Você está na página 1de 6

ARTIGO ORIGINAL 45

Therezinha J. Cruz
Adolescente, família e o profissional
de saúde
Adolescent, family and the health professional

RESUMO
A adolescência é uma etapa do desenvolvimento humano marcada por inúmeras transformações, que ocorrem tanto no aspecto
físico como na esfera psicossocial. As famílias com adolescentes passam por mudanças em sua estrutura e organização, podendo
chegar a conflitos intensos que às vezes tornam-se crônicos. O profissional de saúde que atende adolescentes deve conhecer os vários
aspectos da adolescência na dinâmica familiar, bem como compreender o papel que desempenhará no acolhimento do adolescente
e sua família.

UNITERMOS
Desenvolvimento; adolescência; família

ABSTRACT
Adolescence is a stage of human development marked by multiple transformations, both physical and psychosocial. Families with adolescents
go through changes in their structures and organization that may lead to intense conflict that might become chronic. The health professional
must know the various aspects of adolescence in the familial dynamics and understand the role he will play as the shelter of the adolescent
and his family.

KEY WORDS
Development; adolescence; family

INTRODUÇÃO po para assegurar a continuidade e o crescimento


psicossocial de seus membros (Minuchin, 1977).
A abordagem do adolescente exige postura Não podemos nos esquecer de realidades signifi-
adequada do profissional de saúde, conhecimen- cativas que interagem com a família: a escola, o
tos técnicos e das mudanças psicossociais que trabalho dos pais, o bairro, a vizinhança e o grupo
ocorrem nessa fase da vida do jovem, bem como de amigos.
compreensão do impacto e dos conflitos que elas A adolescência é uma etapa do desenvolvi-
acarretam nas relações familiares. mento humano marcada por profundas transfor-
O conhecimento das dinâmicas familiares é mações, não apenas físicas; é também o início da
de fundamental importância na avaliação, no tra- transição psicológica da infância para a idade adul-
tamento e na prevenção dos agravos a problemas ta (Hopkins, 1983). Esse período tem sido descrito
de saúde apresentados pelos adolescentes. Para desde Anna Freud como conflitivo; como crise de
isso, o profissional de saúde deve observar como identidade por Erikson e tem a denominação uni-
a família e o adolescente estão atravessando essa
etapa da vida.
Pediatra do Ministério da Saúde (MS); especialista em Medicina do Adolescente pela
A família é um sistema ativo em constante Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Pediatria (AMB/SBP); membro do
transformação, que se altera com o passar do tem- Comitê de Adolescência da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro (SOPERJ).

