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EXCELÊNTÍSSIMO(A) SENHOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DO VARA CÍVEL

DA COMARCA DE ALVORADA DO OESTE ESTADO DE RONDÔNIA

PROCESSO N. 7000788-72.2020.8.22.0011
RECORRENTE: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL
RECORRIDA: AYALA ALCANTARA BRAGA

AYALA ALCANTARA BRAGA, já qualificada nos autos em epígrafe,


por sua procuradora subscrita, vem respeitosamente, à presença de Vossa
Excelência apresentar CONTRARRAZÕES AO RECURSO DE
APELAÇÃO interposto pelo INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO
SOCIAL, nos termos do artigo 1.010, §1º, da Lei n. 13.105/2015, requerendo o
seu recebimento, regular processamento e posterior remessa ao Tribunal
Regional Federal da 1º Região para a manutenção da respeitável sentença
recorrida.

Nesses termos,
Pede deferimento.

Alvorada do Oeste – RO, 11 de junho de 2021.

Thainá Barreto Amaral Andres


OAB/RO 9.738
CONTRARRAZÕES AO RECURSO DE APELAÇÃO

EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1ª REGIÃO


PROCESSO N. 7000788-72.2020.8.22.0011
RECORRENTE: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL
RECORRIDA: AYALA ALCANTARA BRAGA

Egrégio Tribunal,
Nobres Julgadores

I. SÍNTESE DA DEMANDA

A presente ação versa sobre concessão de salário maternidade, à


luz da legislação atinente e na jurisprudência, a nobre juíza de primeiro grau
julgou procedente o pedido da parte recorrida, condenando o Instituto
Nacional do Seguro Social ao pagamento das horas extras laboradas e não
pagas pela parte recorrida, nos seguintes termos:

[...]
Assim, tenho por exercido pela requerente o labor rural pelo período
de 10 (dez) meses antecedentes ao nascimento do filho, tempo
exigido por lei para obtenção do benefício. Ante o exposto, JULGO
PROCEDENTE o pedido de AYALA ALCANTARA BRAGA
para condenar o INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO
SOCIAL – INSS a pagar o benefício de salário-
maternidade, no valor de 01 (um) salário-mínimo, pelo
período de 120 (cento e vinte) dias, com correção
monetária e juros moratórios conforme Manual de
Orientação de Procedimento para os cálculos na Justiça
Federal. Por conseguinte, extingo o processo, com resolução de
mérito, conforme art. 487, inc. I, do Código de Processo Civil.
Tendo em vista o caráter alimentar do benefício pleiteado
e considerando que o preenchimento dos requisitos para
concessão do mesmo restaram suficientemente
demonstrados nos autos, com apoio no artigo 300 do
Código de Processo Civil, ANTECIPO os efeitos da tutela
jurisdicional deferida nesta sentença e DETERMINO ao
INSS que, no prazo de 10 (dez) dias, implante, em favor da
parte demandante, o benefício acima referido, fazendo
comprovação nestes autos. CONDENO, ainda, o réu no
pagamento de honorários advocatícios à base de 10% (dez por
cento) sobre o valor total da condenação. O réu é isento do
pagamento de custas. Descabido o reexame necessário em
razão do disposto no § 3º, I, do art. 496 do CPC, salvo se as
parcelas vencidas totalizarem valor superior a 1.000 (mil) salários-
mínimos. Publicada em audiência, saindo os presentes intimados.
[...]

Irresignado com a respeitável sentença, o recorrente interpôs


recurso de apelação objetivando a reforma da respeitável sentença, alegando
que a Recorrida não preenche os requisitos necessários para o recebimento do
benefício, uma vez que os documentos juntados aos autos não podem ser
considerados como início de prova documental de sua condição de segurada
especial. Em que pese as razões recursais apresentadas pelo recorrente, justa e
equânime foi a decisão da magistrada de primeiro grau, uma vez que se pode
perceber que houve a correta apreciação das questões de fato e de direito,
conforme será exposto adiante.
Em síntese são os fatos.

II. DA GRATUIDADE DA JUSTIÇA

Cumpre mencionar que a Recorrida é beneficiaria da Justiça


Gratuita, conforme ID 38624268, nos termos do art.

