Você está na página 1de 86

UNITED NATIONS DEVELOPMENT PROGRAMME

Documento de Projeto
Brasil

Título do Projeto: Modernização e inovação em gestão pública no estado do Rio


Grande do Sul
Número do Projeto: BRA/19/002
Agência Executora: Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão do Estado do Rio Grande
do Sul
Data Início: data de assinatura do projeto Data Término: jul/22

Breve Descrição

Este projeto tem como objetivo desenvolver subsídios para modernização e promoção de inovação no âmbito da gestão
pública no Estado do Rio Grande do Sul. Este objetivo será alcançado por meio da elaboração e teste de novos
conteúdos e metodologias voltados a distintos aspectos da gestão pública.
Para possibilitar o alcance desse resultado (outcome), o projeto foi estruturado em 7 (sete) eixos, que correspondem
aos resultados intermediários (outputs) esperados para o projeto:

1: Propostas de novas diretrizes metodológicas e técnicas para a política de gestão do patrimônio do estado do Rio
Grande do Sul elaboradas e disseminadas;
2: Plano de desenvolvimento de capacidades e valorização profissional da equipe a serviço do Governo do Estado
desenvolvido e implantado;
3: Metodologia para otimização da gestão documental no estado desenvolvida e testada
4: Proposta de novo modelo de gestão do Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF) desenvolvida e implantada;
5: Boas práticas nacionais e internacionais em gestão pública identificadas e intercâmbio promovido
6 - Plano de desenvolvimento de capacidades para realização de compras públicas concebido;
7 - Gestão eficiente e gestão de conhecimento do projeto realizada.

O projeto tem vigência prevista até 31 de Julho de 2022, podendo ser prorrogado, se necessário.

Valor total
Contribui para o Resultado do UNDAF: 6
deste projeto

Contribui para o Resultado do CPD: 6 Origem dos Governo:


Recursos Doador:
PNUD:
In-Kind:
Não financiado

Acordado por (assinaturas):


Agência Brasileira de PNUD Agência Executora
Cooperação

Nome: Nome: Nome:

Cargo: Cargo: Cargo:


Data: Data: Data:

1
I. DESAFIO DE DESENVOLVIMENTO
1.1 Antecedentes: a Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão
(SEPLAG) do estado do Rio Grande do Sul

A Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão (SEPLAG), órgão que


integra a estrutura do Gabinete do Governador, conforme LEI Nº 15.246, de 2 de janeiro
de 2019, atua nas seguintes áreas de competência:

a) coordenar a elaboração e exercer o monitoramento do Plano Plurianual, da Lei de


Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual, bem como a abertura de créditos
adicionais;

b) promover estudos e pesquisas socioeconômicos, produzir e analisar estatísticas e


dados;

c) desenvolver estudos de avaliação de políticas públicas e disseminar conhecimento e


metodologias para o planejamento e a execução de avaliação de políticas públicas;

d) coordenar e elaborar o planejamento territorial e estabelecer políticas de


desenvolvimento regional, identificando as vocações dos municípios e das regiões do
Estado, bem como desenvolver e acompanhar os planos de desenvolvimento regional;

e) formular e coordenar a execução das políticas relativas à Geografia e à Cartografia,


com ênfase na promoção do adequado ordenamento na geração, armazenamento,
acesso, compartilhamento, disseminação e usos dos dados espaciais;

f) prospectar oportunidade e dar suporte institucional aos órgãos em cooperação técnica


internacional;

g) realizar procedimentos internos e externos necessários para aprovação de projetos de


cooperação técnica internacional;

h) definir limites globais para orçamentação e programação de liberação de recursos


orçamentários e financeiros, compatíveis com as estimativas e a arrecadação da receita
pública, em conjunto com a Secretaria da Fazenda;

i) prover apoio à Secretaria de Governança e Gestão Estratégica nas atividades


relacionadas à Consulta Popular;

j) atuar de forma intersetorial nas diversas áreas do Governo;

k) definir as diretrizes para a captação de recursos visando ao financiamento de políticas


públicas em áreas prioritárias do Estado;

2
l) analisar e avaliar tecnicamente os projetos, programas e ações do Governo, com vistas
à captação de recursos, para subsídio à decisão governamental) dispor sobre a política
de compras e realizar procedimentos licitatórios;

n) administrar o patrimônio e transporte oficial;

o) administrar o Centro Administrativo do Estado;

p) promover políticas de gestão de recursos humanos;

q) executar perícia médica do servidor público e medicina ocupacional;

r) promover políticas de gestão de organização administrativa;

s) executar política de gestão documental;

t) promover o desenvolvimento, qualificação, capacitação e formação dos recursos


humanos;

u) promover a assistência social ao servidor público e a seus dependentes;

v) desenvolver projetos, programas e atividades permanentes de modernização


administrativa e inovação, atualizando a gestão e incrementando as ações de eficiência
gerencial; e

w) coordenar e estabelecer diretrizes setoriais para a execução e monitoramento dos


convênios da Administração com a União, Estados, municípios e parcerias com
organizações da sociedade civil.

A SEPLAG/RS alcançou seu formato atual após a fusão de duas estruturas preexistentes,
bem como de suas respectivas competências: a Secretaria de Planejamento, Governança
e Gestão e a Secretaria da Modernização Administrativa e dos Recursos Humanos.
Nesse sentido, a Secretaria encontra-se atualmente em um momento de reorganização
interna para atuação segundo este novo formato.

Cabe destacar ainda que a SEPLAG/RS desempenhará, nos próximos anos, suas
atribuições em meio a um contexto bastante desafiador, no qual o RS enfrenta o
problema crônico e cada vez mais agudo do gerenciamento de seu fluxo de caixa. O
baixo crescimento econômico aliado à inadequada gestão de recursos públicos tem
agravado essa questão. Diante das restrições orçamentárias, a entrega de serviços
públicos de qualidade tem sido comprometida, o que gera uma insatisfação generalizada
na população em relação às instituições do Estado. A incapacidade do poder público em
diagnosticar as causas dessa mazela e propor soluções eficazes para superá-la
alimentam esse círculo cada vez mais vicioso.

3
Em sua mensagem anual à Assembleia Legislativa em janeiro de 2019, o Governador
Eduardo Leite propôs três pilares que deverão balizar todo o esforço de superação da
aguda crise fiscal e econômica: a promoção de uma gestão pública técnica e
responsável, do crescimento sustentável e do desenvolvimento humano e social.

Dada essa orientação estratégica, caberá à SEPLAG/RS uma série de atribuições


voltadas não apenas ao atendimento das demandas gerenciais do Estado, mas também
ao provimento de soluções inovadoras que impactem na eficiência da prestação de
serviços a outras instâncias do poder público e à sociedade gaúcha. Ao atuar na
formulação e na aplicação-piloto de metodologias inovadoras em diferentes dimensões
da gestão pública, o projeto contribuirá também com este objetivo da Secretaria.

1.2 Desafios na área de gestão pública no estado do Rio Grande do Sul:


justificativa para a cooperação técnica internacional

A Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão do Estado do Rio Grande do Sul tem


o caráter aglutinador de competências inerentes à gestão pública. Neste sentido,
posiciona-se como órgão que direciona métodos, técnicas e práticas relacionadas ao
planejamento estadual, à elaboração e execução do orçamento e à gestão de programas.

As três esferas de competência da Secretaria - planejamento, orçamento e gestão – não


têm contornos apenas de execução direta, mas também de parâmetro norteador das
atividades realizadas pelas demais secretarias do estado. Este caráter indica a
responsabilidade da Seplag como articuladora da inovação da gestão do estado, ao
mesmo tempo em que sinaliza seu potencial de capilaridade e coordenação da inovação
da gestão pública.

Tendo em vista contribuir para a capacidade da Seplag de otimizar processos e de


promover a inovação da gestão pública no estado, este projeto visa fortalecer quatro
áreas de atuação: compras públicas; gestão do patrimônio; desenvolvimento de
capacidades e valorização profissional e gestão documental. O projeto objetiva, também,
apoiar o desenvolvimento de novo modelo de gestão do centro administrativo e realizar o
mapemento de experiências inovadoras em gestão pública, promovendo o intercâmbio
entre estas e a equipe do estado.

Intenciona-se alcançar, a partir das metodologias desenvolvidas no âmbito da


cooperação, resultados mais amplos que contribuam para otimização de processos de
planejamento, orçamento e gestão em todas as secretarias do estado, partir da
experiência piloto da Seplag, que erá implementada no âmbito do projeto. Abaixo, é
apresentado um breve diagnóstico, com destaque aos principais desafios enfrentados
pelo estado do Rio Grande do Sul com relação a estas áreas de trabalho afetas ao tema
do planejamento, orçamento e gestão:

4
(i) Gestão patrimonial

A gestão patrimonial do Estado apresenta uma série de desafios para aperfeiçoar sua
gestão e otimizar os recursos públicos. Devido à grande extensão territorial e à elevada
dispersão do patrimônio imobiliário do Rio Grande do Sul, o Estado carece de uma base
de dados consistente para gerir seus próprios ativos. A despeito da recente atualização
do sistema patrimonial, permanece a necessidade de capacitação dos servidores para a
atualização e a divulgação dessas informações. Ademais, a complexidade do direito
imobiliário faz com que a análise do patrimônio do Estado seja um tema de difícil
apreensão, de modo que a excelência dos gestores e servidores seja indispensável para
evitar o desperdício de recursos.

O estabelecimento de cooperações técnicas internacionais é fundamental para que essas


adversidades sejam suplantadas. Ao invés de procurar soluções isoladas, cabe ao
Estado lançar mão de experiências exitosas, diminuindo despesas e o tempo de trabalho
de seus servidores. Nesse sentido, a cooperação técnica internacional é uma
oportunidade viável e segura para que o RS incorpore boas práticas e aprimore seus
serviços públicos, notadamente na área de patrimônio. Espera-se, então, que esse
projeto contribua para aprimorar a base de dados do Estado, capacitar os servidores para
utilizá-la eficientemente, melhorar o emprego dos imóveis e da frota de veículos e
assegurar a transparência e a divulgação dessas informações, para o aproveitamento por
parte dos agentes públicos e da sociedade.

Ainda em relação à pauta da gestão patrimonial, cabe destaque às necessidades e


desafios para melhoria da gestão do complexo do Centro Administrativo Estadual
Fernando Ferrari (CAFF), sob responsabilidade da SEPLAG. O CAFF é o lócus
imprescindível das atividades da administração pública estadual, por concentrar 14 das
22 secretarias de estado. Relatórios recentes apontam a necessidade de tornar o
complexo com aproveitamento mais otimizado de seus espaços, o aprimoramento da
eficiência energética, a adequação da política de manipulação de resíduos e a garantia
de segurança para seus funcionários. A cooperação técnica poderá colaborar, nesse
sentido, com a identificação de experiências de referência nacional e internacional em
gestão de prédios públicos, com a proposição de novo modelo e metodologia para a
gestão do CAFF.

(ii) Gestão de recursos humanos

O Rio Grande do Sul mantém há décadas dificuldades para evoluir seu sistema de gestão
de servidores. Embora o Estado possua um conjunto de informações acerca de seu
quadro funcional, permanecem obstáculos para a melhor utilização de seu pessoal. Nota-

5
se, por exemplo, que a recente curva demográfica tem aumentado a proporção de
servidores inativos em relação aos ativos, dificultando a execução de políticas públicas.
Além disso, constata-se a necessidade de tornar mais eficientes e apropriados os
critérios para a concessão de funções gratificadas e para a contratação de cargos em
comissão, atendendo as demandas da sociedade. Entende-se, por conseguinte, que os
processos de recursos humanos devem incorporar um foco estratégico, suplantando a
lógica operacional que tem caracterizado a gestão nos últimos anos. Dessa forma, a
cooperação técnica internacional poderá colaborar diretamente para a ampliação de
capacidades do estado relacionado ao tema, com o desenho de novas metodologias de
formação e estratégias de valorização profissional alinhadas com o perfil e necessidades
do governo do estado.

(iii) Gestão documental

A gestão documental é uma das atividades centrais no bom funcionamento de qualquer


administração pública que preze por celeridade, transparência, democracia e eficiência.
Parte significativa dos documentos do Estado do Rio Grande do Sul encontra-se sob os
cuidados do Arquivo Público, repartição que integra a estrutura atual da SEPLAG/ RS, e
que também é responsável pela coordenação do Sistema de Arquivos do Estado. Ainda
que a relevância dessa atividade seja inegável para as atividades rotineiras da
administração pública, a gestão documental gaúcha apresenta uma série de entraves que
tendem a se deteriorar enquanto não encontram soluções adequadas. Os documentos
físicos estão depositados em ambientes inadequados e, por vezes, de caráter provisório,
o que acarreta riscos a funcionários. Um dos últimos levantamentos, produzido em 2011,
demonstra deficiências no armazenamento dos documentos nas dependências do
Estado, bem como a necessidade de prover uma destinação que envolva a redução dos
espaços físicos, de modo a reduzir custos e otimizar os processos administrativos. O
problema afeta em particular a realização de perícias médicas, que reúnem os dados de
todos os servidores do Estado, bem como todas as suas ocorrências na vida funcional.
Além de requererem acondicionamento individual e a preservação do sigilo, esses
documentos devem permanecer armazenados por, pelo menos, 20 anos, o que implica
uma acumulação de grande volume de dados.

Tendo-se em mente semelhante diagnóstico, existe amplo espaço para o alcance da


eficiência na gestão documental, como, por exemplo, a possibilidade de se fazer uso da
ferramenta de armazenamento em nuvem. Espera-se de eventual cooperação técnica
internacional a realização de um mapeamento da situação da gestão documental no
Estado, que servirá de base para o plano de ampliação das capacidades gerenciais do
Arquivo Público. A cooperação poderá contemplar um projeto piloto de implementação de
uma nova metodologia para digitalização, classificação e manutenção do acervo e,
também, um plano de disseminação dessas inovações para demais arquivos do Estado.

(iv) Gestão de compras públicas

6
Apesar de a área de compras apresentar um nível de organização relativamente
satisfatório, são identificados gargalos e carências que impedem uma melhor utilização
dos recursos públicos, objetivo essencial principalmente no cenário de crise das finanças
estaduais. Entre os principais pontos diagnosticados estão: a falta de planejamento das
compras e contratações, tanto nas unidades demandantes quanto na estratégia e nas
metodologias aplicadas; a insuficiência de preparo dos agentes e das unidades
organizacionais para a realização de aquisições internacionais; a necessidade de
otimização dos fluxos de processos e procedimentos para objetivar compras que
atendam às necessidades dos demandantes e das partes interessadas; dificuldade de
provocar processos de inovação, com foco na eficiência e na sustentabilidade e no
compartilhamento de soluções entre compradores públicos.  

A cooperação técnica internacional poderá apoiar o planejamento de compras, por meio


do desenvolvimento de novas metodologias e fluxos para otimização da gestão das
compras públicas no estado, bem como pelo mapeamento de aquisições prioritárias ao
Estado, com destaque para aquisições internacionais. Este processo será realizado
valorizando aspectos de sustentabilidade, inovação e tecnologia, com foco no resultado e
na efetividade para os demandantes dos bens, serviços e obras públicas, com vistas a
desenvolver a estratégia de ampliação de capacidades. Como parte do processo de
ampliação de capacidades e de internalização dos novos conhecimentos pela equipe do
estado, pretende-se aplicar as estratégias e metodologias em aquisições/ contratações
piloto, além de criar um repositório de boas práticas e de documentos de referência em
compras públicas, e de oferecer treinamento e atualização das equipes técnicas do
estado no tema.

Dados os desafios que permeiam a área de planejamento, orçamento e gestão no


estado, a SEPLAG/RS considera que a promoção da cooperação técnica internacional é
uma eficiente maneira de fomentar a qualificação da gestão pública no Rio Grande do
Sul, por meio do desenvolvimento de novas metodologias e abordagens inovadoras para
a eficiência e efetividade da gestão pública. O levantamento das melhores práticas da
administração pública ao redor do mundo é uma importante contribuição para o avanço
da gestão pública no âmbito estadual, sendo a cooperação técnica internacional o melhor
instrumento para viabilizá-lo.

Dessa forma, o presente projeto de cooperação técnica internacional tem foco no


desenvolvimento de subsídios para modernização e promoção de inovação no âmbito da
gestão pública no Estado do Rio Grande do Sul, por meio do desenvolvimento de
estudos, novas metodologias e aplicação piloto de abordagens inovadoras voltadas à
eficiência e efetividade da gestão governamental.

7
II. ESTRATÉGIA
Este projeto tem como objetivo geral o desenvolvimento de subsídios para modernização
e promoção de inovação no âmbito da gestão pública no Estado do Rio Grande do Sul.. .
Para possibilitar o alcance desse resultado (outcome), o projeto foi estruturado em 7
(sete) eixos – todos estes relacionados a elementos da gestão pública -, que
correspondem aos resultados intermediários (outputs) esperados para o projeto:

1: Propostas de novas diretrizes metodológicas e técnicas para a política de gestão do


patrimônio do estado do Rio Grande do Sul elaboradas e disseminadas;
2: Plano de desenvolvimento de capacidades e valorização profissional da equipe a
serviço do Governo do Estado desenvolvido e implantado;
3: Metodologia para otimização da gestão documental no estado desenvolvida e testada
4: Proposta de novo modelo de gestão do Centro Administrativo Fernando Ferrari
(CAFF) desenvolvida e implantada;
5: Boas práticas nacionais e internacionais em gestão pública identificadas e intercâmbio
promovido
6 - Plano de desenvolvimento de capacidades para realização de compras públicas
concebido;
7 - Gestão eficiente e gestão de conhecimento do projeto realizada.

A implementação de estratégias voltadas ao fortalecimento das instituições e


ampliação de capacidades de gestão e governança é parte da agenda de
desenvolvimento global pactuada pelos estados membros da ONU – a Agenda 2030 – e
dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Nesse sentido, o ODS de número 16
destaca que não é possível trabalhar pela promoção do desenvolvimento do país sem
construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.

Este projeto contribuirá ainda para o alcance do Resultado 6 do Marco de Parceria


das Nações Unidas para o Desenvolvimento (UNDAF) e do Documento de Programa de
País do PNUD (CPD) para o período 2017-2021, a saber: “Sociedade pacífica, justa e
inclusiva promovida por meio da participação social, transparência e governança
democrática, respeitando a laicidade do Estado e garantindo direitos humanos para
todos”. Assim, o projeto está diretamente relacionado ao mandato do PNUD e ao seu
plano de país aprovado pelo governo brasileiro.

Cabe destacar ainda a experiência nacional e internacional do PNUD em temas


relacionados à governança e gestão pública, com histórico importante de projetos
firmados na área de gestão e desenvolvimento de capacidades também em âmbito
nacional. Como exemplos, podem ser citados os projetos/iniciativas: BRA/16/022 –
Capacidades e Políticas Públicas para o desenvolvimento sustentável; BRA/18/010 –
Programa de Apoio às capacidades político-institucionais de governos estaduais; e

8
BRA/17/028 - Fortalecimento de Capacidades Institucionais das Administrações Públicas
Municipais.

Dessa forma, o PNUD acessará experiências e metodologias desenvolvidas em


âmbito nacional e internacional, disponíveis em sua rede de escritórios e Centros de
Conhecimento internacionais, de forma a contribuir para o alcance dos resultados
previstos no âmbito do projeto.

A Teoria da Mudança do projeto tem como base a relação entre:


Os produtos previstos:
1: Propostas de novas diretrizes metodológicas e técnicas para a política de gestão do
patrimônio do estado do Rio Grande do Sul elaboradas e disseminadas
2: Plano de desenvolvimento de capacidades e valorização profissional da equipe a
serviço do Governo do Estado desenvolvido e implantado;
3: Metodologia para otimização da gestão documental no estado desenvolvida e testada
4: Proposta de novo modelo de gestão do Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF)
desenvolvida e implantada;
5: Boas práticas nacionais e internacionais em gestão pública identificadas e intercâmbio
promovido
6 - Plano de desenvolvimento de capacidades para realização de compras públicas
concebido;
7 - Gestão eficiente e gestão de conhecimento do projeto realizada.

O resultado geral esperado: Modernização e Inovação em gestão pública fortalecidos no


estado do Rio Grande do Sul, com foco na promoção do desenvolvimento humano
sustentável no estado.

O impacto esperado: fortalecimento de instituições eficazes, responsáveis e inclusivas,


conforme previsto na Agenda 2030 e no Programa de País do PNUD para o Brasil.

Fluxograma: Teoria da Mudança


5: Boas práticas nacionais e internacionais em
1: Propostas de novas diretrizes gestão pública identificadas e intercâmbio
3: Metodologia para otimização da
metodológicas e técnicas para a política gestão documental no estado promovido
de gestão do patrimônio do estado do Rio desenvolvida e testada 6 - Plano de desenvolvimento de capacidades
Grande do Sul elaboradas e 4: Proposta de novo modelo de gestão
disseminadas; para realização de compras públicas concebido;
do Centro Administrativo Fernando
2: Plano de desenvolvimento de 7 - Gestão eficiente e gestão de conhecimento do
capacidades e valorização profissional da Ferrari (CAFF) desenvolvida e
projeto realizada.
equipe a serviço do Governo do Estado implantada;
desenvolvido e implantado;

Modernização e Inovação em gestão pública fortalecidos no


estado do Rio Grande do Sul, com foco na promoção do
desenvolvimento humano sustentável no estado.

