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AS COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS, FORMAÇÃO CIDADÃ E

PROJETO DE VIDA: UM DIÁLOGO POSSÍVEL NO “CHÃO DA


ESCOLA”
Maria Eveuma de Oliveira

EEEP Professor Moreira de Sousa – CREDE 19 - mariaeveuma@gmail.com

RESUMO:
O presente artigo tem por objetivo analisar como as competências socioemocionais estão sendo
trabalhadas no cotidiano escolar, através das disciplinas de Formação para cidadania e o Projeto de
vida, disciplinas que fazem parte da grade curricular das escolas profissionalizantes do estado do
Ceará. As competências socioemocionais incluem um conjunto de habilidades que cada pessoa
tem para lidar com as próprias emoções, se relacionar com os outros e gerenciar objetivos de
vida, como autoconhecimento, colaboração e resolução de problemas. O Projeto Diretor de
Turma, por sua vez, visa a construção de uma escola que eduque a razão e a emoção. O
NTPPS tem como objetivo promover a reorganização curricular do ensino médio, garantindo
ao adolescente e jovem conhecimentos e competências para a vida e para o trabalho.
Compõem-se a metodologia, a observação, o acompanhamento e o diálogo entre Núcleo Gestor e
professores para verificar a efetivação da implementação das ações desses projetos na escola. Nosso
trabalho está pautado nos estudos de COSTA (2001); DELORS (2004); MARTINELLI (1999);
SERRÃO (1999), entre outros teóricos. Diante das análises realizadas, podemos verificar que a escola,
inicialmente, tem dificuldade de trabalhar as competências socioemocionais, pois necessitam de
formação para que haja uma maior compreensão sobre as mesmas. Portanto, espera-se que esse
trabalho possa contribuir de forma efetiva para que as escolas possam buscar diferentes estratégias
para realizar os diálogos possíveis entre seus projetos para que os mesmos possam contribuir de forma
positiva, impactando diretamente na aprendizagem dos estudantes.

Palavras-chaves: Competências Socioemocionais, PPDT, NTPPS, Aprendizagem.

Considerações Iniciais

As competências socioemocionais incluem um conjunto de habilidades que cada


pessoa tem para lidar com as próprias emoções, se relacionar com os outros e gerenciar
objetivos de vida, como autoconhecimento, colaboração e resolução de problemas. Essas
competências são utilizadas cotidianamente nas diversas situações da vida e integram o
processo de cada um para aprender a conhecer, a prender a conviver, aprender a trabalhar e
aprender a ser, ou seja, são parte da formação integral e do desenvolvimento de todos. No
século 21, a interconectividade e a crescente complexidade das transformações sociais,
tecnológicas, entre outras, têm ampliado a relevância dessas competências para a realização
no âmbito pessoal, de trabalho social.
Muitos estudos indicam que as competências socioemocionais podem ser
desenvolvidas intencionalmente no âmbito escolar, seja em atividades próprias para isso, ou
articulando um conjunto de componentes curriculares. Tidas como tão importantes quanto
competências cognitivas (avaliadas por testes de inteligência e conhecimento acadêmico) para
a obtenção de bons resultados na escola, e tão ou mais importantes que elas para o trabalho e a
vida, formuladores de políticas públicas vêm demonstrando interesse crescente em incorporar
ferramentas para seu desenvolvimento. Nesse sentido, com sua atuação, o Instituto Ayrton
Senna busca subsidiar a formulação de políticas públicas nessa área e oferecer aos educadores
mais instrumentos para acompanhar essa dimensão desde sempre abordada nas escolas.

Os aspectos socioemocionais são importantes por capacitarem as pessoas a buscarem


o que desejam, tomarem decisões, estabelecerem, objetivos e persistirem no seu alcance,
mesmo em situações adversas, de modo a serem protagonistas do seu próprio
desenvolvimento.

A educação nos dias de hoje exige a ampliação do que se entende por aprendizagem,
promovendo o desenvolvimento de competências que combinem as dimensões cognitivas e
socioemocionais do aprendizado.

O artigo tem como tema central o estudo das competências socioemocionais que estão
sendo implementadas, este ano, em todas as Escolas de ensino médio, do Estado do Ceará.

