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ANÁLISE DE CRITICIDADE DAS DESCONTINUIDADES

NAS SOLDAS DE PESCOÇOS DOS BOCAIS

N1, N2 E N4

DOS VASOS 400A E 400B

____________________________________________________
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ÍNDICE

1 INTRODUÇÃO.........................................................................................................3

2 DADOS E DOCUMENTOS DE REFERENCIA.......................................................3

3 MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DAS DESCONTINUIDADES....................................5

4 MÉTODO DE ANÁLISE DAS TENSÕES................................................................6

5 RESULTADOS.........................................................................................................7

5.1 VASO 400B......................................................................................................7

5.1.1 ANÁLISE DE TENSÕES DOS BOCAIS N1 E N4....................................7

5.1.2 ANÁLISE DE CRITICIDADE DO BOCAL N1..........................................15

5.1.3 ANÁLISE DE CRITICIDADE DO BOCAL N4..........................................18

5.1.4 ANÁLISE DE TENSÕES DO BOCAL N2...............................................21

5.1.5 ANÁLISE DE CRITICIDADE DO BOCAL N2..........................................29

5.2 VASO 400A....................................................................................................32

5.2.1 ANÁLISE DE TENSÕES DOS BOCAIS N1 E N4..................................32

5.2.2 ANÁLISE DE CRITICIDADE DO BOCAL N1..........................................40

5.2.3 ANÁLISE DE CRITICIDADE DO BOCAL N4..........................................43

5.2.4 ANÁLISE DE TENSÕES DO BOCAL N2...............................................46

5.2.5 ANÁLISE DE CRITICIDADE DO BOCAL N2..........................................54

6 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES...............................................................57
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1 INTRODUÇÃO

Em ensaio de ultra-som, foram encontradas descontinuidades na solda do pescoço


dos bocais N1, N2 e N4 dos vasos 400A e 400B da planta da Petrobrás no terminal
de Santos / Alemôa.

Este relatório mostra a análise de criticidade dessas descontinuidades, conforme


Norma BS 7910:2005, Guide to methods for assessing the acceptability of flaws in
metallic structures, da British Standards Institution, e Norma ASME FFS-1 / API 579.

2 DADOS E DOCUMENTOS DE REFERENCIA

Os seguintes documentos foram utilizados como base para a elaboração desta


análise:

 Relatórios de ultrassom da BRASITEST AJS-US-046/09 e AJS-US-045/09

As condições de projeto fornecidas pelo Bureau Veritas consideradas nesta análise


são:

Identificação/TAG: Vaso de pressão / V-400A


  Tipo: Vertical
  Diâmetro: 1.200 mm
  Comprimento entre tangentes: 3.500 mm
  Produto: AR COMPRIMIDO
  Temperatura de projeto: 55º C
  PMTA: 8,5 Kgf/cm2
  Pressão de projeto: 8,5 Kgf/cm2
  Pressão de operação: 7,0 Kgf/cm2
  Pressão de teste hidrostático: 12,7 Kgf/cm2
  Material do corpo e calotas: ASTM A-285 Gr.C
  Espessura nominal do corpo cilíndrico: 9,8 mm
  Espessura nominal das calotas: 11,6 mm
  Volume: 3,8 m3
  Fabricante: Ingersoll Rand S.A Indústria e Comércio.
  Ano de fabricação: 1979
  Norma de projeto: ASME VIII. DIV. I – Edição 1995
  Eficiência de junta: 1,0 para as calotas e 0,7 para o corpo cilíndrico.
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  Identificação/ Tag: Vaso de Pressão / V-400B


      Diâmetro Nominal: 1000 mm
      Comprimento entre tangentes: 5600 mm
      Pressão de projeto: 10,7 Kgf/cm2
            Temperatura de projeto: 55ºC
      Pressão de teste hidrostático: 16,0 Kgf/cm2
      PMTA: 10,7 Kgf/cm2
      Fluido: Ar comprimido
      Material do corpo / calotas: ASTM A 285 Gr C (adotado)
   Espessura nominal do corpo cilíndrico: 12,7 mm
   Espessura nominal das calotas: 6,4 mm
   Volume: 5,4 m3
      Norma de projeto: ASME VIII Div. I - Ed. 1995
   Fabricante: Ingersoll Rand S.A Indústria e Comércio
   Ano de fabricação: 1979
      Alívio de tensões: Não
      Radiografia: Parcial
   Eficiência de junta: 1,0 (calotas) / 0,7 (corpo cilíndrico)
      Categoria: III
==============================================================

A tabela abaixo apresenta um resumo das informações mais relevantes dos bocais e
de suas respectivas descontinuidades:

DIAMETRO
DIAMETRO
CH. DE LIGAMENT
BOCAL
VASO BOCAL REFORÇO O ALTURA
(ESPESSURA
(ESPESSURA MÍNIMO
)
)
8” 330 mm
N1 7 mm 4 mm
(10 mm) (6 mm)
18” x 16”
400 A N2 - 5 mm 3 mm
(10 mm) *
8” 330 mm
N4 6 mm 6 mm
(10 mm) (6 mm)
8” 400 mm
N1 7 mm 9 mm
(15 mm) (8 mm)
22” 860 mm
400 B N2 7 mm 9 mm
(15 mm) (12 mm)
8” 400 mm
N4 9 mm 7 mm
(15 mm) (8 mm)
Tabela 1: Informações detalhadas dos bocais e das descontinuidades

(*) Bocal elíptico

Todas as descontinuidades possuem comprimento total. Não foi informada a


freqüência do ciclo operação - regeneração, e por isso a vida em fadiga será
calculada e informada.
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3 MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DAS DESCONTINUIDADES

A análise de criticidade das descontinuidades foi feita por programa de computador


baseado no documento BS 7910:2005, no nível 2A. As tensões foram obtidas por
uma análise de tensões pelo método dos elementos finitos.

A norma BS 7910:2005 verifica o fator Kr, que é a relação entre o fator de intensidade
de tensões e a tenacidade do material, isto é, a possibilidade de fratura frágil; e o
fator Lr, que é a relação entre a tensão primária líquida na seção (“reference stress”)
e a tensão de escoamento, que indica a possibilidade de ruptura por colapso plástico.
Os fatores Kr e Lr devem estar dentro da curva de análise “FAD” do nível 2A. Os
fatores de segurança parcial foram considerados iguais a 1,0. Para o cálculo da vida
devido à propagação em fadiga, foi considerada a curva de dois estágios da BS
7910:2005, valores correspondentes à média menos 2 desvios padrão. O cálculo de
fadiga foi feito considerando-se as variações de pressão de projeto, e a variação do
fator de intensidade de tensões com a variação da altura; como a pressão varia entre
o valor de operação e de regeneração, este cálculo é então conservativo.

Como está sendo considerado que o vaso não recebeu tratamento térmico e,
conforme recomenda a BS 7910:2005, foi considerado uma tensão residual igual à
tensão de escoamento do material, ou 207 MPa. Esta tensão é considerada como
secundária de membrana, conforme recomenda a BS 7910:2005.

A tenacidade será calculada pela equação F.36 da Norma API RP 579 / ASME FFS-
1. A temperatura de referência é calculada pela tabela 3.5 da seção 3 da Norma API
RP 579, considerando o material pertencente à curva A (não normalizado). A
temperatura mínima é de teste e foi considerada 15 oC.

A altura de uma descontinuidade embebida é considerada no cálculo como metade


da altura total, e o comprimento no cálculo é metade do total.
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4 MÉTODO DE ANÁLISE DAS TENSÕES

Para determinação das tensões que agem na descontinuidade, foi feita uma análise
de tensões pelo método dos elementos finitos, com o programa ANSYS, dos bocais.
Os bocais no costado foram representados por elementos de casca “SHELL181”.

As tensões nos elementos de casca podem ser calculadas nas superfícies externa,
interna e média. As tensões nas superfícies externas e internas incluem as
componentes de flexão, e as tensões na superfície média são as tensões de
membrana. As tensões efetivas são calculadas pela teoria da máxima tensão
cisalhante, chamada de Tresca (chamada pelo programa de SINT).

A chapa de reforço foi considerada integral ao costado.

As tensões que interagem com as descontinuidades são perpendiculares a elas,


portanto são as radiais.

As análises foram feitas na condição de pressão de projeto.

As propriedades do aço carbono, na temperatura de operação, são:

 Módulo de elasticidade: 201 183 MPa


 Coeficiente de Poisson: 0,3
 Densidade: 7850 kg/m³
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5 RESULTADOS

5.1 VASO 400B

5.1.1 ANÁLISE DE TENSÕES DOS BOCAIS N1 E N4

Figura 1: Modelo de análise, malha de elementos, carregamentos e condições de contorno.


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Figura 2: Modelo com espessura em escala


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Figura 3: Tensões efetivas na superfície externa [MPa].


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Figura 4: Tensões efetivas na superfície interna [MPa].


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Figura 5: Tensões efetivas de membrana [MPa].


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Figura 6: Tensões radiais ao bocal, na região da solda, na superfície externa [MPa].

A maior tensão na região da solda é de 30,6 MPa.


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Figura 7: Tensões radiais ao bocal, na região da solda, na superfície interna [MPa].


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Figura 8: Tensões radiais ao bocal, na região da solda, de membrana [MPa].

No ponto de tensão máxima, a tensão de membrana é máxima, no valor de 11,6


MPa.

As componentes para o cálculo de criticidade são:

Tensão primária de membrana: Pm = 11,6 MPa.

Tensão primária de flexão: Pb = 30,6 – 11,6 = 19 MPa.


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5.1.2 ANÁLISE DE CRITICIDADE DO BOCAL N1

Com os valores das tensões, é feito o cálculo de criticidade através de um programa


de computador.

