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QUIMICA 10

Solução

A uma mistura homogénea de duas ou mais substâncias dá-se o nome de solução. Uma
solução pode ser sólida, líquida ou gasosa.
Um dos componentes da solução é o solvente ou fase dispersante. Todos os outros são os
solutos ou fases dispersas.

Destilação

O processo de destilação envolve ferver a água transformando-a em vapor. O vapor de água


é conduzido a uma superfície de refrigeração onde retorna ao estado líquido em outro
recipiente. Uma vez que as impurezas (solutos) não são vaporizados, permanecem no
primeiro recipiente. Observe-se que mesmo a destilação não purifica completamente a
água, embora a torne 99,9% pura.

Evolução do modelo atómico

Modelo de Dalton
Em 1808, Dalton propôs a teoria do modelo atómico, onde o átomo é uma minúscula esfera
maciça, impenetrável, indestrutível e indivisível. Todos os átomos de um mesmo elemento
químico são idênticos. Seu modelo atómico foi apelidado de "modelo atómico da bola de
bilhar".
Modelo de Thomson
Através de suas experiências, Thomson concluiu que a matéria era formada por um modelo
atómico diferente do modelo atómico de Dalton: uma esfera de carga positiva continha
corpúsculos (electrões) de carga negativa distribuídos uniformemente à semelhança de um
pudim de passas.
O "modelo atómico do pudim com passas", substituiu então ao "modelo da bola de bilhar",
mas não eliminou totalmente as deduções de Dalton, apenas foram acrescentadas mais
informações.
Modelo de Rutherford
Modeloatómico no qual os electrões giravam em torno do núcleo atómico, que considerou a
região central do átomo onde havia a maior parte da massa atómica.
O modelo se baseava em órbitas electrónicas, isto é comparáveis à um sistema planetário,
Rutherford chegou à conclusão que a maior parte do átomo se encontra vazia, estando
praticamente a totalidade de sua massa no núcleo, este sendo em torno de dez mil vezes
menor que o átomo.
Modelo de Bohr
Sua teoria consistia que ao girar em torno de um núcleo central, os elétrons deveriam girar
em órbitas específicas com níveis energéticos bem definidos. Que poderia haver a emissão
ou absorção de pacotes discretos de energia chamados de quanta ao mudar de órbita.
Realizando estudos nos elementos químicos com mais de dois elétrons, concluiu que se
tratava de uma organização bem definida em camadas. Descobriu ainda que as propriedades
químicas dos elementos eram determinadas pela camada mais externa.
Modelo atómico actual
sundamentada na hipótese proposta por Broglie onde todo corpúsculo atómico pode
comportar-se como onda e como partícula, Heisenberg, em 1925, postulou o princípio da
incerteza.
A ideia de órbita electrónica acabou por ficar desconexa, sendo substituída pelo conceito
de probabilidade de se encontrar num instante qualquer um dado electrão numa
determinada região do espaço.
O átomo deixou de ser indivisível como acreditavam filósofos gregos antigos. O modelo
atómico portanto, passou a se constituir na verdade, de uma estrutura complexa.

Reacções nucleares

A emissão natural de uma partícula, por um núcleo atómico instável, seja ela, alfa, beta,
neutrão, protão, etc, transforma o núcleo de um determinado elemento químico em um novo
núcleo que corresponde à um outro elemento químico. Assim , cada uma dessas
desintegrações radioactivas representa a transmutação de um elemento em outro.
(Transmutação também pode ser efectuada artificialmente).

Radioactividade

A Radioactividade é a actividade, que certos átomos possuem, de emitir radiações


electromagnéticas e/ou partículas de seus núcleos instáveis, com o propósito de adquirir
estabilidade. Nesse processo são originados outros núcleos, que podem ser estáveis ou
ainda instáveis; quando o núcleo formado ainda é instável, ele continua emitindo partículas
e/ou radiações até se transformar em um núcleo estável.

Teoria do bigbang

BigBang é a teoria científica que o universo emergiu de um estado extremamente denso e


quente há cerca de 13,7 bilhões de anos. AY YY Y
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Ysriedmann-Robertson-
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Lei de HubbleYYY Y
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Em um sentido mais estrito, o termo "BigBang" designa a fase densa e quente pela qual
passou o universo. Essa fase marcante de início da expansão comparada a uma explosão.

Constituição do universo

O Universo é o conjunto de todos os astros existentes: planetas, estrelas, galáxias,


nebulosas e restantes corpos conhecidos. Os dados actuais levam à conclusão de que o
Universo é constituído por 4% de átomos, 22% de matéria escura (apenas detectável pelo
seu efeito gravitacional) e 74% de energia escura.

Radiação do corpo negro

corpo negro é um corpo que absorve toda a radiação que nele incide: nenhuma luz o
atravessa nem é refletida. Apesar do nome, corpos negros produzem radiação
eletromagnética, tal como luz. Quando um corpo negro é aquecido, essas propriedades o
tornam uma fonte ideal de radiação térmica. Se um corpo negro ideal a certa temperatura
é cercado por outros objetos da mesma temperatura e em equilíbrio térmico, um corpo
negro em média emitirá exatamente a mesma quantidade que absorve, em todos os
comprimentos de onda: cada raio que atinge o objeto é absorvido, então ele será emitido da
mesma forma

sormação e evolução das estrelas

Estrelas nascem em nuvens moleculares, grandes regiões de matéria de alta densidade


(apesar dessa densidade ser um pouco menor do que aquela obtida numa câmara de vácuo na
Terra), e se formam por instabilidade gravitacional nestas nuvens, causada por ondas de
choque de uma supernova (estrelas de grande massa que iluminam com muita intensidade as
nuvens que as formam. Um exemplo dessa reflexão é a Nebulosa de Orion).
Estrelas gastam 90% de suas vidas realizando a fusão nuclear do hidrogênio para produzir
hélio em reações de alta pressão próximo ao seu centro. Tais estrelas estão na sequência
principal do diagrama de Hertzsprung-Russell.
Pequenas estrelas (chamadas de anãs vermelhas) queimam seu combustível lentamente e
costumam durar dezenas a centenas de bilhões de anos. No fim de suas vidas, elas
simplesmente vão apagando até se tornarem anãs negras.
Conforme a maioria das estrelas esgota a sua reserva de hidrogênio, suas camadas
externas expandem e esfriam formando uma gigante vermelha (em cerca de 5 bilhões de
anos, quando o Sol já for uma gigante vermelha, ele terá engolido Mercúrio e Vênus.)
Eventualmente, o núcleo será comprimido o suficiente para iniciar a fusão do hélio. Então a
camada de hélio se aquece e expande, para em seguida esfriar e se contrair. A reação
expulsa a matéria da área externa para o espaço, criando uma nebulosa planetária. O núcleo
exposto irradia fótons ultravioletas que ionizam a camada ejetada, fazendo-a brilhar.
Estrelas maiores podem fundir elementos mais pesados, podendo queimar até mesmo ferro.
O núcleo remanescente será uma Anã branca, formada de matéria degenerada sem massa
suficiente para provocar mais fusão, mantida apenas pela pressão de degenerescência. Essa
mesma estrela vai se esvair em uma anã negra, em uma escala de tempo extremamente
longa.
Em estrelas maiores, a fusão continua até que o colapso gravitacional faça com que a
estrela exploda em uma supernova. Este é o único processo cósmico que acontece em
escalas de tempo humanas. Historicamente, supernovas têm sido observadas como "novas
estrelas" onde antes não havia nenhuma.
A maior parte da matéria em uma estrela é expelida na explosão (formando uma nebulosa
como a Nebulosa do Caranguejo) mas o que sobra vai entrar em colapso e formar uma
estrela de nêutrons (um pulsar ou emissor de raios x) ou, no caso das estrelas maiores, um
buraco negro.
A camada externa expelida inclui elementos pesados, que são comumente convertidos em
novas estrelas e/ou planetas. O fluxo da supernova e o vento solar de grandes estrelas é
muito importante na formação do meio interestelar.

