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Economia

Aula 01
Profº Carlos Ramos
Curso Preparatório para Auditores Fiscais, Técnicos, Analistas e Carreiras Afins. www.cursoparaconcursos.com.br
01 – Levando-se em conta a identidade macroeconômica “poupança = investimento”, numa economia aberta e com
governo, e considerando D = déficit público, Sg =poupança pública, Ig = investimento público, Spr = poupança privada, Ipr
=investimento privado, Sext = poupança externa. É correto afirmar que:
a) D = Sg – Ig + Spr – Ipr
b) D = Sext
c) D = Spr + Ipr + Sext
d) D = Sg – Ig
e) D = Spr – Ipr + Sext

02 – (ESAF/MPU-2004) – Considere os seguintes dados para uma economia aberta e sem governo:
• Exportação de bens e serviços não-fatores: 500
• Importação de bens e serviços não-fatores: 400
• Renda enviada ao exterior: 200
• Renda recebida do exterior: 100
• Variação de estoques: 150
• Formação bruta de capital fixo: 700
• Depreciação: 50
Com base nessas informações, pode-se afirmar que a poupança externa e a poupança liquida do setor privado será de:
a) 800 e zero;
b) Zero e 800;
c) Zero e 700;
d) 50 e 700;
e) 100 e 750.

03 – (ESAF/MPU-2004) – Considere os seguintes dados:


• Produto interno bruto a preço de mercado: 1000
• Renda Líquida enviada ao exterior: 100
• Depreciação: 50
• Impostos Indiretos: 200
• Subsídios: 50
Com base nessas informações, a renda nacional líquida a custo de fatores é igual:
a) 800;
b) 750;
c) 700;
d) 850;
e) 900.

04 – (ESAF/MPU/2004) – Considere:
• α1 = papel-moeda em poder do público / M1;
• α2 = depósitos a vista / M1
É incorreto afirmar que:
a) Se α1 é menor ou igual a 0,5 então α2 é maior ou igual a 0,5.
b) Se α1 = α2, então α1 + α2 = 0.
c) Se α2 = 0, então α1 = 1.
d) α1 = 1 – α2.
e) α1 não pode ser negativo.

05 - (ESAF-SUSEP – 2001) - Considere que cada unidade monetária de base monetária resulte em 1,5 unidades
monetárias de meios de pagamento. Considere ainda que as pessoas guardem 30% dos meios de pagamento sob a forma
de papel moeda em poder do público. Com base nesses dados, é correto afirmar que a razão entre o encaixe total dos
bancos comerciais e o total dos depósitos a vista nos bancos comerciais é de, aproximadamente,
a) 0,5238
b) 0,8237
c) 1,3500
d) 2,2324

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e) 0,7000
06 – (ICMS/RJ-2007) - Suponha que as seguintes equações descrevam o comportamento da economia no curto prazo:
• C = 0,8(1 – t)Y
• t = 0,25
• I = 900-50i
• G = 800
• L = 0,25Y – 62,5i
• M/P = 500
Notação: C é o consumo agregado, t é a taxa de imposto sobre a renda, Y é a renda, I é o investimento privado, i é a taxa
de juros, G é o gasto do governo, L representa a demanda por moeda e M/P é a oferta de moeda. Dessa forma, pode-se
afirmar que a renda de equilíbrio nessa economia será:
a) 1.500
b) 2.000
c) 2.500
d) 3.000
e) 3.500.

07 – (BNDES/2008) - O gráfico abaixo mostra as curvas IS e LM numa certa economia.

Maiores gastos públicos financiados por novas emissões monetárias:


a) Expandiriam a produção e a renda acima de yo.
b) Reduziriam necessariamente a taxa de juros para baixo de io.
c) Reduziriam as importações.
d) Deslocariam a IS e a LM para posições tais como AB e CD.
e) Provocariam, necessariamente, aumento dos preços.

