Você está na página 1de 5

XI Congreso Ibérico de Agroingeniería

XI Congresso Ibérico de Agroengenharia


2021

PARÂMETROS BIOQUÍMICOS DE BOVINOS DE LEITE NO SEMIÁRIDO


BRASILEIRO
Vinícius Diniz 1, Sávio Martins 2, Braúlia Gomes 3, Valmir Feitosa 4, Nágela Mascarenhas 5 e Nelson da Costa 6

1 Universidade Federal do Cariri - UFCA 1; vinícius.diniz@aluno.ufca.edu.br


2 Universidade Federal do Cariri - UFCA 2; savio.roberto@aluno.ufca.edu.br
3 Universidade Federal do Cariri - UFCA 3; brauliagf@hotmail.com
4 Universidade Federal do Cariri - UFCA 5; valmir.feitosa@ufca.edu.br
5 Universidade Federal do Cariri - UFCA 5; eng.nagelamaria@gmail.com
6 Universidade Federal do Cariri - UFCA 6; nelson.costa@ufca.edu.br

Resumo: O estudo analisou parâmetros bioquímicos sanguíneos de bovinos de leite criados em clima semiárido, analisando
possíveis variações nos valores de referência devido à influência da mudança nutricional que ocasionassem mudanças
homeostáticas. O experimento foi conduzido no estado do Ceará-Brasil, no qual seis vacas leiteiras adultas, sem padrão racial
definido, foram utilizadas para coletas de sangue semanais. Os animais foram dispostos em baias individuais e alimentados
com rações balanceadas, sendo três rações concentradas, ração 1 – com 2% óleo de soja, ração 2 – com 2% óleo de pequi e ração
3 - com 2% óleo de macaúba. Não houve efeito dos tratamentos sobre as concentrações sanguíneas do leucograma. Porém, no
eritrograma, no tratamento onde foram adicionados 2% de óleo de macaúba à ração, o número total de hemácias e a
concentração de hemoglobina foi maior que nos demais tratamentos. Os índices plaquetários e a hemoglobina corpuscular
média, no tratamento em que não houve adição de óleo na ração, tiveram uma diferença significativa quando comparados
aos demais. Dietas para bovinos de leite, contendo 2% dos óleos de pequi, soja e macaúba não alteraram de forma significativa
o leucograma e o eritrograma, consequentemente mantendo a homeostase dos animais.

Palavras-chave: Eritrograma; leucograma; parâmetros bioquímicos

1. Introdução
Animais de maior potencial produtivo, além de precisar consumir uma maior quantidade de alimento, precisam
de dietas com maior concentração de nutrientes, principalmente, de energia (Ospina et al., 2000). Entre as estratégias
para aumentar a densidade energética da dieta de vacas no início da lactação, tem-se estudado a suplementação com
lipídeos (Duarte, 2005 apud Palmquist & Mattos, 1978). Dessa forma, a suplementação na ração através da utilização de
aditivos lipídicos oferece grande potencial para aumentar a produtividade de forma mais abrangente.
Entre as opções de alimentação com dietas ricas em lipídeos, o grão de soja destaca-se (Duarte, 2005 apud
Palmquist & Mattos, 1978). De modo geral, as sementes de oleaginosas possuem alto percentual de ácidos graxos
insaturados (75% em média), como os ácidos oléico, linoléico e linolênico, que são líquidos à temperatura ambiente. O
uso de óleo em rações para ruminantes apresenta efeitos desejáveis, como inibição da produção de metano, redução da
concentração de NH3 (amônia) ruminal, aumento na eficiência da síntese microbiana e aumento de ácido linoléico
conjugado (CLA) no leite, que tem sido considerado um importante agente anticarcinogênico (Lin et al., 1995).
Os parâmetros bioquímicos do sangue traduzem de maneira confiável a relação proporcional entre o ingresso,
ou egresso e a metabolização dos nutrientes no organismo animal. A este equilíbrio dá-se o nome de homeostase e a
conservação do mesmo é imprescindível para a excelência do padrão nutricional do rebanho, corrigindo desequilíbrios
nutricionais, melhorando a saúde e, consequentemente, a produtividade (González et al. 2000). .
Os componentes do plasma sanguíneo têm relação direta com a composição química e a digestibilidade dos
componentes da dieta. Para uma correta interpretação dos parâmetros sanguíneos deve-se contar com valores de

