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Aula 03

Conhecimentos Pedagógicos p/ Secretaria de educação DF (com videoaulas)

Professores: Fabiana Firmino, Fernanda Lima


Conhecimentos Pedagógicos
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Profas. Fabiana Firmino e Fernanda Lima Aula 03
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AULA 03: A avaliação na perspectiva da construção do
conhecimento. Desenvolvimento de competências:
conhecimentos, habilidades, atitudes. Currículo e construção do
conhecimento.

SUMÁRIO PÁGINA
1. Apresentação 01
2. A avaliação na perspectiva da construção do 02
conhecimento
3. Funções da avaliação 05
4-Desenvolvimento de competências: conhecimentos, 11
habilidades, atitudes
5- Currículo e construção do conhecimento 15
6 - PCNs 26
7 - Questões 37
8 - Gabarito 45
9 - Bibliografia 46

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Olá querid@ alun@!!!!

Os conteúdos da aula de hoje são os mais cobrados e sempre


aparecem nos concursos voltados a área educacional, por isso
preste atenção!

Está conseguindo acompanhar as aulas direitinho? Iremos cobrar


nossa rodada de pão de queijo depois☺.
Então vamos lá:

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A AVALIAÇÃO NA PERSPECTIVA DA CONSTRUÇÃO DO


CONHECIMENTO

O que é avaliação escolar?


É um componente do processo de ensino e aprendizagem que busca
comparar o que foi adquirido com o que se pretende alcançar.

Podemos dizer que a avaliação tem como objetivo diagnosticar como a


escola e o professor estão contribuindo para o desenvolvimento dos alunos.

Avaliação Processual – É a avaliação continua

Avaliação Pontual – É a avaliação de resultado

Princípios da avaliação:

Integralidade - A avaliação deve perceber o estudante como um todo,


considerando todos os envolvidos no processo.

Funcionalidade – Relaciona a avaliação aos objetivos educacionais.


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Orientação – Direciona a prática escolar. Ela não pode assumir um caráter


excludente.

Sistematicidade – A avaliação deve ser muito bem planejada, integrando


todo o trabalho educativo.

A avaliação é um processo contínuo, por isso deve ser projetada para


acompanhar a aprendizagem, identificando as conquistas diante do
desenvolvimento real do aluno. Uma avaliação inicial traz para o professor

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as características e o suporte necessário para que ele possa desenvolver o
planejamento de acordo com as características de seus alunos.

Segue abaixo, as principais características da avaliação escolar


conforme Libâneo:

" Reflete a unidade objetivos-conteúdos-métodos

" Possibilita a revisão do plano de ensino

" Ajuda a desenvolver capacidades e habilidades

" Volta-se para a atividade dos alunos

" Deve ser objetiva

" Ajuda na percepção do professor

" Reflete valores e expectativas do professor em relação aos alunos

Esse autor ainda nos traz como tarefas da avaliação a verificação, a


qualificação e a apreciação qualitativa.

Verificação – Coleta de dados por meio de provas, exercícios e tarefas ou


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outros meios auxiliares.

Qualificação – Comprovação dos resultados alcançados e conforme o


caso, atribuição de notas.

Apreciação Qualitativa – Avaliação propriamente dita, referindo-se aos


padrões de desempenho esperados.

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Fique de olho!
Querido(a) aluno(a), chamamos a tenção de vocês para
verificarem cada conceito que envolve a avaliação. Cuidado para
não confundir a teoria com a sua prática como docente. Muitas
escolas ainda utilizam a avaliação apenas para classificar os
alunos em aprovados e reprovados a partir das notas que foram
obtidas nas provas. Estamos vendo aqui na aula que a avaliação
é muito mais do que isso. Portanto, não vamos vacilar!

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Preste bastante atenção nas funções da avaliação (que mudam de


acordo com alguns autores) e que sempre caem nas provas. O

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conceito abaixo é um dos mais cobrados por nossas bancas
examinadoras. Tome nota:

FUNÇÕES DA AVALIAÇÃO:

A avaliação apresenta três funções:

FUNÇÃO DIAGNÓSTICA

É realizada no início do processo para direcionar o trabalho do professor.


Nessa fase são estudados e levantados os conhecimentos prévios dos
alunos para que o professor possa verificar como colocará em prática o seu
planejamento, de forma a atender as características dos alunos.

FUNÇÃO FORMATIVA OU PROCESSUAL

É realizada durante o processo para acompanhar o desenvolvimento dos


alunos. A função formativa proporciona ao professor e aos estudantes as
informações necessárias para corrigir as possíveis falhas, estimulando
todos a continuarem o trabalho. Nessa fase encontra-se o famoso feedback
que reorienta os envolvidos em suas tarefas de forma positiva.

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FUNÇÃO SOMATIVA (CLASSIFICATÓRIA)

É realizada no final do processo, classificando os alunos quanto ao nível de


desenvolvimento. Esta fase oferece também as informações necessárias
para o registro das atividades que foram desempenhadas pelos alunos.

Agora que já sabemos desses conceitos, vamos analisar as funções


da avaliação escolar na perspectiva de Jose Carlos Libâneo que
também é muito cobrado:

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Libâneo classifica a avaliação em três funções: Pedagógico-


didática, diagnóstica e controle.

PEDAGÓGICO-DIDÁTICA

Está relacionada ao cumprimento dos objetivos educacionais. Essa


avaliação ajuda na compreensão acerca do alcance dos objetivos
educacionais.

DIAGNÓSTICA

Apresenta os avanços e os problemas dos alunos junto com a atuação do


professor.
Ocorre em três fases
Início – Para sondar os conhecimentos
Durante – Para acompanhar o desenvolvimento dos professores e dos
alunos
Final – Para verificar o resultado do trabalho desenvolvido

Com essas informações o professor poderá propor modificações durante o


processo de ensino e aprendizagem.

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CONTROLE

Está relacionada aos meios e a frequência das verificações e de qualificação


dos resultados escolares, permitindo o diagnóstico das situações didáticas.

Essas três funções atuam de forma interdependentes, não podendo


ser isoladas!

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Vamos conhecer um pouquinho mais sobre alguns fatores que envolvem a


avaliação escolar e que não foram conceituados:

A observação: É muito importante durante o acompanhamento dos


alunos. Com ela o professor pode modificar as dificuldades identificadas
que influenciam a aprendizagem dos estudantes.

A entrevista: Ajuda e busca conhecer o aluno em seu desempenho


escolar. Contribui com as informações que o professor já tem, tratando
assim problemas mais específicos, esclarecendo dúvidas quanto às atitudes
e hábitos de determinada criança.

Você já ouviu falar sobre os quatro pilares da educação? Não?


