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Eletrónica

Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores


2020/2021

Díodo de Junção PN

João L. Vilaça
Pedro Morais
FuncionamentoFísica
dados Semicondutores
Disciplina
• A ESTRUTURA DO ÁTOMO

– O átomo é formado basicamente por 3 tipos de partículas elementares: eletrões, protões e


neutrões.

– A carga do eletrão é igual a do protão, porém de sinal contrário.

– Os eletrões giram em torno do núcleo distribuindo-se em diversas camadas, num total até
sete camadas.

– Em cada átomo, a camada mais externa é chamada de valência, e geralmente é ela que
participa das reações químicas.

– Todos os materiais encontrados na natureza são formados por diferentes tipos de átomos,
diferenciados entre si pelo seus números de protões, eletrões e neutrões.

– Cada material tem uma infinidade de características, mas uma especial em eletrónica é o
comportamento à passagem de corrente.

João L. Vilaça
Pedro Morais
FuncionamentoFísica
dados Semicondutores
Disciplina

1. MATERIAIS CONDUTORES DE ELETRICIDADE


– São materiais que não oferecem resistência a passagem de corrente elétrica.

– Quanto menor for a oposição a passagem de corrente, melhor condutor é o


material.

– O que caracteriza o material bom condutor é o facto dos eletrões de valência


estarem fracamente ligados ao átomo, encontrando grande facilidade para
abandonar os seus átomos e movimentarem-se livremente no interior dos
materiais.

– O cobre, por exemplo, com apenas um eletrão na camada de valência tem


facilidade em cedê-lo para ganhar estabilidade. O eletrão cedido pode
tornar-se um eletrão livre.
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Pedro Morais
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dados Semicondutores
Disciplina

2. MATERIAIS ISOLANTES
– São materiais que possuem uma resistividade muito alta, bloqueando a
passagem da corrente elétrica.

– Os eletrões de valência estão rigidamente ligados ao seu átomos, sendo


que poucos eletrões conseguem desprender-se do seus átomo para se
transformarem em eletrões livres.

– Consegue-se isolamento maior (resistividade) com substâncias


compostas (borracha, mica, etc.).

João L. Vilaça
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dados Semicondutores
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3. MATERIAL SEMICONDUTOR
– Materiais que apresentam uma resistividade elétrica intermédia. Como
exemplo temos o germânio e silício.

Condutor Semicondutor Isolante

João L. Vilaça
Pedro Morais Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=t3RhM3FNB0w&t=62s
FuncionamentoFísica
dados Semicondutores
Disciplina
• ESTUDO DOS SEMICONDUTORES

– Os átomos de germânio e silício tem uma camada de valência com 4 eletrões.

Semicondutor tipo N

Quando os átomos de germânio (ou silício) se agrupam entre si, formam uma estrutura cristalina, ou
seja, são substâncias cujos átomos posicionam-se no espaço, formando uma estrutura ordenada.
Nessa estrutura, cada átomo une-se a quatro outros átomos vizinhos, por meios de ligações
covalentes, e cada um dos quatro eletrões de valência de um átomo é compartilhado com um átomo
vizinho, de modo que dois átomos adjacentes compartilham os dois eletrões.
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Pedro Morais
FuncionamentoFísica
dados Semicondutores
Disciplina
• ESTUDO DOS SEMICONDUTORES

– Se nas estruturas com germânio ou silício não fosse possível romper a ligações
covalentes, eles seriam materiais isolantes.

– No entanto com o aumento da temperatura algumas ligações covalentes


recebem energia suficiente para se romperem, fazendo com que os eletrões das
ligações rompidas passem a movimentar-se livremente no interior do cristal,
tornando-se eletrões livres.
Semicondutor tipo N Semicondutor tipo P

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FuncionamentoFísica
dados Semicondutores
Disciplina
• ESTUDO DOS SEMICONDUTORES

– Sempre que uma ligação covalente é rompida, surgem, simultaneamente um


eletrão e uma lacuna.

– Entretanto, pode ocorrer o inverso, um eletrão preencher o lugar de uma lacuna,


completando a ligação covalente (processo de recombinação).

– Como tanto os eletrões como as lacunas aparecem e desaparecem sempre aos


pares, pode-se afirmar que o número de lacunas é sempre igual à de eletrões
livres.

– Quando o cristal de silício ou germânio é submetido a uma diferença de


potencial, os eletrões livres movem-se no sentido do maior potencial elétrico, e
as lacunas por consequência movem-se no sentido contrário ao movimento dos
eletrões.

João L. Vilaça
Pedro Morais
FuncionamentoFísica
dados Semicondutores
Disciplina
• ESTUDO DOS SEMICONDUTORES

– SEMICONDUTOR TIPO N
O cristal que foi dopado com uma impureza doadora é
chamado semicondutor tipo n, onde n está relacionado
com negativo. Como os eletrões livres a excederem em
número as lacunas num semicondutor tipo n, os
eletrões são chamados portadores maioritários e as
lacunas, portadores minoritários.