www.agroing.com
XI Congreso Ibérico de Agroingeniería / XI Congresso Ibérico de Agroengenharia 2021 2 of 5

referência apropriados para a região e/ou a espécie em particular, no entanto, não sendo possível, os valores referenciais
utilizados deverão ser de zonas climáticas e grupos de animais semelhantes (ARRUDA et al., 2008).
Na busca de informações mais efetivas na literatura a respeito de análises de hemogramas de bovinos de leite
submetidos a dietas diferentes e, principalmente, poucas pesquisas planejadas adequadamente para avaliar a influência
da adição de lipídeos na alimentação de bovinos estimularam a elaboração do presente trabalho, o qual visa analisar
parâmetros bioquímicos sanguíneos de bovinos de leite criados em clima semiárido, observando possíveis variações
nos valores de referência devido à influência da mudança nutricional que possam ocasionar mudanças homeostáticas.

2. Materiais e Métodos
O experimento foi conduzido no setor de bovinocultura do Instituto Federal de Ciência e Educação - IFCE,
Campus Crato, no município de Crato, Ceará-Brasil, nos meses de Abril a Junho de 2016.
Foram utilizadas seis vacas adultas sem padrão racial definido, ambas no terço final da gestação e uma
produção média diária de 10 litros de leite. Os animais foram dispostos em baias individuais providas de cochos e
bebedouros e receberam três tipos de rações totais compostas por capim elefante in natura picado e ração concentrada
à base de milho em grão moído, farelo de soja e núcleo mineral-vitamínico, diferindo entre si o tipo de óleo que foi
utilizado como aditivo na proporção de 2% da ração concentrada, exceto o tratamento 1 (controle) que não teve nenhum
tipo de óleo na ração concentrada.
As rações foram balanceadas conforme as recomendações apresentadas pelo NATIONAL RESEARCH
COUNCIL - NRC (1989) para atender as exigências nutricionais para a categoria animal em avaliação, de forma a se ter
três rações concentradas, ração 1 – com óleo de soja, ração 2 – com óleo de pequi e ração 3 - com óleo de macaúba,
apresentando-se isoproteicas e isoenergéticas.
Para a análise dos parâmetros séricos foram coletadas, semanalmente, amostras de sangue por punção da veia
jugular externa, em tubos do tipo vacutainer, descartáveis, de vidro, siliconizado, com tampa e sem adição de
anticoagulantes.
De cada amostra de sangue colhida foram obtidos os dados relativos a número de leucócitos, número de
hemácias, hemoglobina, hematócritos, largura de hemácias no sangue, volume corpuscular, teor médio de
hemoglobina, concentração média de hemoglobina, teor de linfócitos, número de granulócitos, número de monócitos,
número de plaquetas, procalcitonina, volume de plaquetas, índice de distribuição de plaquetas e glicose.
O trabalho constou de três períodos experimentais de 23 dias. Os animais foram distribuídos em um
delineamento em blocos casualizado, as coletas foram realizadas semanalmente, pela manhã, cada animal em cada
período correspondeu a uma unidade experimental, resultando em um total de 18 unidades experimentais. A primeira,
período de adaptação, no qual os animais estavam em baias individuais, se alimentando de rações não formuladas com
os óleos.
As análises estatísticas foram realizadas pela ANOVA a 5% de probabilidade usando o “general linear model”
(ProcGLM) do programa estatístico SAS versão 9.3, USA (SAS, 2011), considerando os efeitos dos quatro tratamentos
recebidos pelas fêmeas bovinas: sem adição de óleo, com adição de 2% de óleo de pequi, com adição de 2% de óleo de
soja e com 2% de adição de óleo de macaúba.

3. Resultados

Para julgar como anormais os resultados de exames laboratoriais, deve-se ter idéia da amplitude de variação
dos parâmetros em uma população de animais saudáveis. De acordo com Lassen (2007), esses valores devem ser
estabelecidos para cada espécie.
A Tabela 1 apresenta os resultados dos parâmetros sanguíneos do leucograma, com médias, desvio padrão e
valores de referências da espécie bovina.