No caso de uma descontinuidade embebida, a altura considerada é igual à metade da


altura total.

Ligamento
BOCAL Comprimento Altura
(profundidade)
N1 TOTAL 9 mm 7 mm
Tabela 2: Descontinuidade do bocal N1 do vaso 400B

As componentes da tensão para o cálculo de criticidade são:

 Tensão primária de membrana (Pm): 11,6 MPa

 Tensão primária de flexão (Pb): 19 MPa


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TRESCA ENGENHARIA, CONSULTORIA E ANALISE DE TENSOES LTDA.


PROGRAMA PARA AVALIACAO DE TRINCAS CONFORME BS7910:2005
VERSAO 18. UNIDADES: N, mm

BUREAU VERITAS
VASO 400 B / BOCAL N1

NIVEL DE ANALISE: 2A

** DADOS DE ENTRADA: **

TENSAO PRIMARIA DE MEMBRANA TOTAL Pm= 11.60


TENSAO PRIMARIA DE FLEXAO Pb= 19.00
TENSAO SECUNDARIA DE MEMBRANA Qm= 207.00
TENSAO SECUNDARIA DE FLEXAO Qb= 0.00
TENSAO DE ESCOAMENTO Sy= 207.00
TENSAO DE RUPTURA Su= 379.00
Lr MAX Lr max= 1.41546
TRINCA EMBEBIDA EM CASCA CURVA
ALTURA DA TRINCA a= 4.500
LARGURA DA TRINCA c= 320.000
LIGAMENTO MINIMO p= 7.000
ESPESSURA DA CHAPA B= 20.700
LARGURA DA CHAPA W= 640.000
TENACIDADE DO MATERIAL Kmat= 2420.26
NOTA: Kmat CALCULADO PELA EQ. F.53 E COM Tref DA TAB. 3.4 DO ASME
FFS-1
CURVA:A ESPES= 12.7 Tref = -0.21 Top= 15.00 graus
VALOR LIMITE CONFORME ASME FFS-1 PAR. F.4.4.1 (e)

** RESULTADOS: **

Y x SIG PRIMARIO = 20.2015


Y x SIG SECUNDARIO = 227.1210
STRESS INTENSITY FACTOR K1= 929.918
RAZAO Kr= 0.508
REFERENCE STRESS Sref= 30.011
RAZAO Lr= 0.145 LIMITE= 1.415
QUE CORRESPONDE A UM Kr LIMITE DE: 0.997 * OK *

fi= 1.00064 Mm= 1.09720 Mb= 0.12212


NOTA: CORRECAO DA ZONA PLASTICA RHO= 0.1235
CORRECAO DA LARGURA fw= 1.34248

ALTURA MAXIMA ADMISSIVEL= 8.57010


PARA UM LIGAMENTO DE= 2.91993

CALCULO DE PROPAGACAO EM FADIGA:


VARIACAO DE TENSAO CONSIDERADA (PRIMARIA)= 20.2015
VARIACAO DO FATOR K (DELTA K) = 104.8216
VELOCIDADE INICIAL DE PROPAGACAO EM FADIGA= 0.0000000818644 mm/CICLO
(Considerando 2-stage, -2 SD, atm. nao agressiva, R>=0,5)
VIDA EM FADIGA = 20478692. CICLOS
CALCULADO EM 10 INTERVALOS, a NO FINAL DO INTERVALO
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Resumo dos resultados:

Kr Lr Altura medida (total) Altura máxima (total) Avaliação


0,508 0,145 9,0 mm 17,1 mm OK
Tabela 3: Resumo dos resultados do bocal N1 do vaso 400 B

O resultado está mostrado na curva “FAD” abaixo:

FAD LEVEL 2A

1.2

0.8

0.6
Kr

0.4

0.2

0
0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6
Lr

Como o ponto está dentro da curva FAD, a descontinuidade é aceitável.

Para esta descontinuidade, nessas condições:

 A altura máxima admissível é de 17,1 mm.

 A vida em fadiga é de 20 478 692 ciclos.


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5.1.3 ANÁLISE DE CRITICIDADE DO BOCAL N4

Com os valores das tensões, é feito o cálculo de criticidade através de um programa


de computador.

No caso de uma descontinuidade embebida, a altura considerada é igual à metade da


altura total.

Ligamento
BOCAL Comprimento Altura
(profundidade)
N4 TOTAL 7 mm 9 mm
Tabela 4: Descontinuidade do bocal N4 do vaso 400 B

As componentes da tensão para o cálculo de criticidade são:

 Tensão primária de membrana (Pm): 11,6 MPa

 Tensão primária de flexão (Pb): 19 MPa


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TRESCA ENGENHARIA, CONSULTORIA E ANALISE DE TENSOES LTDA.