Espectros

Espectro é o resultado obtido quando as radiações electromagnéticas são emitidas nos seus
comprimentos de onda ou frequências correspondentes.
As radiações luminosas visíveis dão um espectro de bandas coloridas quando a luz branca
passa através de um prisma ou rede de difracção. As cores deste espectro, segundo os
comprimentos de onda decrescentes são vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e
violeta, ver em Espectro de sraunhofer.
Os espectros formados pelas radiações emitidas por corpos incadescentes ou
convenientemente excitados são designados por espectros de emissão.
Quando a luz branca passa através de um meio semitransparente, dá-se uma absorção
selectiva de radiações de certos comprimentos de onda; o espectro desta luz transmitida
designa-se então por espectro de absorção.
Os espectros de emissão e de absorção de uma substância são caracterísitcos dessa
substância, sendo muitas vezes usados para a sua identificação. Tais espectrossão o
resultado de transições entre diferentes estados estacionários dos átomos ou moléculas da
substância, sendo emitidas ou absorvidas, simultaneamente, ondas electromagnéticas.
Espectro contínuo é aquele em que figuram todos os comprimentos de onda dentro de
certos limites. Espectro de riscas é, pelo contrário, aquele em que aparecem apenas certos
comprimentos de ondas.
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O efeito fotoeléctrico é a emissão de electrões por um material, geralmente metálico,
quando exposto a uma radiação electromagnética (como a luz) de frequência
suficientemente alta, que depende do material. Ele pode ser observado quando a luz incide
numa placa de metal, literalmente arrancando da placa electrões.
Os Electrões que giram à volta do núcleo são aí mantidos por forças de atracão. Se a estes
for fornecida energia suficiente, eles abandonarão as suas órbitas. O efeito fotoeléctrico
implica que, normalmente sobre metais, se faça incidir um feixe de radiação com energia
superior à energia de remoção dos electrões do metal, provocando a sua saída das órbitas:
sem energia cinética (se a energia da radiação for igual à energia de remoção) ou com
energia cinética, se a energia da radiação exceder a energia de remoção do electrões.

Tabela periódica

Tabela periódica dos elementos químicos é a disposição sistemática dos elementos, na


forma de uma tabela, em função de suas propriedades. É muito útil para se preverem as
características e tendências dos átomos. Permite, por exemplo, prever o comportamento de
átomos e das moléculas deles formadas, ou entender porque certos átomos são
extremamente reativos enquanto outros são praticamente inertes etc. Permite prever
propriedades como eletronegatividade, raio iônico, energia de ionização etc.. Dá, enfim,
fazer inferências químicas plausíveisY
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Ligações químicas

As ligações químicas são uniões estabelecidas entre átomos para formarem as moléculas,
que constituem a estrutura básica de uma substância ou composto. Na Natureza existem
aproximadamente uma centena de elementos químicos. Os átomos destes elementos
químicos ao se unirem formam a grande diversidade de substâncias químicas.
As ligações químicas podem ocorrer através da doação e recepção de electrões entre os
átomos (ligação iónica). Como exemplo NaCl (cloreto de sódio). Compostos iónicos conduzem
electricidade no estado líquido ou dissolvido. Eles normalmente têm um alto ponto de fusão
e alto ponto de ebulição.
Outro tipo de ligações químicas ocorre através da partilha de electrões: a ligação
covalente. Como exemplo H2O (água).
ligação metálica- onde os electrões das últimas camadas dos átomos do metal saltam e
passam a se movimentar livremente entre os átomos criando uma força de atracão entre os
átomos do metal, neste caso, não há perda de electrões.
Ligações iónicas - Ligações Iónicas são um tipo de ligação química baseada na
atracãoelectrostática entre dois iões carregados com cargas opostas.
Na formação da ligação iónica, um metal tem uma grande tendência a perder electrão(s),
formando um ião positivo ou catião. Isso ocorre devido à baixa energia de ionização de um
metal, isto é, é necessária pouca energia para remover um electrão de um metal.
Teoria do Octeto
Um grande número de elementos adquire estabilidade electrónica quando seus átomos
apresentam oito electrões na sua camada mais externa. Existem excepções para essa
teoria como o Hidrogénio (H) e o Hélio (He), onde ambos se estabilizam com dois electrões
na última camada, ainda temos o caso do átomo de carbono que é tetravalente (pode
realizar quatro ligações), além dele todos os átomos que pertencem a família de número 14
da tabela periódica (antes conhecida como família IVA) são tetravalentes e sendo assim
encontram-se no eixo central dessa regra (Octeto), nesses casos os átomos optam (por
assim dizer) por fazer 4 ligações sigmas (ligações simples) entre diferentes átomos.

