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Plano de Trânsito

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PLANO DE TRÂNSITO OBRA 328.1 PT-328 REV.
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REVISÕES1
Rev Descrição Por Ver. Apr. Aut. Data

00 Emissão Original ESF ABS RVV MVF 19/02/2021

Adequação aos requisitos legais, inclusão da gestão


01 de telemetria e gestão de sonolência e fadiga, ESF ICA RVV MVF 27/04/2021
inclusão sinalização das vias da obra 328.1.

Vinculação do PRO-001369 como referência

Inclusão do item 14 referente aos acessos de


02 fornecedores e batedores SVB JSA GQO MVF 22/11/2021

Inclusão do item 24 referente ao Plano de Umectação


do canteiro e vias de acesso

MVF – MARCOS VIEIRA FEBRONIO – DIRETOR DE OPERAÇÕES


RVV – ROBERTA DO VALE VIEIRA – GERENTE DE SGI
ABS – ALEX BATISTA DA SILVA - COORDENADOR DE QSMS
ESF – EVANDRO SALDANHA DE FIGUEIREDO – TECNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
SVB – SALOMÃO VINÍCIUS SILVA BRAGA – TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
JSA – JOSIANE ALVES DOS SANTOS ARAÚJO – ENGENHEIRA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
GQO – GUSTAVO QUEIROZ FREITAS OLIVEIRA – PREPOSTO DE CONTRATO

1 O presente documento e toda informação a ele pertinente é de propriedade da MIP ENGENHARIA ou lhe é disponível sob condição
expressa de não divulgação e de uso restrito. Ao mesmo deve ser mantida a confidencialidade e não poderá ser utilizado sem prévio
consentimento, por escrito, da MIP ENGENHARIA, devendo ser devolvido quando solicitado.
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SUMÁRIO

1. OBJETIVO.................................................................................................................................................. 3

2. ÁREA DE APLICAÇÃO ............................................................................................................................. 3

3. REFERÊNCIAS .......................................................................................................................................... 3

4. DEFINIÇÕES .............................................................................................................................................. 3

5. RESPONSABILIDADES ............................................................................................................................ 4

6. TELEMETRIA ............................................................................................................................................. 5

8. DOCUMENTAÇÃO .................................................................................................................................... 9

9. REQUISITOS GERAIS E REGRAS DE CIRCULAÇÃO ........................................................................... 9

10. EQUIPAMENTOS LIBERADOS PARA TRAFEGAR NAS OBRAS ....................................................... 12

11. FLUXO DE TRÁFEGO ............................................................................................................................. 13

12. REGRAS PARA TRÁFEGO EXTERNO .................................................................................................. 15

13. REGRAS PARA TRÁFEGO INTERNO ................................................................................................... 17

14. VEÍCULO BATEDOR ............................................................................................................................... 20

15. SINALIZAÇÃO ......................................................................................................................................... 23

16. ESTACIONAMENTO E SINALIZAÇÃO CANTEIRO .............................................................................. 25

17. BLOQUEIO DE VIAS ............................................................................................................................... 30

18. COMUNICAÇÃO ...................................................................................................................................... 30

19. EMERGÊNCIA ......................................................................................................................................... 33

20. CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS: CHUVA, NEBLINA, CERRAÇÃO, DENTRE OUTROS .................... 34

21. ABASTECIMENTO E LUBRIFICAÇÃO .................................................................................................. 34

22. SITUAÇÕES DE PANES EM VEÍCULOS AUTOMOTORES / MAQUINAS EQUIPAMENTOS............. 35

23. APROXIMAÇÃO DE EQUIPAMENTOS MÓVEIS / ÁREA DE EQUIPAMENTOS MÓVEIS E


INTERAÇÃO ENTRE VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS .................................................................................. 36

24. UMECTAÇÃO DAS ÁREAS .................................................................................................................... 38

25. SANÇÕES DISCIPLINARES ................................................................................................................... 39

26. APÊNDICES ............................................................................................................................................. 39

27. REGISTROS............................................................................................................................................. 39
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1. OBJETIVO

O Plano de Trânsito tem como objetivo definir regras de trânsito interno pedestres, veículos
(leves e equipamentos móveis), regras para estacionamento, tipo de sinalização nas vias de
acesso e liberação de áreas, visando a segurança dos motoristas, operadores e pedestres
que utilizam os acessos da Obra 328.1 localizada em Mina de Fábrica e demais unidades do
site.

2. ÁREA DE APLICAÇÃO

Motoristas, operadores e pedestres que acessam o site da Mina de Fábrica e Obra 328.1.

3. REFERÊNCIAS

PNR 000069 – Requisitos para Atividades Críticas.


RAC-02 - Veículos automotores
RAC-03 - Equipamentos Móveis
Regras de Ouro Vale
Portaria Nº 3.214, de 08 de junho de 1978: Normas Regulamentadoras - NR's;
Resolução 254 do Contran;
PRO 001369 - Plano de Trânsito Operações Corredor Sudeste, Corredor Sul e Centro-Oeste;

4. DEFINIÇÕES

Área controlada: São áreas operacionais onde o trânsito de veículos não tem interferência
com praça de carga e descarga de equipamentos móveis.
Área livre: São áreas administrativas onde o trânsito de veículos é livre.
Área de manobra: local restrito destinado à manobra de veículos ou equipamentos móveis
para carga e descarga.
ART - Análise de Risco da Tarefa.
CARONA: Viagem gratuita em qualquer veículo. Pessoa que viaja sem pagar passagem.
Colaboradores em horário de serviço, mas que utilizem os caminhões, veículos leves e ônibus
equipamentos somente para deslocamento na Obra.
CRACHÁ DE AUTORIZAÇÃO: Documento de autorização que comprove a aptidão do
colaborador para execução dos trabalhos.
PROFISSIONAL HABILITADO: É o profissional que possua habilitação legal.
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TELEMETRIA: tecnologia sem fio de transmissão e recepção de dados que tem a finalidade
de monitorar remotamente os equipamentos móveis e veículos automotores.
ANOMALIA: Qualquer situação encontrada que se desvia das normas, práticas,
procedimentos, requisitos legais, etc, etc.
RELATÓRIO DE MONITORAMENTO: Relatório emitido pelo prestador de serviço de
telemetria contendo as informações sobre a utilização do veículo e do condutor.
ROTOGRAMA: Mapa das rotas onde estão definidos os trechos e os respectivos limites de
velocidade das mesmas.
COMITÊ PELA VIDA: Comissão multidisciplinar definida para garantir ações de
reconhecimento das condutas esperadas e a aplicação de consequências para tratamento
das condutas não esperadas por parte dos empregados sempre que houver descumprimento
de uma ou mais Regras de Ouro, mediante análise prévia.
SONOLÊNCIA: Estado intermédio entre o sono e a atividade plena dos sentidos,
caracterizada por um sono imperfeito, causado pelo cansaço físico ou por ingestão de drogas
(lícitas ou ilícitas).
Antena de sinalização com bandeirola: Haste com bandeira composto por fitas refletivas
em formato “x” em ambas as faces, de altura mínima de 3 metros da parte superior ao solo e
lâmpada ou sinal luminoso instalado na extremidade superior.
Condução perigosa N1: Piscar ou olhar para baixo por mais de 1,5 segundos conforme os
limites de velocidade estabelecidos para veículos/equipamentos móveis.por mais de
Condução perigosa N2: Piscar ou olhar para baixo.
Câmera coberta: Cobrir a câmera.
NOTA 1: Colaboradores que estejam a serviço para fins de treinamento, acompanhamento de atividades para
realização de avaliações (ambientais, de segurança, inspeções, manutenção), não são consideradas carona.