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Então querido(a) aluno(a), não vamos dar bobeira na hora da


prova. Temos que puxar um assunto ao outro para não ficar nada
no nosso caminho concorda?
Fazendo uma reflexão maior sobre a avaliação escolar como uma
visão de transformação de mundo, podemos dizer que ela está ligada
ao compromisso a favor de uma prática democrática que deve conduzir o
aluno a pensar, sendo este criativo, consciente e crítico. Sendo assim, essa
visão está exatamente relacionada com a proposta de aprendizagem

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definida pela UNESCO como eixos que são: Aprender a conhecer,
aprender a fazer, aprender a viver junto e aprender a ser.

Aprender a conhecer – Relaciona-se com o interesse por aprender coisas


novas.

Aprender a fazer – Relaciona-se a coragem de executar e poder correr


riscos

Aprender a viver junto – Relaciona-se ao desafio de poder conviver e


respeitar os outros

Aprender a ser – Relaciona-se ao exercício da cidadania, o papel de ser


cidadão e o seu objetivo de viver.

Para que tudo isso seja realizado de forma satisfatória dentro da sociedade
e do processo de ensino, é necessário que a avaliação se coloque numa
posição de condição estratégica para que as mudanças se concretizem.

Existem também outras formas de avaliação que já caíram em


concursos, vamos conhecer um pouquinho mais:

Avaliação Informal: Faz parte do processo desenvolvido pelo professor


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que consiste em elogios, castigos, ameaças entre outros aspectos em que


o educador traça sobre o perfil do aluno durante o processo de ensino. Para
Freitas, esse tipo de avaliação consiste na construção, pelo professor, “de
juízos gerais sobre o aluno, cujo processo de constituição está encoberto e
é aparentemente assistemático”.

Avaliação formal: É formada por instrumentos específicos de avaliação


como provas, trabalhos e tarefas organizadas. Compõe-se das práticas “que
envolvem o uso de instrumentos explícitos de avaliação, cujos resultados

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podem ser examinados objetivamente pelo aluno, à luz de um
procedimento claro” (Freitas).

- Quanto ao conceito de avaliação em diferentes contextos educacionais,


julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida,
assinale a opção correta.
I – Na escola tradicional, a avaliação cumpre um papel claramente seletivo,
ou seja, a organização do sistema escolar está voltada para a seleção dos,
assim chamados, melhores alunos.
Verdadeiro. A avaliação da escola tradicional ocorre de forma
reprodutivista, estando interessada na classificação dos alunos e
consequentemente na seleção dos mesmos.
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II – A avaliação tida como instrumento de classificação cria e reforça as


hierarquias individuais e sociais.
Verdadeiro. Quando a avaliação é realizada como instrumento de
classificação acaba instituindo as hierarquias, reforçando assim as
desigualdades entre os alunos.
III – A avaliação põe em destaque os princípios que guiam a ação
pedagógica. Esses princípios podem reforçar a aprendizagem reprodutiva
ou valorizar o pensamento autônomo, reflexivo e criativo.

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Verdadeiro. A avaliação coloca em destaque esses princípios que
podem ser valorizados pelo professor ou pode ser um instrumento
de reprodução das ideias dominantes, dependendo do trabalho
docente.
IV – A avaliação formativa é aquela que ensina o aluno a aprender e o
mestre a ensinar, e deve estar a serviço do acompanhamento da
aprendizagem e da ação didática.
Verdadeiro. A função formativa proporciona ao professor e aos
estudantes as informações necessárias para corrigir as possíveis
falhas, estimulando todos a continuarem o trabalho, dessa forma
ela acompanha a aprendizagem e a ação didática como menciona a
questão.

A sequência correta é:
a ( ) - V, V, V, V.
c ( ) - F, V, F, V.
b ( ) - F, F, V, F.
d ( ) - V, F, F, F.
Letra A.

Fácil essa questão não é mesmo? Muito bem, se você souber a


diferença entre a avaliação diagnóstica a formativa e a processual,
poderá tirar de letra as questões de concurso sobre avaliação. Fica
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a dica!

Outro aspecto importante da questão acima trata-se da abordagem


sobre a avaliação na pedagogia tradicional. Que tal lembrarmos o
papel da avaliação que está presente em cada prática pedagógica?
Informação extra nunca é demais ok?

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FUNÇÃO DA AVALIAÇÃO TRADICIONAL: É exercida de forma
classificatória com memorização e reprodução através de provas e
exercícios.

AVALIAÇÃO - ESCOLA NOVA: Há a valorização dos aspectos afetivos. A


auto avaliação está presente priorizando o desenvolvimento individual do
aluno.

AVALIAÇÃO - TECNICISTA: É analisada através do comportamento


desejado. Há o apego aos livros didáticos, a produtividade do aluno com
exercícios programados.

AVALIAÇÃO - LIBERTÁRIA: Não há uma avaliação dos conteúdos.

AVALIAÇÃO - LIBERTADORA: Busca a emancipação do grupo.

AVALIAÇÃO - HISTÓRICO-CRÍTICA: Existe a tomada de decisão para a


transformação da sociedade. Função diagnóstica.

DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS: CONHECIMENTOS,


HABILIDADES, ATITUDES.

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Esse assunto está diretamente relacionado aos conteúdos de ensino


e por isso vamos deixar bem claro como tudo isso ocorre dentro do
nosso ambiente educacional ok? Vamos entender então:

CONTEÚDOS DE ENSINO:

São meios pelos quais os alunos desenvolvem suas capacidades.

Características:

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" São saberes historicamente organizados


" Não são verdades absolutas
" Deve se adequar às exigências sociais

Os conteúdos nos dias de hoje são elaborados em uma perspectiva


dinâmica, vistos como instrumento para a realização da aprendizagem. O
professor tem em suas mãos uma grande responsabilidade ao montar os
conteúdos de ensino de uma determinada matéria. Ele decide qual será a
melhor forma de transmiti-la com qualidade e quantidade certa de
informações.

Os conteúdos de ensino são o conjunto de conhecimentos,


habilidades, hábitos, atitudes, valores sociais organizados
pedagógica e didaticamente, tendo em vista a assimilação ativa e
aplicação pelos alunos na sua prática de vida.

Se relacionam com as unidades objetivos-conteúdos-métodos, sendo


organizados em matérias de ensino. 80559603134

A escolha dos conteúdos é feita através da prática social e histórica, sendo


sistematizados e transformados em objetos de conhecimento. Desse
modo, torna-se a tarefa mais importante para o professor, que deve levar
em consideração a experiência a prática social e a história de vida dos
alunos. Esses conteúdos também devem ser elaborados com uma visão
para o futuro, tendo em vista a construção de uma sociedade humanizada.
A didática entra nesse processo, destacando o que deve fazer parte dentro
do ensino da escola, selecionando os elementos de cada conteúdo que será

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trabalhado, de forma apropriada pelos alunos. Esse processo transcorrerá
no desenvolvimento de competências, conhecimentos, habilidades e
atitudes.

