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GESTÃO DA

FORMAÇÃO

ANO LECTIVO 2015/16

ESCE/IPS
CAPÍTULO II

O FUNCIONAMENTO DO
SISTEMA DE FORMAÇÃO

ESCE/IPS
Enquadramento legal do sistema
 Lei 29/2005
 Lei de bases do sistema educativo (rev)
 Lei 85/2009
 Escolaridade obrigatória até 18 anos – curso secundário
 Lei 7/2009
 Revisão do Código do Trabalho
 RCM 173/2007
 Reforma da formação profissional
 Decreto Lei 396/2007 + Despacho 13456/2008
 Sistema Nacional de Qualificações + Catálogo Nacional de Qualificações
 Decreto-Lei 92/2011
 SRAP – Sistema de Regulação de Acesso a Profissões
 DR 35/2002
 Modelo de certificado de formação
 Portaria 475/2010
 Modelo de caderneta de competências
 Portaria 1119/1997 (revogada) + Portaria 994/2010 + Portaria 214/2011
 Certificação de formadores + fim da renovação do CAP
 Portaria 851/2010(revoga Portaria 782/1997)+Portaria 208/213
 Certificação/Acreditação de entidades formadoras

ESCE/IPS
FLUXOGRAMA DO FINANCIAMENTO DO
SISTEMA DE FORMAÇÃO
 Origem das receitas  Entidades beneficiárias
 TSU (trabalhadores e das receitas
empresas)  MTSS-IEFP
 Orçamento Geral do  Ministério da Educação
Estado  Ministérios Sectoriais
 União Europeia (FSE)  IPSS
 Outros organismos  Empresas
internacionais  Indivíduos
 Empresas

 Famílias/indivíduos

(Ferrão et al, 1991)

ESCE/IPS
PRIORIDADES DO POPH
2007-2013
 Superar o défice estrutural de qualificações da população
portuguesa, consagrando o nível secundário como referencial
mínimo de qualificação, para todos;

 Promover o conhecimento científico, a inovação e a


modernização do tecido produtivo;

 Estimular a criação e a qualidade do emprego, destacando a


promoção do empreendedorismo e os mecanismos de apoio à
transição para a vida activa;

 Promover a igualdade de oportunidades, através do


desenvolvimento de estratégias integradas e de base territorial
para a inserção social de pessoas vulneráveis a trajectórias de
exclusão social.

(www.poph.qren.pt)

ESCE/IPS
Eixos de intervenção do POPH
 Eixo 1 – Qualificação Inicial
 Eixo 2 – Adaptabilidade e Aprendizagem ao Longo da
Vida
 Eixo 3 – Gestão e Aperfeiçoamento Profissional
 Eixo 4 – Formação Avançada
 Eixo 5 – Apoio ao Empreendedorismo e à Transição
para a Vida Activa
 Eixo 6 – Cidadania, Inclusão e Desenvolvimento Social
 Eixo 7 – Igualdade de Género
 Eixo 8 – Algarve
 Eixo 9 – Lisboa
 Eixo 10 – Assistência Técnica
(www.poph.qren.pt)

ESCE/IPS
Portugal 2020
(2014-2020)
www.pt-2020.pt
Portugal 2020 – O que é?
Trata-se do Acordo de Parceria adotado entre
Portugal e a Comissão Europeia (ver decisão), que
reúne a atuação dos 5 fundos estruturais e de
Investimento Europeus (FEDER, Fundo de Coesão,
FSE,FEADER e FEAMP) no qual se definem os
princípios de programação que consagram a política
de desenvolvimento económico, social e territorial
para promover, em Portugal, entre 2014 e 2020.
Estes princípios de programação estão alinhados
com o crescimento inteligente, sustentável e
inclusivo, prosseguindo a Estratégia Europa 2020.

