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Lenda cont

Nesta sessão, colocaremos diversas lendas, contos e estórias que nos fazem re etir
e descobrir novos caminhos para nossas vidas. Leiam e sintam a profundidade das
lições…

Oásis

Conta uma popular lenda do Oriente que um jovem chegou à beira de um oásis junto
a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoa vive neste lugar ?
– Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem ? – perguntou por sua vez o
ancião.
– Oh, um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz – estou satisfeito de haver
saído de lá.
– A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui –replicou o velho.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o
ancião perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoa vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta: – Que tipo de pessoa vive no lugar de
onde você vem?
O rapaz respondeu: – Um magní co grupo de pessoas, amigas, honestas,
hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
– O mesmo encontrará por aqui – respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
– Como é possível dar respostas tão diferente à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu :
– Cada um carrega no seu coração o  ambiente em que vive. Aquele que nada
encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa
por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na
verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos
manter controle absoluto.

As estações (autor desconhecido)

Um homem tinha quatro lhos. Ele queria que seus lhos


aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada
um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local.

O primeiro lho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão e o


quarto e mais jovem, no Outono.

Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que
tinham visto.

O primeiro lho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.

O segundo lho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas.

O terceiro lho discordou. Disse que ela estava coberta de ores, que tinham um
cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais
graciosa que ele tinha visto.
O último lho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e
arqueada, cheia de frutas, vida e promessas…

O homem, então, explicou a seus lhos que todos eles estavam certos, porque eles
haviam visto apenas uma estação da vida da árvore…

Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma
estação, e que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vêm
daquela vida, podem apenas ser medidos ao nal, quando todas as estações
estiverem completas.

Se você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da Primavera, a beleza
do Verão, a expectativa do Outono.

Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não
julgue a vida apenas por uma estação difícil.

A carroça

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me para dar um passeio no bosque e
eu aceitei com prazer.

Após algum tempo, ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me
perguntou:

– Além do canto dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

– Estou ouvindo um barulho de carroça.

– Isso mesmo – disse meu pai – e é uma carroça vazia!

Perguntei a ele:
– Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?

– Ora – respondeu meu pai – é muito fácil saber que uma carroça está vazia por
causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.

Tornei-me adulto e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no
sentido de intimidar), tratando o próximo com grosseria inoportuna, prepotente,
interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar ser o dono da
razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

– Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz!

Maneiras de amar (Osho)

O rio passa ao lado de uma árvore, cumprimenta-a, alimenta-a, dá-lhe água… e vai em
frente, dançando. Ele não se prende à árvore.

A árvore deixa cair suas ores sobre o rio em profunda gratidão, e o rio segue em
frente.

O vento chega, dança ao redor da árvore e segue em frente. E a árvore empresta o seu
perfume ao vento…

Se a humanidade crescesse, amadurecesse, essa seria a maneira de amar.

Uma lição
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Um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de 20 dólares.
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Numa sala, com 200 pessoas, ele perguntou:
– Quem quer esta nota de 20 dólares?”
Mãos começaram a se erguer. Ele disse:
– Eu darei esta nota a um de vocês, mas, primeiro, deixem-me fazer isto!
Então ele amassou a nota. E perguntou, outra vez:
– Quem ainda quer esta nota?
As mãos continuaram erguidas.
– Bom – ele disse – e se eu zer isto?
E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e esfregá-la. Depois pegou a
nota, agora imunda e amassada, e perguntou:
– E agora? Quem ainda quer esta nota?
Todas as mãos permaneceram erguidas.
– Meus amigos, vocês todos devem aprender esta lição: Não importa o que eu faça
com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta cédula, porque ela não perde o valor. Ela
ainda valerá 20 dólares.
Essa situação também se dá conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos
amassados, pisoteados e camos sujos, por decisões que tomamos e/ou pelas
circunstâncias que vêm em nossos caminhos. E assim, camos nos sentindo
desvalorizados, sem importância. Porém, creiam, não importa o que aconteceu ou o
que acontecerá, jamais perderemos o nosso valor ante o Universo. Quer estejamos
sujos, quer estejamos limpos, quer amassados ou inteiros, nada disso altera a
importância que temos. A nossa valia. O preço de nossas vidas não é pelo que
fazemos ou sabemos, mas pelo que SOMOS! Somos especiais….
VOCÊ é especial. Muito especial…. Jamais se esqueça disso!

Lições Importantes que a Vida Ensina…

Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um
questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a
última que era: “Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?”
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“Sinceramente, isso parecia uma piada”. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes.
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Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro
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nome dela? Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco
antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar
na nota.
– “É claro!” – respondeu o professor – “Na sua carreira, você encontrará muitas
pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que
seja com um simples sorriso ou um simples ‘alô “.
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro
nome dela era Dorothy.

A magia da comunicação

“Havia um cego que pedia esmola à entrada do Viaduto do Chá, em São Paulo. Todos
os dias passava por ele, de manhã e à noite, um publicitário que deixava sempre
alguns centavos no chapéu do pedinte. O cego trazia pendurado no pescoço um
cartaz com a frase:
”Cego de nascimento. Uma esmola, por favor”.
Certa manhã, o publicitário teve uma idéia: virou o letreiro do cego ao contrário e
escreveu outra frase. À noite, depois de um dia de trabalho, perguntou ao cego como
é que tinha sido seu dia. O cego respondeu, muito contente:
– Até parece mentira, mas hoje foi um dia extraordinário! Todos que passavam por
mim, deixavam alguma coisa. A nal, o que é que o senhor escreveu no letreiro?
O publicitário havia escrito uma frase breve, mas com sentido e carga emotiva
su cientes para convencer os que passavam a deixarem algo para o cego. A frase era:
“Em breve chegará a primavera e eu não poderei vê-la”.
Na maioria das vezes não importa O QUE você diz, mas COMO você diz.

Aprendendo com os erros

O mestre, conduz seu aprendiz pela oresta. Embora mais velho, caminha com
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igualdade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante.
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O aprendiz blasfema, levanta-se e cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar
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seu mestre.
Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar, o mestre dá
meia volta e começa a viagem de volta.
-Você não me ensinou nada hoje- diz o aprendiz, levando mais um tombo.
-Ensinei sim, mas você parece que não aprende – respondeu o mestre – estou
tentando te ensinar como se lida com os erros da vida.
-E como lidar com eles?
– Como deveria lidar com seus tombos- respondeu o mestre- Em vez de car
amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar.

A história das moscas

Parte 1

Contam que, certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e
valente, assim logo ao cair, nadou até a borda do copo, mas como a superfície era
muito lisa e ela tinha suas asas molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não
havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar e de se debater, e afundou…

Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz e, por isso,
continuou a se debater, a se debater por tanto tempo que, aos poucos, o leite ao
redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno nódulo
de manteiga, onde a mosca tenaz conseguiu, com muito esforço, subir e dali levantar
vôo para algum lugar seguro.

Durante anos, ouvimos esta primeira parte da história como um elogio à


persistência que, sem dúvida, é uma habilidade que nos leva ao sucesso.

Parte 2

Tempos depois a mosca tenaz, por descuido ou acidente caiu no copo. Começou a se
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debater, na
Para saber esperança
mais, decomo
inclusive sobre quecontrolar
no devido tempo,
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consulte salvaria.
Política deOutra
cookies mosca passando

por ali e vendo a a ição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e


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gritou:

– Tem um canudo ali, nade até lá e suba pelo canudo!


A mosca tenaz não lhe deu ouvidos, baseando-se na sua experiência anterior de
sucesso, e continuou a se debater, até que, exausta afundou no copo cheio de água.

“Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as


mudanças no ambiente e camos nos esforçando para alcançar os resultados
esperados até que afundamos na nossa própria falta de visão.”

O Quadro

Um homem havia pintado um lindo quadro…


No dia de apresentá-lo ao publico, convidou todo mundo para vê-lo…
Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, en m, uma multidão.
A nal, o pintor além de um grande artista, era também muito famoso.
Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro.
Houve caloroso aplauso…
Era uma impressionante gura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa…
O Cristo parecia vivo.
Com ouvido junto à porta, ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia.
Houve discurso e elogios.
Todos admiravam aquela obra de arte.
Porém, um curioso observador, achou uma falha no quadro…
A porta não tinha fechadura.
E intrigado, foi perguntar ao artista…
– Sua porta não tem fechadura!
– Como se fará para abri-la?
– É assim mesmo. Respondeu-lhe o artista.
– Esta é a porta do coração humano… Só se abre pelo lado de dentro.
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O Náufrago

Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo. E este
único sobrevivente foi parar numa ilha deserta e fora de qualquer rota de navegação.
E ele agradeceu novamente. Com muita di culdade e os restos dos destroços, ele
conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do sol, da chuva
e de animais.
O tempo foi passando e a cada alimento que conseguia, ele agradecia. Um dia,
voltando depois de caçar e pescar viu que seu abrigo estava em chamas, envolto em
altas nuvens de fumaça. Desesperado, ele se revoltou e gritava chorando: “O pior
aconteceu! Perdi tudo. Deus por que fez isso comigo?” Chorou tanto que adormeceu
profundamente, cansado.
No dia seguinte, bem cedo, foi despertado por um navio que se aproximava. “Viemos
resgatá-lo”, disseram. “Como souberam que eu estava aqui?”, perguntou. “Nós vimos
o seu sinal de fumaça”, responderam eles.

Ajuda

Um menino pequeno estava se esforçando para mover um pesado armário, mas o


móvel não cedia. Ele empurrava e puxava com toda sua força, mas não conseguia
movê-lo nenhum centímetro. O pai, que ali chegava, parou para observar os esforços
vãos do lho. Finalmente perguntou:
“Filho, está usando toda a sua força?”
“Sim, estou!” gritou o garoto, exasperado.
“Não”, disse calmamente o pai, “você não está. Não me pediu para ajudá-lo.”

Os navios e a vida

Certa vez, um homem sábio foi às docas para observar os navios entrarem e saírem
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porto. Percebeu que, quando um navio saía para o alto mar, todas as pessoas no
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cais festejavam e desejavam boa viagem. Enquanto isso, um outro navio entrou no
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porto e atracou. De maneira geral, foi ignorado pela multidão.

O sábio dirigiu-se às pessoas, dizendo: “Você estão olhando as coisas ao contrário!


Quando um navio parte, não se sabe o que virá pela frente, ou qual será o seu m.
Portanto, na verdade não há motivo para celebrar. Porém quando um navio entra no
porto e chega ao lar em segurança, este é um motivo para fazê-los sentir alegria.”

A vida é aquela viagem e nós somos o navio. Quando nasce uma criança, festejamos.
Quando uma alma volta para casa, pranteamos. Porém se víssemos a vida na terra
da mesma maneira que o sábio via o navio, talvez pudéssemos dizer: “O navio
terminou sua jornada, enfrentou as tempestades da vida, e nalmente entrou no
porto. E agora está seguro em casa…

Ter e Ser

Um pai, em uma situação muito confortável de vida, resolveu dar uma lição a seu
lho ensinando o que é ser pobre. Ficaria hospedado por alguns dias na casa de uma
família de camponeses. O menino passou três dias e três noites vivendo no campo.
No carro, voltando para a cidade, o pai lhe perguntou: “Como foi sua experiência?”
“Boa.” respondeu o lho, com o olhar perdido à distância.
“E o que você aprendeu?”, insistiu o pai.
O lho respondeu:
“Que nós temos um cachorro e eles têm quatro. Que nós temos uma piscina com
água tratada, que chega até metade do nosso quintal. Eles têm um rio sem m, de
água cristalina, onde têm peixinhos e outras belezas. Que importamos lustres do
Oriente para iluminar nosso jardim , enquanto eles têm as estrelas e a lua para
iluminá-los. Nosso quintal chega até o muro.
O deles chega até o horizonte. Compramos nossa comida e esquentamos em
microondas, eles cozinham em fogão à lenha. Ouvimos CD’s, Mp3, eles ouvem a
sinfonia de pássaros, sapos, grilos, tudo isso às vezes acompanhado pelo sonoro
canto de ume cookies:
Privacidade vizinho trabalhando
Esse sua
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Ao continuar a usar nos protegermos
este site, vivemos
você concorda com seu uso. rodeados
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por um muro, com alarmes… Eles vivem com suas portas abertas, protegidos pela
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amizade de seus vizinhos. Vivemos conectados ao celular, ao computador, sempre
plugados, neuroticamente atualizados. Eles estão “conectados” à vida, ao céu, ao sol,
à água, ao campo, animais, às suas sombras, à sua família.”
O pai cou impressionado com a profundidade de seu lho e então o lho terminou:
“Obrigado, pai, por ter me ensinado o quanto somos pobres! “
Nós temos olhos para enxergar, ouvidos para escutar, mas falta a humildade em
nossa mente e coração para poder sentir.

Como mudar o mundo

Era uma vez, um cientista que vivia preocupado com os problemas do mundo e
decidido a encontrar meios de melhorá-los. Passava dias e dias no seu laboratório à
procura de respostas.

Um dia, o seu lho de sete anos invadiu o seu santuário querendo ajudar o pai. Claro
que o cientista não queria ser interrompido e, por isso, tentou que o lho fosse
brincar em vez de car ali, atrapalhando-o. Mas, como o menino era persistente, o pai
teve de arranjar uma maneira de entretê-lo no laboratório. Foi, então, que reparou
num mapa do mundo que estava na página de uma revista. Lembrou-se de cortar o
mapa em vários pedaços e depois apresentou o desa o ao lho:

– Filho, você vai me ajudar a consertar o mundo! Aqui está o mundo todo partido. E
você vai arrumá-lo para que ele que bem outra vez! Quando você terminar, me
chame, ok?

O cientista estava convencido que a criança levaria dias para resolver o quebra-
cabeças que ele tinha construído. Mas surpreendentemente, poucas horas depois, o
lho já chamava por ele:

– Pai, pai, já z tudo. Consegui consertar o mundo!

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O paiPara
não queria
saber acreditar,
mais, inclusive achava
sobre como que
controlar era impossível
os cookies, consulte aqui: um miúdo
Política daquela idade ter
de cookies

conseguido montar o quebra-cabeças de uma


Fechar imagem que ele nunca tinha visto
e aceitar
antes. Por isso, apenas levantou os olhos dos seus cálculos para ver o trabalho do
lho que, pensava ele, não era mais do que um disparate digno de uma criança
daquela idade. Porém, quando viu o mapa completamente montado, sem nenhum
erro, perguntou ao lho como é que ele tinha conseguido sem nunca ter visto um
mapa do mundo anteriormente.

– Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para
recortar, eu vi que, do outro lado da página, havia a gura de um homem. Quando
você me deu o mundo para eu consertar, eu tentei mas não consegui. Foi aí que me
lembrei do homem; virei os pedaços de papel ao contrário e comecei a consertar o
homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e
vi que tinha consertado o mundo.

História de uma Gota de Chuva

Uma gota de chuva caiu de uma nuvem de primavera e, vendo a grande extensão do
mar, sentiu vergonha. “Onde está o mar e onde estou eu?”, re etiu. “Comparada com
ele, na verdade, eu não existo”.

