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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Arlete Zeferino Alberto Pastela

ANÁLISE E IMPACTO DA QUALIDADE DE SERVIÇOS PRESTADOS NA


ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MOÇAMBICANA

(Licenciatura em Administração Publica)

Nampula, Novembro de 2021


Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Arlete Zeferino Alberto Pastela

ANÁLISE E IMPACTO DA QUALIDADE DE SERVIÇOS PRESTADOS NA


ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MOÇAMBICANA

Trabalho de campo com carácter avaliativo da


cadeira de História das Sociedades, curso de
Licenciatura em Administração Pública, 1º Ano,
leccionada por

drª. Alcida Armando Duvane

Nampula, Novembro de 2021


Índice

Introdução.................................................................................................................................iii

DINAMISMO CULTURAL......................................................................................................4

1.1. Conceito do Dinamismo Cultural....................................................................................4

1.2. Principais factores para o dinamismo cultural................................................................4

1.2.1. Contacto.......................................................................................................................4

1.2.2. Determinismo cultural.................................................................................................4

1.2.3. Desenvolvimento tecnológico.....................................................................................5

1.3. Processos do dinamismo cultural....................................................................................5

1.3.1. Enculturação/ endoculturação.....................................................................................5

1.3.2. Aculturação..................................................................................................................5

1.3.3. Desculturação..............................................................................................................6

1.3.4. Inculturação.................................................................................................................6

2. Definição da Cultura...........................................................................................................7

2.1. Elementos de Cultura......................................................................................................8

2.2. Cultura quanto às coisas reais e observáveis...................................................................9

2.2.1. Cultura material...........................................................................................................9

2.2.2. Cultura imaterial não material.....................................................................................9

2.2.3. Cultura ideal..............................................................................................................10

Conclusão.................................................................................................................................11

Bibliografia..............................................................................................................................12

ii
Introdução

O presente trabalho tem como tema a abordar Dinamismo Cultural conceito da Cultura.
Pretende no entanto, explicar o dinamismo cultural e elementos da cultura.

Portanto, quando se fala de dinamismo cultural, aparece logo de antemão a difusão da cultura
em outras. Isto pois, parte na razão dos processos que muitas sociedades hoje passam e vem
passando ao longo do tempo, de forma constante, fazendo perceber que as estão sempre em
movimento, apesar de algumas destas se verificar um movimento lento [ CITATION Mar05 \l
2070 ]. Dinamismo cultural como um processo de propagação de elementos de uma cultura
para outra, encontrando no contacto o factor indispensável para a essa dinâmica”. No entanto
esse processo não ocorre de forma homogénea e nem regular, pois depende de factores que
possam proporcionar a relação entre os agentes culturais, que podem ser o determinismo
geográfico e o desenvolvimento das tecnologias. Na produção do presente trabalho, foi usado
método bibliográfico, pois foi em recorrendo-se das fontes bibliográficas que foi possível a
sua realização e as fontes usadas, estão devidamente citadas no desenrolar do mesmo assim
como estão apresentadas na página das referências bibliográficas do mesmo.

iii
DINAMISMO CULTURAL

1.1. Conceito do Dinamismo Cultural

Quando se fala de dinamismo cultural, aparece logo de antemão a difusão da cultura em


outras. Isto pois, parte na razão dos processos que muitas sociedades hoje passam e vem
passando ao longo do tempo, de forma constante, fazendo perceber que as estão sempre em
movimento, apesar de algumas destas se verificar um movimento lento [ CITATION Mar05 \l
2070 ].

Aliando-se nesta base teórica acima, fundamenta-se ainda que é difícil e até mesmo arriscado
estabelecer as fronteiras ou limites entre culturas estáveis e em mudanças, atendendo que
todas as culturas estão em movimento [ CITATION Lar01 \l 2070 ].

Como se pode observar, o dinamismo cultural reside na ausência de estabilidade, o que


remete à um entendimento de que a cultura está em constante alteração, por isso que se pode
concluir que que a cultura não é algo acabado ou definitivo, mas sim contínuo, com
aperfeiçoamento [ CITATION Mar05 \l 2070 ].

