia empírica teóricamente fundamentada lo III. Debe pronunciarse con baja intensidad.
debe la lingüística a una corriente que bajo el muy ambiguo IV. Podría ir acompañada, en este caso, por el signo grá-
término de “estructuralismo” transformó de modo decisivo fico de interrogación (¿).
la metodología lingüística. V. introduce un período interrogativo, una pregunta.
(M. Bierwisch: El estructuralismo. Historia, problemas y métodos, p. 11.) Son correctos:
a) I y V solamente;
1. Según las informaciones que aparecen recogidas en el
b) I, II y V solamente;
texto a propósito del lenguaje y la lingüística, podemos
c) I, II y IV solamente;
afirmar que:
d) I, II, III, IV y V;
a) Fue en el siglo XIX cuando se conformó la lingüís- e) II, III, IV y V solamente.
tica como disciplina científica.
b) Con independencia del ámbito del saber que se 5. En el primer párrafo del texto, aparece la siguiente
aplique, los objetivos del estudio del lenguaje son los expresión: “Hacia el lenguaje en sí mismo, la atención
mismos. se dirige primariamente bajo puntos de vista que le son
c) La psicología estudia la función estética del len- extraños [...]”. A propósito de la forma que aparece des-
guaje. tacada, “le”, es correcto afirmar que:
d) Al filósofo le interesa exclusivamente la relación del a) Puede ser sustituido, en ese mismo contexto, por “lo”.
lenguaje con la lógica. b) Se refiere a la expresión “puntos de vista”, que
e) No todas las personas dominan por igual el lenguaje. aparece anteriormente.

13
c) Está referido a “la atención”. se intervendrá la plaza ceremonial del frontis norte, en donde
d) Está relacionado con el verbo “dirigirse”. se ubica la gran fachada del sitio arqueológico ubicado en
e) Se refiere a la expresión “el lenguaje”. Trujillo, La Libertad, informaron hoy fuentes culturales. Des-
pués de varias semanas de trabajo, el material fue sacado
A.P.A. Dissertativo del sitio arqueológico para poder apreciar mejor la extensión
y forma del patio que, según las investigaciones, sirvió hace
1. Escribe con letras los números entre paréntesis. unos 1.500 como escenario de extraños rituales. El codirec-
1. La semana tiene (7) ............... días. tor del Proyecto Arqueológico Huacas del Sol y la Luna, Ri-
2. Mi madre tiene (57) ..................... años. cardo Morales Gamarra, sostuvo que con la zona limpia de
3. Cristóbal Colón descubrió América en(1492).......... . escombros, los visitantes conocerán la verdadera proporción
4. Un año bisesto tiene (366) ................. días. de la imponente fachada, tal y como la conocieron los mo-
5. Salen juntos desde (1980) ........................ ches. Por su parte, el arqueólogo Santiago Uceda, también
6. Gané en la lotería (2.250) ............................. pesetas. codirector del proyecto, dijo que las excavaciones se iniciarán
7. El año tiene (12) ............................ meses. este año para determinar qué otros elementos componían
8. (365) ........................ días tiene un año. dicha área. “Hace poco nos sorprendió encontrar un altar
9. Una hora tiene (60) ............... minutos. semicircular escalonado. Era algo que no esperábamos. Por
10. Me deben (5.675) .................... pesetas. lo tanto, es difícil saber qué es lo que aún está escondido en
11. Mañana es el (15) ................... de noviembre. la zona que exploraremos”, señaló Uceda a la Agencia Andi-
12. Mi hija tiene (3) ..................... meses. na. La huaca de la Luna se localiza en el distrito trujillano de
13. Un metro tiene (100) ............... centímetros. Moche. Es una pirámide de adobe adornada, en sus murales,
14. Mi ordenador tiene (640)...................... KB. con impresionantes imágenes mitológicas, muchas de ellas
15. Esta motocicleta tiene (1.100)................ cm3.
en alto relieve.
2. Escribe con letras los números ordinales entre Disponível em: www.andina.com.pe. Acesso em: 23 fev. 2012 (adaptado).
paréntesis.
1. Juanito es el (1.º) ............... de la clase. O texto apresenta informações sobre um futuro traba-
2. Siempre me siento en la (6.º) ................ fila. lho de escavação de um sítio arqueológico peruano. Sua
3. El corredor entró en (7.º) .............. lugar. leitura permite inferir que
4. Es la (2.º) ....................... vez que te lo digo. a) a pirâmide huaca de la Luna foi construída durante
5. Ésta es la (5.º) ................ oración. o período colonial peruano;
6. El equipo de fútbol ha bajado a (3.º) ............... división. b) o sítio arqueológico contém um altar semicircular
7. Eres la (8.º) .................. persona que pregunta eso. bastante deteriorado;
8. Una vez más y es la (10.º) ...................... vez. c) a pirâmide huaca de la Luna foi construída com
cerâmica;
9. Con éste, es el (8.º) ................... libro que leo este año.
d) o sítio arqueológico possui um pátio que foi palco
10. Acabó en (4.º) .................. lugar.
de rituais;
3. Escribre las siguientes fechas. e) o sítio arqueológico mantém escombros deixados
pela civilização moche.
1. 2-12-1943
2. 10-5-1987 2. (Enem) Nuestra comarca del mundo, que hoy
3. 31-1-1765 llamamos América Latina, perfeccionó sus fun-
4. 12-4-1876 ciones. Este ya no es el reino de las maravillas
5. 11-8-1973 donde la realidad derrotaba a la fábula y la
6. 5-11-1983 imaginación era humillada por los trofeos de
la conquista, los yacimientos de oro y las mon-
7. 3-10-1932
tañas de plata. Pero la región sigue trabajando
8. 8-3-1964
de sirvienta. Es América Latina, la región de las
9. 24-7-1990 venas abiertas. Desde el descubrimiento hasta
10. 15-2-1954 nuestros días, todo se ha trasmutado siempre en
capital europeo o, más tarde, norteamericano, y

A.P.A. Enem como tal se ha acumulado y se acumula en los


lejanos centros del poder. Todo: la tierra, sus fru-
tos y sus profundidades ricas en minerales, los
1. (Enem) Excavarán plaza ceremonial del frontis norte hombres y su capacidad de trabajo y de consu-
de huaca de la Luna Trujillo, feb. 25 (ANDINA). mo, los recursos naturales y los recursos huma-
nos. El modo de producción y la estructura de
Tras limpiar los escombros del saqueo colonial y de las exca- clases de cada lugar han sido sucesivamente de-
vaciones de los últimos años en huaca de la Luna, este año terminados, desde fuera, por su incorporación

14
al engranaje universal del capitalismo. Nuestra A personagem Susanita, no último quadro, inventa o
derrota estuvo siempre implícita en la victoria vocábulo “mujerez”, utilizando-se de um recurso de
ajena; nuestra riqueza ha generado siempre formação de palavra existente na língua espanhola.
nuestra pobreza para alimentar la prosperidad Na concepção da personagem, o sentido do vocábulo
de otros: los imperios y sus caporales nativos. “mujerez” remete à
GALEANO, E. Las venas abiertas de América Latina. Buenos a) falta de feminilidade das mulheres que não se de-
Aires: Siglo Veintiuno Argentina, 2010 (adaptado). dicam às tarefas domésticas;
A partir da leitura do texto, infere-se que, ao longo da b) valorização das mulheres que realizam todas as
história da América Latina, tarefas domésticas;
a) suas relações com as nações exploradoras sempre c) inferioridade das mulheres que praticam as tarefas
domésticas;
se caracterizaram por uma rede de dependências;
d) relevância social das mulheres que possuem em-
b) seus países sempre foram explorados pelas mesmas pregados para realizar as tarefas domésticas;
nações desde o início do processo de colonização;
e) independência das mulheres que não se prendem
c) sua sociedade sempre resistiu à aceitação do capi- apenas às tarefas domésticas.
talismo imposto pelo capital estrangeiro;
d) suas riquezas sempre foram acumuladas longe dos
5. (Enem) Las Malvinas son nuestras Sí, las islas son
centros de poder;
nuestras. Esta afirmación no se basa en sentimientos
e) suas riquezas nunca serviram ao enriquecimento nacionalistas, sino en normas y principios del derecho
das elites locais. internacional que, si bien pueden suscitar interpreta-
3. (Enem) Obituario* ciones en contrario por parte de los británicos, tienen
la fuerza suficiente para imponerse. Los británicos op-
Lo enterraron en el corazón de un bosque de pinos y sin em- taron por sostener el derecho de autodeterminación
de los habitantes de las islas, invocando la resolución
bargo el ataúd de pino fue importado de Ohio; lo enterraron
1514 de las Naciones Unidas, que acordó a los pueblos
al borde de una mina de hierro y sin embargo los clavos de su coloniales el derecho de independizarse de los Estados
ataúd y el hierro de la pala fueron importados de Pittsburg; lo colonialistas. Pero esta tesitura es también indefendi-
enterraron junto al mejor pasto de ovejas del mundo y sin em- ble. La citada resolución se aplica a los casos de pue-
bargo las lanas de los festones del ataúd eran de California. blos sojuzgados por una potencia extranjera, que no
Lo enterraron con un traje de New York, un par de zapatos de es el caso de Malvinas, donde Gran Bretaña procedió a
expulsar a los argentinos que residían en las islas, re-
Boston, una camisa de Cincinatti y unos calcetines de Chica-
emplazándolos por súbditos de la corona que pasaron
go. Guatemala no facilitó nada al funeral, excepto el cadáver. a ser kelpers y luego ciudadanos británicos. Además,
* Paráfrasis de un famoso texto norteamericano. según surge de la misma resolución, el principio de au-
todeterminación no es de aplicación cuando afecta la
NOGUERAS, L. R. Las quince mil vidas del integridad territorial de un país. Finalmente, en cuanto
caminante. La Habana: Unea,1977.
a qué haría la Argentina con los habitantes británicos
O texto de Luis Rogelio Nogueras faz uma crítica de las islas en caso de ser recuperadas, la respuesta se
a) à dependência de produtos estrangeiros por uma nação; encuentra en la cláusula transitoria primera de la Cons-
b) ao comércio desigual entre Guatemala e Estados Unidos; titución Nacional sancionada por la reforma de 1994,
c) à má qualidade das mercadorias guatemaltecas; que impone respetar el modo de vida de los isleños, lo
que además significa respetar sus intereses.
d) às dificuldades para a realização de um funeral;
e) à ausência de recursos naturais na Guatemala. MENEM, E. Disponível em: www.lanacion.com.
ar. Acesso em: 18 fev. 2012 (adaptado).
4. (Enem)
O texto apresenta uma opinião em relação à disputa
entre a Argentina e o Reino Unido pela soberania sobre
as Ilhas Malvinas, ocupadas pelo Reino Unido em 1833.
O autor dessa opinião apoia a reclamação argentina
desse arquipélago, argumentando que
a) a descolonização das ilhas em disputa está con-
templada na lei comum britânica;
b) as Nações Unidas estão desacreditadas devido à
ambiguidade das suas resoluções;
c) o princípio de autodeterminação carece de aplica-
bilidade no caso das Ilhas Malvinas;
d) a população inglesa compreende a reivindicação na-
cionalista da administração argentina;
e) os cidadãos de origem britânica assentados nas ilhas
seriam repatriados para a Inglaterra.

15
A.P.A. UERJ Notas:
1
El Cordobazo – designación atribuida a protestas sociales
COM BASE NO TEXTO ABAIXO, RESPONDA ÀS QUESTÕES
que se dieron en la ciudad de Córdoba.
DE NÚMEROS 1 A 4.
2
Boleto estudiantil – ayuda para el gasto de transporte des-
A pesar de La Noche de los Lápices, hoy los lápices si- de la casa a la escuela.
guen escribiendo Comunicadores Solidarios
www.agenciaelvigia.com.ar
El arribo de la democracia en el mes de mayo de 1973,
luego de un proceso creciente de enfrentamientos contra 1. El gobierno militar que asumió el poder en 1976 se
preocupó con la situación de la juventud. Según el autor,
la dictadura miliar que gobernaba desde junio de 1966,
los militares trataban las reivindicaciones estudiantiles
trajo consigo la irrupción en la vida política y social de los básicamente como:
distintos sectores populares que habían experimentado un
crecimiento sustancial durante las luchas; entre ellos, los a) complot de obreros;
estudiantes secundarios. Se había alcanzado un nivel de b) manifiesto de intelectuales;
conciencia, acción y participación bastante elevado con lo c) conspiración de enemigos;
d) maquinación de demócratas.
cual el nivel de cuestionamiento al sistema capitalista era
por demás peligroso para la burguesía y los sectores reac- 2. En el texto, se perciben diversos momentos en que
cionarios de nuestro país. Cuando nuevamente asumieron el autor se deja asomar a través de los adjetivos utili-
el gobierno, en 1976, los militares consideraban que en la zados. En las frases abajo, el adjetivo subrayado que se
Argentina había una generación perdida: la juventud. Esta, puede atribuir a otro que no al propio autor es:
por la sofisticada acción de “ideólogos”, se había vuelto a) “[...] habían experimentado un crecimiento sustan-
rebelde y contestataria. Si bien el gobierno militar toma en cial durante las luchas;” (l. 5-7).
cuenta la situación en la que se encontraba la juventud b) “[...] eran en su mayoría irrecuperables [...]” (l. 27-28).
argentina, no fue tan obstinado como para suponer que se c) “Para ello utilizaron un pretexto tan obvio [...]” (l. 29-30).
debía atacar a toda la juventud por igual. La política hacia d) “Uno de los aspectos más dramáticos de la repre-
sión [...]” (l. 33).
los jóvenes parte de considerar que los que habían pasado
por la experiencia del Cordobazo1 y demás luchas previas a
1973, los que habían vivido con algún grado de participa- 3. A pesar de la Noche de los Lápices, hoy los lápices
siguen escribiendo. El fragmento subrayado del título
ción del proceso de los años 1973, 74 y 75, los estudiantes
se lo puede comprender como:
universitarios y los jóvenes obreros eran en su mayoría irre-
cuperables y en consecuencia había que combatirlos. Para a) el mantenimiento de un sueño;
ello utilizaron un pretexto tan obvio como falaz, se trataba b) la preservación de una biografía;
de subversivos reales o potenciales que ponían en riesgo al c) la divulgación de nuevas propuestas;
d) la recuperación de antiguas rivalidades.
conjunto del cuerpo social. El ser joven pasa a ser un peli-
gro. Uno de los aspectos más dramáticos de la represión, 4. El texto hace referencia a hechos ocurridos durante
vivida en aquellos años, fue el secuestro de adolescentes. la dictadura militar argentina. Tras leer los dos últimos
Llegaron a 250 los desaparecidos que tenían entre 13 y 18 párrafos, es posible concluir que el principal objetivo de
años, claro que no todos estudiaban. Muchos se habían Comunicadores Solidarios al escribir el texto fue:
visto obligados a abandonar la escuela para incorporarse al a) desmitificar la historia oficial;
mundo del trabajo. El 16 de septiembre de 1976, 10 estu- b) avivar el sentimiento aguerrido;
diantes secundarios de la Escuela Normal Nro 3 de la Plata c) denunciar los episodios violentos;
son secuestrados tras participar en una campaña por el d) historiar el movimiento estudantil.
boleto estudiantil² . Todos tenían entre 14 y 18 años. Este COM BASE NO TEXTO ABAIXO, RESPONDA ÀS QUESTÕES
hecho es recordado como “La noche de los lápices”. Sólo DE NÚMEROS 5 e 6.
tres de ellos aparecieron un tiempo después. Hoy, los es-
tudiantes secundarios están de a poco recuperando aque- Veintiocho años después...
lla tradición de lucha y defensa, por los derechos a una A principios de los ‘80 en la escuela nos empezaron a
educación al servicio del pueblo y con mayor presupuesto. mencionar tres palabras desconocidas. Dos de ellas fueron
Hoy, los secundarios, sector dinámico de nuestra sociedad, dictadura y democracia. No teníamos muy en claro de qué
tienen un doble desafío, que es la de reconstruir la memo- se trataban, pero intuíamos, por lo que nos decían y por el
tono empleado, que la democracia era algo nuevo y de-
ria de lucha de nuestro pueblo y la de reorganizarse para seable, que había que celebrar y cuidar. Por el contrario,
enfrentar este calamitoso estado de nuestra educación, ya la dictadura era despreciable, pasaban ciertas cosas que
que ellos son los más perjudicados. “Nunca más” debían ocurrir. Pero ¿de qué se trataban pre-