Tabela 1. Leucograma com seus parâmetros sanguíneos WBC, LYM, MON e GRA, nos quatro tratamentos recebidos
pelas fêmeas bovinas: sem adição de óleo, com adição de 2% de óleo de pequi, com adição de 2% de óleo de soja e com
2% de adição de óleo de macaúba.
XI Congreso Ibérico de Agroingeniería / XI Congresso Ibérico de Agroengenharia 2021 3 of 5

LEUCOGRAMA

Parâmetros Tratamentos
sanguíneos Sem adição de Adição de 2% de Adição de 2% de Adição de 2% óleo de macaúba
óleo óleo de pequi óleo de soja
WBCns 11,60 ± 3,43 11,13 ± 3,39 12,49 ± 3,64 11,80 ± 2,85
(4.000 - 12.000)
LYM 5,715 ± 140 5,168 ± 119,7 5,235 ± 131,1 4,947 ± 121,6
(μL) (2.500 - 7.500)
#LYM 68,8 ± 3,78 58,5 ± 2,66 67,1 ± 3,40 59,7 ± 2,83
(%) (45 - 75)
MON 18,78 ± 5,76 15,88 ± 4,84 15,73 ± 4,97 16,16 ± 4,27
(μL) (25 – 840)
#MON 2,07 ± 0,63 1,69 ± 0,50 1,86 ± 0,69 1,78 ± 0,30
(%) (2 – 7)
GRA 2,407 ± 138,6 3,244 ± 101,3 3,191 ± 105,9 3,437 ± 112,7
(μL) (0 - 2.400)
#GRA 2,70 ± 1,42 3,76 ± 1,58 3,92 ± 1,19 4,05 ± 1,32
(%) (0 - 20)
WBC - linfócitos; LYM - linfócitos; MON - monócitos; GRA - granulócitos

Tabela 2. Eritrograma com seus parâmetros sanguíneos RBC, HGB, HCT, PLT, MCHC, RDW, MPV e PDW nos quatro
tratamentos recebidos pelas fêmeas bovinas: sem adição de óleo, com adição de 2% de óleo de pequi, com adição de 2%
de óleo de soja e com 2% de adição de óleo de macaúba.

ERITROGRAMA

Parâmetros Tratamentos
sanguíneos Sem adição de Adição de 2% Adição de 2% Adição de 2% óleo de macaúba
óleo óleo de pequi óleo de soja

RBCns 6,18 ± 0,56 b 6,79 ± 1,14 b 6,64 ± 0,86 b 6,81 ± 0,86 a


(x 106 μL-1) (5 – 10)

HGB 8,25 ± 0,84 b 9,99 ± 1,51 b 9,75 ± 1,23 b 10,10 ± 1,33 a


(g dL-1) (8 – 15)

HCT 26,93 ± 2,94 30,98 ± 5,64 29,75 ± 3,9 30,71 ± 3,7


(%)
(24 – 46)

PLT 766,33 ± 187 a 563,75 ± 172 b 514,40 ± 172 b 523,25 ± 168 b


(x 105 μL-1)
(100 – 800)

MCHC 30,68 ± 0,6 b 32,46 ± 1,71 ab 32,85 ± 2,24 a 32,96 ± 2,04 a


(%) (30 – 36)
XI Congreso Ibérico de Agroingeniería / XI Congresso Ibérico de Agroengenharia 2021 4 of 5

RDW 17,27 ± 2,19 18,28 ± 0,93 17,99 ± 1,23 17,87 ± 1,54


(x106/μL) (16 – 24)
MPV 8,12 ± 2,37 9,40 ± 2,20 9,53 ± 2,36 9,64 ± 2,64
(fL) (1 – 8)

PDW 3,70 ± 1,24 a 1,93 ± 1,59 b 1,22 ± 1,14 b 1,13 ± 1,24 b


RBC - hemácias; HGB - hemoglobina; HCT - hematócrito; PLT - plaquetas; RDW - amplitude de distribuição de
eritrócitos; MPV - volume médio de plaquetas; PDW - distribuição de plaquetas