5. RESPONSABILIDADES

É responsabilidade da MIP ENGENHARIA manter os acessos da obra em boas condições de


tráfego.

Conhecer e respeitar as sinalizações das vias(placas, faixas de pedestres, placas de pare,


dentre outras instaladas nas vias da VALE.
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O SESMT da MIP ENGENHARIA , junto com a Equipe de Produção devem avaliar dia a dia
as condições dos acessos e definir medidas para manutenção dos mesmos liberando-os ou
não para trânsito de veículos. Essa liberação se dá através da ferramenta Anexo 29- Liberação
de acessos e estradas e lastros.

NOTA 2: Entende-se como boas condições de tráfego: inclinação aceitável, leiras com altura adequada por toda
a extensão quando aplicável, sinalização de segurança e advertência, placas de limites de velocidade. Proibição
de parar ou estacionar em local inadequado que não seja próprio para estacionamento.

6. TELEMETRIA

Todos os veículos leves e equipamentos moveis possuem dispositivos para controle de


velocidade instalados que são balizados de acordo com a velocidade máxima da via o qual
irão trafegar.

Nota 01: O condutor ao ouvir o alarme sonoro, deverá retornar à velocidade permitida pela via.

Nota 02: A gestão dos possíveis desvios e de todo o sistema de telemetria é realizado pelo cliente
Vale, sendo repassado para a contratada apenas os devios para as tratativas.

Ao identificar qualquer problema no equipamento de telemetria, o condutor deverá comunicar


imediatamente ao setor de logística para que o veículo/equipamento seja encaminhado para
manutenção.

Mediante recebimento da identiricação dos desvios, o gestor do trabalhador deverá apresentar


justificativas pertinentes, bem como apresentar as ações que deverão ser tomadas aos
membros do Comitê Pela Vida.

As adulterações/extravios do equipamento de telemetria são consideradas violações às regras


de segurança da Vale. Os envolvidos serão afastados e a empresa notificada contratualmente.

Quanto identificado algum desvio, este é informado aos gestores do trabalhador, segurança
do trabalho e departamento pessoal para as devidas tratativas.
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6.1. ITENS DE MONITORAMENTO

Serão monitorados os seguintes aspectos:

 Velocidade conforme limites estabelecidos


 Uso de telefone celular
 Fadiga (sonolência)
 Distração
 Obstrução de câmera
 Desconexão de alimentação externa;
 Perda de vídeo (remoção de câmera);
 Veículos sem monitormanto por mais de 24 horas (Offline).

Além da fadiga, será monitorado:

 Bocejo
 Atenção na condução
 Uso de cigarro durante a condução

6.2. CRITÉRIOS PARA EXCESSO DE VELOCIDADE

São consideradas infrações por excesso de velocidade, aquelas em que o condutor


permanecer acima do limite de velocidade estabelecido e balizado no sistema por 09 ou
mais segundos.

Ao ouvir o alarme sonoro, o condutor deverá retornar à velocidade permitida da via. Caso
permaneça na velocidade por 9 ou mais segundos, o sistema registrará o desvio.
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6.3. MATRIZ DE CONSEQUENCIA

As medidas disciplinares devem ser aplicadas de forma individual e imediata. Havendo alguma
particularidade, esta deverá ser avaliada pelo Comitê pela Vida.

O uso de celular durante a condução de veículos e equipamentos será registrado através do


sistema de monitoramento por vídeo e o empregado será submetido a política de
consequência da regra de ouro nº 3 (plano de trânsito).

Nota 03: O registro do uso de rádio de comunicação não será considerado violação.

A responsabilidade pela aplicação da medida preventiva, será da liderança imediata do


condutor.

Será utilizado para tratativa dos desvios a matriz de consequência conforme abaixo:
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Para determinados casos de infração, serão tratados diretamente pelo Comitê pela Vida,
idependente da quantidade de desvios apresentados durante a semana. Como por exemplo
uso de celular.

7. TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

Todos os condutores de veículo e operadores de equipamentos móveis deverão ser treinados


neste Plano de Trânsito, inclusive passar por treinamento do Plano de Trânsito Vale. Os
empregados que conduzem veículos e operaram equipamentos móveis em mais de um
complexo das diretorias, deverão também ser treinados no Anexo 3 do PRO 001369 -
Considerações das Minas.

Os operadores de equipamentos móveis devem possuir certificação válida para cada tipo de
equipamento incluindo carga horária, conteúdo programático, instituição que recebeu o
treinamento e assinatura do instrutor.

O treinamento do Plano de Trânsito Vale será ofertado/ministrado pela equipe de Segurança


do Trabalho VALE/ Contratadas com carga horaria mínima de 2 horas para novos condutores.
O treinamento de revisão neste procedimento terá sua carga horária definida pelo responsável
técnico do procedimento.

A avaliação teórica no Plano de Trânsito Vale, será aplicada somente para a primeira liberação
da Credencial de Autorização de Tráfego.

Os participantes submetidos à avaliação teoria e prática, deverão obter aprovação mínima de


80% nestas etapas de treinamento.

Além do treinamento no Plano de Trânsito, os condutores de veículos leves e equipamentos


móveis, deverão receber treinamento de RAC-2 e RAC-3.

Não é permitido aos estagiários e jovens aprendizes conduzir veículos e operar equipamentos
móveis.
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8. DOCUMENTAÇÃO

Deve ser verificado e testados todos os equipamentos para liberação antes do primeiro uso
e após a manutenção, incluindo testes de freios conforme especificações dos fabricante.

Os veículos devem ter documentação (licença/registro) conforme previsto na legislação local.

O condutor de veículos/equipamentos móveis deve possuir a carteira nacional de habilitação


válida de acordo com a legislação vigente e requisitos interno Vale.

Quando estiverem conduzindo veículos/ equipamentos móveis, os condutores devem portar a


credencial de autorização de tráfego dentro da validade.

9. REQUISITOS GERAIS E REGRAS DE CIRCULAÇÃO

É condição determinante para obter a “Credencial de Autorização de Tráfego” para condução


de veículos e operação de equipamentos móveis:

 Possuir CNH com no mínimo 02 (dois) anos de habilitação;


 Ser aprovado no treinamento teórico e prático deste procedimento;
 Ser autorizado mediante o Anexo 1 do PRO 001369, pelo gerente ou seu designado
formalmente da área restrita/ controlada.

Quadro 2 – Requisitos para condutores de veículos e operadores de equipamentos móveis


RAC-03
Plano RAC-02
Operação de Avaliação Reconhecimento Conhecimento Credencial
Especificação de Veículos
Equipamentos prática de área em tração 4X4 de tráfego
Trânsito Leve
Móveis
Operador de
equipamentos
móveis – em X X X* X X
área restrita
Operador de
equipamentos
móveis – em X X X X
área controlada
Operador de
equipamentos
móveis – em X X X
área livre
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RAC-03
Plano RAC-02
Operação de Avaliação Reconhecimento Conhecimento Credencial
Especificação de Veículos
Equipamentos prática de área em tração 4X4 de tráfego
Trânsito Leve
Móveis
Condutor de
veículos Leves
- em área X X X X X X
restrita
Condutor de
veículos leves -
em área X X X X
controlada
Condutor de
veículos leves - X X X
em área livre

Os cintos de segurança devem ser utilizados todo o tempo por todos os ocupantes de
equipamentos móveis

É proibida a utilização de TV/DVD, som com fones de ouvido e telefone celular (incluindo fones
de ouvido e recursos viva voz) durante operação de equipamentos móveis e condução de
veículos leves.

