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Aluno: 

ALEXANDRE SANTOS SOUZA Matr.: 202103154654

Disciplina: CCJ0157 - FUNDAMENTOS DE DIREITO  Período: 2021.2 EAD (GT) / SM

Quest.: 1

1. QuaL das características abaixo é vinculada à Moral?

exterioridade

b) coercibilidade

a) heteronomia

bilaterialidade

expontaneidade

Quest.: 2

2. O artigo 261 do Código de Processo Penal (que assegura a necessidade de defensor ao


acusado) tem por fundamento os princípios constitucionais da ampla defesa, do
contraditório, da igualdade etc. Nesse caso os princípios desempenham uma função:

fundamentadora

supletiva

discriminativa

interpretativa

coercitiva

Quest.: 3

3. Sobre a ABSTRATIVIDADE da norma jurídica é CORRETO o que afirma na opção:

expressa o fato da norma possuir dois lados: um representado pelo direito


subjetivo e o outro pelo dever jurídico, de tal modo que um não pode existir sem
o outro.
regula a conduta de um ou mais sujeitos em relação à conduta de outro(s)
sujeito(s)(relação de alteridade).
Da abstratidade da norma deduzimos o princípio da isonomia da lei, segundo o
qual todos são iguais perante a lei.
revela a missão de disciplinar as maneiras de agir em sociedade, pois o direito
deve representar o mínimo de exigências, de determinações necessárias.
Se abandonassem a abstratividade para regular os fatos em sua casuística, os
códigos seriam muito mais extensos e o legislador não lograria seu objetivo, já
que a vida em sociedade é mais rica que a imaginação do homem.

Quest.: 4

4. Sobre o Direito Consuetudinário ou Costumeiro, podemos afirmar:

O costume SECUNDUM LEGEM é utilizável quando a lei for omissa para preencher
a lacuna existente. Este último; é o costume considerado como subsidiários do
direito.
O costume, por não ser positivado, não pode ser considerado como fonte formal
do direito.
Os costumes dão caráter vinculante às decisões judiciais (sentenças) de primeira
instância.
O costume PRAETER LEGEM por estar de acordo coma lei serve de interpretação,
é o costume que esclarece a lei por estar em perfeita sintonia com ela.
O costume CONTRA LEGEM por opor-se à lei não têm admissibilidade em nosso
direito.

Quest.: 5

5. No exemplo, a lei diz "filho", quando na realidade queria dizer "descendente". Ou ainda,
a Lei do Inquilinato dispõe que: "o proprietário tem direito de pedir o prédio para seu
uso"; a interpretação que conclui por incluir o "usufrutuário" entre os que podem pedir o
prédio para uso próprio, por entender que a intenção da lei é a de abranger também
aquele que tem sobre o prédio um direito real de usufruto, é uma interpretação :

Explicativa

Histórica

Extensiva

Restritiva

Teleológica

Quest.: 6

6.
A lei passa a existir como tal desde a sua
promulgação, mas começa a produzir efeitos
após a sua:
 

I - Publicação.
II - Vigência.
III - Sanção.
IV - Revogação.
 

Está correto o que se afirma apenas na


alternativa:
II.
III.
III e IV.
II e III.
I.

Quest.: 7

7. Os princípios norteadores do atual Código Civil Brasileiro são

Efetividade, Adequação e Boa-fé.

Socialidade, Legalidade e Operabilidade.

Boa-fé, Eticidade e Operabilidade

Eticidade, Legalidade e Morabilidade

Socialidade, Eticidade e Operabilidade

Quest.: 8

8. Esta questão contém duas afirmações. I - Ao nascer com vida, adquire-se capacidade de
fato PORQUE II - A capacidade de direito somente se adquire com a ocorrência das
hipóteses do art. 5º CC, ou seja, quando se pode exercer plenamente o direito. Assinale
a opção CORRETA:

se a primeira é verdadeira e a segunda é falsa

se as duas são verdadeiras e a segunda não justifica a primeira.

se a primeira é falsa e a segunda é verdadeira.

se as duas são verdadeiras e a segunda justifica a primeira.

se as duas são falsas.

Quest.: 9

9. Em relação aos bens:

as benfeitorias podem ser principais, acessórias, singulares e coletivas.

são móveis os materiais provisoriamente separados de um prédio, para nele se


reempregarem.
infungíveis são os bens móveis que podem substituir-se por outros da mesma
espécie, qualidade e quantidade.
não perdem o caráter de bens imóveis as edificações que, separadas do solo,
mas conservando sua unidade, forem removidas para outro local.
pertenças são bens que constituem partes de outros bens móveis ou imóveis,
para incremento de sua utilidade.
Quest.: 10

10.  Negócio Jurídico é o acordo de vontades dirigido a um fim protegido pela Norma
Jurídica, de natureza patrimonial, segundo Paulo Dourado de Gusmão. Assim, o
negócio jurídico por excelência é:

o ato-fato

o contrato

o fato social

o ato ilícito

o fato jurídico

     Não Respondida      Não Gravada      Gravada

Aluno: ALEXANDRE SANTOS SOUZA Matr.: 202103154654

Disciplina: CCJ0157 - FUNDAMENTOS DE DIREITO  Período: 2021.2 EAD (GT) / SM

Quest.: 1

1. Quando observamos um acontecimento regulado pelo direito, o chamamos de

Sociologia Jurídica

Filosofia jurídica

Fato jurídico

Ciência jurídica

Norma jurídica

Quest.: 2

2. Sobre o ordenamento jurídico, analise as assertivas, a seguir: I - Para Dworkin,


Princípios (principles) são exigências de justiça, de equidade ou de qualquer outra
dimensão da moral, e que junto com as regras compõem o sistema jurídico. II - As
normas se exprimem por meio de regras ou princípios. III - Quando duas regras
colidem, fala-se em "conflito"; ao caso concreto uma só será aplicável (uma afasta a
aplicação da outra). Agora aponte a opção correta:

        
F Todas afirmativas estão erradas

V Todas afirmativas estão corretas


   
F Afirmativas corretas I e III
   
F Afirmativas corretas I e II
   
F Afirmativa correta somente a I
   
Quest.: 3

3. As normas que proíbem ou vedam são denominadas de:

Interpretativas  

impositivas

Interpretativas

dispositivas

imperativas

Quest.: 4

4.
Na realidade, a doutrina é o direito resultante
de estudos voltados à sistematização.
Esclarecimento, adequação e inovação.
Também alcança diversas posições:
I - Desconfiguração detalhada do direito em
tese.
II - Classificação e sistematização do direito
exposto.
III - Elucidação e interpretação dos textos
legais e do direito cientificamente estudado.
IV ¿ Conservação de antigos institutos
jurídicos.
Está correto apenas o que se afirma na
alternativa:
II e III.

I e III.

I e II.

II e IV.
III e IV.
 

Quest.: 5

5.
Na verdade, não é exato dizer que o trabalho
do intérprete apenas é necessário quando as
leis são obscuras. A interpretação sempre é
necessária, sejam obscuras ou claras as
palavras da lei ou de qualquer outra norma
jurídica. Quanto à sua Natureza, podemos dizer
que a interpretação poderá ser:
I - Literal ou gramatical.
II - Racional e lógico-sistemática.
III - Sociológica e histórica.
IV - Filosófica e subjetiva
Não está correto o que afirma a alternativa:
IV.
II.
II e IV.
I.
III e II.

Quest.: 6

6. Assinalar a alternativa correta, justificando sua resposta: (TRF/4ª Região ¿ 2004)

d) A derrogação da lei, assim como a declaração de inconstitucionalidade em


controle concentrado importam sempre em repristinação da lei anterior.
c) A lei, desde que de ordem pública, pode retroagir para atingir contratos
anteriores à sua vigência.
a) A norma jurídica tem necessariamente estrutura hipotética, com previsão de
um suporte fático e uma sanção correspondente.
b) A irretroatividade da lei constitui garantia contra o Estado e não a seu favor,
por isso que não pode ser alegada pelo ente estatal que editou o ato legislativo.
e) a repristinação no direito brasileiro se dá de forma automática com a
revogação da lei anterior.