Geometria molecular

Geometria molecular é o estudo de como os átomos estão distribuídos espacialmente em


uma molécula. Esta pode assumir várias formas geométricas, dependendo dos átomos que a
compõem.
Tipos de geometria molecular
Linear: Acontece em toda molécula biatómica (que possui dois átomos) ou em toda molécula
em que o átomo central possui no máximo duas nuvens electrónicas em sua camada de
valência. Exemplo: Ácido clorídrico (HCl) e gás carbónico (CO2).
Trigonal plana ou triangular: Acontece somente quando o átomo central tem três nuvens
electrónicas em sua camada de valência. Estas devem fazer ligações químicas, formando um
ângulo de 120 graus entre os átomos ligados ao átomo central. Obs: caso 2 das nuvens
electrónicas for de ligações químicas e uma de electrões não ligantes a geometria é angular,
como descrita a cima. O ângulo é de 120º .
Angular: Acontece quando o átomo central tem três ou quatro nuvens electrónicas em sua
camada de valência. No caso de três, duas devem estar fazendo ligações químicas e uma
não, formando um ângulo de 120 graus entre os átomos ligantes. Quando há quatro nuvens,
duas devem fazer ligações químicas e duas não, formando um ângulo de 105 graus entre os
átomos.
Tetraédrica: Acontece quando há quatro nuvens electrónicas na camada de valência do
átomo central e todas fazem ligações químicas. O átomo central assume o centro de um
tetraedro regular. Ângulo de 109º 28'
Piramidal: Acontece quando há quatro nuvens electrónicas na camada de valência do átomo
central, sendo que três fazem ligações químicas e uma não. Os três átomos ligados ao
átomo central não ficam no mesmo plano.O ângulo é de 107°. O exemplo mais citado é o
amoníaco, NH3
Bipiramidal: Acontece quando há cinco nuvens electrónicas na camada de valência do átomo
central, todas fazendo ligação química. O átomo central assume o centro de uma bipiramide
trigonal, sólido formado pela união de dois tetraedros por uma face comum. Como exemplo
cita-se a molécula PCl5. Os ângulos entre as ligações são 120 graus e 90 graus.
Octaédrica: Acontece quando há seis nuvens electrónicas na camada de valência do átomo
central e todas fazem ligações químicas formando ângulos de 90 graus e 180 graus.
Atmosfera

A atmosfera terrestre é uma fina camada de gases sem cheiro, sem cor e sem gosto, presa
à Terra pela força da gravidade. Visto do espaço, o planeta Terra aparece como uma esfera
de coloração azul brilhante. Esse efeito cromático é produzido pela dispersão da luz solar
sobre a atmosfera, que também existe em outros planetas do sistema solar que também
possuem atmosfera. Consiste, da superfície até o espaço, da troposfera, da estratosfera,
mesosfera, ionosfera e exosfera. Cada uma destas camadas apresentam gradiente
adiabático saturado, definido as mudanças de temperatura conforme a altura.
Composição : composição da atmosfera e sua estrutura vertical possibilitaram o
desenvolvimento da vida no planeta. Esta é sua composição, quando seca e abaixo de 25 km
é: Nitrogénio(BR) ou Azoto(PT) (N2) 78,08 %, actua como suporte dos demais
componentes, de vital importância para os seres vivos, fixado no solo pela acção de
bactérias e outros microrganismos, é absorvido pelas plantas, na forma de proteínas
vegetais; Oxigénio(BR) ou Oxigénio(PT) (O2) 20,94 % do volume da atmosfera, sua
estrutura molecular varia conforme a altitude em relação ao solo, é responsável pelos
processos respiratórios dos seres vivos; Árgon0,93 %; (CO2) (variável) 0,035 %; (He)
0,0018 %; (O3) 0,00006 %; (H2) 0,00005 %; (Kr) indícios; Metano (CH4) indícios; (Xe)
Indícios; (Rn) indícios.
Camadas e áreas de descontinuidade
As camadas atmosféricas são distintas e separadas entre si por áreas fronteiriças de
descontinuidade.
Troposfera (0 - 7/17 km)
A Troposfera é a camada atmosférica que se estende da superfície da Terra até a base da
estratosfera(0 - 7/17 km). Esta camada responde por oitenta por cento do peso
atmosférico e é a única camada em que os seres vivos podem respirar normalmente. A sua
espessura média é de aproximadamente 12km, atingindo até 17km nos trópicos e reduzindo-
se para em torno de sete quilómetros nos pólos. Todos os fenómenos meteorológicos estão
confinados a esta camada.
Na base da troposfera encontra-se a Camada Limite Planetária (CLP) (também chamada
Camada Limite Atmosférica, CLA) de altura típica 1 km, na qual os efeitos da superfície são
importantes, como o ciclo diurno de aquecimento e resfriamento. Na CLP também ocorre a
turbulência atmosférica e seu efeito de mistura resultando na chamada Camada de Mistura
(CM). Acima da CLP, o escoamento é laminar (não turbulento), e o ar desliza em camadas, à
excepção do movimento turbulento que é encontrado dentro das nuvens convectivas do tipo
cúmulos de grande desenvolvimento vertical e cúmulos nimbus. Em geral, a base das nuvens
e a uma inversão térmica de altitude pode ser encontrada junto ao topo da CLP, limitando-a.
Os poluentes atmosféricos são difundidos pela turbulência dentro da CLP e transportados à
longas distâncias, até encontrar uma região de ocorrência de nuvens de grande
desenvolvimento vertical que possam lhes transportar até a troposfera superior. Uma
camada de transição existe entre a CLP e a atmosfera livre, na qual ocorre entranhamento
de ar frio e seco da atmosfera livre dentro da CLP. O ar da CLP sobre os continentes nas
latitudes tropicais em geral é quente e húmido. Os fluxos de calor, momento, humidade,
poluentes ocorrem na base da CLP a partir da superfície e, por isso, o fluxo turbulento de
calor diminui com a vertical dentro da CLP. Em geral, durante o dia, a CLP é uma camada
convectiva, durante a noite, é estável junto à superfície que se resfria por perda
radioactiva do calor acumulado durante o dia.
   
    

 

 


