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LM 18-12-2014
Capacidade Total Pulmonar

Volume de Volume de
Reserva Reserva
Expiratório
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Capacidade
Inspiratória Máx.

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• Curvas de pressão, fluxo e volume são acessíveis e dão a maior parte de informação.

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A Dª. Alzira tem 65 anos. Não tem doença respiratória crónica conhecida. Tem hipertensão e diabetes. Foi
internada no serviço de medicina por Pneumonia.

Ao longo do internamento foi necessitando de incremento sucessivo do FiO2, até que ao 3º dia, após a
higiene, ficou taquipneica, com FR 28cpm e SatO2 de 85% motivo pelo qual foi aumentada FiO2 para
VentiMask a 60% e proposto internamento em cuidados intermédios.

À chegada encontra-se bem acordada, mantém-se taquipneica (FR: 32cpm) com SatO2 de 87% (com VM a
60%)

O que devo valorizar?

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A Dª. Alzira tem 65 anos. Não tem doença respiratória crónica conhecida. Tem hipertensão e diabetes. Foi
internada no serviço de medicina por Pneumonia em contexto de COVID 19.

Ao longo do internamento foi necessitando de incremento sucessivo do FiO2, até que ao 3º dia, após a
higiene, ficou taquipneica, com FR 28cpm e SatO2 de 85% motivo pelo qual foi aumentada FiO2 para
VentiMask a 60% e proposto internamento em cuidados intermédios

À chegada encontra-se bem acordada, mantém-se taquipneica (FR: 32cpm) com SatO2 de 87% (com VM a
60%)

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1ª questão:

a) A equipa de enfermagem tem autonomia para ajustar a FiO2?

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1ª questão:

a) A equipa de enfermagem tem autonomia para ajustar a FiO2? Sim

b) O que é fundamental para que o faça com segurança?

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1ª questão:

a) A equipa de enfermagem tem autonomia para ajustar a FiO2? Sim

b) O que é fundamental para que o faça com segurança? Monitorização

c) É importante comunicar ao médico o agravamento da necessidade de FiO2 ou, desde que a doente
mantenha saturação dentro dos objetivos, não preciso de o avisar?

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1ª questão:

a) A equipa de enfermagem tem autonomia para ajustar a FiO2?


b) O que é fundamental para que o faça com segurança?
c) É importante comunicar ao médico o agravamento da necessidade de FiO2 ou, desde que a doente
mantenha saturação dentro dos objetivos, não preciso de o avisar?

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2ª questão:
A doente foi avaliada por médico e apresenta FR 26cpm, bem como a seguinte gasimetria (VM a 60%, T
37.3ºC) – pH 7.38; PaCO2 28mmHg; PaO2 59mmHg; HCO3 24meq/L; SatO2 87%.

O que devo valorizar?

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2ª questão:
A doente foi avaliada por médico e apresenta FR 26cpm, bem como a seguinte gasometria (VM a 60%, T
37.3ºC) – pH 7.38; PaCO2 28mmHg; PaO2 59mmHg; HCO3 24meq/L; SatO2 87%.
Como classifica o tipo de IR que a doente apresenta?

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2ª questão:
A doente foi avaliada por médico e apresenta FR 26cpm, bem como a seguinte gasometria (VM a 60%, T
37.3ºC) – pH 7.38; PaCO2 32mmHg; PaO2 59mmHg; HCO3 24meq/L; SatO2 87%.
Como classifica o tipo de IR que a doente apresenta? Tipo I, Insuficiência Respiratória Hipoxémica.

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3ª questão:
A equipa médica conclui que a doente deve evoluir no nível de suporte respiratório. Qual o nível de suporte
respiratório que poderá fazer, de seguida?

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3ª questão:
A médica conclui que a doente deve evoluir no nível de suporte respiratório. Qual o nível de suporte
respiratório que deverá fazer, de seguida? Terapia de Alto Fluxo
Decide-se iniciar TAF. Preparação do dispositivo: Como se monta? Como se liga? Como se programa?