Quest.: 7

7. Documentos Jurídicos Históricos que influenciaram a codificação civil brasileira de 2002,


EXCETO:

Código de Trânsito Nacional

Consolidação das Leis Civis (1855)

Código Civil alemão - BGB (1900)

Código Civil de 1916

Código de Napoleão (1804)

Quest.: 8

8. A capacidade do indivíduo, no Direito Civil, é dividida em

capacidade de direito para os maiores de 18 anos e capacidade de fato para os


demais.
Somente capacidade relativa, para maiores de 16 e menores de 18 anos, e
capacidade plena, para maiores de 18 anos.
capacidade relativa, para maiores de 18 anos, e capacidade plena para maiores
de 21 anos.

incapacidade relativa, capacidade absoluta e capacidade excepcional.

capacidade relativa, capacidade plena ou absoluta, incapacidade absoluta.

Quest.: 9

9. Consideram-se bens imóveis

as energias que tenham valor econômico.

os direitos pessoais de caráter patrimonial e respectivas ações.

os materiais provenientes da demolição de algum prédio.

os materiais provisoriamente separados de um prédio, para nele se


reintegrarem.

os materiais destinados a alguma construção, enquanto não forem empregados

Quest.: 10

10. O instituto do Ato Jurídico cumpre papel essencial no sistema Jurídico, como meio de
difusão de direitos e obrigações, bases nucleares do Direito Civil. O ato ilícito civil é um
ato contrário ao direito que gera:

sanção penal

pena privativa de liberdade


medida de segurança

pena restritiva de direito

responsabilidade civil

Aluno: ALEXANDRE SANTOS SOUZA Matr.: 202103154654

Disc.: FUNDAMEN.DE DIREIT.  2021.2 EAD (GT) / EX

Prezado (a) Aluno(a),

Você fará agora seu TESTE DE CONHECIMENTO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não
valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.

Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma.
Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.

1. Que tipo de Direito é regido pelos princípios da supremacia do


interesse público e da estrita legalidade?

Direito Empresarial

Direito privado

Direito público

Direito consuetudinário

Direito Civil

Explicação:

O tipo de Direito é regido pelos princípios da supremacia do interesse público e da estrita legalidade é
o Direito Público. O Direito Público refere-se ao conjunto das normas jurídicas de natureza pública,
compreendendo tanto o conjunto de normas jurídicas que regulam a relação entre o particular e o
Estado como as atividades que organizam as funções e os cargos públicos.

2. Considerando a teoria do Direito Civil acerca das locuções


"direito objetivo" e "direito subjetivo", assinale a aiternativa
incorreta:

 Direito subjetivo é a prerrogativa de invocação da norma jurídica, pelo titular, na defesa do


seu interesse.

O direito subjetivo associa-se à noção de "facultas agendi".

Visto como um conjunto de normas que a todos se dirige e a todos vincula, temos o "direito
subjetivo".

 Visto sob o ângulo subjetivo, o direito é o interesse juridicamente tutelado (Ihering)


0 direito objetivo refere-se a um conjunto de regras que impõem à conduta humana certa
direção ou limite. Ele descreve condutas obrigatórias e comina sanções pelo comportamento
diverso dessa descrição

Explicação:

O direito subjetivo é a situação jurídica, consagrada por uma norma, através da qual o titular tem
direito a um determinado ato face ao destinatário, ou seja, a faculdade de ajuizar uma ação contra
quem violou o seu direito objetivo (norma agendi).

3. Quando observamos um acontecimento regulado pelo direito, o


chamamos de

Filosofia jurídica

Ciência jurídica

Sociologia Jurídica

Fato jurídico

Norma jurídica

Explicação:

Quando observamos um acontecimento regulado pelo direito, o chamamos de fato jurídico, um


acontecimento que tem previsão jurídica.

4. Muito nos tem salientado os estudiosos que o direito,


a moral e a ética devem estar sempre presentes,
existindo regras éticas que devem ser observadas e
que o campo de ação da moral é mais amplo que o
campo do direito, porém, de forma ideal deveriam
eles estarem o mais próximo possível. Assinale a
alternativa que traz uma informação equivocada
quanto à relação entre o direito, a moral e a ética.

Os aspectos morais possuem uma preocupação maior com o foro íntimo da


pessoa.

 
As normas jurídicas e morais têm em comum o fato de constituírem regras de
comportamento.

 
O direito está relacionado com as ações exteriorizadas do homem.
 

Ao direito cabe a fixação de sanções concretas pela violação das normas.


As normas jurídicas e morais se assemelham pela sanção e pelo de campo de
ação.

Explicação:

As normas jurídicas e morais têm em comum o fato de constituírem regras de


comportamento, mas distinguem-se precipuamente pela sanção e pelo de campo
de ação, que na moral é mais amplo.

5. Na teoria tridimensional do direito, as normas


morais são traduzidas indivíduo por indivíduo
dentro da sociedade na qual convive, sendo
reconhecidas pelos costumes fixados pela
sociedade.  

I. A moral é apenas um dos vetores que


compõem o direito sendo este fato, valor
e norma.
II. Valor abrange o conceito moral relativo a
um fato concreto.
III. Norma é como o ordenamento jurídico
tratará aquele fato relevante ao direito.
IV. Tanto a norma jurídica e quanto a moral
estabelecem uma sanção pelo Estado.

As assertivas I, II e III são verdadeiras.

Apenas as assertivas I e IV são falsas.

A assertiva I é falsa.

As assertivas I, II, IV são falsas.

As assertivas I, II, III,  IV  são verdadeiras.

Explicação:

Na teoria tridimensional do direito podemos destacar como ponto em comum entre a norma jurídica e
a moral é que ambas constituírem regras de comportamento, e divergência entre elas está justamente
na aplicação de uma sanção pelo Estado quanto a primeira é descumprida.

 
6. QuaL das características abaixo é vinculada à Moral?

a) heteronomia

expontaneidade

b) coercibilidade

bilaterialidade

exterioridade

Explicação: O aluno deverá reconhecer uma das principais características da Moral, que a difere do
Direito.

Gabarito
Comentado

7. Limongi França estabelece que ao


conceituarmos a palavra Direito encontraremos
quatro aspectos fundamentais.

I. Conjunto de regras sociais


II. São as regras sociais que disciplinam as
obrigações e o poder
III. O direito aparece como justo ao que
se refere à questão do meu e do seu
IV. A sanção de direito é estabelecida pela
força do Estado e dos grupos internos

As assertivas I, II, III,  IV  são verdadeiras.

A assertiva I é falsa.

Apenas as assertivas I e IV são falsas.

As assertivas I, II e III são verdadeiras.

As assertivas I, II, IV são falsas.

Explicação:

O direito é justo e se refere a todos, independentemente da classe social. Portanto, Direito é o


conjunto das regras sociais que disciplinam as obrigações e poderes referentes a questão do meu e do
seu, sancionadas pela Força do Estado e dos grupos intermediários.
 

8. Quanto aos ¿mecanismos de controle social¿, assinale a única


alternativa correta:

os mecanismos de controle social distinguem-se do Direito. Enquanto os primeiros têm em


vista o controle da sociedade, o Direito visa à justiça.
apenas as normas jurídicas que possuem a característica da bilateralidade atributiva podem
ser consideradas como mecanismos de controle social.

os mecanismos de controle social são exclusivamente jurídicos.

dentre os mecanismos de controle social, encontram-se as normas de trato social, que são
seguidas por força do costume e cujo descumprimento leva a uma sanção aplicada pelo
próprio grupo.
qualquer norma de origem religiosa, moral, de trato social ou legal pode ser considerada
como pertencente a um mecanismo de controle social, desde que caracterizada pela
possibilidade de coerção.

Explicação:

Direito é mecanismo de controle social assim como moral, religião e costumes, tendo cada qual suas
características próprias.

Dentre os mecanismos de controle social, encontram-se as normas de trato social, que são seguidas por
força do costume e cujo descumprimento leva a uma sanção aplicada pelo próprio grupo.

Aluno: ALEXANDRE SANTOS SOUZA Matr.: 202103154654

Disc.: FUNDAMEN.DE DIREIT.  2021.2 EAD (GT) / EX

Prezado (a) Aluno(a),

Você fará agora seu TESTE DE CONHECIMENTO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não
valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.

Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma.
Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.

