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Caracterizado pelas relações servis de produção, o feudalismo europeu marcou a


história medieval por mais de 1000 anos. Nesse sistema a economia era fechada-auto-
suficiente, com produção para o consumo, e a sociedade estamental, imóvel, polarizada
entre senhores e servos.

O poder político descentralizado e a cultura religiosa são decorrências da própria


estrutura de produção.

O imobilismo feudal levou-o a destruição a partir das fugas dos servos e do nascimento
de uma estrutura dinâmica, comercial, pré-capitalista.

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"Por volta do sécXll, com a desintegração do feudalismo, começa a surgir um novo


sistema econômico, social e político: O Capitalismo. A característica essencial do novo
sistema é o fato de nele, o trabalho ser assalariado e não mais servil como no
feudalismo.

Outros elementos típicos do capitalismo: Economia de mercado, trocas monetárias,


grandes empresas e preocupação com o lucro. O capitalismo nasce da crise do sistema
feudal e cresce com o desenvolvimento comercial, depois das Primeiras Cruzadas.

Foi formando-se aos poucos durante o período final da idade média, para finalmente
dominar toda a Europa ocidental a partir do sécXVl.

Mas foi somente após a revolução industrial, iniciada no sécXVlll na Inglaterra que se
estabeleceu o verdadeiro capitalismo."

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A história do capitalismo começa a partir da crise do feudalismo, no final da idade
média européia.

Ao longo de muitos séculos, as estruturas capitalistas foram se organizando e a


sociedade burguesa se afirmando como tal.

No sécXVlll, o capital acumulado primitivamente foi investido na produção,


consolidando o sistema, através da revolução industrial.

Nesta ocasião, as antigas colônias libertaram-se dos pactos coloniais e um novo


colonialismo constituiu-se para atender as necessidades e superar as crises típicas do
sistema.

As disputas colônias levaram o mundo capitalista às grandes guerras, ao mesmo tempo


em que no interior do capitalismo se multiplicavam as células do socialismo.

      

No sistema feudal não existia comércio, as relações eram à base de trocas de produtos, e toda produção
era destinada ao sustento local.

As relações de trabalho se realizavam entre o senhor feudal, dono da terra que fazia parte da burguesia, e
do outro lado o servo ou camponês, que era subordinado ao senhor feudal.
O servo trabalhava na terra do senhor e pagava um ³aluguel´ pelo seu uso, além de trabalhar três dias por
semana de graça para ele.

O servo devia gratidão ao senhor pelo trabalho e proteção, a essa relação de dependência e gratidão dá-se
o nome de vassalagem. Nesse período não existia trabalho assalariado, o que resultava numa dependência
social entre senhor e servo.

No capitalismo as relações de produção e trabalho possuem características opostas ao feudalismo.


O sistema capitalista deixa explícita a função do dono dos meios de produção e do trabalhador que vende
sua força de trabalho, outra característica fundamental do capitalismo é a incessante busca pelo aumento
da produção, a busca de novos mercados consumidores e a busca de lucros.

  

Pré-capitalismo: ocorreu nos séculos XII ao XV, a produção era distribuída através das relações de troca
de produtos, o trabalho assalariado não havia estabilizado, o produto era fruto do trabalho e não da venda
da força de trabalho. Os artesãos eram donos dos ofícios (técnicas de trabalho), das ferramentas e da
matéria-prima.

  : ocorreu entre os séculos XVI e XVIII, o artesão possuía autonomia, mas nesse
período surgiu uma nova prática comercial. A maior parte do lucro ficava nas mãos dos comerciantes e
atravessadores e não nas mãos de quem realmente produzia, essa é conhecida como a fase primitiva da
acumulação de capital, e também pode ser considerada como uma fase de ³especulação´.

 : é caracterizado pela aplicação de capital no setor industrial. O trabalho


assalariado se fixa, e então fica nítido a separação de classes, à primeira classe pertencem os donos dos
meios de produção e à segunda o trabalhador, que tem apenas sua força de trabalho.

O capitalismo industrial iniciou em meados do século XVIII na Inglaterra, se espal hou no século XIX por
toda Europa, Estados Unidos e Japão e finalizou sua fase de expansão no século XX, alcançando as outras
nações.

 ! : é chamado também de capitalismo monopolista, nesta fase o capitalismo ficou
marcado pelo poder do capital, das instituições financeiras. Os grupos e gigantescas multinacionais
detinham os rumos do mercado, concentrando nas mãos um grande poder de decisão até mesmo no
campo político

Veja como foi a transição do feudalismo para o capitalismo

A Baixa Idade Média é caracterizada por um conjunto de transformações


socioeconômicas e conseqüentemente políticas, culturais e religiosas. Sem dúvida esse é
um dos períodos mais complexos da história e, portanto, de grande dificuldade de
compreensão para o estudante.

Para alguns, essas transformações, iniciadas a partir do século 11, refletem uma
adaptação da elite às novas condições de vida na Europa e, portanto, uma tentativa de
preservar seus privilégios.

A nobreza feudal, durante os séculos seguintes, manteve a cobrança de tributos sobre os


mercadores que passaram a transitar por suas terras e, assim, preservou seus Exércitos,
sua moeda e suas leis. Também aumentou o consumo de artigos de luxo provenientes do
Oriente e, para isso, eliminou gradualmente as relações servis de produção,
desobrigando-se de ceder terras a um número cada vez maior de servos -ao mesmo
tempo em que criava um excedente de trabalhadores e transformava obrigações
costumeiras em monetárias. Preservou ainda o controle sobre a maioria das cidades, às
quais impunha seus tributos e suas leis, e sua influência sobre a Igreja e sobre os reis.

Para grande parte dos estudiosos e na maioria dos livros didáticos, o processo é inverso.
Desde o século 11, o sistema feudal entrou em crise e surgiram os elementos pré-
capitalistas. O desenvolvimento do comércio, das cidades e sobretudo de uma nova
classe social foram os elementos que determinaram a ruína dos senhores feudais,
pressionados por novos interesses econômicos e políticos.

A reabertura do Mediterrâneo ao comércio cristão, intensificando as relações entre o


Ocidente e o Oriente, estimulou o desenvolvimento das atividades urbanas em
detrimento da produção agrária, desmonetarizada e tendente à auto-suficiência, assim
como fortaleceu a camada burguesa que, aliada aos reis, se confrontou com os interesses
da nobreza.

O rei, com o apoio da burguesia, fortaleceu sua autoridade e centralizou o poder,


substituindo o poder local pelo poder nacional.