08 – (MPU/2007-FCC) – No modelo keynesiano de determinação do equilíbrio do produto, onde o consumo agregado é


uma função linear e crescente da renda, é correto afirmar que:
a) O produto estará em equilíbrio quando o investimento for igual à poupança realizada;
b) Um aumento nos impostos tem maior poder de diminuir o produto de equilíbrio que igual contração nos gastos
do governo, tudo o mais constante;
c) A propensão média a consumir é maior que a propensão marginal a consumir, se o consumo autônomo foi
positivo;
d) A estabilidade do equilíbrio requer propensão marginal a consumir maior que 1;
e) O multiplicador das exportações é maior que o multiplicador do investimento.

09 – (ICMS/RJ-2007) - Déficit primário é definido como:


a) a diferença entre as receitas do governo e os gastos públicos com bens e serviços.
b) a diferença entre o déficit nominal e os juros nominais.
c) a diferença entre o déficit nominal e o déficit operacional.
d) a diferença entre o pagamento de juros reais e o déficit nominal.
e) a diferença entre os gastos totais do governo e as receitas do governo.

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10 - (ESAF/AFRF) - Considere os seguintes dados:
• C = 500 + cY
• I = 200
• G = 100
• X=M=50
Com base nestas informações, é correto afirmar que:
a) Se a renda de equilíbrio for igual a 2.500, a propensão marginal a poupar será igual a 0,68.
b) Se a renda de equilíbrio for igual a 1.000, a propensão marginal a consumir será maior que a propensão
marginal a poupar.
c) Se a renda de equilíbrio for igual a 2.000, a propensão marginal a consumir será igual a 0,5.
d) Se a renda de equilíbrio for igual a 1.600, a propensão marginal a consumir será igual à propensão marginal a
poupar.
e) Não é possível uma renda de equilíbrio maior que 2.500.

11 – (ICMS/BA-2004) – As seguintes informações foram extraídas das Contas Nacionais do Brasil de 2001, compiladas
pela Fundação IBGE (dados em R$ milhões):
• Consumo Intermediário: 1.157.036
• Despesa de Consumo Final: 957.836
• Formação Bruta de Capital Fixo: 233.376
• Variação de Estoques: 20.750
• Exportação de bens e serviços: 158.501
• Importação de Bens e serviços: 170.403
Pode-se concluir que o Produto Interno Bruto do Brasil equivaleu, em milhões de reais, naquele ano, a:
a) 2.357.096
b) 2.114.872
c) 1.540.866
d) 1.200.060
e) 1.091.212

12 – (STN/2008) - Considere os seguintes dados, em unidades monetárias, referentes a uma economia hipotética:
• Consumo do Governo: 200;
• Transferências realizadas pelo Governo: 100;
• Subsídios: 20;
• Impostos Diretos: 300;
• Impostos Indiretos: 400;
• Outras Receitas Correntes do Governo: 120;
• Exportações de bens e serviços: 100;
• Importações de bens e serviços: 200;
• Renda Líquida Enviada ao Exterior: 100;
• Variação de Estoques: 100;
• Poupança Bruta do Setor Privado: 200.
Com base nessas informações, e considerando as identidades macroeconômicas básicas, é correto afirmar que a
formação bruta de capital fixo é igual a:
a) 950
b) 900
c) 700
d) 750
e) 800

13 – (BACEN/2006) - Numa determinada economia, os encaixes totais mantidos pelo sistema bancário representam 4/10
do total dos depósitos à vista em conta corrente. Se a população desse país mantiver 1/5 dos meios de pagamento na
forma de moeda manual, um aumento de 1.000 na base monetária acarretará um acréscimo nos meios de pagamento,
de:
a) 6.250

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b) 3.125
c) 2.358
d) 1.923
e) 1.470

(MPU/2007) – Utilize as seguintes informações, e somente elas, para responder às questões de números 14 e 15:
• Importações de bens e serviços não fatores 1.700
• Consumo final 6.900
• Variação de Estoques 900
• Formação Bruta de Capital Fixo 2.800
• Renda Líquida recebida do exterior 100
• Déficit do balanço de pagamentos em transações correntes 300