Esse estudo tem como propósito verificar como essas competências estão sendo
implementadas nas escolas de forma efetiva; bem como analisar se a escola consegue articular
seus projetos para o estudo dessas no “chão da escola”.

A importância do trabalho é perceber como essas competências são articuladas com os


projetos da escola para que as mesmas sejam trabalhadas de forma efetiva na busca da
melhoria da aprendizagem dos estudantes.

A metodologia do trabalho busca analisar, através de um conversas informais,


observação e acompanhamento das ações, para verificar como os professores estão realizando
essas ações nas aulas de Formação para Cidadania e Projeto de Vida. Inicialmente,
conversamos com os professores para verificar quais suas inquietações, desafios e
perspectivas na implementação dessas competências na sala de aula.

Dividiu-se o trabalho da seguinte forma: situaremos o leitor sobre a pesquisa realizada,


falaremos sobre as competências socioemocionais, o Projeto Diretor de Turma – PPDT e a
disciplina Formação para Cidadania, o NTPPS e o Projeto de Vida, disciplinas ministradas nas
Escolas de Ensino Profissionalizante - EEEPs e, finalizaremos refletindo como esses projetos
e disciplinas estão sendo articuladas para o estudo das competências socioemocionais na sala
de aula.
Pautamo-nos em estudos desses (as) pesquisadores (as) e estudiosos sobre o assunto:
COSTA (2001); DELORS (2004); MARTINELLI (1999); SERRÃO (1999), além do material
utilizado nas formações pelo Instituto Ayrton Senna.
Finalizaremos nossas reflexões analisando como a escola está se articulando para
implementação dessas competências, como também os projetos dialogam entre si para a
efetivação dessas competências no “chão da escola”.

A importância das competências socioemocionais no cotidiano escola

Segundo a professora e doutora norte-americana Pamela Bruening, o conceito de


aprendizagem socioemocional foi formalmente desenvolvido há cerca de 20 anos.

Nos Estados Unidos, em 1994, um grupo de pesquisadores com o


objetivo de investigar o impacto da aprendizagem socioemocional na
educação criou o CASEL, uma organização mundial que promove o
aprendizado acadêmico, social e emocional integrado para todas as
crianças da pré-escola até o ensino médio. Naquela época, as escolas e
todo o sistema educacional estavam promovendo a prevenção sobre o
uso de drogas e a violência, a educação moral e cívica, bem como a
educação sexual.

A educação socioemocional foi desenvolvida e introduzida como uma estrutura para


atender às necessidades dos jovens e apoiar o alinhamento de uma série de programas e
iniciativas escolares. Nesse sentido. É importante destacar que alguns estados americanos,
bem como o governo federal, reconheceram o valor desses programas e o impacto positivo
nos alunos e nas escolas.

Oliver John sugere uma divisão das competências em cinco eixos: abertura ao
novo (que se desdobra em curiosidade para aprender, imaginação criativa e interesse
artístico), consciência ou autogestão (determinação, organização, foco, persistência e
responsabilidade), extroversão ou engajamento com os outros (iniciativa social, assertividade
e entusiasmo), amabilidade (empatia, respeito e confiança) e estabilidade ou resiliência
emocional (tolerância ao estresse, autoconfiança e tolerância à frustração). “Essas são
competências realmente importantes para fazer mudanças em uma sociedade e em sua
assertividade”, considera o pesquisador de Berkeley.

Os aspectos socioemocionais são importantes por capacitarem as pessoas a buscarem o


que desejam, tomarem decisões, estabelecerem objetivos e persistirem no seu alcance, mesmo
em situações adversas, de modo a serem protagonista do seu próprio desenvolvimento.

As competências cognitivas e as socioemocionais relacionam-se estreitamente entre si.


Pesquisam revelam que alunos que têm competências socioemocionais mais desenvolvidas
apresentam maior facilidade de aprender os conteúdos escolares.

Isso porque o ato de aprender não envolve apenas competências ligadas à velocidade
de raciocínio e à memória, mas exige também motivação e capacidade de controlar a
ansiedade e as emoções.