http://www.pt-2020.pt/Apresentacao
Portugal 2020 – Quais as
categorias de regiões?
Em termos de elegibilidades para os Fundos Europeus
de Investimento (FEDER, FCoesão, FSE, FEADER e
FEAMP), as 7 regiões de Portugal dividem-se em:
 Regiões menos desenvolvidas (PIB per capita < 75%
média UE): Norte, Centro, Alentejo e R.A. AçoresTaxa
de cofinanciamento dos Fundos: 85%
 Regiões em transição (PIB per capita entre 75% e
90%): AlgarveTaxa de cofinanciamento dos Fundos:
80%
 Regiões mais desenvolvidas (PIB per capita > 90%):
Lisboa e MadeiraTaxa de cofinanciamento dos
Fundos: 50% (Lisboa) e 85% (RAM)
Portugal 2020 – Como se
operacionaliza?
O Portugal 2020 será operacionalizado através de 16 Programas Operacionais a que
acrescem os programas de cooperação territorial nos quais Portugal participará a par
com outros Estados membro:
 4 Programas Operacionais Temáticos no Continente:
 Competitividade e Internacionalização
 Inclusão Social e Emprego
 Capital Humano
 Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos

 5 Programas Operacionais Regionais no Continente: Norte; Centro; Lisboa; Alentejo; Algarve


 2 Programas Regionais nas Regiões Autónomas: Açores, Madeira

 Programas Operacionais de Cooperação Territorial Europeia


 Espanha-Portugal; Madeira-Açores-Canárias; Espaço Atlântico; Sudoeste Europeu;
Mediterrâneo; ESPON, URBACT, INTERACT e INTERREG C
 3 Programas de Desenvolvimento Rural: 1 no Continente; 2 nas Regiões Autónomas
(Açores e Madeira)
 1 Programa para o Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP):
Programa para o Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP)

 1 Programa Operacional de Assistência Técnica: Programa Operacional de Assistência


Técnica
Portugal 2020

http://www.pt-2020.pt/Apresentacao
Eixos do PO Capital Humano
 Eixo 1 - Promoção do sucesso educativo, do combate
ao abandono escolar e reforço da qualificação dos
jovens para a empregabilidade;
 Eixo 2 - Reforço do ensino superior e da formação
avançada;
 Eixo 3 - Aprendizagem, qualificação ao longo da vida e
reforço da empregabilidade;
 Eixo 4 - Qualidade e inovação do sistema de educação
e formação.

ESCE/IPS
CAPÍTULO II
MECANISMOS DE REGULAÇÃO DA
QUALIDADE DA FORMAÇÃO
PROFISSIONAL

ESCE/IPS
PILARES DA QUALIDADE DO
SISTEMA DE FORMAÇÃO
 CRIAÇÃO DE UM CATÁLOGO NACIONAL DE
QUALIFICAÇÕES – PERFIS PROFISSIONAIS
(www.anqep.gov.pt)

 CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS


(www.dgert.mtss.gov.pt)

 CERTIFICAÇÃO PEDAGÓGICA DE FORMADORES


(www.iefp.pt)

 HOMOLOGAÇÃO DE CURSOS DE FPF (www.iefp.pt)

ESCE/IPS
Catálogo Nacional de Qualificações
 O Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ) é um instrumento de
gestão estratégica de qualificações de nível não superior que
integra o Sistema Nacional de Qualificações (Decreto-Lei nº
396/2007 de 31 de Dezembro).

 O Catálogo Nacional de Qualificações organiza-se por áreas de


educação e formação, de acordo com a Classificação Nacional de
Áreas de Educação e Formação (Portaria nº 256/2005, de 16 de
Março), e define para cada qualificação os respectivos referenciais:
- Perfil Profissional,
- Referencial de Formação,
- Referencial de Reconhecimento, Validação e Certificação de
Competências (componente de base e tecnológica).
(www.anqep.gov.pt)

ESCE/IPS
CNQ
O CNQ É UM INSTRUMENTO:
 de gestão estratégica das qualificações nacionais
de nível não superior;
 de regulação da oferta formativa de dupla
certificação cujo financiamento público será
sujeito à conformidade face aos referenciais nele
contidos ;
 que integra referenciais de qualificação únicos
para a formação de dupla certificação (formação
de adultos e formação contínua) e para processos
de reconhecimento, validação e certificação de
competências (RVCC).
CNQ
OBJETIVOS DO CNQ:

 Promover a produção de qualificações e de competências


críticas para a competitividade da economia e para o
desenvolvimento do indivíduo;
 Contribuir para o desenvolvimento de um quadro de
qualificações legível e flexível que favoreça a
comparabilidade das qualificações a nível nacional e
internacional;
 Promover a flexibilidade na obtenção da qualificação e
estimular a aprendizagem ao longo da vida (ALV);
 Facilitar o reconhecimento das qualificações
independentemente das vias de acesso ;
 Contribuir para a promoção da qualidade do Sistema
Nacional de Qualificações
CNQ
COMO SE ORGANIZA:
 O CNQ integra atualmente 274 qualificações para 39 áreas de
educação e formação:
114 conferem o nível 2 de qualificação do QNQ (inclui 9º ano)
125 conferem o nível 4 de qualificação do QNQ (inclui 12º ano)
35 conferem o nível 5 de qualificação do QNQ (inclui 12º ano)
O CNQ apresenta para cada qualificação o Perfil Profissional, o
Referencial de Formação e o Referencial de RVCC associados.
CNQ
VANTAGENS/POTENCIALIDADES DO CNQ

NA PERSPETIVA DOS CIDADÃOS:


 Facilitar a identificação de necessidades de
formação e a adequação das respostas a essas
necessidades ;
 Melhorar a acessibilidade à qualificação;
 Introduzir flexibilidade nos percursos de
qualificação;
 Gerar mais motivação para aprendizagens
futuras.
CNQ
NA PERSPETIVA DAS EMPRESAS E DAS
ORGANIZAÇÕES:
 Facilitar a identificação e a antecipação de
necessidades de qualificações e de competências;
 Facilitar a legibilidade sobre as qualificações e as
ofertas de educação e formação disponíveis;
 Promover e orientar as opções de gestão de recursos
humanos no sentido da procura, da produção e da
valorização dessas qualificações (no recrutamento, na
afetação funcional, no planeamento de carreiras,...);
 Estimular os investimentos em formação e em
processos de RVCC.
CNQ
NA PERSPETIVA DA OFERTA DE EDUCAÇÃO E
FORMAÇÃO:
 Melhorar a relevância e a atratividade das ofertas de
formação;
 Facilitar as respostas à medida das necessidades de
indivíduos, empresas ou públicos-alvo;
 Suportar o desenvolvimento de padrões de qualidade das
ofertas de formação e de RVCC;
 Tornar mais coerentes e transparentes as qualificações
produzidas;
 Facilitar a comparabilidade das qualificações e a (futura)
atribuição e transferência de créditos entre subsistemas de
educação e formação e na relação com o mercado de
trabalho, a nível nacional e a nível internacional.
CNQ
NA PERSPETIVA DO ESTADO:
 Promover a evolução das qualificações através do
desenvolvimento dos sistemas de planeamento
estratégico de educação e de formação e da
existência de referenciais de qualificações
relevantes e voltados para o futuro;
 Suportar um quadro nacional de qualificações
mais coerente, legível, transparente e comparável
a nível nacional e internacional;
 Estimular a mobilidade profissional e geográfica;
 Regular e racionalizar o quadro das ofertas de
educação e de formação a nível nacional.
CERTIFICAÇÃO DE
ENTIDADES FORMADORAS

ESCE/IPS
ACREDITAÇÃO/CERTIFICAÇÃO DE
ENTIDADES FORMADORAS
 Processo técnico-administrativo pelo qual o
Estado reconhece idoneidade e competência
técnico-pedagógica de determinada entidade
para realizar acções de formação profissional
tendo em conta domínios, modalidades, tipos e
áreas temáticas de formação bem como
públicos-alvo.

ESCE/IPS
ACREDITAÇÃO DE ENTIDADE
FORMADORA (oficial)
 Processo de validação global e
reconhecimento formais da capacidade de
uma entidade para desenvolver
actividades de natureza formativa nos
domínios e âmbitos de intervenção
relativamente aos quais demonstre deter
competências, meios e recursos
adequados - humanos, técnicos,
instrumentais e/ou materiais.