Por desenvolvimento de competências entende-se a organização e


estruturação do conjunto de conhecimentos necessários a qualquer
indivíduo ou aluno, elevando-o a um degrau superior no desenvolvimento
de suas funções. Esta união de saberes é estruturada no conhecimento, nas
habilidades e atitudes determinadas na execução das atividades que se
deseja obter um desempenho maior em qualquer campo do conhecimento
humano.

Os conteúdos de ensino são compostos por quatro elementos:


Conhecimentos sistematizados; habilidades e hábitos; atitudes e
convicções.

Conhecimentos sistematizados: Formam o alicerce da instrução e do


ensino, constituindo conceitos e termos fundamentais das ciências, da
atividade humana, leis que explicam as relações entre objetos e fenômenos,
métodos de estudo da ciência e problemas que envolvem o meio social.

Habilidades: São atributos intelectuais imprescindíveis para a atividade


mental no processo de assimilação de conhecimentos. A habilidade pode
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ser compreendida pelas palavras de Resende (2000, p. 37): "o conceito de


habilidade está mais relacionado com a maneira de executar tarefas, aplicar
conhecimentos, de agir, de pensar". A habilidade beneficia a aplicação da
competência e da aptidão.

Hábito: Está relacionado ao modo de agir automático que torna eficaz o


estudo ativo e independente.

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Atitudes e convicções: Relacionam-se a maneira de agir e de se
posicionar diante das tarefas da vida social.

Os livros didáticos servem para transmitir os conteúdos de forma


sistematizada, porém, eles também podem transmitir valores e
ideias que sempre estão presentes na nossa sociedade, podendo
disfarçar a realidade conforme interesses econômicos e sociais
dominantes.

Se o professor estiver atento, notará que muitos conteúdos colocados nos


livros didáticos não conferem com a realidade da sua sala de aula. Por isso,
o educador deve saber escolher o seu material e quando perceber que não
condiz com as suas condições de trabalho, deverá contribuir, enriquecendo
esses conteúdos através de uma reflexão crítica sobre os problemas
existentes.

Portanto, escolher os conteúdos de ensino não é uma tarefa fácil! Para


selecionar os conteúdos é necessário levar em consideração:

# Correspondência entre objetivos gerais e conteúdos


# Caráter Científico
# Caráter Sistemático 80559603134

# Relevância Social
# Acessibilidade e solidez

Há também uma classificação dos conteúdos escolares em:

Conceituais: Envolve acontecimentos, princípios.

Procedimentais: Envolve tomada de decisão de forma ordenada para se


alcançar os objetivos.

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Atitudinais: Abrange valores, atitudes, regras, posturas que implicam nas


relações e interações da comunidade escolar numa perspectiva educacional
responsável, valorativa.

Resumindo, o desenvolvimento de competências, conhecimentos,


habilidades e atitudes surgem a partir do conjunto de todos esses
procedimentos que são desenvolvidos a partir dos conteúdos trabalhados
pelos profissionais da educação, abrangendo a forma de como esses
conteúdos são trabalhados dentro do processo de ensino e da construção
do conhecimento.

CURRÍCULO E CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

O que é currículo?

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CURRÍCULO:
A palavra vem da palavra latina currere e significa percurso a ser
atingido, referindo-se à carreira. Enquanto a escolaridade é um
caminho, o currículo é considerado seu complemento e guia que
leva ao sucesso da jornada escolar.
Forquin (1993) ensina que currículo consiste num percurso
educacional, um conjunto contínuo de situações a aprendizagem às
quais um indivíduo vê-se exposto ao longo de um dado período, no
contexto de uma instituição de educação formal. Por extensão, a

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noção designará menos um percurso efetivamente cumprido ou
seguido por alguém do que o percurso prescrito para alguém, um
programa ou um conjunto de programas de aprendizagem
organizadas em cursos.

Percebem que a educação está atrelada à preparação do currículo


e a partir dele se definem os objetivos educacionais?
Em outras palavras o currículo é o conjunto de ações pedagógicas!

Ele pertence a um determinado espaço e tempo histórico. Cada currículo


possui especificidades diferentes dependendo da época em que ele está
inserido. Para Libâneo, é a concretização, a viabilização das intenções e
orientações expressas no projeto pedagógico. De forma geral, o currículo
compreende-se como um modo de seleção da cultura produzida pela
sociedade, para a formação dos alunos. É tudo o que se espera que seja
aprendido e ensinado na escola.

O currículo deve ser entendido como o elo entre a teoria


educacional e a prática pedagógica!

Fiquem atentos: Currículo é diferente de grade curricular. O currículo é o


conjunto de ações pedagógicas e a grade curricular é a lista de disciplinas
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e conteúdos do currículo.

Existem três tipos de manifestações de currículo, vamos conhecê-las?

Currículo Formal (prescrito):


É o documento que chega nas nossas escolas e é entregue para o professor.
É estabelecido pelos sistemas de ensino. Também é conhecido como
currículo prescrito.

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Currículo Real (em ação):
É aquele que realmente acontece em sala de aula. O currículo real leva em
consideração o que verdadeiramente foi passado e adquirido dentro do
ambiente escolar.

Currículo Oculto (implícito):


Diz respeito a todas as manifestações que acontecem no ambiente escolar
e que não aparece no planejamento, contribuindo de forma implícita para
a aprendizagem. O currículo oculto abrange todas as influências originárias
da experiência cultural que afetam a aprendizagem.

Existem três grandes teorias sobre currículo e elas sempre são cobradas
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nas provas:
Teorias Tradicionais, Teorias Críticas e Teorias Pós-críticas.

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Tradicionais: As teorias tradicionais são teorias de adaptação e de


aceitação. Preocupa-se com o repasse dos conteúdos. A concepção
Taylorista faz parte do currículo tradicional, que visa a atuação do
trabalhador que deve agir sozinho sob a direção do supervisor. O modo de
produção industrial foi transferido para a escola. Bobbit queria transferir
para a instituição escolar o modelo de organização de empresas defendido
por Taylor, dessa forma a escola deveria funcionar de acordo os princípios
Tayloristas. A função do especialista em currículo é burocrática, pois ele
descreve todos os conteúdos que devem ser ensinados. A teoria tradicional
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é uma teoria neutra, que busca resultados com a eficácia.


Os representantes dessa teoria foram: Bobbit, Tyler, Taylor e Dewey.

Críticas: Essas teorias fazem uma crítica aos processos de aceitação da


ideologia da classe dominante. São teorias que buscam uma transformação
radical através de questionamentos e desconfiança. É fundamental nessa
teoria entender o que o currículo faz.

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Os representantes dessa teoria foram: Paulo Freire, Henry Giroux, Pierre
Bourdieu e Jean Claude Passeron, Louis Althusser, Michael Apple, Basil
Bernstein e Bowles e Gintis.