Enquanto se julgava assim, com desdém, uma ostra a tomou em seu regaço e o
Destino lhe deu forma em sua trajetória, de maneira que uma gota de chuva se
converteu, nalmente, em uma famosa pérola real.

Foi exaltada porque foi humilde. Chamando à porta da extinção, tornou-se existente.

Seguindo a corrente

Um velho homem bêbado, acidentalmente. caiu nas terríveis corredeiras de um rio


que levavam para uma alta e perigosa cascata.
Ninguém jamais
Privacidade tinha
e cookies: sobrevivido
Esse site utiliza cookies.àquele rio.a usar
Ao continuar Algumas
este site, pessoas que
você concorda com viram
seu uso. o acidente
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temeram pela sua vida, tentando desesperadamente chamar a atenção do homem
que, bêbado, estava quase desmaiado.
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Mas, miraculosamente, ele conseguiu sair salvo quando a própria correnteza o


despejou na margem em uma curva que fazia o rio.
Ao testemunhar o evento, Confúcio comentou para todas as pessoas que diziam não
entender como o homem tinha conseguido sair de tão grande di culdade sem luta:
“Ele se acomodou à água, não tentou lutar com ela. Sem pensar, sem racionalizar, ele
permitiu que a água o envolvesse. Mergulhando na correnteza, conseguiu sair da
correnteza. Assim foi como conseguiu sobreviver.”

Concentração

Após ganhar vários torneios de Arco e Flecha, o jovem e arrogante campeão resolveu
desa ar um mestre Zen que era renomado pela sua capacidade como arqueiro.
O jovem demonstrou grande pro ciência técnica quando ele acertou em um distante
alvo na mosca na primeira echa lançada, e ainda foi capaz de dividi-la em dois com
seu segundo tiro.
“Sim!”, ele exclamou para o velho arqueiro, “Veja se pode fazer isso!”
Imperturbável, o mestre não preparou seu arco, mas em vez disso fez sinal para o
jovem arqueiro segui-lo para a montanha acima.
Curioso sobre o que o velho estava tramando, o campeão seguiu-o para o alto até que
eles alcançaram um profundo abismo atravessado por uma frágil e pouco rme
tábua de madeira. Calmamente caminhando sobre a insegura e certamente perigosa
ponte, o velho mestre tomou uma larga árvore longínqua como alvo, esticou seu arco,
e acertou um claro e direto tiro.
“Agora é sua vez,” ele disse enquanto ele suavemente voltava para solo seguro.
Olhando com terror para dentro do abismo negro e aparentemente sem m, o jovem
não pôde forçar a si mesmo caminhar pela prancha, muito menos acertar um alvo de
lá.
“Você tem muita perícia com seu arco,” o mestre disse, percebendo a di culdade de
seu desa ante, “mas você tem pouco equilíbrio com a mente que deve nos deixar
relaxados para mirar o alvo.”
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Sem Mais Questões

Ao encontrar um mestre Zen em um evento social, um psiquiatra decidiu colocar-lhe


uma questão que sempre esteve em sua mente:
“Exatamente como você ajuda as pessoas?” ele perguntou.
“Eu as alcanço naquele momento mais difícil, quando elas não tem mais nenhuma
questão para perguntar,” o mestre respondeu.

Transformação

O colunista Sydney Harris (EUA) acompanhava um amigo à banca de jornal.


O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu
um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Sydy sorriu
atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom nal de semana.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
– Ele sempre te trata com tanta grosseria?
– Sim, infelizmente é sempre assim.
– E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
– Sim, sou.
– Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
– Porque não quero que ele decida como eu devo agir. Nós somos nossos “próprios
donos”. Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à
mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros. Não
são os ambientes que nos transformam… somos nós que transformamos os
ambientes…

Torne-se Oceano

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Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo.
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Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo caminho
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sinuoso através das orestas, através dos povoados, e vê à sua frente um oceano tão
vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é
impossível na existência. Você pode apenas ir em frente. O rio precisa se arriscar e
entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece,
porque apenas o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se
oceano.
Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento.

O rio da vida

Era uma vez um riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as
montanhas.
Em certo ponto de seu percurso, notou que a sua frente havia um pântano imundo,
por onde deveria passar. Olhou, então, para Deus e protestou:
– Senhor, que castigo! Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso e o Senhor me
obriga a atravessar um pântano sujo como esse!
Deus respondeu:
– Isso depende da sua maneira de encarar o pântano. Se car com medo, você vai
diminuir o ritmo de seu curso, dará voltas e, inevitavelmente, acabará misturando
suas águas com as do pântano, o que o tornará igual a ele. Mas, se você o enfrentar
com velocidade, com força, com decisão, suas águas se espalharão sobre ele, a
umidade as transformará em gotas que formarão nuvens, e o vento levará essas
nuvens em direção ao oceano. Aí você se transformará em mar…

A Humanidade
Dalai Lama

Perguntaram a Dalai Lama:

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“O quePara
maissaber mais, inclusive
te surpreende na sobre como controlar os cookies, consulte aqui: Política de cookies
Humanidade?”

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E ele respondeu:

“Os homens…
Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para
recuperar a saúde…
Porque pensam ansiosamente no futuro e, por isso, esquecem-se do presente de tal
forma que acabam por não viver nem o presente, nem o futuro…
E porque vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem
vivido!”

A Aranha

Um conto Tibetano fala de um estudante de meditação que, enquanto meditava em seu quarto, pensava ver uma

assustadora aranha descendo à sua frente. A cada dia a criatura ameaçadora retornava cada vez maior em

tamanho. Tão terri cado estava o estudante que nalmente foi ao seu professor para relatar o seu dilema:

“Não posso continuar meditando com tal ameaça sobre mim,” disse ele tremendo de pavor.” Vou guardar uma faca

em meu colo durante a meditação, de forma que quando a aranha aparecer eu possa matá-la!”

O professor advertiu-o contra esta idéia:

“Não faça isso. Faça como eu lhe digo: leve um pedaço de carvão na sua meditação, e quando a aranha aparecer,

marque um ‘X’ em sua barriga. Depois disso venha até mim.”

O estudante retornou à sua meditação. Quando a aranha novamente apareceu, ele lutou contra o impulso de atacá-

la e em vez disso fez como o mestre sugeriu.

Então correu para a sala de dele, gritando:

“Eu a marquei na barriga! Fiz o que me pediu! O que faço agora?”

Privacidade
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olhou-o Esse site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com seu uso.
e falou:
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“Levante a túnica e olhe para sua própria barriga.”

Ao fazer isso, o estudante viu o “X” que havia feito.


Sem Problema

Um praticante Zen foi à Bankei e fez-lhe esta pergunta, a ito:

“Mestre, Eu tenho um temperamento irascível. Sou às vezes muito agitado e agressivo e acabo criando discussões

e ofendendo outras pessoas. Como posso curar isso?”

“Tu possuis algo muito estranho,” replicou Bankei. “Deixe ver como é esse comportamento.”

“Bem… eu não posso mostrá-lo exatamente agora, mestre,” disse o outro, um pouco confuso.

“E quando tu a mostrarás para mim?” perguntou Bankei.

“Não sei… é que isso sempre surge de forma inesperada,” replicou o estudante.

“Então,” concluiu Bankei, “essa coisa não faz parte de tua natureza verdadeira. Se
assim fosse, tu poderias mostrá-la sempre que desejasse. Quando tu nasceste não a
tinhas, e teus pais não a passaram para ti. Portanto, saibas que ele não existe.”

Beladona

O discípulo disse ao mestre: – Tenho passado grande parte do meu dia vendo coisas
que não devia ver, desejando coisas que não devia desejar, fazendo planos que não
devia fazer.

O mestre convidou o discípulo para um passeio. No caminho, apontou uma planta e


perguntou se o discípulo sabia o que era.
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O Discípulo respondeu:- Beladona. Pode matar quem comer suas folhas.
Fechar e aceitar

– Mas não pode matar quem apenas a contempla. Da mesma maneira, os desejos
negativos não podem causar nenhum mal se você não se deixar seduzir por eles.
Sons Inaudíveis

U re mando se lh estudar n templ d u grand Mestr , co objetiv d prepar -l par ser um grand pesso . Quand príncip

chego a templ , Mestr mando sozinh par um orest . El deveri voltar u an depoi , co taref d descrever tod son d

orest . Quand príncip retorno a templ , ap u an , Mestr lh pedi par descrever tod son qu conseguir o ir. Entã diss

príncip :

– Mestre, pude ouvir o canto dos pássaros, o barulho das folhas, o alvoroço dos beija- ores, a brisa batendo na grama,

o zumbido das abelhas, o barulho do vento cortando os céus…

E ao terminar o seu relato, o Mestre pediu que o príncipe retornasse à oresta, para ouvir tudo o mais que fosse

possível. Apesar de intrigado, o príncipe obedeceu à ordem do Mestre, pensando:

– Não entendo, eu já distingui todos os sons da oresta…

Por dias e noites cou sozinho ouvindo, ouvindo, ouvindo… Mas não conseguiu distinguir nada de novo além daquilo

que havia dito ao Mestre. Porém, certa manhã, começou a distinguir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira

antes. E quanto mais prestava atenção, mais claros os sons se tornavam. Uma sensação de encantamento tomou

conta do rapaz. Pensou:

– Esses devem ser os sons que o Mestre queria que eu ouvisse…

E sem pressa, cou ali ouvindo e ouvindo, pacientemente. Queria Ter certeza de que estava no caminho certo. Quando

retornou ao templo, o Mestre lhe perguntou o que mais conseguira ouvir.

Paciente e respeitosamente, o príncipe disse:

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– Mestre,
Paraquando prestei
saber mais, atenção,
inclusive pude
sobre ouvir
como o inaudível
controlar somconsulte
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som do sol nascendo e

aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da noite…


Fechar e aceitar

O Mestre sorrindo, acenou com a cabeça em sinal de aprovação, e disse:


– Ouvir o inaudível é ter a calma necessária para se tornar uma grande pessoa. Apenas quando se aprende a ouvir o

coração das pessoas, seus sentimentos mudos, seus medos não confessados e suas queixas silenciosas, uma

pessoa pode inspirar con ança ao seu redor, entender o que está errado e atender às reais necessidades de cada um.”

O Deva e o Buda

O Buda estava um dia no jardim de Anathapindika, na cidade de Jetavana, quando lhe apareceu um Deva (espírito
da natureza) em gura de brâmane e vestido de hábitos brancos como a neve, e entre ambos se estabeleceu o
seguinte diálogo:

O Deva:
– Qual é a espada mais cortante?

Ao que Buda respondeu:


– A palavra raivosa é a espada mais cortante.

– Qual é o maior veneno?


– A inveja é o mais mortal veneno.

– Qual é o fogo mais ardente?


– A luxúria.

– Qual é a noite mais escura?


– A ignorância.

– Quem obtém a maior recompensa?


– Quem dá sem desejo de receber é quem mais ganha.
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– Quem sofre a maior perda?


Fechar e aceitar
– Quem recebe de outro sem devolver nada é o que mais perde.

– Qual é a armadura mais impenetrável?


– A paciência.

– Qual é a melhor arma?


– A sabedoria.

– Qual é o ladrão mais perigoso?


– Um mau pensamento é o ladrão mais perigoso.

– Qual o tesouro mais precioso?


– A virtude.

– Quem recusa o melhor que lhe é oferecido neste mundo?


– Recusa o melhor que se lhe oferece quem aspira à imortalidade.

– O que atrai?
– O bem atrai.

– O que repugna?
– O mal repugna.

– Qual é a dor mais terrível?


– A má conduta.

– Qual é a maior felicidade?


– A libertação.

– O que ocasiona a ruína no mundo?


– A ignorância.

– O que destrói
Privacidade a amizade?
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– A inveja e o egoísmo.
Fechar e aceitar

– Qual é a febre mais aguda?


– O ódio.
O Deva então faz sua última pergunta:
– O que é que o fogo não queima, nem a ferrugem consome, nem o vento abate e é
capaz de reconstruir o mundo inteiro?

Buda respondeu:
– O benefício das boas ações.

Satisfeito com as respostas, o Deva, com as mãos juntas, se inclinou


respeitosamente ante Buda e desapareceu.

A Arte do Silêncio

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.

Algum tempo depois, descobriram que era inocente.

O rapaz foi solto e, após muito sofrimento e humilhação, processou o vizinho.

No tribunal, o vizinho disse ao juiz:

– Comentários não causam tanto mal…

E o juiz respondeu:

– Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel.

Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para
ouvir sentença!

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O vizinho obedeceu
Para saber e voltou
mais, inclusive nocontrolar
sobre como dia seguinte, quando
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juiz disse:
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Fechar e aceitar
– Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!

– Não posso fazer isso, meritíssimo! – respondeu o homem.


O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!

Ao que o juiz respondeu:

– “Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um


homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado.”

Espinhal

Certa vez um homem interrogou o rabino Joshua ben Karechah:

– Por que Deus escolheu um espinhal para falar com Moisés?

O rabino respondeu:

– Se ele tivesse escolhido uma oliveira ou uma amoreira, você teria feito a mesma
pergunta. Mas não posso deixá-lo sem uma resposta: por isso digo que Deus
escolheu um mísero e pequeno espinhal para ensinar que não há nenhum lugar na
terra onde Ele não esteja presente.

Oásis

Conta uma popular lenda do Oriente, que um jovem chegou à beira de um oásis junto
a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:

– Que tipo de pessoa vive nesse lugar ?

– Que tipo dee cookies:


Privacidade pessoa vivia
Esse no lugar
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perguntou  oseu
concorda com ancião.
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– Oh, um grupo de egoístas e malvados – replicou


Fechar e aceitaro rapaz – Estou satisfeito de haver

saído de lá.

– A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui –Replicou o velho.


No mesmo dia, outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião
perguntou-lhe:

– Que tipo de pessoa vive por aqui?

O velho respondeu com a mesma pergunta: – Que tipo de pessoa vive no lugar de
onde você vem?

O rapaz respondeu: – Um magní co grupo de pessoas, amigas, honestas,


hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.

– O mesmo encontrará por aqui – respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:

– Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?

Ao que o velho respondeu:

– Cada um carrega no seu coração o meio e os sentimentos que vive. Aquele que
nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra
coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque,
na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual
podemos manter controle absoluto.

Milagre Autêntico

Um homem
Privacidade apresentou-se a um
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– Meu anterior mestre faleceu. Ele era um homem


Fechar e aceitarsanto capaz de realizar muitos

milagres. Que milagres  tu és capaz de realizar?

– Eu quando como, como; quando durmo, durmo – respondeu o mestre.


– Mas isso não é nenhum milagre, eu também como e durmo.

– Não. Quando tu comes, pensas em mil coisas; quando dorme, fantasias e sonhas.

Eu somente como e durmo. Isto é um milagre.