PROGRAMA PARA AVALIACAO DE TRINCAS CONFORME BS7910:2005
VERSAO 18. UNIDADES: N, mm

BUREAU VERITAS
VASO 400 B / BOCAL N4

NIVEL DE ANALISE: 2A

** DADOS DE ENTRADA: **

TENSAO PRIMARIA DE MEMBRANA TOTAL Pm= 11.60


TENSAO PRIMARIA DE FLEXAO Pb= 19.00
TENSAO SECUNDARIA DE MEMBRANA Qm= 207.00
TENSAO SECUNDARIA DE FLEXAO Qb= 0.00
TENSAO DE ESCOAMENTO Sy= 207.00
TENSAO DE RUPTURA Su= 379.00
Lr MAX Lr max= 1.41546
TRINCA EMBEBIDA EM CASCA CURVA
ALTURA DA TRINCA a= 3.500
LARGURA DA TRINCA c= 320.000
LIGAMENTO MINIMO p= 9.000
ESPESSURA DA CHAPA B= 20.700
LARGURA DA CHAPA W= 640.000
TENACIDADE DO MATERIAL Kmat= 2420.26
NOTA: Kmat CALCULADO PELA EQ. F.53 E COM Tref DA TAB. 3.4 DO ASME
FFS-1
CURVA:A ESPES= 12.7 Tref = -0.21 Top= 15.00 graus
VALOR LIMITE CONFORME ASME FFS-1 PAR. F.4.4.1 (e)

** RESULTADOS: **

Y x SIG PRIMARIO = 13.3828


Y x SIG SECUNDARIO = 215.8053
STRESS INTENSITY FACTOR K1= 759.978
RAZAO Kr= 0.450
REFERENCE STRESS Sref= 25.194
RAZAO Lr= 0.122 LIMITE= 1.415
QUE CORRESPONDE A UM Kr LIMITE DE: 0.998 * OK *

fi= 1.00043 Mm= 1.04254 Mb=-0.05824


NOTA: CORRECAO DA ZONA PLASTICA RHO= 0.1358
CORRECAO DA LARGURA fw= 1.21806

ALTURA MAXIMA ADMISSIVEL= 9.20012


PARA UM LIGAMENTO DE= 3.29989

CALCULO DE PROPAGACAO EM FADIGA:


VARIACAO DE TENSAO CONSIDERADA (PRIMARIA)= 13.3828
VARIACAO DO FATOR K (DELTA K) = 44.3768
VELOCIDADE INICIAL DE PROPAGACAO EM FADIGA= 0.0000000000000 mm/CICLO
(Considerando 2-stage, -2 SD, atm. nao agressiva, R>=0,5)
VIDA EM FADIGA = INFINITA
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Resumo dos resultados:

Kr Lr Altura medida (total) Altura máxima (total) Avaliação


0,450 0,122 7,0 mm 18,4 mm OK
Tabela 5: Resumo dos resultados do bocal N4 do vaso 400 B

O resultado está mostrado na curva “FAD” abaixo:

FAD LEVEL 2A

1.2

0.8

0.6
Kr

0.4

0.2

0
0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6
Lr

Como o ponto está dentro da curva FAD, a descontinuidade é aceitável.

Para esta descontinuidade, nessas condições:

 A altura máxima admissível é de 18,4 mm.

 A vida em fadiga é infinita.


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5.1.4 ANÁLISE DE TENSÕES DO BOCAL N2

Figura 9: Modelo de análise, malha de elementos, carregamentos e condições de contorno.


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Figura 10: Modelo com espessuras em escala


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Figura 11: Tensões efetivas na superfície externa [MPa]


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Figura 12: Tensões efetivas na superfície interna [MPa].


Relatório de 25 57
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Figura 13: Tensões efetivas de membrana [MPa]


Relatório de 26 57
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Figura 14: Tensões radiais ao bocal, na região da solda, na superfície externa [MPa].

A maior tensão na região da solda é de 39,7 MPa.


Relatório de 27 57
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Figura 15: Tensões radiais ao bocal, na região da solda, na superfície interna [MPa].
Relatório de 28 57
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Figura 16: Tensões radiais ao bocal, na região da solda, de membrana [MPa]

No ponto de tensão máxima, a tensão de membrana é máxima, no valor de 10,9


MPa.

As componentes para o cálculo de criticidade são:

Tensão primária de membrana: Pm = 10,9 MPa.

Tensão primária de flexão: Pb = 58,6 – 10,9 = 47,7 MPa


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5.1.5 ANÁLISE DE CRITICIDADE DO BOCAL N2

Com os valores das tensões, é feito o cálculo de criticidade através de um programa


de computador.

No caso de uma descontinuidade embebida, a altura considerada é igual à metade da


altura total.

Ligamento
BOCAL Comprimento Altura
(profundidade)
N2 TOTAL 9 mm 7 mm
Tabela 6: Descontinuidade do bocal N2 do vaso 400 B

As componentes da tensão para o cálculo de criticidade são:

 Tensão primária de membrana (Pm): 10,9 MPa

 Tensão primária de flexão (Pb): 47,7 MPa


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TRESCA ENGENHARIA, CONSULTORIA E ANALISE DE TENSOES LTDA.


