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EVANGELISMO

EVANGELISMO DE GRUPOS ESPECÍFICOS

unidade 4

1
EVANGELISMO - unidade 4
evangelismo de grupos específicos

SUMÁRIO

4.1 Introdução ........................................................................................................................................... 03

4.2 Bases Bíblicas para o Evangelismo de Grupos Específicos .......................................................... 03

4.2.1 A instrução de Mateus 10 .............................................................................................................. 04

4.2.2 O foco de Paulo e o de Pedro ....................................................................................................... 04

4.3. Como definir o Público Alvo .............................................................................................................. 04

4.4 Tipos de Evangelismo ...................................................................................................................... 05

4.4.1 Evangelismo por amizade ............................................................................................................ 05

4.4.2 Evangelismo de porta em porta .................................................................................................. 05

4.4.3 Evangelismo por meio da visitação ............................................................................................. 06

4.5 A Estratégia dos Pequenos Grupos ................................................................................................ 06

4.5.1 Vantagens do pequeno grupo para a evangelização ................................................................ 06

4.5.2 Base bíblica para pequenos grupos ............................................................................................ 06

4.5.2.1 Velho Testamento ....................................................................................................................... 06

4.5.2.2 Novo Testamento ........................................................................................................................ 06

4.5.3 O evangelismo no pequeno grupo ou na célula ........................................................................ 07

4.6 Vencendo os Preconceitos ................................................................................................................ 07

4.7 Conclusão ........................................................................................................................................... 08

GLOSSÁRIO ................................................................................................................................................ 08

REFERÊNCIAS .............................................................................................................................................. 08

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Para cada um destes grupos (etnias), é


necessária uma estratégia evangelizadora
que comunique o Evangelho de forma que
sua cultura específica possa compreender.
(Exemplo: Cruzada Billy Graham).

Assista ao vídeo: Assista


ao vídeo: Billy Graham –
Minha esperança Brasil
2008. Disponível em:
https://www.youtube.com/
watch?v=ZarQXF5MYYQ
Grupos específicos: Grupos
Específicos são aqueles colocados Nas igrejas pequenas, definir esse foco
à margem da sociedade movidos, é muito importante, pois é vital focar
muitas vezes, por preconceitos nos recursos disponíveis que possam
e falta de oportunidades como:  alcançar aqueles com quem a igreja
viciados em drogas, alcoólatras, melhor se comunica. Por exemplo, focar
homossexuais, prostitutas e a EBD para ação social e evangelismo de
marginais. grupos específicos de pessoas: grupos de
convivência, profissionais liberais, atividades
Assista ao vídeo: https:// manuais, etc.
www.youtube.com/
watch?v=ZDCrRvzCkVI As igrejas, com mais recursos financeiros
e de pessoal, podem oferecer atividades e
programas para diversos grupos específicos.
4.1 Introdução Por exemplo: cultos para jovens, estrangeiros,
em inglês e também em espanhol. Encontros
A Grande Comissão (Mt. 28.18-20) é marcada para casais jovens, grávidas, pais de crianças
pela ordem dada por Jesus para “ir e fazer com déficit de atenção, entre outros.
discípulos”. É uma instrução pessoal para
os cristãos terem uma profunda fé em Jesus 4.2 Bases Bíblicas para o Evangelismo de
Cristo. Mas é baseada na autoridade que Grupos Específicos
Cristo deu à igreja: “Foi-me dada toda a
autoridade no céu e na terra.” (v.18). Jesus Jesus deu especial atenção a todas as pessoas
Cristo valida seu poder na vida dos cristãos e que o procuravam, fossem elas pobres ou
autentica a autoridade dada à igreja. ricas, necessitadas ou abastadas. Ninguém
que esteve com Cristo saiu de sua presença
Aprofunde seus da mesma maneira. Senão, vejamos: O
conhecimentos: encontro com a mulher Cananeia:
Confira mais sobre a “Grande
Comissão” em: E eis que uma mulher Cananéia, que saíra
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_ daquelas cercanias, clamou, dizendo:
Comiss%C3%A3o) Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de
mim, que minha filha está miseravelmente
Outro aspecto da Grande Comissão é que endemoninhada. Mas ele não lhe respondeu
Jesus nos manda fazer discípulos de “todas palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé
as nações”. A expressão grega ta ethne dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que
refere-se literalmente a “todas as etnias”, ou vem gritando atrás de nós. E ele, respondendo,
seja, a todos os grupos de pessoas. disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas
perdidas da casa de Israel. Então chegou ela,