9
Instituições mais eficazes, responsáveis e inclusivas

III. RESULTADOS E PARCERIAS

Para alcançar o resultado esperado – de Modernização e Inovação em gestão pública


fortalecidos no estado do Rio Grande do Sul, com foco na promoção do desenvolvimento
humano sustentável no estado - serão desenvolvidos os seguintes produtos no âmbito
deste projeto:

1: Propostas de novas diretrizes metodológicas e técnicas para a política de gestão do


patrimônio do estado do Rio Grande do Sul elaboradas e disseminadas
Este produto tem foco na realização de estudos, metodologias e outros insumos voltados
a subsidiar o desenvolvimento de uma nova proposta para a política de gestão do
patrimônio no estado do Rio Grande do Sul. Neste sentido, será realizado mapeamento
de boas práticas internacionais e nacionais em política de gestão do patrimônio,
buscando identificar iniciativas de referência que possam colaborar com o desenho de
uma proposta para o fortalecimento desta política no estado.
Com base nas experiências mapeadas, será desenvolvida proposta de desenho para a
política de gestão do patrimônio do estado, priorizando abordagens inovadoras de
destinação, uso do espaço e parcerias. A elaboração da proposta será realizada com
uma metodologia participativa, com consulta a diferentes atores estratégicos do estado,
envolvendo a realização de oficinas de apresentação das práticas mapeadas, discussão
de propostas e soluções e validação da minuta de desenho proposto para a política.
Em linha com as novas propostas de diretrizes para gestão do patrimônio formuladas,
serão realizadas ações de formação dos servidores atuando na gestão do patrimônio, de
forma a possibilitar a internalização das novas práticas e metodologias desenvolvidas
pelo projeto com relação a este tema, assim como para fomentar a sustentabilidade de
aplicação das novas diretrizes formuladas na área de gestão do patrimônio. Nesse
mesmo sentido, serão realizadas também atividades de informação e sensibilização de
equipes de outras áreas governamentais, assim como do público em geral, sobre as
novas diretrizes de gestão do patrimônio no estado do Rio Grande do Sul.
Por fim, este produto prevê a realização de avaliação da primeira etapa de implantação
das novas diretrizes da política de gestão do patrimônio, com identificação de boas
práticas e desenho de estratégia para sua sustentabilidade no estado.
Para o desenvolvimento das ações previstas neste componente, poderão ser realizadas
parcerias com Universidades Públicas e/ou processo de seleção para identificação de
instituições parceiras. As instituições parceiras poderão atuar no desenvolvimento e

10
aplicação piloto de metodologias inovadoras de gestão do patrimônio, incluindo
abordagens que valorizem a aproximação com a comunidade e gestão compartilhada dos
espaços, assim como estruturação de modelagens inovadoras de parcerias com o setor
privado nesse tema. As metodologias desenvolvidas permanecerão como legado do
projeto ao estado e poderão ser replicadas para otimização das soluções de gestão do
patrimônio no Rio Grande do Sul.
A opção pela implementação de ações de desenvolvimento metodológico e implantação
piloto de metodologias inovadoras de gestão de patrimônio por meio de parceria com
agências implementadoras justifica-se pelo caráter de participação e engajamento
comunitário desejado para estas ações pilotos. No âmbito do projeto, pretende-se
desenvolver e aplicar metodologias que permitam a incidência comunitária no processo
de gestão do espaço – dessa forma, a parceria com organizações que tenham
experiência neste tipo de processo, bem como capilaridade junto às comunidades
envolvidas, representa um importante ganho metodológico para o projeto e também
assegura bons resultados do processo piloto de implantação.

2: Plano de desenvolvimento de capacidades e valorização profissional da equipe a


serviço do Governo do Estado desenvolvido e implantado
No âmbito deste produto, está prevista a realização de diagnóstico das áreas de
formação e valorização profissional no estado, incluindo mapeamento de desafios e
expectativas dos servidores, experiências em andamento e parcerias. Com base no
diagnóstico realizado, será elaborada estratégia de fortalecimento das ações de
valorização profissional no estado, incluindo aspectos de formação, avaliação de
desempenho e gestão de carreiras e saúde do servidor.
Este produto contempla ainda o desenvolvimento de proposta de matriz curricular e
trilhas de formação de servidores, de acordo com as necessidades mapeadas e a
estratégia desenvolvida. Com base no diagnóstico realizado, que deverá incluir análise de
estudos anteriores sobre o tema já realizados no estado, assim como a estratégia de
fortalecimento de capacidades desenvolvida, serão ainda identificados temas prioritários,
cujos conteúdos e sessões de formação serão realizadas, em caráter piloto, no âmbito do
projeto.
Por fim, será realizada avaliação do programa piloto de formação, bem como o desenho
de estratégia de sustentabilidade da proposta de formação desenvolvida no âmbito do
projeto.
Para o desenvolvimento das ações previstas neste componente, poderão ser realizadas
parcerias com Universidades Públicas e/ou processo de seleção para identificação de
instituições parceiras. Estas poderão atuar no desenvolvimento e aplicação piloto de
metodologias e conteúdos de formação voltados ao fortalecimento de capacidades e
valorização profissional dos servidores do estado. As metodologias de formação
desenvolvidas pelas instituições parceiras oferecerão perspectivas de inovação à
estratégia de fortalecimento de capacidades adotada pelo estado, com ganhos
importantes da efetividade da estratégia aplicada.

11
A opção pela atuação em parceria com agências implementadoras visa possibilitar a
identificação de programas de formação de ponta na área de gestão pública já
desenvolvidos por universidades/instituções de pesquisa, assim como centros de
referência na produção de conhecimento sobre o tema da gestão pública, de forma que
estas instituições/centros de referência possam – a partir de sua
experiência/conhecimento acumulado – se engajar como parceiros, no desenvolvimento
conjunto com a equipe do estado, de conteúdos e aplicação piloto de programa de
formação adaptado às necessidades e perfil do governo do estado, incorporando
elementos de inovação à estratégia de formação de capacidades desenvolvida pelo
estado.

3: Metodologia para otimização da gestão documental no estado desenvolvida e


testada

Este produto prevê a realização de diagnóstico da gestão documental do arquivo público


do estado, incluindo a área de perícia médica/ saúde do trabalhador. Com base no
diagnóstico realizado, será desenvolvido plano de fortalecimento da gestão documental
do arquivo público, incluindo aspectos relacionados à estrutura de gestão do arquivo,
assim como metodologias de digitalização, classificação e manutenção do arquivo.
A partir do plano desenvolvido, será realizada, no âmbito do projeto, ação piloto de
implantação da metodologia proposta para otimização da classificação e gestão dos
arquivos prioritários do estado. A ação piloto consistirá na aplicação, em caráter de teste,
das novas metodologias propostas para gestão de arquivos, considerando as limitações
identificadas na etapa de diagnóstico. Esta aplicação piloto será monitorada e avaliada,
possibilitando sua replicação nos demais arquivos do estado. Nesta etapa, serão
analisadas ainda alternativas para a armazenagem de dados, incluindo possibilidades de
armazenagem em nuvem, de maneira a otimizar a gestão de dados e facilitar a consulta
às informações.
Por fim, para assegurar a internalização das novas metodologias desenvolvidas, a ação
piloto será acompanhada pela equipe de gestão documental da Secretaria de
Planejamento, assim como será formulado plano de sustentabilidade da ação piloto, bem
como de disseminação da aplicação da metodologia a demais arquivos do estado.

4: Proposta de novo modelo de gestão do Centro Administrativo Fernando Ferrari


(CAFF) desenvolvida e implantada
O Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF) é um cartão postal da cidade de Porto
Alegre e do Estado do Rio Grande do Sul, localizado no bairro Praia de Belas em Porto
Alegre, capital do RS. Seu nome é uma homenagem ao economista e político Fernando
Ferrari. Projetado pelos arquitetos Charles René Hugaud, Ivanio Fontoura, Leopoldo
Constanzo, entre outros, o CAFF teve sua construção iniciada em 1976, e sua
inauguração ocorreu em 10 de março de 1987. A implantação do Centro Administrativo
propiciou a concentração da maior parte das Secretarias de Estado em um mesmo

12
prédio, facilitando os contatos mais rápidos entre os funcionários das secretarias e entre
os próprios secretários. Atualmente, funcionam no Centro diversas Secretarias e outros
órgãos da administração pública estadual.
Como polo de funcionamento da administração pública do estado do Rio Grande do Sul,
o modelo de gestão do CAFF precisa estar alinhado ao que há de mais moderno em
termos de gestão de ambientes corporativos. Nesse sentido, este produto prevê a
realização de benchmarking de modelagens inovadoras de gestão de ambientes
corporativos - públicos e empresariais - incluindo aspectos arquitetônicos, de
sustentabilidade, acessibilidade e de uso do espaço. Serão realizadas também oficinas
para coleta de subsídios para desenvolvimento do modelo de gestão do CAFF, com
participação de usuários do Centro e de outras áreas do governo do estado, assim como
a identificação de iniciativas e propostas realizadas anteriormente para a remodelagem
do Centro.
Com base nos levantamentos e benchmarking realizados, será desenvolvida proposta de
novo modelo de gestão para o CAFF, contemplando tanto elementos arquitetônicos,
como de gestão e uso do espaço. Serão realizadas ainda oficinas de debate e validação
da proposta junto aos diferentes interlocutores do estado.
Este produto contempla ainda o desenvolvimento de plano de implantação do novo
modelo de gestão do CAFF, incluindo proposta de estratégia para parcerias com o setor
privado. Para ampliar o alcance e sustentabilidade do novo modelo proposto para o
CAFF, será desenvolvida também estratégia de informação/sensibilização sobre o novo
modelo de gestão do CAFF, tanto para servidores do estado, como para o público em
geral.
Por fim, durante o processo de implantação do novo modelo de gestão, será realizada
avaliação de progresso e resultados do processo de implantação do novo CAFF,
registrando boas práticas e lições aprendidas nesse processo.
Para o desenvolvimento das ações previstas neste componente, poderão ser realizadas
parcerias com Universidades Públicas e/ou processo de seleção para identificação de
instituições parceiras. Estas poderão atuar no benchmarking de boas práticas nacionais e
internacionais de gestão de centros administrativos, assim como no desenvolvimento de
metodologias inovadoras, adaptadas à realidade do estado, com sua aplicação piloto na
modernização do CAFF.
A opção de atuação em parceria com agências implementadoras para mapeamento de
benchmarking, bem como proposição de modelagens inovadoras, visa possibilitar a
atuação conjunta dos técnicos do estado com instituições de reconhecida experiência no
tema da gestão pública, de forma a gerar o produto esperado no âmbito do componente
e, ao mesmo tempo, possibilitar o fortalecimento de capacidades da equipe da Secretaria.

5: Boas práticas nacionais e internacionais em gestão pública identificadas e


intercâmbio promovido

13
No âmbito deste produto, está previsto o mapeamento de experiências internacionais e
nacionais inovadoras em gestão pública, assim como a realização de missões de estudo
e intercâmbio a práticas prioritárias identificadas a partir do mapeamento.
Serão realizadas ainda atividades de mapeamento e sistematização de boas práticas em
gestão pública do estado, com o desenvolvimento de estratégia para sua disseminação
nacional e internacional.
A partir das boas práticas internacionais, nacionais e estaduais identificadas, serão
realizadas oficinas de apresentação/discussão das práticas mapeadas e de coleta de
insumos para o fortalecimento de políticas/práticas de gestão no estado. Com base nas
experiências mapeadas e viagens de estudo e intercâmbio realizadas, serão
desenvolvidas também propostas de novas metodologias que possam contribuir para o
fortalecimento de políticas e práticas de gestão do estado.
Com base nas experiências de referência identificadas, assim como nas necessidades de
fortalecimento de práticas de gestão mapeadas, será elaborada ainda proposta de
estratégia para fortalecimento das ações de cooperação técnica internacional no estado.

6 - Plano de desenvolvimento de capacidades para realização de compras públicas


concebido
Este produto tem foco no fortalecimento das capacidades do estado do Rio Grande do
Sul para a realização de compras públicas. Nesse sentido, será realizado mapeamento
de aquisições prioritárias ao estado, com foco principalmente em aquisições
internacionais, para o desenvolvimento da estratégia de fortalecimento de capacidades.
Com base nas ações prioritárias mapeadas, serão realizadas ações piloto, especialmente
na área de aquisições internacionais, com transferência de conhecimentos/ capacitação
em serviço à equipe da Secretaria durante a realização dos processos de aquisição.
Como parte do processo de fortalecimento de capacidades e de internalização dos novos
conhecimentos pela equipe do estado, será desenvolvido também repositório de boas
práticas e documentos de referência em compras públicas, bem como serão realizadas
oficinas de formação/atualização das equipes técnicas do estado no tema.
Dentre as aquisições previstas, estarão contemplados equipamentos especializados e de
alta tecnologia, disponíveis principalmente no mercado internacional, tais como:
equipamentos de tecnologia de ponta em segurança e náutica, equipamentos de robótica
para a área médica e hospitalar, medicamentos de alta tecnologia disponíveis
internacionalmente e material topográfico de alta tecnologia.
A realização das aquisições, em caráter piloto, justifica-se pela possibilidade de
realização de um ciclo completo de aquisição – desde a concepção até a entrega e
monitoramento dos contratos – no âmbito do projeto de cooperação técnica, contribuindo
para o fortalecimento de capacidades (capacitação em serviços) dos técnicos da área de
licitação da equipe do estado. Ainda que sejam aplicadas as regras de aquisições da
cooperação internacional, uma vez que essas regras observam os mesmos princípios da
administração pública, há a possibilidade de grande economia de custos nas compras,

14
devido a melhoria de processos decorrentes da cooperação, atendendo diretamente aos
princípios de economicidade e eficiência da administração pública.
A partir da experiência piloto, serão formuladas ainda propostas de ajuste/aprimoramento
legislativo e de fluxos/procedimentos relacionados à prática de aquisições no estado, com
na incorporação pelo estado de inovações e melhores práticas em licitações.
Cabe destacar ainda que os novos fluxos e procedimentos gerados a partir dessa
experiência piloto, passarão a ser internalizados pela equipe da Secretaria, levando ao
ganho de escala pela possibilidade de disseminação a toda a administração do estado
dos novos fluxos e procedimentos gerados a partir da experiência piloto.
Para realização das aquisições piloto previstas neste componente, os gestores do projeto
observarão os dispositivos e vedações legais aplicáveis ao tema da realização de
aquisições de equipamentos no âmbito da cooperação técnica internacional,
especialmente os expressos no documento "Diretrizes para o Desenvolvimento da
Cooperação Técnica Internacional Multilateral e Bilateral" (disponível em:
http://www.abc.gov.br/imprensa/publicacoes). Ademais, as aquisições serão passíveis de
consulta prévia à ABC, em atendimento às recomendações desta instituição.

7 - Gestão eficiente e gestão de conhecimento do projeto realizada


Será elaborado um plano geral de monitoramento e avaliação do projeto, assim como
será realizada sua avaliação final. Outra estratégia para dar efetividade a este produto é
capacitar a equipe da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão do estado do Rio
Grande do Sul para as ações de gerenciamento do projeto, de acordo com as
regulamentações nacionais e do organismo internacional para a cooperação técnica,
assim como realizar visitas técnicas de acompanhamento das atividades do projeto. Está
prevista ainda no âmbito deste produto a identificação, sistematização e disseminação
das boas práticas e novas metodologias desenvolvidas no âmbito do projeto. Para a
sistematização e disseminação de boas práticas desenvolvidas no âmbito do projeto,
poderá ser realizado aporte técnico internacional pelo PNUD e seu Centro Regional, de
forma a viabilizar o amplo alcance e compartilhamento dos resultados do projeto.
O detalhamento dos insumos envolvidos na implementação de cada um dos produtos do
projeto é apresentado no plano de trabalho plurianual do projeto (item VII).

Parcerias
A essência do mandato da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão do estado
do Rio Grande do Sul demanda um trabalho transversal e de articulação entre diferentes
áreas e esferas governamentais. Dessa forma, a implementação do presente projeto
também demandará, de acordo com as especificidades de cada produto, a realização
desta articulação. Cabe destacar aqui o esforço de articulação e estabelecimento de
parcerias que será necessário ao desenvolvimento participativo das propostas de
metodologias previstas no projeto – estas poderão contar, como detalhado nos itens
acima, com o estabelecimento de parcerias com Universidades e outras instituições com
expertise nos temas relacionados. O projeto prevê ainda uma estratégia de engajamento

15
e parceria com o setor privado, especialmente na implementação da nova modelagem
proposta para o CAFF, como explanado anteriormente.

Riscos

Os principais riscos que podem ameaçar o alcance dos resultados, dada a estratégia
escolhida pelo projeto, podem ser divididos nas seguintes categorias:

a) riscos financeiros: considerando a conjuntura econômica do país e dos estados


brasileiros, há o risco da indisponibilidade ou atraso de parte dos recursos previstos
no orçamento do projeto. Para mitigar estes riscos, a equipe da Secretaria atuará no
monitoramento das previsões orçamentárias e empenhos anuais relacionados ao
projeto.

b) riscos operacionais: este é o primeiro projeto de cooperação técnica firmado pela


Secretaria. Como a modalidade de execução prevista no projeto é a execução
nacional, este demandará a destinação de equipe, pela Secretaria, para realizar a
gestão do projeto. Para mitigar este risco, a Secretaria identificará os pontos focais de
sua equipe que ficarão responsáveis pela gestão do projeto e a equipe do PNUD
disponibilizará sessões de formação da equipe da Secretaria em regras e
procedimentos da cooperação técnica internacional, assim como identificará pontos
focais em sua equipe para o apoio cotidiano à Secretaria na execução do projeto.

O mapeamento completo dos riscos relacionados ao projeto está detalhado no Anexo 3.

Engajamento dos Beneficiários

O projeto colaborará para o fortalecimento institucional da Secretaria de Planejamento,


Orçamento e Gestão do estado do Rio Grande do Sul, oferecendo a esta subsídios que
contribuam para o contínuo avanço das políticas de gestão no estado, com foco na
promoção do desenvolvimento humano sustentável.

Este beneficiará ainda outros setores de políticas públicas no estado, bem como seus
servidores, que poderão receber contribuições ao longo do processo de fortalecimento de
capacidades em planejamento, orçamento e gestão que será desenvolvido no âmbito
deste projeto.

Por fim, ao atuar no fortalecimento de capacidades de planejamento, orçamento e gestão


e, nesse sentido, colaborar para o fortalecimento de políticas públicas no estado, o
projeto traz benefícios a toda a população do estado, como beneficiários das políticas
públicas empreendidas pelo governo do estado Rio Grande do Sul.

Conhecimento

16
O projeto prevê um componente voltado à gestão do conhecimento, que inclui a
sistematização e disseminação das novas metodologias e conteúdos desenvolvidos com
apoio do projeto.

Sustentabilidade e Escala

A estratégia de implementação do projeto está baseada no desenvolvimento de


capacidades da equipe da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão do estado
do Rio Grande do Sul, bem como de outros atores estaduais envolvidos em alguns dos
componentes do projeto, com transferência das novas metodologias desenvolvidas no
âmbito do projeto e, onde aplicável, formação de multiplicadores para sua replicação
futura. Importante ressaltar que todas as novas metodologias, atividades de pesquisa e
outras inovações serão incorporadas às rotinas dos servidores da Secretaria. Nesse
sentido, a estratégia de implementação selecionada para o projeto visa assegurar as
bases para a apropriação das novas metodologias e práticas pela Secretaria e
sustentabilidade das ações iniciadas com suporte deste documento de projeto.

IV. GESTÃO DO PROJETO

Gestão do Projeto

Este projeto diretamente vincula a ação de três instituições: a Secretaria de


Planejamento, Orçamento e Gestão do estado do Rio Grande do Sul (SEPLAG/RS), que
será a agência executora das atividades do projeto; o Programa das Nações Unidas para
o Desenvolvimento – PNUD, que prestará a cooperação técnica, bem como colaborará
com a SEPLAG/RS no acompanhamento do projeto; e a Agência Brasileira de
Cooperação, órgão vinculado ao Ministério das Relações Exteriores – ABC/MRE, que
acompanhará as ações decorrentes do projeto.