Todos os veículos leves e equipamentos móveis devem ser estacionados de ré, em locais
permitidos e devidamente sinalizados por tipo, garantindo uma segregação efetiva de acordo
com o porte de equipamento/veículo. Nas áreas desprovidas de estacionamento sinalizado,
os condutores e operadores deverão parar/estacionar em local seguro, mantendo-se o pisca-
alerta ligado quando estiverem em locais com fluxo de veículos e equipamentos móveis.

Para mudanças de faixas nos rádios, os condutores de veículos leves e operadores de


equipamentos móveis, só poderão realizar com os mesmos parados; com exceção aos rádios
com faixas sequenciais onde o condutor/ operador não exceda 2 segundos para mudança de
faixa.

O pedestre tem preferência, e quando o mesmo estiver atravessando a faixa o


condutor/operador deverá parar o veículo/equipamento e aguardar a sua travessia.

O visitante, cliente, fornecedor ou autoridade que não conhece a unidade deverá ser
acompanhado por alguém da área responsável por sua liberação. Compete a este
responsável instruir os prestadores de serviços sobre as condições de segurança para trânsito
seguro nas dependências interna da Vale.
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Não é permitido fumar dentro de veículos e equipamentos móveis.

Não é permitido utilizar equipamentos móveis e veículos leves para atividades as quais o
mesmo não foi projetado.

É obrigatório realizar a inspeção pré-uso nos veículos leves/equipamentos móveis por parte
dos condutores/operadores antes da utilização destes conforme Anexo 4. As inspeções pré-
uso em equipamentos de içamento de carga devem seguir o check list do procedimento local.

Antes da entrada de veículos e equipamentos móveis em área restrita os condutores/


operadores devem:

 Solicitar autorização via rádio de comunicação ao Supervisor/ Técnico responsável pela


área.
 Inteirar-se com a equipe de desmonte sobre os locais e horário de
detonação/desmonte, cumprindo os procedimentos aplicáveis para trabalhos em áreas
de influência.

O empregado que irá conduzir veículo com tração 4x4 em área restrita deverá ter
conhecimento da utilização deste sistema, competindo àquele que realizará o treinamento
prático a verificação de tal conhecimento.

Não é permitida a circulação de veículo particular em área controlada e restrita. Veículos de


prestadores de serviços, tais como de assistência técnica, somente poderão adentrar em área
livre e controlada com autorização do responsável pela sua entrada e permanência nas
dependências da Vale.

Os equipamentos móveis de grande porte não devem realizar operações a menos de 30


metros dos veículos leve e/ ou pessoas.

Nas trocas de turno/revezamento, o veículo de apoio deverá parar a 30 metros do


equipamento quando estiver no mesmo sentido de direção.

É proibido aos veículos e equipamentos:

 Estacionar: na área sinalizada de manobra de equipamentos móveis para carga e


descarga; em área demarcada para perfuração e carregamento de furos com
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explosivos (desmonte); a uma distância menor de 10 metros dos painéis elétricos e das
torres de alta tensão; à direita e atrás dos equipamentos de mina, mesmo estando estes
em manutenção.
 Parar e estacionar: Sob transportadores de correia; a menos de 05 metros da crista de
banco e de taludes sem proteção (Ex.: leiras ou barreira física); a direita e a menos de
30 m de equipamentos mesmo estando em manutenção; lateralmente a menos da
metade da largura do maior equipamento existente na mina; em áreas restritas (lavra),
a menos de 50 m do início/término de uma curva; sob redes elétricas.

Toda e qualquer atividade com Equipamentos Móveis próximos a rede elétrica suspensa não
isoladas a uma distância inferior a 6,0 metros deve ser precedida de uma análise e
acompanhada de um profissional habilitado de Elétrica e Técnico de Operação de Mina, que
devem possuir rádio de comunicação bidirecional com o operador do equipamento. Fica
proibido executar atividades com Equipamentos Móveis próximos a rede elétrica energizadas
suspensa não isoladas a uma distância inferior a 3,0 metros, conforme NBR 5422.

Em caso de pane nos equipamentos móveis e/ou veículos leves, o condutor deverá comunicar
ao responsável pela área, sinalizar o local e avaliar a condição de risco do local.

Antes da entrega técnica e após a manutenção os equipamentos móveis devem ser


submetidos a testes operacionais, incluindo testes de freios conforme especificações dos
fabricantes.

As Manobras em marcha ré são limitadas à distância máxima de 10 metros, acima desta


distância é obrigatório a presença de pelo menos 1 sinaleiro, exceto em área de carga e de
descarga com sinalização fixa.

10. EQUIPAMENTOS LIBERADOS PARA TRAFEGAR NAS OBRAS

Todos os equipamentos devem ser verificados e testados para liberação antes do primeiro
uso e após a manutenção, incluindo testes de freios conforme especificações dos fabricante.
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Todo equipamento móvel liberado para trafegar nas áreas industriais e das obras deve portar
um selo de autorização em local visível e dentro da validade emitido pela Gerenciadora de
S&S conforme procedimento específico.
Atentar para proibição de carona, transportar pessoas, somente para deslocamento na obra
em ônibus, veículos leves ou equipamentos móveis(munck para execução da atividade) salvo
para fins de treinamento, com o devido acompanhamento de profissional qualificado, para
realização de avaliações (ambientais, de segurança, inspeções, manutenção).

Participar DSS e fazer uso do emociograma (veículos mobilizados no contrato), caso não
esteja se sentindo bem, não dirigir/operar veículo/equipamento, parar em local seguro e
comunicar ao seu superior.

Preencher o check list diário dos veículos/equipamentos antes da utilização do mesmo.

11. FLUXO DE TRÁFEGO

11.1. Orientações das regras gerais


Todos os motoristas/operadores deverão passar pelo treinamento no PRO-001369 - Plano de
Trânsito ministrado pelo cliente Vale.

Para todas as atividades envolvendo veículos automotores/equipamentos serão necessárias


a elaboração de ART - Análise de risco da tarefa ou procedimento interno constando medidas
de segurança, o passo a passo da tarefa com seus riscos e respectivas medidas de controle.

A preferência de trânsito deve ser de acordo com a seguinte ordem:

 Veículos de emergência e/ou resgate;


 Pedestres;
 Caminhões carregados;
 Caminhões vazios;
 Equipamentos móveis de grande porte;
 Demais veículos.
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O condutor deve respeitar a faixa de segurança para pedestres ou placa indicativa. A travessia
da via de tráfego para pedestres, na faixa de segurança, tem preferência sobre qualquer
veículo ou equipamento.

Antes de entrar em um trevo ou cruzamento, o motorista deve parar e certificar-se de que a


pista está livre.

Não é permitido fumar dentro de veículos e equipamentos móveis.

Não é permitido utilizar equipamentos móveis e veículos automotores para atividades as quais
ele não foi projetado.

Não é permitido a aplicação de películas refletivas nas áreas envidraçadas dos veículos
(Resolução 254 do Contran) e equipamentos móveis, exceto películas transparentes.