De Passagem

Um viajante chegou a uma humilde cabana, onde se dirigiu pedindo água e pousada.
Quando chegou, foi recebido por um monge que lhe ofereceu acolhimento. Ao reparar
na simplicidade da casa e, sobretudo, na ausência de mobília, curioso indagou:

– Onde estão os teus móveis?

– Onde estão os teus? – devolveu o monge.

– Estou aqui só de passagem – respondeu o andarilho

– Eu também…

Ajuda

Um menino pequeno estava se esforçando para mover um pesado armário, mas o


móvel não cedia. Ele empurrava e puxava com toda sua força,mas não conseguia
movê-lo nenhum centímetro. O pai, que ali chegava, parou para observar os esforços
vãosPrivacidade
do lho.e cookies:
Finalmente perguntou:
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“Filho, está usando toda a sua força?”


Fechar e aceitar

“Sim, estou!” gritou o garoto, exasperado.


“Não”, disse calmamente o pai, você não está. Não me pediu para ajudá-lo.
A escola dos bichos
Rosana Rizzuti

Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e
começaram a escolher as disciplinas.

O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo.

O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental.

E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.

E assim foi feito, incluíram tudo, mas… cometeram um grande erro. Insistiram para
que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.

O Coelho foi magní co na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a
voar.

Colocaram-no numa árvore e disseram: “Voa,

Coelho”. Ele saltou lá de

cima e “pluft”… coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não aprendeu a voar e


acabou sem poder correr também.

O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma
toupeira.
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Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar
Fechar e aceitar
buracos.

Sabe de uma coisa?


Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades
próprias dadas por DEUS.

Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco
ou tenham nossas qualidades.

Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no nal, elas poderão
não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que
faziam bem feito.

Respeitar as diferenças é amar as pessoas como elas são.

Construa com Sabedoria


Valtair Freitas

Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar.

Ele informou ao chefe seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais
tempo com sua família.

Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar.

A empresa não seria muito afetada pela saída do carpinteiro, mas o chefe estava
triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao carpinteiro para trabalhar
em mais um projeto como um favor.

O carpinteiro concordou, mas era fácil ver que ele não estava entusiasmado com a
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idéia.
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Fechar e aceitar
Ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais
inadequados.
Foi uma maneira negativa dele terminar sua carreira.

Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa.

E depois ele deu a chave da casa para o carpinteiro e disse:

“Essa é sua casa. Ela é o meu presente para você”.

O carpinteiro cou muito surpreso. Que pena!

Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo
diferente.

O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e
muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na construção.

Depois com surpresa nós descobrimos que nós precisamos viver na casa que nós
construímos.

Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente.

Mas não podemos voltar atrás.

Você é o carpinteiro.

Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes.

Alguém disse que “A vida é um projeto que você mesmo constrói”.

As atitudes e escolhas de hoje estão construindo a “casa” que você vai morar
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amanhã.
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Fechar e aceitar
Construa com Sabedoria!
Inferno e céu coletivo

Mestre e discípulo foram até uma região onde havia fartura de arroz, mas os
habitantes daquele lugar possuíam talas em seus braços, o que os impedia de
levarem o alimento à própria boca. No meio daquela fartura, passavam fome e eram
fracos e subnutridos!

– Veja! – Disse o Mestre – Isto é o inferno coletivo.

Em seguida, o Mestre guiou o Discípulo para uma região próxima e mostrou que nela
também havia fartura de arroz e as pessoas também tinham os braços atados a
talas, mas eram saudáveis e bem nutridas, pois uma levava o arroz à boca do outro,
em um processo de interdependência e cooperação mútua.

– E isto é o Céu coletivo.

Buda e a Flor de Lotus

Buda reuniu seus discípulos, e mostrou uma or de lótus – símbolo da pureza,


porque cresce imaculada em águas pantanosas.

– Quero que me digam algo sobre isto que tenho nas mãos – perguntou Buda.

O primeiro fez um verdadeiro tratado sobre a importância das ores.

O segundo compôs uma linda poesia sobre suas pétalas.


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O terceiro inventou uma parábola usando a or como exemplo.
Fechar e aceitar

Chegou a vez de Mahakashyao. Este aproximou-se de Buda, cheirou a or e acariciou


seu rosto com uma das pétalas.
– É uma or de lótus – disse Mahakashyao. Simples e bela.

– Você foi o único que viu o que eu tinha nas mãos – disse Buda.

Viver como as ores

Era uma vez um jovem que caminhava ao lado do seu mestre. Ele perguntou:

– Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras
são ignorantes. Algumas são indiferentes, outras mentirosas… Sofro com as que
caluniam…

– Viva como as ores! – advertiu o mestre.

– Como é viver como as ores? – perguntou o discípulo.

– Repare nestas ores – continuou o mestre – apontando lírios que cresciam no


jardim. Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do
adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o
azedume da terra manche o frescor de suas pétalas…

Não é sábio permitir que os vícios dos outros nos importunem. Os defeitos deles são
deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a
virtude de rejeitar todo mal que vem de fora… Não se deixe contaminar por tudo
aquilo que o rodeia… Assim, você estará vivendo como as ores!

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Lenda Cherokee doFechar


rito de passagem da juventude
e aceitar

O pai leva o lho para a oresta durante o nal da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o
sozinho. O lho se senta sozinho no topo de um montanha por toda a noite e não
pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.Ele não pode
gritar por socorro para ninguém.

Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem. Ele não pode contar a
experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu
próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido. O menino está naturalmente
amedrontado.

Ele pode ouvir toda espécie de barulho. Os animais selvagens podem, naturalmente,
estar ao redor dele. Talvez alguns humanos possam feri-lo. Os insetos e cobras
podem picá-lo. Ele pode estar com frio, fome e sede. O vento sopra a grama e a terra
sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda. Segundo
os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.

Finalmente…

Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.

Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.

… Ele estava a noite inteira protegendo seu lho dos perigos…

Os Quatro Elementos

“Seja terra”, disse o mestre. “A terra recebe os dejetos de homens e animais e não é
perturbada por isto; muito pelo contrário, transforma as impurezas em adubo, e
fertiliza o campo.”
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“Seja água”, disse o mestre. “A água limpa a si mesma, e limpa tudo aquilo que toca.
Fechar e aceitar
Seja água em torrente.”

“Seja fogo”, disse o mestre. “O fogo faz a madeira podre transformar-se em luz e
calor. Seja o fogo que queima e puri ca.”

“Seja vento”, disse o mestre. “O vento espalha as sementes sobre a terra, faz o fogo
arder com mais brilho, empurra as nuvens – para que a água caia sobre todos os
homens.”

“Se você tiver a paciência da terra, a pureza da água, a força do fogo, e a justiça do
vento, você está livre.”

O Círculo da Tolerância

Um famoso senhor com poder de decisão, gritou com um diretor da sua empresa,
porque estava com ódio naquele momento.

O diretor, chegando em casa, gritou com sua esposa, acusando-a de que estava
gastando demais, porque havia um bom e farto almoço à mesa.

Sua esposa gritou com a empregada que quebrou um prato.

A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara.

O cachorrinho saiu correndo, e mordeu uma senhora que ia passando pela rua,
porque estava atrapalhando sua saída pelo portão.

Essa senhora foi à farmácia para tomar vacina e fazer um curativo, e gritou com o
farmacêutico, porque a vacina doeu ao ser-lhe aplicada.

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O farmacêutico, chegando à casa, gritou com sua mãe, porque o jantar não estava do
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seu agrado.
Fechar e aceitar

Sua mãe, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou-lhe seus cabelos e


beijou-o na testa, dizendo-lhe:
“Filho querido, prometo-lhe que amanhã farei os seus doces favoritos.

Você trabalha muito, está cansado e precisa de uma boa noite de sono.

Vou trocar os lençóis da sua cama por outros bem limpinhos e cheirosos para que
você descanse bem. Amanhã você sentir-se-à melhor.”

E abençoou-o, retirando-se e deixando-o sozinho com os seus pensamentos…

Naquele momento, rompeu o círculo do ódio, porque esbarrou com a tolerância, a


doçura, o perdão e o amor…

Lenda Sioux – Amor entre Touro Bravo e Nuvem Azul

Conta uma velha lenda que, uma vez, Touro Bravo, o mais valente e honrado de todos
os jovens guerreiros, e Nuvem Azul, a lha do cacique, uma das mais formosas
mulheres da tribo, chegaram de mãos dadas até a tenda do velho feiticeiro da tribo.

– Nós nos amamos e vamos nos casar, disso o jovem. E nos amamos tanto que
queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã… Alguma coisa que nos garanta
que poderemos car sempre juntos… Que nos assegure quer estaremos um ao lado
do outro até encontrarmos a morte. Há algo que possamos fazer?

E o velho emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma
palavra, disse:

– Tem uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacri cada…Tu, Nuvem
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Azul,Para
deves escalar
saber mais, o monte
inclusive aocontrolar
sobre como norte os dessa
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consulteeaqui:
apenas com
Política de uma rede e tuas
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mãos, deves caçar o falcão mais vigoroso do monte… e trazê-lo aqui com vida, até o
Fechar e aceitar
terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo, continuou o feiticeiro, deves
escalar a montanha do trono, e lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as
águias, e somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la trazendo-a para
mim, viva!

Os jovens abraçaram-se com ternura, e logo partiram para cumprir a missão


recomendada…

No dia estabelecido, à frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves


dentro de um saco. O velho pediu, que, com cuidado, as tirassem dos sacos… E viu
que eram verdadeiramente formosos exemplares…

– E agora o que faremos? Perguntou o jovem. Nós as matamos e depois bebemos a


honra de seu sangue? Ou cozinhamos e depois comemos o valor da sua carne? –
Perguntou a jovem.

– Não! – Disse o feiticeiro. Apanhem as aves e amarrem-nas entre si pelas patas com
essas tas de couro… Quando as tiverem amarradas, soltem-nas, para que voem
livres…

O guerreiro e a jovem zeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros. A águia
e o falcão tentaram voar mas apenas conseguiram saltar pelo terreno. Minutos
depois, irritadas pela incapacidade do vôo, as aves arremessavam-se entre si,
bicando-se até se machucar.

E o velho disse:

– Jamais esqueçam o que estão vendo… Este é o meu conselho. Vocês são como a
águia e o falcão… Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só
viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar-se um
ao outro… Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos,mas jamais
amarrados…
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Fechar e aceitar

Onde Você colocou o Sal?


O velho Mestre pediu ao jovem aprendiz que estava triste, que colocasse uma mão
cheia de sal em um copo d’água e bebesse.

-‘Qual é o gosto?’ – perguntou o Mestre.

-‘Ruim’ – disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um
lago.

Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:

-‘Beba um pouco dessa água’. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre
perguntou:

-‘Qual é o gosto?’

-‘Bom!’ disse o rapaz.

-‘Você sente o gosto do sal?’ perguntou o Mestre.

-‘Não’ disse o jovem.

O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:

-‘A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a
colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o
sentido de tudo o que está a sua volta.

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É deixar de Ser copo, para tornar-se Fechar


um Lago.’
e aceitar
Lenda Cherokee – Con ito entre dois lobos

Um velho cherokee dava lições de vida aos seus netos. Disse-lhes:

“Está se travando uma luta dentro de mim. Luta terrível, entre dois lobos.

Um é o medo, a cólera, a inveja, a tristeza, o remorso, a arrogância a  auto-piedade, a


culpa, o ressentimento, a inferioridade e a mentira.

O Outro é a paz, a esperança, o amor, a alegria, a delicadeza, a benevolência, a


amizade, a empatia, a generosidade, a verdade, a compaixão e a fé.

A mesma luta está se travando dentro de vocês e de todas as outras pessoas…”

As crianças puseram-se a re etir sobre o assunto e uma delas perguntou ao avô: ”


Qual dos lobos vencerá?”

O ancião respondeu:

” Aquele que for alimentado…”

Julgando o Próximo
Paulo Coelho

Um dos monges do mosteiro de Sceta cometeu uma falta grave, e chamaram o


ermitão mais sábio para que pudesse julgá-la.

O ermitão see recusou,


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seu uso. porém,
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pegou um balde e furou-o em várias partes; Depois, encheu-o de areia e encaminhou-
Fechar e aceitar
se para o convento.

O superior, ao vê-lo entrar, perguntou o que era aquilo.


– Vim julgar meu próximo, disse o ermitão. Meus pecados estão escorrendo detrás de
mim, como a areia escorre deste balde. Mas, como não olho para trás e não me dou
conta dos meus próprios pecados, fui chamado para julgar meu próximo!

… E os monges desistiram da punição…

Como  a trilha foi aberta


Paulo Coelho

Um dia, um bezerro precisou atravessar uma oresta virgem para voltar a seu pasto.
Sendo animal irracional, abriu uma trilha tortuosa, cheia de curvas, subindo e
descendo colinas.

No dia seguinte, um cão que passava por ali, usou essa mesma trilha para atravessar
a oresta. Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que vendo o espaço
já aberto, fez seus companheiros seguirem por ali.

Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saíam, viravam
à direita, à esquerda, abaixavam-se, desviavam-se de obstáculos, reclamando e
praquejando – com toda razão. Mas não faziam nada para criar uma nova alternativa.

Depois de tanto uso, a trilha acabou virando uma estradinha onde os pobres animais
se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma
distância que poderia ser vencida em trinta minutos, caso não seguissem o caminho
aberto por um bezerro.

Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo, e


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posteriormente a avenida
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porque o trajeto era o pior possível. Fechar e aceitar

Enquanto isso, a velha e sábia oresta ria, ao ver que os homens têm a tendência de
seguir como cegos o caminho que já está aberto, sem nunca se perguntarem se
aquela é a melhor escolha.

Paz Interior
Ema Ely

Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de
derrotar qualquer adversário …

Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos, apareceu com a
intenção de desa ar o mestre da paciência.

O velho aceitou o desa o… e o homem começou a insultá-lo.

Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção, E gritou
todos os tipos de insultos…

Durante horas fez o máximo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível!

No nal da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e


retirou-se …

Impressionados os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta


indignidade.

O mestre perguntou:

Se alguém chega à  você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o
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presente?A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
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A Tigela de Madeira
Um senhor de idade foi morar com seu lho, nora e o netinho de quatro anos de
idade.

As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos  vacilantes.

A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o
atrapalhavam na hora de comer.

Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão.

Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.

O lho e a nora irritaram-se com a bagunça.

– “Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai”, disse o lho.

“Já tivemos su ciente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta
e comida pelo chão.”

Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha.

Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa,
com satisfação.

Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa
tigela de madeira.

Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas
em seus olhos.
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Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas
Fecharcair
quando ele deixava um talher ou comida e aceitar
ao chão.

O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio.


Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o lho pequeno estava n o chão,
manuseando pedaços de madeira.

Ele perguntou delicadamente à criança:

– “O que você está fazendo?”

O menino respondeu docemente:

– “Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu  crescer.”

O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho.

Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles caram mudos.

Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.

Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito.

Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da
família.

Dali para frente e até o nal de seus dias ele comeu todas as refeições com a família.

