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Escola Secundária com 3º ciclo D.

Dinis
11º Ano de Matemática – A
Tema II – Introdução ao Cálculo Diferencial I
Funções Racionais e com Radicais
Taxa de Variação e Derivada
Aula nº 5 do plano de trabalho nº 7
Resolver a tarefa ”Outra família de funções racionais” da página 23.
ax + 6
1. Consideremos a família definida por f ( x ) = .
x−2
a. Vamos atribuir alguns valores ao parâmetro a e preencher a tabela seguinte para
evidenciar algumas propriedades:
a -1 1 3 5
Assímptota vertical x=2 x=2 x=2 x=2
Assímptota horizontal y = −1 y =1 y=3 y=5

Zeros x=6 x = −6 x = −2 6
x=−
5
Domínio ℝ \ {2} ℝ \ {2} ℝ \ {2} ℝ \ {2}

Contradomínio ℝ \ {−1} ℝ \ {1} ℝ \ {3} ℝ \ {5}

Assímptota horizontal:
a 6
2 2a
a 2a + 6

ax + 6 2a + 6
f (x) = ⇔ f (x) = a + . A equação da assímptota horizontal é y = a
x−2 x−2
Zeros:
−x + 6
Quando a = -1 será = 0 ⇔ −x + 6 = 0 ∧ x − 2 ≠ 0 ⇔ x = 6
x−2
x+6
Quando a = 1 será = 0 ⇔ x + 6 = 0 ∧ x − 2 ≠ 0 ⇔ x = −6
x−2
3x + 6
Quando a = 3 será = 0 ⇔ 3x + 6 = 0 ∧ x − 2 ≠ 0 ⇔ x = −2
x−2
5x + 6 6
Quando a = 5 será = 0 ⇔ 5x + 6 = 0 ∧ x − 2 ≠ 0 ⇔ x = −
x−2 5

b. Fazendo a = -3 o gráfico é uma recta de equação y = -3, sem o ponto de abcissa 2.

Professora: Rosa Canelas 1 Ano Lectivo 2010/2011


De facto se dividirmos os dois polinómios obtemos:
-3 6
2 -6
-3 0

−3x + 6 −3 ( x − 2 )
O que significa que f ( x ) = ⇔ f (x) = ⇔ f(x) = −3 se x ≠ 2 , porque só
x−2 x−2
podemos dividir ambos os termos da fracção por x –2 se x − 2 ≠ 0 .
c. Da observação do gráfico obtido na alínea anterior concluímos que y = -3 é a única
assímptota do gráfico de f. O domínio é ℝ \ {2} , o contradomínio é {-3} porque

todas as imagens são iguais a – 3. A função não tem zeros pois todas as imagens
são diferentes de zero.
d. De
a 6
2 2a
a 2a + 6

ax + 6 2a + 6
f (x) = ⇔ f (x) = a + .
x−2 x−2
Concluímos que todas as funções da família têm uma assímptota horizontal com equação
y = a.

4x + 4
2. Consideremos agora a família de funções definidas por f ( x ) = .
x−c
a. Fazendo c sucessivamente igual a 1, 2, 3 e 4 concluímos que:
c 1 2 3 4
Assímptota vertical x =1 x=2 x=3 x=4
Assímptota horizontal y=4 y=4 y=4 y=4

Zeros x = −1 x = −1 x = −1 x = −1

De facto,
4 4
c 4c
4 4c+ 4

Professora: Rosa Canelas 2 Ano Lectivo 2010/2011


4x + 4 4c + 4
f (x) = ⇔ f (x) = 4 + .
x−c x−c
Concluímos que todas as funções da família têm uma assímptota horizontal com equação
y = 4 e assímptota vertical com equação x = c.
Todas as funções consideradas têm um zero em x = -1 porque sempre que o denominador
se não anula o zero da fracção é o zero do numerador.
b. Quando c = -1 o gráfico é

uma recta horizontal de equação y = 4 sem o ponto de abcissa –1, porque


4x + 4 4 ( x + 1)
f (x) = = = 4, se x ≠ −1
x +1 x +1
c. De facto,
4 4
c 4c
4 4c+ 4

4x + 4 4c + 4
f (x) = ⇔ f (x) = 4 + .
x−c x−c
Concluímos que todas as funções da família têm uma assímptota horizontal com
equação y = 4 .

ax + b
3. Consideremos finalmente a família de funções definida por f ( x ) = , com b ≠ −ac
x−c

a. A equação da assímptota vertical do gráfico de cada função desta família é x = c.

b. A equação da assímptota horizontal do gráfico de cada função da família é y = a.

c. Se b = −ac a função será definida por:

ax − ac a(x − c)
f (x) = ⇔ f (x) = ⇔ f ( x) = a ∧ x ≠ c
x−c x−c

Assim quando b = −ac o gráfico é constituído por duas semi-rectas abertas que
fazem parte da recta de equação y = a .

Professora: Rosa Canelas 3 Ano Lectivo 2010/2011


ax + b
4. O gráfico representa uma função do tipo f ( x ) = .
x−c
Para determinarmos a sua expressão analítica vamos
ter em conta as equações das assímptotas, pelo que
podemos dizer ser a = 3 e c = 5. Para determinar b
vamos ter em conta que a curva passa no ponto (7,0).

3×7 +b
0= ⇔ b + 21 = 0 ⇔ b = −21
7−5

3x − 21
A função é definida por f ( x ) =
x−5

Professora: Rosa Canelas 4 Ano Lectivo 2010/2011

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