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PLANO DIÁRIO DE AULA

ANO LECTIVO: 2021/2022; DATA: 15… – NOVEMBRO; NÍVEL: 2º CICLO; CLASSE: 12ª; TURMA: EM12BT; SALA: E1/03.
ESCOLA: INSTITUTO TÉCNICO LUCRÉCIO DOS SANTOS
NOME DO PROFESSOR: LUÍS MARIA
DISCIPLINA: TECNOLOGIA ELECTROMECÂNICA
UNIDADE TEMÁTICA #: ELECTRÓNICA DE POTÊNCIA
TEMA: CIRCUITOS COM DÍODO
TIPO DE AULA: AULA NOVA
TEMPO LECTIVO: 2021/2022
DURAÇÃO: 100 MINUTOS

OBJECTIVOS
GERAIS ESPECÍFICOS

1. Capacitar o aluno a identificar, NO FINAL DA AULA O ALUNO SERÁ CAPAZ DE:


compreender, analisar e Desenhar o diagrama de um circuito retificador de meia onda e explicar como ele funciona;
dimensionar os circuitos Descrever as regras do transformador de entrada nas fontes de alimentação;
Rectificadores. Desenhar o diagrama de um circuito retificador de onda completa com tomada central e
explicar seu funcionamento;
Desenhar o diagrama de um circuito retificador de onda completa em ponte e explicar como
ele funciona.

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Estrutura metodológica
e organizativa da aula/ Meios de
TEMPO FASE DIDÁTICA CONTEÚDO DE ENSINO
actividades do Ensino
professor e dos alunos
MOTIVAÇÃO
 Resumo da aula anterior Elaboração conjunta,
 Muitas vezes ouvimos falar em chuva de ideias e
 Asseguramento do
10 min Electrónica de Potência. Mas afinal, o exercícios de
nível de partida
que é a Electrónica de Potência? perguntas

-----------
 Pergunta Qual a importância dos circuitos
5 min Trabalho independente -----------
motivacional Rectificadores? Qual a sua aplicação?
---
-----------
 Orientação aos Explicar o que irão aprender no decorrer da
5 min Exposição do professor -----------
objectivos aula.
--
Circuitos com díodos
 Rectificador de meia onda;
 Transformadores; Elaboração conjunta, ------
Tratamento didático da
30 min Expositivo e -----------
matéria  Rectificador de onda completa com Explicativo -------
tomada central;
 Rectificador de onda completa em ponte.
Aplicação e Esquematize no quadro as informações Elaboração conjunta -------
50 min
sistematização da nova levantadas pelos alunos para cada grupo de e trabalho -----------
matéria imagens mostradas. independente ------

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DESENVOLVIMENTO DA AULA / MATÉRIA OU CONTEÚDO

UNIDADE 1: ELETRÓNICA DE POTÊNCIA

CIRCUITOS COM DÍODOS

A maioria dos sistemas eletrônicos, como os aparelhos de televisão,


DVD e CD e computadores, precisa de uma fonte de alimentação CC para
funcionar corretamente.

Como a energia elétrica disponível é em tensão alternada, a primeira


providência que devemos tomar é converter a tensão da rede elétrica CA
em uma tensão CC. A parte do sistema eletrônico que produz a tensão
CC é chamada de fonte de alimentação.

Dentro da fonte de alimentação estão os circuitos que fazem a


corrente circular em apenas um sentido, eles são chamados de
retificadores.

Este capítulo trata de circuitos, retificadores e filtros.

Figura 1 – Conversor de corrente alternada em corrente contínua

RETIFICADOR DE MEIA ONDA

O circuito retificador de meia onda é composto por um único díodo


acoplado na saída de um transformador.

Após a passagem pelo díodo, observam-se somente semiciclos


positivos, pois durante o semiciclos negativo a tensão na carga é nula.

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OBSERVAÇÃO: Quando a tensão de entrada (Ve) for positiva, o
díodo conduzirá e a tensão na carga será igual à tensão de entrada
descontando 0,7 V. Se a tensão de pico de entrada (VP) for muito maior
que 0,7 V, a tensão na carga será praticamente igual a Ve.

No semiciclo negativo (Ve< 0), o díodo estará cortado e toda a


tensão estará aplicada entre seus terminais; por isso, o díodo deve ter
uma tensão de ruptura maior que VP . A figura 2 apresenta situações do
circuito e formas de onda.

NOTA: A função de um retificador é manter uma tensão contínua na


saída.

Figura 2 – Rectificador de meia onda ideal

FORMAS DE ONDA IDEAL

A Figura 2a mostra uma representação gráfica da forma de onda da


tensão de entrada. Ela é uma onda senoidal com um valor instantâneo de
Vin e um valor de pico de Vp (in).