16
cisamente? La tercera era la más terrible e inasible: “des-
aparecidos”. Fue a través de una película, “La Noche de Gabarito
los Lápices”, que comprendí, al igual que muchos de mi
generación (tengo 30 años), su atroz y demencial significa-
do. La película se basa en el libro del mismo nombre, que, Aplicando para aprender (A.P.A)
a su vez, relata un hecho real ocurrido el 16 de septiembre 1. A 2. E 3. E 4. A 5. E
de 1976. Durante la madrugada de ese día fueron secues-
trados varios adolescentes, de entre 14 y 18 años, cuyo
terrible delito consistió en reclamar por el boleto estudiantil
secundario. Para ello, habían realizado una serie de mar-
A.P.A. Dissertativo
chas, sentadas, petitorios; acciones que hoy nos parecen 1. 1-siete. 2-cincuenta y siete. 3-mil cuatrocientos noven-
normales, o molestas (para algunos sectores), pero a las ta y dos. 4-trescientos sesenta y seis. 5-mil novecientos
que jamás castigaríamos con el secuestro, la desaparición, ochenta. 6-dos mil doscientas cincuenta. 7-doce. 8-tres-
la tortura o la muerte. En ese momento, fueron motivo de
todo ello junto. Tenían los mismos gustos y pasiones que cientos sesenta y cinco. 9-sesenta. 10-cinco mil seiscientas
cualquier adolescente. También les interesaba la política y setenta y cinco. 11-quince. 12-tres. 13-cien. 14-seiscien-
militaban en centros de estudiantes, con la ilusión de una tos cuarenta. 15-mil cien.
vida mejor para todos. Nada del otro mundo... De otro
mundo debería ser lo que les tocó vivir... Ante el riesgo que 2. 1-primero. 2-sexta. 3-séptimo. 4-segunda. 5-quinta.
suponen la impunidad y el olvido, los invito a recordar y 6-tercera. 7-octava. 8-décima. 9-octavo. 10-cuarto.
a que desde los lugares que ocupamos, ayudemos a los
3. 1-dos de diciembre de mil novecientos cuarenta y tres. 2
lápices a seguir escribiendo.
Andrea Verónica Quaranta diez de mayo de mil novecientos ochenta y siete. 3-treinta y
www.carbonell.com.ar uno de enero de mil setecientos sesenta y cinco. 4-doce de
5. La referencia es un tipo de cohesión que se estable- abril de mil ochocientos setenta y seis. 5-once de agosto de
ce hacia adentro o fuera del texto. De los términos su- mil novecientos setenta y tres. 6-cinco de noviembre de mil
brayados, aquél cuya referencia se establece fuera del novecientos ochenta y tres. 7-tres de octubre de mil nove-
texto es: cientos treinta y dos. 8-ocho de marzo de mil novecientos
a) “Dos de ellas fueron dictadura y democracia.” (l. sesenta y cuatro. 9-veinticuatro de julio de mil novecientos
2-3). noventa. 10-quince de febrero de mil novecientos cincuen-
b) “[...] su atroz y demencial significado.” (l. 13). ta y cuatro.
c) “También les interesaba la política [...]” (l. 27).
d) “[...] los invito a recordar [...]” (l. 32).
A.P.A. Enem
6. “De otro mundo debería ser lo que les tocó vivir... “(l. 1. D 2. A 3. A 4. B 5. C
29-30). Esa frase llama la atención para lo que habrían
pasado los adolescentes secuestrados. El sentimiento
de la autora frente a lo ocurrido es de: A.P.A. UERJ
a) vergüenza; 1. C 2. B 3. A 4. B 5. D
b) indecisión;
c) perplejidad; 6. C
d) desconfianza.

17
AULA Artigos
2
Competência: 2 Habilidades: 6e7

1. Artículo determinado 1.1.4. El porcentaje (A porcentagem)


(Artigo determinado) Ex.: El treinta por ciento de la población votó por ella.

Singular Plural 1.1.5. Formas sustantivadas


Masculino El El hombre Los Los hombres
(Formas substantivadas)
Femenino La La casa Las Las casas § El, la, los, las + adjetivo:
Neutro Lo Lo interesante
Ex.: Es la mejor del equipo.
El pobre y el rico comen la misma comida.

1.1. Usos particulares: § El + verbo no infinitivo permite formar substantivos


que correspondem precisamente à ação definida pelo
1.1.1. El apellido (O sobrenome) verbo e equivale a el hecho de + Infinitivo:
O artigo determinado sempre antecede o sobrenome intro- Ex.: El comer mucho engorda (el hecho de comer).
duzido por: señor(es), señora(s), señorita(s):
§ El que + verbo na forma pessoal permite criar
Ex.: La señora Azevedo no está. uma forma substantivada que também corresponde à
ação definida pelo verbo e equivale a el hecho de
No entanto, quando se fala diretamente com a pessoa, o que + verbo na forma pessoal:
artigo não aparece: Ex.: El que trabajes tanto me preocupa (el hecho
Ex.: Encantado, señora Azevedo. de que).

§ Los + apellido permite a omissão de senhores:


Ex.: Es un amigo de los Navarros.
1.1.6. Valor demostrativo o posesivo
(Valor demonstrativo ou possessivo)
1.1.2. La edad (a idade)
§ Quando precede o pronome relativo, o artigo adquire
Quando se fala da idade em que uma pessoa realizou uma um valor demonstrativo (el que, la que, los que, las
ação, o artigo determinado plural ocorre depois da preposição: que, lo que):
Ex.: Don Julio se casó a los cincuenta años. Ex.: Esta camisa es la que compré la semana pasada.

§ Los + numeral permite a omissão de “años” e expressa § As formas el de, la de, los de, las de e lo de cons-
a década de que se fala: tituem formas pronominais com valor possessivo que
Ex.: Pedro no llega a los treinta. permite não repetir o substantivo omitido:
Ex.: Este saco es el de Rafa.
Contudo: Stephanie tiene veinte años.

1.1.3. Los días de la semana (Os dias da semana) 1.2. El artículo neutro LO
O artigo determinado singular indica um dia determinado: (O artigo neutro LO)
Ex.: Iremos al teatro el domingo. Nunca ocorre com substantivos, mas atribui valor de subs-
tantivo aos elementos que acompanha.
O artigo plural indica uma periodicidade:
Ex.: No me gustan los martes. § Lo + adjetivo ou particípio

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Converte o adjetivo em um substantivo mais abs- Ex.: Volvemos del cine/trabajo.
trato; o adjetivo adota a forma masculino singular: Essas contrações são de uso obrigatório. Por exemplo, não se
Ex.: Lo difícil era expresarse libremente (la dificultad). usam as formas “voy a el cine” ou “volvemos de el cine/tra-
Abandonaron lo proyectado (el proyecto). bajo”. As contrações ocorrem somente no singular, nunca
Me encanta lo maravilloso de tu mirada (la no plural. As diversas contrações existentes em português
maravilla). são representadas em espanhol por formas analíticas, ou
seja, com a preposição e o artigo indicados separadamente.
§ Lo que
Introduz um valor demonstrativo e equivale ao de-
monstrativo neutro:
Ex.: No puedo admitir lo que dices.
3. Divergências léxicas entre
o espanhol e o português
§ Lo de + artigo/possessivo + substantivo
Significa “el assunto de” (o assunto de): Divergências léxicas são aquelas diferenças existentes entre
Ex.: He arreglado lo del viaje. o espanhol e o português.
§ Lo de + infinitivo § Heterogenéricas: são palavras que mudam de
Significa “el hecho de” (o fato de): gênero quando comparadas ao português.
Ex.: Lo de quedarse en casa todas las noches no Ex.:
me parece bien. Espanhol Português
el árbol a árvore

2. Artículo indeterminado el
el
color
desorden
a
a
cor
desordem
(Artigo indeterminado) el dolor a dor
el estante a estante
el estreno a estreia
el fraude a fraude
el origen a origem
el puente a ponte
el aprendizaje a aprendizagem
el coraje a coragem
el homenaje a homenagem
el lenguaje a linguagem
el mensaje a mensagem
multimídia: vídeo el paisaje a paisagem
el viaje a viagem
Fonte: Youtube
el síndrome a síndrome
Artigos em espanhol (artigo definido e
el cútis a cútis
indefinido...)
la cárcel o cárcere
la estratagema o estratagema
Singular Plural la labor o labor
Masculino Un Un hombre *Unos Unos hombres la leche o leite
Femenino Una Una casa *Unas Unas casas
la nariz o nariz
Neutro Lo Lo interesante *poco utilizado
la sal o sal
la sangre o sangue
2.1. Contrações de artigos la cumbre o cume

Em espanhol, há apenas duas contrações de artigos: Existem algumas regras para identificar o gênero das pa-
a + el = al lavras: as palavras terminadas em –aje são masculinas; as
palavras terminadas em –umbre são femininas.
Ex.: Voy al cine. / Fui al trabajo.
§ Heterotônicas: são palavras semelhantes ao português,
de + el = del mas com a sílaba tônica diferente.

19
Ex.: ratón rato
rato momento
Português Espanhol
perejil salsa
academia academia
salsa molho
álcool alcohol
puro (substantivo) charuto
alergia alergia
jugar brincar
alguém alguien
brincar pular
atmosfera atmósfera
carreta carroça
burocracia burocracia
carroza carruagem
cérebro cerebro
tirar atirar
coquetel cóctel
quitar tirar
cratera cráter
vaso copo
diplomacia diplomacia
jarrón vaso
elite élite
pelirrojo ruivo
elogio elogio
rubio loiro
epidemia epidemia
sueco (nacionalidade) sueco
euforia euforia
zueco tamanco
fobia fobia
quedar ficar
gaúcho gaucho
sitio lugar
hemorragia hemorragia
chacra sítio
herói héroe
morado roxo
ímã imán
cerrar fechar
imbecil imbécil
fecha data
limite límite
fechar datar
magia magia
metrô metro
míope miope
nível nivel
nostalgia nostalgia
ortopedia ortopedia
oxigênio oxígeno
pântano pantano
paralisia parálisis
parasita parásito
polícia policía
multimídia: vídeo
§ Heterossemânticas ou “falsos amigos”: são pa-
Fonte: Youtube
lavras muito semelhantes ao português na grafia, mas
17 - Divergências léxicas (Espanhol, Enem,
com significados totalmente diferentes.
Vestibulares)
Ex.:
Espanhol Português
apellido sobrenome
sobrenombre apelido
escena cena
cena jantar
oficina escritório
taller oficina
zurdo canhoto
sordo surdo

20
multimídia: livros
Diccionario de Falsos Amigos multimídia: sites
Dicionário que contém os falsos cognatos ou
falsos amigos, tecnicamente denominados de www.soespanhol.com.br/
divergências léxicas. Palavras espanholas que se www.elcastellano.org
assemelham ao português, porém têm sentidos www.duolingo.com/course/es/pt/Aprenda-
diferentes. Com essa obra, o estudante poderá -Espanhol-On-line
aprofundar seus conhecimentos sobre o tema.

VIVENCIANDO

O conhecimento abrangente das divergências léxicas entre o espanhol e o português é fundamental para que o es-
tudante evite erros costumeiros, principalmente no que se refere às conhecidas “gafes”, cometidas por pessoas que
ainda não dominam satisfatoriamente o idioma.

CONEXÃO ENTRE DISCIPLINAS

Ao dominar completamente o uso dos artigos, especialmente do artigo neutro (lo), inexistente no português, e
também ao conhecer a maioria das divergências léxicas, o estudante estará mais apto a se comunicar na língua
estrangeira de maneira eficiente e correta.

21
Aplicando para aprender (A.P.A) El minotauro, medio toro y medio hombre, nació de los
amores de Pasifae, reina de Creta, con un toro blanco que
Poseidón hizo salir del mar. Dédalo, autor del artificio que
TEXTO I
permitió que se realizaran tales amores, construyó el laberin-
Yo no busco nunca en los libros de viaje el alma de los países que to destinado a encerrar y a ocultar al hijo monstruoso. Éste
me interesan. Lo que busco es algo más frívolo, más sutil, más comía carne humana; para su alimento, el rey de Creta exi-
pintoresco, más poético y más positivo: la sensa- gió anualmente de Atenas un tributo de siete mancebos y
ción. Todo viajero artista, en efecto, podría titular su de siete doncellas. Teseo decidió salvar a su patria de aquel
libro: Sensaciones. Porque así como la novela, según Zola, no gravamen y se ofreció voluntariamente. Ariadna, hija del rey,
es más que la vida vista a través de un temperamento, así el le dio un hilo para que no se perdiera en los corredores; el
paisaje lejano es una imagen interpretada por un visionario. héroe mató al minotauro y pudo salir del laberinto.
Jorge Luís Borges. Manual de Zoología fantástica (1983)
Comparando descripciones de un mismo sitio hechas por
autores diferentes, se ve la diversidad de las retinas. Un 5. En el texto, “aquel gravamen” se refiere:
literato llamado a reproducir tres veces distintas un aspecto a) Al hilo que Ariadna entregó a Teseo.
pintoresco de la Naturaleza, hará si es sincero y si es artista, b) A la monstruosa condición del minotauro.
tres obras que no se parecen entre sí. c) Al sacrificio humano ofrecido al minotauro.
Enrique Gómez Carrillo. La psicología del viaje. (1919) d) Al laberinto en que estaba confinado el minotauro.
e) A los amores de Pasifae.
1. El autor afirma que:
a) Pretende publicar un libro titulado Sensaciones. 6. ¿Cuál de estas afirmaciones no corresponde a lo ex-
b) En los libros de viaje no hay espacio para expresar presado por el autor?
sensaciones.
a) El minotauro era una criatura mitad humana, mitad
c) Al leer libros de viaje, presta atención a las sensaciones. animal.
d) Pocos son los países considerados sensacionales.
b) Dédalo hizo posible que Pasifae amase un toro
e) Las sensaciones son más poéticas y sutiles que las novelas. blanco.
2. “La vida vista a través de un temperamento” debe c) El laberinto fue construido para confinar al mino-
interpretarse como: tauro.
a) Una visión personal de la vida. d) El minotauro fue creado después del laberinto.
b) Una visión equilibrada de la vida. e) Teseo consiguió salir del laberinto.
c) Una visión positiva de la vida.
d) Una visión empobrecida de la vida. 7. “Conviene” está conjugado en presente, en la tercera
persona del singular. ¿Cuál es el infinitivo de ese verbo?
e) Una visión equivocada de la vida.
a) convienir;
3. En el texto podemos inferir que, para el autor: b) convenir;
a) Algunos viajeros tienen buen temperamento. c) convir;
b) Todo viajero es un artista. d) convier;
c) Algunos viajeros consiguen captar rasgos peculiares e) convinir.
del paisaje.
d) Todo viajero es un visionario. 8. Indique todas las alternativas que correspondan a lo
e) Algunos viajeros son también novelistas. dicho en el texto.