ESCE/IPS
VANTAGENS DO RECURSO À ACREDITAÇÃO
(www.dgert.mtss.gov.pt)
1. Uso da marca de Acreditação (Logótipo de entidade acreditada pela
DGERT); Um claro sinal do comprometimento da entidade com a qualidade
da sua
formação
2. Certificar-se da qualidade da sua actuação; Através do aconselhamento e retorno
obtido durante o processo de Acreditação e de Acompanhamento
3. Concorrência; Distinguindo-se das outras entidades com oferta semelhante não
Acreditadas
e conhecendo a sua concorrência acreditada (benchmarketing)
4. Publicidade; Através da sua inclusão nas listagens divulgadas pela DGERT.
5. Construção de parcerias; Identificando outras entidades acreditadas com actuações
complementares
6. Acesso a apoios públicos; Para o desenvolvimento de projectos de formação no
âmbito do QREN
7. Impostos; Isenção do IVA, nos termos do Art.º 9º do Código do Imposto Sobre o
Valor

ESCE/IPS
Tipologia de entidades acreditadas
 Agricultura (AGR) - entidades com oferta dirigida ao sector agrícola, independentemente da
natureza do promotor.

 Associação (ASS) - entidades de natureza associativa (exceptuam-se as do sector agrícola),


sindicais, profissionais, sectoriais de desenvolvimento, etc.

 Empresa Beneficiária (EMP) - entidades que desenvolvem formação para os seus activos
satisfazendo necessidades específicas.

 Ensino (ENS) - entidades inseridas no sistema de ensino e que desenvolvem formação


profissional.

 Entidade Formadora (FORM) - entidades cuja a actividade principal é a prestação de serviços de


formação ou consultoria.

 Centro de Formação Profissional e Escolas Profissionais (FPRO) - reúnem-se aqui as entidades


com estruturas especialmente concebidas e exclusivamente dedicadas à formação.

 Público da Tutela do Ministério do Trabalho e da Solidariedade (PUB MTS) - organismos públicos


tutelados pelo MTS que desenvolvem formação profissional.

 Fundação (FND) - entidades com a natureza jurídica de Fundação.

 Entidades de Solidariedade Social (SOL) - todas as entidades (incluindo associações) cuja


missão principal seja a acção social.

ESCE/IPS
PERFIL DAS ENTIDADES
ACREDITADAS

www.crcvirtual.org/vfs/old_crcv/biblioteca/pos_ofer/

ESCE/IPS
CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL

ESCE/IPS
CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL

 Processo técnico-administrativo através do qual


o estado garante que um indivíduo titular de um
CAP (Certificado de Aptidão Profissional) é
detentor das competências profissionais e/ou
outras condições exigidas para o exercício de
uma determinada profissão.

ESCE/IPS
VIAS PARA OBTENÇÃO DA
CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL
 RECONHECIMENTO DA EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL

 FREQUÊNCIA DE CURSO DE FORMAÇÃO


PROFISSIONAL

 EQUIVALÊNCIA DE TÍTULOS EMITIDOS NO


ESTRANGEIRO

ESCE/IPS
Sistema de Regulação
de Acesso a Profissões
DL. 1ª Série-nº143-27 de Julho de
2011
SRAP
INTEGRA:
 Simplificação e eliminação de barreiras no
acesso a profissões e atividades
profissionais;
 Criação de Comissão de Regulação do
Acesso a Profissões;
 Regulação da certificação de competências
profissionais, obtidas através do SNQ,
instituído pelo Decreto –Lei n.º 396/2007, de
31 de Dezembro.
SRAP
PRETENDE:
 a) Assegurar a compatibilização e
articulação entre o SNQ e os sistemas de
certificação das competências
profissionais e de regulação do acesso às
profissões com o seguinte propósito:
 Garantir que os referenciais de formação e de
competências exigíveis para aquele acesso
são os constantes do Catálogo Nacional de
Qualificações (CNQ);
SRAP
 PRETENDE:
 b) Combater, ao nível da produção de perfis
profissionais e referenciais de formação, a
dispersão institucional de competências, a
morosidade da tramitação e processo de decisão
e a sua excessiva ligação a dimensões de
regulação do mercado de trabalho;
 c) Evitar a sujeição a processos morosos e
complexos de certificação da aptidão profissional
a profissões cujo acesso é condicionado a
requisitos de qualificações profissionais
específicas e requisitos específicos adicionais.
SRAP
REQUISITOS NECESSÁRIOS AO
ACESSO ÀS PROFISSÕES
 1 — A definição dos requisitos específicos
necessários e adequados para o acesso a cada
profissão deve respeitar os correspondentes
referenciais de qualificação constantes do CNQ,
neles se incluindo:
 a) O perfil profissional;