17
V. MATRIZ DE RESULTADOS
Resultado do UNDAF: 6

Resultado do Documento de Programa do País CPD para o qual este projeto contribuirá: 6
Output do Plano Estratégico do PNUD

Título do Projeto e Número do Atlas: BRA/19/002 - Planejamento, gestão pública e desenvolvimento de pessoas fortalecidos no estado do Rio Grande do Sul

Método
Linha de de
  METAS
Base Coleta
do dado
FONT
Produtos Indicadores de
E DO
Esperados Atividades Produto*
DADO Ano Ano Ano Ano
Planejadas Valor Ano FINAL

  2019 2020 2021 2022


Produto 1: 1 .1 Realizar
Propostas de mapeamento de boas
novas diretrizes práticas internacionais
metodológicas e e nacionais em política
técnicas para a de gestão do
política de patrimônio                    
gestão do 1.2 Elaborar proposta Número de
patrimônio do de política de gestão oficinas de
estado do Rio do patrimônio do formação de
Grande do Sul estado, priorizando servidores para Relatór Relatório
elaboradas e abordagens implantação das io de s de
disseminadas inovadoras de novas diretrizes progre progress
destinação, uso do de gestão do sso do 201 o do
espaço e parcerias patrimônio projeto 0 9 0 4 2   6 projeto
1.3 Realizar oficinas Número de Relatór 0 201 2 1 (estratégia 1 (avaliação 4 Relatório
de discussão e estudos e io de 9 (mapeamento de da primeira documentos s de
validação da proposta metodologias progre de boas prospecção etapa de técnicos/ progress
de política de gestão desenvolvidas sso do práticas e de parcerias) implantação) estudos o do
do patrimônio projeto proposta de produzidos projeto
política/ para
diretrizes) subsidiar a
nova política
de gestão do

18
patrimônio
1.4 Desenvolver
estratégia de 10%
prospecção de Percentual da Relatór (estratégia de Relatório
parcerias para proposta de io de 60% disseminação s de
implantação da política de gestão progre 10% (proposta de 20% (manual e progress
proposta de política de do patrimônio sso do 201 (benchmarkin política de aplicação sustentabilida o do
gestão do patrimônio desenvolvida) projeto 0 9 g) elaborada) do plano) de) 100% projeto
1.5 Desenvolver plano
de informação/
sensibilização sobre
as novas diretrizes de
gestão do patrimônio                    
1.6 Realizar ações de
formação dos
servidores atuando na
gestão do patrimônio,
em linha com as novas
diretrizes formuladas                    
1.7 Realizar avaliação
da primeira etapa de
implantação das novas
diretrizes da política de
gestão do patrimônio,
com identificação de
boas práticas e
desenho de estratégia
de sustentabilidade                    
2.1. Realizar
diagnóstico das áreas
Produto 2:
de formação e
Plano de
valorização
desenvolvimen
profissional no estado,
to de
incluindo mapeamento
capacidades e
de desafios e Relatór Relatório
valorização
expectativas dos Número de io de s de
profissional da
servidores, ativos e turmas piloto de progre progress
equipe a
experiências em formação sso do 201 o do
serviço do
andamento e parcerias realizadas projeto 0 9 1 1 2 1 5 projeto
Governo do
2.2. Elaborar Relatór 10% Relatório
Estado
estratégia de Percentual do io de 60% (estratégia de s de
desenvolvido e
fortalecimento das plano de de progre 10% (proposta de 20% (manual disseminação progress
implantado
ações de valorização capacidades sso do 201 (benchmarkin plano de aplicação e o do
profissional no estado, desenvolvido projeto 0 9 g) elaborada) do plano) sustentabilida 100% projeto
19
incluindo aspectos de
formação, avaliação
de desempenho e
gestão de carreiras e
saúde do servidor de)
2.3 Elaborar proposta
de matriz curricular e
trilhas de formação de
servidores, de acordo
com as necessidades
mapeadas e estratégia
desenvolvida                    
2.4 Desenvolver
conteúdos e sessões
de formação
prioritárias, em caráter
piloto                    
2.5 Realizar avaliação
do programa piloto de
formação e desenhar
estratégia de /
sustentabilidade                    
3.1 Realizar
diagnóstico da gestão
documental do arquivo Percentual de Relatór Relatório
público do estado, arquivos na área io de 100% dos de
incluindo área de de perícia médica progre arquivos progress
perícia médica/saúde digitalizados e sso do 201 incluidos na o do
do servidor classificados projeto 0 9 20% 80% 0   ação piloto projeto
Produto 3: 3.2 Desenvolver plano
Metodologia de gestão documental
para otimização do arquivo público, 2
da gestão incluindo aspectos (benchmarki 1 (manual de
documental no relacionados a ng nacional e 1 (avaliação replicação 5 estudos
1 (diagnóstico
estado estrutura de gestão do Número de internacional da das boas técnicos/
da gestão
desenvolvida e arquivo, assim como estudos técnicos/ em boas implantação práticas em novas
documental)
testada metodologias de novas Relatór práticas de piloto) gestão metodologia Relatório
digitalização, metodologias na io de gestão documental) s na área de de
classificação e área de gestão progre documental) gestão progress
manutenção do documental sso do 201 documental o do
arquivo desenvolvidos projeto 0 9 produzidos projeto
3.3 Realizar ação
piloto de implantação
da metodologia, com a                    
20
digitalização e
classificação de
arquivos prioritários
(ação piloto
implantada nos
arquivos da área de
perícia médica/saúde
do servidor)
3.4 Desenvolver plano
de sustentabilidade da
ação piloto implantada
e de disseminação da
aplicação da
metodologia a demais
arquivos do estado                    
4.1 Realizar
benchmarking de
modelagens
inovadoras de gestão
de ambientes Número de
corporativos - públicos oficinas de coleta
e empresariais - de subsídios e de
incluindo aspectos discussão/validaç Relatór Relatório
arquitetônicos, de ão da proposta de io de de
sustentabilidade, modelo de gestão progre progress
Produto 4: acessibilidade e de do CAFF sso do 201 o do
Proposta de uso do espaço realizadas projeto 0 9 2 4 0 0 6 projeto
novo modelo 4.2 Realizar oficinas
de gestão do para coleta de
Centro subsídios para
Administrativo desenvolvimento do
Fernando modelo de gestão do
Ferrari (CAFF) CAFF, com
desenvolvida e participação de Percentual de Relatór Relatório
implantada usuários do Centro, elaboração e io de 60% de
assim como de outras validação do novo progre 20% (primeira progress
áreas do governo do modelo de gestão sso do 201 (benchmarkin proposta 20% (modelo o do
estado do CAFF projeto 0 9 g realizado) elaborada) disseminado) 0 100% projeto
4.3 Desenvolver
proposta de novo
modelo de gestão do
CAFF                    
4.4 Debater e validar
proposta junto aos                    
21
diferentes
interlocutores do
estado
4.5 Desenvolver plano
de implantação do
novo modelo de
gestão do CAFF,
incluindo proposta de
estratégia para
parcerias com o setor
privado                    
4.6 Realizar avaliação
de progresso e
resultados do
processo de
implantação do novo
CAFF                    
4.7 Desenvolver
estratégia de
informação/sensibiliza
ção sobre o novo
modelo de gestão do
CAFF                    
5.1 Realizar
mapeamento de Relatór Relatório
experiências Número de io de de
internacionais e missões de progre progress
nacionais inovadoras estudo/intercâmbi sso do 201 o do
em gestão pública o realizadas projeto 0 9 1 1 0   2 projeto
Produto 5:
5.2 Realizar missões Número de
de estudo e oficinas de Relatór Relatório
Boas práticas
intercâmbio a práticas apresentação/ io de de
nacionais e
prioritárias discussão de progre progress
internacionais
identificadas a partir experiências sso do 201 o do
em gestão
do mapeamento realizadas projeto 0 9 0 1 1   2 projeto
pública
5.3 Mapear e
identificadas e
sistematizar boas
intercâmbio
práticas em gestão
promovido
pública do estado e
desenvolver estratégia
de disseminação                    
5.4 Realizar oficinas
de  
apresentação/discussã                  
22
o das práticas
mapeadas e de coleta
de insumos para o
fortalecimento de
políticas/práticas de
gestão no estado
5.5 Desenvolver
propostas de novas
metodologias de
políticas e práticas de
gestão do estado, com
base nas experiências
mapeadas e viagens
de estudo e
intercâmbio realizadas                    
5.6 Elaborar proposta
de estratégia para
otimização de
processos de
cooperação técnica
internacional no
estado                    
6.1 Realizar
mapeamento de Número de Relatór Relatório
aquisições prioritárias oficinas de io de de
ao estado, com foco formação progre progress
em aquisições realizadas sso do 201 o do
internacionais projeto 0 9 1 1 1 1 4 projeto
6.2 Realizar ações
Produto 6 -
piloto na área de 20% 100% do
Plano de Percentual de
aquisições (mecanismo repositório
desenvolvimen estruturação do
internacionais, com de de boas
to de repositório de
transferência de Relatór 10% sustentabilida práticas e Relatório
capacidades boas práticas e
conhecimentos/ io de (estrutura 30% de/ documentos de
para realização instrumentos de
capacitação em progre conceitual do (mapeament 40% (práticas atualização de progress
de compras referência
serviço à equipe da sso do 201 repositório o de práticas sistematizada periódica referência o do
públicas
Secretaria projeto 0 9 preparada) realizado) s) implantado) implantado projeto
concebido
63 Estruturar
repositório de boas
práticas e documentos
de referência em
compras públicas                    
6.4 Realizar oficinas
de                    
23
formação/atualização
das equipes técnicas
do estado no tema de
compras públicas
7.1 Capacitar equipe Relatór Relatório
Percentual de
da unidade gestora do io de de
cumprimento das
projeto para progre progress
metas anuais do
gestão/implementação sso do 201 o do
projeto
do projeto. projeto 0 9 100% 100% 100%   100% projeto
7.2 Realizar missões Percentual de Relatór Relatório
de monitoramento do cumprimento das io de de
Produto 7 - projeto regras de progre progress
Gestão execução de sso do 201 o do
eficiente e projetos projeto 0 9 100% 100% 100%   100% projeto
gestão de 7.3 Identificar,
conhecimento sistematizar e
do projeto disseminar novas
realizada metodologias e boas
práticas no âmbito do
projeto.                    
7.4 Realizar avaliação
de resultados do
projeto                    
7.5 Realizar auditoria
do projeto                    

24
VI. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO
De acordo com as políticas e procedimentos do PNUD, o projeto será monitorado e avaliado de acordo com o plano abaixo:

Plano de Monitoramento
Atividade de
Frequência Custo Cronograma
Monitoramento
Vide plano
Progresso dos Trimestralmente de trabalho Ano/m Ja Fe Mar A M Jun Jul Ag Set O Nov Dez
Resultados plurianual
do projeto ês n v br ai o ut
Monitoramento e Vide plano
Gestão de Riscos de trabalho
Usar a matriz de risco plurianual 2019 PR/G RP/TP LA/SG
anexa e ativar no Atlas, do projeto
incluir as medidas Trimestralmente R R P
previstas pelo UNDP’s
Social and 2020 PR/G PR/G SGP PR/G RP/TP LA/SG
Environmental
Standards R R R R P
Vide plano 2021 PR/G PR/G SGP PR/G RP/TP LA/SG
Lições Aprendidas de trabalho
Registrar e integrar ao Anualmente
projeto
plurianual R R R R P
do projeto
2022 PR/G LA RP/TP
Revisão Anual da Vide plano
Qualidade do de trabalho R R/
Projeto plurianual
Analisar a os pontos Anualmente do projeto SGP
fortes e fracos do
projeto de acordo com Legenda:
os padrões de
qualidade do PNUD PR- Progresso dos Resultados
Relatório de Vide plano
Progresso de trabalho GR- Monitoramento e Gestão de Riscos
Apresentado ao Comitê plurianual
do projeto mostrando do projeto
os resultados atingidos Anualmente e ao LA- Lições Aprendidas
em comparação às final do projeto
metas previstas,
atualização da matriz
QP- Revisão Anual da Qualidade do Projeto
de riscos e medidas de
mitigação RP - Relatório de Progresso;
Reunião Tripartite Anualmente Vide plano
do Comitê do de trabalho TPR - Reunião Tripartite;
Projeto (PNUD, plurianual

25
ABC e Agência do projeto SGP- Preenchimento dos dados no SIGAP
Executora)
Análise do
desempenho do
Auditorias anuais poderão ainda ser realizadas no projeto, como definido pelas regras do PNUD.
projeto, execução
orçamentária, revisão
do plano multianual,
lições aprendidas,
Envio de dados  no Vide plano
SIGAP* sobre a de trabalho
execução e plurianual
progresso do projeto do projeto
de informações
cadastrais,
orçamentárias,
Semestralmente
beneficiários do
projeto, abrangência
geográfica,
programação geral
de metas e outros,
pela Agência
Executora Nacional

26
Plano de Avaliação
Resultado Ano de Parceiros da Fonte de
Tipo de Avaliação Parceiros Custo estimado
UNDAF/CPD Finalização Avaliação Recursos
Avaliação Final N/A 6 2022 N/A USD6,000 Projeto

27
VII. PLANO DE TRABALHO PLURIANUAL

VII. Plano de Trabalho Plurianual


Produtos Atividades Planejadas Cronograma Responsável Orçamento Planejado (BRL) USD
Esperados pela
implementação
201 202 202 202 No e 2019 2020 2021 2022 Total R$ Total
9 0 1 2 Descrição da
linha
orcamentari
a
Produto 1: 1 .1 Realizar x x x   SEPLAG-RS 71300 - R$ R$ R$ R$ R$ $
Propostas de novas mapeamento de boas Consultorias 21,000.00 59,500.00 59,500.00 - 140,000.00 36,910.10
diretrizes práticas internacionais e Nacionais
metodológicas e nacionais em política de (pessoa
técnicas para a gestão do patrimônio física)
política de gestão
1.2 Elaborar proposta de x x x  
do patrimônio do
política de gestão do
estado do Rio
patrimônio do estado,
Grande do Sul
priorizando abordagens
elaboradas e
inovadoras de
disseminadas
destinação, uso do
espaço e parcerias

1.3 Realizar oficinas de x x x   71600 - R$ R$ R$ R$ R$ $


discussão e validação da Viagens 15,900.00 18,000.00 19,800.00 - 53,700.00 14,157.66
proposta de política de
gestão do patrimônio

1.4 Desenvolver x x x  
estratégia de prospecção
de parcerias para
implantação da proposta
de política de gestão do
patrimônio
1.5 Desenvolver plano de x x x   72100 - R$ R$ R$ R$ R$ $
informação/ subcontratos 66,450.00 188,275.00 188,275.00 - 443,000.00 116,794.09
sensibilização sobre as (pessoa
novas diretrizes de jurídica)
gestão do patrimônio
1.6 Realizar ações de x x x  
formação dos servidores
atuando na gestão do
patrimônio, em linha com
as novas diretrizes
formuladas

28
1.7 Realizar avaliação da x x x   75100 - GMS R$ R$ R$ R$ R$ $
primeira etapa de 5,167.50 13,288.75 13,378.75 - 31,835.00 8,393.09
implantação das novas
diretrizes da política de
gestão do patrimônio,
com identificação de
boas práticas e desenho
de estratégia de
sustentabilidade
Sub-Total Produto 1 R$ R$ R$ R$ R$ $
108,517.50 279,063.75 280,953.75 - 668,535.00 176,254.94
Produto 2: Plano de 2.1. Realizar diagnóstico x x x x SEPLAG-RS 71300 - R$ R$ R$ R$ R$ $
desenvolvimento de das áreas de formação e Consultorias 12,000.00 34,000.00 34,000.00 - 80,000.00 21,091.48
capacidades e valorização profissional Nacionais
valorização no estado, incluindo (pessoa
profissional da mapeamento de desafios física)
equipe a serviço do e expectativas dos
Governo do Estado servidores, ativos e
desenvolvido e experiências em
implantado andamento e parcerias

2.2. Elaborar estratégia x x x   71600 - R$ R$ R$ R$ R$ $


de fortalecimento das Viagens 17,500.00 16,900.00 18,000.00 - 52,400.00 13,814.92
ações de valorização
profissional no estado,
incluindo aspectos de
formação, avaliação de
desempenho e gestão de
carreiras e saúde do
servidor
2.3 Elaborar proposta de   x x x 72100 - R$ R$ R$ R$ R$ $
matriz curricular e trilhas subcontratos 93,000.00 263,500.00 263,500.00 - 620,000.00 163,459.00
de formação de (pessoa
servidores, de acordo jurídica)
com as necessidades
mapeadas e estratégia
desenvolvida
2.4 Desenvolver   x x x 75100 - GMS R$ R$ R$ R$ $
conteúdos e sessões de 6,125.00 15,720.00 15,775.00 37,620.00 9,918.27
formação prioritárias, em
caráter piloto
2.5 Realizar avaliação do   x x x
programa piloto de
formação e desenhar
estratégia de
aprimoramento/
sustentabilidade

Sub-Total Produto 2 R$ R$ R$ R$ R$ $
128,625.00 330,120.00 315,500.00 15,775.00 790,020.00 208,283.68

29
Produto 3: 3.1 Realizar diagnóstico x x x   SEPLAG-RS 71300 - R$ R$ R$ R$ R$ $
Metodologia para da gestão documental do Consultorias 27,000.00 76,500.00 76,500.00 - 180,000.00 47,455.84
otimização da arquivo público do Nacionais
gestão documental estado, incluindo área de (pessoa
no estado perícia médica/saúde do física)
desenvolvida e servidor
testada
3.2 Desenvolver plano de x x x   71600 - R$ R$ R$ R$ R$ $
gestão documental do Viagens 19,500.00 17,000.00 18,700.00 - 55,200.00 14,553.12
arquivo público, incluindo
aspectos relacionados a
estrutura de gestão do
arquivo, assim como
metodologias de
digitalização,
classificação e
manutenção do arquivo

3.3 Realizar ação piloto x x x   72100 - R$ R$ R$ R$ R$ $


de implantação da subcontratos 90,000.00 255,000.00 255,000.00 - 600,000.00 158,186.13
metodologia, com a (pessoa
digitalização e jurídica)
classificação de arquivos
prioritários (ação piloto
implantada nos arquivos
da área de perícia
médica/saúde do
servidor)

3.4 Desenvolver plano de x x x   75100 - GMS 6,8 17, 17,5 R$ $


sustentabilidade da ação 25.00 425.00 10.00 41,760.00 11,009.75
piloto implantada e de
disseminação da
aplicação da metodologia
a demais arquivos do
estado
Sub-Total Produto 3 R$ R$ R$ R$ R$ $
143,325.00 365,925.00 350,200.00 17,510.00 876,960.00 231,204.85
Produto 4: Proposta 4.1 Realizar x x x   SEPLAG-RS 71300 - R$ R$ R$ R$ R$ $
de novo modelo de benchmarking de Consultorias 54,000.00 153,000.00 153,000.00 - 360,000.00 94,911.68
gestão do Centro modelagens inovadoras Nacionais
Administrativo de gestão de ambientes (pessoa
Fernando Ferrari corporativos - públicos e física)
(CAFF) empresariais - incluindo
desenvolvida e aspectos arquitetônicos,
implantada de sustentabilidade,
acessibilidade e de uso
do espaço

30
4.2 Realizar oficinas para x x x   71600 - R$ R$ R$ R$ R$ $
coleta de subsídios para Viagens 17,000.00 19,900.00 18,000.00 - 54,900.00 14,474.03
desenvolvimento do
modelo de gestão do
CAFF, com participação
de usuários do Centro,
assim como de outras
áreas do governo do
estado
4.3 Desenvolver proposta x x x   72100 - R$ R$ R$ R$ R$ $
de novo modelo de subcontratos 64,500.00 182,750.00 182,750.00 - 430,000.00 113,366.73
gestão do CAFF (pessoa
jurídica)
4.4 Debater e validar x x x   75100 - GMS R$ R$ R$ R$ R$ $
proposta junto aos 6,775.00 17,782.50 17,687.50 - 42,245.00 11,137.62
diferentes interlocutores
do estado
4.5 Desenvolver plano de x x x  
implantação do novo
modelo de gestão do
CAFF, incluindo proposta
de estratégia para
parcerias com o setor
privado
4.6 Realizar avaliação de   x x x
progresso e resultados
do processo de
implantação do novo
CAFF
4.7 Desenvolver   x x x
estratégia de
informação/sensibilizaçã
o sobre o novo modelo
de gestão do CAFF
Sub-Total Produto 4 R$ R$ R$ R$ R$ $
142,275.00 373,432.50 371,437.50 - 887,145.00 233,890.06
Produto 5: Boas 5.1 Realizar x x x   SEPLAG-RS 71300 - R$ R$ R$ R$ R$ $
práticas nacionais e mapeamento de Consultorias 25,500.00 72,250.00 72,250.00 - 170,000.00 44,819.40
internacionais em experiências Nacionais
gestão pública internacionais e (pessoa
identificadas e nacionais inovadoras em física)
intercâmbio gestão pública
promovido 5.2 Realizar missões de x x x   71600 - R$ R$ R$ R$ R$ $
estudo e intercâmbio a Viagens 16,480.00 18,360.00 18,360.00 - 53,200.00 14,025.84
práticas prioritárias
identificadas a partir do
mapeamento
5.3 Mapear e x x x   72100 - R$ R$ R$ R$ R$ $
sistematizar boas subcontratos 3,000.00 8,500.00 8,500.00 - 20,000.00 5,272.87
práticas em gestão (pessoa
pública do estado e jurídica)
desenvolver estratégia

31
de disseminação
5.4 Realizar oficinas de x x x   75100 - GMS R$ R$ R$ R$ R$ $
apresentação/discussão 2,249.00 4,955.50 4,955.50 - 12,160.00 3,205.91
das práticas mapeadas e
de coleta de insumos
para o fortalecimento de
políticas/práticas de
gestão no estado

5.5 Desenvolver   x x x
propostas de novas
metodologias e/ou de
fortalecimento de
políticas e práticas de
gestão do estado, com
base nas experiências
mapeadas e viagens de
estudo e intercâmbio
realizadas

5.6 Elaborar proposta de   x x x


estratégia para
fortalecimento das ações
de cooperação técnica
internacional no estado

