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Álvaro Chime Chalé Jamal

MIOSE E MITOSE

Universidade Rovuma
Cabo Delgado
2021
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Álvaro Chime Chalé Jamal

Licenciatura em Agropecuária com Habilitações em Extensão Rural

MIOSE E MITOSE

Trabalho de carácter avaliativo a ser


entregue no departamentos de ciências
alimentar e agrária, na cadeira
avicultura e cunicultura 2 semestre do
2 ano recomendado por:

Eng.

Universidade Rovuma
Cabo Delgado
2021
2

Índice
Introdução...............................................................................................................................3
Objectivos................................................................................................................................3
Objectivo Geral........................................................................................................................3
Objectivos Específicos.............................................................................................................3
Metodologia............................................................................................................................3
Conceito...................................................................................................................................4
As fase meiose I:......................................................................................................................4
As fase meiose.........................................................................................................................5
O PROCESSO DE SÍNTESE DE PROTEÍNAS......................................................................6
Mitose......................................................................................................................................7
Profase.....................................................................................................................................7
Pro metafase.............................................................................................................................8
Metafase...................................................................................................................................8
Anafase....................................................................................................................................8
Telofase....................................................................................................................................9
Conclusao.................................................................................................................................9
Referência bibliográfica.........................................................................................................11
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Introdução
A mitose é o processo responsável pela divisão do material nuclear replicado, que em conjunto
com a citocinese, permite que uma célula origine duas cópias geneticamente iguais a ela própria
Este processo foi descrito e ilustrado em detalhe por Walter Flemming há mais de um século
(Flemming, 1882), e actualmente sabe-se que é coordenado pelo fuso mitótico, Apesar de ser a
fase mais curta do ciclo celular, a mitose é um das fases mais fascinantes do processo de divisão
celular, tendo em vista as evidentes alterações morfológicas que representam esta fase. As
diversas fases da mitose podem ser, profase, pro metafase,metafase,anafase,telefase em quando
que miose (reducional = cada célula-mãe produz quatro células filhas com metade do número
de Cromossomos, metafase,metafase,anafase,telefase e citocinese É a quebra da célula em duas.
Nos animais, ocorre de fora para dentro (centrípeta) e nos vegetais, de dentro para
Fora( centrífuga).

Objectivos
Objectivo Geral

 Descrever as fase de mitose e miose

Objectivos Específicos
 Analisar as fase de mitose e miose
 Classifacar as fase de mitose e mose
 Comparar as fase de mitose e miose

Metodologia
O trabalho resulta basicamente de pesquisas bibliográficas e consultas de sites na Internet.
Em termos de estrutura, o trabalho conta com três partes principais, sendo a primeira, a presente
introdução, a segunda parte é do desenvolvimento do tema, na terceira parte e por fim
apresentamos as referências bibliográficas de todo o material usado para a composição do
trabalho e os respectivos sites consultados na Internet
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Conceito
Mitose e miose são dois tipos de divisao celular, mitose, o processo de divisao celular resulta
em duas celulas-filhas geneticamente identicas,que se desenvolvem a partir de uma celula mae
já mitose a divisao de uma celula envolve duas fissoes do nucleo, dando origem a quatro celulas
sexuais, cada uma metade do cromossomos da celula orinal.

A meiose é dividida em fases: A Prófase I é uma fase longa dividida em 5


subfases, que não são interessantes de serem estudadas, sendo a única
importante a subfase denominada Diplóteno, onde ocorre o Crossing-over que
será explicado a seguir. A principal característica da mitose é o surgimento da
diversidade entre os indivíduo produzidos com seus pais e isso ocorre devido
dois fatores principais sao:

 Distribuição casual dos homólogos na meioseȊ


 Crossing-Over.

As fase meiose I:

 Intérfase: Os filamentos de cromatina se duplicam;


 Prófase I*: Os cromossomos se espiralam, os nucléolos desaparecem, saem as fibras de
fuso e os homólogos duplicados fazem o pareamento. Nesta fase ocorre o crossing-over;
 Metáfase I: Os cromossomos homólogos em seu grau máximo de espiralação se
dispõem na região mediana da célula (mas um em cima do outro);
 Anáfase I: As fibras se encurtam e os cromossomos homólogos se separam. (As
cromátides-irmãs permanecem unidas);
 Telófase I: Os cromossomos se desespiralam e originam duas células filhas haplóides
(sem cromossomos homólogos).
 INTERCINESE: Intervalo entre as duas fases principais da meiose;
 Prófase II: Há nova espiralação dos cromossomos, com fibras de fuso.
 Metáfase II: Os cromossomos se prendem às fibras de fuso pelo centrômero;
 Anáfase II: Ocorre duplicação dos centrômeros e com o encurtamento das fibras de
fuso, somente agora ocorre a separação das cromátides irmãs;
 Telófase II: Há a reorganização
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As fase meiose