4. Discussão
Nos resultados obtidos para o leucograma, não houve diferença significativa entre o número total de leucócitos
(WBC) nos quatro tratamentos aplicados. Silva et al. (2013), trabalhando com bovinos de corte com a inclusão de 10%
de glicerina associada ou não a diferentes volumosos também não encontrou alterações significativas (P>0,5). Ambos
os tratamentos, exceto o com adição de 2% de óleo de soja, encontram-se dentro dos valores de normalidade para a
espécie (Jain,1993; Garcia-Navarro, 2005).
Nos níveis de linfócitos (LYM) não houve diferença significativa entre os tratamentos e apresentou-se dentro
da faixa de normalidade para espécie, segundo Jain (1993) e não sofreu influência da adição dos óleos na alimentação.
Paula et al. (2008) encontraram resultados semelhantes ao analisar parâmetros clínicos e hematológicos de reprodutores
caprinos durante a transição da estação seca para chuvosa no Ceará.
Na contagem total de monócitos (MON) não houve diferença significativa entre os quatro tratamentos
observados. Há variações quanto à quantidade normal de monócitos na corrente sanguínea dos bovinos, para Weiser
& Thrall (2006) os valores estão entre 0 – 800 células/μL, mas Jain (1993) considera normais os níveis compreendidos
entre 25 a 840 células/μL.
Constatou-se que não houve diferença significativa entre os níveis de granulócitos (GRA) nos quatro
tratamentos. Porém, com exceção do tratamento em que não houve adição de óleo, os resultados obtidos estão acima
dos limites estabelecidos por Jain (1993). Silva et al. (2012) ao inserirem glicerina bruta na dieta de bovinos de corte
confinados observaram que a alta ingestão de concentrado com adição de glicerina na dieta gera aumento do
metabolismo hepático, devido à maior ação do metabolismo energético do animal. Isso pode justificar o aumento na
contagem de granulócitos, que pode ser explicado devido à maior ação de órgãos hematopoiéticos, como o fígado, por
exemplo.
Todos os parâmetros do eritrograma encontram-se dentro dos limites fisiológicos estabelecidos por Jain (1993)
e Garcia-Navarro (2005) para espécie bovina. Exceto o volume médio de plaquetas (MPV) que se encontra levemente
acima do valor máximo pré-determinado.
No tratamento onde foram adicionados 2% de óleo de macaúba à ração, o número total de hemácias (RBC) e
hemoglobina (HGB) foi maior (P>0,05) que nos demais tratamentos.
Verificou-se que não houve diferença significativa (P>0,05) nos níveis de hematócrito (HCT) sangüíneo nos
diferentes tratamentos analisados e tampouco excederam os limites propostos por Jain (1993).
Mudanças que ocorrem durante o período de lactação nas vacas sofrem irregularidades e variam de acordo com
a aptidão dos animais (corte ou leite). Geralmente, vacas secas possuem valores de RBC, HGB e HCT mais elevados que
os encontrados nas fêmeas em lactação. Este fato é explicado pela produção do leite: altas produtoras de leite tendem a
ter valores do eritrograma mais baixos que as vacas que produzem menores quantidades de leite, sendo que aquelas
podem até desenvolver anemia (Borges, 2008 apud Allard et al., 1989).
Os índices plaquetários (PLT) nos quatro tratamentos ficaram dentro dos limites estabelecidos por Jain (1993).
O tratamento em que não houve adição de óleo na ração teve uma diferença significativa (P>0,5) quando comparado
aos demais. Como os lipídios possuem alto índice refratário, eles podem gerar sinais anormais localizados próximo das
plaquetas ou no mesmo local (Yang et al., 2006).
Os indicadores de MCHC nos quatro tratamentos se mantiveram entre os parâmetros sugeridos por Jain (1993).
Observou-se que o tratamento que não foi adicionado óleo à ração teve uma diferença significativa (P>0,5) em relação
XI Congreso Ibérico de Agroingeniería / XI Congresso Ibérico de Agroengenharia 2021 5 of 5

aos demais. Uma das causas que faz com que o MCHC tenha seu valor aumentado é a ocorrência de hemoglobina livre
no plasma. Assim como também ocorre pela hemólise intravascular ou durante a coleta ou a manipulação. Valores
significativamente elevados de CHCM devem sempre ser considerados como erro (Bush, 2004 apud Carvalho, 2008).
Nos quatro tratamentos realizados, o índice de RDW ficou entre os parâmetros estabelecidos por Jain (1993) e
não houve diferença significativa entre eles.
Não houve diferença significativa do MPV entre os quatro tratamentos realizados, porém, os tratamentos em
que foram adicionados óleos vegetais à ração ultrapassaram os parâmetros propostos por Jain (1993). Segundo Rebar et
al. (2003), podem ocorrer falsos aumentos do VPM quando as plaquetas estão expostas ao EDTA e são mantidas em
ambiente frio ou refrigeradas, fato também observado no presente estudo.
O intervalo de referência do PDW varia conforme o VPM (Silva e Comar, 2009). Por essa razão, o volume
plaquetário não pode ser avaliado separadamente da contagem de plaquetas e uma correlação inversa entre esses
parâmetros pode ser encontrada, como o caso do presente estudo, em que o MPV aumenta conforme o PDW diminui.