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e adorou-o, dizendo: Senhor socorre-me! Ele, • Geograficamente – Com um mapa de


porém, respondendo, disse: Não é bom pegar sua cidade, bairro ou região, localize o
no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos. prédio da igreja e, a partir daí, o raio
E ela disse: Sim, Senhor, mas também os que você quer alcançar.
cachorrinhos comem das migalhas que caem
da mesa dos seus senhores. Então respondeu • Demograficamente – Levante
Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! informações como idade, situação
Seja isso feito para contigo como tu desejas. conjugal, faixa de renda, instrução e
E desde aquela hora a sua filha ficou sã (Mt. profissões.
15.22-28) (Destaque meu)
• Culturalmente – Como vivem as
Repare na parte grifada em que Jesus, pessoas ao redor de sua igreja em
mesmo tendo a intenção de curar a mulher, termos de valores, interesses, feridas
especifica a quem seu ministério estava e medos. Dentro de sua comunidade,
endereçado: aos judeus. há muitos subgrupos. Para alcançar
cada um deles, você precisa conhecê-
4.2.1 A instrução de Mateus 10 los.

Em Mateus capítulo 10, Jesus, depois de • Espiritualmente – Pesquise o que as


escolher seus discípulos, dá instruções claras pessoas da área em foco sabem sobre
para que eles colocassem foco no ministério o Evangelho. Converse com outros
para torná-lo mais eficiente. Esta instrução pastores para ter uma visão mais
não era de maneira nenhuma para excluir consensual do clima espiritual da
quem quer que seja do plano de salvação, comunidade.
mas para que naquele primeiro momento os
discípulos concentrassem em seu público-
alvo: “Mas ide antes às ovelhas perdidas da
casa de Israel” (Mt.10.6).

4.2.2 O foco de Paulo e o de Pedro

Escrevendo aos Gálatas, o apóstolo Paulo


reitera que seu foco evangelístico eram os
gentios (não judeus), Enquanto Pedro tinha Esses fatores irão influenciar em como
como alvo evangelístico os judeus: ministrar e que estilo de comunicação adotar
para compartilhar o Evangelho. Se você
Antes, pelo contrário, quando viram que realmente deseja causar impacto, torne-se
o evangelho da incircuncisão me estava um conhecedor de sua comunidade. Depois
confiado, como a Pedro o da circuncisão de coletar todas as informações, crie um
(Porque aquele que operou eficazmente perfil bem estratificado das pessoas não-
em Pedro para o apostolado da circuncisão, crentes que sua igreja quer alcançar. Sem um
esse operou também em mim com eficácia grupo-alvo nossos esforços na evangelização
para com os gentios) (Gl. 2.7-8). são pensamentos vazios.

4.3 Como definir o Público Alvo • Faça uma pergunta


Se minha igreja deixasse de existir hoje,
Para todo e qualquer projeto, é muito ela faria falta para alguém mais além dos
importante, antes, saber a quem ele se membros da igreja?
destina.É muito importante conhecer a
comunidade onde a igreja está inserida. Isso A resposta a esta pergunta é muito
pode ser feito da seguinte maneira: importante para se definir qual a Visão e a

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Missão de sua igreja. mais chegado do que um irmão”.


• Pv. 27.10: “Não abandones o teu
• A Visão é a descrição do futuro desejado amigo, nem o amigo de teu pai, [...].
para a igreja. Esse enunciado reflete o Mais vale o vizinho perto do que o
alvo a ser procurado: pelos esforços irmão longe”.
individuais de cada membro; pelos
esforços das equipes e ministérios e Para o autor do livro “Amizade, a chave para
pela alocação dos recursos materiais a evangelização”, Joseph Aldrich (1992):
e pessoais.
Dar lugar em sua vida para vizinhos não
• A Missão deve responder ao que a cristãos exige esforço, ideias e, às vezes, risco.
igreja se propõe a fazer, e para quem. É mais difícil se construírem pontes do que
É uma declaração do propósito e paredes. Mas isto não altera uma realidade:
das responsabilidades da sua igreja os não cristãos são atraídos primeiro pelos
perante os seus membros e público cristãos e depois por Cristo. Infelizmente,
alvo: Por que a igreja existe? O que ela nem todos os cristãos atraem. Como um imã
faz? Para quem? virado, alguns repelem. Contudo, cristãos
que vivem para Deus, amam, preocupam-
se, riem, compartilham e se envolvem nas
4.4 Tipos de Evangelismo necessidades das pessoas, apresentam
um testemunho inegável de Cristo em sua
Há vários tipos de evangelização, porque sociedade.
há diferentes tipos de pessoas, de
relacionamentos de comunidades, de Nesse caso, somos todos chamados a
culturas etc. construir pontes com aqueles que estão
em nossa volta, que fazem parte de nosso
4.4.1 Evangelismo por amizade convívio.

