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Curso de Licenciatura em Educação Musical

UFSCar

Projeto de pesquisa para TTC


Trabalho final da disciplina TCC1 - 2017

Estudante: Doriel Flavio de Oliveira RA: 541362

Tutor(a): Glauber Lúcio Alves Santiago

DIÁLOGO MUSICAL: A MÚSICA NOS ANOS INICIAIS


ESCOLARES

1 APRESENTAÇÃO

Este trabalho irá analisar “A música nos anos iniciais escolares”, abordando
a utilização da mesma como benefício para o desenvolvimento da criança dentro
do contexto escolar, nas primeiras séries escolares, especificamente, no nível do
Ensino Fundamental I. Portanto, a partir dessa abordagem é preciso quebrar com
os paradigmas até então existentes, pois a Arte não se limita somente ao fazer
plástico (desenhar, pintar, dentre outros), mas a um fazer global que beneficia o
próprio aluno dentro da construção de seu próprio desenvolvimento e a música
nesse contexto complementa as ações cognitivas para o desenvolvimento da
criança. Com isso, o objetivo geral deste Trabalho será discutir a importância do
ensino da música no processo de ensino-aprendizagem dos alunos do Ensino
Fundamental I, a partir da aplicação de uma pesquisa de campo investigando o
gosto musical de de crianças e familiares nas primeiras séries escolares, bem
como seus devidos impactos. Nessa perspectiva, a pesquisa desenvolvida terá
como principal metodologia a análise do material bibliográfico estudado, sendo
quantitativa e qualitativa, com pesquisa de campo aplicada.

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Revisão bibliográfica introdutória sobre o tema

O gosto musical de alunos e seus respectivos familiares, trouxe um grande


desafio à compreensão de suas ações pedagógicas. Abordar a música como um
meio de conexão a um grupo social, de região ou de uma época, designou
deferência há um tipo específico/estilo ao qual essa música se insere e promoveu
interação entre familiares e seus pares.
A relação da música entre crianças e seus familiares tendem a instigar na
memória da família os estilos vivenciados. Em cada região esses estilos sofrem
variação, ora em sua forma rítmica, ora em sua forma melódica e/ou poesia.
Pode-se através da investigação mapear o estilo ou estilos musicais de
predileção inseridos nesses grupos. Também pode-se criar atividades musicais
com essa variedade de estilos, desde a música regional tradicional, passando
pela erudita à popular nacional e internacional, fomentando o diálogo musical e
promovendo a diversidade cultural. Neste contexto Maura Penna (2005, p.10)
registrou que na Inglaterra, por exemplo, os desafios delinearam-se ao convívio
com as etnias advindas de suas antigas colônias, objetivando uma
multiculturalidade de valores e hábitos culturais distinto. Com tal diversidade o
ouvinte passa a adaptar suas escutas à uma cultura que ele descobre com a
influência advinda do meio em que vive. O professor tende a investigar e acolher
o gosto musical de seu aluno. Segundo (CANEN, 2002, p. 175 apud PENNA,
2005, p. 8) “o papel da educação e do currículo na formação de futuras gerações
nos valores de apreciação à diversidade cultural e desafio a preconceitos a ela
relacionados” (Canen, 2002, p. 175).
No Brasil há uma vasta diversidade de estilos musicais, que variam de
acordo com a região. Os estilos abordados e não impostos, onde professor e
colegas interagem com os estilos em sala de aula, denotam liberdade aos alunos
para que escolham ou estimulem seus gostos musicais. Segundo Narita (2015,
p.10) licenciandos que atuam apenas como músicos, cantando e tocando com
sua sala de aula, deixam de oferecer a liberdade de escolhas aos gostos musicais
de seus alunos.

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A cultura regional no Brasil é mediada pela diversidade migratória, que
promove esse estilo emergente e desafiador para os envolvidos com a música e
seu gosto musical. A cultura e os estilos musicais variam de acordo a região e
segundo Queiroz (2014, p. 101) “para buscar um entendimento de uma cultura
e/ou grupo social é de grande relevância consideramos quais os tipos de música
existentes, e como eles são vivenciados pelos membros dessa cultura e/ou desse
grupo.” (QUEIROZ, 2004, p. 101).
Com estilos variados e com uma ampla multiculturalidade, as regiões brasileiras
se diferem em seus gostos musicais e detém formas variadas de composição,
desde contraste de harmonia e melodia à contraste rítmico.