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As radiações electromagnéticas emitidas pelo Sol trazem energia para a Terra, entre as
quais a radiação infravermelha, a luz visível e um misto de radiações e partículas, muitas
destas nocivas.
Grande parte da energia solar é absorvida e reemitida pela atmosfera. Se chegasse em sua
totalidade à superfície do planeta, esta energia o esterilizaria.
A camada do ozono é uma das principais barreiras que nos protegem dos raios ultravioleta.
O ozonio deixa passar apenas uma pequena parte dos raios U.V., esta benéfica. Quando o
oxigéniomolecular da alta-atmosfera sofre interacções devido à energia ultravioleta
provinda do Sol, acaba dividindo-se em oxigénio atómico; o átomo de oxigénio e a molécula
do mesmo elemento se unem devido à reionização, e acabam formando a molécula de ozónio
cuja composição é (O3)
A região, quando saturada de ozono funciona como um filtro onde as moléculas absorvem a
radiação ultravioleta do Sol e, devido a reacções fotoquímicas, é atenuado o seu efeito. É
nesta região que estão as nuvens-de-madrepérola, que são formadas pela capa de ozonio.
O ozono (O3) é um composto químico com efeitos prejudiciais para os seres vivos quando se
encontra junto à superfície terrestre: provoca irritações nos olhos e tracto respiratório, é
o componente principal do nevoeiro fotoquímico e actua como gás com efeito de estufa.
Degradação
Os clorofluorcarbonetos (CsC´s), para além de outros produtos químicos produzidos pelo
Homem que são bastante estáveis e contêm elementos de cloro ou bromo, como o brometo
de metilo, são os grandes responsáveis pela destruição da camada de ozonio. Os CsC tem
inúmeras utilizações pois são relativamente pouco tóxicos, não inflamáveis e não se
decompõem (facilmente). Sendo tão estáveis, duram cerca de cento e cinquenta anos. Estes
compostos, resultantes da poluição provocada pelo Homem, sobem para a estratosfera
completamente inalterados devido à sua estabilidade e na faixa dos 10 a 50 km de altitude,
onde os raios solares ultravioletas os atingem, decompõem-se, libertando seu radical, no
caso dos CsCs o elemento químico cloro. Uma vez liberto, um único átomo de cloro destrói
cerca de 100 000 moléculas de ozono antes de regressar à superfície terrestre, muitos
anos depois.
Três por cento (3%), talvez mesmo cinco por cento (5%), do total da camada de ozono já
foram destruídos pelos clorofluorcarbonetos. Outros gases, como o óxido de azoto (NO)
libertado pelos aviões na estratosfera, também contribuem para a destruição da camada do
ozono.
Buraco do ozono
O buraco na camada de ozono é um fenómeno que ocorre somente durante uma determinada
época do ano, entre Agosto e início de Novembro (primavera no hemisfério sul).
Quando a temperatura se eleva na Antárctica, em meados de Novembro, a região ainda
apresenta um nível abaixo do que seria considerado normal de ozonio.
No decorrer do mês, em função do gradual aumento de temperatura, o ar circundante à
região onde se encontra o buraco inicia um movimento em direcção ao centro da região de
baixo nível do gás.
Desta forma, o deslocamento da massa de ar rica em ozonio (externa ao buraco) propicia o
retorno aos níveis normais de ozonio a alta atmosfera fechando assim o buraco.

Efeito de estufa.

O efeito estufa (ou efeito de estufa, como se diz em Portugal) é um processo que ocorre
quando uma parte da radiação solarreflectida pela superfície terrestre é absorvida por
determinados gases presentes na atmosfera. Como consequência disso, o calor fica retido,
não sendo liberado ao espaço. O efeito estufa dentro de uma determinada faixa é de vital
importância pois, sem ele, a vida como a conhecemos não poderia existir.
O que se pode tornar catastrófico é a ocorrência de um agravamento do efeito estufa que
desestabilize o equilíbrio energético no planeta e origine um fenómeno conhecido como
aquecimento global, que deve-se muito provavelmente a um aumento dos gases do efeito
estufa.
Os gases de estufa (dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), Óxido nitroso (N2 O), CsC´s
(Cs xCl x)) absorvem alguma da radiação infravermelha emitida pela superfície da Terra e
radiam por sua vez alguma da energia absorvida de volta para a superfície. Como resultado,
a superfície recebe quase o dobro de energia da atmosfera do que a que recebe do Sol e a
superfície fica cerca de 30ºC mais quente do que estaria sem a presença dos gases «de
estufa».

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QUIMICA 11

Síntese do amoníaco

O processo de Haber (também conhecido como Processo Haber-Bosch) é uma reacção


entre nitrogénio e hidrogénio para produzir amoníaco.
Esta reacção é catalisada com o ferro, sob as condições de 250 atmosferas de pressão e
uma temperatura de 450ºC.:
N2(g) + 3H2(g) <--> 2NH3(g) + energia
A reacção entre azoto e hidrogénio é reversível, portanto, o rendimento na produção do
amoníaco depende de algumas condições:
Temperatura: A formação do amoníaco é um processo exotérmico, ou seja, ocorre com
libertação de calor. Sendo assim, baixas temperaturas favorecem a produção do NH3 e o
incremento da temperatura tende a deslocar o equilíbrio da reacção no sentido inverso. Por
outro lado, a redução da temperatura diminui a velocidade da reacção, portanto, uma
temperatura intermédia é a ideal para favorecer o processo. Experiências demonstraram
que a temperatura ideal é de 450ºC.
Pressão: A elevação da pressão favorece a formação do amoníaco pois no processo ocorre
uma diminuição de volume ( devido a diminuição do número de moléculas ). Logo, o
incremento da pressão aumenta o rendimento de formação do produto, mas por outro lado
este incremento deve ser economicamente viável, ou seja, não deve tornar os custos de
produção demasiado elevados. A pressão considerada tecnicamente e economicamente
viável é de 200 atmosferas.
Catalisador: O catalisador não afecta o equilíbrio porém, acelera a velocidade da reação
para atingir o equilíbrio. A adição de um catalisador permite que o processo se desenvolva
favoravelmente em temperaturas mais baixas.

Principio de LeChâtelier

Se a um sistema de equilibriu se induz uma perturbação, o sistema vai reagir no sentido de


contrariar essa perturpação.

Purificação da água

A purificação da água ou potabilização é um processo que consiste no tratamento da água, a


fim de remover os contaminantes que eventualmente contenha, tornando-a potável, isto é,
própria para o consumo humano.
Métodos de tratamento da água
Água mineral
Separação/siltração - embora não sejam suficientes para purificar completamente a água,
são uma etapa preliminar necessária.
siltros de areia rápidos - o uso de filtros de areia de acção rápida, são o tipo mais comum
de tratamento físico da água, para os casos de água de elevada turvação. Em casos em que
o gosto e o odor possam vir a constituir um problema, o filtro de areia pode incluir uma
camada adicional de carvão activado. Recorde-se que os filtros de areia ficam obstruídos
após um período de uso e devem ser lavados.
Desinfecção - A maior parte da desinfecção de águas no mundo é feita com gás cloro.
Porém, outros processos tais como hipoclorito de sódio, dióxido de cloro, ozonio ou luz
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Neste caso, o SO3 formado, na presença de chuva, produz:

Pela queima a presença de nitrogénio do ar, temos que na câmara de combustão dos
motores, ocorre:

O NO formado, na presença do oxigénio do ar, produz:

O dióxido de nitrogénio formado, na presença de água(chuva), produz:

Corrosão/ferrugem

A corrosão metálica é a transformação de um material metálico ou liga metálica pela sua


interacção química ou electroquímica num determinado meio de exposição, processo que
resulta na formação de produtos de corrosão e na liberação de energia.
Quase sempre, a corrosão metálica (por mecanismo electroquímico), está associada à
exposição do metal num meio no qual existe a presença de moléculas de água, juntamente
com o gás oxigénio ou iões de hidrogénio, num meio condutor.
A ferrugem é o resultado da oxidação do ferro. Este metal em contacto com o oxigénio
presente na água e no ar se oxida e desta reacção surge a ferrugem que deteriora pouco a
pouco o material original. Para evitar que as máquinas, ferramentas e demais objectos
feitos de ferro se decomponham por causa da oxidação é necessário evitar que o entrem
em contacto com o oxigénio, o que pode ser obtido através da pintura, ou cobertura da
superfície de ferro com óleo ou outras substâncias lubrificantes, ou ainda através da
mistura com metais de sacrifício.
Oxidação e redução
Na formação da ferrugem, ocorre a oxidação do ferro e redução do oxigénio. A soma das
duas equações leva à equação geral da formação da ferrugem:
se(s) ž se2+ + 2e- (oxidação do ferro)
O2 + 2H2O + 4e-ž 4OH- (redução do oxigénio)
2se + O2 + 2H2O ž 2se(OH)2 (equação geral da formação da ferrugem)
Geralmente o se(OH)2 (hidróxido de ferro II) é oxidado a se(OH)3 (hidróxido de ferro
III), que é muitas vezes representado por se2O3 . 3H2O. A presença de iões em contacto
com o ferro facilita sua oxidação, por isso em regiões litorais (contêm maior concentração
de sais) a ferrugem aparece com maior frequência.