14 – O valor das exportações de bens e serviços corresponde a:


a) 1.200
b) 1.300
c) 1.400
d) 1.500
e) 1.600

15 – O Produto Interno Bruto é:


a) 9.900
b) 10.000
c) 10.100
d) 10.200
e) 10.300

(MPU/2007) – Utilize as seguintes informações, e somente elas, para responder às questões de números 16 e 17:
• Papel-moeda em circulação 1.400
• Depósitos à vista do público nos bancos comerciais 11.900
• Depósitos compulsórios dos bancos comerciais no Banco Central 4.100
• Caixa, em moeda corrente, dos bancos comerciais 100
• Papel-moeda em poder do público 1.300

16 – A base monetária corresponde a:


a) 5.500
b) 5.400
c) 5.300
d) 5.200
e) 4.200

17 – O multiplicador dos meios de pagamento é:


a) 2,0
b) 2,1
c) 2,3
d) 2,4
e) 2,5

18 – (MPOG-2008/ESAF) - A política fiscal pode ser dividida em duas grandes partes: a política tributária e a política de
gastos públicos. No que se refere à política fiscal, assinale a única opção incorreta.
a) Quando o governo aumenta os gastos públicos, diz-se que a política fiscal é expansionista.
b) Os gastos do governo podem ser divididos em dois grandes grupos: despesas correntes e as de capital.

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c) A política fiscal será expansionista ou contracionista dependendo do que o governo está pretendendo atingir
com a política de gastos.
d) O governo também pode atuar sobre o sistema tributário de forma a alterar as despesas do setor privado (entre
bens, entre consumo e investimento, por exemplo) e a incentivar determinados segmentos produtivos.
e) As despesas correntes do governo referem-se às despesas que o governo efetua para manter e aumentar a
capacidade de produção de bens e serviços no país (construção de escolas e de hospitais, por exemplo).
19 – (MPOG-2008/ESAF) - Com relação à política monetária, identifique a única opção incorreta.
a) A política monetária apresenta maior eficácia do que a política fiscal quando o objetivo é uma melhoria na
distribuição de renda.
b) Se o objetivo é o controle da inflação, a medida apropriada de política monetária seria diminuir o estoque
monetário da economia, como, por exemplo, o aumento da taxa de reservas compulsórias (percentual sobre os
depósitos que os bancos comerciais devem colocar à disposição do Banco Central).
c) A política econômica deve ser executada por meio de uma combinação adequada de instrumentos fiscais e
monetários.
d) Uma vantagem, freqüentemente apontada, da política monetária sobre a fiscal é que a primeira pode ser
implementada logo após a sua aprovação, dado que depende apenas de decisões diretas das autoridades
monetárias, enquanto que a implementação de políticas fiscais depende de votação do Congresso.
e) A política monetária refere-se à atuação do governo sobre a quantidade de moeda e títulos públicos.

20 – (ESAF/STN-2008) - Considere o seguinte modelo keynesiano:


• Y = C + I0 + G
• C = a + b.Y
Onde 0 < b < 1;
• Y = Produto Agregado;
• C = consumo agregado; “a” uma constante positiva;
• I0 = investimentos autônomos; e
• G = gastos do governo.
Com base neste modelo, é incorreto afirmar que:
a) Y = A/(1 – b), onde A = (I0 + G)/a
b) ΔY/ΔG = ΔY/Δa
c) Dado que 0 < b < 1, o multiplicador keynesiano é maior do que 1
d) Um aumento do consumo autônomo aumenta o nível do produto.
e) ΔY/ΔG = ΔY/ I0
21 – (ESAF/STN-2008) - Considerando o modelo IS/LM sem os denominados casos clássicos e da armadilha da liquidez, é
incorreto afirmar que:
a) um aumento das aquisições de bens de capital, por parte dos empresários, eleva a taxa de juros.
b) uma política monetária expansionista reduz a taxa de juros de equilíbrio.
c) o equilíbrio de curto prazo do modelo IS/LM não precisa ser o de pleno emprego.
d) considerando uma função consumo linear do tipo C = C0 + α.Y, com 0 < α < 1, um aumento de C0 reduz a taxa de
juros.
e) uma política fiscal contracionista reduz a taxa de juros.