PROGRAMA PARA AVALIACAO DE TRINCAS CONFORME BS7910:2005
VERSAO 18. UNIDADES: N, mm

BUREAU VERITAS
VASO 400 B / BOCAL N2

NIVEL DE ANALISE: 2A

** DADOS DE ENTRADA: **

TENSAO PRIMARIA DE MEMBRANA TOTAL Pm= 10.90


TENSAO PRIMARIA DE FLEXAO Pb= 47.70
TENSAO SECUNDARIA DE MEMBRANA Qm= 207.00
TENSAO SECUNDARIA DE FLEXAO Qb= 0.00
TENSAO DE ESCOAMENTO Sy= 207.00
TENSAO DE RUPTURA Su= 379.00
Lr MAX Lr max= 1.41546
TRINCA EMBEBIDA EM CASCA CURVA
ALTURA DA TRINCA a= 4.500
LARGURA DA TRINCA c= 279.000
LIGAMENTO MINIMO p= 7.000
ESPESSURA DA CHAPA B= 24.700
LARGURA DA CHAPA W= 558.000
TENACIDADE DO MATERIAL Kmat= 2420.26
NOTA: Kmat CALCULADO PELA EQ. F.53 E COM Tref DA TAB. 3.4 DO ASME
FFS-1
CURVA:A ESPES= 12.7 Tref = -0.21 Top= 15.00 graus
VALOR LIMITE CONFORME ASME FFS-1 PAR. F.4.4.1 (e)

** RESULTADOS: **

Y x SIG PRIMARIO = 34.0208


Y x SIG SECUNDARIO = 227.0257
STRESS INTENSITY FACTOR K1= 981.520
RAZAO Kr= 0.530
REFERENCE STRESS Sref= 51.466
RAZAO Lr= 0.249 LIMITE= 1.415
QUE CORRESPONDE A UM Kr LIMITE DE: 0.991 * OK *

fi= 1.00081 Mm= 1.09674 Mb= 0.28066


NOTA: CORRECAO DA ZONA PLASTICA RHO= 0.1247
CORRECAO DA LARGURA fw= 1.34248

ALTURA MAXIMA ADMISSIVEL= 8.09009


PARA UM LIGAMENTO DE= 3.39993

CALCULO DE PROPAGACAO EM FADIGA:


VARIACAO DE TENSAO CONSIDERADA (PRIMARIA)= 34.0208
VARIACAO DO FATOR K (DELTA K) = 171.5126
VELOCIDADE INICIAL DE PROPAGACAO EM FADIGA= 0.0000011682632 mm/CICLO
(Considerando 2-stage, -2 SD, atm. nao agressiva, R>=0,5)
VIDA EM FADIGA = 1537131. CICLOS
CALCULADO EM 10 INTERVALOS, a NO FINAL DO INTERVALO
Relatório de 31 57
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Resumo dos resultados:

Altura medida Altura máxima


Kr Lr Avaliação
(total) (total)
0,530 0,249 9,0 mm 16,2 mm OK
Tabela 7: Resumo dos resultados do bocal N2 do vaso 400 B

O resultado está mostrado na curva “FAD” abaixo:

FAD LEVEL 2A

1.2

0.8

0.6
Kr

0.4

0.2

0
0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6
Lr

Como o ponto está dentro da curva FAD, a descontinuidade é aceitável.

Para esta descontinuidade, nessas condições:

 A altura máxima admissível é de 16,2 mm.

 A vida em fadiga é de 1 537 131 ciclos.


Relatório de 32 57
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5.2 VASO 400A

5.2.1 ANÁLISE DE TENSÕES DOS BOCAIS N1 E N4

Figura 17: Modelo de análise, malha de elementos, carregamentos e condições de contorno.


Relatório de 33 57
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Figura 18: Modelo com espessuras em escala


Relatório de 34 57
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Figura 19: Tensões efetivas na superfície externa [MPa]


Relatório de 35 57
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Figura 20: Tensões efetivas na superfície interna [MPa]


Relatório de 36 57
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Figura 21: Tensões efetivas de membrana [MPa]


Relatório de 37 57
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Figura 22: Tensões radiais ao bocal, na região da solda, na superfície externa [MPa].

A maior tensão na região da solda é de 44,3 MPa.


Relatório de 38 57
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Figura 23: Tensões radiais ao bocal, na região da solda, na superfície interna [MPa].
Relatório de 39 57
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Figura 24: Tensões radiais ao bocal, na região da solda, de membrana [MPa]

No ponto de tensão máxima, a tensão de membrana é máxima, no valor de 16,5


MPa.

As componentes para o cálculo de criticidade são:

Tensão primária de membrana: Pm = 16,5 MPa.