Martinez (2005), “dinamismo cultural como um processo de propagação de elementos de


uma cultura para outra, encontrando no contacto o factor indispensável para a essa dinâmica”.
No entanto esse processo não ocorre de forma homogénea e nem regular, pois depende de
factores que possam proporcionar a relação entre os agentes culturais, que podem ser o
determinismo geográfico e o desenvolvimento das tecnologias [ CITATION Bas13 \l 2070 ].

1.2. Principais factores para o dinamismo cultural

1.2.1. Contacto

Segundo Martinez (2005), “o contacto é um factor principal dentro o processo de difusão


cultural, pois ele disponibiliza a uma sociedade ou grupo cultural, o conhecimento referente
aos elementos que compõe a cultura do outro”.

1.2.2. Determinismo cultural

O determinismo geográfico proporciona um processo de difusão entre grupos os culturais


pertencentes a um mesmo espaço geográfico, onde o grupo que se encontra mais próximo ao

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ponto de origem a um determinado traço cultural está mais receptível ao processo de difusão [
CITATION Mar05 \l 2070 ].

1.2.3. Desenvolvimento tecnológico

O desenvolvimento tecnológico dos meios de comunicação é um outro factor de dinamismo


cultural, que em consequência disso gera uma grande velocidade na propagação das
informações, vem possibilitar um maior contacto entre as sociedades, sem que estas possam
estar ligadas pelo espaço geográfico [ CITATION Mar05 \l 2070 ]

1.3. Processos do dinamismo cultural

1.3.1. Enculturação/ endoculturação

Enculturação é um conceito sociológico que se refere ao processo de aprendizagem cultural,


ou seja, este processo refere-se no entanto ao aprimoramento do individuo à sua cultura
[ CITATION Lar01 \l 2070 ].

Segundo Martinez (2005), apud Bernardi, “enculturação é um processo educativo pelo qual
membros de uma cultura se tornam conscientes e comparticipantes da sua própria cultura”.

Acrescenta-se ainda que enculturação são os aspectos da experiência de aprendizagem que


distinguem o homem das outras criaturas e por meio dos quais, inicialmente, e mais tarde na
vida consegue ser competente em sua cultura. É através deste processo que um neonato
aprende os caminhos culturais que a sua sociedade espera que ele seja, ou seja, a partir deste
processo que se consegue a adaptação à vida social, que o indivíduo se habitua aos modos de
vida do seu grupo aprendendo as suas formas de comportamento [ CITATION Mar05 \l 2070 ].

1.3.2. Aculturação

Aculturação, o elemento do dinamismo cultural considerado o principal na mudança cultural,


é entendida como o encontro de uma cultura com outra ou encontro de culturas [ CITATION
Lap03 \l 2070 ]. É portanto um processo que está ligado com a própria cultura [ CITATION
San02 \l 2070 ].

Martinez (2005) afirma que “o termo aculturação em Psicologia o termo é usado tal como na
antropologia que se dá ao processo de enculturação. Porém, em sociologia é usado no sentido
de socialização e na pedagogia no sentido educativo ou condicionamento”.

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Para Ítalo Slignorelli, a aculturação é um processo que conduz um indivíduo a assumir, em
tudo ou em parte, modos de cultura de um outro grupo. Desta definição deve se pressupor o
contacto entre duas culturas, resultando influências e transformações mútuas. Este processo
constitui um dos factores da dinâmica cultural, pois do contacto entre duas culturas, haverão
elementos duma cultura que se irão integrar na outra através de processo de mistura e fusão,
surgindo como resultado uma nova síntese cultural e um novo padrão cultural do
comportamento [ CITATION Mar05 \l 2070 ].