 Intérfase: Os filamentos de cromatina se duplicam


 Prófase: nesta fase os cromossomos começam a ficar visíveis devido à espiralação;
Os nucléolos começam a desaparecer.
Dos centríolos começam a sair fibras de fuso que ajudará na divisão celular.
O núcleo absorve água, aumenta de volume e desorganiza a carioteca.
 Metáfase: os cromossomos são bem visíveis pois atingem o máximo de espiralação;
Os cromossomos se prendem às fibras de fuso na região equatorial da célula, um ao lado do
outro.
 Anáfase: As fibras de fuso começam a se encurtar, e como conseqüência, cada
filamento é puxado para os pólos da célula.
 Telófase: Os cromossomos começam a se desespiralar;
Os nucléolos e a carioteca começam a aparecer.
E os centríolos já se localizam em dupla em cada célula filha.
 Citocinese: É a quebra da célula em duas. Nos animais, ocorre de fora para dentro
(centrípeta) e nos vegetais, de dentro para
fora (centrífuga).

No crossing-over ocorre a quebra das cromátides irmãs em certos pontos,


seguida da troca de pedaços entre cromátides não
irmãs.

 QUANTIDADE DE DNA NA CÉLULA E GRÁFICOS


A intérfase não é o período de repouso da célula. Durante a intérfase ocorre a duplicação da
quantidade de DNA. Num gráfico, o
intervalo de tempo que isso ocorre foi denominado de S (síntese) e o período que antecede de
G1 e o que sucede a síntese de
G2. Portanto G1, S e G2 são períodos da intérfase. E cada fase foi denominada de uma forma no
gráfico.
 OS ÁCIDOS NUCLÉICOS E A SÍNTESE PROTÉICA
Os ácidos nucléicos são substâncias controladoras da atividade celular, são moléculas gigantes
formadas por monômeros
menores, conhecidos por nucleotídeos. Cada nucleotídeo por sua vez é formado,Podem ser
formados oito tipos de nucleotídeos com os componentes acima. Os nucleotídeos se ligam entre
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si através do fosfato do açúcar, nunca das bases nitrogenadas. Os dois tipos de ácidos nucléicos
são DNA (açúcar desoxirribose, bases nitrogenadas sao:
 timina,
 adenina,
 guanina
 citosina
RNA (açúcar ribose, bases nitrogenadas: uracila, adenina, guanina e citosina). O DNA é
composto por cadeias duplas, unidas
uma à outra através de pontes de hidrogênio (presentes nas bases nitrogenadas) seguindo esta
ordem: (o oposto tambémocorre)
O DNA tem forma de uma escada retorcida, cujos degraus são as pontes de hidrogênio entre as
bases nitrogenadas. O RNA é constituído por um filamento simples (as diferenças, como já foi
visto são o açúcar e a base uracila que entra no lugar da timina).
O RNA tem três tipos básicos:

O PROCESSO DE SÍNTESE DE PROTEÍNAS


 Transcrição: é o processo em que o DNA produz RNAm. Este processo se inicia com
a separação de duas fitas de DNA, uma
ativa (a que será usada) e a outra complementar. Na produção de RNA, o açúcar nos
nucleotídeos é a ribose; os nucleotídeos de
uracila participam no lugar dos nucleotídeos de adenina; a enzima que intervém no processo é a
RNA-polimerase.
 Açúcar: É uma característica variável nos nucleotídeos, mas em geral corresponde a
um monossacarídeo das pentoses (5
átomos de carbono). Pode ser do tipo RIBOSE ou DESOXIRRIBOSE (um átomo de oxigênio a
menos);
 Fosfato: É invariável. Composto basicamente por PO4 (Ânion fosfato);
 Bases Nitrogenadas: São compostas essencialmente por nitrogênio. Podem ser:

 Adenina
 Citosina ou pirimídicas
 Timina, Citosina e Uracila).
 Códon é o nome dado a um grupo de 3 três bases nitrogenadas, que se ligará a um
aminoácido correspondente, formando o
código genético (que é universal).
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 Tradução: É o processo de síntese de proteínas propriamente dito, onde ocorrerá a


leitura da mensagem contida no RNAm,
pelos ribossomos, que será decodificada a linguagem de ácido nucléico para a de proteína. O
anti-códon do RNAt se encaixa ao
códon do RNAm.
 Polirribossomo: Certas células produzem proteínas em grande quantidade, então uma
fileira de ribossomos se liga ao RNAm
efetuando a leitura. Polirribossomo, então, é o nome dado ao conjunto de ribossomos ligados ao
RNAm.
 Mutação gênica: são alterações na seqüência de nucleotídeos do DNA, que resultam
em alterações na ligação co aminoácidos, que originarão proteínas diferentes. Uma
mutação pode ocorrer por substituição, supressão (perda) ou adição de nucleotídeos. A
mutação pode trazer tanto conseqüências boas como más, mas na maioria das vezes,
mutações levam ao câncer (mudanças bruscas na estrutura). Dependendo da célula onde
a mutação ocorre, ela pode ou não ser transmitida aos descendentes. As propriedades do
DNA são: autoduplicação, controle do metabolismo celular e possibilidade de sofrer
mutações.

Mitose

Apesar de ser a fase mais curta do ciclo celular, a mitose é um das fases
mais fascinantes do processo de divisão celular, tendo em vista as
evidentes alterações morfológicas que representam esta fase. As
diversas fases da mitose podem ser visualizadas, com o auxílio de
corantes, sob microscopia óptica comum. Uma das preparações mais
usuais é feita a partir do esmagamento da raiz de Allium cepa (cebola) e
posterior coloração com azul de metileno. Como vimos anteriormente, a
mitose é sub-dividada em diversas fases, que passaremos a estudar
agora.

Profase
A entrada na mitose é marcada pelo início da condensação da cromatina, dando origem
aos cromossomos, e pela duplicação dos centrossomos, que serão responsáveis pela
organização do fuso mitótico. Os cromossomos duplicados são unidos por estruturas protéicas
(complexo de coesão) em uma região denominada centrômero. As proteínas envolvidas na
união das cromátides irmãs (como são chamados os cromossomos após a formação dos pares)
são as coesinas. Já a condensação da cromatina é regulada pelas proteínas chamadas
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condensinas. É importante ressaltarmos, aqui, que todas as feições morfológicas da mitose


dependem diretamente, ou indiretamente, da atividade do complexo ciclina B/cdk1, que também
é conhecido como fator promotor da maturação (MPF) por ter sido descoberto na maturação de
oócitos de anfíbios durante a meiose.

Pro metafase
A entrada na pró-metáfase é caracterizada pelo desarranjo do envelope nuclear, fruto da
fosforilação das laminas nucleares pelo complexo ciclina B/cdk1. Assim, o material genético
tem acesso ao citoplasma, onde os cromossomos poderão se unir aos polímeros do microtúbulo,
em uma região localizada no centrômero e denominada cinetócoro, para dar início à formação
do fuso mitótico. Em alguns eucariotos unicelulares, como as leveduras, por exemplo, o
envelope nuclear permanece integro durante a mitose. Neste caso, os cromossomos migram
para os pólos opostos do núcleo, onde se ligam à porção interna do envelope nuclear. Este tipo
de mitose é denominado mitose fechada em contraposição à mitose aberta, onde o envelope
nuclear é desfeito

Metafase
A metáfase é marcada pela localização dos centrossomos nos pólos da célula e pelo
alinhamento das cromátides irmãs no plano equatorial da mesma. O alinhamento das cromátides
na placa metafásica, através do fuso mitótico, garante, ao processo de divisão celular, que o
conteúdo genético, duplicado na intérfase, seja distribuído de forma homogênea para ambas as
células filhas. O alinhamento das cromátides irmãs no plano equatorial é uma condição
essencial para o prosseguimento do ciclo celular. Este requisito é considerado o terceiro ponto
de restrição (ou verificação) do ciclo.