E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo
caía,  oleite era derramado ou a toalha da mesa sujava.

Privacidade e cookies: Esse site utiliza cookies.Lenda oriental


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Conta uma lenda popular do OrienteFechar


que um jovem chegou a beira de um oásis junto
e aceitar

a um povoado, aproximou-se de um velho e perguntou-lhe:

“Que tipo de pessoa vive neste lugar?”


“Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem?”, perguntou por sua vez o
ancião. “Oh, um grupo de egoístas e malvados.”, replicou o rapaz. “Estou satisfeito de
haver saído de lá.”

A isso, o velho replicou: “A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.” No
mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião,
perguntou-lhe:

“Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem?” O rapaz respondeu: “um
magní co grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por
ter de deixá-las.” “O mesmo encontrará por aqui.”, respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho: “Como é


possível dar respostas tão diferentes a mesma pergunta? Ao que o velho respondeu:

“Cada um carrega no seu coração o meio em que vive. Aquele que nada encontrou de
bom nos lugares onde passou, não encontrará outra coisa por aqui. Aquele que
encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, nossa atitude
mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter o controle
absoluto.

Lógica de Albert Einstein

Conta-se que duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha.
Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o
gelo se quebrou e uma delas caiu, cando presa na fenda que se formou. A outra,
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vendo seu amigo preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o
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gelo com todas as suas forças, conseguindo por m quebrá-lo e libertar seu amigo.
Fechar e aceitar
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao
menino:
– Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com

mãos tão frágeis!

Nesse instante, Albert Einstein que passava pelo local, comentou:

– Eu sei como ele conseguiu.

Todos perguntaram:

– Pode nos dizer como?

-É simples, respondeu Einstein.

Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava a sua vida


Luiz Fernando Veríssimo

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual

estava escrito:

“Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de

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esportes”.
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Fechar
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém,e mas
aceitar
depois de algum tempo, caram curiosos para

saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa.

A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a la do
velório.

Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

-Quem será que estava atrapalhando o meu progresso?

– Ainda bem que esse infeliz morreu!

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a m de reconhecer o

defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros.

Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas

salas.

Todos, muito curiosos mantinham-se na la até chegar a sua vez de veri car quem estava no caixão e que tinha

atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: “Quem está nesse caixão”?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo …

Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO!

Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.

Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida.

Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.

“SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM,
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ParaSEU(SUA)
QUANDO saber mais, inclusive sobreMUDA.
NAMORADO(A) como controlar
SUA VIDAosMUDA
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… QUANDO aqui: Política
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VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA.” Fechar e aceitar

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o re exo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença.

A vida muda, quando “você muda”.

A Porta
Mestre Su Murad Shami

Yak Baba estava procurando o país dos Tolos. Depois de muitos meses perguntando
a todos os transeuntes que apareciam em seu caminho, alguém soube indicar-lhe a
estrada e por ela ele seguiu. Ao entrar no País dos Tolos viu uma mulher carregando
uma porta sobre as costas:

– Por que fazes isto, mulher? – perguntou.

– Porque hoje de manhã meu esposo, antes de ir para o trabalho, disse que havia
deixado coisas valiosas em casa e que eu não deixasse passar ninguém pela porta.
Por isso estou carregando a porta comigo; assim, ninguém poderá passar.

-Quer que eu lhe diga algo que tornará desnecessário levar esta porta a toda parte? –
perguntou o dervixe Yak Baba.

-De jeito nenhum – disse a mulher. – Só quero que me diga como fazer para que a
porta não pese tanto…

– Isto não posso – disse o dervixe. E cada qual seguiu seu caminho…

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Conto Indiano
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O célebre e contraditório personagem su Mulla Nasrudin visitou a Índia. Chegou a


Calcutá e começou a passear por uma de suas movimentadas ruas. De repente viu
um homem que estava vendendo o que Nasrudin acreditou que eram doces, ainda
que na realidade fossem chiles apimentados. Nasrudin era muito guloso e comprou
uma grande quantidade dos supostos doces, dispondo-se a dar-se um grande
banquete. Estava muito contente, se sentou em um parque e começou a comer
chiles a dentadas. Logo que mordeu o primeiro dos chiles sentiu fogo no paladar.
Eram tão apimentados aqueles doces que cou com a ponta do nariz vermelha e
começou a soltar lágrimas até os pés. Não obstante, Nasrudin continuava levando os
chiles à boca sem parar. Espirrava, chorava, fazia caretas de mal estar, mas seguia
devorando os chiles. Assombrado, um passante se aproximou e disse-lhe:

– Amigo, não sabe que os chiles só se comem em pequenas quantidades?

Quase sem poder falar, Nasrudin comentou:

– Bom homem, creia-me, eu pensava que estava comprando doces.

Mas Nasrudin seguia comendo chiles. O passante disse:

– Bom, está bem, mas agora já sabes que não são doces. Por que segues comendo-
os?

Entre tosses e soluços, Nasrudin disse:

– Já que investi neles meu dinheiro, não vou jogá-los fora.

O Grande Mestre disse: Não sejas como Nasrudin.

Toma o melhor para tua evolução interior ejoga fora o desnecessário ou pernicioso,
mesmo que tenhas investido muito dinheiro ou tempo neles.
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Pregos na Cerca
Era uma vez um garoto que tinha um temperamento muito ruim.

O Pai desse garoto deu-lhe um saco com pregos e disse-lhe que toda vez que ele
perdesse a paciência, deveria martelar um prego atrás da cerca. No primeiro dia o
garoto en ou 37 pregos.

Em algumas semanas, ia aprendendo a controlar seu temperamento, e o número de


pregos martelados por dia reduziu gradativamente.

Descobriu que era mais fácil controlar seu temperamento do que martelar todos
aqueles pregos na cerca… Finalmente chegou o dia em que o garoto não perdeu a
paciência nem uma vez.

E disse aquilo ao seu pai. Este sugeriu que ele retirasse um prego por cada dia que
ele conseguisse controlar seu temperamento.

Finalmente chegou o dia em que o garoto havia retirado todos os pregos da cerca.
Então O pai pegou a mão do seu lho e o levou para a cerca e disse: “Você foi muito
bem meu lho!” Mas olha todos esses buracos na cerca. A cerca jamais será a
mesma. Quando você diz coisas com a cabeça quente, elas deixam marcas como
estas. Você pode ferir um homem com uma faca e depois tirar a faca, não importa
quantas vezes você pedir perdão, a ferida ainda vai estar ali. Uma ferida verbal é tão
grave quanto uma física.

Lembre-se da lição que o pai ensinou para o lho. Que “buracos” você tem feito
recentemente? Alguns podem ser grandes e outros pequenos. Sejam do tamanho
que forem, cada buraco que é feito com raiva faz a vida um pouco mais feia. A
próxima vez que você começar a sentir raiva, tente se expressar de maneira diferente
e reduzir o número de buracos que você faz.
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O Pote Rachado
Um carregador de água levava dois potes grandes, pendurados em cada ponta de
uma vara, sobre os ombros. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro
era perfeito e sempre chegava cheio de água no m da longa jornada entre o poço e a
casa do Mestre; o pote rachado chegava sempre pela metade.

Assim foi durante dois anos. Diariamente, o carregador entregava um pote e meio de
água na casa de seu Mestre. O pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações.
Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentia-se
miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do trabalho que deveria fazer.
Um dia decidiu e falou para o homem, à beira do poço:

“Estou envergonhado, e quero pedir-te desculpas.”

“Por quê?” Perguntou o homem. – “De que estás envergonhado?”

“Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque
essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho até a casa
de teu senhor. Por causa do meu defeito, tens que fazer todo esse trabalho, e não
ganhas o salário completo dos teus esforços.”

O homem cou triste pelo sentimento do velho pote, e disse-lhe amorosamente:

“Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que admires as ores ao
longo do caminho.”

De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou ores
selvagens ao longo de todo o caminho, e isto alegrou-o. Mas, ao m da estrada, o
pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas
ao homem por sua falha.
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Disse o homem ao pote:
Fechar e aceitar

“Notaste que pelo caminho só havia ores no teu lado? Eu, ao conhecer teu defeito,
transformei-o em vantagem. Lancei sementes de ores no teu lado do caminho, e
cada dia, enquanto voltamos do poço, tu as regas. Por dois anos eu pude colher ores
para ornamentar a mesa de meu senhor. Se não fosses do jeito que és, meu Mestre
não teria essa beleza em sua casa.”; se o reconhecermos, eles poderão proporcionar
beleza…

O Poder da Doçura

O viajante caminhava pela estrada, quando observou o pequeno rio que começava tímido por entre as pedras. Foi

seguindo-o por muito tempo. Aos poucos, ele foi tomando volume e se tornando um rio maior. O viajante continuou

a segui-lo.

Bem mais adiante, o que era um pequeno rio se dividiu em dezenas de cachoeiras,
num espetáculo de águas cantantes.

A música das águas atraiu mais o viajante, que se aproximou e foi descendo pelas
pedras, ao lado de uma das cachoeiras. Descobriu, nalmente, uma gruta.

A natureza criara com paciência caprichosa, formas na gruta. Ele a foi adentrando,
admirando sempre mais as pedras gastas pelo tempo.

De repente, descobriu uma placa. Alguém estivera ali antes dele. Com a lanterna,
iluminou os versos que nela estavam escritos. Eram versos do grande escritor Tagore,
prêmio Nobel de literatura de 1913:

“Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água, com sua doçura,
sua dança, e sua canção.
Onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir.”

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O Vendedor de Balões

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa feira.
O homem, que era um bom vendedor, deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se
nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.

Havia ali perto um menino negro que observava o vendedor e, é claro, apreciava os
balões. Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um
amarelo e nalmente um branco. Todos foram subindo até desaparecerem de vista.

O menino, de olhar atento, seguia cada um e cava imaginando mil coisas… Mas
havia uma coisa que o aborrecia: o homem não soltava o balão preto.

Então o menino aproximou-se do vendedor e perguntou-lhe: – Se o senhor soltasse o


balão preto, ele subiria tanto quanto os outros? O vendedor de balões sorriu
compreensivo, rebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava
nos ares disse:

– Não é a cor, lho, é o que está dentro dele que o faz subir.

Impossível Atravessar a Vida

Impossível atravessar a vida …

sem que um trabalho saia mal feito,

sem que uma amizade cause decepção,

sem padecer com alguma doença,

sem que um amor nos abandone,

sem que ninguém da família morra,

sem que a gente se engane em um negócio.


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Esse é o custo de viver.
Fechar
O importante não é o que acontece, mas, comoevocê
aceitar
reage.

Você cresce quando não perde a esperança, nem diminui a vontade, nem perde a fé.
Quando aceita a realidade e tem orgulho de vivê-la.
Quando aceita seu destino, mas tem garra para mudá-lo.
Quando aceita o que deixa para trás, construindo o que tem pela frente e planejando o que
está por vir.

Cresce quando supera, se valoriza e sabe dar frutos.


Cresce quando abre caminho, assimila experiências…
e semeia raízes….

Cresce quando se impõe metas, sem se importar com comentários.

Cresce quando é forte de caráter, sustentado por sua formação,


sensível por temperamento…
E humano por nascimento...

Abrindo a Porta

Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.

Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um
grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, na qual
haviam gravadas guras de caveiras.

Nesta sala ele os fazia car em círculo, e então dizia:

– Vocês podem escolher morrer echados por meus arqueiros, ou passarem por
aquela porta e por mim lá serem trancados.

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Todos os
Para que
saber por
mais, ali passaram,
inclusive escolhiam
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Fechar e aceitar
Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei, disse-lhe:

Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?


– Diga, soldado.

– O que havia por trás da assustadora porta?

– Vá e veja.

O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de
sol vão adentrando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, nota que a
porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade.

O soldado admirado apenas olha seu rei que diz:

Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta.

Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar ?

Quantas vezes perdemos a liberdade, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de
nossos sonhos?

Para que Gritar?

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos :

“Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?”


“Gritamos porque perdemos a calma”, disse um deles.

“Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?”, questionou
novamente
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“Bem, gritamos porque desejamos que a outra


Fechar pessoa nos ouça”, retrucou outro
e aceitar

discípulo.

E o mestre volta a perguntar :


“Então não é possível falar-lhe em voz baixa?”

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.

Então ele esclareceu :

“Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?”

O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam
muito.

Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.

Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao
outro, através da grande distância.

Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?

Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?

Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.

Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.

E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham,
e basta.

Seus corações se entendem.

É isso que acontece


Privacidade quando
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Por m, o pensador conclui, dizendoFechar


: e aceitar

“Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam
palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta
que não mais encontrarão o caminho de volta”.

A felicidade não está onde se procura


Conto Su

Nasrudin encontrou um homem desconsolado sentado à beira do caminho e


perguntou-lhe os motivos de tanta a ição.

– Não há nada na vida que interesse, irmão. Tenho dinheiro su ciente para não
precisar trabalhar e estou nesta viagem só para procurar algo mais interessante do
que a vida que levo em casa. Até agora, eu nada encontrei.

Sem mais palavra, Nasrudin arrancou-lhe a mochila e fugiu com ela estrada abaixo, correndo feito uma lebre.
Como conhecia a região, foi capaz de tomar uma boa distância. A estrada fazia uma curva e Nasrudin foi cortando
o caminho por vários atalhos, até que retornou à mesma estrada, muito à frente do homem que havia roubado.
Colocou a mochila bem do lado da estrada e escondeu-se à espera do outro. Logo apareceu o miserável viajante,
caminhando pela estrada tortuosa, mais infeliz do que nunca pela perda da mochila. Assim que viu sua
propriedade bem ali, à mão, correu para pegá-la, dando gritos de alegria.

– Essa é uma maneira de se produzir felicidade – disse Nasrudin.

Quem decide por mim?

Um colunista conta uma estória em que acompanhava um amigo a uma banca de


jornais.

O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um


tratamento rude e grosseiro.
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Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu
polidamente e desejou um bom mFecharde semana ao jornaleiro.
e aceitar

Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:

– Ele sempre te trata com tanta grosseria?


– Sim, infelizmente foi sempre assim…

– E você é sempre tão polido e amigável com ele?

– Sim, procuro ser.

– Por que você é tão educado, já que ele é tão inamistoso com você?

– Por que não quero que ele decida como eu devo agir.

Dia de Faxina

Estava precisando fazer uma faxina em mim… Jogar alguns pensamentos


indesejados para fora, lavar alguns tesouros que andavam meio enferrujados…

Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.

Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões… Papéis de presente que nunca usei,
sorrisos que nunca darei; Joguei fora a raiva e o rancor das ores murchas que
estavam dentro de um livro que não li. Olhei para meus sorrisos futuros e minhas
alegrias pretendidas… E as coloquei num cantinho, bem arrumadas.

Fiquei sem paciência!… Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: Paixões
escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito,
mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste… Mas lá também havia outras
coisas… e belas!

Um passarinho cantando na minha janela… Aquela lua cor-de-prata, o pôr do sol!… Fui
me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças.
Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.

Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou. Peguei as


palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso,
e também joguei fora no mesmo instante!
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Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei
com elas, se as esqueço lá mesmo ou se mando
Fechar para o lixão.
e aceitar

Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais
importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que
mais precisamos… Como foi bom relembrar tudo aquilo!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei
perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as
à mostra, para não perdê-las de vista.

Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de


cima as da minha juventude e, pendurada bem à minha frente, coloquei a minha
capacidade de amar… E de recomeçar…

A coragem de enfrentar seus medos

Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.

Um mágico teve pena dele e o transformou em gato. Mas aí ele cou com medo de
cão, por isso o mágico o transformou em pantera.

Então ele começou a temer os caçadores.

A essa altura o mágico desistiu. Transformou-o em camundongo novamente e disse:

– Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um
camundongo. É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto. Mas
saiba que coragem não é a ausência do medo, é sim a capacidade de avançar, apesar
do medo; caminhar para frente e enfrentar as adversidades, vencendo-os…

Os Sete Sábios

Sete sábios, cada um de uma religião, discutiam qual deles conhecia, realmente, a
verdade.

Um rei muito sábio que observava a discussão aproximou-se e perguntou:


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– O que vocês
Para saber estão
mais, discutindo?
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Fechar e aceitar
– Estamos tentando descobrir qual de nós é dono da verdade.

Ao escutar isso, o rei, imediatamente, pediu a um de seus servos que levasse sete
cegos e um elefante até o seu castelo. Quando os cegos e o elefante chegaram ao
palácio, o rei mandou chamar os sete sábios e pediu-lhes que observassem o que
aconteceria a seguir.
aconteceria a seguir.

O sábio rei pediu aos cegos que tocassem o elefante e o descrevessem, um de cada
vez.

O primeiro cego tocou a tromba do elefante e disse:

– É comprido, parece uma serpente.

O segundo tocou-o no dente e disse:

– É duro, parece uma pedra.

O terceiro segurou-lhe o rabo e disse:

– É cheio de cordinhas.

O quarto pegou na orelha e disse:

– Parece um couro bem grosso.

E assim, sucessivamente, cada cego descreveu o elefante de acordo com a parte dele
que estava tocando.

Quando todos terminaram de descrever o animal, o rei perguntou aos sete sábios:

– Algum desses cegos mentiu?

– Não! – responderam os sábios em coro – Todos falaram a verdade.

Então, o rei perguntou:

– Mas algum deles disse realmente o que é um elefante?

– Não, nenhum cego disse o que é um elefante, mesmo porque cada um tocou
apenas uma parte dele – disse um dos sábios.

– Vocês, sábios,
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saber mais, verdade, sobremas, como os
como controlar sete cegos,
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Política refere apenas a uma
parte dela – disse o sábio rei, concluindo:
Fechar e aceitar
– Ninguém é dono da verdade, porque cada um a vê de ângulo diferente…
Estória dos dois videntes

Pressentindo que seu país em breve iria mergulhar numa guerra civil, o sultão
chamou um dos seus melhores videntes, e perguntou-lhe quanto tempo ainda lhe
restava de vida.

– Meu adorado mestre, o senhor viverá o bastante para ver todos os seus lhos
mortos.

Num acesso de fúria, o sultão mandou imediatamente enforcar aquele que proferira
palavras tão aterradoras. Então, a guerra civil era realmente uma ameaça!

Desesperado, chamou um segundo vidente.

– Quanto tempo viverei? – perguntou, procurando saber se ainda seria capaz de


controlar uma situação potencialmente explosiva.

– Senhor, Deus lhe concedeu uma vida tão longa, que ultrapassará a geração dos
seus lhos, e chegará a geração dos seus netos.

Agradecido, o sultão mandou recompensá-lo com ouro e prata.

Ao sair do palácio, um conselheiro comentou com o vidente:

– Você disse a mesma coisa que o adivinho anterior. Entretanto, o primeiro foi
executado, e você recebeu recompensas. Por que?

– Porque o segredo não está no que você diz, mas na maneira como diz. Sempre que
precisar disparar a echa da verdade, não esqueça de antes molhar sua ponta num
vaso de mel.

Só a fé não basta, é preciso ação…

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Num vale, bem longe da cidade, morava


Fecharum homem piedoso que tentava viver em
e aceitar
harmonia com a vontade de Deus. Um dia sobreveio uma grande tempestade. A
chuva parecia que nunca mais ia parar e todo o vale foi sendo inundado. Quando as
águas começaram a subir, o homem buscou refúgio no segundo andar da sua casa.
Mas a chuva continuou, inclemente, e logo ele se viu obrigado a subir no telhado da
casa. Foi quando apareceu uma canoa de salvamento para levá-lo a um lugar seguro.
O homem, porém, mandou a canoa embora, dizendo:
O homem, porém, mandou a canoa embora, dizendo:

– Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e con o que Ele cuidará de
mim.

A contragosto, os homens da canoa partiram. A tempestade, no entanto, continuou, e


logo as águas já chegavam ao seu pescoço. Um segundo bote de salvamento
apareceu, mas foi dispensado da mesma maneira: “Tenho plena fé em Deus. Rezo
sem cessar e acredito e con o que Ele cuidará de mim.”

A chuva não dava sinais de se abater. As águas haviam subido tanto que o homem
mal podia respirar pela boca e nariz, quando apareceu um helicóptero sobrevoando a
região. Lançaram lá de cima uma escada de cordas para que subisse.

– Suba – insistiram os homens do helicóptero. – Nós o levaremos a um lugar seguro.

– Não – gritou o homem, repetindo as mesmas palavras. – Tenho plena fé em Deus.


Rezo sem cessar e acredito e con o que Ele cuidará de mim. – E mandou o
helicóptero embora.

Mas a chuva não parou. As águas continuaram subindo e, por m, o homem acabou
morrendo afogado.

Foi para o céu. Passado algum tempo, concederam-lhe uma entrevista com Deus. Ao
ser introduzido à presença do Todo-Poderoso, o homem falou da sua perplexidade.

– Senhor, eu tinha tanta fé em Vós. Eu acreditei em Vós de todo o meu coração. Orei
sem cessar e procurei seguir a Vossa vontade. Simplesmente não entendo o que
aconteceu.

Deus então coçou a cabeça e disse:

– Também não entendo. Eu lhe enviei dois botes de salvamento e um helicóptero…

A divindade dos homens

Houve um tempo em que todos os homens eram deuses. Mas eles abusaram tanto
de sua divindade
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com seu lhes retirar o
poder divino. Resolveu então escondê-lo em um lugar onde seria absolutamente
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impossível reencontrá-lo. O grande problema era encontrar um esconderijo. Brahma
convocou um conselho dos deuses Fechar menores, para juntos resolverem o problema.
e aceitar

– Enterremos a divindade do homem na terra, foi a primeira ideia dos deuses.

– Não, isso não basta, pois o homem vai cavar e encontrá-la.


Então os deuses retrucaram:

– Joguemos a divindade no fundo dos oceanos.

Mas Brahma não aceitou a proposta, pois achou que o homem, um dia iria explorar
as profundezas dos mares e a recuperaria. Então os deuses concluíram:

– Não sabemos onde escondê-la, pois não existe na terra ou no mar lugar que o
homem não possa alcançar um dia.

Brahma então se pronunciou:

– Eis o que vamos fazer com a divindade do homem: vamos escondê-la nas
profundezas dele mesmo, pois será o único lugar onde ele jamais pensará em
procurá-la.

Desde esse tempo, conclui a lenda, o homem deu a volta na terra, explorou escalou,
mergulhou e cavou, em busca de algo que se encontra nele mesmo.

Estrelas do mar

Jack Can eld e Mark Hansen

Um homem estava caminhando ao pôr do sol em uma praia deserta mexicana. À


medida que caminhava, começou a avistar outro homem a distância. Ao se
aproximar do nativo, notou que ele se inclinava, apanhando algo e atirando na água.
Repetidamente, continuava jogando coisas no mar.

Ao se aproximar ainda mais, nosso amigo notou que o homem estava apanhando
estrelas do mar que haviam sido levadas para a praia e, uma de cada vez, as estava
lançando de volta à água.

Nosso amigo cou intrigado. Aproximou-se do homem e disse:

_ Boa tarde, eamigo.


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devolvendo estas estrelas do mar ao oceano. Você sabe, a maré está baixa e todas as
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estrelas do mar foram trazidas para a praia. Se eu não as lançar de volta ao mar, elas
morrerão por falta de oxigênio. Fechar e aceitar

_ Entendo, respondeu o homem, mas deve haver milhares de estrelas do mar nesta
praia. Provavelmente, você não será capaz de apanhar todas elas. É que são muitas,
simplesmente. Você percebe que provavelmente isso está acontecendo em centenas
de praias acima e abaixo desta costa? Vê que não fará diferença alguma?
de praias acima e abaixo desta costa? Vê que não fará diferença alguma?

O nativo sorriu, curvou-se, apanhou uma outra estrela do mar e, ao arremessá-la de


volta ao mar, replicou:

– Fez diferença para aquela.

Estamos aqui só de passagem.

Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo no Egito,
com o objetivo de visitar um famoso sábio.

O turista cou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e
cheio de livros.

As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.

– Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.

E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:

– E onde estão os seus?

– Os meus?! – surpreendeu-se o turista – Mas estou aqui só de passagem!

– Eu também… – concluiu o sábio.

“A vida na Terra é somente uma passagem… No entanto, alguns vivem como se


fossem car aqui eternamente e se esquecem de ser felizes.”

“Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual… Somos seres
espirituais passando por uma experiência humana…

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Um grupo de alunos estudava as sete maravilhas


Fechar e aceitardo mundo. No nal da aula, foi
pedido aos estudantes que zessem uma lista do que consideravam as sete
maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:
1) O Taj Mahal

2) A Muralha da China

3) O Canal do Panamá

4) As pirâmides do Egito

5) O Grand Canyon

6) O Empire State Building

7) A Basília de São Pedro

Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina não
tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou a ela se tinha problemas
com sua lista. A menina quieta respondeu:

– Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.

O professor disse:

– Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.

A menina hesitou, então leu:

– Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:

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1 – Ver
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Fechar e aceitar
2 – Ouvir

3 – Tocar
4 – Provar

5 – Sentir

6 – Rir

7 – E amar …

A sala então cou completamente em silêncio…

Aprendendo a conversar com Deus

Da tradição Su

Nasrudin, certa vez, estava sem um burrico que o ajudasse em seus afazeres.

Desesperado, sem ter meios de encontrar um, começou a orar, pedindo a Deus que
lhe enviasse um burrico. Rezou por algum tempo e, certo dia, ao andar por uma
estrada, deparou-se com um homem montado num burrico e atrás estava um outro
burrico mais jovem.

Nasrudin aproximou-se do homem e este lhe disse:

– Mas que vergonha, eu estou trazendo um burrico de tão longe, estamos todos
esgotados, e aqui está este homem descansado, sem fazer nada!

E ameaçando-o com
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Esse espada,
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Fechar
– Vamos! Coloque o burrico nas suas e aceitar
costas e venha comigo até a próxima cidade!’

Nasrudin, com medo não disse nada, simplesmente colocou o burrico em suas
costas e seguiu o homem. Andaram por várias horas e Nasrudin estava exausto de
tanto peso. Ao entardecer, chegaram na cidade mais próxima e o homem
simplesmente fez Nasrudin descer o burrico das suas costas e seguiu adiante, sem
sequer agradecer.

Nasrudin ergueu os seus olhos para o céu e disse:

– Está bem, Deus. Aprendi a minha lição. Na próxima vez serei mais especí co…

O monge mordido

Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma
ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela
margem do rio,  meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para
fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi
então à margem, tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela
margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos
discípulos na estrada . Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e
penalizados.

– Mestre, você deve estar muito doente! Por que foi salvar esse bicho ruim e
venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda,
picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!

O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu:

– Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha.


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Fechar e aceitar
A colher e o oceano
Osho
Conta-se que um dia, Aristóteles caminhava pela praia, perto do mar, quando viu um
homem trazendo água do mar numa colher e jogando-a num pequeno buraco que
havia cavado na areia. Aristóteles estava às voltas com seus próprios problemas. Não
deu muita importância ao fato – uma vez, duas, chegou mais perto e cou olhando
para o homem, mas este estava tão absorto que Aristóteles cou curioso: “O que está
fazendo?” Era difícil de acreditar; o homem estava completamente absorto. Ia até o
mar, enchia a colher, trazia água, colocava-a no buraco, voltava para o mar…

Por m, Aristóteles disse: “Espere! Não quero perturbá-lo, mas o que você está
fazendo? Está me deixando tremendamente curioso.”

O homem disse: “Vou colocar todo o oceano neste buraco.”

Aristóteles riu. Disse: “Você é um tolo! Isso não vai acontecer. Você é simplesmente
louco e está perdendo sua vida! Olhe a vastidão do oceano e a pequenez do seu
buraco – e com uma colherzinha você pretende trazer o oceano para este buraco?
Está simplesmente louco! Vá para casa e descanse um pouco.”

O homem riu ainda mais alto que Aristóteles e disse: “Sim, irei, pois meu trabalho
está feito”.

Aristóteles disse: “O que você quer dizer com isso?”

Ele respondeu: “O mesmo que você – só que sua tolice é ainda maior. Olhe para sua
cabeça: ela é menor que o meu buraco. E olhe para o Divino, para a Existência: é
muito mais vasta do que o oceano. E sua lógica, será que é maior que minha colher?”

E o homem se foi, às gargalhadas.

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Falando sobre Amor


Fechar e aceitar

Paulo Coelho – Maktub


Diz o mestre:

Todos nós precisamos de amor.

O amor faz parte da natureza humana – tanto quanto comer,beber, e dormir.

Muitas vezes sentamos diante de um belo pôr-do-sol, completamente sós, e


pensamos:

“Nada disto tem importância, porque não posso compartilhar toda esta beleza com
alguém.”

Nestes momentos, vale a pena perguntar: quantas vezes nos pediram amor, e nós
simplesmente viramos o rosto para o outro lado? Quantas vezes tivemos

medo de nos aproximar de alguém, e dizer, com todas as letras, que estávamos
apaixonados?

Cuidado com a solidão. Ela vicia tanto quanto as drogas mais perigosos. Se o pôr-do-
sol parece não ter mais sentido para você, seja humilde, e parta em busca de amor.
Saiba que – assim como outros bens espirituais -, quanto mais estiver disposto a
dar, mais você receberá em troca.

Decisões

Há uma anedota Zen sobre uma mulher, que não conseguia decidir-se por qual porta
deveria sair de certo aposento. Ambas as portas levavam ao mundo exterior. Após
algumas horas de indecisão, ela empilhou algumas esteiras diante de uma das
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saídas
Para e caiu
saber em
mais, um sono
inclusive profundo.
sobre como Decookies,
controlar os manhã cedo,
consulte aqui:levantou-se e examinou o
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mesmo problema novamente. Uma das portas estava livre, mas a outra estava
Fechar e aceitar
bloqueada por uma pilha de esteiras. Ela suspirou nalmente: “Agora eu não tenho
escolha.”
Chávena de Chá

Um professor de loso a foi ter com um mestre zen, Nan-In, e fez-lhe perguntas
sobre Deus, o nirvana, meditação e muitas outras  coisas. O Mestre ouviu-o em
silêncio e depois disse.