4. Según el autor, las descripciones de la naturaleza, 1) El laberinto es un lugar adecuado para el minotauro.
cuando hechas por un artista:
2) Teseo era el padre de Ariadna.
a) Son siempre objetivas.
b) Son siempre poéticas. 3) El minotauro era blanco.
c) Son siempre pintorescas. 4) Teseo era el rey de Creta.
d) Son siempre diferentes.
e) Son siempre frívolas. 5) Teseo no fue obligado a luchar contra el minotauro.

TEXTO 2 Las alternativas son:


La idea de una casa hecha para que la gente se pierda es a) 1 y 4.
tal vez más rara que la de un hombre con cabeza de toro, b) 2,3,y 5.
pero las dos se ayudan y la imagen del laberinto conviene c) 1,4 y 5.
a la imagen del minotauro. Queda bien que en el centro de d) 2,3 y 4.
una casa monstruosa haya un habitante monstruoso. e) 1 y 5.

22
9. De las palabras abajo, la única que pertenece a la evidentemente en preservar el patrimonio. Pero hay más.
misma categoría gramatical de “lo” en “lo malo de la Sus ciudadanos como sus visitantes desean que Venecia
vida es no tener amigos” es: siga siendo una entidad viva, que no se la transforme en
a) le volví; un decorado de teatro para presentar allí la función estéril
b) lo venderemos; de un acto de consumo: el turismo.
c) lo que;
El Correa de la Unesco, julio/agosto 1999. p. 43.
d) el trabajo;
e) lo tenía. 1. La frase “La belleza no sólo tiene ventajas [...]” debe
traducirse como:
10. De las palabras abajo, la única que ejerce función
a) A beleza sozinha não tem vantagens...
diferente de las demás es:
b) A beleza não tem vantagens...
a) las posibles;
c) Só a beleza não tem vantagens...
b) los perros;
d) A beleza não tem somente vantagens...
c) la basura;
e) Nem só a beleza tem vantagens...
d) lo detecten;
e) el suelo. 2. En lo mismo periodo, el pronombre “ella” sustituye:
a) Ventaja.

A.P.A. fixação b) Crisis.


c) Belleza.
d) Cultura.
TEXTO e) Venecia.

VENECIA: EL TURISMO DESTRONADO 3. Según el texto:

Inundada de visitantes, Venecia trata de espantarlos... a) As pessoas que moram em Veneza são tantas, que
é difícil caminhar nas ruas.
Pero hay medios mejores de rescatar a la ciudad del turismo. b) Os preços são tão bons que todos os turistas fazem
compras em Veneza.
La belleza no sólo tiene ventajas: Venecia se ha convertido en
c) As pessoas que moram em Veneza sofrem as con-
un punto de destino tan popular que el turismo ha provocado sequências do turismo.
en ella una crisis económica, social y demográfica, pero sobre d) Nas escolas e nos hospitais podem-se fazer refei-
todo cultural. Sin embargo, no es un problema ineluctable. ções rápidas.
Desde hace muchos años, en múltiples aspectos, Venecia no e) Os habitantes de Veneza são enganados pelos tu-
ristas.
ha sabido ser digna de su imagen romántica. En el centro
hay tanta gente que apenas se puede circular; las tiendas 4. En el texto, “sin embargo” establece una relación de:
venden baratijas a precios elevados, que los vendedores am- a) Causa.
bulantes multiplican por diez para un turista coreano, que b) Adición.
compra una máscara de carnaval “made in Korea”. c) Adversidad.
La situación de la población local no es mejor. Los servi- d) Conclusión
e) Proporcionalidad.
cios – de las escuelas a los hospitales – fueron expulsados
de la ciudad para dar cabida a operaciones más lucrativas 5. En Venecia, los productos de primera necesidad:
como las comidas rápidas y las tiendas de recuerdos, por lo a) São tão bons, que são comprados pelas pessoas
que Venecia logra cada vez menos retener a sus habitantes. das cidades vizinhas.
Su población ha disminuido a unas 68.000 personas, cifra b) Incluem queijos frenceses.
apenas superior a un tercio de lo que era en 1951. Ello c) Demoram duas horas para chegar à cidade.
es comprensible: comer en un restaurante es sumamente d) Podem ser comprados nas ruas.
caro; la compra de un producto de primera necesidad o de e) Não são encontrados facilmente.
un par de gafas puede imponer una hora de trayecto a una 6. Según el texto, las causas de la disminución de la población
ciudad vecina. Y si a uno le gustan los quesos franceses, de Venecia son:

serán dos horas. a) O turismo e a falta de comidas rápidas.


Venecia se encuentra en las antípodas del “turismo sostenible”. b) A crise demográfica e o resgate do turismo.
c) A preservação do patrimônio e a sua localização
Lo que está amenazado en esta ciudad, que hace 250 años geográfica.
era una de las más poderosas y pobladas del planeta, es d) A falta de serviços e o preço dos produtos.
la cultura en su sentido más amplio. El problema reside e) A falta de incentivo ao turismo e a falta de escolas.

23
7. En los versos “No lo produje yo” y “del almacén de la
esquina pero tampoco lo hizo Oliveira”, la forma “lo” es: A.P.A. Enem
a) Artículo masculino. 1. Cabra sola
b) Artículo neutro. Hay quien dice que soy como la cabra;
c) Pronombre demostrativo. lo dicen lo repiten, ya lo creo;
d) Pronombre complemento directo. pero soy una cabra muy extraña
que lleva una medalla y siete cuernos.
8. La frase “Ahora me doy cuenta de —— maduras que ¡Cabra! En vez de mala leche yo doy llanto.
están estas peras“ se completa correctamente con: ¡Cabra! Por lo más peligroso me paseo.
a) Las — artículo determinante. ¡Cabra! Me llevo bien con alimañas todas,
¡Cabra! Y escribo en los tebeos.
b) Lo — artículo neutro.
Vivo sola, cabra sola,
c) El — artículo definido. — que no quise cabrito en compañía —
d) Lo — pronombre complemento directo. cuando subo a lo alto de este valle
siempre encuentro un lirio de alegría.
Y vivo por mi cuenta, cabra sola;
A.P.A. Dissertativo que yo a ningún rebaño pertenezco.
Si sufrir es estar como una cabra,
entonces sí lo estoy, no dudar de ello.
1. Hay palabras con grafía semejante en portu-
FUERTES, G. Poeta de guardia. Barcelona: Lumen, 1990.
gués y en español, pero la sílaba tónica es diferen-
te entre los idiomas; son llamadas heterotónicas. No poema, o eu lírico se compara à cabra e no quinto verso
utiliza a expressão “mala leche” para se autorrepresentar
como uma pessoa
La democracia frente a otras formas de gobierno
a) influenciável pela opinião das demais;
A Aristóteles debemos la primera clasificación de las for- b) consciente de sua diferença perante as outras;
mas de gobierno, en función del número de gobernantes. c) conformada por não pertencer a nenhum grupo;
Así, la monarquía se caracteriza por el gobierno de uno, la d) corajosa diante de situações arriscadas;
e) capaz de transformar mau humor em pranto.
aristocracia por el gobierno de pocos, y la república por el
gobierno de la mayoría (en otras ocasiones «todos»); por 2. Pero un día, le fue presentado a Cortés un tributo bien
el contrario, degeneraciones suyas son: de la monarquía, distinto: un obsequio de veinte esclavas llegó hasta el cam-
la tiranía; de la aristocracia, la tiranía; y de la república, la pamento español y entre ellas, Cortés escogió a una. Descri-
ta por el cronista de la expedición, Bernal Díaz del Castillo,
democracia (en otras ocasiones habla de demagogia). como mujer de “buen parecer y entremetida y desenvuelta”,
el nombre indígena de esta mujer era Malintzin, indicativo
a) Circula la sílaba fuerte de las palabras subrayadas.
de que había nacido bajo signos de contienda y desventu-
b) Explica qué tienen en común esas palabras. ra. Sus padres la vendieron como esclava; los españoles la
c) Explica en qué se diferencian estas palabras. llamaron doña Marina, pero su pueblo la llamó la Malinche,
la mujer del conquistador, la traidora a los indios. Pero con
2. Marca con un X las palabras en español que, en por- cualquiera de estos nombres, la mujer conoció un extraor-
tugués, tendrían la sílaba tónica distinta. dinario destino. Se convirtió en “mi lengua”, pues Cortés la
hizo su intérprete y amante, la lengua que habría de guiarle
( ) historia ( ) geografía ( ) cerebro ( ) academia a lo largo y alto del Imperio azteca, demostrando que algo
( ) envían ( ) teléfono ( ) especial ( ) magia estaba podrido en el reino de Moctezuma, que en efecto
( ) héroe existía gran descontento y que el Imperio tenía pies de barro.
FUENTES, C. El espejo enterrado. Ciudad de
3. Subraya la sílaba tónica en español de cada una de México: FCE, 1992 (fragmento).
las palabras heterotónicas con relación al portugués: Malinche, ou Malintzin, foi uma figura chave na história
a) alguien da conquista espanhola na América, ao atuar como
b) bulimia a) intérprete do conquistador, possibilitando-lhe co-
c) anorexia nhecer as fragilidades do Império;
d) fobia b) escrava dos espanhóis, colocando-se a serviço dos
objetivos da Coroa;
e) academia
c) amante do conquistador, dando origem à miscige-
f) pantano
nação étnica;
g) nivel
d) voz do seu povo, defendendo os interesses políti-
4. Pon la tilde en las palabras heterotónicas a continuación: cos do Império asteca;
futbol – heroe – oxigeno – policia – telefono – imbecil – e) maldição dos astecas, infundindo a corrupção no
limite – sintoma governo de Montezuma.

24
3. Pensar la lengua del siglo XXI. A charge evoca uma situação de disputa. Seu efeito hu-
morístico reside no(a)
Aceptada la dicotomía entre “español general” académico y
a) aceitação imediata da provocação;
“español periférico” americano, la capacidad financiera de la b) descaracterização do convite a um desafio;
Real Academia, apoyada por la corona y las grandes empresas c) sugestão de armas não convencionais para um duelo;
transnacionales españolas, no promueve la conservación de d) deslocamento temporal do comentário lateral;
la unidad, sino la unificación del español, dirigida e impuesta e) posicionamento relaxado dos personagens.
desde España (la Fundación Español Urgente: Fundeu). Uni-
dad y unificación no son lo mismo: la unidad ha existido siem- 5. Duerme negrito
pre y con ella la variedad de la lengua, riqueza suprema de Duerme, duerme, negrito,
que tu mamá está en el campo,
nuestras culturas nacionales; la unificación lleva a la pérdida
negrito...
de las diferencias culturales, que nutren al ser humano y son Te va a traer
tan importantes como la diversidad biológica de la Tierra. codornices para ti.
Culturas nacionales: desde que nacieron los primeros criollos, Te va a traer
rica fruta para ti.
mestizos y mulatos en el continente hispanoamericano, las Te va a traer
diferencias de colonización, las improntas que dejaron en las carne de cerdo para ti.
nacientes sociedades americanas los pueblo aborígenes, la ex- Te va a traer
plotación de las riquezas naturales, las redes comerciales colo- muchas cosas para ti [...]
niales fueron creando culturas propias, diferentes entre sí, aun- Duerme, duerme, negrito,
que con el fondo común de la tradición española. Después de que tu mamá está en el campo,
negrito...
las independencias, cuando se instituyeron nuestras naciones, Trabajando, trabajando duramente, trabajando sí.
bajo diferentes influencias, ya francesas, ya inglesas; cuando Trabajando y no le pagan,
los inmigrantes italianos, sobre todo, dieron su pauta a Argen- trabajando sí.
tina, Uruguay o Venezuela, esas culturas nacionales se conso- Disponível em: http://letras.mus.br. Acesso
lidaron y con ellas su español, pues la lengua es, ante todo, em: 26 jun. 2012 (fragmento).

constituyente. Así, el español actual de España no es sino una “Duerme negrito” é uma cantiga de ninar da cultura
más de las lenguas nacionales del mundo hispánico. El español popular hispânica, cuja letra problematiza uma questão
actual es el conjunto de veintidós españoles nacionales, que social, ao
tienen sus propias características; ninguno vale más que otro. a) destacar o orgulho da mulher como provedora do lar;
La lengua del siglo XXI es, por eso, una lengua pluricéntrica. b) evidenciar a ausência afetiva da mãe na criação
LARA, L. F. Disponível em: www.revistaenie. do filho;
clarin.com. Acesso em: 25 fev. 2013. c) retratar a precariedade das relações de trabalho
O texto aborda a questão da língua espanhola no sécu- no campo;
lo XXI e tem como função apontar que d) ressaltar a inserção da mulher no mercado de
a) as especificidades culturais rompem com a unidade trabalho rural;
hispânica; e) exaltar liricamente a voz materna na formação
b) As variedades do espanhol têm igual relevância cidadã do filho.
linguística e cultural;
c) a unidade linguística do espanhol fortalece a iden-
tidade cultural hispânica;
A.P.A. UERJ
d) a consolidação das diferenças da língua prejudica
COM BASE NO TEXTO ABAIXO, RESPONDA ÀS QUESTÕES
sua projeção mundial;
DE NÚMEROS 1 A 4.
e) a unificação da língua enriquece a competência
linguística dos falantes. Sabina cantando bajo la lluvia
4. “Vamos a esperar un poquito porque me dicen que está
peligroso.” Fueron las últimas palabras de Joaquín Sabina
antes de abandonar el escenario. Faltaban ocho temas to-
davía para el final del concierto, pero la torrencial lluvia que
se descargaba sobre el público; el viento que hacía temblar
toda la estructura del escenario y las pantallas de video, y
los truenos que aportaban un clima tétrico terminaron por
darle un final abrupto al primero de los shows en la Bom-
bonera. Hasta la suspensión del concierto, Sabina capeaba