A educação multicultural surge da necessidade de reestruturação da


escola para acolher e proporcionar uma educação equitativa para
diferentes pessoas e grupos. Essa necessidade de mudança não
aconteceu naturalmente, não obstante foi fruto das lutas pelos direitos
civis (na década de 1960) tendo em vista a eliminação da discriminação
em vários âmbitos, entre eles na educação. (ACCIOLY, 2012, p.14).

Em um ambiente escolar, por exemplo pode-se notar uma significativa variação,


com influência advindas do meio em que cada aluno vive. Partindo do
pressuposto que suas experiências são contempladas com os costumes
extraídos desse meio, observa-se que o estilo musical, se executado
costumeiramente no ambiente familiar envolve o ouvinte desde a mais
tenra idade. Através de pesquisa feita pelo aluno, com seus familiares,
pode-se descobrir a influência do tipo de música absorvida pela mesma. O
aluno colhe as informações (tipo de música que mais agrada ou influenciou
seus familiares) em casa e fornece ao professor em sala de aula, que
através desses dados escolhe o melhor momento e o tipo de diálogo a ser
elaborado com sua turma. Para Bozzeto (2015, p. 56) conhecer o universo
musical ao qual o aluno encontra-se inserido proporciona um ambiente
familiar musical que pode ser abordado em grupo (BOZZETO, 2015, p. 56).
Partindo desse pressuposto obtém-se também a investigação através da
etnicidade, que trata da coleta de dados a um determinado grupo social,
como uma espécie de pesquisa social, no caso em questão uma pesquisa
cultural/musical. “Passei a entender, assim, que poderia contribuir para
uma compreensão mais profunda da própria relação que buscávamos
construir, sempre em meio a entraves que não nos eram, em princípio,
nítidos, entre sujeitos pertencentes à esfera acadêmica (sejam alunos ou
professores) e sujeitos pertencentes às comunidades dos bairros e à
comunidade escolar.” (MARTINS, 2011, p.80). O Brasil dispõe de grande

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diversidade cultural e o olhar etnográfico do professor de música pode se
tornar eficaz no tocante a abordagem através da etnicidade. Pode-se
organizar visitas a determinado grupo social e observar suas influências à
estilos e aceitação as variadas tendências musicais.

Conforme mencionei antes, o termo etnicidade, ao qual me reporto aqui


para melhor compreender alguns aspectos inerentes a esses fenômenos
socioculturais, implica certo grau de (in)conformidade a padrões de
comportamento normativo adotados por determinado grupo no contexto
das interações sociais que mantém com outros grupos no interior de um
sistema social mais abrangente. Embora se manifestem no
comportamento individual, não se trata de hábitos idiossincráticos
adotados por pessoas isoladas, mas de representações amplamente
coletivas. (MARTINS, 2011, p.86).

Em experiências anteriores e evoluções ao ensino musical, verificamos que


o professor buscar pode objetivar suas interações através de meios de
comunicação musical, tais como: DVDs, Pen-Drives, percussão corporal, ou
mesmo ao violão. Trabalhando variados estilos musicais e sem proposição de
influenciar o grupo, “podendo ser trabalhados separadamente ou sendo
relacionados, aumentando o repertório que um educador pode empregar na
elaboração de atividades pedagógicas.” (MALAQUIAS, VIEIRA, 2016, p.332),
busca-se a interação à gostos musicais distintos, com atividades inerentes e
planejadas com a proposição de contemplar o grupo investigado. Todas as ações
através de meios de comunicação musical tendem a momentos lúdicos e livres,
com o grupo conhecendo a vivência musical mútua, porém a comunicação em
sala de aula entre professor e alunos segundo Narita (2015, p. 72) devem utilizar
elementos que estabeleçam plenamente esse diálogo, porém que o professor não
perca o controle no comando da aula.
Ao término da investigação e com uma breve iniciação ao canto coral, com
aquecimento da voz em grupo e escuta do material compartilhado “o docente
pode ser capaz de buscar atividades que contribuam para o equilíbrio vocal, tanto
na parte técnica quanto em uma atividade prazerosa de fazer música através da
voz.” (MATEIRO, VECHI, EGG, 2014, p. 62). Com atividades lúdicas e voltadas
ao canto coral, crianças e docentes envolvem-se na busca pela socialização e
experimentação às propriedades da música.