1. Podemos situar as normas do ordenamento jurídico em


diferentes graus de hierarquia. Nesse sentido, são normas
complementares:

ocupam o grau mais elevado da hierarquia das normas jurídicas. Todas as demais devem
subordinar-se às normas presentes na Constituição Federal, isto é, não podem contrariar os
preceitos constitucionais. Quando contrariam, costuma-se dizer que a norma inferior é
inconstitucional.
são as normas que representam a aplicação concreta das demais normas do Direito à
conduta social das pessoas. Exemplo: sentenças, contratos etc.
são os regulamentos estabelecidos pelas autoridades administrativas em desenvolvimento da
lei. Exemplo: decretos e portarias.
são as leis que complementam o texto constitucional. A lei complementar deve estar
devidamente prevista na Constituição. Isso quer dizer que a Constituição declara,
expressamente, que tal ou qual matéria será regulada por lei complementar.
são as normas elaboradas pelo Poder Legislativo em sua função típica de legislar. Exemplo:
Código Civil, Código Penal, Código Tributário etc.

Explicação: O aluno deverá demonstrar conhecimentos conceituais a respeito das diversas ordens de
normas constantes da hierarquia normativa.
 

2. ¿Ordens são ordens, é a lei do soldado. A lei é a lei, diz o


jurista. No entanto, ao passo que para o soldado a obrigação e o
dever de obediência cessam quando ele souber que a ordem
recebida visa à prática de um crime, o jurista, desde que há
cerca de cem anos desapareceram os últimos jusnaturalistas,
não conhece exceções deste gênero à validade das leis nem ao
preceito de obediência que os cidadãos lhes devem. A lei vale
por ser lei, e é lei sempre que, como na generalidade dos casos,
tiver do seu lado a força para se fazer impor¿ (RADBRUCH,
Gustav. Filosofia do direito. Coimbra: Armênio Amado Editor,
1974, p. 415). O texto acima apresenta, em tom crítico, linhas
gerais de uma doutrina jurídica conhecida como:

teoria trivalente do direito

juspositivismo

teoria tridimensional do direito

racionalismo cristão

jusnaturalismo

Explicação: O aluno deverá demonstrar conhecimento em relação às diversas teorias que justificam a
existência de uma ordem normativa social

Gabarito
Comentado

3. O que é a completude do ordenamento jurídico?

Entende-se por "completude" a propriedade pela qual um ordenamento jurídicotem não tem


uma norma para regular qualquer caso.
A completude significa a não exclusão de toda a situação na qual pertençam ao sistema das
duas normas que se contradizem. 
 O dogma da completude é o princípio de que o ordenamento jurídico não seja completo,
fornecendo ao juiz uma solução sem recorrer a equidade.
O nexo entre coerência e completude está em que a coerência significa a não exclusão de
toda a situação na qual pertençam ao sistema ambas as normas que se contradizem.
Entende-se por "completude" a propriedade pela qual um ordenamento jurídico tem uma
norma para regular qualquer caso.

Explicação:

Entende-se por "completude" a propriedade pela qual um ordenamento jurídico tem uma norma para
regular qualquer caso. A falta de uma norma se chama geralmente lacuna.( Lacuna em uma lei, é a
omissão em relação a fatos de situações que ela teoricamente deveria abranger).
 

4. Podemos dizer que a validade decorre, invariavelmente, de o


ato haver sido executado com a satisfação de todas as
exigências legais. Uma norma jurídica, para que seja
obrigatória, não deve estar apenas estruturada logicamente
segundo um juízo categórico ou hipotético, pois é indispensável
que apresente certos requisitos de validade. Analise as
proposições a seguir, a respeito do texto acima: I- Vigência vem
a ser ¿a executoriedade compulsória de uma norma jurídica, por
haver preenchido os requisitos essenciais à sua feitura ou
elaboração¿ (REALE, 2015). PORQUE II- A norma jurídica tem
vigência quando pode ser executada compulsoriamente pelo fato
de ter sido elaborada com observância aos requisitos essenciais
exigidos

As duas asserções são verdadeiras e a segunda é uma justificativa correta da primeira.

As duas asserções são verdadeiras, mas a segunda asserção não é justificativa da primeira.

A primeira asserção é falsa e a segunda asserção é verdadeira.

As duas asserções são falsas.

A primeira asserção é verdadeira e a segunda asserção é falsa.

Explicação: O aluno deverá demonstrar conhecimentos a respeito das dimensões de validade do


ordenamento e a da norma jurídica.

5. As diretrizes gerais de um ordenamento jurídico, ou de parte


dele, são denominadas de:

Princípios

Doutrina

Regras

Jurisprudência

Direito positivo

Explicação:

As diretrizes gerais de um ordenamento jurídico, ou de parte dele, são denominadas de: princípios.

6. O professor Canotilho fornece-nos a explicitação da ideia de que


o sistema jurídico deve ser visto como um sistema normativo
aberto de regras e princípios. Sobre o sistema jurídico podemos
afirmar, EXCETO:
Regras e princípios pertencem a segmentos distintos no ordenamento jurídico e não se
relacionam.
é um sistema de regras e de princípios, pois as normas do sistema tanto podem revelar-se
sob a forma de princípios como sob a sua forma de regras.
é um sistema normativo, porque a estruturação das expectativas referentes a valores,
programas, funções e pessoas, é feita através de normas

é um sistema jurídico porque é um sistema dinâmico de normas.

é um sistema aberto porque tem uma estrutura dialógica traduzida na disponibilidade e


¿capacidade de aprendizagem¿ das normas constitucionais para captarem a mudança da
realidade e estarem abertas às concepções cambiantes da ¿verdade e da ¿justiça¿

Explicação: O aluno deverá localizar o sistema jurídico como composto de regras e princípios,
portanto, um sistema aberto.

7. Sobre o ordenamento jurídico, analise as assertivas, a seguir: I


- Para Dworkin, Princípios (principles) são exigências de justiça,
de equidade ou de qualquer outra dimensão da moral, e que
junto com as regras compõem o sistema jurídico. II - As normas
se exprimem por meio de regras ou princípios. III - Quando
duas regras colidem, fala-se em "conflito"; ao caso concreto
uma só será aplicável (uma afasta a aplicação da outra). Agora
aponte a opção correta:

         
V Todas afirmativas estão corretas

         
F Todas afirmativas estão erradas

         
F Afirmativa correta somente a I

         
F Afirmativas corretas I e III

         
F Afirmativas corretas I e II

Explicação: O aluno deverá dominar a teoria sobre regras e princípios de Ronald Dworkin

8. Com relação aos princípios interpretativos das normas


constitucionais, assinale a opção correta.

O princípio da força normativa da Constituição estabelece que o intérprete deve ater-se ao


que consta do texto das normas constitucionais.
Segundo o princípio da unidade da Constituição, uma constituição não deve ser interpretada
a partir de valores e princípios contidos em outras constituições.
Segundo o princípio da conformidade funcional, deve o intérprete harmonizar os bens
jurídicos em conflito, de modo a evitar o sacrifício de uns em relação aos outros.
Segundo o princípio do efeito integrador, na resolução de problemas jurídico-constitucionais,
deverá ser dada maior primazia aos critérios favorecedores da integração política e social,
bem como o reforço da unidade política.
De acordo com o princípio da eficiência ou da efetividade, na resolução de problemas
constitucionais, deve-se dar primazia aos direitos do Estado.

Explicação:

GABARITO: A - Segundo o princípio do efeito integrador, na resolução de problemas jurídico-


constitucionais, deverá ser dada maior primazia aos critérios favorecedores da integração política e social,
bem como o reforço da unidade política.

Como corolário do princípio da unidade da Constituição, o princípio integrador significa que na resolução
dos problemas jurídico-constitucionais deve dar-se primazia aos critérios ou pontos de vista que favoreçam
a integração política e social e o reforço da unidade política.Enfim, a tarefa precípua do intérprete é
exatamente arrancar da conflitualidade constitucional soluções integradoras, que valorizem a unidade
normativa da constituição.

Aluno: ALEXANDRE SANTOS SOUZA Matr.: 202103154654

Disc.: FUNDAMEN.DE DIREIT.  2021.2 EAD (GT) / EX

Prezado (a) Aluno(a),

Você fará agora seu TESTE DE CONHECIMENTO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não
valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.

Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma.
Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.

1. Sobre as características da norma jurídica aponte a resposta


correta sobre a GENERALIDADE

revela a missão de disciplinar as maneiras de agir em sociedade, pois o direito deve


representar o mínimo de exigências, de determinações necessárias.
Quer dizer possibilidade de uso de coação. Essa possui dois elementos: psicológico e
material.
As normas jurídicas visam estabelecer uma fórmula padrão de conduta aplicável a qualquer
membro da sociedade. Regulam casos como ocorrem, via de regra, no seu denominador
comum.
Temos que a norma jurídica é preceito de ordem geral, que obriga a todos que se acham em
igual situação jurídica.
temos que o direito existe sempre vinculando duas ou mais pessoas, conferindo poder a uma
parte e impondo dever à outra.

Explicação: O aluno deverá revelar seus conhecimentos teóricos acerca das características da norma
jurídica

2. A diferença entre normas de Direito Privado e Normas de Direito


Público é que esta regula:

Tutelam o interesse público e privado.

A participação do poder público.


O vínculo entre particulares.

A participação nas relações contratuais privadas.

A participação nas relações morais e éticas.

Explicação:

A diferença entre normas de Direito Privado e Normas de Direito Público é que esta regula:
a participação do poder público.

3. Considerando-se, todavia, as categorias mais gerais das normas


jurídicas, verificam-se que estas apresentam alguns caracteres
que, na opinião dominante dos doutrinadores, são:
bilateralidade, generalidade, abstratividade, imperatividade,
coercibilidade e heteronomia. Analise as proposições a seguir, a
respeito do texto acima: I - Pela bilateralidade, temos que o
direito existe sempre vinculando duas ou mais pessoas,
conferindo poder a uma parte e impondo dever à outra. PORQUE
II - Da generalidade da norma deduzimos o princípio da
isonomia da lei, segundo o qual todos são iguais perante a lei.

As duas proposições estão corretas, mas a segunda proposição não justifica a primeira.

A primeira proposição está correta e a segunda proposição está errada.

As duas proposições estão erradas.

As duas proposições estão corretas e a primeira proposição justifica a segunda.

A primeira proposição está errada e a segunda proposição está correta.

Explicação: O aluno deverá demonstrar conhecimentos conceituais e aplicar seu raciocínio reflexivo
em relação ao que a questão demanda

4. As normas que proíbem ou vedam são denominadas de:

impositivas

dispositivas

imperativas

Interpretativas

Interpretativas  
Explicação:

 As normas são: Imperativas - ordenam, impõem. Ex.: Art. 876, Art. 1643 do CC. Normas impositivas
(ou cogentes) Proibitivas - vedam, proíbem. Ex.: Art. 228, 1860 do CC. Interpretativas - esclarecem a
vontade do indivíduo manifestada de forma duvidosa. Ex.: Art. 1899 do CC. Normas dispositivas (ou
permissivas) Integrativas - preenchem lacunas deixadas por ocasião da manifestação da vontade. Ex.:
Art. 1640, 1904 do CC.

5. Sobre a classificação das normas aponte a opção correta:

Normas consolidadas são aquelas que constituem um corpo orgânico sobre certo ramo do
direito, como o Código Civil

Normas de organização disciplinam o comportamento dos indivíduos, impondo condutas.

Lei Adjetiva - Aglutina regras de procedimento no andamento de questões forenses.

Normas anacrônicas são as que estão em vigor e produzem os efeitos esperados pelo
legislador.
Normas codificadas são as que formam uma reunião sistematizada de todas as leis existentes
e relativas a uma matéria

Explicação: O aluno deverá identificar as características próprias das diversas classificações


normativas aprendidas

6. A República Federativa do Brasil, formada pela união


indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal,
constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como
fundamentos, exceto:

a dignidade da pessoa humana.

construir uma sociedade livre, justa e solidária.

o pluralismo político.

a cidadania.

os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.

Explicação:

GABARITO: C - construir uma sociedade livre, justa e solidária.

Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do
Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

I - a soberania;

II - a cidadania;
III - a dignidade da pessoa humana;

IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

V - o pluralismo político.

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

7. Das opções abaixo assinale a que apresenta algumas


características da norma jurídica.

Generalidade, incoercibilidade e literalidade.

Bilateralidade, coercibilidade e abstratividade.

Bilateralidade, positividade e incoercibilidade.

Moralidade, positividade e literalidade.

Positividade, eticidade e literalidade.

Explicação:

Das opções abaixo assinale a que apresenta algumas características da norma


jurídica: bilateralidade, coercibilidade e abstratividade.

8. Jerônimo é empregado na sociedade empresária Produtos


Baianos Ltda., exercendo a função de entregador.No ano em
que completou 18 anos, Jerônimo se alistou e foi convocado
para prestar serviço militar, permanecendo no quartel por 1
ano. Findo esse período, deu a respectiva baixa e retornou ao
serviço junto ao empregador. Diante da situação retratada e dos
comandos legais de regência, assinale a afirmativa correta. 
 

A prestação de serviço militar conduziu à extinção do contrato de trabalho, posto que não é
possível a prestação concomitante das atividades militar e civil. 
 
Enquanto servindo às Forças Armadas, Jerônimo teve o contrato interrompido, mas o
empregador tem que depositar o FGTS na conta vinculada do empregado. 
 
A sociedade empresária ficou isenta de recolher o FGTS, mas está obrigada a receber de
volta o empregado, caso ele manifeste o desejo de retornar, em até 90 dias da baixa militar. 
O contrato de trabalho ficou suspenso durante a prestação de serviço militar e o empregador
deveria depositar o FGTS nesse período. 
Durante a prestação de serviço militar, Jerônimo recebeu salário do empregador e o soldo da
força a que servia, mas perdeu o direito ao FGTS desse período. 
 
Explicação:

 Gabarito - O afastamento do empregado em virtude das exigências do serviço


militar não constitui motivo para alteração ou rescisão do contrato de trabalho
por parte do empregador, mas suspensao com obrigações contratuais.

Entao o  serviço militar obrigatório suspende o curso do contrato de


trabalho a partir da data em que o empregado afasta-se para servir. Art. 60 da
Lei nº 4.375/1964.

Sendo assim, durante


todo o período em que o empregado permanecer afastado
para prestar serviço militar, o empregador deverá depositar mensalmente
a parcela de 8%, correspondente ao FGTS, sobre a remuneração que
lhe seria devida.

Art. 28, I, do Decreto nº 99.684/1990

Aluno: ALEXANDRE SANTOS SOUZA Matr.: 202103154654

Disc.: FUNDAMEN.DE DIREIT.  2021.2 EAD (GT) / EX

Prezado (a) Aluno(a),

Você fará agora seu TESTE DE CONHECIMENTO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não
valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.

Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma.
Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.

1. Processo legislativo é o processo de elaboração


de uma lei consiste em uma sucessão de fases e
de atos que vão desde a apresentação de seu
projeto até a sua efetiva concretização,
tornando-se obrigatória. Assim, temos, na
ordem:

 
iniciativa, discussão-votação-aprovação, promulgação, sanção-veto, publicação e entrada em
vigor.
iniciativa,  promulgação, discussão-votação-aprovação, sanção-veto, publicação e entrada
em vigor.
iniciativa, discussão-votação-aprovação, sanção-veto,  publicação, promulgação e entrada
em vigor.

 
iniciativa, discussão-votação-aprovação, sanção-veto, promulgação, publicação e entrada em
vigor.
iniciativa, promulgação, discussão-votação-aprovação, sanção-veto, publicação e entrada em
vigor.
Explicação:

Segundo José Afonso da Silva (1995), o Processo Legislativo é ¿o conjunto de atos realizados pelos
órgãos legislativos visando à formação das leis constitucionais, complementares e ordinárias,
resoluções e decretos legislativos¿. Para ele, as medidas provisórias não deveriam constar do rol do
art. 59, pois sua elaboração não se dá por processo legislativo.

2. Sobre o Direito Consuetudinário ou Costumeiro, podemos


afirmar:

O costume, por não ser positivado, não pode ser considerado como fonte formal do direito.