Figura 2a – Sinal de entrada para um rectificador de meia onda

Uma senoide pura como esta tem um valor médio igual a zero sobre
um ciclo porque cada tensão instantânea tem um valor igual oposto ao

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último semiciclo. Se você medir esta tensão com um voltímetro CC,
obterá uma leitura zero, porque um voltímetro CC indica o valor médio.

No retificador de meia onda da Figura 2b, o díodo estará conduzindo


durante os semiciclos positivos, mas não conduzirá d urante os semiciclos
negativos.

Figura 2b – Sinal de saída do rectificador de meia onda

É por isso que os semiciclos negativos foram cortados na Figura.


Esta forma de onda é chamada de sinal de meia onda. Esta tensão de
meia onda produz uma corrente unidirecional na carga, ou seja, ela
circula somente em um sentido.

Se o díodo estivesse polarizado reversamente, ele se tornaria


diretamente polarizado quando a tensão de entrada ficasse negativa.
Como resultado, os pulsos de saída seriam negativos. Isto está mostrado
na Figura 2c. Observe como os picos negativos estão deslocados em
relação aos picos positivos e seguem as oscilações negativas do sinal de
entrada.

Figura 2c – Sinal de saída do rectificador negativo de meia onda

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Um sinal de meia onda como o da Figura 2b é uma tensão CC
pulsante que aumenta até um valor máximo, diminui a zero e permanece
em zero durante o semiciclo negativo. Esse tipo de tensão CC não é o
que necessitamos para os equipamentos eletrônicos. O que precisamos é
de uma tensão constante, a mesma que obtemos de uma bateria.

Para obtermos esse tipo de tensão, precisamos filtrar o sinal de meia


onda.

Tensão de pico na saída

É conveniente lembrar que a tensão de pico na saída é igual à tensão de


pico da entrada:

Valor CC (Tensão média) de um sinal ideal

O valor CC de um sinal é o mesmo valor médio. Se você medir um


sinal com o voltímetro CC, a leitura será igual ao valor médio. O valor CC
de um sinal de meia onda é uma fórmula derivada. Esta fórmula é:

Valor rms (Tensão eficaz) de um sinal ideal

O valor rms de um sinal de meia onda pode ser determinado com a


seguinte fórmula:

Frequência de saída

A frequência de saída é a mesma de entrada. Isso faz sentido quando


comparamos a Figura 2b com a Figura 2a. Cada ciclo da tensão de
entrada produz um ciclo da tensão de saída. Portanto, podemos escrever:

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Segunda aproximação

Não obtemos uma tensão de meia onda perfeita no resistor de


carga. Por causa da barreira de potencial, o díodo não conduz enquanto a
fonte de tensão não alcança 0,7 V aproximadamente. Quando a tensão
de pico da fonte for maior que 0,7 V, a tensão na carga lembra um sinal
de meia onda.

Por exemplo, se a tensão de pico da fonte for de 100 V, a tensão na


carga será muito próxima da tensão de meia onda perfeita. Se a tensão
de pico da fonte for de 5 V, a tensão na carga terá apenas 4,3 V. Se for
necessária uma resposta melhor:

EXEMPLO DE APLICAÇÃO

A Figura mostra um retificador de meia onda. Calcule os valores teóricos


da tensão de pico e da tensão média na carga.

PROBLEMA PRÁTICO: Usando a Figura do exemplo anterior, mude a


fonte de tensão CA para 15 V. Calcule a tensão CC na fonte usando a
segunda aproximação.

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TRANSFORMADOR

As concessionárias de energia elétrica fornecem tensões nominais de linha


de 127 V rms em algumas regiões e 220 V rms em outras regiões com
frequência de 60 Hz. A tensão real medida nas tomadas pode variar cerca de
5% dependendo da localidade e de outros fatores. A tensão de linha é muito
alta para a maioria dos circuitos usada nos equipamentos eletrônicos. É por isso
que usamos geralmente um transformador no circuito da fonte de alimentação
de quase todos os equipamentos eletrônicos. O transformador abaixa a tensão
da linha para um nível seguro, mais adequado para o uso com díodos,
transístores e outros dispositivos a semicondutores.

IDEIA BÁSICA

A Figura 3 mostra um transformador. Nela uma tensão na linha aplicada ao


enrolamento primário do transformador. Em geral, a tomada de força tem um
terceiro pino para aterrar o equipamento. Por causa da relação de espiras
N1/N2, a tensão no secundário é rebaixada quando N1 for maior que N2.