Dureza da água

Dureza da água é a propriedade relacionada com a concentração de iões de determinados


minerais dissolvidos nesta substância. A dureza da água é predominantemente causada pela
presença de sais de Cálcio e Magnésio, de modo que os principais iões levados em
consideração na medição são os de Cálcio (Ca+) e (Mg+)[1]. Eventualmente também o Zinco,
Estrôncio, serro ou Alumínio podem ser levados em conta na aferição da dureza.

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sISICA 11
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O consumo de energia no mundo está resumido, em sua grande maioria, pelas fontes de
energias tradicionais como petróleo, carvão mineral e gás natural, essas fontes são
poluentes e não-renováveis, o que no futuro, serão substituídas inevitavelmente. Há
controvérsias sobre o tempo da duração dos combustíveis fósseis mas devido a energias
limpas e renováveis como biomassa, energia eólica e energia maremotriz e sanções como o
Protocolo de Quioto que cobra de países industriais um nível menor de poluentes (CO2)
expelidos para a atmosfera, as energias alternativas são um novo modelo de produção de
energias económicas e saudáveis para o meio ambiente.

Leis da termodinâmica

A termodinâmica é baseada em leis estabelecidas experimentalmente:


A Lei Zero da Termodinâmica determina que, quando dois corpos têm igualdade de
temperatura com um terceiro corpo, eles têm igualdade de temperatura entre si. Esta lei é
a base para a medição de temperatura.
A Primeira Lei da Termodinâmica fornece o aspecto quantitativo de processos de conversão
de energia. É o princípio da conservação da energia e da conservação da massa, agora
familiar, : "A energia do Universo é constante".
A Segunda Lei da Termodinâmica determina o aspecto qualitativo de processos em sistemas
físicos, isto é, os processos ocorrem numa certa direcção mas não podem ocorrer na
direcção oposta. Enunciada por Clausius da seguinte maneira: "A entropia do Universo tende
a um máximo".
A Terceira Lei da Termodinâmica estabelece um ponto de referência absoluto para a
determinação da entropia, representado pelo estado derradeiro de ordem molecular
máxima e mínima energia. Enunciada como "A entropia de uma substância cristalina pura na
temperatura zero absoluto é zero". É extremamente útil na análise termodinâmica das
reações químicas, como a combustão, por exemplo.

Lei de Stefan-Boltzmann

Josefstefandescobriu experimentalmente que todos os corpos emitiam energia, com uma


potência que podia ser determinada pela expressão P=mY YY Y
Esta expressão foi demonstrada teoricamente por Ludwig Boltzmann.
Nesta expressão m= 5,67 * 10-8 é chamada constante de stefan-boltzmann e £ é a
emissividade da superfície do objecto, que toma valores entre 0 e 1, dependendo da
composição da superfície. Se um corpo tiver uma emissividade de 1, o que significa que tem
o máximo de emissividade possível para um corpo à sua temperatura, diz-se que é um corpo
negro.
Da lei de stefan-boltzmann são imediatas as proporcionalidades directas, para qualquer
corpo, entre a potência irradiada e a área de irradiação e entre a potência irradiada e a
quarta potencia da temperatura.
Deslocamento de wien

A lei de Wien (ou Lei do deslocamento de Wien) é a lei da física que afirma que existe uma
relação inversa entre o comprimento de onda que produz um pico de emissão de um corpo
negro e a sua temperatura.

Onde
é o comprimento de onda que gera o pico em metros,
é a temperatura do corpo negro em kelvins (K), e
é a constante de proporcionalidade, chamada constante de dispersão de Wien, em kelvin-
metros.
O valor dessa constante é Y

Cor das estrelas

Esta classificação estelar é a mais comum. As suas classes são listadas normalmente de
mais quente a mais frio, e são:

Classe Temperatura Cor (luz visível) Massa Raio Luminosidade

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Temperatura média da terra

A terra tem uma temperatura média de cerca de 288K. A terra encontra-se numa situação
de equilíbrio térmico com as tuas vizinhanças, isto é, que a energia que absorve é igual à
que emite. Assim sendo, a energia absorvida pela terra terá de ser igual à energia emitida
pela mesma.

Mecanismos de transferência de calor

Quando dois corpos a diferentes temperaturas são postos em contacto, chegarão em ultima
analise a uma temperatura comum a ambos e que terá um valor entre os valores inicias de
temperatura de cada um dos corpos. Dizemos então que ouve transferência de calor do
corpo mais quente para o corpo mais frio.
Existem fundamentalmente duas formas de propagação de energia sob a forma de calor:
Condução: Condução térmica é um dos meios de transferência de calor que geralmente
ocorre em materiais sólidos, e é a propagação do calor por meio do contacto de moléculas
de duas ou mais substâncias com temperaturas diferentes (metais, madeiras, cerâmicas,
etc...). Ocorre a propagação de calor sem transporte da substância formadora do sistema,
ou seja, através de choques entre suas partículas integrantes ou intercâmbios energéticos
dos átomos, moléculas, e electrões.
Convecção: Quando uma certa massa de um fluido é aquecida as suas moléculas passam a
mover-se mais rapidamente, afastando-se, em média, uma das outras. Como o volume
ocupado por essa massa fluida aumenta, ela torna-se menos densa. A tendência dessa massa
menos densa no interior do fluido como um todo é sofrer um movimento de ascensão
ocupando o lugar das massas do fluido que estão a uma temperatura inferior. A parte do
fluido mais fria (mais densa) move-se para baixo tomando o lugar que antes era ocupado
pela parte do fluido anteriormente aquecido. Esse processo se repete inúmeras vezes
enquanto o aquecimento é mantido dando origem as chamadas correntes de convecção. São
as correntes de convecção que mantêm o fluido em circulação.