O costume SECUNDUM LEGEM é utilizável quando a lei for omissa para preencher a lacuna
existente. Este último; é o costume considerado como subsidiários do direito.

O costume CONTRA LEGEM por opor-se à lei não têm admissibilidade em nosso direito.

O costume PRAETER LEGEM por estar de acordo coma lei serve de interpretação, é o costume
que esclarece a lei por estar em perfeita sintonia com ela.

Os costumes dão caráter vinculante às decisões judiciais (sentenças) de primeira instância.

Explicação: O aluno deverá demonstrar conhecimentos a respeito dos diversos tipos de costumes
existentes no ordenamento jurídico.

Gabarito
Comentado

3. A expressão FONTE vem do


latim fons, fontis, nascente, significando tudo aquilo
que origina, que produz algo. Assim, a
expressão fontes do Direito indica, desde logo, as
formas pelas quais o Direito se manifesta.
Apresentam, basicamente, três espécies:

I - Fontes materiais são os fatos sociais, as próprias


forças sociais criadoras do Direito. Constituem a
matéria-prima da elaboração deste, pois são os
valores sociais que informam o conteúdo das
normas jurídicas.

II - Fontes históricas são os documentos jurídicos e


coleções coletivas do passado que, graças a sua
sabedoria, continuam a influir nas legislações da
atualidade.

III -  As fontes subjetivas vêm a ser como as artérias


por onde correm e se manifestam as fontes
materiais.

Está correta apenas a alternativa:


II.

II e III.

I e III.

I.

I e II.

Explicação:

Fontes materiais são os fatos sociais, as próprias forças sociais criadoras do


Direito. Constituem a matéria-prima da elaboração deste, pois são os valores
sociais que informam o conteúdo das normas jurídicas.

Fontes históricas são os documentos jurídicos e coleções coletivas do passado


que, graças a sua sabedoria, continuam a influir nas legislações da atualidade.

As fontes formais vêm a ser como as artérias por onde correm e se manifestam as
fontes materiais.

4.
Na realidade, a doutrina é o
direito resultante de estudos
voltados à sistematização.
Esclarecimento, adequação e
inovação. Também alcança
diversas posições:
I - Desconfiguração detalhada
do direito em tese.
II - Classificação e
sistematização do direito
exposto.
III - Elucidação e interpretação
dos textos legais e do direito
cientificamente estudado.
IV ¿ Conservação de antigos
institutos jurídicos.
Está correto apenas o que se
afirma na alternativa:
II e III.

II e IV.

I e III.

I e II.
III e IV.

Explicação:

      A Doutrina também alcança diversas


posições:
 

 Apresentação detalhada do direito em tese;


 Classificação e sistematização do direito exposto;
 Elucidação e interpretação dos textos legais e do direito
cientificamente estudado;
 Concepção e formulação de novos institutos
jurídicos.

5. Quando estamos diante das leis criadas pelo Estado, os


costumes e a jurisprudência, estamos diante de fonte:

Neutra

Distributiva

Ética
Material

Formal

Explicação:

Quando estamos diante das leis criadas pelo Estado, os costumes e a jurisprudência, estamos diante
de fonte formal.

6. São estudos e teorias desenvolvidos pelos juristas, com o


objetivo de sistematizar e interpretar as normas vigentes e de
conceber novos institutos jurídicos:

Doutrina

Lei

Princípios gerais do Direito

Jurisprudência

Costume

Explicação:

A doutrina é uma das fontes subsidiárias do Direito. É uma forma expositiva e esclarecedora do Direito
feita pelo jurista a quem cabe o estudo aprofundado da ciência.

Aluno: ALEXANDRE SANTOS SOUZA Matr.: 202103154654

Disc.: FUNDAMEN.DE DIREIT.  2021.2 EAD (GT) / EX

Prezado (a) Aluno(a),

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Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.

1. No exemplo, a lei diz "filho", quando na realidade queria dizer


"descendente". Ou ainda, a Lei do Inquilinato dispõe que: "o
proprietário tem direito de pedir o prédio para seu uso"; a
interpretação que conclui por incluir o "usufrutuário" entre os
que podem pedir o prédio para uso próprio, por entender que a
intenção da lei é a de abranger também aquele que tem sobre o
prédio um direito real de usufruto, é uma interpretação :

Teleológica
Histórica

Extensiva

Explicativa

Restritiva

Explicação: Cabe ao aluno aplicar no caso concreto o conceito apreendido.

2. Analise as afirmativas abaixo: I - O estudo das antinomias


jurídicas relaciona-se à questão da consistência do ordenamento
jurídico, à condição de um ordenamento jurídico não apresentar
simultaneamente normas jurídicas que se excluam mutuamente,
isto é, que sejam antinômicas entre si, a exemplo de duas
normas, em que uma manda e a outra proíbe a mesma conduta.
II - Num ordenamento jurídico coerente e harmônico como o
nosso não há possibilidade da existência de episódios
antinômicos entre normas. III - Há vários tipos de antinomias,
porém, dividem-se basicamente em antinomias aparentes
¿ passíveis de solução, e antinomias reais ¿ são aquelas onde o
intérprete é abandonado a si mesmo, ou pela falta de um
critério ou por conflito entre os critérios dados. Estão corretas
somente as afirmações:

Somente I e III

Somente I e II

Somente II

Somente II e III

Somente I

Explicação: Cabe ao aluno analisar o conteúdo das frases e avaliar reflexivamente à luz dos
ensinamentos aprendidos.

3.
A condição de um
ordenamento jurídico não
apresentar simultaneamente
normas jurídicas que se
excluam mutuamente, está
relacionado ao estudo das:
I - Antinomias jurídicas.
II - Interpretações literais.
III - Exigências de validade da
norma.
IV - Etapas do processo
legislativo.
Está correto o que se afirma
na alternativa:
III e II.
II e IV.
II.
I.
IV.

Explicação:

O estudo das antinomias jurídicas relaciona-se à


questão da consistência do ordenamento
jurídico, à condição de um ordenamento jurídico
não apresentar simultaneamente normas
jurídicas que se excluam mutuamente, isto é,
que sejam antinômicas entre si, a exemplo de
duas normas, em que uma manda e a outra
proíbe a mesma conduta.

4. Na existência de duas normas incompatíveis, prevalece a norma


posterior. Este critério é anunciado pelo brocardo jurídico: lex
posterior derogat legi priori. Essa regra se explica pelo fato de a
eficácia da lei no tempo ser limitada ao prazo de sua vigência,
que começa com a sua publicação e perdura até a sua
revogação. Assim, a lei só começa a produzir seus efeitos após
entrar em vigência e deixa de produzi-los depois de revogada.
Trata-se do critério de solução de antinomia denominado:

Critério hierárquico.

Critério normativo

Critério Cronológico

Critério analógico

Critério da especialidade

Explicação: O aluno deve apresentar conhecimento a respeito da base conceitual

5.
Na verdade, não é exato dizer
que o trabalho do intérprete
apenas é necessário quando
as leis são obscuras. A
interpretação sempre é
necessária, sejam obscuras
ou claras as palavras da lei ou
de qualquer outra norma
jurídica. Quanto à sua
Natureza, podemos dizer que
a interpretação poderá ser:
I - Literal ou gramatical.
II - Racional e lógico-
sistemática.
III - Sociológica e histórica.
IV - Filosófica e subjetiva
Não está correto o que afirma
a alternativa:
III e II.
I.
II.
IV.
II e IV.

Explicação:

Quanto à natureza não existe critério de interpretação da


norma jurídica da espécie filosófica e subjetiva.

