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Nota Pública: injeções experimentais em crianças

Aos membros do Ministério Público com as respectivas atribuições funcionais é


que cabe fiscalizar e questionar administrativa e judicialmente atos de agências
reguladoras, como a Anvisa.

Inoportuno e inadequado, pois, que entidades de classe invadam a atribuição dos


Procuradores/Promotores de Justiça naturais e posicionem-se em apoio a uma
deliberação de agência reguladora, passível de questionamento judicial ou extrajudicial,
máxime em cenário no qual entidades médicas, médicos e cientistas de renome e sem
conflitos de interesses com a indústria farmacêutica acentuam importantes riscos de
efeitos adversos graves e até mesmo de morte de crianças, que venham a ser expostas a
produto (impropriamente chamado de vacina) cujos resultados de pesquisas de
segurança estão previstos pela fabricante para 2026.

Em que pese suposta boa intenção, é grave desconsiderar a questão das injeções
experimentais genéticas Covid, especialmente quanto à sua aplicação a crianças.

Importante é ter em mente o alerta de Kary B. Mullis, ganhador de Prêmio Nobel,


inventor do PCR, de que: “A ciência está sendo julgada por pessoas que não a
compreendem”.

Como apontam os estudos arrolados no rodapé, as injeções genéticas


experimentais podem ocasionar os seguintes efeitos:

- Transformar células de órgãos nobres do corpo humano, cérebro, coração,


pulmões, testículos e ovários, entre outros, em entes quiméricos, um misto
de humano e vírus, que produzem sem controle toxinas potencialmente
mortais e extremamente nocivas à saúde; que são as proteínas spike 1;
- O sistema imunológico da pessoa inoculada passa a ver tais células de seu
próprio corpo como o inimigo e as destrói em reação autoimune 2;
- Este mecanismo de ação, extremamente nocivo 3, leva à natural formação
de coágulos, possíveis tromboses, AVCs, infartos, inflamações cardíacas,
como miocardite e pericardite, danos neurológicos e cardíacos gravíssimos 4,
de que são comprovação prática as dezenas de milhares de mortes e
1 https://www.bitchute.com/video/fHIT55iM4Zv9/ Prof. Dr. Sucharit Bhakdi, PhD, médico, microbiologista, dedicou
sua longa carreira a e é especialista em doenças infecciosas, professor de várias universidades alemãs.
2 https://medicospelavidacovid19.com.br/documentos/direito-constitucional-a-vida-e-o-ato-medico/
3 https://worldcouncilforhealth.org/campaign/covid-19-vaccine-cease-and-desist/
4https://thelibertydaily.com/here-is-the-video-by-dr-peter-mccullough-that-is-changing-minds-about-the-vaccines/
milhões de efeitos adversos, muitos deles gravíssimos, já registrados nos
sistemas de farmacovigilância americano, britânico e europeu 56789.

De outro lado, Covid é doença que raríssimamente evolui para casos graves ou
mortes em crianças e adolescentes saudáveis, sendo a equação benefício/risco
extremamente desfavorável ao experimento científico, como o afirmam grande número de
médicos e cientistas renomados, e recentemente foi assentado no Congresso Mundial de
Médicos sobre Covid, promovido pelo World Health Council e pela Associação Médicos
pela Vida1011.

A simples circunstância de que não há qualquer espécie de segurança a longo


prazo, inexistindo quaisquer estudos neste sentido, torna absolutamente evidente o
caráter de experimental de tais injeções, que não preenchem o conceito técnico e
consagrado de vacinas: não imunizam, não impedem infecção ou transmissão a terceiros,
conforme exposto por parte da classe médica e demonstrado por estudos já amplamente
divulgados12. Da mesma forma, mais de 15.000 médicos e cientistas assinaram
declaração contra a vacinação Covid 19 para crianças 13, além da Organização Mundial de
Saúde ter mencionado não haver “urgência para vacinas contra Covid para crianças” 14.

Há estudos científicos que apontam o grave risco de ADE, antibody dependent


enhancement, doença agravada por anticorpos facilitadores da ação do vírus, e de
fragilização do sistema imunológico dos inoculados 15161718.

Submeter crianças e adolescentes a tais injeções experimentais são tiros no


escuro e no futuro das crianças, diante da ausência de estudo conclusivo sobre as
possíveis adversidades oriundas das injeções.

5https://www.francesoir.fr/societe-sante/allemagne-autopsies-5-deces-sur-10-lies-aux-vaccins
6https://www.bitchute.com/video/fHIT55iM4Zv9/
7https://vimeo.com/583087959/ Dr. Byram Bridle, MD, PhD, Professor de imunologia viral, da Universidade de
Guelph, Canadá,
8 https://openvaers.com/covid-data/mortality
9 https://youtu.be/pyPjAfNNA-U
10 https://www.aimsib.org/2021/07/25/la-comparaison-entre-mortalite-par-covid-et-letalite-due-aux-vaccins-est-juste-
catastrophique/
11 https://medicospelavidacovid19.com.br/documentos/ementa-do-relatorio-do-primeiro-congresso-mundial-do-wch-
mpv-tratamento-integral-da-covid-19/
12 https://medicospelavidacovid19.com.br/documentos/ementa-do-relatorio-do-primeiro-congresso-mundial-do-wch-
mpv-tratamento-integral-da-covid-19/
13 https://alibertadora.com.br/2021/12/19/mais-de-15-000-medicos-e-cientistas-assinam-declaracao-contra-a-
vacinacao-covid-19-para-criancas/
14 https://news.un.org/pt/story/2021/11/1771612
15https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33113270/
16 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/12725690/
17 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33113270/
18 https://rumble.com/vlhxuh-we-have-leaky-vaccines.html
Pais e responsáveis legais podem ter legítimas razões e convicções científicas ou
jurídicas aptas a justificar a decisão de não submeterem seus filhos ao tratamento
experimental, e, nesta situação, a decisão dos pais é insidicável e inatingível pelo Estado,
cuja função em uma democracia é de tolerá- la e assegurá-la, jamais de censurá-la e
puni-la.
O Código de Nuremberg proíbe expressamente experimentos científicos
obrigatórios, exigindo consentimento livre e informado, constituindo a violação destes
direitos humanos fundamentais verdadeiro crime contra a humanidade 192021.

Não adianta tornar agora obrigatório tal experimento, sob alegação de ignorância
de seus possíveis perigos, pretexto falso, e depois pedir desculpas pelos terríveis danos
causados, como aconteceu no tristemente famoso caso da talidomida, que permaneceu
no mercado e em amplo uso por seis anos, antes de finalmente ser tornada restrita, após
dezenas de milhares de casos de teratogênese e incontáveis abortos.

É ainda essencial a observância dos princípios da precaução e da não-


maleficência (primum non nocere) e de que onde há risco deve ser assegurada a escolha
individual.

Associação MP Pró-Sociedade

02/01/2022

19https://ecfsapi.fcc.gov/file/7520958369.pdf
20https://media.tghn.org/medialibrary/2011/04/BMJ_No_7070_Volume_313_The_Nuremberg_Code.pdf
21 https://encyclopedia.ushmm.org/content/en/article/nazi-medical-experiments

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