25
el temporal como un torero de escenario, haciendo delirar d) “De golpe, las luces del escenario iluminaron la
al público con sus canciones himnos (un clásico detrás de cortina de agua [...]” (l. 26-27).
otro casi sin respiro), y una banda afiatada que sonaba
2. Sabina capeaba el temporal como un torero de escena-
eléctrica y sin fisuras, adaptada perfectamente al formato
rio, (l. 11-12) De las definiciones posibles para la locución
gigante de estadio. A pesar de que la lluvia caía torrencial- verbal subrayada, la que mejor se adecua al texto es:
mente desde la mitad del show, la Bombonera mantuvo
todo el tiempo el clima festivo de un clásico Boca-River, y a) Aguantar un temporal poniéndose a la capa.
la masa colectiva formada por esas 35 mil personas no pa- b) Entretener a alguien con engaños o evasivas.
raba de corear de principio a fin temas como “Ahora que”, c) Eludir mañosamente un trabajo desagradable.
“Mentiras piadosas”, “Con la frente marchita” o “Por el d) Pasar de la mejor manera posible una situación
boulevard de los sueños rotos”, mientras revoleaban re- complicada.
meras y agitaban el ambiente con un entusiasmo futbolero.
3. Chicas “rollingas” (l. 37-38). El uso de comillas en ese
De golpe, las luces del escenario iluminaron la cortina de fragmento se justifica porque se trata de:
agua que caía sobre la gente ubicada en el campo. La ima-
gen, que no hacía más que darle un tono épico y memora- a) una cita de Sabina;
ble al primero de los conciertos de Sabina, obligó al artista b) una jerga roquera;
a quedarse como hipnotizado mirando al público mientras c) un uso inapropiado;
se mojaba de pies a cabeza. Luego dijo: “Pensábamos que d) un vocablo extranjero.
lo habíamos visto, gozado y vivido todo, pero esto no lo
habíamos vivido nunca”. En ese escenario gigantesco con 4. Gabriel Plaza reconoce el éxito fenomenal de Joaquín
Sabina. Sin embargo, el autor deja explícito que en el
la resonancia acústica de la Bombonera, sus estribillos –
show se sorprendió por el siguiente hecho:
tratados filosóficos sobre la soledad, la calle, la noche y los
corazones rotos – calaron con emoción en parejas treinta- a) La diversidad etaria de los fans.
ñeras, chicas “rollingas” y adolescentes seguidoras de Los b) El repertorio conocido del público.
Piojos, mujeres de 40 con pasado roquero, progresos mo- c) La permanencia insistente de la gente.
dernos y hippies seducidas por ese poeta burlón cada vez d) El número impactante de espectadores.
más parecido a un Pappo de la canción romántica urbana,
sobre todo por el tono cavernoso de su voz. El fenómeno COM BASE NO TEXTO ABAIXO, RESPONDA ÀS QUESTÕES
que se generó alrededor del personaje Sabina y marcó nue- DE NÚMEROS 5 e 6.
vos récords en su carrera, a partir de su último disco, Alivio
Pastillas para no soñar
de luto, y la velocidad con la que se vendieron las entradas
para estos dos conciertos en el estadio de Boca se reflejó Si lo que quieres es vivir cien años
en un estadio cubierto por un público que le dedicaba cán- no pruebes los licores del placer.
ticos y encontraba eco cómplice en esas viñetas y frases Si eres alérgico a los desengaños
de grafitis que aparecían en canciones tan porteñas como olvídate de esa mujer.
“Con la frente marchita”, donde todo el mundo al unísono Compra una máscara antigás,
suscribió cantando: “No hay nostalgia peor que añorar lo manténte dentro de la ley.
que nunca jamás sucedió”. Por suerte, un Sabina emocio- Si lo que quieres es vivir cien años
nado ya se había tomado el trabajo de agradecer al público haz músculos de cinco a seis.
esa complicidad extrema que lo mantuvo estoico durante Y ponte gomina que no te despeine
casi dos horas cantando bajo la lluvia. el vientecillo de la libertad.
Funda un hogar en el que nunca reine
Gabriel Plaza
www.lanacion.com.ar
más rey que la seguridad.
Evita el humo de los puros,
1. La reseña crítica busca analisar, evaluar y divulgar un reduce la velocidad.
evento artístico. De los fragmentos descriptivos abajo, Si lo que quieres es vivir cien años
el que tiene criterio de evaluación es: vacúnate contra el azar.
Deja pasar la tentación
a) “Faltaban ocho temas todavía para el final del con-
cierto [...]” (l. 4-5). dile a esa chica que no llame más
y si protesta el corazón
b) “[...] los truenos [...]) terminaron por darle un final
en la farmacia puedes preguntar:
abrupto al primero de los shows en la Bombonera.”
(l. 7-10). ¿Tiene pastillas para no soñar?
c) “[...] una banda afiatada que sonaba eléctrica y sin Joaquín Sabina
fisuras [...]” (l. 14-15). www.lyricsdomain.com

26
5. El uso reiterado del imperativo atribuye al texto un e) academia
tono de: f) pântano
a) mando; g) nivel
b) petición; 4.fútbol – héroe – oxígeno – policía – teléfono – imbécil –
c) sedución;
límite – síntoma.
d) aconsejamiento.

6. “Si lo que quieres es vivir cien años” (v. 1). Según A.P.A. Enem
el poeta, para vivir ese tiempo se debe proceder del 1. E 2. A 3. B 4. C 5. C
siguiente modo:
a) evitar los riesgos; A.P.A. UERJ
b) aceptar los retos; 1. C 2. D 3. B 4. C 5. D
c) aprovechar la vida;
d) vivenciar lo prohibido. 6. A

Gabarito
Aplicando para aprender (A.P.A)
1. C 2. A 3. C 4. D 5. C
6. D 7. B 8. E 9. C 10. D

A.P.A. Fixação
1. D 2. E 3. C 4. C 5. E
6. D 7. D 8. B

A.P.A. Dissertativo
1.
a) A Aristóteles debemos la primera clasificación de las for-
mas de gobierno, en función del número de gobernantes.
Así, la monarquía se caracteriza por el gobierno de uno, la
aristocracia por el gobierno de pocos, y la república por el
gobierno de la mayoría (en otras ocasiones «todos»); por
el contrario, degeneraciones suyas son: de la monarquía,
la tiranía; de la aristocracia, la tiranía; y de la república, la
democracia (en otras ocasiones habla de demagogia).
b) Todas esas palabras terminan con las vocales “ia”
c) Lo que las diferencian son las sílabas tónicas y la pres-
encia de la tilde. Las palabras que tienen la “i” tónica son
acentuadas formando un hiato: mo – nar – quí – a. Ya las
palabras que no tienen la “i” tónica forman un diptongo y
no acentuadas porque son palabras llanas terminadas en
vocal: de – mo – cra – cia.
2. ( ) historia ( ) geografía ( X ) cerebro ( X ) academia ( )
envían ( X ) teléfono ( ) especial ( X ) magia ( X ) héroe. P
3.
a) alguien
b) bulimia
c) anorexia
d) fobia

27
AULA Regras de Eufonia
3
Competência: 2 Habilidades: 6, 7 e 8

1.ª Regra 2.ª regra


Para que não ocorra um encontro vocálico não eufônico, a
¿”El” arca o “la” arca? conjunção coordenativa copulativa y deve ser substituída
por e quando vem seguida de uma palavra que começa
com o som vocálico /i/ (precedido ou não por h).
Ex.: Arí e Inés trabajan siempre juntos.
Geografía e Historia son ciencias humanas.
Stephanie es una mujer admirable e inteligente.
Entretanto, se a palavra que sucede a conjunção
começar com o ditongo hie, a regra não deve
ser aplicada.
Ex.: Esta casa se construyó con ladrillos y hierro.
Esta bebida fue preparada con aguardiente, limón
y hielo.
Para que não ocorra um encontro vocálico cacofônico, an-
tes de substantivos femininos no singular iniciados pelo
som vocálico tônico /a/ (precedido ou não por h), usa-se o
3.ª regra
artigo el em vez de la. Assim: Também por motivo de eufonia, a conjunção coordenativa
disjuntiva o é substituída por u quando vem seguida de
El arpa (em vez de “la arpa”).
uma palavra que começa pelo som vocálico /o/ (precedido
El agua (em vez de “la agua”).
ou não por h).
Essa mudança só ocorre quando o substantivo
aparece imediatamente depois do artigo; caso Ex.: Voy a leer este u otro libro cualquiera.
contrário, deve-se usar o artigo la. En esta compañía se acepta mujer u hombre.
Ex.: La misma ave. Yo me casaría con María u Osvaldo.
La fuerte hacha.
Os complementos desses substantivos conser-
vam sempre suas características femininas.
Ex.: El arca de Noé.
El agua clara.
El arma vieja.
El hacha peligrosa.
Pelo mesmo motivo e de modo semelhante, usa-
se un em vez de una seguido de substantivo
multimídia: livros
feminino iniciado pelo som vocálico /a/ tônico. Livro - Espanhol Para Leigos
Ex.: La palabra es un arma muy efectiva. Seu guia de sobrevivência, com palavras e ex-
En 2015, la inflación tuvo un alza del 10% . pressões do dia a dia, o renomado método Ber-
litz com um toque divertido e amistoso!
Tengo un hambre terrible.

28
multimídia: vídeo multimídia: vídeo
Fonte: Youtube Fonte: Youtube
Eufonía - Prof Jerfeson Santana Regras de eufonía - Espanhol - Roberta Spessatto
- Instant...

VIVENCIANDO

É fundamental conhecer bem as regras de eufonia em espanhol. Não apenas devido ao vestibular, mas para que
possa ocorrer uma perfeita comunicação entre os falantes da língua. Assim, evitam-se sons desagradáveis, as deno-
minadas cacofonias.

CONEXÃO ENTRE DISCIPLINAS

Assim como em espanhol, outros idiomas, como inglês, francês, etc., também possuem regras de eufonia. O estudo dessas regras
em espanhol pode facilitar o aprendizado de outras línguas.

29
Aplicando para aprender (A.P.A) afirma el argentino Bernardo Kliksberg en las páginas de
su último libro “Hacia una economía con rostro humano”.
Kliksberg, de 62 años, vive en Washington, y es asesor de di-
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 1 A 4. versos organismos internacionales y coordinador general de
la Iniciativa Interamericana del Banco Interamericano de De-
Alguna vez se me preguntó por qué recorría distancias, sarrollo (BID). En su obra, afirma que una cultura de la ética
abandonaba familia, obligaciones y tranquilidad, para ele-
conseguiría reducir drásticamente los niveles de corrupción.
gir desiertos, selvas o montañas, con el único objeto de ver
Asegura que el peor riesgo es acostumbrarse a la pobreza, y
unos animalitos emplumados. Respondí que era para en-
destaca que hechos como la profunda reacción de la socie-
tender al hombre. La afirmación, clara para los iniciados, no
dad civil en la Argentina de la crisis le dan sobrados motivos
lo es para quienes nos contemplan asombrados. En la natu-
para la esperanza.
raleza recuperamos algo de lo que fuimos, nos bañamos en
(Bernardo Kliksberg. La economía más humana.
humildad y entendemos mejor nuestro comportamiento, al La Nación, revista, 6/10/2002.)
observar la vida animal desprovista de maquillaje cultural.
Percibimos, en el amoroso cuidado de los pichones, en la 5. Bernardo Kliksberg denomina “ética de la prisa”:
violenta defensa del territorio, en la apasionada búsqueda a) A la necesidad urgente de renegociar
de la pareja, en el instinto de conservación de la vida, nues- las obligaciones de la deuda externa.
tro propio primitivismo. b) A la necesidad de encontrar soluciones
urgentes para los problemas sociales.
Tito Narosky
c) Al combate a la corrupción, has-
1. O texto anterior é: ta ahora sin respuestas adecuadas.
a) Una descripción de la naturaleza. d) A la política de reformulación de la buro-
b) Un testimonio personal. cracia de los organismos internacionales.
c) Un trabajo estadístico. e) A las reacciones de la sociedad civil ante las crisis.
d) Un estudio científico.
6. O livro escrito por Bernardo Kliksberg se chama “Hacia una
e) Un análisis histórico. economía con rostro humano” porque, segundo a resenha:
2. Segundo o autor, observar aves é importante porque: a) defiende la necesidad de atender los intere-
a) permite una mejor comprensión del ser humano; ses del Banco Interamericano de Desarrollo;
b) permite conocer mejor la vida en los desiertos; b) defiende la necesidad de colocar la economía
c) permite conocer mejor la vida en las selvas; al servicio de los intereses de la población;
d) provoca constantes asombros; c) defiende la necesidad de moderni-
e) provoca un placer estético. zar la economia según las indicaciones
de los organismos internacionales;
3. Na frase “La afirmación, clara para los iniciados, no lo d) defiende la necesidad de que la sociedad civil ac-
es para quienes nos contemplan asombrados”, a pala- túe con prisa;
vra “iniciados” se refere: e) defiende la necesidad de acabar permanentemente
a) a unos animalitos emplumados; con la corrupción.
b) a los hombres que recorrían distancias;
7. Na frase “y destaca que hechos como la profunda re-
c) a aquellos que viven en selvas o montañas;
acción de la sociedad civil en la Argentina de la crisis le
d) a aquellos que aprecian observar aves; dan sobrados motivos para la esperanza”, a expressão
e) a aquellos que no tienen obligaciones familiares. “la Argentina de la crisis” se refere:
4. É possível inferir que a palavra “pichón”, cujo plural a) a la Argentina como un país permanentemente en crisis;
“pichones” aparece no texto, significa: b) a la Argentina como un país profundamente corrupto;
a) el nido de las aves; c) a una crisis específica por la
b) la cría de las aves; que atravesó la Argentina;
c) el instinto de las aves; d) a la falta de esperanza de la población argentina;
d) el vuelo de las aves; e) a la Argentina como un país pro-
e) el plumaje de las aves. fundamente reaccionario.

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 5 A 10. 8. Segundo o autor, o maior risco para a América Latina seria:
a) La risegnación frente a la pobreza.
“En América Latina debería sumarse a los otros valores la b) La corrupción de la sociedad civil.
noción de que debe haber una ética de la prisa. Cada día que c) Los intereses internacionales.
transcurre sin respuestas adecuadas a los sufrimientos de la d) La falta de una cultura de la ética.
población significa daños en muchos casos irreversibles”, e) Los sufrimientos de la población.