Além de refletirem a prática coletiva no ambiente escolar como meio de socialização, a maioria
das pesquisas a respeito do canto coral trouxe a importância desta prática, definindo meios para
musicalizar e desenvolvendo habilidades como: ritmo, afinação, elementos técnicos, percepção e
práticas corporais. (MATEIRO, VECHI, EGG, 2014, p.65).

O ritmo, a letra, o estilo musical e a influência cultural do autor tendem a


identificar sua obra e no tocante ao gosto musical, torna-se irrelevante o
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julgamento do que pode ser ruim ou bom para os ouvidos. A proposição das
atividades musicais com crianças nas primeiras séries escolares estimulam a
coletividade, quando sua escuta envolve a interação e o entretenimento.

Afirmar que a existência de uma sociedade está associada diretamente à


sua capacidade de produzir música coletivamente, como o faz Wisnik,
pode soar como um exagero; no entanto, é, no mínimo, sintomático o
fato de que a nomenclatura utilizada para classificar grupos sociais tenha
um número tão elevado de referências a gêneros musicais (os
“pagodeiros”, os “emos”, os “punks”, etc.) ou que seja comum que os
nomes de determinados grupos possuam um gênero musical homônimo
correspondente (a música evangélica, a música caipira, etc.). (SILVA,
2012, p. 100).

A música através de seu efeito cognitivo pode conduzir a mudança no modo


de vida e identidade, como verificado naquelas revoluções musicais ocorridas
primeiramente nos Estados Unidos e Inglaterra entre os anos cinquenta e
sessenta, e depois no restante do mundo. As novas tendências musicais
romperam paradigmas ao trazer um novo modo de vida às populações
tradicionais.
Apresentando-se com novos “acordes e letras” a música que veio como uma
força transformadora nos centros urbanos, pouco a pouco conquistou também os
locais mais tradicionais. Conforme ocorria a mudança social evidenciou-se o
contraste entre as preferências musicais dos habitantes longe das cidades e as
tendências urbanas, com seu modo de vida mais convidativo e moderno. Nesse
contexto, uma criança rural pode sentir atração pela música nova da cidade como
contraponto a sua vida simples, e o mesmo pode ocorrer com a criança da cidade
que, ao ouvir a música rural, quer sentir o ar do campo, a sensação do espaço
mais amplo e da liberdade que aquele ambiente lhe causa aos sentidos.

A questão da identidade cultural é mais complexa do que isso.


Obviamente algumas culturas seextinguem, outras não. A mudança de
modos de vida não necessariamente resulta em "desaparecimentos” de
culturas, pois as identidades são situacionais e tendem a ser re
elaboradas e reconfiguradas. (Bela Feldman-Bianco, 2015).

As mudanças sociais trouxeram oportunidades para a vida diária. As


pessoas passam a explorar novas modalidades musicais, mas também estão
apegadas àquelas próximas à realidade social, cultural, histórica e pedagógica do
meio em que vivem (Schaefer, 2011). E dentro da compreensão das
oportunidades e sua correlação com as modalidades musicais pode ser incluído o
novo hábito de ouvir a música por meio digital, considerando-se como meio

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difusor a internet e o compartilhamento de arquivos de áudio e vídeo. Algo que
transforma a maneira de se relacionar agregando expectativas e impondo-se
como facilitador-integrador no convívio social da criança à medida em que
contribui para novas amizades.
Desde os primórdios da humanidade, a Arte sempre esteve presente no dia a dia
do ser humano, por meio das relações culturais estabelecidas com o mundo em
que vivemos, conforme reafirmam os Parâmetros Curriculares Nacionais.