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22 – (ESAF/STN-2008) - Considere o modelo IS/LM e o de oferta e demanda agregada. Supondo que a curva de oferta
agregada de curto prazo é positivamente inclinada, é correto afirmar que:
a) a partir do equilíbrio de longo prazo, no modelo de oferta e demanda agregada, um aumento da base monetária
eleva a taxa de juros e reduz o nível de atividade econômica no curto prazo.
b) é possível construir, com o modelo IS/LM, uma teoria para a demanda agregada. A partir dessa teoria, pode-se
avaliar os efeitos, por exemplo, de uma política monetária expansionista no modelo de oferta e demanda
agregadas.
c) no equilíbrio de longo prazo, um aumento da demanda agregada não provoca inflação.
d) a partir do equilíbrio de longo prazo, uma política fiscal expansionista, quando eleva o nível do produto de curto
prazo, não provoca alterações no nível geral de preços.
e) somente a política fiscal pode elevar o produto de equilíbrio de longo prazo sem causar inflação.

23 – (ESAF/STN-2008) - Considere os seguintes coeficientes de comportamento monetário:


• c = (papel-moeda em poder do público)÷M1
• d = (depósitos a vista do público nos bancos comerciais) ÷M1
• R = (encaixes totais dos bancos comerciais) ÷ Depósitos a vista
Considerando M1 = meios de pagamentos e B = base monetária, é correto afirmar que:
a) B = c.R + d.M1, desde que “d” e “R” sejam positivos.
b) se “d” = 0, então M1÷B será igual a zero.
c) quanto maior “c”, maior tende a ser o multiplicador dos meios de pagamentos em relação à base monetária.
d) quanto maior “R”, maior tende ser M1÷B.
e) dado que 0 < “c” < 1 e “c” + “d” = 1, então M1 é maior do que B.

24 – (ESAF/ANA-2009) – Considerando os conceitos básicos e as identidades fundamentais utilizados na análise


macroeconômica, é incorreto afirmar que:
a) Numa economia que possui um saldo em transações correntes não nulo, a poupança interna pode ser maior ou
menor do que os investimentos totais da economia.
b) Se a renda recebida do exterior é maior do que a renda enviada ao exterior, então o Produto Interno Bruto é
menor do que o Produto Nacional Bruto.
c) A dívida pública pode ser maior do que o PIB do país.
d) Um aumento no valor nominal do PIB não necessariamente implica em um aumento na renda real da economia.
e) O total de gastos de um governo não pode ser maior do que o total de sua arrecadação tributária.

25 – (ESAF/ANA-2009) – Considere os seguintes dados macroeconômicos:


• Produção bruta total = 2.500
• Importação de bens e serviços = 180
• Impostos sobre produtos = 140
• Consumo Intermediário = 1.300
• Consumo Final = 1.000
• Formação Bruta de Capital Fixo = 250
• Variação de Estoques = 20
Considerando as identidades macroeconômicas básicas, pode-se afirmar que as exportações de bens e serviços e o
Produto Interno Bruto são, respectivamente:
a) 250 e 1.340
b) 250 e 1.250
c) 350 e 1.340

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d) 350 e 1.250
e) 250 e 1.450

26 – (ESAF/ANA-2009) – Considerando o modelo IS/LM para uma economia aberta com livre e perfeita mobilidade de
fatores, é correto afirmar que:
a) Independente do regime cambial, no denominado caso clássico, uma política fiscal expansionista reduz as taxas
de juros.
b) A demanda por moeda depende da renda e da taxa de juros.
c) Independente do regime cambial, no denominado caso da armadilha da liquidez, uma política fiscal
expansionista reduz o nível de atividade econômica.
d) Os investimentos não dependem da taxa de juros.
e) Se a demanda por moeda for igual à oferta de moeda, a economia estará sempre no pleno emprego.

