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INTRODUÇÃO

A democracia e a violência no nosso país são os temas a serem


abordados neste trabalho de pesquisa, com intuito de capacitar muitos, para
terem uma boa concepção do tema, que ajudará no desenvolvimento das
nossas capacidades intelectuais.

O nosso trabalho será caracterizado da seguinte maneira e com os


seguintes pontos:

• Definição e origem dos termos encontrados no trabalho;

• Conceito.

• Democracia.

• Violência.

• Resumo e Sugestão.

• Conclusão.

Portanto os pontos referidos acima, nos servirão de guia para uma


melhor compreensão do trabalho, outras considerações que dizem respeito
ao tema, tenho por dizer que estão localizados no desenvolvimento do
trabalho.

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Obrigado.

A DEMOCRACIA E A VIOLÊNCIA EM ANGOLA

1. Definição e origem dos termos encontrados no trabalho.

Democracia: Segundos os argumentos, encontrado na Enciclopédia


Encarta 2002, a democracia está definido como sistema político pelo qual as
pessoas de um país exercem sua soberania mediante a forma de governo
que tenham decidido estabelecer.

O escritor António José Fernandes da Porto Editora, no seu livro


‘’Introdução a Ciências Politicas’’ define a democracia como regime em que
a totalidade da população pode participar, directa ou indirectamente na
tomada de decisões e na escolha dos seus governantes.

Violência: É todo acto praticado de modo a violar ou forçar a


vontade do outro, no entanto a violência implica práticas que vão contra a
vontade da vítima.

Angola; estado independente no sudoeste da África; limitado ao norte


e a leste pela República Democrática do Congo (antigo Zaire), a leste pela
Zâmbia, ao sul pela Namíbia e a oeste pelo oceano Atlântico. O território
angolano é dividido por uma faixa do antigo Zaire que vai até o mar,
deixando separado o pequeno enclave de Cabinda, limitado ao norte pela
República do Congo, a leste e ao sul pela República Democrática do Congo e
a oeste pelo oceano Atlântico. O território foi anteriormente conhecido pelo
nome de África Ocidental Portuguesa e sua actual denominação é República

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de Angola. Possui uma superfície de 1.246.700 quilómetros quadrados. A
capital é Luanda.

2. Noções acerca da democracia.

Nas democracias modernas, a autoridade suprema é exercida em sua


maior parte pelos representantes eleitos pelo sufrágio popular em
reconhecimento da soberania nacional. Esses representantes podem ser
substituídos pelo eleitorado de acordo com os procedimentos legais de
destituição e referendo. Nas monarquias constitucionais típicas, como no
caso da Grã-Bretanha, Espanha e Noruega, são eleitos apenas os
parlamentares, que, por sua vez, escolhem o primeiro-ministro, a quem cabe
formar um gabinete.

Embora costumem ser utilizados indistintamente, os termos


democracia e república não são sinónimos. A democracia pressupõe a
participação popular na nomeação dos governantes, algo que nem sempre
ocorre com as repúblicas, muitas delas ditatoriais ou submetidas a um
regime de partido único.

2.1. A Democracia na Grécia e Roma Antigas.

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O governo do povo teve um importante papel nas democracias da era
pré-cristã. Diferentemente das democracias actuais, as democracias das
cidades-estados da Grécia clássica e da República Romana eram
democracias directas, onde todos os cidadãos tinham voz e voto em suas
respectivos órgãos representativos. Não se conhecia o governo
representativo, desnecessário devido às pequenas dimensões das cidades-
estado, que dificilmente tinham mais de 10 mil habitantes. A democracia das
primeiras nações europeias não pressupunha a igualdade de todos os
indivíduos, já que a maior parte do povo, constituída por escravos e
mulheres, não tinha reconhecido seus direitos políticos. Atenas, a maior das
cidades-estado gregas regida por um sistema democrático, restringia o
direito de voto aos cidadãos nascidos na cidade. A democracia romana era
semelhante à ateniense, embora às vezes concedesse a cidadania a quem
não era de origem romana. O estoicismo romano, que definia a espécie
humana como parte de um princípio divino, o judaísmo e cristianismo, que
defendiam os mesmos direitos aos menos privilegiados e a igualdade de
todos perante Deus, contribuíram para o desenvolvimento da democracia
moderna.

