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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO

CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA


CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
ELETRICIDADE E MAGNETISMO

Relatório Simulações Plataforma PHET Colorado


“Simulação 1 – “ Circuito Bateria – Resistor ”
“Simulação 2 – “ Lei de Ohm ”
“Simulação 3 – “ Resistencia de um fio ”
“Simulação 4 – “ Kit para montar circuito DC ”
“Simulação 5 – “ Kit para montar circuito DC – Laboratório Virtual ”

Carlos Eduardo dos Santos Almeida – 2017045271


José Carlos Santos da Silva – 20200031158
Paulo Lima de Alencar Neto – 20180012560

SÃO LUÍS
2021
Carlos Eduardo dos Santos Almeida

José Carlos Santos da Silva

Paulo Lima de Alencar Neto

Relatório Simulações Plataforma PHET Colorado


“Simulação 1 – “ Circuito Bateria – Resistor ”
“Simulação 2 – “ Lei de Ohm ”
“Simulação 3 – “ Resistencia de um fio ”
“Simulação 4 – “ Kit para montar circuito DC ”
“Simulação 5 – “ Kit para montar circuito DC – Laboratório Virtual ”

Relatório técnico apresentado como requisito parcial para


obtenção da 2ª Avaliação na disciplina Laboratório de
Eletricidade e Magnetismo no Curso de Engenharia
Civil, na Universidade Estadual do Maranhão.

Prof: Sérgio Murilo da Silva Braga Martins Júnior


SUMÁRIO

1. Introdução.............................................................................................................................04

2. Fundamentação Teórica........................................................................................................04

3. Simulações e Procedimento Experimental............................................................................15

4. Conclusão..............................................................................................................................22

Referências................................................................................................................................23
1. Introdução

Este trabalho destina-se ao estudo de elementos simples de circuitos como a junção


de fontes de tensão alimentando resistores, para a interpretação de conceitos básicos de
eletricidade sobre circuitos elétricos simples e apresentando fundamentos sobre os dados
da tensão, corrente e resistencia elétrica, bem como caracteristicas específicas de
materiais condutores e de circuitos resistivos associados em ligações série e paralelo.
Apresentam-se circuitos teóricos cuja consideração de dados relativos a tensão,
corrente e resistencia, onde nestes são realizadas simulações computacionais com
resistores, condutores, fontes de tensão, para a determinação das grandezas elétricas nos
elementos de circuitos variando-se essas grandezas com a finalidade de comprovar as
relações existentes entre elas e as caracteristicas de cada circuito analisado, confirmando
assim a teoria da Lei de Ohm.

2. Fundamentação teórica
O estudo de circuitos elétricos se divide em circuitos de corrente contínua e
circuitos de corrente alternada. Os circuitos de corrente contínua são assim chamados por
possuirem uma ou mais fontes de tensão e/ou corrente contínua. Os circuitos de corrente
alternada são normalmente alimentados por fontes de tensão e/ou corrente senoidais. O
estudo de circuitos de corrente contínua se baseia no cálculo de tensões e correntes em
circuitos compostos por associações de resistores e fontes de tensão e/ou corrente
contínua.

FONTES DE TENSÃO

A fonte de tensão representa o dispositivo que é capaz de fornecer uma diferença


de potencial, e permitir que com esta diferença de potencial ocorra o estabelecimento de
uma corrente elétrica.
O equivalente no meio hidráulico é representado pela caixa d’água das casas. Esta
sempre estará em um lugar mais alto da construção de forma a permitir uma diferença de
nível, e portanto garantir que a água seja forçada a passar pelo caminho hidráulico
( canos ) até o chuveiro, a pia, etc.
Da mesma forma que a diferença de nível, no exemplo anterior é fundamental para
forçar a passagem da água, no caso elétrico a diferença de potencial é fundamental para
que exista uma circulação de elétrons no caminho elétrico ( fiação ) até os aparelhos
elétricos.