Sub-Total Produto 5 R$ R$ R$ R$ R$ $
47,229.00 104,065.50 104,065.50 - 255,360.00 67,324.02
Produto 6 - Plano 6.1 Realizar x x x   SEPLAG-RS 71300 - R$ R$ R$ R$ R$ $
de desenvolvimento mapeamento de Consultorias 21,000.00 59,500.00 59,500.00 - 140,000.00 36,910.10
de capacidades aquisições prioritárias ao Nacionais
para realização de estado, com foco em (pessoa
compras públicas aquisições internacionais física)
concebido
6.2 Realizar ações piloto x x x   71600 - R$ R$ R$ R$ R$ $
na área de aquisições Viagens - - - - - -
internacionais, com
transferência de
conhecimentos/
capacitação em serviço à
equipe da Secretaria

6.3 Estruturar repositório   x x x 72100 - R$ R$ R$ R$ R$ $


de boas práticas e subcontratos 300,000.00 450,000.00 500,000.00 - 1,250,000.0 329,554.44
documentos de (pessoa 0
referência em compras jurídica)
públicas

32
6.4 Realizar oficinas de   x x x 75100 - GMS R$ R$ R$ R$ R$ $
formação/atualização das 16,050.00 25,475.00 27,975.00 - 69,500.00 18,323.23
equipes técnicas do
estado no tema de
compras públicas
Sub-Total Produto 6 R$ R$ R$ R$ R$ $
337,050.00 534,975.00 587,475.00 - 1,459,500.0 384,787.77
0
Produto 7 - Gestão 7.1 Capacitar equipe da x x x x PNUD 71300 - R$ R$ R$ R$ $
eficiente e gestão unidade gestora do Consultorias 7,500.00 21,250.00 21,250.00 50,000.00 13,182.18
de conhecimento projeto para Nacionais
do projeto realizada gestão/implementação (pessoa
do projeto. física)
7.2 Realizar missões de   x x x 71600 - R$ R$ R$ R$ $
monitoramento do projeto Viagens 5,400.00 15,300.00 15,300.00 36,000.00 9,491.17

7.3 Identificar,     x x 72100 - R$ R$ R$ R$ $


sistematizar e disseminar subcontratos 6,000.00 17,000.00 17,000.00 40,000.00 10,545.74
novas metodologias e (pessoa
boas práticas no âmbito jurídica)
do projeto.
7.4 Realizar avaliação de   x x x 75100 - GMS R$ R$ R$ R$ $
resultados do projeto 945.00 2,677.50 6,338.88 9,961.38 2,626.25

7.5 Realizar auditoria do   x x x          


projeto
Sub-Total Produto 7 R$ R$ R$ R$ R$ $
19,845.00 56,227.50 36,550.00 23,338.88 135,961.38 35,845.34
TOTAL               R$ R$ R$ R$ R$ $
926,866.50 2,043,809.2 2,046,181.7 56,623.88 5,073,481.3 1,337,590.66
5 5 8

33
VIII. ARRANJOS DE GOVERNANÇA E DE GERENCIAMENTO

Em conformidade com o arcabouço de gerenciamento por resultados adotado pelo


PNUD, aplicável a projetos na modalidade de execução nacional (cujo detalhamento
poderá ser encontrado no endereço eletrônico
http://content.undp.org/go/userguide/results/ppm-overview/management-structure, onde é
detalhada a Estrutura Organizacional para o Gerenciamento de Programa & Projetos)os
seguintes interlocutores participarão do acompanhamento e gestão do projeto:

Estrutura Organizacional do Projeto

Comitê de Acompanhamento do Projeto

Representante(s) da Representante(s) da PNUD


ABC/MRE SEPLAG/RS

Controle de Qualidade de
Projeto
(por membros do Comitê ) Gerente do Projeto Equipe de Suporte ao
Projeto

a) Comitê de Acompanhamento do Projeto (Project Board – CP): tem por objetivo


representar a função da orientação estratégica para o projeto. Serão incluídos
no CP no mínimo três membros, representantes da SEPLAG/RS, da ABC e do
PNUD. Se for necessário, e diante de contextos específicos, outros membros
oficiais podem ser incluídos neste grupo.

b) A Garantia de Qualidade do Projeto é de responsabilidade de cada membro do


Comitê de Acompanhamento do projeto, mas o papel pode ser delegado. Por
parte do Comitê de Acompanhamento do Projeto, o PNUD atuará como
garantia de qualidade do projeto e será responsável por conduzir objetivo e
imparcial monitoramento do projeto.

c) Gerente do Projeto (project manager)/ Coordenador do Projeto: pessoa


designada pela SEPLAG/RS, responsável pelo gerenciamento do dia-a-dia e
pela tomada de decisão sobre o projeto no escopo do plano aprovado pelo
Comitê de Acompanhamento do Projeto.

34
8.1 Atribuições das Partes

8.1.1Atribuições da Agência Executora

A equipe vinculada à Agência Executora (SEPLAG/RS) terá as seguintes atribuições na


execução do projeto:

a. Articular-se com o PNUD, ABC/MRE e outros entes visando ao desenvolvimento das


atividades do Projeto de Cooperação Técnica Internacional;
b. Desenvolver os procedimentos para repasse de fundos ao projeto de acordo com
cronograma de pagamentos previsto no Documento de Projeto e suas revisões;
c. Detalhar as intervenções propostas no Plano de Trabalho do Projeto de Cooperação
Técnica, mediante a elaboração de termos de referência, especificações técnicas, em
colaboração com o PNUD;
d. Estabelecer critérios para a seleção de consultores para as atividades previstas no
Projeto, em colaboração com o PNUD;
e. Participar da elaboração de processos licitatórios para compra de bens e serviços
técnicos, bem como da análise de propostas;
f. Supervisionar, controlar, avaliar e certificar a entrega de bens e serviços adquiridos,
zelando pela observância dos padrões de qualidade especificados;
g. Monitorar a implementação física e financeira do Projeto, elaborando relatórios de
progresso de acordo com modelos do PNUD e ABC;
h. Desenvolver, em conjunto com PNUD e ABC, exercícios de avaliação intermediária e
final do Projeto de Cooperação Técnica, de acordo com cronograma de
monitoramento e avaliação estabelecido no Documento de Projeto;
i. Participar de reuniões tripartites e de reunião de avaliação ao final do Projeto;
j. Propor alterações/revisões do Projeto ao PNUD e à ABC, quando necessário;
k. Responder a auditorias internas e externas do Projeto de Cooperação Técnica,
mantendo arquivada a documentação necessária;
l. Articular-se com o PNUD sobre assuntos pertinentes aos aspectos técnicos da
implementação do Projeto.
m. Articular-se com o PNUD sobre os assuntos pertinentes ao encerramento do projeto,
incluindo a observância aos procedimentos do organismo.
n. Realizar o preenchimento do sistema SIGAP da ABC.

35
Nesse sentido, pode-se dizer que ao Coordenador de Projeto incumbir-se-á de:

a. Avaliar a obtenção das metas e produtos programados;


b. Coordenar e supervisionar os esforços das equipes técnicas das áreas de execução
do projeto;
c. Consolidar a programação operacional do projeto;
d. Propiciar suporte técnico e operacional às equipes de execução do projeto;
e. Acompanhar e avaliar o desempenho das diferentes áreas de execução do projeto;
f. Coordenar e supervisionar a elaboração dos Relatórios de Progresso e das
Avaliações Intermediária e Final;
g. Submeter planos de trabalho e relatórios de desempenho ao Comitê de
Acompanhamento do Projeto
h. Coordenar o trâmite de encerramento do projeto junto ao PNUD, observando os
procedimentos do organismo.

Vale destacar que, além do Diretor Nacional do Projeto e do Gerente/Coordenador do


projeto, a SEPLAG/RS designará uma pessoa de sua equipe para atividades
administrativas e operacionais relativas ao projeto e, em cada área técnica coberta pelo
projeto, haverá uma pessoa responsável pelo acompanhamento técnico dos produtos.
As áreas técnicas da SEPLAG/RS serão responsáveis pelo acompanhamento técnico das
atividades desenvolvidas no âmbito de cada produto, prestando informações para a
Coordenação do Projeto, que fiscalizará o cumprimento dos prazos, entrega dos produtos
e sua adequação em relação ao escopo do projeto e das respectivas metas.
Todos os membros integrantes da Unidade Gestora do Projeto pertencem ao quadro de
pessoal da Agência Executora e se constituem na contrapartida nacional para
implantação do projeto.

8.1.2 – Atribuições do PNUD

Caberá ao PNUD, em conformidade com suas diretrizes, normas e regulamentos:


a. prestar assessoria técnica ou transferir conhecimentos à Agência Executora em
consonância com as atividades técnicas previstas no Documento de Projeto;
b. participar na supervisão, no acompanhamento e na avaliação dos trabalhos
executados no Projeto;
c. colaborar com especialistas de seu quadro regular, segundo as suas
disponibilidades, ou contratar consultores, a fim de atender às solicitações da Agência
Executora, levando em conta a adequação de sua especialidade com as atividades e
os recursos definidos no Projeto;
d. processar, por solicitação da Agência Executora, as ações administrativas
necessárias à consecução do objeto de que trata este Documento de Projeto,

36
inclusive a contratação de consultores na modalidade “produto”, observando sempre
critérios de qualidade técnica, custos e prazos previstos;
e. transferir à Instituição Executora a propriedade dos bens móveis adquiridos com
recursos do Projeto imediatamente após o pagamento e mediante o atesto de
recebimento definitivo de tais bens pela Instituição Executora;
f. organizar ações de capacitação de recursos humanos estabelecidas em comum
acordo com a Agência Executora;
g. preparar, conjuntamente com a Agência Executora, as revisões orçamentário-
financeiras, assim como as revisões do Plano de Trabalho, sempre que necessário,
nos termos previstos no Documento de Projeto;
h. gerenciar os recursos financeiros do projeto seguindo seus procedimentos
contábeis e financeiros;
i. disponibilizar eletronicamente relatórios de execução financeira do projeto;
j. prestar todas as informações necessárias às atividades de acompanhamento da
ABC/MRE;
l. possibilitar o acesso aos documentos relacionados à gestão administrativa e
financeira do projeto aos Órgãos de controle e à ABC/MRE.
k. orientar o processo de encerramento do projeto, com base em suas políticas e
procedimentos.

8.1.3 – Atribuições da ABC/MRE

Caberá à ABC/MRE, em conformidade com suas diretrizes, normas e regulamentos,


acompanhar o desenvolvimento do Projeto sob os aspectos técnicos, mediante análise
dos relatórios anuais recebidos, realizar visitas técnicas a Agência Executora e aos locais
de intervenção do Projeto, bem como participar de reuniões periódicas com seus
responsáveis e com o PNUD, para fins de verificação do cumprimento dos seus objetivos,
metas e resultados.

O Projeto poderá sofrer adequações sugeridas pelo Comitê de Acompanhamento do


Projeto, bem como pelo Representante Residente do PNUD, à medida que sua
necessidade se justifique no âmbito do Documento de Projeto acordado. Os recursos
financeiros estarão definidos no orçamento e serão utilizados em conformidade com as
Normas Financeiras e os Regulamentos do PNUD. Em termos operacionais, serão
observados os Procedimentos do PNUD.

37
8.2 Insumos

8.2.1 Insumos da Agência Executora

A SEPLAG/RS colocará à disposição do projeto pessoal técnico e administrativo


pertencente ao seu quadro de funcionários sem ônus para o projeto. Para tanto, serão
considerados os critérios de oportunidade, capacitação específica para o desempenho
das atividades e adequação às necessidades identificadas em termos de quantidade de
pessoal requerido.

 A SEPLAG/RS disponibilizará também instalações físicas, equipamentos, veículos


e mobiliário adequados para a execução das atividades do projeto, inclusive aquelas a
serem desempenhadas por consultores, técnicos e pessoal de apoio.

Insumos que serão contratados para o projeto estão listados no Anexo IV deste
Documento de Projeto.

8.2.2 Insumos do PNUD

a) Apoio Técnico

O PNUD cooperará com a Agência Executora Nacional do Projeto desenvolvendo


atividades de cooperação técnica, mobilização e disseminação de conhecimento técnico
e apoio técnico ao planejamento, implementação, monitoria e avaliação do mesmo e
assistência nos processos de aquisição de bens e serviços e utilização de insumos.

b) Apoio à Execução Nacional

O Governo brasileiro solicita que, para apoiar a execução de projetos administrados sob a
modalidade de Execução Nacional, o PNUD coloque à disposição da Agência Executora
do Projeto seus mecanismos de preparação de documentos informativos, bem como
efetue pagamentos a prestadores de serviços contratados no âmbito do projeto. O PNUD
envidará esforços no sentido de capacitar o Governo brasileiro na execução das
atividades identificadas neste projeto.
Neste contexto, o PNUD proverá os seguintes serviços adicionais:
a) assistência no recrutamento, ou recrutamento direto, de profissionais para atuar no
projeto;
b) identificação de apoio a atividades de treinamento, concessão de bolsas de estudo,
treinamento de curto prazo e viagens de estudo,
c) aquisição de bens e contratação de serviços;
d) acesso aos sistemas mundiais de informação gerenciados pelo PNUD;
38
e) acesso à rede internacional de escritórios do PNUD;
f) acesso aos sistemas do PNUD sobre informações operacionais, cadastros de
consultores, fornecedores e serviços de cooperação para o desenvolvimento.

A responsabilidade do escritório local do PNUD pela prestação de serviços de apoio à


execução deverá se limitar aos itens detalhados acima. As regras e os procedimentos
para contratação de serviços, aquisição de material permanente e contratação de
consultores, bem como as normas pertinentes para execução do Projeto são aquelas
constantes dos manuais corporativos do PNUD.

A supracitada assistência poderá sofrer adequações sugeridas pelo Comitê de


Acompanhamento do Projeto, direção da Agência Executora, bem como pelo
Representante Residente do PNUD, à medida que sua necessidade se justifique no
âmbito do documento de projeto acordado entre as partes. Os recursos financeiros para
tal assistência estarão definidos no orçamento do Projeto e serão utilizados em
conformidade com as Normas Financeiras e os Regulamentos do PNUD. Em termos
operacionais, serão observados os Procedimentos do Organismo.

Para prover atividades de monitoramento, avaliação externa, sistematização de lições


aprendidas e compartilhamento de experiências, a Agência Executora, por meio deste
documento, autoriza o Representante Residente do PNUD a utilizar diretamente os
recursos previstos nos códigos contábeis com agência de implementação (Impl. Agent)
1981 no sistema Atlas, quando aplicável e necessário, dentro dos limites orçamentários
aprovados, de acordo com as Normas Financeiras e os Regulamentos do PNUD e com a
responsabilidade compartilhada com a Agência Executora Nacional.

No provimento pelo PNUD de serviços de apoio à execução de Projetos, serão


observadas as disposições dos Artigos pertinentes da Seção “Obrigações e Pré-
requisitos” deste Documento de Projeto.

c) Controle de qualidade
 
     Em conformidade com os regulamentos programáticos do PNUD, o organismo
cumprirá no projeto o papel de Controle de Qualidade (quality assurance). Esta
responsabilidade inclui, principalmente:
● Assegurar que fundos sejam disponibilizados ao projeto;
● Assegurar que o projeto esteja fazendo progresso com relação aos produtos;
● Realizar atividades de monitoramento regulares, como visitas periódicas e “pontos
de controle”;
● Assegurar que os recursos confiados ao PNUD sejam utilizados apropriadamente;
● Assegurar que a informação crítica sobre o projeto seja monitorada e atualizada
via sistema Atlas;
39
● Assegurar que relatórios de progresso, CDR e demais documentos relevantes
sejam submetidos ao Comitê de Acompanhamento de Projetos em tempo hábil:
● Assegurar que os riscos sejam apropriadamente gerenciados, e que os riscos
sejam regularmente atualizados no Atlas;

No caso do presente projeto, o ponto focal do PNUD para este acompanhamento


será o Oficial de Programa designado ao projeto pelo organismo.

8.3 Sistemática de Recuperação dos Custos

De acordo com as decisões e diretrizes do Conselho Executivo do PNUD incorporadas à


Política de Recuperação de Custos sobre Outros Recursos, a contrapartida financeira
estará sujeita à recuperação de custos pelo PNUD por duas categoriais de custos
distintas, aplicáveis conforme o caso, quais sejam:

a) custos indiretos incorridos pelas estruturas da sede e do escritório local do PNUD a


título de ressarcimento de custos incorridos pelo PNUD nas atividades de administração
da implementação do presente instrumento (GMS). Tais custos serão recuperados por
meio de debito de 5%;
b) custos diretos incorridos a título de provisão de Serviços de Apoio à Implementação
(DPC) pelo PNUD. Estes custos devem estar inequivocamente relacionados a atividades
específicas e serviços transacionais claramente identificáveis. Os custos diretos
estimados deverão ser submetidos à aprovação prévia do projeto e somente poderão ser
cobrados após aprovação de dispositivo legal pertinente.

No provimento pelo PNUD de serviços de apoio à Execução Nacional de Projetos, serão


observadas as disposições dos Artigos pertinentes da Seção “Obrigações e Pré-
requisitos” deste documento.

8.4 Uso de logotipos nos produtos do projeto

Conforme provisões do documento de Obrigações e Pré-Requisitos, Título XIII – “Da


Publicação, da Divulgação das Atividades e dos Produtos Gerados”, crédito aos parceiros
do projeto deve ser reconhecido em todos os produtos decorrentes do projeto. Neste
sentido, a utilização da logomarca do PNUD deve ser incluída nos materiais, publicações,
sites, etc. realizados pelo projeto. Tal inclusão deverá respeitar a política de comunicação
do Organismo e deve se basear em consulta prévia sobre as peças a serem divulgadas.

8.5 Arranjos de Auditoria

40
O projeto será auditado ao menos uma vez ao longo de sua execução, competindo ao
PNUD aplicar seus critérios na definição da amostragem de projetos para auditoria
durante cada ano fiscal.

O Projeto será objeto de auditoria contábil e de resultados, realizada por órgão


competente do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Estadual indicado pelo
Governo brasileiro.

O Projeto executado e financiado por Estado ou Município deverá ser auditado pelos
respectivos órgãos de controle interno ou externo desses entes Federativos ou por
empresas privadas de auditoria, qual seja o mais convergente às regras e regulamentos
do PNUD e às eventuais especificidades do Projeto.

8.6 Encerramento do projeto


O encerramento do projeto abrange sua finalização em termos:
Operacionais: o encerramento operacional tem foco nos registros e na sistematização da
performance geral do projeto, de lições aprendidas, das evidências da conclusão de
produtos da matriz lógica e nos encaminhamentos necessários para garantir a
sustentabilidade de seus resultados. Uma reunião tripartite final, para análise do relatório
de progresso final, será organizada para formalizar o encerramento operacional.
Financeiros: o projeto poderá ser financeiramente encerrado após operacionalmente
concluído e após a confirmação de que todas as transações financeiras tenham sido
encerradas. O PNUD emitirá um Combined Delivery Report – CDR final demonstrando a
ausência de quaisquer movimentações financeiras relativas ao projeto, sendo este um
pré-requisito para o encerramento formal. O projeto deverá ser financeiramente
encerrado em até 1 (um) ano após declarado como operacionalmente fechado. A
emissão de Revisões Orçamentárias Semi-finais e Finais do projeto, emitidas pelo PNUD
com base em seus regulamentos, formalizarão o processo de encerramento financeiro.
Motivações que causem excepcionalidades ou atrasos a esta orientação devem ser
devidamente registradas entre as partes.
Caso intercorrências venham a suscitar a suspensão ou finalização precoce deste
projeto, estas questões serão devidamente discutidas e avaliadas entre os signatários
deste Documento, de forma a acordar os encaminhamentos necessários.

41
IX. CONTEXTO LEGAL PARA PROJETOS DE EXECUÇÃO NACIONAL DOCUMENTO DE
OBRIGAÇÕES E PRÉ-REQUISITOS

T Í T U LO I
DO OBJETO
Artigo 1º. O presente Documento de projeto “BRA/19/002” -
Planejamento, orçamento e gestão pública fortalecidos no estado do Rio
Grande do Sul (daqui por diante denominado “BRA/19/002”) firmado sob a
égide do “Acordo Básico de Assistência Técnica entre o Governo dos Estados
Unidos do Brasil e a Organização das Nações Unidas, a Organização
Internacional do Trabalho, a Organização das Nações para Alimentação e
Agricultura, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a
Cultura, a Organização de Aviação Civil Internacional, a Organização Mundial
de Saúde, a União Internacional de Telecomunicações, a Organização
Meteorológica Mundial, a Agência Internacional de Energia Atômica e a União
Postal Internacional”, de 29 de dezembro de 1964, em vigor desde 2 de maio
de 1966, promulgado pelo Decreto nº 59.308, de 23 de setembro de 1966,
particularmente no que prevêem o Artigo I, parágrafo terceiro, o Artigo III e o
Artigo IV, tem por objeto o desenvolvimento de subsídios para modernização e
promoção de inovação no âmbito da gestão pública no Estado do Rio Grande
do Sul. . Para a efetivação desse objeto, a Secretaria de Planejamento,
Orçamento e Gestão do estado do Rio Grande do Sul, a Agência Brasileira de
Cooperação do Ministério das Relações Exteriores, em nome do Governo
brasileiro e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento têm
ajustado entre si o presente Documento de Projeto que contempla atividades
financiadas com recursos com recursos do tesouro.