[...] A Arte sempre esteve presente em praticamente todas as formações


culturais. O homem que desenhou um bisão numa caverna pré-histórica
teve que aprender, de algum modo, seu ofício. E, da mesma maneira,
ensinou para alguém o que aprendeu. Assim, o ensino e a aprendizagem
da arte fazem parte, de acordo com normas e valores estabelecidos em
cada ambiente cultural, do conhecimento que envolve a produção
artística em todos os tempos. No entanto, a área que trata da educação
escolar em artes tem percursos relativamente recente e coincide com as
transformações educacionais que caracterizam o século XXI em várias
partes do mundo (PCNs, 1997, p.21).

A partir dessa premissa, a Arte se mostra aliada a uma função muito


importante relacionada aos seus eixos de aprendizagem, estando intimamente
ligada a outras áreas de conhecimento. Com isso, tanto a ciência quanto a arte
respondem a essa necessidade mediante a construção de objetos de
conhecimento que, juntamente com as relações sociais, políticas e econômicas,
sistemas filosóficos e éticos, formam o conjunto de manifestações simbólicas de
uma determinada cultura.
Esses conceitos artísticos são estabelecidos em legislação educacional há mais
de 40 anos, conforme cita Penna (2014), no entanto, esta presença da arte no currículo
escolar tem sido marcada por indefinição, ambiguidade e multiplicidade. Entretanto, com
a homologação da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n 9394/94,
estabelece em seu Artigo 26, parágrafo 2, em que:

O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais,


constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da
educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos
alunos.

Neste pressuposto, os PCNs também seguem a mesma linha do que está proposto
na LDB n 9394/96, sendo constituído por quatro modalidades artísticas, sendo elas: artes

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visuais, música, teatro e dança. Com isso, já notamos a presença da música nos eixos
que irão nortear a educação básica.

O ensino de teatro, da música, da dança, das artes visuais e suas


repercussões nas artes audiovisuais e midiáticas é tarefa a ser
desenvolvida por professores especialistas, com domínio de saber nas
linguagens mencionadas (PENNA, 2014, p. 132).

Todavia, há uma problemática para os docentes que atuam na Educação Infantil e


no Ensino Fundamental I, pois nessas modalidades do ensino básico, não se acostuma
atuar o professor licenciado, ficando a cargo do professor titular da sala, o ensino da
disciplina.
Penna (2014) cita que esses docentes que não possuem formação, devem seguir
os PCNs que trazem propostas para as artes visuais, música, teatro e dança.

Quanto à educação infantil, portanto, existe uma proposta específica


para música, sem subordiná-la a área da Arte, apresentada no
Referencial curricular Nacional. No entanto, pela não obrigatoriedade
deste documento e pelo percurso histórico desse nível de ensino,
acreditamos improvável a sua concretização em termos mais amplos (p.
134135).

Atualmente, a presença da música dentro do contexto escolar depende de


diversos fatores, inclusive do modo como agimos dentro do cotidiano escolar.
Assim,

este momento para a educação musical é ímpar, está


politicamente instituído, mas contorna-se em possibilidade
instituinte. Está em processo, em devir, em vir-a-ser, em constituir
se. É instituinte porque se impõe como a utopia do ensino de
música como conteúdo obrigatório na educação básica
(BELLOCHIO 2010, apud PENNA, 2014, p. 144).

Logo, Ortoloni (2010) define que o ensino da música favorece o


desenvolvimento do gosto estético e da expressão artística, além de promover o
gosto e o ensino musical. Formando o ser humano com uma cultura musical
desde criança, estaremos educando adultos capazes de usufruir a música, de
analisá-la e de compreendê-la.
Já para Fantin (2012), a música

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é arte e seu papel no Ensino Fundamental é o de proporcionar um
momento de prazer ao ouvir, cantar, tocar e inventar sons e ritmos. Por
este caminho, envolve o sujeito como um todo, influindo, beneficamente,
nos diferentes aspectos de sua personalidade: suscitando variadas
emoções, liberando tensões, inspirando ideias e imagens, estimulando
percepções, acionando movimentos corporais e favorecendo as relações
interindividuais (p. 49).