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3ª questão:
A médica conclui que a doente deve evoluir no nível de suporte respiratório. Qual o nível de suporte
respiratório que deverá fazer, de seguida? Terapia de Alto Fluxo
Decide-se iniciar TAF. Preparação do dispositivo: Como se monta? Como se liga? Como se programa?
A doente inicia TAF. Que indicações lhe devo transmitir quando o inicia?

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3ª questão:
A médica conclui que a doente deve evoluir no nível de suporte respiratório. Qual o nível de suporte
respiratório que deverá fazer, de seguida? Terapia de Alto Fluxo
Decide-se iniciar TAF. Preparação do dispositivo: Como se monta? Como se liga? Como se programa?
A doente inicia TAF. Que indicações lhe devo transmitir quando o inicia? Respirar calmamente, fechar a
boca

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3ª questão:
A médica conclui que a doente deve evoluir no nível de suporte respiratório. Qual o nível de suporte
respiratório que deverá fazer, de seguida? Terapia de Alto Fluxo
Decide-se iniciar TAF. Preparação do dispositivo: Como se monta? Como se liga? Como se programa?
A doente inicia TAF. Que indicações lhe devo transmitir quando o inicia? Respirar calmamente, fechar a
boca
Como resolvo problemas: Calor, Alarme de água, Alarme de fuga?

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3ª questão:
A médica conclui que a doente deve evoluir no nível de suporte respiratório. Qual o nível de suporte
respiratório que deverá fazer, de seguida? Terapia de Alto Fluxo
Decide-se iniciar TAF. Preparação do dispositivo: Como se monta? Como se liga? Como se programa?
A doente inicia TAF. Que indicações lhe devo transmitir quando o inicia? Respirar calmamente, fechar a
boca
Como resolvo problemas: Calor, Alarme de água, Alarme de fuga?
Como avalio a eficácia deste suporte respiratório?

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3ª questão:
A médica conclui que a doente deve evoluir no nível de suporte respiratório. Qual o nível de suporte
respiratório que deverá fazer, de seguida? Terapia de Alto Fluxo
Decide-se iniciar TAF. Preparação do dispositivo: Como se monta? Como se liga? Como se programa?
A doente inicia TAF. Que indicações lhe devo transmitir quando o inicia? Respirar calmamente, fechar a
boca
Como resolvo problemas: Calor, Alarme de água, Alarme de fuga?
Como avalio a eficácia deste suporte respiratório? SatO2, FR, FC, Assincronia Toraco-Abdominal; Utilização
de músculos acessorios, Paco2

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4ª questão
A doente está agora a fazer TAF com Fluxo de 60L/min e fiO2 90%. Após um pico febril, fica novamente
mais cansada, taquipneica, com tiragem supra clavicular.
Como avalio sinais de falência deste suporte respiratório?

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4ª questão
A doente está agora a fazer TAF com Fluxo de 60L/min e fiO2 90%. Após um pico febril, fica novamente
mais cansada, taquipneica, com tiragem supra clavicular.
Como avalio sinais de falência deste suporte respiratório? Gasometria; FR; FC; etc.

O que fazemos?

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4ª questão
A doente está agora a fazer TAF com Fluxo de 60L/min e fiO2 90%. Após um pico febril, fica novamente
mais cansada, taquipneica, com tiragem supra clavicular.
Como avalio sinais de falência deste suporte respiratório? Gasometria; FR; FC; etc.
Após reavaliação foi decidido que a doente deve evoluir no nível de suporte respiratório. Qual o nível de
suporte respiratório que deverá então fazer?

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4ª questão
A doente está agora a fazer TAF com Fluxo de 60L/min e fiO2 90%. Após um pico febril, fica novamente
mais cansada, taquipneica, com tiragem supra clavicular.
Como avalio sinais de falência deste suporte respiratório? Gasometria; FR; FC; etc.
Após reavaliação foi decidido que a doente deve evoluir no nível de suporte respiratório. Qual o nível de
suporte respiratório que deverá então fazer? Ventilação Não Invasiva /Ventilação invasiva?