30
9. Assinale a alternativa em que, por eufonia, é 4. A frase“Si no votas no te quejes” expressa:
obrigatório o uso de e en lugar de y, como ocorre em a) un insulto;
“planificación e investigación”.
b) una orden;
a) padre – madre c) una oposición;
b) agua – hielo d) un consejo;
c) escritorio – oficina e) una advertencia.
d) magias – ilusiones
e) tú – yo TEXTO PARA AS QUESTÕES 5 E 6.
10. Considerando o uso do artigo, a expressão correta é: Pienso que las instituciones bancarias son más peligrosas
a) La agua caliente. para nuestras libertades que ejércitos enteros listos para el
b) El harina blanca. combate. Si el pueblo permite un día que los bancos privados
c) La homenaje merecido. controlen su moneda, los bancos y todas las instituciones que
d) El águila altanera. florecerán en torno a los bancos, privarán a la gente de toda
posesión, primero por medio de la inflación, enseguida por la
A.P.A. Fixação recesión, hasta el día en que sus hijos se despertarán sin casa
y sin techo, sobre la tierra que sus padres conquistaron.
JEFFERSON, Thomas (1743-1826). Fue presidente de los
LEIA O TEXTO E RESPONDA ÀS QUESTÕES 1 E 2. Estados Unidos. Disponível em: Acesso em: 3 set.2012.
“La voluntad del pueblo es la base de la autoridad del po-
5. A partir da leitura do texto, é correto concluir que:
der público; esta voluntad se expresará mediante eleccio-
nes auténticas que habrán de celebrarse periódicamente, a) las guerras destruyen los sueños de la gente;
por sufragio universal e igual y por voto secreto.” b) los bancos tienen que controlar la economía de
un país;
Declaración Universal de los Derechos Humanos c) la libertad de un pueblo depende de su economía sólida;
1. A partir da leitura do texto, é correto afirmar que a d) las instituciones bancarias son más
concessão de autoridade para exercer um cargo público: nocivas que muchos ejércitos;
e) los banqueros tienen que privar a la gente de los
a) es un deseo del poder público;
peligros de la inflación.
b) es una prerrogativa del pueblo;
c) está a cargo de las autoridades; 6. No texto:
d) debe ser elaborado de modo sigiloso; a) “nuestras” (l. 2) desempeña función sustantiva;
e) se impone por decisión de la clase política b) “listos” (l. 2) equivale a perspicaz;
c) “los bancos” (l. 4) en singular es lo banco;
2. A partir da leitura do texto, é possível concluir que: d) “en torno a” (l. 5) puede sustituirse por
a) el público se niega a votar; alrededor de, sin alterar su significado;
b) las ciudades pequeñas están obligadas a votar; e) “sin” (l. 8) expresa afirmación.
c) la gente tiene en el voto la ma-
nifestación de su voluntad;
LEIA O TEXTO E RESPONDA ÀS QUESTÕES DE 7 A 11.
d) las autoridades niegan el derecho
de votar a los pueblos distantes;
EL MAYOR TORNEO DE PÓKER SERÁ EL 19 DE AGOSTO
e) las elecciones se celebran en todo el EN LONDRES
planeta porque son universales.

LEIA O TEXTO E RESPONDA ÀS QUESTÕES 3 E 4.


LONDRES (AFP) – El torneo de póker al desnudo más gran-
de que se haya realizado jamás está siendo organizado por
El Futuro no se adivina, se decide. un corredor de apuestas irlandés, que anunció este viernes
¡ Si no votas, que el evento se celebrará el 19 de agosto en un exclusivo
café de Londres.
No te quejes!
El famoso corredor de apuestas, Paddy Power, indicó que
3. Segundo o texto:
ha organizado este torneo tras haber recibido unas 50 ins-
a) el porvenir puede predecirse; cripciones después de publicar un comunicado en broma
b) el futuro no depende de una decisión personal; el Día de los Inocentes en Gran Bretaña anunciando un
c) los países tienen un futuro maravilloso por delante; torneo mundial de póker al desnudo.
d) la gente se siente insegura en relación a su propio futuro;
e) el futuro de un país está vinculado a la participa- La broma llenó la imaginación de decenas de personas en
ción de su gente. todo el mundo que aspiran ahora a convertirse en el prime-

31
ro en ganar el título de campeón. Este interés llevó a Paddy por los artículos que reciben cuando llegan al café.
Power a hacer realidad su fantasía. 3. Siguen jugando los contendien-
tes que lleven algo puesto.
Al menos 200 aficionados al póker desvelarán todo en ese 4. El ganador del juego se lleva-
torneo, que se celebrará en el Café Royal, en la plaza Pica- rá 10.000 libras en dinero.
dilly de Londres, indicó un portavoz del corredor.
As afirmações corretas são:
“La idea es tener 100 hombres y mujeres, pero segura- a) 2 y 4 solamente.
mente tendremos más participantes en el torneo”, declaró, b) 1 y 2 solamente.
precisando que el objetivo del evento es entrar en el libro c) 1, 2 y 3 solamente.
de Guinness de los Récords. d) 1 y 3 solamente.
La entrada al torneo, que será grabado en televisión, es e) 3 y 4 solamente.
libre y a cada jugador se le entregará una bolsa de regalos
10. Relacione os provérbios com o significado correspon-
conteniendo seis artículos de ropa que se podrán poner. dente.
Los contendientes apostarán con esas ropas y cuando estén A. A pan duro, diente agudo.
desnudos serán eliminados del torneo. El ganador – que se B. Cuando hay hambre, no hay pan duro.
llevará a casa un trofeo y más 10.000 libras británicas en C. Cría cuervos y te sacarán los ojos.
efectivo – será la última persona que tenga ropa puesta. D. Cuando el río suena, agua lleva.
(www.kemestascontando.com/noticias) E. Tanto peca el que mata la vaca como el que le detiene
la pata.
7. Considere as seguintes afirmações sobre o texto: ( ) Aunque tu acción sea secundaria influye en el resultado.
1. Jamás se ha realizado en Inglaterra un torneo de póker. ( ) Cuando se habla algo siempre hay fundamento.
2. Paddy Power es una persona que practica la carrera ( ) Para superar las dificultades, hay que esforzarse
en competiciones deportivas. ( ) La necesidad hace valorar las cosas mínimas.
3. Un café londrino va a ser el sitio de la competición. ( ) Los beneficios hechos a quien no los merece
4. Paddy Power estaba de guasa cuando publicó la son correspondidos con desagradecimiento.
nota el Día de los Inocentes.
Assinale a alternativa que representa a sequência correta.
5. El comunicado de Power que anunciaba el torneo
era en tono de broma. a) E – D – A – B – C.
6. El deseo de las personas que pretenden ganar el b) A – B – C – D – E.
título de campeón ha sido la motivación para hacer c) C – D – E – A – B.
realidad la fantasía de Power. d) C – B – A – D – E.
e) E–C–A–B–D
As afirmações corretas são:
a) 1, 3 y 5 solamente. 11. Assinale a alternativa em que os artigos são empre-
b) 1, 2 y 4 solamente gados corretamente.
c) 1,2 Y 3 solamente.
a) El habia, el Haya, la águila.
d) 3,4,5 y 6 solamente.
b) El arena, el habla, el yarda, la hacha.
e) 2,4 y 6 solamente.
c) La Ana, el habla, la águeda.
8. A frase “Al menos 200 aficionados desvelarán todo d) La Ana, el alta cumbre, un árida tierra.
en ese torneo” significa:
a) Por lo menos 200 personas manten-
drán esmero constante en ese torneo. A.P.A. Dissertativo
b) Como mínimo 200 contendientes se
1.
quitarán toda la ropa en ese juego.
c) Lo menos 200 hombres tendrán cui- a) Preencha os espaços com Y / E:
dado total en esa competición. pan ____ vino
d) Casi 200 ingleses se cambiarán las ingenieros ______ profesores
prendas en esa competición. profesores ______ ingenieros
e) Más o menos 200 invitados perderán el lluvia ______ sol.
sueño durante toda esa noche de torneo. azúcar ______ hielo
sabio ________ inteligente
9. A partir da leitura do texto, considere as seguintes tú ________ yo
afirmações: explicar ________identificar
1. Gana el torneo el primer jugador que se desnude. aguja _____ hilo
2. Los concursantes pueden elegir si quieren o no pagar madre _______ hija

32
b) Preencha os espaços com O / U:
uno _____ otro A.P.A. UERJ
seis_____siete
hombres_____mujeres
Exame de Qualificação
mujeres _____hombres
siete _____ ocho TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 1 A 6.
sueco _____ holandés CÓMO SER CRÍTICO DE CINE
ocho _____ nueve
plata _____ oro
Quizás no debería mencionar en voz alta que me dedico
filete _____ pollo profesionalmente a la crítica de cine, pero, en fin, ¡hay que
otoño_____invierno comer! Sí, ya sé que no es excusa, pero son tiempos de crisis,
el trabajo está muy mal, etc. Yo reconozco que tenía razón
Antón Ego, cuando hablaba de nuestra profesión al final de
A.P.A. Complementar Ratatouille: “Preferimos la crítica negativa, que es divertida
de leer y escribir. Pero la triste verdad que debemos enfren-
1. Marque a alternativa em que todas as palavras se tar los críticos es que, al final, cualquier plato común segu-
acentuam de acordo com a mesma regra. ramente tiene más sentido que la crítica que lo condena”.
a) aquí – ría – esté O sea, que vale mucho más la pena el esfuerzo de quienes
b) través – cálido – después hayan inventado una película – por mala que sea – que
c) últimos – árboles – traído nuestras opiniones. Siempre me dicen que tengo “mucho
d) marítimos – cafeterías – desprendiéndome morro1 ”, porque mi supuesto “trabajo” consiste en ir a ver
e) mí – sólo – sé preestrenos sin pagar un duro, me dan a la salida canapés
y una camiseta estupenda (así que no tengo que gastar en
2. Assinale a alternativa em que as três palavras NÃO se comida ni en ropa), y encima correspondo a todas esas aten-
acentuam devido à mesma regra: ciones poniendo a caldo con brusquedad a la película en
a) más – característico – reúne cuestión. El caso es que mucha gente piensa que vivo como
b) sólo – qué – éstos un maharajá y algunos individuos me preguntan qué tienen
c) monógamas – legítimo – domésticos que hacer para ser también críticos. Pero, ¿eso de ser crítico
d) también – harén – ningún de cine dónde se estudia? No existe, todavía, la licenciatura
e) montés – están – seducción en Ciencias de la Crítica de Cine. Aunque tanto yo como mis
amigos que se dedican a esto somos de su padre y de su ma-
3. Assinale a alternativa em que as três palavras estão dre (periodistas, químicos, biólogos, abogados, etc.), podría
acentuadas devido à mesma regra:
argumentar que es bastante importante la formación huma-
a) éxito – académico – sólida nística (filosofía, sociología y similares pueden ayudar). Y so-
b) búsqueda – éxito – éstas bre todo se debe aprender cómo se hacen las películas, más
c) superación – búsqueda – Economía que nada para no hacer el ridículo. ¿Cómo se escribe una
d) relación – más – éstas crítica de cine? No hace falta esforzarse mucho. Basta con
e) sólida – educación – común tomar una cerveza (dijo Groucho Marx que “los críticos de
cine son esas personas que siempre piden bebidas baratas
4. As palavras que são acentuadas pela mesma regra são: salvo cuando no pagan ellos”) con los compañeros al salir de
a) decía – había – día la proyección, enterarse de cuál es la opinión más generali-
b) resopló – ahí – haciéndola zada, y seguirles la corriente. Sólo así se explican cosas como
c) decía – resopló – más la frasecita sobre la película Aita (“a su lado una película de
d) creían – habían – más José Luis Guerín parece rodada por Steven Spielberg”) que
e) médico – tía – corazón se inventó uno de nosotros, y después se la he escuchado
repetir a otros críticos como si fuera suya. El curioso caso de
5. Assinale a alternativa em que as palavras são acentu- “Una historia verdadera”, que según un 90 por ciento de
adas devido à mesma regra.
cronistas recordaba al mejor John Ford. ¿En qué? A mí me
a) número – quién – habrá gusta “Una historia verdadera“ y me gusta John Ford, y has-
b) quizá – sólo – alegría ta veo razonable que un crítico comparara esta película con la
c) quizá – liberación – millón filmografía del gran maestro, pero no veo la razón por la que
d) fricción – está – único todos repetían lo mismo como papagayos. La única conexión
e) devoró – concentrará – sólo que yo veo entre esa película y Ford es que el protagonista

33
fue rechazado cuando se presentó al casting de “Las uvas 5. (UERJ) “y encima correspondo a todas estas atencio-
de la ira”. ¿Sirve para algo la crítica de cine? Si así fuera no nes poniendo a caldo con brusquedad a la película en
cuestión” (l. 21-23). Con base en lo leído en el segundo
habría dado un duro por ejemplo “Transformers: la vengan-
párrafo, el sentido de la expresión idiomática subrayada
za de los caídos”, y el público haría manifestaciones en las puede ser definido como:
puertas de los cines para exigir ciclos de Howard Hawks e a) ignorar;
Ingmar Bergman. Dicen algunos optimistas que en algunos b) prohibir;
casos la crítica puede ser decisiva, cuando por ejemplo se c) reprobar;
aclamó unánimemente la película “Pulp Fiction” y el público d) distorcionar.
acudió masivamente, o que puede ayudar a dar a conocer
6. (UERJ) “Te leo todos los días mientras voy al banco a
películas sin ningún tirón comercial pero muy buenas, como ver cómo crece mi cuenta bancaria” (l. 78-79). Esa cita
“Solas”. En fin, siempre que me preguntan esto recuerdo lo se refiere a un comentario de un director de cine tras
que le dijo un director al que ponía sus películas a caldo: “Te leer las críticas sobre sus películas. En ese contexto, la
leo todos los días mientras voy al banco a ver cómo crece mi cita se la puede relacionar al siguiente refrán:
cuenta bancaria”. a) El que ríe último ríe mejor.
JUAN LUIS SÁNCHEZ b) No todo lo que brilla es oro.
c) En casa de herrero, cuchillo de palo.
juanluissanchez.blogspot.com
d) A caballo regalado no se miran los dientes.
morro – “cara de pau”
1

1. (UERJ) Tras leer el texto, se puede decir que el ofi-


cio de crítico de cine es socialmente desprestigiado. El A.P.A. Enem
fragmento que mejor explicita ese posicionamiento es: 1. (Enem) La Sala II de la Cámara de Casación Penal orde-
a) Quizás no debería mencionar en voz alta que me nó que Marcela y Felipe Noble Herrera, los hijos adoptivos
dedico profesionalmente a la crítica de cine, pero, en de la dueña de Clarín, se sometan “a la extracción directa,
fin, ¡hay que comer! con o sin consentimiento, de mínimas muestras de sangre,
b) El caso es que mucha gente piensa que vivo como saliva, piel, cabello u otras muestras biológicas” que les
un maharajá y algunos individuos me preguntan qué
pertenezcan de “manera indubitable” para poder determi-
tienen que hacer para ser también críticos.
nar si son hijos de desaparecidos. El tribunal, así, hizo lugar
c) y hasta veo razonable que un crítico comparara
esta película con la filmografía del gran maestro, a un reclamo de las Abuelas de Plaza de Mayo y movió
d) Dicen algunos optimistas que en algunos casos un casillero una causa judicial que ya lleva diez años de
la crítica puede ser decisiva, cuando por ejemplo se indefinición. Sin embargo, simultáneamente, fijó un límite
aclamó unánimemente la película “Pulp Fiction”. y sólo habilitó la comparación de los perfiles genéticos de
los jóvenes con el ADN de las familias de personas “deteni-
2. (UERJ) “Sí, ya sé que no es excusa, pero son tiem-
das o desaparecidas con certeza” hasta el 13 de mayo de
pos de crisis”. El procedimiento de argumentación
empleado por el autor en este fragmento es: 1976, en el caso de Marcela, y hasta el 7 de julio del mismo
año en el de Felipe. La obtención del material genético no
a) presentar un hecho para describirlo;
será inmediata, ya que algunas de las partes apelarán y el
b) justificar una propuesta para imponerla;
tema inevitablemente desembocará a la Corte Suprema,
c) reformular un comentario para apoyarlo;
que tendrá la palabra final sobre la discusión de fondo.
d) anticipar una opinión para descualificarla.
“Es una de cal y otra de arena, es querer quedar bien con
3. (UERJ) “O sea, que vale mucho más la pena el esfuerzo de Dios y con el diablo”, resumió la presidenta de Abuelas,
quienes hayan inventado una película” (l. 13-14). La expre- Estela Carlotto, su primera impresión de la resolución que
sión subrayada tiene como función introducir una idea de: firmaron Guillermo Yacobucci, Luis García y Raúl Madue-
a) restricción; ño. Aun así la evaluó como “un paso importante” porque
b) explicación; determina que “sí o sí la extracción de sangre o de ele-
c) rectificación; mentos que contengan ADN debe proceder’. “Lo que nos
d) generalización. cayó mal”, acotó, es “la limitación” temporal que permitirá
que la comparación se haga sólo con un grupo de familias.
4. (UERJ) “– por mala que sea –” (l. 15). En el frag-
mento, el uso del signo de puntuación “raya” tiene la “Seguimos con la historia de que acá hay de primera y de
siguiente función: segunda. ¿Por qué todos los demás casos siempre se han
a) presentar un dato;
comparado con el Banco (de Datos Genéticos) completo y
b) destacar una duda; en éste no?”, se preguntó.
c) contener un comentario; HAUSER, I. Disponível em: www.pagina12.
d) enfatizar una información. com.ar. Acesso em: 30 maio 2016.