III. RAZÕES RECURSAIS


A. DA PROVA PLENA

O art. 7º, inciso XVIII e 201, II, da CF/88, asseguram proteção à


maternidade e gestante, desde que preenchidos os requisitos estabelecidos nas
Leis 8.212/91, 8.213/91 e Decreto 3.048/99.
A recorrida provou ser segurada especial e, portanto,
comprovou o exercício de atividade rural, ainda que de forma descontínua, nos
10 meses, imediatamente anteriores ao início do benefício, ainda que
descontínuos, corroborando com a prova testemunhal. O artigo 93, §2º do
Decreto n. 3.048/99, com redação dada pelo Decreto n.5.545/2005, fixou esse
prazo em 10 meses, sendo claro ao dispor:

        § 2o  Será devido o salário-maternidade à segurada especial,


desde que comprove o exercício de atividade rural nos
últimos dez meses imediatamente anteriores à data do
parto ou do requerimento do benefício, quando requerido
antes do parto, mesmo que de forma descontínua, aplicando-
se, quando for o caso, o disposto no parágrafo único do art. 29.                  
(Redação dada pelo Decreto nº 5.545, de 2005)

Deste modo, a lei dispõe que deverá comprovar o exercício


da atividade rural nos últimos dez meses imediatamente anteriores
à data do parto ou do requerimento do benefício, quando requerido
antes do parto.
Assim, a exigência para comprovar a atividade rural anterior a
data do requerimento se aplica quando, requerido antes do parto, portanto, o
requerimento realizado após o parto, como o do presente caso, deve-se
comprovar a atividade rural dez meses imediatamente anteriores à data do
parto, o que foi realizado nos presentes autos e corroborado através do
depoimento das testemunhas em audiência de instrução e julgamento, do qual
o representante do Instituto Nacional do Seguro Social sequer compareceu.
O nascimento do filho da requerente em 22 de agosto de 2015,
restou comprovado através da certidão de nascimento, não pairando sobre esse
ponto qualquer dúvida.
Os documentos acostados pela requerente, em especial contrato
de compra e venda realizado em 22/11/2013, comprovante de residência,
cadastro domiciliar datado em 25/11/2013, há notas de produtoras emitidas
em 25/11/2013, 26/11/2014, 30/04/2015, 08/06/2015, ficha de atendimento
no hospital público municipal em 2015, dentre outros documentos que
instruem o feito, servem como início de prova material indicativa do exercício
do labor rural pelo período necessário à percepção do benefício.
Assim, tendo a prova documental
sido corroborada por prova testemunhal, produzida com as cautelas legais,
mediante depoimentos coerentes e sem contradita, demonstrando
conhecimento das circunstâncias dos fatos que alicerçam o direito
aqui pretendido, restou comprovado o necessário período de
carência, de modo a fazer jus a autora à concessão do salário-
maternidade perseguido.

B. DA PROVA SUBSIDIÁRIA

A Recorrente alega não haver elementos aptos a comprovar a


qualidade de segurada especial da requerente. Tais argumentos se quedam
totalmente desamparados. É o que passa a expor.
Aduz o recorrente que na falta da prova plena, “ainda resta à
autora a possibilidade de comprovação do exercício, por si, da atividade rural
em regime de economia familiar pelo período exigido, a iniciar-se
imediatamente antes do fato gerador, comprovação essa que pode se dar
através de testemunhas, desde que haja, ao menos, início de prova material,
conforme faculdade inserta no § 3º, do art. 55, da Lei n. 8.213/91”.
Não se trata de prova exclusivamente testemunhal, como quer
o Réu. Os depoimentos das testemunhas estão corroborados por documentos,
não havendo por que sequer discutir a incidência da ressalva do art. 55, § 3º,
da Lei nº 8.213/91.
Das notas fiscais de produtor anexas se exprime que a Recorrida
exerce atividade rural anterior ao nascimento da criança, o que demonstra o
cumprimento do período de carência necessário para auferir o benefício, tão
como sua condição de segurada especial. Isto, pois, conforme dispõe o artigo
106, V da Lei 8.213/91, são meios de comprovação do exercício de atividade
rural os blocos de notas de produtor rural .
No presente caso, o inicio de prova material resta demostrado
pelos seguintes documentos: a maternidade comprovada por meio da certidão
do nascimento de Carlos Miguel Alcântara Amaral, ocorrido em 22 de agosto
de 2015, ora anexada. Do mesmo modo, o exercício de atividade rural está
comprovado por meio do contrato de compra e venda realizado em
22/11/2013, comprovante de residência, cadastro domiciliar datado em
25/11/2013, há notas de produtoras emitidas em 25/11/2013, 26/11/2014,
30/04/2015, 08/06/2015, ficha de atendimento no hospital público municipal
em 2015, todos os documentos acompanham a petição inicial, que denotam,
pelo menos no período que antecedeu e sucedeu ao nascimento do filho, a
ocupação da recorrente nas atividades rurais. 
A declaração de atividade rural emitida pelo sindicato dos
trabalhadores rurais, ainda que após o nascimento da criança corrobora com
os fatos alegados, considerando que fora elaborada com base em documentos.
Em que pese a gama de documentos arrolados pela lei, a grande
maioria dos segurados encontra dificuldades na obtenção de benefícios tanto
via administrativa como na judicial.
A informalidade à qual se sujeita esse trabalhador muitas vezes
chega a impossibilitar a apresentação de um único documento dentre os
relacionados no indigitado artigo 106. Por isso, tanto a doutrina como a
jurisprudência vêm ampliando o rol de documentos aceitos, ou seja, o
judiciário adota perspectiva processual mais aberta para avaliação das provas
livremente.
Inclusive, o Recorrente aduz que notas fiscais disponibilizadas,
contém valores incompatíveis com os rendimentos daqueles que vivem de uma
agricultura de pequeno porte, a referida alegação não merece prosperar.
A Lei 11.718 é clara ao dispor que, é considerado segurado
especial a pessoa física residente em imóvel rural que individualmente, ou em
regime de economia familiar, exerça atividade de produtor, proprietário,
usufrutuário, possuidor, dentre outros, explorando atividade agropecuária em
área de até quatro módulos fiscais, como meio principal de vida. Dito isto, e de
acordo com as provas dos autos, consta-se que a Recorrida se encontra
perfeitamente na hipótese legal, ou seja, segurado especial.
Além do mais, conforme a lei, caso a atividade agropecuária seja
exercida em área superior a quatro módulos fiscais, a pessoa será considerada
contribuinte individual.
Conforme o art. 3º da Lei Federal 11.326/2006, considera-se
agricultor familiar e empreendedor familiar é aquele que pratica atividades no
meio rural, esse atende os seguintes requisitos: 