Anafase
Caso as cromátides irmãs estejam devidamente alinhadas no plano equatorial da célula, um
complexo protéico, denominado Complexo Promotor da Anáfase, será ativado. Este complexo é
responsável pela degradação das coesinas, e conseqüente separação das cromátides irmãs, além
de induzir a degradação proteolítica da ciclina B, dando início ao processo de inativação do
complexo ciclina
A separação das cromátides irmãs marca o início da anáfase. Logo em seguida, tem-se
início o processo de encurtamento dos microtúbulos ligados aos cinetócoros. Este encurtamento,
alvo da instabilidade dos microtúbulos e que parece estar associado à inativação parcial dos
complexos ciclina, é responsável pela movimentação dos cromossomos em direção aos
pólos da célula, o que é reforçado, ainda mais, pelo movimento dos centrossomos em direção às
extremidades celulares por meio dos microtúbulos astrais, que o conectam à membrana
plasmática. Assim, no final da anáfase, os cromossomos duplicados na fase S estão dispostos
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nos pólos opostos da célula. Cada extremidade celular, contém, assim, uma cópia idêntica do
material genético da célula mãe.

Telofase
Podemos conceber a telófase como um processo reverso àquele iniciado na mitose: o envelope
nuclear é reorganizado, o fuso mitótico é desfeito e os cromossomos são descondensados. O
envelope nuclear é reorganizado a partir da fusão das vesículas originadas do seu desarranjo
durante a pró-metáfase. Acredita-se que estas vesículas se liguem aos cromossomos através das
laminas nucleares, dando início a um processo de fusão vesicular que culmina com a
regeneração do envelope nuclear e o confinamento do material genético no interior do núcleo
recém formado. A inativação das condensinas promove a descondensação dos cromossomos e o
retorno da cromatina como a configuração estrutural do material genético. Por fim, o nucléolo é
reorganizado, restabelecendo as feições originais do núcleo interfásico.

A divisão celular termina, no entanto, com a divisão do citoplasma em um processo conhecido


como citocinese. A citocinese tem início na anáfase, terminando na telófase. Em células
animais, um anel contráctil formado por filamentos de actina e miosina é responsável pela
compressão da membrana plasmática de forma a gerar as duas células filhas. Em plantas
superiores, a citocinese é resultado da formação de uma nova membrana e parede celular por
uma estrutura denominada fragmoplasto, um complexo formado pelo microtúbulo,
microfilamentos e elementos do retículo endoplasmático. Inicialmente, vesículas oriundas do
complexo golgiense se alinham no meio da célula formando uma estrutura denominada placa
celular, que com o auxílio do fragmoplasto se projeta em direção à superfície celular, levando à
divisão da célula e à formação das duas células filhas.
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Conclusao
Em apreciacao trabalho chegando a fim conclui se amitose e meiose Na levedura S.
cerevisiae, a via de transdução de sinal conhecida como MEN (Mitotic Exit Network)
controla a saída da mitose, assegurando que esta etapa só ocorre após ter sido iniciada a
separação dos cromatídeos irmãos (revisto em Bardin & Amon, 2001 e Bosi & Li,
2005). Esta via é uma cascata de cinases Gap, cujos componentes estão localizados no SPB
e no pescoço da gémula (McCollum & Gould, 2001). A via MEN é constituída por quatro
proteínas cinases (Cdc5, Cdc15, Dbf2 e Dbf20), uma GTPase (Tem1), uma GEF (Lte1), pelo
complexo Bub2-Bfa1/Byr4, por uma fosfatase (Cdc14), uma proteína que liga a Dbf2 (Mob1) e
por uma proteína estrutural, componente dos SPB, a Nud1 (revisto em Bardin & Amon, 2001 e
Guertin et al., 2002).
No topo desta cascata está a Tem1, uma GTPase que funciona como um interruptor, que está
activo quando está ligado ao GTP e inactivo quando ligado ao GDP. A Tem1 é regulada
negativamente pelo complexo Bub2-Bfa1/Byr4 e é activada quando se liga a Lte1 (Bardin et al.,
2000). Quando activa, a Tem1 recruta a Cdc15 para o SPB, promovendo a activação do
complexo cinásico Dbf2/Mob1. O evento final da cascata MEN é activação da fosfatase Cdc14,
que por sua vez altera o estado de fosforilação da CDK. Embora se saiba que a função da via
MEN na anafase é inibir a libertação da fosfatase Cdc14 do núcleo, o mecanismo pelo qual isto
acontece ainda não está definido. A fosfatase Cdc14 é, assim, o elemento central desta cascata
de sinalização e, na interfase e no inicio da mitose está sequestrada e inactivada no
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Referência bibliográfica

_http://www.johnkyrk.com/mitosis.pt.html (em português)


_http://www.cellsalive.com/cell_cycle.htm
_http://nobelprize.org/educational/medicine/2001

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