1.3.3. Desculturação

O termo desculturação deriva de “descultura”, o que por outras palavras significa “falta de
cultura”, porém, não se subentenda que existam indivíduos sem cultura. Trata-se aqui de um
nível sintáctico. Com o termo desculturação, referimo-nos aos aspectos negativos da
dinâmica cultural, isto é, a subtracção e/ou destruição em diverso grau do património cultural.
A desculturação pode ser originada por causas internas ou externas [ CITATION Mar05 \l 2070 ].

Referente às causas internas, podemos dizer que a desculturação é provocada pela perda da
energia de uma determinada cultura, que se caracteriza pela redução da forças dos indivíduos
e da comunidade, que, consequentemente, vai eliminando a vitalidade dos traços culturais e, a
caída em desuso dos mesmos [ CITATION Mar05 \l 2070 ].

No que diz respeito às causas externas podemos notar que a desculturação é provocada pelas
crises originadas por contactos culturais, pois, cada novidade que surge em qualquer sector da
vida: económico, político, religioso, técnico, traz consigo inevitavelmente uma queda de
identidade cultural original [ CITATION Mar05 \l 2070 ] . Portanto, este fenómeno acontece de
maneira imperceptível e lenta, afectando separadamente os traços culturais e assim, vai
mudando o estilo de vida de uma comunidade [ CITATION Lap03 \l 2070 ]

1.3.4. Inculturação

Etimologicamente o termo inculturação significa, dentro de, entrar dentro de alguma coisa,
introduzir, interior; mas também pode significar ausência de alguma coisa, negação, incultura
[ CITATION Lap03 \l 2070 ].

O termo teve a sua origem no mundo religioso quando os padres da África e da Ásia
mostraram que a mensagem evangélica não atingia a essência dos povos. Nestes termos,

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verificou-se a necessidade de se buscar um conceito que exprimisse um processo que criasse
uma ligação entre a mensagem cristã e a cultura, tendo surgido primeiramente o termo
encarnação, o qual podia ser usado, por exemplo nos seguintes termos: “O Evangelho precisa
de ser encarnado nas culturas” [ CITATION Lap03 \l 2070 ].

Nestes moldes, Laraia (2001), afirma que pode-se entender a “inculturação como um
processo recíproco no qual há introdução de elementos exteriores na cultura e vice-versa”.

Martinez (2005) define-a como “um diálogo contínuo entre fé e cultura ou culturas. Nesta
mesma ordem acrescenta-se que no mais profundo significado, esta é a relação dinâmica
entre a mensagem cristã e outras culturas”.

É definido ainda sendo encarnação da vida cristã e da mensagem cristã num contexto cultural
particular, de tal forma que esta experiência encontra expressão não somente através de
elementos próprios da cultura, mas que se tornem o princípio que anima, dirige e unifica a
cultura, transforma-a e remodelando-a para que uma nova criação aconteça [ CITATION
Mar05 \l 2070 ]

2. Definição da Cultura

Individuo enquanto ser particular e social, desenvolve-se em um contexto multicultural, em


que temos regras, padrões, crenças, valores, identidades muito diferenciadas. Assim, a cultura
torna-se um processo de “intercâmbio” entre indivíduos, grupos e sociedades [ CITATION
Str02 \l 2070 ].

O indivíduo tanto cria como mantém a sua cultura presente na sociedade e cada sociedade
humana tem a sua própria cultura, característica expressa e identificada pelo comportamento
do indivíduo”. Portanto, para este autor, a cultura refere-se ao conjunto de hábitos, regras
sociais, intuições, tipos de relacionamento interpessoal de um determinado grupo, aprendidos
no contexto das actividades grupais [ CITATION Str02 \l 2070 ].

Nessa ordem de ideias, a cultura é definida como tudo aquilo que resulta da criação humana,
compreendendo ideias e acções. É vista ainda como um complexo de circunstâncias que
abrange conhecimentos, costumes, crenças, artes, moral, leis, assim como todas as
capacidades adquiridas pelos seres humanos [ CITATION Bas13 \l 2070 ].