Na Base Nacional Curricular Comum - BNCC competência é definida como:

A mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos),


habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores
para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno
exercício da cidadania e do mundo do trabalho (BRASIL, 2017, p.8).

Solidariedade, amizade, responsabilidade, colaboração, empatia, organização, ética,


cidadania, honestidade. Esses valores (ou características) – tão desejáveis nos
relacionamentos humanos e cada vez mais requisitados e necessários nos dias de hoje –
deverão ser ensinados, praticados ou pelo menos estimulados também nas escolas. É o que
dizem as novas diretrizes da Base Nacional Comum (BNCC).

A partir de 2020, todas as escolas brasileiras terão de incluir as habilidades


socioemocionais nos seus currículos. Ou seja, haverá a necessidade de adaptar os programas
escolares e treinar os professores para que possam ministrar essas novas competências _ que
têm foco em habilidades não cognitivas, muito mais relacionadas ao comportamento e à
administração das próprias emoções, mas que impactam positivamente o indivíduo e a relação
dele com o mundo ao seu redor.
A orientação é que os currículos considerem a articulação dessas competências como
norteadoras do trabalho com os direitos de aprendizagem e campos de experiência (Educação
Infantil) e com as áreas do conhecimento (Ensino Fundamental e Ensino Médio).

Organizar um currículo pautado pelo desenvolvimento integral que as competências


gerais inspiram (que estudante queremos formar?) é o primeiro passo para que estados e
municípios construam suas políticas de educação integral.

Projeto Professor Diretor de Turma e a Formação para a Cidadania

O Projeto Diretor de Turma visa a construção de uma escola que eduque a razão e a
emoção. Uma escola que tem como premissa a desmassificação do ensino. Uma escola com
plenos objetivos de acesso, permanência, sucesso e formação do cidadão.

O projeto desenvolve-se numa atmosfera educativa favorável, tendo por princípios


básicos os quatro pilares da educação de Jacques Delors: Aprender a conhecer, aprender a
conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser.

O Diretor de Turma é um professor que leciona disciplina de sua área


de formação e ministra simultaneamente a disciplina de Formação
Cidadã. Suas atribuições vão de encontro à articulação entre pais,
núcleo gestor, professores e alunos, que compõem a turma[...] São
discutidos problemas de ordem pessoal ou social, cultural, diversidade
ética, linguística, cognitiva e de integração. A finalidade das ações é
promover valores intrínsecos à aprendizagem mediante convivência
solidária e social, onde os atores são, também, espectadores
(CHAVES; LEITE, 2010, p.3).

No tempo curricular destinado ao componente Formação para a Cidadania e


Desenvolvimento das Competências Socioemocionais, o PDT realizará a aplicação das
rubricas, ou seja, será responsável por auxiliar os estudantes no preenchimento e compreensão
das rubricas. O PDT planeja e conduz suas aulas de modo a focar no desenvolvimento das
Competências Socioemocionais, e será responsável por auxiliar os estudantes no
preenchimento e compreensão das rubricas (componente de acompanhamento).
O uso das rubricas na sala de aula é uma forma de se trabalhar as Competências
Socioemocionais de maneira intencional numa perspectiva de Educação Integral. A mesma
proporciona um diálogo frequente entre professor e estudante – processo formativo e de
autoconhecimento tanto para professor quanto para estudante.

Hoje o professor Diretor de Turma do Estado do Ceará na sua aula de formação para
cidadania, desenvolve um trabalho voltado para o estudo das competências socioemocionais.
Os mesmos estão passando por um processo de formação sobre os Diálogos Socioemocionais
desenvolvido através de uma parceria com o Instituto Ayrton Senna, que junto à Secretaria de
Educação, desenvolveu uma proposta customizada para implementação de uma solução
educacional.