– Pareces cansado. Escalaste esta alta montanha, vieste de um lugar longínquo.


Deixa-me primeiro servir-te uma chávena de chá.

O Mestre fez o chá. Fervilhando de perguntas, o professor esperou. Quando o Mestre


serviu o chá encheu a chávena do seu visitante e continuou a enchê-la. A chávena
transbordou e o chá começou a cair do pires até que o seu visitante gritou:

– Pára. Não vês que o pires está cheio?

– É exatamente assim que te encontras. A tua mente está tão cheia de perguntas que
mesmo que eu responda, não tens nenhum espaço para a resposta. Sai, esvazia a
chávena e depois volta…

Atravessando o Rio

Dois monges viajavam juntos por um caminho lamacento. Chovia torrencialmente, o


que di cultava a caminhada.  A certa altura tinham que atravessar um rio, cuja água
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lhesPara
dava pela
saber mais,cintura. Na como
inclusive sobre margem,
controlarestava uma
os cookies, moça
consulte que parecia
aqui: Política de cookiesnão saber o que

fazer: Fechar e aceitar

– Quero atravessar para o outro lado, mas tenho medo.


Então o monge mais velho carregou a moça às suas costas para a outra margem.
Horas depois, o monge mais novo não se conteve e perguntou:

– Nós, monges, não devemos nos aproximar das mulheres, especialmente se forem
jovens e atraentes. É perigoso. Por que fez aquilo?

– Eu deixei a moça lá. Você ainda a está carregando?

Inferioridade

Um samurai, conhecido por todos pela sua nobreza e honestidade, veio visitar um
monge Zen em busca de conselhos. Entretanto, assim que entrou no templo onde o
mestre rezava, sentiu-se inferior, e concluiu que, apesar de toda a sua vida ter lutado
por justiça e paz, não tinha sequer chegado perto ao estado de graça do homem que
tinha à sua frente.

– Por que razão me estou a sentir tão inferior a si? Já enfrentei a morte muitas vezes,
defendi os mais fracos, sei que não tenho nada do que me envergonhar. Entretanto,
ao vê-lo meditar, senti que a minha vida não tem a menor importância.

– Espere. Assim que eu tiver atendido todos os que me procurarem hoje, eu dou-te a
resposta.

Durante o resto do dia o samurai cou sentado no jardim do templo, a olhar para as
pessoas que entraram e saíram à procura de conselhos. Viu como o monge atendia a
todos com a mesma paciência e com o mesmo sorriso luminoso no seu rosto. Mas o
seu estado de ânimo cava cada vez pior, pois tinha nascido para agir, não para
esperar. De noite, quando todos já tinham partido, ele insistiu:
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– Agora podes-me ensinar? Fechar e aceitar

O mestre pediu que entrasse, e conduziu-o até o seu quarto. A lua cheia brilhava no
céu, e todo o ambiente inspirava uma profunda tranquilidade.
– Estás a ver esta lua, como ela é linda? Ela vai cruzar todo o rmamento, e amanhã o
sol tornará de novo a brilhar. Só que a luz do sol é muito mais forte, e consegue
mostrar os detalhes da paisagem que temos à nossa frente: árvores, montanhas,
nuvens. Tenho contemplado os dois durante anos, e nunca escutei a lua a dizer: por
que não tenho o mesmo brilho do sol? Será que sou inferior a ele?

– Claro que não – respondeu o samurai. – Lua e sol são coisas diferentes, e cada um
tem sua própria beleza. Não podemos comparar os dois.

– Então, tu sabes a resposta. Somos duas pessoas diferentes, cada qual a lutar à sua
maneira por aquilo que acredita, e a fazer o possível para tornar este mundo melhor;
o resto são apenas aparências.

A Rocha

O aluno perguntou ao Mestre :

– Como faço para me tornar o maior dos guerreiros ?

– Vá atrás daquelas colina e insulte a rocha que se encontra no meio da planície.

– Mas para que, se ela não vai me responder ?

– Então golpeie-a com a tua espada.

– Mas minha espada se quebrará !

– Então agrida-a com tuas próprias mãos.


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– Assim eu vou machucar minhas mãos … E também não foi isso que eu perguntei. O
Fechar e aceitar
que eu queria saber era como que eu faço para me tornar o maior dos guerreiros.

– O maior dos guerreiros e aquele que é como a rocha, não liga para insultos nem
provocações, mas está sempre pronto para desvencilhar qualquer ataque do inimigo

O inferno e o céu

Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e sacando da bainha a


sua espada, berrou:

– Eu poderia matar-te por tua impertinência!

– Isso é o Inferno – respondeu o Mestre

Espantado por ver a verdade no que o mestre dizia, o samurai embainhou a espada e
sorriu, fazendo-lhe uma reverência…

– E isso é o Céu – disse o Mestre.

Beber Chá

Temos que estar totalmente despertos para apreciar o chá como deve ser. Temos que
estar no momento presente. Apenas com a consciência no presente, as nossas mãos
podem sentir o agradável calor da xícara. Apenas no presente podemos apreciar o
aroma, sentir a doçura e saborear a delicadeza. Se lembramos somente o passado ou
camos preocupados com o futuro, perdemos por completo, a experiência de
apreciar a xícara de chá. Olharemos para a xícara  e o chá já terá terminado.

Quando pararmos de pensar no que já aconteceu, quando pararmos de nos


preocupar com o que poderá nunca vir a acontecer, então estaremos no momento
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presente. Sómais,
Para saber então começaremos
inclusive a experimentar
sobre como controlar os cookies, consulteaaqui:
alegria
Políticade viver…
de cookies

Fechar e aceitar
*******

O Chapéu de Chuva à Porta


Certa vez, um Mestre mandou que chamassem determinado discípulo, que se
encontrava recluso em sua cabana, nos arredores de um mosteiro Zen. Este discípulo
já estava com esse Mestre há anos, treinando sob sua direcção. Como o Mestre tinha
muitos discípulos, era difícil de se conseguir uma entrevista particular com ele. O
discípulo achou inusitado o fato do Mestre estar chamando-o para uma conversa.
Começou a car excitado, pensando: “o que será que o Mestre deseja de mim?”, “será
que ele vai me perguntar alguma coisa sobre o Dharma, para me testar?”, “será que
ele deseja me atribuir algum cargo ou tarefa?”. Com a mente repleta de
pensamentos, pôs-se o monge a andar. Como estava chovendo, levou seu guarda-
chuva.

Ao chegar à casa do Mestre, ele fechou o guarda-chuva, colocou-o a um canto. Pôs


suas sandálias molhadas do lado do guarda-chuva. Na frente do Mestre, fez as
mesuras que mandam a etiqueta monástica e sentou-se. O Mestre então foi logo
perguntando:

– Quando você entrou aqui, de que lado do guarda-chuva você deixou suas
sandálias?

O monge discípulo não conseguiu se lembrar com certeza. O Mestre então declarou:

– Volte para sua cabana e medite!

Desta maneira, o Mestre quis dizer que meditação e vida quotidiana são uma única
realidade. Não podemos separar a nossa vida diária do ato de atenção com que
devemos fazer todas as coisas…

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137 comentári Fechar e aceitar ADICIO NE O SE U


SAMTA disse:  Responder
agosto 1, 2010 às 2:27 am

Nossa!Eu amei esse site, mesmo,eu adoro lendas e contos desde pequena!Adoro a
natureza,a magia e td mais!

 PEDRO MICHEPUD disse:  Responder


agosto 1, 2010 às 10:15 am

Olá Samantha,
Seja bem-vinda ao Sabedoria Universal. Agradecemos muito pelo seu
comentário e pela sua visita. É muito gostoso termos essa resposta, pois
fazemos o site para vocês, com todo o carinho e amor.
Sinta-se à vontade para comentar, participar, dar sugestões de temas para os
posts e textos que colocamos aqui.
Muito grato e uma ótima semana a ti,
Namastê,

MILENE LEITE disse:  Responder


fevereiro 25, 2015 às 8:26 pm

Sou professora, gosto de ler (lendas e contos) para os alunos antes de iniciar
qualquer atividade, meu objetivo é que consiga atingir os valores morais de
cada um, seu blog me ajuda muito.

SANDRA ROCHA disse:  Responder


agosto 12, 2010 às 6:02 am

Privacidade e cookies: Esse site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com seu uso.
Por vezes um simples conto pode induzir a usufruir a vida de uma forma mais plena.
Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, consulte aqui: Política de cookies
Obrigada
Fechar e aceitar

 PEDRO MICHEPUD disse:  Responder


agosto 12, 2010 às 9:26 am

Olá Sandra!
Que ótimo que você pode encontrar um pouco de luz nesses contos e lendas.
Desejamos, do fundo do coração, que você siga cada vez mais forte nesse
caminho de amor, se encontrando a cada momento.
Muito grato pela visita,
Namastê

MARIA disse:  Responder


setembro 17, 2010 às 12:56 pm

Estava um pouco agitada qd iniciei a leitura deste site.Porem qd terminei esta


“viagem” na sabedoria, estava tranquila e muito confortada.
Obrigada

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


setembro 17, 2010 às 3:36 pm

Que bom Maria!!! Ficamos muito felizes em poder ajuda-lá, de alguma forma, a
reencontrar a sua luz!!
Visite-nos sempre que quiser! Somos muito gratos!!
Aloha

JOSE disse:  Responder


novembro 6, 2010 às 2:22 pm

Apreciei mto todo conteudo, mto belo. Por acaso existe algo de pai para lha???
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abraços
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jose
Fechar e aceitar

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


novembro 6, 2010 às 7:36 pm

Olá José,
Muito grata pelo seu comentário.
Assim que for possível, postaremos contos com foco na relação pai- lho, ok?
Visite-nos sempre que quiser!
Aloha

RAFAEL disse:  Responder


novembro 7, 2010 às 11:10 am

Olá, ha meses entro em sintonia com as energias positivas que este site nos
proporciona. Foi uma dádiva de Deus pra mim, pois no momento achava que o
Criador havia virado as costas pra seu lho. De um maneira surpreendente e mágica
o amor, paz, felicidade encontram meu ser novamente. Por isso, até hoje ainda não
havia comentado nada… Estou passando para agradecer vocês por cederem esta
energia tão maravilhosa que nos proporciona um encontro maior com o nosso “EU”.
Muita luz, paz e amor a todos que ocupam parte de seu tempo a colocar um pouco
de esperança nos nossos corações…
Muita luz e paz Pra vocês do Site!

CÍNTIA MICHEPUD disse:  Responder


novembro 7, 2010 às 12:09 pm

Olá Rafael!
Ler um depoimento como o seu é o melhor presente que poderíamos ganhar!!!
Nossas almas cam felizes quando comprovamos que nossas palavras estão
fazendo a diferença na vida de alguém, ou seja, quando as sementes que
jogamos conseguem germinar no coração de uma pessoa que seja…
Você só sentirá como se o Criador tivesse ‘virado as costas’ pra você se, em
algum
Privacidade e cookies: Essemomento, você Ao
site utiliza cookies. ‘virou as costas’
continuar para
a usar este site, si mesmo…
você Nunca
concorda com se esqueça
seu uso. de
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alimentar o amor-próprio e de dar vazão a belíssima luz que habita você!!!
Nós agradecemos seuFechar
comentário e a bonita energia que você nos enviou.
e aceitar

Muita luz e que o encontro com o seu ‘EU’ seja cada mais forte e constante!
DIEGO disse:  Responder
fevereiro 28, 2011 às 4:40 pm

É impressionante a in uência que artistas pop podem ter sobre o estilo de vida do
público, sobretudo o público jovem. Isto se refere à maneira de falar, à maneira de
vestir, ao uso de variadas substâncias (drogas, inclusive) e acaba levando a
situações que podem prejudicar a saúde…

ALDINEI disse:  Responder


abril 20, 2011 às 6:19 pm

MEUS PARABENS ESSAS LENDAS SAO UM POÇO DE SABEDORIA QUE NOS ALIVIA O
CORAÇAO QUE DEUS OS GUARDE…GALEGO…

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:


abril 20, 2011 às 9:19 pm

Oi Galego,

Esses contos e lendas nos fazem parar para re etir, não é mesmo?
Agradecemos muito a sua visita e comentário!
Muita luz, sempre!
Aloha

LAERTE FAVERO disse:  Responder


abril 29, 2011 às 6:27 pm

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O SITE DE VOCES E O STUM SÃO OS MELHORES QUE CONHEÇO. PARABÉNS!!!!!
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Fechar e aceitar

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


maio 1, 2011 às 12:06 am
Agradecemos muito o seu elogio, Laerte!
Procuramos, verdadeiramente, fazer este trabalho com muito amor!
Muita luz, sempre!
Aloha

HELEN KAREN disse:  Responder


junho 16, 2011 às 8:43 pm

Nossa é uma verdadeira Paz ler todos os assuntos do seu Blog!!! Estão de Parabéns
por todo o conteúdo.

Helen

 PEDRO MICHEPUD disse:  Responder


junho 16, 2011 às 10:39 pm

Olá Helen!
Que bom que vocês gostou das lendas e do conteúdo do blog.
Ele realmente nos proporciona uma grande re exão, não é?
Ótimo nal de semana,
Namastê

LUCAS OLIVEIRA disse:  Responder


setembro 26, 2011 às 1:30 pm

Parabéns pelo ótimo site, irei recomendar este site em meu blog. Se vocês
desejarem me enviem seu banner para que eu os divulgue de forma melhar.

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Fechar e aceitar
 PEDRO MICHEPUD disse:  Responder
setembro 26, 2011 às 8:23 pm

Olá Lucas,
Que bom que você gostou do conteúdo de nosso blog!
E agradecemos a disposição de nos ajudar a divulgar o blog e o conteúdo que
nele está postado. Em breve te encaminharemos o banner.
Uma ótima semana,
Namastê!

KEYTI disse:  Responder


outubro 4, 2011 às 10:21 am

Eu coleciono histórinhas assim.. amo a mensagem que passam e haviam várias q


eu ainda não conhecia!! Muito obrigada.. aprendi um pouco mais!! ^^

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


outubro 5, 2011 às 8:58 am

Olá Keyti,
Realmente, essas estórias são repletas de signi cados e nos fazem re etir…
Agradecemos o seu comentário e visite-nos sempre que quiser!
Lindo dia para vc!
Aloha

DELANIA disse:  Responder


janeiro 11, 2012 às 12:27 pm

Muito lindo!!! E bacana


que conseguimos sempre
nos aperfeiçoar um pouco
mais a cada conto!
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Parabens!….
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CÍNTIA MICHEPUD disse:  Responder


janeiro 11, 2012 às 7:34 pm
Que bom que gostou, Delania.
E a ideia é essa mesmo: que possamos nos aperfeiçoar a cada leitura, a cada
dia.