6. Como todo objeto cultural, o direito encerra significados;


interpretá-lo representa revelar o seu conteúdo e alcance.
Temos, assim, três elementos que integram o conceito de
interpretação: I - Revelar o seu sentido: isso não significa
somente conhecer o significado das palavras, mas, sobretudo
descobrir a finalidade da norma jurídica. Com outras palavras,
interpretar é "compreender"; as normas jurídicas são parte do
universo cultural e a cultura, como vimos, não se explica, se
compreende em função do sentido que os objetos culturais
encerram. E compreender é justamente conhecer o sentido,
entender os fenômenos em razão dos fins para os quais foram
produzidos. II - Fixar o seu alcance: significa delimitar o seu
campo de incidência; é conhecer sobre que fatos sociais e em
que circunstâncias a norma jurídica tem aplicação. Por exemplo,
as normas trabalhistas contidas na Consolidação das Leis do
Trabalho (CLT) se aplicam apenas aos trabalhadores
assalariados, isto é, que participam em uma relação de
emprego; as normas contidas no Estatuto dos Funcionários
Públicos da União têm o seu campo de incidência limitado a
estes funcionários. III - Norma jurídica: falamos em "norma
jurídica" como gênero, uma vez que não são apenas as leis, ou
normas jurídicas legais que precisam ser interpretadas, embora
sejam elas o objeto principal da interpretação. Assim, todas as
normas jurídicas podem ser objeto de interpretação: as legais,
as jurisdicionais (sentenças judiciais), as costumeiras e os
negócios jurídicos. IV - a hermenêutica se confunde
necessariamente com a interpretação da norma. É correto
somente o que se afirma em:

         
F I, II, III, IV

         
F III e IV

         
F I e III

         
V I, II e III

         
F I e II
Explicação: O aluno deverá demonstrar conhecimento a respeito da distinção entre hermenêutica e
interpretação, bem como os elementos dessa distinção.

Aluno: ALEXANDRE SANTOS SOUZA Matr.: 202103154654

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valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.

Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma.
Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.

1. Diante de uma situação em que um empregado já completou


dez anos de serviços prestados e se tornou estável, pois não
optou pelo FGTS, é possível dizer que temos:

Expectativa de direito

Ilusão do direito

Direito adquirido a estabilidade

Ato jurídico perfeito

Direito natural

Explicação: Trata-se de direito adquirido uma vez que é aquele que se consumou na vigência de
determinada lei, independente de seu exercício.

2. As principais funções da Lei de Introdução as Normas do Direito


Brasileiro:

Regular a existência e eficiência das normas jurídicas.

Impor a eficácia geral e abstrata da obrigatoriedade, inadmitindo a ignorância da lei vigente;

Regulamentar a aplicação das nomas morais no direito brasileiro

Desregulamentar o direito intertemporal;

Desregulamentar o direito internacional privado no Brasil;

Explicação: Cabe ao aluno demonstrar conhecimento sobre a LINDB.


 

3.
A Lei de Introdução às
Normas do Direito Brasileiro
(LINDB) fixa e define algumas
questões básicas, como:
I - O tempo de vigor da lei.
II - O momento dos efeitos da
lei.
III - A validade da lei para
todos.
IV - A sanção da lei para
todos.
 

Não está em consonância


com as questões tratadas na
LINDB, apenas a alternativa:
II e III.
III.
IV.
I.
III e IV.

Explicação:

A Lei de Introdução às Normas do Direito


Brasileiro fixa e define algumas questões
básicas, como:
 O tempo de vigor da lei;
 O momento dos efeitos da lei;
 A validade da lei para todos.

4. Assinalar a alternativa correta, justificando sua resposta:


(TRF/4ª Região ¿ 2004)

e) a repristinação no direito brasileiro se dá de forma automática com a revogação da lei


anterior.
c) A lei, desde que de ordem pública, pode retroagir para atingir contratos anteriores à sua
vigência.
a) A norma jurídica tem necessariamente estrutura hipotética, com previsão de um suporte
fático e uma sanção correspondente.
b) A irretroatividade da lei constitui garantia contra o Estado e não a seu favor, por isso que
não pode ser alegada pelo ente estatal que editou o ato legislativo.
d) A derrogação da lei, assim como a declaração de inconstitucionalidade em controle
concentrado importam sempre em repristinação da lei anterior.

Explicação: O aluno deverá abordar a importância da irretroatividade das leis para a segurança das
relações jurídicas, daí não ser possível ser alegada pelo ente que a editou.

Gabarito
Comentado

Chama-se vacatio
5.

legis (vacância da lei) o

período que medeia a

data de publicação da

lei e a de sua entrada


em vigor. Por esta

afirmação, subentende-

se que:

I - A lei sempre entrará

em vigor no momento de

sua publicação.

II - A lei poderá entrar

em vigor no momento de

sua publicação.

III - A lei poderá entrar

em vigor após 45 dias

de sua publicação.

IV - A lei poderá entrar


em vigor, decorrido o

prazo estipulado nela.

Não está correto o que

se afirma na alternativa:

III.

II.

I.

II e III.

III e IV.

Explicação:

O início da vigência da lei

Após a sanção, a lei já existe e é

válida, tendo em vista que a


promulgação é ato Após a sanção,

a lei já existe e é válida, tendo em

vista que a promulgação é ato

declaratório de sua existência.

Todavia, só terá vigência a partir da

data disposta nela mesma.

Pode ocorrer que a lei não mencione a

data a partir da qual vigorará. Nesse

caso, prevalece a regra geral do art. 1º

da LINDB: ¿entrará em vigor 45 dias

após a data de sua publicação¿.

Nada impede, contudo, que a vigência

da lei nova seja imediata, dispensando-

se a vacatio legis, como se observa na


introdução ao código civil.

6.
A lei passa a existir como tal
desde a sua promulgação,
mas começa a produzir efeitos
após a sua:
 

I - Publicação.
II - Vigência.
III - Sanção.
IV - Revogação.
 

Está correto o que se afirma


apenas na alternativa:
I.
II.
II e III.
III.
III e IV.

Explicação:

O início da vigência da lei


Após a sanção, a lei já existe e é válida, tendo em
vista que a promulgação é ato Após a sanção, a
lei já existe e é válida, tendo em vista que a
promulgação é ato declaratório de sua existência.
Todavia, só terá vigência a partir da data
disposta nela mesma.
Pode ocorrer que a lei não mencione a data a
partir da qual vigorará. Nesse caso, prevalece a
regra geral do art. 1º da LINDB: ¿entrará em
vigor 45 dias após a data de sua publicação¿.
Nada impede, contudo, que a vigência da lei
nova seja imediata, dispensando-se a vacatio
legis, como se observa na introdução ao código
civil.
Aluno: ALEXANDRE SANTOS SOUZA Matr.: 202103154654

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valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.

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Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.

1. Os princípios norteadores do atual Código Civil Brasileiro são

Socialidade, Legalidade e Operabilidade.

Efetividade, Adequação e Boa-fé.

Eticidade, Legalidade e Morabilidade

Boa-fé, Eticidade e Operabilidade

Socialidade, Eticidade e Operabilidade

Explicação:
Socialidade, Eticidade e Operabilidade

2. Assinale a alternativa incorreta:

A parte especial do Código compreende quatro livros : Obrigações; Empresa; Família e


Sucessões.

O Código Civil não operou qualquer mudança de qualidade.

O Código Civil atual resultou de um processo de elaboração legislativa que se desdobrou em


várias fases, no curso de 92 anos;

Compreendia o Código de 1916 duas partes, uma geral e outra especial;

A parte geral do atual código civil tem 232 artigos, dividida em três livros.

Explicação:
A parte especial do Código compreende quatro livros : Obrigações; Empresa; Família e Sucessões.

3.
É a análise do Direito Privado
com base nos fundamentos
constitucionalmente
estabelecidos. É a aplicação
dos mandamentos
constitucionais no Direito
Privado:
A publicização do Direito Privado.
A hierarquização do Direito Constitucional
perante o Direito Civil.
A exclusão do Direito Civil do
Constitucional.
A Constitucionalização do Direito Civil.
A fusão do Direito Civil com o Direito
Privado.

Explicação:

A Constitucionalização do Direito Civil é a


análise do Direito Privado com base nos
fundamentos constitucionalmente
estabelecidos. É a aplicação dos mandamentos
constitucionais no Direito Privado.

4. Documentos Jurídicos Históricos que influenciaram a codificação


civil brasileira de 2002, EXCETO:

Código Civil alemão - BGB (1900)

Consolidação das Leis Civis (1855)

Código de Napoleão (1804)

Código de Trânsito Nacional

Código Civil de 1916

Explicação: fontes históricas de nossa codificação civil

5.
A norma constitucional,
apesar da resistência de
alguns setores da doutrina,
passa a ser diretamente
aplicável nas relações
privadas. Por ser um sistema
de normas, é perfeitamente
suscetível de ser aplicada nas
relações de Direito Privado,
por ser dotada de:
Coercibilidade e generalidade.
Coercibilidade e Imperatividade.
Abstratividade e Generalidade.
Objetividade e Publicidade.
Imperatividade e Abstratividade.