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Para garantir que exista uma circulação continuada necessitamos de certos
dispositivos elétricos, tais como as pilhas, baterias, alternadores e dínamos, que são
capazes de gerar uma diferença de potencial em seus terminais e fornecer elétrons para
os equipamentos a eles conectados. Esses aparelhos são chamados de fontes de força
eletromotriz, abreviadamente
f.e.m (símbolo V ). A unidade de força eletromotriz é o volt
A seguir é apresentado um exemplo de um circuito elétrico simples.

Figura 1
onde,
r - resistência interna da fonte, em ohms
U - d.d.p, em volts
I - intensidade de corrente em ampères
Pode-se definir uma fonte de d.d.p, como sendo um dispositivo no qual a energia
química, mecânica ou de outra natureza, é transformada em energia elétrica. Essa energia
acumulada não aumenta, apesar de haver um fornecimento contínuo de energia pela fonte,
pois a mesma é dissipada no resistor, sob a forma de calor. O circuito, onde fontes
geradoras e cargas (dispositivos que consomem a energia elétrica) estão associados, de
forma que só há um caminho para a corrente percorrer, é denominado circuito simples.
As baterias e pilhas fornecem tensão contínua perfeitamente retificada, ou seja, não
há variação da diferença de potencial com o tempo, conforme o gráfico abaixo.

Figura 2
Diferentemente das fontes de energia na forma contínua são os alternadores, que
estão presentes nas usinas hidroelétricas. Estes fornecem tensão alternada e senoidal,
conforme o gráfico abaixo.

Figura 3

Neste caso, a diferença de potencial varia de forma periódica, apresentando uma


parte positiva e uma negativa, donde vem o nome tensão alternada. Esta é a forma de
energia elétrica mais encontrada em todos os lugares, pois é a que é fornecida às cidades
e ao campo.

CORRENTE ELÉTRICA

Determinados materiais, quando são submetidos a uma fonte de força eletromotriz,


permitem uma movimentação sistemática de elétrons de um átomo a outro, e é este
fenômeno que é denominado de corrente elétrica. Pode-se dizer, então que cargas elétricas
em movimento ordenado formam a corrente elétrica, ou seja, corrente elétrica é o fluxo
de elétrons em um meio condutor.

É definido por : i = ΔQ /Δt [ Coulomb / segundo = ampère = A ]

Figura 3 - Fluxo de elétrons em um condutor

5
Os bons condutores são a prata, cobre, alumínio, ou seja os materiais metálicos, isto
porque, normalmente possuem elétrons fracamente presos aos núcleos. O vidro,
porcelana, borracha, são exemplos de isolantes, pois possuem os elétrons fortemente
presos aos núcleos.
Os condutores metálicos possuem um grande quantidade de elétrons livres. Quando
um condutor (fio metálico) é conectado aos terminais de uma pilha (ou gerador), os
elétrons livres (elétrons da última camada) são forçados a se movimentar em um sentido,
formando a corrente elétrica.

RESISTÊNCIA ELÉTRICA
Ao provocarmos a circulação de corrente por um material condutor através da
aplicação de uma diferença de potencial, pode-se observar que, para um mesmo valor de
tensão aplicada em condutores de diversos materiais, a corrente possuirá valores
diferentes. Isto ocorrerá devido às características intrínsecas de cada material.
Este comportamento diferenciado da corrente, deve-se à resistência elétrica de cada
material, que depende do tipo de material do condutor, comprimento, área da seção
transversal e da temperatura.
Esta resistência atua como uma dificuldade à circulação de corrente elétrica, ou à
circulação de elétrons.
Para haver uma melhor interpretação do fenômeno de resistência, deve-se analisar os
aspectos macroscópicos e microscópicos dos diversos materiais.
Os aspectos microscópicos referem-se à estrutura da rede cristalina, do número de
elétrons livres do material e a movimentação destes elétrons livres no interior do
condutor. Quando os elétrons livres são impulsionados a movimentar devido a ação de
uma tensão ocorrerão choques entre os próprios elétrons livres e a rede cristalina, então
como efeito disto, ter-se-á uma dificuldade ao deslocamento dos elétrons.
Assim sendo, as características microscópicas que influenciam no deslocamento
dos elétrons livres são:

 a forma como estão organizados os íons na rede cristalina.


 o espaçamento disponível para o movimento dos elétrons livres.
 sua velocidade média de arrasto.
 número de íons e de elétrons livres disponíveis por unidade de volume.
Os fatores macroscópicos são:
 tipo do material que constitui o condutor
 comprimento
 área da sua seção transversal
 temperatura

Todos estes fatores irão caracterizar a resistência elétrica do material.