– SEMICONDUTOR TIPO P
O cristal que foi dopado com impureza aceitadora é
chamado semicondutor tipo p, onde p está relacionado
com positivo. Como as lacunas excedem em número os
eletrões livres num semicondutor tipo p, as lacunas são
chamadas portadores maioritários e os eletrões livres,
portadores minoritários.
João L. Vilaça
Pedro Morais
O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• A união de um cristal tipo p e um cristal tipo n, obtém-se uma junção pn, que é
um dispositivo de estado sólido simples: o díodo semicondutor de junção.

• Devido à repulsão mútua, os eletrões livres do lado n espalham-se em todas direções,


alguns atravessam a junção e combinam-se com as lacunas. Quando isto ocorre, a lacuna
desaparece e o átomo associado torna-se carregado negativamente. (um ião negativo).

• Cada vez que um eletrão atravessa a junção ele cria um par de iões. Os iões estão fixos na
estrutura do cristal por causa da ligação covalente. À medida que o número de iões
aumenta, a região próxima à junção fica sem eletrões livres e lacunas. Chamamos esta
região de camada de depleção.
João L. Vilaça
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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina

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Pedro Morais
O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina

• Zona de depleção

– Além de certo ponto, a camada de depleção age como uma barreira


impedindo que continue da difusão dos eletrões livres.

– A intensidade da camada de depleção aumenta com cada eletrão que


atravessa a junção até que se atinja um equilíbrio.

– A diferença de potencial através da camada de depleção é chamada de


barreira de potencial. A 25o, esta barreira é de 0.7V para o silício e 0.3V
para o germânio.

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina

• Funcionamento da junção P-N


– Polarizar um díodo significa aplicar uma diferença de potencial às suas
extremidades. Supondo uma bateria sobre os terminais do díodo, há uma
polarização direta se o polo positivo da bateria for colocado em contacto
com o material tipo p e o polo negativo em contacto com o material tipo n.

Não Conduz Conduz


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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina

• POLARIZAÇÃO DIRETA
– No material tipo n os eletrões são repelidos pelo terminal da bateria e
empurrados para a junção. No material tipo p as lacunas também são
repelidas pelo terminal e tendem a penetrar na junção, isto, diminui a
camada de depleção. Para haver fluxo livre de eletrões a tensão da bateria
tem de exceder o efeito da camada de depleção.

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina

• POLARIZAÇÃO DIRETA – CARACTERÍSTICA V-I

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O díodo da
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• POLARIZAÇÃO INVERSA
– Invertendo-se as ligações entre a bateria e a junção pn, isto é, ligando o
pólo positivo no material tipo n e o polo negativo no material tipo p, a
junção fica polarizada inversamente. No material tipo n os eletrões são
atraídos para o terminal positivo, afastando-se da junção. Acontecimento
análogo ocorre com as lacunas do material do tipo p. Podemos dizer que
a bateria aumenta a camada de depleção, tornando praticamente
impossível o deslocamento de eletrões de uma camada para outra.

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina

• POLARIZAÇÃO INVERSA – CARACTERÍSTICA V-I

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
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• Característica V-I do Díodo Semicondutor

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O díodo da
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• Polarização do Díodo Semicondutor

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O díodo da
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Disciplina

• Ponto de funcionamento em repouso (PFR)


v
iD  I S e nVT

VDD − vD
iD =
R

• Sensibilidade do PFR
– 𝑉𝐷𝐷
– 𝑅

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O díodo da
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Disciplina
• ESPECIFICAÇÕES DE POTÊNCIA DE UM DIODO

• Usualmente os díodos são divididos em duas categorias, os díodos para


pequenos sinais (potência especificada abaixo de 0.5W) e os retificadores
(potência especificada acima de 0.5W).
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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• APROXIMAÇÕES DO DÍODO
– Ao analisar ou projetar circuitos com díodos é necessário conhecer a
curva do díodo, mas dependendo da aplicação pode fazer-se
aproximações para facilitar os cálculos.

1ª Aproximação (Díodo Ideal)

Sentido directo

Sentido inverso

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
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• APROXIMAÇÕES DO DÍODO REAL
2ª Aproximação 3ª Aproximação
(Díodo sem perdas) (Díodo com perdas)

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• APROXIMAÇÕES DO DÍODO - EXEMPLO
- Exemplo: Utilizar a 2ª aproximação para determinar a
corrente do díodo no circuito da Figura.

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• APROXIMAÇÕES DO DÍODO - EXEMPLO
- Exemplo: Utilizar a 2ª aproximação para determinar a
corrente do díodo no circuito da Figura.

Solução: O díodo está polarizado directamente, portanto


funciona como uma chave fechada em série com uma
bateria.

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Comportamento do Díodo Semicondutor com tensão AC

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
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• Tipos de díodos

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O díodo da
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• Limites de Operação dos díodos

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O díodo da
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• Produção Transporte e Distribuição de Energia Elétrica

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Fonte de Alimentação
– É comum em circuitos eletrónicos o uso de baterias de alimentação.
Devido ao alto custo de uma bateria quando comparado com a energia
elétrica, torna-se necessário a criação de um circuito que transforme a
tensão alternada de entrada em uma tensão contínua compatível com a
bateria. O díodo é um componente importante nesta transformação.