Com isso, diversos autores nos mostram que a música pode contribuir para
tornar o ambiente escolar mais alegre e favorável à aprendizagem, propiciar uma
alegria que seja vivida no momento presente e isso é a dimensão essencial da
pedagogia, e é preciso que os esforços dos alunos sejam estimulados,
compensados e recompensados por esse ambiente.
Dentre algumas propostas apresentadas pelos teóricos estudados, os mesmos
afirmam que é importante oferecer a oportunidade de ouvir música sem texto, não
limitando o contato musical da criança com a canção que, apesar de muito
importante, não se constitui em única possibilidade. Portanto, integrando essa
linha de raciocínio, Valério (2011) complementa que devemos oferecer à criança
um método, para que seja preciso trabalhar nelas o ouvir, escutar, perceber,
descobrir, imitar, repetir os sons, isto é, construir seu conhecimento sobre música,
pois antes das regras musicais, deve vir à vivência, a familiaridade com os sons e
suas particularidades.
Já para Fantin (2012), quando nos referimos às crianças, a música deve ser
apresentada de forma lúdica. Aos apresentarem os elementos básicos, já citados,
o professor poderá oferecê-las, por intermédio dessa recreação, conhecimentos
básicos de música.

[...] O ensino de música deve ser, desde o começo, uma força viva. [...] a
criança, muito antes de dominar as regras gramaticais, utiliza palavras
com fluência e formula frases já com entonação. A linguagem é, para
ela, uma coisa viva e, não, regras no papel. Deve-se educar o ouvido
para que sejam sentidas, perfeitamente, modulações e combinações
sonoras diversas. Deve-se deixar o aluno perceber a harmonia com seu
próprio ouvido, antes de se deparar com o ensino da mesma. O
conhecimento das regras não deve ser o objeto e, sim, uma necessidade
a ser atendida em tempo devido [...] (PAZ, 2000 p.16 e 17).

A partir dos conceitos teóricos defendidos no presente Trabalho, incluindo


especificamente os de Fantin (2012) é recomendado para crianças que estão na

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educação infantil e ensino fundamental, que os conteúdos relacionados ao fazer
música sejam trabalhados em situações lúdicas, como já mencionado, fazendo
parte do contexto global das atividades, pois quando as crianças se encontram
em um ambiente afetivo no qual o professor está atento a suas necessidades,
falando, cantando e brincando com e para elas, adquirem a capacidade de
atenção, tornando-se capazes de ouvir os sons do entorno. Podem aprender com
facilidade as músicas mesmo que sua reprodução não seja perfeita.
No ensino fundamental existem inúmeras possibilidades de se trabalhar a música
e os benefícios que ela pode oferecer. Os materiais podem ser diversos e com
custos mais baratos. Isso evidencia que um trabalho criativo e competente
colaborará com a criança para desenvolver sua criatividade, socialização,
expressão e também serve como estímulo para o aluno da educação infantil
aprender mais e de forma contextualizada.
Com toda a fundamentação apresentada, as atividades musicais coletivas
favorecem o desenvolvimento da socialização, estimulando a compreensão, a
participação e a cooperação. Além disso, ao expressar-se musicalmente em
atividades que lhe deem prazer, a criança demonstra seus sentimentos, libera
suas emoções, desenvolvendo um sentimento de segurança e auto realização.

O que será estudado

È preciso considerar que o universo musical tem fator preponderante para


o desenvolvimento dos indivíduos desde a mais tenra idade, promovendo a
vivência dos alunos com as manifestações musicais apresentadas a ele, durante
sua formação, promovendo o diálogo entre distintas práticas musicais e culturais.
“É a exploração musical da fala, afinal, que permite tecer tais relações, sendo
esse um processo dinâmico e sempre em aberto” (PENNA, 2014, p. 230).
Além disso, a música também permite uma abordagem multidisciplinar
com outras áreas do conhecimento, favorecendo a aprendizagem da criança e da
própria música.
Desde muito cedo, a música está ligada ao ser humano, e, sem ela, o
mundo se tornaria vazio e sem espírito. É uma arte que vem sendo esquecida,
mas que deve ser retomada nas escolas, pois ela propicia ao aluno um
aprendizado global, emotivo com o mundo. Na sala de aula, ela poderá auxiliar de
forma significativa na aprendizagem (VALÉRIO, 2011).