Tensão primária de flexão: Pb = 44,3 – 16,5 = 27,8 MPa


Relatório de 40 57
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5.2.2 ANÁLISE DE CRITICIDADE DO BOCAL N1

Com os valores das tensões, é feito o cálculo de criticidade através de um programa


de computador.

No caso de uma descontinuidade embebida, a altura considerada é igual à metade da


altura total.

Ligamento
BOCAL Comprimento Altura
(profundidade)
N1 TOTAL 4 mm 7 mm
Tabela 8: Descontinuidade do bocal N1 do vaso 400 A

As componentes da tensão para o cálculo de criticidade são:

 Tensão primária de membrana (Pm): 16,5 MPa

 Tensão primária de flexão (Pb): 27,8 MPa


Relatório de 41 57
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TRESCA ENGENHARIA, CONSULTORIA E ANALISE DE TENSOES LTDA.


PROGRAMA PARA AVALIACAO DE TRINCAS CONFORME BS7910:2005
VERSAO 18. UNIDADES: N, mm

BUREAU VERITAS
VASO 400 A / BOCAL N1

NIVEL DE ANALISE: 2A

** DADOS DE ENTRADA: **

TENSAO PRIMARIA DE MEMBRANA TOTAL Pm= 16.50


TENSAO PRIMARIA DE FLEXAO Pb= 27.80
TENSAO SECUNDARIA DE MEMBRANA Qm= 207.00
TENSAO SECUNDARIA DE FLEXAO Qb= 0.00
TENSAO DE ESCOAMENTO Sy= 207.00
TENSAO DE RUPTURA Su= 379.00
Lr MAX Lr max= 1.41546
TRINCA EMBEBIDA EM CASCA CURVA
ALTURA DA TRINCA a= 2.000
LARGURA DA TRINCA c= 320.000
LIGAMENTO MINIMO p= 7.000
ESPESSURA DA CHAPA B= 15.500
LARGURA DA CHAPA W= 640.000
TENACIDADE DO MATERIAL Kmat= 2816.78
NOTA: Kmat CALCULADO PELA EQ. F.53 E COM Tref DA TAB. 3.4 DO ASME
FFS-1
CURVA:A ESPES= 9.5 Tref = -7.78 Top= 15.00 graus
VALOR LIMITE CONFORME ASME FFS-1 PAR. F.4.4.1 (e)

** RESULTADOS: **

Y x SIG PRIMARIO = 17.7998


Y x SIG SECUNDARIO = 212.2250
STRESS INTENSITY FACTOR K1= 576.587
RAZAO Kr= 0.341
REFERENCE STRESS Sref= 34.393
RAZAO Lr= 0.166 LIMITE= 1.415
QUE CORRESPONDE A UM Kr LIMITE DE: 0.996 * OK *

fi= 1.00017 Mm= 1.02524 Mb=-0.05841


NOTA: CORRECAO DA ZONA PLASTICA RHO= 0.1364
CORRECAO DA LARGURA fw= 1.16394

ALTURA MAXIMA ADMISSIVEL= 7.17007


PARA UM LIGAMENTO DE= 1.82993

CALCULO DE PROPAGACAO EM FADIGA:


VARIACAO DE TENSAO CONSIDERADA (PRIMARIA)= 17.7998
VARIACAO DO FATOR K (DELTA K) = 44.6176
VELOCIDADE INICIAL DE PROPAGACAO EM FADIGA= 0.0000000000000 mm/CICLO
(Considerando 2-stage, -2 SD, atm. nao agressiva, R>=0,5)
VIDA EM FADIGA = INFINITA
Relatório de 42 57
Revisão 0

Resumo dos resultados:

Altura medida Altura máxima


Kr Lr Avaliação
(total) (total)
0,341 0,166 4,0 mm 14,2 mm OK
Tabela 9: Resumo dos resultados do bocal N1 do vaso 400 A

O resultado está mostrado na curva “FAD” abaixo:

FAD LEVEL 2A

1.2

0.8

0.6
Kr

0.4

0.2

0
0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6
Lr

Como o ponto está dentro da curva FAD, a descontinuidade é aceitável.

Para esta descontinuidade, nessas condições:

 A altura máxima admissível é de 14,2 mm.

 A vida em fadiga é infinita.


Relatório de 43 57
Revisão 0

5.2.3 ANÁLISE DE CRITICIDADE DO BOCAL N4

Com os valores das tensões, é feito o cálculo de criticidade através de um programa


de computador.

No caso de uma descontinuidade embebida, a altura considerada é igual à metade da


altura total.

Ligamento
BOCAL Comprimento Altura
(profundidade)
N4 TOTAL 6 mm 6 mm
Tabela 10: Descontinuidade do bocal N4 do vaso 400 A

As componentes da tensão para o cálculo de criticidade são:

 Tensão primária de membrana (Pm): 16,5 MPa

 Tensão primária de flexão (Pb): 27,8 MPa


Relatório de 44 57
Revisão 0

TRESCA ENGENHARIA, CONSULTORIA E ANALISE DE TENSOES LTDA.