1a LEI DE OHM

O estudo da resistência é de grande valia na determinação da potência dos diversos


equipamentos elétricos.
A expressão, matemática que permite a obtenção da grandeza resistência é a seguinte:

𝑅
V = R . I , ou seja V =
𝐼
R - é a resistência elétrica, dada em ohms, cujo símbolo é Ω (letra grega ômega).

V - é a tensão elétrica nos terminais do dispositivo, dada em volt, cujo símbolo é V .

I - é a intensidade de corrente que circula pelo dispositivo, dada em ampères, A.

2a LEI DE OHM
Para determinação da resistência, valendo-se dos parâmetros macroscópicos, tem-se a
seguinte expressão conhecida como segunda lei de ohm:

𝐿
R=𝜌 , onde
𝑆
𝜌 - (letra grega rô) é a resistividade específica do material dada em ohm multiplicado
por metro (Ω.m).
L - é o comprimento em metros (m).
S - é a área da seção transversal em metros quadrados (m 2).

Figura 4

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Através da observação da expressão, pode-se verificar que o valor da resistência é
diretamente proporcional ao comprimento e inversamente proporcional a área da seção
transversal, em outras palavras, quanto maior o comprimento, maior a resistência. Quanto
maior a área da seção transversal, menor a resistência.
TABELA: Resistividades 𝜌 de alguns materiais

Figura 5

RESISTORES

Resistores elétricos são dispositivos usados em circuitos elétricos, onde se aproveita


a sua resistência para servir como carga, ou mesmo como limitador de corrente, sendo
que sua resistência ao fluxo de elétrons é devidamente conhecida e medida em ohms (Ω)
e simbolizado em circuitos pela letra R.
O termo carga agora passa a representar o dispositivo elétrico capaz de consumir
energia elétrica.
Como carga elétrica, os resistores convertem a energia elétrica em calor, como no
ferro elétrico, no chuveiro e no forno a resistência, ou em luz como é o caso das lâmpadas
incandescentes. Apesar de converter a energia elétrica em energia luminosa, a lâmpada
tem um baixo rendimento, isto porque quase que a totalidade da energia fornecida é
convertida em calor, um percentual em torno de 90%. E apenas 10% aproximadamente é
utilizado como luz.

Todos estes efeitos, podem ser entendidos com uma simples interpretação da lei de
ohm, ou seja, V = R.I, onde para alterar o valor da corrente sem modificar valor da tensão,
trabalha-se com R.
ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES
Com o objetivo de controlar as características elétricas de um circuito de corrente
contínua, trabalha-se com a associação dos elementos resistivos de forma que a
equivalência da associação produza a resistência desejada. Portanto, trabalha-se com três
tipos de combinações, a saber:

- Associação em série

- Associação em paralelo

- Associação mista, combinando-se os dois anteriores

a) Série - sua característica básica é proporcionar um único caminho à corrente elétrica,


ou seja, a corrente que passa por um resistor será a mesma em todos os outros. Como
consequência de tal característica, tem-se a divisão de tensão no circuito, com cada
resistor possuindo o seu valor de tensão e a soma destes valores é igual a tensão da fonte.

Figura 6

V = R1 . I + R2 . I + R3 . I (1)

V = RT . I (2)

Substituindo 2 em 1:

I . RT = R1 . I + R2 . I + R3 . I RT = R1 + R 2 + R3 (3)

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b) Paralelo - possui como característica básica o fato da tensão sobre cada resistor ser
zmesma, igual à da fonte, com isso a corrente em cada resistor dependerá apenas de sua
resistência, e a corrente total será igual a soma de todas as correntes. A corrente
proveniente da fonte é dividida em várias partes, tantas quantos forem os resistores
ligados.