Explicação:

Por fim, a norma constitucional, apesar da


resistência de alguns setores da doutrina, passa
a ser diretamente aplicável nas relações
privadas. A Constituição, por ser um sistema de
normas, é dotada de coercibilidade e
imperatividade e, sendo assim, é perfeitamente
suscetível de ser aplicada nas relações de
Direito Privado.

6. Os princípios orientam as leis. É o princípio do Código Civil


que visa imprimir eficácia e efetividade aos princípios
constitucionais da valorização da dignidade humana, da
cidadania, da personalidade, da confiança, da probidade, da
lealdade, da boa-fé, da honestidade nas relações jurídicas de
Direito Privado:

Operabilidade

Socialidade

Eticidade
Alteridade

Equidade

Explicação:

O novo Diploma alia os valores técnicos aos valores éticos. Por isso, percebe-se, muitas vezes, a opção por
normas genéricas ou cláusulas gerais, sem a preocupação de excessivo rigorismo conceitual. Necessidade
das relações do homem com os seus e do Estado com os seus administrados serem fortalecidas com a
prática de condutas éticas. Afirma que a ética é delimitadora do comportamento humano, abrangendo a
realidade que o cerca e influenciando a estrutura dos fatos e atos produzidos pelo cidadão.
Aluno: ALEXANDRE SANTOS SOUZA Matr.: 202103154654

Disc.: FUNDAMEN.DE DIREIT.  2021.2 EAD (GT) / EX

Prezado (a) Aluno(a),

Você fará agora seu TESTE DE CONHECIMENTO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não
valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.

Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma.
Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.

1. Esta questão contém duas afirmações. I - Ao nascer com vida,


adquire-se capacidade de fato PORQUE II - A capacidade de
direito somente se adquire com a ocorrência das hipóteses do
art. 5º CC, ou seja, quando se pode exercer plenamente o
direito. Assinale a opção CORRETA:

se as duas são verdadeiras e a segunda não justifica a primeira.

se a primeira é falsa e a segunda é verdadeira.

se as duas são verdadeiras e a segunda justifica a primeira.

se as duas são falsas.

se a primeira é verdadeira e a segunda é falsa

Explicação: Estão trocados os conceitos de capacidade de direito e de fato.


 

2.
Será absoluta a incapacidade
quando a lei considera um
indivíduo totalmente inapto ao
exercício da atividade da vida
civil. A partir desta afirmativa,
analise o que segue:

I - Os absolutamente
incapazes podem adquirir
direitos, pois possuem a
capacidade de direito, mas
não são habilitados a exercê-
los, pois falta a capacidade de
exercício.

II - Os absolutamente
incapazes não podem adquirir
direitos, pois não possuem a
capacidade de direito, não
sendo habilitados a exercê-
los, pois falta a capacidade de
exercício.

III - No direito brasileiro não


existe incapacidade de direito,
porque todos se tornam, ao
nascer, capazes de adquirir
direitos.
 

Está correto o que se afirma


na alternativa:

II e III.

II.

I e III.

II e III.

I.

Explicação:

Incapacidade

No direito brasileiro não existe incapacidade de


direito, porque todos se tornam, ao nascer,
capazes de adquirir direitos (NCC, art. 1º).
Existe, portanto, somente incapacidade de fato
ou de exercício.

A incapacidade é a restrição legal ao exercício


dos atos da vida civil, devendo ser analisada de
forma restrita, porque, como ensina a doutrina,
deve ser aplicado o princípio de que ¿a
capacidade é a regra e a incapacidade é a
exceção¿. Logo, só haverá incapacidade nos
casos estabelecidos em lei.

Incapacidade absoluta

Será absoluta a incapacidade quando a lei


considera um indivíduo totalmente inapto ao
exercício da atividade da vida civil.

Os absolutamente incapazes podem adquirir


direitos, pois possuem a capacidade de direito,
mas não são habilitados a exercê-los, pois falta
a capacidade de exercício.

3. São absolutamente incapazes os

Menores de 18 anos assistidos pelos pais.

Maiores de 16 anos assistidos pelos pais.

Maiores de 18 anos representados pelos pais.

Menores de 16 anos representados pelos pais.

Menores de 16 anos assistidos pelos pais.


Explicação: Requer do aluno noção de representação e assistência civil.

4. A capacidade do indivíduo, no Direito Civil, é dividida em

capacidade relativa, capacidade plena ou absoluta, incapacidade absoluta.

capacidade relativa, para maiores de 18 anos, e capacidade plena para maiores de 21 anos.

incapacidade relativa, capacidade absoluta e capacidade excepcional.

Somente capacidade relativa, para maiores de 16 e menores de 18 anos, e capacidade plena,


para maiores de 18 anos.

capacidade de direito para os maiores de 18 anos e capacidade de fato para os demais.

Explicação: Noção de capacidade civil

Gabarito
Comentado

5.
Cessa a incapacidade, em primeiro lugar,
quando cessar a sua causa (enfermidade
mental, menoridade etc.) e, em segundo lugar,
pela emancipação. Analisando a
Emancipação Voluntária:

I - Poderá ser concedida pelos pais, se o


menor tiver dezesseis anos incompletos.
II - Deve ser concedida por ambos os pais, ou
por um deles na falta de outro.
III - Se os pais divergirem entre si, a
divergência deverá ser dirimida pelo juiz.

IV - Quanto à forma, é expressamente exigido


o instrumento público, mediante
homologação judicial.

Está correto o que se afirma na alternativa:

II e III.

I e III.

III e IV.

I e IV.

II e IV.

Explicação:

EMANCIPAÇÃO VOLUNTÁRIA

Concedida pelos pais, se o menor tiver


dezesseis anos completos (art. 5º, parágrafo
único, inciso I do Código Civil).

Deve ser concedida por ambos os pais, ou por


um deles na falta de outro. A impossibilidade de
qualquer um deles participar do ato, por se
encontrar em local ignorado ou por outro motivo
relevante, deve ser devidamente justificada em
juízo.

Se os pais divergirem entre si, a divergência


deverá ser dirimida pelo juiz. Quanto à forma, é
expressamente exigido o instrumento
público, independentemente de homologação
judicial (art. 5º, parágrafo único, inciso I do
NCC).

6. São desvantagens da codificação do direito, EXCETO:

a legislação codificada atende às exigências da vida social apenas no instante em que é


estabelecida;

unificação do Direito vigente em uma determinada sociedade a partir de critérios uniformes

o apego à letra pura da Lei torna-se mais evidente, como se inexistisse Direito fora do
Código.

fossilização do Direito, impedindo o desenvolvimento e o curso natural da evolução jurídica.


Isso ocorreu principalmente nos Códigos oitocentistas, cujo modelo foi o Código Napoleão,
em que os valores predominantes eram a propriedade e a autonomia da vontade.

A principal desvantagem da codificação, e talvez a única, segundo a maioria dos autores,


seria a rigidez, o que implica na dificuldade de sua alteração

Explicação: Cabe ao aluno demonstrar que a codificação deve evitar ao máximo a descrição de situações
circunstanciadas e casuísticas, eis que o risco de se tornar obsoleta é muito maior.

Aluno: ALEXANDRE SANTOS SOUZA Matr.: 202103154654

Disc.: FUNDAMEN.DE DIREIT.  2021.2 EAD (GT) / EX


Prezado (a) Aluno(a),

Você fará agora seu TESTE DE CONHECIMENTO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não
valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.

Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma.
Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.

1. Considerando-se suas especificidades características, é


CORRETO afirmar que são bens

singulares os que, embora separados, se consideram de per si, independentemente dos


demais.

consumíveis os móveis cujo uso importa conservação imediata da própria substância

fungíveis os móveis que podem substituir-se por outros da mesma espécie, qualidade e
quantidade.

divisíveis os que perdem sua substância pelo consumo.

divisíveis os que se podem fracionar com alteração na sua substância, com diminuição
considerável de valor ou com prejuízo do uso a que se destinam.