Painéis foto voltaicos

Painéis solares são dispositivos utilizados para converter a energia da luz do Sol em energia
eléctrica ou em energia térmica. Os painéis solares foto voltaicos são compostos por
células solares, assim designadas já que captam, em geral, a luz do Sol. Estas células são,
por vezes, e com maior propriedade, chamadas de células foto voltaicas, ou seja, criam uma
diferença de potencial eléctrico por acção da luz (seja do Sol ou não). As células solares
contam com o efeito foto voltaico para absorver a energia do sol e fazem a corrente
eléctrica fluir entre duas camadas com cargas opostas.
Actualmente, os custos associados aos painéis solares tornam esta opção ainda pouco
eficiente e rentável. Ainda que não se preveja, a curto prazo, um aumento no uso deste tipo
de energia renovável, o aumento do custo dos combustíveis fósseis, e a experiência
adquirida na produção de células solares, que tem vindo a reduzir o custo das mesmas,
indica que este tipo de energia será tendencialmente mais utilizado.
sISICA 11

Gps

O sistema GPS dispõe de 24 satélites distribuídos por 6 planos orbitais distintos e cada um
com durabilidade de 12 horas.
A localização de um receptor GPS é determinada por três satélites que enviam para este,
através de sinais electromagnéticos, um sinal codificado com a sua localização e o instante
de emissão. Estes são registados no receptor GPS que calcula a distância a que se encontra
o satélite. Com as três distâncias aos três satélites registadas sabe-se que o receptor GPS
encontra-se na intercepção de três superfícies esféricas centradas em cada satélite e de
raio igual a distancia destes ao receptor GPS.

Coordenadas geográficas

Existem pelo menos quatro modos de designar uma localização exacta para qualquer ponto
no globo terrestre.
Nos três primeiros sistemas, o globo é dividido em latitudes, que vão de 0 a 90 graus
(Norte ou Sul) e longitudes, que vão de 0 a 180 graus (Leste ou Oeste). Para efeitos
práticos, usam-se as siglas internacionais para os pontos cardeais: N=Norte, S=Sul,
E=Leste/Este, W=Oeste.
Para as latitudes, o valor de cada unidade é bem definido, pois o grande círculo tem
20.003,93km [1], dividindo este último por 180, conclui-se que um grau (°) equivale a
111,133km. Dividindo um grau por 60, toma-se que um minuto (') equivale a 1.852,22m.
Dividindo um minuto por 60, tem-se que um segundo (") equivale a 30,87m,
Para as longitudes, há um valor específico para cada posição, que aumenta de 0 nos Pólos
até a Linha do Equador, onde está o seu valor máximo.

Lei da gravitação universal

A Gravitação universal é a força de atracão que age entre todos os objectos por causa da
sua massa, isto é, a quantidade de matéria de que são constituídos. A gravitação mantém o
universo unido. Por exemplo, ela mantém juntos os gases quentes no sol e faz os planetas
permanecerem em suas órbitas. A gravidade da Lua causa as marés oceânicas na terra. Por
causa da gravitação, os objectos sobre a terra são atraídos em sua direcção. A atracão
física que um planeta exerce sobre os objectos próximos é denominada força da gravidade.
A lei da gravitação universal foi formulada pelo físico inglês Sir Isaac Newton
sormulação da Lei da Gravitação Universal
A lei da gravitação universal diz que dois objectos quaisquer se atraem gravitacionalmente
por meio de uma força que depende das massas desses objectos e da distância que há
entre eles.
Dados dois corpos de massa a e , a uma distância  entre si, esses dois corpos se atraem
mutuamente com uma força que é proporcional à massa de cada um deles e inversamente
proporcional ao quadrado da distância que separa esses corpos. Matematicamente, essa lei
pode ser escrita (em módulo) por:
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Isso significa que, sendo a massa do corpo constante, a força resultante e aceleração
produzida possuem intensidades directamente proporcionais.
A força resultante aplicada a um corpo é directamente proporcional ao produto entre a sua
massa inercial e a aceleração adquirida pelo mesmo
Se a força resultante for nula, , o corpo estará em repouso (equilíbrio estático) ou
em movimento rectilíneo uniforme (equilíbrio dinâmico). A força poderá ser medida em
Newton se a massa for medida em kg e a aceleração em m/s² pelo Sistema Internacional
de Unidades de medidas (S.I).
A Terceira Lei de Newton também é conhecida como Lei da Ação e Reação.
Se um corpo A aplicar uma força sobre um corpo B, receberá deste uma força de mesma
intensidade, mesma direcção e sentido oposto à força que A aplicou em B. As forças de
acção e reacção têm as seguintes características:
estão associadas a uma única interacção, ou seja, correspondem às forças trocadas entre
apenas dois corpos;
têm sempre a mesma natureza (ambas de contacto ou ambas de campo), logo, possuem o
mesmo nome ("de contacto" ou "de campo");
É indiferente atribuir a acção a cada uma das forças e a reacção à outra. Estas forças são
caracterizadas por terem:Sentidos diferentes;Direcções iguais; Intensidade igual
aplicadas em corpos diferentes, logo não se anulam
"Para cada acção há sempre uma reacção oposta e de igual intensidade."

Queda livre

Em sísica, queda livre é o movimento resultante unicamente da aceleração provocada pela


gravidade.Um objecto em queda livre sofre somente uma força: o seu próprio peso.
Sem resistência do ar - ou queda livre

Onde
vy0 é a velocidade inicial
y0 é a altitude inicial
t é o tempo
g é a aceleração causada pela gravidade

Satélites geoestacionários

Os satélites geoestacionários são satélites que se encontram parados relativamente a um


ponto fixo sobre a Terra, geralmente sobre a linha do equador. Como se encontram sempre
sobre o mesmo ponto da Terra, os satélites geostacionários são utilizados como satélites
de comunicações e de observação de regiões específicas da Terra. Note-se que um satélite
que não é geoestacionário nunca está sobre a mesma zona da Terra e por isso não pode ser
utilizado para observar em permanência a mesma região.
Um ponto qualquer sobre a superfície da Terra move-se continuamente em torno do eixo da
Terra com uma frequência de uma volta por dia. Isto significa que um satélite
geoestacionário tem que se mover com a mesma velocidade angular. Os satélites artificiais
existentes descrevem as mais diversas órbitas. Grande parte dos satélites não são
geoestacionários e descrevem várias órbitas por dia. Como é que é possível colocar
satélites em órbita com velocidades orbitais distintas? A resposta está na altitude a que os
satélites são colocados e na velocidade inicial que lhes é impressa. Quanto mais alta for a
órbita de um satélite menor é a sua velocidade angular.
A altitude para se colocar o satélite é de 35.786 km, onde a força centrífuga e a força
centrípeta do planeta se anulam.
Note-se que, se a Terra fosse perfeitamente esférica, a única posição geoestacionária
seria sobre o equador. No caso real, a assimetria na distribuição das massas entre os
hemisférios faz com que os satélites geoestacionários devam ser posicionados fora do
equador
Além disso, a irregularidade do campo gravitacional terrestre, junto com perturbações
orbitais (tanto gravitacionais, como as atracões da Lua e do Sol, quanto forças não-
inerciais, como a pressão da radiação solar) obrigam que a posição seja periodicamente
corrigida, através de manobras orbitais.