a) não detenha, a qualquer título, área maior do que 4 (quatro) módulos


fiscais;
b) utilize predominantemente mão-de-obra da própria família nas
atividades econômicas do seu estabelecimento ou empreendimento;
c) tenha percentual mínimo da renda familiar originada de atividades
econômicas do seu estabelecimento ou empreendimento, na forma
definida pelo Poder Executivo; (Redação dada pela Lei nº 12.512, de
2011)
d) dirija seu estabelecimento ou empreendimento com sua família.

Portanto, a venda esporádica de gado, conforme notas fiscais,


para manutenção e sustento da atividade de sua sobrevivência, não pode ser
óbice para concessão do benefício, visto que se trata de venda esporádica, é
notório que uns dos poucos meios de comprovar a atividade rurícola da
recorrida, face a informalidade à qual se sujeita essa trabalhadora.
Os documentos vindos com a inicial, de fato, comprovam não só
a qualidade de agricultora da autora, como também demonstram a dedicação à
lida do campo no lapso de tempo exigido para se usufruir do benefício
requerido.
Conforme a jurisprudência pátria, em se tratando de
trabalhadora rural, comprovado o exercício de atividade rural, mesmo que de
forma descontínua, nos dez (10) meses anteriores ao parto ou
requerimento do benefício, por meio de início de prova material da atividade
rural, corroborado por prova testemunhal, na forma do artigo 55, § 3º, da Lei
n.º 8.213/91 e em consonância com o entendimento jurisprudencial
consubstanciado na Súmula nº 149 do Superior Tribunal de Justiça, tem
direito a parte autora ao recebimento do salário-maternidade.
Nesse sentido, vejamos:

PREVIDENCIÁRIO. SALÁRIO-MATERNIDADE. TRABALHADORA


RURAL. SEGURADA ESPECIAL. INÍCIO DE PROVA MATERIAL
CORROBORADO POR PROVA TESTEMUNHAL. BENEFÍCIO
DEVIDO. 1. Em se tratando de trabalhadora rural,
comprovado o exercício de atividade rural, mesmo que de
forma descontínua, nos dez (10) meses anteriores ao parto
ou requerimento do benefício, por meio de início de prova
material da atividade rural, corroborado por prova
testemunhal, na forma do artigo 55, § 3º, da Lei n.º
8.213/91 e em consonância com o entendimento
jurisprudencial consubstanciado na Súmula nº 149 do
Superior Tribunal de Justiça, tem direito a parte autora ao
recebimento do salário-maternidade. 2. O salário-
maternidade para a segurada trabalhadora rural consiste numa
renda mensal no valor de 01 (um) salário mínimo, a partir do
nascimento da filha da autora, até cento e vinte dias após o parto. 3.
Apelação do INSS não provida. (TRF-3 - Ap:
00200437920184039999 SP, Relator: DESEMBARGADORA
FEDERAL LUCIA URSAIA, Data de Julgamento: 23/10/2018,
DÉCIMA TURMA, Data de Publicação: e-DJF3 Judicial 1
DATA:31/10/2018)