Adolescência & Saúde volume 4  nº 3  agosto 2007


46 ADOLESCENTE, FAMÍLIA E O PROFISSIONAL DE SAÚDE Cruz

versal de “tempestade e estresse” (Sturm e Drang). clo vital, aparecendo então novas preocupações:
As características do desenvolvimento psicossocial a perda do corpo jovem e a aproximação da apo-
que ocorrem paralelamente às modificações do sentadoria e da velhice.
corpo são agrupadas no que Arminda Aberastury O estresse e a tensão normais provocados na
e Maurício Knobel denominaram síndrome da família por um adolescente são exacerbados quan-
adolescência normal (SAN). A adolescência é, do os pais sentem uma profunda insatisfação e são
assim, um conceito relativo a um processo e o compelidos a fazer mudanças em si mesmos. O
adolescente é o sujeito que está vivenciando esse que muitas vezes se cria é um campo de demandas
processo. conflitantes, em que o estresse parece ser trans-
mitido para cima e para baixo entre as gerações.
O conflito entre os pais e os avós pode ter efeito
METAMORFOSE FAMILIAR negativo sobre o relacionamento entre os pais e o
adolescente. O impasse também pode ocorrer em
Como conseqüência, a adolescência afeta o direção oposta: um conflito entre os pais e o ado-
ciclo vital familiar e seu estilo de vida mais do que lescente pode afetar o relacionamento conjugal, o
qualquer outra fase da vida, pois desestabiliza o que acaba prejudicando o relacionamento entre os
sistema e provoca novos ajustes para manter as re- pais e os avós.
lações e a saúde mental de seus membros. Durante Na adolescência, a evolução da dependência
esse período as famílias também estão se ajustan- absoluta da infância à autonomia adulta pode ser
do a novas demandas de seus membros, que estão um momento doloroso para pais e filhos. Muitas
entrando em novos estágios do ciclo de vida. Os vezes, os pais sentem um vazio quando os adoles-
pais enfrentam questões maiores, como a “crise do centes tornam-se mais independentes, pois perce-
meio da vida” de um ou ambos os cônjuges, com bem que não são mais necessários como antes e,
exploração das satisfações e insatisfações pessoais, dessa forma, sentimentos de perda (perda da crian-
profissionais e conjugais, ao mesmo tempo em que ça) e medo de abandono podem ocorrer. Às vezes
os avós passam pela experiência da aposentadoria os pais, incapazes em lidar com a perda da depen-
e possíveis mudanças, como doença e morte. Os dência do filho, podem apresentar-se depressivos.
pais podem ter de se transformar em cuidadores Da mesma maneira, o adolescente precisa lidar
de seus próprios pais ou ajudá-los a integrar as per- com a perda do eu infantil e da família como fonte
das da velhice. primária de afeto. A perda desse primeiro vínculo
O adolescente, tentando descobrir novas di- romântico também pode desencadear depressão
reções e formas de vida, desafia e questiona a or- no adolescente. Esse duplo movimento de luto do
dem familiar até então estabelecida. A ambivalên- qual participam pais e filhos foi denominado por
cia independência/dependência vivenciada por ele Stone e Church ambivalência dual. Toda mudança
cria tensão e instabilidade nas relações familiares, o implica em aceitação da perda.
que freqüentemente leva a conflitos intensos que Assim, a adolescência exige mudanças es-
podem tornar-se crônicos. truturais e renegociação de papéis nas famílias,
Por serem tão intensas, as demandas ado- que se transformam. De unidades que protegem
lescentes por maior autonomia e independência e nutrem os filhos, as famílias passam a ser o cen-
freqüentemente precipitam mudanças no rela- tro de preparação para a entrada do adolescente
cionamento entre as gerações, fazendo aflorar no universo das responsabilidades e dos com-
conflitos não resolvidos entre pais e avós (dos promissos do mundo adulto. Elas constituem
adolescentes), em sua infância ou adolescência. fronteiras mais flexíveis, permitindo aos adoles-
Os pais, além de reavaliar e analisar sua própria centes se aproximarem e serem dependentes nos
adolescência, bem como os pais de seu período momentos em que não conseguem manejar suas
adolescente, enfrentam novos estágios de seu ci- vidas sozinhos, e se afastarem e experimentarem

volume 4  nº 3  agosto 2007 Adolescência & Saúde


Cruz ADOLESCENTE, FAMÍLIA E O PROFISSIONAL DE SAÚDE 47

os desafios, com graus crescentes de indepen- de diminuir os conflitos gerados nesse período,
dência, quando estão prontos. Isso exige esfor- muitas famílias continuam em busca de soluções
ços especiais de todos os membros da família. que costumavam funcionar em estágios anteriores.
A construção psicológica do adolescente Os pais muitas vezes tentam “puxar as rédeas” ou
tem em conta sua história pessoal, bem como retrair-se emocionalmente para evitar novos con-
suas novas competências sexuais, cognitivas e flitos. Os adolescentes, por outro lado, no esforço
sociais. A história familiar do adolescente não se para abrir seu próprio caminho, recorrem a ata-
inicia na adolescência, estando presente mesmo ques de raiva, se retraem emocionalmente por trás
antes da infância, durante a gravidez, planejada de portas fechadas, buscam apoio nos avós e/ou
ou não. apresentam intermináveis exemplos de amigos que
têm mais liberdade.

