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Texto de apoio de práticas pedagógicas I

Unidade Tema: Introdução às Práticas Pedagógicas I

Prezado estudante, seja bem-vindo à introdução às práticas pedagógicas. O processo de ensino-


aprendizagem engloba vários aspectos relacionados directamente com a sala de aula, mas
também aspectos ligados a boa promoção do ensino nas escolas. Portanto, está convidado para
uma discussão activa sobre o tema proposto nesta unidade, sendo necessário usar todo
conhecimento que dispõe sobre a matéria.

Os objectivos
Ao completar esta unidade, você será capaz de:

 Definir o conceito de práticas pedagógicas;  Explicar as diferentes práticas pedagógicas;

 Descrever a importância das práticas pedagógicas;

 Relacionar as práticas pedagógicas em diferentes áreas.

Falar de Práticas Pedagógicas é falar de uma orientação pedagógica assente numa visão de
educação que defendemos e/ou perfilhamos. Genericamente, as Práticas Pedagógicas
afiguram-se como um suporte de experimentação do ensino. Eles podem ser apresentados por
diversos meios de ensino como

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Meios de Orientações
ensino construtivistas

Orientações
transmissionalismo/
transformadoras de
aplicassionismo
ensino

Orientações de
imitação artesanal

Para Carr (1996), “uma aula só se torna pratica pedagógica quando ela se organiza em torno:
de intencionalidades, de praticas que dão sentido ás intencionalidade; de reflexão continua para
avaliar se a intencionalidade está atingindo todos; de acertos contínuos de rota e de meios para
se atingir os fins propostos pelas intencionalidades.” (p.102.). Configura – se sempre com uma
acção consciente e participativa.

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Os princípios que organizam as práticas pedagógicas são:

a) As práticas pedagógicas organizam – se em torno de intencionalidade previamente


estabelecidas e tais intencionalidades serão perseguidas ao longo do processo didáctico,
de formas e meios variados.

Na praxis, a intencionalidade rege os processos. Para a filosofia marxista, a praxis é entendida


como a relação dialética entre homem e natureza, na qual o homem, ao transformar a natureza
como seu trabalho, transforma a si mesmo. Marx (1994) “afirma, na oitava tese sobre
Feuerbach: que toda visa social é essencial prática” (p.110).

b). As práticas pedagógicas caminham por entre resistências e desistências, em uma perspectiva
dialética, pulsional, totalizante.

Quando professor chega a um momento de produzir um ensino em sala de aula, muitas


circunstâncias estão presentes: desejos; formação, conhecimento do conteúdo, conhecimento
das técnicas didácticas, ambiente intencional, práticas de gestão, clima e perspectiva da equipe
pedagógica, organizacional espaço – temporal das actividades, infraestrutura, equipamentos,
quantidade de alunos, organização e interesse dos alunos, conhecimentos prévios, vivencias,
experiências anteriores, enfim, muitas variáveis.

c). As práticas pedagógicas trabalham com e na historicidade, implicam tomadas de decisões,


de posições e se transformam pelas contradições.

Porque assim se fazem? Porque tais práticas não podem ser congeladas, retificadas e realizarem
– se linearmente? Não podem porque são praticas que se exercem na interação de sujeitos, de
praticas e de intencionalidades. Á medida que o professor desconsiderar as especificidades soa
processos pedagógicos e tratar a educação como produto e resultados, numa concepção ingénua
da realidade, o pedagógico teima em não se instalar, porque, nesses processos em que se
pasteurizam a vida e a existência, não há espaço para o imprevisível, para o emergente, para as
inferências culturais, para o novo.

As práticas pedagógicas estruturam – se em mecanismos paralelos e divergentes de rupturas e


conservação. Á medida que directrizes de politicas publicas consideram as práticas
pedagógicas como mero exercício reprodutor de fazeres e acções externas aos sujeitos, essas
se perdem e muitos se perguntam por que não conseguimos mudar a prática? A pratica não se

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muda por decretos ou por imposições. A pratica pode mudar se houver o envolvimento critico
e reflexivo dos sujeitos da pratica (Franco, 2006).

NB: Neste caso particular da formação de professores, a Prática Pedagógica é assumida como
um instrumento com o qual os futuros professores apreendem, na prática, a ensinar e ajudados
pelos supervisores e/ou tutores a experimentar a função docente.

Unidade N0 02-A0014 Tema: Práticas Pedagógicas – Ensino à distância

Introdução

O ensino à distância oferece uma oportunidade diferenciada para o estabelecimento de novas e


outras relações entre educador conhecimento- educando.

Objectivos

Ao completar esta unidade, você será capaz de:

 Explicar as práticas pedagógicas no ensino à distância;

 Relacionar as práticas pedagógicas em diferentes áreas;

 Compreender a importância das práticas pedagógicas no ensino à distância.