Os veículos leves devem evitar permanecer nos acessos durante as trocas de turno.

Não é permitido transportar passageiros acima da capacidade do veículo.

O condutor antes de sair do veículo deverá acionar o freio de estacionamento, desligar o motor
e retirar a chave da ignição.

Os cintos de segurança devem ser utilizados todo o tempo por todos os ocupantes de veículo
automotor e equipamentos móveis.

Os veículos devem ter documentação (licença/registro) conforme previsto na legislação local.

Os veículos devem ter dispositivos de sinalização (por exemplo, triângulo refletivo) para o caso
de panes.

A validade da CNH é de exclusiva responsabilidade de cada condutor. Não é permitido


conduzir veículos com a CNH vencida ou suspensa.
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Toda a responsabilidade pelo uso indevido e não autorizado de veículos da MIP


ENGENHARIA (próprio ou alugado) será do condutor.

Não é permitido o uso do celular (incluindo fones de ouvido e recurso viva voz) na condução
de veículos e nem mesmo de TV/ DVD, fones de ouvido.
Em caso de reboque de equipamentos móveis, deverá seguir/cumprir a seguintes hierarquia
conforme abaixo:
 uso de rebocadores;
 uso de pranchas
 uso de barra fixa tipo cambão, homologada pela área de Engenharia da Vale, só no
caso de o equipamento possuir sistemas de direção e freio em perfeito estado de
funcionamento.

12. REGRAS PARA TRÁFEGO EXTERNO

Todos os motoristas e operadores da obra, além de cumprir e respeitar as regras de trânsito


os devem ser habilitados e treinados (CNH com prazo de validade vigente).

A circulação através de veículos próprios, locados e/ou táxis/ veículos aplicativos, deve ser
precedida de atenção redobrada com relação as condições das pistas, áreas com índices
elevados de violência, sinalização, intensidade de tráfego, distâncias percorridas, rotas
alternativas e interferências eventuais como obras, desvios, seguindo o Código de Trânsito
Nacional.

Em deslocamentos utilizando táxi, veículos de aplicativos que não possuam airbag duplo,
todos os passageiros devem se sentar no banco de trás.

O condutor/motorista e respectiva área são responsáveis pelo planejamento da viagem,


observando os riscos e medidas específicas. Para melhor planejamento, deve ser consultado
o rotogramas do trajeto.
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A carga horária máxima de trabalho do condutor será de 9 horas com uma hora de intervalo
para alimentação e cumprir no mínimo 11 horas de descanso entre jornadas de trabalho.
Motoristas devem obedecer à legislação específica.

Se a jornada for iniciar às 05h00 o motorista deve pernoitar na cidade onde iniciará o
deslocamento. Não se aplica a motoristas habituais em seu turno de trabalho.

Para a segurança pessoal, as portas devem estar travadas. Em caso de assalto ou furto, o
condutor/motorista não deve reagir, deve manter a tranquilidade e não realizar nenhum
movimento brusco.

A circulação se faz pelo lado direito da via, admitindo-se exceções devidamente sinalizadas.

O condutor deverá guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu e os demais
veículos, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento; a
velocidade e as condições do local, da circulação, do veículo e as condições climáticas.

Quando os veículos, transitando por fluxos que se cruzem, se aproximarem de local não
sinalizado terá preferência de passagem: No caso de apenas um fluxo ser proveniente de
rodovia, terá preferência de passagem o veículo que estiver circulando por ela.

Quando uma pista de rolamento comportar várias faixas de circulação no mesmo sentido, são
as da direita destinadas ao deslocamento dos veículos mais lentos e de maior porte, quando
não houver faixa especial a eles destinada, e as da esquerda, destinadas à ultrapassagem e
ao deslocamento dos veículos de maior velocidade.

No caso de rotatória, terá preferência de passagem o veículo que já estiver circulando por ela.

O trânsito de veículos sobre calçadas e nos acostamentos, só poderá ocorrer para que se
adentre ou se saia dos imóveis ou áreas especiais de estacionamento.

12.1. Ultrapassagem e passagem


Toda ultrapassagem deve ser feita de forma segura, com pleno domínio visual da pista.
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É proibido realizar ultrapassagem/passagem em curva e/ou em locais com pouca visibilidade


ou estreito.

Em qualquer circunstância deverá o condutor avaliar as passagens e as mesmas só deverão


ser realizadas em locais seguros e com visibilidade. É de inteira responsabilidade do
condutor/operador solicitante, a avaliação da segurança da ação de
ultrapassagem/passagem.

No caso de caminhão pipa as passagens só poderão ocorrer após desligamento do sistema


de aspersão e parada total do equipamento.

13. REGRAS PARA TRÁFEGO INTERNO

13.1. Inspeções
Antes de iniciar o deslocamento, a jornada de trabalho ou antes da troca do turno, o
condutor/operador deve obrigatoriamente preencher uma Lista de Verificação das condições
gerais e de segurança do veículo/equipamento. A verificação deverá ser registrada e datada
em Check-List.

Deve ser verificado também as condições gerais dos pneus, as condições dos faróis a cada
troca do condutor do veículo.

As inspeções dos pneus devem ser verificadas diariamente através de check list e visualmente
através do TWI (Tread Wear Indicator).

Todos os motoristas e operadores da obra, além de cumprir e respeitar as regras de trânsito


os devem:

 receber treinamento no PRO-001369 – Plano de Transito


 Serem habilitados e treinados (CNH com prazo de validade vigente);
 O trânsito na área industrial/operacional deve ser feito sempre com os faróis acesos
durante todo o tempo de operação.
 Os limites de velocidades deverão ser rigorosamente respeitados.
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 Além de cumprir e respeitar as regras de trânsito os operadores e motoristas, ao


acessarem a obra, devem receber orientações de transporte e descarregamento
seguro de insumos e agregados;
 Motoristas e agregados que irão realizar descarregamento de insumos, não devem
acessar a obra sem o batedor;
 Estar portando habilitação e documentação do veículo/equipamento (com prazo de
validade vigente);
 Estar com vestimenta adequada e portar os EPIs (capacete, óculos, botina de
segurança e luvas) quando estiver fora do equipamento. Dentro do equipamento devem
utilizar o cinto de segurança;
 Ao estacionar o equipamentos móveis, este deverá ser bloqueado (trancado e com as
janelas fechadas) e fazer uso de calço nas rodas;
 O visitante, cliente, fornecedor ou autoridade que não conhece a unidade deverá ser
acompanhado por alguém da área responsável por sua liberação.

13.2. Medidas de Segurança e Controle das Vias Internas


Respeitar a sinalização das vias, atentar as inclinações das rampas de acesso.

Deverão ser obedecidas as placas de sinalização onde o motorista/condutor deverá aguardar


o veículo da frente passar para então prosseguir.

Orientar todos os Condutors / Operadores quanto à marcha que deverá ser utilizada em cada
seguimento do acesso. Orientar todos os motoristas para avaliar o risco de escorregamento
do acesso. Caso não sinta seguro, não realizar a subida ou descida enquanto o acesso não
estiver seguro.

Somente acessar a área 10 (ciclo operacional) acesso a obras, após terem permissão do
Supervisor e/ou Técnico de Mina.
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13.3. Ultrapassagem e passagem


Não são permitidas ultrapassagens entre veículos e equipamentos e vice-versa nas áreas com
trânsito de equipamentos de grande porte, exceto motoniveladoras e tratores quando em
manutenção das vias, desde que autorizado pelo operador via rádio atendendo os requisitos
abaixo:

 Sinalização horizontal e/ou vertical;


 Condição da via (largura/espaçamento);
 Condição de visibilidade.