Sinal

Em geral, entende-se que um sinal é uma sequência de estados em um sistema de


comunicação que codifica uma mensagem. A definição pode mudar de acordo com o
contexto em que se está trabalhando.
Em um sistema de comunicação, o transmissor recebe uma mensagem, e a codifica em um
sinal, que é transportado pelo sistema de comunicações até o receptor, que descodifica o
sinal e solta uma mensagem. Por exemplo, o texto "batatinha quando nasce", ao ser
transmitido via telégrafo, é convertido primeiro em traços, pontos e pausas, e o
telegrafista acciona o dispositivo de telégrafo criando um sinal, que é a tensão eléctrica a
ser transmitida por um par de fios. Do outro lado, o receptor recebe um sinal, também na
forma de uma tensão eléctrica em um par de fios. Por fim, o sinal é descodificado, gerando
uma mensagem que se espera ser igual ao texto original transmitidoY
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Sinal analógico é um tipo de sinalcontínuo que varia em função do tempo. Um velocímetro
analógico de ponteiros, um termómetro analógico de mercúrio, uma balança analógica de
molas, são exemplos de sinais lidos de forma directa sem passar por qualquer
descodificação complexa, pois as variáveis são observadas directamente. Para entender o
termo analógico, é útil contrastá-lo com o termo digital.
Como exemplos de meios que registam sinais analógicos, temos:
Gravação de som; Sistemas mecânicos (Disco de vinil); Sistemas magnéticos (sita, Cassete)
; Gravação de imagem (sotografia em película)
O instrumento analógico consiste num painel com uma escala e um ponteiro que desliza de
forma a se verificar a posição deste sobre aquela. Num galvanómetro, por exemplo, a
deflexão do ponteiro sobre uma escala fornece a leitura directa de grandezas físicas, como
tensão eléctrica, ou força electromotriz, intensidade de corrente eléctrica, resistência
eléctrica, entre outras.
Sinal digital
Sinal Digital é um sinal com valores discretos (descontínuos) no tempo e amplitude. Isso
significa que um sinal digital só é definido para determinados instantes de tempo, e o
conjunto de valores que podem assumir é finito.
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Uma onda em física é uma perturbação oscilante de alguma grandeza física no espaço e
periódica no tempo. A oscilação espacial é caracterizada pelo comprimento de onda e a
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móvel ou por carga e descarga de um condensador. No caso de microfones de condensador
estes necessitam de uma tensão de alimentação contínua, chamada de phantom power, que
é de facto uma tensão de polarização.
Altifalantes
No alto-falante ocorre a transformação inversa aquela do microfone: a corrente eléctrico é
transformada em vibrações mecânicas do ar, reconstituindo o som inicial. Para tanto, é
necessário o uso de uma bobina, um diafragma (um cone circular ou elíptico, geralmente de
papelão por ter peso menor ou polipropileno, um plástico), um imã permanente (ou um
electroíman) e uma suspensão chamada "aranha". O diafragma fica preso na carcaça de
metal por meio de um sistema de suspensão de borracha ou espuma localizado ao redor de
sua borda externa (chamado de "surround" ou borda). Na parte central do cone, fica a
bobina, posicionada entre os pólos de um imã permanente e em suspensão pela "aranha", um
disco de tecido ondulado grosso coberto com resina que facilita a movimentação da mesma.
Liga-se o enrolamento da bobina aos fios de saída do amplificador. No momento em que
surgir corrente eléctrica nestes fios, surgirá um campo magnético na bobina. Este irá
interagir com o campo natural do imã permanente, criando uma reacção de atracão ou
repulsão - consequentemente gerando o movimento do diafragma, que está livre para
movimento, sendo sustentado pela "aranha". Esta movimentação diagramática criará uma
turbulência ritmada no ar, consequentemente, ondas sonoras.
Resumindo: o som produzido por um alto-falante nada mais é do que uma turbulência
ritmada no ar, causada pelo movimento do diafragma, resultado da interacção do campo
magnético da bobina com o do imã permanente.

Campo electromagnético

Na física do electromagnetismo, um campo electromagnético é um campo composto de dois


vectores campo: o campo eléctrico e o campo magnético.
Os vectores (E e B) que caracterizam esses dois campos que possuem um valor definido a
cada ponto no espaço e tempo. Se apenas o campo eléctrico (E) não for nulo, e é constante
no tempo, esse campo é denominado campo electrostático. E e B (o campo magnético) são
unidos pelas Equações de Maxwell.
Campos electromagnéticos podem ser explicados com base quântica pela electrodinâmica
quântica.
Importância:
O campo electromagnético é fundamental na protecção da vida, pois, sem ela ficaríamos
expostos a radiações multagenicas. Esse é o principal motivo pelo qual o homem ainda não
foi a Marte, apesar que muitos acham que é pela falta de tecnologia, o motivo real mesmo é
pelo fato de que em Marte por ser um planeta totalmente sólido, não gira mais como a terra
e não existe um campo electromagnético que nos protege.

A lei de saraday-Neumann-Lenz, ou lei da indução electromagnética

A lei de saraday-Neumann-Lenz, ou lei da indução electromagnética, é uma lei da física que


quantifica a indução electromagnética, que é o efeito da produção de corrente eléctrica em
um circuito colocado sob efeito de um campo magnético variável ou por um circuito em
movimento em um campo magnético constante. É a base do funcionamento dos alternadores,
dínamos e transformadores.
Tal lei é derivada da união de diversos princípios. A lei da indução de saraday, elaborada
por Michael saraday a partir de 1831, afirma que a corrente eléctrica induzida em um
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A energia pode tanto estar manifestada na forma de ondas como transmitida através de
partículas. Por isso, a reflexão é um fenómeno que pode se dar por um
carácterelectromagnético, óptico ou sonoro.
A reflexão difere da refracção porque nesta segunda, há desvio da energia para meio
diverso do meio de onde se originou.
A reflexão pode ser explicada totalmente com base em apenas duas leis, de cunho geral.
Para enunciá-las, é preciso antes definir alguns conceitos.
-A normal é a semi-recta que se origina a partir da superfície reflectora, situando-se
perpendicularmente a esta
-Ângulo de incidência é o ângulo que a direcção de deslocamento da energia faz com a
normal
-Ângulo de reflexão é o ângulo que a direcção que a energia que é reflectida faz com a
normal
Assim, as duas leis da reflexão podem ser expressas da seguinte maneira:
-O raio incidente, a recta normal e o raio reflectido são complanares, ou seja estão no
mesmo plano.
-O ângulo de incidência com a recta normal é igual ao ângulo de reflexão com a recta
normal.