O ensino à distância oferece uma oportunidade diferenciada para o estabelecimento de novas e


outras relações entre educador educando-conhecimento, bem como para a socialização do
conhecimento científico criado e trabalhado pela metodista. Cada vez mais, as diferentes
mídias, especialmente as com maior capacidade de promover interacção entre seus usuários,
alimentam as formas de aprender e ensinar, assim como também mudam os modos de organizar
o conteúdo gerador das relações dialógicas.

Ainda que as tecnologias de informação e comunicação propiciem condições novas de diálogo


entre educandos e educadores, o princípio ético que inspira a prática educativa deve
permanecer o mesmo, porquanto os objectivos da educação não mudam. Altera-se apenas o
suporte que garante a relação. Por essa razão, os fundamentos aqui expressos sobre o ensino à
distância na metodista estão enraizados no projecto pedagógico institucional de cada país. A
discussão sobre essa modalidade de ensino-aprendizagem avança e, actualmente, as atenções

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se dirigem para a identificação das melhores estratégias pedagógicas dentro desse novo cenário
e qual o conjunto de meios de comunicação e informação pode favorecer a melhoria da
qualidade dos processos educativos.

As escolhas variam conforme o perfil discente e do conteúdo a ser trabalhado. Nessa selecção,
meios milenares como o papel impresso e tecnologias devem ser martirizados. Deve-se, porém,
reconhecer as especificidades do ensino à distância. A discussão sobre essa modalidade de
ensino-aprendizagem avança e, actualmente, as atenções se dirigem para a identificação das
melhores estratégias pedagógicas dentro desse novo cenário e detectar qual o conjunto de meios
de comunicação e informação que pode favorecer a melhoria da qualidade dos processos
educativos. As escolhas variam conforme o perfil discente e do conteúdo a ser trabalhado.

NB: O ensino à distância oferece uma oportunidade diferenciada para o estabelecimento de


novas e outras relações entre educador educando-conhecimento, bem como para a socialização
do conhecimento científico criado e trabalhado pela metodista. Ainda que as tecnologias de
informação e comunicação propiciem condições novas de diálogo entre educandos e
educadores, o princípio ético que inspira a prática educativa deve permanecer o mesmo,
porquanto os objectivos da educação não mudam.

Unidade N0 03-A0014 Tema: A função docente e discente no ensino à


distância

Introdução

A prática didático-pedagógica do ensino à distância, com o apoio das mídias tradicionais e das
mais avançadas tecnologias de comunicação e informação, exige uma concepção específica da
prática docente assim como estratégias diferenciadas para o desenvolvimento das relações de
ensino-aprendizagem.

Objectivos

Ao completar esta unidade, você será capaz de:

 Analisar a relação professor-aluno no ensino à distância;

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 Identificar o papel do professor e o do aluno no processo de aprendizagem do ensino à
distância.

 Explicar as diferenças entre o ensino à distância e o ensino presencial.

A prática didático-pedagógica do ensino à distância, com o apoio das mídias tradicionais e das
mais avançadas tecnologias de comunicação e informação, exige uma concepção específica da
prática docente assim como estratégias diferenciadas para o desenvolvimento das relações de
ensino-aprendizagem. r a oportunidade necessária para profissionais que desejem se aprimorar
e que já estejam no mercado de trabalho.

A flexibilidade ofercida pelo ensino á distância

Oportunidade necessaria para os


A promoção da educação continuada profissionais que desejam se aprimorar e
que ja estejam no mercado de trabalho

NB: O ensino à distância impõe novas formas de estar e ser na educação através da
autonomização e responsabilização no ensino/aprendizagem reforçam o desenvolvimento de
competências e capacidades em momentos e tempos díspares capitalizando-se, assim, os
saberes construídos de uma forma autodirigida dos estudantes.

Unidade N0 04-A0014 Tema: Escola – uma organização complexa

Introdução

A escola não pode ser compreendida unicamente como uma infra-estrutura física ou um
edifício. Sendo uma organização social e complexa, ela é uma entidade de formação onde
vários actores interagem buscando novas respostas às preocupações sociais da vida humana.

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(Libâneo, 2003) defende que “um meio indispensável de elevação do nível cultural, de
formação para a cidadania e de desenvolvimento de conhecimentos e capacidades para
enfrentamento das condições adversas de vida.” (p. 20).

Objectivos

Ao completar esta unidade, você será capaz de:

 Explicar a função da escola enquanto organização social.

 Descrever a estrutura organizacional da escola.

 Identificar os actores da escola na organização escolar.

A escola desempenha um papel social na vida das comunidades. Muitas vezes este papel é
atribuído ao Estado, como entidade macro da organização social, para este gerir as necessidades
educativas dos cidadãos. Libâneo, na sua exposição sobre a gestão da escola escreve: “duas
maneiras de ver a gestão centrada na escola.