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O Sr. José tem 65 anos. É fumador, tem DPOC e é obeso.


Veio por agravamento do padrão habitual de dispneia ao serviço de urgência com aumento de quantidade
e purulência de secreções respiratório. Foi colocado O2 por máscara de venturi a 35%, fez inaloterapia.
É internado com o diagnóstico de DPOC agudizado.
Apresenta-se: Consciente, inquieto, pouco colaborante, FR 30cpm, usa músculos acessórios, tem pieira
audível, satura a 85% com VM a 35%.

O que devo valorizar?

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O Sr. José tem 65 anos. É fumador, tem DPOC e é obeso.


Veio por agravamento do padrão habitual de dispneia ao serviço de urgência com aumento de quantidade
e purulência de secreções. Foi colocado O2 por máscara de venturi a 35%, fez inaloterapia.
É internado com o diagnóstico de DPOC agudizado.
Apresenta-se: Consciente, inquieto, pouco colaborante, FR 30cpm, usa músculos acessórios, tem pieira
audível, satura a 85% com VM a 35%.

O que fazemos?

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1ª questão:
É-lhe prescrita mais inaloterapia - vai fazer brometo ipratróprio - 6 puffs + salbutamol 4 puffs.

Como o deve fazer?

– nebulização / camara expansora

O que seria útil nesta fase?

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2ª questão:
Fazem uma gasimetria (36.8ºC, VM a 35%) - pH 7.31; PaCO2 58mmHg; Pao2 61mmHg; HCO3
28meq/L; Sat 90%

O que devo valorizar?

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2ª questão:
Fazem uma gasimetria (36.8ºC, VM a 35%) - pH 7.31; PaCO2 58mmHg; Pao2 61mmHg; HCO3
28meq/L; Sat 90%

a) como classifica este tipo de IR?

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2ª questão:
Fazem uma gasimetria (36.8ºC, VM a 35%) - pH 7.31; PaCO2 58mmHg; Pao2 61mmHg; HCO3
28meq/L; Sat 90%

a) como classifica este tipo de IR? Tipo II; insuficiência respiratória hipercapnica

b) quais os objectivos de saturação para este doente?

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2ª questão:
Fazem uma gasimetria (36.8ºC, VM a 35%) - pH 7.31; PaCO2 58mmHg; Pao2 61mmHg; HCO3
28meq/L; Sat 90%

a) como classifica este tipo de IR? Tipo II; insuficiência respiratória hipercapnica

b) quais os objectivos de saturação para este doente? 88-92%

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3ª questão:
Perante IR hipercápnica decide-se iniciar VNI.
- que material solicitaria? Como montar circuito e como abordar o doente com VNI?

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3ª questão:
Perante IR hipercápnica decide-se iniciar VNI.
- que material solicitaria? Como montar circuito e como abordar o doente com VNI?
- rever questões relativas à programação e aos alarmes

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3ª questão:
Perante IR hipercápnica decide-se iniciar VNI.
- que material solicitaria? Como montar circuito e como abordar o doente com VNI?
- rever questões relativas à programação e aos alarmes

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3ª questão:
Perante IR hipercápnica decide-se iniciar VNI.
- que material solicitaria? Como montar circuito e como abordar o doente com VNI?
- rever questões relativas à programação e aos alarmes
- o que devo monitorizar para documentar que o doente melhora?

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4ª questão:
Relativamente ao uso de VNI por grandes períodos de tempo, deve ser preocupação do enfermeiro:
- úlceras de pressão decorrentes do interface: como minimizar?
- mucosas secas: como contornar este problema?
- posso alimentar o doente? Que mecanismos uso para tomar esta decisão?
- se o doente tiver uma sonda nasogástrica, como procedo? Que cuidados particulares devo ter no doente com
VNI com SNG?
- se o doente tiver feito VNI contínua noturna por cansaço respiratório e é um doente para fazer pequenas
pausas durante o dia para VNI, o banho é uma boa altura para fazer uma dessas pausas? Porquê?

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