4.4.2 Evangelismo de porta em porta

Em Marcos 6.7-13, lemos sobre o evangelismo


de porta em porta. Jesus ensinou os
discípulos a ir “ir dois a dois” e “de casa em
casa”. A igreja primitiva manteve o costume
(At. 13.2; 15.40). Antes que fossem, porém,
Ele lhes deu instruções valiosas, pois o nosso
adversário age dentro das casas, nos lares
das pessoas.
É a maneira mais eficaz de evangelizar.
Consiste em compartilhar o evangelho • O lar é o lugar onde as pessoas mais
através do testemunho, oração e propagação se expõem.
às pessoas de seu círculo familiar ou de • É necessário que se saiba o lugar e a
amizade. hora certa para ser usado.
• É uma oportunidade para famílias
São as pessoas da “casa” (Gr: oikós). inteiras ouvirem o evangelho.

• Pv. 15.30: “O olhar de amigo alegra ao 4.4.3 Evangelismo por meio da visitação
coração; as boas-novas fortalecem até
os ossos”. A evangelização por meio da visitação (Mt.
• Pv. 18.24: “O homem que tem muitos 25.36-46) deve envolver:
amigos sai perdendo; mas há amigo

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• Preparo bíblico e espiritual; 4.5.2.1 Velho Testamento


• Simpatia e empatia;
• Bom senso; O conselho de Jetro: (Êx. 18.13-27). Jetro
• Discernimento espiritual; recomendou que Moisés delegasse
• Oração. responsabilidades a pessoas que julgasse
responsáveis e capazes, dividindo suas
Várias igrejas possuem equipes que levam tarefas com o objetivo de permanecer menos
a ministração da Palavra de Deus por meio sobrecarregado e ganhar mais tempo.
da visitação nos lares, em hospitais, em Delegação de autoridade: um cuidando de
presídios, orfanatos, creches e asilos. 10 pessoas, outro cuidando de 100 e outro
cuidando de 1000 pessoas. Cada grupo de
4.5 A Estratégia dos Pequenos Grupos pessoas dez deveriam ser supervisionados
por uma pessoa. A cada cinco grupos de
Pequenos grupos evangelísticos ou dez, formariam comunidades de cinquenta
células são ferramentas importantes para pessoas: “E escolheu Moisés homens capazes,
evangelizar qualquer tipo de pessoa. Isso de todo o Israel, e os pôs por cabeças sobre
porque não requer estrutura física, mas o povo; maiorais de mil, maiorais de cem,
apenas um espaço, um líder disponível e maiorais de cinquenta e maiorais de dez”
pessoas para participarem. Esses grupos (Êx. 18.25).
podem se reunir em casas, salão de festas,
empresas, praças e etc.

No entanto, requerem muito amor e


disposição, além de hospitalidade. Também
devem acontecer em um ambiente informal.
É necessário também que os componentes
de um grupo pequeno percam o receio de se
relacionar com pessoas não cristãs.
4.5.2.2 Novo Testamento
4.5.1 Vantagens do pequeno grupo para a
Evangelização Nos evangelhos, percebemos que Jesus
escolheu viver em uma comunidade de
O pequeno grupo para evangelização gera: 12 homens (Mc. 3.16-19). Chamou a esses
homens de “discípulos”, pois, com eles,
• envolvimento pessoal: mobilização, baseou seu ministério em relacionamentos.
responsabilidade, dons, crescimento Assim podemos vê-los conversando,
espiritual. comendo e dormindo juntos durante o
• comunhão: intimidade, flexibilidade, seu ministério. Juntos andaram, visitaram
integração social. cidades, viajaram de barco, pescaram no
• evangelização (o crescimento mar da Galileia, oraram, foram às sinagogas
fantástico de muitas igrejas hoje). e ao templo (Mc. 7.24, Mc.8.10, 27, 7.31; Mt.
• pastoreio, cuidado mútuo, ensino, 15.21 e 29, Jo.1.39, 2.2, 4.7; Lc. 6.12; 11.1).
ministério e liderança.
• No livro de Atos, percebemos que a igreja
1.2 4.5.2 Base bíblica para pequenos se reunia tanto no templo, quanto nas casas
grupos (Quadro 1). No templo, reuniam-se para
adorar a Deus, para ouvirem os ensinos e
Muitos de nós fomos criados em uma cultura a pregação das Sagradas Escrituras. Nas
que tem o templo como local de encontro reuniões que ocorriam nos lares, os recém-
com Deus. Ou seja, estar “na igreja” é o mais convertidos eram abrigados e alimentados
importante. No entanto a Bíblia diz: espiritualmente. Ali aprendiam a respeito

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de Jesus, suas necessidades eram supridas, recebiam cuidados e acompanhamento até se


sentirem aptos para cuidarem com carinho de outros.

No Novo Testamento, encontramos uma variedade de textos que atestam a existência de


grupos pequenos nas casas.