V = RT . IT = R1 .I1 = R2 . I2 = R3 . I3 (1)

𝑉 𝑉 𝑉 𝑉
I1 =
R1
; I2 = R2
; I3 = R3
; I= RT
, (2)

I = I1 + I2 + I3 (3)
Fazendo (2) em (3) temos,

1 1 1 R1 .R 2 .R 3
IT = (
R1
+ R2 + R3 ) = (4)
R 1 .R 2 + R1 .R 3 + R 2 .R 3

Neste caso, a resistência total não é a soma das resistências, apresentando um valor
sempre menor que a menor resistência disposta em paralelo.

3. Simulações e Procedimento Experimental

A finalidade deste trabalho será o uso de algumas simulações na abordagem de


conteúdos da Física, como o estudo de corrente elétrica em fios condutores, do estudo da
tensão e resistência elétrica em circuitos simples, onde é apresentada as simulações e
análise de algumas das simulações da plataforma virtual on-line disponível em
htpp://phet.colorado.edu/pt_BR/.
O site foi escolhido por ser bastante utilizados por escolas e universidades e que é
voltado para a aplicação de simulações no ensino de Física.

Então mostraremos os seguintes exemplos para o “Movimento de cargas elétricas


em um fio condutor”, temos os seguintes simuladores: simulador “ Circuito Bateria-
Resistor”, simulador “ Lei de Ohm”, simulador “Resistencia de um fio “, simulador “Kit
para montar circuito (DC)” e simulador “Kit para montar circuito (DC)” – Laboratorio
Virtual..
3.1. Simulação “ Circuito Bateria-Resistor”

No simulador colocando-se uma tensão no circuito passa a ter deslocamento de


elétrons da bateria, saindo do polo negativo passando pelo resistor retornando até o polo
positivo da bateria, que na sequencia temos um amperímetro medindo a corrente que
atravessa o resistor.
Em seguida ao amentarmos a tensão teremos um aumento dessa corrente, e a
temperatura no resistor começar a aumentar também, devido a colisão dos elétrons nos
núcleos dos átomos do material, e vemos que ao aumentarmos mais ainda a tensão
teremos ainda um maior aquecimento e o resistor fica mais claro indicando quase emissão
de luz.
Se aumentarmos a resistência e mantermos a tensão fixa, teremos a diminuição da
corrente elétrica e consequentemente o resistor diminuirá a temperatura, e em sequência
diminuirmos a tensão até zero volts não teremos nenhuma corrente circulando, e pôr fim
ao invertermos a polaridade da bateria observamos que a corrente circulará em sentido
contrário.
Temos as ocorrências das simulações conforme apresentadas nas figuras 7, 8 e 9.

Circuito aberto:

Figura 7: Simulador “Circuito Bateria-Resistor” circuito desligado

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Circuito fechado

Figura 8: Simulador “Circuito Bateria-Resistor” circuito ligado

Circuito fechado

Figura 9: Simulador “Circuito Bateria-Resistor” circuito ligado

3.1.1 Materiais Utilizados

Nas simulações foram utilizados os materias a seguir.

1. Bateria ( 12 V )
2. Resistor ( 0,93 Ω )
3. Fio condutor
4. Amperímetro ( 50 A )
3.2. Simulação “ Circuito Lei de Ohm ”

Neste simulador a corrente que circula no circuito é definida pela expressão da lei
de Ohm V = I * R, e verificamos neste experimento que mantendo a tensão fixa e variando
a resistência ao dobro de seu valor médio a corrente irá diminuir também em dobro, e
visto que também ao aumentarmos a tensão em duas vezes observamos o aumento da
corrente em dobro, o que nos proporciona a condição de afirmar que a resistência e a
corrente são grandezas inversamente proporcionais pois quando uma aumenta a outra
diminui na proporção do aumento da outra, e quando dobramos a tensão do seu valor
médio a corrente também dobra de valor, verificando que essas grandezas são diretamente
proporcionais ambas aumentando na mesma proporção.
Temos as ocorrências das simulações conforme apresentadas nas figuras 10 e 11.