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Ela é vista como a dimensão do processo social, da vida de uma sociedade que inclui todo o
conhecimento em um sentido ampliado e todas as maneiras mediante as quais esse
conhecimento é expresso. É uma dimensão dinâmica, criadora, ela mesma em processo, uma
dimensão fundamental das sociedades contemporâneas. (SANTOS, 1997 apud Basaglia,
2013).

Portanto, Ramos (2003), fundamenta que “as culturas penetram nos indivíduos da mesma
forma que as instituições sociais determinam estruturas psicológicas, pois o homem pensa e
age dentro do seu ciclo de cultura”.

Em termos gerais, poe-se definir cultura como um conjunto de experiencias humanas


transmitidas por homem ao longo dos séculos e por meio das coisas e artefactos. É entendida
ainda como uma força dos grupos humanos em supervalorizar seus próprios valores e cultura
além de outros [ CITATION Mel87 \l 2070 ].

Contudo, a cultura não é uma herança genética, mas fruto da inserção do ser humano em
determinados contextos sociais [ CITATION Lar01 \l 2070 ]. Dessa forma é entendida ainda que a
cultura é adaptação da pessoa aos diferentes ambientes pelos quais passa a viver [ CITATION
San02 \l 2070 ].

2.1. Elementos de Cultura

Segundo Marconi & Presotto (2006) “faz parte dos elementos da cultua as ideias, a crença, os
valores, a abstracção do comportamento, as normas, as atitudes ou comportamentos, as
técnicas e os artefactos”.

Ainda para estes autores afirma que as ideias os conhecimentos, os saberes e as filosofias da
vida, enquanto a crença está baseada naquilo se crê ou se acredita. No caso das normas, estão
lá as leis, os códigos e a tradição. Para os valores resume-se em ideologia que determina o
bem ou o mal. Relativamente aos comportamentos ou atitudes, refere-se à maneira de cultivar
os relacionamentos com as pessoas do mesmo grupo e com as de grupos diferentes [ CITATION
San02 \l 2070 ].

Para Santos (2002), “a abstracção do comportamento consiste em símbolos e nos


compromissos colectivos. Enquanto as instruções funcionam como uma espécie de controlo
dos comportamentos, anunciando valores, normas e crenças”.

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Finalmente as técnicas ou artes correspondem às habilidades adquiridas colectivamente.
Nesta óptica, os artefactos que são instrumentos, utensílios usados para aperfeiçoar as
técnicas e os modos de vida [ CITATION San02 \l 2070 ].

Desta forma, pode-se afirmar que os elementos da cultura resumem-se em três sendo
primeiramente as ideias, as abstracções e comportamentos.

Segundo Marconi & Presotto (2006), “as ideias são concepções mentais das coisas concretas
ou abstractas”.

Ainda os mesmos autores afirmam que as abstracções são capacidades que o individuo tem
de contemplar as ideias e traduzi-las em símbolos ou sinais. Enquanto os comportamentos são
modos de agir dos grupos humanos, a partir das ideias e das abstracções [ CITATION San02 \l
2070 ]. Todavia, pode-se concluir que a cultura consiste em uma série de coisas reais que
podem ser observáveis, examináveis num contexto extra-somático [ CITATION Lar01 \l 2070 ].

2.2. Cultura quanto às coisas reais e observáveis

Com relação às coisas reais e observáveis, a cultura pode porém ser classificada em três tipos
que são: cultura material, cultura imaterial e cultura ideal

2.2.1. Cultura material

Refere-se aos artefactos criados pelos seres humanos por meio de uma combinação entre ma-
térias-primas e tecnologia, que, por seus usos práticos, distinguem-se por sua mobilidade.
Conforme Fernand Braudel (1995) citado por [ CITATION Bas13 \l 2070 ], a cultura material diz
respeito às coisas, aos alimentos, às habitações, ao vestuário, ao luxo, aos utensílios, aos
instrumentos monetários, à definição de aldeia ou cidade; em suma, a tudo aquilo de que o
homem se serve [ CITATION San02 \l 2070 ].