PROGRAMA PARA AVALIACAO DE TRINCAS CONFORME BS7910:2005
VERSAO 18. UNIDADES: N, mm

BUREAU VERITAS
VASO 400 A / BOCAL N4

NIVEL DE ANALISE: 2A

** DADOS DE ENTRADA: **

TENSAO PRIMARIA DE MEMBRANA TOTAL Pm= 16.50


TENSAO PRIMARIA DE FLEXAO Pb= 27.80
TENSAO SECUNDARIA DE MEMBRANA Qm= 207.00
TENSAO SECUNDARIA DE FLEXAO Qb= 0.00
TENSAO DE ESCOAMENTO Sy= 207.00
TENSAO DE RUPTURA Su= 379.00
Lr MAX Lr max= 1.41546
TRINCA EMBEBIDA EM CASCA CURVA
ALTURA DA TRINCA a= 3.000
LARGURA DA TRINCA c= 320.000
LIGAMENTO MINIMO p= 6.000
ESPESSURA DA CHAPA B= 15.500
LARGURA DA CHAPA W= 640.000
TENACIDADE DO MATERIAL Kmat= 2816.78
NOTA: Kmat CALCULADO PELA EQ. F.53 E COM Tref DA TAB. 3.4 DO ASME
FFS-1
CURVA:A ESPES= 9.5 Tref = -7.78 Top= 15.00 graus
VALOR LIMITE CONFORME ASME FFS-1 PAR. F.4.4.1 (e)

** RESULTADOS: **

Y x SIG PRIMARIO = 23.4332


Y x SIG SECUNDARIO = 220.5058
STRESS INTENSITY FACTOR K1= 748.888
RAZAO Kr= 0.395
REFERENCE STRESS Sref= 39.227
RAZAO Lr= 0.190 LIMITE= 1.415
QUE CORRESPONDE A UM Kr LIMITE DE: 0.995 * OK *

fi= 1.00033 Mm= 1.06525 Mb= 0.02942


NOTA: CORRECAO DA ZONA PLASTICA RHO= 0.1294
CORRECAO DA LARGURA fw= 1.27392

ALTURA MAXIMA ADMISSIVEL= 7.17007


PARA UM LIGAMENTO DE= 1.82996

CALCULO DE PROPAGACAO EM FADIGA:


VARIACAO DE TENSAO CONSIDERADA (PRIMARIA)= 23.4332
VARIACAO DO FATOR K (DELTA K) = 111.2163
VELOCIDADE INICIAL DE PROPAGACAO EM FADIGA= 0.0000000620516 mm/CICLO
(Considerando 2-stage, -2 SD, atm. nao agressiva, R>=0,5)
VIDA EM FADIGA = 20302240. CICLOS
CALCULADO EM 10 INTERVALOS, a NO FINAL DO INTERVALO
Relatório de 45 57
Revisão 0

Resumo dos resultados:

Altura medida Altura máxima


Kr Lr Avaliação
(total) (total)
0,395 0,190 6,0 mm 14,3 mm OK
Tabela 11: Resumo dos resultados do bocal N4 do vaso 400 A

O resultado está mostrado na curva “FAD” abaixo:

FAD LEVEL 2A

1.2

0.8

0.6
Kr

0.4

0.2

0
0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6
Lr

Como o ponto está dentro da curva FAD, a descontinuidade é aceitável.

Para esta descontinuidade, nessas condições:

 A altura máxima admissível é de 14,3 mm.

 A vida em fadiga é de 20 302 240 ciclos.


Relatório de 46 57
Revisão 0

5.2.4 ANÁLISE DE TENSÕES DO BOCAL N2

Figura 25: Modelo de análise, malha de elementos, carregamentos e condições de contorno.


Relatório de 47 57
Revisão 0

Figura 26: Detalhe do bocal elíptico n2 / Modelo com espessuras em escala


Relatório de 48 57
Revisão 0

Figura 27: Tensões efetivas na superfície externa [MPa]


Relatório de 49 57
Revisão 0

Figura 28: Tensões efetivas na superfície interna [MPa]


Relatório de 50 57
Revisão 0

Figura 29: Tensões efetivas de membrana [MPa]


Relatório de 51 57
Revisão 0

Figura 30: Tensões radiais ao bocal, na região da solda, na superfície externa [MPa].
Relatório de 52 57
Revisão 0

Figura 31: Tensões radiais ao bocal, na região da solda, na superfície interna [MPa].

A maior tensão na região da solda é 149,5 MPa.


Relatório de 53 57
Revisão 0

Figura 32: Tensões radiais ao bocal, na região da solda, de membrana [MPa]

No ponto de tensão máxima, a tensão de membrana é máxima, no valor de 28,8


MPa.

As componentes para o cálculo de criticidade são:

Tensão primária de membrana: Pm = 28,8 MPa.