Circuito fechado

Figura 10: Simulador “ Lei de Ohm ” circuito ligado

Figura 11: Simulador “ Lei de Ohm ” circuito ligado

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3.2.1 Materiais Utilizados

Nas simulações foram utilizados os materias a seguir.

1. Baterias ( 6 x 1,5V )
2. Resistor ( 1000Ω )
3. Fio condutor
4. Amperímetro ( 900 mA )

3.3. Simulação “ Resistência de um fio ”

O simulador trabalha a segunda Lei de Ohm, a qual postula que a resistência de um


material é diretamente proporcional ao seu comprimento e inversamente proporcional à
área de sua secção transversal. A simulação “resistência em um fio” (Figura 12) visa
identificar quais grandezas interferem na resistência elétrica de um condutor, e as relações
de proporcionalidades entre elas.
A simulação permite alterar a resistividade, comprimento, e área do fio. Ao mexer
nos controles deslizantes, a equação é alterada e a estrutura do fio modificada. Dessa
forma, podemos medir a resistência, e observar como o tamanho da letra que representa
a variável corresponde a seu valor.
Então ao aumentar e diminuir a resistencia do fio verificamos que duas grandezas
são diretamente proporcionais a resistencia que são a resistividade e o comprimento do
fio, que ao deslizarmos os controles da resistividade e o comprimento, para os valores
limites inferiores e máximos concluimos que a resistencia aumenta e ou diminui a medida
que essas grandezas variam os seus valores limites. Quanto a área transversal do fio se
caso aumentada em dobro a resistência diminui em dobro e se diminuida a resistencia é
aumentada em dobro também.
Temos as ocorrências das simulações conforme apresentadas nas figuras 12, 13 e 14.
Figura 12: Simulador “ Resistência em um fio ” Aumentando a resistividade.

Figura 13: Simulador “ Resistência em um fio ” Aumentando comprimento do fio.

Figura 14: Simulador “ Resistência em um fio ” Aumentando a área da seção do fio.

3.3.1 Materiais Utilizados

Nas simulações foram utilizados os materias a seguir.

1. Fio Condutor ( 0,1 – 1,33Ω )


2. Comandos deslizantes de ρ, L e A

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3.4. Simulação “ Kit para montar circuito DC ”

Nesse simulador montamos um circuito em série com dois resistores, uma lâmpada
e uma bateria e incrementamos com uma chave e um fusivel de proteção e verificamos o
que acontece em um circuito com resistencias em série.
Observamos que a bateria fornece tensão ao circuito quando fechamos a chave e
logo há uma corrente eletrica circulando pelos elementos do circuito, e medimos cada
elemento que posui resistencia e constatamos que a tensão total da bateria é dividida
nestes componentes e medimos com um amperimetro a corrente em vários pontos e
observamos que não se altera sendo a mesma que circula em todo circuito.
Vimos também que ao aumentarmos a resistencia de cada componente o valor da
tensão nos terminais destes também aumenta e diminui o valor da corrente.
Temos as ocorrências das simulações conforme apresentadas nas figuras 15, 16 e 17.

Figura 15: Simulador “ Kit para montar circuito DC ”

Figura 16: Simulador “ Kit para montar circuito DC ”


Figura 17: Simulador “ Kit para montar circuito DC ”

3.4.1 Materiais Utilizados

Nas simulações foram utilizados os materias a seguir.

1. Baterias ( 1 x 20V )
2. Resistores ( 10Ω )
3. Fios condutores
4. Chave de abertura e fechamento
5. Fusível ( 4A)
4. Amperímetro

3.5. Simulação “ Kit para montar circuito DC – Laboratório Virtual ”

Nesse simulador podemos aplicar varias propostas de atividades no "Kit para


Montar Circuito DC - Lab Virtual". Nessa atividade, serão apresentados em um
circuito com os seguintes elementos:
 Funcionamento do circuito elétrico simples em corrente contínua;
 Associação em paralelo;
 Associação em série
 Ligação do voltímetro;
 Ligação do Amperímetro;
 Ligação do fusível e dos interruptores