Pós-Críticas: Essas teorias envolvem relações de gênero,


multiculturalismo, cultura, sexualidade entre outros assuntos. Elas criticam
a desvalorização de alguns grupos étnicos dentro da sociedade. É a
tentativa de dar voz aos excluídos de um sistema totalmente padronizado.
Representantes: Foucault, Derrida, Lyotard, Deleuze, Cheryholmes ).

É por conta dessas diferenças entre as teorias curriculares que a escola


deve procurar discutir qual currículo que ela quer seguir para se chegar ao
objetivo esperado. Essa escolha deve ser refletida a partir da concepção do
seu Projeto Político Pedagógico, que deve basear a prática teórica da
instituição junto aos interesses dos alunos.

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Na teoria pós-crítica destaca-se o movimento do multiculturalismo que


afirmava a não existência de hierarquias entre as culturas, defendo assim,
a participação das minorias no currículo escolar.

Concepção Pós Estruturalista do Multiculturalismo: A diferença é


algo que vem sendo produzido na sociedade. Destaca o procedimento
pelo qual algo é considerado verdade ou como se tornou verdade. O pós-

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estruturalismo interroga as concepções de masculino/feminino;
heterossexual/homossexual; branco/negro; científico/não cientifico dos
conhecimentos que constituem o currículo. A diferença é tratada não
como algo natural, mas socialmente produzido.

Teoria Pós Moderna do currículo: Segundo Silva, “O currículo Pós-


moderno deverá seguir a cena da sociedade contemporânea da vida em
termos políticos, sociais, culturais e epistemológicos que é nitidamente
descentrada”. O pós-modernismo propõe um currículo flexível com a
adaptação do indivíduo a sua realidade e ao seu cotidiano.

As relações de gênero afirmam que o currículo está baseado conforme


as características do gênero masculino sendo um grande problema para
a sociedade. O currículo deve contemplar tanto o gênero masculino como
o feminino.

Teoria Queer: Essa teoria incentiva que o currículo seja repassado de forma
correta no que diz respeito sobre a sexualidade. “A teoria queer quer nos
fazer pensar queer (homossexual, mas também diferente) e não straight
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(heterossexual, mas também quadrado): ela nos obriga a considerar o


impensável, o que é proibido pensar, em vez de simplesmente considerar
o pensável, o que é permitido pensar”. (SILVA,
2007, p.107)

A Teoria Queer entende que o currículo oficial está organizado sobre a ótica
do heterossexual. Chama a atenção para o protesto contra discursos
discriminatórios.

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Conhecimentos Pedagógicos
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! e exercícios
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Vamos associar as palavras a cada teoria, assim, quando for
cobrado em prova, você saberá de forma rápida a qual teoria o
examinador está se referindo:

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80559603134

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Conhecimentos Pedagógicos
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Dentro das TEORIAS CRÍTICAS DE CURRÍCULO, alguns autores se


destacaram com suas propostas pedagógicas, por isso, é
interessante sabermos quais os tipos de currículos que foram
propostos e suas implicações. Vamos analisar?

Henry Giroux: A escola e o currículo deveriam proporcionar debates e


momentos de discussão com os alunos. Para esse autor a escola é analisada
como um local de dominação e reprodução, mas ao mesmo tempo permite
às classes oprimidas um espaço de resistência. Foi influenciado pelas ideias
de Paulo Freire.

Paulo Freire: Critica a educação bancária em que o aluno é visto de forma


passiva. Freire não escreveu uma teoria sobre currículo, porém suas ideias
influenciaram o campo curricular. Ganhou evidência no campo da educação
de jovens e adultos, que nomeava a elaboração do conteúdo através da
problemática de vida dos alunos. 80559603134

Basil Berntein: Existem dois tipos de currículo:


Currículo integrado: Menor grau de fragmentação
Currículo coleção: Disciplinas isoladas.
Para Al-Ramahi & Davies (2002), os trabalhos de Bernstein oferecem a
probabilidade de avaliar a concepção de políticas educacionais tanto no
nível macro da produção do texto quanto no nível micro (escolas, salas de
aula). As ideias de Bernstein fornecem uma base necessária para a análise

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Conhecimentos Pedagógicos
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comparativa sobre as complexas relações entre as ideias, sua disseminação
e contextualização.

Bourdieu e Jean Claude Passeron: A escola exerce uma dupla violência


quando dissemina as ideias da classe dominante e ao mesmo tempo oculta
essa disseminação. O currículo escolar está fundamentado na cultura
dominante.

Louis Althusser: Apresenta os aparelhos ideológicos do Estado (família,


escola, igreja) e os aparelhos repressivos do Estado (polícia, leis). Para ele
o AIE(aparelho ideológico do estado) maior é justamente a escola por
abarcar um grande número de pessoas durante um longo período de tempo.

Michael Apple: Questiona a seleção do currículo e a preferência de certos


conteúdos em detrimento de outros. Para esse autor, o currículo concebe,
de forma hegemônica, as estruturas econômicas e sociais mais amplas.
Desse modo, o currículo apresenta as ideias de determinados grupos
dominantes. Ele não é neutro!

Ainda dentro das teorias críticas do currículo, duas escolas se


destacaram:
Escola Francesa: surgiu quando os filósofos e teóricos decidiram
compartilhar suas ideias e teorias sobre comunicação. Apresenta a teoria
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da reprodução cultural (“capital cultural”). O currículo da escola está


baseado na cultura dominante, conduzido através do código cultural
(Bourdieu e Passeron).
Principais teóricos: Christian Baudelot, Pierre Bourdieu, Jean Claude
Passeron, Louis Althusser, Roger Establet.
Escola de Frankfurt: critica à racionalidade técnica da escola “pedagogia
da possibilidade”, da resistência: currículo como emancipação e libertação
(Giroux e Freire). Eles recriminam a sociedade de comunicação de massa.

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Conhecimentos Pedagógicos
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Não existe teoria neutra. Estão voltados para as conexões entre saber,
poder e identidade.
Principais teóricos da Escola de Frankfurt: Jürgen Harbemans, Walter
Benjamin, Max Horkheimer, Herbert Marcuse, Theodor Adorno.

Não podemos esquecer que o artigo 26 da nossa querida LDB fala


sobre currículo, por isso, não deixe de dar uma reforçada nele, só
para garantir ok? Já que vai cair toda a LDB na nossa prova, não
custa nada você relembrar esse artigo com um pouco mais de
carinho!

Concepções de organização curricular:


Currículo tradicional:
A composição deste currículo é bastante conhecida em nossas escolas. Ele
organiza as disciplinas e seus respectivos conteúdos de forma fragmentada,
promovendo uma educação linear em que não há articulação de temas, os
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saberes são simplesmente transmitidos sem nenhuma preocupação com a


contextualização.

Currículo racional tecnológico (tecnicista)


É um currículo voltado para a difusão de conteúdos e desenvolvimento de
habilidades a serviço do sistema de produção. O objetivo é gerar a eficiência
na aprendizagem com menor custo, voltada para a obtenção de habilidades,
técnicas, atitudes e conhecimentos específicos imprescindíveis para que o
aluno se integre na máquina do sistema social.