34
Nessa notícia, publicada no jornal argentino “Página 12”, gatelas poéticas y encontráramos un trabajo fijo y etcétera,
citam-se comentários de Estela Carlotto, presidente da abuelos, padres, maestros, suegros, bancos y aseguradoras,
associação Abuelas de Plaza de Mayo, com relação a uma nos estaban dando gato por liebre. Y el mundo, este mun-
decisão do tribunal argentino. No contexto da fala, a ex-
do que nos han creado, que al tocarlo en la pantalla cree-
pressão “una de cal y otra de arena” é utilizada para:
mos estar transformando a medida de nuestro deseo, nos
a) referir-se ao fato de a decisão judicial não implicar está modelando según un coeficiente de rentabilidad, nos
a sua imediata aplicação;
está licuando para integrarnos a su metabolismo reflejo.
b) destacar a inevitável execução da sentença;
c) ironizar a parcialidade da Justiça nessa ação; FERNÁNDEZ ROJANO, G. Disponível em:
http://diariojaen.es. Acesso em: 23 maio
2012.
d) criticar a coleta compulsória do material genético;
e) enfatizar a determinação judicial como algo consolidado. O título do texto antecipa a opinião do autor pelo uso de
dois termos contraditórios que expressam o sentido de:
2. (Enem) Preámbulo a las instrucciones para dar cuerda
al reloj a) competitividade e busca do lucro, que caracterizam
a sociedade contemporânea;
Piensa en esto: cuando te regalan un reloj te regalan un b) busca de estabilidade financeira e emocional, que
pequeño infierno florido, una cadena de rosas, un calabozo marca o mundo atual;
c) negação dos valores defendidos pelas gerações an-
de aire. No te dan solamente el reloj, que los cumplas muy
teriores em relação ao trabalho;
felices y esperamos que te dure porque es de buena mar- d) necessidade de realização pessoal e profissional no
ca, suizo con ancora de rubíes; no te regalan solamente ese sistema vigente;
menudo picapedrero que te atarás a la muñeca y pasearás e) permanência da inconstância em uma sociedade
contigo. Te regalan — no lo saben, lo terrible es que no lo marcada por contínuas mudanças.
saben —, te regalan un nuevo pedazo frágil y precario de ti
4. (Enem)
mismo, algo que es tuyo pero no es tu cuerpo, que hay que
atar a tu cuerpo con su correa como un bracito desesperado
colgándose de tu muñeca. Te regalan la necesidad de darle
cuerda todos los días, la obligación de darle cuerda para que
siga siendo un reloj; te regalan la obsesión de atender a la
hora exacta en las vitrinas de las joyerías, en el anuncio por la
Nesse grafite, realizado por um grupo que faz interven-
radio, en el servicio telefónico. Te regalan el miedo de perder-
ções artísticas na cidade de Lima, há um jogo de palavras
lo, de que te lo roben, de que se te caiga al suelo y se rompa. com o verbo “poner”. Na primeira ocorrência, o verbo
Te regalan su marca, y la seguridad de que es una marca equivale a “vestir uma roupa”, já na segunda, indica:
mejor que las otras, te regalan la tendencia de comparar tu a) início de ação;
reloj con los demás relojes. No te regalan un reloj, tú eres el b) mudança de estado;
regalado, a tí te ofrecen para el cumpleaños del reloj. c) conclusão de ideia;
CORTÁZAR, J. Historias de cronopios y de famas. d) simultaneidade de fatos;
Buenos Aires: Sudamericana, 1963 (fragmento).
e) continuidade de processo.
Nesse texto, Júlio Cortázar transforma pequenas ações 5. (Enem)
cotidianas em criação literária:
AGUA
a) denunciando a má qualidade dos relógios moder-
nos em relação aos antigos; Al soñar que un cántaro
b) apresentando possibilidades de sermos presentea- en la cabeza acarreas,
dos com um relógio; será éxito y triunfo lo que tú veas.
c) convidando o leitor a refletir sobre a coisificação Bañarse en un río
do ser humano; donde el agua escalda,
d) desafiando o leitor a pensar sobre a efemeridade es augurio de enemigos
do tempo; y de cuchillo en la espalda.
e) criticando o leitor por ignorar os malefícios do relógio. Bañarse en un río de agua puerca,
es perder a alguien cerca.
3. (Enem)
ORTIZ, A.; FLORES FARFÁN. J. A. Sueños
INESTABILIDAD ESTABLE mexicanos. México: Artes de
México. 2012.
Los que llevan toda la vida esforzándose por conseguir O poema retoma elementos da cultura popular mexi-
un pensamiento estable, con suficiente solidez como para cana que refletem um dos aspectos que a constitui,
evitar que la incertidumbre se apodere de sus habilidades, caracterizado pela:
todas esas lecciones sobre cómo asegurarse el porvenir, a) percepção dos perigos de banhar-se em rios de
aquellos que nos aconsejaban que nos dejáramos de ba- águas poluídas;

35
b) crença na relevância dos sonhos como premonições
ou conselhos;
c) necessidade de resgate da tradição
de carregar água em cântaros;
d) exaltação da importância da preservação da água;
e) cautela no trato com inimigos e pessoas traiçoeiras.

Gabarito
Aplicando para aprender (A.P.A)
1. B 2. A 3. B 4. B 5. C
6. B 7. C 8. A 9. D 10. D

A.P.A. Fixação
1. B 2. C 3. E 4. D 5. D
6. D 7. D 8. A 9. E 10. A
11. C

A.P.A. Dissertativo
1.
a) Y Y E Y E E Y E E E
b) U O O U U U O U O O

A.P.A. Complementar
1. E 2. A 3. A 4. A 5. C

A.P.A. UERJ
Exame de Qualificação
1. A 2. D 3. B 4. C 5. C
6. A

A.P.A. Enem
1. C 2. C 3. E 4. B 5. B

36
AULA Acentuação Gráfica
4
Competência: 2 Habilidades: 6e7

1. Acentuação gráfica 1.1.3. As palavras “graves” (a penúltima


sílaba é a tônica) –paroxítonas – são
acentuadas quando terminam em
Observações: consoante, exceto n ou s
§ difícil
a. Vogais abertas = a, e, o
§ ángel
Vogais fechadas = i, u § fútbol
b. Em espanhol, o único sinal usado para indicar a § débil
acentuação é o acento agudo, denominado “til- § azúcar
de” (´). § fémur

1.1. Regras básicas para


a acentuação gráfica
1.1.1. Os monossílabos, via de
regra, não são acentuados
§ yo
multimídia: livros
§ vos El Acento - La Acentuación Gráfica En Espanol
§ tan Esse livro destina-se a ajudar o estudante nas
§ con dificuldades relacionadas à acentuação gráfica
§ buey em espanhol.
§ dios
1.1.4. As palavras “esdrújulas” (a
1.1.2. As palavras “agudas” antepenúltima sílaba é a tônica) –
(a última sílaba é a tônica )– proparoxítonas – e “sobresdrújulas”
oxítonas–são acentuadas quando (a sílaba tônica é a anterior à
terminam em vogal, n ou s antepenúltima) – não existem em
§ tabú português – são sempre acentuadas
§ café § último
§ rápido
§ también
§ muéstralo
§ común
§ héroe
§ así
§ muéstramelo
§ jamás
§ mérito
§ corazón § tráigasela
§ después § cómpramelo

37
1.1.5. São aentuadas as palavras b. A palavra aún leva acento quando pode ser
que possuem hiato composto de substituída por todavía (ainda) sem alterar o
uma vogal aberta e outra vogal sentido da frase
fechada (ou ao contrário) e tônica Ex.: Aún es muy joven.
§ río No ha dicho nada aún.
§ día
Quando é utilizada com o mesmo significado de hasta,
§ podía también, incluso (ou siquiera, com negação), não leva
§ oído acento.
§ creído Ex.: Aun los pobres tienen derecho al pan.
§ decían
Todos los miembros del club, aun los más conservadores,
§ acentúo
votaron a favor de la nueva ley.
1.1.6. Advérbios terminados em c. Os pronomes interrogativos sempre levam acento
–mente conservam o acento
Ex.: ¿Cómo te llamas?
do adjetivo do qual derivam
Ex.: Fácil → Fácilmente Quiero saber cómo te llamas.
Difícil → Difícilmente ¿De dónde eres?
Trágico → Trágicamente No sé de dónde eres.

1.1.7. Regras especiais ¿Qué dice el profesor?


El alumno quiere saber lo qué dice el profesor.

1.1.8. Acentuação dos ditongos


Um ditongo é uma sequência de duas vogais que perten-
cem à mesma sílaba. As palavras com ditongos são acentu-
adas seguindo as regras gerais. Até aqui tudo bem. A graça
está em saber o que é considerado um ditongo e onde se
deve colocar o acento caso seja necessário acentuar orto-
graficamente um ditongo.
Quando uma palavra contém uma sequência de duas
multimídia: vídeo vogais em posição tônica, é preciso saber se elas são
Fonte: Youtube
consideradas um ditongo ortográfico ou um hiato. Para
Regras Gerais de Acentuação - Espanhol isso, é necessário conhecer certas regras ortográficas
- Roberta Spessatt... que são convencionais e não se ajustam necessaria-
mente ao que efetivamente se pronuncia. Trata-se de
um dos casos de discrepância entre escritura e pronun-
a. Há palavras que levam acento para se diferenciar ciação. É possível considerar que se está diante de um
de suas homógrafas ditongo quando ocorre:
Ex.: Él (pronome pessoal) X El (artigo definido)
a. Uma vogal aberta e uma fechada (a ordem é
Mí ( pronome pessoal) X Mi (adjetivo possessivo) indiferente): cuáquero, béisbol, bonsái, aire, re-
Té (substantivo) X Te (pronome pessoal) diez, Sainz, ion.
Tú (pronome pessoal) X Tu (adjetivo possessivo)
b. Duas vogais fechadas diferentes: cuídate, Viú-
Sí (advérbio de afirmação) X Si (conj.condicional) dez, interviú, jesuita, construir, Luis, hui.
Dé (forma do verbo “dar”) X De (preposição)
Como é fácil observar, os exemplos de a) são acentuados
Sé (forma do verbo “saber”) X Se (pronome pessoal) ou não levam acento de acordo com as regras gerais. As-
Más (advérbio) X Mas (conj. adversativa) sim, “cuáquero” leva acento por ser palavra “esdrújula”;

38
“béisbol”, por ser palavra “grave” terminada em “l”; e 1.1.9. Acentuação dos tritongos
“bonsái”, por ser palavra “aguda” terminada em vogal.
Por outro lado, “aire” não leva acento por ser “grave” ter- Um tritongo é uma sequência de três vogais que perten-
minada em vogal; “rediez”, por ser “aguda” terminada em cem à mesma sílaba. Os tritongos são acentuados seguin-
“z”; e “Sainz” e “ion”, porque, como bons monossílabos, do as regras gerais, mas é preciso levar em conta certas
não devem levar acento. Observe que os nomes próprios particularidades.
são acentuados seguindo as regras gerais e que “ion”, Em primeiro lugar, é necessário saber o que é considerado
“guión” e palavras similares são consideradas monossíla- ortograficamente um tritongo. Trata-se de uma sequência
bos para efeito de acentuação. Se as regras de acentuação de três vogais em que a vogal central é aberta e as exterio-
forem aplicadas aos exemplos de b), ficará comprovado res são fechadas. Com efeito, isso não passa de uma con-
que a acentuação ou a ausência dela segue sendo perfei- venção ortográfica. A pronúncia dessa sequência de vogais
tamente regular. apresenta grandes variações dependendo da procedência
Para saber o que é considerado vogal aberta e vogal fe- geográfica e sociocultural do falante.
chada, há uma regra pouco científica, mas muito eficaz. As Quando é preciso marcar graficamente o acento em um
cheiinhas (a, e, o) são fortes (= abertas). As magrinhas (i, u) tritongo, ele é colocado sempre na vogal aberta. Os casos
são fracas (= fechadas). mais comuns de acentuação dos tritongos são os de pa-
É importante saber também que a presença de um “h” lavras “agudas” terminadas en -s, concretamente, verbos
intercalado não rompe um ditongo. Por exemplo, o subs- como “porfiéis” ou “copiáis”. Além desses casos, é preci-
tantivo “truhan”, apesar do “h”, contém um ditongo orto- so procurar bastante para encontrar algum caso isolado,
gráfico, sendo um monossílabo que não deve levar acento. como o tecnicismo “haliéutico” (relativo à pesca) ou a for-
ma expressiva “requetemiáu”.
E onde se deve colocar o acento caso seja necessário? Isso
também é convencional. Nos exemplos de a), ou seja, vo- Uma pequena complicação é criada por palavras termi-
gal aberta mais vogal fechada, o acento é colocado sempre nadas en -y, como “Paraguay” o “Camagüey”, que não
na vogal aberta. É o que ocorre em “cuáquero”, “béisbol” levam acento. Para elas foi criada uma regra ad hoc na
e “bonsái.” Nos exemplos de b), ou seja, duas vogais fe- Ortografia de 2010 que consiste em dizer que não levam
chadas diferentes, o acento é colocado sempre sobre a acento as palavras “agudas” terminadas em -y.
segunda, como em “cuídate”, no sobrenome “Viúdez” e Muito relacionada com a acentuação dos tritongos está
em “interviú”. a dos ditongos, que vimos anteriormente. Não obstante,
o tema da acentuação das palavras que contêm sequên-
cias de duas ou mais vogais não está encerrado, dado que
ainda é preciso estudar a acentuação dos hiatos. É nesse
tema que se situam casos como o de “hacíais”, em que há
três vogais seguidas com as características formais de um
tritongo, mas com uma fronteira silábica entre elas.

multimídia: vídeo
Fonte: Youtube
Espanhol - Aula 02 - Acentuación

39
VIVENCIANDO

O perfeito conhecimento das regras de acentuação gráfica de um idioma permite uma correta expressão tanto em
comunicação escrita quanto em comunicação falada.