Inicialmente, houve a aplicação da Rubricas Socioemocionais instrumentos que estão


sendo utilizado para observar quais competências os alunos precisam melhorar de acordo com
a sua série. Ao todo são 17 competências que são trabalhadas de acordo com cada série do
ensino médio. Na primeira série, temos seis competências para serem trabalhadas com os
nossos alunos nas aulas de Formação Cidadã, são elas: Iniciativa Social; Autoconfiança;
Entusiasmo; Tolerância à frustação; Assertividade e Tolerância ao estresse. Na segunda série,
também são trabalhadas seis competências: Empatia; Iniciativa Social; Respeito; Entusiasmo;
Confiança e Assertividade. Na terceira série são trabalhadas oito competências: Foco:
Interesse artístico; Responsabilidade; Imaginação Criativa; Organização; Curiosidade para
aprender; Persistência e Determinação. Este ano teremos a aplicação em dois momentos a
primeira já foi realizada em junho e a outro será aplicada no final de setembro. Logo após a
segunda aplicação os professores trabalharão duas competências, escolhidas pelos estudantes,
àquelas que os alunos precisam melhorar.

Esse é o maior desafio dos professores, pois, esses instrumentais das Rubricas, são
utilizados e preenchidos de forma individual, onde os professores conversam com os alunos
refletindo e dando feedback ao aluno, conforme o seu preenchimento, no degrau que precisa
melhorar.
O Núcleo de Trabalho Pesquisa e Práticas Sociais (NTPPS) e a disciplina Projeto de Vida

O Programa de Reorganização Curricular/ Núcleo de Trabalho, Pesquisas e Práticas


Sociais é uma das vertentes de institucionalização do Com.Domínio Digital (CDD) na rede
pública de ensino médio do Estado do Ceará.

Seu objetivo é promover, em articulação com a política pública de educação do Ceará,


a reorganização curricular do ensino médio, de modo a garantir ao adolescente e ao jovem
conhecimentos e competências para a vida e para o trabalho.

O foco no desenvolvimento de competências socioemocionais aliado à construção do


projeto de vida é o principal diferencial da metodologia do Instituto Aliança. Não são poucos
os depoimentos de jovens sobre como essa combinação mudou a vida deles para sempre.

Orientado, inicialmente, pelos pilares definidos por Jacques Delors no Relatório


"Educação um Tesouro a Descobrir" (UNESCO, 1999), o Instituto Aliança busca
complementar o processo educativo do jovem – voltado para o "aprender a ser, a conviver, a
fazer e a aprender" – o desenvolvimento dos cinco grandes conjuntos de habilidades que,
juntos, definem as competências socioemocionais: abertura a novas experiências, consciência,
extroversão, amabilidade e estabilidade emocional.

O Projeto de Vida hoje é uma disciplina ministrada nas três séries do ensino médio
onde a mesma trabalha as diferentes saúdes: intelectual, emocional, espiritual, familiar,
comunitária, ecológica e relacional.

O Projeto de Vida é uma proposta que viabiliza a Educação integral através da


realização de atividades que propiciam o desenvolvimento de competências socioemocionais.
É uma proposta de atividades que pode ser adaptada conforme a orientação da rede, o
contexto em sala de aula e as possibilidades do professor, desde que sejam respeitados os
espaços para o acompanhamento dos Diálogos Socioemocionais através das rubricas.

É composto de atividades estruturadas para cada ciclo de aprendizagem. As atividades


estão organizadas por etapa do Ensino Médio (série) e por ciclos (bimestres). A cada ciclo, o
conjunto de atividades contém: Breve resumo da atividade; Objetivo a ser alcançado:
Organização da turma: proposta de organização dos estudantes, em grupos, roda de conversa,
por exemplo; Duração prevista: número de aulas para desenvolver a atividade, em um cenário
ideal; Estratégia de desenvolvimento (em etapas, conforme o caso), com sugestões de
condução, dicas e orientações para o professor. O foco das atividades são diferentes, conforme
cada série do ensino médio: o foco das atividades da 1ª série é trabalhar com o jovem o
autoconhecimento; o foco das atividades da 2ª série é trabalhar seu relacionamento com sua
comunidade (escola, cidade, país, mundo) e o foco das atividades da 3ª série é fazer conexões
com o mundo do trabalho, levando em conta o momento específico desse ano final do Ensino
Médio. No que se refere a avaliação formativa proposta pelos Diálogos Socioemocionais, a
partir das Rubricas é: levantar informações sobre o aluno para auxiliá-lo a traçar objetivos
claros e intencionais de aprendizagem; verificar a progressão do aluno ao longo de cada
período: possibilidade de correção de rota e refinamento de processos do Projeto de Vida e dar
suporte para comunicação efetiva e transparente entre professor-aluno: feedback.