Em área livre para liberação da ultrapassagem deve-se considerar os requisitos citados acima.

13.3.1. Passagem entre veículos/equipamentos


Só será permitida com autorização do operador via rádio de comunicação e sinalização visual
(seta) do equipamento a ser passado;

A passagem de veículos/equipamentos móveis só será permitida após o veículo/equipamento


que será passado se posicionar a direita da via, abaixar os implementos ao nível do solo,
acionar a seta para direita, autorização do operador via rádio de comunicação (área restrita)
e/ou sinalizar através de gestos (área controlada ou livre);

A passagem deverá ser realizada somente em locais que ofereçam boas condições de
visibilidade e segurança;

Somente o condutor/operador solicitante poderá passar pelo veículo/equipamento não sendo


permitido carona na autorização, exceto veículo batedor e veículo escoltado;

Ao passar por equipamentos móveis em mesmo sentido de direção, deve-se manter distância
lateral segura de 5 (cinco) metros dos mesmos;

A passagem mínima entre equipamentos de grande porte em sentido contrário de direção não
deve ser inferior a 03 metros entre os mesmos para evitar risco de colisão;
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A passagem não é permitida em cruzamentos, curvas vertical e horizontal, entradas e saídas


de bancos, locais com estreitamento de pistas e pelo lado direito de equipamentos (ponto
cego);

No caso de caminhão pipa as passagens só poderão ocorrer após desligamento do sistema


de aspersão e parada total do equipamento.

14. VEÍCULO BATEDOR

Poderão transitar sem o batedor nas áreas livres e controladas os equipamentos que atendam
os seguintes limites máximos abaixo descritos, desde que o condutor/operador esteja
devidamente treinado e autorizado a conduzir/operar veículos/equipamentos.

 Comprimento - 23,00 m.
 Largura - 3,00 m.

O veículo/ equipamento precedido pelo batedor deverá atender aos requisitos mínimos para
operação (Pneus em boas condições, sistema elétrico, farol, seta, sistema de freio etc.),
permanecendo com pisca alerta ligado todo trajeto;

O veículo batedor deverá trafegar com:

 Área Restrita: farol aceso, giroflex cor verde, portando rádio de comunicação;
 Área Controlada/ livre: farol aceso, giroflex cor verde e portando rádio de comunicação
(se aplicável de acordo com as particularidades de cada unidade).

As condições e interferências do percurso deverão ser avaliadas previamente pelo condutor


do veículo.

Em todos os casos, o batedor deverá manter distância de seguimento mínima de 40 metros à


frente ou traseira do veículo ou equipamento que estiver sendo conduzido.

Em curvas, bifurcações, estreitamentos e outras condições adversas de trânsito, o batedor


deverá aumentar a distância de segurança para no mínimo 50 metros do equipamento e
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sinalizar, solicitando a parada dos veículos que estejam trafegando na via, fazendo com que
os mesmos aguardem a passagem do equipamento ou veículo especial passe pelo trajeto.

A área recebedora do veículo/equipamento é responsável em fazer o batedor em todo


percurso de entrada e saída da Unidade.

O responsável pela realização do batedor deverá:

 Definir o (s) trajeto (s) mais seguro.


 Garantir que os equipamentos estejam apropriados para o trabalho.
 Conhecer e avaliar os riscos associados para cada etapa de realização da tarefa e os
procedimentos de segurança das áreas.
 Parar a operação de batedor para dar passagem de trânsito a outros veículos /
equipamentos que trafegam pela via, onde a condição da pista ofereça segurança.
 Estabelecer comunicação visual através de setas, deixando claro sua intenção de
direção.

Obs.: Em áreas livre e/ou controladas o motorista do veículo pode ser direcionado por
empregado Vale ou de empresa gerenciadora dentro do seu veículo para chegarem no
destino.

A circulação de equipamentos com veículo batedor, será necessária nas seguintes situações:

 Quando o motorista do veículo/equipamento for desconhecedor da área, deve estar


precedido de batedor que se responsabilizará pelo veículo/ equipamento que o
precede.
 No caso de veículos/ equipamentos de terceiros para carga e descarga, que não sejam
mobilizados no projeto, mesmo que sejam conhecedores da área, devem ser
acompanhados de batedores.
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Uso de Uso de
batedor na batedor na
frente traseira
Condutor Desconhecedor da área

AOZ- Área de Operação dos Autônomos x x


Condutor Conhecedor da área (autorizado)
Veículo/equipamento não atinja a metade da velocidade estabelecida para a via. x
Veículo/equipamento possua carga/dimensão com excesso traseiro. x
Veículo/equipamento possua carga/dimensão com excesso lateral e/ou dianteiro. x
Equipamento não possua sinalização frontal (farol e seta). x
Equipamento não possua sinalização traseira (seta). x
Condutor Desconhecedor da área
Veículo/equipamento atinja a metade da velocidade estabelecida para a via e não
x
possui carga/dimensão com excesso traseiro, frontal e lateral e possui sinalização.
Veículo/equipamento não atinja a metade da velocidade estabelecida para a via. x x
Veículo/equipamento trafegue em velocidade compatível com a via e sua
x x
carga/dimensão possua excesso traseiro e lateral.
Equipamento não possua sinalização frontal (farol e seta) x
Equipamento não possua sinalização traseira (seta). x x

Nota: Cada batedor poderá conduzir no máximo dois (02) veículos/equipamentos. Caso
excepcional deverá ser elaborado uma Análise de Risco de Planejamento pelo supervisor ou
técnico designado, com aprovação do responsável pela área que o veículo/equipamento que
será escoltado.

Equipamentos de operação em deslocamento em suas áreas de atuação, são isentos de


serem precedidos de batedor (Ex.: Escavadeira movimentando dentro da mesma mina /
instalação); sendo obrigatório quando do deslocamento entre minas / instalações.

O veiculo que estiver procedido de um batedor deverá manter o pisca alerta ligado. O batedor
não.

Todo deslocamento de carga com dimensões excedentes e veículos especiais, nos acessos
das áreas operacionais, só poderão ser realizados após comunicação e liberação do
responsável que irá recebê-la. Informar ao responsável no mínimo: tipo de equipamento, tipos
de carga e trajeto (origem/destino) e aguardar a autorização do mesmo.
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15. SINALIZAÇÃO

15.1. Pontaletes

Atentar para a sinalização existente na área, sendo os pontaletes identificados por cores
conforme abaixo:

Cor: Laranja e Branco Cor: Vermelho e Amarelo

Aplicação: Áreas de desmonte perfurada Aplicação: Passagem sob rede elétrica;


ou preparada para perfuração.
cabos de alimentação de equipamentos
Distância entre pontaletes: 5 metros.
Distância entre pontaletes: 5 metros.

Cor: Azul e Branco Cor: Verde, Amarelo e Branco

Aplicação: Caixa de drenagem e retenção Aplicação: Leira Central.


de finos
Distância entre pontaletes: 20 metros.
Distância entre pontaletes: 20 metros.