Figura 3 – Rectificador de meia onda com transformador

PONTO DE FASE
O ponto de fase mostrado na parte superior dos enrolamentos tem as
mesmas fases instantâneas. Em outras palavras, quando um semiciclo positivo
aparece no enrolamento primário, outro semiciclo positivo aparece no
enrolamento secundário.

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Se o ponto no lado do secundário fosse no ponto do terra, a tensão no
secundário seria 180º fora de fase em relação à tensão no lado do primário.

No semiciclo positivo da tensão no primário, o enrolamento secundário


tem uma onda senoidal com o semiciclo positivo e o díodo está polarizado
diretamente. No semiciclo negativo da tensão no primário, o enrolamento
secundário tem um semiciclo negativo e o díodo está reversamente polarizado.
Supondo um díodo ideal, obteremos meia onda na tensão do primário.

RELAÇÃO DE ESPIRAS
Para o cálculo da tensão no secundário obtemos a seguinte fórmula derivada:

Ela informa que a tensão no secundário é igual à tensão no


primário multiplicado pelo inverso da relação de espiras.

Podemos usar essas fórmulas para valores de tensão rms, de pico e


instantânea. A maioria das vezes, usaremos com valores rms, porque as
tensões das fontes são quase sempre especificadas com valores rms.

O termo elevador e abaixador também são encontrados quando lidamos


com transformadores. Esses termos são sempre relacionados com a tensão do
secundário dividida pela tensão do primário. Isso significa que o transformador
elevador produzirá uma tensão no secundário maior que a do primário, e um
transformador abaixador produzirá uma tensão no secundário menor que a do
primário.

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EXEMPLO DE APLICAÇÃO

Quais são os valores da tensão de pico e da tensão CC na carga na Figura?

SOLUÇÃO

O transformador tem uma relação de espiras de 5:1. Isso significa que a


tensão rms no secundário é um quinto da tensão do primário:

TENSÃO DE PICO NO SECUNDÁRIO

TENSÃO DE PICO NA CARGA:

TENSÃO CC (TENSÃO MEDIA) NA CARGA

USANDO A SEGUNDA APROXIMAÇÃO DO DÍODO

TENSÃO DE PICO NA CARGA

TENSÃO CC (TENSÃO MEDIA) NA CARGA

PROBLEMA PRÁTICO: Usando a Figura anterior, mude a relação de espiras


do transformador para 2:1 e calcule a tensão CC na carga com tratamento
ideal.

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RETIFICADOR DE ONDA COMPLETA COM TOMADA CENTRAL

A Figura 4 mostra um circuito retificador de onda completa com


tomada central. Observe que o ponto central do enrolamento
secundário está aterrado.

O retificador de onda completa é equivalente a dois retificadores de


meia onda. Por causa da tomada central, ca da um dos retificadores tem
uma tensão de entrada igual à metade da tensão do secundário. O díodo
D1 conduz durante o semiciclo positivo, e o díodo D2 conduz durante o
semiciclo negativo.

O resultado é que a corrente retificada circula durante os dois


semiciclos. O retificador de onda completa funciona como dois
retificadores de meia onda, um em seguida do outro.

Figura 4 – Rectificador de onda completa com tomada central

A Figura 4b mostra o circuito equivalente para o semiciclo positivo.


Como podemos ver, D1 está polarizado diretamente. Ele produz uma
tensão positiva na carga conforme está indicado pela polaridade mais-
menos no resistor de carga.

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Figura 4b – Circuito equivalente para o semiciclo positivo

A Figura 4c mostra o circuito equivalente para o semiciclo negativo.


Desta vez, D2 está polarizado diretamente. Como você pode observar, ele
também produz uma tensão positiva na carga.

Figura 4c – Circuito equivalente para o semiciclo positivo

Durante os dois semiciclos, a tensão na carga tem as mesmas


polaridades e a corrente na carga circula no mesmo sentido. O circuito é
chamado de retificador de onda completa, porque mudou a tensão CA na
entrada para uma tensão CC pulsante na saída mostrada na Figura 4d.
Esta forma de onda tem algumas propriedades interessantes que
veremos agora.

Figura 4d – Circuito equivalente para o semiciclo positivo

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Valor CC (Tensão média)

Como o sinal de onda completa tem dois semiciclos positivos igual ao


sinal de meia onda, o valor médio ou CC é o dobro, dado por:

A frequência de saída

Com um retificador de meia onda, a frequência de saída é igual à


frequência de entrada. Entretanto, com um retificador de onda completa,
acontece algo incomum. A tensão CA de linha tem uma frequência de 60
Hz. Portanto, o período de entrada é igual a:

Devido à retificação de onda completa, o período de um sinal de onda


completa é a metade do período de entrada:

A frequência de um sinal de onda completa é o dobro da frequência


de entrada. Isso faz sentido. Uma saída em onda completa tem o dobro
de ciclos que um sinal senoidal de entrada. O retificador de onda
completa inverte cada semiciclo negativo, de modo que obtemos o dobro
de semiciclos positivos. O efeito é que a frequência dobra.

