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Narrativa

História: «Era uma vez uma Estrelinha que todos os dias, ao fim da tarde, subia ao céu com os
seus pais e ficava quase até de manhã a fazer companhia a quem passava.
A Estrelinha, que era muito aplicada na escola, foi estudando, estudando, estudando... e a
certa altura começou a pensar que queria ser mais do que um simples adorno no céu das
madrugadas. Já crescida, quando terminou os estudos, virou--se para os seus pais e disse:
“queridos pais, perdoem-me, mas eu quero fazer algo mais útil e para isso tenho de partir”.
A princípio os pais da Estrelinha ficaram muito tristes com a ideia, mas logo compreenderam
que seria o melhor para ela. A Estrelinha partiu e tornou-se uma estrela cadente muito
importante que ilumina o caminho aos viajantes. Dizem que foi ela quem indicou o caminho
para Belém aos três reis magos!
Orgulhosos e felizes pelo sucesso da filha, o Pai Estrelinha e a Mãe Estrelinha observam
atentamente o seu percurso. A Estrelinha ainda hoje, sempre que pode, passa por casa dos
seus pais onde continua a ser recebida com muitos carinho.»

Texto para descrição do esquema mímico:

Secção A

Nesta primeira secção, os pais da Estrelinha acompanham, embevecidos, o percurso da sua


filha.

0.00/0.49«Vê» (apontar para o céu com indicador da mão direita com o braço esticado.
Movimento da esquerda para a direita, seguindo o percurso da estrela cadente)

0.09/0.57 - «Como a estrela cadente» (com os braços no ar esticados, abrir e fechar


alternadamente as mãos esquerda, direita, esquerda, direita – aludindo a uma luz a piscar)

0.15/1.02 - «Se move» (braços esticados, fazer o mesmo percurso que no 1º movimento, mas
agora com as duas mãos paralelas – como a transportar uma estrela)

0.17/1.05«Vê» (mãos apontam para os olhos, partem para a frente e abrem os braços com as
palmas para cima)

0.21/1.09«Vê como o mundo vai atrás» (mãos nos olhos, fazem logo de seguida o círculo do
globo/mundo e o movimento executado na expressão “se move”, seguindo literalmente o
texto)

0.29/1.16«Vê como o mundo vai atrás» (repete o movimento anterior)

0.35/1.23 - «Sem saber» (encolher os ombros virando as palmas das mãos para cima)

0.37/1.25«Se para aqui, se para ali» (olhar para a esquerda – “aqui” –, olhar para a direita –
“ali” –, com as mãos na cintura e rodando também o tronco)

0.39/1.29«Importante é poder estar» (2 punhos cerrados para cima, apontar para o chão com
os dois indicadores)
Secção B

Nesta secção é a Estrelinha que nos confessa a importância do apoio dos seus pais na sua
decisão.

1.36/3.12 - «Vou» (colher um malmequer do chão)

1.38/3.14 - «Colher a minha sorte» (desfolhar um malmequer)

1.43/3.19 - «Vou mesmo de olhos vendados!» (continuar a desfolhar e de seguida tapar os


olhos com ambas as mãos, simulando a colocação de uma venda)

1.50/3.26 - «Sim, até porque eu bem sei» (dar dois nós na venda, atrás da cabeça, e estender
os braços para baixo com as palmas das mão para a frente)

1.57/3.32«Terei sempre quem me abrace» (“terei” – apontar as duas mãos paralelas ao peito;
“sempre” – braços para a frente com as palmas das mãos para cima; “quem me abrace” –
mãos cruzadas ao peito)

2.01/3.37 - «Quando a casa voltar» (mimar contorno de uma casa com as duas mãos em
simultâneo: telhado, paredes, chão, até unir)

2.08/3.43 - «Eu já fui bebé» (embalar um bebé)

2.15/3.50 - «Já gatinhei muito, muito, muito» (simular o gesto de gatinhar)

2.23/3.59 - «Eu» (apontar para si próprio com a mão direita)

2.26/4.02 - «Estou a crescer» (fletir as pernas e voltar a levantar acompanhando com o


movimento da mão esquerda que fica à altura da cintura como a medir uma criança)

2.30/4.05 - «Estou a crescer» (mesmo movimento, mas agora com a mão direita e à altura do
pescoço)

2.34/4.09 - «Estou a crescer» (mesmo movimento, mão esquerda, o mais alto possível)

2.39/4.15 - «E agora» (apontar com o indicador direito, mão esquerda na cintura)

2.43/4.18 - «Quero pintar» (pintar com os dedos, indicador e médio da mão direita, uma tela
simulada com a mão esquerda)

2.46/4.22 - «Os meus sonhos» (levar os indicadores às têmporas)

2.49/4.25 - «Da cor do arco(-íris)» (abrir os braços no ar, do centro para fora – desenhando um
arco-íris)

2.54/4.30 - «E se borrar» (gesto de limpar uma superfície com um pano)

2.58/4.34 - «Eu sei» (apontar para si próprio com as duas mãos paralelas ao peito)

3.00/4.36 - «Terei sempre quem me abrace» (“terei sempre” – apontar os braços para a frente
com as palmas das mãos viradas para cima; “quem me abrace” – cruzar os braços ao peito)

3.05/4.41 - «Quando a casa voltar!» (desenhar o contorno da casa)

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