Na perpectiva sócio - crítica


O ideario neoliberal
Libanêo(2003)
• Coloca a escola como centro das • "Valoriza as acções concretas dos
politicas que significa liberar boa profissionais na escola, decorente
parte das praticas pedagigicasI. de sua iniciativa, de seus
• Responsabilidades do estado, interesses, de suas interacções
dentro da lógica do mercado, (autonomia e participação) em
dexando as comunidades e ás função do interesse pùblico dos
escolas a iniciativa de planificação, serviços educacionais
organizar e avaliar os serviços prestados."(P.20).
educacionais.

A estrutura organizacional da escola

A estrutura pode ser definida como o modelo estabelecido das relações entre os componentes ou as
partes de uma organização.

Existem diferentes tipos de estruturas organizacionais que correspondem igualmente a diferentes


instituições com vista a facilitar a coordenação das actividades a elas inerentes. Exemplo de
estrutura organizacional de uma escola

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Unidade N0 05-A0014 Tema: Tipos de Instituições educacionais

Introdução

O conceito de educação veicula concepções diversas nas culturas das comunidades humanas.
Cada povo tem um tipo de educação que lhe é específico.

Na presente unidade, apresentam-se as instituições de cuja concepção de educação observa


diferenças com a escola como instituição de educação formal e pretende-se que no final da
unidade o estudante deve apresentar os seguintes:

Objectivos

 Problematizar os conceitos de educação, formação e instrução identificando as finalidades de


cada um.

 Caracterizar as instituições educacionais

 Diferenciar as instituições de educação escolar e as de educação extra-escola

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• Umas venculam processos de
aducaçã social, outras viculam o
Instituições ensino como uma forç
transformadora das culturas e do
desenvolvimento sócio -
económico, cultural e politico.

• Marque, (1999) " o produto de uma


Educação intencionalidade educativa devidamente
antencipada e preparada pelo professor"
(p.23).

•De nota processos de ensino que

Formação e culminam em reproduções literais da


aprendizagem mesmo em prática
pedagógica contextos diferentes,

a instrução correspondendo a uma resposta


externa á pessoa sujeita do processo.

Unidade N0 06-A0014 Tema: O ambiente físico da escola

Introdução

Na unidade anterior discutimos sobre tipos de instituições educacionais que concorrem para a
formação. Reitera-se o facto de a escola ser uma organização legítima do processo de ensino e
aprendizagem, o garante da produção e preservação da cultura em vários tecidos sociais
favorecendo o desenvolvimento da espécie humanal.

Sendo um espaço de eleição para o processo de ensino e aprendizagem importa analisar, na


presente unidade, as suas características físicas facilitadoras de um ambiente propício para o
trabalho profissional docente e discente de seus actores.

Ao completar esta unidade, o estudante deve alcançar os seguintes:

Objectivos

 Descrever os elementos do espaço físico da escola;

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 Relacionar a organização do espaço físico com o processo de ensino/aprendizagem;

 Mencionar aspectos do ambiente escolar facilitadores da educação inclusiva.

O Ambiente físico da Escolar

O espaço físico da escola denota a ideia em volta das condições materiais que um certo
estabelecimento de ensino pode (ou podia) reunir para a realização adequada do trabalho
docente e discente.

Unidade N0 07-A0014 Tema: O Sistema Nacional de Educação

Introdução

O Sistema Nacional de Educação, desde 1983 aos nossos dias, conheceu muitas fases de seu
desenvolvimento. Compreender os seus objectivos, princípios e níveis é a principal tarefa desta
unidade. Faremos um pequeno historial do SNE como forma de elucidar seus principais
momentos na vida escolar moçambicana.

Ao completar esta unidade, você será capaz de alcançar os seguintes:

Objectivos

 Conhecer os objectivos, papéis e níveis de acção do Sistema Nacional de Educação;

 Compreender as causas que estão na origem das mudanças do Sistema Nacional de Educação.

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Ojectivos do SNE
A expanção do acesso á educação

A Melhoria da qualidade de educação

o esforço da capacidade instituicional, financeira e politica com


vista a assegurar a sustentabilidade do sistema.

Unidade N0 08-A0014 Tema: Os Subsistemas da educação em Moçambique

Introdução

A Educação em Moçambique é constituída por vários subsistemas, cada uma das quais
correspondendo a uma organização estratégica específica para a consecução das finalidades e
objectivos também específicos.

Nesta unidade, interessa-nos descrever as especificidades para as quais tais subsistemas se


orientam constituindo-se em formações específicas.

Ao completar esta unidade, você será capaz de alcançar os seguintes:

Objectivos

 Descrever as especificidades de cada subsistema do Sistema Nacional de Educação;

 Conhecer o tipo de formação/educação que cada uma dela enfatiza.