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Com o tema a Música nos anos iniciais escolares, será aplicada uma
Pesquisa de Campo para investigar o gosto musical entre pais e alunos, a fim de
que os professores consigam abordar a utilização da música como benefício para
o desenvolvimento da criança dentro do contexto escolar.

Contextualização da pesquisa

A Pesquisa de Campo será desenvolvida na Unidade Municipal de Educação


– UME Avelino da Paz, está localizada na cidade Santos, em uma área de
localização urbana, atuando nas modalidades de Ensino Fundamental I e II,
Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos – EJA. Entretanto, para a
Pesquisa de Campo, serão apenas analisadas as primeiras séries escolares do
Ensino Fundamental I, no período de seis meses, finalizando com os resultados
obtidos sobre as preferências musicais de alunos e pais dessa comunidade
escolar, bem como seus devidos impactos.
Nota-se uma comunidade bem difícil para se manter um diálogo entre
escola-família, dificultando assim, que os professores consigam uma parceria
com os mesmos, e, por consequência uma extensão do trabalho pedagógico. Os
responsáveis dos alunos não mantém um diálogo aberto com a escola e
mostram-se pouco interessados nas atividades desenvolvidas pela mesma.

D) O que será estudado

È preciso considerar que o universo musical tem fator preponderante para


o desenvolvimento dos indivíduos desde a mais tenra idade, promovendo a
vivência dos alunos com as manifestações musicais apresentadas a ele, durante
sua formação, promovendo o diálogo entre distintas práticas musicais e culturais.
“É a exploração musical da fala, afinal, que permite tecer tais relações, sendo
esse um processo dinâmico e sempre em aberto” (PENNA, 2014, p. 230).

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Além disso, a música também permite uma abordagem multidisciplinar
com outras áreas do conhecimento, favorecendo a aprendizagem da criança e da
própria música.

Desde muito cedo, a música está ligada ao ser humano, e, sem ela, o
mundo se tornaria vazio e sem espírito. É uma arte que vem sendo esquecida,
mas que deve ser retomada nas escolas, pois ela propicia ao aluno um
aprendizado global, emotivo com o mundo. Na sala de aula, ela poderá auxiliar de
forma significativa na aprendizagem (VALÉRIO, 2011).
Com o tema a Música nos anos iniciais escolares, será aplicada uma
Pesquisa de Campo para investigar o gosto musical entre pais e alunos, a fim de
que os professores consigam abordar a utilização da música como benefício para
o desenvolvimento da criança dentro do contexto escolar.

E) Delimitação/recorte do que será estudado

Percebemos que a música é um instrumento facilitador do processo de


ensino- aprendizagem, portanto deve ser possibilitado e incentivado o seu uso em
sala de aula. A música como qualquer outra arte acompanha historicamente o
desenvolvimento da humanidade. Por conta disso, faz-se necessário entender os
gostos musicais de alunos e pais, a fim de conhecer melhor a realidade
socioeducativa fora da sala de aula, para que os conteúdos e disciplinas se
tornem mais atraentes para os educandos. Porém, não é só o aluno que se
beneficia com aulas mais atrativas, pois, quando o professor passa a conhecer a
realidade do mesmo, ele passa a ter uma maior interação nessa parceria para o
desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem.
O objeto de estudo deste Trabalho será sobre a música e sua influência
dentro do processo de ensino-aprendizagem, mostrando os gostos musicais dos
alunos e de seus respectivos familiares, de forma como isso afeta e impacta no
seu desenvolvimento.

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1.2 OBJETIVOS

A) Objetivo geral

O objetivo geral desta Pesquisa é compreender o gosto musical dos alunos e


seus respectivos familiares, analisando como esses fatores podem impactar no
desenvolvimento.