TAREFAS DA ADOLESCÊNCIA
SEXUALIDADE
Para viver satisfatoriamente essa etapa da vida,
o adolescente deve cumprir aquilo que Erickson As transformações físicas e sexuais que ocor-
chama de tarefas do desenvolvimento: rem na puberdade alteram radicalmente a auto-
• conhecer a si mesmo; imagem do adolescente, pois dos 2 aos 10 anos
• adotar um papel sexual; essas mudanças físicas são mais lentas do que na
• conseguir autonomia diante da família; adolescência. É comum que os membros da famí-
• definir-se vocacionalmente; lia fiquem ansiosos e confusos quando os adoles-
• atingir relações interpessoais autônomas para centes começam a expressar seus novos interesses
consolidar sua identidade. sexuais.
Apesar do amadurecimento físico da filha, os
Com o rápido crescimento físico e a matura- pais ficam receosos de que ela seja incapaz de se
ção sexual durante a puberdade são acelerados os proteger dos perigos do mundo como, por exem-
movimentos que buscam solidificar uma identidade plo, gravidez não planejada, abuso ou explora-
e estabelecer a autonomia em relação à família. Na ção sexual e doenças sexualmente transmissíveis
realidade, são processos de desenvolvimento duran- (DSTs), que são problemas reais. Já a primeira
te toda a vida, pois dizem respeito às expectativas preocupação que surge com os filhos é de que seus
sociais que se modificam e, muitas vezes, entram interesses sexuais o distraiam de suas tarefas esco-
em conflito em relação aos papéis sexuais e às nor- lares e prejudiquem seu futuro tanto profissional
mas de comportamento impostas aos adolescentes quanto pessoal.
por família, escola, amigos e por mídia. Sua capaci- As experiências pessoais com a sexualidade
dade de se diferenciar dos outros depende de como influenciam a maneira como os pais estabelecem
eles manejam os comportamentos sociais espera- limites e suas expectativas, aceitando melhor a se-
dos, para expressar as intensas emoções precipita- xualidade do jovem. Isso não significa que todos os
das pela puberdade. Para estabelecer autonomia, os pais que vivenciaram experiências negativas repe-
adolescentes precisam se tornar cada vez mais res- tirão o padrão, mas é freqüente observar nas famí-
ponsáveis por suas próprias decisões e, ao mesmo lias a repetição de um início precoce da atividade
tempo, sentir a segurança da orientação dos pais. sexual, da gravidez na adolescência ou até mesmo
A flexibilidade é a chave do sucesso para as fa- de casos de abuso sexual.
mílias nesse estágio. Por exemplo, flexibilizar mais Nas famílias em que a informação é abertamen-
as fronteiras familiares e modular a autoridade pa- te compartilhada há maior possibilidade de aceitação
rental permite maior independência e desenvolvi- de transgressões menores e colocação de limites
mento aos adolescentes. Entretanto, na tentativa mais realistas. Por outro lado, quando a sexualidade

Adolescência & Saúde volume 4  nº 3  agosto 2007


48 ADOLESCENTE, FAMÍLIA E O PROFISSIONAL DE SAÚDE Cruz

do adolescente é negada ou rejeitada pelos pais, o pais são antiquados, não me entendem”) ou dos
desenvolvimento de um autoconceito sexual fica pre- pais (“eu era tão diferente nessa idade” ou “eu
judicado e, conseqüentemente, os riscos de atividade não ousava questionar meus pais”) tendem a criar
sexual precoce ou perigosa são maiores. conflitos entre as gerações, podendo levar a lutas
Na concepção de Freud, os impulsos inces- a respeito de regras e relacionamentos. O jovem
tuosos entre o adolescente e o progenitor de sexo pode evitar fazer perguntas ou compartilhar idéias
oposto provavelmente aumentarão. Um relaciona- com medo de aumentar o conflito, acarretando
mento até então amoroso entre pai e filha pode distanciamento e falta de confiança.
evoluir rapidamente para um relacionamento hos- O relacionamento entre filhos e pais do mes-
til, com o pai sendo punitivo e possessivo e a filha, mo sexo tem um poderoso efeito sobre o processo
provocadora. As mães que são mais próximas de de identificação de gênero nessa fase da vida. As
seus filhos podem sentir confusão e conflito quan- opiniões sobre quem eles são estarão fortemente
do eles começam a querer mais privacidade, as- conectadas aos seus sentimentos sobre ser homem
sim como o desejo de proximidade da mãe pode ou mulher. Além disso, sofrerão influência dos pro-
ser recebido por eles com agressão e rejeição. Ela genitores do sexo oposto para validar o senso de
pode, então, reagir de maneira semelhante. identidade de gênero. Isso poderá influenciar os
Por outro lado, pais e filhos do mesmo sexo futuros relacionamentos com o sexo oposto.
tendem a se envolver em lutas mais competitivas. A
teoria psicanalítica é de que os adolescentes com-
petem pelo amor e pela atenção do progenitor do AUTONOMIA
sexo oposto (Freud, Blos). Outra suposição é de
que eles competem em função de suas percepções Os adolescentes precisam se aventurar fora de
conflitantes de seus papéis de gênero. Portanto, na casa para se tornarem mais independentes e auto-
adolescência, o conflito pode ser mais intenso com confiantes. Alianças fora de casa, que aumentam a
o progenitor do mesmo sexo, que geralmente ser- influência de outros jovens, se tornam mais fortes e
ve de modelo na infância. eles precisarão de permissão e encorajamento dos
A maioria dos pais de adolescentes deverá revi- pais para serem mais responsáveis. Autonomia não
sar suas atitudes em relação ao papel sexual e tentar significa desligamento emocional dos pais, mas, na
fazer mudanças que se ajustem melhor aos padrões verdade, que os adolescentes já não são tão de-
sexuais do momento, cada vez mais liberais. Para pendentes dos pais em termos psicológicos e que
muitos pais essa tarefa pode ser muito difícil. têm mais controle sobre a tomada de decisões em
sua vida.
Os adolescentes tendem a buscar mais auto-
BUSCA DA IDENTIDADE nomia nas famílias que os estimulam a participar
das tomadas de decisões, mas são os pais, funda-
As tentativas de compreender esse processo mentalmente, que decidem o que é adequado. Ao
basearam-se principalmente nas teorias de Freud e contrário, aqueles criados em ambientes em que as
Erickson. A súbita aceleração da formação da iden- decisões e a auto-regulação são limitadas tendem a
tidade que ocorre na adolescência pode se tornar ficar mais dependentes e inseguros.
fonte de mobilização e energia, mas também de Colocar limites e ser ao mesmo tempo objetivo,
conflitos para os adolescentes e suas famílias. apoiador e democrático não é tarefa fácil para mui-
Os adolescentes, devido a sua propensão para tos pais, principalmente quando se sentem julgados
desafiar e questionar normas, provocam transfor- e criticados pelos filhos. A tolerância dos pais será
mações em casa, na escola e na comunidade. Eles menor se eles não conseguiram obter autonomia
discordam dos pais em relação a idéias, crenças emocional em relação aos próprios pais e/ou quando
e valores. Comentários típicos dos filhos (“meus eles têm conflitos não resolvidos entre eles (o casal).