Explicação:

fungíveis os móveis que podem substituir-se por outros da mesma espécie, qualidade e
quantidade.

2. Bens que não têm existência tangível e são relativos aos direitos
que as pessoas físicas ou jurídicas têm sobre as coisas, sobre os
produtos de seu intelecto, apresentando valor econômico, tais
como os direitos reais, obrigacionais e autorais, são chamados
de:

Incorpóreos

patrimoniais

indivisíveis

corpóreos

materiais

Explicação:

Bens que não têm existência tangível e são relativos aos direitos que as pessoas físicas ou jurídicas
têm sobre as coisas, sobre os produtos de seu intelecto, apresentando valor econômico, tais como os
direitos reais, obrigacionais e autorais, são chamados de incorpóreos.
 

3. Consideram-se bens imóveis

os materiais provisoriamente separados de um prédio, para nele se reintegrarem.

os direitos pessoais de caráter patrimonial e respectivas ações.

os materiais provenientes da demolição de algum prédio.

as energias que tenham valor econômico.

os materiais destinados a alguma construção, enquanto não forem empregados

Explicação:

os materiais provisoriamente separados de um prédio, para nele se reintegrarem.

4. Consideram-se bens móveis para os efeitos legais, de acordo


com o Código Civil:

o direito à sucessão fechada.

as ações assecuratórias de direitos reais sobre imóveis.

as energias que tenham valor econômico.

o direito à sucessão aberta.

os materiais provisoriamente separados de um prédio, para nele se reempregarem.

Explicação:

as energias que tenham valor econômico.

5. Em relação aos bens:

não perdem o caráter de bens imóveis as edificações que, separadas do solo, mas
conservando sua unidade, forem removidas para outro local.
são móveis os materiais provisoriamente separados de um prédio, para nele se
reempregarem.
pertenças são bens que constituem partes de outros bens móveis ou imóveis, para
incremento de sua utilidade.

as benfeitorias podem ser principais, acessórias, singulares e coletivas.


infungíveis são os bens móveis que podem substituir-se por outros da mesma espécie,
qualidade e quantidade.

Explicação:

não perdem o caráter de bens imóveis as edificações que, separadas do solo, mas
conservando sua unidade, forem removidas para outro local.
Aluno: ALEXANDRE SANTOS SOUZA Matr.: 202103154654

Disc.: FUNDAMEN.DE DIREIT.  2021.2 EAD (GT) / EX

Prezado (a) Aluno(a),

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valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.

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Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.

1. ¿A¿, consumidor, com a finalidade não revelada de transportar


substâncias entorpecentes que provocam dependência psíquica
e física, celebra com ¿B¿, fornecedor, contrato de compra e
venda de material próprio para transporte de objetos, sem
anunciar ao vendedor o seu propósito, que somente vem a ser
descoberto por este após a consumação do contrato. Ante essas
considerações e de acordo com o Código Civil, assinale a
alternativa CORRETA:

Não sendo comum (razão determinante assumida por ambas as partes) o propósito de
destinar o objeto adquirido para fins ilícitos ao tempo da declaração de vontade, não resta
afetada a validade do negócio.

O motivo passou à categoria de causa, provocando a nulidade porque ilícito.

Há nulidade do negócio em razão de motivo ilícito, sendo a invalidade decorrente do fato de o


consumidor destinar o bem negociado à prática de um delito.

O negócio jurídico está viciado por falso motivo, determinante para a prática do ilícito.

A compra e venda é considerada como negócio com objeto ilícito ante a presunção de
participação do vendedor no projeto criminoso.

Explicação: Vícios no negócio jurídico.


 

2. Considerando o Código Civil e as seguintes assertivas: I -


Incorre em nulidade o negócio jurídico quando apresente objeto
indeterminável. II - Nulifica o negócio jurídico ofensa cometida
contra lei imperativa, que tanto pode dar-se por ofensa frontal
ou direta, convencionando-se o que a lei proíbe (¿agere contra
legem¿), como a partir de negócio jurídico lícito e válido que,
por via reflexa, atinge o resultado proibido (¿agere in fraudem
legis¿). III - É nulo o contrato de compra e venda se a fixação
do preço resta com o exclusivo arbítrio de uma das partes. IV -
É nulo o negócio jurídico praticado direta e pessoalmente por
quem, em razão de causa transitória, não possa exprimir a sua
vontade. V - É nulo o negócio jurídico por vício resultante de
dolo. Assinale a alternativa CORRETA:

Todas as assertivas estão corretas.

Somente as assertivas II, III e V estão corretas.

Somente as assertivas I, III e V estão corretas.

Somente as assertivas I, II, III e IV estão corretas.

Somente as assertivas I, II, e IV estão corretas.

Explicação: O aluno deve dominar noções sobre nulidade nos negócios jurídicos

3.
Para que o Negócio Jurídico
tenha validade, é necessário o
preenchimento dos requisitos
impostos pela própria lei, que,
em seu artigo 104, do CC,
delimita que:

I - O agente deverá ser capaz.

II - O objeto deverá ser lícito,


possível e indeterminado.

III - A forma deverá ser


prescrita ou defesa em lei.

IV - Deverá ser desprovido de


qualquer formalidade.

Está correto o que se afirma


na alternativa:

II e III.

II e IV.

I e IV.

I e III.

III e IV.

Explicação:

C - Lei nº 10.406 de 10 de Janeiro de 2002


Institui o Código Civil.

Art. 104. A validade do negócio jurídico requer:

I - agente capaz;

II - objeto lícito, possível, determinado ou


determinável;

III - forma prescrita ou não defesa em lei.

Há Negócios Jurídicos solenes, quando a lei


exige para a sua validade o adimplemento de
formas determinadas (art.1864 do CC), mas
pode haver Negócios Jurídicos desprovidos de
qualquer formalidade, como se dá quando se
compra um jornal, ou se faz uma locação sem
contrato.

4. O instituto do Ato Jurídico cumpre papel essencial no sistema


Jurídico, como meio de difusão de direitos e obrigações, bases
nucleares do Direito Civil. O ato ilícito civil é um ato contrário ao
direito que gera:

medida de segurança

responsabilidade civil

pena privativa de liberdade

sanção penal
pena restritiva de direito

Explicação:

Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-
lo.

Parágrafo único. Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos
especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar,
por sua natureza, risco para os direitos de outrem.

5.  Negócio Jurídico é o acordo de vontades dirigido a


um fim protegido pela Norma Jurídica, de natureza
patrimonial, segundo Paulo Dourado de Gusmão.
Assim, o negócio jurídico por excelência é:

o ato-fato

o fato social

o ato ilícito

o contrato

o fato jurídico

Explicação:

É aquele que nasce do encontro ou correspondência de duas ou mais vontades exteriorizadas, como
ocorre nos contratos.

 
6.
É todo acontecimento,
dependente ou não da
vontade humana, a que a lei
atribui certos efeitos
Jurídicos. É o elemento que
dá origem aos Direitos
subjetivos, impulsionando a
criação da relação Jurídica,
concretizando as Normas
Jurídicas. Estamos nos
referindo ao:
Fato Jurídico em sentido amplo.
 

Negócio jurídico.
Ato Jurídico.
Fato jurídico em sentido estrito.
Teoria da responsabilidade subjetiva.

Explicação:

Fato Jurídico em sentido amplo (lato sensu)

É todo acontecimento, dependente ou não da


vontade humana, a que a lei atribui certos
efeitos Jurídicos. É o elemento que dá origem
aos Direitos subjetivos, impulsionando a criação
da relação Jurídica, concretizando as Normas
Jurídicas.

Observa-se que do Direito objetivo não surge


diretamente os Direitos subjetivos, é necessário
que exista uma ¿força¿ que impulsione o
acontecimento contido na Norma.

Para um fato ser Jurídico é preciso que tenha


alguma consequência na inter-relação humana.

Por exemplo, você chega na faculdade e não


cumprimenta um determinado colega. Isso não
é um fato Jurídico porque não existe lei que diga
que você tenha que falar com todos os colegas.

Já seu irmão, no quartel, se não bater


continência aos colegas de farda, sofre
consequências porque existe uma norma que
descreve essa situação e diz que todos devem
se cumprimentar com a continência.

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