Como uma fórmula derivada:

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Segunda aproximação

Como o retificador de onda completa corresponde a dois


retificadores de meia onda, um em seguida do outro, podemos usar a
segunda aproximação como foi visto anteriormente. A ideia é subtrair 0,7
V da tensão de pico na saída com um tratamento ideal. O exemplo a
seguir ilustra essa ideia.

EXEMPLO DE APLICAÇÃO

A Figura mostra um díodo retificador construído na bancada ou no


monitor do computador com MultiSim. Calcule as tensões de pico na
entrada e na saída.

PROBLEMA PRÁTICO: Usando a Figura do exemplo anterior, mude a


relação de espiras do transformador para 5:1 e calcule a tensão de pico
de entrada Vp e a tensão de pico na saída Vp usando a segunda
aproximação.

a) Se um dos díodos na Figura abrisse, o que aconteceria com as


diferentes tensões?

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RETIFICADOR DE ONDA COMPLETA EM PONTE

A Figura 5 mostra um circuito retificador de onda completa em


ponte. Ele é similar ao circuito retificador de onda completa com tomada
central, porque produz uma onda completa na tensão de saída. Os díodos
D1 e D2 conduzem durante o semiciclo positivo, e D 3 e D4 conduzem
durante o semiciclo negativo. Como resultado, a corrente retificada na
carga circula durante os dois semiciclos.

Figura 5 – Ponte Rectificadora

A Figura 5b mostra o circuito equivalente para o semiciclo positivo.


Como se pode ver, D1 e D 2 estão polarizados diretamente. Isso produz
uma tensão positiva na carga conforme indica a polaridade mais-menos
no resistor de carga. Como um lembrete, visualize D 2 em curto. O
circuito restante corresponde a um retificador de meia onda que já nos é
familiar.

Figura 5a – Circuito equivalente para o semiciclo positivo

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A Figura 5b mostra o circuito equivalente para o semiciclo
equivalente. Desta vez, D 3 e D4 estão polarizados diretamente. Isso
produz uma tensão positiva na carga. Se você visualizar D3 em curto, o
circuito corresponde a um retificador de meia onda. Logo, o retificador
em ponte funciona como dois retificadores de meia onda em seguida.

Figura 5b – Circuito equivalente para o semiciclo Negativo

Durante os dois semiciclos, a tensão na carga tem a mesma


polaridade e a corrente na carga tem o mesmo sentido. O circuito mudou
a tensão CA de entrada para uma tensão CC pulsante na saída, mostrada
na Figura 5c. Observe a vantagem deste tipo de retificador de onda
completa comparado com o de tomada central da seção anterior: a
tensão total do secundário pode ser usada .

Figura 5c – Onda completa na saída

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Valor médio e frequência de saída

Pelo fato de a ponte retificadora produzir uma onda completa na saída,


as equações de valor médio e frequência de saída são as mesmas dadas
para o retificador de onda completa:

Uma vantagem da ponte retificadora é que a tensão total do


secundário é usada como entrada para o circuito retificador. Dado o
mesmo transformador, obtemos o dobro da tensão de pico e o dobro da
tensão média com um retificador em ponte comparada com um
retificador de onda completa com tomada central.

Dobrando a tensão de saída CC, compensamos o uso de dois díodos


extras. Como uma regra, você verá o circuito retificador em ponte sendo
mais usado do que o circuito retificador de onda completa com tomada
central.

A propósito, o retificador de onda completa c om tomada central foi


usado por muitos anos antes de se começar a usar o retificador de onda
completa em ponte.

Por essa razão, quando falamos em retificador de onda completa


estamos nos referindo ao retificador de onda completa com tomada
central, embora o retificador em ponte também seja em onda completa.
Para distinguir o retificador de onda completa do retificador em ponte,
alguns autores se referem ao primeiro como retificador de onda completa

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convencional, retificador de onda completa com dois díodos ou retificador
de onda completa com tomada central .

Segunda aproximação

Visto que o retificador em ponte tem dois díodos conduzindo em série, a


tensão de pico na saída é dada por:

Devemos subtrair as quedas nos dois díodos do valor de pico para obter
valores mais precisos da tensão de pico na carga.

O resumo na Tabela 1 compara os três tipos de retificadores e suas


propriedades.

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