volume 4  nº 3  agosto 2007 Adolescência & Saúde


Cruz ADOLESCENTE, FAMÍLIA E O PROFISSIONAL DE SAÚDE 49

Para que os adolescentes consigam dominar ou, pelo menos, de fornecer algumas indicações de
essas etapas do desenvolvimento da adolescência, a comportamento para sair do problema. Não espera
família deverá ser forte, flexível e capaz de suportar nenhum pedido de participação direta na solução,
o crescimento e as transformações de seus filhos. delegando, portanto, ao profissional que ele cum-
pra o trabalho que é da família.
Aceitar a responsabilidade de resolver os pro-
CONCLUSÃO blemas que o adolescente está criando para ele
mesmo, para a família e para a escola confirma a
Apesar de não ser obrigatória, a participação idéia de que a família é incompetente e que somos
da família no atendimento ao adolescente enri- nós, especialistas, que resolveremos esses proble-
quece o processo de avaliação e torna possível a mas. Assim, a família sai aliviada (“meu filho está
observação da relação do adolescente com seus sendo tratado”), mas não aprende a enfrentar e
pais/responsáveis, irmãos e outros. O adolescente resolver os problemas que está vivendo nem a as-
deve ser incentivado a envolver a família no acom- sumir os que ocorrerão.
panhamento de seus problemas. Se essa família não for confirmada como capaz,
Quando o profissional de saúde entrevista ficará mergulhada numa crença de fracasso e incom-
um adolescente, deve considerar, na realidade, o petência. O ideal é propor uma inversão para a fa-
conjunto da família do indivíduo. Não existe “o mília, que se acha incompetente e, principalmente,
indivíduo”: cada um é uma colagem de gerações para o profissional que se formou e está acostumado
anteriores, até mesmo as não conhecidas (trans- a ser visto como aquele que resolverá os problemas e
missão transgeracional), embora cada um tenha a as doenças. Nós, profissionais, devemos mostrar que
sua marca própria em maior ou menor intensida- somos mais eficientes quando conseguimos uma
de. É muito empobrecedor ver apenas o indivíduo. parceria com a família e que agiremos como facilita-
Deve-se ter por objetivo uma visão dinâmica da dores, potencializando sua capacidade.
pessoa no contexto familiar. O profissional de saúde deve, então, estar
O profissional deve evitar uma postura auto- atento ao papel que desempenhará:
ritária e mostrar que está ali para ajudar a família e • entender o impacto da adolescência na dinâmica
o adolescente a encontrar a melhor forma de atra- familiar;
vessar aquela fase da vida. Evitar também assumir • apoiar os pais para que eles se sintam menos per-
o papel de juiz, que está ali para emitir uma senten- didos e menos sozinhos em suas vivências, além de
ça, ou o de aliado e/ou defensor de quem parece aliviar a sensação de rejeição ou culpa da família;
mais enfraquecido. • ajudar na compreensão dos conflitos na família e
Algumas vezes os pais com dificuldade de en- no adolescente;
tender vários aspectos desse processo procuram o • estimular a comunicação entre a família e o jo-
profissional de saúde. Quando a família procura aju- vem;
da, isso pode significar a confirmação de sua incapa- • valorizar o importante papel das famílias nessa
cidade de resolver autonomamente as próprias difi- etapa da vida;
culdades. Assim, ela delega ao profissional de saúde • detectar precocemente quadros psicopatológicos
a responsabilidade de modificar o que não funciona e fazer o encaminhamento adequado.

BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
1. Adamo VLCL. Família e adolescência: antes e depois. In: Saito MI, Silva LEV. Adolescência: prevenção e risco. São
Paulo: Atheneu. 2001; 145-58.

Adolescência & Saúde volume 4  nº 3  agosto 2007


50 ADOLESCENTE, FAMÍLIA E O PROFISSIONAL DE SAÚDE Cruz

2. Adamo VLCL. Processo de abordagem com famílias. In: Saito MI, Silva LEV. Adolescência: prevenção e risco. São
Paulo: Atheneu. 2001; 159-67.
3. Barros R. O Adolescente e a família. In: Maakaroun MF, et al. Tratado de adolescência: um estudo multidisciplinar.
Rio de Janeiro: Cultura Médica. 1991; 55-59.
4. Bezerra VC, Linhares ACB. A família, o adolescente e o uso de drogas. In: Schor N, Maria SF, Branco VC, et al.
Cadernos Juventude, Saúde e Desenvolvimento. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde. 1999;
184-95.
5. Caridade A. O Adolescente e a sexualidade. In: Schor N, Maria SF, Branco VC, et al. Cadernos Juventude, Saúde e
Desenvolvimento. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde. 1999; 206-11.
6. Carter B, McGoldrick M. As mudanças no ciclo de vida familiar: uma estrutura para terapia familiar. 2 ed. Porto
Alegre: Artes Médicas. 1995; 7-15.
7. Coates V. Repercussões da adolescência no âmbito familiar. In: Coates V, Beznos GW, Françoso LA. Medicina do
Adolescente. 2 ed. Sarvier. 2003; 609-15.
8. Crespin J. Consulta Clínica. In: Coates V, Beznos GW, Françoso LA. Medicina do Adolescente. 2 ed. Sarvier. 2003;
9-17.
9. Crespin J. Ética no atendimento de adolescentes. In: Coates V, Beznos GW, Françoso LA. Medicina do Adolescente.
2 ed. Sarvier. 2003; 35-8.
10. Guimarães EMB. Relação médico-adolescente e a consulta clínica na adolescência. In: Maakaroun MF, et al. Tratado
de adolescência: um estudo multidisciplinar. Rio de Janeiro: Cultura Médica. 1991; 179-84.
11. Knobel M, Santos MGP. O Adolescente e o profissional de saúde. In: Maakaroun MF, et al. Tratado de adolescência:
um estudo multidisciplinar. Rio de Janeiro: Cultura Médica. 1991; 145-55.
12. Knobel M. Visão psicológica na adolescência normal. In: Coates V, Beznos GW, Françoso LA. Medicina do
Adolescente. 2 ed. Sarvier. 2003; 39-44.
13. Korin EC. La importancia de la familia en la atención del adolescente. In: Silber TJ, Munist MM, Madaleno M, Ojeda
ENS. Manual de Medicina de la Adolescencia. Washington DC: Organización Panamericana de la Salud. 1992; 13-21.
14. Neinstein LS, Juliani MA, Shapiro J. Psychosocial development in normal adolescents. In: Neinstein LS. Adolescent
health care: a pratical guide. 3 ed. Maryland: Williams & Wilkins. 1996; 40-60.
15. Preto NG. Transformação do sistema familiar na adolescência. In: Carter B, McGoldrick M. As mudanças no ciclo de
vida familiar: uma estrutura para terapia familiar. 2 ed. Porto Alegre: Artes Médicas. 1995; 223-46.
16. Saito MI. Atenção integral à saúde do adolescente. In: Saito MI, Silva LEV. Adolescência: prevenção e risco. São
Paulo: Atheneu. 2001; 199-204.
17. Saito MI, Leal MM. Síndrome da adolescência normal. In: Saito MI, Silva LEV. Adolescência: prevenção e risco. São
Paulo: Atheneu. 2001; 105-12.

volume 4  nº 3  agosto 2007 Adolescência & Saúde

Você também pode gostar