Parágrafo Único. O Projeto BRA/19/002 apresenta como seus principais


produtos (outputs) :
1: Propostas de novas diretrizes metodológicas e técnicas para a política de
gestão do patrimônio do estado do Rio Grande do Sul elaboradas e
disseminadas;
2: Plano de desenvolvimento de capacidades e valorização profissional da
equipe a serviço do Governo do Estado desenvolvido e implantado;
3: Metodologia para otimização da gestão documental no estado
desenvolvida e testada
4: Proposta de novo modelo de gestão do Centro Administrativo Fernando
Ferrari (CAFF) desenvolvida e implantada;
5: Boas práticas nacionais e internacionais em gestão pública identificadas
e intercâmbio promovido
6: Plano de desenvolvimento de capacidades para realização de compras
públicas concebido;
7: Gestão eficiente e gestão de conhecimento do projeto realizada.

T Í T U L O II
DA OPERACIONALIZAÇÃO

Artigo 2º. O presente Documento de Projeto “BRA/19/002” define de


maneira pormenorizada:

I. a identificação do órgão ou a entidade executora nacional e do


organismo internacional cooperante e suas respectivas
obrigações;
II. o contexto, a justificativa, a estratégia;
III. os objetivos (outcomes), seus respectivos resultados esperados
(outputs) e as atividades;
IV. os recursos financeiros e o detalhamento das respectivas fontes;
V. os insumos físicos e humanos, nacionais e internacionais,
necessários à execução e implementação do projeto;
VI. o cronograma de execução do projeto “BRA/19/002”;
VII. o cronograma de desembolsos;
VIII. o cronograma de elaboração de relatórios e avaliações;
IX. a vigência;
X. as disposições sobre a prestação de contas;
XI. as disposições relativas à auditoria independente, contábil e de
resultados;
XII. a taxa de administração, quando couber;
XIII. as disposições acerca de sua suspensão e extinção; e
XIV. tabela contendo síntese dos termos de referência dos postos de
consultoria requeridos para a sua execução, os quais deverão
ser encaminhados à ABC/MRE e ao PNUD quando da pretensão
de início do processo seletivo dos consultores ou anualmente,
conforme a conveniência do projeto.

Artigo 3º. Na implementação do projeto “BRA/19/002”, a execução


dos serviços administrativos e financeiros observará as regras e os
procedimentos do PNUD atinentes à modalidade de Execução Nacional de
Projetos.
Parágrafo Único. As aquisições de bens e contratações de serviços
custeados com recursos próprios nacionais serão regidas pelas regras e os
procedimentos de licitação do “Manual de Convergência de Normas Licitatórias
do PNUD aprovado pelo Tribunal de Contas da União”, observando-se os
princípios de impessoalidade, publicidade, razoabilidade, proporcionalidade e
eficiência

T Í T U L O III
DAS INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES

Artigo 4º. O Governo da República Federativa do Brasil designa:

I. a Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações


Exteriores, doravante denominada “ABC/MRE”, como instituição
responsável pelo acompanhamento, em nível governamental, das ações
decorrentes do presente Documento de projeto,

II. a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão do estado do Rio


Grande do Sul, doravante denominado “SEPLAG/RS”, como instituição
responsável pela execução das ações decorrentes do presente
Documento de projeto.

Artigo 5º. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento,


doravante denominado “PNUD”, designa seu Escritório no Brasil como
instituição responsável pelo apoio a Secretaria de Planejamento, Orçamento e
Gestão do estado do Rio Grande do Sul, no desenvolvimento das ações
decorrentes do presente Documento de Projeto.

T Í T U L O IV
DAS OBRIGAÇÕES DAS INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES

Artigo 6º. Ao Governo da República Federativa do Brasil caberá:

I - por meio da ABC/MRE, acompanhar o desenvolvimento do projeto sob


os aspectos técnicos e administrativos, mediante análise dos relatórios
anuais recebidos, visitas a SEPLAG/RS e reuniões periódicas com seus
responsáveis e com o PNUD, para fins de verificação do cumprimento dos
seus objetivos, metas e resultados.

II - por meio da SEPLAG/RS,

a. designar o Diretor e o Coordenador Nacional do Projeto,


respectivamente;

b. planejar e implementar o plano de trabalho do projeto,


dentro do cronograma estabelecido, com a colaboração do
PNUD;

c. executar e gerenciar as atividades necessárias à


implementação da/o projeto

d. providenciar, quando couber, contribuições financeiras,


conforme o Cronograma de Desembolsos refletido no
Documento de projeto e em revisões subsequentes, bem
como proporcionar infraestrutura local, informações e
facilidades necessárias à implementação das atividades;

e. elaborar os termos de referência e as especificações


técnicas para a contratação de consultores na modalidade
“produto”, aquisição de bens e prestação de serviços
necessários à implementação das atividades do projeto.

f. providenciar para que o processo de seleção e contratação


de consultoria pessoa física na modalidade “produto”
observe os princípios da legalidade, impessoalidade,
publicidade, razoabilidade, proporcionalidade e eficiência,

g. autorizar o pagamento dos serviços técnicos de


consultoria, após a aceitação do produto ou de suas etapas
conforme critérios técnicos e qualitativos;

h. solicitar ao PNUD a transferência da propriedade dos bens


móveis adquiridos com recursos do projeto imediatamente
após seu pagamento e atesto de recebimento definitivo ;

i. manter o inventário do projeto atualizado;

j. propor modificações e ajustes necessários ao bom


andamento da/o projeto à ABC/MRE e ao PNUD;

k. preparar Relatório de Progresso que deverá ser submetido,


anualmente, à análise da ABC/MRE e do PNUD;

l. preparar Relatório Final que deverá ser apresentado à


ABC/MRE e ao PNUD no prazo máximo de 120 dias após
o encerramento do projeto

m. preparar relatórios financeiros e prestações de contas que


vierem a ser exigidos pelos órgãos de controle nacionais e
pelas instituições financiadoras externas eventualmente
associadas ao projeto;

n. observar os procedimentos a serem estabelecidos pela


ABC/MRE, com vistas a contribuir para o
acompanhamento da execução do projeto.
Parágrafo Único. A definição dos termos de referência e
especificações técnicas para a aquisição de bens e contratação de serviços a
que se refere a letra “e” do inciso II do presente artigo poderá contar com a
assessoria técnica do PNUD.

Artigo 7º. Em conformidade com suas políticas, normas,


regulamentos e procedimentos, caberá ao PNUD:

I. prestar assessoria técnica ou transferir conhecimentos a SEPLAG/RS


em consonância com as atividades técnicas previstas no Documento de
projeto.

II. participar na supervisão, no acompanhamento e na avaliação dos


trabalhos executados no projeto.

III. colaborar com especialistas de seu quadro regular, segundo as suas


disponibilidades, ou contratar consultores, a fim de atender às
solicitações da SEPLAG/RS, levando em conta a adequação de sua
especialidade com as atividades e os recursos definidos na/o projeto.;

IV. processar, por solicitação da SEPLAG/RS, as ações administrativas


necessárias à consecução do objeto de que trata este Documento de
projeto, inclusive a contratação de consultores na modalidade “produto”,
observando sempre critérios de qualidade técnica, custos e prazos
previstos;

V. transferir à Instituição Executora a propriedade dos bens móveis


adquiridos com recursos do projeto imediatamente após o pagamento e
mediante o atesto de recebimento definitivo de tais bens pela Instituição
Executora;

VI. organizar ações de capacitação de recursos humanos estabelecidas em


comum acordo com a SEPLAG/RS.

VII. preparar, conjuntamente com a SEPLAG/RS, as revisões orçamentário-


financeiras, assim como as revisões do Plano de Trabalho, sempre que
necessário, nos termos previstos no Documento de projeto;
VIII. gerenciar os recursos financeiros do projeto seguindo seus
procedimentos contábeis e financeiros;

IX. disponibilizar mensalmente relatórios de execução financeira do projeto;

X. prestar todas as informações necessárias às atividades de


acompanhamento da ABC/MRE;

XI. possibilitar o acesso aos documentos relacionados à gestão


administrativa e financeira do projeto aos órgãos de controle e à
ABC/MRE.

TÍTULOV
DA DIREÇÃO E COORDENAÇÃO

Artigo 8. A SEPLAG/RS indicará ao PNUD e à ABC/MRE os nomes


das pessoas respectivamente responsáveis pela Direção e Coordenação do
Projeto.

Parágrafo Único. A SEPLAG/RS, designará os responsáveis pela ordenação


de despesa do Projeto, devendo estes ser integrantes dos seus quadros de
pessoal efetivo ou ocupantes de cargos em comissão.

T Í T U L O VI
DO ORÇAMENTO DO PROJETO

Artigo 9. O valor dos créditos orçamentários deste Documento de


Projeto é de R$ 5,073,481.38 ( cinco milhões, setenta e três mil, quatrocentos e
oitenta e um e trinta e oito centavos) correspondente a USD 1,337,590.66 (um
milhão, trezentos e trinta e sete mil, quinhentos e noventa e sessenta e seis
centavos) calculados à taxa de câmbio das Nações Unidas de agosto de 2019
(R$ 3,793). Este valor será objeto de ajustes segundo variação da taxa
operacional das Nações Unidas durante a vigência do projeto.

I. Os créditos orçamentários citados no caput deste Artigo serão


apropriados como segue: Classificação Funcional Programática
Programa: 538 - GOVERNO PARA RESULTADOS Ação: 3504
FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL DA SPGG U.O: 01-
GABINETE E ORGAOS CENTRAIS Instrumento de
Programação: 6757 - FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL DA
SPGG, no valor de 5,073,481.38 ( cinco milhões, setenta e três
mil, quatrocentos e oitenta e um e trinta e oito centavos) em
consonância com o respectivo Cronograma de Desembolsos;

a) no exercício de 2019: R$ 926,866.50 (novecentos e vinte e


seis mil, oitocentos e sessenta e seis e cinquenta centavos)
oriundos da contrapartida estadual;

b) no exercício de 2020 R$ 2,043,809.25 (dois milhões,


quarenta e três mil, oitocentos e nove e vinte e cinco centavos)
oriundos da contrapartida estadual;

c) no exercício de 2021: R$ 2,102,805.63 (dois milhões, cento


e dois mil, oitocentos e cinco e sessenta e três centavos)
oriundos da contrapartida estadual.

II. Dentro da vigência deste Documento de Projeto, observar-se-á o


respectivo Cronograma de Desembolso refletido no orçamento do
Projeto e em suas respectivas revisões.

III. Os valores de contribuição da SEPLAG/RS poderão ser


suplementados, mediante autorização governamental, por meio
de Revisões, em conformidade com as necessidades e a
disponibilidade financeira da SEPLAG/RS, respeitada a legislação
nacional pertinente.

T Í T U L O VII
DA ADMINISTRAÇÃO E EXECUÇÃO FINANCEIRA
Artigo 10. A administração dos recursos financeiros de contrapartida
nacional, expressos no Artigo 11, será feita pelo PNUD de acordo com as
políticas, as normas e os regulamentos financeiros do referido organismo
internacional e observará o seguinte:

I. Os recursos para a execução do projeto serão depositados e


contabilizados em dólares norte-americanos e administrados de acordo
com as normas e os procedimentos financeiros do PNUD;

II. A SEPLAG/RS transferirá os recursos previstos no Cronograma de


Desembolsos em favor do PNUD, mediante depósito na seguinte conta:
UNDP Representative in Brazil USD Account; Bank of America, 1401
Elm St., Dallas TX 75202; Account Nº.: 375 222 0643; Wire Routing
Number: 026009593; SWIFT Address: BOFAUS3N;

III. Excepcionalmente, os recursos poderão ser depositados em moeda


nacional, mediante a aprovação do PNUD e segundo a capacidade de
absorção de moeda local por parte do referido Organismo. Esses
recursos deverão ser depositados em favor de sua conta no Banco do
Brasil S/A, Agência Governo Federal (1607-1), c/c 60746-0, PNUD PR
NACOES UNIDAS, CNPJ 03.723.329.0001-79, Brasília, DF.

a) eventuais variações cambiais resultantes de diferenças em


taxas de câmbio serão acrescidas ao ou deduzidas do valor
correspondente em US$ (dólares americanos), a cada
depósito, conforme disposto no Capítulo 5, Regulamento
5.04 do Manual Financeiro do PNUD.

IV. O PNUD não iniciará ou dará continuidade às atividades do Documento


de Projeto até o efetivo recebimento dos recursos correspondentes,
conforme Cronograma de Desembolso do presente Documento de
Projeto.

V. O PNUD procederá à restituição a SEPLAG/RS de eventual saldo de


recursos não utilizados e em seu poder, uma vez quitados os
compromissos pendentes. Os referidos recursos serão liberados no
prazo de 60 (sessenta) dias contados da revisão final do Projeto.
VI. Na hipótese da não existência de saldo dos recursos financeiros em
poder do PNUD, a SEPLAG/RS reembolsará ao PNUD as despesas por
ele realizadas à conta desse instrumento, desde que tais gastos tenham
sido prévia e devidamente autorizados pela SEPLAG/RS.

T Í T U L O VIII
DOS CUSTOS DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO

Artigo 11. A título de ressarcimento de custos incorridos pelo PNUD


nas atividades de administração da implementação do presente instrumento
serão debitados cinco por cento dos recursos aportados pelos projetos a serem
implementados sob a modalidade de Execução Nacional. Eventuais variações
no orçamento total do Documento de Projeto, sobre as quais incidirão os
respectivos custos operacionais, serão refletidas em sucessivas revisões
orçamentárias. Recibos correspondentes à apropriação dos referidos custos
somente serão emitidos por solicitação específica da SEPLAG/RS.

T Í T U L O IX
DO PESSOAL A CONTRATAR

Artigo 12. A contratação de pessoal, exclusivamente na modalidade


“produto”, será regida pelos dispositivos normativos pertinentes à matéria e
realizada de comum acordo entre a SEPLAG/RS e o PNUD, em consonância
com os Termos de Referência previstos no Projeto.

TÍTULOX
DOS BENS MÓVEIS

Artigo 13. A propriedade dos bens móveis adquiridos com recursos


do Projeto será transferida pelo PNUD à Instituição Executora imediatamente
após o pagamento, mediante o atesto de recebimento definitivo de tais bens
pela Instituição Executora.

Parágrafo Primeiro. O Diretor do Projeto será responsável pela guarda e


conservação dos bens adquiridos no âmbito do Projeto, bem como pelo
estabelecimento e manutenção de controle patrimonial;

Parágrafo Segundo. A SEPLAG/RS compromete-se a colocar os bens


para uso exclusivo do Projeto até o final de suas atividades.

T Í T U L O XI
DA AUDITORIA

Artigo 14. O Projeto será objeto de auditoria contábil e de resultados,


realizada por órgão competente do Sistema de Controle Interno do Poder
Executivo Estadual indicado pelo Governo brasileiro.

Parágrafo Único. O Projeto executado e financiado por Estado ou Município


deverá ser auditado pelos respectivos órgãos de controle interno ou externo
desses entes Federativos ou por empresas privadas de auditoria, qual seja o
mais convergente às regras e regulamentos do PNUD e às eventuais
especificidades do Projeto.

Artigo 15. Os documentos originais pertinentes às atividades e ações


desenvolvidas no âmbito deste documento de Projeto estarão à disposição dos
auditores na SEPLAG/RS, ente responsável pela guarda dos originais desses
documentos no âmbito da execução nacional descentralizada em vigor.

Artigo 16. Caso os originais dos documentos estejam em posse do


PNUD, a título de privilégios e imunidade, cópias ficarão igualmente arquivadas
no projeto e deverão ser fornecidas quando solicitadas pelos auditores.

T Í T U L O XII
DA PRESTAÇÃO DE CONTAS E DO RELATÓRIO FINAL
Artigo 17. O PNUD prestará contas a SEPLAG/RS dos recursos
aplicados em razão deste Documento de Projeto, mediante a apresentação
periódica de relatórios de desembolsos à Instituição Executora.

Artigo 18. O PNUD obriga-se a apresentar um relatório financeiro


final até 60 (sessenta) dias após a revisão final do presente Projeto.

T Í T U L O XIII
DA PUBLICAÇÃO, DA DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES E DOS
PRODUTOS GERADOS

Artigo 19. A SEPLAG/RS ficará encarregada de providenciar a


publicação do extrato deste Documento de Projeto e de eventuais Revisões e
demais atos decorrentes do previsto no Artigo 8º, no Diário Oficial do Estado,
até 25 (vinte e cinco) dias a contar da data de assinatura do Projeto.

Artigo 20. Todos os documentos e informes produzidos durante a


execução do projeto poderão ser divulgados desde que recebida a autorização
das Partes, podendo ser estabelecida sua confidencialidade .

Artigo 21. Em toda a divulgação a ser feita das atividades


desenvolvidas em decorrência da execução do Projeto, a SEPLAG/RS obrigar-
se-á a dar os créditos correspondentes à participação das Partes.

Parágrafo Único. A divulgação, por meio de veículos de comunicação de


massa, contendo o nome e/ou a logomarca do PNUD, deverá ser objeto de
consulta prévia entre as Partes.

Artigo 22. Fica terminantemente proibido incluir, ou de qualquer


forma fazer constar, na reprodução, publicação ou divulgação das ações e
atividades realizadas ao amparo deste Documento de Projeto, nomes, marcas,
símbolos, logotipos, logomarcas, combinações de cores ou de sinais, ou
imagens que caracterizem ou possam caracterizar promoção de índole
individual, política, partidária, religiosa ou de caráter comercial.
Artigo 23. Os produtos gerados em decorrência da execução do
Projeto serão de propriedade da SEPLAG/RS, observado o devido crédito à
participação do PNUD.

T Í T U L O XIV
DA VIGÊNCIA

Artigo 24. O presente Documento de Projeto entrará em vigor na data


de sua assinatura e findará em 31 julho de 2022, podendo ser renovado pelo
mútuo consentimento das Partes.

T Í T U L O XV
DAS MODIFICAÇÕES

Artigo 25. Mediante o consentimento mútuo entre as Partes, o


presente Documento de Projeto poderá ser alterado por meio de revisões para
adequações financeiras, eventuais ajustes de execução do Projeto,
prorrogação do prazo de vigência, assim como quaisquer modificações que se
façam necessárias.

Artigo 26. Como exceção ao disposto acima, as seguintes revisões


poderão ser assinadas unicamente pelo Representante Residente do PNUD:

I. revisões para refletir estimativa mais realista de implementação


financeira para o ano em curso e reprogramar os recursos
remanescentes para o ano vindouro, não apresentando nenhuma
alteração no montante total do orçamento;
II. revisões obrigatórias anuais que reflitam os gastos efetuados ao
longo do ano anterior e não apresentem nenhuma alteração no
montante total do orçamento, da vigência ou de natureza
substantiva; e
III. revisões que reflitam uma prorrogação do prazo de vigência de
até seis meses mediante solicitação expressa da SEPLAG/RS e
anuência da ABC/MRE.

TÍTULO XVI
DA SUSPENSÃO E DA EXTINÇÃO

Art. 27. O Projeto poderá ser suspenso caso ocorra o


descumprimento de quaisquer das cláusulas pactuadas, bem como:

I. utilização dos recursos em desacordo com o objetivo constante


no documento de projeto;

II. interrupção das atividades do projeto, em razão da


indisponibilidade dos recursos previstos em seu orçamento;

III. não apresentação dos relatórios de progresso nos prazos


estabelecidos;

IV. baixo desempenho operacional e técnico em um período superior


a doze meses de implementação, atestado em relatório de
desempenho aprovado pelo órgão ou instituição executora
nacional, pela ABC/MRE e pelo organismo internacional
cooperante;

V. interrupção das atividades do projeto sem a devida justificativa;

VI. inobservância dos dispositivos normativos pertinentes à legislação


nacional em vigor.

Parágrafo Único. O Documento de Projeto será extinto caso as razões


determinantes da suspensão aplicada em função do caput do presente artigo
não tenham sido corrigidas.

T Í T U L O XVII
DA DENÚNCIA
Artigo 28. O presente Documento de Projeto poderá ser denunciado
por qualquer uma das Instituições Participantes por meio de notificação formal,
com antecedência mínima de 30 (trinta) dias.

Artigo 29. As Instituições Participantes, por meio de seus


representantes, são autoridades competentes para denunciar este Documento
de Projeto. Com a denúncia, deverão realizar o balanço das respectivas
atividades desenvolvidas pelas mesmas até à data de encerramento do
mesmo, assim como estabelecer os procedimentos de conclusão de
contratos/obrigações em vigência e de eventual ressarcimento de recursos.

TÍTULO XVIII
DA AVALIAÇÃO

Art. 30. O Projeto poderá ser objeto de avaliação externa, conforme


venha a ser estabelecido entre as Partes, a qual terá por objetivo mensurar a
relevância, eficiência, impacto e sustentabilidade do Projeto.

T Í T U L O XIX
DOS PRIVILÉGIOS E IMUNIDADE

Artigo 31. Nenhuma das provisões deste Documento de Projeto deve


ser interpretada como recusa implícita de quaisquer privilégios e imunidade
dispensados ao PNUD por força dos atos internacionais celebrados com o
Governo brasileiro.