Cor: Verde e Branco Cor: Amarela e Preto

Aplicação: Redes hidráulicas; Aplicação: Área ou estrada interditada;


equipamento quebrado demarcação de
poços artesianos, passagens de tubos de estacionamentos.
drenagem e bueiros.
Distância entre pontaletes: 10 metros.
Distância entre pontaletes: 20 metros.

Cor: Vermelho e Branco Cor: Amarela, Azul e Branco

1. Aplicação: Bordas de estrada Aplicação: Sinalização de praça de mina


limite de lavra. autônoma.

Distância entre pontaletes: 20 metros. Distância entre pontaletes: 20 metros.


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Cor: Branco, Vermelho, Amarelo, Azul e Cor: Laranja e Azul.


Verde.
2. Aplicação: Identificação de
3. Aplicação: Limite de área de instrumentos Geotécnicos.
Proteção Ambiental.
Distância entre pontaletes: 10 metros.

15.2. Bombonas de sinalização

Atentar para a sinalização existente na área, sendo as bombonas identificadas conforme


abaixo:

Área de Área de
Estrada em Cabo
Manobra
Manutenção Elétrico
AOZ Perfuração

15.3. Placas de Sinalização das Áreas

Atentar para as placas de sinalização dos tipos de áreas:

Acesso permitido para para ÁREA RESTRITA


ÁREA CONTROLADA

Respeite as normas de
Respeite as normas de
trânsito
trânsitoAcesso permitido
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16. ESTACIONAMENTO E SINALIZAÇÃO CANTEIRO

No canteiro de obra deve ser separado o estacionamento de veículos leves e veículos


pesados, e máquinas equipamentos, e os locais devem ser identificados.

16.1. Estacionamento para Ônibus/equipamentos móveis.

OBS: Aguarde no local indicado para embarque nos ônibus, para desembarque, aguardar a
manobra de todos os ônibus para que comece a desembarcar, não ficar na área de manobra
dos veículos equipamentos.

Os ônibus e equipamentos devem ser estacionados em marcha à ré, em locais permitidos e


devidamente sinalizados.

O Procedimento para estacionar deverá seguir a sequência da esquerda para a direita, ou


seja, o motorista deve ficar sempre do lado do equipamento que já está estacionado. Caso o
peso bruto do veículo seja superior a três mil e quinhentos quilogramas, conforme previsto no
Código Brasileiro de Trânsito, em aclive ou declive, estes devem estar devidamente freado e
com calço de segurança.

Deverão ser instalados calços nos pneus das vans, micro-ônibus e ônibus, sempre quando os
mesmos estiverem estacionados.

É obrigatório a utilização de calços compatíveis com as dimensões dos pneus dos veículos
/equipamentos móveis e seus implementos e em número suficiente para bloquear seu
movimento. (considerando as seguintes situações: em manutenções executadas em oficinas
ou baias de manutenção, em atividades onde o equipamento precisa permanecer ligado e o
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operador fora da cabine, exceto em troca de turno, que deve ocorrer em locais apropriados e
seguros para essa atividade, em estacionamentos ou em caso de equipamento móvel
avariado ou que precise ser estacionado temporariamente em estradas, acessos ou vias
inclinadas, com o operador fora da cabine).

Caso seja necessário o equipamento permanecer ligado e o operador fora da cabine o mesmo
deve permanecer com calços.

Ao estacionar os veículos leves o condutor deve acionar o freio de motor, desligar o motor,
retirar a chave da ignição, acionar o freio estacionário antes de sair do veículo e trancar as
portas.

É proibido estacionar com veículo / equipamento próprio ou a serviço da MIP ENGENHARIA:

 Sob rede elétrica.


 Distância inferior a 10 metros de painéis elétricos e de torres de alta tensão.
 Estacionar sob correias transportadoras.
 Perto de bordas de taludes e crista de bancos.
 Na área delimitada para manobra de carga e descarga.
 Nas curvas no raio menor que 50 metros.
 Parar ou estacionar bloqueando acesso a equipamentos de combate a incêndio e/ou
dispositivos de emergência.
 Estacionar nas faixas de pedestres.
 Em áreas sujeitas a inundações e deslizamentos.
 Nas vias de acesso dos equipamentos móveis.

Nas áreas desprovidas de estacionamento sinalizado, os condutores e operadores deverão


parar/estacionar em local seguro, mantendo-se o pisca-alerta ligado quando estiverem em
locais com fluxo de veículos e equipamentos móveis e sinalizar com cone.
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16.2. Trânsito de Pedestres


As áreas de movimentação de pedestre serão sinalizadas e colocadas barreiras físicas
segregando as áreas para movimentação de pedestres e estacionamento de equipamentos
móveis.

Os pedestres deverão utilizar os caminhos destinados a circulação dos mesmos e respeitar a


sinalização das áreas de manobras.

Em áreas restritas, os pedestres autorizados a deslocarem deverão utilizar capacete refletivo


colete ou vestimenta com faixas refletivas.

Utilize sempre as segregações de pedestres/caminhos seguros


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16.3. Vias de Trânsito

Respeitar os limites de velocidade da via, dar preferência aos pedestres.

A MIP ENGENHARIA, deverá seguir as orientações e sinalização das vias da VALE,


respeitando sempre a velocidade estipulada. Nas vias internas deve ser seguida sua própria
sinalização.
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Obrigatório a parada na saída do canteiro de obras.

Atentar para a entrada do canteiro quanto a entrada e saída de veículos e equipamentos.


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16.4. Sinalização dos Acessos

Os acessos com aclives e declives acentuados deverão ser sinalizados, sempre considerando
a condição do veículo com a menor potência, pois existem equipamentos diferenciados.

 Nos locais de estreitamento de pista, deve ser implementada uma sinalização mais
efetiva, tais como placas indicando o estreitamento, passagem de um só
veículo/equipamento, ou até mesmo a utilização de sinaleiros, dentre outros.

 Em caso de cabos energizados os mesmos devem estar devidamente sinalizados.

Exemplos das placas encontrados até o acesso à obra:

Figura 01 - Aclive Figura 02 - Declive

17. BLOQUEIO DE VIAS

As áreas quando interditadas devem ser isoladas, com a utilização de gradis, correntes e/ou
outra forma que possa isolar a bloquear o acesso.

18. COMUNICAÇÃO

18.1. Regras Básicas de Comunicação Via Rádio

É obrigatório ter uma comunicação clara, objetiva e breve, sendo proibida conversa informal,
alarme falso, linguagem obscena, gíria ou brincadeira.

É proibido utilizar os meios de comunicações para fins que não sejam relacionados ao trabalho
específico.
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É obrigatório ao finalizar totalmente a comunicação encerrar com a palavra “câmbio final”,


liberando assim a faixa do rádio para possíveis outras comunicações.

É obrigatório que o empregado comunique ao líder imediato/CCO, sempre que o rádio estiver
apresentando qualquer defeito ou mau funcionamento e acione a manutenção.

É obrigatório que o empregado zele pelo rádio de comunicação, sistema anticolisão/ alerta de
proximidade e sistema de despacho, ficando responsável também por quaisquer danos que
venham a ser ocasionados por uso indevido.

É obrigatório que o empregado permaneça com o rádio ligado na frequência de uso


correspondente à faixa predominante do local, com volume na altura adequada para que todas
as chamadas sejam ouvidas/respondidas, conforme normativo.

É obrigatório no início da comunicação identificar a TAG do equipamento ao qual se quer


comunicar e o local onde está posicionado o equipamento. A identificação deve também ser
repetida, por quem está sendo chamado, exemplo:

Chamada: CA 5494 / banco 1310 / chamando EM 9090, câmbio.