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Fonte de Alimentação

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Transformador

Razão de
transformação

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Transformador
– Para haver indução de f.e.m. é necessário que o fluxo magnético seja
variável, pelo que um transformador só funciona com tensões alternadas.

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Retificador
– Bloco retificador é o responsável por converter a tensão alternada à saída
do transformador, numa tensão contínua.

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Retificador meia onda

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Retificador onda completa

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O díodo da
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Disciplina
• Filtro

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O díodo da
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Disciplina
• Regulador

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O díodo de Zener
Funcionamento da Disciplina
• O díodo Zener é um díodo construído especialmente para
trabalhar na tensão de rutura.

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O díodo de Zener
Funcionamento da Disciplina
• O díodo zener comporta-se como um díodo comum quando
polarizado diretamente. Mas ao contrário de um díodo convencional,
ele suporta tensões inversas próximas a tensão de rutura.
• A sua principal aplicação é conseguir uma tensão estável (tensão de
rutura).
• Normalmente ele está polarizado inversamente e em série com uma
resistência limitadora de corrente. Graficamente é possível obter a
corrente elétrica sob o zener com o uso de reta de carga.

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O díodo de Zener
Funcionamento da Disciplina
• DIODO ZENER IDEAL (1ª Aproximação)
– O zener ideal comporta-se como uma chave fechada para
tensões positivas ou tensões negativas menores que –VZ .
E comporta-se como uma chave aberta para tensões
negativas entre zero e –VZ . Veja o gráfico abaixo:

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O díodo de Zener
Funcionamento da Disciplina
• 2ª Aproximação
– Uma segunda aproximação é considera-lo como ideal mas que
a partir da tensão de rutura exista uma resistência interna.

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Regulador
– Muitas aplicações requerem uma tensão estabilizada, isto é, independente
de variações da amplitude da tensão da rede, da corrente de carga, ou de
quaisquer outros fatores (p. ex., variações de temperatura). Nestes casos
adiciona se à fonte de alimentação um bloco regulador, cuja função é,
aproximar a fonte de alimentação duma fonte de tensão ideal.

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O díodo da
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Disciplina
• Regulador

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Especificações da fonte de alimentação
– Rendimento
Potência de saída

– "Ripple“

– Rejeição do "ripple“ (bloco regulador)

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Disciplina
• Especificações da fonte de alimentação
– Regulação na carga

– Impedância de saída

– Regulação na entrada

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Disciplina
• Especificações da fonte de alimentação – Exemplo

Uma fonte de alimentação possui as seguintes características:


– Tensão de entrada: entre 200V e 240V
– Tensão de saída: 12V (em vazio)
– Corrente de saída 2A (máximo)
– Impedância de saída: 0.1Ω
– Regulação na entrada: melhor do que 0.2%
– "Ripple": menos de 10mVp-p (à plena-carga)

Calcular:
a) a regulação na carga;
b) o factor de "ripple" à plena carga (2A)

João L. Vilaça
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O díodo da
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Disciplina
• Especificações da fonte de alimentação – Exemplo
a) regulação na carga

b) factor de "ripple" à plena carga (2A)

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Aplicações Básicas – Circuitos Limitadores (ou Clipping)
– Permitem limitar a tensão em determinados pontos de um circuito
– Permitem alterar a forma de onda de um sinal

João L. Vilaça
Pedro Morais
O díodo da
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Disciplina
• Aplicações Básicas – Circuitos Limitadores (ou Clipping)

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O díodo da
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Disciplina
• Aplicações Básicas – Circuitos Limitadores Polarizados

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Disciplina
• Aplicações Básicas – Limitação a 2 Níveis

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O díodo da
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Disciplina
• Aplicações Básicas – Outros circuitos limitadores

João L. Vilaça
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O díodo da
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Disciplina
• Aplicações Básicas – Circuitos Fixadores (ou Clamping)

(Díodo conduz) (Díodo não conduz)

João L. Vilaça
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O díodo da
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Disciplina
• Aplicações Básicas – Circuitos Fixadores (ou Clamping)

(Ideal)

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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Aplicações Básicas – Circuitos Fixadores (ou Clamping)

(Real)

João L. Vilaça
Pedro Morais
O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Aplicações Básicas – Detetor Pico-a-Pico (ou duplicador de tensão)

João L. Vilaça
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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Aplicações Básicas – Detetor Pico-a-Pico

3Vm

João L. Vilaça
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O díodo da
Funcionamento semicondutor de junção
Disciplina
• Aplicações Básicas – Detetor Pico-a-Pico (Desafio)

João L. Vilaça
Pedro Morais
Outros
Funcionamento da tipos de díodos
Disciplina
• LED’s – Díodo emissor de luz (Light Emitting
Diode)
– Quando percorrido por uma corrente liberta fotões
• VLEDon≈ 1,2 – 1,6V
• iLED ≈ 8 – 10 mA
• Fotodíodos
– Quando atingidos por fotões libertam electrões

João L. Vilaça
Pedro Morais

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