T Í T U L O XX
DA SOLUÇÃO DE CONTROVÉRSIAS

Artigo 32. As controvérsias surgidas na execução do presente


Documento de Projeto serão dirimidas por todos os meios pacíficos e
amigáveis admitidos no direito público internacional, privilegiando-se a
realização de negociações diretas entre representantes das Instituições
Participantes.
Artigo 33. Em caso de persistirem as controvérsias, os processos de
arbitragem deverão ser conduzidos em conformidade com o processo
determinado no Artigo VIII, Seção 30, da Convenção sobre Privilégios e
Imunidades das Nações Unidas.

Artigo 34. Para as questões não previstas no presente Documento de


Projeto aplicar-se-ão as disposições do “Acordo Básico de Assistência Técnica
entre o Governo dos Estados Unidos do Brasil e a Organização das Nações
Unidas, a Organização Internacional do Trabalho, a Organização das Nações
para Alimentação e Agricultura, a Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura, a Organização de Aviação Civil Internacional,
a Organização Mundial de Saúde, a União Internacional de Telecomunicações,
a Organização Meteorológica Mundial, a Agência Internacional de Energia
Atômica e a União Postal Internacional”, de 29 de dezembro de 1964, em vigor
desde 2 de maio de 1966, promulgado pelo Decreto nº 59.308, de 23 de
setembro de 1964.
ANEXO 1
Análise dos Critérios de Qualidade do Projeto na fase de Desenho e
Formulação

Classificação geral do projeto:


Decisão:
Número do Projeto: BRA/19/002
Título do Projeto: Modernização e inovação em gestão pública no estado do Rio
Grande do Sul
Data do Projeto:

ESTRATÉGICO
Classificação de Qualidade:

1. A Teoria da Mudança do Projeto especifica como irá contribuir para um maior


nível de mudança? (Selecione a opção entre 1-3 que melhor represente o
projeto)

1. ( x ) O projeto possui uma teoria da mudança com menções explícitas


sobre como o projeto irá contribuir para um maior nível de mudanças
conforme detalhado na Teoria da Mudança do programa, suportado por
evidências críveis sobre o que efetivamente funciona nesse contexto. O
documento de projeto descreve claramente o porquê essa estratégia do
projeto é a melhor abordagem neste momento.
2. ( ) O projeto possui uma teoria da mudança relacionada à Teoria da
Mudança do programa. Faz menções explícitas sobre como o projeto
espera contribuir para um maior nível de mudança e o porquê a
estratégia do projeto é a melhor abordagem neste período específico,
porém é suportado por evidências limitadas.
3. ( ) O projeto não possui uma teoria da mudança, porém o documento
de projeto provavelmente descreve em termos genéricos como o
projeto irá contribuir para o desenvolvimento de resultados, sem
especificar hipóteses-chave. O projeto não faz uma conexão explícita
com a teoria da mudança do programa. O documento de projeto não
especifica claramente o porquê a estratégia do projeto é a melhor
abordagem neste momento.

Evidência: Vide item II “Estratégia” do documento de projeto


Resposta da Gerência:
RELEVANTE
Classificação de Qualidade:

2. O projeto possui estratégias para efetivamente identificar, envolver e garantir a


participação significativa de grupos/áreas geográficas com um foco prioritário
nos excluídos e marginalizados? (Selecione a opção que melhor reflete o
projeto)

3. ( ) Os grupos/áreas geográficas selecionados estão devidamente


especificados, priorizando os excluídos e/ou marginalizados. O projeto
possui uma estratégia explícita para identificar, envolver e garantir a
participação significativa dos grupos/áreas geográficas específicas ao
longo do projeto. Os beneficiários serão identificados por meio de um
processo rigoroso baseado em evidências (se aplicável). O projeto
planeja solicitar o feedback regular do grupo-alvo através do
monitoramento do projeto. Representantes do grupo-alvo/áreas
geográficas contribuirão para a tomada de decisão do projeto, tal qual
consta no mecanismo de governança do projeto (ou seja, na junta do
projeto). (Todas as afirmações devem ser verdadeiras para selecionar
esta opção)
2. ( x ) O grupo-alvo/áreas geográficas estão devidamente especificados,
priorizando os excluídos e/ou marginalizados, e estão envolvidos no
desenho do projeto. O documento de projeto estabelece claramente
como os beneficiários serão identificados, engajados e como a
participação significativa será assegurada ao longo do projeto. Coleta
de feedback do grupo-alvo selecionado foi incorporada no RRF/sistema
de monitoramento do projeto, entretanto os representantes do grupo-
alvo podem não estar diretamente envolvidos na tomada de decisão do
projeto. (Todas as afirmações devem ser verdadeiras para selecionar
esta opção)
1. ( ) O grupo-alvo/áreas geográficas selecionados não priorizam
populações excluídas e/ou marginalizadas, ou podem não estar
especificados. O projeto não possui uma estratégia escrita para
identificar ou envolver ou garantir a participação significativa de grupo-
alvo/áreas geográficas ao longo do projeto.

Evidência: Ao enfatizar o aperfeiçoamento da gestão no estado do Rio Grande do Sul


e a participação neste processo dos gestores de políticas públicas do estado
compreende-se que este público consiste no público-alvo prioritário do projeto.

Resposta da Gerência:
3. O desenho do projeto considerou o conhecimento, boas práticas, e lições
passadas aprendidas do PNUD, entre outros? (Selecione a opção que melhor
reflete o projeto)

3. ( x ) Conhecimento e lições aprendidas suportados por evidências


confiáveis a partir da avaliação, análise e monitoramento têm sido
explicitamente utilizados, com referências apropriadas, para
desenvolver a teoria da mudança do projeto e justificar a abordagem
adotada pelo projeto em relação a alternativas.
2. ( ) O desenho do projeto menciona o conhecimento e lições
aprendidas suportados por evidências/fontes, considerados na teoria da
mudança do projeto, mas não foram utilizados ou não são suficientes
para justificar a abordagem selecionada com relação a alternativas.
1. ( ) Existe pouca ou nenhuma menção sobre conhecimento e lições
aprendidas no desenho do projeto. As referências não são suportadas
por evidências.

Evidência: o projeto considera lições aprendidas da implantação de processos de


melhoria da gestão pública, bem como as lições aprendidas dos mapeamentos
preliminares de processos da SEPAG/RS.
Resposta da Gerência:

4. O projeto utiliza análise de gênero em seu desenho e responde a essa análise


com medidas concretas para abordar as desigualdades de gênero e capacitar
as mulheres? (Selecionar a opção que melhor reflete o projeto)

3. ( ) Uma análise participativa de gênero no projeto foi realizada. Esta


análise reflete nas diferentes necessidades, papéis e acessos ao
controle sobre os recursos de mulheres e homens, e está totalmente
integrada no documento de projeto. O projeto estabelece prioridades
concretas para abordar desigualdade de gênero em sua estratégia. O
quadro de resultados inclui saídas e atividades que especificamente
respondem a essa análise de gênero, com indicadores que medem e
monitoram resultados que contribuem para igualdade de gênero.
(Todas as afirmações devem ser verdadeiras para selecionar esta
opção)
2. ( ) Uma análise de gênero no projeto foi realizada. Esta análise
reflete nas diferentes necessidades, papéis e acessos ao controle sobre
os recursos de mulheres e homens. Preocupações com gênero estão
integradas ao desafio de desenvolvimento e seções de estratégia no
documento de projeto. O quadro de resultados inclui saídas e atividades
que especificamente respondem a essa análise de gênero, com
indicadores que medem e monitoram resultados que contribuem para
igualdade de gênero. (Todas as afirmações devem ser verdadeiras para
selecionar esta opção)
1. ( x ) O desenho do projeto pode ou não mencionar informações e/ou
dados sobre o impacto diferencial do projeto sobre a situação de
desenvolvimento em termos de relações de gênero, mulheres e
homens, mas os obstáculos não foram claramente identificados e
intervenções não foram consideradas.

Evidência:
Resposta da Gerência: análise específica de gênero será realizada em profundidade
nos trabalhos previstos no projeto.

5. O PNUD possui vantagem clara em seu envolvimento esperado pelo projeto


vis-à-vis parceiros nacionais, outros parceiros de desenvolvimento, e outros
atores? (Selecione a opção que melhor reflete o projeto)

3. ( x ) Uma análise sobre o papel de outros parceiros na área em que o


projeto espera trabalhar foi realizada e evidências confiáveis
corroboram o engajamento proposto do PNUD e parceiros por meio do
projeto. Está claro como resultados alcançados pelos parceiros
relevantes irão contribuir para uma mudança no nível de resultado
complementando os resultados pretendidos do projeto. Se relevante,
opções para cooperação sul-sul e triangular foram consideradas,
oportunamente. (Todas as afirmações devem ser verdadeiras para
selecionar esta opção)
2. ( ) Algumas análises sobre o papel de outros parceiros onde o
projeto esperara trabalhar foram realizadas e evidências relativamente
limitadas corroboram o engajamento proposto e a divisão do trabalho
entre o PNUD e parceiros por meio do projeto. Opções para
cooperação sul-sul e triangular podem não terem sido completamente
desenvolvidas durante o desenho do projeto, embora oportunidades
relevantes tenham sido identificadas.
1. ( ) Nenhuma análise clara sobre o papel de outros parceiros na área
em que o projeto espera trabalhar foi realizada e evidências
relativamente limitadas corroboram o engajamento proposto do PNUD e
parceiros por meio do projeto. Existe risco que o projeto se sobreponha
e/ou não coordene com parceiros suas intervenções nesta área.
Opções para cooperação sul-sul e ou triangular não foram
consideradas, apesar do seu potencial relevante.

Evidência: para implementação do projeto, será realizada articulação entre diferentes


áreas e esferas governamentais. Para tanto, o projeto contará com o estabelecimento
de parcerias com Universidades e outras instituições com expertise nos temas
relacionados aos resultados do projeto. O projeto prevê ainda uma estratégia de
engajamento e parceria com o setor privado, especialmente na implementação da
nova modelagem proposta para o CAFF, como explanado anteriormente.
Resposta da Gerência:

PADROES SOCIAIS E AMBIENTAIS


Classificação de Qualidade:

6. O projeto busca promover a promoção dos direitos humanos por meio de


abordagem pautada nos direitos humanos? (Selecione a opção que melhor
reflete o projeto)
3. ( ) Evidências confiáveis de que o projeto fomenta a promoção dos
direitos humanos, aderindo especificamente às leis internacionais e
nacionais relevantes e padrões na área do projeto. Potenciais impactos
adversos ao gozo dos direitos humanos foram rigorosamente avaliados
e identificados com medidas de mitigação e administrativas apropriadas
incorporadas ao desenho e orçamento do projeto.
2. ( x ) Algumas evidências de que o projeto vise à promoção dos
direitos humanos. Potenciais impactos adversos ao gozo dos direitos
humanos foram rigorosamente avaliados e identificados com medidas
de mitigação e administrativas apropriadas incorporadas ao desenho e
orçamento do projeto.
1. ( ) Nenhuma evidência de que o projeto vise à promoção dos direitos
humanos. Nenhuma ou limitada evidência do potencial impacto adverso
ao gozo dos direitos humanos foi considerado.

Evidência: o projeto visa propiciar a melhoria da gestão pública. Neste sentido, o


projeto corrobora com a garantia de direitos humanos dos cidadãos, uma vez que são
os principais beneficiários de políticas públicas.
Resposta da Gerência:

7. O projeto considerou potenciais oportunidades ambientais e impactos


adversos, aplicando uma abordagem de precaução? (Selecione a opção que
melhor reflete o projeto)

3. ( ) Evidências confiáveis de oportunidades para o aprimoramento da


sustentabilidade ambiental e integração do elo pobreza-ambiente foram
totalmente consideradas e integradas à estratégia e desenho do
projeto. Evidências confiáveis que potenciais impactos ambientais
adversos foram identificados e rigorosamente avaliados com medidas
administrativas e mitigação apropriadas incorporadas no orçamento e
desenho do projeto. (Todas as afirmações devem ser verdadeiras para
selecionar esta opção)
2. ( x ) Nenhuma evidência de oportunidades para o fortalecimento da
sustentabilidade ambiental e integração do elo pobreza-ambiente foi
considerada. Evidências confiáveis de que potenciais impactos
ambientais adversos foram avaliados, quando relevantes, e medidas
administrativas e de mitigação apropriadas foram incorporadas ao
orçamento e desenho do projeto.
1. ( ) Nenhuma evidência de oportunidades para o fortalecimento da
sustentabilidade ambiental e integração do elo pobreza-ambiente foi
considerada. Nenhuma ou limitadas evidências sobre potenciais
impactos ambientais adversos foram adequadamente considerados.

Evidência: Ações de integração entre políticas de direitos humanos/direitos de e ODS


serão contempladas no projeto.
Resposta da Gerência:

8. O projeto levou em consideração potenciais oportunidades e impactos


ambientais adversos aplicados à abordagem preventiva? (Selecionar a opção
que melhor reflete esse projeto)

3: ( ) Evidências credíveis de que as oportunidades voltadas ao


fortalecimento da sustentabilidade ambiental e da integração de sinergias
entre o meio-ambiente e pobreza foram integralmente considerados como
relevantes, e integradas na estratégia e no planejamento do projeto. Há
evidências credíveis de que os potenciais impactos ambientais adversos
foram identificados e rigorosamente avaliados com medidas de gestão e
de mitigação apropriadas e incorporadas na concepção do projeto e do
orçamento. (Todos devem ser verdade para selecionar essa opção).
2: ( x ) Nenhuma evidência credível de que as oportunidades voltadas
ao fortalecimento da sustentabilidade ambiental e da integração de
sinergias entre o meio-ambiente e pobreza foi considerada. Há evidencias
credíveis de que potenciais impactos ambientais adversos foram
identificados e analisados, quando relevante, e de que medidas de
gerenciamento e mitigação foram incorporadas na elaboração do projeto e
de seu orçamento.
1: ( ) Não há evidência credível de que as oportunidades voltadas ao
fortalecimento da sustentabilidade ambiental e da integração de sinergias
entre o meio-ambiente e pobreza foi considerada. Pouca ou nenhuma
evidência de que potenciais impactos adversos ambientais foram
adequadamente considerados.

Evidência: Ações de integração entre políticas de direitos humanos e ODS serão


contempladas no projeto
Resposta da Gerência:

9. O Procedimento de Triagem Social e Ambiental (SESP) foi conduzido a fim de


identificar os potenciais impactos e riscos ambientais? O SESP não é
necessário para projetos em que o PNUD é o único Agente Administrativo e/ou
projetos compostos exclusivamente de relatórios, coordenação de eventos,
treinamentos, workshops, reuniões, conferências e/ou materiais de
comunicação e disseminação de informações. [Se sim, carregar a check-list
concluída. Se o SESP não é necessário, favor, informar o motivo de sua
isenção na seção de evidências

1. ( x ) Sim
2. ( ) Não
3. ( ) SESP não necessário.

GERENCIAMENTO E MONITORAMENTO
Classificação de Qualidade:

10. O projeto possui uma matriz de resultados robusta? (Selecione a opção entre
1-3 que melhor reflita o projeto)

3. ( x ) A gama de resultados e atividades do projeto estão em um nível


apropriado e relacionados de uma forma clara com a teoria da mudança
do projeto. Resultados estão acompanhados pelo SMART, indicadores
de resultados que medem todas as mudanças-chave previstas
identificadas na teoria da mudança, cada uma com sua fonte de dados,
e preenchidos com parâmetros e metas, incluindo indicadores
desagregados de gênero quando apropriado. (Todas as afirmações
devem ser verdadeiras para selecionar esta opção)
2. ( ) A gama de resultados e atividades do projeto estão em um nível
apropriado, mas podem não cobrir todos os aspectos da teoria da
mudança do projeto. Resultados estão acompanhados pelo SMART,
indicadores de resultados, entretanto parâmetros, alvo e fonte de dados
podem não estar totalmente especificados. Alguns utilizam indicadores
desagregados de gênero, quando apropriado. (Todas as afirmações
devem ser verdadeiras para selecionar esta opção)
1. ( ) A matriz de resultados não se encontra com todas as condições
especificadas na opção 2 acima. Isso inclui: A gama de resultados e
atividades do projeto não estão em um nível apropriado e não
relacionam de forma clara com a teoria da mudança do projeto;
resultados não estão acompanhados pelo SMART, ou indicadores de
resultado que meçam as mudanças esperadas e não foram
preenchidas considerando parâmetros e metas; fontes de dados não
estão especificadas e/ou não possuem indicadores desagregados de
gênero.

Evidência: Vide matriz de resultados e plano de trabalho


Resposta da Gerência:
11. Existe um plano compreensivo e exaustivo de monitoramento e avaliação
contendo fontes de coleta de dados específicos e métodos para apoiar
evidências administrativas, acompanhamento e avaliação do projeto?

o ( X ) Sim
o ( ) Não

Evidência: Vide matriz de resultados e plano de monitoramento


Resposta da Gerência:

12. O mecanismo de governança do projeto está claramente definido no


documento de projeto, incluindo a composição planejada da junta do projeto?
(Selecione a opção entre 1-3 que melhor represente o projeto)

3. ( ) O mecanismo de governança do projeto está totalmente definido


na composição do projeto. Indivíduos foram especificados para cada
posição no mecanismo de governança (especialmente todos os
membros da junta do projeto). Os membros da junta do projeto
concordaram com seus papeis e responsabilidades conforme
especificado nos termos de referência. O ToR da junta do projeto foi
anexado ao documento de projeto. (Todas as afirmações devem ser
verdadeiras para selecionar esta opção)
2. ( x ) O mecanismo de governança do projeto está definido no
documento de projeto; instituições específicas estão indicadas como
detentoras de responsabilidade no sistema de governança, entretanto
indivíduos podem não estar ainda especificados. O Prodoc lista as
responsabilidades mais importantes da junta do projeto, do
diretor/administrador do projeto e os papéis de garantia de qualidade.
(Todas as afirmações devem ser verdadeiras para selecionar esta
opção)
1. ( ) O mecanismo de governança do projeto é vagamente definido no
documento de projeto, que menciona somente responsabilidades-chave
que deverão ser preenchidas em data futura. Nenhuma informação
sobre as responsabilidades de posições-chave no mecanismo de
governança foi informada.

Evidência: Vide item referente a Resultados e parcerias (item III do documento de


Projeto)
Resposta da Gerência:

13. Os riscos do projeto foram identificados com planos claros para o


gerenciamento e mitigação de cada um desses riscos? (Selecione a opção
entre 1-3 que melhor represente o projeto)
3. ( x ) Os riscos do projeto estão completamente descritos no log de
riscos do projeto, baseados em uma análise compreensiva, fazendo
referências às hipóteses-chave presentes na teoria da mudança do
projeto. Plano claro e completo no lugar para gerenciar e mitigar cada
risco. (Ambas devem ser verdadeiras para selecionar esta opção)
2. ( ) Riscos do projeto identificados no log de risco do projeto inicial
contendo medidas de mitigação identificadas para cada risco.
1. ( ) Alguns riscos podem ser identificados no log de risco do projeto
inicial, mas nenhuma medida clara de mitigação de risco foi identificada.
Essa opção também pode ser selecionada se os riscos não foram
claramente identificados e nenhum log de risco inicial foi incluído no
documento de projeto.

Evidência: Vide análise de riscos e matriz de riscos do projeto


Resposta da Gerência:
EFICIENTE
Classificação de Qualidade:

14. Medidas específicas para garantir o custo-efetividade dos recursos foram


explicitamente mencionadas no desenho do projeto? Isso pode incluir: i) uso da
análise da teoria da mudança para explorar diferentes opções para o alcance
do máximo de resultados com os recursos disponíveis; ii) uso de uma
abordagem de gerenciamento do portfólio para incrementar o custo-efetividade
por meio de sinergias com outras intervenções; iii) por meio de operações
conjuntas (por exemplo, acompanhamento ou contratação) com outros
parceiros.
o ( x ) Sim
o ( ) Não

Evidência: Vide plano de trabalho e estratégia do projeto


Resposta da Gerência:

15. Há plano explícito para garantir que o projeto faça ponte com outros projetos e
iniciativas relevantes em andamento, quer liderados pelo PNUD, quer por
parceiros nacionais ou por outros, a fim de alcançar resultados mais eficientes
(incluindo, por exemplo, o compartilhamento de recursos ou coordenando o
desembolso)?

o ( x ) Sim
o ( ) Não

Evidência: Vide item 5, em parcerias.


Resposta da Gerência:
16. O orçamento está justificado e suportado por estimativas válidas?

3: ( x ) O orçamento do projeto está ao nível de atividade e com fontes de


financiamento, e cobre toda a duração do projeto por meio de orçamento
plurianual. Os custos estão suportados com estimativas válidas utilizando
benchmarks de projetos ou atividades similares. Implicações de custo
oriundas de inflação e exposição cambial foram estimadas e incorporadas
no orçamento.
2: ( ) O orçamento do projeto está ao nível de atividade e com fontes de
financiamento, sempre que possível, e cobre a duração do projeto com
orçamento plurianual. Os custos estão suportados com estimativas válidas
com base em taxas vigentes.
1: ( ) O orçamento do projeto não está especificado ao nível de atividade,
e/ou não captura um planejamento orçamentário plurianual.

Evidência: Vide plano de trabalho do projeto


Resposta da Gerência:

17. O escritório nacional está recuperando os custos envolvidos com a


implementação do projeto?