27 – (ESAF/ANA-2009) – Em relação aos conceitos monetários, é incorreto afirmar que:


a) Um aumento dos redescontos, por parte do Banco Central, tende a elevar os meios de pagamentos.
b) O valor do multiplicador da base monetária, em relação ao M1, pode ser afetado pelos recolhimentos
voluntários dos bancos comerciais.
c) O valor do multiplicador da base monetária, em relação ao M1, pode ser afetado pelo comportamento das
pessoas em relação à forma com que guardam moeda.
d) O Banco Central possui total controle sobre o coeficiente de comportamento “recolhimentos totais dos bancos
comerciais/depósitos à vista”.
e) Se o multiplicador da base monetária, em relação ao M1, é maior ou igual a 1, então a compra de títulos pelo
Banco Central eleva os meios de pagamentos na economia.
28 – (ESAF/ANA-2009) – Considere os dois modelos a seguir:
Modelo I
• Y = C + Io + G
• C = Co + aY; 0 < a < 1
Modelo II
• Y = C(Y) + I(i) + G
• M = L(Y,i)
Onde:
• Y = produto;
• C = consumo;
• Co = consumo autônomo;
• Io = investimento autônomo:
• G =gastos do Governo;
• i = taxa de juros;
• I(i) = função investimento;
• M=oferta de moeda; e
• L(Y,i)=função demanda por moeda.

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Considerando o nível geral de preços igual a 1 e que a relação entre as variáveis endógenas e exógenas estão aquelas
consideradas pela Teoria Keynesiana, é incorreto afirmar que:
a) No modelo II, quanto maior a taxa de juros, maior a demanda por moeda.
b) No modelo I, é possíel verificar que uma política fiscal expansionista eleva o produto e que o multiplicador
keynesiano é maior do que 1.
c) No modelo II, um aumento na renda aumenta a demanda por moeda.
d) No modelo II, é possível avaliar os efeitos de uma política monetária expansionista sobre o produto e a taxa de
juros.
e) No modelo I, é possível avaliar o impacto de uma política fiscal contracionisa sobre o produto.

29 – (TCE/AL-2008/ESAF) – Considere uma economia em que a taxa de câmbio é flexível, há mobilidade de capitais e não
há capacidade ociosa. Se o Banco Central promover a redução da taxa de reservas compulsórias dos bancos comerciais, é
de se esperar que a curto prazo ocorra:
a) Diminuição dos investimentos privados.
b) Inflação de demanda.
c) Redução das exportações brasileiras.
d) Redução do nivel de emprego.
e) Diminuição do déficit público federal.

30 – (Auditor TCM/PA-2008-FGV) - O Banco Central (Bacen) possui três instrumentos de controle da política monetária:
Operações de Mercado Aberto (OMA), as reservas compulsórias e a taxa de redesconto. Analise as opções de que o
Bacen pode se utilizar para elevar a taxa de juros:
I. comprar títulos públicos no mercado por meio de uma OMA;
II. vender títulos públicos no mercado por meio de uma OMA;
III. elevar a taxa de redesconto;
IV. baixar o percentual de reservas compulsórias.
A esse respeito, é correto afirmar que eleva(m) a taxa de juros:
a) somente as opções II e III.
b) somente a opção II.
c) somente as opções I e III.
d) somente a opção I.
e) somente as opções II e IV.

31 – (Auditor TCM/PA-2008-FGV) - Seja uma economia fechada e sem governo com três setores produtores de trigo,
farinha e pão, respectivamente.