É importante destacar que Rubricas não são assinaturas, nem sinônimo de


habilidade/competência, mas níveis de desenvolvimento. Ela deve ser vista como um
elemento que integra, complementa e dá parâmetros seguros para o trabalho em sala de aula.
Cada série do Ensino Médio possui uma ou duas (a depender da série) macrocompetência a
ser trabalhada; Essa seleção prévia é um cardápio de possibilidades, ou seja, o professor pode
trabalhar todas ou algumas das competências daquele cardápio. O que determinará a escolha
de competências a serem trabalhadas através do Projeto de Vida é a avaliação das
necessidades da turma após a aplicação das 17 rubricas e definição dos objetivos dos alunos.

Considerações Finais

As competências cognitivas e as socioemocionais relacionam-se estreitamente entre si.


Pesquisas revelam que alunos que têm competências socioemocionais mais desenvolvidas
apresentam maior facilidade de aprender os conteúdos escolares.

Isso porque o ato de aprender não envolve apenas competências ligadas à velocidade
de raciocínio e à memória, mas exige também motivação e capacidade de controlar a
ansiedade e as emoções.

Oferecer às crianças e jovens uma educação que os leve a desenvolver competências


necessárias para aprender, conviver e trabalhar em um mundo cada vez mais complexo. Esse
é o grande desafio da atualidade: preparar os jovens não apenas para o aprendizado dos
conteúdos curriculares, mas também a serem pessoas colaborativas, com pensamento crítico e
preparadas para resolver problemas, distanciando-se da mera reprodução sem reflexão.

O investimento no desenvolvimento de aspectos socioemocionais – compreender e


gerir emoções, estabelecer e atingir objetivos, tomar decisões autônomas e responsáveis e
enfrentar situações adversas de maneira criativa e construtiva – tem se mostrado um caminho
eficaz para alavancar a aprendizagem.

Estudantes mais organizados, focados e confiantes aprendem mais, da mesma maneira


que alunos mais persistentes e resilientes tendem a se comprometer com objetivos de longo
prazo e a lidar melhor com frustrações e conflitos. Por isso, cabe à escola uma busca
constante para a realização de um diálogo permanente dos seus projetos de maneira
interdisciplinar ou mesmo transdisciplinar, na busca de uma educação de qualidade e melhoria
das aprendizagens dos estudantes.

Estamos apenas iniciando esse diálogo nas escolas públicas do estado do Ceará. O
caminho é longo, ainda há muitos desafios e percalços para percorrer, mas certos que uma
educação de qualidade se faz através dos desafios, da persistência, na busca do novo para
melhoria da aprendizagem dos nossos alunos.

Referências Bibliográficas

CHAVES, Maria Luiza B.; LEITE, Haidé Eunice G. F. O Projeto Diretor de Turma no Ceará.
Disponível em: Acesso em: 20 de julho de 2018.

COSTA, Antonio Carlos Gomes da: COSTA, Alfredo Carlos Gomes da: PIMENTEL, Antonio
de Pádua Gomes. Educação e Vida: um guia para adolescente. Belo Horizonte. Modus
Faciendi, 2001. 2ª Ed.
DAMON, William. O que o Jovem quer da Vida? – Como pais e professores podem orientar e
motivar os adolescentes. São Paulo, Summus Editorial,2009.

DELORS, Jacques. Educação: Um tesouro a Descobrir “Relatório para a UNESCO da


Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. São Paulo: Cortez, 2004. 9º Ed.

MARTINELLI, Marilu. Conversando sobre Educação em Valores Humanos. São Paulo.


Peirópolis, 1999.

SERRÃO, Margarida. Aprendendo a Ser e a Conviver. São Paulo.FTD,1999. 2º ED.

Disponível em: http://www.revistaeducacao.com.br/historia-os-pilares-e-os-objetivos-da-


educacao-socioemocional/ Acesso em: 24007-2018

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