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Conhecimentos Pedagógicos
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Currículo Escolanovista (ou progressivista)


A abordagem está na ideia de um currículo centrado no aluno e no
provimento de experiências de aprendizagem sendo uma maneira de
articular a escola com a vida, adaptando também os alunos ao meio.
Destaca-se as necessidades e interesses dos alunos, na atividade, no ritmo
de cada um. O educador assume a posição de facilitador da aprendizagem,
os conteúdos surgem das experiências dos alunos.

Currículo Construtivista
O educador também assume a função de facilitador deste processo
garantindo a integração do aluno com os objetos de aprendizagem. Nesta
percepção piagetiana aprecia-se mais a construção do conhecimento pelo
próprio educando do que a influência da cultura e do professor. Conforme
Luckesi 1990, a ideia principal está em prever atividades que correspondam
ao nível de desenvolvimento intelectual dos alunos e instituir situações que
estimulem suas capacidades cognitivas e sociais, de modo a possibilitar a
construção pessoal do conhecimento através da participação ativa do
sujeito.

Currículo Sociocrítico (ou histórico-social)


Abordam questões políticas do procedimento de formação e questões
pedagógicas como mediação da formação política. Conforme Libâneo, a
80559603134

educação desempenha a sua função de transmitir a cultura, ajudando


simultaneamente o aluno no desenvolvimento de suas próprias capacidades
de aprender e na inclusão crítica e participativa dentro da sociedade em
função da formação cidadão buscar pela transformação social. A intenção
deste currículo é criar autonomia de pensamento, ressaltando a importância
da responsabilidade social, com o intuito de compreender a realidade e
transformá-la.

Currículo Integrado e Globalizado

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Conhecimentos Pedagógicos
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O termo globalizado é pertinente ao atributo da estrutura cognitiva e afetiva
dos alunos e na forma singular de como como são assimilados os
significados, estabelecendo os conhecimentos de acordo com a sua
experiência de vida.
Esse currículo é interdisciplinar, pois relaciona as disciplinas promovendo
uma educação globalizada de forma holística.
Na maioria das vezes se atribui um tema gerador e as disciplinas se
integram indagando cada qual seu conhecimento específico o que no fim se
tem uma informação globalizada e contextualizada sobre o tema escolhido.

Agora, para finalizarmos os assuntos de hoje, estudaremos a


seguir:
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS, os famosos PCN`s:

Professoras, pra quê servem os PCN`s?

Os PCN`S oferecem um suporte aos professores na elaboração do


currículo, visando a construção do projeto-pedagógico, em função
da cidadania do aluno.
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Para elaboração dos PCN`s, foi necessária a força tarefa em que vários
educadores participaram tendo a marca de suas experiências e de seus
estudos, e foram produzidos no contexto das discussões pedagógicas
atuais.

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Conhecimentos Pedagógicos
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OBJETIVOS DOS PCN`s do 1o ao 5o ano:


Estabelecer referência curricular e apoiar a revisão e/ou elaboração da
proposta curricular dos estados ou das escolas integrantes dos sistemas de
ensino.

Os PCNs de 1o ao 5o ano estão dividos em 10 volumes (com subtemas):


Volume 01 - Introdução aos PCNs
Volume 02 - Língua Portuguesa
Volume 03 - Matemática
Volume 04 - Ciências Naturais
Volume 05.1 - História e Geografia
Volume 05.2 - História e Geografia
Volume 06 - Arte
Volume 07 - Educação Física
Volume 08.1 - Temas Transversais - Apresentação
Volume 08.2 - Temas Transversais - Ética
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Volume 09.1 - Meio Ambiente


Volume 09.2 - Saúde
Volume 10.1 - Pluralidade Cultural
Todos os volumes podem ser encontrados na internet, no formato PDF.

CARACTETÍSTICAS DO REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL


PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL:

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Conhecimentos Pedagógicos
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Como falamos no início da aula, os PCNs constituem-se em um conjunto de
referências e orientações pedagógicas que visam contribuir com a
implementação de práticas educativas de qualidade que possam promover
e ampliar as condições necessárias para o exercício da cidadania das
crianças brasileiras.

Sua função é contribuir com as políticas e programas de educação infantil,


socializando informações, discussões e pesquisas, subsidiando o trabalho
educativo de técnicos, professores e demais profissionais da educação
infantil e apoiando os sistemas de ensino estaduais e municipais.

Os PCNs devem estar embasados nos seguintes princípios


educativos:

- Respeito à dignidade e aos direitos das crianças;


- Direito das crianças a brincar, como forma de expressão,
pensamento, interação e comunicação infantil;
- O acesso das crianças aos bens socioculturais disponíveis, ampliando
o desenvolvimento das capacidades relativas à expressão, à
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comunicação, aos afetos, à interação social, ao pensamento, à ética


e à estética;
- Socialização das crianças por meio de sua participação e inserção nas
mais diversificadas práticas sociais, sem discriminação de espécie
alguma;
- Atendimento aos cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao
desenvolvimento de sua identidade.

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Conhecimentos Pedagógicos
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De acordo com o MEC, os princípios acima que acabamos de citar,
respondem às necessidades de referências nacionais.

ORGANIZAÇÃO POR IDADE:

Art. 30. A educação infantil será oferecida em:

I - creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos de idade;

II - pré-escolas, para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade. (Redação


dada pela Lei nº 12.796, de 2013)

Os PCNs são estruturados, seguindo essa organização por idade.

ORGANIZAÇÃO EM ÂMBITOS E EIXOS:


Os PCNs para a educação infantil define dois âmbitos de experiências:
Formação Pessoal e Social e Conhecimento de Mundo.
Embora haja essa “divisão”, no dia a dia da prática escolar, os professores
devem trabalhar de forma integrada e harmônica.

ÂMBITO FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL: experiências que favorecem,


prioritariamente, a construção do sujeito. Está organizado de forma a
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explicitar as complexas questões que envolvem o desenvolvimento de


capacidades de natureza global e afetiva das crianças, seus esquemas
simbólicos de interação com os outros e com o meio, assim como a relação
consigo mesmas.

ÂMBITO DE CONHECIMENTO DE MUNDO: refere-se à construção das


diferentes linguagens pelas crianças e às relações que estabelecem com os
objetos de conhecimento. Esse âmbito traz uma ênfase na relação das

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Conhecimentos Pedagógicos
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! e exercícios
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crianças com alguns aspectos da cultura. A cultura, nesse sentido é ampla
e plural e refere-se ao conjunto de símbolos e códigos culturais.

SOBRE OS EIXOS:
Destacam-se os seguintes eixos de trabalho: movimento, artes visuais,
música, linguagem oral e escrita, Natureza e sociedade, Matemática. Esses
foram os eixos escolhidos por se constituírem em uma parcela significativa
da produção cultural humana que amplia e enriquece as condições de
inserção das crianças na sociedade.

