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Cultura Organizacional

Tylor (1871): Culture (provindo do termo germânico cultur e da palavra francesa civilization); o
teórico desconsiderou o relativismo cultural; inspiração em Darwin.

Boas (1896): particularismo histórico.

Kroeber (1949): ampliação do conceito de cultura, sobre como ela influencia o comportamento
humano.

Keesing e sua classificação (1974):

1 Sistema Adaptativo

2 Idealismo

Sistema cognitivo (pode ser observado)

Sistema estrutural (desvendamento dos princípios da mente que elaboram a cultura)

Sistema simbólico (conjunto de valores, entre outros, que orientam o comportamento)

“O ser humano, conforme descrito por Max Weber, é um animal circunscrito às teias de
significados históricos por ele tecidas. Em decorrência, a cultura, ao ser constituída por teias de
significados, é interpretada por meio das definições conferidas a tais teias (Geertz, 1989).”

* Antopologia ≠ Sociologia

* Berger, Geertz...

“Nas vertentes sociológica e psicossociológica, o interacionismo simbólico constitui


importante perspectiva teórica para a explicação dos fenômenos culturais. A ênfase recai na
recuperação do processo de elaboração do universo simbólico ou na construção da realidade
de determinado agrupamento social.” “Ou seja, a construção e a manutenção da cultura
pressupõem níveis mínimos de compartilhamento da realidade social.”

“Por fim, a perspectiva interacionista simbólica se caracteriza como uma das abordagens mais
adequadas para analisar processos de socialização, ressocialização, mobilização de mudanças
de opiniões, comportamentos, expectativas e exigências sociais. Em síntese, constitui uma
perspectiva teórica que permite a compreensão do modo como os seres humanos interpretam
os objetos e as outras pessoas com as quais interagem e de como tal processo de
interpretação conduz o comportamento individual em situações específicas”.

Pettigrew (1979): Introdução do conceito de cultura ao contexto organizacional NA


PERSPECTIVA PSICOLÓGICA.

Cultura como significados compartilhados que influenciam pensamentos, sentimentos


e comportamentos dos membros de uma comunidade organizacional.
Experiência de Hawthorne realizada por Elton Mayo em 1927 (iluminação na fábrica)

Livro de Elliot Jacques (1951): “cultura dirigida aos estudos organizacionais”

“Embora o conceito tenha sido transposto para as organizações em meados da década de


1930, a ampliação das multinacionais em todos os continentes do planeta, no início de 1980,
fez a questão cultural ganhar força efetiva nos estudos organizacionais. Outros motivos
apresentados para justificar o interesse pelos estudos sobre cultura nas organizações são os
crescentes deslocamentos de poder ocorridos na socieda de industrial e pós-industrial, bem
como as redefinições geopolíticas do planeta ocorridas nas últimas duas décadas do século
passado (Martinez, 2009; Santos; Gonçalves, 2010). Na década de 1990, o tema permaneceu
em evidência devido a dois fatores inter-relacionados: a globalização dos mercados e os
processos de mudança nas organizações (Fleury; Shinyashiki; Stevanato, 1997). No século XXI,
as pesquisas referentes à cultura organizacional permaneceram atuais e relevantes, dadas as
turbulências e mudanças profundas pelas quais vêm passando as organizações.”

Cultura no contexto organizacional: Variável (adaptação da organização nos ambientes


internos e externos) x Metáfora (a organização como expressão cultural em sua totalidade).

Variável: Administração comparativa; Cultura Corporativa;

Metáfora: Cognição organizacional; Simbolismo organizacional; Processos


inconscientes e organizações. (p. 496)

* Artefato

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