B) Objetivos específicos

· Conscientizar a importância do ensino da música no processo de


ensino-aprendizagem dos alunos do Ensino Fundamental I;

● Destacar a importância de atividades e práticas relacionadas à música,


como metodologia de ensino-aprendizagem;
● Desenvolver um maior interesse pela disciplina de Música, inserida dentro
do contexto escolar;
● Levantar e analisar os dados coletados com a Aplicação da Pesquisa de
Campo;
● Separar os gostos musicais entre pais e educandos;
● Verificar comos os gostos musicais podem impactar no desenvolvimento
do ensino-aprendizagem dos educandos.

1.3 HIPOTESES

Partindo- se da análise bibliográfica do presente trabalho, toma-se como hipótese


central, que as vivências musicais entre pais e alunos, afeta diretamente o
processo de ensino-aprendizagem do indivíduo, pois é por meio de tais gostos
que há a ampliação dos repertórios e significados, que ir]ao refletir na vivência
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escolar diária. Atualmente, grande parte dos professores não compreendem a
realidade do aluno fora da sala de aula, e, consequentemente, seus gostos e
vivências, o que acarreta em uma barreira para atrair o aluno para os conteúdos
das salas de aula.

Portanto, como os professores não conhecem os gostos e preferências musicais


de seus alunos e pais, consequentemente não vão conseguir motivá-los para uma
efetiva participação dentro do contexto escolar, seja na parceria entre
escola-família, ou, até mesmo, no desenvolvimento das aulas, no que referem-se
aos alunos.

1.4 JUSTIFICATIVA

Complementa-se como justificativa do presente trabalho, a necessidade dos


professores de perceberem que a arte engloba todo um contexto social. Para
Palmeira (2004), para que essa percepção artística se cumpra dentro do contexto
escolar, durante as aulas, há uma falta de consciência sobre os sentidos que os
conteúdos e vivências artísticas podem assumir na escola. Valorizar a arte na
educação seria enfatizar as atividades de apreciação de obras de artes
propiciando uma alfabetização visual.
Com a implementação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n
9394/06, que vem quebrar com paradigmas até então existentes, a mesma traz
um novo olhar sobre o ensino da música no ensino básico, impactando novas
ações na área educacional referentes ao ensino da música no ensino básico.
Já de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, Valério (2011), faz
referência que a música está inserida dentro das Artes, como uma área do
conhecimento que abrange o desenvolvimento e a prática da linguagem visual,
pois é
através das aulas de artes que ocorrem importantes possibilidades de interações sociais e trocas
de experiências. - desenvolvimento físico, em que se manifesta a capacidade de coordenação
visual e motora da criança, na maneira que controla seu corpo, orienta seu traço e dá expressão a
suas aptidões (p. 45).

1.5 RESULTADOS ESPERADOS

Espera-se que as hipóteses sejam confirmadas, afim de que as mesmas possam


contribir para uma melhoria no desenvolvimento das aulas por parte dos professores, e,
um progresso no desenvolvimento da aprendizagem, por parte dos educandos. Assim
que o professor conhecer os gostos musicais dos alunos, ele irá entender melhor sua
realidade, e, por conseguinte, planejar aulas que estajm voltadas para sua realidade e
que causem uma maior motivação nesses sujeitos.

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2. METODOLOGIA
Os tipos de metodologias existentes, fundamentam-se em
pesquisas bibliográficas, sendo desenvolvido como fator principal, o
referencial bibliográfico e documental, aprofundando-se no estudo
sistematizado publicado em materiais, como: livros, jornais, revistas, redes
eletrônicas, dentre outros. Essas pesquisas podem ter aboradagem qualitativa
e quantitativa.
Nessa perspectiva, o presente Trabalho abordará o levantamento
dos resultados da pesquisa de campo realizada, focando no trabalho do professor
como mediador da cultura dentro do processo educativo. Neste caso, focando no
aprendizado das artes, no desenvolvimento e na formação das crianças como
indivíduos produtores e reprodutores de cultura.