Resposta: EM 9090 / atendendo CA 5494, banco 1310, câmbio.

É obrigatório que todo comando via rádio somente poderá ser executado depois de recebido
e entendido, sendo obrigatório sua repetição na íntegra por quem está recebendo. Havendo
dúvidas é obrigatório solicitar nova repetição de mensagem.

18.2. Comunicação Entre Pedestres, Veículos e Equipamentos/Controle de


Acesso

Nas travessias os pedestres devem se certificar que não estejam vindo máquinas, veículos
e/ou equipamentos no acesso. Caso positivo, a preferência é destes e o pedestre deve
aguardar no lado de dentro do colchete do caminho seguro.
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Sempre que necessário, em caso de grande fluxo de veículos/equipamentos e/ou em áreas


com risco de colisão deve haver controlador de acesso (sinaleiro) para controlar o trânsito
fazer comunicação entre pedestres, veículos e equipamentos.

Em áreas onde haja interface de equipamentos e pessoas é necessario adotar medidas de


controle para que acidentes sejam evitado, caminhos seguros devem ser intalados evitando
assim o trânsito de pessoas próximo de equipamentos moveis.
Nas áreas operacionais e nas áreas de lavra, onde houver risco significativo de contato entre
equipamentos e pessoas, deve-se:
 Instalar barreiras físicas ou dispositivos de proteção, lombadas, cancelas ou luzes
ativadas pelos pedestres em caminhos seguros, vias, acessos, dentre outros, que
segreguem ao máximo as interfaces entre pessoas e equipamentos móveis;
 Disponibilizar rádios de comunicação bidirecional, caso sejam mantidos sinalizadores
ou orientadores de vias, de forma que os mesmos possam se comunicar com os
operadores de equipamentos móveis.As áreas de movimentação de pedestre serão
sinalizadas e colocadas barreiras físicas segregando as áreas para movimentação de
pedestres e estacionamento de equipamentos móveis. Serão utilizados tapumes,
cerquites e setas e placas de passagem obrigatória para pedestres. Os pedestres
deverão utilizar os caminhos destinados a circulação dos mesmos e respeitar a
sinalização das áreas de manobras.

Em áreas restritas, os pedestres autorizados a deslocarem deverão utilizar colete ou


vestimenta com faixas refletivas.
Em caso de ocorrência de acidentes envolvendo máquinas, equipamentos, veículos e
empregados em acesso, a atividade deverá ser paralisada imediatamente, o local deverá ser
sinalizado e a vítima deverá ser atendida por profissional qualificado em Prestação de Socorro.
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Comunicar a ocorrência ao superior imediato e ao setor do SESMT DA MIP ENGENHARIA.


Em caso de derramamento de óleo, diesel ou graxa, o vazamento deverá ser contido através
de bacia de contenção e kit de emergência ambiental e o operador / condutor deverá solicitar
a presença do responsável do SESMT da MIP ENGENHARIA.

19. EMERGÊNCIA

19.1. Comunicação Via Rádio

É obrigatório que toda chamada de emergência tenha prioridade e deve ser usada por
qualquer empregado próprio ou contratado nos seguintes casos: acidente pessoal e/ou
operacional; risco iminente de acidente; incêndio; enxurrada; risco iminente ou danos
ocorridos ao meio ambiente; nas aplicações de emergência voluntária ou involuntária em
equipamentos. Exemplo:

Chamada - “Em emergência, princípio de incêndio, CA 5494, banco 1310, chamando


CCO/Supervisão câmbio”.

Resposta - “Em emergência, apoio a caminho, CCO/supervisão atendendo CA 5494, banco


1310 câmbio”.

Obs.: O contato inicial e a emissão da mensagem de urgência podem ser transmitidos em


uma mesma chamada.

É obrigatório que a chamada em emergência seja repetida por quem a emite até que haja
resposta.

É obrigatório nas chamadas em emergência emitidas ou recebidas o efeito de interdição em


todas as comunicações que estão se processando, tendo prioridade a comunicação de
emergência com o interlocutor.

É obrigatório que a comunicação com os demais interlocutores se reestabeleça somente após


a conclusão da emergência.
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19.2. Comunicação Via Telefone de Emergência

Toda chamada de emergência a ser ralizada via Telefone, deve ser acionado o CECOM e
ATRIUM nos seguinte telefones: 0800 285 0193 e 31 99520-7778 respectivamente.

Na chamada, deve-se informar a ocorrência, local da ocorrência, empresa, número de


possíveis vítimas (quando houver), e número do ponto de encontro mais próximo.

20. CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS: CHUVA, NEBLINA, CERRAÇÃO, DENTRE OUTROS

Sob as condições de chuva, neblina e poeira intensa redobre a atenção e verifique as


condições de tráfego nas vias, somente utilize acessos e vias com condições para transitar.
Na dúvida não prossiga até que a condição de risco seja eliminada;

Os condutores deverão respeitar a velocidade de segurança para as vias, considerando


horário e condições climáticas. Nos dias frios ocorre neblina pela manhã, diminua a velocidade
e transite com os faróis baixos.

Seguir o Plano de Chuva da obra e sob Alerta Vemelho, as atividades devem ser paralisadas.

21. ABASTECIMENTO E LUBRIFICAÇÃO


A entrada de veículos nos postos de abastecimento deve sempre ser feita sob
orientação/sinalização do responsável pelo posto (abastecedor) ou semáforo.

Os condutores / devem dirigir ao local destinado para aguardar o abastecimento. É obrigatório


que mantenham a distância mínima de 7,5 metros do bocal de abastecimento / e o
abastecedor não deve realizar o abastecimento / com a presença do condutor dentro da área
delimitada.

O condutor do comboio só pode iniciar o abastecimento após o operador estacionar fora da


pista de rolamento, desligar o motor, sair da cabine e se afastar do veículo no mínimo 7,5
metros do bocal.
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Sinalizar a área e realizar os bloqueios necessários e NÃO REALIZAR o abastecimento o com


a presença do operador condutor dentro da área delimitada.

22. SITUAÇÕES DE PANES EM VEÍCULOS AUTOMOTORES / MAQUINAS


EQUIPAMENTOS

Em caso de pane no equipamento e/ou veículo, o operador e/ou condutor deve solicitar a
sinalização do local e e comunicar ao Engenheiro responsável/Técnico em Segurança a
comunicar a sua localização a (as) partes interessadas, avaliar o risco e se necessário
aguardar fora do equipamento e/ou veículo.

Quando estiver parado, ligue o pisca alerta como primeira medida de sinalização para outros
condutores. Feito isso pegue o triângulo de sinalização.

Segundo o CTB (Código de Trânsito Brasileiro), o triângulo de sinalização deve ser colocado
no mínimo a 30 metros da traseira do veículo. Porém, para aumentar a sua segurança e a de
seu veículo, coloque o triângulo de sinalização a uma distância correspondente à velocidade
da via em que ele está. Por exemplo, se a velocidade é de 40 km/h, o triângulo deve estar a
40m do veículo. Se a velocidade for 80 km/h, coloque a 80m e assim por diante.

Para colocá-lo é importante fazer a contagem correta dos passos, para que seu carro fique a
uma distância segura dos demais veículos. Dê passadas largas para facilitar sua contagem.
Mas lembre-se, os carros que vêm de trás podem estar em alta velocidade (principalmente na
estrada), portanto, faça a contagem da calçada ou acostamento, para depois colocar
o triângulo na pista em que seu carro está parado.