A República Romana degenerou no depotismo durante o Império. As


cidades livres das atuais Itália, Alemanha e Países Baixos seguiram aplicando
alguns princípios democráticos durante a Idade Média, em especial no
autogoverno do povo através das instituições municipais. Os escravos
deixaram de constituir o maior percentual das populações nacionais. À
medida que o feudalismo desaparecia, surgia, por sua vez, uma classe média
comercial e rica que dispunha dos recursos e do tempo necessários para
participar nos assuntos de governo. Ressurgia assim um espírito de
liberdade baseado nos antigos princípios gregos e romanos. Os conceitos de
igualdade de direitos políticos e sociais se desenvolveram muito durante o
Renascimento, e mais tarde durante a Reforma protestante na luta pela
liberdade religiosa.

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2.2. EUROPA OCIDENTAL E ESTADOS UNIDOS

Começando com a primeira rebelião popular contra a monarquia, que


ocorreu durante a Guerra Civil Inglesa (1642-1649), que culminou com a
execução do próprio rei Carlos I, as ações políticas e revolucionárias contra
os governos autocráticos europeus resultaram no estabelecimento de
governos republicanos, alguns autocráticos, embora com uma tendência
crescente para a democracia. Esse tipo de ação foi inspirada e liderada em
grande parte por filósofos políticos, sobretudo pelos franceses Charles-Louis
de Secondat, barão de Montesquieu e Jean-Jacques Rousseau e pelos
estadistas norte-americanos Thomas Jefferson e James Madison. Antes que
acabasse o século XIX as monarquias mais significativas da Europa Ocidental
haviam adotado uma constituição que limitava o poder real e entregava uma
parte considerável do poder ao povo. Em muitos desses países foi instituído
um corpo legislativo representativo criado à semelhança do Parlamento
britânico. É possível, portanto, que a política britânica tenha sido a maior
influência na universalização da democracia, embora tenha sido igualmente
grande o fascínio exercido pela Revolução Francesa. Mais tarde, o êxito da
consolidação das instituições democráticas nos Estados Unidos serviu como
modelo para muitos povos.

As principais características da democracia moderna são a liberdade


individual, que proporciona aos cidadãos o direito de decidir e a
responsabilidade de determinar suas próprias trajetórias e dirigir seus
próprios assuntos, a igualdade perante a lei, o sufrágio universal e a
educação. Essas características foram proclamadas em grandes documentos
históricos, como a Declaração da Independência norte-americana, que
afirmava o direito à vida à liberdade e à busca da felicidade, a Declaração
dos Direitos do Homem e do Cidadão francesa e a Declaração Universal dos
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Direitos Humanos, aprovada pela Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU)
em dezembro de 1948. Nela são reconhecidos os direitos civis e políticos
fundamentais, tais como a vida, a liberdade, a privacidade e a justiça,
condena e proíbe a tortura e a escravidão, defende os direitos de reunião,
associação e autodeterminação entre outros. Desde sua promulgação, a
Declaração, ainda que só tenha sido aprovada pelos estados membros, tem
servido de base para numerosas reivindicações políticas e civis de qualquer
Estado.

Até meados do século XX todos os países independentes do mundo, a


exceção de um pequeno número, contavam com um governos que
adotavam princípios democráticos. Ainda que os ideais da democracia
tenham sido postos em prática, seu exercício e realização variam em muitos
países.

3. Violência.

3.1. Violência Intrafamiliar.

Violência intrafamiliar, actos violentos cometidos no lar entre membros


de uma família. Na década de 1970, as feministas (ver Movimento feminista)
analisaram o alcance da violência intrafamiliar, considerada como um
fenómeno exclusivamente masculino, e criaram centros de acolhida e de
ajuda para as mulheres maltratadas e seus filhos. A violência intrafamiliar
também está relacionada com as crianças maltratadas, nem sempre por
abuso sexual, porém com acções verbais e psicológicas que podem ser
cometidas tanto por mulheres como por homens.

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Alguns autores buscam a origem dos conflitos subjacentes à violência
intrafamiliar nas rotinas do lar adaptadas a uma força de trabalho
exclusivamente masculina, que têm deixado de valorizar a contribuição da
mulher na receita familiar desde sua incorporação no mercado de trabalho,
associada à pobreza e à dificuldade de mobilidade social.