Refracção

Refracção, de um modo simplificado, é a passagem da luz por meios com diferentes índices
de refracção. A refracção modifica a velocidade da luz, mesmo que a direcção permaneça a
mesma (caso a luz incida perpendicularmente à superfície). Índice de refracção é uma
relação entre a velocidade da luz em um determinado meio e a velocidade da luz no vácuo
(c). Em meios com índices de refracção mais baixos (próximos a 1) a luz tem velocidade
maior (ou seja, próximo a velocidade da luz no vácuo). A relação pode ser descrita pela
fórmula:

Onde: c é a velocidade da luz no vácuo (c = 3 x 108 m/s); v é a velocidade da luz no meio;


De modo geral, a velocidade da luz nos meios materiais é menor que c; e assim, em geral,
teremos n > 1. Por extensão, definimos o índice de refracção do vácuo, que obviamente é
igual a 1. Portanto, sendo n o índice de refracção de um meio qualquer, temos n > 1.
A velocidade de propagação da luz no ar depende da frequência da luz, já que o ar é um
meio material. Porém essa velocidade é quase igual a 1 para todas as cores. Ex.: índice de
refracção da luz violeta no ar = 1,0002957 e índice de refracção da luz vermelha no ar =
1,0002914. Portanto, nas aplicações, desde que não queiramos uma precisão muito grande,
adoptaremos o índice de refracção do ar como aproximadamente igual a 1.

Reflexão total

Uma situação em que o feixe de luzrefractado será quase paralelo à superfície.


Aumentando um pouco mais o ângulo de incidência (i), o feixe refractado desaparece e toda
a luz passa a ser reflectida. Esse fenómeno chama-se reflexão total. Para que isso
aconteça, é preciso que a luz seja proveniente de um meio mais refringente em relação ao
outro (N1 < N2).
O fenómeno da reflexão total é aplicado, por exemplo, na comunicação, através da fibra
óptica que transmite informação a partir de ondas electromagnéticas. A luz atravessa o fio
sem que haja perda considerável de energia ou interferência, ocorrendo sucessivas
reflexões totais nas paredes da fibra.

sibra óptica

sibra óptica é um filamento de vidro ou de materiais poliméricos com capacidade de


transmitir luz. Tal filamento pode apresentar diâmetros variáveis, dependendo da
aplicação, indo desde diâmetros ínfimos, da ordem de micrómetros (mais finos que um fio
de cabelo) até vários milímetros.
A transmissão da luz pela fibra segue um princípio único, independentemente do material
usado ou da aplicação: é lançado um feixe de luz numa extremidade da fibra e, pelas
características ópticas do meio (fibra), esse feixe percorre a fibra por meio de reflexões
sucessivas.
A fibra possui no mínimo duas camadas: o núcleo e o revestimento. No núcleo, ocorre a
transmissão da luz propriamente dita. A transmissão da luz dentro da fibra é possível
graças a uma diferença de índice de refracção entre o revestimento e o núcleo, sendo que o
núcleo possui sempre um índice de refracção mais elevado, característica que aliada ao
ângulo de incidência do feixe de luz, possibilita o fenómeno da reflexão total.
As fibras ópticas são utilizadas como meio de transmissão de ondas electromagnéticas
(como a luz) uma vez que são transparentes e podem ser agrupadas em cabos. Estas fibras
são feitas de plástico ou de vidro. O vidro é mais utilizado porque absorve menos as ondas
electromagnéticas. As ondas electromagnéticas mais utilizadas são as correspondentes à
gama da luz infravermelha.
O meio de transmissão por fibra óptica é chamado de "guiado", porque as ondas
electromagnéticas são "guiadas" na fibra, embora o meio transmita ondas omnidireccionais,
contrariamente à transmissão "sem-fio", cujo meio é chamado de "não-guiado". Mesmo
confinada a um meio físico, a luz transmitida pela fibra óptica proporciona o alcance de
taxas de transmissão (velocidades) elevadíssimas, da ordem de dez elevado à nona potência
a dez elevado à décima potência, de bits por segundo, com baixa taxa de atenuação por
quilómetro. Mas a velocidade de transmissão total possível ainda não foi alcançada pelas
tecnologias existentes. Como a luz se propaga no interior de um meio físico, sofrendo ainda
o fenómeno de reflexão, ela não consegue alcançar a velocidade de propagação no vácuo,
que é de 300.000 km/segundo, sendo esta velocidade diminuída consideravelmente

Difracção

O fenómeno da difracção está relacionado com as propriedades de ondas ao transportarem


energia de um ponto ao outro do espaço. E é intimamente relacionado ao fenómeno da
interferência.
Como as ondas são caracterizadas por uma variação periódica de uma qualquer propriedade,
podem interagir entre si quando duas ou mais ondas atravessam a mesma região do espaço.
Pode acontecer também que uma onda tenha a sua velocidade e/ou direcção mudadas, ao
interagir com um objecto ou meio material interposto em seu caminho.
A difracção, como dito acima, está relacionada com a interacção de uma onda com um
obstáculo, ou então quando encontra um orifício através do qual possa atravessar um
obstáculo.
A onda então, ao contornar ou atravessar um obstáculo, toma diferentes caminhos
(diferentes trajectórias), cujos comprimentos totais podem variar. Da variação dos
comprimentos totais atravessados, diversas ondas oriundas da original (segundo o princípio
de Hugens) acabam por se recombinar ao passar por um dado ponto do espaço.
Ao passarem por esse ponto do espaço, ondas difractadas de uma mesma origem tem a
mesma fase e por isso podem interagir uma com a outra naquele ponto. A recombinação se
processa porque as ondas, exibindo propriedades periódicas ao longo do espaço e ao longo
do tempo combinam seus máximos e mínimos de amplitude de uma maneira que depende do
total de ondas interagentes e das distâncias totais percorridas. O resultado disso varia
entre dois extremos: num caso, num dado ponto, um máximo de amplitude se combina com
um mínimo, produzindo uma anulação parcial ou total da energia da onda. Por outro lado,
quando dois ou mais máximos ou mínimos se encontram, a energia observada é maior.

Banda Radiofrequência

Banda Radiofrequência é um termo técnico relacionado a Central de Atendimento


Telefónico.
saixa de rádio frequência destinada a determinado tipo de comunicação (no Brasil, a
telefonia celular, por exemplo, divide-se por enquanto entre Banda A e a Banda B). Existem
bandas para o governo, bandas para operadoras de telefonia de longa distancia e bandas
para uso comercial - links de microondas privativos e corportativos. O termo também
define a amplitude dos canais de comunicação nas redes.