3. ( ) O orçamento cobre integralmente todos os custos diretos do projeto


que são diretamente atribuíveis ao projeto, incluindo o gerenciamento
do programa e serviços de desenvolvimento eficazes relacionados ao
planejamento estratégico do país, garantia de qualidade,
desenvolvimento de pipeline, serviços de advocacy política, finanças,
licitações, recursos humanos, administração, emissão de contratos,
segurança, viagens, patrimônio, serviços gerais, informação e
comunicações baseados em custeio integral, de acordo com políticas
aplicáveis do PNUD (isto é, UPL, LPL ).

2: ( ) O orçamento cobre custos diretos significativos do projeto que são


diretamente atribuíveis ao projeto com base nas políticas aplicáveis do
PNUD (isto é, UPL, LPL).
1: ( x ) O orçamento não reembolsa o PNUD no que se refere aos
custos diretos do projeto. O PNUD está cosubsidiando o projeto e o
escritório deveria fomentar a inclusão do DPC em quaisquer revisões
do orçamento do projeto.

Evidência: O projeto cobre os custos indiretos de implementação, conforme regras da


modalidade da execução indireta.
Resposta da Gerência:
18. A modalidade de implementação escolhida é a mais apropriada? (Selecione a
opção entre 1-3 que melhor represente o projeto)

3. ( ) As avaliações de parceiros de implementação necessárias


(avaliação de capacitação, avaliação HACT micro) foram conduzidas e
existe evidência que as modalidades para implementação foram
completamente consideradas. Há uma forte justificativa pela escolha da
modalidade selecionada, baseada no contexto do desenvolvimento.
(Ambas devem ser verdadeiras para selecionar essa opção)
2. ( ) As avaliações de parceiros de implementação necessárias
(avaliação de capacitação, avaliação HACT micro) foram conduzidas e
a modalidade de implementação escolhida é consistente com os
resultados das avaliações.
1. ( x ) As avaliações necessárias não foram conduzidas, entretanto pode
haver evidências de que opções em termos de modalidades de
implementação tenham sido consideradas.

Evidência: a execução da presente parceria, na modalidade de Execução Nacional,


pelo PNUD, encontra-se justificada no âmbito do Prodoc.
Resposta da Gerência:

19. Os grupos-alvo, priorizando populações marginalizadas e excluídas que irão


ser afetadas pelo projeto, foram envolvidos no desenho do projeto, abordando
as causas subjacentes da exclusão e discriminação?

3. ( ) Evidências credíveis de que todos os grupos-alvo, populações


marginalizadas e excluídas que irão ser envolvidas ou afetadas pelo
projeto, foram engajados no desenho do projeto. Seus pontos de vista,
direitos e eventuais restrições foram analisadas e incorporadas na
análise da raiz do problema da teoria da mudança, a qual procura
abordar qualquer causa de exclusão e discriminação subjacente e a
gama de intervenções do projeto.
2. (x ) Algumas evidências de que grupos-alvo chave, priorizando
populações marginalizadas e excluídas que irão ser envolvidas no
projeto, foram engajados no desenho do projeto. Algumas evidências
que seus pontos de vistas, direitos e eventuais restrições foram
analisadas e incorporadas na análise da raiz do problema da teoria da
mudança e a gama de intervenções do projeto.
1. ( ) Nenhuma evidência de engajamento com populações
marginalizadas e excluídas que irão ser envolvidas no projeto durante o
desenho do projeto. Nenhuma evidência de que seus pontos de vistas,
direitos, e restrições de populações foram incorporadas no projeto.
Evidência: para a elaboração do projeto, foram consideradas evidências de
necessidades apresentadas por gestores públicos no contexto da necessidade de
melhoria da gestão pública do estado do Rio Grande do Sul.
Resposta da Gerência:

20. O projeto possui planos explícitos para avaliação ou outras lições aprendidas
voltados para correções de percurso, caso necessário, durante a
implementação do projeto?

o ( x ) Sim
o ( ) Não

Evidência: Será elaborado um plano de monitoramento e avaliação do projeto e


realizada sua avaliação final. Também será realizada capacitação da equipe da
unidade gestora para a implementação do projeto, bem como missões técnicas de
acompanhamento das atividades nele desenvolvidas. Está prevista, ainda no âmbito
deste produto, a identificação, a sistematização e a disseminação das boas práticas e
de novas metodologias desenvolvidas no âmbito do projeto. Além disso, será
desenhada metodologia com vistas a garantir a transferência de metodologia
desenvolvida no âmbito deste projeto à SEPLAG para garantir a sustentabilidade das
ações que forem executadas, possibilitando, desta forma, a continuidade das políticas
públicas atinentes ao tema.
Resposta da Gerência:

21. Os indicadores de gênero para todos resultados do projeto estão classificados


na GEN2 ou GEN3, indicando que o gênero foi totalmente integrado em pelo
menos todos resultados do projeto.

o ( x ) Sim
o ( ) Não

Evidência: vide anexo específico.


Resposta da Gerência:

22. Há um plano de trabalho e orçamentário plurianual realista que garanta que os


resultados serão entregues dentro do prazo e recursos alocados? (Selecione a
opção entre 1-3 que melhor represente o projeto)

3. ( x ) O projeto possui um plano de trabalho e orçamentário realista que


cobre o período de vigência do projeto para cada atividade de modo a
garantir que resultados sejam entregues dentro do prazo e recursos
alocados.
2. ( ) O projeto possui um plano de trabalho e orçamentário que cobre o
período de vigência do projeto em nível de resultados.
1. ( ) O projeto ainda não possui um plano de trabalho e orçamentário
que cobre o período de vigência do projeto.

Evidência: Vide matriz lógica e plano de trabalho do projeto.


Resposta da Gerência:

SUSTENTABILIDADE E APROPRIAÇÃO NACIONAL


Classificação de Qualidade:

23. Os parceiros nacionais conduziram, ou se envolveram pró-ativamente, no


desenho do projeto?

3. (x ) Parceiros nacionais possuem total apropriação do projeto e


conduziram o processo de desenvolvimento do projeto em parceria com
o PNUD.
2. ( ) O projeto foi desenvolvido pelo PNUD em parceria estreita com os
parceiros nacionais.
1. ( ) O projeto foi desenvolvido pelo PNUD com nenhum ou limitado
engajamento dos parceiros nacionais.

Evidência: a SEPLAG/RS se envolveu ativamente na elaboração do PRODOC.


Foram realizadas reuniões de construção da matriz de resultados, além de tratativas
para o detalhamento de todo o plano de trabalho. Durante todo o processo, a
SEPLAG/RS teve papel ativo e decisivo.
Resposta da Gerência:

24. Os sistemas e instituições chave foram identificadas e há uma estratégia para


fortalecer capacidades específicas/ compreensivas baseada na avaliação de
capacidades conduzidas? (Selecione a opção que melhor represente o projeto)

3. ( ) O projeto possui uma estratégia compreensiva para fortalecer


capacidades específicas de instituições nacionais baseada na avaliação
de capacidade sistemática e detalhada. Essa estratégia inclui uma
abordagem para acompanhar regularmente as capacidades nacionais
usando indicadores claros e métodos rigorosos de coleta de dados,
bem como para ajustar essa estratégia no intuito de fortalecer as
capacidades nacionais.
2.5 ( x ) A avaliação de capacidade foi realizada. O documento de projeto
identificou atividades que serão realizadas para fortalecer a capacidade
de instituições nacionais, entretanto essas atividades não integram uma
estratégia compreensiva de monitoramento e fortalecimento de
capacidades nacionais.
2. ( ) A avaliação de capacidade está prevista para após o início do
projeto. Há planos para o desenvolvimento de uma estratégia de
fortalecimento de capacidades específicas das instituições baseada nos
resultados da avaliação de capacidade.
1.5 ( ) O documento de projeto faz menção a capacidades das instituições
nacionais a serem fortalecidas por meio do projeto, entretanto nenhuma
avaliação ou estratégia específica de desenvolvimento foi planejada.
a. Avaliação de capacidades não foram realizadas e não estão previstas.
Não há estratégia de fortalecimento de capacidades específicas de
instituições nacionais.

Evidência: o projeto colaborará para o fortalecimento institucional da SEPLAG e de


outras instâncias do estado do Rio Grande do Sul, oferecendo subsídios que
contribuirão para o contínuo avanço das políticas públicas.
Resposta da Gerência:

25. Há uma estratégia clara no projeto especificando como os sistemas nacionais


(ou seja, licitação, monitoramento, avaliações, etc.) serão utilizados na medida
do possível?

o ( x ) Sim
o ( ) Não
o ( ) Não Aplicável

Evidência: vide quadro de insumos e estratégia de implementação.


Resposta da Gerência:

26. Há um acordo de transição/ plano de eliminação desenvolvido com as


principais partes interessadas a fim de manter ou aumentar os resultados
(incluindo a estratégia de mobilização de recursos)

o ( x ) Sim
o ( )Não

Evidência: Os recursos financeiros estão definidos no orçamento, sendo de origem


pública.
Resposta da Gerência:
ANEXO 2. ANÁLISE SOCIAL E AMBIENTAL

Informação do Projeto

Informação do Projeto

1. Título do Projeto
Modernização e inovação em gestão pública no estado do Rio Grande do Sul
2. Número do Projeto BRA/19/002
3. Localização (Global/Região/País) Nacional – Brasil

Parte A. Integração de Princípios Gerais para o Fortalecimento da Sustentabilidade Socioambiental

Questão 1: Como o Projeto integra os princípios gerais a fim de fortalecer a sustentabilidade socioambiental?

Descreva resumidamente abaixo como o Projeto incorpora a abordagem baseada em direitos humanos

O projeto é, em sua essência, a aplicação da abordagem baseada em governança. Entretanto, há perspectiva de direitos humanos, mais especificamente na garantia e promoção
dos direitos dos cidadãos que são impactados pelos gargalos da gestão pública.

Descreva resumidamente abaixo como o Projeto poderá melhorar a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres

A perspectiva de gênero será transversalizada em toda a implementação do projeto, com destaque para a produção de dados, elaboração de estudos e proposição de novos
planos/ações a partir dos estudos realizados.

Descreva resumidamente abaixo como o Projeto incorpora a sustentabilidade ambiental

N/A
Parte B. Identificação e Gerenciamento de Riscos Socioambientais
Questão 2: Quais são os potenciais Riscos Questão 3: Qual o nível de importância dos potenciais riscos Questão 6: Quais medidas de avaliação e
Socioambientais? socioambientais? gerenciamento socioambientais foram
Nota: Descreva brevemente os potenciais riscos Nota: Responda as questões 4 e 5 abaixo, antes de proceder para conduzidas e/ou são requeridas para
socioambientais identificados no Anexo 1 – Checklist de a questão 6. endereçar potenciais riscos (para riscos com
Triagem de Riscos (com base em qualquer resposta significância moderada e alta)?
“Sim”). Se nenhum risco tiver sido identificado no Anexo 1
então escreva “Nenhum risco identificado” e passe para a
Pergunta 4 e selecione “Risco baixo”. As questões 5 e 6
não são requeridas para Projetos de riscos baixos.
Descrição do Risco Impacto e Significância Comentários Descrição das medidas de avaliação e
Probabilidade (Baixo, gerenciamento conforme refletido no Projeto.
(1-5) Moderado, Se ESIA ou SESA forem exigidas, notar que a
Alto) avaliação deverá considerar todos os
potenciais riscos e impactos.
Risco 1: Direitos Humanos – como o projeto envolve a I=3 Baixo Ações já estão previstas no Inclusão de ações de participação pública no
produção de subsídios para políticas/planos ações em P=1 projeto para garantir ampla projeto, com recursos dedicados ao tema
diferentes setores das políticas públicas, inclusive de participação e voz aos
Direitos Humanos, é preciso garantir a realização de seguimentos envolvidos
esforços de participação/envolvimento de todos os atores
interessados
Questão 4: Qual é a categorização geral do risco do projeto?

Selecione um (veja SESP para orientação) Comentários


Risco baixo X O Projeto não inclui atividades de risco de
impactos socioambientais adversos. Ao contrário,
o Projeto pode contribuir para a melhoria das
condições ambientais.
Risco Moderado
Risco Alto
Questão 5: Baseado nos riscos identificados e na categorização de riscos, quais requisitos do SES são
relevantes?
Selecione todas que aplicam Comentários

Princípio 1: Direitos Humanos X


Princípio 2: Igualdade de Gênero e Autonomia das
Mulheres
1. Conservação da Biodiversidade e Gestão de
Recursos Naturais
2. Adaptação e Mitigação das Mudanças Climáticas
3. Saúde Pública, Segurança e Condições de Trabalho
4. Patrimônio Cultural
5. Deslocamento e Reassentamento
6. Populações indígenas
7. Prevenção de Poluição e Eficiência de Recursos

Aprovação Final
Assinatura Data Descrição
Avaliador de QA Funcionário do PNUD responsável pelo Projeto, tipicamente um Oficial de Programa do PNUD. A
assinatura final confirma que eles analisaram o documento para garantir que o SESP seja conduzido
adequadamente.
Avaliador de QA Gerência sênior do PNUD, tipicamente o Vice-Diretor de País (DCD) do PNUD, Diretor de País (CD),
Vice-Representante Residente (DRR), ou Representante Residente (RR). O aprovador de QA não
pode ser também o avaliador de QA. A assinatura final confirma que eles autorizaram o SESP antes da
submissão ao PAC.
Presidência PAC Presidência do PAC do PNUD. Em alguns casos a presidência do PAC pode também ser o aprovador
de QA. A assinatura final confirma que o SESP foi considerado na avaliação do projeto e nas
recomendações do PAC.
Anexo SESP 1. Lista de Triagem de Risco Socioambiental
Lista de Potenciais Riscos Socioambientais
Princípio 1: Direitos Humanos Resposta
(sim/não)
1. O projeto poderia redundar em impactos adversos em relação ao gozo dos Não
direitos humanos (civil, político, econômico, social ou cultural) para as
populações afetadas e em especial a grupos marginalizados?
2. Existe alguma probabilidade de que o Projeto possua impactos adversos Não
desiguais ou discriminatórios nas populações afetadas, particularmente a
baixa renda, ou marginalizados, ou indivíduos ou grupos excluídos?1
3. O Projeto poderia potencialmente restringir a disponibilidade, a qualidade e Não
acesso a recursos de serviços básicos, em particular de indivíduos ou grupos
marginalizados?
4. Existe alguma probabilidade de que o Projeto possa ter excluído partes Não
interessadas potencialmente afetadas, em particular grupos marginalizados,
de participar integralmente nas decisões que podem afetá-los?
5. Existe algum risco de que os detentores de obrigações não tenham Não
capacidades de cumprir com suas obrigações no projeto?
6. Existe algum risco que os detentores de direitos não tenham capacidade de Não
reivindicar seus direitos?
7. As comunidades locais ou indivíduos, dada a oportunidade, questionaram Não
questões de direitos humanos em relação ao Projeto durante o processo de
engajamento das partes interessadas?
8. Existe algum risco de que o Projeto possa exacerbar conflitos e/ou o risco de Não
violência entre as comunidades afetadas pelo projeto e os indivíduos?
Princípio 2: Igualdade de Gênero e Autonomia das Mulheres Resposta
(sim/não)
1. Existe alguma probabilidade de que o Projeto proposto teria um impacto Não
adverso na igualdade de gênero e/ou na situação das mulheres e meninas?
2. O Projeto, potencialmente, reproduziria alguma discriminação contra as Não
mulheres tendo por base o gênero, especialmente no que tange à sua
participação no desenho e implementação ou acesso a oportunidades e
benefícios?
3. Os grupos de mulheres ou liderança feminina levantaram questões de Não
igualdade de gênero em relação ao Projeto durante o processo de
engajamento das partes interessadas e foram incluídos na proposta geral do
Projeto e na avaliação de risco?
4. O Projeto limitaria potencialmente a habilidade das mulheres de usar, Não
desenvolver e proteger recursos naturais, levando em conta as diferentes
posições e papéis de mulheres e homens em acessar bens e serviços
ambientais?
Por exemplo, atividades que possam levar a degradação ou esgotamento dos recursos
naturais em comunidades que dependem destes recursos como meios de subsistência
e bem-estar.
Princípio 3: Sustentabilidade Ambiental: Perguntas de triagem a respeito dos riscos Resposta
ambientais são abrangidas pelas questões específicas relacionadas aos padrões (sim/não)
abaixo.
Padrão 1: Conservação da Biodiversidade e Gestão de Recursos Naturais
Sustentáveis
1.1 – O Projeto causaria impactos potenciais adversos nos habitats (por exemplo, Não
habitats modificados, naturais e críticos) e/ou ecossistemas e serviços ambientais?
Por Exemplo, através da perda do habitat, conversão ou degradação,
fragmentação, mudanças hidrológicas
1.2 – As atividades propostas do Projeto se colocam dentro ou adjacentes a habitats Não
críticos e/ou áreas ambientais sensíveis, incluindo áreas legalmente protegidas
(por exemplo, reservas naturais, parques nacionais), áreas propostas para
proteção ou reconhecidas pelas fontes de autoridade e/ou população indígenas ou
comunidades locais?
1.3 – O projeto envolve mudanças no uso da terra e de recursos que podem ter Não
impactos adversos em habitats, ecossistemas e/ou nos meios de subsistência?
(Nota: Se restrições e/ou limitações ao acesso às terras se aplicam, favor referir-se

1
Razões de discriminação proibidas incluem raça, sexo, idade, língua, deficiência, orientação sexual, religião, opinião
política ou outra, origem nacional ou social ou geográfica, propriedade, nascimento ou outro status incluindo pessoas
indígenas ou membros de minorias. Referência a “mulheres e homens” ou similares pode ser entendida como a inclusão
de mulheres e homens, meninos e meninas, e outros grupos discriminados com base nas identidades de gênero, como
transgênero e transexuais.

75
ao Padrão 5)
1.4 – As atividades do Projeto apresentam riscos a espécies ameaçadas de extinção? Não
1.5 – O Projeto apresenta risco de introdução de espécies exóticas invasoras? Não
1.6 - O Projeto envolve a extração de florestas naturais, desenvolvimento de Não
plantações e reflorestamento?
1.7 – O Projeto envolve a produção e/ou extração de peixes ou outra espécie Não
aquática?
1.8 – O Projeto envolve extração significativa, desvio ou contenção da superfície ou da Não
água no solo?
1.9 – O Projeto envolve a utilização de recursos genéticos? (Por exemplo, coleta e/ou Não
colheita, desenvolvimento comercial)
1.10 – O Projeto produziria questões ambientais globais ou transfronteiriça adversas? Não
1.10- O Projeto resultaria no desenvolvimento de atividades secundárias ou Não
resultantes que poderiam levar a efeitos socioambientais adversos, ou produziria
impactos cumulativos com outras atividades já conhecidas ou planejadas na área?
Por exemplo, uma nova estrada através de terras florestais irá produzir impactos
socioambientais (ex. corte de árvores, terraplanagens, potencial realocação de
habitantes). A nova estrada também pode facilitar a invasão de terras por
colonizadores ilegais, ou produzir desenvolvimento comercial não planejado pela
rota, potencialmente em áreas sensíveis. Esses são impactos indiretos,
secundários, ou induzidos que precisam ser considerados. Além disso, se
desenvolvimentos similares na mesma área florestal forem planejados, impactos
cumulativos de múltiplas atividades (mesmo que não façam parte do mesmo
projeto) precisam ser consideradas.
Padrão 2: Mitigação Adaptação à Mudança do Clima Resposta
(sim/não)
2.1 – O Projeto proposto irá resultar em emissões significativas2 de gases de efeito Não
estufa ou exacerbar a mudança do clima?
2.2 – Os potenciais resultados do Projeto seriam sensíveis ou vulneráveis a potenciais Não
impactos da mudança do clima?
2.3 – É provável que o Projeto proposto aumente diretamente ou indiretamente a Não
vulnerabilidade socioambiental em relação à mudança do clima hoje ou no futuro
(também conhecida como práticas de mal adaptação)?

Por exemplo, mudanças no planejamento do uso da terra poder fomentar o


desenvolvimento de planícies aluviais, potencialmente aumentando a vulnerabilidade
de populações à mudança do clima, em especial a enchentes.
Padrão 3: Saúde Comunitária, Segurança e Condições de Trabalho Resposta
(sim/não)
3.1 – Os elementos de construção, operação ou desmantelamento do Projeto Não
representariam potenciais riscos de segurança para comunidades locais?
3.2 - O Projeto representaria potencial risco para a saúde comunitária e segurança Não
devido ao transporte, armazenamento e uso e/ou eliminação de materiais perigosos e
nocivos (por exemplo, explosivos, combustíveis e outros químicos durante a construção
e operação)?
3.3 – O Projeto envolve a construção de larga escala de infraestrutura (ex. barragens, Não
rodovias, edifícios)?
3.4 – A falha de elementos estruturais do Projeto representaria risco às comunidades Não
(ex. colapso de edifícios e infraestrutura)?
3.5 – O Projeto proposto seria suscetível a ou levaria ao aumento da vulnerabilidade de Não
terremotos, afundamento do solo, desabamentos, erosão, inundação ou condições
climáticas extremas?
3.6 – O Projeto resultaria em potenciais riscos acrescidos de saúde (ex. transmitidas Não
pela água ou doenças transmitidas por outras fontes ou infecções transmissíveis como
HIV/AIDS)?
3.7 – O Projeto representaria potencial risco e vulnerabilidade relacionado a saúde Não
ocupacional e segurança devido aos perigos físicos, químicos, biológicos e
radiológicos, durante a construção, operação ou desmantelamento?
3.8 – O Projeto envolve suporte para emprego ou meios de subsistência que possam Não
não cumprir com as normas nacionais e internacionais de trabalho (ou seja, princípios e
normas das convenções fundamentais da OIT)?