Os componentes curriculares apresentam-se por meio dos objetivos, dos


conteúdos e das orientações didáticas.

OBJETIVOS: explicitam as intenções educativas, estabelecem capacidades


que as crianças poderão desenvolver como consequência de ações
intencionais do professor e auxiliam na seleção de conteúdos e meios
didáticos. 80559603134

CONTEÚDOS: significam que as diferentes aprendizagens se dão por meio


de sucessivas reorganizações do conhecimento.

ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS POR BLOCOS:


Os conteúdos são apresentados nos diversos eixos de trabalho, organizados
por blocos. Essa organização tem a intenção de contemplar as dimensões
essenciais de cada eixo e situar os diferentes conteúdos dentro de um
contexto organizador que explicita suas especificidades por um lado e
aponta para a sua “origem” por outro.

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Conhecimentos Pedagógicos
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ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS:
Os conteúdos estão ligados com a forma como são trabalhados com as
crianças. As orientações didáticas são subsídios que remetem ao “como
fazer”, à intervenção direta do professor na promoção de atividades e
cuidados alinhados com uma concepção de criança e de educação.

Cada componente do eixo contém orientações didáticas gerais e as


específicas aos diversos blocos de conteúdos. Nas orientações didáticas
gerais explicitam-se condições relativas à: princípios gerais do eixo,
organização do tempo, do espaço e dos materiais, observação, registro e
avaliação.

PCNs DO 6o AO 9o ANO:
Os PCNs foram elaborados com a intenção de respeitar diversidades
regionais, culturais, políticas existentes e, de outro, considerar a
necessidade de construir referências nacionais, comuns aos processo
educativo em todas as regiões do Brasil. Os princípios que orientam essas
condições de acordo com os PCNs são:
- Dignidade da pessoa humana;
- Igualdade de direitos
- Participação 80559603134

- Corresponsabilidade pela vida social.

TEMAS TRANSVERSAIS: São definidos como temas transversais, os


assuntos que são atrelados à vida cotidiana. Assuntos urgentes que
merecem debates. O conjunto de temas proposto pelos PCNs são: Ética,
Meio Ambiente, Pluralidade Cultural, Saúde, Orientação Sexual, Trabalho e
Consumo.

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Gente! Importante sabermos quais os objetivos do Ensino


Fundamental, de acordo com os PCNs:

- compreender a cidadania como participação social e política, assim


como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais,
adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e
repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo
respeito;
- posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas
diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de
mediar conflitos e de tomar decisões coletivas;
- conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões
sociais, materiais e culturais como meio para construir
progressivamente a noção de identidade nacional e pessoal e o
sentimento de pertinência ao país;
- conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sócio cultural
brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos
enações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em
diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia
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ou outras características individuais e sociais;


- perceber-se integrante, dependente e agente transformador do
ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles,
contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente;
- desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de
confiança em suas capacidades afetiva, física, cognitiva, ética,
estética, de inter-relação pessoal e de inserção social, para agir com
perseverança na busca de conhecimento e no exercício da cidadania;

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Conhecimentos Pedagógicos
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- conhecer o próprio corpo e dele cuidar, valorizando e adotando
hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de
vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde
coletiva;
- utilizar as diferentes linguagens — verbal, musical, matemática,
gráfica, plástica e corporal — como meio para produzir, expressar e
comunicar suas ideias, interpretar e usufruir das produções culturais,
em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções
e situações de comunicação;
- saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos
para adquirir e construir conhecimentos;
- questionar a realidade formulando-se problemas e tratando de
resolvê-los, utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade,
a intuição, a capacidade de análise crítica, selecionando
procedimentos e verificando sua adequação.

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Queridos! A proposta de organização do conhecimento, nos PCNs


está de acordo com o artigo 26 da LDB!

Os PCNs do Ensino Fundamental estabelecem para os sistemas de


ensino, uma base comum nos currículos e servem de eixos
norteadores na revisão ou elaboração da proposta curricular das
escolas.
฀ Volume 01 - Introdução aos PCNs
฀ Volume 02 - Língua Portuguesa
฀ Volume 03 - Matemática
฀ Volume 04 - Ciências Naturais
฀ Volume 05 - Geografia
฀ Volume 06 - História
฀ Volume 07 - Arte
฀ Volume 08 - Educação Física
฀ Volume 09 - Língua Estrangeira
฀ Volume 10.1 - Temas Transversais - Apresentação
฀ Volume 10.2 - Temas Transversais - Pluralidade Cultural
฀ Volume 10.3 - Temas Transversais - Meio Ambiente
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฀ Volume 10.4 - Temas Transversais - Saúde


฀ Volume 10.5 - Temas Transversais - Orientação Sexual

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ENSINO MÉDIO:
Os PCNs do Ensino Médio têm a função de auxiliar os educadores na
reflexão sobre a prática diária em sala de aula e servir de apoio ao
planejamento de aulas e ao desenvolvimento do currículo da escola.

São componentes dos PCNs do Ensino Médio:


BASES LEGAIS:
- Linguagens, Códigos e suas tecnologias (Língua Portuguesa, Língua
Estrangeira Moderna, Educação Física, Arte e Informática);

- Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias (Biologia,


Física, Química e Matemática);

- Ciências Humanas e suas tecnologias (História, Geografia, Sociologia,


Antropologia, Filosofia e Política).

Ainda sobre os PCNs no ensino médio, espera-se que contribua para


uma formação geral, visando à preparação da capacidade de
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aprender, criar, formular, ao invés do simples exercício de


memorização (é, algumas bancas de concursos poderiam seguir os
PCNs do ensino médio e parar com essa coisa de “decoreba”, o que
acham? Rs)

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Conhecimentos Pedagógicos
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Em suma, a Lei estabelece uma perspectiva para o Ensino Médio que


integra, numa mesma e única modalidade, finalidades até então
dissociadas, para oferecer, de forma articulada, uma educação
equilibrada, com funções equivalentes para todos os educandos:

- a formação da pessoa, de maneira a desenvolver valores e


competências necessárias à integração de seu projeto individual ao
projeto da sociedade em que se situa;
- o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a
formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do
pensamento crítico;
- a preparação e orientação básica para a sua integração ao mundo do
trabalho, com as competências que garantam seu aprimoramento
profissional e permitam acompanhar as mudanças que caracterizam
a produção no nosso tempo;
- o desenvolvimento das competências para continuar aprendendo, de
forma autônoma e crítica, em níveis mais complexos de estudos.

80559603134

Vamos praticar um pouco?