5. Conclusão
Após as análises dos parâmetros bioquímicos, constatou-se que a adição de 2% dos óleos de pequi, soja e
macaúba na dieta de fêmeas bovinas leiteiras mestiças, não alteraram de forma significativa o leucograma e o
eritrograma, consequentemente mantendo a homeostase dos animais.
Havendo disponibilidade de óleos vegetais na região de criação de bovinos de leite mestiços, pode-se utilizar
os mesmos de forma controlada para que não alterem a homeostase dos animais e possam favorecer a produção de leite
e o bem estar animal.
Pesquisas complementares, com um número maior de animais e diferentes níveis de inclusão dos óleos, além
de uma maior variedade de óleos devem ser executadas para consolidar os resultados aqui obtidos.

Referências

1. OSPINA, H.; MÜHLBACH, P.R.F.; PRATES, E.R.; et al. Por Que e Como Otimizar o Consumo de Vacas em Lactação. In:
Encontro anual da UFRGS sobre nutrição de ruminantes, 2000, Porto Alegre. [Anais]: Novos desafios para a produção leiteira do
Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Departamento de Zootecnia da UFRGS, 2000.
2. DUARTE, L. M. A. Efeito de diferentes fontes de gordura na dieta de vacas Jersey sobre o consumo, a produção e a
composição do leite. Revista Brasileira de Zootecnia, v.34, n.6, p.2020-2028, 2005.
3. LIN, H.; BOYSLON, T.D.; CHANG, M.J. et al. Survey of the conjugated linoleic acid contents of dairy products. Journal of
Dairy Science, v.78, n.11, p.2358-2365, 1995.
4. GONZÁLEZ, F.H.D. Uso de perfil metabólico para determinar o status nutricional em gado de corte. Porto Alegre, Brasil, Gráfica
da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2000.
5. ARRUDA, D. S. R.; CALIXTO JUNIOR, M.; JOBIM, C. C.; SANTOS, G. T. Efeito de diferentes volumosos sobre os
constituintes sangüíneos de vacas da raça holandesa. Revista Brasileira de Saúde e Produção Animal, v. 9, n.1, p.35-44, 2008.
6. SILVA, D. A. V., et al. Volumosos e glicerina bruta na dieta de bovinos de corte: efeito sobre o hemograma e bioquímica
sérica. ARS VETERINARIA, Jaboticabal, SP, v.29, n.3, 183-189, 2013.
7. JAIN, N. C. Essentials of veterinary hematology. Philadelphia: Lea & Febiger, 1993.
8. GARCIA-NAVARRO, C. E. K.; PACHALY, J. R. Manual de hematologia veterinária. São Paulo: Livraria Varela, 2005.
9. WEISER, M. G.; THRALL, M. A. Hematologia. In: HENDRIX, C. M. Procedimentos laboratoriais para técnicos veterinários. 4ed.
São Paulo: Editora Roca, 2006, cap. 10, p. 118 – 122.
10. BORGES, A. C. Componentes sanguíneos de bovinos (Bos taurus) sadios da raça pantaneira, em diferentes faixas etárias, criados
extensivamente. Dissertação (mestrado em Ciência Animal). Goiânia, GO: UFG, 2008.
11. YANG, A.; PIZZULLI, L.; LÜDERITZ, B. Mean platelet volume as marker of restenosis after percutaneous transluminal
coronary angioplasty in patients with stable and unstable angina pectoris. Thrombosis Research, v. 117, 2006.
12. REBAR, A., et al. Interpretacion del Hemograma Canino y Felino. Wilmington, Delaware: Nestlé Purina PetCare Company, 2003.
13. SILVA, P. H.; COMAR, S. R. Determinação laboratorial e aplicação clínica dos parâmetros de volume plaquetário. Revista
Brasileira de Análises Clínicas, v. 41, 2009.

Você também pode gostar