Caso haja uma curva no meio da sua contagem de passos, caminhe até o final dela e reinicie
os passos. E em caso de chuva, neblina ou cerração, dobre a distância. Essa é a melhor forma
de sinalizar e evitar acidentes nesses casos.
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23. APROXIMAÇÃO DE EQUIPAMENTOS MÓVEIS / ÁREA DE EQUIPAMENTOS MÓVEIS


E INTERAÇÃO ENTRE VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS

Equipamentos que fizerem necessário atividade conjugada com outros equipamentos, deve
ter a operação acompanhada por sinaleiro portando placa de pare-e-siga e em casos críticos,
portar também rádio de comunicação.

É proibido estacionar em área de movimentação de equipamentos móveis.

As áreas com interação de veículos leve, equipamentos móveis e pessoas deverão


disponibilizar rádios de comunicação bidirecional, caso sejam mantidos sinalizadores ou
orientadores de vias, de forma que os mesmos possam se comunicar com os operadores de
equipamentos móveis.

Os rádios de comunicação bidirecional dos equipamentos e veículos leves deverão estar


sintonizados na faixa de comunicação da área que estão trafegando, a fim de manter
comunicação com os veículos e equipamentos que ali trafegam.

Para a segurança pessoal, todos os vidros dos veículos e equipamentos, devem permanecer
fechados ao trafegar em áreas restritas.

Ocorrendo situações de falta de sinal que impeça uma comunicação efetiva via rádio, todos
os veículos e equipamentos atuantes na área restrita, devem ser paralisados em local seguro
e com o pisca-alerta ligado quando estiverem em locais com fluxo de veículos e equipamentos
móveis.

Todos os veículos e equipamentos de empresas contratadas devem passar por uma inspeção
de atendimento aos Requisitos de Atividades Críticas antes da sua mobilização. Não sendo
permitido veículos na modalidade balcão.

Os equipamentos móveis devem ter identificação por TAG conforme Anexo 5 (Caminhão
rodoviário), visível pelas laterais, frente e traseira do equipamento a uma distância mínima 40
metros. Faixa refletiva deve ser utilizada nos equipamentos móveis.
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Os procedimentos locais de operação dos equipamentos móveis devem constar o modelo de


TAG de identificação a serem implementados; visível pelas laterais, frente e traseira.

Na área de lavra os veículos leves devem possuir identificação por TAG visível a distância
segura nas laterais, traseira e teto; item fundamental para comunicação e identificação nas
áreas restritas, conforme Anexo 5.

Para acesso e circulação nas áreas internas, os caminhões e veículos automotores devem
cumprir os seguintes:

Requisitos para veículos e equipamentos móveis


Caminhões
Veículo Ônibus e Micro- Rodoviário e
Requisito dedicado
Van e Minivan
ônibus Outros
Caminhões
Cor de alta Visibilidade (branca ou
R R
prata)
Luz giroscópica R Ca
R Ca R R
Sistema antitravamento de freios
R C L R C L
(ABS)
Sensor de ré ou câmera R C L R C L R C L R C L
Alerta sonoro de marcha à ré R C L R C L R C L R C L
TAG de identificação padrão Vale R Ca R Ca R Ca R Ca
Antena com bandeira de alta-
R Ca R Ca R Rc CC
visibilidade na ponta superior
Faixa refletiva R C L R C L R C L R C L
Rádio de Comunicação Bidirecional R C* L* R C* L* R C* L* R C* L*
Tração 4x4 nas rodas R R R Rb
Sistema de monitoramento de
R C L R C L R C L R C L
localização e velocidade (telemetria)
Sensor de alerta de proximidade
R R R R
com equipamentos pesados
Sistema de detecção de sonolência
R C L R C L R C L R
/fadiga
Calço de rodas R C L R C L R C L

(*) Aplicável para áreas com interação entre veículos e equipamentos de grande porte ou quando necessário
para execução da atividade.
(a) Aplicável para áreas com interação entre veículos e equipamentos de grande porte.
(b) Aplicável para caminhões quando possuir 3 ou mais eixos.
(c) Aplicável para caminhões com altura inferior a 03 metros.
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Deverão ser instalados calços nos pneus dos equipamentos móveis sobre rodas, vans, micro-
ônibus e ônibus, sempre quando os mesmos estiverem estacionados. Dispensa-se a utilização
de calços quando o equipamento que estiver patolado ou com o implemento abaixado no nível
do solo, de modo a impedir sua movimentação.

Veículos não devem fazer uso de luz giroscópica a partir da portaria em deslocamento para
área externa, sendo recomendável que a bandeira de alta visibilidade seja rebaixada.

Todos os equipamentos móveis devem ter seus implementos de movimentação de terra


baixados ao nível do piso, o freio de estacionamento acionado, seu motor desligado e a chave
retirada antes que o operador saia da direção do mesmo, exceto quando um procedimento
operacional de segurança for aprovado pelo gerente da área.

24. UMECTAÇÃO DAS ÁREAS

Afim de promover um ambiente de trabalho isento de materiais particulados suspensos tais


como poeiras e afins, se faz necessário a umectação das vias de acesso e dos canteiros de
obras.

As vias internas e os acessos não pavimentados às frentes de serviço serão umectados


através de jatos d’água dos caminhões-pipa, para atenuar as emissões de material particulado
em suspensão, trafegando a uma velocidade de umectação máxima de 15 km/h, na 1ª ou 2ª
marcha, numa freqüência de no mínimo 01 vez ao dia. Esta freqüência deverá ser ampliada
no período de estiagem ou de fortes ventos, e ajustada durante a implantação, de acordo com
o acompanhamento visual a ser realizado pelos responsáveis das frentes de serviço.

As luzes dos caminhões deverão estar acessas no período em que estiver sendo realizada a
atividade de umectação.

Deve ser destinado 01 caminhão-pipa para a umectação das vias internas e dos acessos não
pavimentados, além da área do canteiro de obras.
Plano de Trânsito

TÍTULO: CÓDIGO PÁGINA


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PLANO DE TRÂNSITO OBRA 328.1 PT-328 REV.
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Acompanhamentos deverão ser realizados para ajustar esta freqüência de modo a não
prejudicar as atividades a serem desenvolvidas e nem deixar de controlar adequadamente as
emissões de poeira.

Trata-se de um processo de determinação por tentativas, iniciando com uma determinada


freqüência de umectação, até se chegar à freqüência de umectação ideal que cumpra os dois
objetivos: controlar adequadamente as emissões de material particulado e não prejudicar as
atividades que deverão ser desenvolvidas.

25. SANÇÕES DISCIPLINARES

O não cumprimento desse procedimento, acarretará quebra da regra de ouro de n°03. Veículos
e equipamentos móveis - RAC 02 e 03. Nunca opere veículos e equipamentos móveis sem o
devido treinamento, autorização e dispositivos de segurança. Respeite o plano de trânsito.

O Trabalhador que estacionar fora dos locais permitidos será advertido.

Em caso de desvios os motoristas/operadores sofrerão as seguintes penalidades:

 Dialogo Comportamental
 Advertência verbal.
 Advertência Escrita.
 Desligamento.

26. APÊNDICES

Não aplicável.

27. REGISTROS

Não aplicável

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