Ao longo da história, o patriarcado tem colocado o poder nas mãos dos


maridos e pais nas relações familiares ou conjugais. O suttee entre os
hindus, que exige que a viúva se ofereça na pira funerária de seu marido, o
infanticídio feminino na cultura chinesa e indianas dominadas por homens,
os matrimónios combinados entre os muçulmanos, que podem levar ao
assassinato ou à tortura da mulher, e a escravidão doméstica no novo lar
indicam a presença endémica de sexismo e violência intrafamiliar masculina.

Desconhece-se se esse tipo de violência é um fenómeno em alta ou


em baixa, inclusive em países onde existe um número significativo de
denúncias e de registeis. Por um lado, é provável que haja uma maior
predisposição para denunciar esses fatos ao existir uma maior
independência feminina, mais oportunidades de trabalho fora do lar, maior
consciência feminista e possibilidades de anticonceptivo. Por outro lado, a
motivação para a violência é menor ao existir uma maior liberdade de
escolha do companheiro, menos matrimónios forçados e maior liberdade da
mulher para administrar seus bens, estudos e decidir pelo divórcio. Nenhum
desses elementos pode ser avaliado com exactidão. A tecnologia da
informação actual ajuda a analisar dados, mas dificulta o conhecimento de
processos e antecedentes. Algumas feministas radicais opinam que a família
é a raiz do problema e que a solução está em liberar-se do homem,
enquanto no extremo oposto outros opinam que a mulher deve limitar-se a
seu papel de dona de casa e mãe.

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Não é verdadeiro que toda violência seja cometida por homens,
entretanto ela ocorre na maioria dos casos. Às vezes são o pai e a mãe
juntos que cometem as agressões, como no caso de maus tratos às crianças.

O fratricídio, assassinato de um irmão, também é um dado freqüente


nas sociedades com direitos de primogenitura, sobretudo, na disputa por
coroas, títulos e heranças de propriedades, originando fraudes e
assassinatos.

3.2. A violência Doméstica.

A violência doméstica refere-se a todo acto de criminalidade, que as


mulheres são as vitimas.

Em Angola a violência doméstica deve-se ao analfabetismo que deve-se ao


conflito armado que ocorreu em Angola, a falta de escolaridade é um dos
factores que influencia muito na violência e na delinquência doméstica.

Porém segundo a pesquisa feito pelos psicólogos, chegou-se a um


consenso que a violência deve-se a frustrações, e falta do diálogo no lar.

Com a baixa taxa de escolaridade, uma boa parte da população fica


sem em emprego pois o governo não vê como pode enquadrar alguém que
não se quer sabe ler, a não ser nos centros de formações profissionais para
aprender a ler, este facto traz frustração e não esquecendo também os
quadros formados que ficam sem empregos.

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3.3. Criminologia

Criminologia, ciência social que estuda a natureza, a extensão e as


causas do crime. Possui dois objectivos básicos: a determinação de causas,
tanto pessoais como sociais, do comportamento criminoso e o
desenvolvimento de princípios válidos para o controle social do delito.

Desde o século XVIII, são formuladas várias teorias científicas para


explicar as causas do delito. O médico alemão Franz Joseph Gall procurou
relacionar a estrutura cerebral com as inclinações criminosas. No final do
século XIX, o criminologista Cesare Lombroso afirmava que os delitos são
cometidos por aqueles que nascem com certos traços físicos hereditários
reconhecíveis, teoria refutada no começo do século XX por Charles Goring,
que fez um estudo comparativo entre delinqüentes encarcerados e cidadãos
respeitadores das leis, chegando à conclusão de que não existem os
chamados “tipos criminais” com disposição inata para o crime. Na França,
Montesquieu procurou relacionar o comportamento criminoso com o
ambiente natural e físico. Por outro lado, os estudiosos ligados aos
movimentos socialistas têm considerado o delito como um efeito derivado
das necessidades da pobreza. Outros teóricos relacionam a criminalidade
com o estado geral da cultura, sobretudo pelo impacto desencadeado pelas
crises econômicas, as guerras, as revoluções e o sentimento generalizado de
insegurança e desprotecção derivados de tais fenómenos. No século XX,
destacam-se as teorias elaboradas por psicólogos e psiquiatras, que indicam
que cerca de um quarto da população reclusa é composta por psicóticos,
neuróticos ou pessoas instáveis emocionalmente, e outro quarto padece de
deficiências mentais. A maioria dos especialistas, porém, está mais inclinada
a assumir as teorias do factor múltiplo, de que o delito surge como
consequência de um conjunto de conflitos e de influências biológicas,
psicológicas, culturais, económicas e políticas.