2.1. Etapas
Aqui você irá por apenas um resumo das etapas. Será uma lista como a seguinte:
Em termos de atividades, esta pesquisa possui as seguintes etapas:
1- Estudo preliminar do tema por meio de reflexões realizadas anteriormente à
pesquisa.
2- Busca por fontes de material (Bibliotecas, acervos digitais, livros previamente
adquiridos...)
3- Elaboração de fichamentos dos textos.
4- Elaboração de um quadro para estruturação da revisão bibliográfica no qual...
5- Redação de um texto final sobre a literatura abordada.
6- Revisão bibliográfica sobre metodologia de pesquisa
7- Elaboração dos instrumentos de coleta de dados
8- Proposta de cronograma para aprovação da pesquisa no conselho de ética,
aplicação dos instrumentos de coleta de dados, análise dos dados, elaboração do
relatório de pesquisa final e divulgação em congressos na área).

2.2. Onde e/ou de quem os dados serão coletados


Aqui você irá indicar onde irá coletar os dados e de quem. Por exemplo:
Para a pesquisa os dados serão coletados em escolas da rede pública e privada
de ensino do município de São Carlos-SP com alunos e professores de 2 turmas do
terceiro ano…
Se necessário utilize alguma referência bibliográfica para explicar algo que não
explicou antes. Por exemplo:
Foi escolhido o município de São Carlos pois é um dos únicos que possui mina de
manganês, que é muito importante para a educação musical, conforme POLIANO (2015).

2.3. Os instrumentos de coleta de dados

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Texto explicativo sobre os instrumentos de coleta de dados

2.3.1 [nome do instrumento utilizado] (por exemplo: Questionário


para os professores)
Aí você coloca o enunciado do questionário incluindo a utilidade dele, por
exemplo:
Este questionário foi elaborado para buscar entender como os professores fazem
uso do WhatsApp…
Questões:
Aí você coloca cada questão do questionário. Se alguma das questões necessitar
de revisão bibliográfica por você não ter explicado antes você deve colocar. Pode ser
após o questionário. Por exemplo:
a) Qual o seu nome?
b) Em que cidade atua como professor?
c) Você ministra aulas de quê matéria?
d) Qual o nome de seu cabrito?
e) Quantas vezes você foi para o Japão?
f) …
Sobre a questão d) é importante observar que o cabrito é um animal muito
utilizado no WhatsApp pois segundo POLÔNIO (2016, p. 34) não existiria WhatsApp
sem este animal.

2.3.2 [nome do instrumento utilizado] (por exemplo: Questionário


para os alunos)
Aí você coloca o enunciado do questionário incluindo a utilidade dele, por
exemplo:
Este questionário foi elaborado para buscar entender como os alunos fazem uso
do WhatsApp…
Questões:
Aí você coloca cada questão do questionário. Se alguma das questões necessitar
de revisão bibliográfica por você não ter explicado antes você deve colocar. Pode ser
após o questionário. Por exemplo:
a) Qual nome de seu cachorro?
b) Qual sua idade?
c) Quantos smatphones você possui?
d) Quantas vezes você foi para o Japão?
e) ...
Sobre a questão a) é importante observar que o nome é algo fundamental para o cão
pois é com ele que sua mãe o chama para tomar banho. Este é o entendimento de
muitos autores como PULIANI (2010, p. 24), CIRNA (2001, p. 45) e PUMA (2016, p.
3342).

2.3.3...

15
2.4 CRONOGRAMA
Aqui você irá colocar o cronograma da aplicação de sua pesquisa futura. Por
exemplo:
Para a aplicação da pesquisa o seguinte cronograma será seguido:
Quadro 1 – Cronograma para a execução da pesquisa
Julho de 2017 Agosto de Setembro de Outubro de Novembro de 2017
2017 2017 2017

Aprovação da
pesquisa no
conselho de
ética

Aplicação dos
instrumentos
de coleta de
dados

Análise dos
dados

Elaboração Elaboração
do relatório do relatório
de pesquisa de pesquisa
final final

Apresentação e
Preparação para
Divulgação em
congressos na área

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