CONEXÃO ENTRE DISCIPLINAS

Nem sempre o espanhol e o português possuem as mesmas regras de acentuação gráfica. A mesma palavra poderá
levar acento em português e não ser acentuada em espanhol, e vice-versa.

40
Aplicando para aprender (A.P.A) 4. Observe o uso das conjunções nas seguintes frases:

I. “El portero siempre tiene la culpa. Y si no la tiene, paga


TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 1 A 4. lo mismo.”
EL ARQUERO II. “Y cuando el equipo tiene una mala tarde, es él quien
paga el pato, bajo una lluvia de pelotazos, expiando los
También lo llaman portero, guardameta, golero, cancerbero
pecados ajenos.”
o guardavallas, pero bien podría ser llamado mártir, pagani-
ni, penitente o payaso de las bofetadas. Dicen que donde él III. “Los demás jugadores pueden equivocarse feo una vez
pisa, nunca más crece el césped. Es un solo. Está condenado o muchas veces, pero se redimen mediante una finta es-
a mirar el partido de lejos. Sin moverse de la meta aguarda pectacular, un pase magistral, un disparo certero: él no.”
a solas, entre los tres palos, su fusilamiento. Antes vestía de
As palavras destacadas são ideia, respectivamente, de:
negro, como el árbitro. Ahora el árbitro ya no está disfrazado
de cuervo y el arquero consuela su soledad con fantasías de a) condición, tiempo, adversidad;
colores. Él no hace goles. Está allí para impedir que se hagan. b) afirmación, simultaneidad, adición;
El gol, fiesta del fútbol: el goleador hace alegrías y el guarda- c) condición, simultaneidad, adición;
meta, el aguafiestas, las deshace. Lleva a la espalda el número d) afirmación, tiempo, adversidad.
uno. ¿Primero en cobrar? Primero en pagar. El portero siempre 5. Assinale a alternativa em que o monossílabo em ne-
tiene la culpa. Y si no la tiene, paga lo mismo. Cuando un grito está corretamente empregado.
jugador cualquiera comete un penal, el castigado es él: allí a) Té quiero mucho.
lo dejan, abandonado ante su verdugo, en la inmensidad de b) Marta y el son profesores.
la valla vacía. Y cuando el equipo tiene una mala tarde, es él c) Los filósofos si son sabios.
quien paga el pato, bajo una lluvia de pelotazos, expiando d) Lo trajeron para mí.
los pecados ajenos. Los demás jugadores pueden equivocarse
feo una vez o muchas veces, pero se redimen mediante una 6. Em “no saben cómo murió” o termo destacado
leva acento:
finta espectacular, un pase magistral, un disparo certero: él no.
La multitud no perdona al arquero. ¿Salió en falso? ¿Hizo el a) por estar en tono interrogativo;
sapo? ¿Se le resbaló la pelota? ¿Fueron de seda los dedos de b) porque es grave acabada en vocal;
acero? Con una sola pifia, el guardameta arruina un partido c) por estar en tono admirativo;
o pierde un campeonato, y entonces el público olvida súbita- d) para deshacer la ambigüedad.
mente todas sus hazañas y lo condena a la desgracia eterna.
Hasta el fin de sus días lo perseguirá la maldición.
GALEANO, Eduardo. El fútbol a sol y sombra. Séptima
A.P.A. fixação
edición uruguaya, Montevideo, 2010, p.4. TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 1 A 3.
1. O texto de Eduardo Galeano faz homenagem ao: Muy cerca de mi ocaso, yo te bendigo, vida,
porque nunca me diste ni esperanza fallida,
a) balonvolea; ni trabajos injustos, ni pena inmerecida;
b) balonmano; porque veo al final de mi rudo camino
c) baloncesto; que yo fui el arquitecto de mi propio destino;
d) balompié. que si extraje las mieles o la hiel de las cosas,
fue porque en ellas puse hiel o mieles sabrosas:
2. Assinale a opção em que aparecem sinônimos da pa- cuando planté rosales, coseché siempre rosas.
lavra “arquero”: ...Cierto, a mis lozanías va a seguir el invierno:
a) cancerbero y penitente; ¡mas tú no me dijiste que mayo fuese eterno!
b) guardameta y payaso; Hallé sin duda largas las noches de mis penas;
c) portero y guardavallas; mas no me prometiste tan sólo noches buenas;
d) paganini y golero. y en cambio tuve algunas santamente serenas...
Amé, fui amado, el sol acarició mi faz.
3. O adjetivo possessivo em destaque no fragmento ¡Vida, nada me debes! ¡Vida, estamos en paz!
“Cuando un jugador cualquiera comete un penal, el
Amado Nervo
castigado es él: allí lo dejan, abandonado ante su ver-
dugo, en la inmensidad de la valla vacía” se refere a: 1. O título mais apropriado para esse texto é :
a) verdugo; a) Inquietud, pois está procuran-
b) jugador; do uma razão para viver.
c) portero; b) Resignación, pois está conformado
d) penal. com os momentos ruins que viveu.

41
c) Agradecimiento, já que ele foi mui- baco son menos productivos durante su vida debido a su ma-
to amado por todos. yor vulnerabilidad a las enfermedades. Un informe de 1994
d) Amargura, porque sua vida foi mui- estimaba que el consumo de tabaco ocasionaba anualmente
to sacrificada e triste. una pérdida neta mundial de US$ 200 000 millones, y que un
e) En paz, porque a vida foi muito justa com ele. tercio de esas pérdidas se registraban en países en desarrollo.
2. O autor parece estar no(a): El tabaco y la pobreza están indisolublemente ligados. Nu-
a) ápice da sua vida, planejando o seu futuro. merosos estudios han revelado que en los hogares más po-
b) fim da vida, recordando a sua própria história. bres de algunos países de bajos ingresos los productos del
c) velhice, se lamentando da sorte. tabaco representan hasta un 10% de los gastos familiares.
d) juventude, sonhando com o seu destino.
e) maturidade, procurando corri- 4. Segundo o texto, é incorreto dizer que:
gir alguns erros cometidos. a) El tabaco es el culpable de la muerte de aproxima-
3. No fragmento “...que si extraje las hieles o la miel de damente 5 millones de personas por año.
las cosas...”, o autor refere-se a(os): b) El tabaco y la pobreza no están indisolublemente ligados.
a) conflitos ou perturbações que apa- c) El tabaco es la segunda causa principal de mortalidad
recem em nosso caminho; en el mundo.
b) tristezas ou alegrias que viven- d) La mitad de las personas que en la actualidad fu-
ciamos durante a vida; man morirán a causa de tabaco.
c) pessimismo ou otimismo com que e) Los consumidores del tabaco son menos productivos.
enfrentamos os problemas;
5. É importante ressaltar os laços que vinculam a po-
d) frustrações ou ilusões causa-
breza ao tabaco, porque:
das pelas relações pessoais;
e) amarguras ou prazeres que pro- a) El tabaco mata solamente a la gente que no se
vocamos nos outros. alimenta bien.
b) La gente que consume tabaco es menos productiva.
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 4 A 7. c) El tabaco ocasiona mayor vulnerabilidad a las
enfermidades y las personas no pueden trabajar.
EL TABACO MATA A 5 MILLONES DE PERSONAS AL AÑO d) Estudios han revelado que en los hogares más po-
bres los gastos con los productos del tabaco repre-
Según una nota de prensa de la Organización Mundial de la Sa-
sentan hasta un 10%.
lud, el tabaco en todas sus formas es el culpable de la muerte de
e) El costo económico del consumo de tabaco es devastador.
aproximadamente unas 5 millones de personas cada año. Esto
representa la segunda causa de mortalidad a nivel mundial. Por 6. O tabaco tem um custo econômico alto, porque:
tanto, 1 de cada 10 personas que mueren en el mundo lo hacen a) Los gastos con salud pública no son grandes.
por causas relacionadas con el tabaquismo. Es importante hacer b) Los consumidores de tabaco trabajan menos, o sea,
notar los lazos que vinculan a la pobreza con el tabaco. producen menos.
El artículo de la OMS, muestra otras cifras muy reveladoras y c) La gente que fuma se enferma con menos facilidad.
d) Es la segunda causa de muertes en el mundo.
preocupantes como las que puedes consultar aquí... El taba-
e) Mata a las personas en la cúspide de su vida pro-
co es la segunda causa principal de mortalidad en el mundo.
ductiva, privando a las familias de su sustento y a las
Actualmente provoca una de cada 10 defunciones de adul- naciones de una fuerza de trabajo sana.
tos en todo el mundo (unos 5 millones de defunciones por
año). De mantenerse las pautas actuales de tabaquismo, el 7. No texto, a palavra cúspide tem o sentido de:
consumo de tabaco provocará unos 10 millones de defun- a) pico;
ciones por año para 2020. La mitad de las personas que en b) vértice;
la actualidad fuman, o sea unos 650 millones de personas, c) apogeo;
morirán a causa del tabaco. d) elevación;
e) graduación.
Entre los factores de riesgo de enfermedad más comunes
en todo el mundo, el tabaco ocupa el cuarto lugar. El costo 8. Assinale a oração em que o pronome pessoal átono
económico del consumo de tabaco es igualmente devastador. cumpre função de complemento direto.
Además de los elevados gastos de salud pública relacionados a) Ayer te envié un paquete, ¿no lo recibiste?
con el tratamiento de enfermedades causadas por el tabaco, b) Pásame la sal, por favor.
el tabaco mata a las personas en la cúspide de su vida produc- c) Le pareció magnífico.
tiva, privando a las familias de su sustento y a las naciones de d) Se leyó la revista toda, de cabo a rabo.
una fuerza de trabajo sana. Además, los consumidores de ta- e) Carmen les dijo palabras muy duras.

42
A.P.A. Dissertativo “No, si es que tengo vista de buho“. El otro, que era Borbón,
le soltó: “¡Miau! A mí me vas a venir con esas, truhan…” y
1. Vamos praticar a acentuação das palavras “agudas”. se fue a una audiencia que tenía con un embajador chii que
Este é um exercício de nivel básico. Simplesmente é preciso le traia un mensaje del sultán. Dijo entonces Calomarde para
acentuar, quando necessário, as palavras da lista a seguir: sus adentros: “Sí, sí, pero yo nunca hui ante Napoleón y en
a) cafe cambio a ti, bien que te vi que huias“. Este hecho quedó
b) coliflor registrado para que las futuras generaciones lo leais (pero
c) cajon tampoco os fieis demasiado del historiador).
d) regaliz
e) coñac 5. Neste exercício será trabalhada a acentuação dos
f) canapes hiatos. É preciso marcar a divisão silábica das palavras
g) coñacs destacadas e colocar o acento quando necessário.
h) sofa
i) convoy a) Si te lo dice tu padre, creele.
j) almacen b) Tienes que trabajar con más ahinco.
c) No te quedes ahí mirando con cara de protozoo.
2. Este é um exercício de nivel básico para praticar a acen- d) Tu hijo me ha desplumado jugan-
tuação da palavras “llanas” (também conhecidas como do al póker. Está hecho un tahur.
“graves”). É preciso colocar o acento onde for necessário.
e) Aporree la puerta con todas mis fuer-
a) debil zas hasta que me abrieron.
b) toro f) Se está formando moho en el sótano.
c) flamencos g) La bestezuela pataleo hasta que le compraron el helado.
d) joquey h) Antes de hablar siempre releo mis notas.
e) comic i) Tengo un catarro de aupa.
f) triceps j) Me ha mandado el médico que pa-
g) joven see una hora por las tardes.
h) comics
i) latex 6. Neste exercício será trabalhada a acentuação dos
j) accesit ditongos. As palavras em negrito possuem ditongos. É
preciso identificar quais necessitam de acento. O acen-
3. Este é um exercício de nivel básico para praticar a to não cairá necessariamente no ditongo.
acentuação de palavras “esdrújulas” e “sobresdrúju-
las”. É preciso identificar quais palavras são “esdrúju- a) Cuidate cuando vayas a Bahrein con los camiones.
las” e quais são “sobresdrújulas” e colocar o acento no Es más peligroso que transportar murcielagos con fi-
lugar correto. nes terapeuticos a Taipei.
a) brujula b) El jesuita nos avisó en tono jesuiti-
b) jovenes co: cuando huis de mí con actitud ruin, no
c) quitenmelos por ello rehuis el castigo perpetuo.
d) especimen c) Ya sé que vosotros teneis fe en él, pero yo
siempre desconfie de aquel ventrilocuo viudo.
e) examenes
d) Replieguense con sus compañeros de division
f) pongansemelas
hasta más allá del montículo donde se acumula el
g) especimenes residuo caustico.
h) languido
i) tecnicas 7. Neste exercício será trabalhada a acentuação dos
j) gaznapiro tritongos. As palavras destacadas em negrito possuem
tritongos. É preciso decidir e indicar se essas palavras
4. Neste exercício é preiso identificar quais das pala- necessitam de acento.
vras destacadas são monossílabas para efeito de acen-
tuação e quais não são, marcar a separação silábica e, a) No renuncieis a vuestros derechos, aunque viváis
se necessário, colocar o acento. de limpiar vieiras opioides.
b) Quiero que averigüeis si acentuais porque cono-
Fernando VII se lio dos cigarrillos como solía (uno con cada céis las reglas o si simplemente os guiais por el oído.
mano). Cuando vio a Calomarde que pasaba por ahi, le gritó: c) Desde que trabajas en el sector halieutico, ten-
“¿Qué te parece cómo los lio?”. A Calomarde le entró la risa emos el patio lleno de gatos diciendo marramiau.
tonta y tanto se rio que casi se meo. El rey le dijo: “¿Pero de d) Mientras vosotros limpiais, Nepomuceno se
qué te reias que casi te meas?”. Él, por decir algo, contestó: pavonea como si fuera el tuautem del grupo.