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Ao lado do desenvolvimento das teorias sobre as causas do delito, são
estudados vários modelos correccionais. Assim, a antiga teoria teológica e
moral entendia o castigo como uma retribuição à sociedade pelo mal
perpetrado. Jeremy Bentham procurou que houvesse uma relação mais
precisa entre castigo e delito e insistia na fixação de penas definidas e
inflexíveis para cada classe de crime, de tal forma que a dor da pena
superasse apenas um pouco o prazer do delito. No princípio do século XX, a
escola neoclássica rejeitava as penas fixas e propunha que as sentenças
variassem em função das circunstâncias concretas do delito, como a idade, o
nível intelectual e o estado psicológico do delinquente. A chamada escola
italiana outorgava às medidas preventivas do delito mais importância do que
às destinadas a reprimí-lo. As tentativas modernas de tratamento dos
delinquentes devem quase tudo à psiquiatria e aos métodos de estudo
aplicados a casos concretos. A atitude dos cientistas contemporâneos é de
que os delinquentes são indivíduos e sua reabilitação só poderá ser
alcançada através de tratamentos individuais e específicos.

4. Resumo e Sugestões.

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Depois das analogias feitas acerca do trabalho, chegamos a um
consenso que, para que o nível da violência baixe em Angola, visto que é
impossível acabar com a violência visto que ela surge desde o tempo remoto
a.C. Mais para que se reduza é necessário que haja mais escolas, e mais
ocupações para os jovens, pois se os jovens tiverem ocupações, terão pouco
tempo para praticarem coisas ilícitas.

Deve haver influência da mídia, para apelarem a população a não


praticarem tais tipos de actos.

Porém quanto a democracia, não conseguimos chegar a um consenso


se Angola é ou não é um país democrático, porém este assunto é bom
deixarmos na responsabilidade de alguém que esta especializado na área,
assim como politólogos: deputados, juiz, advogado, Estudante das ciências
políticas.

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CONCLUSÃO

Depois de termos lido este trabalho de pesquisa, chegamos a


conclusão que a autoridade suprema é exercida em sua maior parte pelos
representantes eleitos pelo sufrágio popular em reconhecimento da
soberania nacional. Esses representantes podem ser substituídos pelo
eleitorado de acordo com os procedimentos legais de destituição e
referendo. Nas monarquias constitucionais típicas, como no caso da Grã-
Bretanha, Espanha e Noruega, são eleitos apenas os parlamentares, que, por
sua vez, escolhem o primeiro-ministro, a quem cabe formar um gabinete.

Embora costumem ser utilizados indistintamente, os termos


democracia e república não são sinónimos. A democracia pressupõe a
participação popular na nomeação dos governantes, algo que nem sempre
ocorre com as repúblicas, muitas delas ditatoriais ou submetidas a um
regime de partido único.

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BIBLIOGRAFIA.

O conteúdo do trabalho foi tirado na página da Web da Google, livros


do escritor António José Fernandes da Porto Editora ‘’Introdução a Ciências
Politicas.

Enciclopédia actualizações de 2011. www.historia.politica.org

AGRADECIMENTOS

Em primeiro lugar agradecemos a Deus pelo fôlego de vida que nos


concedeu e pela força de vontade que nos deu a fim de realizarmos este
trabalho de pesquisa.

Em segundo Lugar os nossos agradecimentos é para todos aqueles


que deram os seus contributos para que o trabalho se realizasse e não
esquecemos de agradecer também aos órgãos supremos desta instituição.

Realmente estamos muito gratos e esta foi a maneira que nós


achamos conveniente para exprimirmos a nossa gratidão.

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