 b) O referencial de formação;

 c) O referencial de competências

profissionais.
COMISSÃO DE REGULAÇÃO DO
ACESSO A PROFISSÕES
COMPETÊNCIAS DA CRAP:
 a) Acompanhar e avaliar a aplicação dos
regimes de acesso a profissões;
 b) Apreciar e deliberar relativamente à
necessidade de rever regimes existentes e
preparar novos regimes de acesso a outras
profissões;
 c) Emitir parecer prévio sobre projetos de
regulação de acesso a profissões;
CRAP
 d) Identificar os requisitos adicionais ;
 e) Acompanhar, avaliar, apreciar e emitir
parecer vinculativo referente aos termos e às
condições em que são transpostas para o
ordenamento jurídico português as diretivas
comunitárias;
 f) Propor a fixação das taxas cujo pagamento se
mostre devido no âmbito do SRAP.
CRAP
COMPOSIÇÃO DA CRAP
8 representantes do Estado
 a) Um representante do Governo designado pelo membro do
Governo responsável pelas áreas do trabalho, emprego e
formação profissional;
 b) Um representante do Governo designado pelo membro do
Governo responsável pela área da educação;
 c) Um representante do Governo designado pelo membro do
Governo responsável pela área do ensino superior;
 d) Cinco representantes do Governo designados pelos
membros do Governo responsáveis pelas áreas em que se
integram os sectores de atividade mais relevantes para as
profissões a regularem;
CRAP
COMPOSIÇÃO DA CRAP
 e) Quatro representantes das
confederações de empregadores com
assento na Comissão Permanente de
Concertação Social (CAP, CIP, CCP e
CTP);
 f) Quatro representantes das
confederações sindicais com assento na
Comissão Permanente de Concertação
Social (CGTP e UGT).
CRAP
COMPOSIÇÃO DA CRAP

Princípio da dupla paridade:


1º nível de paridade
8 representantes do Estado + 8 representantes
dos Parceiros Sociais
2º nível de paridade
4 representantes das confederações de
empregadores + 4 representantes das
confederações sindicais
ESCE/IPS
CERTIFICAÇÃO DE FORMADORES
(CCP – Certificado de Competências Pedagógicas)

 Processo técnico-administrativo através do qual


o Estado (IEFP) reconhece que um determinado
indivíduo é detentor das habilitações e das
competências necessárias ao exercício da
actividade de formador em determinada área de
actividade.

ESCE/IPS
VIAS PARA A OBTENÇÃO DA
CERTIFICAÇÃO COMO FORMADOR
 Através da experiência (actualmente só possível
para efeitos de renovação - suspenso)
 Através da frequência de curso de formação
inicial de formadores homologado pelo IEFP
 Através da equivalência do título de professor
profissionalizado em exercício de actividade

ESCE/IPS
Condições de acesso ao CCP
 Tenham frequentado, com aproveitamento, um curso de formação
pedagógica inicial de formadores com duração mínima de 90 horas,
reconhecido pelo IEFP, IP.;

 Tenham sido avaliados no âmbito de um processo de


Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências
Pedagógicas (RVCCFOR);

 Sejam detentores de diploma ou certificado de habilitações de nível


superior que confira competências pedagógicas correspondentes às
definidas no referencial, reconhecidas pelo IEFP, IP. como
equivalentes às desenvolvidas no âmbito da formação pedagógica
inicial.

(http://www.iefp.pt/formacao/formadores/certificacao/CertificacaoIndividual/Paginas/PedagogicaFormador.aspx)

ESCE/IPS
MÓDULOS DO CURSO DE
FORMAÇÃO INICIAL DE
FORMADORES (90h’)
 O formador e o contexto
 Processos de aprendizagem
 Métodos e técnicas pedagógicas
 Relação pedagógica e animação de grupos em
formação
 Planificação da formação
 Definição de objectivos de formação
 Recursos didácticos
 Avaliação da aprendizagem
 Avaliação da formação
 Autoscopia

ESCE/IPS

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