43
A.P.A. Enem tios (Icomos), del Centro Internacional para el Estudio de
la Preservación y la Restauración del Patrimonio Cultural
1. (Enem) Es posible reducir la basura (ICCROM) y de la Unión Internacional para la Conservación
de la Naturaleza (IUCN).
En México se producen más de 10 millones de m3 de basu-
ra mensualmente, depositados en más de 50 mil tiraderos O Comitê do Patrimônio Mundial reúne-se regularmente
de basura legales y clandestinos, que afectan de manera di- para deliberar sobre ações que visem à conservação e
à preservação do patrimônio mundial. Entre as tarefas
recta nuestra calidad de vida, pues nuestros recursos natu-
atribuídas às delegações nacionais que participaram da
rales son utilizados desproporcionalmente, como materias 34.ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, destaca-se a:
primas que luego desechamos y tiramos convirtiéndolos en a) participação em reuniões do Conselho In-
materiales inútiles y focos de infección. ternacional de Monumentos e Sítios;
Todo aquello que compramos y consumimos tiene una re- b) realização da cerimônia de recepção da
Convenção do Patrimônio Mundial;
lación directa con lo que tiramos. Consumiendo racional- c) organização das análises feitas pelo
mente, evitando el derroche y usando sólo lo indispensable, Ministério da Cultura brasileiro;
directamente colaboramos con el cuidado del ambiente. d) discussão sobre o estado de conservação dos
bens já declarados patrimônios mundiais;
Si la basura se compone de varios desperdícios y si como e) estruturação da próxima reunião do
desperdicios no fueron basura, si los separamos ade- Comitê do Patrimônio Mundial.
cuadamente, podremos controlarlos y evitar posteriores
3. (Enem) ‘Desmachupizar’ el turismo
problemas. Reciclar se traduce en importantes ahorros
de energia, ahorro de agua potable, ahorro de materias Es ya un lugar común escuchar aquello de que hay que
primas, menor impacto en los ecosistemas y sus recursos desmachupizar el turismo en Perú y buscar visitantes en
naturales y ahorro de tiempo, dinero y esfuerzo. las demás atracciones (y son muchas) que tiene el país,
naturales y arqueológicas, pero la ciudadela inca tiene un
Es necesario saber para empezar a actuar...
imán innegable. La Cámara Nacional de Turismo consi-
A partir do que se afirma no último parágrafo: “Es nece- dera que Machu Picchu significa el 70% de los ingresos
sario saber para empezar a actuar. ..“, pode-se consta- por turismo en Perú, ya que cada turista que tiene como
tar que o texto foi escrito com a intenção de
primer destino la ciudadela inca visita entre tres y cinco
a) informar o leitor a respeito da importância da lugares más (la ciudad de Cuzco, la de Arequipa, las lí-
reciclagem para a conservação do meio ambiente;
neas de Nazca, el Lago Titicaca y la selva) y deja en el país
b) indicar os cuidados que se deve ter para não con-
un promedio de 2.200 dólares (unos 1.538 euros).
sumir alimentos que podem ser focos de infecção;
c) denunciar o quanto o consumismo é nocivo, pois Carlos Canales, presidente de Canatur, señaló que la ciu-
é o gerador dos dejetos produzidos no México; dadela tiene capacidad para recibir más visitantes que
d) ensinar como economizar tempo, din- en la actualidad (un máximo de 3.000) con un sistema
heiro e esforço a partir dos 50 mil de- planificado de horarios y rutas, pero no quiso avanzar una
pósitos de lixo legalizados;
cifra. Sin embargo, la Unesco ha advertido en varias oca-
e) alertar a população mexicana para
siones que el monumento se encuentra cercano al punto
os perigos causados pelos consumi-
dores de matéria-prima reciclável. de saturación y el Gobierno no debe emprender ninguna
política de captación de nuevos visitantes, algo con lo
2. (Enem) Bienvenido a Brasília que coincide el viceministro Roca Rey.
El Gobiemo de Brasil, por medio del Ministerio de la Cul- A reportagem do jornal espanhol mostra a preocupa-
tura y del instituto del Patrimonio Histórico y Artístico Na- ção diante de um problema do Peru, que pode ser re-
cional (IPHAN), da la bienvenida a los participantes de la sumido pelo vocábulo “desmachupizar”, referindo-se:
34.ª Sesión del Comité del Patrimonio Mundial, encuentro a) à escassez de turistas no país;
realizado por la Organización de las Naciones Unidas para b) ao difícil acesso ao lago Titicaca;
la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO). c) à destruição da arqueologia no país;
d) ao excesso de turistas na terra dos incas;
Respaldado por la Convención del Patrimonio Mundial, e) à falta de atrativos turísticos em Arequipa.
de 1972, el Comité reúne en su 34.ª sesión más de 180
4. Los fallos de software en aparatos médicos, como
delegaciones nacionales para deliberar sobre las nuevas
marcapasos, van a ser una creciente amenaza para la
candidaturas y el estado de conservación y de riesgo de salud pública, según el informe de Software Freedom
los bienes ya declarados Patrimonio Mundial, con base en Law Center (SFLC) que ha sido presentado hoy en Port-
los análisis del Consejo Internacional de Monumentos y Si- land (EEUU), en la Open Source Convention (OSCON).

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La ponencia “Muerto por el código: transparencia de b) influenciar os subúrbios, sem che-
software en los dispositivos médicos implantables” gar a outras regiões;
aborda el riesgo potencialmente mortal de los defec- c) sobreviver e se difundir, ultrapas-
tos informáticos en los aparatos médicos implanta- sando as fronteiras do país;
dos en las personas. d) manifestar seu valor primitivo nas di-
ferentes camadas sociais;
Según SFLC, millones de personas con condiciones cró-
nicas del corazón, epilepsia, diabetes, obesidad e, inclu- e) ignorar a influência de países euro-
so, la depresión dependen de implantes, pero el softwa- peus, como Inglaterra e França.
re permanece oculto a los pacientes y sus médicos.

La SFLC recuerda graves fallos informáticos ocurridos A.P.A. UERJ


en otros campos, como en elecciones, en la fabrica-
ción de coches, en las líneas aéreas comerciales o en TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 1 A 6.
los mercados financieros.
HACIA UN FEMINISMO INNECESARIO
O título da palestra, citado no texto, antecipa o tema que Hoy muchas mujeres podemos votar, usar pantalón o falda,
será tratado e mostra que o autor tem a intenção de:
según la preferencia, sabemos leer, escribir, sumar, restar,
a) relatar novas experiências em tratamento de saúde; podemos tener propiedades y disfrutar de que sea ilegal
b) alertar sobre os riscos mortais de determinados que el novio o marido nos dé una paliza. En gran parte,
softwares de uso médico para o ser humano;
todo esto, que muchas mujeres occidentales de hoy dan
c) denunciar falhas médicas na implantação de sof-
twares em seres humanos; por sentado, es obra de un poco más de 100 años de mo-
d) divulgar novos softwares presentes em aparelhos vimiento feminista. ¿Por qué entonces un movimiento que
médicos lançados no mercado; nos ha traído tantas ventajas tiene tantos detractores?
e) apresentar os defeitos mais comuns de softwares Mi primera respuesta es que la palabra feminista resultó
em aparelhos médicos. asociada con mujeres desentendidas de su aspecto, amar-
gadas y que odian a los hombres, con las que muchas no
5.(Enem) El tango
podemos identificarnos. Sin embargo esta imagen es una
Ya sea como danza, música, poesía o cabal expresión de caricatura que no representa las premisas básicas que han
una filosofía de vida, el tango posee una larga y valiosa tra- defendido este movimiento: una igualdad de los derechos
yectoria, jalonada de encuentros y desencuentros, amores y de las mujeres con los de los hombres, tan sencillo como
odios, nacida desde lo más hondo de la historia argentina. eso. Diversos historiadores están de acuerdo en que el
feminismo ha tenido tres olas. La primera comenzó en el
El nuevo ambiente es el cabaret, su nuevo cultor la clase Reino Unido y en los EE. UU., en el siglo XIX, y consiguió
media porteña, que ameniza sus momentos de diversión el voto para las mujeres. La segunda ola, que comenzó en
con nuevas composiciones, sustituyendo el carácter malevo la década de 1960, no se ocupó tanto de iniquidades de
del tango primitivo por una nueva poesía más acorde con facto, sino de rebelarse ante las desigualdades de los ro-
las concepciones estéticas provenientes de Londres y París. les sociales: las mujeres fueron a la universidad, quemaron
Ya en la década del ‘20 el tango se anima incluso a tras- sujetadores, se divorciaron y se fueron a trabajar empanta-
pasar las fronteras del país, recalando en lujosos salones lonadas, pero en cierto momento se pasaron de radicales
pansinos donde es aclamado por públicos selectos que ad- y he ahí el mal sabor que dejó el feminismo. Esta segunda
hieren entusiastas a la sensualidad del nuevo baile. Ya no ola se acaba en la década de 1980, y la tercera ola aparece
es privativo de los bajos fondos porteños; ahora se escucha a finales de los 90. Cito una de sus frases de batalla: “Es
y se baila en salones elegantes, clubs y casas particulares. posible tener un sujetador seductor y un cerebro, simultá-
neamente”. Esta última ola del feminismo ya no se cree la
El tango revive con juveniles fuerzas en ajironadas versio- idea de un universal de mujer, ya no ataca a las Barbies,
nes de grupos rockeros, presentaciones en elegantes re- sino que las incluye, y sus militantes volvieron a los tacones
ductos de San Telmo, Barracas y La Boca y películas fora- y al pintalabios rojo, esas cosas, que en la segunda ola se
neas que lo divulgan por el mundo entero. asociaban a la opresión masculina. La tercera ola se mueve
Sabendo-se que a produção cultural de um país pode mucho por internet, por eso a veces se le llama feminismo
influenciar, retratar ou, inclusive, ser reflexo de aconte- cybergirl, o simplemente girl, equivalente cibernético para
cimentos de sua história, o tango, dentro do contexto great girl (chica fantástica). Este es un feminismo que no
histórico argentino, é reconhecido por: funciona en términos de “ellos y nosotras” y que no trata
a) manter-se inalterado ao lon- de ocultar la feminidad. Y feminidad no es cuerpo de gui-
go de sua história no país; tarra, feminidad es poder escoger honestamente qué tipo

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de mujer quiere uno ser (incluso es escoger no ser mujer), c) y que antes que como mujer, usted se recono-
por eso este es un feminismo que pelea por la reina de ce como individuo o como persona, y que frente
belleza con bigote y la bibliotecaria con silicona, siempre a esto el feminismo es innecesario (l. 62-64).
d) Colombia necesita un feminismo fuerte que
y cuando ellas mismas elijan conscientemente su vida y su
desmienta esta idea de que las mujeres se sal-
apariencia. Tal vez ahora usted se reconoce en uno de estos tan mutuamente a la yugular (l. 80-83).
matices feministas. O tal vez usted me diga que su vida, y
el ambiente en que se ha movido, no la ha discriminado 4. A lo largo de su historia, el movimiento feminista
en virtud de su género, y que antes que como mujer, us- tuvo distintas actitudes frente a la relación belleza/inte-
ted se reconoce como individuo o como persona, y que ligencia. En la tercera fase del movimiento, esa relación
se la entiende como:
frente a esto el feminismo es innecesario. ¡Maravilloso!
Un movimiento se prueba exitoso cuando resulta innece- a) posible;
sario, cuando sus luchas no hay que lucharlas más y sus b) obligatoria;
objeciones resultan obvias. Pienso que feministas o no, las c) excludyente;
d) contradictoria.
mujeres colombianas debemos reconocer a nuestras ante-
cesoras valientes que pusieron el pecho y los pechos a un 5. “Antes que como mujer, usted se reconoce como in-
mundo que no las incluía. Yo me reconozco feminista por- dividuo o como persona” (l. 61-62). En ese fragmento,
que quiero honrar este legado, y porque pienso que este el tratamiento dedicado a una hipotética lectora puede
ser caracterizado como:
movimiento todavía puede aportar muchísimo a realizar el
ideal de una sociedad diversa e igualitaria. Colombia to- a) rudo;
davía necesita del feminismo porque falta mucho para un b) intimista;
respeto real, porque a muchas mujeres les pagan menos, c) adulador;
las menosprecian, en virtud de su sexo. Colombia necesita d) respetuoso.
un feminismo fuerte que desmienta esta idea de que las . Este movimiento todavía puede aportar muchísimo a
6
mujeres se saltan mutuamente a la yugular. Así podremos realizar el ideal de una sociedad diversa e igualitaria. (l.
pensar en un futuro en el que el feminismo sea realmente 73-75) Para realizar ese ideal deseado, la autora afirma que
innecesario para todos. todavía son necesarias conquistas en el siguiente campo:
CATALINA RUIZ-NAVARRO a) familiar;
elespectador.com b) laboral;
c) electoral;
1. Las feministas fueron mujeres que buscaron su lugar
d) educacional.
en un mundo que no las incluía. Respecto a las fem-
inistas en general, es posible percibir que el objetivo
principal de la autora al escribir su texto fue el de:
a) apuntar los ataques que sufrieron; Gabarito
b) destacar los avances que lograron;
c) describir las luchas que realizaron; Aplicando para aprender (A.P.A.)
d) presentar los hechos que las motivaron. 1. D 2. C 3. A 4. A 5. D
2. Hacia un feminismo innecesario. El empleo del térmi- 6. A
no innecesario en el título señala que las reivindica-
ciones feministas en el futuro se podrán dar como:
a) olvidadas;
A.P.A. Fixação
b) erradicadas; 1. E 2. B 3. B 4. B 5. D
c) dispensables;
6. E 7. C 8. A
d) equivocadas.

3. En la referencia catafórica, un elemento del texto re- A.P.A. Dissertativo


mite a otro que va a aparecer posteriormente. El uso
catafórico del demostrativo está presente en: 1.
a) café
a) Esta última ola del feminismo ya no
se cree la idea de un universal de mu- b) coliflor
jer, ya no ataca a las Barbies (l. 37-39). c) cajón
b) Este es un feminismo que no funciona en d) regaliz
términos de “ellos y nosotras” y que no tra- e) coñac
ta de ocultar la feminidad (l. 46-49). f) canapés

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g) coñacs huí·as (esta es difícil: hay un diptongo formado por dos
h) sofá vocales cerradas diferentes y a continuación un hiato)
i) convoy (aunque lo pudiera parecer, aquí le·áis (otra secuencia complicada con hiato y diptongo)
no hay diptongo porque la i griega se trata
como consonante a efectos ortográficos) fieis (monosílaba)
j) almacén 5.
2. a) cré·e·le
a) débil b) a·hín·co
b) toro c) pro·to·zo·o
c) flamencos d) ta·húr
e) A·po·rre·é
d) jóquey (aunque lo pudiera parecer, en la última sí-
laba no hay un diptongo ortográfico porque la i grie- f) mo·ho
ga se considera consonante a efectos de ortografía) g) pa·ta·le·ó
e) cómic h) re·le·o
f) tríceps i) a·ú·pa
g) joven j) pa·se·e
h) cómics 6.
i) látex a) Cuídate, Bahréin, camiones, mur-
j) accésit (la palabra accésit nunca es esdrújula) ciélagos, terapéuticos, Taipéi
b) jesuita, jesuítico, huis, ruin, rehuís, perpetuo
3.
c) tenéis, desconfié, ventrílocuo, viudo
a) brújula [esdrújula]
d) Repliéguense, división, residuo, cáustico
b) jóvenes [esdrújula]
c) quítenmelos [sobresdrújula] 7.
d) espécimen [esdrújula; esta es la única acentua- a) renunciéis, vieiras, opioides
ción correcta; espécimen nunca es palabra llana] b) averigüéis, acentuáis, guiais
e) exámenes [esdrújula] c) haliéutico, marramiáu
f) póngansemelas [sobresdrújula] d) limpiáis, tuáutem
g) especímenes [esdrújula]
h) lánguido [esdrújula] A.P.A. Enem
i) técnicas [esdrújula]
1. A 2. D 3. D 4. B 5. C
j) gaznápiro [esdrújula]
4. lio (palabra monosílaba)
vio (monosílaba) A.P.A. UERJ
a·hí 1. A 2. D 3. B 4. A 5. C
lí·o 6. A
rio (monosílaba)
me·ó
re·í·as
me·as
bú·ho
Miau (palabra monosílaba con un triptongo)
truhan (palabra monosílaba con un diptongo y hache
intercalada)
fue (monosílaba)
chi·í
tra·í·a
hui (monosílaba)
ti (monosílaba)
vi (monosílaba)

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