Quadro 1:
Atos 2: 42-47 “[…] partindo o pão de casa em casa”.
Atos 5: 42 “[...] no templo e de casa em casa”.
Atos 20: 20 “[...] ensinando-vos publicamente e de casa em casa”.
Romanos 16: 3,5,10 “[...] a igreja que está na casa deles”.
Colossenses 4:15 “[...] a igreja que está em sua casa”.
Filemon 1: 2 “[...] à igreja que está em tua casa”.

Parece-nos que estes pequenos grupos foram a unidade básica da igreja durante os primeiros anos
de sua existência.

4.5.3 O evangelismo no pequeno grupo ou na célula:

O Pequeno Grupo é o lugar onde podem ser inseridos novos membros. Uma pessoa que
tem dificuldades para ir a um templo poderá aceitar, sem resistência, um convite para ir a
um pequeno grupo em uma casa. Em um pequeno grupo, o novo convertido obterá com
maior precisão cuidados básicos:

• Alimento: todo novo convertido necessita de uma “dieta” equilibrada. Se não


for alimentado, nessa fase inicial de sua vida cristã, poderá tornar-se um crente
problemático. Em um pequeno grupo é mais fácil alimentá-los.

• Proteção: A rotatividade de pessoas na igreja é gerada pela falta de cuidado e proteção.


O lobo entra e leva a ovelha quando não há pastores cuidando.

• Ensino: No grupo pequeno o novo discípulo deve ser ensinado não apenas nas
doutrinas básicas da fé, mas, sobretudo no viver diário. I

4.6 Vencendo os Preconceitos

Para evangelizar determinados grupos específicos, precisamos primeiro, vencer nossos


próprios preconceitos. Para muitos, lidar com viciados em álcool e outras drogas, bem
como com pessoas que se prostituem, presidiário(a)s, homossexuais, e outras pessoas
marginalizadas na sociedade, é uma barreira que precisa ser transposta. Nesse caso, o(a)
evangelista terá que vencer preconceitos, para atingir o coração dessas pessoas pelas quais
Cristo também morreu e ressuscitou.

No evangelho de João, capítulo 4, encontramos a entrevista de Jesus com a mulher samaritana.


Ele aproveitava todas as oportunidades e ia ao encontro das necessidades das pessoas,
vencendo seus próprios preconceitos uma vez que o texto sagrado afirma que os judeus
não se davam com os samaritanos (Jo. 4.9). O texto relata que, quando os discípulos de
Jesus voltaram da cidade, aonde haviam ido comprar comida, estranharam o fato de Jesus
conversar com a mulher (Jo. 4. 27). Eles ainda não haviam vencido seu preconceito. Por isso
Jesus lhes dá uma ordem: “Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas

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para a ceifa” (Jo. 4.35).

Levantar os olhos é ver além das barreiras humanas. “Deus amou o mundo” (Jo. 3.16) e,
neste mundo, estão incluídos aqueles que nós excluímos de nosso convívio. Nosso Deus é
um Deus de inclusão de amor e, portanto, devemos vencer a tendência de evitar pessoas
que vivem em determinadas práticas pecaminosas que a sociedade e a igreja condenam de
maneira mais enfática.

O evangelista e toda a comunidade eclesiástica somos chamados para trabalhar com grupos
específicos e, por isso mesmo, devemos estar conscientes do preço que devemos pagar. No
encontro de Jesus com Zaqueu, o mestre nos ensina novamente que estas pessoas também
estão na lista dos pecadores que Jesus Cristo veio “buscar e salvar” (Lc. 19.10).

Enfim, todo novo crente precisa ser acompanhado com amor e compreensão, mas alguns
precisarão de uma atenção maior ainda, para não se sentirem excluídos ou marginalizados,
nem tratados com desconfiança.

4.7 Conclusão

Vimos, nesta unidade, que a evangelização de grupos específicos é bíblica. Além disso,
Jesus mesmo veio especialmente para um grupo específico: os judeus. No entanto, a tarefa
de evangelizar é de todos. E, para isso, é preciso vencer alguns preconceitos em relação a
determinado grupos de pessoas.

GLOSSÁRIO

Célula: é um grupo de quatro a quinze pessoas que se reúnem para compartilhar experiências,
estudar a Bíblia e alcançar outras pessoas. O nome deriva de uma metáfora do corpo humano,
comparado com a igreja. Assim como o nosso corpo é composto de milhares de células, a igreja,
que é um corpo, é formada de incontáveis células que são os pequenos grupos de cristãos que se
reúnem principalmente nas casas dos membros das igrejas.

REFERÊNCIAS

ALDRICH, Joseph C. Amizade, a chave para a evangelização. São Paulo: Vida Nova. 1992.

TUNALA, Márcio. Pequeno grupo multiplicador. Rio de Janeiro: Convicção Editora. 2014.

COLEMAN, Robert. Plano mestre de evangelismo. São Paulo: Mundo Cristão, 2006.

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