EMENTA: Previdenciário. Trabalhador rural. Aposentadoria por


idade. Início de prova material, ratificado pelos demais elementos
probatórios dos autos. Desnecessidade de contemporaneidade.
Precedentes. Impossibilidade de reexame de matéria fática. Súmula
7/STJ. I. Para comprovação da atividade rural, faz-se necessária a
apresentação de início de prova documental, a ser ratificado pelos
demais elementos probatórios dos autos, notadamente pela prova
testemunhal, não se exigindo, conforme os precedentes desta Corte a
respeito da matéria, a contemporaneidade da prova material com
todo o período de carência. II, Consoante a jurisprudência do STJ,
“para fins de concessão de aposentadoria rural por idade, a lei não
exige que o início de prova material se refira precisamente ao período
de carência do art. 143 da Lei 8.213/91, desde que robusta prova
testemunhal amplie sua eficácia probatória, como ocorre na hipótese
em apreço. Este Tribunal Superior, entendendo que o rol de
documentos descrito no art. 106 da Lei 8.213/91 é meramente
exemplificativo, e não taxativo, aceita como início de prova
material do tempo de serviço rural as Certidões de óbito e de
casamento, qualificando como lavrador o cônjuge da
requerente de benefício previdenciário. In casu, a Corte de
origem considerou que o labor rural da Autora restou comprovado
pela certidão de casamento corroborada por prova testemunhal
coerente e robusta, embasando-se na jurisprudência deste Tribunal
Superior, o que faz incidir sobre a hipótese a Súmula 83/STJ” (STJ,
AgRg no Ag. 1399389/GO, Rel. Ministra Laurita Vaz, Quinta Turma,
DJe de 28.06.2011). III. Nos termos da Súmula 7 desta Corte, não se
admite, no âmbito do Recurso Especial, o reexame de prova. IV.
Agravo Regimental improvido.” (AGA – 1419422, Rel. Assusete
Magalhães, STJ, 6.T., un., DJE: 03.06.2013).

O recorrente aduz que “não servem como início de prova


material do labor rural durante o período da carência, pois não revestidos das
formalidades legais para comprovar a autenticidade, a segurança jurídica:
documentos confeccionados em momento próximo ao ajuizamento da ação ou
posteriores à data do nascimento da criança; a certidão eleitoral (retificável a
qualquer tempo) com anotação indicativa da profissão de rurícola, a certidão
de nascimento da criança e/ou certidão de casamento sem qualificação
profissional, prontuários médicos, cartão da gestante, cartão de vacinas,
carteira e ficha de filiação a sindicato de trabalhadores rurais desacompanhado
dos recolhimentos, CTPS sem anotações de vínculos rurais, documentos de
terras em nome de terceiros, bem como declaração de terceiros”.
Aduz ainda que, a “ficha de matrícula escolar e a ficha de
acompanhamento pré-natal são documentos que não se prestam à
comprovação da atividade campesina”.
O entendimento da Recorrente confronta o que prevê a IN n.
77/2015 do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), pois nos incisos do art.
54, trouxe rol de documentos aceitos pelo órgão como forma de ampliação da
possibilidade de se comprovar o exercício da atividade no campo de forma
plena, como certidão de casamento, certidão de nascimento, título de eleitor ou
cadastro eleitoral, escritura pública de imóvel, ficha ou registro em livros de
casas de saúde, hospitais, postos de saúde ou do programa dos agentes
comunitários de saúde, ficha de inscrição ou registro sindical ou associativo
junto ao sindicato de trabalhadores rurais, ficha de atendimento médico,
dentre outros.
Ademais, as provas que se encontram nos autos corroboram
com o depoimento das testemunhas em audiência, da qual o representante da
autarquia previdenciária sequer compareceu na solenidade.
Além do mais, o entendimento jurisprudencial atual reconhece
que os documentos aptos a comprovarem o exercício de labor rural não
necessariamente precisarão se referir a todo o período de trabalho, quer se
dizer, não há necessidade de anexar uma prova por ano, podendo ser
complementados pela prova testemunhal, haja vista a presunção do exercício
de atividade agrícola entre as datas dos documentos apresentados.
Portanto, o início de prova material contemporâneo à época do
fato gerador, representado por notas produtoras, ficha de atendimento
hospitalar e contrato de compra e venda.
Assim, estão presentes os requisitos que autorizam a concessão
do benefício de salário-maternidade pretendido, a qualidade de segurada
especial, tendo por comprovado o efetivo exercício de atividade rurícola em
regime de economia familiar, a carência exigida por lei, e demonstrado o
nascimento do filho que originou o direito à benesse.

DOS PEDIDOS:

Ante o exposto, respeitosamente, requer:

a) Seja negado provimento ao recurso interposto pelo Instituto


Nacional do Seguro Social, para fins de manter integralmente a
sentença recorrida;

b) A condenação do recorrente ao pagamento de honorários advocatícios


sucumbenciais no importe de 20% do valor da condenação.

Nestes Termos,
Pede Deferimento.

Alvorada do Oeste – RO, 11 de junho de 2021.

Thainá Barreto Amaral Andres


OAB/RO 9.738

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