Em Z$ Trigo Farinha Pão

VBP 100 500 900

CI 0 100 400

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Na tabela acima, VBP indica Valor Bruto da Produção, e CI,Custos Intermediários. Sabendo-se que o montante total de
salários pagos nessa economia é de Z$300, o total de pagamentos com aluguéis é de Z$200 e o total pago com juros é de
Z$300, assinale a alternativa correta:
a) O PIB desse país é de Z$1500.
b) O lucro total dessa economia é de Z$200.
c) A renda total dessa economia é de Z$800.
d) O PIB é Z$500 maior do que a renda.
e) O PIB é de Z$900.
32 – (TJ/MT-2008 – VUNESP) - Considere a teoria do consumo intertemporal com um indivíduo que vive 2 períodos de
tempo, que possui dotação inicial (riqueza inicial) igual a zero, e que também não deixa herança para seus descendentes,
e que obtém renda Y1 no período 1 e renda Y2 no período 2. Sabe-se que a taxa de juros entre os períodos 1 e 2 é igual a
100%, que em cada período o indivíduo consome C1 e C2, respectivamente, e que o indivíduo não empresta nem toma
emprestadas rendas. Nesse caso,
a) a restrição orçamentária intertemporal pode ser descrita por C1 + 0,5C2 = Y1 + 0,5 Y2.
b) se a taxa de juros sobe para 110%, então o indivíduo aumenta seu consumo no período 1.
c) o preço do consumo no período 2 em relação ao preço do consumo no período 1 é igual a 2.
d) o valor presente da renda do período 2 no período 1 é igual a 0,8 Y2.
e) a restrição orçamentária intertemporal é igual a C1 + 0,5 C2 = Y1 + 0,5 Y2 somente se a taxa de juros for igual a
zero.
33 – (TJ/MT-2008 – VUNESP) - Um agricultor colhe dois alqueires de milho e vende-os para uma fábrica de fubá por R$
500,00. O fabricante de fubá, por sua vez, vende sua produção para uma padaria por R$ 1.300,00. A padaria fabrica broas
de fubá e vende por R$ 1.800,00 aos consumidores. O valor do Produto Interno Bruto dessas atividades corresponde a
a) R$ 3.700,00.
b) R$ 500,00.
c) R$ 1.800,00.
d) R$ 3.600,00.
e) R$ 3.100,00.

34 – (TCE/MG/2007) - Considere o gráfico abaixo, referente à situação de equilíbrio numa economia fechada, em que a
taxa de desemprego é superior à taxa natural e a oferta agregada é infinitamente elástica em relação ao nível geral de
preços.

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Nessa situação,
a) uma redução de tributos, tudo o mais constante, promoveria aumento da renda nominal.
b) a única maneira de se promover aumento da renda nominal seria por meio de uma política fiscal expansionista.
c) um aumento dos gastos governamentais, tudo o mais constante, não promoveria aumento da renda nominal.
d) uma política monetária expansionista provocaria um aumento da taxa de juros da economia.
e) a única maneira de se promover aumento da renda nominal seria por meio de uma contração dos meios de
pagamento.

35 - (ESAF/AFC–2000) - Considerando o modelo de oferta e demanda agregada, podemos afirmar que:


a) no longo prazo, a curva de oferta agregada pode ser vertical ou horizontal, dependendo do grau de rigidez dos
preços no curto prazo. Assim, no longo prazo, alterações na demanda agregada necessariamente afetam os
preços, mas nada se pode afirmar no que diz respeito aos seus efeitos sobre o produto.
b) no longo prazo, a curva de oferta agregada é vertical. Neste caso, deslocamentos na curva de demanda
agregada afetam o nível de preços, mas não o produto. No curto prazo, entretanto, a curva de oferta não é
vertical. Neste caso, alterações na demanda agregada provocam alterações no produto agregado.
c) tanto no curto quanto no longo prazo a curva de oferta agregada é vertical. Assim, os únicos fatores que podem
explicar as flutuações econômicas, tanto no curto quanto no longo prazo, são as disponibilidades de capital e
tecnologia.
d) no curto prazo, não há qualquer justificativa teórica para que a curva de oferta agregada de curto prazo não seja
horizontal. Nesse sentido, no curto prazo, alterações na demanda agregada são irrelevantes para explicar tanto a
inflação como alterações no nível do produto.
e) desde que os preços sejam rígidos, as curvas de oferta agregadas são verticais, tanto no curto quanto no longo
prazo

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Gabarito
01 – E
02 – B
03 – C
04 – B
05 – A
06 – E
07 – A
08 – C
09 – B
10 – D
11 – D
12 – E
13 – D
14 – B
15 – D
16 – A
17 – D
18 – E
19 – A
20 – A
21 – D
22 – B
23 – E
24 – E
25 – A
26 – B
27 – D
28 – A
29 – B
30 – A
31 – B
32 – A
33 – C
34 – A
35 – B

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