2
A respeito do CO2, “emissões significativas” correspondem geralmente a mais de 25.000 toneladas por ano (de ambas
fontes diretas e indiretas). [A Nota de orientação sobre a Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima fornece
informações adicionais sobre as emissões de gases de efeito-estufa]

76
3.9 – O Projeto envolve pessoal de segurança que possa representar um risco a saúde Não
e segurança a comunidades e /ou indivíduos (ex. devido à falta de treinamentos
adequados e responsabilidade)?
Padrão 4: Patrimônio Cultural Resposta
(sim/não)
4.1 – O Projeto irá resultar em intervenções que irão potencialmente impactar Não
negativamente locais, estruturas, ou objetos com valores históricos, culturais,
tradicionais ou religiosos ou formas de cultura intangíveis (ex. conhecimento,
inovações, práticas)? (Nota: Projetos destinados a proteger e conservar o patrimônio
cultural também podem ter impactos negativos inadvertidos.)
4.2 – O Projeto propõe utilizar formas tangíveis e/ou intangíveis de patrimônio cultural Não
para propósitos comerciais ou outros?
Padrão 5: Deslocamento e Reassentamento Resposta
(sim/não)
5.1 – O Projeto potencialmente envolveria deslocamento físico temporário ou Não
permanente, total ou parcial?
5.2 – O Projeto possivelmente resultaria no deslocamento econômico (ex. perda de Não
ativos ou acesso a recursos devido a aquisição de terras ou restrições de acesso –
mesmo na ausência de relocação física)?
5.3 – Existe risco de que o Projeto levaria a despejos forçados?3 Não
5.4 – O Projeto proposto afetaria possivelmente arranjos de posse de terra e/ou direitos Não
de propriedade de base comunitária/ direitos consuetudinários a terra, territórios e/ou
recursos?
Padrão 6: Povos Indígenas Resposta
(sim/não)
6.1 – Os povos indígenas estão presentes na área do Projeto (incluindo área do projeto Não
de influência)?
6.2 – É provável que o Projeto ou partes do Projeto estarão localizados em terras e Não
territórios reivindicados por povos indígenas?
6.3 – O Projeto proposto afetaria potencialmente os direitos humanos, terras, recursos Não
naturais, territórios e meios de subsistência tradicionais dos povos indígenas
(independentemente se os povos indígenas possuem títulos legais para tais áreas, se o
Projeto está localizado dentro ou fora das terras e territórios habitados pelos povos
afetados, ou se os povos indígenas são reconhecidos como povos indígenas pelo país
em questão)?
Se a resposta para questão de triagem 6.3 for “sim” os impactos potenciais de risco
são considerados potencialmente severos e/ou críticos e o Projeto seria categorizado
como Moderado ou Alto risco.
6.4 – Houve ausência de consultas culturais apropriadas realizadas com o objetivo de Não
alcançar o FPIC em assuntos que possam afetar os interesses e direitos, terras,
recursos, territórios e os meios de subsistência tradicionais dos povos indígenas
envolvidos?
6.5 – O Projeto proposto envolve a utilização e/ou o desenvolvimento comercial de Não
recursos naturais nas terras e territórios reivindicados pelos povos indígenas?
6.6 – Existe potencial para despejo forçado ou deslocamento físico ou econômico, total Não
ou parcial, de povos indígenas incluindo através de restrições de acesso a terras,
territórios e recursos?
6.7 – O Projeto afetaria negativamente as prioridades de desenvolvimento de povos Não
indígenas conforme definido por eles?
6.8 – O Projeto afetaria potencialmente a sobrevivência física e cultural dos povos Não
indígenas?
6.9 – O Projeto afetaria potencialmente o Patrimônio Cultural dos povos indígenas, Não
incluindo através de práticas de comercialização e uso de seus conhecimentos
tradicionais?
Padrão 7: Prevenção de Poluição e Eficiência de Recursos Resposta
(sim/não)
7.1 – O Projeto resultaria potencialmente na emissão de poluentes para o meio Não
ambiente devido a circunstâncias rotineiras ou não-rotineiras com o potencial de
impacto negativo local, regional ou transfronteiriço?
7.2 – O Projeto proposto resultaria potencialmente na geração de resíduos (seja Não

3
Despejos forçados incluem atos e/ou omissões envolvendo deslocamento coercitivo ou involuntário de indivíduos, grupos ou
comunidades de casas e/ou terras e recursos de propriedade comum que foram ocupados ou dependiam sobre, assim eliminando a
habilidade de um indivíduo, grupo, ou comunidade de residir, ou trabalhar em uma habitação, residência, ou locar particular sem a
condição e acesso de formas apropriadas de proteções legais ou outras.

77
nocivos que não nocivos)?
7.3 – O Projeto proposto envolve potencialmente a manufatura, troca, emissão, e/ou Não
uso de químicos e/ou materiais perigosos? O Projeto propõe o uso de químicos e
materiais sujeitos a proibições internacionais ou eliminações progressivas?
Por exemplo, DDT, PCBs e outros químicos listados nas convenções internacionais
como a Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes ou o
Protocolo de Montreal.
7.4 – O Projeto proposto irá envolver a aplicação de pesticidas que possam gerar efeito Não
negativo ao meio ambiente ou saúde humana?
7.5 – O Projeto inclui atividades que requerem o consumo significante de matérias- Não
primas, energia e/ou água?

78
Anexo 3. Matriz de Risco

Título do Projeto: BRA/19/002 - Modernização e inovação em gestão pública no estado do Award ID: Data: agosto/2019
Rio Grande do Sul

# Descrição Data Tipo Impacto & Medidas de Supervisão Incluído por Atualização Status
identificada Probabilidade Mitigação e
Resposta
1 Indisponibilidade Elaboração Financeiro Probabilidade na Monitoramento das Gerente de Gerente de Reavaliar
ou atraso dos do projeto escala de 1 (baixo) a previsões projeto projeto/PNUD uma vez
desembolsos 5 (alto) orçamentárias e iniciado o
programados, P=2 empenhos anuais projeto
impactando o Impacto na escala de relacionados ao
ritmo planejado 1 (baixo) a 5 (alto) projeto.
para I=4
implementação
do projeto
2 Impacto no ritmo Elaboração Operacional Probabilidade na Identificar pontos Gerente de Gerente de - Reavaliar
de execução do do projeto escala de 1 (baixo) a focais de sua projeto projeto/PNUD uma vez
projeto, dado que 5 (alto) equipe que serão iniciado o
este será o P=3 responsáveis pela projeto
primeiro projeto Impacto na escala de gestão do projeto.
de execução 1 (baixo) a 5 (alto) PNUD realizar
nacional gerido I=4 cursos de gestão
pela unidade de projetos e
executora operacionalização
dos sistemas às
equipes do projeto.

79
ANEXO 4
Insumos do Projeto
Listagem de consultorias por produto a ser contratada (pessoa física e jurídica)

CONSULTORES PRODUTO

As regras e os procedimentos para contratação de profissionais para a elaboração de


produtos, adotadas pelo Projeto, são compatíveis com as Normas Técnicas e Administrativas do
PNUD e estão em conformidade com o estabelecido na legislação vigente relativa ao assunto.
A cada contratação deverá ser elaborado Termo de Referência específico, com
detalhamento do propósito da contratação, descrição dos produtos esperados e/ou das atividades
a serem desenvolvidas, qualificações profissionais exigidas, entre outros quesitos.
Os produtos advindos dessas consultorias são específicos e demandam especialização
apropriada. Nesse sentido, o Decreto Nº 5.151/04 determina que a consultoria deverá ser
realizada por profissional de nível superior, graduado em área relacionada ao Projeto de
Cooperação Técnica Internacional, ou excepcionalmente, em não preenchendo o requisito de
escolaridade mínima, tenha notório conhecimento da matéria afeta ao Projeto. Os consultores
contratados desempenharão suas atividades de forma temporária e sem subordinação jurídica,
estando suas atividades exclusiva e obrigatoriamente vinculadas aos resultados e produtos
constantes dos documentos de Projeto.
O projeto prevê, ao longo do período contemplado, contratações de consultorias de
pessoas físicas por Produto, as quais serão destinadas a prestação de serviços conforme quadro
ilustrativo a seguir: 

Quadro de Insumos- Pessoas Físicas


Período Valor total
previsto estimado
Produto Quantidade para a dos
Natureza da TOTAL
do de duração serviços,
Consultoria (R$)
projeto consultores do por
contrato consultor
(meses) (R$)
Desenvolver plano de
sensibilização e
informação sobre nova 1 1 6 60.000 60.000
política de gestão do
patrimônio
Desenvolver avaliação de
progresso e resultados da
nova política, com
identificação de boas 1 1 8 80.000 80.000
práticas e desenho de
estratégia de
sustentabilidade

80
Valor total
Período
estimado
previsto
Produto Quantidade dos
para a TOTAL
Natureza da Consultoria do de serviços,
duração do (R$)
projeto consultores por
contrato
consultor
(meses)
(R$)
Realizar avaliação do
programa piloto de formação
2 1 8 80.000 80.000
e desenhar estratégia de /
sustentabilidade
Realizar diagnóstico da
gestão documental do
arquivo público do estado, 3 1 4 60.000 60.000
incluindo área de perícia
médica/saúde do servidor
Desenvolver plano de gestão
documental do arquivo
público, incluindo aspectos
relacionados a estrutura de
3 1 4 60.000 60.000
gestão do arquivo, assim
como metodologias de
digitalização, classificação e
manutenção do arquivo
Desenvolver plano de
sustentabilidade da ação
piloto implantada e de
3 1 4 60.000 60.000
disseminação da aplicação
da metodologia a demais
arquivos do estado
Desenvolver plano de
implantação do novo modelo
de gestão do CAFF,
4 2 4 120.000 120.000
incluindo proposta de
estratégia para parcerias
com o setor privado
Realizar avaliação de
progresso e resultados do
4 1 12 120.000 120.000
processo de implantação do
novo CAFF
Desenvolver estratégia de
informação/sensibilização
4 1 8 120.000 120.000
sobre o novo modelo de
gestão do CAFF
Realizar mapeamento de
experiências internacionais e
5 1 3 30.000 30.000
nacionais inovadoras em
gestão pública

81
Valor total
Período
estimado
previsto
Produto Quantidade dos
para a TOTAL
Natureza da Consultoria do de serviços,
duração do (R$)
projeto consultores por
contrato
consultor
(meses)
(R$)
Mapear e sistematizar boas
práticas em gestão pública
5 1 2 20.000 20.000
do estado e desenvolver
estratégia de disseminação
Desenvolver propostas de
novas metodologias de
políticas e práticas de gestão
do estado, com base nas 5 1 4 40.000 40.000
experiências mapeadas e
viagens de estudo e
intercâmbio realizadas
Elaborar proposta de
estratégia para melhoria de
processos de cooperação 5 1 8 80.000 80.000
técnica internacional no
estado
Realizar mapeamento de
aquisições prioritárias ao
6 1 2 20.000 20.000
estado, com foco em
aquisições internacionais
Estruturar repositório de
boas práticas e documentos
6 1 6 60.000 60.000
de referência em compras
públicas
Realizar oficinas de
formação/atualização das
6 1 4 60.000 60.000
equipes técnicas do estado
no tema de compras públicas
Desenvolver estratégia de
gestão do conhecimento 7 1 2 20.000 20.000
Realizar avaliação do projeto 7 1 2 30.000 30.000

82
O Projeto também prevê a contratação de consultorias e serviços de Pessoa Jurídica, conforme
previsão a seguir:

Quadro de Insumos- Pessoas Jurídicas


Valor total
Produto estimado
Quantidade Período
Objeto do dos TOTAL (R$)
prevista (meses)
projeto serviços
(R$)
Mapeamento de boas
práticas nacionais e
internacionais em gestão
1 2 2 30.000 60.000
do patrimônio e
estruturação de banco de
boas práticas
Elaborar propostas de
novas diretrizes
metodológicas e técnicas
para a política de gestão
1 2 4 70.000 140.000
do patrimônio do estado
do Rio Grande do Sul
elaboradas e
disseminadas
Desenvolver conteúdos e
facilitar formações sobre 1 2 5 69.000 138.000
nova política
Produzir guia sobre nova
1 1 1 20.000 20.000
política
Diagnóstico das áreas de
formação e valorização
profissional no estado,
incluindo mapeamento
2 1 2 30.000 30.000
de desafios e
expectativas dos
servidores, ativos e
experiências em
Elaborar estratégia de
fortalecimento das ações
de valorização
profissional no estado,
incluindo aspectos de 2 1 2 30.000 30.000
formação, avaliação de
desempenho e gestão de
carreiras e saúde do
servidor
Elaborar proposta de
matriz curricular e trilhas
de formação de
servidores, de acordo 2 2 2 30.000 60.000
com as necessidades
mapeadas e estratégia
desenvolvida;
Desenvolver conteúdos e
sessões de formação
2 4 1 100.000 400.000
prioritárias, em caráter
piloto
Realizar ação piloto de 3 1 1 600.000 600.000
implantação da
metodologia de
otimização da gestão de
arquivos prioritários do
estado (ação piloto
implantada nos arquivos

83
da área de perícia), com
desenvolvimento de guia
de gestão, a partir da
experiência piloto, que
possibilite sua replicação
aos demais arquivos do
estado
Desenvolver guia
informativo com
4 1 1 30.000 30.000
sistematização da
proposta do novo CAFF
Realizar oficinas de
apresentação/discussão das
práticas mapeadas e de
5 2 1 10.000 20.000
coleta de insumos para a
otimização de processos de
gestão no estado
Equipamentos de tecnologia
de ponta em segurança e/ou 6 1 6 625.000 625.000
náutica
Equipamentos de robótica 6
e/ou de alta tecnologia para 2 6 312.500 625.000
a área médica e hospitalar

Realizar auditoria do projeto 7 1 1 40.000 40.000

São previstas as seguintes parcerias/cartas de acordo:

Quadro de Insumos- Agências Implementadoras

Poderão ser firmadas Cartas Acordo pelo PNUD com as instituições listadas abaixo, após
manifestação positiva da SEPLAG/RS, visando a troca de experiências, conhecimento e a
realização de atividades de interesse comum, com vistas a consecução dos produtos/atividades
listados abaixo. Para tanto, o estabelecimento de eventuais cartas acordo serão precedidas da
elaboração de Termos de Referência, nos quais os custos das atividades sejam embasados por
memória de cálculo detalhada. E ainda, nos termos das cartas de acordo a serem firmadas,
constarão a obrigação da instituição parceira referente à prestação de contas e a disponibilização
de documentos de suporte às mesmas, quando solicitado.

Valor
Produto estimado
Período Instituição Quantidade
Objeto do dos TOTAL (R$)
(meses) parceira estimada
projeto serviços
por CA (R$)
Universidades
Desenvolvimento e
públicas ou
aplicação piloto de
realização de
metodologias inovadoras
processo de
de gestão do patrimônio,
seleção público
incluindo abordagens que 1 10 1 85.000 85.000
para
valorizem a aproximação
identificação de
com a comunidade e
parceiro/agênci
gestão compartilhada dos
a
espaços
Implementadora
Desenvolvimento e 2 10 Universidades 1 100.000 100.000
aplicação piloto de públicas ou
metodologias e conteúdos realização de
de formação voltados ao processo de
fortalecimento de seleção público
capacidades e para
valorização profissional identificação de
dos servidores do estado. parceiro/agênci

84
a
Implementadora
Realizar benchmarking de
modelagens inovadoras
de gestão de ambientes Universidades
corporativos - públicos e públicas ou
empresariais - incluindo realização de
aspectos arquitetônicos, processo de
de sustentabilidade, seleção público
4 10 1 400.000 400.000
acessibilidade e de uso para
do espaço; A partir de identificação de
metodologia participativa parceiro/agênci
e do benchmarking a
realizado, desenvolver Implementadora
proposta de novo modelo
de gestão do CAFF

Anexo 5

PROVISÃO DE SERVIÇOS DE APOIO A PROJETOS NIM


1. Referimo-nos às consultas entre oficiais do Governo da República Federativa do
Brasil e do Governo do Estado do Rio Grande do Sul (doravante denominados “o
Governo”) e oficiais do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (doravante
denominado “PNUD”) no que tange à provisão de serviços de apoio pelo escritório do
PNUD no país aos projetos e programas gerenciados nacionalmente. O PNUD e o
Governo acordam, por meio desta, que o escritório de país do PNUD pode prover tais
serviços a partir de solicitação do Governo por meio de suas instituições designadas, no
âmbito do documento de Projeto BRA/19/002 - Modernização e inovação em gestão
pública no estado do Rio Grande do Sul, conforme descrito abaixo.

2. O escritório de país do PNUD poderá prover serviços de apoio à assistência, com


relatórios obrigatórios e pagamentos diretos. Ao prover tais serviços de apoio, o escritório
de país do PNUD deve garantir que a capacidade da instituição designada do Governo é
fortalecida de modo a proporcionar a ela a condução de tais atividades diretamente. Os
custos incorridos pelo escritório de país do PNUD na provisão de tais serviços de apoio
deverão ser recuperados do orçamento administrativo do escritório.

3. O escritório de país do PNUD pode prover, a pedido da instituição designada, os


seguintes serviços de apoio às atividades do programa/projeto:
(a) Identificação e/ou recrutamento de pessoal de projeto e programa;
(b) identificação e facilitação de atividades de treinamento;
(c) Aquisição de bens e serviços;

4. A aquisição de bens e serviços e o recrutamento de pessoal de projeto e programa


pelo escritório de país do PNUD devem estar de acordo com os regulamentos, regras,
políticas e procedimentos do PNUD. Serviços de apoio descritos no parágrafo 3, acima,
deverão ser detalhados no anexo ao documento de suporte ao programa ou no documento
de projeto, na forma oferecida no Anexo a este acordo. Se os requerimentos de serviços de
apoio mudarem durante a vida do programa ou projeto, o anexo ao documento de apoio ao
programa ou ao documento de projeto será revisado em acordo mútuo entre o
representante residente do PNUD e a instituição designada.

5. As passagens relevantes do Acordo Básico de Assistência Técnica entre o Governo


da República Federativa do Brasil e as Nações Unidas, a Organização Internacional do

85
Trabalho, a Organização das Nações Unidas para Alimentos e Agricultura, a Organização
das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, a Organização para a Aviação
Civil Internacional, a Organização Mundial da Saúde, a União Internacional de
Telecomunicações, a Organização Meteorológica Mundial, a Agência Internacional de
Energia Atômica e a União Postal Universal, assinado em 29 de dezembro de 1964
(doravante denominado “Acordo Básico”), e a Convenção Sobre os Privilégios e
Imunidades das Nações Unidas, assinada em 13 de fevereiro de 1946 (doravante
denominada ‘Convenção Geral”), incluindo as provisões sobre responsabilidade e
privilégios e imunidades, serão aplicáveis à provisão de tais serviços de apoio. O Governo
manterá sua responsabilidade geral pelos projetos ou programas gerenciados
nacionalmente por meio de sua instituição designada. A responsabilidade do escritório de
país do PNUD pela provisão dos serviços de apoio aqui descritos estará limitada à provisão
de tais serviços de apoio detalhados no anexo ao documento de apoio ao projeto ou no
documento de projeto.

6. Quaisquer reclamações ou disputas advindas ou relacionadas à provisão de


serviços de apoio pelo escritório de país do PNUD de acordo com esta carta deverão ser
resolvidos de acordo com os termos relevantes do Acordo Básico e da Convenção Geral.

7. A maneira e o método de recuperação de custos pelo escritório de país do PNUD na


provisão de serviços de apoio descritos no parágrafo 3, acima, deverão ser especificados
no anexo legal (“Obrigações e Pré-Requisitos) do documento de projeto.

8. O escritório de país do PNUD deverá submeter relatórios de progresso dos serviços


de apoio providos e deverá reportar os custos reembolsados na provisão de tais serviços,
conforme for solicitado.

9. Qualquer modificação ao presente acordo deverá ser realizada por meio de acordo
comum, por escrito, entre as Partes deste instrumento.

DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS DE APOIO DO ESCRITÓRIO DE PAÍS DO PNUD

1. Referimo-nos às consultas entre a Secretaria de Planejamento, Orçamento e


Gestão do Estado do Rio Grande do Sul – SEPLAG/RS, instituição designada pelo
Governo do Brasil e do Governo do estado do Rio Grande do Sul e oficiais do PNUD a
respeito da provisão de serviços de apoio pelo escritório de país do PNUD para os
programas ou projetos gerenciados nacionalmente BRA/19/002: Modernização e inovação
em gestão pública no estado do Rio Grande do Sul “Projeto”.

2. De acordo com as provisões desta carta acordo e deste documento de projeto, o


escritório de país do PNUD deverá prover os serviços de apoio para o programa ou projeto,
conforme descrito abaixo.

3. Serviços de apoio a serem prestados: de acordo com o descrito na Matriz de


Resultados, no Plano de Monitoramento e Avaliação e no Plano de Trabalho Plurianual
deste Documento de Projeto.

4. Descrição das funções e responsabilidades das Partes envolvidas: veja o anexo


legal “Obrigações e Pré-Requisitos” do documento de projeto

86

Você também pode gostar