O circuito geral é constituido de duas malhas com resistencias em pararalelo e uma


malha com resistencias em série em paralelo com as outras duas malhas.
Observamos que a bateria fornece tensão ao circuito quando fechamos o interruptor
e logo há uma corrente eletrica circulando pelos elementos do circuito, e medimos na

5
saida de cada elemento, e possuem resistencias iguais e constatamos que a tensão total da
bateria é dividida nos componentes e medimos com um amperimetro a corrente em vários
pontos onde as correntes saem dos nós, e observamos que essa corrente elas se dividem
em cada ramo do circuito no nó de entrada de cada malha dividindo a corrente em cada
elemento do circuito, conforme a Lei de nós de Kirchoff.
No circuito paralelo as correntes se dividiram em três correntes de igual magnitude
onde se dá no fim de cada ramo, donde se somam novamente em es correntes, e
observamos que neste arranjo em paralelo a corrente é maior devido a resistencia
equivalente do circuito ser menor que a menor resistencia da associação.
Desligando os interruptores dos ramos onde temos uma unica resistencia ficamos
com um circuito em série com dois resistores com o valor de cada a metade nos outros
ramos em paralelo. A corrente que observamos nesse associação foi a mesma em todo
circuito e medimos a tensão em cada resisstor do circuito e verificamos a tensão dividida
em duas partes iguais, e conclui-se també que a corrente na associação em série será
menor visto que a associação equivalente é maior que a associação em paralelo,
Temos as ocorrências das simulações conforme apresentadas nas figuras 18, 19 e 20.

Figura 18: Simulador “ Kit para montar circuito DC - LAB ”


Figura 19: Simulador “ Kit para montar circuito DC - LAB ”

Figura 20: Simulador “ Kit para montar circuito DC - LAB ”

3.5.1 Materiais Utilizados

Nas simulações foram utilizados os materias a seguir.

1. Baterias ( 1 x 40V )
2. Resistores ( 10Ω )
3. Fios condutores
4. Interruptores de abertura e fechamento
5. Fusível ( 15A)
4. Amperímetro

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4. Conclusão

Os experimentos apresentados nesse material foram realizados com a plataforma


htpp://phet.colorado.edu/pt_BR/, de eletriciade onde as unidades de medida de tensão,
corrente, resistência são trabalhadas na maioria dos experimentos, o que facilita a
aprendizagem do acadêmico. Através dos experimentos sugeridos nesse material é
possível associar o conteúdo visto na sala de aula com a prática, possibilitando a
visualização de conceitos que muitas vezes é abstrato. Através das simulações que
envolvem o conceito de corrente elétrica se pode visualizar que o sentido real e o sentido
convencional dos elétrons em um condutor, bem como caracteristicas intrisecas de
materias condutores e as propriedades de associações de resistores em série e paralelo,
bem como o entendimento da 1ª e 2ª Leis de Ohm.
REFERÊNCIAS

NUSSENZVEIG,H. Moyses. Curso de Fisica Básica vol 3 - Eletromagnetismo. Editora


Edgard Blucher

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física vol 3:


eletromagnetismo.. 8 . ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2010.
https://phet.colorado.edu/sims/cheerpj/battery-resistor-circuit/latest/battery-resistor -
circuit.html?simulation=battery-resistor-circuit&locale=pt_BR
( Acessado 04/12/2021)
https://phet.colorado.edu/sims/html/ohms-law/latest/ohms-law_pt_BR.html
( Acessado 04/12/2021)
https://phet.colorado.edu/sims/html/resistance-in-a-wire/latest/resistance-in-a-
wire_pt.html
( Acessado 08/12/2021)
https://phet.colorado.edu/sims/html/circuit-construction-kit-dc/latest/circuit-
construction-kit-dc_pt_BR.html
( Acessado 08/12/2021)
http://phet.colorado.edu/sims/html/circuit-construction-kit-dc-virtual-lab/latest/circuit-
construction-kit-dc-virtual-lab_pt_BR.html
( Acessado 08/12/2021)

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