Acertou, dê um pulinho de alegria e corra para o abraço! \o/

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QUESTÕES RECENTES

01 - Pedagogo - Pref. Monte Belo do Sul/RS 2015 – Segundo Luckesi


(2011), a avaliação diagnóstica deve ser utilizada como um instrumento
auxiliar da aprendizagem e não como um instrumento de aprovação e de
reprovação dos alunos. Este é o princípio básico e fundamental para que
ela venha a ser diagnóstica. Além disso, há que se pensar na avaliação
como um instrumento diagnóstico de avanço e, para tanto, ela terá as
funções de autocompreensão do sistema de ensino, do professor e do
aluno.
Analise as seguintes assertivas, de acordo com as possibilidades da
avaliação diagnóstica:
I. Verificação de como o sistema de ensino está atingindo os seus objetivos.
II. Verificação de como o professor, na medida em que está atento ao
andamento dos seus alunos, está sendo eficiente ou não em seu trabalho.
III. Descoberta, pelo próprio aluno, do nível de aprendizagem em que se
encontra, dentro de sua atividade escolar, adquirindo consciência do seu
limite e das necessidades de avanço.
IV. Conscientização discente dos níveis de aprendizagem obtidos,
auxiliando-o no processo de automotivação.
Quais estão corretas? 80559603134

A) Apenas I e II.
B) Apenas III e IV.
C) Apenas I, II e III.
D) Apenas II, III e IV.
E) I, II, III e IV.

Pedagogo – FUNEC 2014 - As teorias críticas do currículo efetuam uma


completa inversão nos fundamentos das teorias tradicionais. Acerca desse

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tema, analise as assertivas abaixo e marque (V) para Verdadeiro e (F) para
Falso.

02 Pedagogo – FUNEC 2014 - ( ) Ao tomar o status quo como referência,


as teorias críticas se concentram na organização e elaboração do currículo.

03 - Pedagogo – FUNEC 2014 ( ) As teorias críticas colocam em questão


os pressupostos dos presentes arranjos sociais e educacionais.

04 - Pedagogo – FUNEC 2014 ( ) As teorias críticas consideram


importante desenvolver técnicas de como fazer o currículo.

05 - Pedagogo – FUNEC 2014 ( ) As teorias críticas consideram o status


quo como responsável pelas desigualdades e injustiças sociais.

06 - Pedagogo – UFAC 2014- Na escola é possível que se desenvolva


diversas estratégias avaliativas e cada uma delas deve almejar um objetivo
ou meta para que possa ser considerada como processo e não como
instrumento de seleção. Nesta perspectiva, a avaliação que se faz
necessária especialmente no âmbito da sala de aula, na relação entre
alunos e professores, considera essencialmente os aspectos de: a)
Desenvolvimento e aprendizagem como processo. b) Instrumentos e dados
para a classificação. c) Métodos e técnicas possíveis de reprodução. d)
80559603134

Descrição e análise de resultados para divulgação. e) Mensuração da


aprendizagem para a classificação

07 - FÓRUM DE DÚVIDAS - O currículo ainda hoje constitui-se na divisão


das disciplinas que devem ser ensinadas ao aluno.

08 - Pedagogo – UFAC 2014- Cipriano Luckesi escreve e contribui com


a educação brasileira ao trazer reflexões teóricas sobre avaliação. Em uma
de suas entrevistas em que faz reflexões a partir de uma visão geral sobre

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Conhecimentos Pedagógicos
! !! ! ! Teoria
! e exercícios
! !SEDF
Profas. Fabiana Firmino e Fernanda Lima Aula 03
a aprendizagem, mencionou que “para um processo avaliativo-construtivo,
os desempenhos dos alunos são sempre provisórios ou processuais”.
Considerando esta colocação sobre aprendizagem, é incorreto afirmar:
a) A avaliação é um processo que possibilita ao aluno desenvolver-se.
b) A avaliação é um instrumento de classificação dos alunos.
c) A avaliação é uma etapa do processo de aprendizagem.
d) A avaliação é uma oportunidade para a construção de novas estratégias
de ensino.
e) A avaliação envolve a participação de alunos e professores no mesmo
processo.

09 - CESPE 2013 FUB - Na teoria pós-crítica, a discussão é centrada na


questão ideológica e nas relações de poder entre as classes sociais.

10 - CESPE 2013 FUB - A ênfase nos conceitos pedagógicos de ensino,


aprendizagem, avaliação, metodologia, didática, organização,
planejamento, eficiência e objetivos é própria da teoria crítica.

11 - Analista Processual Regulacao da Educacao Superior CESPE


2014 - Os PCN do ensino médio, egressos da reforma educacional da
década de 90 do século passado, e os PCN+2002, uma nova proposta
elaborada pouco tempo depois, estabeleceram formas de pensar e
organizar o currículo do ensino médio brasileiro. Considerando o disposto
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nos PCN do ensino médio, julgue os itens seguintes.


O ensino médio organiza-se em três áreas: ciências da natureza,
matemática e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; e
linguagens, códigos e suas tecnologias. Essa organização foi proposta com
a finalidade de favorecer a abordagem interdisciplinar.

12 - Analista Processual Regulacao da Educacao Superior CESPE


2014 - Os novos programas do ensino médio fundamentam-se

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Conhecimentos Pedagógicos
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primordialmente no desenvolvimento de competências essenciais e na
construção de conhecimentos críticos e reflexivos.

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QUESTÕES COMENTADAS

01 - Pedagogo - Pref. Monte Belo do Sul/RS 2015 – Segundo Luckesi


(2011), a avaliação diagnóstica deve ser utilizada como um instrumento
auxiliar da aprendizagem e não como um instrumento de aprovação e de
reprovação dos alunos. Este é o princípio básico e fundamental para que
ela venha a ser diagnóstica. Além disso, há que se pensar na avaliação
como um instrumento diagnóstico de avanço e, para tanto, ela terá as
funções de autocompreensão do sistema de ensino, do professor e do
aluno.
Analise as seguintes assertivas, de acordo com as possibilidades da
avaliação diagnóstica:
I. Verificação de como o sistema de ensino está atingindo os seus objetivos.
II. Verificação de como o professor, na medida em que está atento ao
andamento dos seus alunos, está sendo eficiente ou não em seu trabalho.
III. Descoberta, pelo próprio aluno, do nível de aprendizagem em que se
encontra, dentro de sua atividade escolar, adquirindo consciência do seu
limite e das necessidades de avanço.
IV. Conscientização discente dos níveis de aprendizagem obtidos,
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auxiliando-o no processo de automotivação.


Quais estão corretas?
A) Apenas I e II.
B) Apenas III e IV.
C) Apenas I, II e III.
D) Apenas II, III e IV.
E) I, II, III e IV.
LETRA E. Como mencionou a questão a avaliação diagnóstica deve
ser utilizada como um instrumento auxiliar da aprendizagem e não

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Conhecimentos Pedagógicos
! !! ! ! Teoria
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como um instrumento de aprovação e de reprovação dos alunos.
Este é o princípio básico e fundamental para que ela venha a ser
diagnóstica. Nessa fase também são estudados e levantados os
conhecimentos prévios dos alunos para que o professor possa
verificar como colocará em prática o seu planejamento, de forma a
atender as características dos alunos.