Os subsistemas da educação em Moçambique

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Geral

Técnico

Profissional

Educação de adultos

Infantil

Superior

O Ensino Secundário Geral (ESG)

É um subsistema de ensino orientado para as qualificações específicas. Após a escolarização


obrigatória levada a cabo pelo ensino primário e pelo programa de educação de adultos, os
candidatos a esse subsistema procuram qualificações profissionais para, por um lado entrarem
no mercado de trabalho e, por outro lado, prosseguirem com os seus estudos ao nível de ensino
superior.

O Ensino Técnico-Profissional

O subsistema de ensino técnico-profissional baseia-se na contribuição “para a criação de uma


força de trabalho qualificada, essencial para reforçar o crescimento económico e tirar os
cidadãos e as comunidades da situação de pobreza.” (PEEC, 2008: 47).

O Ensino Superior

Este subsistema de ensino constitui o reforço do “sistema de educação através de um conjunto


de acções que vão desde a formação de professores, sobretudo do ensino médio, da capacitação
permanente dos gestores do sistema, dos apoios às ZIPs e da investigação educacional,
promovendo

a melhoria da qualidade de ensino a todos os níveis” (PEEC, 2008: 61) e outras áreas de
interesse económico, social, político etc.

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Unidade N0 09-A0014 Tema: A Organização do ensino por ciclos de
formação

Introdução

A inovação, inscrita sob estratégias da procura de melhores respostas aos problemas da


educação, trouxe mudanças estruturais no Sistema Nacional de Educação no âmbito da reforma
curricular. Nesta unidade importa falar dos ciclos de formação no Sistema Nacional de
Educação relativamente ao Ensino Geral. Ao completar esta unidade, você será capaz de
alcançar os seguintes:

Objectivos

 Identificar os objectivos e finalidades que corporizam cada ciclo de formação;

 Conhecer a estrutura curricular do Sistema Nacional de Educação;

 Explicar os fundamentos de cada ciclo de formação.

A organização do ensino por ciclos de formação

Os ciclos de formação do Sistema Nacional de Educação em Moçambique justificam a


necessidade de uma maior flexibilidade curricular dos conteúdos programáticos para o
processo de ensino/aprendizagem.

O conceito de ciclo denota o conjunto de unidades programadas para a aprendizagem dos


alunos, envolvendo na base da sua concepção habilidades e competências específicas
previamente definidas

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1º 2º

No toatal são observados 3 no ensino primário


e no ensino secundário são 2 ciclos

Unidade N0 10-A0014 Tema: Plano curricular – estrutura e organização

Introdução

O funcionamento das escolas depende da instauração de um currículo que abrange as


aspirações educativas dos alunos em particular e da comunidade em geral.

A presente unidade procura abordar a construção estrutural e a maneira de como o currículo é


organizado para responder a tais aspirações.

Ao completar esta unidade, você será capaz de alcançar os seguintes:

Objectivos

 Conceptualizar o currículo escolar;

 Identificar as características, componentes e a organização de um dado currículo;

 Conhecer os procedimentos da concepção de um currículo;

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Carr (1996), “ajuda – nos a compreender essa questão quando diferencia o conceito depoiesis
do conceito de práxis. Esse autor considera apoieis como uma forma de saber fazer não
reflexivo, ao contrario do conceito de praxis, que é eminentemente uma acção reflexiva” (p.
102). Assim, realça que a prática educativa não se fará inteligível, como forma depoiesis, cuja
acção será redigida por fins pré-fixados governadas por regras pré-determinadas. Para o autor,
a pratica educativa só adquirira inteligibilidade “ a medida que for redigida por critérios éticos
imanentes á mesma pratica educativa” (carr,p.102), os quais, segundo ele, má.

Referências Bibliográficas

 CARR, Wilfred. Una teoria para la educación: hacia una investigación educativa
crítica. Madrid: Morata, 1996.
 FRANCO, Maria Amélia Santoro. Entre a lógica da formação e a lógica das práticas: a
mediação dos saberes pedagógicos. In: REUNIÃO ANUAL DA ANPED, 29., 2006,
Caxambu, Anais... Caxambu: Anped, 2006. Sessão especial. 1 CD Rom.
 GOLIAS, Manuel. Educação Básica: Temáticas e conceitos, Maputo, 1999.
 INDE/MINED. Plano Curricular do Ensino Básico: Objectivos, estrutura, Planos de Estudos e
Estratégias de Implementação. Maputo, 2008.
 PRATI, Laissa; COUTO, Maria; MOURA, Andeina; Poletto, Michele & Koller, Silvia. (2007).
Revisando a inserção ecológica: Uma proposta de sistematização. Psicologia reflexão e crítica, 21(1),
160-169.

 MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã: teses sobre Feuerbach. São
Paulo: Moraes, 1994.

Tutor: Msc: Aissa Firoza Madeira

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