Grata pelo comentário!

CLAUDINEY BENTO DE SOUZA disse:  Responder


janeiro 17, 2012 às 10:24 am

Tbem adorei , gosto muito de contos motivacionais


Estou a procura de um conto que recebi ha muito tempo que se refere a um
funcionario mais velho de casa que foi reclamar com o patrao por ele nao ter sido
promovido no lugar de outro mais novo.
Será que vc conhece ???
O assunto refere-se a compras de frutas para festa de confraternização de
funcionarios.
Será quepode me ajudar ??

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


janeiro 18, 2012 às 1:50 pm

Olá Claudiney,
Realmente os contos e lendas nos trazem muitas oportunidades para re exão!
Infelizmente, não conheço o conto que vc comentou. Se, eventualmente, eu
encontrá-lo, te envio, ok?
Aloha
Muita luz, sempre!

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CHRISTINA disse:  Responder
março 17, 2012 às 9:22 pm
Fechar e aceitar

O abacaxi

João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado,


cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa.

Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:

— Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a
dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado.

O Juca,que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.

O patrão escutou atentamente e disse:

— João, foi muito bom você vir aqui.

Antes de tocarmos nesse assunto, tenho um problema para resolver e gostaria


da sua ajuda.

Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço.

Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e veri que se eles têm
abacaxi.

João, meio sem jeito, saiu da sala e foi cumprir a missão.

Em cinco minutos estava de volta.

— E aí, João?

— Veri quei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.

— E quanto custa?

— Isso eu não perguntei, não.

— Eles têm quantidade su ciente para atender a todos os funcionários?

— Também
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— Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?


Fechar e aceitar

— Não sei, não…

— Muito bem, João. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco.


O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Deu a ele a mesma
orientação que dera a João:

— Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o
almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda.

Vá até lá e veri que se eles têm abacaxi, por favor.

Em oito minutos o Juca voltou.

— E então? – indagou o patrão.

— Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade su ciente para todo o nosso pessoal;
e se o senhor preferir, tem também laranja, banana e mamão. O abacaxi é
vendido a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$ 1,20 a
unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascado. Mas como eu disse que a
compra seria em grande quantidade, eles darão um desconto de 15%. Aí
aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e con rmo –
explicou Juca.

Agradecendo as informações,o patrão dispensou-o.

Voltou-se para o João, que permanecia sentado ao lado, e perguntou-lhe:

— João, o que foi mesmo que você estava me dizendo?

— Nada sério, não, patrão. Esqueça. Com licença.

E o João deixou a sala…

Tem muita gente assim. Acomodada, que não faz absolutamente nada além do
que foi estritamente pedido ou solicitado. São pessoas que acham “que já
fazem demais” e sentem-se os eternos injustiçados. Num mercado competitivo
como o do mundo atual, quem for melhor, quem se esforçar mais, quem se
interessar realmente pelo que faz, é óbvio, que vai galgar postos no ambiente de
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vai se destacar e ter sucesso na sua vida pro ssional.
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http://www.contandohistorias.com.br/historias/2004179.php
CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:
março 19, 2012 às 2:57 pm

Lindo o conto!
Agradecemos sua visita!
Aloha
Muita luz, sempre!

ELIANE disse:
abril 21, 2015 às 7:52 pm

Adorei o conto com certeza quem produzir mais ganha mais

CÍNTIA MICHEPUD disse:


abril 24, 2015 às 8:54 am

Obrigada, Eliane. Volte sempre!

SAMUEL DE JESUS SANTOS disse:  Responder


março 13, 2012 às 9:52 am

Este site é maravilhoso. torço para que um dia palavras magicas como as que
encontrei aqui contagie o coração de cada ser humano e colocando assim a
humanidade no eixo certo da existência tal como Deus os criou….!!
Samuel De Jesus Santos

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CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder
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março 13, 2012 às 4:53 pm

Agradecemos muito suas palavras carinhosas, Samuel!


Estamos na mesma torcida que vc: ajudar as pessoas a redescobrirem o seu
melhor!
Aloha
Fique na luz, sempre!

MARIA DE FÁTIMA BRAGA ALVES disse:  Responder


março 26, 2012 às 10:58 am

Amei este site, porque aproveito as parabolas para minhas atividades educacionais.

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


março 27, 2012 às 10:55 am

Ola Maria de Fatima!


Agradecemos muito a sua visita e comentário!
Realmente, essas estórias nos trazem grandes oportunidades para re exão…
Aloha

HELOISA HELENA FERREIRA FERREIRA disse:  Responder


abril 3, 2012 às 11:38 am

A carroça

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me para dar um passeio no bosque e
eu aceitei com prazer.

Após algum tempo, ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio,
me perguntou:

– Além do canto dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
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Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
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– Estou ouvindo um barulho de carroça.

– Isso mesmo – disse meu pai – e é uma carroça vazia!


Perguntei a ele:

– Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?

– Ora – respondeu meu pai – é muito fácil saber que uma carroça está vazia por
causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.

Tornei-me adulto e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no
sentido de intimidar), tratando o próximo com grosseria inoportuna, prepotente,
interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar ser o dono da
razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

– Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz!

*******

HELOISA HELENA FERREIRA FERREIRA disse:  Responder


abril 3, 2012 às 11:46 am

Impossível Atravessar a Vida

Impossível atravessar a vida …


sem que um trabalho saia mal feito,
sem que uma amizade cause decepção,
sem padecer com alguma doença,
sem que um amor nos abandone,
sem que ninguém da família morra,
sem que a gente se engane em um negócio.

Esse é o custo de viver.


O importante não é o que acontece, mas, como você reage.

Você cresce quando não perde a esperança, nem diminui a vontade, nem perde a fé.
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Quando aceita seu destino, mas tem garra para mudá-lo.
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Quando aceita o que deixa para trás, construindo o que tem pela frente e planejando
o que está por vir.

Cresce quando supera, se valoriza e sabe dar frutos.


Cresce quando abre caminho, assimila experiências…
e semeia raízes….

Cresce quando se impõe metas, sem se importar com comentários.

Cresce quando é forte de caráter, sustentado por sua formação,


sensível por temperamento…
E humano por nascimento…

*******

CÍNTIA MICHEPUD disse:  Responder


abril 3, 2012 às 7:06 pm

Heloisa,

Muito grata por compartilhar conosco essas duas mensagens tão bonitas e
verdadeiras!!! Fique à vontade para comentar e trazer novas histórias sempre
que quiser.
Muita luz.
Bjs,
Cíntia

ROSANE VERA MAIA PEREIRA disse:  Responder


abril 9, 2012 às 4:32 pm

textos maravilhosos para minhas palestras e cursos.


Muito obrigada.
Rosane Vera

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CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder
abril 9, 2012 às 6:32 pm

Olá Rosane!
Realmente essas histórias nos ajudam a ilustrar muitas situações.
Agradecemos sua visita e comentário.
Volte sempre que quiser!
Muita luz, sempre!
Aloha

ROSA MARIA MORAES disse:  Responder


abril 20, 2012 às 11:42 pm

Pena que só hj,depois de aposentada do cargo de professora eu tenha descoberto


esses textos que além de lindos,são sábios.Agora vou aproveitá-los no meu grupo de
estudo e re exão.Obrigada e desejo a vcs muita paz e muita saúde para continuar
esse lindo trabalho.bjs,Rosa

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


abril 22, 2012 às 12:09 am

Bem vinda Rosa!


Temos certeza de que você continua espalhando sua sabedoria para as pessoas
com as quais convive.
Muita luz para o seu grupo de estudo e re exão!
Agradecemos o carinho! Pode ter certeza de que recebemos essas vibrações
amorosas!
Aloha

CECÍLIA MORENO disse:  Responder


abril 23, 2012 às 2:31 pm

Parabéns pelo site. Adorei ler todo ele, o que me levou a grandes re exões. Não
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esquecerei
Para saber mais, de vocês.
inclusive sobre Abraçoosfraterno.
como controlar Cecília
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CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


abril 23, 2012 às 10:31 pm
Olá Cecília!
Que bom que vc gostou do SU! Ficamos muito felizes em saber que as leituras te
deram a oportunidade de re etir!
Agradecemos o carinho de suas palavras!
Muita luz, sempre!
Aloha

LUCIO PAULO MARINHO disse:  Responder


abril 29, 2012 às 11:01 pm

gostei muito de todas as historias ,muito obrigado. um abraço , lucio paulo marinho
.

 PEDRO MICHEPUD disse:  Responder


abril 30, 2012 às 9:45 am

Que ótimo que gostou, Lucio Paulo!


Uma ótima semana para ti!
Namastê

WANDERSON disse:  Responder


maio 3, 2012 às 6:04 pm

gostei de mais desta lenda

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CLAUDIA
Para saber mais, inclusive sobre MICHEPUD
como controlar osRIZZO disse: aqui: Política de cookies
cookies, consulte  Responder
maio 5, 2012 às 11:25 pm
Fechar e aceitar
Que bom que você gostou, Wanderson!
Realmente, essas estórias nos ajudam a re etir!
Muita luz, sempre!
Aloha
MIGUEL disse:  Responder
maio 18, 2012 às 9:43 am

Obrigado!! Nada substitui um abraço ou a companhia de verdadeiros amigos, mas


nos momentos soltários são as palavras aqui escritas que me fazem companhia e
de certa forma trazem alegria ao meu dia! Felicitações para os que proporcionam a
existência deste espaço.

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


maio 20, 2012 às 7:31 pm

Que bom que, de alguma maneira, conseguimos alegrar o seu dia!! É isso que
nos motiva a continuar!
Agradecemos o carinho de suas palavras! Vc também alegrou o nosso dia!!
Muita luz, sempre!
Aloha

HUGO LIMA disse:  Responder


maio 18, 2012 às 2:00 pm

gosto do que leio neste vosso canto tanto as lendas a e contos, como as mensagens
e frases…
aqui vai uma:
“a essência do Ser Humano é ser Deus em Acção”
hugo lima

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CLAUDIA MICHEPUD RIZZO


Fechar disse:
e aceitar  Responder
maio 20, 2012 às 7:29 pm

Que bom que vc gosta desse nosso cantinho,Hugo!


A sua frase é perfeita!
Linda semana
Aloha

JACI disse:  Responder


junho 4, 2012 às 1:49 pm

Para mim que sou fã de poesias, encontrei um tesouro aqui.

“O melhor propósito que podemos fazer, é de viver bem, senão intensamente, mas
com simplicidade, fazer cada coisa a seu tempo.
Viver o dia de hoje, porque o futuro a Deus pertence….
Então, sejamos gentis, educados, vamos dar mais bom dias….desejar mais
felicidades
abrir mais as portas, ouvir mais e falar menos, sejamos mais pacientes….

JTMendes/Ibaiti,PR/04.06.2012

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


junho 6, 2012 às 5:48 pm

Jaci,

Esse tesouro é nosso, para ser compartilhado com todos!!


Muita luz, sempre!
Aloha

GLEIDE disse:  Responder


junho 6, 2012 às 12:03 pm
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Adorei o site.
Ab. \o/ Fechar e aceitar
CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder
junho 6, 2012 às 5:47 pm

Que bom Gleide!! São comentários como esse que nos motivam a continuar o
nosso trabalho!
Muita luz, sempre!
Aloha

RAFAEL disse:  Responder


junho 6, 2012 às 10:12 pm

Gostei muito muito deste site essas historias(lenda…) fazem a gente re etir sobre
nossas vidas cortidianas.

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


junho 8, 2012 às 1:33 pm

Olá Rafael!
Que bom que vc gostou do SU!!Com certeza, as re exões nos ajudam a
redirecionar nossas vidas para caminhos mais suaves…
Muita luz, sempre!
Aloha

FABIULA disse:  Responder


junho 29, 2012 às 6:45 pm

Sensacional este site!!! Parabéns pela ideia… foi de muita utilidade encontrá-lo!!

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CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder
julho 5, 2012 às 7:11 pm

Que bom que vc gostou Fabiula!


Visite-nos sempre que quiser!
Muita luz, sempre!
Aloha

RAIANE NASCIMENTO disse:  Responder


julho 7, 2012 às 2:46 pm

ENSINA NOS A LIDAR COM SituAÇÕES INESPERADAS

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


julho 10, 2012 às 9:19 pm

Verdade Raiane! Essas estórias nos ajudam a re etir!


Muita luz, sempre!
Aloha

CLAUDIA disse:  Responder


julho 17, 2012 às 1:11 am

AMEI ESTE SITE… ME FEZ ALIVIAR MEU CORAÇÃO… OBRIGADA

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


julho 17, 2012 às 9:56 am

Que bom Claudia! Você é muito bem vinda!!


Muita
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Fechar e aceitar

BRUNOLIMONTI disse:  Responder


julho 26, 2012 às 5:53 pm
Que essa missão de trazer esclarecimentos as pessoas, possa através da ação de
retorno, fazer com que caiam mais as vendas que limitam a nossa sabedoria em
relação ao todo, e vocês possam intuir cada vez mais luz, transmitindo isso aos
seus leitores.

CÍNTIA MICHEPUD disse:  Responder


julho 29, 2012 às 6:04 pm

Bruno,
Muito grata pela visita e pelas palavras!
Amém! Que nossas vidas possa estar, a cada dia, mais repleta de sabedoria.
Bjs,
Cíntia

MIGUEL ALMEIDA disse:  Responder


julho 27, 2012 às 3:50 pm

Deus é maravilhoso!

LAIANE disse:  Responder


agosto 16, 2012 às 10:28 am

ESSE TEXTO É INCRIVELLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL

CLAUDIA
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agosto sobre como
19, 2012 àscontrolar
1:03 pm os cookies, consulte aqui: Política de cookies

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Valeu Laiane! Que bom que vc gostou!
Muita luz, sempre!
Aloha
REGINA disse:  Responder
setembro 8, 2012 às 2:07 pm

NOSSA GOSTEI MUITO ….. GOSTARIA DE RECEBER SEMPRE ,,, NO MEU CORREIO …
gina4baby@hotmail.com

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


setembro 9, 2012 às 12:08 pm

Olá Regina!
Que bom que vc gostou!
Para vc receber nossas mensagens, basta se cadastrar, ok?
Muita luz, sempre!
Aloha

EDMILDO CIRILO DOS SANTOS disse:


setembro 30, 2012 às 5:55 pm

essas causas e coisas teriam que ir para as salas de aula do ensino


fudamental ( pedagogia do ensino básico) para todas as classes sociais

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:


outubro 1, 2012 às 7:45 pm

Ola Edmildo,

Privacidade e cookies: EsseSeria fantástico


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cookies. Ao todas as crianças
a usar este site, evocê
adolescentes pudessem
concorda com seu uso. re etir
Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, consulte aqui: Política de cookies
sobre esses contos tão profundos…
Agradeço o seuFechar
comentário!
e aceitar
Muita luz, sempre!
Aloha
MARCIA TAQUES disse:  Responder
outubro 26, 2012 às 1:48 pm

Reverências..