Pedagogo – FUNEC 2014 - As teorias críticas do currículo efetuam uma


completa inversão nos fundamentos das teorias tradicionais. Acerca desse
tema, analise as assertivas abaixo e marque (V) para Verdadeiro e (F) para
Falso.

02 Pedagogo – FUNEC 2014 - ( ) Ao tomar o status quo como referência,


as teorias críticas se concentram na organização e elaboração do currículo.
FALSO. As teorias críticas não tomam o status quo como referência.

03 - Pedagogo – FUNEC 2014 ( ) As teorias críticas colocam em questão


os pressupostos dos presentes arranjos sociais e educacionais.
VERDADEIRO. Fazem uma crítica aos processos de aceitação da
ideologia da classe dominante.

04 - Pedagogo – FUNEC 2014 ( ) As teorias críticas consideram


importante desenvolver técnicas de como fazer o currículo.
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FALSO. Essas teorias não se preocupam com técnicas de como fazer


o currículo. Elas se preocupam com a conscientização.

05 - Pedagogo – FUNEC 2014 ( ) As teorias críticas consideram o status


quo como responsável pelas desigualdades e injustiças sociais.
VERDADEIRO. São teorias que buscam uma transformação radical
através de questionamentos e desconfiança.

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Conhecimentos Pedagógicos
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06 - Pedagogo – UFAC 2014- Na escola é possível que se desenvolva
diversas estratégias avaliativas e cada uma delas deve almejar um objetivo
ou meta para que possa ser considerada como processo e não como
instrumento de seleção. Nesta perspectiva, a avaliação que se faz
necessária especialmente no âmbito da sala de aula, na relação entre
alunos e professores, considera essencialmente os aspectos de: a)
Desenvolvimento e aprendizagem como processo. b) Instrumentos e dados
para a classificação. c) Métodos e técnicas possíveis de reprodução. d)
Descrição e análise de resultados para divulgação. e) Mensuração da
aprendizagem para a classificação
LETRA A. Existem ainda algumas instituições que utilizam a
avaliação apenas para classificar os alunos em aprovados e
reprovados a partir das notas que foram obtidas nas provas. Vimos
na aula que a avaliação é muito mais do que isso. O
desenvolvimento e aprendizagem como processo, se adequam a
esta perspectiva que a maioria dos estudiosos defendem.

07 - FÓRUM DE DÚVIDAS - O currículo ainda hoje constitui-se na divisão


das disciplinas que devem ser ensinadas ao aluno.
ERRADO. O currículo contempla muito mais que a divisão de
disciplinas. É só lembrar da interdisciplinaridade.

08 - Pedagogo – UFAC 2014- Cipriano Luckesi escreve e contribui com


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a educação brasileira ao trazer reflexões teóricas sobre avaliação. Em uma


de suas entrevistas em que faz reflexões a partir de uma visão geral sobre
a aprendizagem, mencionou que “para um processo avaliativo-construtivo,
os desempenhos dos alunos são sempre provisórios ou processuais”.
Considerando esta colocação sobre aprendizagem, é incorreto afirmar:
a) A avaliação é um processo que possibilita ao aluno desenvolver-se.
b) A avaliação é um instrumento de classificação dos alunos.
c) A avaliação é uma etapa do processo de aprendizagem.

!∀#∃%&∋(∀)∗)+∗&,−.∗&(&∋∗/−∗)∗&∋−∀.−)#&&&&&&&&&∀∀∀#∃%&∋(&∃)∗(+,−+.∋%,%#+,/#0∋!!!!!!!!!!!∀#∃%&∋!24!()!23!
Conhecimentos Pedagógicos
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d) A avaliação é uma oportunidade para a construção de novas estratégias
de ensino.
e) A avaliação envolve a participação de alunos e professores no mesmo
processo.
LETRA B. A avaliação deverá ir além da simples classificação dos
alunos.

09 - CESPE 2013 FUB - Na teoria pós-crítica, a discussão é centrada na


questão ideológica e nas relações de poder entre as classes sociais.
ERRADO. A teoria pós-crítica a discussão é centrada na
desvalorização de alguns grupos étnicos dentro da sociedade. É a
tentativa de dar voz aos excluídos de um sistema totalmente
padronizado.

10 - CESPE 2013 FUB - A ênfase nos conceitos pedagógicos de ensino,


aprendizagem, avaliação, metodologia, didática, organização,
planejamento, eficiência e objetivos é própria da teoria crítica.
ERRADO. A teoria crítica está relacionada a emancipação, ideologia,
capitalismo, libertação, conscientização.

11 - Analista Processual Regulacao da Educacao Superior CESPE


2014 - Os PCN do ensino médio, egressos da reforma educacional da
década de 90 do século passado, e os PCN+2002, uma nova proposta
80559603134

elaborada pouco tempo depois, estabeleceram formas de pensar e


organizar o currículo do ensino médio brasileiro. Considerando o disposto
nos PCN do ensino médio, julgue os itens seguintes.
O ensino médio organiza-se em três áreas: ciências da natureza,
matemática e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; e
linguagens, códigos e suas tecnologias. Essa organização foi proposta com
a finalidade de favorecer a abordagem interdisciplinar.
CERTO. São componentes dos PCNs do Ensino Médio:

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Conhecimentos Pedagógicos
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- Linguagens, Códigos e suas tecnologias (Língua Portuguesa,
Língua Estrangeira Moderna, Educação Física, Arte e
Informática);

- Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias


(Biologia, Física, Química e Matemática);

- Ciências Humanas e suas tecnologias (História, Geografia,


Sociologia, Antropologia, Filosofia e Política).

12 - Analista Processual Regulacao da Educacao Superior CESPE


2014 - Os novos programas do ensino médio fundamentam-se
primordialmente no desenvolvimento de competências essenciais e na
construção de conhecimentos críticos e reflexivos.
CERTO. Os pcns visam à preparação da capacidade de aprender,
criar, formular, ao invés do simples exercício de memorização.

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Conhecimentos Pedagógicos
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1. E
2. F
3. V
4. F
5. V
6. A
7. E
8. B
9. E
10.E
11. C
12. C

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Conhecimentos Pedagógicos
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade: uma introdução às


teorias do currículo. 2002. 2 ed. Belo Horizonte, Autêntica.

LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2° edição - São Paulo: Cortez, (Coleção


magistério Série Formação do professor). 2013.

LIBANEO, José Carlos. Educação escolar: Políticas, estrutura e organização


- 10° edição. São Paulo: Cortez 2012 (Coleção docência em formação:
Saberes pedagógicos / coordenação Selma Garrido Pimenta)

http://www.unicamp.br/~aulas/pdf3/resenha03.pdf

http://pedagogiaemfocoeadunopar.blogspot.com.br/2012/11/concepcoes-
de-organizacao-curricular.html
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