Laplatine (2003) “diz que a cultura é material quando ela é formada por coisas ou objectos
materiais, desde os machados de pedra das antigas civilizações até os moderníssimos
computadores”.

2.2.2. Cultura imaterial não material

Segmento da cultura transmitido pela intenção, segundo a qual as acções humanas são
providas de conteúdos e de significados, mesmo antes de serem construídas ou manipuladas.

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Trata-se de conteúdos e significados demonstrados por meio de hábitos, aptidões, ideias,
crenças e conhecimentos (Mello, 2002 apud Basaglia, 2013).

A cultura imaterial também chamada de não material ou espiritual, quando não tem
substância material, mas, assim mesmo, é algo real, como no caso das crenças, dos hábitos e
dos valores [ CITATION San02 \l 2070 ]

2.2.3. Cultura ideal

A cultura ideal é aquela que apresentada verbalmente como sendo a perfeita para um
determinado grupo, mas que nem sempre é praticada. Pode-se tomar como exemplo disso a
cultura religiosa, a qual nem sempre é assumida integralmente pelos que se dizem adeptos
dela [ CITATION San02 \l 2070 ].

Normalmente numa cultura os conhecimentos são mais de ordem prática, ligados à questão
da sobrevivência. Todavia o conhecimento engloba também a organização social, as
estruturas sociais, os costumes, as crenças, bem como as técnicas de trabalho e os
conhecimentos académicos

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Conclusão

Chegado ao fim deste trabalho conclui-se que:

O dinamismo cultural pressupõe que que a cultura está em constante mudança, e é por isso
que se diz que a cultura “não é algo acabado ou definitivo mas sim algo em contínuo
aperfeiçoamento;

Entre os processos do dinamismo cultural, na enculturação o individuo a aprende a sua


própria cultura. É através deste processo que um neonato aprende os caminhos culturais que a
sua sociedade espera que ele seja, ou seja, a partir deste processo que se consegue a
adaptação à vida social, que o indivíduo se habitua aos modos de vida do seu grupo
aprendendo as suas formas de comportamento;

Em aculturação ocorre o contacto das culturas e acredita-se este processo é o factor


responsável pela dinâmica cultural;

Desculturação refere-se no entanto a falta de cultura, mas não que neste caso fala-se
exactamente que haja povo ou sociedade sem cultura, mas refere-se aos aspectos negativos da
dinâmica cultural, isto é, a subtracção e/ou destruição em diverso grau do património cultural.
E a inculturação é um diálogo contínuo entre fé e cultura ou culturas;

A cultura como um conjunto de experiencias humanas transmitidas por homem ao longo dos
séculos e por meio das coisas e artefactos. Ela a cultura não é uma herança genética, mas
fruto da inserção do ser humano em determinados contextos sociais;

Contudo fazem parte da cultura faz parte dos elementos da cultua as ideias, a crença, os
valores, a abstracção do comportamento, as normas, as atitudes ou comportamentos, as
técnicas e os artefactos.

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Bibliografia

Basaglia, C. C. (2013). Sociologia Geral.

Laplatine, F. (2003). Aprender Antropologia. São Paulo: Brasilense.

Laraia, R. (2001). Cultura: um conceito antropológico (14ª ed.). (J. Zahar, Ed.) Rio de
Janeiro.

Marconi, M., & Presotto, Z. (2006). Antropologia: uma introdução (6ª ed.). São Paulo: Atlas.

Martinez, F. (2005). Antropologia Cultural: guia para estudo (5ª ed.). Maputo: Paulinas
Editorial.

Mello, L. (1987). Antropologia Cultural: iniciação, teoria, temas. Petrópolis, Rio de Janeiro:
Vozes Editora.

Santos, A. (2002). Antropologia Geral: etnografia, Etnologia, Antropologia Socal.


Universiadade Aberta.

Strey, M. (2002). Psicologia Social Contemporânea (7ª ed.). Rio de Janeira: Vozes.

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