Tensão primária de flexão: Pb = 149,5 – 28,8 = 120,7 MPa.


Relatório de 54 57
Revisão 0

5.2.5 ANÁLISE DE CRITICIDADE DO BOCAL N2

Com os valores das tensões, é feito o cálculo de criticidade através de um programa


de computador.

No caso de uma descontinuidade embebida, a altura considerada é igual à metade da


altura total.

Ligamento
BOCAL Comprimento Altura
(profundidade)
N2 TOTAL 3 mm 5 mm
Tabela 12: Dados da descontinuidade do BOCAL N2 do VASO 400 A

As componentes da tensão para o cálculo de criticidade são:

 Tensão primária de membrana (Pm): 28,8 MPa

 Tensão primária de flexão (Pb): 120,7 MPa


Relatório de 55 57
Revisão 0

TRESCA ENGENHARIA, CONSULTORIA E ANALISE DE TENSOES LTDA.


PROGRAMA PARA AVALIACAO DE TRINCAS CONFORME BS7910:2005
VERSAO 18. UNIDADES: N, mm

BUREAU VERITAS
VASO 400 A / BOCAL N2

NIVEL DE ANALISE: 2A

** DADOS DE ENTRADA: **

TENSAO PRIMARIA DE MEMBRANA TOTAL Pm= 28.80


TENSAO PRIMARIA DE FLEXAO Pb= 120.70
TENSAO SECUNDARIA DE MEMBRANA Qm= 207.00
TENSAO SECUNDARIA DE FLEXAO Qb= 0.00
TENSAO DE ESCOAMENTO Sy= 207.00
TENSAO DE RUPTURA Su= 379.00
Lr MAX Lr max= 1.41546
TRINCA EMBEBIDA EM CASCA CURVA
ALTURA DA TRINCA a= 1.500
LARGURA DA TRINCA c= 686.200
LIGAMENTO MINIMO p= 5.000
ESPESSURA DA CHAPA B= 9.500
LARGURA DA CHAPA W= 1372.400
TENACIDADE DO MATERIAL Kmat= 2816.78
NOTA: Kmat CALCULADO PELA EQ. F.53 E COM Tref DA TAB. 3.4 DO ASME
FFS-1
CURVA:A ESPES= 9.5 Tref = -7.78 Top= 15.00 graus
VALOR LIMITE CONFORME ASME FFS-1 PAR. F.4.4.1 (e)

** RESULTADOS: **

Y x SIG PRIMARIO = -1.8835


Y x SIG SECUNDARIO = 212.7396
STRESS INTENSITY FACTOR K1= 461.816
RAZAO Kr= 0.414
REFERENCE STRESS Sref= 94.800
RAZAO Lr= 0.458 LIMITE= 1.415
QUE CORRESPONDE A UM Kr LIMITE DE: 0.967 * OK *

fi= 1.00003 Mm= 1.02773 Mb=-0.25854


NOTA: CORRECAO DA ZONA PLASTICA RHO= 0.2500
CORRECAO DA LARGURA fw= 1.17157

ALTURA MAXIMA ADMISSIVEL= 4.62001


PARA UM LIGAMENTO DE= 1.87998

CALCULO DE PROPAGACAO EM FADIGA:


VARIACAO DE TENSAO CONSIDERADA (PRIMARIA)= -1.8835
VARIACAO DO FATOR K (DELTA K) = 4.0887
VELOCIDADE INICIAL DE PROPAGACAO EM FADIGA= 0.0000000000000 mm/CICLO
(Considerando 2-stage, -2 SD, atm. nao agressiva, R>=0,5)
VIDA EM FADIGA = INFINITA
Relatório de 56 57
Revisão 0

Altura medida Altura maxima


Kr Lr Avaliação
(total) (total)
0,414 0,458 3,0 mm 9,2 mm OK
Tabela 13: Resumo dos resultados do BOCAL N2 do VASO 400 A

O resultado está mostrado na curva “FAD” abaixo:

FAD LEVEL 2A

1.2

0.8

0.6
Kr

0.4

0.2

0
0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6
Lr

Como o ponto está dentro da curva FAD, a descontinuidade é aceitável.

Para esta descontinuidade, nessas condições:

 A altura máxima admissível é de 9,2 mm.

 A vida em fadiga é infinita.


Relatório de 57 57
Revisão 0

6 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

As descontinuidades na solda do pescoço dos bocais N1, N2 e N4 dos vasos 400 A e


400 B são aceitáveis para a condição de projeto.

Resumo das alturas admissíveis:

ALTURA ALTURA
VASO BOCAL
MEDIDA ADMISSÍVEL

N1 4 mm 14,2 mm

400 A N2 3 mm 9,2 mm

N4 6 mm 14,3 mm

N1 9 mm 17,1 mm

400 B N2 9 mm 16,2 mm

N4 7 mm 18,4 mm
Tabela 14: Resumo geral dos resultados: alturas admissíveis

Nenhuma ação é recomendada.

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