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


outubro 26, 2012 às 5:02 pm

_/\_

FRANCISCO disse:  Responder


novembro 21, 2012 às 2:42 pm

Sao lindos os contos e as lendas. Parabens aos autores e aos criadores do site.

CÍNTIA MICHEPUD disse:  Responder


novembro 23, 2012 às 8:45 am

Francisco,
Que bom que gostou! Agradeço o comentário e a visita!
Cíntia

JOSE disse:  Responder


dezembro 11, 2012 às 1:49 pm
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Ola Claudia!
Tens mensagens para um amor que perdeu o caminho da felicidade a dois? Para
Fechar e aceitar
uma pessoa que se perdeu e não encontra o caminho de volta para casa?
 PEDRO MICHEPUD disse:  Responder
dezembro 12, 2012 às 6:16 pm

Olá José,
No momento, não temos nenhum texto especí co para isso. Mas busque
sempre focar em si mesmo e encontrar sua luz interior! Todos nascemos para
sermos felizes, tenha sempre a certeza disso!
Namastê!

 JOSE disse:
dezembro 15, 2012 às 9:40 am

Os textos de vcs ajudam muito a retratar nosso cotidiano e a nos fazer


enxergar as soluçoes de nossos problemas mais facil, no entanto colocar
em pratica é uma di culdade muito grande. Grande Abraço a vcs!!

 CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:


dezembro 22, 2012 às 12:46 pm

Olá José,
Agradecemos o seu comentário e carinho das suas palavras.
Com certeza, se aprendermos a ouvir a voz do nosso coração, a vida ca
mais suave… E os problemas amenizam…
Muita luz e paz!!
Aloha

JENNYA FRANKLIN disse:  Responder


janeiro 4, 2013 às 10:13 pm
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Wau amei!os contos!por acaso sou uma pessoa que aprende muito com histórias!e
Fechar
tudo que aprendo tento passar e aceitar
para os outros!quando vi que terminaram os contos
quei muito triste!por mim não acabariam !obrigada por vocês disponizarem um
pouco do vosso tempo escrevendo isso pra nós!agradecer também pela vossa
atenção!espero que continuem escrevendo!e que isso que vocês escrevem seja
aplicada na vossa vida também!
CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder
janeiro 7, 2013 às 2:16 pm

Olá Jennya,
Que bom que você gostou e os textos estão te auxiliando de alguma forma!
Somos nós quem agradecemos o carinho das suas palavras!
Lindo 2013 para vc!
Muita luz, sempre!

JENNYA FRANKLIN disse:


janeiro 10, 2013 às 11:06 am

Obrigada !desejo a vc também um lindo e maravilhoso 2013!beijo

ADELINO disse:  Responder


janeiro 5, 2013 às 3:30 am

Estes textos contam o nosso cotidiano,o dia a dia, como podemos valorizar as
nossas diferenças.

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


janeiro 7, 2013 às 2:18 pm

Verdade Adelino, eles nos auxiliam a re etir sobre as diferentes formas de agir
das Esse
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site utiliza aprendizados.
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Muita luz,
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Aloha
Fechar e aceitar

ADRIANO JOSÉ SANTA ANA MIRA disse:  Responder


janeiro 31, 2013 às 11:06 pm

Nesta vida todos somos aprendizes,e na escola da vida eu estudo todas


lições,porque a vida ensina, quer tu queiras ou não. E hoje aprendi a aprender. Não
tenho nada a perder,mas sim tudo aprender.

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


fevereiro 24, 2013 às 12:17 pm

Olá Adriano,

Realmente seremos eternos aprendizes! Mas o importante é que absorvamos as


lições e não os sofrimentos, não é mesmo?
Aloha
Muita luz, sempre!

VIRGINIA LOPES disse:  Responder


março 5, 2013 às 12:51 pm

estava aborrecida com a vida e a me sentir uma inutil mas quando começei a ler
uma paz me invadiu e me fez ver que a nal não importa o que os outros pensam de
mim e o quanto me pisam e pisam muito eu terei sempre valor

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


março 9, 2013 às 5:25 pm

Virginia,

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Com certeza vc é um ser divino!!! E o mais importante é vc saber e se apropriar
Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, consulte aqui: Política de cookies
disso, independentemente da opinião alheia.
Muita luz, sempre! Fechar e aceitar
Aloha
DANIELA disse:  Responder
abril 1, 2013 às 4:34 pm

adorei as historias, são realmente grandes liçoes de vida !!!!

 PEDRO MICHEPUD disse:  Responder


abril 2, 2013 às 5:37 pm

Olá, Daniela!
Cada uma dessas histórias proporciona grandes re exões, não é mesmo?
Somos gratos pela visita,
Namastê

ARILENE disse:  Responder


abril 12, 2013 às 2:44 pm

Importantes ensinamentos em forma de contos e histórias.


Encantei com todas as mensagens que lí, vou indicar aos meus amigos. Parabéns !
Grata!

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


abril 14, 2013 às 2:17 pm

Arilene,

Somos nós quem agradecemos suas palavras tão gentis!


Esses contos e lendas realmente nos ajudam a re etir, não é mesmo?
Muita luz, sempre!
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Fechar e aceitar

CÍNTIA MICHEPUD disse:  Responder


abril 17, 2013 às 8:34 am
Arilene!

Ficamos felizes que tenha gostado. Obrigada por compartilhar.

Bjs,
Cíntia

POLYANNA disse:  Responder


maio 13, 2013 às 8:57 pm

Adorei as lições contidas nesse site! Precisava trabalhar algumas questões


existências em terapia e obtive bastante ajuda nas leituras!

 PEDRO MICHEPUD disse:  Responder


maio 14, 2013 às 8:31 pm

Ola Polyanna!
Que bom que o site lhe proporcionou re exões!
Somos muito gratos por sua visita!
Namastê!

MR.DANIEL DE A.P. disse:  Responder


julho 8, 2013 às 9:07 pm

Muito legal esses contos,aprendo muito e recomendo


Para outras pessoas

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CÍNTIA MICHEPUD disse:  Responder
julho 9, 2013 às 8:35 pm

Que bom, Daniel! Muito grata pelas recomendações e pelo comentário! :]


VALL disse:  Responder
julho 16, 2013 às 9:58 pm

muito bom, adorei as re exões e os pensamentos.


parabéns continue enriquecendo este site.
grata

CÍNTIA MICHEPUD disse:  Responder


julho 18, 2013 às 8:47 am

De Vall,
Agradecemos a visita! Continue nos visitando e que À vontade para comentar.

LUIZ FURRIEL GONÇALVES disse:  Responder


agosto 15, 2013 às 5:10 pm

Adorei este site, estava procurando o conto de um viajante que ao hospedar-se em


uma pousada , estacionou sua cruz da vida no local de estacionar .Depois perguntou
se podia pegar uma das outras cruzes pois a sua estava difícil demais.O estaleiro
disse que não teria nenhum problema, poderia procurar e o viajante passou a noite
procurando uma cruz mais leve.
De manha saiu levando a própria cruz, as outras estavam pior que a sua.

 PEDRO MICHEPUD disse:  Responder


agosto 16, 2013 às 3:20 pm
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Olá Luiz,sobre
tudocomo controlar os cookies, consulte aqui: Política de cookies
bom?
Que bom que você gostou do site.
Fechar e aceitar
Deixo em seu comentário uma pergunta… Temos mesmo de carregar uma cruz
em nossas vidas? Ou podemos viver leves, “carregando” um sorriso no rosto e a
certeza do ser de luz que somos? Fica a re exão…
Muito grato!
Ótima semana,
Namastê

ANTONIO NATÁLIO VIGNALE disse:  Responder


agosto 29, 2013 às 3:31 pm

ESTE SITE É FORMIDÁÁÁÁÁÁVEL!

 PEDRO MICHEPUD disse:  Responder


agosto 29, 2013 às 3:39 pm

Olá Antonio,
Muito grato por seu carinho e palavras.
Que você possa despertar e fazer sua luz brilhar cada vez mais.
Muito grato,
Namastê!

FLAVIANO disse:  Responder


setembro 27, 2013 às 6:27 pm

Aprendi muito obrigado.

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


setembro 28, 2013 às 11:15 am

ComEsse
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Muita luz, sempre!
Aloha
DIRCE disse:  Responder
outubro 1, 2013 às 3:22 pm

Gostaria muito de ter aqui aquela lenda de uma pessoa q chega na cidade e
pergunta como é o povo daquela cidade ai a pessoa pergunta para ela como era a
dela, eu sei a estoria, mas queria ela completa

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


outubro 8, 2013 às 7:59 pm

Dirce,
Postamos o conto na página Lendas e Contos, ok?
Muita luz, sempre!
Aloha

MARIA APARECIDA DO NASCIMENTO. disse:  Responder


novembro 12, 2013 às 2:57 pm

Gostaria de encontrar uma histórinha que conta sobre um pai de família,que ao


reclamar da vida é aconselhado por um monge a levar uma cabra para casa por uma
semana…alguém pode me ajudar? Obrigada.

CLAUDIA MICHEPUD RIZZO disse:  Responder


novembro 19, 2013 às 6:41 pm

Olá Maria Aparecida,


Gostaríamos muito de poder atendê-la mas, infelizmente, não conhecemos esse
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conto. Se eventualmente, você encontrá-lo, por favor, compartilhe conosco.
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Pingback: Rito de passagem | Fundação


CLEUZA disse:  Responder
janeiro 30, 2014 às 10:31 am

como é bom poder ler coisas tão bonitas! traz alimento e fotaleza para enfrentar as
di culdades do dia a dia……

CÍNTIA MICHEPUD disse:  Responder


janeiro 31, 2014 às 10:14 am

Obrigada, Cleuza! Ficamos felizes com o comentário e com a visita! Bjs,


Cíntia

MARIA SILVA disse:  Responder


março 13, 2014 às 2:57 pm

Obrigada. Adorei. Contos dos que eu gosto, que me zeram re etir muito, aprender e
até envergonhar-me de alguns comportamentos. Continuem que são de muita ajuda

BESSY disse:  Responder


agosto 30, 2014 às 12:54 am

Wou.. Adorei.. Amo esses contos, essas lendas.. Ensinam muito.. Obrigada

Privacidade VLADIMIR disse:


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setembro 6,sobre
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Simplesmente o melhor…. adorei este site. Muito completo. Todas as histórias são
boas . estão de parabéns. ..
GRAÇA SANTOS disse:  Responder
março 10, 2015 às 7:14 pm

Amei……!!
Sem palavras…..

ALICE disse:  Responder


março 27, 2015 às 9:27 am

estou comovoluntaria em um recanto… e vou usar essas lendas e contos para poder
re etir com os jovens..eles nao gostam de ler entao penseii em contos pequenos
para que eles leiam i retirem o que entenderam em um grupo … vou fazer 2. feira
depois digo como foi… obrigada

CÍNTIA MICHEPUD disse:  Responder


abril 24, 2015 às 8:56 am

Alice,
Nos diga, sim, como foi.
Obrigada pelo carinho!

CÍNTIA MICHEPUD disse:  Responder


abril 24, 2015 às 8:56 am

Alice,
Nos diga, sim, como foi.
Obrigada pelo carinho!
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ELIANE disse:  Responder


abril 21, 2015 às 7:42 pm
Foi um grande achado aprendi muita coisa e vou passar para outras pessoa estão de
parabéns obrigada

JOÃO RODRIGUES disse:  Responder


janeiro 19, 2016 às 5:42 pm

João Rodrigues – gostei muito de todas as publicações pois elas são de grande valor
e vou continuar a visitar esta página.

CÍÑTIA RIZZÖ disse:  Responder


janeiro 3, 2018 às 3:41 pm

Seja sempre bem-vindo, João! Temos muitas novidades em 2018!

JOÃO RODRIGUES disse:  Responder


janeiro 21, 2016 às 11:31 am

Obrigado aos criadores deste Blog pois ele é um manancial de sabedoria que todos
nós devemos memorizar e transmitir às gerações vindouras para que as mesmas
continuem nesta cruzada de ensinamentos que o todos engrandece.

EMANUEL disse:  Responder


março 2, 2016 às 10:11 pm

Gostaria de reencontrar uma história que fala sobre o bem mais precioso de um
Privacidade reino: não
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Ao continuar nem…
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THAMI disse:  Responder


março 18, 2016 às 10:03 am
NOSSAAA ,realmente são todos fantásticos li cada um,durante o meu horário vago
aqui onde faço estágio.São lindos e muitos me chamaram a atenção ,vou mandar e
ler para muitas pessoas,pois realmente da muitos ensinamentos e lições sobre a
vida cotidiana .Amei o site e amo ler contos e lendas ,gosto muito da leitura..En m
voçês estão de Parabéns.

CÍÑTIA RIZZÖ disse:  Responder


novembro 16, 2017 às 11:26 am

Gratidão Thami e Volte sempre!


O blog foi ‘reinaugurado’ há uma semana. Seja bem-vinda de volta!

JULI disse:  Responder


maio 1, 2016 às 12:50 pm

muitos legais essas historias ensinam muito

CÍÑTIA RIZZÖ disse:  Responder


novembro 16, 2017 às 11:22 am

Gratidão Juli e Volte sempre!


O blog foi ‘reinaugurado’ há uma semana. Seja bem-vinda de volta!

ANTONIO CALADO disse:  Responder


Privacidade agosto
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Esse site às 12:15
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Gostei muito do blog e gostaria de saber se vocês teem conhecimento de uma lenda
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que julgo ser hindú (ou árabe) em que o mestre dá ao seu discípulo uma pedra
preciosa dizendo-lhe que deve ir com ela até à cidade, para avaliá-la, mas que em
nenhuma hipótese deve vendê-la e sim trazê-la de volta ao seu legítimo dono. Não
consigo lembrar da lenda toda e pensei que talvez vocês possam me ajudar. De todo
o modo, desde já vos co muito grato pela atenção que me puderem dispensar.
Namastê. Antonio Calado

CÍÑTIA RIZZÖ disse:  Responder


novembro 16, 2017 às 11:19 am

Antonio,
Nao conhecemos mas vamos buscar.
Gratidão e Volte sempre!
O blog foi ‘reinaugurado’ há uma semana. Seja bem-vindo de volta!

SONIA disse:  Responder


junho 7, 2017 às 11:48 am

Muito obrigada por compartilhar essas preciosidades.


Namastê!

CÍÑTIA RIZZÖ disse:  Responder


novembro 16, 2017 às 11:09 am

Gratidão, Sonia!
Volte sempre!
Ele foi ‘reinaugurado’ há uma semana. Seja bem-vindo!

ANTONIO CARLOS CECON disse:  Responder


Privacidade abril 12, 2018
e cookies: às utiliza
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Encontrei aqui tudo o que eu estava procurando, quero parabenizá-los pelo


Fechar e aceitar
maravilhoso material.
CÍÑTIA RIZZÖ disse:  Responder
abril 25, 2018 às 8:31 am

Antônio,
Que gostoso ler esse comentário!
Volte sempre!
Namastê,
Cíntia

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